Dá um Gosto ao ADN

Moita reuniu com Centro Hospitalar Barreiro-Montijo

Rui Garcia  propõe criação de plataforma em defesa da saúde para a região 

Na reunião realizada, esta semana, com o Conselho de Administração do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo, o presidente da Câmara da Moita voltou a expressar as suas preocupações relativas à diminuição de meios ao dispor do Serviço Nacional de Saúde, tal como defendeu na Audição Pública “Como Estamos de Saúde?” que decorreu no dia 18 de Fevereiro, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita.


Câmara da Moita reuniu com Centro Hospital Barreiro/Montijo 

Rui Garcia aproveitou a circunstância para reiterar, junto do presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo, João Ribeiro, "a importância de não faltarem meios no atendimento e nos serviços hospitalares, para a população da sua área de influência, que se estima em cerca de 213 mil utentes".
Por outro lado, realçando que os problemas residem no facto de, "nas opções do atual governo, o setor da saúde não ser uma prioridade", diz Rui Garcia que voltou a confirmar "que há dificuldades na contratação de profissionais de saúde, nos tempos de espera em consultas de áreas clínicas muito sensíveis, como a urologia e oftalmologia, no acesso às urgências noturnas e também noutras áreas como a psiquiatria, além do agravamento dos problemas de financiamento do próprio sistema".
Estimando-se que existam cerca de 44 mil utentes sem médico de família em toda a área de influência deste hospital, o presidente da Câmara da Moita reforçou "a importância de, coletivamente, o setor da saúde ser defendido como serviço público universal e tendencialmente gratuito, o que significa uma mudança consequente de política nacional para esta área". Viviana Nunes, vereadora da Saúde, também esteve presente na reunião.

Plataforma em defesa da Saúde no horizonte 
Encontro contou com participação de várias autarquias da região 
No passado dia 18, numa audição pública, promovida pela Câmara da Moita, com o tema “Como Estamos de Saúde?”, o autarca lançou o desafio às entidades presentes [responsáveis da área da saúde dos concelhos da Moita, Alcochete e Barreiro] para a criação de uma plataforma em defesa da saúde: "As autarquias não servem apenas para tratar aquelas que são as suas competências específicas, mas também para representar os direitos gerais da população. Deixo um desafio para que constituamos, a curto prazo, uma plataforma em defesa da saúde, para que a nível local articulemos melhor as nossas ações e possamos fazer crescer esta luta", disse Rui Garcia.
A temática da Saúde, em geral, e o estado do Serviço Nacional de Saúde, em particular, são temas que o presidente da Câmara Municipal da Moita e os vereadores com pelouros têm vindo a aprofundar, através do Roteiro da Saúde, iniciado em Dezembro, e que englobou já reuniões com representantes dos sindicatos do setor da saúde afetos à União de Sindicatos de Setúbal da CGTP Inter Sindical, com o diretor executivo do Agrupamento de Centro de Saúde do Arco Ribeirinho, com as três comissões de utentes e também a visita aos quatro centros e unidades de saúde do concelho. A ideia por detrás do Roteiro da Saúde é, de acordo com o autarca Rui Garcia, “conhecer profundamente a realidade no concelho, para melhor reivindicar soluções, garantindo o acesso da população a um serviço público de saúde justo e de qualidade”.
“Constatámos, na generalidade, uma grande dedicação dos profissionais de saúde, em criar as melhores condições possíveis para os utentes. Não são eles a causa da situação, mas as opções estruturais e políticas", afirmou o presidente da Câmara  da Moita, na audição pública. 

Vida das pessoas "em causa"
Durante as visitas, o executivo encontrou equipamentos de excelência, como o Centro de Saúde de Alhos Vedros, degradados e a necessitar de uma intervenção profunda ou desadequados, como o Centro de Saúde da Baixa da Banheira, falta de médicos e enfermeiros, 20 mil utentes sem médico de família e um Serviço Nacional de Saúde que oferece cada vez menos horas de atendimento nos cuidados de saúde primários. "Uma situação inconcebível. O que está em causa é a saúde das pessoas, é mesmo a vida das pessoas. Está é uma situação que urge inverter”, defendeu Rui Garcia.
[ + ]

Os melhores locais da região para 'brincar ao Carnaval'

Sesimbra, Alhos Vedros, Pinhal Novo e Sines cumprem tradição de Carnaval 

Por terras e lugares do distrito de Setúbal, ultimam-se máscaras e carros alegóricos para saírem à rua em mais uma época carnavalesca feita de animação e sátira política, mas onde o Governo "decreta" que se continue a trabalhar. Mas, porque é Carnaval, ninguém leva a mal e todos ficam em casa uns dias em brincadeiras, bailaricos e em corsos, mais ou menos, populares. Em Sesimbra, há o samba e o calor [se o tempo ajudar] do outro lado do Atlântico. Mais de 100 mil pessoas são esperadas por lá. Ao sul, em Sines, o tempo é de grande folia e o Carnaval começa a ganhar fôlego, com a contagem decrescente para os três dias que prometem ser de arromba. No Pinhal Novo há dois corsos onde o popular se junta ao trapalhão e em Alhos Vedros, na Moita, comemora-se os 25 anos de Carnaval com mais um grande desfile nas ruas. Em Setúbal, Alcochete e Barreiro a festa começa já hoje e é dedicada aos mais pequenitos. Apesar de boa parte do país "brincar ao Carnaval nestes dias" e de todas as câmaras municipais do distrito darem tolerância de ponto, o Governo mantém outra tradição: "não conceder tolerância de ponto no Carnaval, atendendo à situação económica do país". Por cá, aproveite, divirta-se e faça a economia da região crescer.


O samba é a principal característica do Carnaval de Sesimbra  

Muita sátira social, as tradicionais cegadas, cavalhadas, e a certeza da presença da `troika´ nos motivos carnavalescos, são algumas atrações do Carnaval de Sesimbra de 2014, onde se esperam mais de 100 mil visitantes.
“Esperamos ter, ao longo dos próximos dias, mais de 100 mil visitantes, que podem divertir-se no Carnaval e tirar partido do nosso peixe, da nossa gastronomia nos restaurantes da vila”, disse ontem à agência Lusa a vereadora da Cultura da Câmara de Sesimbra, Felícia Costa.
“Temos já a decorrer as famosas noites de Sesimbra com muita animação e bailes nas coletividades, mas, como é habitual, também não vão faltar os desfiles com escolas e grupos de samba”, acrescentou.
O destaque da programação do Carnaval de Sesimbra vai para o habitual desfile de escolas, na sexta-feira de manhã, a partir das 10 horas, para o desfile da Associação Tripa Mijona, sábado às 16.30, para o desfile de escolas e grupos de samba, no domingo às 14 horas, que se repete terça-feira à mesma hora.
A segunda-feira é o dia escolhido para um gigantesco desfile de palhaços, um evento que tem participação de muitos foliões de todas as idades e que dá grande colorido à vila de Sesimbra.
“O ano passado juntámos três mil palhaços, mas este ano, como temos previsão de bom tempo, esperamos ter uma participação de quatro mil palhaços”, disse a vereadora da Cultura na Câmara de Sesimbra.
Como habitualmente, a escolha dos temas fica ao critério de cada uma das coletividades, mas, além da inevitável sátira, há sempre motivos alusivos às questões da sustentabilidade e do ambiente.
A exemplo do que já aconteceu o ano passado, a Câmara de Sesimbra vai dar tolerância de ponto na terça-feira de Carnaval.
O Carnaval de 2014 termina com o tradicional enterro de bacalhau, que terá lugar a partir das 21:30 de quarta-feira.

Hoje há desfile dos pequeninos em Sesimbra 
Para os mais pequeninos o Carnaval começa já hoje. Mais de duas mil crianças de 19 estabelecimentos de ensino e de educação do concelho vão percorrer, esta sexta-feira, a partir das 10 horas, a Avenida 25 de Abril, na vila de Sesimbra. A assistir ao desfile vão estar, como é habitual, milhares de familiares e amigos.
À alegria contagiante dos pequenos foliões, junta-se um universo de cores e muita criatividade, exposta nas fantasias que dão corpo ao primeiro desfile do Carnaval de Sesimbra.
Tal como nas escolas e grupos de samba, os fatos começam a ser preparados com bastante antecedência. As Lendas de Sesimbra, O Estuário do Sado, As Estações Brincalhonas, a Multiculturalidade e o Mar são alguns dos temas deste ano apresentados pelos estabelecimentos de ensino e educação participantes.

Pinhal Novo com cortejo domingo e terça-feira 
No Pinhal Novo o Carnaval é "trapalhão" e "criativo" 
A Câmara de Palmela apoia as manifestações populares ligadas ao Carnaval, promovidas pelo Grupo Carnavalesco Amigos de Baco, entre 2 e 5 de Março, em Pinhal Novo.
O Corso Carnavalesco, que desfilará pelas ruas de Pinhal Novo nos dias 2 e 4 de Março, às 15h30, conta com a participação de diversas associações e instituições locais e apresenta, entre outras novidades, a realização de um concurso que premiará o grupo mais numeroso e a máscara mais original.
No dia 5 de Março, às 21h30, o Jardim José Maria dos Santos acolhe, como manda a tradição, o tradicional Enterro do Bacalhau.
A Câmara Municipal de Palmela apoia, ainda, os Bailes de Carnaval, nos dias 1 e 3 de Março, às 21h30, no Salão dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, uma iniciativa promovida pelo Motoclube de Pinhal Novo, com animação a cargo do grupo musical pinhalnovense “Foxtrot”.

Reciclagem dá o mote ao “Carnaval na Biblioteca”
No dia 1 de Março, às 15h30, a Câmara Municipal de Palmela promove a iniciativa “Carnaval na Biblioteca”, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo. Inserida no Programa de Animação Infantil do Livro e da Leitura 2013/2014, esta iniciativa integra coreografias de Zumba e Zumba Kids e uma mostra de fatos carnavalescos produzidos a partir de materiais recicláveis.
Os interessados em participar no “Carnaval na Biblioteca”, que conta com o apoio da instrutora Sara Cravinho, poderão obter mais informações através do telefone 212 336 638 ou do e-mail bibliotecas@cm-palmela.pt.

Alhos Vedros comemora 25 anos de Carnaval 
Em Alhos Vedros o Carnaval comemora 25 anos 


“25 Anos de Carnaval… É Obra!!” é o tema do tradicional Corso de Carnaval de Alhos Vedros que vai sair à rua nos dias 2 e 4 de Março, às 15 horas, e que irá percorrer as principais artérias da vila com muita cor e alegria.
O Carnaval de Alhos Vedros é mais uma vez organizado pela Sociedade Filarmónica Recreio e União Alhosvedrense “A Velhinha” que, para isso, recebeu um apoio financeiro da Câmara da Moita, no valor de 10 000 euros, além dos habituais apoios logísticos e de divulgação.
O corso vai apresentar-se com cinco carros e cerca de 400 figurantes, inspirados nos grandes povos de conquistadores e vencedores, como os portugueses, os gregos, os egípcios e os espanhóis, celebrando as Bodas de Prata do Carnaval de Alhos Vedros.

Escolas desfilam hoje em Alhos Vedros 
Mas o Carnaval no concelho da Moita não se fica pelo Corso de Alhos Vedros. As crianças que frequentam as Escolas Básicas de 1º ciclo, Jardins-de-infância e ATL’s desfilam, no dia 28 de Fevereiro, a partir das 10 horas, alegrando as ruas com muita cor e fantasia.
Para os mais pequenos, a Câmara da Moita vai promover, no dia 1 de Março, a partir das 14 horas, na Biblioteca Municipal da Baixa da Banheira, e, a partir das 15 horas, na Biblioteca Municipal de Alhos Vedros, uma tarde dedicada ao Carnaval com direito a Pinturas Faciais.
Devido a estas tradições carnavalescas, a Câmara da Moita concedeu tolerância de ponto no dia 4 de Março e, por isso, os serviços municipais vão estar encerrados, assegurando-se, no entanto, os serviços mínimos essenciais, nomeadamente nas áreas da Higiene Pública, Abastecimento de Água e Centrais de Esgotos, Cemitérios e Mercados Municipais.

Festa dos mais pequeninos em Setúbal 
O desfile de Carnaval das crianças dos jardins de infância e escolas do 1.º ciclo de Setúbal realiza-se no dia 28, em vários locais do concelho.
No centro da cidade, o cortejo de máscaras começa às 10 horas, com concentração na Praça de Bocage, percorrendo, de seguida, a Avenida Luísa Todi até ao Hotel Esperança.
Nesta iniciativa, organizada pela associação ACOES e Câmara Municipal, os mais pequenos podem contar com muita animação, a cargo do Teatro Animação de Setúbal, e o habitual concurso de máscaras, com atribuição de troféus aos três primeiros lugares.
Este ano, a Autarquia oferece a todas as crianças que participam no desfile um ingresso para o espetáculo "Um Presente Especial", pelo Grupo Animação e Teatro Espelho Mágico, que se realiza nos dias 2 e 3 de Abril, no Fórum Municipal Luísa Todi.
Em Azeitão, a junta de freguesia local promove, de manhã, o desfile dos alunos da Escola Básica de Vila Nogueira e, à tarde, o das crianças da Escola da Brejoeira.
Em Vila Nogueira, a iniciativa começa às 10 horas, pelas ruas Poeta Sebastião da Gama e José Augusto Coelho até à Praça da República, o Rossio, onde se realiza um espetáculo.
Às 14h30 é a vez de as crianças da Escola da Brejoeira, onde também há festa de Carnaval, desfilarem pelas ruas do Kimbo, do Pinhal, Almada Negreiros, José Afonso, Vasco Santana e Maria Lamas.
A pensar na semana de interrupção letiva, entre os dias 3 e 5 de Março, o Arquivo Municipal de Setúbal volta a promover atividades de expressão plástica e oficina de máscaras para crianças entre os 6 e os 12 anos.

Escolas do Barreiro saíram à rua 
No Barreiro o Carnaval já saiu à rua ontem 
O Desfile de Carnaval dos alunos da Freguesia do Barreiro decorreu ontem no Forum Barreiro devido às condições climatéricas adversas. Ainda assim, o desfile contou com mais de 500 alunos da Escola Básica (EB) Professor José Joaquim Rita Seixas, Colégio Minerva e Instituto dos Ferroviários.
Militares com cravos nas armas e vendedoras de cravos lembraram, no desfile, um dos temas do Carnaval deste ano: os 40 anos do 25 de Abril de 1974.
Os países, símbolos, história e as instituições da União Europeia também estiveram representados através de diversas máscaras, onde não faltavam os líderes europeus. O diálogo intercultural na Europa também foi lembrado neste desfile através de representações de várias culturas.
Os hábitos de vida saudável, em termos de alimentação e desporto, bem como as estações do ano, as profissões, entre outras máscaras, estiveram também representados no desfile.
Hoje , 28 de Fevereiro, estão previstos os desfiles nas seguintes freguesias do Alto do Seixalinho, do Lavradio e da Verderena pelas 10h30.

Crianças festejam Carnaval com desfiles nas três Freguesias de Alcochete
As crianças das escolas do concelho de Alcochete vão festejar o Carnaval com desfiles pelas ruas das três Freguesias esta sexta-feira, último dia de Fevereiro e primeiro dia de Carnaval.
Este ano, o desfile de Carnaval em Alcochete conta com a participação da Escola E.B./J.I. N.º 1 de Alcochete (Monte Novo), da Fundação João Gonçalves Júnior, do Colégio Cantinho do Pinheiro e do Colégio Estrela do Mar.
Esta é, diz a autarquia, "uma oportunidade para apreciar os disfarces de Carnaval feitos por alunos, educadoras e docentes, e brincar ao Carnaval ao som de música carnavalesca".
O desfile tem início às 10 horas com partida do Largo de São João. Os pequenos foliões vão por ruas do Núcleo Antigo de Alcochete: Rua Comendador Estêvão de Oliveira, Rua do Talho, Largo da República, Rua António Maria Cardoso e Largo de São João. Esta iniciativa conta com o apoio logístico da Câmara Municipal de Alcochete. Durante a iniciativa, o trânsito vai estar condicionado nas Ruas da Praça e António Maria Cardoso.
Na Vila de Samouco, as crianças do Jardim de Infância e do 1º Ciclo também desfilam animados por uma charanga desde os estabelecimentos escolares até à Praça da República, com passagem pela frente da Igreja de São Brás, uma iniciativa com início às 10 horas e que conta com o apoio da Junta de Freguesia local.
Na Freguesia de São Francisco, o desfile de Carnaval conta com a participação do Pré-Escolar e 1.º Ciclo e as crianças desfilam desde o Centro Escolar de São Francisco até à primeira rotunda de acesso à localidade para quem acede por Alcochete, um desfile com início às 10 horas. Esta iniciativa conta com o apoio logístico da Junta de Freguesia local.

Carnaval de Sines apresenta-se em 2014 com muita cor e fantasia
Sines vai ter três corsos de Carnaval 

Mais a sul, o ritmo do samba leva, ano após ano, um número cada vez maior de foliões ao Alentejo. Em Sines, o Carnaval começa a ganhar fôlego, com a contagem decrescente para os três dias que prometem ser de arromba. 
O custo de cinco euros para assistir ao cortejo do Carnaval de Sines não será um argumento para, em tempo de crise, haver menos visitantes. Essa é a opinião de Maria Alexandra, presidente da Associação de Carnaval ‘Siga a Festa’. Com mais grupos e foliões, a responsável acredita que o percurso da avenida "vai ser apertado para acolher todos os visitantes".
Com desfiles do corso carnavalesco nos dias 2, 3 e 4 de Março e a participação de mais de dois mil figurantes. O Carnaval de Sines apresenta este ano como embaixadores do Carnaval 2014, Merche Romero e José Figueiras (SIC).
O programa tem início esta sexta-feira (28), pelas 10 horas, na Av. General Humberto Delgado, com a 23.ª edição do Carnaval dos Pequeninos, com a participação das crianças das escolas do concelho, numa organização da Junta de Freguesia de Sines. O desfile contará também com a presença dos Pequenos Reis do Carnaval, Beatriz Santos e Mateus Henrique, acompanhados pela Mascote “O Folião”.
O primeiro grande dia é domingo (2 de Março)  na Av. General Humberto Delgado, pelas 14 horas, com a emissão do programa “Portugal em Festa”, da SIC, com a presença dos apresentadores José Figueiras, Rita Ferro Rodrigues, Merche Romero e Raquel Strada. O programa terá emissão até às 20 horas.
A partir das 15 horas, na mesma avenida, tem lugar o 1.º desfile do Corso Carnavalesco da edição de 2014 do Carnaval de Sines, com a presença de escolas de samba, grupos foliões, carros alegóricos, carros foliões e mascarados, prevendo-se a participação de cerca de dois mil figurantes.
Pelas 22 horas, na Mega Tenda, decorre a Festa dos Palhaços e Baile Carnavalesco com a Banda PACK7.
O dia 3 de Março (segunda-feira) começa com um Baile de Máscaras Sénior, com o acordeonista João do Carmo, pelas 14h30, na Santa Casa da Misericórdia (Salão Social). A Av. General Humberto Delgado recebe, a partir das 21 horas, um desfile noturno do Corso Carnavalesco, com muita luz, alegria e cor e a presença dos embaixadores do Carnaval de Sines em 2014, Merche Romero e José Figueiras.
Pelas 23h30, na Mega Tenda, decorre um Baile de Máscaras com a Banda PACK 7 e a presença de Merche Romero e José Figueiras.
No dia 4 de Março (terça-feira gorda), a Av. General Humberto Delgado recebe, a partir das 15 horas, o último desfile do Corso Carnavalesco, que contará com a presença dos embaixadores do Carnaval de Sines em 2014.
O último baile carnavalesco realiza-se a partir das 22 horas na Mega Tenda, com a Banda PACK 7 e a entrega de prémios aos participantes. A edição em 2014 do Carnaval de Sines termina a 5 de Março (quarta-feira), pelas 22 horas com o Enterro do Entrudo (concentração na Praça Tomás Ribeiro).
O Carnaval de Sines é organizado pela Siga a Festa – Associação de Carnaval, em parceria com a Câmara Municipal de Sines e Junta de Freguesia de Sines, com os patrocínios da Galp Energia – Refinaria de Sines e Repsol e com o apoio de várias entidades.


[ + ]

Dezenas contra fecho do tribunal de Sines

População em luta contra o encerramento de serviços públicos na cidade 

Várias dezenas de pessoas, incluindo dirigentes sindicais e autarcas, manifestaram-se na quarta-feira em Sines contra o fecho do tribunal local e pela manutenção do serviço de Finanças, tendo sido prometidas novas acções de protesto. População, sindicatos e autarcas estão "na luta" na esperança de que Governo "retroceda" na decisão. A Câmara de Sines pondera avançar com uma providência cautelar contra o fecho do tribunal da cidade. 


População não quer fecho de Tribunal e Finanças em Sines 

O recém-criado movimento de Utentes dos Serviços Públicos de Sines pretende avançar com abaixo-assinados para entregar aos órgãos autárquicos locais, ao Governo e aos grupos parlamentares. O grupo espera que o Governo "retroceda" na decisão de encerrar o Juízo Misto do Trabalho e da Família e Menores de Sines, tomada no início deste mês em Conselho de Ministros, bem como evitar uma medida semelhante em relação ao serviço de Finanças.
"A população tem uma força enorme. Se estivermos todos juntos, acho que conseguimos", disse à agência Lusa Sandra Garcia, uma das impulsionadoras do movimento.
A concentração decorreu nesta quarta-feira ao final da tarde junto ao serviço de Finanças de Sines, em relação ao qual há o "receio" de que feche, por iniciativa da União Local de Sindicatos de Sines, Santiago do Cacém, Grândola e Alcácer do Sal, do Sindicato da Função Pública e da Comissão de Utentes dos Serviços Públicos.
Estas estruturas alegam que Sines "é o principal polo industrial do país" e que o encerramento do tribunal "implicará custos acrescidos para os trabalhadores e para a população", além de representar "um atraso inqualificável no funcionamento do sistema judiciário", diz Sandra Garcia.

Câmara avança com providência cautelar 
O presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, Fernando Jorge, referiu que a decisão de encerrar o tribunal de Sines é "política" e "economicista", uma vez que, "só" desde o início de Fevereiro, deram entrada neste serviço "mais de 100 processos".
"É sempre uma mais-valia ter um serviço do género na região. Se era para encerrar tão cedo, não valia a pena ter aberto porque assim vamos ter de nos deslocar para Santiago do Cacém ou Setúbal", queixa-se Valentim Silva, empresário de restauração. Júlio Cardoso, presidente do Núcleo de Santiago do Cacém da Ordem dos Advogados, diz que o encerramento "gera prejuízos" para a população. "Neste juízo entraram até ao final de 2013 cerca de 5 mil processos, tanto de família como de trabalho, o que perfaz mais de mil processos por ano"
A Câmara de Sines "repudiou" o encerramento do tribunal e já anunciou a intenção de avançar com uma providência cautelar para impedir o fecho de "mais um serviço público" no concelho. O presidente do município, Nuno Mascarenhas, está contra o que classifica de "retrocesso" depois do investimento, em 2009, para a instalação do tribunal na cidade. "É uma decisão incompreensível. O número de processos é largamente superior ao que a ministra da Justiça exigia como limite mínimo para encerrar o tribunal", diz o autarca do PS. Nuno Mascarenhas está também "a estudar" medidas em relação ao serviço de Finanças que o Governo também pode encerrar na cidade de Sines.

Agência de Notícias
[ + ]

Sete detidos por suspeita de furtos em Almada

Grupo violento detido no Monte da Caparica por assaltos violentos 

Uma operação policial no Monte da Caparica, concelho de Almada, culminou com a detenção de seis indivíduos de sexo masculino, de nacionalidade portuguesa, com idades compreendidas entre os 19 e 27 anos e uma senhora de 60 anos, por cumplicidade, dava guarida ao grupo na sua residência. Os seis homens dedicavam-se ao furto de máquinas de tabaco no interior de estabelecimentos, furto de veículos e carjacking e assaltos violentos nos distritos de Lisboa e Setúbal. 

Grupo dedicava-se aos assaltos a estabelecimentos comerciais  
A GNR de Almada anunciou esta quarta-feira a detenção de sete pessoas, no Monte de Caparica, por suspeita de furtos a estabelecimentos comerciais e viaturas, tendo sido apreendidos quase 500 maços de tabaco.
A operação, que envolveu o Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Almada, o Destacamento de Intervenção do Destacamento Territorial de Setúbal e o Grupo de Intervenção e Operações Especiais, teve como base uma investigação efetuada nos últimos seis meses.
"Foram detidos seis homens, com idades compreendidas entre os 19 e os 27 anos, e uma mulher de 60 anos, por cumplicidade. Os seis homens dedicavam-se ao furto de máquinas de tabaco no interior de estabelecimentos, furto de veículos e carjacking, no concelho de Lisboa e Margem Sul do Tejo", informou a GNR em comunicado.
Durante o período da investigação, o grupo furtou 35 de máquinas de tabaco em estabelecimentos. No momento da detenção, o grupo encontrava-se na posse de 491 maços e algumas onças de tabaco.
"O grupo efetuou um carjacking na freguesia da Sobreda, através de ameaça com uma arma de fogo. A vítima foi agredida fisicamente e foi-lhe roubada a sua viatura, usada para os furtos. A viatura foi entretanto recuperada e devolvida ao proprietário", acrescenta o comunicado da guarda.
A GNR recuperou, também, mais duas viaturas, uma caçadeira, várias garrafas de bebidas alcoólicas, um computador portátil, uma PlayStation 3 e um LCD.

Agência de Notícias
[ + ]

Governo investe sete milhões na Costa de Caparica

Obras vão permitir reposição de areias nas praias da Costa 

O ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, garantiu na terça-feira um investimento imediato de sete milhões de euros para trabalhos de reposição de areia nas praias de São João e da Costa de Caparica, em Almada. Será colocado um milhão de metros cúbicos de areia nestes locais, a tempo do Verão. A Câmara de Almada espera que a “palavra do ministro se cumpra” e o PSD de Setúbal mostrou-se agradado com as intenções do Governo que Jorge Moreira da Silva foi anunciar na praia da Costa de Caparica. 

Praias da Costa de Caparica irão receber mais areia até ao verão 

"No caso da alimentação artificial das praias da Costa de Caparica e de São João, com um milhão de metros cúbicos de areia, trata-se de um investimento de sete milhões de euros, que terá de ser concretizado a tempo do Verão", afirmou o governante durante uma visita ao local, acompanhado pelo presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas.
Jorge Moreira da Silva reconheceu tratar-se de um "investimento fundamental para a protecção de pessoas e bens, para a valorização da actividade turística e para a criação de emprego".
A alimentação artificial da praia de S. João da Caparica – onde o cordão dunar recuou 20 metros desde o início do ano – é uma das 303 medidas previstas no Plano de Acção de Protecção e Valorização do Litoral para 2012-2015, cujo valor global de investimento ronda os 300 milhões de euros. Só para esta acção estão previstos 12,3 milhões de euros, dos quais já foram gastos 7,6 milhões de euros. O restante será investido agora.
Na terça-feira, o ministro do Ambiente defendeu que é necessário reavaliar estratégias para uma intervenção mais eficaz na defesa de pessoas e bens nos pontos mais vulneráveis da costa portuguesa, mas admitiu que neste momento já não era possível esperar mais tempo para se proceder à alimentação artificial das praias.
"A Costa de Caparica é um caso evidente da necessidade de avaliar aquilo que deve ser feito à luz de novos riscos, mas não podemos deixar de fazer a alimentação das praias para reavaliarmos a estratégia, temos de fazer as duas coisas ao mesmo tempo", disse.

Concessionários fazem “ultimato” ao Governo
As declarações do ministro seguiram-se à proposta feita pela Associação dos Apoios de Praia da Frente Urbana da Costa da Caparica, de redução do número de nadadores-salvadores de 12 para dois na próxima época balnear. Os concessionários estiveram reunidos na terça-feira de manhã com o capitão do Porto de Lisboa, a quem apresentaram uma espécie de ultimato: se não houver reposição de areias nas praias da zona norte da Costa de Caparica antes da época balnear, haverá menos nadadores-salvadores, de forma a reduzir os gastos dos concessionários.
Na visita que fez à Costa de Caparica, Jorge Moreira da Silva assegurou também que não vão faltar meios financeiros para se avançar rapidamente com outras intervenções necessárias para minimizar os prejuízos provocados pelo avanço do mar. "Estamos obrigados - e a última intempérie reforça essa necessidade - a encontrar mecanismos, no âmbito da Costa Polis [programa de regeneração urbana e valorização ambiental] e dos recursos que ainda tem, para acorrermos aos estragos que ocorreram no paredão, nos apoios de praia, no parque de estacionamento", concluiu o ministro.

PSD Setúbal satisfeito com resposta do Governo 
Deputados de Setúbal do PSD acompanharam visita 
O presidente da Distrital de Setúbal e deputado do PSD, Bruno Vitorino, lembra que este é um assunto que tem vindo a ser acompanhado e para o qual os social-democratas têm alertado.
“Estamos satisfeitos com o anúncio feito pelo ministro, sobretudo pelo facto das intervenções nas praias permitirem que as mesmas estejam em condições antes do início da época balnear”, sublinha.
Nuno Matias, deputado do PSD, defende que deve existir “uma intervenção estratégica de fundo para que a zona costeira seja assegurada”.
O deputado social-democrata salienta ainda que mais do que a importância da Sociedade CostaPolis, é a necessidade de que a Costa da Caparica “tenha um processo de requalificação estrutural e que aquilo que foi planeado possa ser concretizado”.
No final da visita, Bruno Vitorino e Nuno Matias reuniram ainda com a Associação dos Concessionários das Praias da Costa da Caparica, garantindo acompanhar a situação junto do Governo para que as soluções possam aparecer o mais rápido possível para não prejudicar a época balnear.
Importa ainda referir que os deputados do PSD Bruno Vitorino e Pedro do Ó Ramos subscreveram um Projeto de Resolução, que recomenda ao Governo que, numa perspetiva de mitigação, estude a possibilidade do recurso a medidas de urgência para responder aos estragos que resultaram das intempéries que assolaram o País no início do ano, e que simultaneamente promova com celeridade a revisão da Estratégia Nacional para a Gestão Integrada da Zona Costeira, numa ótica da prevenção e adaptação às dinâmicas do litoral do país.

Almada investe um milhão na Caparica
O presidente da Câmara de Almada afirma a disponibilidade total da autarquia para ajudar nas obras de requalificação da orla costeira do concelho, mas pediu o apoio do Governo central para salvaguardar a próxima época balnear. Joaquim Judas explica que o ministro Moreira da Silva deu “a garantia de que as obras seriam iniciadas em Abril, de forma a que no início do verão tudo estivesse em ordem”.
O autarca considera que é necessário “repor a areia nas praias, reforçar o paredão e os esporões, reconstruir os acessos às praias, e reparar os apoios de praia dos concessionários. Sem esta intervenção urgente, o impacto da destruição do mar das últimas semanas seria dramático a nível turístico”.
A autarquia vai aplicar “cerca de 1 milhão de euros para alargar o período de limpeza da praia, para fazer uma intervenção no estacionamento e a reposição do mobiliário urbano, mas também para a promoção turística através da realização de um festival de música no mês de Agosto”, garantiu o presidente da Câmara de Almada

Agência de Notícias

[ + ]

Seixal organiza International Friends Football Cup

845 jogadores competem de 1 a 3 de Março no Seixal 

Foi apresentado esta quarta-feira, 26 de Fevereiro, no auditório dos Serviços Centrais da Câmara  do Seixal, o International Friends Football Cup. Participaram nesta apresentação o ex-jogador internacional Jorge Andrade, patrono do evento, o Vereador do Desporto da Câmara do Seixal, José Carlos Gomes, o Presidente da Junta de Freguesia de Amora, Manuel Araújo, e Paulo Correia, da organização do torneio.

Programa do torneio internacional foi apresentado na quarta-feira 


Organizado pelo Amora Futebol Clube e O Leão Altivo, o International Friends Football Cup decorre nos dias 1,2 e 4 de Março, no concelho do Seixal, nos campos do Amora FC, na Escola Básica 2+3 de Vale Milhaços e no Complexo Municipal de Atletismo Carla Sacramento.
O International Friends Football Cup é disputado nos escalões de 2000 a 2006, num total de 122 jogos, entre 845 jogadores de 55 equipas, tais como Málaga Club de Futbol de Espanha, G.B. Badajoz, Sporting Clube de Portugal, Clube de Futebol os Belenenses, Leão Altivo, Amora Futebol Clube, Fabril, A.T. Malveira, Barreirense, Brejos de Azeitão, entre outras.
Incluído no torneio realiza-se no dia 1 de Março, sábado, às 21 horas, no Hotel da Costa da Caparica, o seminário Futebol de Formação: que futuro?.
Participam neste encontro, moderado pelo ex-jogador profissional de futebol Pedro Henriques, os oradores Francesc Arnau, Director Desportivo do Málaga Club de Futbol (e ex-jogador de futebol do Málaga e do Barcelona), Jorge Andrade (ex-jogador internacional e patrono do torneio), Bruno Caires (ex-jogador profissional de futebol e da organização do torneio) e Silveira Ramos (Federação Portuguesa de Futebol).
O International Friends Football Cup é organizado pelo Amora Futebol Clube e O Leão Altivo, em parceria com a Câmara  do Seixal, a junta de freguesia de Amora e o Hotel Costa da Caparica.

Agência de Notícias
[ + ]

Abertura da Lagoa Santo André ao mar

Lagoa de Santo André, em Santiago de Cacém, une-se ao mar na sexta-feira

A abertura artificial ao mar da lagoa de Santo André, no concelho de Santiago de Cacém, é feita na sexta-feira, cumprindo-se uma tradição anual que permite a renovação da água e dos peixes do ecossistema.O processo, com alguns séculos de tradição, esteve outrora entregue à força de pessoas e de animais, mas é já há vários anos feito por máquinas.

A abertura da Lagoa é seguida por centenas de pessoas 

O caminho entre as águas da lagoa de Santo André e o oceano Atlântico começa a ser construído a partir das 16 horas de sexta-feira, divulgou a Câmara de Santiago de Cacém. O processo, com alguns séculos de tradição, esteve outrora entregue à força de pessoas e de animais, mas é já há vários anos feito por máquinas, referiu o município em comunicado. 
Este é o segundo ano em que a abertura da lagoa ao mar está sob a responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), após ter estado a cargo da Câmara de Santiago de Cacém e depois da entidade hoje designada por Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
De acordo com a Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Alentejo, integrada na APA, a criação de um corredor artificial entre os dois ecossistemas permite a renovação da água e a entrada de peixes juvenis no sistema lagunar, contribuindo também para a continuidade da actividade piscatória no local.
O acontecimento na lagoa, que está classificada como Zona Húmida de Importância Internacional (sítio Ramsar), atrai sempre muitos visitantes à praia da Costa de Santo André. O local está integrado na Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha, criada no inicio deste século que abrange os concelhos de Santiago de Cacém e de Sines, na costa alentejana.
Habitualmente, também está prevista para esta altura a ligação artificial ao mar da lagoa de Melides, no concelho de Grândola. No entanto, devido às características deste ecossistema, a intervenção pode acabar por ser dispensada.
No Verão, quando as temperaturas atingem valores muito elevados durante vários dias seguidos, é possível que tenha de ser feita uma nova abertura das lagoas ao mar, para evitar a morte generalizada dos peixes por falta de oxigenação.

[ + ]

Carmonti reabre no Montijo após incêndio

Fábrica de transformação de carne no Montijo reconstruída em seis meses

A Carmonti retomou a laboração ontem (25 de Fevereiro), seis meses depois do incêndio que consumiu parte das suas instalações, incluindo a totalidade da fábrica de transformação de carne. A empresa já retomou "o trabalho" mantendo os cerca de 230 trabalhadores que ajudaram a reerguer a fábrica. O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, e os administradores da Carmonti inauguraram as novas infraestruturas, num ato simbólico de reabertura de portas desta histórica empresa do concelho do Montijo

Carmonti reabre seis meses após incêndio  

O presidente Nuno Canta expressou o orgulho do “Montijo em acolher este grande investimento. Ao reabrir as suas portas, a Carmonti transforma-se num espaço de criação de riqueza, de emprego, num local de desenvolvimento. É um símbolo do que queremos que seja o Montijo: um território dinâmico, desenvolvido e justo”.
O autarca relembrou que a “indústria de transformação de carne é hoje um dos elementos mais importantes da base económica do Montijo. Ter um grupo económico a investir na cidade é um exemplo de confiança e um apelo para que tenhamos a consciência da necessidade de desenvolvimento económico sustentável".
Sónia Ferreira, administradora da Carmonti, classificou o ato como “um momento muito especial. Há seis meses deparámo-nos com uma situação que pensámos não ter solução. Nestes seis meses conseguimos construir novamente a fábrica, começar a laborar e, tal como prometemos, assegurar todos os postos de trabalho”.
O futuro da Carmonti está já a ser projetado com a abertura, até ao final do ano, de uma nova nave industrial. “Estamos a ampliar a fábrica, vamos aumentar os postos de trabalho e a capacidade de produção. Com este crescimento, pretendemos alcançar novos mercados”, afirmou Sónia Ferreira.

Empresa movimenta 52 milhões de euros por ano 
Empresa garante postos de trabalho
Após os discursos oficiais, presidente da câmara, administradores e restante comitiva realizaram uma visita às novas instalações da Carmonti para conhecer, in loco, o investimento realizado nas infraestruturas e em novos equipamentos.
O incêndio que ocorreu a 24 de Agosto consumiu cerca de 6000 m2 das instalações da Carmonti, incluindo toda a fábrica de transformação de carne.
Durante o tempo em que decorreram os trabalhados, alguns funcionários contribuíram para a reconstrução das instalações da fábrica, enquanto outros estiveram em formação para manusear os novos equipamentos.
"Com um volume de negócios de aproximadamente 52 milhões de euros, a Carmonti assegurou a totalidade dos postos de trabalho, tendo sido facultada formação aos seus colaboradores para valorizar as suas habilitações dado a melhoria de performance implementada", refere a administração da fábrica de Montijo.
A empresa, localizada no concelho do Montijo, abate 1300 porcos por dia, o que se traduz em mais de quinhentas toneladas de produtos enviados semanalmente para o mercado.
"A empresa reabre portas, tendo a administração apostado na última tecnologia e modernização. Até final do ano irá abrir uma nova nave industrial, totalizando cerca de 20 mil m2", acrescenta a administração da empresa.

Agência de Notícias

[ + ]

35% da população sem médico em Alcochete

Assimetrias na prestação de cuidados de saúde afectam população

As assimetrias na prestação de cuidados de saúde do serviço público no concelho de Alcochete foi uma das preocupações manifestadas pela Vereadora da Saúde da Câmara de Alcochete na audição pública realizada no dia 18 de Fevereiro no auditório da Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita. Segundo a autarca 35 por cento da população do concelho não tem médico de família. 

Moita discutiu os problemas da Saúde na região 
A Vereadora da Saúde da Câmara de Alcochete salientou que no concelho de Alcochete 35 por cento da população não tem médico de família e que “no início da década de 90, o Centro de Saúde de Alcochete tinha cinco Extensões de Saúde, quando hoje apenas tem duas, uma na Freguesia de Samouco, outra no lugar do Passil”, lembrando ainda que a Câmara Municipal tudo fez para manter em funcionamento a Extensão de Saúde de São Francisco.
“Conseguimos no mandato anterior inaugurar uma nova Extensão de Saúde em Samouco”, mas “a Câmara Municipal ainda não foi ressarcida deste investimento”, disse a autarca, referindo que “não sendo uma área de competência das câmaras municipais, na verdade são as câmaras municipais que, estando ao lado das populações, mais de perto sentem e tentam procurar respostas para satisfazer as necessidades essenciais e básicas da população”, ressalvou a autarca responsável pelo pelouro da Saúde em Alcochete.
Susana Custódio criticou ainda a empresarialização na área da saúde ao mencionar os vínculos precários dos “médicos de empresa”, situações “que conduzem a desigualdades e assimetrias, infelizmente, cada vez mais acentuadas” para a população e saudou as comissões de utentes, “porque só conjugando esforços vamos conseguir travar e inverter este caminho”.
No que respeita ao concelho de Alcochete, ´”os utentes por médico de família ultrapassam em larga medida o rácio definido: em Alcochete há um médico para 2.324 utentes, quando o rácio definido é de um médico para 1.666 utentes”, diz Susana Custódio, em 2008, o Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Alcochete, que funcionava das oito às 20 horas, foi substituído pelo Atendimento Complementar, com um horário mais reduzido, e em 2010 encerrou a Extensão de Saúde na Freguesia de São Francisco.

Como estamos de Saúde?
“Como estamos de saúde?” foi o tema da audição pública promovida pela Câmara da Moita, que contou também, no primeiro painel intitulado “A perspectiva do Poder Local Democrático”, com a participação do Presidente da Câmara da Moita, Rui Garcia, da Vereadora dos Assuntos Sociais da Moita, Vivina Nunes, e da Vereadora da Intervenção Social da Câmara Municipal do Barreiro, Regina Janeiro.
A sessão teve início com a intervenção do Presidente da Câmara da Moita que saudou a plateia composta por autarcas e responsáveis por várias instituições do concelho, referindo que a audição pública está integrada no “Roteiro da Saúde”, uma iniciativa que decorre há dois meses e que consta de um conjunto de contactos com as instituições de saúde locais e regionais e sindicatos do sector da saúde para “conhecer mais directamente e localmente a situação dos cuidados de saúde” no município da Moita.
Rui Garcia destacou a dedicação e empenho dos profissionais de saúde, os problemas estruturais do Serviço Nacional de Saúde, as fragilidades dos equipamentos de saúde locais e a falta de médicos e de enfermeiros no concelho da Moita, onde existem mais de 20 mil utentes sem médico de família.
A audição pública na Moita terminou com a apresentação e discussão de um segundo painel, sobre a temática da “Importância do Serviço Nacional de Saúde: as perspectivas dos utentes e dos trabalhadores”.

[ + ]

Tribunal de Sesimbra preocupa PCP

PCP questiona Governo sobre falta de condições no Tribunal de Sesimbra

Os deputados do PCP, eleitos por Setúbal, interrogaram o Governo para saber que avaliação foi feita sobre o impacto que tem na vida dos cidadãos e dos profissionais as condições "insuportáveis" do Tribunal de Sesimbra. O tribunal da vila de Sesimbra está instalado [provisoriamente há quase 30 anos] num edifício programado para ser um restaurante, num átrio de um prédio à beira mar. Onde vizinhos, juízes, arguidos e turistas se cruzam a toda a hora. 

PCP está preocupado com os problemas do Tribunal de Sesimbra 

A história do tribunal é simples. Funciona num edifício que foi projectado para ser um restaurante desde 1985. O Tribunal partilha o átrio com um prédio de habitação próximo da praia, cruzando-se moradores e turistas com utentes, funcionários do tribunal e arguidos. Por outro lado, não existem salas para os arguidos, nem acessos próprios para os mesmos; ou seja, presos têm de se cruzar com testemunhas, advogados, utentes e restante pessoal do tribunal.
De acordo com o Grupo Parlamentar do PCP, "chove dentro dos gabinetes, e as janelas são tapadas com fita adesiva. O único acesso à sala de audiências atravessa o gabinete dos juízes. Não há salas para os advogados e existe apenas uma sala de audiências". Neste contexto, denunciam os deputados comunistas, "não é de estranhar que a acumulação de processos pendentes já esteja em 12 mil".
O agravamento das condições de funcionamento dos serviços do tribunal motivou os deputados do Partido Comunista Português a questionar o Governo "para saber que avaliação foi feita sobre o impacto que tem na vida dos cidadãos e dos profissionais estas condições em que se encontra o Tribunal de Sesimbra".
"Para além da questão de não estar garantido o serviço do tribunal em condições mínimas, é também problemática a falta de condições de trabalho dos profissionais e ainda a questão da segurança, que não está garantida", refere em comunicado o PCP. De acordo com a Juíza Presidente do Tribunal, estarão previstas obras e breve mas já há a garantia de que essas obras "serão insuficientes".
Os deputados comunistas Bruno Dias, Francisco Lopes e Paula Santos, eleitos por Setúbal na Assembleia da República, questionaram o Governo no sentido de saber quais as acções que serão tomadas "para resolver esta situação e que intervenções estão previstas para este Tribunal".
E dado que há obras previstas - que o próprio tribunal acha insuficientes -, os deputados comunistas também "quiseram saber em que se baseou o Governo para fundamentar as opções dessa intervenção, e como responde às críticas sobre a sua insuficiência".
Os comunistas aguardam agora a respostas vindas do Ministério de Paula Teixeira da Cruz.

Agência de Notícias
[ + ]

'Cheque' para tratar animais de famílias carenciadas

Ordem dos Médicos Veterinários arranca projecto piloto em Lisboa 

A Ordem dos Médicos Veterinários vai lançar um “Cheque Veterinário” para ajudar famílias carenciadas de todo o país a tratar os seus animais de estimação, iniciando no final do mês um projecto-piloto em quatro freguesias de Lisboa. No entanto, revela a bastonária da Ordem, “a ideia é limar o processo para estender o projecto a todo o país”. 

Cheque vai ajudar famílias nas despesas com animais de estimação

“O cheque veterinário tem uma filosofia semelhante à do cheque dentista. Só que, enquanto o cheque dentista é comparticipado pelo Estado, o cheque veterinário é um cheque de apoio da Ordem e dos Médicos Veterinários e de outras instituições que se juntaram para poderem concretizar este projecto”, revelou a bastonária dos veterinários, Laurentina Pedroso.
Os acordos para este projecto-piloto vão ser assinados no próximo dia 27 e o programa arranca de imediato nas freguesias de Carnide, Benfica, da Misericórdia e de Santo António, envolvendo ainda a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. “A ideia é limar o processo para estender o projecto a todo o país”, acrescentou a bastonária.
As juntas de freguesia e a Santa Casa vão seleccionar as famílias que necessitam deste apoio, sobretudo idosos e sem abrigo que tenham animais de companhia. Nesta primeira fase, o programa estima abranger um total de “pelo menos duas mil intervenções”.
O cheque dará direito a tratamentos médico-veterinários e medicação gratuitos em centros de tratamento aderentes, nomeadamente vacinação, desparasitação e esterilização, “tendo como objectivo principal controlar a reprodução, evitar o abandono e o excesso de população animal”, refere Laurentina Pedroso.
“Situações em que o animal precise de outros tratamentos e cirurgias serão avaliadas e também podem ser contempladas”, acrescentou a bastonária, realçando que a saúde do animal é também uma questão de saúde pública.
A presidente da Ordem dos Médicos Veterinários defendeu a necessidade de “haver uma estratégia para a saúde animal, porque todas as pessoas têm direito a terem um animal saudável, não só aquelas que podem pagar”.
“É preciso que o Governo olhe para a causa animal. Uma das maiores dificuldades que as pessoas têm hoje em dia é o facto de os cuidados de saúde animal terem um IVA de 23 por cento. Nós pretendemos alertar o Governo que deve considerar a ausência de IVA nos cuidados de saúde animal, como acontece noutros sectores da saúde”, considerou Laurentina Pedroso.

Juntas de freguesia como parceiros 
Laurentina Pedroso lança projecto dia 27 
Como os registos caninos são feitos através das juntas, as freguesias são os parceiros ideais para este projecto. “Nós sabemos, por exemplo, quais os animais que não têm as vacinas em dia”, destaca Fábio Sousa, presidente da junta de Carnide.
A autarquia vai enviar uma informação escrita sobre o projecto aos casos identificados “para que as famílias se possam inscrever”.
“Há pessoas que não conseguem sequer pagar os licenciamentos, não têm disponibilidade financeira para isso. Nós tentamos fasear o pagamento dos licenciamentos, pagam a prestações. Às vezes estamos a falar de valores muito baixos, mas, mesmo sendo valores muito baixos, as pessoas não conseguem pagar e acreditamos que esta é mais uma ajuda”, acrescentou Fábio Sousa.
Além deste cheque veterinário, a Ordem está a delinear outras acções, como a criação de um banco alimentar para animais de companhia, sobretudo os que precisam de alimentação especial.
“Vamos providenciar junto das juntas para que as pessoas tenham alimentos para os seus animais, porque muitas vezes as pessoas não têm alimentos para si e também não têm para os seus animais”, concluiu Laurentina Pedroso.

[ + ]

Mau tempo custou 250 mil euros aos bares da Caparica

Concessionários das praias da Costa de Caparica fazem contas aos prejuízos 


O presidente da Associação dos Apoios de Praia da Frente Urbana da Costa de Caparica, Acácio Bernardo, disse ontem à agência Lusa que os "prejuízos provocados pelo mau tempo na Caparica ascendem a mais de 250 mil euros". Até agora com a Câmara de Almada mostrou total disponibilidade para ajudar os bares. Os propriatários continuam há espera de um encontro com a Agência Portuguesa do Ambiente e esta manhã reunem-se com o capitão do porto de Lisboa, na Trafaria. 


Temporais de Janeiro e Fevereiro deixaram estragos na Caparica 

"Em mais de duas dezenas de apoios de praia, apenas dois ou três não sofreram qualquer estrago provocado pela forte ondulação. Mas, mesmo esses acabaram por acumular alguns prejuízos, devido aos períodos em que não puderam trabalhar", disse.
Acácio Bernardo disse também que "se além dos estragos provocados pelo mar” forem contabilizados “os períodos de paragem de bares e restaurantes, os prejuízos podem ascender a mais de 300 mil euros".
O presidente da Associação dos Apoios de Praia da Frente Urbana da Costa de Caparica revelou igualmente que está agendada para esta manhã [terça-feira, 25] às 11 horas, uma reunião com o capitão do porto de Lisboa, que terá lugar na delegação da Trafaria.
Os proprietários dos apoios de praia da Caparica contam já com o apoio da Câmara  de Almada, que, a par da cedência de máquinas e alguns recursos humanos, se comprometeu também a antecipar a contratação de pessoal para a limpeza das praias na época balnear.

Há espera de resposta da Agência Portuguesa de Ambiente 
No mês de Abril, a Câmara de Almada espera já ter 88 pessoas a trabalhar na limpeza das praias, dois meses antes do que é habitual, para que tudo esteja em condições no início da época balnear.
A autarquia pretende ainda promover a realização de um festival de música no mês de Agosto, no âmbito de um conjunto de iniciativas para minimizar os prejuízos provocadas pela forte agitação marítima deste inverno nas praias da Costa de Caparica.
Os pedidos de reunião com a CostaPólis e com a Agência Portuguesa do Ambiente é que ainda não obtiveram qualquer resposta oficial, mas a Associação dos Apoios de Praia da Frente Urbana da Costa de Caparica acredita que alguma coisa terá de ser feita a curto prazo.
"Esperamos que seja feita uma intervenção urgente nas zonas do paredão que ficaram mais danificadas pela força do mar e que haja uma reposição de areia ainda este ano. Se nada for feito, poderemos vir a enfrentar situações muito mais graves no futuro", concluiu Acácio Bernardo.


[ + ]

Palmela quer gestão pública da água e dos resíduos

Autarquia "chumba" venda a privados da gestão dos resíduos e água pública 

A Câmara de Palmela rejeita, dando parecer negativo, o projecto de privatização da Empresa Geral de Fomento e o Projecto de Regulamento Tarifário do Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos. A tomada de posição consta de uma moção pela gestão pública da água e dos resíduos aprovada por maioria, com o voto contra da coligação PSD/CDS-PP, na reunião de câmara descentralizada realizada na última semana, em Águas de Moura.


Autarcas de Palmela não querem água pública em mãos privadas 

Para os autarcas de Palmela, "a gestão da água e dos resíduos é matéria de grande impacto para o Poder Local, para as populações e para o País". O Governo prepara-se para lançar nova legislação, designadamente, os novos estatutos da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), e para privatizar a Empresa Geral do Fomento (EGF), sub-holding do grupo Águas de Portugal para o setor dos resíduos.
No caso da ERSAR, a legislação aprovada pelos partidos que integram o Governo prevê dotar esta entidade com poderes vinculativos para fixar as tarifas dos sistemas municipais de água e saneamento, atribuindo-lhe poderes de aplicação de multas e cobrança coerciva. Este diploma será remetido, agora, para promulgação do Presidente da República. "Algumas das alterações aos estatutos da ERSAR vêm usurpar aquelas que são competências dos municípios, sendo este mais um forte ataque do Governo à autonomia do Poder Local e aos interesses das populações", refere a moção da autarquia de Palmela.
No que diz respeito à Empresa Geral do Fomento, a sua privatização foi aprovada em reunião do Conselho de Ministros no final de Janeiro e deverá estar concluída no final do primeiro semestre do próximo ano. "A importância estratégica da gestão dos resíduos implica que a gestão desta empresa se mantenha no setor público, enquanto garante da salvaguarda do interesse público", diz a moção da Câmara de Palmela.
Neste sentido, este primeiro passo para a privatização de uma empresa do grupo da esfera das Águas de Portugal é, dizem os autarcas, "um primeiro teste do Governo para futuras privatizações neste domínio, sendo que, a prazo, o objetivo do lucro irá sobrepor-se à qualidade do serviço público que é prestado aos portugueses".

Região está contra a intenção do Governo
A generalidade dos municípios portugueses tem contestado esta escalada legislativa de afronta às suas competências, nomeadamente, as que afetam a gestão da água e dos resíduos. A Associação Nacional de Municípios Portugueses, o Conselho Metropolitano de Lisboa, através de uma posição conjunta dos Municípios da Área Metropolitana de Lisboa e da Associação de Municípios da Região de Setúbal, manifestaram parecer desfavorável a esta pretensão do Governo.
Os Municípios da Península (Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal) aderiram ao sistema multimunicipal da AMARSUL num quadro em que o capital social se repartia entre o Estado (51 por cento) e os Municípios (49 por cento). "Ao vender a EGF, detentora desses 51 por cento do capital social, a um grupo privado, o Governo altera as condições e os pressupostos que estiveram na origem da adesão dos Municípios, sem respeito pelos seus parceiros acionistas e principais clientes", refere a moção aprovada pelos autarcas comunistas e socialistas da câmara de Palmela.
Como se tal não bastasse, realçam os autarcas, "o Governo está disponível para que também os Municípios cedam as suas participações aos grupos privados interessados, mas não considera a possibilidade dos Municípios poderem adquirir os dois por cento necessários para se tornarem detentores da maioria do capital social (51 por cento)".
Para contrariar este processo a autarquia de Palmela "rejeita, dando parecer negativo, o projeto de privatização da Empresa Geral de Fomento, S.A" e dá "parecer negativo, o Projeto de Regulamento Tarifário do Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos".
A autarquia "reafirma a defesa intransigente dos serviços públicos de excelência no abastecimento de águas, saneamento básico e gestão de resíduos" e, ao mesmo tempo, "reafirma a autonomia e insubstituível papel do Poder Local democrático no serviço público de qualidade às populações e no desenvolvimento de Portugal".
A moção passou com os votos favoráveis da CDU (que gere a câmara de Palmela) e do PS. O vereador do PSD-CDS-PP, Paulo Ribeiro, não aprova a moção. 


[ + ]

Presidente de Santiago ouvido por Ministro da Saúde

“Esperemos que o senhor Ministro cumpra com aquilo que nos transmitiu”

Álvaro Beijinha, Presidente da Câmara do Santiago do Cacém, integrou uma comitiva da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral que esteve reunida em Lisboa, no dia 20 de Fevereiro, com o Ministro da Saúde, Paulo Macedo, e com os Secretários de Estado Fernando Leal da Costa e Manuel Ferreira Teixeira. Em cima da mesa, entre outros assuntos, esteve o agravamento dos problemas na prestação de cuidados de saúde primários e hospitalares na Região. A par disso o autarca garantiu a continuidade dos médicos cubanos nas unidades de saúde de Santiago do Cacém. 

Ministro da Saúde recebeu autarca de Santiago do Cacém 

Os autarcas locais levaram aos governantes um “conjunto de preocupações que se prendem com os cuidados de saúde primários e hospitalares, em particular no Hospital”, refere Álvaro Beijinha. A falta de médicos, um dos principais problemas com que a Região – e o Hospital em particular - se debate, tem na“abertura de concursos externos, ou seja, para médicos que ainda não têm vínculos à função pública” uma possível solução. “O senhor Ministro reconheceu que há um conjunto de situações que têm de ser melhoradas”, diz Álvaro Beijinha. 
A necessidade de se efetuarem obras no Hospital foi outra das temáticas em cima da mesa, num “espaço subdimensionado para as reais necessidades”. Álvaro Beijinha e os autarcas de Alcácer do Sal e Odemira ouviram da parte dos governantes a intenção de proceder a essa remodelação, ainda que “a intervenção esteja condicionada à existência de fundos comunitários devido ao peso financeiro significativo da obra”, disse o chefe do executivo da autarquia de Santiago do Cacém.

Problemas de especialidade no Hospital do Litoral Alentejano 
Os autarcas do Litoral Alentejano tiveram também oportunidade de referir a falta de outros profissionais de saúde, como enfermeiros, técnicos de outras áreas e até auxiliares. “Fizemos sentir ao senhor Ministro a falta de algumas especialidades no Hospital. No Alentejo Litoral, por exemplo, não temos um psiquiatra, numa Região do país onde há das maiores taxas de suicídio. Isso é completamente contraproducente. Também na neurologia seria importante ter um profissional dessa área”, conclui Álvaro Beijinha.
Os problemas relacionados com a rede de transportes também foram discutidos, com especial ênfase na “falta de condições de mobilidade por parte das pessoas para chegar ao Hospital”. Mas a questão não fica por aqui: “as pessoas depois de serem atendidas não têm como regressar”.
Álvaro Beijinha está esperançado numa resolução positiva para estas e outras temáticas abordadas e os autarcas do Litoral Alentejano vão agora aguardar os desenvolvimentos da parte da tutela: “Esperemos que o senhor Ministro cumpra com aquilo que nos transmitiu”.

Cuba garante continuação de médicos em Santiago do Cacém
A continuidade dos médicos cubanos nas unidades de saúde de Santiago do Cacém foram garantidas pela Embaixadora de Cuba em Portugal, Johana de la Torre.
Álvaro Beijinha diz em comunicado que “a permanência dos médicos cubanos no Concelho está garantida pelo menos mais um ano”, havendo boas perspetivas futuras: “da parte do Estado Cubano há uma abertura total para a continuidade desta parceria com o Estado Português e se for necessário até reforçá-la”.
O Presidente da Câmara de Santiago do Cacém recordou que “no nosso Concelho cerca de um quarto da população não tem médico de família, se não tivéssemos estes profissionais de saúde cubanos a situação seria mais gritante”.
Para além das questões relacionadas com a saúde foram também abordadas outras temáticas, com destaque para a área cultural, onde ficou patente a vontade de encontrar parcerias. “A senhora embaixadora manifestou total disponibilidade neste sentido”, remata Álvaro Beijinha.
[ + ]

Cartão de Visita do Facebook

Anúncios

Se quiser anunciar neste site entra em contato com publicidadeadn@gmail.com
 
ADN-Agência de Notícias | por Templates e Acessórios ©2010