Dá um Gosto ao ADN

Freeport Alcochete atira 200 pessoas para o desemprego

Investimento de 20 milhões na reformulação do espaço comercial pode despedir 200 pessoas 

O Freeport Fashion Outlet, em Alcochete, vai realizar uma reformulação profunda. De acordo com algumas notícias, perto de 200 pessoas vão ficar sem emprego já a partir de Janeiro. Em causa está o encerramento de várias lojas por decisão da administração, que vai investir 20 milhões de euros na reformulação daquele espaço comercial. A informação foi divulgada pela Rádio Renascença, que adianta que nos planos da administração do Freeport está o encerramento de várias lojas, para dar lugar a novas marcas, principalmente de luxo. Espera-se assim um impacto positivo na criação de postos de trabalho e na sustentabilidade do projeto. 

Cerca de 200 pessoas podem ser despedidas já em Janeiro 

O centro comercial Freeport de Alcochete vai realizar um investimento de 20 milhões de euros na reformulação do 'outlet' que inclui a abertura de novas lojas e o encerramento de outras. "No âmbito da aquisição pelo Grupo VIA Outlets, vai ser realizado um investimento de 20 milhões na reformulação do Freeport Fashion Outlet. Trata-se de uma reformulação profunda que permitirá acolher um maior número de lojas e de marcas internacionais", disse à Lusa fonte oficial do Freeport. 
Segundo a mesma fonte, esta reformulação terá um "impacto positivo na criação de postos de trabalho e na sustentabilidade do projeto Freeport".
De acordo com fonte ligada ao processo, esta reformulação vai levar novas lojas para o Freeport de Alcochete, algumas já existentes vão mudar de local mas permanecer no 'outlet' e outras vão encerrar.
A Rádio Renascença noticiou ontem que perto de 200 trabalhadores no Freeport Fashion Outlet vão ficar sem emprego devido à reformulação.
Célia Lopes, do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), disse à Lusa que já solicitou uma reunião à administração do Freeport, explicando que o que está em causa são renegociações de contratos com lojistas.
"Por via da renegociação de contratos com os lojistas, sabemos de três casos em que não houve acordo para continuar, não sabemos se vão existir mais. Do que temos conhecimento, uma loja já encerrou em Dezembro e outras duas vão encerrar", apontou.
A responsável referiu que decorrem oito processos de despedimento em lojas abrangidas pela reorganização e que existem mais seis casos em que há intenção de despedimento.
"O encerramento de lojas não significa o despedimento dos trabalhadores, porque podem ser recolocados. Fomos informados da reorganização do espaço, o que acontece com frequência em centros comerciais, mas não acreditamos que o Freeport pretenda ter espaços vazios", sublinhou a dirigente da CESP.
Célia Lopes espera que o número de postos de trabalho no Freeport de Alcochete não seja reduzido e referiu que a reunião com a administração, que deve decorrer na próxima semana, irá servir para obter mais esclarecimentos sobre o processo.
Para já, a dirigente do CESP deixa o alerta: ninguém pode ser dispensado sem documentos escritos e ninguém deve assinar qualquer documento sem se aconselhar sobre os seus direitos. Célia Lopes aconselha "calma". "Não devemos criar alarmismo. As pessoas devem estar informadas. Não podem ser despedidas verbalmente", afirma.

Mercado chinês cada vez mais forte
O objectivo da administração é dividir o espaço de algumas das grandes lojas que vão encerrar e chamar a si novas marcas, sobretudo de luxo, para tentar atrair mais clientes estrangeiros.
Para tal, já foram dados alguns passos. O site do Freeport, por exemplo, já tem uma parte dedicada aos clientes chineses, escrita em mandarim.
O Freeport foi o primeiro espaço comercial na Península Ibérica a aderir à certificação Welcome Chinese, criada pelo próprio governo chinês, que define regras para, por exemplo, melhor acolher os turistas chineses nos estabelecimentos comerciais.
O Freeport foi adquirido, no ano passado, pelos britânicos da Hammerson, através da sua participada VIA Outlets, um grupo que fez outras aquisições na Europa e que pretende, no caso de Alcochete, atrair turistas através de marcas internacionais, recorrendo a operações de marketing dirigidas a esses cidadãos que estejam de passagem por Lisboa.









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Lisboa e Almada recebem 2016 com fogo de artifício

Já tem planos para a passagem de ano?

Faltam algumas horas para o final de 2015. Se é uma pessoa minimamente organizada, que não gosta de entregar nas mãos de outros a sua própria diversão, de certeza que já decidiu onde passará a meia-noite, com quem e o que fará parte do repasto e da garrafeira. Se, pelo contrário, acha sempre que ainda vai a tempo de resolver a sua vida, estará neste momento a pensar que ou se apressa ou corre o risco de passar o ano em frente à televisão a ver a final d’”A Quinta”. Respire fundo, leia os nossos roteiros e mexa-se! Ou pode passar na rua, à molhada no Terreiro do Paço ou em Almada, ou ainda na companhia de quem gosta. Veja as soluções, divirta-se e um excelente 2016. 
Almada promete um espectáculo de arromba na passagem do ano 

Na capital as ofertas são muitas. A começar pela habitual noite de concertos no Terreiro do Paço, este ano a cargo de Trovante e Richie Campbell. Também no Casino Lisboa poderá dançar ao som d’ Os Azeitonas ou rir com o humorista Aldo Lima.
Do outro lado do rio, em Almada, a festa acontece em Cacilhas, junto à Fragata D. Fernando II, ao som do funk e do soul com os Cais do Sodré Funk Connection. Este grupo congrega elementos dos Cool Hipnoise, Orelha Negra, Mr Lizard, Afonsinhos do Condado, banda Sam the Kid, Spaceboys, Cacique 97 e Sitiados, garante da sabedoria necessária para a produção do mais contagiante groove.
A partir das 23 horas junto à Fragata D. Fernando II e Glória, em Cacilhas, começa o concerto desta banda, que tem incendiado os palcos (leia-se pistas de dança) um pouco por todo o país.
A marcar os primeiros minutos de 2016, um arrebatador espetáculo de fogo-de-artifício acontece junto às água do rio Tejo, em sintonia com o fogo de artifício da capital.
A festa continua novamente com a música dos Cais do Sodré Funk Connection, que prometem uma passagem de ano de arromba em Almada.
A noite lisboeta promete não pregar olho no próximo dia 31. No espaço da Gin Lovers Príncipe Real o DJ Leo Leonel está encarregue de passar som numa festa que começa por volta das 23h30, mas caso queira jantar e desfrutar do ambiente proposto pela Embaixada, há um menu especialmente desenhado pelo chef Miguel Castro e Silva (jantar pelo preço de 95 euros por pessoa, com a festa a custar 20 euros).
Umas ruas abaixo, o Teatro do Bairro recebe os D.M.A. (disco my ass), enquanto o Music Box cede espaço ao ritmo de La Flama Blanca,Guacamayoa Tropical e Skaiwaka. A Fábrica do Braço de Prataaposta num cartaz com vários nomes, mas também tem proposta de jantar, com direito a ficar na festa pela madrugada fora e a cear caso a fome aperte. 
Já a Taberna das Almas, nos Anjos, vai pôr toda a gente a dançar ao som de Moullinex & Xinobi, entre outros nomes. 
E o que dizer da discoteca Lux Frágil? Um dos espaços noturnos mais prestigiados da capital abre num formato habitual, como se de uma noite normal se tratasse. Quer isto dizer que a partir das 00h30 (hora a que as portas se destrancam) há música a cargo dos DJs residentes.
Um pouco mais longe, para os lados da Ajuda, as entradas são limitadas (e estão quase esgotadas) para a festa que acontece pelo segundo ano consecutivo no Palácio Real da Tapada da Ajuda. O Royal Palace 2015/2016 abre as portas para uma gala formal, com o jantar a começar pelas 20 horas e a festa por volta das 22h30 (preços a partir de 35 euros por pessoa).
Mais a Sul, a noite mais aguardada do ano traz várias opções. Em Beja, José Cid revisita os seus inesquecíveis temas num concerto que se adivinha muito animado.
Em Albufeira, na Praia dos Pescadores, Anselmo Ralph convida-o a ouvir as doze badaladas junto ao mar.
E finalmente, em Lagos, um dos melhores grupos da música portuguesa, os Expensive Soul, levá-lo-á a tirar o pé do chão.
Mas há outras soluções...

Passagem de Ano no Museu
Já imaginou dar as boas vindas a 2016 no interior de um museu? O Museu da Carris, em Lisboa, oferece essa possibilidade pelo quarto ano consecutivo. Uma noite repleta de magia e de história com música à altura: Meninos da Vadiagem, Dynamic Duo, Joana Perez, Kamala, Filipe Gonçalves e muitos outros vão animar a noite. As entradas variam entre os 29 e os 60 euros.

Dina Medina e Calú Moreira no B. Leza
Os fãs dos ritmos africanos vão poder desfrutar do concerto que a banda B. Leza, juntamente com Dina Medina e Calú Moreira estão a preparar para a noite de passagem de ano em Lisboa. As vozes de Cabo Verde sobem ao palco pouco antes da meia-noite e a festa prolonga-se neste que foi um dos bares mais aclamados de Santos no ano de 2015. A entrada custa 20 euros, não consumíveis.

Le Reveillon no Convento do Beato
Pelo quarto ano consecutivo, o Convento do Beato recebe Le Reveillon, a mais glamorosa festa de passagem do ano de Lisboa. Com organização da WeLove Events, conta com jantar e festa animada pelos melhores dj. 80’s, 90’s e 00’s, Party and World Music, Best of 2015, House Classics & Comercial e House Comercial são alguns dos géneros que se vão fazer ouvir na pista de dança. Entrada varia entre os 30 e 40 euros, mas com jantar ascende aos 105 euros.

Grand Final no Coliseu dos Recreios

O Coliseu dos Recreios abre as portas pela primeira vez numa noite de passagem de ano. A festa começa com jantar servido pelas 20 horas. Pelas 23 horas abre a pista de dança na sala principal aos som dos dj que trazem os melhores temas de 2015 e de sempre: 80s, 90s, House Classics & Música Comercial são os estilos musicais a não perder. As modalidades com jantar variam entre os 75 e os 125 euros mas só para a festa as entradas podem ir de 35 a 60 euros. Qualquer bilhete inclui 2 bebidas brancas ou quatro cervejas.

Passagem de ano no LX Factory
O Lx Factory recebe a maior Passagem de Ano de Lisboa de 2015. Um dos espaços mais emblemáticos e centrais da capital recebe os melhores artistas nacionais, como Regula e Putzgrilla, e a maior produção de som, imagem e vídeo. O preço é de 45 euros para eles e 35 euros para elas (com direito a 5 bebidas).

Fafá de Belém no Casino do Estoril
O Casino do Estoril, no salão preto e prata, promete uma passagem de ano única com a atuação da cantora brasileira Fafá de Belém. Vista-se a rigor para o jantar de gala e assista ao espetáculo com ritmos das terras de Vera Cruz por 300 euros.


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GNR com ações em Pinhal Novo e Montijo

Roubos de táxi, pinhas e apreensão de amêijoa-japónica

Um roubo de um táxi na zona de Setúbal movimentou os militares para uma busca que levou à detenção de um individuou em Pinhal Novo. A GNR aprendeu ainda uma arma branca que serviu no assalto. Após um assalto a uma superfície comercial em Mafra, três homens estiveram em fuga durante algumas horas sendo detidos na zona de Montijo graças à ajuda do Grupo de Intervenção e Operações Especiais da GNR. Neste final de ano, a GNR aprendeu ainda 2560 quilos de pinha que tinha sido furtada em Santiago do Cacém  e 450 quilos de amêijoa-japónica com um valor presumível de 3150 euros, no Montijo. 
GNR com várias acções no distrito neste final de ano 

Militares do Posto Territorial do Pinhal Novo detiveram, a 28 de Dezembro, um homem, de 37 anos, suspeito de roubo de um táxi com recurso a arma branca.
Após terem conhecimento do roubo, foi dado um alerta na zona de ação de Setúbal no sentido de as várias patrulhas intercetarem o táxi roubado.
"A viatura foi intercetada em Pinhal Novo, o suspeito detido e apreendida a arma usada para efetuar o crime", disse fonte da GNR ao ADN.
Foram recuperados 75 euros e um relógio roubados à vítima. Depois de ser conduzido às instalações do Posto Territorial do Pinhal Novo, foi possível apurar que o arguido se encontrava em liberdade condicional, tendo ficado detido a aguardar apresentação no Tribunal Judicial do Montijo.

Gang detido no Montijo 
O Comando Territorial de Lisboa da GNR, através da sua estrutura de investigação criminal em Vila Franca de Xira deteve, dia 29 de Dezembro, quatro indivíduos, um deles em flagrante delito, cidadãos estrangeiros, com idades compreendidas entre os 21 e os 35 anos, por suspeitas da prática do crime de furto qualificado.
A investigação que decorre há cerca de três meses, culminou com a detenção em flagrante delito de um dos suspeitos, após uma tentativa de furto numa superfície comercial em Mafra.
Os restantes indivíduos ao se aperceberem da presença da GNR colocaram-se em fuga, tendo sido detidos, pelo Núcleo de Investigação de Vila Franca de Xira com o apoio dos militares do Grupo de Intervenção e Operações Especiais da GNR, já na zona do Montijo.
Os quatro detidos, pertenciam a um grupo organizado que se dedicava ao furto de tabaco em superfícies comerciais, nomeadamente em Hipermercados nas áreas das Caldas da Rainha, Santarém, Setúbal e Lisboa.
Os indivíduos foram detidos, constituídos arguidos e apresentados para 1.º interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação.

Apreensão de pinha em Santiago do Cacém 
Militares do Núcleo de Proteção Ambiental de Santiago do Cacém e do Posto Territorial de Sines apreenderam, no dia 29 de Dezembro, 2560 quilos de pinha que tinha sido furtada diretamente de pinheiros.
As pinhas foram detetadas armazenadas em dois locais distintos da cidade de Sines, tendo sido identificado um indivíduo de 20 anos, suspeito do furto.

Apreensão de cerca de meia tonelada de bivalves no Montijo
Militares do Subdestacamento de Controlo Costeiro da Fonte da Telha apreenderam a 27 de Dezembro, no Montijo, na sequência de uma ação de fiscalização, 450 quilos de amêijoa-japónica com um valor presumível de 3150 euros.
Durante a ação, os militares detetaram que o infrator não se encontrava licenciado para a prática da apanha de bivalves, nem se fazia acompanhar dos documentos de registo obrigatório, aquando do seu transporte.
O infractor foi identificado e elaborado o respectivo auto de contra ordenação. Os bivalves por se encontrarem vivos foram devolvidos ao seu habitat natural.
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Animação de Natal atraiu milhares a Santiago do Cacém

Um Natal com milhares de pessoas nas ruas 

Vila Nova de Santo André e Santiago do Cacém foram os epicentros da animação de Natal no município do Litoral Alentejano, com milhares de pessoas a saírem às ruas, nos quatro dias, para testemunhar de perto e participar ativamente no conjunto de atividades que fez as delícias de miúdos… e graúdos! Até dia 6 de Janeiro, os clientes que fizerem as suas compras nas lojas aderentes habilitam-se a prémios, que serão sorteados no dia 19 de Janeiro, às 20h30, no Auditório Municipal António Chainho.
Festa de Natal reuniu milhares de pessoas em Santiago do Cacém 

A organização esteve a cargo da Câmara de Santiago do Cacém, com feiras de artesanato nos Mercados Municipais, animação infantil (com insufláveis e trampolins), sessões fotográficas com o sempre muito requisitado Pai Natal, e desfiles (onde os mini Pais Natais se exibiram em grande estilo, em representação das respetivas escolas) pelas principais artérias das duas cidades, que foram apimentados pela Companhia de Artes Performativas XPTO e pelas atuações de grupos locais, a saber: Grupo À Cante Alentejano Vozes Além’Tejo, Tunasas, Banda Filarmónica Lira Cercalense, Grupo Coral da Casa do Povo do Cercal do Alentejo, Banda da Sociedade Recreativa Filarmónica União Artística e Coro Vozes Divertidas.
Além da animação em si, a Câmara  de Santiago do Cacém enquadra estas atividades na promoção do comércio local e tradicional.
Até dia 6 de Janeiro, os clientes que fizerem as suas compras nas lojas aderentes habilitam-se a prémios, que serão sorteados no dia 19 de Janeiro, às 20h30, no Auditório Municipal António Chainho. As compras iguais ou superiores a 15 euros trazem ainda consigo um talão que poderá ser trocado, em 2016, por um bilhete para cinema no Auditório Municipal António Chainho, ou por uma entrada na Santiagro – Feira Agropecuária e do Cavalo.

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Grande Festa de Passagem de Ano em Setúbal

Música, fogo-de-artifício e animação recebem novo ano à beira Sado 

Setúbal recebe 2016 com uma festa de fim de ano que une as duas margens do Sado, numa noite de animação que inclui música na frente ribeirinha da cidade e um espetáculo de fogo de artifício sobre o rio. Com o Estuário do Sado como pano de fundo, a Câmara  de Setúbal e o troiaresort organizam pelo quinto ano consecutivo o programa de réveillon “Venha Passar um Fim de Ano Azul Numa das Mais Belas Baías do Mundo”, com atividades centradas na última noite do ano. Para quem quer um reveillon diferente, a Atlantic Ferries, empresa concessionária da travessia marítima entre Setúbal e Tróia, propõe celebrar a entrada no Ano Novo com uma travessia pelo Sado, com lugar privilegiado para assistir ao fogo-de-artifício programado nas duas margens do rio.
Setúbal recebe ano novo com fogo-de-artificio 

A frente ribeirinha de Setúbal volta a ser o local de excelência para receber o novo ano, com o programa “Azul”, dinamizado na Doca dos Pescadores e na Praia da Saúde, a proporcionar um conjunto de animações, de participação gratuita, para setubalenses e visitantes da cidade.
Numa tenda instalada na Doca dos Pescadores, a partir das 23h00, há um concerto com a banda Os Meus Meninos. Depois do fogo de artifício sobre o plano de água do rio Sado, à meia-noite, as primeiras horas da noite são animadas pelo DJ Tó Patronilho, num set musical a dinamizar entre 0h30 e as duas da madrugada.
Nesta edição do programa “Venha Passar um Fim de Ano Azul Numa das Mais Belas Baías do Mundo”, a animação vai também até à renovada Praia da Saúde, local no qual a animação musical da noite de réveillon é assegurada por Jorge Nice, que atua entre as 23 horas e a uma da manhã.
A festa da noite mais longa do ano também é feita nos bares e estabelecimentos de diversão noturna da frente ribeirinha e da Avenida Luísa Todi, que dinamizam, entre as duas e as seis da madrugada, programas de animação para aqueles que escolhem Setúbal para a última noite de 2015.

Faça a travessia do Sado e assista ao fogo-de-artifício
Para quem quer um reveillon diferente, a Atlantic Ferries, empresa concessionária da travessia marítima entre Setúbal e Tróia, propõe celebrar a entrada no Ano Novo com uma travessia pelo Sado, com lugar privilegiado para assistir ao fogo-de-artifício programado nas duas margens do rio.
Os ferries zarpam de Setúbal às 23h40. No espírito do Réveillon, os participantes vão poder contar com bolo-rei, espumante e passas para entrarem com o pé direito em 2016.
O programa tem um valor de 15 euros por pessoa e os lugares estão limitados à capacidade máxima da embarcação. Bilhetes à venda no cais de ferries e catamarans, em Setúbal.
Informações e reservas para o número 265 235 101 ou email geral@atlanticferries.pt.
O programa “Azul”, organizado em parceria com a Águas do Sado, Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, Turismo do Alentejo, Atlantic Ferries e Casino de Troia, também se faz na outra margem do rio, na Marina de Troia, com o espetáculo pirotécnico sobre o rio Sado a centrar atenções da festa a partir da meia-noite.

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Ministro aponta à construção do hospital do Seixal

Seis meses de IRS do concelho ajudam a custear unidade

O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, deixou ontem clara a intenção de retomar a construção de um hospital no concelho do Seixal. Numa reunião que decorreu ontem de manhã, com os autarcas do Seixal, Almada e Sesimbra, o ministro informou que tem a intenção de incluir o Projeto de Execução do Hospital no Orçamento do Estado para 2016. Ficou ainda decidido que, até que o equipamento esteja concluído, se irão encontrar soluções que dotem de maiores condições de saúde dos concelhos da Península de Setúbal. Um grupo de trabalho irá reunir-se para definir que medidas poderão ser implementadas a curto prazo de forma a alivar o Hospital Garcia de Orta e dar condições de acesso à saúde aos munícipes destes concelhos, que se veem atualmente privados de médicos e hospitais.O novo hospital, que terá urgências de 24 horas e apenas 72 camas deverá custar 60 milhões de euros. Deverá estar construído em 2019 ou 2020. 
Autarcas recebidos pelo ministro da Saúde, em Lisboa 


O ministro da saúde, Adalberto Campos Fernandes, deu ontem luz verde para a construção do hospital do Seixal, disse o presidente da câmara no final de uma reunião com o governante. 
"Nas palavras do ministro, o processo vai ser retomado, o projeto de execução vai ser retomado para que possa ser lançado o concurso e posteriormente começada a sua construção", afirmou Joaquim Santos aos jornalistas.
Segundo o autarca, foi manifestada a "intenção de, respeitando a decisão da Assembleia da República, incluir no Orçamento do Estado de 2016 o projeto de execução do hospital do Seixal". “Aquilo que foi interrompido pelo anterior ministro em 2011 vai ser retomado, o que são excelentes notícias para as nossas populações”, acrescentou.
Estimando que o hospital estará construído em 2019 ou 2020, Joaquim Santos referiu que irá custar cerca de 60 milhões de euros e que será pequeno, uma vez que terá “72 camas apenas”.
Para mostrar que a fatura da obra não vai recair sobre o erário público, o autarca frisou que a população do Seixal paga ao Estado, “só em IRS” (Imposto sobre o Rendimento Singular), 120 milhões de euros por ano.
“Talvez seis meses de IRS da população do Seixal seja suficiente para custear o hospital”, afirmou o chefe do executivo do Seixal.
Contudo, esclareceu que a verba para a edificação não vai estar prevista no Orçamento do Estado de 2016, onde constará apenas o montante necessário para se avançar com os projetos para a obra.

Península de Setúbal com falta de 1300 camas e 715 médicos 
O presidente da Câmara do Seixal referiu ainda que faltam na península de Setúbal 1300 camas hospitalares relativamente à média nacional e cerca de 715 médicos também relativamente à média nacional.
Acompanhado na reunião pelos presidentes das câmaras de Sesimbra e de Almada, o autarca revelou ainda que os três municípios se comprometeram a trabalhar numa solução para ajudar a aliviar a “sobrecarga” que tem o hospital Garcia de Orta, em Almada.
“Ficou estabelecida a criação de um grupo de trabalho para, num curto prazo, podermos estudar soluções complementares que pudessem ajudar a aliviar este problema”, disse Joaquim Santos, acrescentando que o Garcia de Orta foi dimensionado para 150 mil pessoas e serve mais de 450 mil.
No dia 18, o parlamento aprovou, com a abstenção do PSD e do CDS-PP e os pareceres favoráveis das restantes bancadas e do deputado do PAN, dois projetos de resolução - do BE e do PCP - recomendando a construção urgente de um hospital no Seixal.
A unidade está projetada para ser um equipamento de proximidade, vocacionada para os cuidados em ambulatório, com serviço de urgência a funcionar 24 horas, 72 camas, 23 especialidades e unidades de apoio domiciliário e de medicina física e de reabilitação.

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Meu Super já abriu no Alto Seixalinho, Barreiro

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O Meu Super, franchising alimentar da Sonae MC, abriu a loja de Barreiro, [no Alto Seixalinho], "concretizando assim mais um significativo contributo para o desenvolvimento económico e social da zona do Barreiro", refere a empresa em comunicado. “Meu Super” é a marca das novas lojas de proximidade, em formato de franchising, localizadas em zonas habitacionais ou de serviços, com elevado tráfego pedonal. Este formato está disponível a interessados da pequena distribuição de proximidade, em moldes bastante competitivos. 
Barreiro já tem uma loja Meu Super, do grupo Sonae 

Esta nova abertura da marca Meu Super insere-se na estratégia de expansão da insígnia na região e "tem por objetivo o crescimento e o cimentar de um relacionamento estreito com a localidade onde está inserida, com base nas relações de proximidade e assegurando a melhor proposta de valor, caracterizada pela variedade e qualidade dos produtos, sempre aos mais baixos preços", diz a Sonae MC.
Com 138m2, a loja Meu Super na rua Voz do Operário, no Alto Seixalinho, "reforça a qualidade de serviços e produtos nesta zona tão importante do país".
O Meu Super conta agora com mais de 190 lojas, distribuídas pelos 18 distritos de Portugal continental e ilhas. Só no distrito de Setúbal já são 14 lojas abertas.
Aqui, diz a Sonae, "pode encontrar tudo para o seu dia-a-dia, a oferta é variada, disponibilizamos uma grande diversidade de produtos da Marca Continente, complementando a gama de loja com produtos de fornecedor, o preço é baixo e estável com a qualidade garantida".
De forma a potenciar a experiência de compra dos seus clientes, o Meu Super "passa agora a integrar em todas as suas lojas o Cartão de fidelização do Continente, o maior cartão de descontos do país com mais de 1900 milhões de euros de descontos concedidos desde o seu lançamento", diz o grupo Sonae.
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Homem mata vizinho a tiro em Santiago do Cacém

Desavenças de vizinhos acaba em tragédia em Foros da Quinta

Um homem, com cerca de 40 anos, é suspeito de ter matado a tiro um vizinho, de 48 anos, na segunda-feira à noite, na zona de Vila Nova de Santo André, em Santiago do Cacém, revelou esta terça-feira a GNR. Segundo a Guarda Nacional Republicana, o individuo do sexo masculino de nacionalidade portuguesa, assassinou o seu vizinho com uma arma de fogo. Conforme as declarações de um habitante da zona, o homicídio deu-se devido a um conflito de drogas entre os vizinhos. O homem está detido à guarda da GNR e vai ser presente a tribunal, estando a investigação sob alçada da Polícia Judiciária de Setúbal. 
Crime ocorreu na noite de segunda-feira em Foros da Quinta 

Um homem, com cerca de 40 anos, é suspeito de ter matado a tiro um vizinho, de 48 anos, na segunda-feira à noite, na zona de Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém, revelou esta terça-feira a GNR.
Fonte do Comando Territorial de Setúbal da GNR disse à Lusa que o suspeito foi detido depois de a Guarda ter sido alertada por um outro vizinho, cerca das 22h30 de segunda-feira.
O presumível agressor e a vítima, moradores na zona de Foros da Quinta, na freguesia de Santo André, "tinham tido quezílias no passado", segundo a mesma fonte. O alegado homicida terá efetuado, então, "do interior da residência, um disparo com a caçadeira, através da janela, e atingiu a vítima na zona da face, junto do pescoço". 
"O óbito foi confirmado no local", referiu a fonte da Guarda Nacional Republicana, explicando que, após o homicídio, "o próprio agressor se deslocou a casa de um outro vizinho, ali perto, e disse que tinha matado uma pessoa". 
O vizinho telefonou para a GNR e, quando a patrulha chegou ao local, o presumível homicida "entregou-se de imediato, sem resistência e sempre a cooperar", acrescentou. 
O homem está detido à guarda da GNR e vai ser presente a tribunal, estando a investigação sob alçada da Polícia Judiciária.

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Autoeuropa, o bom gigante de Palmela há 20 anos

20 anos a construir para todo o mundo 

A Autoeuropa entrou em Portugal há 24 anos como um empreendimento conjunto entre a Volkswagen e a Ford, mas a fábrica de Palmela só foi inaugurada em 1995 e os primeiros carros a saíram – um monovolume da Ford e outro da Volkswagen – logo nesse ano. A Volkswagen assumiu, em 1999, a totalidade do capital da empresa, por essa altura assistia-se ao auge da produção da fábrica (quase 140 mil carros num ano), escreve o jornal online Dinheiro Vivo. A produção saída de Palmela tem variado ao longo destes 20 anos, mas há um dado constante: o que é ali produzido é quase tudo para exportar. O bom gigante de Palmela já tem a garantia de mais um investimento de 677 milhões de euros e de um novo modelo que deve ser apresentado em 2016.
Autoeuropa é um dos maiores exportadores nacionais 

De facto, a  produção saída de Palmela tem variado ao longo destes 20 anos, mas há um dado constante: o que é ali produzido é quase tudo para ir para fora do país. Nasceu como o maior investimento estrangeiro alguma vez feito em Portugal, está nos lugares cimeiros do top geral das mil maiores empresas nacionais e é, sem grande surpresa, uma das maiores exportadoras portuguesas.
A Volkswagen Autoeuropa aumentou o volume de exportações, em 2014 (um ano de má memória para a marca alemã de automóveis), em 142 milhões de euros, e foi a maior exportadora de bens em Portugal. Da fábrica de Palmela saíram, em 2014, mais de 100 mil carros (dos três modelos produzidos: Sharan, Seat Alhambra, Eos e Scirocco) e 99,1 por cento dos quais são para exportação. 
Tem sido assim desde que a empresa foi fundada, em 1995, sendo os seus principais mercados a Alemanha (34,4 por cento), China (15,7 por cento) e o Reino Unido (11,8 por cento). É a terceira exportadora deste ranking (juntando as exportadoras de bens às de serviços), mas, sozinha, a maior fábrica  de automóveis de Portugal representa 3,5 por cento do total das exportações realizadas pelas mil maiores empresas nacionais. No ano passado aumentou em 142 milhões de euros as exportações que hoje significam 80,4 por cento do volume de negócios da empresa. 
Curiosamente, o segundo maior salto no top 10 das exportadoras de serviços verificou-se na Faurecia – Sistemas de Escapes, sediada em São João da Madeira, outra fábrica do ramo e a principal fornecedora da Autoeuropa. O acréscimo, de acordo com a análise da consultora Baker Tilly, “deveu-se essencialmente ao grande crescimento do seu volume de negócios, que ascendeu a quase 30 por cento, em relação ao período anterior”. 
A gigante alemã de que faz parte a fábrica de Palmela, a Volkswagen, enfrentou neste ano o maior escândalo da sua história, com o dieselgate e a manipulação dos resultados dos testes das emissões poluentes de meio milhão de carros a gasóleo. Os resultados de 2015 serão incontornavelmente afetados por este caso que envolveu 11 milhões de carros da marca. A empresa constituiu uma provisão de 6,5 mil milhões de euros para responder ao caso, o impacto vai refletir-se nas contas deste ano.

Os bons exemplos 
Empresa emprega cerca de 3600 pessoas e quer crescer mais 
Há duas décadas foi o maior investimento estrangeiro realizado em Portugal e hoje o grupo já tem a garantia de mais um investimento de 677 milhões de euros e a promessa de mais emprego para a região.  António Melo Pires [que abandona o cargo de presidente da fábrica de Palmela em Janeiro] e António Chora explicam o que está por detrás do sucesso. O presidente da fabricante diz que um dos segredos são as relações laborais: "Não se deve misturar política com relações laborais", sendo que "tem muito que ver com o facto de se negociar na óptica da necessidade da empresa e dos trabalhadores e não na óptica de uma política sindical nacional ou regional". 
Também o representante dos trabalhadores assegura que "há um clima de confiança mútua” entre a administração e os funcionários, “e na maior parte do país, infelizmente, não é assim". A fábrica de Palmela emprega hoje 3600 funcionários (e mais uns quantos indirectamente nas empresas que gravitam à volta do parque industrial), tem um peso superior a três por cento nas exportações portuguesas e representa um por cento do PIB. E quer continuar a crescer. 
Certa da importância – já confirmada há largos anos – deste investimento para a criação de emprego qualificado e para a atração e fixação, quer de investimento complementar no setor, quer de novas populações, a Câmara de Palmela apoiou, desde o primeiro momento, a implantação da Autoeuropa no concelho e "as duas entidades têm sabido trabalhar em conjunto para afirmar o projeto, no âmbito desse objetivo comum que é o desenvolvimento integrado e sustentável do território", refere a autarquia.
Do forte sentido de responsabilidade social com que a Autoeuropa tem sabido colocar-se ao serviço das instituições regionais e participar em estruturas de participação e definição das linhas estratégicas de desenvolvimento (caso do Fiapal – Fórum da Indústria Automóvel do concelho de Palmela) à implementação de projetos educativos conducentes à formação de jovens profissionais especializados no setor (de que a Academia ATEC – uma parceria entre a Volkswagen, a Siemens, a Bosch e a Câmara de Comércio e Industria Luso-Alemã – é um excelente exemplo), a Autoeuropa tem sido um parceiro privilegiado, que faz a diferença. Em Palmela, na região, no país e no mundo.

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Montijo defende a manutenção das urgências no Hospital

Nuno Canta discutiu com ministro manutenção da urgência hospitalar

O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, reuniu-se com o ministro da Saúde para solicitar a manutenção do serviço de urgência no hospital do Montijo e a reabertura do Centro de Saúde em Santo Isidro de Pegões, anunciou esta segunda-feira a autarquia. Segundo o comunicado, o autarca discutiu com o ministro Adalberto Campos Fernandes a situação da saúde na região e no concelho. 
Montijo quer manter urgências no Hospital da cidade 


Na reunião, que teve lugar no dia 22 de Dezembro, estiveram em destaque dois temas: a manutenção do Serviço de Urgência Básica do Hospital do Montijo e o encerramento da extensão do Centro de Saúde em Santo Isidro de Pegões.
"A Câmara Municipal do Montijo defende a manutenção das urgências no Hospital do Montijo, assim como a reabertura do Centro de Saúde em Santo Isidro de Pegões", refere a nota. O autarca mostrou-se preocupado com o funcionamento da urgência do Hospital do Montijo e com a resposta dos cuidados de saúde primários no concelho, informando o Governo do elevado número de utentes sem médico de família e da necessidade de alargamento do Centro de Saúde do Montijo. 
"O Governo garantiu que irá verificar todas as situações reportadas pelo município do Montijo, que não procederá ao encerramento das urgências sem revisão do protocolo em vigor e que irá continuar a trabalhar com a autarquia na prestação de cuidados de saúde às populações", concluiu Nuno Canta.

Quase quatro anos depois de uma comissão de especialistas ter proposto uma nova rede de urgências, o Ministério da Saúde publicou dias antes de cessar posse, no fim do mês passado, o mapa dos serviços que vão continuar a ter este estatuto em Portugal. São 78 serviços de urgência e emergência que funcionam em hospitais e centros de saúde de Norte a Sul do país, menos 11 do que os que constam da rede definida em 2008. O novo mapa entra em vigor dentro de seis meses. No despacho, o ministro da saúde do anterior Governo, [dias antes da sua saída] deixa o funcionamento do serviço de urgência básica no Hospital de Montijo na vontade e dependência de "orientação" da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

O despacho da polémica 
Esta decisão incomodou a autarquia do Montijo que defende a manutenção da urgência básica no Hospital local, criticando o despacho. O presidente da autarquia, Nuno Canta, apresentou na altura uma moção que foi aprovada por unanimidade, deixando criticas ao ex-ministro Paulo Macedo.
"É a segunda tentativa de encerramento do Serviço de Urgência Básica no Hospital do Montijo, na dependência da orientação da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo", afirmou Nuno Canta.
O autarca socialista refere que o despacho do último Governo [que abandonou funções na semana da publicação do despacho] tem como objetivo "o encerramento arbitrário de serviços hospitalares no Montijo", obrigando os utentes a deslocarem-se para o "congestionado" serviço de urgência do hospital do Barreiro.
A moção exigia a revogação do despacho e o cumprimento do protocolo celebrado em 24 de Fevereiro de 2007, entre a Câmara Municipal do Montijo e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, que garantia o funcionamento da urgência básica no Montijo.
O documento afirmava, igualmente, a necessidade de se efetuar uma verdadeira reforma hospitalar com racionalidade, participação e transparência, exigindo que as autarquias e as populações sejam ouvidas numa eventual reforma hospitalar e do Serviço Nacional de Saúde.
"O Serviço Nacional de Saúde é um fator de coesão social e um avanço civilizacional que não é compatível com medidas avulsas, pontuais e casuísticas, sem qualquer estratégia de sustentabilidade e que neguem qualquer perspetiva de reforma e de articulação entre os vários níveis de prestação de cuidados de saúde", concluiu Nuno Canta.

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Hospital do Seixal discutido esta manhã

Ministro da Saúde recebe presidentes das Câmaras de Seixal, Almada e Sesimbra

Esta terça-feira, 29 de Dezembro, o Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, recebe pelas 10h30 Horas, no Ministério da Saúde, os presidentes das Câmaras do Seixal, Almada e Sesimbra, para em conjunto, analisarem o processo da construção de um hospital no concelho do Seixal, lamentando que somente ao fim de quatro anos, depois de muitas lutas e insistências, finalmente e após mudança do Governo se irá concretizar uma reunião para debater este assunto de extrema urgência para as populações dos três concelhos.
Construção do Hospital do Seixal  é uma reivindicação com 15 anos 

Importa lembrar que a Assembleia da República aprovou no dia 18 de Dezembro, duas resoluções a favor da construção de um hospital no concelho do Seixal publicado ontem em Diário da República e que todos os deputados votaram favoravelmente, à exceção do PSD e CDS-PP que se abstiveram.
Recorde-se que a petição pública pela construção do hospital no Seixal e por melhores cuidados de saúde no concelho do Seixal foi discutida no Parlamento no dia 17 de Dezembro e que a maioria dos deputados, em particular os Grupos Parlamentares do PS, BE, PCP, PEV e PAN, frisaram a importância da construção deste equipamento e alertaram para as necessidades que a população dos concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra sentem todos os dias, provocadas pela falta de equipamentos de saúde e profissionais de saúde no distrito de Setúbal. 
Os últimos dados oficiais conhecidos, diz a autarquia liderada pelo comunista Joaquim Santos, "apontam para um défice de 1302 camas hospitalares na Península de Setúbal (49 por cento abaixo da média nacional), e para um défice de 714 médicos hospitalares (47 por cento abaixo da média nacional).
Em comunicado, a Câmara do Seixal considera "que a reunião com o Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, "poderá ser o passo decisivo para o avanço da construção deste equipamento que irá permitir que as populações do Seixal, Almada e Sesimbra possam ter melhores condições de acesso aos serviços de saúde, situação que atualmente não se verifica". 

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Em Sesimbra volta a passar-se o ano no fundo do mar

Meia centena de mergulhadores entra em 2016 debaixo de água

Mais de 70 mergulhadores de todos os pontos do país confirmaram já a presença no Réveillon Subaquático de Sesimbra, uma das passagens de ano mais originais do país, que se realiza desde 2007. Este ano, pouco antes da meia-noite, os mergulhadores vão fazer um percurso entre a multidão e entrar no mar em frente à Fortaleza de Santiago, situada no centro da praia. Às 12 badaladas vão iluminar o fundo da Baía, em simultâneo com espetáculo de fogo-de-artifício à superfície, acompanhado pela música de Vivaldi. A ação poderá assim ser vista pelos milhares de pessoas que todos os anos se juntam na Marginal de Sesimbra, na última noite do ano.
Sesimbra prepara-se para receber 2016 debaixo do mar 

Apesar do mau tempo que se faz sentir desde domingo, prevê-se uma melhoria das condições meteorológicas a partir de quarta-feira, 30 de Dezembro, e espera-se que seja acompanhada pela melhoria do estado do mar.
Esta ação, organizada pela Câmara de Sesimbra e escolas de Mergulho Haliotis e Mega Dive, com apoio das juntas de freguesia do Castelo e Santiago, do Turiforum, grupo de empresários da área do turismo, e do Hotel do Mar, é "uma forma de dar a conhecer Sesimbra como um dos principais destinos de mergulho em Portugal e um dos mais relevantes da europa", explica a autarquia ao ADN.
 Todos os anos milhares de mergulhadores visitam a vila para conhecerem a beleza escondida debaixo das suas águas, o que faz desta atividade uma das mais relevantes em termos do turismo ativo em Sesimbra.
Em 2007, mais de uma centena de mergulhadores decidiu entrar no novo ano no fundo do mar. Exatamente à meia-noite, acenderam as lanternas e formaram o número 2008 no centro da Baía de Sesimbra. Desde então, o Réveillon Subaquático passou a ser uma das imagens de marca da vila.
Este ano, não podia ser diferente. Para além do espetáculo piromusical de 15 minutos, que terá como tema A Tempestade, inspirado na obra de Vivaldi, a música do DJ Marc Soul, a partir de um dos baluartes da Fortaleza de Santiago e muita animação nos bares e restaurantes da Marginal, pouco antes da meia-noite um grupo de mergulhadores vai passar entre a multidão e entrar nas águas da Baía para voltar a dar vida a esta tradição, que representa a forte ligação de Sesimbra ao mar e afirma a vila como um dos mais importantes destinos de mergulho de Portugal.


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Governo 'travou' greve nas refinarias de Sines

Sindicatos falam em "flagrante violação da Constituição"

Os trabalhadores das refinarias da Galp em Sines e Leixões, acusam executivo do PS de se colocar ao lado dos grupos económicos e de ter emitido um despacho ilegal sobre serviços mínimos que põe em causa o direito à greve e acusam o atual governo de se comportar como o anterior executivo PSD/CDS. Em causa está uma greve marcada para hoje, terça e quarta-feira, que podia parar as únicas refinarias de combustíveis do país. A paralisação foi noticiada este domingo pela agência Lusa, mas, afinal, tinha sido suspensa no sábado. A Federação e o Sindicato da Indústria e Comércio Petrolífero acrescentam que a decisão do governo é uma "flagrante violação da Constituição" no direito à greve. O Governo diz que cumpriu a lei.
Greves estavam marcadas para esta semana. Governo não deixou 

O sindicalista Armando Farias explica que a suspensão foi decidida porque o atual governo impôs serviços mínimos que impedem a paragem das refinarias.
Perante este cenário, a Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Elétricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas (Fiequimetal), afeta à CGTP, conclui que não vale a pena avançar já com a greve, mas contestar, primeiro, a decisão do governo em tribunal.
À TSF, Armando Farias diz que o despacho do Ministério da Economia é ilegal e segue um caminho que já foi censurado no passado pelos tribunais. O sindicalista conta que ficaram "surpreendidos pois com este governo não mudou nada e continua, como o anterior, ao lado dos grupos económicos contra os direitos dos trabalhadores".
A Federação e o Sindicato da Indústria e Comércio Petrolífero acrescentam que a decisão do governo é uma "flagrante violação da Constituição" no direito à greve.
Razões que levam os sindicatos a pedirem reuniões com os partidos no Parlamento, mas também a fazerem uma queixa à Organização Internacional do Trabalho contra o governo português.

Cortes nos apoios a filhos deficientes
Armando Farias diz ter ficado surpreendido com a decisão do governo, nomeadamente devido à natureza das reivindicações dos trabalhadores.
O sindicalista e funcionário da Petrogal explica que em causa estão cortes nos subsídios de infantários e creches e do subsídio atribuído aos trabalhadores com filhos deficientes.
Ou seja, explica Armando Farias, "não estamos a pedir nada de novo nem aumentos de salários, mas apenas a manutenção de direitos num grupo económico que nos últimos cinco anos teve mais de dois mil milhões de euros de lucro".
As refinarias da Galp são fundamentais para a economia portuguesa e para as exportações, mas o representante dos trabalhadores diz que o governo não pode ter medo das consequências da greve.
A função do executivo, segundo Armando Farias, devia ser "perceber as razões do conflito e tentar aproximar as partes, em vez de se colocar contra os trabalhadores e ao lado da empresa".
Confrontado pela TSF, para responder a estas críticas, o ministério da Economia disse que decretou os serviços mínimos para "respeitar a lei".


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PPM aplaude construção do Hospital no Seixal

Uma justa reivindicação da população do Seixal, Sesimbra e Almada

O Partido Popular Monárquico (PPM) congratula-se pela aprovação da construção do Hospital no Seixal. Para o partido, "esta obra faz todo o sentido, visto que é uma justa reivindicação da população do Seixal, Sesimbra e Almada, mas também de todo o distrito de Setúbal.", afirma João Noronha, vice-presidente PPM. A Assembleia da República aprovou a 18 deste mês, duas resoluções a favor da construção de um hospital no concelho do Seixal. Nesta terça-feira está agendada uma reunião com o ministro da Saúde, que irá receber os presidentes das câmaras municipais do Seixal, Almada e Sesimbra e onde será apresentado todo o processo desenvolvido até ao momento.
PPM defende construção do hospital do Seixal 

Para  os monarcas, o hospital do Seixal "faz todo o sentido, visto que é uma justa reivindicação da população do Seixal, Sesimbra e Almada, mas também de todo o distrito de Setúbal. Nas últimas eleições legislativas, o PPM já tinha alertado, na voz da sua candidata Cláudia de Sousa, da pertinência de se começar, o mais breve possível, a construção do novo Hospital, não esquecendo os Centros de Saúde ainda pendentes, melhores estruturas físicas e mais recursos humanos".
Em comunicado, o vice-presidente do partido espera, assim, que não se repita o que aconteceu em 2009 no Governo do PS, em que em pleno ano de três eleições foi assinado um protocolo, que para nós, não passou de uma estratégia eleitoral". 
João Noronha critica ainda a abstenção do PSD e CDS-PP, que "durante o seu governo nada fizeram para melhorar a qualidade de saúde no distrito e que numa situação de tamanha importância, como esta, se abstêem". 
"É caso para se perguntar: O que está em primeiro lugar, a população ou as requisílias entre partidos políticos, infelizmente tão natural no regime republicano?", questiona o Partido Popular Monárquico.

Autarcas reúnem com ministro da Saúde esta terça-feira
A Assembleia da República aprovou a 18 deste mês, duas resoluções a favor da construção de um hospital no concelho do Seixal. Todos os deputados votaram favoravelmente, à exceção do PSD e CDS-PP que se abstiveram. Recorde-se que a petição pública pela construção do hospital no Seixal e por melhores cuidados de saúde no concelho foi discutida na quinta-feira neste mesmo órgão e que a maioria dos deputados frisaram a importância da construção deste equipamento e alertaram para as necessidades que a população dos concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra sente todos os dias, provocadas pela falta de equipamentos de saúde no distrito de Setúbal.
Com esta votação do dia 18 de Dezembro ficou também assumido pelo partido que suporta o Governo que o processo de construção do hospital no concelho do Seixal será retomado o quanto antes, face à carência de meios na península de Setúbal.
Importa também referir que está agendada uma reunião com o ministro da Saúde, no dia 29 de Dezembro, que irá receber os presidentes das câmaras municipais do Seixal, Almada e Sesimbra e onde será apresentado todo o processo desenvolvido até ao momento.
O Hospital no Seixal representa um investimento de 60 milhões de euros. Trata-se de um equipamento de proximidade, vocacionado para os cuidados em ambulatório, com serviço de urgência a funcionar 24 horas, 72 camas, 23 especialidades e unidades de apoio domiciliário e de medicina física e de reabilitação.


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Município, Aicep e Porto de Sines acordam promoção

"A promoção de Sines tem de ser feita de forma concertada"

A Câmara de Sines, a aicep Global Parques e a Administração dos Portos de Sines e do Algarve, celebraram um protocolo de colaboração com vista à promoção conjunta do Espaço Económico de Sines. O protocolo de colaboração entre as três entidades estabelece os princípios para a promoção conjunta do Espaço Económico de Sines, através de ações concertadas de cariz institucional e comercial. O presidente da Câmara de Sines, Nuno Mascarenhas, sublinhou que “este protocolo é fulcral para o futuro do nosso concelho".
Câmara de Sines assina acordo com a Aicep e Porto de Sines 

Conscientes da importância de Sines na economia nacional, em resultado da sua localização e das infraestruturas existentes, assim como das suas vantagens para a localização de projetos de investimento estruturantes, a Câmara Municipal de Sines, a aicep Global Parques e a Administração dos Portos de Sines e do Algarve decidiram unir esforços.
O protocolo de colaboração entre as três entidades estabelece os princípios para a promoção conjunta do Espaço Económico de Sines - EES, através de ações concertadas de cariz institucional e comercial.
O presidente da Câmara de Sines, Nuno Mascarenhas, realçou que “este protocolo é fulcral para o futuro do nosso concelho".
"A promoção de Sines tem de ser feita de forma concertada e este é mais um passo para trabalharmos em conjunto no sentido de atrair investimento para este território, seja por parte da aicep, da Administração dos Portos de Sines e do Algarve ou da Câmara de Sines, tendo sempre presente cada uma das respetivas áreas, com uma especialização muito bem definida. Estamos os três em sintonia, mostrando claramente que o futuro pode ser melhor e, para isso, estas três entidades irão trabalhar em conjunto”, disse o autarca.
Francisco Mendes Palma, presidente da Comissão Executiva da aicep Global Parques, referiu que “este território e este conjunto de infraestruturas têm toda a vantagem de serem promovidas no seu conjunto. Não só pela questão do melhor aproveitamento e economia dos recursos, mas principalmente para serem mostrarmos em conjunto, de maneira a dar ao potencial investidor as garantias de que ele vai encontrar uma coisa essencial: uma vida facilitada - cumprindo todas as regras que tem para cumprir, como é óbvio -, que vai fazer com que o seu investimento seja concretizado e comece a produzir efeitos rapidamente”.
O presidente da Administração dos Portos de Sines e Algarve, João Franco, indicou que “esta medida consiste em articular as nossas intervenções de modo a promover o Espaço Económico de Sines quer em Portugal quer no estrangeiro, através da participação em feiras, em debates, em seminários, que nos levem a dar conhecimento do que é a atividade destas entidades, em vez de ser cada uma delas, isoladamente, a promover o espaço de Sines. Temos um objetivo maior do que o objetivo de cada um de nós e, com isso, ganha-se mais capacidade de intervenção num mercado maior e com menos custos”, concluiu o Administrador dos Portos de Sines e do Algarve.


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Jovens Clássicos à prova no Fórum Luísa Todi em Setúbal

Cantores líricos em audição durante três dias 

Mais de trinta inscrições de cantores líricos foram admitidas para a segunda edição de Luísa Todi – Jovens Clássicos, evento que decorre nos dias 28, 29 e 30 de Dezembro, no Fórum Municipal Luísa Todi, em Setúbal. O certame cultural, organizado pela Câmara de Setúbal, destina-se à promoção de cantores líricos portugueses nascidos entre 1 de Dezembro de 1980 e 1 de Dezembro de 1997, com sólida formação vocal e em início de carreira.

Luísa Todi projeta novos talentos do Canto Lírico 

Sempre no Fórum Municipal Luísa Todi e de entrada livre ao público, o evento, de âmbito nacional, decorre no formato de eliminatórias nos dias 28 e 29, entre as 15 e as 19 horas, com a audição final programada para quarta-feira, 30 de Dezembro, às 21h30.
Os cantores participantes são acompanhados pelo pianista Nuno Lopes, do Teatro Nacional de São Carlos.
Os cantores líricos selecionados em Luísa Todi – Jovens Clássicos juntam-se aos instrumentistas vencedores do Prémio Jovens Músicos da RTP, de maneira a, posteriormente, formarem elencos de espetáculos de música lírica a apresentar no Fórum Municipal e noutros locais do País, podendo ser um valioso contributo para a criação de novas carreiras musicais.
O Luísa Todi – Jovens Clássicos goza ainda das vantagens de um protocolo que a Câmara Municipal de Setúbal tem com a AMEC/Orquestra Metropolitana de Lisboa, abrindo portas à participação em espetáculos da instituição, especialmente no seu atelier de ópera.

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Cartão de Visita do Facebook

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