Dá um Gosto ao ADN

PSD quer Esquadra da PSP no centro do Barreiro

Bruno Vitorino exige que Governo não se esqueça da Esquadra da PSP do Barreiro

O deputado do PSD do distrito de Setúbal Bruno Vitorino espera que o actual Governo “não deixe cair” a reinstalação da Esquadra da PSP no centro do Barreiro, no antigo Café-Barreiro, garantindo ainda que “não vai desistir” desta obra. O social-democrata lembra que este era um processo que já estava encaminhado e que o início das obras estava para breve. Autarquia do Barreiro também está atenta ao decorrer da situação e, de acordo com a vice-presidente da autarquia, o executivo municipal já solicitou uma reunião “urgente” para discutir a situação da esquadra no centro da cidade, garantiu Sofia Martins em reunião pública desta semana. 
Café histórico do Barreiro deveria receber Esquadra em 2016  

“O protocolo entre o município do Barreiro e a PSP, para cedência de imóvel propriedade daquela edilidade, já estava aprovado e assinado pelas partes”, refere o deputado, acrescentando que “as obras de reabilitação do imóvel estavam previstas entre 2015 e 2016, estando já o projecto em fase de execução. O custo da obra, no valor de 360 mil euros, seria suportado pelo Ministério da Administração Interna, estando a verba já garantida”.
Bruno Vitorino diz que “deu muito trabalho chegar até aqui”, por isso exige que o actual Governo “dê continuidade a esta obra e não coloque a mesma na gaveta”. O líder do PSD no distrito de Setúbal garante que o grupo parlamentar dos social-democratas vão "fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que a Esquadra da PSP seja construída”, sublinha.
O deputado do PSD defende que esta é uma “necessidade premente” para a população, garantindo não só mais segurança, como também permite maior visibilidade da acção policial, dissuadindo assim eventuais actos criminosos, realçando ainda o “esforço e o trabalho” dos homens e mulheres das forças de segurança na diminuição progressiva da criminalidade.
Os deputados do PSD do distrito de Setúbal já colocaram uma questão sobre este assunto ao ministro da tutela, estando a aguardar uma resposta.

Câmara do Barreiro já pediu reunião com o Governo

A vice-presidente da Câmara do Barreiro, Sofia Martins , anunciou na última reunião de Câmara que já solicitou uma reunião “urgente” para discutir a situação da esquadra no centro do Barreiro.
“Endereçamos já uma carta à secretária estado Administração Interna a pedir uma reunião urgente sobre a esquadra da PSP no centro do Barreiro. Existe a necessidade urgente de integrar em orçamento esta matéria”, afirmou a autarca comunista.
A vice-presidente da autarquia fez um ponto de situação depois de ter sido questionada sobre o assunto pelo vereador socialista Luís Ferreira.
Sofia Martins acrescentou ainda que também contactou a PSP a dar conta do pedido que foi efectuado e salientou que aguarda agora por uma resposta da secretária de estado.

Acordo assinado no último dia de Julho 
O Acordo de Cooperação entre o município do Barreiro e a Polícia de Segurança Pública prevê que o proprietário (a autarquia) faça a cedência de um prédio urbano que, depois de adaptado, reunirá as características adequadas à instalação dos serviços da PSP. Cabe ao município a fiscalização da empreitada de reabilitação e adaptação da Esquadra, sendo que os custos com a execução das obras têm o valor máximo de 360 mil euros, suportados pela Câmara do Barreiro e posteriormente reembolsados pela Polícia de Segurança Pública. Ainda de acordo com este documento, o município comprometia-se a fazer todos os esforços para que as obras pudessem estar concluídas até ao final de 2015 de modo a que a PSP possa estar em pleno funcionamento naquelas instalações em 2016. O que ainda está longe de acontecer.
Nesta sequência, o Contrato de Comodato formaliza a cedência destas instalações pelo prazo de cinquenta anos e a título gratuito.


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Baixa da Banheira e Palmela sem pavilhão nas escolas

'Os Verdes' questionam ministro da Educação sobre a inexistência de pavilhões escolares 

A deputada Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista 'Os Verdes' questionou esta semana, na Comissão Parlamentar, o Ministro da Educação sobre a necessidade imperiosa de existência de pavilhões desportivos nas escolas secundárias de Palmela e Baixa da Banheira, "fundamentais para a prática regular, e em condições adequadas, de desporto nos estabelecimentos de ensino, questão determinante para a educação integral e harmoniosa e para um nível global de aprendizagens das nossas crianças e jovens", explicou a deputada eleita por Setúbal na Assembleia da República. 
Secundária de Palmela ainda não tem pavilhão 

Como exemplos de casos lesivos para os alunos, por ficarem privados de prática do desporto, quando as condições climatéricas não são favoráveis, a deputada ecologista deu o exemplo "da inexistência de pavilhão desportivo na escola Secundária da Baixa da Banheira e da Escola Secundária de Palmela".
O Ministro da Educação mostrou sensibilidade sobre a questão, e admitiu estarem "a ser ponderadas soluções diversas", embora não tenha dado uma resposta concreta sobre os pavilhões desportivos nas duas escolas.
Assim sendo, a deputada dos 'Os Verdes', tendo já dirigido uma pergunta escrita sobre o pavilhão desportivo da Escola Secundária de Palmela (à qual aguarda resposta escrita do Ministério da Educação), entregou também uma pergunta escrita ao Governo sobre o pavilhão desportivo da Escola Secundária da Baixa da Banheira, no concelho da Moita.

Baixa da Banheira quer pavilhão há muito tempo 
A Escola Secundária da Baixa da Banheira entrou em funcionamento há cerca de 38 anos. Desde então que se reivindica a construção de um pavilhão desportivo na escola. Atualmente o estabelecimento de ensino é constituído por oito blocos independentes, com áreas ajardinadas que circundam os edifícios, ligados entre si por passeios exteriores com cobertura, e possui campos de jogos destinados à prática desportiva. Não tem, contudo, pavilhão desportivo.
Esse pavilhão é, diz Heloisa Apolónia, "desde há muito tempo, a maior ambição da população escolar". Existindo espaço para a sua construção, "este equipamento é determinante para muitos jovens adeptos da atividade desportiva, é muito importante para a prática do desporto escolar, e pode, inclusivamente, ter um papel fulcral no desenvolvimento da comunidade envolvente, na medida em que pode também servir a população local", explica a deputada do PEV.
A Escola Secundária da Baixa da Banheira está inserida no Programa de Territorialização de Políticas Educativas de Intervenção Prioritária - 3ª geração - que pretende criar as condições para se conseguir uma melhoria do ambiente educativo, de forma a promover o sucesso educativo dos alunos.
"A inexistência do pavilhão desportivo, tem-se revelado bastante lesiva para a comunidade escolar, designadamente no inverno, quando as condições meteorológicas não permitem a prática da educação física em espaço exterior, comprometendo-se um direito dos jovens que amam a prática do desporto e pondo-se em causa o desejável desenvolvimento integral e continuado dos jovens em geral", sublinha a deputada.
Em 2001, a Câmara da Moita e o Ministério da Educação assinaram um protocolo para a construção do pavilhão desportivo na Escola Secundária da Baixa da Banheira. Porém, a construção do equipamento nunca foi sequer iniciada. O Grupo Parlamentar Os Verdes questionou o anterior Governo (PSD/CDS) sobre a presente matéria, "não tendo obtido, inaceitavelmente, qualquer resposta", realçou Heloisa Apolónia.
A Tiago Brandão Rodrigues, o atual ministro da Educação do PS, a deputada pergunta "o que tem falhado para que, ao final de quase quatro décadas, a Escola Secundária da Baixa da Banheira continue sem pavilhão desportivo, apesar das sucessivas promessas e dos contínuos compromissos de construção?", e que "diligências pensa o Governo tomar para que se concretize o justo anseio da comunidade escolar, relativo à construção de pavilhão desportivo naquela Escola Secundária". 

Em Palmela infraestrutura desportiva foi prometida em 2011
Em Palmela, a situação é igualmente preocupante para a comunidade escolar local. A construção da escola secundária de Palmela foi prevista em três fases, tendo ficado as duas primeiras concluídas, mas a terceira por concretizar. Era nesta terceira fase que se integrava a construção do pavilhão desportivo. 
A construção deste pavilhão desportivo tem sido prometida por sucessivos Governos, tendo estado prevista em PIDDAC e tendo sido posteriormente colocada sob a responsabilidade da Parque Escolar em 2011. Ocorre que, não obstante os diversos compromissos e promessas, "os Governos nunca assumiram a concretização desta infraestrutura, que todas as entidades da região e todos os elementos da comunidade escolar consideram fundamental", revela a deputada do PEV.
Consciente desse facto, a Câmara de Palmela, disponibilizou-se para comparticipar na construção do pavilhão desportivo, de modo a garantir a satisfação das necessidades dos estudantes, mas também na perspetiva de que essa estrutura desportiva pudesse ficar disponibilizada para a comunidade local. Este facto, conta Heloisa Apolónia, "é de relevar, porquanto é sabido o estrangulamento de meios humanos, técnicos e financeiros para que os Governos têm remetido as autarquias locais, mas também porque a construção daquele pavilhão é da responsabilidade da Administração Central e não da Administração Local".
Nestes termos, realça a deputada, "só uma grande incompreensão face à privação dos estudantes no que respeita ao pavilhão escolar para a prática desportiva, e um efetivo desinteresse perante os resultados de uma tal privação é que podem continuar a justificar um eterno adiamento da construção desta infraestrutura".
Perante o silêncio do ex-governo, a deputada d' 'Os Verdes', questionou o atual ministro da Educação para saber "qual a importância que esse Ministério atribui à existência de um pavilhão desportivo num estabelecimento de ensino público nessa escola" e se vai este Governo "assumir o início da construção do pavilhão desportivo da escola secundária de Palmela". A deputada quer ainda saber quando "estarão criadas as condições para que essas obras avancem" e que diálogo pensa o Ministério "estabelecer, tendo em vista a construção do pavilhão desportivo, com a respetiva escola, órgãos representativos de alunos e pais, e também com a Câmara de Palmela". 
Tiago Brandão Rodrigues promete "uma resposta célere". Até porque o PEV é um dos partidos que "suporta" o Governo na Assembleia da República.


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Península de Setúbal com milhões para a agricultura

ADREPES vai gerir Estratégia de Desenvolvimento Local da região 

Na passada quarta-feira foi formalizado o contrato entre a ADREPES e as diferentes autoridades de gestão dos fundos que vão financiar a Estratégia de Desenvolvimento Local para as zonas rurais da Península de Setúbal no período de programação 2014-2020. A assinatura do contrato decorreu numa cerimónia realizada em Ponte de Sôr, que contou com a presença do Primeiro-Ministro António Costa, do ministro de Agricultura, Capoulas Santos, do ministro do Planeamento e das Infra-estruturas, Pedro Marques e os representantes de todos os Grupos de Acção Local Rurais do continente.

Desenvolvimento rural na região de Setúbal com verbas aprovadas 

O contrato prevê um financiamento que ascende a 3,5 milhões de euros destinados a apoiar projectos relacionados com o desenvolvimento rural da região de Setúbal, em particular pequenos investimentos e diversificação de actividades nas explorações agrícolas, transformação e comercialização de produtos agrícolas, promoção de produtos locais de qualidade, cadeias curtas e mercados locais, apoio ao empreendedorismo, preservação do património e apoio social.
Aguarda-se agora a definição da regulamentação específica que vai permitir a abertura de concursos para a apresentação de candidaturas por parte dos diferentes actores do território.
O contrato assinado em Ponte de Sôr é o culminar de um processo de construção da Estratégia de Desenvolvimento Local da Península de Setúbal 2014-2020, liderado pela ADREPES, que teve início em Fevereiro de 2014 e que envolveu mais de 300 entidades locais e regionais representativas dos interesses económicos, ambientais, sociais e culturais, com destaque para autarquias locais, institutos públicos, cooperativas, empresas e associações.

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Alcácer do Sal tem o melhor Skate Park do País

Equipamento desportivo está habilitado a receber provas internacionais  

Depois de ter sofrido obras de renovação, o Skate Park de Alcácer do Sal está apto para receber provas internacionais e é apontado como o melhor equipamento do género em Portugal. A Academia dos Patins, empresa responsável pela renovação do equipamento, constituída por especialistas nas várias modalidades, não tem dúvidas quanto à qualidade que o Skate Park agora apresenta para a prática desportiva.
Skate Park de Alcácer foi totalmente renovado 

A empresa, que constrói equipamentos deste tipo em Portugal e no estrangeiro, classifica o equipamento de Alcácer do Sal como o melhor do País, a par, até, dos melhores que existem nos Estados Unidos e em França. Bernardo Oliveira, da Academia dos Patins, revelou que “foi construído um equipamento novo, foram instaladas rampas mais suaves, melhores em termos técnicos permitindo manobras mais inclinadas”. O responsável adiantou que do Skate Parque antigo apenas se aproveitaram as placas de superfície.
O renovado Skate Park de Alcácer do Sal foi inaugurado oficialmente esta semana, com a presença de vários atletas, jovens alcacerenses que utilizam o equipamento e campeões nacionais de patins em linha, BMX e skate, convidados para experimentarem a nova estrutura desportiva. O equipamento está agora habilitado a receber provas internacionais, o que não acontecia com o anterior que se encontrava muito degradado.
O executivo municipal consciente dos perigos que o anterior equipamento já representava para a prática desportiva, apostou na renovação do Skate Park. De acordo o presidente da Câmara  de Alcácer do Sal, Vítor Proença, “o Skate Park apresentava um estado de degradação muito elevado, nomeadamente ao nível da sua estrutura, o que obrigou a uma intervenção profunda”. “A remodelação foi total, isto é, foi substituída toda a estrutura desde os componentes de madeira, aos componentes metálicos”, realçou o autarca.
No local, vários jovens de Alcácer do Sal e outros oriundos de várias zonas do país confirmaram que o novo equipamento é de grande qualidade, permitindo várias manobras.


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Encontrado cadáver de possível homicida no Barreiro

Encontrado corpo de homem que matou a ex-mulher

Um cadáver foi encontrado, na quinta-feira, no Barreiro e as autoridades suspeitam de que se trata do homem que matou uma mulher a tiro na via pública, disse à Lusa uma fonte da GNR. Uma mulher de 57 anos foi morta a tiro na via pública, no dia 18 de Janeiro, na freguesia de Palhais, no Barreiro, com as autoridades a suspeitarem do ex-companheiro, de 61 anos, que se colocou em fuga e era procurado desde então. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária e o corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal para ser autopsiado.
Mulher foi assassinada em local público pelo ex-marido no Barreiro 

Fonte policial confirmou, de acordo com a TVI, que o cadáver foi encontrado por volta das 16h40, numa zona de mato, em Palhais, por um homem que andava a passear o cão. Junto do corpo, estava uma arma que o homem terá usado para se suicidar.
As autoridades suspeitam que se trata do suspeito do crime do dia 18. De acordo com informação recolhida pela aquela estação de televisão, trata-se de um indivíduo do sexo masculino, de 61 anos e nacionalidade portuguesa.
Juvenal Silvestre, do executivo da união de freguesias de Palhais e Coina, também confirmou à Lusa que o corpo foi encontrado dentro de uma habitação abandonada, numa zona de mato, perto do local do crime.
"O corpo foi encontrado numa casa abandonada numa zona de mato, entre a Vila Chã e Palhais. A informação que tenho é que foram pessoas que passaram pelo local que encontraram o corpo e que se trata do homem que era procurado", afirmou o autarca. 
O adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários do Barreiro disse ao Notícias ao Minuto que o homem "foi encontrado de barriga para baixo numa zona de mato entre Palhais e Vila Chã num local conhecido como Quinta do Castelo do Outeiro".
Ainda segundo Renato Pires o corpo "não apresentava ferimentos visíveis", tendo sido levado, pelas 19 horas, para a morgue do Hospital do Barreiro.
Recorde-se que Manuel Ribeiro era procurado por ter assassinado a mulher na via pública a 18 de Janeiro. O homem não terá lidado bem com a separação e acabou por tirar a vida à ex-companheira, tendo desaparecido de seguida.
A nora do alegado homicida chegou mesmo a lançar um apelo no Facebook para que a ajudassem a encontrar o sogro e hoje confirmou que ele já havia sido encontrado, mas sem vida.
No local estiverem elementos da Polícia Judiciária e da GNR, bem como elementos dos bombeiros do Barreiro. 
O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária e o corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal para ser autopsiado.

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Linha de Emergência Social apoiou 4174 pessoas em 2015

Pessoas pedem mais ajuda ao número 144 

Mais de quatro mil e 100 pessoas em situação de vulnerabilidade social foram apoiadas, em 2015, pela Linha Nacional de Emergência Social, mais 47 por cento face ao ano anterior, revelam dados do Instituto da Segurança Social avançados hoje à agência Lusa. A funcionar 24 horas por dia, através do número de telefone 144, a linha é um serviço público gratuito destinado a todos os cidadãos em situação de vulnerabilidade e desproteção social, nomeadamente crianças e jovens em perigo, pessoas em situação de perda ou ausência de autonomia, vítimas de violência doméstica e sem-abrigo.
Vulnerabilidade e desproteção social aumentaram o ano passado  
No ano passado, o serviço apoiou 4174 pessoas, mais 1348 face a 2014, ano em que foram ajudadas 2826 pessoas, adiantam os dados do Instituto da Segurança Social.
As respostas de emergência mais frequentes foram de acolhimento das pessoas ou famílias através da rede solidária, seja em alojamentos sociais de emergência, em centros alojamento temporário, em casas de acolhimento, em casas de abrigo e em estruturas residenciais para pessoas idosas.
No total, o ano passado, a Linha Nacional de Emergência Social recebeu 120 mil 583 chamadas, menos seis mil 809 do que no ano anterior (127 mil 392).
Considerando apenas as chamadas que resultam em situações de emergência e que necessitam de uma intervenção e resposta imediata, a equipa técnica da Linha Nacional de Emergência Social recebeu mil 401 pedidos de emergência, face aos mil 164 atendidos em 2014 (menos 237).
Segundo a Segurança Social, o principal objetivo do serviço é "garantir uma resposta imediata a situações de emergência social e de crise", no âmbito da proteção social.
Trata-se de situações de vulnerabilidade e desproteção social resultantes de não estarem asseguradas as condições mínimas de sobrevivência e que constituam um perigo real, atual ou iminente para a integridade física e psíquica, necessitando de intervenção imediata, explica o Instituto da Segurança Social.
Através da Linha, as vítimas em situação de perigo iminente para as suas vidas ou integridade física, são encaminhadas para Centros de Emergência Social ou para Centros de Alojamento Temporário.


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Ministro da Agricultura inaugurarou PDR em Sesimbra

"Estes investimentos fazem falta ao país e a Sesimbra" 

O Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos, deslocou-se  à exploração de figos da Quinta da Mó, em Sesimbra, para a assinatura do Termo de Aceitação relativo à candidatura apresentada por esta entidade ao Plano de Desenvolvimento Rural 2020. O investimento da Quinta da Mó, orçado em 375 mil euros, recebeu apoio deste projeto europeu de 113 mil euros. A Quinta da Mó localiza-se no concelho de Sesimbra, junto à Estrada dos Almocreves, e dedica-se à exploração de figo. 
Ministro da Agricultura esteve esta semana em Sesimbra 

"Escolhemos este projeto para inaugurar o processo de contratação do Plano de Desenvolvimento Rural 2020, que é feito de forma digital. É um dos 105 investimentos apoiados ao abrigo deste programa, que se encontram distribuídos por todo o país, e que totalizam 20,6 milhões de euros", sublinhou o ministro.
O arranque da nova fase das ajudas agrícolas foi assinalado com a primeira contratação online para um projeto de investimento, na Quinta da Mó.
O procedimento que foi feito em Sesimbra é idêntico ao que os titulares dos primeiros 105 projetos de investimentos agrícolas já aprovados, no valor total de 20 milhões de euros (8,356 milhões de euros de despesa pública), terão de efetuar para aceder às ajudas públicas. Os agricultores contemplados vão receber uma mensagem do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP), através de um SMS, a indicar que se encontram disponíveis no site os termos de aceitação da candidatura. O visado só tem de fazer a assinatura eletrónica para receber o apoio. 
A região com mais projetos é o Alentejo, com 44 candidaturas aprovadas, para um montante global de investimento elegível de 8,990 milhões de euros (5,6 milhões de euros de despesa pública). O Norte está no fim da tabela, com apenas sete candidaturas, num investimento de 399,6 mil euros. O vinho, apesar de ser o setor com mais projetos aprovados (21), não é o que tem o maior investimento. O segmento que mais vai investir é o dos frutos de casca rija/secos: são apenas seis projetos, mas com 2,861 milhões de investimento. Em segundo lugar, em valor, surgem as hortícolas, com dez projetos e 2,807 milhões de investimento.

Figo de Sesimbra para o mundo
O acontecimento contou ainda com a presença do Secretário de Estado da Agricultura, Luís Vieira, da Diretora Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, Elisete Jardim, e do presidente da Câmara  de Sesimbra, Augusto Pólvora, para quem "estes investimentos fazem falta ao país e a Sesimbra, porque criam riqueza e postos de trabalho", referiu o autarca.
A Quinta da Mó localiza-se no concelho de Sesimbra, junto à Estrada dos Almocreves, e dedica-se à exploração de figo. "Temos 40 hectares de terreno com 16 mil árvores de diversas variedades de figo, o que nos permite efetuar colheitas entre Junho e Novembro", referiu Vasco Mendes, um dos responsáveis pela exploração, que irá produzir essencialmente para exportação. "Os principais mercados são os países do norte da Europa", adiantou o proprietário, que dentro de três anos espera colher entre 40 a 50 toneladas de figos por hectare.
O investimento criou já três postos de trabalho permanentes, admitindo-se que no período da colheita possa empregar 40 a 50 pessoas. Numa 2.ª fase os promotores deste projeto agrícola preveem a construção duma unidade de transformação e embalagem.



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Hoje há descontos de 80 por cento no Freeport Alcochete

Primeira quinta-feira louca do ano chega com descontos a triplicar 

É já esta quinta-feira, 28 de Janeiro, que o Freeport Fashion Outlet, em Alcochete, promove a sua primeira grande ação promocional do ano. Com várias lojas envolvidas, o dia de compras é dedicado aos descontos, que facilmente podem atingir reduções na ordem dos 80 por cento com o acumular das reduções outlet e os saldos às promoções extra de 5ª Louca.
Hoje é a primeira quinta-feira louca do Freeport Alcochete 

Entre as lojas que participam destacam-se a Lacoste, Guess, Converse, Trussardi, Armani, Benetton, Sacoor, Nike, Onitsuka Tiger, Aldo, Quiksilver, Boutique dos Relógios, Bimba Y Lola, Douglas e Gant (entre muitas outras), que aderem à iniciativa disponibilizando um vasto conjunto de artigo aos melhores preços.
Organizada pelo Freeport Fashion Outlet em parceria com os lojistas, a ação abrange os segmentos de moda, acessórios, calçado e desporto.
A iniciativa 5ª Louca realiza-se no Outlet de Alcochete desde do último trimestre de 2013, sempre à última quinta-feira de cada mês. A forte afluência a este dia de compras tem sido uma constante ao longo dos vários meses que se têm seguido o que justifica a continuidade desta ação de sucesso.

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Música e Fotografia no mês da Juventude em Setúbal

Abertas inscrições para concurso de bandas amadoras e fotografia 

O 12.º Concurso de Bandas de Garagem e a 13.ª Meia Maratona Fotográfica, eventos inseridos programa m@rço.28, iniciativa da Câmara de Setúbal comemorativa do Mês da Juventude, têm inscrições abertas. Novos talentos da música moderna portuguesa mostram-se no 12.º Concurso de Bandas de Garagem de Setúbal, iniciativa que promove o trabalho musical dinamizado por grupos em formação e que procura contribuir para a afirmação destes no panorama nacional. 
Concurso de Bandas de Garagem volta a Setúbal em Fevereiro


O concurso, com inscrições até 12 de Fevereiro, está aberto a bandas de todo o país, sendo composto por quatro fases, sempre às 22 horas, na Capricho Setubalense e de entrada gratuita.
As fases consistem numa pré-eliminatória, só para os grupos setubalenses, a 27 de Fevereiro, duas eliminatórias, a 5 e 12 de Março, e a final, no dia 19.
As bandas interessadas em participar devem entregar a ficha de inscrição respetiva, que, a par do regulamento da prova, estará disponível na página da Câmara de Setúbal, na internet,  podendo também ser solicitada no Gabinete da Juventude da Autarquia, situado na Casa da Cultura, junto da Praça de Bocage, com o telefone 265 236 168.
As inscrições, que podem ser remetidas para os endereços de correio eletrónico concurso.bandas.setubal@gmail.com ou gabjuventude@gmail.com, devem ser acompanhadas de fotografia da banda, três temas originais, em suporte digital (formato MP3), e respetivas letras.
Os primeiro, segundo e terceiro classificados são premiados com mil, 700 e 500 euros, respetivamente, assim como com atuações na Feira de Sant’Iago.
O grupo eleito Melhor Banda do Concelho tem a possibilidade de gravar três temas no estúdio da Casa da Cultura, além de também incluir o cartaz da Feira de Sant’Iago.
No âmbito do 12.º Concurso de Bandas de Garagem de Setúbal, a organização promove um concerto de encerramento, igualmente na Capricho Setubalense, a partir das 22 horas e com entrada gratuita, com grupos convidados e a presença da Melhor Banda do Concelho da edição 2015 do evento.

“Um Olhar Sobre o Desporto” inspira fotografia 
O programa m@rço.28, uma parceria da Autarquia com entidades e movimento associativo do concelho para comemorar o Mês da Juventude, promove talentos noutras áreas, como a fotografia, que dispõe de um concurso próprio.
“Um Olhar Sobre o Desporto” é o tema proposto aos participantes na 13.ª Meia Maratona Fotográfica de Setúbal, evento que desafia fotógrafos amadores de várias idades e de distintos pontos do país a captar imagens num evento a dinamizar a 5 de Março ao longo de 12 horas, das 10 às 22 horas.
As inscrições para o concurso, abertas até 26 de Fevereiro, devem ser feitas através Gabinete da Juventude da Câmara Municipal Setúbal. Mais informações podem ser solicitadas através dos endereços de correio eletrónico gabjuventude@gmail.com e gajuve@mun-setubal.com ou através do número 265 236 168.
Os concorrentes, divididos em duas categorias, digital e analógico, passam por quatro postos de controlo sujeitos a subtemas previamente definidos pela organização.
As fotografias são, no final das 12 horas, avaliadas por um júri composto por cinco elementos, entre os quais os vencedores da edição anterior do concurso. O júri atribui prémios aos três primeiros classificados em ambas as categorias, digital e analógico, e pode ainda atribuir menções honrosas a trabalhos que mereçam destaque.
Após a cerimónia de entrega dos prémios, a realizar em maio, os trabalhos vencedores são expostos ao público numa exposição itinerante que percorre diferentes pontos do concelho.


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Seixal julga alegada fraude fiscal de 6,6 milhões de euros

Arguidos da "rede do ouro" defendem-se em tribunal 

Um dos principais arguidos numa alegada fraude fiscal de 6,6 milhões de euros, no negócio do ouro, negou esta segunda-feira no Tribunal do Seixal que tivesse recebido informação privilegiada de um inspetor da Polícia Judiciária, também arguido no processo. "Eu é que lhe dava informação sobre clientes suspeitos para o trabalho dele", disse Paulo Martinho, ex-presidente da Associação de Comerciantes de Ourivesaria e Relojoaria do Sul, um dos cinco arguidos em prisão preventiva no âmbito do processo, com um total de 33 arguidos, que pertence ao Tribunal de Almada, mas que está a ser julgado no Tribunal do Seixal por razões logísticas. "Nunca dei dinheiro ao senhor João de Sousa. Aliciaram-me para dizer que sim, mas isso é outra história", disse, sem revelar quem o terá aliciado. Paulo Martinho salientou ainda que não só disponibilizava informação apenas ao inspetor João de Sousa, da Polícia Judiciária de Setúbal, recorrendo à informação que recolhia de clientes suspeitos, mas também à PSP e GNR de Almada, sempre que para tal era solicitado. O inspetor da PJ de Setúbal suspeito de envolvimento no mesmo sistema afirmou, ontem, que utilizou uma viatura emprestada por um dos principais arguidos do processo ao serviço da Polícia Judiciária de Setúbal, tendo negado qualquer crime. O julgamento prossegue na próxima segunda-feira. 
Arguidos são suspeitos de vender ouro sem declarar 

Segundo o Diário de Notícias, Paulo Martinho “não admitiu nenhum dos crimes” de que é acusado: “associação criminosa, branqueamento (em co-autoria), fraude fiscal, corrupção activa (em co-autoria), receptação (em co-autoria), falsificação (em co-autoria) e detenção de arma proibida (uma “taser” e um revólver)”. “Fiquei preso por trabalhar”, alegou o ex-presidente da empresa Alma de Ouro, que tem estado a cumprir prisão preventiva.
O arguido alegou que os outros acusados – entre os quais se encontram “a sua mulher e alguns dos seus antigos clientes e funcionários” – são inocentes. “Se houver alguma irregularidade nas minhas empresas, sou eu que respondo por isso, mais ninguém”, disse Paulo Martinho, que refutou o envolvimento do ex-inspector da PJ João de Sousa, acusado dos crimes de “associação criminosa, recebimento indevido de vantagem, denegação de justiça e prevaricação, corrupção passiva, abuso de poder e violação de segredo de funcionário”.
O mesmo jornal revela ainda que o dono da Alma de Ouro admitiu que conheceu o inspector da PJ “na sequência de um assalto à sua casa, em 2008” e que, daí em diante, entre 2008 e 2010, apenas contactou com João de Sousa por cinco vezes, ao contrário do que afirma a acusação: “Ele não estava diariamente comigo como diz a acusação”.
Recorde-se que a primeira sessão do julgamento, com um total de 33 arguidos, quatro deles empresas, ficou marcada pelas substituições, incluindo do advogado do inspector da PJ, agora defendido pela advogada oficiosa Sónia Santos Lima, nomeada no passado dia 7 de Janeiro. João de Sousa e o ex-presidente da Associação de Comerciantes de Ourivesaria e Relojoaria do Sul Paulo Martinho são dois dos cinco arguidos que ainda se encontram sujeitos à medida de coação de prisão preventiva.

Inspetor diz que usou carro emprestado em serviços da Judiciária
O inspetor da PJ suspeito de envolvimento numa fraude fiscal de 6,6 milhões de euros afirmou, esta quarta-feira, que utilizou uma viatura emprestada por um dos principais arguidos do processo ao serviço da Polícia Judiciária de Setúbal.
"Não tinha carros em condições na Polícia Judiciária de Setúbal. Cheguei a ficar parado com carros (da PJ) a deitar fumo", justificou João de Sousa, depois de reconhecer que Paulo Martinho, proprietário de várias lojas de ouro no distrito de Setúbal e ex-presidente da Associação de Comerciantes de Ourivesaria e Relojoaria do Sul, lhe emprestou o carro, devido ao relacionamento de amizade que foram construindo ao longo do tempo.
O inspetor da PJ de Setúbal, que responde pelos crimes de denegação de justiça e prevaricação, corrupção passiva, abuso de poder e violação de segredo de funcionário, é um dos 33 arguidos no processo em julgamento no Tribunal do Seixal.
De acordo com a acusação, a rede criminosa adquiria as peças em ouro através de lojas próprias e de fornecedores espalhados pela zona da Grande Lisboa e do Alentejo, sem fazer a respetiva declaração fiscal e a comunicação, obrigatória, à Polícia Judiciária. O ouro era depois fundido e vendido na Bélgica.
Durante a audiência desta quarta-feira, o inspetor da PJ de Setúbal revelou alguma dificuldade em explicar o teor de escutas telefónicas em que manifestava algum receio quanto ao comportamento futuro de Florbela Gaspar, sócia de Paulo Martinho e também arguida no processo, que estaria a revelar alguma instabilidade emocional.
Numa dessas escutas telefónicas, João de Sousa terá dito: "temos todo o rabo entalado, estamos todos no projeto", mas, instado pela juíza a esclarecer esta afirmação, disse que se referia a projetos futuros na área das ciências forenses, que pretendia desenvolver com a sócia de Paulo Martinho e outra arguida no processo.
Confrontando com a utilização de um telemóvel exclusivo para os contactos com Paulo Martinho, João de Sousa admitiu que o objetivo era evitar eventuais escutas telefónicas, face ao receio de que alguns contactos (de Paulo Martinho) pudessem estar sob investigação das autoridades.
A juíza confrontou também o arguido João de Sousa com as pesquisas efetuadas no sistema informático da Polícia Judiciária, dizendo que, entre janeiro de 2013 e março de 2014, o inspetor da PJ utilizou mais vezes a base de dados ao serviço de Paulo Martinho do que ao serviço da Polícia Judiciária.
O inspetor da Judiciária de Setúbal admitiu ter efetuado várias pesquisas no sistema informático da Polícia Judiciária sobre alguns dos arguidos do processo e sobre algumas pessoas que suscitavam dúvidas a Paulo Martinho, mas negou sempre que o fizesse com intenção de o alertar sobre qualquer investigação policial.

Despacho de acusação
Segundo o despacho de acusação do Ministério Público, oito dos arguidos, em data não determinada, “decidiram constituir um grupo destinado à aquisição, em larga escala, de objectos em ouro no mercado nacional que posteriormente seriam fundidos, transformados em barras e vendidos no mercado internacional”. A acusação sustenta ainda que o suposto grupo criminoso operava num mercado que teve um exponencial crescimento, “fruto das elevadas cotações do ouro no mercado internacional”, e no contexto de “uma crise que se instalou em Portugal desde 2008 e que levou muitos portugueses a desfazerem-se de bens e joias de família”.
Ainda de acordo com o Ministério Público, o grosso do negócio era feito, à parte, ou seja, escamoteado às autoridades tributárias, financeiras e judiciárias, sendo que, as barras de ouro eram inicialmente transportadas para a Bélgica por via aérea, por dois arguidos, e, mais tarde, por razões de segurança, através de uma empresa especializada.
O julgamento prossegue na próxima segunda-feira, a partir das 9h30, no Tribunal do Seixal.


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Pinhal Novo lança reflexão para uma escola mais feliz

Encontro “Escola fechada para balanço” realiza-se a 30 de Janeiro no Auditório 

O Auditório Municipal de Pinhal Novo recebe, no dia 30 de Janeiro, a partir das 9 horas, o Encontro “Escola fechada para balanço” – Ideias e contributos para uma escola mais feliz. Promovido pela Clínica da Educação e apoiado pela Câmara de Palmela, este encontro parte da ideia de que "só saindo da escola e olhando para ela, conseguimos ter uma visão mais ampla… ouvindo críticas, aplaudindo virtudes, apontando caminhos". A iniciativa, aberta a todos os interessados, pretende proporcionar um momento de reflexão em torno de algumas das questões emergentes da escola atual.
Pinhal Novo recebe encontro de reflexão sobre escola feliz 

O programa está dividido em quatro mesas temáticas, sob os temas “Felicidade: caminhos dentro e fora da escola”, “As emoções e a aprendizagem de mãos dadas”, “Pré-escolar: adultizamos a infância?” e “Dificuldades de aprendizagem - olhar para além dos rótulos”. São oradores Eduardo Sá, Ana Rodrigues, Renato Paiva, Carla Ferreira, João Rafael, Teresa Matos, Ângela Lemos e Cristina Valente.
As inscrições têm o valor de 10 euros para estudantes e 20 euros para profissionais. 
Mais informações aqui.

Concurso “À volta da Dança” 2015 premeia criatividade dos mais novos
Através da 18.ª edição da Semana da Dança, que decorreu ao longo do mês de Novembro de 2015, a dança invadiu o concelho de Palmela, com múltiplas propostas artísticas e formativas no universo da dança. A comunidade educativa – jardins de infância e escolas do 1.º ciclo de todo o concelho - foi convidada a assistir aos espetáculos “Piki Niko” e “Tic Tac Toc”, e desafiada a dar continuidade às propostas através da expressão plástica, participando em mais uma edição do Concurso “À volta da dança”.
Entre os 22 grupos participantes, num total de quatro categorias, foram atribuídos quatro prémios e quatro menções honrosas. As equipas vencedoras são convidados a passar uma manhã no Cine-Teatro S. João com a equipa da DançArte para um ateliê onde poderão conhecer melhor o teatro, o processo de criação e os espetáculos. As menções recebem fotografias autografadas, pequenos brindes e uma visita à escola para uma conversa sobre o espetáculo.

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Seixal com novo restaurante num cacilheiro do Tejo

Velho barco da baía foi remodelado e apresenta-se como Lisboa à Vista 

Comer dentro de um barco não é um luxo exclusivo dos cruzeiros. Desde o início deste ano que há um barco no Seixal que serve petiscos e pratos mais elaborados que têm por base o bacalhau. O novo restaurante chama-se Lisboa à Vista e funciona num antigo cacilheiro que já fez várias travessias com passageiros no Tejo. Comida dentro deste barco não é de todo uma novidade. No início dos anos 90, o restaurante esteve atracado na doca de Alcântara. Em 2005 viajou até à Baía do Seixal com um conceito idêntico. Agora, em Janeiro de 2016, reabriu completamente renovado para funcionar como Lisboa à Vista: O Cacilheiro e O Cacilheiro do Tejo eram os antigos nomes. 
Cacilheiro com Lisboa à Vista é referência no Seixal 

Dina Oliveira é a atual responsável pelo projeto. Fez parte da primeira vida do barco no Seixal, mais propriamente no Cais da Mundet. “Quis ir a França fazer uma formação em cozinha e na altura [em 2012] aluguei um barco a outra pessoa. O espaço foi muito maltratado e só tinha duas hipóteses: vender a embarcação ou conseguir sócios para a recuperar e dar continuidade ao projeto”, explicou a responsável ao site NiT.
Depois de investimentos e melhorias, o velho cacilheiro volta a ser uma referência no cais do Seixal para almoçar ou jantar no Lisboa à Vista.
Antes de passar a ponte que dá acesso ao barco, há uma pequena casa onde é contada a história do barco, ou melhor, do Rio Tejo Segundo, o seu primeiro nome. Saiba, por exemplo, que foi construído em 1925 nuns estaleiros da Alemanha; esteve na cerimónia de recepção à Rainha Isabel II no Cais das Colunas, em 1957, e que funcionou como uma embarcação de passageiros que levava até 553 pessoas.
A primeira zona que se vê assim que entra no Lisboa à Vista é o bar. O chão recebeu uma nova madeira que deu outro ar ao espaço e que o nivelou. “Era um dos problemas que tínhamos no anterior projeto. Tudo bem que é um barco, mas temos de garantir que as pessoas comem sem estar inclinadas", garante a responsável pelo barco.
Nesta área são servidos sobretudo bebidas e petiscos, como pastéis de bacalhau (3,50 euros, três unidades), mousse de língua de bacalhau (3,50 euros) e também pataniscas (11 euros) e até hambúrguer de bacalhau (8,50 euros).
No piso superior fica a área mais dedicada a refeições completas. As cadeiras são forradas a cortiça e as mesas, sem toalha, imitam ardósia. Ao todo, o restaurante tem capacidade para mais de 100 lugares, 50 deles ficam neste piso. É lá que pode pedir lombo de bacalhau confitado com puré de grão de bico e queijo da Ilha (15 euros), bacalhau à lagareiro (14,50 euros) e bacalhau com crosta de milho (13,50 euros). Além do peixe, existem algumas opções de carne, como o bife do lombo (17,50 euros), os secretos de porco ibérico (14 euros) e costelas de borrego com molho de alecrim (13 euros).
No convés do barco funciona agora uma espécie de museu com algumas fotografias e peças antigas da embarcação. Aqui há uma mesa para 14 pessoas onde se podem fazer jantares privados, apresentações e workshops. O topo do Lisboa à Vista será o local preferido da cidade para os próximos sunsets de verão. Vai ser montado um relvado artificial com pufs e um bar de apoio.


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PAN quer menu vegetariano em todas as cantinas públicas

Parlamento irá discutir ementa vegetariana em cantinas 

O Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) defende a inclusão obrigatória de uma opção de menu vegetariano em todas as cantinas públicas e apresentou uma proposta nesse sentido no Parlamento, no final da semana passada. O partido recomenda ainda ao Governo a elaboração de um estudo sobre o impacto da distância percorrida pelos alimentos, desde a produção ao consumo, e das consequências para os pequenos produtores. “Se tivermos uma alimentação mais correcta, vamos ter menos doentes, menos medicamentos e menos despesa, logo, vamos ter um SNS mais sustentável. A prevenção primária faz-se muito por via da alimentação”, sublinha André Silva, deputado do PAN e autor do documento.
PAN quer introduzir o menu vegetariano em cantinas do estado 


Na proposta, o PAN refere que a produção pecuária é responsável por 51 por cento da totalidade das emissões de gases com efeito de estufa e argumenta que face à crescente procura de uma alimentação vegetariana “Portugal possui condições que beneficiam esta escolha, já que possui uma produção vegetal de elevada qualidade, com variedade sazonal e diversificada”.
Mais de 11 mil pessoas assinaram até agora a petição da Associação Vegetariana Portuguesa (AVP), em defesa dos menus vegetarianos nas escolas, universidades e hospitais. Nuno Metello, presidente da associação, congratula-se com a proposta do PAN, que vem concretizar os esforços da AVP nesse sentido. “O vegetarianismo tem crescido, especialmente entre os mais jovens”, diz Nuno Metello, vegetariano desde 2005, altura em que “não existiam tantos produtos disponíveis no mercado”.
O mais recente levantamento sobre vegetarianismo no país foi levado a cabo pela Nielsen e promovido pelo Centro Vegetariano em 2007 e dá conta de que em Portugal existiam então cerca de 30 mil vegetarianos, e que cinco por cento da população tinha excluído uma das categorias alimentares tradicionais: carne, peixe, lacticínios ou ovos. O estudo revela que dois por cento dos portugueses não consomem carne.
“Estimamos que o número de vegetarianos tenha aumentado. E são cada vez mais as pessoas que abdicam da carne ou que têm uma alimentação mais próxima da vegetariana”, afirma Cristina Rodrigues, directora do Centro Vegetariano. A Direcção Geral de Saúde criou no ano passado um manual com informações essenciais para os que queiram seguir uma dieta vegetariana de forma saudável.
Cabe agora aos deputados da nação decidirem se o menu vegetariano passa a ser obrigatário em cantinas públicas.


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Alunos de Sines descobrem produtos da região

300 alunos inscritos no programa educativo "Terra e Arte" 

O Centro de Artes de Sines, através do Serviço Educativo e Cultural, desenvolve ao longo do ano letivo 2015/2016 um projeto de continuidade, designado "Terra e Arte", para consciencializar os mais novos para o valor de vários produtos tradicionais da região. Estão inscritas 15 turmas do 1.º ciclo do ensino básico, num total de cerca de 300 alunos.
Produtos locais chegam à escola em Sines 

A primeira fase decorreu entre 23 de Novembro e 22 de Janeiro e esteve centrada no ciclo da cortiça. Foram mostrados os processos de transformação do produto, mas também as suas várias aplicações no quotidiano e em interpretações artísticas.
As atividades realizadas incluíram a apresentação da exposição didática “À descoberta do montado”, a dinamização do jogo pedagógico “Quem sabe mais sobre o montado e a cortiça" e a interligação com a obra "Fata Morgana", da artista plástica Andreia Tocha.
A segunda fase do projeto, a realizar em Fevereiro, destacará a cortiça e os ciclos do azeite e do vinho. Em fevereiro e março, terá lugar a terceira fase, onde será feita uma abordagem ao arroz.
O projeto tem a parceria do Observatório do Sobreiro e da Cortiça de Coruche e realiza-se em articulação com outros serviços da Câmara Municipal de Sines, nomeadamente, Serviço de Ambiente e Museu de Sines.

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Barreiro diz que há interessados no terminal de contentores

Estudos podem comprovar a viabilidade do investimento

O presidente da Câmara do Barreiro, Carlos Humberto, afirmou ontem que existem investidores para o novo terminal de contentores no concelho, referindo que o Governo vai apoiar o projeto se os estudos demonstrarem viabilidade. "Reuni com a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e correu bem. Reafirmou que se os estudos vierem a comprovar a viabilidade do investimento e se existirem interessados, o projeto não tem razão nenhuma para não avançar", disse, durante a reunião pública do executivo
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Estúdio prévio sobre a construção do terminal está no fim 

A localização no novo terminal de Contentores de Lisboa, apontado para o município do Barreiro, está a ser alvo de um estudo multidisciplinar que visa a requalificação do território. Na apresentação pública do consórcio ViaLisboa, que decorreu no verão passado no Barreiro, o então secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, garantiu que esse estudo, orçado em cerca de seis milhões de euros, já teve o apoio de Bruxelas.
O novo terminal representa um investimento de cerca de 700 milhões de euros para uma área de contentores e multiusos, numa área logística de cerca de 400 hectares. A plataforma multimodal inclui o terminal de contentores com capacidade para 2,7 milhões de Teus (medida standard utilizada para calcular o volume de um contentor) por ano.
"Temos feito contactos e existem entidades que se mantêm interessadas no projeto. O estudo prévio do terminal está em fase final, para depois se dar andamento ao Estudo de Impacte Ambiental", diz Carlos Humberto, presidente da Câmara do Barreiro.

Ex-Governo estava empenhado no projecto 
Em Setembro, no fim do Governo chefiado por Pedro Passos Coelho, foi formado o consórcio viaLisboa, constituído pela a Administração do Porto de Lisboa (APL), a Câmara do Barreiro, a Câmara do Seixal, a Baía do Tejo e a Infra-estruturas de Portugal. Será este consórcio quem vai aplicar a candidatura de cerca de seis milhões de euros para se efectuarem os estudos necessários à localização do novo terminal de contentores da região de Lisboa no concelho do Barreiro. A APL terá a cargo as questões da operação portuária; a Infraestruturas de Portugal as questões das acessibilidades rodoviárias e ferroviárias e a Baía do Tejo, empresa do universo da Parpública, tem como objectivo o ordenamento do território que antes pertencia à CUF – Companhia de União Fabril.
O então secretário de Estado dos Transportes referiu que as críticas em torno do projecto têm sido "poucas face aos consensos gerados", referindo que o projecto, orçado em cerca de 600 milhões de euros, será efectuado sem dinheiros públicos. "O projecto será desenvolvido por capital privado, não há fundos públicos no novo terminal. Queremos maior concorrência nos portos, mais operadores e ter capacidade de reduzir o custo da factura portuária. É isso que nos une", garantia Sérgio Monteiro. 
"Os que dizem que estão contra querem que outros operadores que já existem cresçam, não querem a entrada de novos operadores. Para nós é bom ter operadores em Setúbal, Barreiro, Lisboa, Aveiro, Leixões, Sines ou Figueira da Foz", acrescentou.
A responsável pela Administração do Porto de Lisboa referiu ainda que vai avançar o concurso de ideias para a Estratégia Urbanística de Reconversão da Zona Industrial e Portuária do Barreiro, com a colaboração da Ordem dos Arquitetos, e o projeto de requalificação do cais da Siderurgia, no Seixal.

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História com paragem em rotunda de Azeitão

Primeira camioneta que fazia a ligação entre Setúbal e Azeitão centra atenções 

A réplica da primeira camioneta, datada de 1928, que fazia a ligação entre Setúbal e Azeitão, centra atenções na renovada rotunda de Castanhos, à saída de Vila Fresca, inaugurada no final da semana passada. A iniciativa da Junta de Freguesia de Azeitão, mais do que um apontamento urbanístico que embeleza aquela área do território azeitonense, perpetua a história da antiga Transportadora Setubalense (Belos), de João Cândido Belo & Companhia Lda., com sede em Vila Fresca de Azeitão. A inauguração contou com a presença de membros do Executivo municipal, incluindo presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, que sublinhou a importância da iniciativa para perpetuar e homenagear "a memória de uma empresa que contribuiu para o desenvolvimento de Azeitão e do concelho". 
Réplica representou um investimento de 150 mil euros 

“Trata-se de uma justa homenagem a uma empresa que tanto deu a esta terra e que teve um papel fundamental e determinante no desenvolvimento da região”, recordou a presidente da Junta de Freguesia de Azeitão, Celestina Neves, na inauguração da renovada rotunda.
A memória da antiga camioneta de carreira, datada de 1928, que fazia a ligação entre Setúbal e Azeitão, foi recuperada com uma réplica que reproduz, ao pormenor, o aspeto exterior do veículo, incluindo as dimensões originais, a matrícula e a pintura identificativa da empresa de transportes públicos.
A antiga viatura, de origem americana, foi concebida para transporte de mercadorias, mas nas antigas oficinas da empresa setubalense, na Quinta da Palhavã, em Vila Fresca de Azeitão, seria convertida em camioneta de carreira, com a transformação da carroçaria e a instalação de bancos.
A autarca esclareceu que o projeto, “dinamizado ao longo de mais de um ano”, resulta “de um exaustivo trabalho de recolha documental”, realizado, sobretudo, junto de familiares e descendentes de João Cândido Belo, num estudo liderado, essencialmente, pelo contra-almirante José Luís Belo.
A réplica, fabricada em materiais compósitos e em fibra de vidro, construída no Arsenal do Alfeite, em Almada, é o elemento central do arranjo urbanístico da rotunda dos Castanhos, que inclui, ainda, uma área ajardinada e, no futuro, outra com uva moscatel.
“A camioneta está na zona central, instalada numa área que simula uma estrada a atravessar a rotunda. Um dos lados é relvado e, no outro, vão ser plantados, em março, meio milhar de pés de uva moscatel, um dos maiores símbolos da região”, adiantou Celestina Neves.
A obra, um investimento de cerca de 150 mil euros, que incluiu a criação de uma base de betão para sustentar a réplica da camioneta e a eletrificação para instalar iluminação, foi impulsionada pela Junta de Freguesia de Azeitão com os apoios da Câmara de Setúbal e de várias empresas do território.
A escolha daquela rotunda para receber a réplica não foi aleatória. Além da proximidade com as instalações da empresa, o nó giratório era o último do território azeitonense que necessitava de requalificação e o único com características e dimensões para receber o apontamento de embelezamento.
A inauguração contou com a presença de membros do Executivo municipal, incluindo presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, que sublinhou a importância da iniciativa para perpetuar e homenagear "a memória de uma empresa que contribuiu para o desenvolvimento de Azeitão e do concelho".
A cerimónia, além da presença de muitos populares, que ocuparam a maioria da área da rotunda, contou com a participação de vários familiares e descendentes de João Cândido Belo, impulsionador da Transportadora Setubalense, muitos com residência em Azeitão.

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Montijo espera decisão “urgente” sobre aeroporto

Nuno Canta reuniu com ministro do Planeamento e Infraestruturas

O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, pediu ao governo uma decisão “urgente” sobre a localização do novo aeroporto completar à Portela, referindo que espera que seja tomada uma decisão em breve. Nuno Canta reuniu na sexta-feira com o ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, para fazer um ponto de situação sobre o processo. O aeroporto da Portela registou 20 milhões de passageiros em 2015, numa altura em que a capacidade prevista no contrato com a ANA é de apenas 22 milhões. O valor poderá ser atingido ainda este ano e obriga, por isso, a alternativas.
Ministro Pedro Marques recebeu autarca do Montijo 

“Reunimos e e ainda não temos uma resposta definitiva. O que nos foi transmitido é que ainda existem estudos a fazer, mas quer o governo quer as autarquias tem urgência em saber, apesar de compreender que o novo governo precisa de tempo para estudar o processo”, disse Nuno Canta.
O autarca socialista referiu que a deslocação das companhias lowcost para a base aérea número 6, no Montijo, pode ser importante para o concelho mas também para toda a região de Setúbal.
“Quisemos saber como estava a decorrer o processo e fico satisfeito por considerarem o Montijo como a solução mais eficiente e por estarem inclinados a continuar a avançar com o trabalho. Esta infraestrutura tem que ser pensada de forma clara, pois pode aumentar toda a competitividade da região”, defendeu o presidente da Câmara do Montijo.
Nuno Canta mostrou-se ainda satisfeito pela disponibilidade do ministro em o ter recebido.
“Já tinha solicitado muitas vezes reuniões ao anterior governo e tal não aconteceu, agora conseguimos reunir. Esperamos uma resolução do processo para breve”, concluiu o autarca do Montijo.

Ministro avalia Montijo 
O aeroporto da Portela atingiu em 2015 os 20 milhões de passageiros. O número, que já era esperado, vem assim dar força à necessidade de dar resposta ao aumento da capacidade em Lisboa. A base aérea do Montijo como aeroporto complementar tem sido a solução em cima da mesa. "Não se coloca em causa. Qualquer governo irá indicar esta solução", afirmou em Novembro do ano passado o presidente socialista da Câmara do Montijo, Nuno Canta. O autarca recordou as declarações públicas de António Costa há uns meses, enquanto secretário-geral do PS, que indicava a solução do Montijo como "óbvia" e a ser "aproveitada".
Já este mês, o governo admite estar a estudar a possibilidade de avançar para a solução Montijo como complemento ao aeroporto da Portela. A hipótese foi admitida pelo ministro do Equipamento e Infraestruturas, Pedro Marques.
“Este patamar coloca-nos um conjunto de desafios do ponto de vista da nossa capacidade de manter as infraestruturas competitivas”, afirmou Pedro Marques, lembrando que o Governo está a “estudar as soluções” com a ANA para que esta competitividade se mantenha “tanto em Lisboa como em Portugal”.
O aeroporto da Portela registou 20 milhões de passageiros em 2015, numa altura em que a capacidade prevista no contrato com a ANA é de apenas 22 milhões. O valor poderá ser atingido ainda este ano e obriga, por isso, a alternativas.
“O aeroporto tem capacidade, aliás os triggers [fatores que desencadeiam uma ação] não estão ainda atingidos. Mas é absolutamente verdade que o crescimento tem sido muito superior às previsões. Nesta fase o que me preocupa é pegar num trabalho que não estava completo e aprofundá-lo. E tem que ser feito. Há componentes operacionais, do ponto de vista da acessibilidade que tem de ser feito”, detalhou o ministro da Infraestrutura e Planeamento, que já foi vereador na Câmara de Montijo.
O anterior executivo chegou a preparar um memorando de entendimento relativo ao desenvolvimento do aeroporto no Montijo, mas as autarquias envolvidas (Lisboa e Montijo) acabaram por não assinar o documento antes das eleições.

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