Dá um Gosto ao ADN

Pista de gelo e árvore gigante animam Natal no Barreiro

Vai ser possível deslizar no Parque da Cidade. O bilhete reverte a favor de uma causa solidária

Já está a ser montada uma pista de gelo no Parque da Cidade, no Barreiro. A partir de 1 de Dezembro, e até 2 de Janeiro, vai ser possível deslizar na zona verde. A entrada custa dois euros, valor que reverte para as instituições de solidariedade social do concelho. Há mais. As iluminações ligam-se também este sábado no centro da cidade, por onde vai passar a parada natalícia, começa às 15 horas,  e percorre o caminho entre o Forum Barreiro e o Mercado Municipal 1º de Maio. A animação de Natal vai contar ainda com concertos, oficinas, entre outras atividades. Concertos de Natal por todo o concelho e uma árvore de 14 metros são outras das propostas de animação da Câmara do Barreiro para a época natalícia, anunciou a autarquia.

Natal do Barreiro terá pista de gelo no Parque da Cidade 

A partir de sábado, o Barreiro, vai contar com iluminação de Natal no centro da cidade e uma árvore de Natal de 14 metros e "casa do Pai Natal" instaladas no largo do Mercado Municipal 1.º de Maio, informou hoje o município, em nota de imprensa.
No domingo, arranca também "o som de Natal" pela rua Miguel Bombarda e pela avenida Alfredo da Silva, acrescentou.
Segundo a Câmara do Barreiro, de 1 de Dezembro a 2 de Janeiro, o Parque da Cidade vai também receber uma pista de gelo.
A 3 de Dezembro, o Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC) acolhe o musical "Capuchinho Vermelho", encenado por Fernando Gomes, havendo ainda várias atividades dinamizadas ao longo da época natalícia, seja uma oficina musical para crianças, yoga ou eventos desportivos, como é o caso do Corta Mato da Mata da Machada.
Este ano, a autarquia dinamiza também vários concertos espalhados por todo o concelho.
No âmbito desse programa, é promovido um concerto na Igreja de Nossa Senhora do Rosário do Barreiro, a 8 de Dezembro, protagonizado por Monika Henking, que tocou, há dez anos, o concerto inaugural após o restauro do órgão de tubos daquele monumento, informou o município.
O concerto de Ano Novo terá lugar no AMAC, a 5 de Janeiro, estando a cargo da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Na programação de Natal não falta o convite a beber-se uma ginjinha, na avenida Alfredo da Silva, a 24 de Dezembro, como é tradição no Barreiro.
A programação de animação de Natal deste ano é promovida pelo município, em conjunto com as juntas de freguesia.

Agência de Notícias com Lusa 
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Alcochete aborda problemática dos mariscadores do Tejo

Autarquia quer posição assertiva com outros municípios ribeirinhos 

No passado dia 16 de Novembro decorreu a primeira reunião do Conselho Metropolitano de Lisboa. Como concelho integrante da Área Metropolitana de Lisboa, Alcochete esteve representado nesta reunião em que o presidente da câmara municipal abordou a problemática dos mariscadores no concelho. Um estudo de Maio do ano passado reuniu os departamentos de investigação de várias universidades que revelava existirem mais de 1700 mariscadores, cerca de 1500 dos quais em situação ilegal, que retiram do estuário do Tejo a maioria dos 19 mil quilos de amêijoa-japonesa por dia (dez mil pelos aparelhos de arrasto) num negócio na sua larga parte pirata que, em 2014, terá envolvido uma verba estimada entre os 10 e os 23 milhões de euros.
Alcochete quer discutir o problema dos mariscadores do Tejo 

“Sendo este um problema que acaba por ser transversal a outros concelhos da Área Metropolitana de Lisboa, nomeadamente ao Barreiro, Almada, Seixal e Moita entendi que era importante na primeira reunião do Conselho Metropolitano de Lisboa, que teve os transportes como tema dominante, alargar o leque das preocupações até este ponto que nos preocupa de sobremaneira e que, infelizmente é uma matéria para a qual o nosso raio de intervenção é pouco direto”, informou Fernando Pinto, em sessão de câmara.
Na informação que apresentou antes da ordem do dia acrescentou ainda que  "houve concordância por parte dos municípios integrantes no conselho abordar esta temática de uma forma mais assertiva o que, para já, é uma boa notícia porque apesar de não ser um problema transversal a todos os municípios, não deixa de ser um problema sério”.
Decorrente desta reunião ficou marcada a data de eleição da Comissão Executiva Metropolitana de Lisboa, podendo os eleitos da Assembleia Municipal de Alcochete exercerem o seu direito de voto no próximo dia 11 de Dezembro, das 19 às 21 horas, no salão nobre dos Paços do Concelho, em Alcochete.

Vai ser construído um depósito de transformação de bivalves no Barreiro 
Um estudo de Maio do ano passado reuniu os departamentos de investigação de várias universidades que revelava existirem mais de 1700 mariscadores, cerca de 1500 dos quais em situação ilegal, que retiram do estuário do Tejo a maioria dos 19 mil quilos de amêijoa-japonesa por dia (dez mil pelos aparelhos de arrasto) num negócio na sua larga parte pirata que, em 2014, terá envolvido uma verba estimada entre os 10 e os 23 milhões de euros.
Segundo várias entidades, muito dessa ameijoa, cujo consumo sem cozedura industrial pode ser muito nocivo para a saúde, é vendida ilegalmente para restaurantes que depois a revendem ao público. Apesar de várias iniciativas, incluindo uma apertada vigilância, ninguém conseguiu até agora travar a apanha ilegal no estuário do Tejo.
A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, assinou no final de Junho, um protocolo que prevê a criação no Barreiro de uma infra-estrutura para depósito, transformação e valorização de bivalves capturados nos concelhos do Barreiro, Seixal, Almada, Moita, Montijo e Alcochete.
O protocolo foi assinado entre a Câmara do Barreiro, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a Direcção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, a Administração do Porto de Lisboa e a Docapesca – Portos e Lotas.
“Devido ao teor bacteriológico das águas do estuário do Tejo, os bivalves capturados só podem ser consumidos após cozedura ou transposição prolongada. Assim, o protocolo prevê a criação, no período máximo de um ano, de uma infra-estrutura dirigida a Depósito e Transformação de Bivalves do Tejo”, afirma o ministério do Mar.
A infraestrutura, que será a primeira do género no país, terá um investimento estimado entre 1,2 e 1,4 milhões de euros. Ana Paula Vitorino anunciou que este projecto será incluído numa candidatura ao Mar2020, o que pode significar um financiamento europeu a 75 por cento.
Esta instalação, anunciada  no último verão, será construída numa parcela do domínio público sob jurisdição do porto de Lisboa, cedida ao IPMA -  Instituto Português do Mar e da Atmosfera, pelo prazo de dez anos, e será constituída por três módulos fundamentais: Depósito de Bivalves Vivos, Unidade de Transformação e Sistema de Valorização.
O IPMA compromete-se a apresentar um Plano Sanitário do Estuário do Tejo que inclua uma zonagem regional para optimizar as condições de apanha, enquanto à Direcção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos – que coordena a fiscalização e regula a pesca e o licenciamento dos apanhadores – compete criar condições para, em conjunto com a Docapesca, efectuar o registo da primeira venda. A câmara do Barreiro assegura o necessário apoio de proximidade.

Agência de Notícias 



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Moita implementa medidas para poupar água

Autarquia reformula a programação das regas de todos os espaços verdes

O Município da Moita, apesar de não estar diretamente afetado pela situação de seca que assola o País, implementou diversas medidas de modo a contribuir para a poupança de água. Assim, explica a autarquia à Agência de Notícias, "foi reformulada a programação das regas de todos os espaços verdes, estando os mesmos a ser regados no período noturno". Paralelamente, foi efetuada "uma redução para metade dos tempos de rega, passando esta a funcionar durante 5, 10 ou 15 minutos, conforme o coberto vegetal, por forma a otimizar o uso da água no período crítico de seca severa", diz a Câmara da Moita. 
Câmara da Moita impõe medidas para poupar água 

Todas as fontes decorativas do município da Moita que se encontram a funcionar "estão dotadas de um sistema de recirculação de água que consiste num circuito fechado de utilização da mesma água, sendo que apenas é reposta uma pequena parte que corresponde à quantidade que é perdida por evaporação e dispersão", sublinha a autarquia em comunicado.  No entanto, estas fontes "estão a ser ligadas apenas aos fins de semana e feriados. As restantes fontes decorativas encontram-se desligadas", diz o mesmo documento.
Em conjunto com a Entidade Gestora “em alta” do saneamento – Simarsul, o Município da Moita está igualmente a proceder à avaliação da possibilidade de reutilização das águas tratadas da ETAR Moita / Barreiro / Quimiparque na rega do Parque José Afonso, na Baixa da Banheira.
Refira-se também que é procedimento habitual, correspondendo a uma preocupação constante dos serviços municipais, "a deteção e resolução de fugas de água, bem como a substituição de tubagens que possam encontrar-se em mau estado, tendo inclusivamente sido criadas zonas de medição e controlo, de modo a avaliar permanentemente a existência /aparecimento de perdas de água no sistema de abastecimento de água", conclui o município gerido por Rui Garcia. 

Câmara volta a receber Selo da Qualidade para a água de abastecimento

A Câmara da Moita recebeu, no dia 8 de novembro, pelo quinto ano consecutivo, o “Selo de Qualidade de Abastecimento de Água para Consumo Humano”, atribuído pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.
Segundo aquela entidade, o objetivo deste galardão é “evidenciar as entidades prestadoras de serviços de abastecimento público de água que, no último ano de avaliação regulatória, tenham assegurado uma qualidade exemplar da água para consumo humano”.
Os prémios e os Selos pretendem ser um estímulo à melhoria dos serviços prestados, promovendo a excelência.
O júri do galardão é constituído por várias entidades representativas do setor, designadamente a Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas, a Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental, a Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos, a ESGRA - Associação para a Gestão de Resíduos, a Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais e a Deco - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.

Agência de Notícias com Câmara da Moita 
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Setúbal fomenta cidade educadora

Pelo direito à educação e a uma cidade educadora

A Câmara de Setúbal associa-se à leitura pública do Manifesto dos Autarcas da Associação Internacional das Cidades Educadoras em cerimónia a ter lugar esta quinta-feira, a partir das 10 horas, na Praça de Bocage. A iniciativa, que assinala o Dia Internacional das Cidades Educadoras, tem como objetivo divulgar os princípios fundamentais da Associação Internacional das Cidades Educadoras, da qual Setúbal faz parte desde 2012, nomeadamente o direito à educação e a uma cidade educadora. A 30 de Novembro, os 491 municípios que integram a associação promovem um conjunto de ações e atividades que incluem, em todas as cidades simultaneamente, uma leitura pública do Manifesto dos Autarcas.
Setúbal é cidade educadora desde 2012 

Em Setúbal, a cerimónia realiza-se na Praça de Bocage e conta com intervenções do Executivo municipal e a participação da comunidade escolar do concelho.
A leitura pública do manifesto está marcada para as 10 horas, a que se segue, às 10h15, o hastear da bandeira das cidades educadoras e um aplauso coletivo de agradecimento às escolas pela importante contribuição na construção de uma cidade educadora em Setúbal.
A partir das 10h30, a Praça de Bocage é animada com um conjunto de atividades preparadas pelas escolas.
Também no âmbito das comemorações do Dia Internacional das Cidades Educadoras, o vereador da Educação, Ricardo Oliveira, que deixa uma mensagem a propósito da iniciativa, participa em sessões em estabelecimentos de ensino do concelho, entre os dias 27 e 29, com o objetivo de debater e refletir com os alunos sobre os princípios das cidades educadoras.
A Associação Internacional das Cidades Educadoras é uma plataforma mundial de aprendizagem em que os municípios partilham conhecimentos e boas práticas nas áreas da educação e da cidadania.
Os membros têm acesso a duas ferramentas de trabalho, a Carta das Cidades Educadoras, documento orientador e compromisso formal adotado por todos na adesão, e o Banco Internacional de Documentos das Cidades Educadoras, que funciona como uma base de dados com informações sobre os programas de atuação geral no âmbito das políticas educadoras desenvolvidas, integrando, igualmente, projetos educadores dos vários municípios.
O movimento das cidades educadoras teve início em 1990 no “I Congresso Internacional de Cidades Educadoras”, em Barcelona, Espanha. Em 1994, formalizou-se como Associação Internacional das Cidades Educadoras, criada oficialmente na terceira edição do congresso, em Bolonha, Itália.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Plataforma facilita voluntariado em Setúbal

16 instituições procuraram voluntários em várias áreas 

Setúbal acolheu a primeira edição da Feira do Voluntariado, no dia 25, na Casa do Largo – Pousada da Juventude, evento que se distingue como plataforma destinada a facilitar o contacto entre pessoas e instituições interessadas em promover trabalho voluntário. A iniciativa, dinamizada pela Voluntiir, com o apoio da Câmara de Setúbal através do Gabinete da Juventude, teve a representação de 16 instituições, que procuram voluntários dentro das mais variadas áreas de atuação.
Feira do Voluntariado realizou-se em Setúbal 

Raquel Gomes, da Voluntiir, destaca o êxito desta edição inaugural do evento.“O espaço acabou por ser pequeno para se receber todas as instituições que manifestaram interesse em participar, bem como as pessoas que ao longo da manhã e da tarde se deslocaram ao local da feira para se inteirarem sobre as hipóteses de voluntariado atualmente existentes”.
A responsável, também ela voluntária, observa que o perfil e a motivação das pessoas interessadas em realizar trabalho voluntário podem variar muito.“Houve visitantes com características muito distintas. Desde jovens, acompanhados pelos pais, na procura das primeiras experiências profissionais, a pessoas em idade ativa que procuram envolver-se noutros projetos ou pessoas com mais idade que pretendem, simplesmente, ocupar tempo livre”.
A Feira do Voluntariado pretende ser a materialização dos próprios objetivos inerentes à Voluntiir, que consiste numa plataforma online. Quer a feira, quer a cooperativa pretende facilitar a aproximação de instituições à procura de voluntários a pessoas que queiram fazer trabalho desta natureza.
“Uma das finalidades era mostrar que pode haver voluntariado nas mais distintas vertentes e não apenas em matérias sociais. As pessoas também podem colaborar, por exemplo, com instituições de ajuda animal, de cariz desportivo ou cultural. Até podem, simplesmente, partilhar os conhecimentos que adquiriram no decurso das suas profissões”, explica a responsável.
A Voluntiir é uma cooperativa de solidariedade social, criada por três setubalenses que sentiram dificuldades em perceber, em determinado momento, qual a oferta de trabalho voluntário existente no concelho.
A instituição operava, até agora, apenas através da internet, nomeadamente do sítio voluntiir.com, do blog com o endereço blog.voluntiir.com e das redes sociais, caso do Facebook.
A Câmara de Setúbal aprovou no início do mês a cedência, por protocolo, de um espaço na Casa do Largo – Pousada da Juventude à Voluntiir, cooperativa cujo objetivo primordial é a promoção do voluntariado nas diversas vertentes e áreas, quer ao nível nacional, quer internacional, tendo como missão, destaca a página de internet, “tornar o voluntariado acessível por todos e para todos”.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Estado indemniza família do Barreiro em 80 mil euros

Supremo reduz indemnização a filho de jovem morto pela GNR

O Supremo Tribunal Administrativo reduziu em 20 por cento a indemnização a pagar pelo Estado ao filho de um jovem morto a tiro por um militar da GNR em 2006, no Barreiro, segundo um acórdão consultado pela Lusa. Na base desta decisão, está o facto de os juízes conselheiros terem entendido que a vítima "contribuiu para a ocorrência do dano" devido à sua conduta, nomeadamente "a fuga para uma mata, com alguma densidade, escura, em dia sem luar, com um terreno algo acidentado, depois de ter dito que ia matar os agentes". O tribunal decidiu, assim, reduzir de 100 mil para 80 mil euros o valor da indemnização a pagar ao filho do jovem, agora com 12 anos, que morreu.
Supremo baixa valor de indemnização em 20 por cento 

"Tendo todo o comportamento anterior da vítima sido causa adequada da necessidade de um agente da GNR ter a arma de fogo preparada para disparar, caso fosse necessário, não obstante o manuseamento incorreto e culposo que este veio a fazer da arma, podemos dizer que a vítima contribui em termos de causalidade adequada em 20 por cento, para a ocorrência do dano", refere o acórdão, datado de 16 de Novembro.
O Supremo Tribunal Administrativo decidiu, assim, reduzir de 100 mil para 80 mil euros o valor da indemnização a pagar ao filho do jovem que morreu. Além deste montante, o Estado terá ainda de pagar 260 euros ao pai da vítima pelas despesas do funeral.
Em 2015, o Tribunal Administrativo de Almada tinha condenado o Estado a pagar 150 mil euros de indemnização ao filho da vítima.
Após recurso do Ministério Público (MP), o Tribunal Central Administrativo do Sul baixou em 50 mil euros a indemnização.
Apesar desta redução, o MP interpôs novo recurso, desta vez para o STA, alegando que o Estado devia ter sido absolvido do pedido, na sua totalidade, constituindo causa de exclusão da indemnização a conduta da própria vítima.
No processo penal, o militar foi condenado a um ano e três meses de prisão, com pena suspensa, por homicídio por negligência.

Incidente ocorreu em 2006  
Os factos ocorreram em 5 de Fevereiro de 2006, quando uma patrulha da GNR avistou uma mota parada à porta de um café na Quinta do Conde, que suspeitava ter sido roubada.
Os dois militares abordaram a vítima e um amigo, para saberem de quem era a mota e estes terão reagido com insultos e ameaças.
A vítima, que era considerada pelas forças de segurança como uma pessoa perigosa que habitualmente andava armada, fugiu com o amigo para uma pequena mata existente no local, tendo os militares seguido no seu encalço.
Durante a perseguição, o militar condenado disparou a arma de forma acidental, uma vez que corria com o dedo no gatilho, atingindo o jovem de 19 anos, que veio a morrer no Hospital do Barreiro, horas depois de ter sido baleado.

Agência de Notícias com Lusa 

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Programa apoia reabilitação urbana em Setúbal

Candidaturas abertas para investimento na reabilitação urbana e na eficiência energética

Uma nova iniciativa destinada a promover e a apoiar, com condições especiais de financiamento, a recuperação de edifícios degradados em áreas identificadas do território nacional, incluindo Setúbal, tem candidaturas a decorrer. O Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas reúne diversas fontes de financiamento, quer fundos europeus do Portugal 2020, quer fundos provenientes de outras entidades como o Banco Europeu de Investimento e o Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa.
Proprietários com incentivos para reabilitação urbana  

O instrumento, dirigido a todos os centros urbanos do território nacional, mobiliza um total de 1400 milhões de euros, com condições especiais de financiamento, para a reabilitação integral de edifícios degradados e localizados em áreas de reabilitação urbana definidas localmente pelos municípios.
Pode ser apoiada e financiada a reabilitação integral de edifícios com idade igual ou superior a trinta anos ou, no caso de idade inferior, que demonstrem um nível de conservação igual ou inferior a dois anos, como determinado nos termos do Decreto-Lei n.º 266-B/2012, de 31 de Dezembro.
É igualmente abrangida por este instrumento, que apoia medidas de eficiência energética complementares às intervenções de reabilitação urbana, a reabilitação de espaços e unidades industriais abandonadas, bem como de frações privadas inseridas em edifícios de habitação social que sejam alvo de reabilitação integral.
Podem solicitar financiamento para a reabilitação de edifícios ao abrigo do Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas 2020 quaisquer entidades, singulares ou coletivas, públicas ou privadas, que reúnam um conjunto de critérios de elegibilidade. O instrumento não tem restrições quanto ao tipo de uso a conferir aos imóveis.
Em cada município, os interessados a apresentar candidaturas no âmbito deste instrumento encontram um interlocutor do Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas 2020 que emite um parecer de enquadramento sobre o projeto e apoio durante todo o processo de licenciamento da intervenção a realizar.
No caso de Setúbal, Rita Barreiro, coordenadora do Gabinete de Reabilitação Urbana (rita.barreiro@mun-setubal.pt), e Carmen Caetano, responsável pelos Projetos Cofinanciados do Município (carmen.caetano@mun-setubal.pt) são os contactos primordiais de interlocução na Câmara Municipal.
Todas as informações sobre o IFRRU2020 – Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas podem ser consultadas no Portal da Habitação, acessível em nesta ligação.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 


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Almada distingue literatura infantil e juvenil

Prémio literário Maria Rosa Colaço para Ana do Vale Lázaro

A autora Ana do Vale Lázaro recebeu o Prémio Literário Maria Rosa Colaço, dedicado à literatura infantil, no valor de cinco mil euros, com o original "Pescadores de nuvens", anunciou a câmara almadense. A cerimónia de entrega decorreu na sala Pablo Neruda do Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada.  A esta 12.ª edição do galardão concorreram 147 obras originais, que foram avaliadas por um júri constituído por José Correia Tavares, em representação da Associação Portuguesa de Escritores, José Oliveira, pela Câmara de Almada, e por Rita Pimenta, em representação da Seção Portuguesa do Conselho Internacional sobre Literatura para Jovens - Internacional Board for Young People.  Segundo nota da autarquia, a obra vencedora, “Pescadores de nuvens”, é “uma história comovente sobre a relação de um rapaz com o seu avô”.
Câmara de Almada incentiva a criatividade literária  

“Para o menino, a casa do avô ‘era o local mais incrível que conhecia, e talvez por isso não passasse um fim de semana em que não pegasse na sua bicicleta para subir a encosta até ao topo da montanha'”, segundo a mesma fonte, adiantando, que “juntos, costumavam lançar um papagaio de papel, feito pelas mãos mágicas do avô”. “Um papagaio que servia para ir à pesca… de nuvens, que guardavam em pequenos pedaços dentro de um frasquinho”.
“O avô, sábio, vai preparando o rapaz para o seu desaparecimento. Até que a morte chega, embora nunca seja nomeada. Ficam então as memórias, as aprendizagens e as emoções de uma relação honesta e feliz. E a vontade de olhar para o céu”, remata a autarquia.
Ana Lázaro nasceu em 1982 e é licenciada em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Tem um curso de formação pela ACT — Escola de Atores de Teatro e Cinema. Trabalha como atriz em teatro e televisão, atividade que desenvolve em paralelo com os de dramaturga e encenadora.
A autora fundou o núcleo artístico Dobrar, cuja peça teatral de estreia, “Por um Dia Claro”, lhe valeu a Bolsa de Apoio a Novos Encenadores da Fundação Calouste Gulbenkian.
Em 2013 foi distinguida com o Prémio Literário Internacional Sea of Words, pela Anna Lindh Foundation/IEMED, em Barcelona, e, em 2014, venceu o Prémio FNAC Novos Talentos da Literatura.
No ano passado, Ana do Vale Lázaro publicou “O Estranho Apetite de Belemundo” (Porto Editora).
O Prémio Maria Rosa Colaço é organizado pela Câmara Municipal de Almada desde 2005, e tem por objetivo homenagear “a ilustre escritora e incentivar a criatividade literária de autores portugueses, nos domínios da literatura infantil e juvenil”.

Agência de Notícias com Lusa 
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Luzes de Natal já se acenderam no Montijo

Inauguração da iluminação na abertura do Natal com Arte

O Natal começou no Montijo com a abertura da iluminação de Natal no centro da cidade, no passado dia 25 de Novembro, a que se juntou a inauguração da exposição “Memória entre Céu e Água: pinturas, aguarelas e outros objetos”, de Saskia Moro na Galeria Municipal. Para além de arte, o Natal é sobretudo “um tempo de fraternidade, de afetos, de amizade e de concórdia entre todos”, como frisou o presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, minutos antes de serem acesas os milhares de lâmpadas da iluminação de Natal, que está a dar mais brilho ao centro da cidade.
Iluminação de Natal na Baixa do Montijo já está ligada 

Este ano, Montijo volta a celebrar um Natal com Arte e esse facto está bem patente na exposição da artista plástica Saskia Moro e na sua visão da natureza, principalmente, do mar, que espera a sua visita na Galeria Municipal, até 6 de Janeiro de 2018.
Com o Natal com Arte pretendemos “celebrar as nossas tradições, dar mais animação ao centro da cidade, com um programa variado que estimula o espírito da época, a partilha, o encontro e reencontro das pessoas e que reforça a identidade dos montijenses. Ao realizarmos as festividades de Natal queremos sublinhar, neste tempo de alguns egoísmos, que a fidelidade às nossas raízes e tradições constitui uma condição essencial para a construção do nosso futuro coletivo”, afirmou Nuno Canta.
A dar música à abertura do Natal com Arte esteve o Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro com três cânticos de Natal, muito aplaudidos pelo público.
Até 6 de Janeiro, a programação do Natal com Arte 2017 vai oferecer diversos momentos de cultura, animação e solidariedade para todo o público.

Em destaque… Mercado de Natal e Parada do Pai Natal
Entre os dias 1 e 17 de Dezembro, às sextas, sábados e domingos, das 10 às 22 horas, o Mercado de Natal vai recriar o espírito dos antigos mercados portugueses. Os mais pequenos não foram esquecidos e, para além da Casinha do Pai Natal, vão poder participar nas Oficinas Criativas (dia 1 Dezembro, 11 horas, Hora do Conto “Uma História de Natal”; dia 2 Dezembro, 11 horas, “Vamos construir uma Árvore de Natal”).
E o Natal não estaria completo sem a presença do …Pai Natal. No dia 2 de Dezembro, entre as 15 e as 18 horas, a Parada do Pai Natal vai trazer um desfile cheio de animação, onde os sonhos ganham vida e os corações de todas as crianças se enchem de alegria. E quando a Parada do Pai Natal chegar à Praça da República, vai começar a nevar. É a magia do Natal! Os mais pequenos não se podem esquecer de trazer a carta para entregar ao Pai Natal!
A VI Gala Solidária (7 Dezembro), o Presépio Vivo (16 e 17 Dezembro), os concertos nas igrejas por todo o concelho ao longo do mês de Dezembro e o fogo-de-artifício na passagem de ano são alguns dos muitos motivos para vir ao Montijo e viver um Natal com Arte. 

Outros eventos
1 de Dezembro
10h30 | Praça da República
Atuação do grupo de percussão ANAU a Rufar

11h30 | Palco Galeria Municipal
O Pai Natal apresenta Canções Infantis – momento infantil que integra o espetáculo “O Natal é de Todos” do grupo de teatro Sem Limites da Universidade Sénior do Montijo

15h00 | Palco Galeria Municipal
Escola de Artes Sinfonias & Eventos apresenta os grupos Combo Tradicional e Acoustic Mess

21h30 | Ermida de Santo António, Quinta do Pátio d’ Água
Concerto de Natal por Angelicus Duo

2 de Dezembro
11h30 | Praça da República
On Stage apresenta Mad G Wine Crew – momento de dancehall

20h30 às 21h30 | Praça da República
Animação de Rua (estrelas em andas, flocos de neve e cavalos insufláveis)

21h30 | Igreja Matriz do Montijo
Concerto de Natal pelos Vox Angelis

3 de Dezembro
11h00 | Praça da República
Escola de Artes Sinfonia & Eventos apresenta United Dance Crew – momento de hip hop

17h30 | Igreja de Santo Isidro de Pegões
Concerto de Natal pelos Vox Angelis

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
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Moscatel investe novos confrades em Setúbal

O melhor moscatel do mundo tem novos confrades 

A Confraria do Moscatel de Setúbal tem 26 novos confrades, que juraram, no dia 24, na cerimónia de investidura que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, defender, valorizar e promover este vinho generoso. Um brinde com um lote comemorativo dos 110 anos do Moscatel de Setúbal selou o juramento dos mais recentes confrades, no âmbito do III Grande Capítulo da Confraria do Moscatel de Setúbal. Na abertura da cerimónia, o grão-mestre da confraria, Filipe Cardoso, pediu ajuda aos novos elementos na “fácil tarefa” de promover um “produto que fala por si” e que, por três vezes, nos últimos seis anos, obteve o título de Melhor Muscat du Monde, entre outras distinções, um pouco por todo o mundo.
Confrades promovem o moscatel de Setúbal pelo mundo 

Filipe Cardoso apelou para não terem vergonha de envergar as vestes, a insígnia e o chapéu de confrades e deixou o desafio a todos para usarem as vestes oficiais da confraria sempre que se deslocarem, em conjunto, a eventos de divulgação do vinho generoso.
A presidente da Câmara  de Setúbal, Maria das Dores Meira, mostrou-se satisfeita pelo facto de a autarquia sadina, um dos confrades fundadores, ter sido escolhida para a realização da cerimónia. “É uma honra enorme tê-los aqui na casa que é de todos os setubalenses e de todos quantos nos dão o prazer da visita”.
Após as boas-vindas da anfitriã do evento, seguiu-se a entronização dos novos confrades, desde produtores de vinho a figuras que se destacam na vida política e social.
O embaixador de Portugal em Pequim, José Augusto Duarte, a diretora regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, Maria Elizete Jardim, e o presidente do Instituto da Vinha e do Vinho, António Frederico Falcão, foram entronizados confrades de honra.
Os novos confrades de mérito são o jornalista Amílcar Malhó, o proprietário da Garrafeira Tody, Filipe Palheira, o presidente da Associação de Futebol de Setúbal, Francisco Cardoso, o proprietário do restaurante lisboeta Solar do Kadete, José de Sousa, a diretora da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, Maria João Carmo, o ator Paulo Rocha e o proprietário do estabelecimento “Casa das Tortas”, Paulo Ferreira.
Como confrades irmãos foram entronizados António Soares Franco, Adriano Tiago, Paulo Maló de Carvalho, Pedro Simões, Nuno Filipe Palhoça, Nuno Canastra, Francisco Camolas de Matos, Carlos Joaquim Ferreira, Ana Isabel Silveira, António Simões Saramago, José Caninhas, Alexandre Rocha Andrade, Andreia Lucas, Carlos Ferreira, Mónica Rodrigues e Sónia Ferreira.
De salientar que os confrades irmãos são aqueles que estão ligados diretamente à produção, comercialização e certificação do Moscatel de Setúbal.
Terminada a cerimónia, a Confraria do Moscatel de Setúbal reuniu-se na escadaria dos Paços do Concelho para uma fotografia de grupo e seguiu depois para um jantar comemorativo, realizado na Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Utentes e autarcas exigem em Lisboa novo hospital no Seixal

"Estamos fartos de esperar, o hospital tem de avançar"

Cerca de 70 pessoas manifestaram-se esta segunda-feira junto à residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, onde entregaram uma carta a exigir a construção do novo hospital no Seixal, um projeto que ainda não consta do Orçamento do Estado para 2018. "Queremos um hospital no concelho do Seixal", "Estamos fartos de esperar, o hospital tem de avançar", "Novo centro de saúde de Corroios, Eu Exijo", foram algumas das palavras de ordem exibidas pelos manifestantes neste protesto agendado pela Comissão dos Utentes de Saúde do Concelho do Seixal. Na manifestação participaram ainda autarcas dos concelhos do Seixal e Sesimbra.
Utentes e autarcas voltam a lembrar importância do hospital  

Representantes dos utentes e autarcas do Seixal e de Sesimbra entregaram na residência oficial de António Costa uma carta com alegações relativamente à necessidade de construção do hospital e com "as diversas incongruências que tem havido neste processo, tanto quanto ao financiamento dos projetos como à inexistência no OE2018 da verba para a sua construção", disse José Lourenço, da Comissão de Utentes.
"Foram apresentados, de uma forma muito sucinta, os grandes problemas que nós temos a nível de saúde primária e do risco que representa a ida, em caso de doença aguda, para o Garcia de Orta [em Almada], que está subdimensionado para o número de situações que nós temos", salientou José Lourenço.
"A partir de agora, por parte da Comissão de Utentes, tolerância zero. Não queremos um 2009 de novo", acrescentou.
Em 2009 foi assinado um "Acordo Estratégico de Colaboração para o Lançamento do Novo Hospital Localizado no Seixal", entre o Ministério da Saúde e a Câmara Municipal do Seixal, ficando calendarizado que a construção seria concluída durante 2012, tendo chegado a ser lançado um concurso público em janeiro de 2010.
No entanto, o processo não decorreu como previsto, ultrapassando os prazos estipulados, e o processo do hospital acabou por ser suspenso durante o primeiro Governo PSD/CDS-PP.
"A verdade é que nestes oito anos que já passaram entre 2009 e 2017 nada foi feito para que se concretizasse", salientou o presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos.
"Aquilo a que assistimos é uma total descoordenação. Aquilo que se diz que o Governo está descoordenado, assim parece. Na verdade, ligamos para o ministério da Saúde e diz que está no Ministério das Finanças. Ligamos para o Ministério das Finanças e dizem-nos que está na Saúde. Por isso estamos aqui, junto do primeiro-ministro, para ver se ele põe ordem no Governo", afirmou o presidente da Câmara do Seixal.

"Governo do PS está a enganar a população do Seixal e de Sesimbra" 
De acordo com este autarca, foi ainda sugerido a António Costa a criação de um grupo de trabalho entre o primeiro-ministro e as câmaras municipais, para que pudessem avançar com o processo.
"Não queremos acreditar que este compromisso, que já vem pelo menos desde 2009 e tendo havido já uma resolução da Assembleia da República, que aprovou por maioria que o hospital era para avançar já em 2015, que três anos depois não esteja no Orçamento de Estado a verba para a construção do hospital", lamentou Joaquim Santos, destacando que, se não estiver, "podemos dizer que o Governo do PS está a enganar a população do Seixal e de Sesimbra".
A vice-presidente da Câmara de Sesimbra, Felícia Costa, acrescentou que "o hospital Garcia de Orta foi criado para 150 mil pessoas e agora tem mais de 450 mil, pelo que não é viável".
"Os munícipes estão a deslocar-se para o hospital de São Bernardo, em Setúbal, que está neste momento também em situação de rutura. (...) É uma luta que continua e continuará até que o hospital do Seixal seja uma realidade. Hoje, há pessoas a morrer pelo tempo de espera que tem no Garcia de Orta", afirmou a autarca.
Os concelhos do Seixal e de Sesimbra representam mais de 200 mil habitantes.

Agência de Notícias com Lusa 
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Detidos em Almada e Barreiro por agressões a mulher e PSP

Homem detido por suspeita de tentar atirar companheira pela janela 

A PSP anunciou esta segunda-feira a detenção de um homem, de 72 anos, por suspeita de tentar atirar a sua companheira pela janela da residência de ambos em Almada, mas foi imobilizado por vizinhos, até à chegada das autoridades. "Após informação de que um indivíduo estaria a tentar atirar a sua companheira pela janela da sua residência, uma patrulha da PSP deslocou-se prontamente ao local. Os agentes entraram na habitação, manietando e detendo o suspeito, que se encontrava a ser submetido a tentativa de imobilização por parte de vizinhos", refere a PSP.
PSP evita crime passional em Almada 

Os vizinhos forçaram a entrada na residência em auxílio da vítima, que acabou por necessitar de tratamento hospitalar devido aos ferimentos sofridos.
O suspeito acabou detido a vai ser presente a tribunal.
Também no distrito de Setúbal, mas no concelho do Barreiro, foi detido um homem, de 33 anos, por resistência e coação sobre elemento policial.
Uma patrulha da PSP procedeu à sua abordagem para identificação e levantamento de auto de contraordenação, ao que o suspeito recusou identificar-se, ameaçando e injuriando os agentes, reagindo com violência e agredindo um dos elementos com um murro na zona das costelas", refere a PSP.
A PSP explica que, devido à "constituição física do suspeito e o seu comportamento agressivo", foi solicitado apoio policial para o local, acabando o mesmo por ser manietado.
"O suspeito, com vários antecedentes criminais, acabou detido vai agora ser presente a tribunal", diz a Polícia de Segurança Pública.

Agência de Notícias 
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Espírito de Natal invade Baixa de Setúbal

Mercado, animações de rua e muita luz animam baixa da cidade em Dezembro 

Presépio, iluminações, um mercado e muita animação preenchem o Natal na Baixa,  em Setúbal, programa que dinamiza o centro histórico da cidade durante a quadra natalícia. As luzes de Natal, inauguradas a 17 de Novembro, dão outra cor às ruas da cidade até ao Dia de Reis, 6 de Janeiro, mas muito mais há para ver e fazer no âmbito deste programa organizado pela Câmara Municipal de Setúbal em parceria com a União das Freguesias de Setúbal e os comerciantes da Baixa. Enquanto um presépio dá novo encanto ao Largo de Santa Maria, o Mercado de Natal oferece várias sugestões para a escolha dos presentes a oferecer na noite da consoada. O mercado, que decorre todos os dias, entre 1 e 24 de Dezembro, das 10 às 19 horas, na Praça de Bocage, inclui bancas com artesanato urbano e tradicional, artigos vintage e produtos regionais.
Mercado de Natal arranca no 1º de Dezembro 


Quem passear pelas ruas da Baixa comercial é surpreendido com animação itinerante, entre as 11 e as 13 horas e as 15 e as 18 horas, nos dias 1, 2, 8, 9, 16 e 23 de Dezembro.
No Largo da Misericórdia, o Pai Natal ouve os desejos da pequenada, das 11 às 13 horas e das 15 às 18 horas, nos dias 1, 2, 8, 9, 16, 21, 22 e 23 de Dezembro, sempre acompanhado com as animações infantis de O Mundo da Zingarela.
A neve recebe a chegada do Pai Natal ao Largo da Misericórdia no final do percurso a realizar no feriado de 1 de Dezembro, a partir da Praça de Bocage, às 11 horas.
No mesmo dia, o Largo da Misericórdia acolhe, às 16 horas, o espetáculo de ilusionismo Magia de Natal, enquanto no Largo da Ribeira Velha, às 17 horas, realiza-se a animação de música e dança Tangerina e Spirulina com a sua Concertina.
Para o dia 2, a programação do Natal na Baixa reserva, às 11 horas, no Largo da Misericórdia, Natal dos Animais, um momento de canções natalícias a cargo da ACTAS – Academia Cultural de Teatro e Artes de Setúbal, e, às 16 horas, a peça de teatro infantil do GATEM – Espelho Mágico “Era uma vez… que era uma vez”.
Em paralelo, no Largo da Ribeira Velha, às 17 horas, a Sociedade Musical Capricho Setubalense propõe que o público Seja Maestro por um Dia, com a coletividade a protagonizar novamente esta atividade no dia 16, à mesma hora.
Trata-se de uma animação, conduzida por diferentes entidades musicais do concelho, em que pessoas do público são convidadas a assumir o papel de maestro e, assim, dirigir um grupo de músicos ou um coro.
As atividades regressam no dia 8, com o Largo da Misericórdia a receber, às 11 horas, o espetáculo de ilusionismo Truques & Risadas, e, às 16 horas, a animação musical Mãe Natal Cantora.

Largos com muita magia de Natal 
No Largo da Ribeira Velha, às 17 horas, realiza-se novamente a iniciativa Seja Maestro por um Dia, desta feita conduzia pelo Coral Infantil de Setúbal, grupo coral que volta a repetir esta atividade no dia 23.
A 9 de Dezembro a TASCA – Tuna Académica Setúbal Cidade Amada promove, a partir das 15h30, na Praça de Bocage, uma arruada de tunas.
No Largo da Misericórdia, às 11 horas, a Academia de Dança Contemporânea de Setúbal apresenta um excerto do bailado Em Busca da Ilha do Natal, enquanto, às 12 horas, o TAS – Teatro Animação de Setúbal, interpreta a peça Fábulas de Natal. Às 16 horas há Magias e Encantos, atuação e dança com Jump Dance Studio e Natacha Joaquim.
No Largo da Ribeira Velha, às 17 horas, cabe à Sociedade Filarmónica Providência desafiar o público no âmbito da atividade Seja Maestro por um Dia.
O Natal na Baixa apresenta, no dia 16, às 11 horas, no Largo da Misericórdia, O Segredo da Abelha, pela TOMA – Teatro Oficina Manel Bola, e, às 16 horas, o espetáculo de animação e ilusionismo O Palhaço Tereré e a sua assistente Anita.
O tenor João Mendonza e o pianista João Romeiras dão um concerto de Natal, também no dia 16, às 18 horas, na Igreja de S. Julião.
Nos dias 21 e 22 de Dezembro, às 11 horas e às 16 horas em ambos os dias, no Largo da Misericórdia, o Setor de Animação e Promoção da Biblioteca Pública Municipal de Setúbal apresenta a encenação A Noite de Natal do Palhaço João Surpresa.
O programa Natal na Baixa, inclui, ainda, a 23, no Largo da Misericórdia, as peças de teatro Viagem ao Polo Norte, às 11 horas, e Fábrica de Sonhos, às 16 horas.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Riberalves vai investir 4 milhões na fábrica da Moita

Empresa anuncia intenção de contratar mais 30 trabalhadores

A Riberalves, líder do mercado nacional de bacalhau, vai investir quatro milhões de euros no aumento da capacidade produtiva da fábrica da Moita, no próximo ano. A empresa anunciou obras para 2018 e a intenção de contratar mais 30 trabalhadores. “Vamos investir no aumento de 20 por cento da capacidade produtiva e de armazenamento na fábrica da Moita”, afirmou o administrador da empresa, Ricardo Alves, à agência Lusa. “Quanto mais tempo o bacalhau estiver em cura maior qualidade tem, por isso queremos investir no armazenamento”, justificou a empresa. Com a ampliação da unidade, cujas obras vão decorrer em várias fases durante o próximo ano, a empresa espera vir a contratar cerca de 30 trabalhadores, que se vão juntar aos 450 distribuídos entre as fábricas da Moita e de Torres Vedras.
Fábrica da Moita é líder do setor do bacalhau em Portugal 

A Riberalves espera encerrar 2017 em linha com 2016, com 144 milhões de euros facturados, a maioria dos quais são obtidos no mercado interno.
Metade da facturação é gerada nos últimos quatro meses do ano, face ao aumento de consumo durante o período do Natal.
Do volume total de negócios, 43 milhões de euros são oriundos das exportações para mais de 20 países, sendo o Brasil o principal mercado da Riberalves.
Nos próximos anos, a empresa pretende apostar num novo produto, o bacalhau sem espinhas e sem pele já processado para cozinhar, a pensar sobretudo nos EUA, um dos seus mercados emergentes onde “não se sabe comer peixe sem espinhas e sem pele, mas antes em filete”.

Empresa de Bacalhau também produz vinho 
As vendas do bacalhau demolhado ultracongelado já ultrapassaram as do bacalhau tradicional seco e aumentaram o peso na facturação global de 55 em 2016 para 62 por cento este ano.
“Estamos a assistir a uma mudança nos hábitos de consumo e as pessoas preferem comprar o bacalhau demolhado ultracongelado, por estar pronto a cozinhar, em vez do bacalhau seco, uma vez que demora três dias a demolhar”, explicou.
A Ribeiralves tem uma produção anual de 25 mil toneladas. Estima-se que 88 por cento das famílias portuguesas consumam bacalhau pelo menos uma vez por ano, motivo pelo qual são processadas por ano em Portugal 40 mil toneladas, que correspondem a um volume de negócios de 400 milhões de euros, cem dos quais no mercado externo, e dois mil postos de trabalho.
A Adega Mãe, empresa do grupo orientada para a produção de vinho, cuja adega foi inaugurada em 2011, facturou este ano mais 25 por cento, atingindo os 2,5 milhões de euros, e aumentou as exportações em 38 por cento. As receitas oriundas das actividades enoturísticas cresceram 77 por cento e representam 14 por cento da facturação total do grupo.



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Agricultores de Setúbal preocupados com a seca

Agricultores querem conclusão do plano de rega do Alentejo

Os agricultores do Distrito de Setúbal acreditam que a solução para os períodos de seca no sul do País passa pela gestão da água em alta, pelo Estado e pela construção da barragem do Pisão, no distrito de Portalegre. Isto a par dos transvases da barragem do Alqueva e de outra forma de gestão da água em alta. A gestão da água do Alqueva em alta tem sido assegurada pela empresa pública Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva e pelas associações de regantes, mas a Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal defende que deve ser gerida apenas pelo Estado, de forma a garantir preços comportáveis para os produtores de arroz. A falta de água, que na barragem do Pego do Altar, em Alcácer do Sal, deixou visível uma ponte submersa há quase 19 anos, também preocupa o presidente da associação , Joaquim Caçoete, que, depois de um ano com uma “produção agrícola excepcional” em toda a região, antevê uma quebra significativa já em 2018. 
A seca que destapou a ponte na barragem do Pego do Altar


“É preciso que sejamos capazes de ir ao Alqueva buscar a água de que necessitamos, por transvase, aqui para a região. E isso implica medidas de fundo, de gestão da água em alta, por parte do Estado”, disse à Lusa Joaquim Manuel Lopes, técnico da Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal, durante uma visita à exploração de arroz Várzea da Marateca, no concelho de Palmela, uma das muitas que estão em risco de não ter produção em 2018 devido à falta de água.
“Precisamos de agir construindo o que falta do plano de rega do Alentejo. A construção da barragem do Pisão, no concelho do Crato, com o respectivo transvase do Tejo para essa barragem, o que permitirá recarregar as barragens a jusante dessa de modo a regar o Baixo Ribatejo e o Alto Alentejo, é fundamental. E depois é necessário que seja feita uma estação de bombagem a montante do Alqueva, que permita recarregar barragens, por exemplo, a barragem do Divor (concelho de Arraiolos, distrito de Évora) e a barragem dos Minutos (Montemor-o-Novo, Évora), se vier a ser necessário”, Joaquim Manuel Lopes.

Barragem em Alcácer do Sal também preocupa
Além da falta de água provocada pela seca, os agricultores também se queixam do preço elevado dos transvases a partir da barragem do Alqueva. E, em alguns casos, preferem esperar que chova a fazerem transvases a preços que consideram incomportáveis.
“Neste período de Inverno, quando as barragens vão recuperando a sua capacidade de armazenamento para depois termos água para a rega a partir de Abril, temos nós esperança de que a chuva que vai caindo seja suficiente para repor a capacidade de armazenamento. Começar a comprar água em Outubro, significa que, depois, quando começar a chover, podemos ter necessidade de deitar água fora. E, àqueles preços, não podemos correr esse risco”, justifica o coordenador da Associação de Regantes do Vale do Sado, Gonçalo Faria, adiantando que já houve contactos com a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva e com o Governo para tentar encontrar soluções.
A falta de água, que na barragem do Pego do Altar, em Alcácer do Sal, deixou visível uma ponte submersa há longos anos, também preocupa o presidente da Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal , Joaquim Caçoete, que, depois de um ano com uma “produção agrícola excepcional” em toda a região, antevê uma quebra significativa já em 2018. “O que nos preocupa agora é que os custos de produção para a próxima época sejam demasiado elevados, se não forem tomadas medidas por parte do Governo”, disse Joaquim Caçoete. “Também verificamos que, se não forem tidos em conta os custos da eletricidade – das bombas dos furos de captação de água – , vamos ter aqui uma situação de abandono de algumas colheitas, de algumas culturas. E não vamos ter colheitas em 2018″, acrescentou.
Perante este quadro, o presidente dos Agricultores de Setúbal, desafiou o Governo a tomar as medidas necessárias para fazer face aos problemas imediatos dos agricultores da região e para a conclusão do Plano de Valorização do Alentejo.



A seca que destapou a ponte na barragem do Pego do Altar
Seca preocupa agricultores do distrito de Setúbal 
O ano de 2017 teve a terceira Primavera mais quente em Portugal, desde 1931. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o mês de Setembro foi o mais seco dos últimos 87 anos e quase metade do território está em seca severa ou extrema.
Segundo os dados do sistema nacional de informação dos recursos hídricos, das 60 albufeiras monitorizadas, três apresentam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e 23 têm disponibilidades inferiores a 40%. A bacia do Sado é a única que está pintada a vermelho, abaixo dos 20 por cento de armazenamento.
A barragem do Pego do Altar, em Alcácer do Sal, está com oito por cento da sua capacidade de armazenamento. O nível da água na albufeira está tão baixo que deixou a descoberto uma ponte do séc. XIX, submersa há 19 anos.
“Todos os domingos vem gente de todo o lado para ver a ponte”, diz António Vitorino, 86 anos, habitante da aldeia de Santa Susana, considerada por muitos como a mais bonita do Alentejo. É ali perto que fica a barragem do Pego do Altar, que já teve o nome de Salazar, inaugurada em 1948 pelo então presidente do Conselho de Ministros.
A barragem foi construída pelo Estado Novo, precisamente para o aproveitamento das águas para a agricultura no vale do Sado e para a produção hidroeléctrica. A albufeira é um ponto turístico, sobretudo para a pesca desportiva, mas no último ano, a água desapareceu.
Antigamente, a água da albufeira chegava até bem perto da estrada alcatroada, num dos extremos da aldeia de Santa Susana. Agora, é preciso andar muito para encontrar a ponte e, sob as arcadas da estrutura, há apenas um charco. A terra está gretada, seca, amarela.
A água desapareceu, o que tem vindo a acontecer ao longo dos últimos três anos. Em Outubro do ano passado, a capacidade da barragem do Pego do Altar era de 18 por cento. Agora, está nos 8 por cento.
Gonçalo Lince de Faria é o coordenador da Associação de Regantes e Beneficiários do Vale do Sado, que gere as barragens do Pego do Altar e de Vale do Gaio, e diz que, nesta altura, “as duas barragens estão completamente vazias", mas este quadro de seca "já se vem arrastando há 3 anos. Desde essa altura que temos regas por rateio”.
O ano passado já se registou uma quebra da produção de arroz e, este ano, ainda foi maior: reduziu 40 por cento. Gonçalo Lince de Faria diz que, se o tempo continuar assim, se não chover, para o próximo ano não há campanha do arroz.
A barragem do Pego do Altar não tem qualquer alternativa de abastecimento, mas a de Vale do Gaio pode receber água de Alqueva. Contudo, os preços são tão elevados que os agricultores da associação decidiram não comprar água à Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva. “A cultura do arroz precisa de muita água e com consumos elevados de água, os preços praticados pela EDP são insuportáveis”, explica Gonçalo Lince de Faria.

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Barreiro exige ao Governo o pagamento atrasado à Rumo

Governo nega cenário de preocupação com associação Rumo

O executivo municipal do Barreiro apresentou uma moção “pela sobrevivência da Rumo” que exige ao Governo o pagamento de verbas em atraso à instituição. “A Câmara do Barreiro delibera exigir ao Governo o pagamento das verbas em atraso, que permitirão o normal funcionamento da instituição, o pagamento das suas obrigações ao Estado e o vencimento dos seus trabalhadores”, refere a proposta, aprovada por unanimidade. O município expressou também solidariedade a toda a direcção, colaboradores e utentes da Rumo, “neste período difícil de incerteza face ao futuro da instituição”. O Governo negou o cenário de preocupação sobre a associação, levantado pelo PSD, devido a uma alegada dívida do Estado a esta instituição de solidariedade social. O ministro do Planeamento e das Infraestruturas contrapõe que "em 2016 e 2017, entre reembolsos e adiantamentos, já foram pagos à mencionada entidade 963 mil euros de fundos europeus".
Associação Rumo reclama verbas e atraso do estado 

Esta moção surge depois do vereador do PSD, Bruno Vitorino, ter afirmado, no início desta semana, que o futuro da Rumo estava a ser colocado em causa e que o funcionamento da mesma já estaria a ser afectado, devido a uma dívida do Estado à instituição que ascende a meio milhão de euros, correspondendo a mais de 5 meses de despesas já incorridas e não ressarcidas.
Em resposta ao PSD, o Ministério do Planeamento e das Infra-estruturas disse, em comunicado, que está a aguardar a apresentação de documentação relativa a despesas, que “serão pagas no prazo máximo de uma semana”. E lembrou que, entre reembolsos e adiantamentos, em 2016 e 2017, já pagou à associação 963 mil euros de fundos europeus.
Alegadamente, o montante que está em atraso é referente a um conjunto de projectos ligados ao Instituto do Emprego e Formação Profissional e à CCDR de Lisboa, nomeadamente ao projecto Formar (Medida de Qualificação Profissional para Pessoas com Deficiência e/ou Incapacidade) que tem como organismo intermédio o Instituto do Emprego e Formação Profissional e a entidade financiadora CCDR Lisboa.
Neste momento, a cooperativa atravessa uma situação de “estrangulamento de tesouraria” que dificulta o seu funcionamento normal e a impede de cumprir os seus compromissos para com colaboradores e fornecedores. A acrescentar a estas dificuldades, a Rumo já tornou público que, se a situação não se alterar, não terá condições de honrar compromissos legais também com a segurança social e com as finanças.

PSD diz que Rumo tem futuro incerto 
Face às incertezas quanto ao futuro da instituição, o deputado do PSD já alertou para as consequências do encerramento da Rumo.
“O encerramento da sua actividade irá afectar mais de seis mil pessoas em situação de desvantagem ou exclusão, impedir o acompanhamento de 1500 pessoas por ano com incapacidade ou deficiência, bloqueando a formação e inserção no mercado de trabalho de mais de 300 pessoas. Também irá colocar em causa 78 postos de trabalho nos concelhos do Barreiro, Moita, Lisboa e Oeiras”, disse Bruno Vitorino.
Com actividade iniciada em 1981, a Rumo é uma cooperativa, sem fins lucrativos, sediada no Barreiro, que tem por objectivo fundamental a solidariedade social e o desenvolvimento de actividades de apoio em diferentes domínios de intervenção a pessoas em situação de desvantagem, visando a defesa dos seus direitos individuais e de cidadania, designadamente no quadro da promoção do direito à igualdade de oportunidades e à inclusão escolar, profissional e comunitária.
O trabalho desenvolvido por esta instituição estende-se a vários concelhos da Área Metropolitana de Lisboa, integrando vários projectos de apoio a pessoas na inclusão educativa, profissional e comunitária, na perspectiva do movimento de emprego apoiado.

Agência de Notícias com Lusa 
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Autoeuropa contrata mais 400 pessoas do que previsto

T-Roc impulsiona produção em Palmela para mais de 800 veículos por dia


A Autoeuropa, em Palmela, vai contratar mais 400 trabalhadores no próximo ano para continuar a produzir o novo T-Roc. Este novo modelo já está à venda na Alemanha desde o início do mês e chega aos stands portugueses esta sexta-feira. Ao todo, a produção do novo T-Toc vai levar a fábrica de Palmela a criar 2500 novos postos de trabalho, elevando para 5800 o número de funcionários. A Autoeuropa já tinha recrutado 2120 funcionários desde o início deste ano, pelo que as 400 contratações que se avizinham vêm somar-se a essas, avança o Diário de Notícias. Os mais de cinco mil trabalhadores da Autoeuropa vão votar na próxima quarta-feira 29 de Novembro o novo acordo para o horário de trabalho da fábrica. Trabalho ao sábado mas com direito a pagamento extraordinário até Agosto de 2018 e só depois laboração contínua: são estas as regras estabelecidas pelos trabalhadores da Autoeuropa no pré-acordo com a administração.
Autoeuropa reforça trabalhadores para construir o T-Roc

Inicialmente a fábrica portuguesa da Volkswagen previu contratar 1500 novos trabalhadores, conforme avançou a fábrica de Palmela há um ano. Mas este número já foi ultrapassado: as contratações já atingiram os 2100 trabalhadores. E a Autoeuropa admite vir a contratar mais 400 trabalhadores se o pré-acordo laboral for aprovado no referendo que vai ter lugar na quarta-feira, 29 de Novembro.
O objectivo das contratações é produzir um total de 240 mil automóveis em 2018, um novo máximo nos mais de 20 anos de história da fábrica de Palmela. Com as 2.500 novas contratações, a fábrica vai passar a empregar um total de 5.800 trabalhadores.
O novo modelo da Autoeuropa começa a ser vendido em Portugal esta semana. O Volkswagen T-Roc vai chegar aos stands portugueses na sexta-feira, 24 de Novembro.
Os primeiros T-Roc fabricados na Autoeuropa já foram enviados para exportação. Em meados de Outubro seguiram 1800 unidades para a Alemanha, que foi o primeiro mercado mundial a vender o novo modelo da Volkswagen.

Trabalhadores da Autoeuropa garantem pré-acordo para 2018
Os mais de cinco mil  trabalhadores da Autoeuropa vão votar na próxima quarta-feira 29 de Novembro o novo acordo para o horário de trabalho da fábrica. Se o documento for aprovado, a fábrica de Palmela vai passar a funcionar todos os dias a partir de 20 de Agosto, depois das férias. Esta é a resposta da unidade portuguesa do grupo Volkswagen à elevada procura pelo veículo utilitário desportivo T-Roc. A garantia de dois dias de folga consecutivos para os operários é a principal novidade do pré-acordo anunciado na segunda-feira entre a comissão de trabalhadores (CT) e a administração e que será apresentado quinta-feira em plenário.
Os funcionários estarão na fábrica cinco dias na semana, sábados e domingos incluídos. Estes dias serão pagos como um dia de trabalho normal, detalhou o coordenador da CT, Fernando Gonçalves, em declarações ao Dinheiro Vivo. Inicialmente, o vencedor das eleições para a CT pretendia que estes dias fossem pagos como se fosse um dia de trabalho extraordinário. O novo acordo implica também que os operários trabalhem, no limite, três sábados por mês, ao contrário da versão chumbada no final de Julho e que levou à demissão da CT anterior. No documento anterior, só existiam dois dias de descanso consecutivos de três em três semanas.
A Autoeuropa congratulou-se com este pré-acordo, que “espera que defenda a empregabilidade da fábrica e consiga cumprir com o elevado volume de encomendas previstas para o ano”. A fábrica conta produzir 240 mil carros em 2018 e poderá contratar, no próximo ano, mais 400 pessoas do que estava previsto para responder ao aumento do volume de encomendas registado nos últimos meses. Também está previsto o reforço do investimento na área da pintura.
Até Agosto, a Autoeuropa vai montar 860 carros por dia de segunda a sexta-feira, um novo recorde de produção diário. A fábrica também tem funcionado em alguns sábados, que têm sido pagos como dia extraordinário de trabalho, indicou Fernando Gonçalves.
A fábrica de Palmela é a segunda maior exportadora portuguesa, contribuindo com cerca de um por cento do PIB português.
Para o próximo ano, prevê-se o fabrico de um total de 240 mil automóveis na Autoeuropa. Diariamente, saem 860 veículos da fábrica de Palmela, algo inédito em mais 20 anos de laboração.

Agência de Notícias
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