Dá um Gosto ao ADN

Feira Outlet voltou a encher a baixa de Setúbal

Um mar de gente à procura dos melhores descontos da Baixa 

Uma Feira Outlet, com artigos e serviços a preços bonificados, trouxe um mar de gente à Baixa comercial de Setúbal, ao longo de todo o dia de Sábado, numa iniciativa que contou com vários apontamentos culturais. Na rua e no interior dos estabelecimentos comerciais, cartazes coloridos a indicar grandes promoções, com descontos que chegaram aos 50 por cento e inúmeros artigos a preços reduzidos, atraíram a atenção de potenciais clientes, que encheram por completo as ruas do centro histórico.“Esta segunda edição da Feira Outlet é pautada por um maior sucesso, com mais gente nas ruas e um maior envolvimento de comerciantes, o que permitiu ter a maior parte das lojas da Baixa aberta”, realçou a vereadora das Atividades Económicas da Autarquia, Carla Guerreiro. 
Baixa de Setúbal volta a encher na feira Outlet 

O tempo primaveril serviu de convite para um dia de passeio e compras na Baixa, com os comerciantes a saírem à rua para a segunda edição da Feira Outlet, uma iniciativa de lojistas locais, com o apoio da Câmara Municipal e da União das Freguesias de Setúbal.
A nova dinâmica comercial da Baixa foi feita de movimento, de música e de gente nas ruas à descoberta de oportunidades de negócio imperdíveis, com vestuário, acessórios de moda, perfumes e cosmética e artigos de decoração nas bancas instaladas no espaço público.
Na rua e no interior dos estabelecimentos comerciais, cartazes coloridos a indicar grandes promoções, com descontos que chegaram aos 50 por cento e inúmeros artigos a preços reduzidos, atraíram a atenção de potenciais clientes, que encheram por completo as ruas do centro histórico.
Balões azuis a embelezar as fachadas de lojas, de complemento à decoração já instalada, e também nas mãos de crianças indicaram que o dia era de festa. Nas ruas, o som musical da Baixa era interrompido com ofertas especiais e atrações que não deixaram ninguém indiferente.
Nos mostruários, os cabides com verdadeiras pechinchas eram vistos e revistos pelos clientes à procura de oportunidades de negócio. Nas bancas, os artigos saltavam de mão em mão. Viam-se tamanhos e estilos. Um rápido olhar pelo preço e está feito. “É mesmo esta”, exclamou uma cliente satisfeita. Pagou pouco mais de cinco euros por uma t-shirt e voltou para casa "muito contente" com mais uma feira de descontos.
A procura de artigos a preços bonificados foi feita em cerca de centena e meia de estabelecimentos envolvidos na iniciativa, uma maratona comercial ao longo de 12 horas, dinamizada das 10 às 22 horas que procura estimular, revitalizar e criar novos hábitos de consumo no comércio local.

Cada vez mais pessoas a procurar lojas para a instalação de novos negócios
Preços baixos, sol e animação encheram baixa da cidade 
“Esta segunda edição da Feira Outlet é pautada por um maior sucesso, com mais gente nas ruas e um maior envolvimento de comerciantes, o que permitiu ter a maior parte das lojas da Baixa aberta”, realçou a vereadora das Atividades Económicas da Autarquia, Carla Guerreiro.
A autarca destacou o “forte envolvimento dos lojistas” para o êxito da iniciativa, que foi “conjugada em simultâneo com um conjunto de iniciativas culturais promovidas pela Câmara Municipal”, incluindo eventos dinamizados no âmbito do Mês da Juventude e do Dia Mundial do Teatro.
Na Praça de Bocage, a companhia espanhola La Finestra Nou Circ centrou atenções de centenas de pessoas com a peça “La Familia Romanesku”, uma encenação com momentos de comédia, artes circenses e exibições em trapézios a arrancar aplausos de miúdos e graúdos.
A música também esteve presente ao longo do dia nas ruas da Baixa, com atuações da banda de alunos da Casa do Gaiato de Setúbal, do grupo de percussão BelaBatuke, do Grupo Coral Alentejano “Os Amigos do Independente”, do saxofonista Zé Zambujo e do DJ Markuz.
O Teatro do Elefante também marcou presença na Feira Outlet, com a peça “A Princesa do Sal”, no Largo da Ribeira Velha, assim como o projeto Enclave – Cultura em Movimento, que dinamizou uma aula aberta de dança no requalificado Largo da Misericórdia.
Este local da Baixa comercial, com um novo arranjo urbanístico, concluído recentemente pela Autarquia, que deu ao centro histórico um toque de contemporaneidade, centrou atenções da população, interessada em conhecer o novo desenho do largo, que inclui novos bancos e uma fonte ornamental.
Para a vereadora Carla Guerreiro, o empenho e a aposta municipal na reabilitação do espaço público do centro histórico da cidade constitui uma mais-valia na criação de novas dinâmicas de usufruto urbano, assim como na atração de pessoas e na fixação de novos negócios.
“A requalificação do Largo da Misericórdia é o mais recente exemplo de beneficiações realizadas na Baixa”, destacou a autarca, que sublinhou ainda“o trabalho de colaboração com os comerciantes na execução de pequenos arranjos urbanos e no embelezamento das ruas”, sublinhou a autarca.
A vereadora frisou ainda que, com este tipo de iniciativas, beneficiações e embelezamentos urbanos, a Baixa ganha nova vida e renova dinâmicas.“Temos cada vez mais pessoas a procurar lojas para a instalação de novos negócios. Isto significa mais lojistas e mais pessoas num espaço que é de todos”. 
A terceira feira de descontos da Baixa de Setúbal está programada para o próximo mês de Outubro.

Agência de Notícias
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Montijo inaugurou Passeio do Cais na Frente Ribeirinha

Um passeio para "aumentar a qualidade de vida e modernizar a cidade"

O Passeio do Cais foi inaugurado no passado sábado,  na Frente Ribeirinha do Montijo. Um novo espaço na cidade que, tal como referiu o presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, terá “um papel crucial na valorização do espaço público e no desenvolvimento do Montijo”. O Passeio do Cais é um investimento superior a 86 mil euros, financiado pela câmara e por fundos comunitários, que confere "uma valorização estética e funcional à Frente Ribeirinha da cidade, permitindo a colocação de esplanadas e a realização de eventos", refere a autarquia. À inauguração do Passeio do Cais associou-se a abertura oficial da exposição Montijo – Um Lugar para Viver, patente no espaço público da Frente Ribeirinha. 
Inauguração do Passeio do Cais aconteceu com muita animação 

“A construção deste Passeio correspondia a uma necessidade imperiosa reconhecida pela autarquia e pelos comerciantes. O Passeio do Cais representa, portanto, uma oportunidade para o desenvolvimento do comércio na Frente Ribeirinha, para aumentar a qualidade de vida e modernizar a cidade”, afirmou o chefe do executivo municipal do Montijo.
Qualidade de vida que, de acordo com Nuno Canta, constitui uma prioridade “porque é cada vez maior a população que reside na nossa cidade e porque a competitividade económica depende crescentemente da qualidade do espaço público de cada cidade”.
Uma inauguração marcada pela presença de muito público, pela animação cultural da Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro, do grupo United Dance Crew da Escola de Artes Sinfonias & Eventos e por diversas ações de animação de rua, promovidas pela câmara em parceria com os comerciantes da Frente Ribeirinha.
À inauguração do Passeio do Cais associou-se a abertura oficial da exposição Montijo – Um Lugar para Viver, patente no espaço público da Frente Ribeirinha. Ao longo de um percurso por 30 painéis é apresentada uma perspetiva geral do concelho, das suas potencialidades em vários domínios com o objetivo de promover o conhecimento, a cultura e o desenvolvimento turístico e económico do Montijo.
O Passeio do Cais é um investimento superior a 86 mil euros, financiado pela câmara e por fundos comunitários, que confere uma valorização estética e funcional à Frente Ribeirinha do Montijo, "permitindo a colocação de esplanadas e a realização de eventos", explica a autarquia.
Veja o vídeo da inauguração do Passeio do Cais.




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APAV ajudou mais de 500 pessoas em Setúbal em 2014

558 pessoas do distrito de Setúbal seguidas pelo Gabinete de Apoio à Vítima

O Gabinete de Apoio à Vítima ajudou 558 pessoas em 2014, no distrito de Setúbal, a maioria delas vítimas de violência doméstica, revela o relatório anual da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. Além de ter dado apoio jurídico a 361 vítimas, apoio social a mais 94 e apoio emocional em 386 casos, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, disponibilizou informação sobre outras instituições às vítimas que pediram ajuda, ou que, de alguma forma, foram encaminhadas para a associação.O ano de 2014 ficou marcado pela morte de 42 mulheres. O distrito de Setúbal foi aquele que registou maior número de homicídios com sete mulheres mortas neste contexto. A tendência mantêm-se igual nos primeiros três meses desde ano. Até 10 de Março já morreram nove mulheres vítimas de violência doméstica. No distrito de Setúbal já morreram três mulheres às mãos de maridos e companheiros. Uma na capital do distrito e duas no concelho do Seixal.
Violência Doméstica continua a crescer no distrito de Setúbal 

De entre os 1.487 crimes registados pela APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) no ano passado, há uma predominância de crimes de violência doméstica (1.319), incluindo um crime de homicídio na forma tentada, sendo certo que houve outros crimes de homicídio consumados na região de Setúbal, mas em que não houve intervenção da associação.
Ainda no que respeita ao tipo de crimes de violência doméstica registados em 2014, verifica-se, segundo a APAV, um grande número de casos de maus tratos psíquicos (480), bem como de maus tratos físicos (297) e de ameaça ou coação (294).
Nos casos reportados à APAV, é também frequente haver uma relação parental entre o agressor e as vítimas, que são muitas vezes os cônjuges (27,4 por ceto) ou ex-cônjuges (6,5 por cento), companheiros/as (15,2 por cento) ou ex-companheiros/as (13,8 por cento) e os próprios filhos do agressor/a (12 por cento).
Dos 578 autores dos crimes, 87,7 por cento eram do sexo masculino, a maioria dos quais (40,9 por cento) com idades compreendidas entre os 25 e os 54 anos.
No que respeita ao perfil das vítimas, 85,7 por cento eram do sexo feminino, de idades compreendidas entre os 25 e os 44 anos (35,3 por cento).
O relatório da APAV sobre o distrito de Setúbal refere ainda que os utentes vítimas de crime que usufruíram dos serviços da associação eram maioritariamente pessoas casadas (31,4 por cento) ou pessoas solteiras (24,7 por cento) e pertenciam, sobretudo, a um tipo de família nuclear com filhos em 37,5 por cento dos casos.
Além dos casos referidos pela APAV, há muitos outros em que não é requerida a intervenção da associação, a exemplo do que já se verificou nos primeiros meses de 2015.
Até ao momento, segundo a associação, são já conhecidos três casos de homicídio consumado de três mulheres, que ocorreram no distrito de Setúbal, em situações tipificadas como violência doméstica, mas em que não houve qualquer intervenção da APAV.
Na última década, morreram 398 mulheres vítimas de agressões em contexto de violência doméstica em Portugal. Ciúme e dificuldade em aceitar a separação são os principais motivos. O ano de 2014 ficou marcado pela morte de 42 mulheres. O distrito de Setúbal foi aquele que registou maior número de homicídios com sete mulheres mortas neste contexto, seguido de Lisboa (cinco mortes) e do Porto (quatro mortes). E é em casa que continuam a ocorrer a maior parte das mortes.

Agência de Notícias


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PCP visitou Santuário do Cabo Espichel em Sesimbra

Comunistas querem que a autarquia passe a gerir o Santuário 

Os deputados do PCP eleitos pelo distrito de Setúbal na Assembleia da República visitaram, ontem de manhã, o Santuário do Cabo Espichel, em Sesimbra. Os deputados Bruno Dias e Paula Santos, acompanhados por autarcas de Sesimbra, conheceram algumas intervenções da autarquia junto ao Santuário e acusaram os últimos Governos de "nada terem feito" para avançar com "a recuperação Santuário do Cabo Espichel". Para os comunistas "é urgente a resolução deste problema, no sentido de evitar a degradação deste local simbólico". De acordo com os deputados do PCP, "a solução poderá passar por uma permuta de terrenos, que permitiria à autarquia ficar na posse do Santuário, proposta que foi entregue ao Governo, pela autarquia de Sesimbra, no verão do ano passado" e que ainda aguarda resposta estatal. Os deputados anunciaram ainda que irão avançar com uma iniciativa parlamentar na Assembleia da República para "exigir uma solução que viabilize a requalificação deste valioso património", explica a nota do partido.
Deputados e autarcas do PCP visitaram Cabo Espichel 

Bruno Dias e Paula Santos, deputados do PCP na Assembleia da República, eleitos pelo círculo distrital de Setúbal, fizeram um ponto de situação relativo às diversas intervenções e diligências já efectuadas pela autarquia junto do Governo, entidade responsável pelo Santuário do Cabo Espichel bem como das "propostas efectuadas no sentido da recuperação e requalificação deste património, cuja importância se insere não só na valorização do concelho, mas também no desenvolvimento e promoção do turismo, factor importante para a dinamização da economia local", contam os comunistas em comunicado.
"De facto, o Santuário do Cabo Espichel é um património histórico ímpar, visitado por milhares de pessoas todos os anos, cuja recuperação e valorização é, há muito, uma aspiração de toda a comunidade, mas que tem sido ignorada pelos sucessivos Governos PS, PSD e CDS, que há mais de 20 anos se comprometem sucessivamente em avançar com a sua recuperação, sem que isso tenha vindo efectivamente a acontecer", disseram os deputados do PCP durante uma visita efectuada ontem a um dos mais emblemáticos pontos do concelho de Sesimbra.
Esta situação, dizem os comunistas, "é tanto mais incompreensível no quadro em que a autarquia se disponibiliza para recuperar e valorizar este importante património no nosso concelho, à semelhança das intervenções de recuperação e valorização que estão a decorrer junto ao Santuário, nos terrenos que são já propriedade da Câmara Municipal, mas que está impedida pelo facto de o edifício não estar na sua posse".
A autarquia de Sesimbra está a fazer obras de requalificação da horta dos peregrinos na Mãe d'Água; ordenamento do estacionamento à entrada do santuário; criação de um percurso pedonal desde a igreja até à Ermida da Memória e no antigo forte do Cabo. 
Para os deputados do PCP eleitos pelo circulo de Setúbal, "é urgente a resolução deste problema, no sentido de evitar a degradação deste local simbólico e por forma a criar mais condições para acolher as milhares de pessoas que o visitam todos os anos". 
De acordo com Paula Santos e Bruno Dias, "a solução poderá passar por uma permuta de terrenos, que permitiria à autarquia ficar na posse do Santuário, proposta que foi entregue ao Governo, pela autarquia de Sesimbra, no verão do ano passado mas que, incompreensivelmente, ainda não obteve qualquer resposta do estado". É caso para afirmar, como diz o nosso povo: "Não fazem nem deixam fazer", resumem os deputados.
Perante este impasse, o PCP, na Assembleia da República e nas autarquias locais, "tudo fará para que o Cabo Espichel possa vir a ser recuperado e requalificado na sua totalidade". Neste sentido o Grupo Parlamentar do PCP promoverá, desde já, "a realização de uma iniciativa parlamentar na Assembleia da República com esse objectivo", conclui a nota dos comunistas.
Bruno Dias e Paula Santos, foram acompanhados por autarcas da Câmara de Sesimbra, Assembleia Municipal de Sesimbra e Junta de Freguesia do Castelo, além da estrutura local do Partido Comunista Português.
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Contentores melhoram imagem urbana em Setúbal

Praça do Bocage e Avenida Luísa Todi ganham contentores modernos 

Novos contentores enterrados para recolha seletiva de resíduos sólidos urbanos foram instalados recentemente pela Câmara de Setúbal. De acordo com a autarquia, estes "equipamentos que melhoram a imagem urbana da cidade e que beneficiam a sustentabilidade ambiental". A instalação destes contentores enterrados, equipamentos com um design mais atrativo, que proporcionam uma melhor integração na malha urbana da cidade, tem igualmente como objetivo "a beneficiação da imagem de uma zona utilizada com frequência por munícipes e turistas", diz o gabinete de imprensa do município. A colocação dos novos equipamentos é enquadrada na estratégia da autarquia sadina para melhoria das condições de imagem e salubridade pública, materializada desde 2011. 
Novos ecopontos já estão a funcionar na cidade de Setúbal 

Os novos contentores subterrâneos para recolha seletiva de papel/cartão, vidro e embalagens foram implantados em locais da Avenida Luísa Todi como as imediações do Esperança Centro Hotel e da passagem para a Praça de Bocage, assim como na zona da rotunda das Fontainhas.
Os equipamentos, com capacidade de armazenamento de três metros cúbicos, ficaram disponíveis para utilização desde o dia 27 de Março e substituem "uma bateria de contentores para resíduos sólidos urbanos indiferenciados que existiam naqueles pontos", explica a autarquia.
A medida, impulsionada pela Câmara Municipal de Setúbal, destina-se a "fomentar hábitos de deposição seletiva de lixos por moradores e comerciantes, com vista a contribuir para um melhor ambiente, uma vez que naqueles locais existe uma grande concentração de serviços comerciais e de restauração", conta o gabinete de imprensa do município.
A instalação destes contentores enterrados, equipamentos com um design mais atrativo, que proporcionam uma melhor integração na malha urbana da cidade, tem igualmente como objetivo "a beneficiação da imagem de uma zona utilizada com frequência por munícipes e turistas", diz a autarquia.
A colocação dos novos equipamentos é enquadrada na estratégia da autarquia sadina para melhoria das condições de imagem e salubridade pública, materializada desde 2011 com a instalação de um total de 59 contentores enterrados em várias zonas da cidade, aos quais acrescem três ilhas ecológicas colocadas na Avenida José Mourinho.

Agência de Notícias
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Saldanha, no Montijo, recebeu Conversas do Bairro

Moradores querem "reabilitar espaços e equipamentos urbanos" no Saldanha 

A iniciativa “Conversas no Bairro” decorreu no dia 26 de Março, no auditório da Quinta do Saldanha, no Montijo. Esta foi a segunda sessão desta ação que, no âmbito da revisão do Plano Diretor Municipal do Montijo, que "pretende fomentar o debate e partilha de ideias para o concelho", refere a autarquia em comunicado. Os moradores do Bairro do Saldanha apresentaram à autarquia um conjunto de propostas que Nuno Canta registou. De acordo com o autarca, “é necessário qualificar os seus passeios, vias de acesso e de circulação no seu interior, bem como reordenar o seu estacionamento”, sublinhou o presidente da Câmara. As Conversas no Bairro decorrem de Março a Julho deste ano com, pelo menos, uma sessão por freguesia e com incidência geográfica em áreas ou bairros específicos do concelho.
Nuno Canta foi ouvir população do Saldanha sobre o PDM


Nuno Canta, presidente da Câmara do Montijo, sublinhou a relevância do encontro. “É importante que todos os cidadãos possam dar a sua opinião. O Plano Diretor Municipal (PDM) é um instrumento que se quer hoje mais participado e mais intervencionado por cada um de vós, pelas pessoas que, no fundo, acabam por ser beneficiadas ou prejudicadas por este instrumento de ordenamento do território”.
Em relação à zona ao Bairro do Saldanha, Nuno Canta mostrou-se preocupado com a realidade do mesmo e garantiu que o PDM contempla uma intervenção profunda no espaço público. “É necessário qualificar os seus passeios, vias de acesso e de circulação no seu interior, bem como reordenar o seu estacionamento”.
Reabilitar espaços e equipamentos urbanos, intervir nas zonas limites da cidade, criar um hostel, mais unidades de geriatria, zonas de observação ambiental, apostar no turismo rural e no setor vinícola, conceber percursos ao longo da malha urbana e junto ao rio, que proporcionem zonas de lazer, apelativas à criação de comércio e serviços, e recuperar o edifício do Cais dos Vapores, foram algumas das propostas deixadas pelos munícipes presentes.
As Conversas no Bairro decorrem de Março a Julho deste ano com, pelo menos, uma sessão por freguesia e com incidência geográfica em áreas ou bairros específicos do concelho.
Uma iniciativa que permite à Câmara Municipal do Montijo "construir um novo Plano Diretor Municipal mais aberto, participado e transparente". De acordo com a autarquia, "a participação é essencial para dar voz ao seu bairro!". 

Presidente quer acabar PDM neste mandato 
Nuno Canta esclareceu que a revisão do PDM assenta “num modelo territorial que valoriza, em primeiro lugar, a qualidade de vida urbana”, acrescentado que um dos problemas dos bairros novos da cidade prende-se com a questão dos “vazios urbanos, que são espaços por ocupar mesmo ao lado de prédios novos. Nesta revisão do PDM, a câmara necessita de arranjar mecanismos para resolver este problema”.
O autarca assumiu “o desígnio de terminar a revisão do PDM neste mandato autárquico” e garantiu que o documento vai assentar em objetivos estratégicos como “atrair habitantes, captar investimento, incentivar a reabilitação e regeneração urbana, qualificar o espaço público, potenciar o espaço rural e florestal e promover a melhoria ambiental do território”.
Sempre de entrada livre, a terceira sessão está agendada para o dia 9 de Maio, às 21 horas, no Museu Agrícola da Atalaia. Se tem alguma ideia para esta zona da cidade inscreva-se como orador/participante nas Conversas no Bairro, através do formulário disponível no site da Câmara do Montijo.

Agência de Notícias

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Lisnave reparte 1,2 milhões por funcionários efetivos

Arménio Carlos exige intervenção da ACT na empresa de reparação naval de Setúbal

O secretário-geral da CGTP/IN, Arménio Carlos, acusou a Autoridade para as Condições do Trabalho de não punir as ilegalidades de empresas como a Lisnave, que "não pagam o trabalho extraordinário pelo valor previsto na contratação coletiva", disse Arménio Carlos durante uma manifestação de trabalhadores da Lisnave, empresa de reparação naval, que culminou com uma concentração em frente às instalações da Autoridade para as Condições do Trabalho, em Setúbal. A denúncia surge na semana em que a empresa disse que vai distribuir 1,2 milhões de euros aos trabalhadores efetivos como “gratificação de balanço” pelos resultados alcançados em 2014. A empresa de reparação naval de Setúbal, que exporta 98 por cento da produção, com uma incorporação nacional superior a 90 por cento, obteve no ano passado um lucro de 6,7 milhões. 
CGTP quer que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados 

"Estamos aqui para exigir que um conjunto de direitos seja respeitado, concretamente o pagamento do trabalho extraordinário, tal como consta da contratação coletiva", disse Arménio Carlos.
O líder da CGTP/IN garantiu que a central sindical desde há alguns meses que tem vindo a alertar o Governo e a própria ACT - Autoridade para as Condições do Trabalho - para este tipo de situações e lamentou que a ACT ainda não tivesse tido uma intervenção suscetível de pôr termo ao que considerou ser uma "ilegalidade".
Arménio Carlos, que falava perante cerca de 150 trabalhadores das empresas Lisnave e Lisnave Yard, exigiu "que a ACT deixe de ter uma postura cúmplice com aquilo que são posicionamentos de algumas entidades patronais que persistem em violar a lei" e garantiu que os trabalhadores vão continuar a lutar pelos seus direitos.
"Não havendo uma intervenção da ACT, isto significa que a ACT está associada a uma linha que o Governo definiu, juntamente com o patronato, e que visa a redução das retribuições, que não passa apenas pelos salários base. Passa também pela redução do valor do trabalho extraordinário e por tudo aquilo que tem a ver com o rendimento líquido dos trabalhadores", disse o líder da CGTP/IN.

Empresa reparte parte dos lucros com  funcionários efetivos
Confrontado com a decisão anunciada na quinta-feira passada pela administração da Lisnave, de distribuir 1,2 milhões de euros aos trabalhadores efetivos, como "gratificação de balanço" pelos resultados alcançados em 2014, que registaram um lucro líquido de 6,47 milhões de euros, Arménio Carlos disse que a empresa deveria também aumentar os salários.
"A melhor forma de compensar os trabalhadores, pela produção que fazem todos os dias, é aumentar-lhes os salários e, já agora, pagando-lhes o trabalho extraordinário de acordo com o que está regulamentado na contratação coletiva", disse, defendendo que as compensações se deveriam estender aos trabalhadores com vínculo precário.
"Muitos desses trabalhadores com vínculos precários estão a ocupar postos de trabalho efetivos", justificou o secretário-geral da CGTP.
Segundo a empresa, “apesar das limitações do mercado e da forte competição internacional, a Lisnave reparou 92 navios em 2014, de 52 clientes, oriundos de 21 países”.
“Ainda que se tenha verificado uma ligeira redução no número total de navios reparados referente ao ano transato, a Lisnave conseguiu manter um nível considerável de ocupação das suas docas e de trabalho realizado, devido a um aumento de navios com reparações de vulto, onde o volume de trabalho foi significativo”, refere a empresa na sua página na internet. 
“Importa realçar os clientes repeated business que continuam a confiar no Estaleiro da Lisnave para a reparação/manutenção dos seus navios, reconhecendo desta forma a qualidade do trabalho aqui desenvolvido”, acrescenta.
Segundo a empresa de Setúbal, “a Lisnave, com o seu know-how reconhecido pelos seus clientes, reparou diversos tipos de navios, mas o seu segmento tradicional de atividade continua a ser os petroleiros, que contribuem significativamente para o volume de trabalho do estaleiro”.
Dos 92 navios reparados nos estaleiros da Mitrena, 27 eram de Singapura e 18 da Grécia. Logo atrás aparece a Alemanha, com oito navios, seguindo-se Hong-Kong com cinco e a Dinamarca e a Inglaterra com quatro navios cada.

CGTP ao lado Administração Local e da Função Pública
Durante a manhã de sexta-feira, Arménio Carlos participou também numa manifestação dos trabalhadores da Administração Local e da Função Pública, alguns dos quais, segundo a União de Sindicatos de Setúbal (USS), "estão a prestar funções de caráter permanente nos serviços públicos e se encontram na situação de Contrato de Emprego e Inserção".
Segundo o coordenador da USS, Luís Leitão, estes trabalhadores exigem a "abertura de concursos para serem integrados nos locais onde, na prática, já estão a exercer funções".

Agência de Notícias


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Setúbal deu nova imagem ao Largo da Misericórdia

Largo com imagem contemporânea revitaliza Baixa 

A imagem urbana, a atratividade e as condições de usufruto do Largo da Misericórdia, em Setúbal, saem reforçadas após a execução de um conjunto de beneficiações com novos traços de contemporaneidade no espaço público do centro histórico de Setúbal. A operação urbanística impulsionada pela Câmara sadina dotou o Largo "de uso coletivo, que acolhe, regularmente, iniciativas culturais e comerciais, de novas valências de fruição e socialização para comerciantes e, sobretudo, utilizadores da Baixa comercial", diz a autarquia de Setúbal em comunicado. A obra custou cerca de 110 mil euros. 
Largo da Misericórdia ganha nova linguagem urbana 

A instalação de cinco bancos modelares, um dos quais, ao centro, dotado de iluminação, que no seu conjunto formam uma peça escultórica contemporânea, é uma das alterações de maior impacte visual executadas no Largo, com intervenções centradas numa área com cerca de 128 metros quadrados.
As obras, uma empreitada realizada ao longo de um mês, materializam um investimento camarário da ordem dos 110 mil euros, que englobou a pavimentação da área intervencionada no Largo da Misericórdia em lajeado de granito, com acabamento antiderrapante.
O conjunto de árvores do local também foi intervencionado no âmbito da operação, com a manutenção de três dos quatro espécimes. Estes receberam novas caleiras em aço galvanizado, versáteis e com apontamentos artísticos que criam uma simbiose harmoniosa com as árvores.
No local onde estava plantada a outra árvore, removida pelos serviços municipais por motivos de salubridade pública, a Câmara instalou uma fonte ornamental. O equipamento, dotado de seis bicos pulverizadores, é outra das novidades no novo desenho urbanístico do largo.
No âmbito desta operação, dinamizada com "o objetivo de revitalizar aquela área histórica da cidade e, ao mesmo tempo, de apoiar e dinamizar o comércio local, está ainda prevista a instalação, num dos bancos, de uma escultura em bronze, que retrata as formas femininas, da autoria de João Duarte", explica a autarquia.
Paralelamente a esta intervenção, a Câmara Municipal procedeu à instalação de perto de "três dezenas de floreiras ornamentais que agora alindam varandas. O verde dos novos elementos decorativos salta à vista na maior parte dos edifícios do Largo da Misericórdia", diz a autarquia sadina.

Criar novas dinâmicas na Baixa 
A operação de embelezamento da Baixa não está circunscrita ao Largo da Misericórdia, com vários apontamentos visuais nas ruas do centro histórico, de que são exemplo as floreiras em aço corten com o símbolo do Município colocadas recentemente pelos serviços camarários.
Os comerciantes também estão empenhados em criar novas dinâmicas na Baixa e impulsionaram vários projetos, como as sombrinhas coloridas que enfeitam o topo das ruas e, mais recentemente, elementos decorativos com flores e apontamentos de artes plásticas nas fachadas de imóveis.
A Baixa comercial, no qual se insere o Largo da Misericórdia, reúne um conjunto de características de grande interesse patrimonial, cultural e paisagístico, sendo visitada ao longo de todo o ano por setubalenses e turistas. É também palco de variadas manifestações culturais e comerciais.
No passado sábado, a Baixa comercial recebeu a segunda edição da Feira Outlet, durante a qual cerca de 150 lojistas aderentes à iniciativa disponibilizaram artigos e serviços a preços bonificados, como vestuário, acessórios de moda, cosmética e artigos de decoração a preços muito convidativos.

Agência de Notícias


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Músicas do Mundo de Sines entre os melhores do mundo

Revista Britânica coloca festival de Sines entre os 25 melhores do mundo 

O Festival de Músicas do Mundo de Sines é um dos melhores festivais internacionais, segundo a revista britânica Songlines. A revista colocou o Festival de Sines, pelo sexto ano consecutivo, entre os 25 festivais internacionais de Músicas do Mundo, sendo o único festival português e ibérico escolhido pela equipa editorial daquela revista de música. A escolha da revista Songlines contempla festivais realizados nos cinco continentes, em países como Austrália, Canadá, Índia, Tanzânia e Finlândia. O festival está de volta Sines e Porto Covo de 17 a 25 de Julho deste ano repleto de muita qualidade. 
Festival  é um dos maiores eventos culturais em Portugal 

Na edição de Junho da revista, que chega às bancas em Maio, será publicado um artigo que traça o perfil de cada um dos 25 festivais escolhidos, incluindo o de Sines.
O Festival de Músicas do Mundo de Sines realiza-se este ano entre 17 e 25 de Julho, na cidade de Sines e na vizinha vila de Porto Covo, organizado pela câmara local, e tem direção artística de Carlos Seixas.
Este ano foram já anunciadas as participações do saxofonista nigeriano Orlando Julius, acompanhado pelo The Heliocentrics, e do conterrâneo Dele Sosimi, com a Afrobeat Orchestra, que esteve em Portugal em 2008.
Do Mali são esperados os tocadores de kora, Toumani Diabaté e Sidiki Diabaté, pai e filho, assim como - em estreia em Portugal - os Songhoy Blues, grupo formado por quatro jovens músicos, influenciados pelo legado de Ali Farka Touré e Baba Salah e marcados pelo cenário de conflito no país, que editaram em fevereiro último o primeiro álbum, "Music in Exile".
O cartaz inclui ainda o músico Peter Solo, nascido no Togo, no seio da trio Guin, radicado em França, onde criou o grupo Vaudou Game, assim como os Ibibio Sound Machine, coletivo de oito músicos de Londres, liderados pela cantora de sangue nigeriano Eno Williams, que editou no ano passado o disco de estreia, homónimo, marcado pela conjugação de gospel, soul e disco.

Agência de Notícias
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PSD quer Centros de Saúde em Pinhal Novo e Sesimbra

Deputados do PSD exigem construção de novas unidades de saúde

Os deputados do PSD do distrito de Setúbal querem a construção de novas infraestruturas para a instalação das Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados [Centro de Saúde] de Sesimbra e de Pinhal Novo, dado que estas já não reúnem as condições necessárias para os utentes e para os profissionais médicos. Em visita a estas duas instalações, onde em Sesimbra foram acompanhados pelo presidente da concelhia, Lobo da Silva, os deputados afirmam que "são precisos novos equipamentos para dar resposta a uma situação que se vai agravando cada vez mais". O social-democrata acredita que o Governo vai dar “especial atenção” a estes dois casos, na sequência do investimento que tem vindo a ser feito na área da saúde no distrito de Setúbal.
Deputados do PSD estiveram no Pinhal Novo e em Sesimbra 


A delegação social-democrata passou por Sesimbra e por Pinhal Novo onde constataram aquilo que as populações e as autarquias locais há muito reclamam e exigem: a falta de médicos e a construção de novos centros de saúde [que agora se chamam Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados]. Quer em Sesimbra quer, sobretudo em Pinhal Novo, o problema arrasta-se há anos sem que consecutivos Governos conseguissem resolver o problema da falta de equipamentos de saúde adequados às populações.  
“Estas duas unidades de saúde já não têm capacidade para continuar a servir a população. Em Sesimbra estão inscritos 10 mil utentes, enquanto no Pinhal Novo estão inscritos sete mil”, realça o deputado Paulo Ribeiro.
O deputado do PSD aponta ainda a questão de ambas as instalações serem arrendadas, para além de precisarem de obras urgentes.
“Não podemos estar a adiar a solução para este problema. São precisos novos equipamentos, que permitam que os utentes possam ser atendidos com qualidade, que não tenham que subir e descer escadas, que não tenham que levar com água proveniente do tecto, que tenham condições dignas, assim como todos os profissionais de saúde”, acrescenta o deputado que é também vereador da coligação PSD-CDS/PP, em Palmela.
Paulo Ribeiro foi ainda informado que para o Pinhal Novo "existe um projecto para uma nova unidade dimensionada para 20 mil utentes, agregando assim outras valências que estão espalhadas pela freguesia". Em relação a Sesimbra, é "necessário um novo projecto tendo em conta a actual realidade da freguesia de Santiago".
O social-democrata acredita que o Governo vai dar “especial atenção” a estes dois casos, na sequência do investimento que tem vindo a ser feito na área da saúde no distrito de Setúbal.

Agência de Notícias

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PS visitou Escola Jorge Peixinho no Montijo

Socialistas defendem conclusão das obras da Escola Secundária

Os deputados do Partido Socialista  eleitos pelo círculo de Setúbal à Assembleia da República anunciaram que vão “insistir" com o Governo no sentido de "serem assumidos os calendários de obras" em escolas do distrito de Setúbal que aguardam intervenções, no âmbito da Parque Escolar. A Escola Secundária Jorge Peixinho, no Montijo, é uma das que foi apanhada “nos impasses do Governo de direita”, realçam os socialistas, depois de uma visita efetuada a este estabelecimento de ensino pelas deputadas Eurídice Pereira e Catarina Marcelino. Com um investimento projetado de 12 milhões de euros (e, apenas, 7 milhões e 474 mil euros executados) a obra devia, há muito, estar concluída mas, até ao momento, cumpriu-se metade da meta de construção, não se prevendo uma data para a sua conclusão. Para Nuno Canta, “este Governo tem um preconceito para com a Parque Escolar. A prova é que existem mais de 30 casos como o desta escola em todo o país”, concluiu.
Obra na Secundária do Montijo ficou a "meio" e sem final "à vista" 

“A Escola Jorge Peixinho fazia parte do leque das escolas a intervencionar no âmbito da Parque Escolar” e, ainda, “viu construída a primeira fase não obstante não ter resolvido todo o processo de empreitada. No entanto, a segunda fase do projeto é sucessivamente adiada criando grandes problemas de funcionamento”, apontam as deputadas do PS, acrescentando, “com a entrada deste Governo tudo foi colocado em causa e certo é que, estando a legislatura a terminar, passados cerca de quatro anos, as escolas não têm os problemas resolvidos”, sublinharam as duas deputadas socialistas em visita aquela escola do Montijo.
O socialistas lembram que, exceção feita à secundária do Pinhal Novo, que viu retomar os trabalhos, “a do Monte da Caparica, a de Corroios, [João de Barros], e a do Montijo teimam em não ver melhores dias”. As parlamentares do PS foram acompanhadas, durante a visita, pelos presidente e vice-presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta e Francisco Santos, respetivamente, e ainda pelo presidente União de Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, Fernando Caria.

Uma escola com vários problemas 
A empresa pública responsável pela obra, a Parque Escolar, entrou em litígio com o empreiteiro, ficando a obra suspensa e por acabar, com reflexos negativos no bem-estar dos alunos, professores e funcionários, bem como na sua própria segurança pessoal.
Com um investimento projetado de 12 milhões de euros (e, apenas, 7 milhões e 474 mil euros executados) a obra devia, há muito, estar concluída mas, até ao momento, cumpriu-se metade da meta de construção, não se prevendo uma data para a sua conclusão.
Em Novembro do ano passado, numa visita à Escola Secundária Jorge Peixinho, o presidente da Câmara do Montijo pôde constatar a existência de infiltrações no edifício velho, saídas de emergência (no novo edifício) pouco eficientes, e espaços exteriores pouco recomendáveis para um recreio seguro. Atendendo à situação de litígio entre o Ministério da Educação e o empreiteiro, ficaram suspensas as obras no pavilhão desportivo e os arranjos exteriores, assim como a aquisição de diverso equipamento de segurança, mobiliário e ar condicionado.
A “parte nova” da escola, até agora construída, já apresenta diversos problemas, como salas sem ventilação natural (janelas) projetadas para a utilização de ventilação artificial, sistema a vácuo. Sem ar condicionado colocado, incidentes com alunos já se verificaram na época de verão, devido à ventilação insuficiente do sistema. 
O presidente da CAP da Escola Secundária Jorge Peixinho afirmou que “quem projetou esta obra não teve em conta a realidade da escola. Cada vez temos mais alunos carenciados, este ano são 24 por cento dos alunos, o dobro do ano anterior, e com aumentos semanais. Com um orçamento limitado aos 12 mil euros mensais não temos meios para fazer face às despesas, nomeadamente com o sistema de ar condicionado, quando estiver a funcionar”, diz João Ramos.
Preocupado com esta realidade, mas sem quaisquer competências ou responsabilidade sobre a obra, Nuno Canta afirmou [em Novembro do ano passado] que “a nossa função é trabalhar em conjunto com a escola e a associação de pais para alertar os responsáveis, a Parque Escolar e o Ministério da Educação”.
Para Nuno Canta, “este Governo tem um preconceito para com a Parque Escolar. A prova é que existem mais de 30 casos como o desta escola em todo o país”, concluiu.

Agência de Notícias



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Deputados do PCP visitam Cabo Espichel em Sesimbra

Comunistas querem requalificação do Santuário do Cabo Espichel 

Os deputados do PCP eleitos pelo distrito de Setúbal na Assembleia Municipal visitam, esta segunda-feira de manhã, o Santuário do Cabo Espichel, em Sesimbra, no âmbito da "urgente requalificação deste património, por parte do Governo", dizem os comunistas em comunicado enviado ao ADN. Na visita desta manhã, conta com os deputados Bruno Dias e Paula Santos, acompanhados por autarcas da Câmara de Sesimbra, Assembleia Municipal de Sesimbra e Junta de Freguesia do Castelo, além da estrutura local do Partido Comunista Português.
PCP quer intervenção do Governo no Santuário 


A visita tem por objectivo "a realização de um ponto de situação relativo às diversas intervenções e diligências já efectuadas pela Câmara Municipal de Sesimbra junto do Governo, entidade responsável, bem como das propostas já efectuadas no sentido da recuperação e requalificação deste património, cuja importância se insere não só na valorização do concelho, mas também no desenvolvimento e promoção do turismo, factor importante para a dinamização da economia local", sublinha o comunicado dos comunistas.  
Esta iniciativa visa ainda "a preparação pelo PCP de uma iniciativa do seu Grupo Parlamentar na Assembleia da República, que confronte o Governo com as suas responsabilidades nesta situação e exigir ou propor uma solução que viabilize a requalificação deste valioso património", explica a nota do partido.
Na visita desta manhã ao Santuário do Cabo Espichel, os deputados Bruno Dias e Paula Santos, eleitos pelo círculo distrital de Setúbal, serão acompanhados por autarcas da Câmara de Sesimbra, Assembleia Municipal de Sesimbra e Junta de Freguesia do Castelo, além da estrutura local do Partido Comunista Português.

Agência de Notícias

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Praias de Tróia entre as melhores da Europa

Imprensa mundial rendida à beleza natural das praias de Tróia 

As praias de Tróia, nos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal, estão entre As 13 melhores praias da Europa, de acordo com o Thrilist, um dos mais prestigiados sites de turismo dos Estados Unidos da América, sendo ainda consideradas umas das melhores de Portugal, pelos leitores do prestigiado jornal Britânico The Guardian. Para a responsável pela Área de Gestão Ambiental do Troia Resort, “este é um reconhecimento que nos enche de orgulho e que comprova que Tróia é um destino com cada vez maior projecção internacional”. Célia Ferreira acrescenta ainda que “a beleza da sua envolvente natural é, sem dúvida, um elemento que o torna único em Portugal e no Mundo”. 
Praias de Tróia entre a mais bonitas da Europa 

Segundo o Thrilist “as praias de Tróia destacam-se pelas suas longas línguas de areia fina, água azul-turquesa e pela sua paisagem, onde encontramos as Ruínas Romanas de Tróia, o Porto Palafítico da Carrasqueira e é possível observar os roazes do Sado”.
Já os leitores do The Guardian elogiam “os 18km de praias de areia fina, ideais para um piquenique descontraído em família, sem multidões, ou para um passeio de barco durante o qual talvez seja possível ver os golfinhos”.
Para Célia Ferreira, responsável pela Área de Gestão Ambiental do Troia Resort, “este é um reconhecimento que nos enche de orgulho e que comprova que Tróia é um destino com cada vez maior projecção internacional”. Acrescenta ainda que “a beleza da sua envolvente natural é, sem dúvida, um elemento que o torna único em Portugal e no Mundo”.
A qualidade das três praias concessionadas Tróia-Mar, Tróia-Bico das Lulas e Tróia-Galé é ainda reconhecida pela Quercus, na sua lista “Praias com Qualidade de Ouro” sendo galardoadas, todos os anos, com a Bandeira Azul.
Este é o resultado do trabalho desenvolvido no âmbito do sistema de gestão ambiental que, progressivamente, englobou as actividades de projecto, construção e exploração do Troia Resort.
"Trata-se de um caso pioneiro em Portugal uma vez que, para além da exploração dos empreendimentos turísticos, este sistema de gestão ambiental abrange a totalidade das operações geridas pela Sonae Turismo no resort, nomeadamente, as unidades hoteleiras Aqualuz Suite Hotel Apartamentos, o Troia Golfe, Championship Course, a Troia Marina, as praias, a área florestal e todas as infra-estruturas associadas", conclui a responsável pela Área de Gestão Ambiental do Troia Resort.

Agência de Notícias
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Seixal contra o novo regime dos transportes públicos

Autarquia teme pior serviço e mais encargos para os utentes 

A Câmara do Seixal aprovou em reunião de Câmara, uma tomada de posição contra a proposta de novo Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros e pelo direito das populações ao transporte público e à mobilidade. A autarquia considera que "o funcionamento do sistema de transportes tem um papel estruturante e estratégico na vida económica e social do País, pois é este que garante a circulação global da produção (mercadorias e bens) e a mobilidade dos trabalhadores e populações". A posição da autarquia segue a resolução dos municípios da Área Metropolitana de Lisboa, que são unânimes na rejeição da nova lei. As 18 Câmaras da Península de Setúbal e do distrito de Lisboa manifestam o receio de que o modelo de financiamento nele previsto venha a traduzir-se na criação de uma nova taxa que onere os cidadãos. A transferência de competências em marcha, resume o vice-presidente da Câmara de Lisboa, “é um logro, uma falsidade”.
Novo regime dos transportes públicos não agrada ao Seixal 

Nos próximos seis meses, as Autoridades Metropolitanas de Transportes (AMT) vão ser extintas e as suas competências vão passar a ser desempenhadas por um serviço interno da Área Metropolitana de Lisboa, e, em princípio, por um organismo a criar na Área Metropolitana do Porto. O Governo aprovou, no mês passado, a proposta de lei do novo regime jurídico do sector, que transfere a regulação para os municípios e abre portas à criação de uma taxa, paga pelas empresas, que financiará as tarefas que as AMT nunca conseguiram cumprir. Uma teoria que a autarquia do Seixal - como outras da região de Lisboa - desconfia. 
Verifica-se que com esta proposta de lei, o Governo afirma reconhecer o papel que as autarquias locais há muito reclamam no planeamento e organização dos transportes públicos mas, no entender da Câmara do Seixal, "de facto o que promove esta nova lei é a completa desresponsabilização da Administração Central nesta estruturante matéria para a vida das populações".
A aplicação deste regime não significa "integrar a opinião e contributo dos municípios no planeamento e organização do sistema, mas sim a responsabilização das autarquias pelo serviço público e seu financiamento, o promover a desresponsabilização do Estado/central e a proliferação de centenas de autoridades de transportes", refere fonte da autarquia.
Entende o município do Seixal que esta proposta do Governo "aprofunda as consequências da opção privatizadora do sistema de transportes, tais como aumento de preços e tarifas, redução da oferta, degradação da qualidade do serviço, perda de utentes e agravamento das condições de mobilidade das populações".
Por isso, a Câmara do Seixal, reitera que não pode ser "tomada uma decisão sem a devida ponderação e participação dos municípios na sua elaboração, pelas profundas e negativas implicações em todas as esferas da vida das Regiões, com especial enfoque na Área Metropolitana de Lisboa". 
A autarquia refere que "continuará a pugnar pela concretização dos investimentos estruturantes de melhoria da mobilidade das populações no concelho do Seixal, designadamente, com o reforço de oferta e cobertura do Transporte Coletivo Público Rodoviário e Fluvial e extensão do Metro Sul do Tejo". 

Área Metropolita de Lisboa em "desacordo" com projeto 
Com as novas regras os preços podem aumentar dizem as autarquias 
Os municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML) são unânimes na rejeição do novo Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros,  manifestando o receio de que o modelo de financiamento nele previsto venha a traduzir-se na criação de uma nova taxa que onere os cidadãos. A transferência de competências em marcha, resume o vice-presidente da Câmara de Lisboa, “é um logro, uma falsidade”.
Em reunião entre todas as Câmaras da AML [que integra os municipios da Península de Setúbal e do distrito de Lisboa] foi aprovado, por unanimidade, um parecer no qual se diz que aquela iniciativa legislativa irá contribuir “não para a resolução, mas para o agravamento” da situação hoje existente ao nível do serviço público de transporte, situação que os municípios consideram ser “criticamente grave”.
No debate a propósito do tema, o vice-presidente da Câmara de Lisboa  foi uma das vozes críticas. Fernando Medina afirmou que qualquer “boa intenção” que pudesse haver “esvazia-se” quando se constata que o Governo quer entregar a gestão da Carris e do Metropolitano de Lisboa já depois de atribuir a sua sub-concessão a um privado.
“Tem que haver uma compensação e essa compensação tem que sair dos orçamentos do Estado”, concordou o presidente da Câmara do Barreiro, lembrando que “a mobilidade, que é um direito dos cidadãos, pressupõe um serviço público que não consegue ser rentável”. Carlos Humberto  acrescentou que se é certo que a assunção de responsabilidades ao nível do “ordenamento dos transportes” é “uma reivindicação histórica” da AML, também é certo que ela só poderá concretizar-se se forem “dadas condições” para isso.
Já o presidente da Câmara do Seixal, Joaquim dos Santos, falou numa “desresponsabilização” do Governo, considerando o regime jurídico em causa “completamente inaceitável”. Uma ideia que foi também defendida pela vereadora Piedade Mendes, da Câmara de Sintra, que acusou o executivo liderado por Passos Coelho de estar “mais uma vez” a “chutar competências para outras entidades” sem explicar devidamente quais “os meios” envolvidos no processo.
Por sua vez, o presidente da Câmara de Loures , classificou como “extraordinário” que aquela que é “uma decisão absolutamente gigantesca” esteja em vias de ser tomada numa altura em que faltam “poucos meses para o final do mandato”. E, acrescentou Bernardino Soares, “em total desrespeito pela posição dos municípios e pelo direito à mobilidade das populações”.
Finalmente, o presidente da Câmara de Oeiras (independente), Paulo Vistas, considerou que a solução em cima da mesa “é desastrosa para o serviço público e para as populações”, pelo que os municípios não podem permitir que ela vá avante.
No parecer sobre este assunto que foi já remetido à Assembleia da República, os municípios dizem que as alterações previstas no Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros “envolvem aspectos socioeconómicos e financeiros que têm grande melindre” e lamentam que não lhes tenham sido disponibilizadas as “simulações dos impactes financeiros reais expectáveis”. A questão do financiamento, sublinham, é o “nó górdio” da proposta do Governo.
Da leitura que fazem, as 18 câmaras concluem que caso o regime jurídico fosse avante nos termos actuais uma das primeiras medidas que a AML teria que tomar seria, “com grande probabilidade”, o lançamento de uma nova taxa (prevista no artigo 11.º do novo projeto), ainda em 2015. O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, tem dito que essa taxa não irá onerar os passageiros, mas os autarcas da AML não estão convencidos de que assim seja.




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Governo vende terreno no Alfeite, em Almada, à igreja

Paróquia de Almada compra igreja ao Estado por 11 mil euros 

O Governo aprovou esta quinta-feira a desafectação do domínio público militar de 250 metros quadrados do Bairro Social do Alfeite, em Almada, à Paróquia da Igreja da Sagrada Família de Miratejo-Laranjeiro, por 11350 euros. Esta decisão visa "travar o aumento da degradação do edifício da Igreja, bem como do equipamento nela instalado, o que só é possível com ampliação do logradouro", diz um comunicado do Conselho de Ministros enviado ao ADN.  
Venda vai permitir que se façam obras na igreja 

Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, o ministro da Presidência, Marques Guedes, disse que esta “desafectação do domínio militar de uma parcela de terreno com a área de 250 metros quadrados, parte integrante do estabelecimento militar do Alfeite”, foi decidida “por forma a permitir obras de requalificação” na referida igreja, que está “em algum estado de degradação”, mediante “uma contrapartida financeira da ordem dos 11 mil euros”.
De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, “esta decisão visa travar o aumento da degradação do edifício da igreja, bem como do equipamento nela instalada, o que só é possível com ampliação do logradouro”.
O mesmo comunicado aclara que está em causa um terreno “integrante do Bairro Social do Alfeite, freguesia do Laranjeiro, concelho de Almada” e que “a alienação é feita mediante a contrapartida financeira no montante de 11350 euros”.

Agência de Notícias
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Professores do Montijo e Alcochete estiveram reunidos

"É urgente criar uma nova agenda para a educação pública" 

Centenas de professores, membros das forças de segurança e profissionais de saúde encheram a plateia do Cinema Teatro Joaquim d’Almeida, no Montijo, no dia 25 de Março para participar no VI Encontro de Professores e Educadores de Montijo e Alcochete, promovido pelo centro de formação dos dois municípios, a Cenforma. Como trabalham os professores, as equipas das escolas segura e os técnicos de saúde, no âmbito da educação para a saúde, quais os resultados obtidos e as dificuldades encontradas foram algumas das questões debatidas na jornada de trabalhos. O  presidente da Câmara  do Montijo diz que “é urgente criar uma nova agenda para a educação pública. É um sentimento que trago da prioridade que temos dado à escola pública, da proximidade que temos tido com os pais, professores e alunos e das visitas que temos realizado a todas as escolas do concelho”, realça Nuno Canta.
Professores e educadores reuniram esta semana no Montijo 

O encontro teve como oradores, entre outros, representantes dos agrupamentos de Escolas de Montijo e de Alcochete, elementos da PSP, da GNR, da Direção Geral de Saúde, das autarquias de Montijo e Alcochete, da secretaria de Estado da Educação e da Direção Geral de Saúde.
Nuno Canta, presidente da Câmara  do Montijo, esteve presente na iniciativa e reconheceu a importância da partilha de experiências para enfrentar os desafios que se impõem. “É urgente criar uma nova agenda para a educação pública. É um sentimento que trago da prioridade que temos dado à escola pública, da proximidade que temos tido com os pais, professores e alunos e das visitas que temos realizado a todas as escolas do concelho”, afirmou o autarca.
O presidente acrescentou que apesar do futuro da escola pública ser uma preocupação acredita que “o empenho e capacidade de inovação da comunidade educativa que temos presenciado permite aliar a minha preocupação a uma esperança no futuro”, sublinha Nuno Canta.
“No Montijo, as escolas, têm desenvolvido experiência que considero notáveis em que pais, professores e sociedade civil se empenham nas soluções paras as situações sociais e pedagógicas mais difíceis. São casos singulares com projetos de grande valia a que devemos dar a necessária notoriedade”, explicou o autarca.
Marta Alves, diretora do Cenforma (centro de formação do Montijo e Alcochete) referiu que o encontro teve por objetivo “ver e ouvir o que é feito hoje nas nossas escolas, nos centros de saúde, nas esquadras de polícia e segurança pública, nos postos da GNR, a nível dos programas de educação para a saúde”.
De acordo com a directora,  este é “um trabalho profundo muito importante para a boa formação dos nossos jovens e que não se vê, pois é realizado, discretamente, nos bastidores por uma esquipa de profissionais empenhados. Não se vê, mas tem um efeito, a longo prazo, com imensa relevância”, afirmou Marta Alves.
O VI Encontro de Professores e Educadores de Montijo culminou com uma palestra proferida por Luís Neto do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, sobre “Bem-estar emocional e aprendizagem”.

Agência de Notícias
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