Dá um Gosto ao ADN

Bombeiros de Setúbal contestam horários de trabalho

Bombeiros alertam para a existência de irregularidades nos horários

O Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais alertou ontem o PCP [a força política que gere a autarquia setubalense] para alegadas irregularidades nos horários definidos pela Câmara de Setúbal para a Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal, mas a autarquia nega qualquer ilegalidade.Segundo o sindicato, a decisão de alertar as autoridades competentes para esta situação deveu-se ao facto de cerca de 90 por cento dos bombeiros estarem descontentes e em greve ao trabalho extraordinário até ao final do ano. O que a força sindical pretende, em concreto, é que a programação da escala seja feita anualmente. De acordo com o sindicato, desde o passado mês de Agosto, a escala anual tem sido alterada frequentemente, sendo que os bombeiros tomam conhecimento poucos dias antes da sua implementação, pelo que sentem dificuldades em orientar a sua vida pessoal devidamente.

Sapadores de Setúbal estão em greve ao trabalho extraordinário 

"Decidimos alertar o PCP [de Setúbal], força maioritária na Câmara Municipal de Setúbal, para o descontentamento de cerca de 90 por cento dos bombeiros, dado que o comandante da CBSS (Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal) e os vereadores dos Recursos Humanos e da Proteção Civil não parecem disponíveis para encontrar uma solução", disse à Lusa Filipe Santos, do Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais
"O que pretendemos é que a programação da escala seja feita anualmente", acrescentou o sindicalista após a reunião efetuada ontem com responsáveis da Direção da Organização Regional de Setúbal do PCP.
Segundo Filipe Santos, desde o passado mês de Agosto, a escala anual da CBSS tem sido frequentemente alterada, sendo que os bombeiros só tomam conhecimento dessas alterações poucos dias antes de serem implementadas, pelo que não conseguem programar a sua vida pessoal.
Filipe Santos referiu ainda que os bombeiros sapadores de Setúbal estão em greve ao trabalho extraordinário, desde 8 de Agosto, e acusou o comandante, Paulo Lamego, de fazer "várias alterações" à escala de serviço, que, na prática, se traduzem num "boicote à greve".
"Algumas vezes, como a rotatividade não é cumprida, nem sequer temos os períodos de descanso de acordo com o previsto na escala anual" acrescentou Filipe Santos, adiantando que o sindicato já denunciou a situação junto da ACT, Autoridade para as Condições de Trabalho, mas ainda está a aguardar resposta.
Contactado pela Lusa, o comandante dos Bombeiros Sapadores de Setúbal escusou-se a fazer qualquer comentário, dizendo apenas que se trata de "uma questão laboral da responsabilidade da autarquia".
Fonte da Câmara de Setúbal também se escusou a comentar as acusações do  Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais, mas assegurou a legalidade dos horários de trabalho em vigor na Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal.

Agência de Notícias

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Seixal inaugurou escola básica em Fernão Ferro

Nova escola significa "um fortíssimo compromisso com a educação"

Foi inaugurada a Escola Básica dos Redondos, na freguesia de Fernão Ferro, no Seixal. Este novo equipamento representa um investimento municipal de mais de dois milhões de euros e vem reforçar o ensino público de qualidade no Concelho do Seixal. A nova Escola tem capacidade para receber 375 alunos do 1.º ciclo (12 salas) e jardim de infância (3 salas) e dispõe de biblioteca, cozinha e refeitório, além de sala de apoio educativo. O presidente da autarquia, que inaugurou a nova escola, deixou reparos ao Governo "por não ter contribuído com ajuda financeira" e criticou a falta de 77 docentes  para além da falta auxiliares de ação educativa que estão a atrasar o normal funcionamento das escolas do concelho.


Nova escola irá acolher cerca de 375 alunos em Fernão Ferro 
  
A funcionar desde o dia 25 de Setembro, o novo equipamento vem dar resposta às necessidades educativas sentidas pela população da Freguesia de Fernão Ferro que nos últimos anos tem vindo a aumentar significativamente.
O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, deixou palavras de boas vindas aos alunos, pais, docentes e agentes educativos. O chefe do executivo referiu que “a Câmara Municipal do Seixal realizou um esforço imenso para concretizar este equipamento, para o apetrechar e colocar em funcionamento, o que significa um fortíssimo compromisso com a educação dos mais jovens”. O presidente da Câmara do Seixal disse ainda que a Autarquia realizou tudo isto “sem qualquer apoio do Estado, que nem sequer através dos Fundos Comunitários resolveu apoiar a construção desta obra“.
Este foi um acto que integra o programa de Receção à Comunidade Educativa do Concelho que inclui um conjunto diverso de atividades lúdicas, pedagógicas e culturais.
Nas escolas da rede de ensino público no Seixal, iniciaram este ano letivo mais de 23 mil alunos. "Infelizmente e contrastando com o investimento da autarquia, o arranque do ano escolar deu-se com algumas limitações no corpo docente, estando em falta 77 professores e educadores de infância, para além de auxiliares de ação educativa, situação da responsabilidade do Ministério da Educação, para a qual a Câmara Municipal do Seixal tem vindo a exigir a sua resolução imediata", concluiu Joaquim Santos.

Agência de Notícias
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Assunção Cristas visita Feira do Porco no Montijo

“Somos uma atividade com futuro e temos condições privilegiadas para produzir porcos no nosso país" 


No dia 27 de Setembro, o presidente da Câmara  do Montijo, Nuno Canta, acompanhou a ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, numa visita à 22.ª Feira Nacional do Porco que decorreu naquela cidade entre os dias 26 e 28 deste mês. Nuno Canta, diz que o Montijo "faz da produção e da transformação de carnes a via para o seu desenvolvimento". O autarca sublinhou que muitas das novas dinâmicas empresariais resultam da aposta da autarquia em “acolher, facilitar, simplificar e incentivar o investimento local". A ministra Assunção Cristas enalteceu o dinamismo do sector e agradeceu "a todos os que não desistiram, que se empenharam, que aceitaram os desafios, que quiseram dar a volta", referiu a ministra da agricultura. O Governo lançou ainda um desafio aos empresários do sector: “aumento da produção para ser possível que o país seja autossuficiente em carne de porco”, pediu o secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar que também esteve pelo Montijo. 


Assunção Cristas elogiou a sector da suinicultura no Montijo 

O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, classificou o evento como “o início de um novo ciclo no investimento, no conhecimento, na competitividade e na qualidade da fileira suinícola nacional”, acrescentado que apesar das dificuldades de ordem diversa que o sector tem enfrentado, a “Feira Nacional do Porco continua a afirmar-se como uma das grandes realizações do país nesta área”.
Para o autarca, ter uma associação empresarial como a Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores (FPAS) a “investir na cidade do Montijo é um exemplo de confiança e apela para que tenhamos consciência da necessidade de um desenvolvimento económico sustentável, que não exclua nenhum cidadão, que esteja ao serviço das pessoas, que defenda o ambiente, os recursos naturais, o património, a cultura e as tradições”.
“O Montijo faz da produção e da transformação de carnes a via para o seu desenvolvimento. Tenho por isso muito orgulho e muita alegria em acolher este certame de dimensão nacional e internacional”, reafirma  Nuno Canta adiantando que “a produção e a transformação de carnes é hoje das atividades mais importantes da base económica do Montijo”.
O autarca sublinhou que muitas das novas dinâmicas empresariais resultam da aposta da autarquia em “acolher, facilitar, simplificar e incentivar o investimento local. Saliento, a título de exemplo, a alteração que fizemos recentemente ao Plano Diretor Municipal, no sentido de um licenciamento mais célere das explorações agrícolas”.

Trilhar caminhos para ser autossuficiente em carne de porco
A ministra Assunção Cristas enalteceu o dinamismo do sector “há três anos, nas nossas primeiras reuniões, existiam muitos problemas. Hoje, queria agradecer a todos os que não desistiram, que se empenharam, que aceitaram os desafios, que quiseram dar a volta. De facto são a mostra de quando as pessoas se juntam, se unem, trabalham em torno de objetivos comuns é possível ultrapassar problemas e encontrar oportunidades”.
Quando falamos de suinicultura, diz a ministra, "falamos de uma fileira grande com muitos serviços e bens a serem prestados, com muitas empresas envolvidas a montante e a jusante e isso é extraordinariamente positivo e era bom que em outros sectores também pudéssemos desenvolver esta lógica de fileira”, afirmou Assunção Cristas.
Nuno Vieira e Brito, secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar, realçou que a Feira é um exemplo “do dinamismo empresarial e do interesse por este sector”. Na sua intervenção, o governante abordou diversos aspetos envolventes à fileira do porco, como a legislação ou o esforço de internacionalização, e lançou um desafio aos empresários do sector: “aumento da produção para ser possível que o país seja autossuficiente em carne de porco”.
Por sua vez, Vítor Menino presidente da Federação Portuguesa das Associações de Suinicultores (FPAS) e da Comissão Organizadora da Feira Nacional do Porco, acredita que estão reunidas condições necessárias ao sucesso da fileira suinícola: “somos uma atividade com futuro e temos condições privilegiadas para produzir porcos no nosso país dado que temos terras e água abundante, clima invejável e 'saber-fazer' como os melhores”.
De acordo com o líder da FPAS "devolver a esperança e o investimento ao sector Suinícola é o principal objectivo que nos move. Esperança que permita trazer jovens a acreditar e a apostar no sector de forma a que rapidamente sejamos auto-suficientes em carne de porco no nosso País", diz Vítor Menino que não "me canso de repetir, somos uma actividade com futuro, temos condições privilegiadas para produzir porcos no nosso país".

Assinaturas de protocolos 
O dia foi, ainda, marcado pela assinatura de três protocolos: um com a Universidade de Trás os Montes (UTAD) que visa a participação de projetos de investigação, formação e transferência de tecnologia; um segundo com o INIAV – Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (Pólo da Estação Zootécnica Nacional) que tem por objetivo o aprofundamento de estudos e o apoio à manutenção do Malhado de Alcobaça, raça em elevado perigo de extinção; e o terceiro protocolo assinado com o INIAV e a EDIA - Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva procura o desenvolvimento de unidades experimentais de compostagem, visando a valorização de subprodutos agrícolas e pecuários.
A 22.ª Feira Nacional do Porco, que decorreu entre 26 e 28 de Setembro, contou com a presença de mais de 200 empresas do setor, jornadas técnicas, workshops, área de restauração/gastronomia e ainda espetáculos dirigidos ao público em geral.




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PSD quer baixar IMI no Barreiro e CDU chumba

"É possível reduzir de forma equilibrada a taxa do IMI no Barreiro" 

Os deputados do PSD na Assembleia Municipal do Barreiro, Victor Castro Nunes e Hugo Cruz, apresentaram  uma proposta para a redução do Imposto Municipal sobre Imóveis  a cobrar no ano de 2015, que foi chumbada pela maioria CDU. Os social-democratas pretendiam que a taxa do IMI para os prédios urbanos passasse para os 0,35 por cento, defendendo "um processo de redução progressiva da carga fiscal municipal, que permita (em conjunto com outras medidas chave) criar um pacote atractivo para novas famílias e empresas que possam instalar-se e ter a residência fiscal no concelho e criar postos de trabalho e riqueza", dizem os social-democratas do Barreiro. O IMI continua, assim, nos 0, 4 por cento. 


IMI penaliza casas em ruína ou devolutas no Barreiro 

Os deputados municipais do PSD também apresentaram uma proposta para a Câmara eliminar a aplicação indiscriminada, à generalidade dos prédios urbanos degradados, da majoração em 30 por cento da Taxa do IMI, contemplada no n.º 8 do artigo 112.º do CIMI, "para mais quando a mesma se encontra claramente desligada de uma estratégia de regeneração urbana efectiva, para além de não atender às desigualdades das situações, rendimentos e capacidade contributiva dos proprietários dos imóveis em apreço", explicam os deputados da Assembleia Municipal do Barreiro.
“É possível reduzir de forma equilibrada a taxa do IMI no Barreiro sem prejudicar a sustentabilidade das contas da autarquia, cujas receitas neste particular têm vindo a subir consideravelmente”, explicam Victor Castro Nunes e Hugo Cruz.
“Se compararmos a evolução da receita de IMI da Câmara do Barreiro desde 2009, ano em que a mesma foi de cerca de 6,6 milhões de euros, com as próprias previsões da autarquia para 2015 – as quais, que estiveram na base do resgate financeiro do município do Barreiro pelo Estado, ocorrido em 2012, e constam, por conseguinte, do Plano de Adesão ao PAEL (Plano de Apoio à Economia Local) – ano em que é previsto a autarquia arrecadar, de IMI, cerca de 10,4 milhões de euros, constata-se que neste período, a receita de IMI do município do Barreiro terá crescido cerca de 60 por cento”, acrescentam os deputados social-democratas.
O voto contra da CDU, à semelhança de anos anteriores, é para os deputados municipais do PSD “a demonstração de uma insensibilidade gritante para com os barreirenses”, relativamente a esta temática. Outros concelhos do Distrito de Setúbal, "nomeadamente, o de Almada  (que é também é governado por uma maioria CDU) têm vindo a reduzir as respetivas taxas de IMI", concluem os social-democratas.

Câmara fixa taxa de 0,4 por cento e majora pelo triplo ruínas urbanas 
Autarquia taxa IMI em 0,4 por cento para 2015 
O Executivo da Câmara Municipal do Barreiro aprovou a fixação das taxas de IMI para o ano 2015, a qual incide sobre o valor patrimonial dos prédios rústicos e urbanos situados no Concelho do Barreiro e a respetiva fundamentação técnica realizada pelo Departamento de Gestão da Cidade.
Assim, foram aprovadas as seguintes taxas de IMI para 2015: 0,8 por cento para os prédios rústicos; 0,7 por cento para os prédios urbanos e 0,4 por cento nos prédios urbanos avaliados nos termos do CIMI.
De acordo com a deliberação aprovada "a isenção de imposto municipal sobre imóveis por um período de cinco anos, a contar do ano, inclusive, da conclusão da ação de reabilitação, podendo ser renovada por um período adicional de cinco anos, para os imóveis objeto de ações de reabilitação urbana iniciadas após o dia 1 de Janeiro de 2008 e que se encontrem concluídas até ao dia 31 de Dezembro de 2020, na zona Antiga do Barreiro que se encontra delimitada como Área de Reabilitação Urbana".
Aplicam-se os mesmos requisitos para "os núcleos urbanos antigos do Lavradio, Palhais, Santo António da Charneca e Coina, aos prédios urbanos arrendados passíveis de atualização faseada das rendas, bem como aos contratos para fins não habitacionais celebrados antes da entrada em vigor do Decreto-Lei de 30 de Setembro)".
Aos prédios que sejam objeto de reabilitação urbana, localizados nos núcleos urbanos antigos de Lavradio, Palhais, Santo António da Charneca e Coina, será aplicada uma redução da taxa de IMI em 30 por cento.
"A redução da taxa de IMI até 20 por cento a aplicar aos prédios arrendados (habitacionais e frações comerciais inseridas em edifícios de habitação) que possuam autorização de utilização emitida até 31 de Dezembro de 1989 e que possuam contrato de arrendamento vigente no ano civil de 2014, durante, no mínimo, por 8 meses, localizados em espaços urbanos de habitação em área consolidada, nos termos definidos no Plano Diretor Municipal do Barreiro.
O documento inclui, ainda, "a majoração da taxa de IMI em 30 por cento, aplicada aos prédios urbanos degradados, assim como, elevar ao dobro, a taxa aplicável aos prédios urbanos que se encontrem devolutos e, elevar ao triplo a taxa aplicável aos prédios urbanos que se encontrem em ruínas"-
Por último, a isenção de imposto municipal sobre imóveis "aplica-se às coletividades de cultura e recreio, às organizações não-governamentais e outro tipo de associações não lucrativas, a quem tenha sido reconhecida utilidade pública, relativamente aos prédios utilizados como sedes destas entidades".

Agência de Notícias
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Pavilhão do Vitória de Setúbal à venda em hasta pública

Dívida às finanças pode "roubar" pavilhão ao Vitória de Setúbal 

Um dos símbolos desportivo da cidade de Setúbal, o pavilhão Antoine Velge, de pertença do Vitória de Setúbal, corre risco de ser vendido em hasta pública se não for paga às finanças uma dívida de 750 mil euros. Apesar do pavilhão ser do Vitória e estar junto ao Estádio do Bonfim, a dívida nada tem a ver com o clube mas sim com a empresa que comprou os terrenos do Bonfim que o clube tenta recuperar depois da falhado o negócio com a Pluripar que nunca avançou com a construção do novo estádio, no Vale da Rosa. Um grupo de sócios prepara petição pública para evitar a alienação do imóvel desportivo.



Se nada acontecer até 25 de Novembro o pavilhão será vendido 

O pavilhão gimnodesportivo Antoine Velge, do Vitória de Setúbal, corre o risco de ser vendido em hasta pública por causa de uma dívida de 750 mil euros da empresa Sadisetúbal às finanças. A Autoridade Tributária já avançou com o processo de penhora, podendo os potenciais compradores avaliar a estrutura desportiva, com dois pisos e um valor patrimonial de um milhão e 73 mil euros, até 25 de Novembro. No dia seguinte, será efetuada a venda.
Em causa está uma dívida de 750 mil euros.
Caso a direção do clube não tome qualquer medida para evitar semelhante desfecho, um grupo de sócios avançará com uma petição pública na tentativa de chegar a um acordo com a entidade credora. O mesmo grupo de sócios já recolheu, entretanto, mais de 100 assinaturas para requerer uma assembleia geral para o registo da extinção dos direitos da superfície do Estádio do Bonfim.
O grupo de associados do Vitória pediu à direção do clube que avance com as formalidades necessárias para requerer a extinção do direito de superfície dos terrenos do Bonfim, vendido à Pluripar em Março de 2004.
"Consideramos que o direito de superfície dos terrenos do estádio do Bonfim está extinto, porque já passou o prazo máximo de dez anos, que está previsto na lei, sem que a Pluripar tivesse concluído a obra prevista para os terrenos do estádio do Bonfim", disse à agência Lusa João Martins, um dos signatários.
"Na escritura de constituição [do direito de superfície dos terrenos do Bonfim], ficou identificado que esse direito se destinava à construção de um imóvel e que era válido por 90 anos a contar da sua abertura ao público", refere a carta enviada ao presidente do clube, Fernando Oliveira, e à presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, em Junho deste ano.
Segundo refere a carta, "o artigo 1.536 do Código Civil estabelece que o direito de superfície se extingue se o superficiário (titular do direito de superfície) não concluir a obra ou não fizer a plantação dentro do prazo fixado ou, na falta de fixação, dentro do prazo de dez anos".
"Ora, nem a escritura de constituição do direito de superfície dos terrenos do Bonfim, nem as escrituras de doação à SAD (Sociedade Anónima Desportiva) e de venda à Vento de Negócios/Pluripar, fixam qualquer prazo para a conclusão da obra".
"Não se trata de rasgar contratos, apenas aplicar à `letra´, o que a lei estipula", argumentam os signatários da carta, que sugerem a marcação de uma Assembleia Geral para discutir e votar o requerimento da extinção".
Perante este quadro, o grupo de associados considera que o direito de superfície está extinto, como acredita que o Vitória de Setúbal não terá de devolver as rendas recebidas, nem de pagar qualquer indemnização, porque nada teve a ver com a não construção do complexo comercial que a Pluripar se propunha construir no Bonfim.
Nos termos dos acordos celebrados com a Câmara de Setúbal e a Pluripar, em 2004, o Vitória de Setúbal só teria de abandonar os terrenos do Bonfim quando estivesse construído o novo estádio, que a Pluripar se tinha comprometido a fazer na zona do Vale da Rosa, mas que também nunca passou do papel.

Agência de Notícias
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Benfica cede campo a jovens do Seixal para treinarem

150 jovens atletas do Seixal treinam no Centro de Estágio do Benfica 

Mais de 150 jovens das escolas de formação do Seixal Clube 1925 começaram a treinar ontem à tarde no campo nº 6 do Centro de Estágios do Benfica, no Seixal. O novo protocolo das águias com a autarquia do Seixal foi firmado por um ano, mas poderá ser renovado, pelo menos enquanto o Estádio do Bravo não for remodelado.

Jovens do Seixal treinam no Centro de Estágio do Benfica 

O recinto pertence ao Benfica, que o comprou em hasta pública por 530 mil euros e, no âmbito dos protocolos que assinou com a Câmara do Seixal para a permuta de terrenos para o centro de treinos, comprometeu-se a recuperá-lo (as obras estão orçadas em quase 800 mil euros) e a devolvê-lo à autarquia, o que deveria ter sido ser feito no ano passado. Contudo, tal não sucedeu, pelo que os encarnados cedem agora um dos campos do seu centro de estágios para que as crianças do Seixal possam treinar e jogar.
A questão dos balneários, no entanto, não ficou esclarecida na última reunião da Câmara do Seixal, pelo que os jovens deverão ter de se equipar no Campo Albano Narciso Pereira e percorrer cerca de 100 metros até às instalações do Centro de Estágio do Benfica.
Na altura da assinatura do protocolo, o presidente do município do Seixal, Joaquim Santos, [na altura ainda vereador do desporto da autarquia], dizia que "o município do Seixal permuta o terreno para construção dos dois campos e bancada, que ficam propriedade do Benfica, recebendo o estádio do Bravo requalificado e com um relvado sintético e um outro campo de apoio", explicou Joaquim Santos defendendo que todos ficam a ganhar: "O Benfica necessita de ampliar o Centro de Estágio de forma a qualificar o seu trabalho e garantir mais opções de espaços disponíveis. A Câmara necessita de um Estádio Municipal de futebol, para dar resposta às necessidades de clubes e jovens do concelho".
Ao todo, o Benfica construirá três campos junto ao atual complexo, dois que serão propriedade do clube, com uma bancada comum de mais de 500 lugares, e um outro que será do município.
Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, disse na cerimónia que as necessidades do clube são agora diferentes das de 2006, daí a necessidade de ampliar o centro de estágio, e revelou que as negociações decorriam há mais de um ano. No entanto, as obras ainda não estão prontas e as crianças do Seixal irão treinar no Centro de Estágio da Águia.

Agência de Notícias

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Frente ribeirinha é principal estratégia de Setúbal

Estratégia de requalificação da frente ribeirinha avança com consenso entre autarquia e porto de Setúbal 

A requalificação e aproveitamento dos potenciais da frente ribeirinha de Setúbal foi sublinhada por responsáveis da Câmara Municipal e do porto de Setúbal como uma das principais estratégias para o desenvolvimento e internacionalização do concelho. A localização da marina na doca de recreio, realça vice-presidente do município, “assegura maior potencial urbanístico que possa ser associado às componentes imobiliárias do investimento”, além de que dispõe de boas acessibilidades, melhores soluções de estacionamento e dinamiza o processo de reabilitação urbana do centro histórico. O vice-presidente da Autarquia, André Martins, e o presidente da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, Vítor Caldeirinha, apresentaram, na sessão de abertura do I Seminário Internacional Cidades Portuárias e a Relação Porto-Cidade “A Náutica de Recreio e o Turismo Náutico”, que decorreu ao longo de sexta-feira no Fórum Municipal Luísa Todi.


Setúbal quer investir mais na sua frente ribeirinha 

“A maioria das pessoas em Setúbal faz vida em terra. A maioria vê o mar como uma limitação da terra e não como uma fonte de recursos a explorar. Isto não pode continuar”, desafiou Vítor Caldeirinha na abertura do encontro organizado pela APSS e pela Câmara Municipal no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Mar.
Uma das ferramentas que estão a ser utilizadas pelas duas instituições para traçar novos planos para o desenvolvimento de Setúbal é um grupo de trabalho constituído por profissionais de ambas as entidades, criado para dar resposta a legislação de 2008 que regula a reafectação do domínio público marítimo integrado em áreas sem utilização portuária reconhecida.
Neste campo, André Martins anunciou que o grupo de trabalho está convicto de que a futura marina de Setúbal, infraestrutura considerada um dos eixos estratégicos mais importantes para a requalificação da frente ribeirinha de Setúbal, terá como melhor localização a doca de recreio utilizada atualmente pelo Clube Naval Setubalense.
“Qualifica a cidade e contribui decisivamente para melhorar a sua relação com a frente ribeirinha”, sublinhou André Martins, acrescentando que as vantagens urbanísticas da marina naquela localização compreendem ainda a beneficiação da proximidade de equipamentos culturais e turísticos e potencia investimentos públicos realizados pelo Polis e Programa Integrado de Valorização da Zona Ribeirinha de Setúbal.
A localização da marina na doca de recreio, realça André Martins, na ótica da Câmara de Setúbal, “assegura maior potencial urbanístico que possa ser associado às componentes imobiliárias do investimento”, além de que dispõe de boas acessibilidades, melhores soluções de estacionamento e dinamiza o processo de reabilitação urbana do centro histórico.
O autarca adiantou igualmente que já estão a ser preparados dossiers pensados especificamente para potenciais investidores no projeto da marina, que incluem um estudo de mercado sobre náutica de recreio, um estudo prévio de viabilidade económica e uma caracterização de Setúbal como destino turístico.
André Martins garantiu ainda a “total disponibilidade” da Câmara Municipal para o desenvolvimento de instrumentos de ordenamento do território necessários “para o enquadramento urbanístico indispensável à qualificação da zona envolvente e à concretização da componente imobiliária do investimento”.

Porto de Setúbal e autarquia dinamizam frente ribeirinha 
A futura marina de Setúbal foi apenas um dos exemplos dados de instrumentos vantajosos para o desenvolvimento urbanístico, económico e turístico do concelho.
Vítor Caldeirinha salientou os “grandes avanços” na concertação de esforços da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra com a Câmara Municipal de Setúbal no âmbito de uma estratégia de requalificação da frente ribeirinha.
O presidente do conselho da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra adiantou que já existe consenso entre as duas entidades sobre a problemática inerente ao cais intermodal e destacou que o porto de Setúbal abriu à população espaços da área portuária dos quais não retirava usufruto económico, como é o caso do Cais 3.
Vítor Caldeirinha referiu ainda a criação de novos parques estacionamento na frente ribeirinha e, entre outros projetos de desenvolvimento, manifestou o desejo de potenciar o aparecimento de mais serviços de cruzeiros turísticos no Sado.
Tudo, afirmou, realizado através de colaborações estreitas com os diferentes parceiros do porto de Setúbal, caso da autarquia local e dos agentes de turismo, de outras atividades económicas e de segurança, entre outros.
O vice-presidente da autarquia anunciou que a Câmara e o porto de Setúbal vão celebrar em breve um protocolo de intenções com dois objetivos basilares.
O primeiro relaciona-se com “a urgente necessidade de melhorar a articulação de Setúbal com o Polo Turístico de Troia e com o Litoral Alentejano em matéria de transportes e acessibilidades, fazendo convergir numa plataforma intermodal os transportes rodoviários, ferroviários e fluviais e o estacionamento automóvel”.
O segundo objetivo está associado à náutica de recreio e ao turismo náutico, no âmbito do qual, salientou André Martins, será importante identificar os locais para a implantação de novas infraestruturas de apoio neste setor económico, tais como a marina, bem como a caracterização dos equipamentos existentes, contribuindo para a requalificação dos mesmos e melhoria dos serviços prestados.

Agência de Notícias
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Tribunal do Barreiro em greve contra falhas do Citius

Há processos espalhados pelas salas de audiência do tribunal 

Dezenas de funcionários, advogados e magistrados estiveram na sexta-feira em protesto junto ao Tribunal do Barreiro contra o mau funcionamento da plataforma Citius. No Barreiro existem várias salas no edifício do tribunal, incluindo de audiência, cheias de processos. Irene Bento, funcionária do tribunal do Barreiro há cerca de 14 anos, afirmou que a situação está complicada, destacando o volume de processos que chegaram de outros tribunais, como Almada, Moita ou Montijo. "O nosso trabalho está complicado, pelos muitos processos que vieram, no caso do Tribunal do Trabalho do Tribunal de Almada. Temos processos que não foram redistribuídos, apesar de eles estarem cá fisicamente", disse a funcionária do tribunal que esteve em greve na passada sexta-feira. Como ela, quase todos paralisaram no Barreiro. 

Sala de audiências do tribunal do Barreiro está cheia de processos

Dezenas de funcionários, advogados e magistrados estiveram, na sexta-feira, em protesto junto ao Tribunal do Barreiro contra o mau funcionamento da plataforma Citius.
Irene Bento, funcionária do Tribunal do Barreiro há cerca de 14 anos, afirmou que a situação está complicada, destacando o volume de processos que chegaram de outros tribunais, como Almada, Moita ou Montijo.
"O nosso trabalho está complicado, pelos muitos processos que vieram, no caso do Tribunal do Trabalho do Tribunal de Almada. Temos processos que não foram redistribuídos, apesar de eles estarem cá fisicamente", afirmou a funcionária judicial.
Pelo Tribunal do Barreiro é possível encontrar várias salas, incluindo salas de audiência, cheias de processos, desde os bancos até à mesa do juiz.
"A sala de audiências está cheia. Tivemos que desocupar a parte da mesa do juiz e das duas primeiras filas para que possam ocorrer julgamentos. Nunca tinha assistido a uma situação destas. Isto é necessário, mas devia ser feito de modo faseamento para minimizar os impactos", salientou Irene Bento.
A funcionária explicou que deverá ser necessário cerca de um ano para que tudo esteja em condições.
"Agora temos que introduzir os processos no sistema por terem outra designação. De 1600 processos, no Tribunal do Trabalho passámos para mais de cinco mil e temos uma escrivã de direito, três adjuntas e quatro auxiliares, que estão divididos em dois pisos e temos que andar de um lado para outro", realçou a funcionária do tribunal do Barreiro.
Em relação à adesão à greve desta sexta-feira, Irene Bento disse que no Tribunal de Trabalho todos os funcionários aderiram.
"No Trabalho estiveram todos de greve. No Comércio estão cinco colegas a trabalhar, na Família está uma pessoa e no Crime e na Central não tenho a certeza, mas o que disseram é que não vinham trabalhar", concluiu Irene Bento.

Bloqueio do Citius vai atrasar julgamentos futuros 
O presidente do Conselho Distrital de Lisboa, António Jaime Martins, afirmou à Lusa que o facto da plataforma Citius "não funcionar ou funcionar de forma parcial", está a impedir que os tribunais desenvolvam a sua atividade normal.
"Há todo um trabalho de meses que vai ter que ser desenvolvido para juntar todo o expediente aos processos. Existe muito trabalho pela frente, a plataforma Citius está praticamente inoperante e as distribuições dos novos processos são feitas de forma muito parcimoniosa e os antigos estão quase todos por migrar, porque está a ser feita quase processo a processo", disse.
António Jaime Martins defendeu que toda esta situação impede advogados, magistrados e funcionários de trabalhar.
"Prevejo que os próximos dois meses, se tudo correr bem com o Citius, sejam para reorganizar o trabalho que está por fazer. Só agora é que as diligências vão começar a ser marcadas e isso significa que só vão acontecer no final do ano. As urgentes que estão a ser feitas servem para assegurar o mínimo, mas não é sequer o mínimo que pode ser feito na justiça", concluiu o presidente do Conselho Distrital de Lisboa
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Presidente do PAN de Almada candidata a liderar o partido

Célia Feijão quer assumir liderança nacional e reunificar o Partido pelos Animais e pela Natureza

A presidente do Partido pelos Animais e pela Natureza de Almada e do distrito de Setúbal, Célia Feijão, anunciou na semana passada a sua disponibilidade para assumir a liderança do partido, na sequência da demissão da direção nacional. O presidente do PAN, Paulo Borges, acompanhado por membros da direção nacional, demitiram-se durante uma reunião da comissão política nacional. Célia Feijão, filiada número 12 do partido, diz que não "há coesão" no partido e que o mesmo corre o risco de ser alienado ao LIVRE, Bloco de Esquerda ou PS. A responsável do Conselho Local de Almada quer "um PAN livre para crescer por si próprio, que não tenha de se tornar refém de forças politicas cujos ideais poderão não convergir totalmente com os nossos". 


Célia Feijão, ao centro, quer um PAN "livre"

"A situação que se vive atualmente no PAN é lamentável, não há coesão, e a estratégia da atual liderança abre a hipótese de alienar o PAN a outros partidos como o LIVRE, Bloco de Esquerda, PS. A tentação é grande em troca de lugares elegíveis", refere em nota de imprensa enviada à Lusa.
Célia Feijão refere que pretende um PAN "livre para crescer por si próprio", referindo que a demissão da direção nacional é apenas o "corolário da desorientação que o partido vive".
A líder do partido em Almada refere ainda que quer "um PAN livre para crescer por si próprio, que não tenha de se tornar refém de forças politicas cujos ideais poderão não convergir totalmente com os nossos". Segundo a candidata a líder, "o PAN não pode ser um partido resumido a efetuar petições, e tem que passar imediatamente da passividade à ação". 
Célia Feijão escreve ainda que o partido "deve deixar à consciência de cada um as questões sociais fracturantes e não se pronunciar acerca desses temas, pois estes devem ser votados de acordo com a consciência de cada um, e não como uma vontade imposta". O PAN, diz a candidata à liderança "não deve ter ideais religiosos como cenário de fundo, devendo ser laico passível de integrar pessoas de todas as confissões e sensibilidades". 
Perante este quadro, confirma Célia Feijão, "venho por este meio anunciar a minha disponibilidade para assumir a liderança do partido, se for essa a vontade dos militantes", acrescenta. 
A atual presidente do Conselho Local de Almada do PAN, é a filiada número 12 do Partido pelos Animais e pela Natureza já desempenhou cargos de secretária geral do partido, bem como de comissária política ou presidente da mesa do congresso do PAN, bem como coordenadora geral dos núcleos do sul do partido. Célia Feijão foi ainda Membro do Conselho Nacional. 

Paulo Borges demite-se 
O presidente do Partido pelo Animais e pela Natureza (PAN), Paulo Borges, acompanhado por membros da direção nacional, demitiu-se durante uma reunião da comissão política nacional, em Lisboa, a 20 de Setembro.
De acordo com a nota, Paulo Borges e a atual direção nacional do partido (à exceção de um membro) demitiram-se devido a “divergências profundas quanto ao rumo que alguns comissários pretendem dar ao PAN”. Na sequência disso, "dois outros comissários também se demitiram”, indicou ainda o comunicado.
Segundo a nota, a direção nacional mantém-se em gestão até à eleição de novo órgão diretivo, em data ainda por confirmar.
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Plano de Ordenamento da Arrábida divide PS e PSD

PSD vota contra Projecto de Resolução do PS sobre o POPNA por “não trazer nada de novo”

Os deputados do PSD do distrito de Setúbal votaram contra o Projeto de Resolução apresentado no final da semana passada pelo PS na Assembleia da República, que "Recomenda ao Governo a avaliação e a consequente revisão do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida”, por entenderem que este é um documento extemporâneo e que nada vem trazer de novo, pois a revisão do POPNA já está em curso.


PSD chumbou revisão do Plano de Ordenamento do PS

O deputado do PSD, Bruno Vitorino, lembra que o Governo informou que a avaliação global do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida (POPNA) estará concluída até ao final do primeiro semestre do próximo ano, seguindo-se o processo de revisão em conformidade com as respectivas conclusões do relatório de avaliação.
“Os deputados do PSD sempre trabalharam para defender a revisão do POPNA, para que todas as partes interessadas possam ser ouvidas, o que não aconteceu quando o PS aprovou o POPNA”, refere o líder da distrital social-democrata de Setúbal.
O social-democrata sublinha que os parlamentares ao longo deste mandato “trabalharam muito” para que o processo de revisão viesse a ser feito, através de apresentação do projecto de resolução, perguntas ao governo, reuniões com membros do Governo, entre os quais o Ministro do Ambiente, Jorge Moreira Silva, bem como diversas intervenções públicas no Distrito.
"Agora que, como o nosso trabalho e pressão política, o processo já está, finalmente, em curso, vem o PS da forma demagógica que os caracteriza, dizer que estão muito preocupados com esta questão", acrescenta Bruno Vitorino.
O deputado do PSD salienta a importância desta revisão, que permitirá ao Parque Natural da Arrábida ser "uma oportunidade de desenvolvimento regional, conciliando a protecção da natureza com o desenvolvimento económico", conclui Bruno Vitorino.

PS recomendava ao Governo a avaliação e revisão do POPNA Os deputados socialistas queriam que o Parlamento procedesse à "avaliação da execução do atual Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida (POPNA), do ponto de vista ambiental, social, económico, cultural e patrimonial, identificando, claramente, os pontos de maior conflito entre os interesses em presença".
De acordo com o texto do projeto de resolução, o PS queria que o Parlamento assegurasse "que a revisão do POPNA é objeto de consulta pública por tempo adequado e alargada a todos os interessados, e que os contributos, sugestões e propostas prestados em sede de consulta pública são devidamente ponderados".
Os socialistas queriam ainda identificar "a suficiência de meios e recursos – humanos, operacionais e financeiros – para o cumprimento dos objetivos consagrados no POPNA e para uma gestão eficaz e consentânea com os valores excecionais ali presentes, assegurando o cumprimento da lei".
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Aluna mais velha de Portugal é de Grândola e fez 100 anos

Dona Vitalina, a aluna mais velha de Portugal, é exemplo de "vitalidade" 

A aluna mais velha das universidades portuguesas celebrou 100 anos de vida a 25 de Setembro, em Grândola. A data foi assinalada com uma festa especial na Universidade Sénior de Grândola. A dona Vitalina, como é conhecida, começou a frequentar aquela universidade no ano letivo 2008/2009, quando tinha 94 anos. Atualmente frequenta as disciplinas de Gerontomotricidade, Desporto Sénior e Danças Coreografadas, sempre com imensa alegria. A energia e a total autonomia são as principais características da dona Vitalina, que continua a viver sozinha: cozinha as suas próprias refeições e realiza a manutenção diária da casa. Nos tempos livres faz trabalhos de costura, em renda e todos os dias vai tomar o seu café depois de almoço. Muito acarinhada pelos colegas e pela população de Grândola, é um exemplo de longevidade e boa disposição.

Vitalina Almeida  na Universidade em Grândola

Houve festa grande em Grândola. Uma das mais "antigas" filhas da terra que inspirou José Afonso fez, no passado dia 25 de Setembro, cem anos. Vitalina Almeida passou o aniversário na Universidade Sénior de Grândola [USG] onde estuda há meia dúzia de anos. "A aluna, Vitalina, ingressou na USG no ano letivo de 2008/2009 e, atualmente, frequenta as disciplinas de Gerontomotricidade, Desporto Sénior e Danças Coreografadas, mostrando sempre uma grande curiosidade por aprender mais", realçou a instituição ao ADN.
Vitalina Almeida é o mais velho dos alunos da Universidade Sénior de Grândola., cidade onde reside. A mulher completou a 25 de Setembro cem anos e foi brindada com uma festa de aniversário na instituição. E qual o seu segredo para a longevidade?
"Se calhar é o meu estilo de vida. Gosto de passear, fazer a minha renda e a minha costura e não gosto nada de levantar-me cedo", diz Vitalina que não queria festa nenhuma de aniversário.
"Eles é que prepararam tudo. Já recebi flores, um almoço e outras prendas", dizia divertida as jornalistas que também entraram na festa.
"A energia e a total autonomia são as principais características" de Vitalina Almeida, que "continua a viver sozinha, cozinha as suas próprias refeições e realiza a manutenção diária da casa", conta fonte da Universidade Sénior de Grândola.  Vitalina vive sozinha há 21 anos, altura em que ficou viúva e é totalmente independente.
"Só fiz a 4ª classe e como gosto muito de aprender, decidi voltar à escola", contou dona Vitalina quando entrou na Universidade Sénior. Em 2012, por exemplo, a aluna mais velha das universidades portuguesas, acabou o 6º ano de escolaridade, através do programa Novas Oportunidades, na escola secundária local.
Ex-costureira, natural de Sines, Vitalina abandonou os estudos há 85 anos, mas manteve sempre vivo o sonho de voltar a estudar. Com a ajuda dos responsáveis da USG, decidiu inscrever-se nas Novas Oportunidades e diz estar preparada para o desafio. "É capaz de ser difícil, mas já comecei a escrever a história da minha vida", adiantou a idosa, quando entrou naquela Universidade.
Na universidade Sénior está inscrita nas disciplinas de Gerontomotricidade,  Ginástica, Cultura Geral e Danças Coreografadas entre outras. E diz quem a conhece que  é "um poço de vitalidade" e um "exemplo vivo" para todos que queiram voltar às escolas.

Agência de Notícias
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450 quilos de cocaína apreendidos em Setúbal

Veleiro cheio de droga "apreendido" no rio Sado 
A Polícia Judiciária  na sexta-feira a apreensão de cerca de 450 quilos de cocaína no interior de um veleiro e a detenção de dois cidadãos espanhóis, numa operação que decorreu na madrugada  do dia 26 de Setembro na zona de Setúbal. A cocaína estava no interior de um veleiro de matricula belga que terá saído, dizem as autoridades portuguesas, do Brasil há cerca de mês e meio. Os dois detidos cidadãos espanhóis ficaram em prisão preventiva. A droga apreendida, diz a PJ,  têm um valor estimado entre os 16 e os 18 milhões de euros no mercado português. 


Droga valia cerca de 18 milhões de euros no mercado português



Os dois cidadãos espanhóis detidos na última sexta-feira, no âmbito de uma operação de combate ao tráfico de droga, ficaram em prisão preventiva depois de terem sido ouvidos por um juiz de instrução criminal em Setúbal, disse à Lusa fonte da Polícia Judiciária.
Os 450 quilogramas de cocaína apreendidos num veleiro ao largo de Setúbal, na madrugada de sexta-feira, têm um valor estimado entre os 16 e os 18 milhões de euros no mercado português, segundo a Polícia Judiciária (PJ).
O diretor da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) da PJ disse que, numa avaliação "por baixo", o quilo de cocaína no mercado de rua português ronda os 35 mil euros, valor que pode chegar aos 70 mil euros noutros países europeus.
Joaquim Pereira  acrescentou que o veleiro, com bandeira belga, saiu do Brasil, tendo demorado cerca de mês e meio a atravessar o Oceano Atlântico, até chegar a Setúbal. A PJ acredita que a cocaína seria para ser descarregada em Portugal, para depois "abastecer o mercado europeu".
Após três dias de investigação e, com a colaboração da Unidade de Controlo Costeiro da GNR e da Força Aérea Portuguesa, a PJ decidiu avançar com a operação, durante a qual foram detidos dois homens, de 24 e 31 anos, espanhóis, sendo que um deles também tem nacionalidade francesa.
"Assim que nos apercebemos de manobras que podiam levar a embarcação para alto mar, decidimos atuar. A operação decorreu normalmente e não houve reação por parte dos detidos", explicou o diretor da UNCTE.
João Eufrázio, da GNR, explicou que o veleiro foi "monitorizado durante 24 horas" pelo Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo, até ao momento em que a operação foi desencadeada.
Em comunicado emitido anteriormente, a PJ explicou que a droga foi encontrada no interior de um veleiro de pavilhão belga, abordado quando navegava no estuário do Sado e que foi igualmente apreendido.
A operação está, segundo a nota, inserida num quadro mais vasto de identificação, combate e desmantelamento de redes criminosas organizadas que têm utilizado este 'modus operandi' para a introdução de cocaína no continente europeu, recorrendo a embarcações de recreio normalmente oriundas da América do Sul e Caraíbas para o seu transporte.

Agência de Notícias







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Mau tempo provoca estragos na Moita e Amora

Dois hipermercados encerram na Moita e 40 canoístas resgatados em Amora

Cerca de 40 participantes de uma prova de canoagem na zona ribeirinha da Amora, no concelho do Seixal, caíram ontem à água devido a fortes rajadas de vento e tiveram de ser resgatados, dois sofreram ferimentos ligeiros. O Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal explicou que tudo aconteceu por volta das 17.20 horas. "Ninguém foi transportado para o hospital, mas dois dos participantes ainda foram assistidos no local, uma vez que sofreram pequenos ferimentos, nomeadamente escoriações", revelaram os bombeiros. No distrito de Setúbal, o mau tempo provocou, ontem, entre as 14.50 horas e as 19.30 horas, um total de 59 inundações, duas delas em hipermercados do concelho da Moita que tiveram de encerrar portas. 

Canoístas tiveram de ser regatados do Tejo devido ao mau tempo


Cerca de 40 participantes numa prova de canoagem na zona ribeirinha de Amora, Seixal, caíram esta sábado à água, devido ao vento, e tiveram de ser resgatados, tendo dois deles sofridos ferimentos ligeiros, informaram os bombeiros.
O Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal explicou à agência Lusa que esta situação aconteceu por volta das 17:20  de sábado e que não foi necessário transportar qualquer dos atletas para o hospital.
“Não foi ninguém para o hospital, mas dois dos participantes ainda foram assistidos no local porque sofreram pequenos ferimentos, nomeadamente escoriações”, revelou o CDOS de Setúbal.
Na zona ribeirinha de Amora, decorria esta tarde uma “prova desportiva de canoagem”, quando “rajadas fortes de vento viraram as embarcações de vários concorrentes”, disse fonte dos bombeiros.
“Cerca de 40 caíram à água, mas foram todos resgatados”, acrescentou a fonte da Proteção Civil.
No local, estiveram 22 operacionais, apoiados por sete veículos e por duas embarcações, envolvendo meios dos bombeiros, da Polícia Marítima e da PSP.

Mau tempo encerra hipermercados na Moita 
No distrito de Setúbal, o mau tempo provocou ainda no sábado, sensivelmente entre as 14:50 e as 19:30, um total de 59 inundações, duas delas em hipermercados no concelho da Moita, que tiveram de ser encerrados, sem provocar quaisquer feridos.
“No Intermarché da Moita, ocorreram infiltrações no telhado e o estabelecimento teve de ser encerrado”, enquanto “no Continente caiu parte da cobertura, na zona das caixas registadoras, e o hipermercado foi, igualmente “evacuado e encerrado”, relatou o CDOS. Ambos já reabriram.
No global, nove dos 14 concelhos do distrito de Setúbal foram afetados pelo mau tempo: “Os três piores foram a Moita, com 19 inundações, Setúbal, com 12, e o Barreiro, com 10”, disseram os bombeiros à Lusa.

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Feira Medieval no Castelo de Palmela até domingo

Castelo de Palmela recebe primeira feira medieval da sua história 

Palmela está em contagem decrescente para a Feira Medieval que se realiza entre hoje  e domingo, 28 de Setembro, entre o Castelo e o Centro Histórico de Palmela. Bailes, danças populares, música, jogos tradicionais, falcoaria, demonstrações de armas e torneios, desfiles temáticos e artes de rua vão estar presentes neste evento cultural. Destaque, também, para o mercado medieval e para os petiscos e sabores da época. “A comunidade e as associações locais têm presença forte nesta iniciativa que, de forma lúdica, contribuirá para a melhor compreensão e vivência do nosso património cultural", explica ao ADN a autarquia de Palmela. “A escolha do Castelo de Palmela como sede da Ordem Militar de Santiago de Espada durante quatro séculos é um marco determinante da identidade local",  adianta a organização.



Feira Medieval chega a Palmela no final de Setembro  
A primeira edição da Feira Medieval de Palmela realiza-se no castelo de Palmela  entre os dias 26 e 28 de Setembro e “vai promover a atividade turística do concelho”. Luís Miguel Calha, vereador responsável pelo pelouro da cultura e do turismo, diz que o evento “vai ao encontro de valorização histórica e cultural do concelho”.
O responsável pelo turismo e cultura de Palmela garante que a feira medieval é “uma oportunidade para promover a cultura e a história de Palmela”. O vereador afirma ainda que esta “não é mais uma feira medieval”, mas “um projeto de fundo que vai fazer a diferença a nível cultural e turístico”. Luís Miguel Calha assegura que a feira medieval de Palmela será “uma referência cultural e turística na região”.
Os visitantes da feira vão poder desfrutar de um programa de animação “baseado na história vila” que vai incluir “diversas atividades, como jogos tradicionais e desfiles temáticos”, que retratam os “aspetos da vida de Palmela na Idade Média”. O vereador realça as “condições ímpares que a vila e o castelo de Palmela oferecem para a realização deste tipo de evento” que está a ter “um forte envolvimento da comunidade local”.
Luís Miguel Calha diz que se pretende que, no futuro, a Feira Medieval de Palmela “seja um evento auto sustentável”. A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Palmela e pela Associação Cultural História e Património (ALIUSVETUS) e vai realizar-se no castelo de Palmela, considerado pelo vereador
do turismo e cultura como “um monumento nacional importante e com uma localização privilegiada”. O castelo foi  palco das lutas da conquista cristã aos Mouros, é D. Afonso Henriques que atribui o primeiro foral a Palmela, em 1185.
As entradas para a Feira Medieval têm o valor de dois euros para o bilhete diário e de quatro euros para o bilhete de três dias. Luís Miguel Calha perspectiva “milhares de visitantes” ao longo dos três dias, “se o tempo assim o deixar”.

Programa:
Dia 26 de setembro – Sexta-feira

19h00  Abertura da Feira nas tendas dos mercadores e acampamentos
Momento de boas vindas pelo Sr. Presidente da Câmara

Visita do Meirinho (Oficial de Justiça) às tendas dos mercadores, acompanhado pelos nobres e Donzelas iniciando as Danças e Bailias

Arruada e desfile pelas ruas do castelo.
Animações de rua.

19h15 Espetáculo “Despierto” pelo Grupo Kynessis – Igreja de Santa Maria

19h30  Comeres de sabor medieval e beberes de aroma nas tabernas

Quadros da vida quotidiana no Castelo, animação festiva, encontro de culturas

21h00 Música, canto e animações da época
Voo Livre pelas aves de rapina (Artfalco) - Revelim norte
            Exercícios de combate apeado pela Espada Lusitana - Revelim norte
Gaiteiros do Bardoada - Entrada da Feira
Jograis D’El Rei - Praça de Armas

21h30 Grupo de Danças Antigas de Alhos Vedros - Praça de Armas

Bailios e folguedos em honra do novo Mestre de Santiago

22h00  Dança Aérea pela DançArte - Torre de Menagem

22h30 Danças Medievais com Fogo no Ar e Leónia de Oliveira) - Terraço sul
Danças Orientais pelo Ata Dança – Flor de Lotus - Terraço sul

23h30 Espetáculo “Arma del Diablo” pelo Grupo Kynessis com Gaiteiros do Bardoada (teatro de fogo) 

00h00 Encerramento

Dia 27 de setembro – Sábado

15h00 Abertura da Feira nas tendas dos mercadores e acampamentos
Arruada e animações pelas ruas do castelo

15h00, 16h, 17h00 e 18h00 – Animação infantil pelo Teatro em Caixa - Terraço sul

17h00 Ida de todos os fidalgos homens bons e do povo até ao Castelo para saudar o novo Mestre da Ordem de Santiago
Desfile de todos os grupos de música e animação, do Mercado Municipal no Centro Histórico à Praça de Armas no Castelo

19h00  Espetáculo “Despierto” pelo Grupo Kynessis – Igreja de Santa Maria
            Voo Livre pelas aves de rapina (Artfalco) - Revelim norte
            Exercícios de combate apeado pela Espada Lusitana - Revelim norte
Gaiteiros do Bardoada - Praça de Armas
Jograis D’El Rei - Entrada da Feira
Concerto Coral de canções da época pelo Grupo Coral da Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros” - Terraço sul

Quadros da vida quotidiana no Castelo, animação festiva, encontro de culturas

19h30  Comeres de sabor aldeanos e beberes de aroma nas tabernas

21h00  Música, canto e animações da época
Beltane - Igreja de Santa Maria
Grupo de Danças Antigas de Alhos Vedros – Praça de Armas
Gaiteiros do Bardoada - Entrada
Jograis D’El Rei - Praça de Armas
Música da época com Harpa pela Sociedade Fil. Humanitária - Terraço sul

22h00  Torneio em honra de D. Jorge, Mestre da Ordem de Santiago
com Artfalco, Espada Lusitana, Cavaleiros de Ribadouro e Camelos do Alcaide - Revelim Norte

Bailios e folguedos em honra do novo Mestre de Santiago

22h30 Danças Medievais com Fogo no Ar e Leónia de Oliveira - Terraço sul
Danças Orientais pelo Ata Dança – Flor de Lotus - Terraço sul

23h30 Espetáculo “Arma del Diablo” pelo Grupo Kynessis com Gaiteiros do Bardoada (teatro de fogo) na Igreja Sta Maria

00h00 Encerramento

Dia 28 de setembro – Domingo

15h00 Abertura da Feira nas tendas dos mercadores e acampamentos
Arruada e animações pelas ruas do castelo

15h00, 16h, 17h00 e 18h00 – Animação Infantil pelo Teatro em Caixa - Terraço sul

17h00 Ida de todos os fidalgos homens bons e do povo até ao Castelo para saudar o novo Mestre da Ordem de Santiago
Desfile de todos os grupos de animação, do Mercado Municipal no Centro Histórico à Praça de Armas no Castelo

18h30 Grupo Coral Alius Vetus – Terraço sul

18H30 Torneio em honra de D. Jorge, Mestre da Ordem de Santiago
com Artfalco, Espada Lusitana, Cavaleiros de Ribadouro e Camelos do Alcaide - Revelim norte

19h00 Gaiteiros do Bardoada - Praça de Armas
Jograis D’El Rei - Entrada da Feira

Quadros da vida quotidiana no Castelo, animação festiva, encontro de culturas

19h30  Comeres de sabor aldeanos e beberes de aroma nas tabernas

21h00 Música, canto e animações da época
Beltane - Igreja de Santa Maria
Danças Orientais pelo Ata Dança – Flor de Lótus - Terraço sul       
Gaiteiros do Bardoada - Entrada
Jograis D’El Rei - Praça de Armas

Bailios e folguedos em honra do novo Mestre de Santiago

22h00  Dança Aérea pela DançArte - Torre de Menagem

22h30  Danças Medievais com Fogo no Ar e Leónia de Oliveira - Terraço sul
Grupo de Danças Antigas de Alhos Vedros – Praça de Armas

23h30 Espetáculo “Arma del Diablo” pelo Grupo Kynessis com Gaiteiros do Bardoada (teatro de fogo)

00h00  Encerramento



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