Dá um Gosto ao ADN

Grupos rivais em confrontos no Pinhal Novo esta sexta-feira

Violência foi registada e divulgada nas redes sociais

Dois grupos de jovens rivais de influencers, com mais de 150 pessoas, envolveram-se em confrontos, esta sexta-feira, no Pinhal Novo. Não houve feridos mas terá havido muita confusão que resultou em lojas e escolas encerradas. O encontro terá sido marcado nas redes sociais. A GNR sabia de tudo e já se encontrava no local e foi obrigada a intervir duas vezes para interromper confrontos.
Grupos rivais criam pânico à porta da Estação 

O encontro foi marcado através das redes sociais e aconteceu perto da estação de comboios do Pinhal Novo. Juntou mais de 150 pessoas e terá obrigado escolas e lojas a encerrar no centro da vila. 
A discussão terá começado online, tendo os dois jovens combinado encontrar-se no Jardim da Praça da Independência para se confrontarem. Nas redes sociais é possível encontrar vídeos da quezília e até imagens com horários para a rixa.
O clima foi de confronto entre ambas as partes, de muita violência numa zona central de Pinhal Novo, onde há centenas de pessoas e dezenas de espaços comerciais. "O clima foi de medo, muito medo, de pânico", dizia uma moradora que, ainda disse, que "esta terra não está acostumada a estas batalhas campais". A intervenção imediata da GNR "evitou que o pior acontecesse", disse ainda a mesma moradora. 
Outra testemunha descreveu o episódio como “assustador”, com “miúdos que não tinham nada a ver” com a situação a serem agredidos no meio da confusão.
Ao jornal Público, a Guarda Nacional Republicana  não confirmou esta versão, mas o capitão Carlos Canatário adiantou ao mesmo jornal, que o posto do Pinhal Novo estava a par de um encontro “entre dois influencers” e de grupos que se iriam juntar na zona da estação, tendo mobilizado militares para controlar a situação. 
Mesmo com a presença da GNR, os grupos “entraram em desacatos”, obrigando a uma primeira intervenção para dispersar a multidão. Uns momentos mais tarde, foi necessária nova acção policial para cessar confrontos.
Os confrontos terão começado entre os dois elementos que combinaram o encontro, mas terão depois envolvido um grande número de jovens. Os incidentes foram interrompidos “sem resistência” à intervenção, não havendo registo de feridos nem detidos. Alguns jovens “foram identificados”, inclusive um dos dois que terão motivado o encontro. De acordo com a GNR o grupo dispersou “de vez” e já “não há qualquer confusão” no Pinhal Novo.
É possível ver nas imagens, divulgadas no Twitter por @arvoredefruto1.

Agência de Notícias 
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Ephemera aumenta capacidade com armazém no Barreiro

A luta de Pacheco Pereira pela memória continua

O Arquivo-Biblioteca Ephemera contará com um novo armazém, no Parque Empresarial do Barreiro, “vital” para aumentar a capacidade do projeto, mas ainda aguarda um novo enquadramento legal, disse o historiador José Pacheco Pereira. O Arquivo-Biblioteca Ephemera, fundado por aquele historiador, reparte-se entre a vila da Marmeleira (Rio Maior) e o Parque Empresarial da Baía do Tejo, no Barreiro, onde inaugurou um novo armazém, apto para estender a capacidade de acolhimento de documentação e acolher exposições e eventos. O espólio tem mais de 200 mil títulos, 25 mil periódicos e de mais de dez mil cartazes. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, atribuiu as insígnias de membro honorário da ordem de Mérito à Associação Cultural Ephemera, destacando que aquela entidade é "o triunfo de um coletivo".
Arquivo reúne o melhor da nossa memória 

Numa visita à imprensa, José Pacheco Pereira explicou que o alargamento do arquivo no Barreiro, agora com dois armazéns – e com hipótese de mais espaços no futuro -, permitirá uma especialização no trabalho de salvaguarda de doações de espólios, por exemplo de periódicos e cartazes, e a instalação de um laboratório de fotografia.
O arquivo, há várias décadas mantido e alimentado por José Pacheco Pereira, ganhou a designação oficial de Ephemera em 2009, e passou a ser gerido por uma associação cultural homónima, que conta atualmente com 300 associados e 150 voluntários em todo o país.
São estes voluntários que trabalham no acolhimento, identificação e tratamento de milhares de documentos e objetos que chegam “a uma rede muito fina” de pontos de recolha espalhados pelo país – e também em Angola e Luxemburgo.
Atualmente, o Ephemera conta com seis quilómetros lineares de documentos, com mais de 200 mil títulos de livros e brochuras, milhares de periódicos, fotografias, discos, panfletos e cartazes e objetos que testemunham a história contemporânea, sobretudo portuguesa.
São fruto, em grande parte, de doações de particulares, anónimos, figuras públicas e entidades.
É no Barreiro que um grupo de voluntários faz a triagem e inicia o processo arquivístico de tudo o que lhes chega às mãos – seja de uma simples pasta com papéis seja o recheio de um camião TIR: “Qualquer coisa que entra está salva”, garantiu José Pacheco Pereira.

Um arquivo cheio de "memória nacional" 
Entre caixas empilhadas, mesas de trabalho e estantes estão, por exemplo, doações de espólios dos políticos Francisco Sá Carneiro e João Soares, do realizador José Fonseca e Costa ou da antiga revista Mundo da Canção, doada por Avelino Tavares.
É durante a visita à imprensa – com as portas do armazém escancaradas – que Pacheco Pereira interrompe as explicações e exclama “Estão a chegar materiais!”, a propósito da entrada de um voluntário empunhando um cartaz, recolhido na manifestação que aconteceu na quinta-feira, em frente à Assembleia da República, por causa da eutanásia.
Uma pequena amostra da variedade do arquivo Ephemera estará exposta ao público no sábado, por ocasião da inauguração do Armazém 2, com a revelação de algumas doações recentes.
Entre elas está uma doação da Associação 25 de Abril e outra de uma mulher que documentou a deterioração física, por causa de problemas de saúde e onde registou expressamente um pedido de morte assistida. “Quero morrer antes de ficar cega”, lê-se nos papéis doados.
“Não é possível fazer a história contemporânea portuguesa sem vir aqui”, sublinhou Pacheco Pereira, embora admita que haja ainda desconfiança por parte de investigadores e académicos, porque o trabalho no Ephemera ainda é amador.
São seguidas as práticas mínimas arquivísticas e de conservação dos documentos doados, há um “embrião de departamento editorial”, e o historiador diz que a associação está aberta e disponível para avançar com mais protocolos de colaboração com entidades.
O que José Pacheco Pereira aguarda há vários anos é um enquadramento legal para potenciar o trabalho do arquivo. “Queremos um enquadramento legal que combine a solidez patrimonial das fundações – tudo o que é privado passará para essa fundação -, com a flexibilidade das associações culturais sem fins lucrativos, para podermos usar o trabalho dos voluntários”, disse.

Presidente distingue Associação com Ordem do Mérito
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, atribuiu as insígnias de membro honorário da ordem de Mérito à Associação Cultural Ephemera, destacando que aquela entidade é "o triunfo de um coletivo".
O anúncio foi feito pelo chefe de Estado durante a cerimónia de encerramento das comemorações dos 10 anos da Associação Cultural Ephemera, que decorreu no Barreiro.
Marcelo Rebelo de Sousa entregou a condecoração a José Pacheco Pereira, mas assinalou que esta organização e o seu trabalho é "o triunfo de um coletivo" que está a ajudar a "construir Portugal".
De acordo com o `site` da Presidência da República, a Ordem do Mérito "destina-se a galardoar atos ou serviços meritórios praticados no exercício de quaisquer funções, públicas ou privadas, que revelem abnegação em favor da coletividade".
José Pacheco Pereira agradeceu "este reconhecimento do mérito" da associação que fundou e brincou, acrescentando, "sem nenhuma arrogância, que é merecido", não por sua causa, mas pelo esforço das pessoas que ajudam a que a Ephemera seja uma realidade.

Agência de Notícias com Lusa
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"Não há plano B ao Montijo" diz António Costa

50 anos depois ainda não se sabe onde será o novo aeroporto

Rui Rio falou aos jornalistas na Assembleia da República, sobre o Aeroporto do Montijo. Para o presidente do PSD, o partido "não é chamado" a esta questão: "O que é chamado aqui é o Governo e as câmaras municipais. O PSD não tem sequer nenhuma câmara municipal na zona, elas são todas do PS ou do PCP", começou por afirmar. Para Rui Rio, o Executivo "tem de fazer os esforços todos que estão ao seu alcance para, no quadro do cumprimento da lei, conseguir levar avante o projeto do aeroporto". O primeiro-ministro disse, esta quinta-feira, que "não há plano B ao Montijo", respondendo ao anúncio feito pelo PSD de que vai inviabilizar a alteração da lei que permitirá aprovar a construção do aeroporto no Montijo. "O país anda há mais de 50 anos a discutir a construção do novo aeroporto internacional de Lisboa. Tudo se discute e depois se chega ao momento de fazer reabre-se outra vez a discussão. Isso não pode ser", disse António Costa.  
Costa não tem plano B para chumbo do Montijo 

Rio aproveitou também para discordar do Executivo de Costa acerca da construção da infraestrutura. "Também ouvi o Governo dizer que se não houver aeroporto não é drama nenhum. Eu, por acaso, não concordo. Acho que o aeroporto já está esgotado há tanto tempo que, para a economia nacional, será um drama se assim for", frisou o líder da oposição.
Para Rui Rio, o Governo "tem de fazer os esforços todos que estão ao seu alcance para, no quadro do cumprimento da lei, conseguir levar avante o projeto do aeroporto". "Estamos a falar do Montijo mas, se amanhã, em vez de Montijo quiser um plano B, há-de ter também câmaras em torno dessa localização que vão ter o mesmo poder que as câmaras atuais".
Deste modo, considera o líder do PSD, "o caminho que está à frente do Governo é o diálogo com as câmaras municipais": "Não vejo outro caminho. uma dada câmara está contra porquê? tem de haver uma razão. Então, pegar nessa razão e ultrapassar essa razão".
Para o seu partido ser 'chamado' à conversa, "é preciso que o Governo altere o decreto-lei de um outro governo do PS" e que "um grupo parlamentar chame aqui ao plenário para reprovar esse decreto-lei".
"Tudo leva a crer que o partido comunista o fará. O PSD será chamado a votar nessa circunstância, se acontecer. Mas é preciso uma ação do Governo, outra que se prevê do PCP, e em terceiro lugar é que virão os outros grupos parlamentares em que esta incluído o PSD que poderá votar a favor, contra ou abster-se. E aquilo que eu acabei de dizer é contra, mas é preciso que isso tudo aconteça", concluiu Rui Rio.

O país tem que ter consensos políticos alargados
Recorde-se que, esta quinta-feira, António Costa, desvalorizou a possível inviabilização do projeto por parte do PSD. "O país anda há mais de 50 anos a discutir a construção do novo aeroporto internacional de Lisboa."
O líder do Governo explicou que foram feitos os estudos que demonstravam a viabilidade ambiental da solução Montijo, foram ouvidos todos os partidos sobre essa matéria, "alguns sempre disseram que eram contra a localização no Montijo, como o PCP, que defendia Alcochete. O caso do PSD foi diferente e até disse que andávamos a perder tempo em executar uma decisão que tinha sido tomada pelo governo deles. Ainda hoje está lá no Montijo um cartaz do PSD a dizer 'Montijo Já'".
Costa ataca assim o principal partido da oposição: "Dizer Montijo sim, mas não vamos alterar uma lei que permita um só município inviabilizar uma estrutura que é de alcance nacional é algo em que temos que meditar. Nós estamos em diálogo com os municípios todos, designadamente com o da Moita e do Seixal queremos saber qual é o ponto de vista deles", afirmou.
Não podemos estar sempre a mudar. Aceitamos as decisões tomadas pelo governo anterior, tendo em vista a localização do novo aeroporto no Montijo
Segundo o primeiro-ministro, o país anda há mais de 50 anos a discutir a localização de um novo aeroporto internacional de Lisboa. "Eu defendi, ainda quando era candidato a primeiro-ministro, que em matéria de grandes obras públicas o país tem que ter consensos políticos alargados porque não pode estar a mudar de decisão de governo para governo. Um governo faz TGV outro Governo não faz TGV. Um governo faz o aeroporto na Ota o outro faz em Alcochete. Não podemos estar sempre a mudar. Por isso, com toda a humildade, aceitamos as decisões tomadas pelo governo anterior, tendo em vista a localização do novo aeroporto no Montijo", acrescentou.
Por isso, defende que preciso que "haja corresponsabilidade da parte de toda a gente" e lembrou que o PS tinha preferido, já há 10 anos, a solução Alcochete, "mas acontece que passaram 10 anos e entretanto foram tomadas um conjunto de decisões que comprometeram essa solução, o movimento do aeroporto cresceu mais do que aquilo que se pensava, foi feita uma privatização que permitiria financiar o aeroporto e que agora já não permite financiar o aeroporto que agora só pode ser financiado nos termos da concessão".
O líder o governo considera que temos que nos adaptar às novas circunstâncias "e as novas circunstâncias são aquelas que têm sido estabilizadas".
"Fico muito impressionado quando tudo se discute e depois se chega ao momento de fazer reabre-se outra vez a discussão. Isso não pode ser. A decisão Montijo tem vindo a ser consolidada e está generalizadamente pacífica ao longo dos últimos anos, as dúvidas suscitadas tinham a ver com o impacto ambiental que foi feito, sinalizou quais são as medidas de compensação e as restrições e portanto hoje a ANA tem de cumprir essas indicações para realizar a obra, toda agente sabe que é uma obra cada dia mais urgente", concluiu António Costa.

Agência de Notícias
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Urgência pediatrica de Almada preocupa médicos

Faltam 15 médicos para fazer medicina geral a jovens no Garcia de Orta

A Federação Nacional dos Médicos acusou o Governo de falta de vontade em resolver a situação do Hospital Garcia de Orta, sublinhando que a unidade necessita de mais 15 médicos para fazer medicina geral a jovens. O vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos, João Proença foi ouvido na Assembleia da República numa audição requerida pelo PCP sobre o encerramento das urgências pediátricas no período noturno do Hospital Garcia de Orta, em Almada. Desde Novembro que a urgência pediátrica deste hospital do distrito de Setúbal tem encerrado diariamente no período noturno, entre as oito da noite as oito da manhã, devido à falta de especialistas para assegurar a escala. Na semana passada a administração do hospital garantiu que a urgência pediátrica pode reabrir progressivamente, "se tudo correr bem", a partir de Abril.
Falta de médicos preocupa Almada 

João Proença explicou que o problema é de "gestão de recursos humanos", lembrando que os médicos mais novos têm tendência a sair por causa da situação contratual, que não os favorece.
"Para contratar pessoas tem de se cativar com boa liderança, com bons contratos", salientou, acrescentado que "o hospital precisa de ter pelo menos mais 15 pessoas para fazer medicina geral a jovens e não duas".
Em Janeiro, o Ministério da Saúde anunciou que vai avançar com a contratação direta de cinco pediatras para o Garcia de Orta.
O também vice-presidente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul afirmou ainda que "é bom tomar medidas que resolvam o problema".
Recordando uma reunião com o secretário de Estado da Saúde, António Sales, o dirigente considerou que há "falta de vontade" do Governo, acusando o executivo de "deselegância".
João Proença deixou também críticas ao critério de seleção das administrações, argumentando que desde os anos 90 tem havido "tráfico de influências e as pessoas não são nomeadas por mérito".
"Não é atrativo quando não há projeto para a liderança. (...) trazem uma pessoa de fora (...)", afirmou, sugerindo a realização de eleições para os órgãos técnicos.
"Transformou-se numa confusão e numa conflitualidade interna. As crianças de Almada e do Seixal tem o direito de ter cuidados como as de Lisboa. Não há vida no serviço de pediatria"
Na semana passada, o presidente do Conselho de Administração do Hospital Garcia de Orta, Luís Manuel Martins Amaro, informou que as urgências pediátricas noturnas do hospital, encerradas desde Novembro por falta de médicos, podem reabrir progressivamente, "se tudo correr bem", a partir de Abril.
O dirigente foi ouvido na Comissão de Saúde, no parlamento, numa audição requerida pelo PSD, "a propósito da degradação das condições de funcionamento dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS)", e pelo PCP, que quis questionar "sobre o encerramento das urgências pediátricas no período noturno do Hospital Garcia de Orta".
Luís Amaro salientou, na ocasião, que a anterior administração e a atual têm tentado contornar a falta de médicos pediatras desde 2016, uma situação que levou à necessidade de encerramento das urgências pediátricas duramente o período noturno e aos fins de semana em Novembro de 2019.

Agência de Notícias 
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Sessões ajudam a entender coronavírus em Setúbal

Médicas explicam dúvidas e mitos do vírus da China 

Dúvidas e mitos sobre o coronavírus Covid-1 [o coronavírus] foram desmistificados, ao longo desta quinta-feira em sessões ininterruptas de esclarecimento à população a decorrer no auditório do Mercado do Livramento, em Setúbal. O que são os coronavírus?, Como se transmite o Covid-19 e quais os cuidados a ter?, Como agir perante um caso suspeito?, É seguro receber uma carta ou uma encomenda proveniente da China?, são algumas das questões que encontraram resposta nas sessões promovidas pela Comissão Municipal de Proteção Civil  de Setúbal. 
Sessões de esclarecimento decorreram todo o dia 

Valentyna Lutsiv e Joana China, médicas da Unidade de Saúde Pública de Setúbal, dinamizam as ações na parte da manhã e fornecem um conjunto de informações sobre o Covid-19, as quais visam, sobretudo, desmistificar as dúvidas mais frequentes sobre o novo coronavírus.
Depois de explicar que os coronavírus são um grupo de vírus que podem causar infeções, sobretudo associadas ao sistema respiratório, e que se transmitem por via respiratória e contacto direto com secreções infetadas, Valentyna Lutsiv explicou em que circunstâncias se identificam casos suspeitos.
“Se a pessoa tem uma infeção respiratória aguda, uma história de viagem para áreas com transmissão comunitária ativa nos 14 dias antes do início dos sintomas ou esteve em contacto com um caso confirmado de Covid-19 é considerada um caso suspeito”.
Assim, quem regressou recentemente de países como Itália, China, Coreia do Sul, Singapura, Japão ou Irão e tiver sintomas como tosse, febre e dificuldades respiratórias deve ligar para o número da Linha Saúde 24 – 800 24 24 24 – e seguir as orientações indicadas.
“É importante que as pessoas saibam que não devem correr de imediato para o hospital ou o centro de saúde. Devem ficar em casa e ligar para a Linha Saúde 24, seguir as indicações e aguardar pelo encaminhamento médico da situação”.
Numa altura em que facilmente se cai no alarmismo e na transmissão de informações incorretas, Valentyna Lutsiv desmistifica também algumas das dúvidas mais frequentes sobre o novo coronavírus.
“É seguro receber uma carta ou encomenda da China, porque o vírus sobrevive poucas horas nas superfícies”.
De salientar, igualmente, que o vírus afeta pessoas de todas as idades, mas os grupos de maior risco incidem nas pessoas com mais de 65 anos e com doenças crónicas.
A iniciativa, promovida pela Comissão Municipal de Proteção Civil, através do Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros, no âmbito do programa “Setúbal Resiliência+ Os Dias da Segurança”, prossegue até às 23h00 e conta ainda com a participação de profissionais de saúde do Centro Hospitalar de Setúbal.

Proteção Civil homenageia mulheres 
Também no âmbito do “Setúbal Resiliência+ Os Dias da Segurança” foi inaugurada na manhã de dia 27, no primeiro piso do Mercado do Livramento, a exposição “As Mulheres na Proteção Civil – Retratos de Homenagem”, que reúne mais de três dezenas de fotografias captadas pela lente de Maria Isabel Silva, membro da Vost Portugal.
A mostra, patente até dia 27 de Março, é uma homenagem às mulheres que trabalham em várias profissões da Proteção Civil e faz parte de uma exposição maior, com 68 imagens, intitulada “Valentes”, que será inaugurada no dia 8 no Quartel do Carmo, em Lisboa.
“Comecei a fotografar estas mulheres há cerca de um ano, de norte a sul do país, incluindo em Setúbal, em várias entidades de Proteção Civil, que me receberam com grande generosidade”, relata Maria Isabel Silva.
A inauguração da exposição contou com a presença da vereadora Carla Guerreiro, que agradeceu à fotógrafa ter trazido para Setúbal uma exposição que “homenageia mulheres valentes”.
O programa completo do “Setúbal Resiliência+ Os Dias da Segurança” pode ser consultado aqui.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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Lei "estúpida" pode bloquear o novo aeroporto no Montijo

Lei "desajustada e desproporcional", mas sem maioria vai manter-se e a obra cair por terra 

Se o Governo estava a contar com o PSD para conseguir mudar a lei que faz depender a autorização legal ao aeroporto complementar do Montijo do parecer favorável, vinculativo, de todos os municípios afetados, isso não deverá acontecer. Pelo menos a avaliar pela posição assumida esta quarta-feira, por um dos vice-presidentes do partido. O ministro Pedro Nuno Santos defende que a lei que permite aos municípios vetar a construção do aeroporto do Montijo é “desajustada e desproporcional”. Mas admite que sem maioria, nada feito. "Respeitamos a decisão da Assembleia da República. Não nos peçam é para não fazermos de conta que um novo revés não terá um impacto no país e na região", declarou Pedro Nuno Santos. E assim, sem apoio parlamentar, a construção do novo aeroporto no Montijo pode ser suspensa porque as câmaras da Moita, Seixal, Palmela, Sesimbra e Setúbal não aprovam a infraestrutura. No Parlamento, PCP, BE, PAN e Os Verdes também estão contra a proposta. 
Novo aeroporto pode ficar só em projeto 

O vice-presidente social-democrata, Salvador Malheiro, concretizou a garantia dada esta manhã por outro vice, David Justino, assegurando que o PSD não vai alterar a lei para tornar possível a construção de um novo aeroporto no Montijo. Malheiro acusa PS de não procurar o interesse nacional mas "procurar esconder uma série de incompetências e irresponsabilidades sucessivas do atual e anterior Governo".
O Governo não poderá contar com o PSD para mudar a lei de modo a viabilizar a construção de um novo aeroporto no Montijo, confirmou ao final da tarde desta quarta-feira, 26 de Fevereiro, o vice-presidente social-democrata Salvador Malheiro. Em conferência de imprensa, o também presidente da câmara de Ovar sustenta a rejeição sustentando que "uma lei deve ser geral e abstrata" ao invés de servir "para solucionar um problema concreto e avulso" e acusa o Executivo socialista de "procurar esconder uma série de incompetências e irresponsabilidades sucessivas do atual e anterior Governo".
Esta declaração foi uma espécie de formalização da rejeição já indicada por outro vice-presidente do PSD, David Justino, que hoje, no programa "Almoços Grátis", da TSF, defendeu que mudar a legislação seria como dar um "pontapé no princípio do Estado de Direito". "A lei é estúpida? É, mas é a lei", declarou.

Decisão terá impactos negativos para o país e para a região 
A posição do PSD surge depois de Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas, ter defendido a alteração do quadro legal por forma a garantir que um conjunto de municípios em torno do Montijo, entre os quais o Seixal, Moita e Palmela possam impedir a construção do aeroporto com base numa lei que considera "desajustada e desproporcional". 
Conforme apontou Pedro Nuno Santos, mesmo que a opção fosse Alcochete, não havia a garantia de que os municípios não vetassem a construção da infraestrutura. Durante a sua intervenção, o líder do Ministério das Infraestruturas lembrou que o processo formal de licenciamento ainda não teve início, o que só poderá acontecer após o pedido ser entregue à Autoridade Nacional de Aviação Civil.
Justificando a escolha do Montijo como aeroporto complementar, Pedro Nuno Santos notou que esta opção dá continuidade ao trabalho do anterior governo, uma vez que o país não pode “estar sistematicamente a reequacionar localizações”. Por outro lado, esta escolha “é a que oferece mais rapidez na sua concretização”, sem custos para o erário público, acrescentou.
"Entendemos que a lei está errada e que deve ser alterada e adequada ao que está em causa. E respeitamos a decisão da Assembleia da República. Não nos peçam é para não fazermos de conta que um novo revés não terá um impacto no país", declarou Pedro Nuno Santos, esta quarta-feira, durante um debate no Parlamento, embora garantindo não haver "drama" se a obra não avançar.
“O Partido Socialista tem consciência de que não tem maioria absoluta. E será sempre com normalidade e humildade democrática que aceitaremos a decisão da maioria representada no parlamento”, sublinhou.

Governo devia ter Plano 'B' diz o PSD
"Nos últimos anos este Governo procurou eliminar todas as soluções alternativas ao Montijo, chegando mesmo a afirmar que não havia 'plano B' antes do estudo de impacte ambiental", começou por referir Malheiro antes de notar que, assim, o Governo acabou por "condicionar" a discussão pública daquela avaliação.
De seguida, o vice de Rui Rio lembrou que a lei em causa foi desenhada por um Governo do PS e lamentou que tanto o atual como o anterior Executivo não tenham dialogado, ao longo dos últimos quatro anos, com todas as autarquias interessadas e outras organizações. Criticou ainda ao elenco governativo chefiado por António Costa de ter assinado, "com pompa e circunstância", um memorando de entendimento para conceder a concessão do novo aeroporto à ANA "sem ter feito o trabalho de casa, como agora se verifica".
Prosseguindo com a longa lista de críticas, Salvador Malheiro recordou ainda que o antecessor de Pedro Nuno no Ministério das Infraestruturas, Pedro Marques, não colocou o projeto do aeroporto no Montijo no programa nacional de investimentos 2030.
"Chegando-se à fase de licenciamento por parte da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) constata-se que a ANA não requereu o licenciamento, mas pior, esse mesmo licenciamento não é possível porque há municípios que não se terão pronunciado de forma favorável", acrescentou, para concluir que "o PSD não está disponível para alterar o atual pacote legislativo neste contexto, onde é mais do que notório a alteração de uma lei, que deve ser geral e abstrata, para solucionar um problema concreto e avulso".
"Para o PS, o que está em causa não é o interesse nacional neste caso concreto, mas procurar esconder uma série de incompetências e irresponsabilidades sucessivas do atual e anterior Governo", disse ainda aquele que é um dos homens mais próximos do presidente do partido, Rui Rio.

Governo tem soluções e deve dialogar com as câmaras
Salvador Malheiro fez também questão de alinhar com David Justino ao considerar que uma mudança à lei seria um "ataque ao Estado de Direito" e de colocar o ónus no PS e no Governo. "A responsabilidade é do Governo, que tem de cumprir a lei e não dos outros partidos, o PSD, o CDS-PP, o Bloco de Esquerda, o PCP, que não têm obrigação de estar disponíveis para alterar leis por conveniência ao PS".
Antes de terminar a intervenção, o membro da Comissão Política do PSD assegurou que o Governo "tem outras soluções" ao dispor, "desde logo a possibilidade de dialogar, de forma construtiva, com as câmaras municipais em causa". Ou seja com os autarcas comunistas do distrito de Setúbal, que gerem as autarquias da Moita, Seixal, Palmela, Sesimbra e Setúbal, todas contra a obra. Montijo, Barreiro, Alcochete e Amada [Câmaras do PS] aprovam o aeroporto do Montijo.

Agência de Notícias 
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APA chumba terminal de contentores do Barreiro

Agência Portuguesa do Ambiente aponta riscos ambientais “muito significativos para ecossistemas”


Ponto final num dos capítulos mais mediáticos do panorama portuário nacional: o terminal do Barreiro não o chegará a ser. Quem o diz é mesmo a Agência Portuguesa do Ambiente que chumbou o projeto, previsto para os terrenos industriais da Baía do Tejo, por apresentar riscos ambientais "muito significativos para os ecossistemas". Entre as principais alegações da Declaração de Impacte de Ambiental está o volume total de dragados com contaminação Classe 4, o segundo mais grave. O volume de dragagens foi também determinante para o desfecho deste projeto. O parecer final foi publicado com “indeferimento” para o pedido de licenciamento da obra, “por não estarem garantidos os requisitos definidos na legislação específica aplicável”. O Terminal do Barreiro foi sempre um dossier controverso entre os grandes investidores logísticos, muito devido à pertinência da sua utilidade. Segundo Frederico Rosa, presidente da Câmara do Barreiro, a criação do Terminal permitiria a "fixação de empresas e emprego".
Terminal não fica no Barreiro 

O sonhado Terminal Logístico de Contentores do Barreiro, previsto para os terrenos industriais da Baía do Tejo, foi reprovado em definitivo pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Assim, o multi-forme processo do novo terminal no Barreiro chega ao fim: de Terminal de Contentores do Barreiro na sua ideia original, passando depois para uma solução multi-purpose e multimodal, o projecto cai agora por terra. Segundo a Avaliação de Impacte Ambiental, o projeto choca de frente com as directrizes plasmadas no Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa: os impactes vão de "significativos a muito significativos" de acordo com o regime jurídico da Reserva Ecológica Nacional, como relata o jornal Diário da Região.
Os efeitos nocivos das dragagens foram considerados significativos, uma vez que os volumes de sedimentos a serem removidos durante o processo seriam bastante elevados, tanto na fase de construção como na posterior fase de manutenção – recorde-se que, ao todo, seriam extraídos perto de 30 milhões de metros cúbicos de areias (lodosas, lodos e lodos arenosos): cerca de 25 na fase de construção e 2,4 na de manutenção.
Aliado aos perigos suscitados pelo processo de dragagens, a própria tipologia dos sedimentos a serem dragados (classe 4 de contaminados) foi um obstáculo à avaliação positiva do projecto: quase 500 mil metros cúbicos enquadravam-se nesta categoria, sendo relevante a presença "mercúrio, arsénio, zinco, cobre, chumbo e compostos orgânicos", aponta o documento. A Declaração de Impacte de Ambiental alude ainda ao facto de alguma bibliografia científica fazer menção à existência a sedimentos de Classe 5 (muito contaminados) na zona, que, simplesmente, "não podem ser dragados".
Como também atesta o jornal, também a imersão de sedimentos de Classe 3 no vazadouro ao largo da Barra do Porto de Lisboa travou a obra: o vazadouro em questão possui uma capacidade para imersão máxima de 30 mil metros cúbicos, bastante excedida pela deposição dos 97 mil metros cúbicos previstos no projeto. Ademais, frisa a APA, o elevado volume de elementos dragados acarretaria um risco significativo no estado da massa de água afetada, "com possíveis repercussões para as massas de água adjacentes", que colocariam em xeque o cumprimento dos objetivos da Directiva Quadro da Água e da Lei da Água, já que o estado ecológico e químico das massas de água poderiam ser negativamente alterados.

Projeto foi aposta "forte" do Governo anterior
Na fase inicial, o projecto contemplava uma infra-estrutura direcionada para carga contentorizada – a avaliação de impacto ambiental de um primeiro projecto chegou mesmo a estar nas mãos da APA no primeiro trimestre de 2018, mas o processo foi interrompido depois da Câmara do Barreiro se ter mostrado contra a localização prevista. O projeto entrou então numa fase de reconfiguração física, que levou a uma nova localização mas também a um redimensionamento do terminal e até a mudanças a nível de operacionalidade.
Em Março de 2018, Ana Paula Vitorino, então Ministra do Mar, confirmou que se decidiu "deixar de ser terminal só de contentores para ser um terminal multi-usos", podendo assim movimentar carga contentorizada mas também graneis sólidos e carga ro-ro. Mais tarde, já no decorrer do segundo semestre de 2019, a governante revelava que o projecto se encontrava em fase de "revisão", na sua "profundidade e dimensão", uma vez que as autoridades ambientais haviam considerado que o projeto, tal como estava, tinha danos para a qualidade da água junto ao Barreiro.
O futuro Terminal do Barreiro (após reconfiguração da localização inicial) era tido como um projeto positivo para o autarca Frederico Rosa – em declarações prestadas em Novembro de 2018, o presidente da Câmara do Barreiro abordou o projeto do novo terminal na localidade e as suas potencialidades económicas aquando de uma visita ao parque empresarial do Barreiro (na companhia do então Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins). Para o autarca, o novo terminal do Barreiro seria "bem acomodado na zona industrial".
Segundo Frederico Rosa, a criação do Terminal do Barreiro permitiria a "fixação de empresas e emprego", sanado que estava, à data, o constrangimento da inicial localização: "Inicialmente tapava-nos a vista sobre Lisboa e isso para nós era inaceitável e conseguimos nesta consulta pública acomodar o terminal na zona industrial, compatibilizando-o também com a terceira travessia sobre o Tejo", explicava Frederico Rosa à Lusa, decorria o mês de Novembro de 2018. Dois anos depois o autarca garantia, perante a indefinição do projeto, que não ia "ficar eternamente à espera do terminal para resolver o Barreiro" e que este "ou era feito agora e de uma vez por todas, ou ficava arrumado". 
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PS acusa autarcas do PCP de impedir aeroporto do Montijo

Comunistas são "força de bloqueio" ao desenvolvimento do distrito de Setúbal dizem os socialistas

O PS de Setúbal, liderado pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, acusa os autarcas do PCP de serem "forças de bloqueio ao desenvolvimento" por tentarem travar a construção do aeroporto do Montijo. "Seria absurdo - e mesmo desproporcional - que um só município pudesse bloquear o investimento mais importante do século na península de Setúbal a propósito de um expediente legal quanto à certificação de um aeroporto", argumenta a federação socialista de Setúbal num comunicado no dia em que esta questão volta a ser debatida no parlamento. Em causa está a posição dos presidentes das câmara da Moita e do Seixal, contra a construção do aeroporto do Montijo, numa altura em que a lei prevê que a obra só possa avançar se reunir o parecer favorável de todos os municípios afetados. Setúbal, Sesimbra e Palmela também são contra a obra. 
PS acusa comunistas de impedir desenvolvimento 

Esta posição de Rui Garcia, presidente da Câmara da Moita, levou o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, a admitir rever a lei, para impedir que uma única autarquia trave a construção do aeroporto complementar de Lisboa.
"Impõe-se, pois, denunciar a atitude dos autarcas do PCP na Península de Setúbal que pretendem conservar o poder que ainda lhes resta nas autarquias da Península de Setúbal com a mesma receita de sempre: opor-se a todo e qualquer desenvolvimento, lançar campanhas de desinformação e manipulação da opinião pública e utilizar e manipular supostas comissões de utentes para servir o seu interesse de imobilismo e de obediência cega às orientações do seu diretório partidário", salientam os socialistas.
O PS de Setúbal, cujo presidente é António Mendonça Mendes (atual secretário de Estado dos Assuntos Fiscais), considera que a ação do PCP naquela península "é bem conhecida de todos como tendo como único propósito a conservação do seu poder autárquico".
"Os autarcas do PCP na Península de Setúbal assumiram-se ao longo das últimas décadas como forças de bloqueio ao desenvolvimento desta região", acusam os socialistas, sustentando que ao longo de décadas os comunistas da região governaram tendo "sempre por princípio opor-se a qualquer movimento transformador do território, numa postura de confrontação com a administração central e sempre utilizando as populações como arma de arremesso contra os diferentes governos centrais".
Para o PS de Setúbal, "a decisão da estrutura política do PCP de bloquear o projeto do novo Aeroporto Complementar do Montijo é absolutamente inaceitável".
"O PCP quer usar o quadro legal de certificação dos aeroportos para travar na secretaria o que os estudos técnicos garantem: A localização da infraestrutura aeroportuária no Montijo é a decisão que tecnicamente é mais viável para a expansão do Aeroporto Internacional de Lisboa", acusa.
Na opinião dos socialistas, "o que os autarcas do PCP pretendem, na realidade, é continuar a utilizar o poder autárquico que lhes resta na Península de Setúbal como jogo político para servir os seus interesses partidários".
"Bloquear na 25.ª hora a decisão de localização no Montijo da expansão do Aeroporto Internacional de Lisboa constitui uma gravíssima atitude dos autarcas do PCP, porque se traduz no desprezo pelo desenvolvimento deste território e das suas gentes", alegam, recordando que o aeroporto do Montijo "é um investimento que diz respeito a todo o País e a esta região em particular, e não aos territórios de cada Município individualmente".
No comunicado, o PS de Setúbal considera o investimento do aeroporto do Montijo "absolutamente imprescindível" para o país, recorda que é "o maior de sempre" naquela península e aponta o parecer favorável da Agência Portuguesa do Ambiente e as 160 medidas de mitigação do impacto ambiental.

Moita prefere campo de tiro de Alcochete
O presidente da Câmara da Moita, Rui Garcia, esteve em direto no pograma informativo da RTP, Bom Dia Portugal. O autarca defende que os municípios devem ter uma palavra a dizer e que deviam ter sido ouvidos desde o início do processo relativo à construção do novo aeroporto na Base Aérea do Montijo. De referir que o Governo admite mudar a lei, aprovada em 2009, que refere a obrigatoriedade das autarquias afetadas aprovarem por unanimidade o projeto para que a Autoridade Nacional da Aviação Civil dê luz verde à construção.
A Câmara da Moita mantém o parecer negativo à construção do aeroporto, tendo em conta a saúde e a segurança das 35 mil pessoas afetadas no concelho, além dos impactos negativos a nível ambiental.
O autarca defendeu ainda a construção do aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete que “tem todos os efeitos positivos e não tem os efeitos negativos”.
“O que está em causa é o Governo admitir que deve bloquear a opinião e a participação dos municípios em matérias tão importantes para o seu território como esta. Isso não é aceitável”, realça o autarca.

Agência de Notícias com Lusa 
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Pinhal Novo realiza corso na terça-feira à tarde

Amigos de Baco continuam a festejar o Carnaval do povo 

Em Pinhal Novo, no concelho de Palmela, o Grupo Carnavalesco Amigos de Baco promove o já tradicional Corso Carnavalesco, que desfilará pelas ruas da vila no dia 25 de Fevereiro, a partir das 15 horas. O desfile contará com a participação de alguns carros alegóricos, do movimento associativo da freguesia, contando com a participação de várias centenas de figurantes. Para apoiar a realização do Corso Carnavalesco, o município de Palmela atribui um apoio financeiro de mil euros. "Folia, cor e muita diversão são alguns dos requisitos habituais desta iniciativa que, sendo já uma referência na região, mobiliza um elevado número de visitantes, participantes e associações da freguesia que se juntam e animam o desfile", diz a autarquia. A festa só acaba na quarta-feira com o enterro do Bacalhau, que em Pinhal Novo, se chama José Maria. Os bailes populares são outra animação no concelho. 
Carnaval sai à rua na terça-feira 

O Carnaval caramelo, em Pinhal Novo, é assim: uma festa imensamente popular, sem réis nem rainhas e os apoios são escassos para tamanha divulgação da vila, mas há sempre uma grande festa.
É o que garante os Amigos de Baco que organizam um desfile na terça-feira, onde não faltarão muitas beldades e matrafonas para coloriram e animaram o cortejo, que desfila no centro da vila. O movimento associativo reúne-se e faz a festa com muita sátira, muita alegria, dança e momentos de loucura no desfile "mais trapalhão". 
O cortejo mantém o percurso habitual: Avenida da Liberdade, Rua António Santos Jorge, Avenida Alexandre Herculano, Jardim José Maria dos Santos e regressam de onde partiram, aos Bombeiros.
E ainda há tempo para que na quarta-feira de cinzas se cumpra, como sempre, o enterro do bacalhau que na vila de Pinhal Novo se chama simplesmente José Maria, uma homenagem a um dos fundadores da vila.
Os dias de folia em Pinhal Novo que são vividos com a intensidade que os Amigos de Baco entendem e desde de 1992 (então um grupo de amigos da Tasca do Xico) organizam os desfiles e na quarta-feira de cinzas matam o bacalhau – que em Pinhal Novo se chama José Maria – lá para as tantas da noite no coração verde da vila: o Largo José Maria dos Santos.
Há enterro, ladainha, uma viúva a chorar a triste perda e, claro, um testamento que promete este ano distribuir muita “merda” e outras coisas parecidas aos ilustres da terra... no final ninguém levará a mal... enquanto o José Maria Bacalhau arde em lume brando.

Palmela e Quinta do Anjo a bailar... 
Em Palmela, as coletividades fazem a festa durante o fim-de-semana. De 22 a 24 de Fevereiro, a Sociedade Filarmónica Humanitária tem preparadas duas noites de festa, com concertos da Orquestra da Vila e animação a carga do DJ Pedro Monchique.
Há ainda, no sábado, um concurso de máscaras, e as pulseiras estão disponíveis no local e é possível marcar mesa junto da secretaria da colectividade.
Mais acima na vila, na Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”, além da marcação de mesas, existe também celebração. Além disso, dia 23, há matiné com um concurso de máscaras para os mais novos.
Na Quinta do Anjo, a Sociedade de Instrução Musical organiza dois bailes, a 22 e 24 de Fevereiro, com animação do Grupo de Baile Amigos da Casa e DJ Tó Patronilho.

Agência de Notícias 
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Carnaval desfila em Alhos Vedros, Moita e Arroteias

“O que queres ser quando fores grande?” é o tema do corso de Alhos Vedros 

“O que queres ser quando fores grande?” é o tema deste ano do Corso de Carnaval de Alhos Vedros que vai sair à rua nos dias 23 e 25 de Fevereiro, pelas 15 horas, enchendo as principais ruas da vila do concelho da Moita com muita cor, alegria e personagens animadas. O Corso de Carnaval, organizado pela Sociedade Filarmónica Recreio e União Alhosvedrense “A Velhinha”, com o apoio da Câmara da Moita, tem início na Praça da República. A 24 de Fevereiro, a partir das 21 horas, tem lugar o Desfile Noturno de Carnaval, na Avenida Teófilo Braga, na Moita, promovido pela Junta de Freguesia e com a participação de figurantes, passistas e bateria d' A Velhinha e da Escola de Samba Unidos do Clube das Arroteias, onde também há um desfile no sábado à noite. A entrada é gratuita. 
Corso volta a animar Alhos Vedros 

Carnaval é sinónimo de festa em Alhos Vedros e este ano não é exceção. Domingo, dia 23 de Fevereiro, e terça-feira, dia 25, as ruas da vila do concelho da Moita são animadas pelo habitual corso carnavalesco. 
Organizado pela Sociedade Filarmónica Recreio e União Alhosvedrense (SFRUA – “A Velhinha”), o corso tem como tema “O que queres ser quando fores grande?”, numa alusão às profissões que todos sonhavam, e os mais pequenos ainda sonham, ser em adultos, que vai sair à rua pelas 15 horas, enchendo as principais ruas da vila do concelho da Moita com muita cor, alegria e personagens animadas. 
A organização explica que “desde costureiras a militares”, o corso terá de tudo. Um dos carros tem como tema “sal e cortiça”, outro “vaidade”, que tem a ver com “cabeleireiras e outras profissões”, o terceiro “com um hotel” e o “carro da rainha do Carnaval será militar”.
Ao longo do corso, que nos dois dias arranca para as ruas de Alhos Vedros às três da tarde, existem muito mais profissões retratadas, numa alusão à temática escolhida.
Em termos de números, desfilam “entre 350 a 400 pessoas”, num trabalho, que, diz a a organização "começou em Agosto e foi todo feito pela prata da casa e anónimos com amor à camisola".
A rainha do Carnaval de Alhos Vedros, eleita em Janeiro, é Camila Rei. A primeira dama é Marta Almeida e a segunda é Cindy Almeida.
O Carnaval no concelho da Moita reparte-se entre os desfiles das escolas e o corso em Alhos Vedros, com entrada grátis. Mas este ano há mais. 
No dia 22 de Fevereiro, sábado, a partir das 21 horas, nas Arroteias, realiza-se o Desfile de Carnaval Noturno, organizado pela Escola de Samba Unidos do Clube das Arroteias, do Clube Recreativo Sport Chinquilho Arroteense.
A 24 de Fevereiro, segunda-feira, a partir das 21 horas, tem lugar o Desfile Noturno de Carnaval, na Avenida Teófilo Braga, na Moita, promovido pela Junta de Freguesia e com a participação de figurantes, passistas e bateria da SFRUA “A Velhinha” e da Escola de Samba Unidos do Clube das Arroteias. Motivos para não estar em casa. Todos os eventos são gratuitos.

Agência de Notícias 
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Mais de mil foliões desfilam no Carnaval de Sesimbra

Bom tempo no melhor Carnaval de praia do distrito de Setúbal 

Reza a história que o Carnaval são três dias, mas em Sesimbra dura uma semana inteira. Temos os desfiles de domingo e terça, [com seis escolas de samba e dois grupos de axé], cegadas, cavalhadas, os bailes, um grupo de Axé feminino que desfila no sábado, o desfile de palhaços na segunda e o enterro do Entrudo, na quarta-feira de cinzas. Os festejos do Carnaval são uma das tradições mais enraizadas na comunidade sesimbrense, que constrói, todos os anos, um dos mais populares e belos carnavais do país. Para além dos desfiles principais, à beira-mar, o corso de palhaços, as populares cegadas e os bailes marcam esta grande festa que atrai milhares de visitantes a esta vila piscatória. A autarquia espera 25 a 30 mil visitantes por dia, numa festa que tem 175 mil euros de orçamento. E o tempo promete ajudar na folia à beira-mar. 
Sesimbra volta a desfilar na Avenida 

O Carnaval de Sesimbra apresenta este ano várias novidades. O local dos desfiles, situado na Marginal da vila, vai ter baias e reforço de segurança para impedir o atravessamento de pessoas enquanto estão a passar as escolas.
Outra alteração prende-se com o fim dos copos de plástico descartáveis e a introdução de copos reutilizáveis, como começa a ser regra nos grandes eventos. Este ano há seis escolas de samba e dois grupos de axé que vão desfilar em Sesimbra no domingo e na terça-feira. No total deverão desfilar mais de mil pessoas.
As previsões meteorológicas apontam para tempo seco e temperaturas de 20 graus, pelo que milhares de pessoas deverão aproveitar o bom tempo para rumar à vila situada na península de Setúbal, que oferece o maior Carnaval de praia mais próximo da Grande Lisboa.
A autarquia espera 25 a 30 mil visitantes, por dia, no domingo, segunda e terça-feira, dias em que se realizam os desfiles das escolas de samba e o já tradicional cortejo dos palhaços. A Câmara de Sesimbra aumentou o orçamento para o Carnaval.
Segundo o presidente da câmara de Sesimbra houve um reforço de 25 mil euros na verba do Carnaval deste ano, para "um total de 150 a 175 mil euros". Francisco Jesus, presidente da autarquia, destaca que houve um aumento dos montantes atribuídos às escolas por passista e por carro alegórico.
O autarca diz ainda que há outras melhorias para fazer aumentar o orçamento, "nomeadamente, a colocação de baias e de mais seguranças, a instalação de uma ‘fan zone’ e também a iluminação da Fortaleza".

Samba no pé, axé, palhaços e cegadas 
Nos fins de semana de Janeiro, Escolas de Samba e os Grupos de Axe saem à rua, para os primeiros ensaios do ano em público. Os seus ritmos inconfundíveis, espalham-se por toda a vila de Sesimbra anunciando a chegada de um dos mais esperados momentos do ano: o Carnaval.
Nas sedes das associações, por esta altura, vive-se uma grande azáfama com os preparativos para os desfiles. Ensaios, construção de fantasias, decoração de viaturas e retoques nos fatos principais juntam centenas de voluntários de todas as idades, que dão todo o seu tempo livre à organização do Carnaval de Sesimbra, considerado um dos mais bonitos do país. A dedicação destas pessoas é, sem dúvida, um dos principais motivos para o sucesso desta grande festa.
Mas não é só nas Escolas de Samba e grupos de Axé que se vive o Carnaval. Nas escolas e jardins-de-infância da rede pública e particular professores, auxiliares e alunos trabalham há muito nos fatos que vão apresentar no desfile das escolas, que reúne centenas de crianças de todo o concelho. Outro dos momentos dedicados aos mais novos é o Concurso de Máscaras, que, de ano para ano, surpreende pela originalidade dos fatos e, talvez por isso, conta cada vez com mais participantes.
As Cegadas, costume centenário das zonas rurais que o concelho de Sesimbra continua a preservar, são já uma imagem de marca desta época. Este ano o grupo de cegantes de…já tem estudadas e ensaiadas as sátiras que vai apresentar em vários pontos do concelho.
Na quarta-feira de cinzas, [26 de Fevereiro], o famoso Enterro do Bacalhau, um cortejo bem-humorado que percorre as ruas da cidade. Este conta com a viúva e as amantes do falecido, estas, descobertas apenas no dia do funeral.
Naturalmente que o Carnaval de Sesimbra já não pode prescindir do corso de palhaços, na segunda-feira, que já foi considerado o maior do mundo, e já chegou a juntar perto de três mil mascarados. Nesta altura, muitos dos foliões já preparam as suas fantasias para sair à rua no grande dia.
Nos últimos anos, a freguesia da Quinta do Conde junta-se também à festa com o Desfile Trapalhão, que reúne centenas de mascarados de todas as idades, que trazem para a rua muita alegria e um sentido de humor bastante apurado.
O Carnaval de Sesimbra não fica completo sem os famosos bailes das coletividades, desde as semanas que antecedem o Carnaval, se reúnem mascarados para noites inesquecíveis de folia.

Programa Carnaval 2020
20 e 21 FEV
Desfile dos Estabelecimentos
de Educação e Ensino
dia 20 | qui | 10.30h
Avenida 1.º de Maio, Quinta do Conde
dia 21 | sex | 10.30h
Avenida da Liberdade, Largo 5 de Outubro
e Rua João da Luz, Sesimbra

22 FEV | sáb | 11h
Concurso Infantil de Fantasias
Fortaleza de Santiago, Sesimbra

22 a 29 FEV
Cegadas
dia 22 | sáb
14.30h | Fortaleza de Santiago, Sesimbra
17h | Rua do Comércio n.º 1, Aldeia do Meco
21.30h | Restaurante Retiro do Conde, Lagoa de Albufeira
dia 23 | dom
16h | Grupo Desportivo União de Azoia
Rua Serra da Arrábida, Pedreiras
17h | Pastelaria O Mel da Manhã, Zambujal de Baixo
21.30h | Restaurante Alfa, Sesimbra
dia 24 | seg
20.30h | Café Carioca, Aiana de Cima
21.30h | Café Baratinha, Caixas
dia 25 | ter
18h | Grupo Desportivo de Alfarim
dia 29 | sáb | 21.30h
Bilhete: 3 €
Destinatários: maiores de 6 anos
Cineteatro Municipal João Mota, Sesimbra

22 FEV | sáb | 15h
Desfile de Carnaval na Quinta do Conde
Largo da Feira Festa, Rua Sacadura Cabral, Avenida Principal e Largo do Mercado, Quinta do Conde
Org.: CM Sesimbra e JF Quinta do Conde

22 FEV | sáb | 16h
Desfile do Grupo Feminino
de Afro-Axé Tripa Mijona
Avenida 25 de Abril, Rua da Fortaleza
e Avenida dos Náufragos, Sesimbra

22 FEV | sáb | 22h
Trio Noite Fantasia
Avenida 25 de Abril, Rua da Fortaleza
e Avenida dos Náufragos, Sesimbra

23 e 25 FEV | dom e ter | 14h
Desfile das Escolas de Samba e Grupos de Axé
Avenida 25 de Abril, Rua da Fortaleza
e Avenida dos Náufragos, Sesimbra

24 FEV | seg | 15h

Cortejo de Fantasias de Palhaço
Praça da Califórnia, Avenida 25 de Abril,
Rua da Fortaleza e Largo da Marinha, Sesimbra

25 FEV | ter | 15h
Cavalhadas
Largo das Forças Armadas, Alfarim
Org.: GD Alfarim | Apoio: CM Sesimbra

26 FEV | qua | 21.30h
Enterro do Bacalhau
Largo 5 de Outubro, Rua Rainha D. Leonor, Rua Cândido dos Reis, Rua Joaquim Fernandes Marques, Rua Professor Dr. Fernandes Marques, Avenida dos Náufragos, Largo da Marinha (1.ª paragem), Rua da Fortaleza, Largo Bombaldes, Largo do Município (2.ª paragem), Rua da República e Largo José António Pereira (3.ª paragem), Sesimbra.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra 
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Carnaval do Montijo começa esta sexta-feira

Desfiles terão nove carros alegóricos e mais de 1300 participantes 

Até 25 de Fevereiro, a folia está de volta, num Carnaval que se diferencia pela autenticidade e envolvimento da população. Este ano, nos dias 23 (domingo) e 25 de Fevereiro (terça-feira), a partir das 15 horas, os Corsos de Carnaval vão contar com nove carros alegóricos e cerca de 1300 figurantes, provenientes de várias associações do concelho do Montijo, que irão desfilar num percurso pelo centro da cidade. O tema do Carnaval do Montijo, como habitualmente, é livre. “É isto que distingue o nosso Carnaval”, defende a Associação Somos Peixinho, entidade que este ano é responsável pela organização do evento. “Este Carnaval acaba por ser o mais português da região com a sua sátira política e social. Um evento popular, feito para as pessoas”, que em 2020 conta com o apoio de 60 mil euros por parte a Câmara Municipal. 
Carnaval vai ter mais participantes este ano

A folia, a diversão e a sátira voltam a ser os ingredientes principais do Carnaval do Montijo, que vai estar nas ruas do centro da cidade de 21 a 25 de Fevereiro. A entrada é livre. E a organização "espera por si para aquele que é o Carnaval mais genuíno da Margem Sul". 
Para 2020, o Carnaval do Montijo apresenta um pacote global de eventos de entretenimento, que se inicia na sexta-feira, dia 21 de Fevereiro, pelas 10 horas com o Desfile das Escolas, nas principais artérias da cidade, e que conta com a presença de duas mil crianças do Agrupamento de Escolas do Montijo e do Agrupamento de Escolas Poeta Joaquim Serra.
O Corso Carnavalesco vai sair à rua nas tardes de domingo, 23 de Fevereiro, e de terça-feira, 25 de Fevereiro, a partir das 15 horas, num percurso desde a Frente Ribeirinha, passando pela Avenida dos Pescadores e terminando na Praça da República, onde se realizará um Baile Popular.
Nas edições anteriores, "foram milhares de pessoas a marcar presença nas ruas da cidade para celebrar cada dia dos Corsos Carnavalescos. É como nenhum outro na região e, com orgulho, um Carnaval de feições populares, sem muita exuberância e luxúria, mas com muita alegria e folia, num verdadeiro espetáculo animado por diversos carros alegóricos e com a participação de mais de 1300 foliões de mais de 30 clubes, associações e tertúlias da cidade e do concelho do Montijo", diz a organização.
Entre os temas possíveis a Somos Peixinho deixa no ar que, “possivelmente”, a oportunidade de “retratar o aeroporto de outra forma não vai ser deixada em branco” e o que o presidente da Câmara Municipal, assim como o presidente da Junta de Freguesia do Montijo, vão fazer parte dos personagens que integram um desfile.
“Este ano o Carnaval do Montijo recebe mais 200 participantes e mais dois carros alegóricos”. Um acréscimo que a organização caracteriza "como excelente resultado da abertura à participação de associações, fincado, pela primeira vez na história deste Carnaval, todas as freguesias representadas". 
Ao longo dos cinco dias de festa, também, em várias associações da cidade e do concelho decorrem bailes de Carnaval.
O Carnaval do Montijo é organizado pela Associação Somos Peixinho, Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro, Motoclube do Montijo, Clube Desportivo Cultural e Recreativo “Os Unidos”, A Quadrada ACD, A Baixa do Montijo ConVida, ANAU-Associação Náutica Montijense e o Grupo "Os Comilões”, com o apoio da Câmara Municipal do Montijo e da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro.

Carnaval do Montijo 2020 é Ecoevento
E se brincar ao Carnaval é essencial, não menos importante é brincar respeitando o meio ambiente: pela primeira vez o Carnaval do Montijo será um Ecoevento. A Junta da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, em parceria com a Amarsul e com o apoio voluntário de jovens de uma turma de 11º ano da Escola Secundária Jorge Peixinho, "vai implementar um sistema de recolha seletiva de embalagens durante o evento e sensibilizar os participantes e o público presente para boas práticas de prevenção, reutilização e reciclagem de resíduos", revela a autarquia do Montijo em comunicado.
Posteriormente, o material recolhido "será encaminhado para tratamento e valorização na Central de Triagem da Amarsul. Os desperdícios resultantes dos carros alegóricos serão, igualmente, recolhidos e encaminhados. Em função da quantidade entregue, parte da receita da reciclagem irá reverter para uma instituição ou projeto social da freguesia", explica o mesmo comunicado.

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Dez mil pastéis "foliões" vão "adoçar" Carnaval de Sines

Cidade convida a brincar ao Carnaval com dois mil foliões e muitos doces

Cerca de dez mil “foliões”, uma variedade de pastéis de nata, vão ser confecionados em Sines, no distrito de Setúbal, a partir de sábado, para serem degustados pela população e visitantes numa homenagem ao Carnaval da cidade. O pastel de nata “O Folião”, assim batizado numa alusão à “velha” mascote do Carnaval de Sines, foi criado em 2014, por uma pastelaria local, para “adoçar” a festa mais tradicional desta cidade do litoral alentejano. Serão confecionados perto de 2.500 "foliões" por dia e vão ser oferecidos "aos clientes e a todos os mascarados e vendidos, com um desconto de 50 por cento para quem quiser comprar e levar para casa". Os festejos, que se celebram em Sines desde 1926, vão contar com a participação de cinco escolas de samba, 17 carros alegóricos, 15 grupos alegóricos e oito foliões e mais de duas mil pessoas, que, durante os três dias de folia, desfilam na principal avenida da cidade, transformada num sambódromo, em nome da tradição carnavalesca. Os desfiles acontecem no domingo e terça-feira à tarde e na segunda-feira à noite. A folia encerra na quarta-feira de cinzas. 
Sines tem desfile nocturno na segunda-feira 

"Durante quatro dias, entre sábado e terça-feira, assinalamos o ‘dia d’O Folião’, aumentamos a produção dos pastéis, que são oferecidos aos clientes e a todos os mascarados e vendidos, com um desconto de 50 por cento para quem quiser comprar e levar para casa”, explicou à agência Lusa um dos proprietários da pastelaria Vela D’Ouro, Manuel Figueiredo.
Por dia, serão confecionados perto de 2.500 “foliões”, um bolo “derivado do pastel de nata”, uma das especialidades da casa, que nasceu das mãos do pasteleiro Manuel Figueiredo, há seis anos, quando foi desafiado pela antiga Comissão de Carnaval de Sines a tornar a festa “mais doce”.
Há muitas pessoas que gostam e aproveitam estes dias de folia para comprar o bolo. Como nesta altura Sines recebe muitos visitantes, esta é uma oportunidade para provar este pastel que é confecionado com menos açúcar, mais natas e é um pouco mais leve do que o nosso certificado pastel de nata”, explicou.
O “Folião”, a imagem que representa o Carnaval de Sines, é um palhaço desenhado e “batizado” há quase 50 anos pelo pintor e caricaturista Emmerico Nunes.
De acordo com o presidente da Associação de Carnaval de Sines, Rui Encarnação, o pastel “mais folião dá um sabor diferente a um dos carnavais mais tradicionais e divertidos do país”.
O bolo ‘Folião’ é sempre divulgado em todos os eventos que realizamos ao longo do ano. No Carnaval temos sempre mais exemplares para dar a provar às pessoas um doce que é uma brincadeira com o pastel de nata e quem sabe poderá tornar-se num doce típico da região”, acrescentou.

Festa começa hoje e só encerra na quarta-feira
Com um orçamento a rondar os 180 mil euros, a festa carnavalesca, que tem o apoio do município, inclui quatro desfiles, o primeiro acontece já esta sexta-feira, na avenida General Humberto Delgado, com o Carnaval dos Pequeninos, este ano, dedicado ao tema “A Vida Marinha”, com a participação de cerca de 1.300 crianças.
No dia seguinte, sábado, pela manhã, os reis do Carnaval são apresentados à população, numa “cerimónia” que terá lugar junto ao castelo, com a entrega da chave da cidade, seguida de um desfile para “cumprimentos aos súbditos” pelas ruas do centro histórico.
O Carnaval de Sines mantém os habituais desfiles diurnos e noturnos, entre domingo e terça-feira, com a folia aliada à sátira, “religiosa e política”, que os grupos foliões “emprestam” à maior festa do litoral alentejano. 
Os festejos, que se celebram em Sines desde 1926, vão contar com a participação de cinco escolas de samba, 17 carros alegóricos, 15 grupos alegóricos e oito foliões e mais de duas mil pessoas, que, durante os três dias de folia, desfilam na principal avenida da cidade, transformada num sambódromo, em nome da tradição carnavalesca.
No desfile noturno, o mais antigo do país, que acontece na segunda-feira, já é tradição recebermos mais de 1.500 pessoas mascaradas, oriundas de vários pontos da região, que se juntam aos dois mil participantes, enchendo o recinto de muita cor e alegria, numa festa que dura até de madrugada”, sublinhou.
Desfile de matrafonas, baile de máscaras sénior, torneio de futebol trapalhão e bailes noturnos completam o programa do Carnaval que encerra, no dia 26, com o enterro do Entrudo.

Agência de Notícias com Lusa 
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Setúbal já se prepara para brincar ao Carnaval

Um concelho inteiro a festejar a alegria de 23 a 25 de Fevereiro 

Setúbal festeja por todo o concelho o Carnaval de 2020, com um programa repleto de animação e que tem como ponto alto a Praça de Bocage, no centro da cidade, nos dias 23 e 25. O espírito circense marca o ritmo das festividades do programa central setubalense, a decorrer nos dias 23, domingo, e 25, dia de Carnaval, com uma trupe de malabaristas, acrobatas, contorcionistas e palhaços a revirar por completo o ritmo habitual da Praça de Bocage. No Faralhão há desfile do corso de Carnaval no domingo e terça-feira a partir das 15 horas. Ainda há um jogo de futebol de matrafonas nos Ídolos da Praça e o tradicional Carnaval no Troino. E depois há bailes por todo o concelho. Todas as atividades do programa central são de participação gratuita.
Setúbal festeja Carnaval a partir do dia 23 

O programa central, organizado pela Câmara Municipal e produzido pela empresa de espectáculos Mr. Milk, inclui, em ambos os dias, entre as 14h30 e as 16 horas, várias actuações de animação de rua em diferentes pontos da Praça de Bocage.
Também a 23 e a 25, entre as 16 e as 17h30, realizam-se workshops inspirados nas performances artísticas do programa, com ateliers sobre magia/malabarismo, hula hoops, ginástica acrobática, expressão dramática “clown”, pinturas faciais e bolas de sabão gigantes.
Pelo restante território do concelho de Setúbal o Carnaval também invade as ruas com espírito de festa.
Em Azeitão, no dia 21, com início às 10h30, realizam-se dois desfiles de carnaval da comunidade escolar.
Em Vila Nogueira, a parada infantil percorre um trajeto entre a Escola Básica de Azeitão e o Rossio, local para onde está agendado um espetáculo para os pequenos foliões.
O segundo desfile escolar do programa azeitonense, organizado pela junta de freguesia, em parceria com a Câmara Municipal, incide entre a Escola Básica da Brejoeira e o Parque do Morango, em Brejos de Azeitão, jardim onde também se realiza um espetáculo infantil.
A Junta de Freguesia do Sado e o Grupo de Danças e Cantares Regionais do Faralhão promovem o desfile “Foliões do Sado” no dia 23, a partir das 15 horas, na Estrada de Santo Ovídio, entre o Alto do Faralhão e a Rua de Santo Ovídio.
O corso repete-se no Entrudo, também com início às 15 horas, mas, desta vez, na Rua Principal de Praias do Sado, entre as ruas Gomes Leal e da Escola.
Na freguesia de São Sebastião, o Grupo Desportivo Independente reserva, nas instalações da coletividade, para o dia 15, às 21h30, as Cegadas de Carnaval 2020, atuação desenvolvida em parceria com a associação ACTAS e que se repete nos dias 16, às 16 horas, e 21, às 21h30.
Para as instalações do Independente estão, ainda, agendados bailes de carnaval animados por João Tendeiro para os dias 22 e 24, sempre com início às 22 horas.
No Núcleo Desportivo e Recreativo Ídolos da Praça, decorre uma matiné dançante também com João Tendeiro, entre as 15 e as 19 horas do dia 21, enquanto, a 22, entre as nove e as 11 horas, há um jogo de carnaval entre pais e filhos, às 11h30, zumba de carnaval, e, das 21h30 à 1h00, baile com Hélder Cardoso.

Futebol de matrafonas nos Ídolos da Praça e Carnaval no Troino 
O tradicional jogo de futebol de matrafonas está marcado para o recinto dos Ídolos da Praça, com início às 10 horas do dia 23. A empolgante e criativa partida mantém o espírito intercoletividades, envolvendo participantes dos Ídolos da Praça, do Grupo Desportivo “Os Amarelos” e do Núcleo de Amigos do Bairro Santos Nicolau.
Precisamente nas instalações do Núcleo do Bairro Santos Nicolau decorre, nos dias 21 e 25, entre as 21h30 e as 22h30 de ambos os dias, a Cegada de Carnaval.
Esta coletividade acolhe, a 22, entre 22 horas e as 23h30, o espetáculo Especial Carnaval com Alex, enquanto, nos dias 22, a partir das 20 horas, e 23, às 16 horas, há sessões de karaoke.
O núcleo promove, ainda, a 23, com início às 15 horas, um desfile carnavalesco pelas ruas do Bairro Santos Nicolau, e, a 26, a partir das 21h30, a cerimónia “fúnebre” do Enterro do Bacalhau, animação que desfila entre as instalações de “Os Amarelos” e do Núcleo dos Amigos do Bairro Santos Nicolau.
Na União das Freguesias de Setúbal, há bailes de carnaval no dia 21, às 14h30, no Polo da Anunciada do Centro Comunitário da junta de freguesia, e, às 21h30, no Clube Recreativo da Palhavã.
João Carlos dinamiza outro baile carnavalesco, dia 22, a partir das 21h30, na Associação de Moradores do Casal da Figueiras, à mesma hora que tem também início outro serão dançante no Clube Recreativo Palhavã.
Um baile de máscaras, com Luís Rosa, anima a Sociedade Musical e Recreativa União Setubalense, a partir das 15h30, o mesmo horário para que está previsto o início outro baile de carnaval, com Francisco José, nas instalações da Associação de Moradores do Bairro da Anunciada.
A terminar o dia, com início às 21h30, Eurico André e João Carlos dinamizam mais um baile, desta feita na Associação de Moradores de Casal das Figueiras.
Os bailes prosseguem no dia 24, às 21h30, nas instalações da associação do Casal da Figueiras, agora sob a condução e João Carlos, e, também às 21h30, no Clube Recreativo Palhavã.
O dia de entrudo na União das Freguesias de Setúbal tem início às 15 horas, no bairro da Fonte Nova, com o “Carnaval no Troino”, desfile de mascarados com muita animação garantida numa iniciativa organizada pela junta de freguesia e o movimento associativo local.
O Alfa Trio toca no baile carnavalesco agendado para o dia 25, às 15h30, na Associação de Moradores do Bairro da Anunciada, e Eurico André e João Carlos atuam no baile previsto para as 21h30, na Associação de Moradores do Casal das Figueiras.
O Enterro do Bacalhau na União das Freguesias de Setúbal, organizado pelo Grupo Desportivo Fonte Nova, está marcado para as 20h30, no bairro da Fonte Nova.
Os bailes são também tónica forte nas festividades programadas para a freguesia de Gâmbia-Pontes e Alto da Guerra, com o primeiro a decorrer no dia 15, às 22 horas, no pavilhão do Grupo Desportivo, Cultural e Recreativo da Gâmbia, ao som da acordeonista e vocalista Nicole Viviana.
A artista atua igualmente no dia 22, a partir das 22 horas, para novo baile, mas no Alto da Guerra Sport Club.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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