Dá um Gosto ao ADN

Distrito de Setúbal em festa(s) na passagem de ano

Setúbal, Sesimbra, Almada, Montijo e Seixal recebem novo ano com festas de arromba 

Ainda não tem planos para esta passagem de ano? Nós temos várias sugestão. O país já está em contagem decrescente para o último dia do ano. Pelo distrito de Setúbal há muitas - e inovadoras - sugestões para sair de casa para poder celebrar a entrada em 2019 em grande, na companhia dos seus amigos e família. O Réveillon de Sesimbra é um dos mais procurados, com animação de rua, fogo de artifício ao som de Mozart, DJ e bares abertos. Pode participar no Fim de Ano Azul, em Setúbal, que mais uma vez vai animar a frente ribeirinha, com vários concertos, de entrada gratuita, em três palcos junto às docas e bancas de street food espalhadas pelo recinto. Em Almada, Anselmo Ralph, será o anfitrião da passagem de ano em Cacilhas. A festa decorre até madrugada, com espectáculo pirotécnico à meia-noite. No Montijo, 2018 despede-se ao som da música de Dj Pedro R, na Praça da República, e entra em 2019 com um espectáculo de fogo de artificio na Frente Ribeirinha. As zonas ribeirinhas do Seixal e Amora recebem, em dois palcos, a atuação de vários DJ. A maior novidade para a entrada do novo ano é o fogo de artifício à meia-noite. Um espetáculo único que tornará o concelho do Seixal o melhor local para saudar o ano de 2019.
Sesimbra volta a receber ano novo no mar 

O ponto alto dos festejos da noite de 31 de Dezembro, segunda-feira, em Setúbal, vai para o fogo de artifício sobre uma das mais belas baías do mundo marcado para a meia-noite. Antes do espetáculo pirotécnico, de 15 minutos, que vai dar as boas-vindas a 2019, há uma contagem decrescente, numa estrutura de cerca de 30 metros de altura, com os números das horas iluminados.
Mas a animação não fica por aqui. O cartaz da festa, com o Rio Sado e a Serra da Arrábida como pano de fundo vai contar com atuações de vários músicos e DJ. 
Entre as 23 e as duas da manhã, o DJ Paulo Di-Light vai estar na Tenda dos Golfinhos, na Doca dos Pescadores. O artista, que fez furor na Noite Branca de Lisboa traz vários géneros musicais numa atuação, onde a versatilidade e a boa disposição não vão faltar.
Da 0h15 às duas da manhã, o duo Beliche sobe ao Palco Casa dos Pescadores numa viagem por vários estilos musicais nacionais e internacionais. A banda com 12 anos já deu mais de 700 concertos pelo País e no estrangeiro.
Ao mesmo tempo, no Palco Rockalot, na Praia da Saúde é a vez de Jorge Nice interpretar os sucessos mais emblemáticos, que o tornaram famoso em Setúbal e arredores. Com letras contagiantes e um sotaque bem charroco, o cantor promete não deixar ninguém indiferente.
Além da música mais de 60 restaurantes e bares vão marcar presença na zona ribeirinha, com carrinhas de street food abertas até mais tarde. Pode consultar a programação completa do evento, organizado pela autarquia, em parceria com as Águas do Sado e a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, com o patrocínio da Santogal Concessionário BMW no site do município.

Passagem de ano debaixo de água em Sesimbra 
Dezenas de mergulhadores de todo o país vão voltar a passar o ano no fundo da Baía de Sesimbra, uma iniciativa que começou há 12 anos, e que, desde então, é a imagem de marca deste Réveillon. O objetivo é promover o fundo do mar de Sesimbra, considerado por muitos um dos mais belos da Europa, e que atrai anualmente milhares de praticantes desta atividade. O espetáculo piromusical e a animação até de madrugada em toda a marginal completam o programa.
Este ano, o espetáculo piromusical do Réveillon de Sesimbra presta homenagem a duas grandes divas da música, Aretha Franklin e Montserrat Caballé, que nos deixaram em 2018. E se a música vai, certamente, emocionar os milhares de pessoas que habitualmente escolhem Sesimbra para entrar no novo ano, o fogo-de-artifício promete prender todos os olhares no céu da Baía de Sesimbra.
Já a animação musical centra-se no Largo da Marinha e no Largo de Bombaldes e decorre entre as 22 e as duas da manhã. Depois disso, a festa continua, como é habitual, nos restaurantes e bares da vila que vão estar abertos até bem perto do nascer do sol.
A última noite de 2018 só fica completa com a passagem de ano subaquática, que já se realiza desde 2007, e é uma das imagens de marca de Sesimbra. Os mergulhadores vão entrar na água, junto ao Porto de Abrigo, e dar continuidade a uma das passagens de ano mais originais do país.

Anselmo Ralph na passagem de ano em Cacilhas
Mais uma vez Cacilhas vai receber o Ano Novo em festa. Música e fogo-de-artifício, desta vez combinado entre a margem de Almada e a de Lisboa. Mas em Cacilhas, a festa promete, tem muita música e um mega fogo de artificio a dobrar, e não é preciso bilhetes nem entradas.
Em Almada, junto à Fragata D. Fernando II e Glória, em Cacilhas, o palco do evento de passagem de ano da autarquia recebe este ano Anselmo Raph, um dos grandes nomes da música angolana. Mas há mais motivos para marcar lugar junto ao Tejo.
A partir das 22h30, no último dia do ano, começa o espetáculo com os Rock em Stock, uma banda de covers que vai interpretar temas dos anos 80 e 90. Táxi, Sitiados, Quinta do Bill, Xutos e Pontapés, UHF, sem esquecer Jorge Palma ou Rui Veloso, vão ser revisitados, e esperam-se coros de vozes épicos.
Antes da meia-noite, o palco é dos bailarinos da Escola de Dança Next, vice-campeões do Mundo na categoria de Mega Crew Hip Hop Teams. Quando soarem as 12 badaladas é altura para o fogo de artifício, este ano sincronizado entre Almada e Lisboa, com um espetáculo a unir as duas margens do Tejo.
Depois, chega “A Única Mulher”, “Não Me Toca”, “Curtição” e muito mais, pela voz de Anselmo Ralph, madrugada dentro.

Passagem de ano no Montijo com música e fogo de artifício
Pelo segundo ano consecutivo, Montijo celebra a noite de passagem de ano com música e fogo de artifício: no dia 31 de Dezembro, a partir das 22 horas junte-se à festa de réveillon no centro da cidade.
Entre as 22 horas do último dia do ano e os primeiros minutos de 2019, na Praça da República vai atuar o Dj Pedro R. Natural do Montijo, jornalista de profissão, Pedro Ramalho - ou o Dj Pedro R - encontrou no hobbie de Dj a oportunidade de partilhar o seu gosto musical, o que o tem levado às melhores casa da região da Grande Lisboa, Margem Sul, Algarve e Centro do país.
Após a pausa musical para o surpreendente espetáculo de fogo-de-artifício que terá lugar à meia-noite, na Frente Ribeirinha, o regresso da animação à Praça da República será pela mão da Banda Prece Mintiera, numa viagem ao rock dos anos 80 e numa homenagem a Zé Pedro e aos Xutos & Pontapés.
Para finalizar, a DJoana irá subir ao palco da Praça da República, para animar com a sua música todo o público presente, até às quatro da madrugada. Aos comandos de cabines de norte a sul desde 2008, Djoana demonstra em palco o seu requintado bom gosto musical, com particular destaque para a música contemporânea do fim do século XX início do século XXI.


Baía do Seixal recebe novo ano com muita animação e o melhor fogo da região 
A partir das 22h30 horas de dia 31 de Dezembro, as zonas ribeirinhas do Seixal e Amora recebem, em dois palcos, a atuação de vários DJ. A maior novidade para a entrada do novo ano é o fogo de artifício à meia-noite, que irá ser lançado em toda a Baía, um espetáculo único que tornará o concelho do Seixal o melhor local para saudar o ano de 2019.
A animação da noite vai ficar a cargo dos DJ Luís Varatojo (Peste & Sida, Despe & Siga, Linha da Frente, A Naifa e Fandango), Nuno Calado (Antena 3), Riot (Buraka Som Sistema) e It’s a Trap Experience (evento pioneiro da música trap em Portugal).
O movimento associativo está também a preparar vários programas de passagem de ano que prometem muita diversão em todo o concelho.
"Tendo a partilha como conceito associado, esta será uma grande festa, que contará com a participação de todos, num concelho onde estes e outros valores estão sempre presentes no dia a dia da autarquia, das associações e dos munícipes", sublinha a autarquia do Seixal, promotora do evento que irá durar madrugada dentro. 

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Câmara do Seixal retira pelouros a vereadores do PS

Minoria CDU retira confiança ao PS e aproxima-se de vereador social-democrata... que acabou sem confiança do partido  

O vereador do PS Marco Fernandes, exonerado pela Câmara do Seixal, acusou a autarquia de "falta de espírito democrático", considerando a destituição do cargo como uma "retaliação" pelo chumbo do orçamento municipal para 2019. "Era uma medida que já esperávamos e vem como uma retaliação pelo facto de termos chumbado as Grandes Opções do Plano e o Orçamento da Câmara Municipal, tudo o resto são falsos argumentos. O PCP tem falta de espírito democrático", disse à agência Lusa Marco Fernandes, ex-vereador da Proteção Civil. Foi na última sexta-feira que a Câmara do Seixal (CDU), informou sobre a destituição deste responsável e da vereadora da Segurança Alimentar e Bem-Estar Animal, Elisabete Adrião, também eleita pelo PS. Por sua vez, o PSD do Seixal informou que retirou a confiança política ao vereador eleito no município, Manuel Pires, acusando-o de seguir posições políticas "individualistas" e de "cumplicidade" com a CDU.
Executivo mergulha na confusão no final de ano  

Para a autarquia, o comportamento dos vereadores socialistas perante a votação do orçamento municipal para 2019 "não correspondeu ao que seria expectável de eleitos com funções executivas".
Apesar de aprovado em reunião de câmara, o orçamento foi rejeitado em Assembleia Municipal pela primeira vez em 44 anos de liderança comunista, com os votos contra do PS, PSD, PAN, CDS-PP e do presidente da Junta de Freguesia de Fernão Ferro, Carlos Reis (independente).
Na nota enviada, o município referiu que os vereadores do PS "não apresentaram qualquer proposta" para o orçamento do próximo ano, contudo Marco Fernandes garante que o partido expôs "pelo menos quatro propostas", as quais nunca foram consideradas.
"Fomos chamados dia 8 de Outubro para discutir as Grandes Opções do Plano e orçamento em reunião privada e dissemos ao senhor presidente que as nossas propostas eram as que estavam no programa eleitoral. No dia 09 foi-nos apresentada a pasta com o orçamento. Então quem tem abertura para discutir entrega a pasta com o orçamento fechado um dia depois da reunião?", questionou.
O socialista criticou ainda o facto de o orçamento ter sido apresentado "com as verbas trancadas" e por não ter sido chamado para definir "as grandes linhas de orientação para o pelouro".
O chumbo do orçamento é, na visão de Marco Fernandes, a única justificação para a destituição do cargo.
"Nós temos um sistema de gestão de qualidade onde são definidos objetivos, que não são definidos por mim, e no mês de Junho tinha uma taxa de execução de 368 por cento, por isso, não foi pelo desempenho do pelouro que fui exonerado, é mesmo por uma retaliação, por falta de espírito democrático. Eles não estão habituados, foram 44 anos no Seixal com maioria", defendeu.

PSD do Seixal retira confiança política a vereador Manuel Pires
O PSD do Seixal informou que retirou a confiança política ao vereador eleito no município, Manuel Pires, acusando-o de seguir posições políticas "individualistas" e de "cumplicidade" com a CDU.
Em comunicado, a concelhia afirmou que a decisão foi tomada por "unanimidade" e que tem o objetivo de se demarcar "das decisões políticas e executivas" que o vereador possa vir a tomar.
"A sua atuação na Câmara do Seixal não cumpre a função primordial dos seus mandatos políticos que é a representação do partido que o elegeu, seguindo posições políticas individualistas, não respeitando o programa apresentado pelo PSD nas autárquicas de 2017", frisou o PSD do Seixal.
Na nota divulgada, o partido refere também que não pode aceitar a "cumplicidade que o vereador eleito pelo PSD tem com a CDU".
"Ficou assim comprometido o princípio de lealdade, solidariedade, respeito e da confiança entre as partes envolvidas, numa sequência de ações contraditórias que culminou com a votação das Grandes Opções do Plano e orçamento para 2019, contra a orientação expressa que lhe tinha sido dada pelo Partido Social Democrata", explicou.
Por este motivo, segundo a concelhia, a relação institucional com Manuel Pires tornou-se "insuportável" e não restou outra alternativa a não ser a "total perda da confiança política".
"Foi expressa a vontade da população do Seixal nas últimas eleições autárquicas em acabar com a maioria da CDU no concelho do Seixal. O PSD Seixal comprometeu-se em fazer diferente, ser responsável e sério, mas como diz o presidente Rui Rio, nunca servir apenas de muleta do poder", sublinhou.
A Câmara do Seixal é liderada por Joaquim Santos (CDU), e em 29 de Novembro o orçamento municipal foi chumbado pela primeira vez em 44 anos de liderança comunista.

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Santiago do Cacém com turismo em crescimento

Turismo registou mais de 100 mil dormidas aumento das receitas em 2017 

O município de Santiago do Cacém anunciou que registou "um crescimento notável" ao nível do turismo no ano de 2017, com um aumento significativo no número de "dormidas e dos benefícios económicos que as empresas obtiveram, relativamente aos alojamentos, os dados foram divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística". O presidente da autarquia, sublinha que “assistimos a um crescimento brutal, e se compararmos os últimos três anos praticamente duplicaram o número de dormidas, passamos das 51 mil para mais de 100 mil". De acordo com Álvaro Beijinha, "ao nível de proveitos diretos na hotelaria, nos últimos quatro anos, assistimos a um crescimento de quase 130 por cento, passamos de 2,5 para 5,3 milhões de euros". 
Há cada vez maior procura turística no concelho 


Estes dados ilustram claramente o crescimento que temos tido ao nível do turismo, que por sua vez tem reflexos claros ao nível da restauração e das empresas de animação turística”, sublinha o autarca.
Este aumento da procura, por parte dos turistas quer nacionais, quer estrangeiros, reflete segundo o autarca “a estratégia que a Câmara de Santiago do Cacém tem vindo a desenvolver nos últimos anos. Por um lado a revisão do Plano Diretor Municipal possibilitou um considerável conjunto de investimentos nos últimos anos, nomeadamente, de turismo em espaço rural. Por outro lado destaco a promoção que temos vindo a fazer no Município com a realização de um conjunto de iniciativas, a nossa presença na BTL - Bolsa Turismo de Lisboa,  e a integração em embaixadas que têm promovido o território noutros países. A Rota Vicentina é outra das apostas que, na época baixa, atrai visitantes do Norte e Centro da Europa”, destaca o autarca.  
A requalificação urbana é uma área de atuação em que a Câmara Municipal está amplamente envolvida com intervenções já realizadas, em curso ou planeadas e que segundo Álvaro Beijinha, contribui para estes resultados, embora não se relacione diretamente com o turismo “quem nos visita gosta de encontrar um espaço bem qualificado”.
A par do empenho da autarquia, “a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo tem tido um papel muito importante na promoção de todo o território alentejano, o que tem como consequência este crescimento do número de visitantes”, acrescentou Álvaro Beijinha.
O Concelho de Santiago do Cacém continua a distinguir-se com um aumento de dormidas que ultrapassou a barreira das 100 mil por ano, já em 2016 o resultado tinha sido muito positivo chegando às 76 mil, o que significa um aumento de 30 por cento.
Em termos relativos, a variação no número de dormidas, no conjunto dos dois últimos anos (2015-2017), destaca-se, quando comparada com qualquer outra unidade territorial do Alentejo, apresentando a maior taxa de crescimento de dormidas, 55,7 por cento.
Relativamente a proveitos totais dos estabelecimentos hoteleiros, ou seja as despesas de alojamento, de refeições e de outros serviços turísticos, variável esta que pode dar uma indicação da evolução do impacto da dinâmica turística na economia local, o Concelho de Santiago do Cacém ultrapassou, em 2017, a barreira dos cinco milhões de euros o que representa um crescimento de 46 por cento. .
Do ponto de vista qualitativo, no Município de Santiago do Cacém o peso das dormidas em unidades de Turismo Rural e de Alojamento Local no total das dormidas atinge os 50 por cento. Este valor é substancialmente superior ao valor médio do Alentejo Litoral de 32 por cento.
Santiago do Cacém destaca-se como um dos municípios que mais cresceu no contexto regional, encontra-se em quinto lugar entre os 58 município que fazem parte da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, de sublinhar que este crescimento é superior ao de Beja, Portalegre e Santarém.

Agência de Notícias com Câmara de Santiago do Cacém 
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Balcões do Munícipe da Moita receberam mais de 217 mil

Serviço descentralizado comemorou este mês dois anos

Os Balcões do Munícipe do concelho da Moita comemoram, este mês, dois anos de existência. Neste período de tempo, a autarquia já contabilizou 217 mil 426 atendimentos efetuados nos quatros balcões da  Moita, Alhos Vedros, Baixa da Banheira e Vale Amoreira.  Reunir, num só espaço, o atendimento ao público dos vários serviços municipais, a pensar nos munícipes, na sua comodidade e na melhoria do nível de atendimento e relacionamento com o Município, foi o principal propósito da criação dos Balcões do Munícipe. 
Munícipes mais perto dos serviços da Câmara  

"Aproximar a população e os agentes económicos e sociais da administração local e melhorar o serviço público, tornando mais simples, célere e eficaz o atendimento prestado", foi o objetivo da criação dos Balcões do Munícipe que congregam, no mesmo espaço físico, "os procedimentos e serviços relativos a várias competências da autarquia", diz a autarquia da Moita.
No caminho da desburocratização e da modernização administrativa, realça-se também, em resultado deste trabalho, a "crescente interação e comunicação com os diferentes serviços da Câmara Municipal, por forma, por exemplo, a que a um pedido de intervenção ou requerimento corresponda uma resposta cada vez mais qualificada e célere", sublinha a autarquia. 
“Acho importante salientar que, com a abertura dos Balcões do Munícipe, estamos a cumprir um objetivo que apresentámos no nosso programa eleitoral e que traçámos para este mandato", sublinhou o presidente da Câmara da Moita na inauguração do serviço, em 2016.
De acordo com Rui Garcia, a autarquia está "a renovar os serviços, não só ao nível das condições de acesso e de conforto para os munícipes, mas também internamente, através da adoção de processos mais modernos, mais eficazes e mais rápidos. Este trabalho envolve investimento e renovação do ponto de vista administrativo, mas está à vista que as condições criadas são bastantes melhores para as pessoas”, disse o autarca.
Águas e saneamento, atividades económicas, cemitérios, cidadania, habitação, higiene urbana e resíduos, mobilidade, trânsito e transportes, urbanismo são áreas abrangidas pelos Balcões do Munícipe, onde podem também ser tratados outros assuntos (exemplo: carta de condução ou cartão europeu de saúde) no Espaço do Cidadão, no âmbito da parceria com a Agência de Modernização Administrativa.
Os Balcões do Munícipe funcionam de segunda a sexta-feira, das nove às 12h30 e das 14 às 17h30 (pagamentos até às 16 horas).

Agência de Notícias com Câmara da Moita 

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Governo garante ponte entre Barreiro e Seixal

Ponte "prevista nas acessibilidades" do novo aeroporto

A construção da ponte rodoviária entre os concelhos do Barreiro e do Seixal está prevista nas acessibilidades do novo aeroporto do Montijo, anunciou o primeiro-ministro, António Costa. "No âmbito das negociações com a ANA - Aeroportos de Portugal para o aeroporto do Montijo, no pacote das acessibilidades não está a via pedonal e ciclável, mas está prevista uma ponte rodoviária que restaure a ligação entre o Barreiro e Seixal", revelou o governante. António Costa falava durante uma visita ao Seixal, onde foi assinalada a conclusão da primeira fase de realojamentos dos moradores de Vale de Chícharos. Seixal e Barreiro aplaudem a iniciativa que, no entanto, está dependente do novo aeroporto. 
Aeroporto viabiliza ponte entre Barreiro e Seixal 



O chefe de Governo referiu, assim, outro dos problemas que será possível resolver "ainda nesta legislatura", avançando que mantém a confiança de que "não haja nenhum problema ambiental que impeça a instalação do aeroporto no Montijo".
A Câmara do Barreiro mostrou-se satisfeita com o anúncio feito pelo primeiro-ministro de que a construção da ponte rodoviária com ligação ao Seixal está prevista nas acessibilidades do novo aeroporto do Montijo.
“É a ligação rodoviária entre o Barreiro e o Seixal que vai resolver muitos dos problemas das populações, vai aproximar territórios e ela sim é mobilizadora e tem capacidade de alavanca em toda a Margem Sul. Obviamente que assistimos a estas declarações do primeiro-ministro com muita satisfação”, avançou à Lusa o presidente da Câmara do Barreiro, Frederico Rosa (PS).
Em visita ao bairro da Jamaica, no Seixal, António Costa revelou que o pacote das acessibilidades do novo aeroporto do Montijo, que está a ser negociado com a ANA – Aeroportos de Portugal, inclui uma ponte rodoviária entre o Barreiro e Seixal.
Este é um tema que tem gerado discussão pública durante a semana passada, uma vez que o município do Barreiro anunciou, na terça-feira passada, o adiamento da construção da ponte pedonal com ligação ao Seixal, devido ao aumento de custos, tendo canalizado a verba existente para a criação de uma rede ciclável.
Já o Seixal, lamentou esta decisão do município do Barreiro e garantiu estar “sempre disponível” para avançar com o projeto, mesmo que o valor fosse “superior ao inicialmente previsto”.
Foi em Março de 2017 que as duas autarquias assinaram um protocolo para a concretização de uma ponte que ligaria os concelhos, no entanto, em Junho do mesmo ano, a administração do porto de Lisboa inviabilizou o projecto ao exigir que a parte móvel da infraestrutura tenha mais 20 metros.
O Plano de Acção e Mobilidade Urbana Sustentável tinha atribuído um orçamento de cerca de 2,1 milhões de euros para a concretização deste projecto e, para Frederico Rosa, é importante “não deixar cair os fundos, recolocá-los e resolver o problema das pessoas de forma estrutural”.
Quando questionado se o adiamento da ponte pedonal está relacionado com a possibilidade de uma infra-estrutura rodoviária, o presidente da Câmara do Barreiro garantiu que não foi esse o motivo.
“Não está relacionado porque o ponto de partida para a reanálise do processo eram os custos crescentes que a ponte tinha, agora também sabíamos que esta ponte – que nos possibilitaria ir a pé e de bicicleta até ao Seixal – não é a ponte que tem capacidade de resolver os problemas de mobilidade e acessibilidades do Barreiro”, explicou.
Frederico Rosa não avançou se a autarquia terá que comparticipar uma parte desta infra-estrutura, mas segundo as declarações do primeiro-ministro supõe que “a ponte estará incluída no pacote do aeroporto”.
“Vamos ficar a aguardar com serenidade a saída dos estudos e do pacote de acessibilidades, mas ficamos hoje com esta excelente notícia”, concluiu.
Em discurso no auditório da Câmara do Seixal, António Costa anunciou ainda que "no final do mês termina o prazo para apresentação das propostas para a edificação do novo hospital do Seixal".

Agência de Notícias com Lusa 
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António Costa visita bairro da Jamaica, no Seixal

Dispersar pessoas de bairros sociais é a "melhor forma" de evitar guetos

A Câmara do Seixal,  informou que a primeira fase de realojamento dos moradores do bairro da Jamaica já está concluída, destacando a importância de integrar as pessoas na comunidade. “A câmara municipal entendeu que o processo de realojamento não pode passar por construir bairros e alocar as pessoas aos bairros, mas sim integrar as pessoas na comunidade. Por isso, fomos ao mercado ver onde havia habitações”, avançou a vereadora da Educação, Desenvolvimento Social e Gestão Urbanística, Manuela Calado. O primeiro-ministro, António Costa, saudou a metodologia utilizada pela Câmara do Seixal, no distrito de Setúbal, para realojar os moradores do bairro da Jamaica, afirmando que a dispersão pelo concelho é a "melhor forma" de evitar guetos.
Primeiro ministro visitou moradores realojados 

"A metodologia adotada pela Câmara do Seixal é um bom exemplo de como se pode responder. A melhor forma de assegurar que o direito à habitação é um passo fundamental para a inclusão plena na vida da nossa sociedade, é precisamente a solução da dispersão. É a melhor forma de evitar que se criem guetos e, pelo contrário, se constituam espaços de inserção na vida em sociedade", disse o chefe de Governo em visita ao Seixal.
António Costa falava na cerimónia de conclusão da primeira fase de realojamento de Vale de Chícharos, mais conhecido como bairro da Jamaica, em que 187 pessoas foram distribuídas por 64 habitações localizadas nas várias freguesias do concelho.
O primeiro-ministro visitou o bairro, onde já começou a ser demolido o edifício, e também uma das habitações disponíveis para realojamento.
O acordo para resolução desta situação de carência habitacional foi assinado em 22 de Dezembro de 2017, com uma parceria entre a Câmara do Seixal, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana e a Santa Casa da Misericórdia do Seixal.
A parceria visa o realojamento de 234 famílias e tem um investimento total na ordem dos 15 milhões de euros, dos quais 8,3 suportados pelo município.
Em declarações aos jornalistas, António Costa apontou que esta situação de carência provém de "décadas de erros nas políticas de habitação", destacando o programa Primeiro Direito, criado pela secretaria de Estado da Habitação.
"O Primeiro Direito é absolutamente fundamental e um país que conseguiu, nestas décadas de Abril, construir um Serviço Nacional de Saúde, construir a escola pública, que construiu um conjunto de medidas sociais que vão progressivamente vencendo o estigma da pobreza, é impensável que não tenha dado a mesma valorização à habitação", frisou.
O mesmo apelo fez o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, reforçando que é determinante "aumentar o mercado de arrendamento" e criar "um novo conceito de arrendamento acessível".
"Cinquenta anos depois da revolução de Abril, ainda há 25 mil famílias sem uma habitação condigna, o que é insuportável num país como Portugal. Foi para elas que foi criado o programa Primeiro Direito, que tem já no Orçamento do Estado do próximo ano 40 milhões de euros para apoiar as autarquias", revelou.
O ministro avançou ainda que são já "mais de 160 as autarquias" que se encontram a elaborar estratégias municipais de habitação.

Moradores do bairro da Jamaica no Seixal realojados
Na quarta-feira ficou concluído o realojamento dos moradores do lote 10 de Vale de Chícharos. Os antigos moradores do bairro ilegal encontram-se agora em casas dispersas pelas várias freguesias do Seixal, uma medida que, na visão da autarquia, “é a melhor solução para integrar as pessoas”. Segundo a vereadora, além de habitações com condições dignas, as pessoas ganharam também “uma nova oportunidade de vida”.
“A maioria destas pessoas veio à procura de qualquer coisa nova que não tinham nos países de origem. Vieram para o Seixal porque tinham cá família ou porque foi aqui que encontraram trabalho e agora perspetivam outros modos de vida para os filhos”, disse a autarca.
O pagamento de despesas, que não existiam no bairro da Jamaica, será outra das mudanças para esta população, no entanto, segundo Manuela Calado, os moradores “estão preparados”.
“É outra aprendizagem na vida deles, têm que viver na comunidade e prestar contas como outra pessoa qualquer. Todos eles sabem a renda que vão pagar e que juntamente com isso acresce a água e a eletricidade”, explicou.
Além disso, segundo a vereadora, as rendas também serão estabelecidas “de acordo com o rendimento familiar de cada agregado”.
O realojamento do primeiro lote representa um investimento total de cerca de 3,6 milhões de euros, dos quais a câmara municipal suporta 1,9 milhões de euros e o Estado Central 1,6 milhões de euros.
Nos próximos 45 dias, o edifício começará a ser demolido de forma faseada, por questões de segurança.
Segundo a autarquia, a segunda fase do processo já está a ser preparada com o realojamento do lote 13, onde vivem 38 famílias.
O bairro começou a formar-se na década de 90, quando populações que vinham dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa começaram a fixar-se nas torres inacabadas, fazendo puxadas ilegais de luz, água e gás.
Atualmente os terrenos pertencem à empresa Urbangol e, apesar de ainda não estar definido que projetos lá poderão nascer, o município mantém a esperança de que se possa tornar num parque ou um jardim.
“O que nós queremos é que depois de todo o espaço limpo os terrenos possam servir não só para usufruto daqueles que lá moraram, mas também de concelho todo, principalmente da população envolvente. Eu acho que deverá passar por aí. Se é um parque, um jardim, uma nova construção, isso ainda é um projeto”, avançou Manuela Calado.

Agência de Notícias com Lusa 

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Marcelo visitou Casa dos Marcos na Moita

Raríssimas "está viva e vai entrar numa nova fase"

O Presidente da República destacou na véspera de Natal que, apesar das dúvidas de há um ano, foi possível salvar a Raríssimas, na Moita, que a associação resistiu e vai "entrar numa nova fase", elogiando a "dedicação excecional" da secretária de Estado da Segurança Social. Ocaso fez um ano no início de Dezembro, depois de a TVI ter emitido uma reportagem sobre a gestão da Raríssimas - Associação Nacional de Doenças Mentais e Raras, denunciando alegadas más práticas por parte da então presidente, Paula Brito e Costa. Tal como fez em 2017, em plena crise da instituição, Marcelo Rebelo de Sousa escolheu a tarde da véspera de Natal para fazer uma visita à Casa dos Marcos, na Moita, acompanhado, entre outras pessoas, pela secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim.
Marcelo visitou realidade da Raríssimas 


"Um ano depois eu encontro assim [a Raríssimas]: havia dúvidas se resistia, resistiu, porque havia naturalmente muito a fazer de levantamento, a ver quem é que ficaria envolvido no projeto, a Segurança Social apoiou imensíssimo, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa envolveu-se também imensíssimo e a Fundação Aga Khan", sublinhou Marcelo Rebelo de Sousa.
Num período em que "o mecenato deixou de ser aquilo que era", o Presidente da República elogiou que tenha sido possível "dar a volta" e por isso hoje a associação "está viva e vai entrar numa nova fase, com protocolos assinados, com a escolha de quem vai ter responsabilidades técnicas no futuro".
"É uma segunda fase da vida da Raríssimas. Foi possível salvar a Raríssimas que tem um papel único porque continua a ser uma instituição como não há nenhuma outra igual em Portugal", enalteceu.
No que diz respeito à Raríssimas, mas também a outras instituições, Marcelo Rebelo de Sousa fez questão de destacar a preocupação da secretária de Estado da Segurança Social "de estar sempre em cima dos problemas e, na medida das possibilidades, não deixar de apoiar".
No pequeno discurso que fez a seguir à visita à associação, o chefe de Estado deixou claro que a "Raríssimas é para continuar e é para continuar porque - já aqui foi dito - porque é raríssimo, único mesmo, o seu papel na sociedade portuguesa".
"Vai ocorrer um novo arranque em 2019. Um ano depois a resposta está dada: Raríssimas perduraram, resistiram, vão entrar numa nova fase", observou o Chefe de Estado.
Desde a "primeiríssima hora", Cláudia Joaquim "empenhou-se nesta causa como se fosse a única causa da sua vida", afirmou o Presidente da República, elogiando a "dedicação excecional" da governante.
Depois da visita à Raríssimas, Marcelo Rebelo de Sousa passou ainda pela Tradicional Ginjinha de Natal do Barreiro.

Agência de Notícias com Lusa 

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GNR ia fechar às 17 horas em Alvalade e Ermidas-Sado

População e autarcas defendem reforço da GNR no município de Santiago do Cacém

O Governo recuou na decisão de transformar os postos da GNR de Alvalade e Ermidas-Sado, em Santiago do Cacém, em pontos de atendimento reduzido com apenas um efetivo e a funcionarem entre as nove e as 17 horas, anunciou a Câmara de Santiago do Cacém. A suspensão, um dia após a entrada em vigor da decisão de reduzir o horário de funcionamento daqueles postos da Guarda Nacional Republicana, decorre após o pedido de reunião “com caráter de urgência” por parte do presidente da Câmara de Santiago do Cacém ao Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita. O autarca terá sido informado de que “a medida não irá para a frente no imediato”. Segundo Álvaro Beijinha o Governo reconheceu que a medida tinha sido tomada sem uma discussão prévia com a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia. 
Postos da GNR iam trabalhar das 9 às 17 horas 

Cerca de 50 pessoas juntaram-se, esta sexta-feira, frente ao posto da GNR em Ermidas-Sado. Não as demoveu o anúncio, pelo Governo, da suspensão da passagem do local a "ponto de atendimento reduzido".
Tanto a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Santiago do Cacém como o presidente da Câmara Municipal, Álvaro Beijinha, se mostraram bastante críticos com a decisão do Governo de transformar os postos da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Alvalade e Ermidas-Sado em pontos de atendimento reduzido, a funcionar apenas nos dias úteis, entre as nove e as 17 horas.
Em declarações à Lusa, o autarca sublinhou que a decisão afecta cerca de seis mil habitantes e cinco freguesias do concelho do Litoral Alentejano, e disse ter solicitado uma reunião urgente ao ministro da Administração Interna, "para tentar reverter a situação" e exigir o reforço de efectivos nos postos.
Neste contexto, e tendo em conta que a região é atravessada por eixos rodoviários (IC 1) e ferroviários (Linha do Sul) estruturantes, a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Santiago do Cacém, a Junta de Freguesia de Ermidas-Sado e a Câmara Municipal de Santiago do Cacém agendaram uma concentração frente ao posto da GNR em Ermidas-Sado, contra "o encerramento dos postos" e "pelo aumento de efectivos e por melhores condições de trabalho".

Suspensão não demoveu população e autarcas

Numa nota, o município dá conta de que Álvaro Beijinha foi contactado, ontem, pelo chefe de gabinete do ministro da Administração Interna, que o informou da decisão do Governo de suspender "no imediato" a passagem dos postos da GNR de Alvalade e Ermidas-Sado a pontos de atendimento reduzido.
No entanto, sublinha a Câmara Municipal, se "autarquias e populações" ganharam uma batalha, não ganharam "a guerra", "uma vez que a medida foi apenas suspensa e não revogada", disse a autarquia.
Uma ideia que foi vincada na concentração, como previsto, frente do posto da GNR de Ermidas-Sado, que contou com a participação de cerca de cinco dezenas de pessoas.
A Comissão de Utentes entende a acção do Ministério da Administração Interna como uma tentativa de desmobilizar as populações e sublinha que a suspensão da redução de horário nos postos "não é suficiente". A "condição essencial para parar as lutas" é o "aumento dos efectivos de elementos da GNR e também a melhoria das condições de trabalho", insiste Álvaro Beijinha.
O autarca foi ainda informado da intenção da Secretária de Estado da Administração Interna agendar uma reunião com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém “para discutir este assunto” sendo, no seu entender, um momento para voltar a colocar em cima da mesa o reforço de efetivos da GNR nas duas freguesias.
Desde 2014 que a Câmara de Santiago do Cacém se opõe à decisão de reduzir o patrulhamento nestas freguesias do interior do concelho de Santiago do Cacém.
A ir para a frente, esta medida trata-se de "mais um passo para um futuro encerramento definitivo dos postos" da GNR", diz o autarca.

Agência de Notícias com Lusa 
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Montijo propicia um Natal "muito feliz" a muitas famílias

Autarquia deu casa novas a duas dezenas de famílias do concelho 

A Câmara do Montijo marcou de uma forma especial o Natal de cerca de duas dezenas de famílias do concelho com a atribuição de 18 fogos de habitação social atribuídos no âmbito dos concursos públicos que decorreram entre 10 de Setembro e 5 de Dezembro de 2018. A cerimónia de entrega das chaves e assinatura dos contratos decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, esta semana. Dos 18 fogos atribuídos, 17 estão localizados nos bairros da Caneira, Esteval, Esteval Novo e Lançada, e um está localizado no Bairro Almansor em Canha. As casas foram submetidas a obras de requalificação.
Autarquia entregou 18 chaves de casas novas 


As chaves foram entregues pelo presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta que asseverou “Com este ato cumprimos o direito à habitação e o nosso compromisso com a solidariedade, a igualdade e também a fraternidade entre os montijenses”.
“A habitação para todos foi uma ambição que sempre orientou o nosso trabalho. Num país em que a construção do estado social continua ainda e, infelizmente, imperfeita são muitas vezes as autarquias e a nossa rede social local que constroem a proteção social, combatem a exclusão e a marginalização das famílias mais vulneráveis”, sublinhou o presidente.
Recorde-se que o município do Montijo tem um parque habitacional dedicado à habitação social com um total de 493 fogos distribuídos pelos Bairros da Caneira, Esteval, Esteval Novo, Lançada, Atalaia e Vila de Canha.
Esta cerimónia corrobora o trabalho que o município continua a desenvolver, políticas que garantem o direito à habitação, consciente de que a resposta a muitos problemas que afetam o quotidiano dos nossos concidadãos depende em grande medida da ação das autarquias.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo
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Municipes de Palmela escolhem obras prioritárias

“Eu Participo!” bateu recordes de participação e investimento em 2018

Os resultados da edição de 2018 do processo “Eu Participo!” já foram apresentados, no Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela, perante uma sala cheia. O município de Palmela fez um balanço do processo participativo e deu a conhecer as intervenções mais votadas pela população, em cada freguesia, e aquelas que foram já integradas nas Grandes Opções do Plano. Em 2018, a participação neste processo voltou a crescer. "Para além do interesse demonstrado pelos muitos munícipes que participaram nas reuniões descentralizadas, foram recebidos 335 inquéritos em Abril e 1.331 em Setembro", explica a autarquia. As obras escolhidas pela população irão ser feitas na Venda do Alcaide, Fonte da Vaca, Quinta do Anjo, Cajados e Poceirão. 
Mais adesão e mais dinheiro para obras 

Nesta edição, destaca-se a tendência para a participação de munícipes cada vez mais jovens, a maioria no escalão etário entre os 40 e os 49 anos.
Das propostas “Eu Participo!” apresentadas nas últimas edições, cerca de duas dezenas estão integradas nas Grandes Opções do Plano 2019-2022, com destaque para "o asfaltamento de ruas, intervenções ao nível do abastecimento de água e saneamento, requalificação de espaços públicos ou construção de novos equipamentos", sublinha a autarquia de Palmela. 
O volume de investimento incluído nas Grandes Opções do Plano em resultado das votações do “Eu Participo!” também tem vindo a aumentar, tendo atingido, no período 2017/2018, os 800 mil euros.
Por freguesia, a autarquia avança com  o projeto de requalificação do Jardim Ferreira da Costa, na Venda do Alcaide, na freguesia de Palmela. No Pinhal Novo vai avançar o asfaltamento do Aceiro da Fonte da Prata, na Fonte da Vaca. 
Na Quinta do Anjo, a autarquia vai asfaltar a Estrada da Várzea. Na Marateca, irá decorrer o asfaltamento da Travessa 9 de Março, em Cajados. Finalmente, na freguesia do Poceirão, irá decorrer a segunda fase do asfaltamento da Rua Constantino Loureiro. 
Em 2019, o “Eu Participo!” está de regresso, com as primeiras reuniões descentralizadas para discussão e apresentação de propostas entre 8 e 12 de Abril, análise política e técnica das propostas apresentadas ao longo do verão e novas reuniões para debate e hierarquização entre 16 e 20 de Setembro. A apresentação de resultados decorrerá em Dezembro do ano que vem.
Pioneiro, em Portugal, na implementação de processos de democracia participativa, o município discute com as populações e agentes locais de todas as freguesias, anualmente, a gestão pública do território, em processos como o “Eu Participo!” ou as Semanas das Freguesias. Internamente, é dinamizado o “Eu Participo! Trabalhadores Municipais” e, junto da comunidade educativa, o município desenvolve, ainda, um projeto de participação e educação cidadã, premiado internacionalmente.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 
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Alcochete reconhece o bom trabalho da Andante

Autarquia apoia associação ligada à atividade cultural 

A Câmara de Alcochete aprovou, por unanimidade, um contrato-programa com a Andante Associação Artística para apoio à atividade cultural desta associação no concelho de Alcochete, deliberação que foi aprovada na reunião de câmara realizada em Samouco. No âmbito do contrato-programa foi aprovada uma comparticipação financeira de quatro mil e 100 para apoio à Andante no âmbito da promoção de leitura, espetáculos de teatro e recitais, e um apoio não financeiro estimado em três mil 167 euros referente à cedência de instalações e recursos humanos do fórum cultural de Alcochete.
Trabalho da companhia reconhecido pela autarquia 


O vereador da Cultura, Vasco Pinto, destacou “o trabalho extraordinário da Andante que, ao longo dos últimos anos, tem tido uma participação muito ativa naquilo que é a programação cultural do município de Alcochete”, dando como exemplo a participação nas comemorações dos 130 Anos do nascimento de Fernando Pessoa e a dinamização do Coro de Leitura em Voz Alta de Alcochete desde 2010.
O autarca sublinhou que a Andante é um dos cinco nomeados para o Prémio ALMA 2019, “o que torna presente o trabalho extraordinário desta associação sedeada em Alcochete”.
A Andante Associação Artística é um dos nomeados portugueses ao referido prémio em 2019, conjuntamente com Luísa Ducla Soares, Maria Teresa Maia González, Bernardo P. Carvalho e Catarina Sobral, que constam da lista internacional com 246 candidatos em representação de 64 países.
O Prémio ALMA (Astrid Lindgren Memorial Award), criado em homenagem à escritora sueca Astrid Lindgren, é gerido pelo Swedish Arts Council, é o maior prémio internacional no espírito do fomento da literatura e da leitura para crianças e jovens e valoriza os princípios que estiveram subjacentes à obra e vida de Lindgren: a salvaguarda dos valores democráticos e da paz e, ao mesmo tempo, um profundo humanismo.
Este prémio distingue toda a obra de um escritor, ilustrador, contador de histórias, promotor da leitura ou entidades com atividade no âmbito de uma promoção da leitura inclusiva e, em Portugal, é o Ministério da Cultura (Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas e Direção de Serviços do Livro) que candidata personalidades para este prémio, preparando as candidaturas em tradução inglesa.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete 
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Sala cheia em debate sobre violência no Montijo

Concelho de referência a este nível de intervenção contra a violência sobre a mulher 

O Fórum Social Violência Contra Mulheres e Públicos Vulneráveis - Prevenção, Intervenção, Recursos e Respostas, promovido pela Divisão de Desenvolvimento Social e Promoção da Saúde da Câmara do Montijo teve lugar este mês, realizou-se no auditório da Galeria Municipal do Montijo e contou com a sala cheia. A sessão de abertura vai contou com as presenças do presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, e da presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Teresa Fragoso.
Montijo discutiu violência contra mulheres 

Num estudo dos 2014 a 2017 realizado pela SIG, Teresa Fragoso, referiu que as participações registadas pelas forças segurança apesar de estáveis continuam “muito elevadas na ordem dos 27 mil por ano e dessas participações, situações de violência doméstica, a maior parte das vitimas que apresenta queixa são mulheres, 79 por cento, e as pessoas denunciadas, contra queixa é feita em 89 por cento são homens”.
“Somos vitimas quando nos queixamos e ninguém nos ouve” afirmou o presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta acrescentado que “Importa incentivar, localmente, campanhas de sensibilização públicas apoiar as vitimas e seus familiares num local formal, como é exemplo a nossa casa de apoio às vitimas de violência, a única existente no distrito”.
Em debate estiveram temas como violência de género e violência sexual, a violência contra idosos, pessoas com deficiência e a violência na juventude e infância.O evento vai reuniu técnicos e especialistas, de diversas instituições nacionais e locais que têm intervenção na área do combate à violência.
O encerramento do Fórum esteve a cargo de Ricardo Bernardes, vereador do pelouro de Desenvolvimento e Promoção da Saúde da Câmara do Montijo e de Elza Pais, presidente da Comissão para a Igualdade e Não Discriminação da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, da Assembleia República.
O vereador considerou  o fórum “profícuo com uma sessão de debate intensa e reconfortante”, agradecendo a todos os oradores, ao público, trabalhadores da autarquia “que trabalharam na promoção e dinamização, trabalho empenhado e dedicado", bem como à rede social que coorganizou com a autarquia o evento.

Montijo está no bom caminho
Ricardo Bernardes, em jeito de balanço referiu “os inúmeros progressos ao nível das mentalidades, mas também ao nível do enquadramento jurídico” e, no quadro das dificuldades, salientou a barreira existente na “prova dos factos”, na “persistência de alguns preconceitos como existe em torno da violência contra homens”, mas também apontou novas obstruções “como é o caso contra o feminismo excessivo, nada mais errado é um preconceito nova geração dissociado da realidade”.
Elza Pais destacou que Montijo está no bom caminho “é um concelho de referência a este nível de intervenção que nos habituou a uma trajetória de boas práticas, sendo um dos primeiros concelhos do pais a aderir ao Plano Municipal para a Igualdade”.
No final, Elza Pais deixou um pacto de esperança “fica o meu compromisso para trabalharmos em conjunto em tudo o que entenderem necessário para continuarmos a colocar a fasquia bem alta de prioridade política a este tipo de crime contra mulheres, crianças e homens vitimas de violência doméstica”.
O Fórum Social terminou da melhor forma com um animado momento musical proporcionado pelo “Quinteto do Improviso” da Universidade Sénior.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo
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Obras na Ponte 25 de Abril obrigam a restrições

“Maior intervenção na 25 de Abril” em 19 anos

Começaram esta quarta-feira as obras na ponte inaugurada nos anos 60 que liga Almada à capital portuguesa. O trânsito poderá ser condicionado, mas nunca interrompido. Em Março, a Infraestruturas de Portugal anunciou que iria lançar uma empreitada de dois anos nesta ponte sobre o Tejo que se iria centrar nos elementos metálicos da ponte suspensa e dos elementos de betão armado no viaduto que dá acesso a Lisboa. Soldaduras, reposição de protecções anticorrosivas, limpeza ou pintura de superfícies são algumas das linhas gerais desta intervenção orçada em 12,6 milhões de euros. Os maiores constrangimentos são o corte total de um dos sentidos da ponte em quatro fins-de-semana (dois em Maio, dois em Outubro) e o corte de uma ou duas faixas.
Obras começaram esta semana 

Arrancam esta quarta-feira as obras na Ponte 25 de Abril, que se vão prolongar por dois anos.
“É a maior intervenção que acontece na Ponte 25 de Abril nos últimos 20 anos”, desde que foi acrescentada a linha ferroviária entre 1996 e 1999, diz Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infra-estruturas. As obras na ponte que liga Lisboa e Almada têm a duração de quase dois anos e acarretam um custo de 12,6 milhões de euros.
As obras de reparação e conservação na Ponte 25 de Abril vão obrigar ao corte total de um dos sentidos em Maio e em Outubro do próximo ano, sempre à noite e ao fim de semana, foi anunciado esta quarta-feira.
O corte total das vias de circulação, exclusivamente num dos sentidos, ocorrerá em quatro fins de semana do próximo ano: 11 e 12 de Maio, 18 e 19 de Maio, 12 e 13 de Outubro, e 19 e 20 de Outubro, em período noturno, sem ultrapassar as oito horas de duração.
Em 11 e 12 de Maio o trânsito estará cortado no sentido Almada/Lisboa, e, 18 e 19 de Maio no sentido Lisboa/Almada, enquanto em 12 de Outubro o tráfego será cortado no sentido Almada/Lisboa, em 13 de Outubro no sentido Lisboa/Almada, em 19 de Outubro no sentido Almada/Lisboa e em 20 de Outubro será suprimido no sentido Lisboa/Almada. Nestas datas apenas veículos de emergência serão autorizados a circular nas vias encerradas.
Os condicionamentos de trânsito na ponte que liga o rio Tejo entre Lisboa e Almada foram anunciados pelo presidente da Infraestruturas de Portugal (IP), António Laranjo, durante a cerimónia de consignação das obras, adjudicadas por 12,6 milhões de euros ao consórcio vencedor.
Além dos cortes totais de um sentido, haverá ainda condicionamentos em uma ou duas vias de circulação, que serão igualmente à noite e durante menos tempo do que o previsto para as situações de corte total.
Estes condicionamentos manterão sempre uma ou duas vias de circulação abertas em cada sentido e ainda não têm datas definidas para acontecer, mas serão previamente comunicados pela Infraestruturas de Portugal (IP).
De acordo com o planeamento apresentado pelo presidente da IP, os cortes de uma via vão demorar entre cinco e oito horas, entre as 23 e as sete da madrugada, ao passo que os cortes de duas vias terão uma duração máxima de quatro horas, entre as duas e as seis da madrugada.
Fonte oficial da IP destacou à Lusa que estes últimos condicionamentos deverão ter um “impacto muito reduzido” nos utentes da ponte, que já é sujeita frequentemente a condicionamentos ao fim de semana e à noite para intervenções.

Obras necessárias 
A Ponte 25 de Abril é usada anualmente por 100 milhões de utilizadores, 300 mil todos os dias, na componente rodoviária e ferroviária, como foi hoje assinalado na consignação da obra pelo ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques.
A sua elevada utilização, as suas características, fazem com que tenha uma atenção muito especial por parte da Infraestruturas de Portugal e de tantos parceiros nos trabalhos de monitorização de grande detalhe realizados pelos melhores especialistas”, sublinhou.
O ministro frisou ainda que, “foi nesse contexto que, em devido tempo, se desenvolveu um projeto de intervenção por parte da [empresa] Parsons ao longo dos últimos anos e que, em janeiro deste ano, foi identificada uma necessidade de realização de uma intervenção com maior urgência”.
Solicitámos ao LNEC [Laboratório Nacional de Engenharia Civil] que procedesse à avaliação dessa primeira apreciação, o LNEC no mês seguinte confirmou a necessidade de avançar para a intervenção com alguma brevidade”, disse.
Segundo o ministro, essas avaliações técnicas concluíram que, se não avançasse a curto prazo - “no médio prazo, e não no imediato -, poderia ser necessário condicionar circulação, nomeadamente dos comboios, que teriam eventualmente de circular a menos velocidade ou com menos composições”.
Naturalmente, não ficámos à espera desse médio prazo, agimos de imediato e, portanto, logo em Março – o relatório do LNEC é de Fevereiro – procedemos a todas as autorizações necessárias e lançámos nesse mês no concurso de empreitada”, declarou.

“Esta é a ponte mais fiscalizada e monitorizada de Portugal”
Esta quarta-feira, no dia de arranque das obras da Ponte 25 de Abril, Pedro Marques afirmou que é com “acção e não com denúncias” que se dá início a um projecto “extremamente complexo” que, garante, está a ser planeado há meses.
O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, disse que esta quarta-feira é “um grande dia para a cidade de Lisboa”, uma vez que a ponte é “o maior canal de acesso à cidade” e tem “importância icónica” na paisagem.
O presidente da Câmara de Lisboa criticou ainda “a moda das obras iminentes”, sublinhando que avançar com obras na Ponte 25 de Abril é uma “decisão política que não se toma da noite para o dia”.
Nas palavras de Fernando Medina, a ponte ajuda a tornar Almada um espaço “vibrante e pujante”. A presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, ainda que presente, não discursou.
O presidente da Infra-estruturas de Portugal, António Laranjo, afirmou, por seu turno, que esta é a “ponte mais fiscalizada e mais monitorizada de Portugal”.
Em Março, a revista Visão noticiou que o Governo tinha recebido um mês antes um relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil que alertava para a necessidade de “medidas urgentes” de reparação, depois de “terem sido detetadas ‘fissuras’ numa zona estrutural da travessia”.
As obras vão decorrer na ponte suspensa e no viaduto que permite o acesso ao norte. Num total de 12,6 milhões de euros, 9850 milhões vão ser gastos na intervenção da viga de rigidez da ponte. As obras vão incidir também no pilar 3, em passadiços transversais e na reabilitação do passadiço metálico no encontro sul da ponte.

Agência de Notícias 
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Feira de Natal na vila da Moita até 6 de Janeiro

 Música, dança e gastronomia no Natal ribeirinho 


A vila da Moita recebe, até ao Dia de Reis, 6 de Janeiro, a sua primeira Feira de Natal. É na Praça da República que vai encontrar a Casa do Pai Natal, os carrosséis infantis, a Árvore de Natal, as “banquinhas” de artesanato, doces e outros artigos natalícios, mas as animações vão acontecer também noutras artérias desta vila ribeirinha. Esta Feira de Natal, que promete muita animação, é organizada pela Comissão Coordenadora das Festas do Município da Moita, com o apoio da Câmara Municipal e Junta de Freguesia.
Evento realiza-se pela primeira vez 


Até dia 6 de Janeiro, a Feira de Natal na vila da Moita enche a Praça da República de música, dança e gastronomia.
Já no próximo sábado, 22 de Dezembro, a partir das 10 horas, realiza-se, na Avenida Marginal, a feira de artigos em segunda mão “Abra da Bagageira de Natal”.
À tarde, haverá pinturas faciais e oferta de balões modelados, a Hora do Conto de Natal e Danças Sevilhanas, na Praça da República.
No domingo, dia 23 de Dezembro, pelas 10 da manhã, haverá Mercado Mensal, no Largo do Mercado, e, a partir das 15 horas, a Praça da República recebe “Um Natal de Travessuras”, com Artes Circenses.
No dia 24 de Dezembro, a partir das 14 horas, ‘Venha beber um “Forcadito” com os Amigos’, na Praça da República.
Pelas 23 horas, realiza-se a Missa do Galo, no Salão Paroquial São José.
Nos dias 25 de Dezembro e 1 de Janeiro, pelas 11h30, realizam-se a Missa de Natal e a Missa de Ano Novo, também no Salão Paroquial São José.
No fim-de-semana seguinte, a 5 de Janeiro, a partir das 14 horas, há “Bolos à Fatia – A Doce Arte dos Serviços Sociais”, na Praça da República, seguindo-se, pelas 15 horas, o Concerto de Ano Novo, pela Banda Filarmónica da Moita.
Pelas 21h30, chegam os Reis Magos, na Rua Miguel Bombarda, Rua Machado Santos, Rua 5 de Outubro e Praça da República.
A encerrar esta primeira edição da Feira de Natal, pelas 15 horas, do dia 06 de Janeiro, há Prova de Bolo Rei e Vamos Cantar as Janeiras e, pelas 18 horas, o encerramento da Feira com Apontamento de Som e Luz, na Praça da República.
A primeira Feira de Natal da vila da Moita é organizada pela Comissão Coordenadora das Festas do Município da Moita, com o apoio da Câmara Municipal, Junta de Freguesia e Intermarché Moita.

Hora e meia de diversão nas férias de Natal
A Biblioteca Municipal da Baixa da Banheira recebe, nos dias 27 e 28 de Dezembro, a partir das 15h30, a iniciativa “Hora e Meia de Diversão nas Férias de Natal”.
Dirigida a crianças e jovens dos 6 aos 12 anos, esta atividade tem inscrição gratuita, mas obrigatória, através do telefone 210888902 (lotação limitada a 20 participantes).
“Hora e Meia de Diversão nas Férias de Natal” propõe a construção de calendário do novo ano, para assinalar as datas mais importantes em 2019.

Agência de Notícias com Câmara da Moita
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Movimento de contentores em queda acentuada em Setúbal

"Queremos que Setúbal seja um porto muito relevante"

Um dos administradores da Sadoport, dona de 60 por cento da Operestiva, disse que as empresas que escalam no porto de Setúbal não gostaram do conflito laboral que opôs patrões e sindicato, chegando a ponderar não utilizar mais a infraestrutura. "As evidências não se podem negar. O que está mal tem que ser corrigido, mas está mal de ambas as partes [...]. Uma das partes pôs em risco a própria indústria, não só a Autoeuropa, mas também a Navigator. As empresas não gostaram do que aconteceu aqui", disse Ignacio Rodríguez López, durante uma audiência parlamentar na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas. O administrador da Sadoport vincou ainda que, "sem navios, não há emprego para ninguém", apelando para a honestidade no que se refere à atribuição de culpas.
Conflito afastou empresas de Setúbal 

"Não vai ser fácil voltar a construir isto tudo. Concordo perfeitamente com [a necessidade dos estivadores] terem um bom trabalho e condições dignas, mas agora onde estão os navios?", sublinhou o líder da Sadoport.
Em resposta aos deputados, Ignacio Rodríguez López notou também que é necessário "encontrar soluções reais para os problemas e não apenas para os pequenos detalhes".
Por sua vez, o gerente da Operestiva, empresa de trabalho portuário de Setúbal, explicou que existem três principais empresas que representam cerca de 70 por cento da carga da Sadoport e que ponderaram não voltar a trabalhar com o porto de Setúbal.
"Neste momento, temos dois que vão voltar e, se o terceiro não voltar, temos um problema em mãos", anunciou.
Diogo Marecos explicou as especificidades do trabalho portuário e abordou, com números a acompanhar, os custos que a que a imobilização de cada navio obriga: cerca de 16 mil euros por dia. "Os custos envolvidos são muito elevados", afirmou, lembrando que a escala de cada navio deve ser encarada com a maior celeridade possível – algo que é impossível a um porto enquanto lida com uma paralisação de trabalhadores.
"Se um navio chegar a uma sexta-feira com uma paralisação só vai ser operado na segunda-feira", explicou, citado pela Lusa, alertando que tais comportamentos são vistos como falhas graves de operacionalidade pelos armadores, que, face à persistência das situações, acabam por "deixar de escalar os portos. Na maior parte dos contratos colectivos, o Sábado e o Domingo são dias de descanso, [logo] é sempre entendido como trabalho suplementar", sublinhou o gerente.
Lembrando que o porto de Setúbal efectuou "um processo de grande evolução" nos últimos 15 anos, Diogo Marecos detalhou a situação da necessidade das bolsas de trabalhadores, devido à flutuação da procura. "Numa semana podemos ter necessidade de 80 trabalhadores, na semana seguinte podemos não precisar de ninguém e na outra só de três ou quatro", explicou no parlamento.
O Sindicato dos Estivadores e da Atividade Logística (SEAL) e os operadores portuários assinaram um acordo, no Ministério do Mar, que prevê a passagem imediata a efetivos de 56 trabalhadores precários (mais 10 a 37 numa segunda fase, com a assinatura do contrato coletivo de trabalho até ao final de fevereiro) e o levantamento de todas as formas de luta, incluindo a greve ao trabalho extraordinário no porto de Setúbal.
O acordo colocou termo a um conflito com os estivadores precários de Setúbal que recusavam apresentar-se ao trabalho desde o dia 05 de Novembro e garante também a prioridade na atribuição de trabalho aos atuais trabalhadores eventuais que não sejam integrados nos quadros dos operadores portuários, face a outros que ainda não estejam a laborar no porto de Setúbal.

Agência de Notícias com Lusa 
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