Dá um Gosto ao ADN

Volta a Portugal de 2018 vai começar em Setúbal

Cidade vai receber o prólogo da Volta a Portugal em bicicleta esta quarta-feira 

A cidade de Setúbal vai receber o prólogo da Volta a Portugal em bicicleta, a 1 de Agosto, anunciou a organização da prova que vai terminar em Fafe, no dia 12. Setúbal sucede a Lisboa como ponto inaugural da Volta a Portugal, que vai passar pelo terceiro ano consecutivo pela cidade banhada pelo Sado. Em 2016, Setúbal recebeu a penúltima etapa, ganha por Daniel Mestre (Efapel), e no último ano acolheu a primeira, com o espanhol Raul Alarcon (W52-FC Porto) a vestir aí a camisola amarela que não voltou a despir. Setúbal está ligada à Volta a Portugal desde a primeira edição, em 1927, e já recebeu 16 finais de etapas. A prova rainha do ciclismo português passa ainda por Alcácer do Sal, Beja, Tavira e Portalegre, antes de rumar ao norte do país.
Volta a Portugal regressa às estradas a 1 de Agosto 

Setúbal é o palco da partida da Volta a Portugal em Bicicleta 2018, com a realização do prólogo, já nesta quarta-feira, o que sucede pela primeira vez na história da maior prova velocipédica nacional.
A 80.ª Volta a Portugal Santander, que termina a 12 de agosto em Fafe, define em Setúbal o primeiro líder da competição, com a atribuição da camisola amarela a quem vencer o prólogo, um contrarrelógio pelas ruas da cidade.
Esta partida da prova apenas define a camisola amarela, uma vez que não se realizam as restantes classificações, relacionadas com os prémios de montanha, metas-volantes e juventude, encontradas nas etapas em linha.
A escolha de Setúbal como Cidade da Grande Partida 2018 tem como aliciantes a possibilidade de o público estar em contacto permanente com os ciclistas, que partem individualmente para o contrarrelógio, e o facto de o dia anterior ao prólogo ser dedicado aos preparativos finais para os 12 dias da prova.
A par da animação proporcionada pelo “circo” da Volta, a organização e todo o staff associado ao evento desportivo marcam presença em peso esta terça-feira, último dia de Julho, em Setúbal para os trabalhos de arranque da competição, com a promoção das reuniões técnicas com diretores e treinadores, a definição da composição das equipas e a entrega das acreditações, entre outras questões logísticas.
O acordo que definiu o local, inédito, para arranque desta edição foi rubricado recentemente entre a Podium Events, responsável pela organização técnica da Volta, e a Câmara Municipal, o que concretiza um desejo manifestado aquando do regresso da competição ao concelho há dois anos no âmbito de Setúbal Cidade Europeia do Desporto 2016, após um interregno de quatro décadas e meia.
“É um enorme orgulho para Setúbal termos de novo a maior festa do ciclismo e do desporto nacional a percorrer as ruas da nossa cidade e do nosso concelho. Estamos certos do redobrado êxito de mais esta iniciativa e do seu acolhimento e apoio por toda a população, certos de que tudo faremos para manter presente em Setúbal por muitos anos a Volta a Portugal em Bicicleta”, afirma a presidente do município, Maria das Dores Meira.

Serra da Estrela volta a ter chegada na Volta 
A 80.ª edição da Volta a Portugal, que se disputa de quarta-feira a 12 de Agosto, voltará a ter, três anos depois, uma chegada em plena Serra da Estrela, com a decisão a poder ficar para os dois dias finais.
Contudo a Torre continuará a ser apenas passagem pelo terceiro ano consecutivo, com a meta da quarta etapa a estar instalada nas Penhas da Saúde, que volta a receber uma chegada da Volta 22 anos depois.
A etapa rainha da 80.ª edição terá 171,4 quilómetros, entre a Guarda e as Penhas da Saúde, na Covilhã, num percurso com três contagens de montanha, duas das quais de categoria especial.
Com 101 quilómetros disputados, os corredores vão passar pela Torre, ponto mais alto de Portugal continental, passando depois por Sarzedo (terceira categoria aos 142,4 quilómetros), antes da subida para as Penhas da Saúde, uma escalada de 12,2 quilómetros, com uma inclinação média de 7,5 por cento.

Duas últimas etapas
Se a Serra da Estrela poderá estabelecer algumas diferenças na classificação geral, as decisões poderão estar guardadas para as duas últimas etapas, com a sempre esperada subida à Senhora da Graça e o contrarrelógio final em Fafe.
A nona e penúltima etapa é uma das mais curtas (155,2 quilómetros), mas promete ser ainda mais dura do que em anos anteriores, com três contagens de primeira categoria já dentro dos últimos 65 quilómetros, a última das quais no Monte Farinha, em Mondim de Basto.
Num ano em que se comemora o 40.º aniversário da primeira chegada à Senhora da Graça, os ciclistas terão, ainda antes da subida para a meta, de passar pelas duras rampas do Alto da Barra (13,3 km a 5,8%) e do Barreiro (9,9 km a 6,5 por cento), na Serra do Alvão.
Os últimos 17,3 dos 1.578,9 quilómetros totais da Volta de 2018 vão ser percorridos num exercício individual de contrarrelógio em Fafe, num percurso acidentado, no final do qual será coroado o sucessor do espanhol Raul Alarcón (W52-FC Porto).
A segunda das três chegadas em alto da 80.ª edição da Volta a Portugal vai acontecer à sétima etapa, com a chegada ao Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo, uma contagem de terceira categoria, 165,5 quilómetros após a partida em Montalegre.

Início da corrida rumo ao sul
A Volta a Portugal vai começar na quarta-feira, com um curto prólogo em Setúbal, com os 1,8 quilómetros a definirem apenas o primeiro camisola amarela da prova.
As duas primeiras etapas em linha serão as mais longas, mas não terão dificuldades acrescidas para os ciclistas, a não à exceção do previsível calor dos primeiros dias de Agosto.
A 2 de Agosto, a primeira etapa vai ligar Alcácer do Sal a Albufeira, num percurso de 191,8 quilómetros, que marca o regresso do Algarve à prova.
Seguir-se-á uma visita ao Alentejo interior, com 195,8 quilómetros a ligarem Beja a Portalegre, numa segunda etapa que será, novamente, propícia a "sprinters".

Centro interior não foi esquecido
Os concelhos afetados pelos grandes incêndios de 2017 do centro do país serão homenageados na terceira etapa, com o pelotão a passar por todos eles, numa tirada entre a Sertã e Oliveira do Hospital, com várias contagens de montanha, a última das quais de terceira categoria, a quatro quilómetros da meta.
Esta tirada vai ter um convidado especial, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Já após a passagem pela Serra da Estrela, os corredores terão uma quinta etapa mais calma, mas longa (191,7 quilómetros), e que poderá facilitar uma fuga, entre Sabugal e Viseu, onde, a 7 de Agosto, vão passar o único dia de descanso da prova.
O descanso será bem necessário para atacar a segunda metade da Volta a Portugal, que começa com uma ligação entre a estreante Sernancelhe e Boticas (165,4 quilómetros), que terá uma curta, mas complicada subida de primeira categoria em Torneiros (5 km a 8 por cento), a menos de 20 quilómetros da meta.
Entre as chegadas a Santa Luzia e à Senhora da Graça, o pelotão vai ultrapassar a tirada em linha mais curta, de 147,6 quilómetros, entre Barcelos e Braga, com duas passagens pelo Sameiro nos últimos 25 quilómetros, a última, de segunda categoria, já dentro dos últimos 10 mil metros.
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ANA vai aprofundar estudo ambiental para o Montijo

Governo diz que pedido de mais elementos ambientais sobre o aeroporto é “trabalho normal”

O Governo refere como “trabalho normal de interação de entidades” a necessidade da ANA-Aeroportos de Portugal entregar mais elementos relativos ao estudo ambiental, no âmbito do novo aeroporto do Montijo, e não espera atrasos no calendário. “Foi solicitado pelas autoridades ambientais mais informação sobre algumas das perspetivas incluídas no estudo de impacto ambiental.Vejo isso com normalidade, embora com a exigência de quem, com certeza, quer que todas as questões ambientais sejam devidamente consideradas e devidamente minimizadas”, afirmou esta segunda-feira,  o ministro do Planeamento e Infraestruturas.
Aeroporto em Montijo continua em estudo

Pedro Marques garantiu que este é um “trabalho normal, de interação entre as entidades” e que o que é “crítico é que o calendário de implementação da infraestrutura seja assegurado” e que haja condições para começar a transformar a base aérea para aviação civil no próximo ano.
“Queremos um estudo de impacto ambiental de qualidade e obviamente a aprovação da respetiva declaração de impacte ambiental. Nada do que neste momento estamos a fazer a mais, ou que a ANA tem de fazer a mais, põe em causa a nossa perspetiva de estar em obras (o Montijo) no próximo ano e concluir essas obras no ano 2021”.
O jornal de Negócios faz hoje manchete com a necessidade da gestora de infraestruturas aeroportuárias aprofundar as análises ambientais para o Montijo.
Em Fevereiro de 2017, a ANA e o Governo assinaram o memorando de entendimento e, em Outubro, a concessionária entregou a proposta de construção da infraestrutura aeroportuária.
O mais recente passo no processo foi a entrega do estudo de Impacto Ambiental pela ANA ao Governo.

ANA vai aprofundar o estudo de impacte ambiental
Segundo o Jornal de Negócios desta segunda-feira, a Aeroportos de Portugal (ANA) vai aprofundar, nos próximos dois meses, o estudo de impacte ambiental para a construção do aeroporto do Montijo que tinha entregue ao Governo em Maio deste ano. Este estudo, tal como o anterior, será realizado pela Profico Ambiente, sendo monitorizado pela Universidade Nova de Lisboa.
“Face às dúvidas que surgiram foi decidido desencadear este processo, mas, em paralelo, estão a decorrer a bom ritmo as negociações com o Governo para a construção do aeroporto do Montijo”, disse fonte oficial da ANA, detida pelos franceses da Vinci, ao jornal.
Segundo a mesma fonte, é expectável que as negociações entre o Governo e a ANA para o arranque das obras de construção do aeroporto complementar de Lisboa sejam fechadas, “o mais tardar”, no mês de Setembro.
O aprofundamento do estudo de impacte ambiental servirá para fornecer elementos adicionais relativos à avifauna, decorrentes da perturbação pela circulação de aeronaves, assim com à vertente do ruído, particularmente na definição da área abrangida, e a avaliação dos impactes cumulativos, conta o jornal.

Agência de Notícias com Lusa
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Mais de 100 mil já passaram pela feira de Setúbal

Feira de Sant’Iago arranca para a última semana 

Espetáculos musicais para todos os públicos, gastronomia, divertimentos e algumas novidades atraíram mais de 100 mil visitantes à Feira de Sant’Iago, em Setúbal, entre o dia da abertura, 21 de Julho e quarta-feira, 25 de Julho. A noite de quarta-feira foi a mais concorrida até ao momento, com o concerto do cantor português Richie Campbell, no palco principal, a ser um dos principais atrativos para mais de 32 mil visitantes.  Outro momento alto dos primeiros dias da emblemática feira setubalense foi a noite de domingo, com 25 mil pessoas a passarem pelo recinto que contou com animação musical, no palco principal, por Matias Damásio.
Primeira semana marcada por grande afluência de publico 

O certame organizado pela Câmara Municipal de Setúbal, que na abertura recebeu mais de 18 mil visitantes, prossegue até 5 de Agosto com um cartaz musical que incluiu ontem, a atuação de Emanuel e esta noite, às 22 horas,  de Gisela João.
Agosto começa com concertos de Claraboia e D.A.M.A, às 22 e às 23 horas. No dia 2 o palco está a cargo de Fernando Daniel, que atua a partir das 10 da noite, enquanto a 3 a animação musical é dos Fonzie, igualmente com início às 22 horas.
Beatcrew, JK e Valas tomam conta do Palco Mundo no dia 4, num espetáculo com início às 21h30, enquanto os The Gift têm honras de encerramento do certame, em concerto agendado para o dia 5, a partir das 22 horas.
Além dos concertos principais, o Palco Mundo conta ainda, todas as noites, com espetáculos musicais e atuações de dança por artistas e coletividades locais, a que se juntam outros espetáculos e demonstrações, agendados para o início da noite, nos palcos Bares, Baco e Sentidos.
O artesanato e a gastronomia são outros atrativos da edição 2018 da Feira de Sant’Iago, assim como vasto conjunto de divertimentos para todos os públicos, como uma roda gigante e um slide radical.
Tendo em conta o tema da edição deste ano da Feira de Sant’Iago, os visitantes são surpreendidos com um espaço de conceção arrojada, logo à entrada, no pavilhão “Vinhos de Setúbal”, que partilha a riqueza vínica da região setubalense nas suas múltiplas dimensões.
Além do pavilhão do município, o certame deste ano conta com uma exposição alusiva à gastronomia das cinco freguesias do território e dedica particular atenção ao público infantil, com mais divertimentos, experiências interativas, ateliers temáticos, uma quinta pedagógica e um circuito de arborismo.
O recinto, de entrada livre, está aberto ao público de segunda a quinta-feira das 18 à uma da madrugada, na sexta-feira até às duas da manhã, ao sábado das 16 às duas horas, encerrando à uma da madrugada ao domingo.
Toda a programação referente à Feira de Sant’Iago 2018 está disponível na internet, em www.feira-santiago.org e na página oficial do certame no Facebook, facilmente pesquisável através do termo @feiradesantiagooficial.

TST com carreiras especiais para as Festas 
Um circuito de arborismo, com obstáculos de cordas, uma zona de jogos tradicionais, a Quinta Pedagógica Herdade da Gâmbia – O Lugar do Pernilongos, que divulga atividades típicas do campo, um espaço de adoção de animais de companhia, um picadeiro e a pista de BMX são outros dos muitos atrativos presentes na Feira de Sant’Iago 2018.
O recinto, de entrada livre, está aberto ao público de segunda a quinta-feira das 18 à uma da madrugada  na sexta-feira até às duas da manhã, ao sábado das 16  às duas da madrugada,  encerrando à uma hora da manhã ao domingo.
Além do parqueamento automóvel disponível, os visitantes podem utilizar o serviço de transportes público especificamente adaptado para o certame.
As carreiras 604 e 609 da TST têm o horário alargado durante o período da feira, tendo sido criadas as carreiras 651 e 652 especificamente para deslocações entre a cidade e o recinto.
A carreira 651 liga o evento ao Mercado do Livramento, enquanto a 652 estabelece a ligação com a zona da Varzinha. Estas duas carreiras têm um bilhete de bordo de apenas um euro por viagem.
Pessoas com mobilidade reduzida têm disponível um serviço especial de transporte, devendo os interessados recolher informações ou realizar marcações de veículo para acesso à zona da feira através do número 910 784 090, nos dias úteis, entre as 10 e as 19 horas.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Obras no Cabo Espichel custam 1,33 milhões de euros

Trabalhos incluem a reabilitação das hospedarias e o restauro da Casa de Água

O Santuário da Nossa Senhora do Cabo Espichel, em Sesimbra, vai ser alvo de obras de reabilitação, depois de a autarquia ter visto aprovada a candidatura ao Plano Operacional Regional de Lisboa 2020. A intervenção vai custar cerca de 1,33 milhões de euros, sendo comparticipada em metade pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. De acordo com a Câmara de Sesimbra, a "reabilitação do edificado poente da ala sul das hospedarias e o restauro da Casa de Água" estão incluídas, bem como a intervenção no troço aéreo do aqueduto e respetivo sistema hidráulico. Também a ligação entre a Casa da Água e do Horto ao Terreiro do Santuário vai ser requalificada. As obras de melhoramento preveem ainda o "reordenamento do estacionamento junto à entrada do farol e o espaço de visitação envolvente à Casa da Água, horto e tanques". 
Santuário do  Cabo Espichel vai ser requalificado 

Esta operação, associada às propostas apresentadas no Pacto de Desenvolvimento e Coesão Territorial da Área Metropolitana de Lisboa, tem como objetivo valorizar este monumento emblemático do município de Sesimbra e da região, através da intervenção em alguns dos seus espaços mais importantes e, ao mesmo tempo, melhorar as condições de visita ao conjunto, tanto no edificado e em áreas públicas de utilização comum, como na organização dos circuitos de acessibilidade e requalificação de estruturas musealizadas", explica a autarquia em comunicado enviado à ADN-Agência de Notícias.
Neste âmbito, estão englobadas a reabilitação do edificado poente da ala sul das hospedarias, o restauro da Casa da Água, uma obra que ficou concluída em 2017 e que foi suportada pelo orçamento municipal, a recuperação e restauro do troço aéreo do aqueduto e do seu sistema hidráulico setecentista, a ligação do cercado da Casa da Água e do Horto ao terreiro do Santuário, o reordenamento do estacionamento junto à entrada do farol e o espaço de visitação envolvente à Casa da Água, horto e tanques, promovendo ainda a recuperação de espaços edificados, estruturas funcionais, motivos arquitetónicos e zonas de acesso, de modo a assegurar a conservação do património, reforçar a sua atratividade turística, e valorizar a sua inclusão na centralidade Arrábida. Tal como aconteceu na obra de reabilitação da Casa da Água, estas intervenções terão acompanhamento arqueológico.
Depois de um processo que se arrastou por vários anos, a Câmara de Sesimbra "conseguiu, em 2017, formalizar a aquisição da ala norte do Santuário do Cabo Espichel por 321 mil euros, o que permitiu, e por acordo com a Confraria de Nossa Senhora do Cabo, proprietária da ala sul, avançar com uma solução para salvar este património edificado único, que o poder central condenou ao abandono por vários anos", refere o mesmo comunicado.
O conjunto edificado foi incluído no projeto Revive - Reabilitação, Património e Turismo, que pretende dar "um novo rumo a um conjunto de edifícios com o envolvimento de investidores privados, em regime de concessão. Neste momento, há empresas do ramo da hotelaria interessadas em investir e, assim que haja uma decisão, será lançado concurso público", diz a Câmara gerida por Francisco Jesus. 
O caderno de encargos preparado pela autarquia "foi bastante exigente, para assegurar a salvaguarda da identidade e religiosidade do Cabo Espichel", conclui a nota de imprensa. 
O Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel (ou de Nossa Senhora da Pedra Mua) tem origem numa ermida do século XIV, para guardar uma imagem da Santa, e congrega a igreja construída entre 1701 e 1707, duas alas de hospedarias, a Casa de Água e a Casa da Ópera.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra 

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Plataforma cívica quer Alcochete como alternativa

Ex-presidente do LNEC critica a opção do aeroporto no Montijo 


Uma plataforma cívica defende a utilização do Campo de Tiro de Alcochete em alternativa à Base Aérea n.º 6, no Montijo, para a construção do novo aeroporto, argumentando que a decisão está fundamentada em mitos. “A alternativa Campo de Tiro de Alcochete é uma opção mais vantajosa”, disse à Lusa o engenheiro e antigo ex-presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) Carlos Matias Ramos. Na apresentação da Plataforma Cívica Aeroporto BA6 – Montijo Não, realizada perto do Parque Empresarial Fisipe, no Barreiro, com vista para a Base Aérea n.º 6, o responsável apontou que a decisão do Governo “não é uma opção pensada. Não há um documento que sustente a decisão no Montijo”, sublinhou o ex-presidente do LNEC. O responsável disse ainda que se trata de “um atentado à segurança industrial”, isto porque o Parque Empresarial Fisipe é “um autêntico barril de pólvora”.
Plataforma diz que pista do Montijo tem defeitos 


O que o responsável e a plataforma pedem é o acesso a um documento que justifique a decisão, que tenha em conta “o impacto nas pessoas e o comportamento e desempenho desta solução aeroportuária”.
De acordo com Carlos Matias Ramos, “os mitos constantes têm sido a base da fundamentação do processo de decisão”.
Segundo o engenheiro, o Governo diz que esta é uma solução mais barata, rápida e com impactos ambientais semelhantes a outras hipóteses.
“Nada mais falso. Temos a solução alternativa Campo de Tiro de Alcochete, onde podemos construir dois edifícios que custam o mesmo. A pista na Base Aérea do Montijo não serve e tem que ser aumentada. E mesmo assim não permite aviões de classe C”, explicou.
O novo aeroporto no Montijo terá também “um risco estrutural”, ao ser “construído sobre lodo”, indicou o ex-presidente do LNEC.
“Temos conhecimento que a espessura de lodo nesta zona anda pelos quinze metros, logo, a capacidade de carga é nula. O edifício que ali se situa foi construído sobre estacaria, foi buscar capacidade de resistência a uma profundidade adequada”, referiu.
O responsável apontou, neste sentido, que “no Campo de Tiro de Alcochete não acontece nada disto”.
“Quando se diz que no Montijo é mais barato porque já há uma pista, é falso”, frisou.

Pista não tem condições para aviões comerciais 
Carlos Matias Ramos disse também que “83 por cento da zona de circulação tem que ser intervencionada” e que a parte final da pista 01 “tem que ser prolongada em trezentos metros, porque neste momento não consegue receber aviões tão simples como o A320-200”.
O engenheiro lembrou que este acrescento será construído “em aterros sobre lodos” e que a pista terá que ser alteada, “porque a inclinação que existe obriga a esse alteamento”.
Segundo o responsável, esta situação pode causar outro problema e questionou: “como é que se faz o cruzamento com a pista 08, que neste momento é de nível? Como é que passam os aviões da 08 para a 01? Vão altear a 08? Vão impedir que os aviões vão a essa zona?”
Carlos Matias Ramos apontou ainda que “em 2035 o Portela mais Montijo vai saturar”, e que “quando se faz um investimento, não se faz para amanhã, mas para a vida”.
Outro dos subscritores do manifesto, consultor na área das telecomunicações, Manuel Fernandes, falou sobre os impactos ambientais da construção do aeroporto no Montijo.
“As aves que habitam o Estuário do Tejo, além de estarem em risco, também constituem uma ameaça para a segurança aérea, porque os aviões na aproximação à pista vão sobrevoar estas aves, com grande probabilidade de serem sugadas pelos reatores ou de coliderem nos vidros do ‘cockpit’”, explicou.
O responsável disse ainda que se trata de “um atentado à segurança industrial”, isto porque o Parque Empresarial Fisipe é “um autêntico barril de pólvora”.
“Se cai aqui um avião ou uma aeronave pode haver uma explosão de dimensões catastróficas”, frisou.
Já um antigo membro da Quercus, Acácio Pires, referiu que “o ruído acima do permitido” vai ser prejudicial para a saúde da população, nomeadamente para quem sofre de doenças cardiovasculares e para a concentração das crianças, nos concelhos do Barreiro, Moita e Seixal.

Agência de Notícias com Lusa
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Setúbal quer integração da penísula numa NUTS III

Deixar a Área Metropolitana de Lisboa pode trazer benefícios à região 

A presidente da Câmara de Setúbal defendeu a integração da parte norte do distrito numa NUTS III, mas diz que não se revê no estudo da Plataforma para o Desenvolvimento da Península de Setúbal, fundada por cinco associações locais. "Defendemos a integração do concelho de Setúbal numa NUT III, que diga respeito a toda a península, regressando à situação que vigorava antes de 2013", disse em declarações à agência Lusa Maria das Dores Meira. A autarca explicou que, apesar de a autarquia "estar sempre disponível para colaborar com todas as iniciativas que contribuam para o desenvolvimento do concelho", não se revê no estudo criado pela associação local. "Não nos revemos no resultado final deste estudo e nos indicadores que foram utilizados para chegar aos resultados agora conhecidos", apontou.
Autarca sadina quer região mais forte e unida 

A Plataforma para o Desenvolvimento da Península de Setúbal apresentou, dia 12 de Julho, um estudo com o objetivo de ajudar a que esta região deixe de ser uma NUTS [Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos] II e III da Área Metropolitana de Lisboa e, desta forma, voltar a receber os fundos comunitários da União Europeia.
O documento em causa apresenta indicadores económicos e sociais que pretendem provar que a região tem sido prejudicada pela inserção na Área Metropolitana de Lisboa, evidenciando que a Península de Setúbal é "a quarta região mais pobre do país" e "a que mais se afastou da média europeia".
Através do estudo, a associação defende que a Península de Setúbal tem condições para ser uma NUTS II autónoma e que é, "por direito", uma NUTS III.
Sobre este assunto, Maria das Dores Meira recordou as declarações prestadas ao jornal Expresso em 2016: "há uma desigual distribuição dos fundos da União Europeia que favorece certas regiões em relação à Área Metropolitana de Lisboa e que não se justifica".
De acordo com a autarca, as regiões mais apoiadas por Bruxelas "têm um financiamento de 80 por cento a 90 por cento, a fundo perdido", enquanto a Península de Setúbal não vai "além dos 45 por cento a 50 por cento".
"Precisamos de construir mais escolas, casas, investir na rede viária e no saneamento, porque o concelho tem mais de 130 mil habitantes e a população tem crescido muito", frisou a presidente.
O município de Setúbal defende, assim, "novas soluções que permitam que a região seja enquadrada de outra forma na divisão definida pelas NUTS", explicou.
A responsável acrescentou, porém, que não se revê no estudo e que este documento "não presta um bom serviço à península", ao referir que esta é a quarta região mais pobre do país.
"O concelho de Setúbal e a península a que dá nome sempre foram uma das regiões que mais contribuíram para a riqueza nacional", frisou.
A autarca lembrou, neste sentido, que na região "laboram algumas das empresas mais importantes do país, com elevado contributo para o Produto Interno Bruto Nacional", como a Autoeuropa e a The Navigator Company.
A agência Lusa questionou os restantes municípios da Península de Setúbal (Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal e Sesimbra) quanto ao objetivo do estudo criado pela associação local, mas até ao momento não obteve resposta.

Agência de Notícias com Lusa
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Seixal quer Fertagus integrada na CP

Câmara aprova tomada de posição pelo fim da concessão do transporte ferroviário 

Durante a reunião de câmara do Seixal, foi aprovada uma tomada de posição pelo fim da concessão do transporte ferroviário à Fertagus e a sua integração na CP. Foi também aprovada a aquisição do edifício onde funcionam os Serviços Centrais da Câmara do Seixal e diversas comparticipações financeiras que permitirão ao movimento associativo do concelho a continuação do seu trabalho em prol dos munícipes. No que se refere à tomada de posição pelo fim da concessão do transporte ferroviário à Fertagus e a sua integração na CP, por um melhor e mais barato transporte público ferroviário, entende a "autarquia que os transportes públicos são um fator estratégico para a mobilidade das populações e para o desenvolvimento económico dos concelhos e que a população do concelho do Seixal, como todos os que habitam na Área Metropolitana de Lisboa, se confronta com problemas estruturais, refletidos numa insuficiente oferta de transportes com um custo muito elevado", refere o documento. 
Câmara do Seixal quer  estado a mandar na Fertagus 

O presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, referiu a este propósito que “atualmente temos um serviço ferroviário que se efetua com comboios públicos, a circular em linhas públicas e utiliza estações públicas, mas que depois é explorado por um operador privado, em que o Estado assume os custos, a Fertagus recebe as receitas e ainda se recusa a pagar às Infraestruturas de Portugal a taxa de circulação devida. Com o terminar do contrato de concessão à Fertagus em 2019 da exploração comercial da ligação ferroviária entre Lisboa e Setúbal pela Ponte 25 de Abril está aberta uma oportunidade de terminar com esta experiência, integrando este serviço na CP".
Com a integração deste serviço ferroviário na CP, diz o autarca do Seixal, "ganha o país que vê reduzida a apropriação de recursos públicos em favor dos grupos privados. Ganham os utentes pois passam a pagar menos, a ter acesso ao passe intermodal e ao estacionamento gratuito junto às estações. Ganham os trabalhadores da Fertagus que ao serem integrados na CP e na Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário, melhoram as suas condições de trabalho, rendimentos e direitos”.
Joaquim Santos acrescentou ainda que “com o fim desta Parceria Pública Privada e a integração deste serviço na CP é tomada uma medida que garante um serviço público de qualidade, promove uma maior utilização do transporte público, com a consequente redução do transporte individual, descongestionando a rede viária e a Ponte 25 de Abril com enormes benefícios económicos, ambientais e na qualidade vida das populações”.

35 milhões pelos Serviços Centrais 
Durante a reunião foi também aprovado o procedimento para a aquisição do imóvel onde se encontram sediados os Serviços Centrais da Câmara do Seixal, tendo em conta a "adequação do edifício para a prestação de um serviço publico de qualidade, num espaço que passou a ser a sede do município, no qual se encontra concentrada a maioria das unidades orgânicas da autarquia que anteriormente estavam dispersas em diferentes locais. Esta proposta de aquisição, que terá um valor de 35 milhões de euros, teve também em conta o reequilíbrio da situação financeira do município que hoje apresenta condições de sustentabilidade que permitem assumir os encargos com o financiamento da aquisição do imóvel, que irá possibilitar também a redução dos encargos globais suportados com a atual solução do arrendamento", refere a autarquia.

Apoio ao movimento associativo cultural  

O executivo da Câmara do Seixal deliberou ainda a cedência, em regime de direito de superfície, de uma parcela de terreno com a área de 4211m2 do domínio privado municipal, ao Ginásio Clube de Corroios, que irá permitir qualificar e ampliar o seu complexo desportivo. 
"Esta cedência surge no âmbito do apoio que a autarquia proporciona aos clubes e coletividades do concelho e que lhes permite desenvolver as suas atividades de caráter lúdico, cultural e desportivo e proporcionar oferta variada aos munícipes do concelho", explica a autarquia. 
Também neste âmbito, foram ainda aprovados nesta reunião de câmara seis apoios ao movimento associativo cultural do concelho no total de 175 mil 349,5 euros. Ainda no que se refere a apoios, a autarquia aprovou na área do pelouro da educação, desenvolvimento social, juventude e gestão urbanística, seis projetos no valor total de 43 mil 498 euros, sendo um destes, uma comparticipação de despesas para a aquisição de material escolar aos alunos do 1.º ciclo da rede pública abrangidos pela Ação Social Escolar, no valor de 29 mil 848 euros.

Agência de Notícias com Câmara do Seixal 

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Duas mulheres morrem em despiste em Pinhal Novo

As duas jovens eram da cidade de Setúbal 

Duas jovens de Setúbal morreram na madrugada deste sábado na sequência do despiste de um automóvel que se incendiou no acesso à A12 em Pinhal Novo, concelho de Palmela, disseram fontes da Protecção Civil e da GNR. As vitimas, escreve o jornal Diário da Região, são ambas da cidade de Setúbal. Trata-se de Vanessa Moreira, de 24 anos, da Bela Vista, e Adriana Felizardo, de 23, que vivia no Viso.
Vanessa e Adriana eram as duas únicas ocupantes 

Fonte da GNR indicou à agência Lusa que o acidente ocorreu no acesso da Estrada Nacional 252 à autoestrada 12 (A12) em Pinhal Novo.
Segundo a mesma fonte, o veículo incendiou-se após o despiste, tendo as duas mulheres, que eram as únicas ocupantes do veículo, ficado carbonizadas. O carro capotou e uma vitima, de 24 anos, foi projetada para fora, e a outra ficou no interior do veiculo. As causas do acidente ainda são, para já, desconhecidas.
Os corpos das duas vitimas foram encaminhados para o serviço de Medicina Legal do Hospital de São Bernardo, em Setúbal, de acordo com a GNR.
Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, o alerta para o acidente foi dado às 3h20, tendo sido mobilizados para o local bombeiros da corporação de Pinhal Novo e uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER) de Setúbal, além da GNR, num total de 28 operacionais, apoiados por 10 veículos.
Os corpos ainda vão ser autopsiados, no Hospital de Setúbal, pelo que ainda não é conhecida a data dos funerais.

Agência de Notícias com Lusa
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Novo Banco partilha cultura com cidade de Setúbal

Convento de Jesus recebe espólio de artistas setubalenses  

A Câmara de Setúbal e o Novo Banco assinaram este mês o contrato de depósito de bens culturais móveis que permite a exposição de três pinturas da coleção do banco no Museu de Setúbal, no Convento de Jesus. “Estes três quadros terão aqui muito mais utilidade do que numa sala de qualquer conselho de administração ou banco. Falo da utilidade que a arte pode ter enquanto pretexto educativo e objeto de fruição”, sublinhou a presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, na cerimónia que decorreu esta semana na Galeria Municipal do Banco de Portugal. No evento, que contou com a presença do ministro da Cultura, Luís Castro Mendes, foram dados a conhecer os quadros de três pintores portugueses que se juntam ao Retábulo da Capela-Mor da Igreja do Convento de Jesus para integrar a exposição permanente do Museu de Setúbal. 
Novo Banco quer cultura ao serviço de todos 


“Os Músicos”, de José Antonio Benedicto Soares da Gama de Faria (1752 – 1809), conhecido por Morgado de Setúbal, o “Último Ancoradouro, Tejo”, do setubalense João Vaz (1859 – 1931), e “Barco em Terra”, de António Carvalho da Silva Porto (1850 – 1893) estão, desde o dia 24 de Julho, disponíveis para fruição dos setubalenses e de todos os que visitam Setúbal.
De salientar que é “a primeira vez que a pintura “Os Músicos” está disponível para fruição do público, pois esteve sempre integrada em coleções privadas”, explica a consultora científica do Novo Banco Cultura, Ana Paula Rebelo Correia, que fez uma breve apresentação das obras.
Sob o lema “Arte e a cultura partilham-se”, o Novo Banco resolveu disponibilizar ao público um conjunto de peças do património artístico e cultural do país, bem como colocar nos museus portugueses obras que venham enriquecer o seu acervo.
“São mais de 90 obras e pinturas que colocamos à fruição de todos em vários locais do país. No Novo Banco assumimos um dever de responsabilidade social e queremos transformar o enorme prazer que a cultura nos permite num dever da nossa instituição”, vinca o presidente do Conselho de Administração, António Ramalho, após a assinatura do contrato de depósito com a presidente da autarquia.
Para o ministro da Cultura, Luís Castro Mendes, “o programa inovador de cultura partilhada do Novo Banco segue o desígnio nacional de descentralização”, ao colocar obras de arte à disposição do público em todo o país.
O governante lembra que este projeto “só é possível graças às negociações entre os ministérios da Cultura e das Finanças que permitem que os valores artísticos do Novo Banco permaneçam em Portugal e sejam partilhados com todos”.
Quanto ao local escolhido na cidade sadina para acolher três peças deste“valioso património”, Luís Castro Mendes defende que é o ideal, pois o acervo do Museu de Setúbal, no Convento de Jesus “é uma referência nacional”.
Este acervo, que inclui os 14 painéis do Retábulo da Capela-Mor da Igreja de Jesus, está provisoriamente exposto na Galeria Municipal do Banco de Portugal até estarem concluídas as obras em curso de requalificação do Museu de Setúbal, lideradas pela Câmara Municipal.
Luís Castro Mendes reconhece “o notável esforço técnico e financeiro” do município para concretizar esta importante empreitada e deixou um repto a Maria das Dores Meira: “espero, senhora presidente, e agradeço o convite da cidade, se assim o entender, de vir inaugurar o Museu de Setúbal ainda durante esta legislatura”.
O contrato de depósito de bens culturais móveis celebrado no dia 24 entre a Câmara de Setúbal e o Novo Banco estabelece a cedência das três pinturas a óleo pelo prazo de cinco anos, renovável automaticamente.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Amora vai ter novo centro de treinos

Infraestrutura irá melhorar as condições de treino de centenas de jovens atletas

O contrato-programa para a construção do Centro de Treinos do Amora Futebol Clube vai ser assinado no dia 2 de Agosto, em cerimónia pública que terá lugar a partir das 18h30 no Parque Municipal do Serrado. A futura infra-estrutura ocupará uma área de quase 13 mil metros quadrados, cedida pela Câmara do Seixal pelo prazo de 20 anos, e albergará um campo de futebol e várias outras valências que vão permitir melhorar as condições de treino das centenas de jovens atletas que representam o histórico clube.
Centro de Treinos da Amora avança em Agosto 

O executivo camarário presidido por Joaquim Santos aprovou, em reunião publica do executivo, a cedência de um terreno e um apoio financeiro de 250 mil euros ao Amora Futebol Clube. “O terreno tem uma área de 12 885 m2 e é cedido pelo prazo de 20 anos, para a construção do respectivo centro de treinos, que será constituído por um campo de futebol, assim como as infra-estruturas necessárias para a prática da modalidade”, revela a autarquia em nota de Imprensa, explicando que a atribuição do apoio financeiro ao clube “destina-se a apoiar as obras” do centro de treinos.
“Um dos factores fundamentais de desenvolvimento desportivo é traduzido no apoio e estímulo ao movimento associativo desportivo, considerando que os clubes desempenham uma importante função social”, justificou, então, o presidente da edilidade, Joaquim Santos, salientando que “o Amora Futebol Clube tem sido um exemplo na modalidade do futebol, principalmente ao nível da formação de jovens”.
O autarca lembrou ainda que o município do Seixal “tem vindo a conceder apoios às colectividades locais”, considerando que o trabalho desenvolvido por estas no concelho “tem sido determinante para potenciar o desporto, a cultura e o recreio”.
O Amora Futebol Clube, recorde-se, sagrou-se Campeão da 1.ª Divisão Distrital da Associação de Futebol de Setúbal no passado dia 31 de Maio, sem ter averbado qualquer derrota ao longo das 30 jornadas, e prepara-se agora para iniciar a participação no Campeonato de Portugal.

Agência de Notícias com Câmara do Seixal 
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'Nosso Bairro', em Setúbal, recebe prémio boas práticas

Programa distinguido por  ilustrar o potencial educador para transformar as cidades 

O programa Nosso Bairro, Nossa Cidade, lançado em 2012 pela Câmara de Setúbal, foi distinguido com o Prémio de Boas Práticas no concurso da Associação Internacional das Cidades Educadoras. O projeto, que dinamiza, com o envolvimento direto dos moradores, um conjunto de ações e iniciativas de melhoria do território e de aumento da qualidade de vida das populações da Bela Vista, Alameda das Palmeiras, Forte da Bela Vista, Quinta de Santo António e Manteigadas, foi um dos três vencedores entre 62 candidaturas, de 49 cidades membros provenientes de 12 países.
Projeto começou em 2012 na Bela Vista, em Setúbal 

Após a análise dos projetos concorrentes, o júri internacional composto por professores académicos e representantes do Comité Executivo da Associação Internacional das Cidades Educadoras decidiu atribuir o Prémio de Boas Práticas para cidades para a educação e para a cidadania através da participação ao projeto apresentado pela Câmara  de Setúbal.
Segundo o júri, esta boa prática é um exemplo a seguir noutros países, pois “ilustra o potencial educador para transformar as cidades através da participação popular, com o envolvimento de diferentes áreas municipais, trazendo inovação”.
O júri também apreciou o impacto desta experiência que “consegue capacitar os habitantes de uma área carente da cidade, com diversidade cultural, para transformar as suas comunidades e melhorar as suas vidas”.
Segundo os especialistas que avaliaram os projetos a concurso, o projeto da Câmara de Setúbal que envolve a participação ativa dos moradores,“promove a coresponsabilidade a partir da perspetiva de participação de baixo para cima”.
Com este prémio, a Associação Internacional das Cidades Educadoras quer “valorizar e reconhecer o trabalho da cidade de Setúbal para que sirva de inspiração a outras cidades na construção de ambientes mais educadores, inclusivos e participativos”.
O Prémio de Boas Práticas da Associação Internacional das Cidades Educadoras é entregue ao município de Setúbal a 16 de Novembro, em Cascais, no âmbito do XV Congresso Internacional de Cidades Educadoras.
A implementação do programa municipal Nosso Bairro, Nossa Cidade tem proporcionado, desde 2012, uma transformação nos bairros abrangidos, através de ações como a pintura de prédios, atividades culturais e desportivas e projetos concretos que respondem a necessidades da população, sempre com a participação ativa dos moradores em estreita parceria com a autarquia.
O programa municipal já tinha sido reconhecido no concurso nacional M2V – Melhores Municípios para Viver 2017, promovido pelo Instituto de Tecnologia Comportamental, que atribuiu ao projeto Saúde no Bairro, desenvolvido no âmbito do Nosso Bairro, Nossa Cidade, uma menção honrosa por ser uma iniciativa inovadora que promove a qualidade de vida das populações.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Santiago do Cacém avança com obras em Santo André

Dois milhões para requalificar o Bairro das Flores 

O município de Santiago do Cacém anunciou terem sido já iniciadas as obras de requalificação do espaço público do Bairro das Flores, em Vila Nova de Santo André, construído há mais de 40 anos. O projeto de requalificação global do bairro, num investimento de dois milhões de euros, tem conclusão prevista para o início de 2020 e está integrado no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, que conta com a comparticipação de fundos comunitários. 
Bairro das Flores vai ser requalificado 

"A imagem do bairro vai ser mais amiga dos residentes, porque, além da melhoria do espaço público, vamos dar muito mobilidade às pessoas, as ruas e os passeios vão ser ordenados e, em algumas zonas, vamos duplicar o estacionamento", explicou hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha.
A intervenção, numa área de 155 mil metros quadrados, vai ser dividida em três fases, com a primeira já em curso, tendo em conta as características do bairro, o maior de Vila Nova de Santo André.
"Ao longo dos anos, as pessoas ocuparam algum espaço público, fazendo pequenos jardins que foram mantendo. No projeto, tivemos o cuidado de não colidir com algumas situações e tentámos ir ao encontro dos contributos dados pela população, mas haverá sempre constrangimentos", reconheceu o autarca.
A empreitada prevê a requalificação das áreas de circulação pedonal, com a repavimentação dos passeios, melhoria da mobilidade e maior acessibilidade, a repavimentação de áreas degradadas, reestruturação dos espaços verdes, instalação de mobiliário urbano e a resolução de problemas de drenagem pluvial.
"O bairro tem zonas muito degradadas, aliás parte das ruas nunca teve a camada definitiva de pavimento e a rega ainda é feita de forma manual", explicou, indicando que vão ser criadas zonas de recreio e desportivas em certas bolsas, que "ainda são de terra batida, com muito pó no verão e lama no inverno".
O Bairro das Flores, com mais de 40 anos, é o maior em área de Vila Nova de Santo André, localidade que é o maior aglomerado populacional do concelho de Santiago do Cacém.
Ao abrigo do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, a autarquia prevê ainda requalificar os Bairros do Pinhal e dos Serrotes e o Passeio das Barcas, em Vila Nova de Santo André.

Agência de Notícias com Lusa 
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Lavradio arranca hoje para quatro dias de festa

O regresso das festas em honra de Santa Margarida 

A partir desta quinta-feira, - e até domingo, dia 29 -, vão decorrer as Festas Populares do Lavradio, em Honra de Santa Margarida. Durante quatro dias, os munícipes vão poder visitar a Feira das Tasquinhas e Artesanato, assistir a diversos concertos no palco principal, participar na procissão ou no programa cultural e desportivo. Da programação destaca-se também o Festival de Ranchos Folclóricos, as noites Popular FM, [esta quinta e sexta-feira] com a actuação de vários artistas, a presença do grupo “Companhia Limitada” e, a subida ao palco, para encerrar as festividades, no domingo, de Ruth Marlene.
Chave d'Ouro marcam presença hoje nas festas 

Nos dias 26, 27, 28 e 29 de Julho vão decorrer as Festas do Lavradio, em Honra de Santa Margarida, recuperando assim uma tradição de outrora, sendo “exigida” há muito pelos Lavradienses que ali podem reencontrar amigos, recordar histórias antigas, renovar a sua fé ou reforçar laços de amizade, diz a União das Freguesia de Barreiro e Lavradio.
"Lavradio, zona fértil, de história rica, feita de homens e mulheres que, através da extração do sal, foram construindo família e património, é hoje uma vila com passado, aparentemente adormecida, de enorme potencial, que importa revitalizar", diz Gabriela Guerreiro, presidente da União das Freguesia de Barreiro e Lavradio. 
As Festas do Lavradio, em Honra de Santa Margarida não ocorriam há vários anos. Importa, por isso, diz a autarca, "devolvê-las com dignidade a quem pertencem: à população do Lavradio, que tanto anseia por este momento para reencontrar amigos, recordar histórias antigas, renovar a sua fé e reforçar laços de amizade". 
A Comissão de Festas, a qual a União das Freguesia de Barreiro e Lavradio preside, organizou as festividades onde, durante quatro dias, poderão visitar a Feira das Tasquinhas e Artesanato, assistir a diversos concertos no palco principal, dar um pezinho de dança nos bailes populares do “palco da piscina”, assistir ao Festival de Ranchos Folclóricos, participar na Procissão em Honra de Santa Margarida [no domingo] e nas diferentes celebrações religiosas ou apoiar o movimento associativo, assistindo e participando no programa cultural e desportivo.
A Popular FM é a rádio oficial das Festas, fazendo a sua cobertura durante os quatro dias e transmitindo em direto desde o Recinto das Festas, trazendo também uma “mão-cheia” de artistas que vão abrilhantar as noites de 26 e 27 de Julho. Esta noite, sobem ao palco Chave d'Ouro, Rita Santos, Alexandre Malveiro e Paula Soares. Na sexta, a rádio da música portuguesa, aposta em Bruna Guerreiro, Cláudia Isabel, João Claro e Henriquez
Destaca-se do programa outros artistas como o grupo “Companhia Limitada” que atuará na noite de sábado e a Ruth Marlene que abrilhantará o encerramento das Festas no domingo. Há uma da madrugada, um grandioso fogo de artificio fecha as festas em honra de Santa Margarida.  

Programa das Festas de Santa Margarida 
Dia 26 de julho
- Quinta-Feira

17h00 - Abertura Oficial das Festas do Lavradio em Honra de Santa Margarida
-Receção aos convidados e entidades oficiais junto à Paróquia de Santa Margarida.
-Atuação do Grupo Coral Alentejano “Unidos do Lavradio” para interpretar o Canto a Santa Margarida.
- Cortejo institucional pelas principais ruas da Freguesia até ao recinto da Feira.
- Visita e cumprimento institucional a todos os feirantes.

18h30 - Eucaristia
Igreja de Santa Margarida

20h30 - Baile Popular com Vítor Bento
Palco da Piscina

22h30 - Noite Popular FM
Atuação de vários artistas
Palco das Festas

27 de julho
- Sexta-Feira

20h30 - Baile Popular com Nelson Anjos & Amigos
Palco da Piscina

22h30 - Noite Popular FM
Atuação de vários artistas
Palco das Festas

00h30 - Juventude em festa com DJ André Figueiredo
Palco da Piscina

28 de julho -
- Sábado
09h30 - Manhã em Movimento
Demonstração de Capoeira (SFAL)
Aula aberta de Bollywood (Paulo Esparteiro)
Dança V.A Dance Crew (CRIVA)
Palco da Piscina

18h30 - Eucaristia
Igreja de Santa Margarida

20h30 - Desfile de Ranchos Folclóricos
Organização: Rancho Folclórico Regional do Lavradio
Saída na Igreja de Santa Margarida até ao recinto das Festas

21h30 - Encontro de Ranchos Folclóricos
Organização: Rancho Folclórico Regional do Lavradio
. Palco da Piscina

Rancho Folclórico Regional do Lavradio
Rancho Folclórico Os Moleirinhos do Gadanha, Troporiz- Monção
Rancho Folclórico As Capuchinhas de SanƟago, de Santiago de Besteiros- Viseu
Rancho de Sôr, Ponte de Sôr

22h30 - Espetáculo “Aguarela Musical” com o grupo COMPANHIA LIMITADA
Palco das Festas


29 de julho
- Domingo

09h00 - Passeio Convívio BTT (20 Km)
Organização: Fidalbyke
Saída e Chegada ao Largo do Mercado, com a bênção do Sr. Padre Valdemar

09h45 - Caminhada “Lavradio & Egas Moniz” (aprox. 6km)
Organização: Grupo “Lavradio & Egas Moniz”
Saída na Igreja de Santa Margarida e chegada no recinto das Festas

10h00 - Missa Solene em Honra de Santa Margarida
Igreja de Santa Margarida

17h00 - Oração
Igreja de Santa Margarida

18h00 - Procissão em Honra de Santa Margarida
Igreja de Santa Margarida

20h30 - Baile Popular com Ivo Alan

22h00 - Grupo Musical Harmonia
Palco das Festas

23h00 - Ruth Marlene
Palco das Festas

01h00 - Encerramento das Festas

Agência de Notícias

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Ritmos brasileiros aquecem noites da vila de Sesimbra

O maior festival de samba da Europa começa esta quinta-feira 

Para todos aqueles que pensam que o Carnaval é vivido apenas em Fevereiro, Sesimbra prova que no verão português também se samba nas ruas da vila. Nos meses de verão, as escolas de samba e grupos de axé saem à rua para animar as noites da vila de Sesimbra. Considerado um dos momentos mais alegres e coloridos desta época do ano, o Carnaval de Verão realiza-se no dia 28 de Julho, sábado, a partir das 21h30, e percorre a Avenida dos Náufragos até ao Largo da Marinha. O evento atrai todos os anos centenas de visitantes e torna mais animada a estadia dos veraneantes que escolhem Sesimbra para passar férias. A partir desta tarde realiza-se também o festival Mega Samba, o maior evento de samba da Europa, que trás a Sesimbra centenas de escolas de samba. O evento termina no domingo com a apresentação da mega bateria.  
Samba volta a animar as ruas de Sesimbra 

Porque a animação não morre no verão, as escolas de samba e os grupos de axé animam as noites de Sesimbra com um desfile do Carnaval de Verão que é realizado no dia 28 de Julho depois das 21h30 percorrendo a Avenida dos Náufragos até ao Largo da Marinha.
Este evento atri todos os anos milhares de visitantes, tornando a estadia de verão muito mais animada a estadia dos veraneantes que escolhem Sesimbra para passar férias.
Nos dias 26, 27, 28 e 29 de Julho são as baterias que dão espetáculo Mega Samba - Encontro europeu de baterias promovido pela Escola de Samba Bota no Rego com o apoio da Câmara de Sesimbra.
O ponto alto deste evento decorre no domingo quando pelas 16h30 arranca a apresentação da Mega Bateria no Largo da Marinha.
Estes ritmos de folia, samba e Carnaval voltam à vila no dia 11 de Agosto pelas 22 horas com o 15º Tripa Trio.
O festival Mega Samba é um evento organizado pelo Grupo Recreativo Escola de Samba Bota no Rego de Sesimbra, que ocorre habitualmente todos os anos no último fim-de-semana de Julho na maravilhosa vila de Sesimbra.
Localizada a apenas 40 km de Lisboa, a vila piscatória é um dos principais destinos turísticos de Portugal e é reconhecida pelo seu rico património histórico, gastronomia - onde se destaca a qualidade única do seu peixe, suas praias de águas calmas e uma simbiose perfeita entre o mar e o Parque Natural da Arrábida.
A somar a tudo isto, Sesimbra é também hoje conhecida pela sua tradição no samba.
"Com um historial de mais de 40 anos e um acervo de cerca de 200 composições que ao longo dos tempos musicaram os diferentes enredos de diversos carnavais, Sesimbra é hoje um caldeirão rítmico marcado pelo samba carioca das escolas e os ritmos baianos expressados pelos seus blocos de axé", diz a organização do festival.
Para abrir as portas ao mundo, o GRES Bota no Rego "tem promovido ao longo da sua já longa história (desde 1976) diversas iniciativas de exaltação ao samba, promovendo a comunhão entre povos de diferentes culturas, onde o seu festival é a expressão máxima", conta a escola de samba. 

A história do festival 
Neste momento o Mega Samba é já considerado "um dos maiores e mais importantes eventos culturais da Europa e uma referência do género", explica GRES Bota do Rego.
O Mega Samba surgiu da ideia de um elemento da escola de samba que, após ter emigrado para a Suíça, teve a visão de fazer um evento que unisse percussionistas de toda a Europa para se apresentarem em Sesimbra sob a forma de uma mega batucada – a Megabateria. 
"O processo foi evoluindo para outros patamares e o Mega Samba é hoje um festival que se caracteriza pelo seu ecletismo, tendo como objetivos principais o convívio, a partilha de conhecimentos e a amizade entre diversos povos em torno desta cultura universal que é o Samba. Com o propósito inicial de somente reunir percussionistas de diversos países numa Megabateria, o Mega Samba é hoje muito mais que isso, pois une compositores, cantautores, percussionistas, coreógrafos, passistas, casais de Mestre-sala e Porta-bandeira além de outros representantes de escolas de samba de diversas partes do globo", revela a Bota do Rego.
Tendo como “palco” a beleza da baía de Sesimbra, o festival oferece um programa rico, variado e muito dinâmico. Durante o evento são ministrados vários workshops, palestras de percussão, samba no pé, composição, harmonia, dança de salão (gafieira), entre outros. O festival tem contado sempre com uma equipa de monitores com vasta experiência, pedagogicamente preparados para diferentes níveis de aprendizagem, o que faz com que o evento proporcione uma harmoniosa aquisição de conhecimentos.
Existem ainda diversos shows no decorrer dos quatro dias do evento, ensaios da Megabateria e no último dia do evento uma atuação conjunta da Megabateria com todos os participantes sambistas e passistas.

Programa
26 a 29 JUL | qui a dom
MEGA SAMBA
Encontro Europeu de Baterias
Vila de Sesimbra
Org.: GRES Bota no Rego | Apoio: CM Sesimbra

28 JUL | sáb | 21.30h
CARNAVAL DE VERÃO
Desfile das Escolas de Samba e Grupos de Axé
Avenida dos Náufragos e Largo da Marinha, Sesimbra

11 AGO | sáb | 22h
TRIO ELÉTRICO
Tripa Trio
15ª edição
Avenida 25 de Abril e Avenida dos Náufragos, Sesimbra

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EcoParque do Outão equipado com bungalows

Câmara de Setúbal melhora condições no EcoParque 

Novas valências de alojamento estão disponíveis, desde o dia 21, no EcoParque do Outão, equipamento turístico instalado em pleno Parque Natural da Arrábida, com gestão da Câmara de Setúbal e agora dotado de renovadas condições de usufruto e atratividade. Os sons da natureza e a brisa ribeirinha dão um toque singular a uma estada no EcoParque do Outão, atualmente disponível para autocaravanismo, alojamento em bungalows e, em breve, para campismo. O equipamento, de portas abertas ao público desde Junho de 2016, resulta de uma aposta da Câmara de Setúbal na reabilitação do antigo Parque de Campismo do Outão, agora com mais oferta e condições de utilização que proporcionam uma estadia de excelência.
EcoParque com novas infraestruturas 


O alojamento em bungalows de madeira, a funcionar desde o dia 21, é uma das novidades do EcoParque do Outão, para já com as cinco primeiras unidades, de tipologia T1, para ocupação de duas a quatro pessoas, equipadas com kitchenette, sala de estar e instalações sanitárias.
Instalados defronte do rio Sado, os bungalows são uma das principais apostas deste equipamento turístico e, logo no primeiro dia de funcionamento, tiveram duas ocupações – um casal com crianças da zona de Leiria e um casal franco-brasileiro – a que se juntam reservas já para o final de ano.
Além deste tipo de alojamento, a nova fase de intervenções no EcoParque, visitada pelo Executivo municipal, contemplou ainda a criação de uma nova zona de balneários, com duches quentes e frios, e uma área de lavandaria, o que permite abrir a zona destinada ao campismo, com cerca de cinco dezenas de espaços.
“Esta é uma fase extraordinária de regeneração deste parque”, salientou a presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira.
A autarca acrescentou que a transformação do antigo parque de campismo num EcoParque de referência aposta “num segmento de turismo para o qual havia pouca oferta”. Neste sentido, acrescentou que o EcoParque constitui “mais um investimento qualificador e promotor da cidade de Setúbal”.
Ao nível do alojamento em bungalows, a Câmara de Setúbal tem ainda previsto, numa outra fase de requalificação, a instalação de mais duas unidades de tipologia T2, com áreas mais generosas, aptas a receber mais utilizadores e adaptadas a pessoas com deficiência.
“É um equipamento turístico com um nível de qualidade muito grande”, enalteceu Maria das Dores Meira sobre o EcoParque do Outão.
No recinto, que na plenitude de funcionamento terá capacidade para um total de seis centenas de utilizadores, são ainda disponibilizados aos utilizadores zona de serviços de bar, salas de convívio e de jogos, espaços multiatividades direcionados para os mais novos e áreas sociais com grelhadores.
O autocaravanismo, a primeira valência ativada com a criação do EcoParque do Outão, equipamento com uma área de 33 mil e 500 metros quadrados, dispõe atualmente de capacidade para trinta viaturas e uma estação de serviço para despejo e enchimento de depósitos.
O parque, que, após a entrada em funcionamento de todos os edifícios de apoio previstos no recinto vai passar também a disponibilizar a valência de caravanismo, está aberto todo o ano, com exceção de fevereiro, para manutenção. O serviço de receção funciona das nove às 19 horas.
Mais informações sobre o EcoParque do Outão em www.visitsetubal.com.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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