Dá um Gosto ao ADN

Lançada e São Francisco em festa até domingo

Camponeses de São Francisco e flores e gastronomia na Lançada fazem a festa 

São Francisco vai honrar as suas origens e tradições camponesas com a realização, entre os dias 1 e 4 de Junho, da 43ª edição das Festas de Confraternização Camponesa, que têm um grande significado para a população desta freguesia do concelho de Alcochete, na homenagem que fazem ao homem do campo.A componente musical assume grande destaque nas festividades, nomeadamente com as atuações de Chave d’Ouro, Jaimão, Lucy Teixeira e com os bailes populares. Na Lançada, no concelho do Montijo, realiza-se, também de 1 a 4 de Junho, a 3.ª edição da Festa da Gastronomia e da Flor, com a apresentação de vários produtos típicos, muita animação artística e um pic nic no último dia do evento.Rosinha e a banda Sons do Minho são, entre outros, alguns dos nomes artísticos que fazem parte da programação do certame, que conta com a presença de 14 tasquinhas. 
Aldeia de São Francisco inaugura festividades de verão na região

As Festas de Confraternização Camponesa de São Francisco preservam até aos nossos dias as origens rurais da freguesia de São Francisco, mantidas ao longo dos tempos pela perseverança de um povo em manter as suas tradições.
Nos primeiros dias de Junho, São Francisco, no concelho de Alcochete, está em festa! São as tradicionais Festas de Confraternização Camponesa que enaltecem a identidade de uma população através de momentos festivos ricos em alegria e devoção. "As festas preservam até aos nossos dias as origens rurais da freguesia de São Francisco, mantidas ao longo dos tempos pela perseverança de um povo em manter as suas tradições", explica a organização do certame que começou à 43 anos.
A componente musical assume grande destaque nas festividades, nomeadamente com as atuações de Chave d’Ouro, Jaimão, Lucy Teixeira e com os bailes populares com Nélio Pinto, Jorge Gomes, A.R. Musical e Thy Subry, sem esquecer a festa da espuma ao por do sol , que já é uma referência, na festa.
O folclore assume nestas festividades um lugar de destaque, através da realização do Festival de Folclore, no sábado à noite, organizado pelo Rancho Folclórico “Os Camponeses” de São Francisco. No evento, de sábado à noite, participam, além do rancho folclórico organizador, grupos de folclore convidados, provenientes de diferentes zonas do País.
A noite da sardinha assada é outro dos momentos altos das Festas, na noite de Sábado, onde a confraternização assume um carácter especial, que se prolonga pela madrugada com a charanga das fresquinhas e, acaba, com uma largada de toiros até ao nascer do sol.
Para a Câmara de Alcochete, as Festas de Confraternização Camponesa de São Francisco,  “assumiram há muito um carácter de tradição no concelho de Alcochete, apresentando-se como um cartão de visita e uma verdadeira exaltação da cultura e identidade local, com inúmeras iniciativas de índole cultural, desportiva e recreativa”.
A vereadora da Cultura, Raquel Prazeres, sublinha ainda que “da parte da Associação de Festas há um grande entusiasmo e vontade de fazer diferente e de fazer mais iniciativas”.
Lucy Teixeira, Jaimão e Chave d'Ouro são os "cabeças de cartaz" do palco principal, no Largo 1 de Maio.
Entre largadas de toiros, demonstrações de ginástica, passeio motard, encontro de carros antigos e passeio equestre, caminhadas e o típico almoço camponês, no domingo,  muitas são as razões para visitar a freguesia de São Francisco nestes dias de festa.
Organizadas desde 2003 pela Associação das Tradicionais Festas de Confraternização Camponesa de São Francisco, estas festividades realizaram-se pela primeira vez no ano de 1973, mas têm a sua origem nas festas camponesas em honra de Nossa Senhora da Conceição dos Matos, na altura padroeira da Freguesia e dos seus camponeses.
Consulte aqui o programa das Festas de Confraternização Camponesa de São Francisco

Lançada aposta em Festa da Gastronomia e da Flor
Rosinha anima Festa da Gastronomia e da Flor na Lançada 
A 3.ª edição da Festa da Gastronomia e da Flor da Lançada, concelho do Montijo, vai decorrer de 1 a 4 de Junho próximo, com a apresentação de vários produtos típicos, muita animação artística e um pic nic no último dia do evento.
Rosinha e a banda Sons do Minho são, entre outros, alguns dos nomes artísticos que fazem parte da programação do certame, que já tem, por outro lado, confirmada a presença de 14 tasquinhas. 
“Vêm de lugares tão próximos como Lançada, Sarilhos Grandes, Jardia ou Poceirão, e de zonas mais afastadas e com enormes tradições gastronómicas, como as Bifanas de Vendas Novas, os fumeiros de Baião, os excelentes enchidos alentejanos de Montoito, as alheiras de Bragança, os sabores do mar da Jardia, os produtos sempre excelentes de Setúbal ou os doces regionais de Viseu”, explica a organização, que conta com o apoio do Vasco da Gama Futebol Clube da Lançada.
Os produtores da Flor F, Stapoflor, Florineve e as Flores Andrade também têm participação confirmada no evento.
Na vertente artística, o certame, além de Rosinha e Sons do Minho, vai apresentar também Los Desperados, o grupo Bardoada e o Rancho Folclórico da Barra Cheia, além de vários grupos de dança.

Agência de Notícias 
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Acordo na Transtejo e Soflusa garante ligações no Tejo

Trabalhadores e empresa chegam a acordo para terminar as greves 

Os trabalhadores da Transtejo e da Soflusa, responsáveis pelas ligações fluviais no Tejo, entre a Margem Sul e Lisboa, anunciaram que já chegaram a acordo com a administração das empresas para a revisão dos Acordos de Empresa. Após várias greves parciais com uma adesão massiva protagonizadas pelos trabalhadores, administração e estruturas sindicais chegam a um acordo "que assenta na base de um novo acordo de empresa e num conjunto de informações da administração no que respeita à recuperação da frota, de modo a repor os parâmetros de oferta de serviço público às populações", refere a  Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações, em comunicado. 
Trabalhadores realizaram plenários na semana passada 

De acordo com a  Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações, empresa e trabalhadores chegaram a acordo relativamente à nova versão da revisão dos Acordos de Empresa, que o Governo chumbou, depois de ter sido assinado pela administração que nomeou”, refere a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) em comunicado.
Segundo o documento, o acordo assenta num novo texto a ser enviado para publicação no Boletim de Trabalho e Emprego e num conjunto de informações da administração no que concerne à recuperação da frota, de modo a repor os parâmetros de oferta de serviço público às populações.
“Os acordos resumem-se a algumas questões essenciais, como a publicação no Boletim do Trabalho e Emprego da alteração aos Acordos de Empresa em vigor na Transtejo e Soflusa, que o depósito da alteração ao Acordo de Empresa, acompanhado do respectivo texto consolidado, tenha lugar até ao dia 31 do corrente mês de Maio e que seja retomado o processo negocial de acordo com o espírito subjacente ao Acordo de Princípio assinado em Dezembro de 2016, quando se alterar o contexto jurídico, orçamental e económico”, refere a Fectrans.
A federação acrescenta ainda que para efeitos de interpretação da cláusula do Acordo de Empresa do prémio de assiduidade, só serão consideradas as ausências correspondentes a períodos normais de trabalho diários completos e a produção de efeitos a 1 de Janeiro deste ano das alterações efectuadas à cláusula do Acordo de Empresa do prémio de assiduidade.
No mês passado, os trabalhadores das empresas que asseguram o transporte fluvial entre Lisboa e a margem Sul fizeram dois dias de greve parcial exigindo a publicação do acordo de empresa assinado em 2016, e que o Ministério das Finanças viria a chumbar. Esse acordo simplicava as componentes da remuneração dos trabalhadores, consolidando salários e direitos.
Segundo a Fectrans, o acordo agora alcançado inclui um conjunto de informações da administração sobre a recuperação da frota, “de modo a repor os parâmetros de oferta de serviço público às populações”.A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e Lisboa.

Agência de Notícias 
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Câmara de Setúbal assume gestão de praias da Arrábida

“Vamos assistir a uma verdadeira revolução tranquila nas praias”

Os protocolos celebrados segunda-feira com a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, que regula a exploração das praias de Albarquel e da Esguelha, e com a Agência Portuguesa do Ambiente, entidade responsável pelas praias do Portinho, Creiro, Galapinhos, Galapos e Figueirinha, preveem a transferência de competências de gestão daquelas praias para a autarquia sadina.  Segundo a presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, os protocolos vão permitir "investimentos municipais de mais de 3,6 milhões de euros" e "um olhar mais próximo, mais atento, sobre as praias da Arrábida". Maria das Dores Meira adiantou ainda que a autarquia pretende melhorar as zonas balneares, apoios de praia e equipamentos, bem como a limpeza das praias da Arrábida. 

Praias passam para a gestão do município de Setúbal 

A Câmara de Setúbal já pode gerir as praias da Arrábida graças a protocolos de gestão celebrados dia 29, os quais possibilitam realizar investimentos avultados de melhoria das zonas balneares.
Os acordos de entendimento, um com a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, que regula a gestão e exploração das praias de Albarquel e da Esguelha, o outro com a Agência Portuguesa do Ambiente, que transfere para o município competências na gestão das praias do Portinho, Creiro, Galapinhos, Galapos e Figueirinha, “permitem investimentos municipais de mais de 3,6 milhões de euros”, revelou a presidente da autarquia, Maria das Dores Meira.
Além disso, sublinhou a autarca, os protocolos, assinados no Forte de São Filipe, permitem, “acima de tudo, um olhar mais próximo, mais atento, sobre as praias e melhores condições” para todos os que as frequentam.
“Depois de tantos anos de solicitação, isto é um feito para nós. Por isso, agradeço profundamente a estas duas entidades que nos deram ouvidos, finalmente, o que comprova que, quando as administrações têm vontade, as coisas acontecem”, contou a autarca.
Maria das Dores Meira garante que a Câmara Municipal vai “mesmo intervir nestas praias, conferindo-lhes mais e melhores qualidades compatíveis com o estatuto que sempre tiveram e que é cada vez mais reconhecido”.
O protocolo assinado com a Agência Portuguesa de Ambiente para a delegação de competências na autarquia sadina da gestão das praias do Portinho, Creiro, Galapinhos, Galapos e Figueirinha incide em matérias relacionadas com apoios de praia e equipamentos.
Assim, será possível à Câmara Municipal concretizar investimentos como os que estão previstos para a Figueirinha e que incluem a requalificação do esporão, que será transformado em passeio pedonal com zonas de estadia e ligação ao espaço marginal, o reforço da limpeza dos espaços de acesso à praia, em colaboração com a União das Freguesias de Setúbal, e a melhoria dos espaços exteriores de estadia com a colocação de mobiliário urbano novo.
Em Galapos, será promovido o reforço da limpeza urbana e do número de equipamentos de recolha de resíduos ali instalados.

Melhoramentos no Portinho da Arrábida e Gávea 
Autarquia promete melhorias em todas as praias do concelho 
Já no Portinho da Arrábida, segundo a presidente da autarquia, “os investimentos são variados e podem resultar numa alteração bastante significativa da qualidade urbana daquela zona ”.
A construção de um novo cais de apoio à náutica de recreio, com capacidade para servir também embarcações que venham a fazer carreiras regulares para o Portinho, depois de elaborado um novo regulamento de exploração das acessibilidades, é o principal investimento nesta praia.
O arranjo da área pedonal adjacente ao cais, com a implantação de áreas de estadia com mobiliário urbano adequado, a reformulação da iluminação pública para reforço da segurança e iluminação do local e a repavimentação e reorganização do parque de estacionamento são outras ações a realizar.
Está ainda previsto o reforço da limpeza urbana e dos equipamentos de recolha de resíduos instalados, com a instalação de uma ilha de resguardo.
Na Praia da Gávea, a autarquia pretende ordenar o estacionamento e acessibilidades, melhorar a rampa de acesso para a náutica de recreio, substituir as escadas de acesso ao areal e proceder à alimentação artificial do areal.

Reordenamento de Albarquel 
A autarquia promete investir 3,6 milhões nas praias  

Quanto ao protocolo assinado com a APSS, trata-se de um documento que regula a gestão e exploração das praias da Albarquel e Esguelha, através da transferência de competência para a Câmara Municipal, durante um período de trinta anos, com uma compensação anual abatível nos investimentos a realizar pelo município.
Maria das Dores Meira ressalva que este protocolo caduca automaticamente“a partir do momento em que seja regulamentada a tão esperada alteração da dominialidade das áreas portuárias sem uso portuário para a gestão municipal”, algo que a autarquia aguarda “com alguma ansiedade”.
Este acordo permite promover, “finalmente”, a uniformidade urbanística das praias da Albarquel e Esguelha e construir um passadiço marítimo de ligação ao Parque Urbano de Albarquel.
A autarca considera que este projeto é “fundamental para aliviar o fluxo rodoviário naquela zona, já que as pessoas podem ir a pé do Parque Urbano para a praia”.
O protocolo permite ainda avançar com o ordenamento dos acessos pedonais e outros modos suaves de mobilidade, o melhoramento das condições e ordenamento da acessibilidade, estacionamento e circulação viária e a renaturalização de espaços degradados.
A autarquia pretende ainda substituir o pavimento do acesso e proceder ao reordenamento do mesmo, bem como disciplinar o estacionamento existente com sinalização vertical e horizontal e implementar medidas que permitam a melhoria da circulação viária.
Além disso, será concretizada a delimitação de uma área pedonal de acesso à praia e criado um corredor dedicado para a utilização regular de transporte público para o acesso à zona balnear.
A autarquia vai ainda instalar sanitários de uso público, mobiliário urbano de fruição adequado e melhorar a acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida, através da instalação de passadeiras e da aquisição de uma cadeira anfíbia.

Poder local sai reforçado 
Protocolo foi assinado esta segunda-feira 
“Vamos assistir a uma verdadeira revolução tranquila nas praias”, que,“mantendo todas as suas características, vão passar a ter um conjunto de equipamentos e meios de acesso melhorados que em muito vão beneficiar quem lá vai”, garante a autarca.
Para o vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, António Sequeira Ribeiro, o protocolo celebrado com a Câmara  de Setúbal concretiza a política defendida por esta entidade de entregar a gestão destas matérias ao poder local.
“É fundamental que quem está no terreno e mais próximo da população tenha poder para resolver as situações. Não faz sentido de outra forma”.
O responsável não tem dúvidas de, com a gestão da Câmara Municipal, Setúbal vai continuar a ter “das melhores praias dos país, reconhecidas internacionalmente, como foi o caso recente de Galapinhos ter sido considerada a melhor da Europa”.
Também a presidente da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, Lídia Sequeira, considera que as praias de Albarquel e Esguelha “ficam em melhores mãos” a partir de agora, pois a autarquia conseguirá desenvolver investimentos e fazer uma “excelente gestão”.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Feira Pedagógica do Barreiro começa hoje

Alunos mostram trabalhos educativos no Parque da Cidade 

De hoje e até sábado, terá lugar, no Parque da Cidade, no Barreiro,  a Feira Pedagógica. Esta edição celebra os “80 anos de Abastecimento Público de Água, no Barreiro”. A Feira pretende, diz a autarquia do Barreiro,  realçar os projetos educativos e trabalhos desenvolvidos pela comunidade escolar no ano lectivo 2016/17 e, ao mesmo tempo, dar a conhecer a oferta educativa do concelho, valorizando a Comunidade Educativa e o seu trabalho. Paralelamente à feira, o Barreiro irá receber o Champimóvel, [um projeto da Fundação Champalimaud] que promete oferecer uma viagem tridimensional ao corpo humano. 

Crianças vão "viajar ao corpo humano" dentro do Champimóvel 

Contará com actividades e exposições no Parque da Cidade e exposições no Auditório Municipal Augusto Cabrita. Este espaço cultural irá acolher os espectáculos “Água Vai! Água Vem!”, pela Companhia de Teatro – ArteViva, no Dia Mundial da Criança, 1 de Junho, e o Festival 7/1 – Diário de um Copo de Água, no dia 3 de Junho, pelas 20h30, a encerrar a Feira Pedagógica.
Neste evento serão exibidas, pela primeira vez, as curtas-metragens, celebrando os 80 anos do Abastecimento Público de Água, no Barreiro, e produzidas nos sete agrupamentos de escolas do Concelho.
São, igualmente, sete os pequenos filmes que concorrem entre si, em categorias, como a de ‘Melhor Filme’. As curtas serão avaliadas por um jurado artístico constituído por Tó Zé Martinho e Susana Sá, que se pronunciará sobre os filmes produzidos, deixando, ainda, uma mensagem sobre as suas experiências profissionais e de vida. Este projecto foi dinamizado pela Associação de Teatro e Educação (ATE), com o apoio do município do Barreiro.
A Feira Pedagógica terá diversas actividades lúdicas e desportivas, música, marchas, dança, teatro, promovendo cultura e levando a milhares de pessoas o que a cidade do Barreiro e a comunidade educativa barreirense melhor sabem fazer.
A organização do evento está a cargo da comunidade educativa do Concelho e da Câmara do Barreiro e conta com a colaboração das juntas de freguesia do concelho.

Champimóvel no Parque da Cidade
No âmbito da XVI Feira Pedagógica, o Barreiro irá receber o Champimóvel, com uma viagem tridimensional ao corpo humano, no Parque da Cidade.
As sessões vão decorrer nas manhãs dos dias 1, 2 e 3 de Junho, terá a duração de 25 a 30 minutos por sessão, com grupos de 17 pessoas, por sessão. Estará aberto ao púbico em geral, nos dias 1 e 2 de tarde e 3 de Junho, até às 15 horas.
Com a criação do Champimóvel a Fundação Champalimaud pretende “estimular a criatividade e imaginação dos mais jovens enquanto os motiva a colocá-las ao serviço da ciência”.

Agência de Notícias com Câmara do Barreiro 
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Montijo quer novo Centro Escolar no Afonsoeiro

Autarquia vai candidatar nova escola ao programa ao Portugal 2020

A Câmara Municipal do Montijo pretende apresentar uma candidatura ao Portugal 2020 para a construção do Centro Escolar do Afonsoeiro. Este centro escola, diz a autarquia, "será composto pela já existente escola básica do plano centenário, que será requalificada, e pela construção de um novo edifício de pré-escolar, que incluirá três salas de aula, gabinetes técnicos, biblioteca escolar e um espaço polivalente" . O refeitório existente será, também, alvo de uma ampliação. 
Aspecto do novo Centro Escolar do Afonsoeiro 

Ao longo dos anos, a política municipal em matéria de educação tem "apostado na construção de uma rede pré-escolar que, neste momento, abrange em larga escala o território concelhio", diz a Câmara do Barreiro, em comunicado.
O Bairro do Afonsoeiro, de acordo com a autarquia, "é o único onde existe alguma carência na taxa de resposta neste nível de ensino, que abrange as crianças a partir dos três anos de idade".
Este projeto enquadra-se no desígnio do Governo da República Portuguesa, que tem como objetivo permitir o acesso à rede de ensino pré-escolar pública, a todas as crianças a partir dos três anos de idade.
O ensino pré-escolar público do Município do Montijo "é uma referência na região de Setúbal e na Área Metropolitana de Lisboa, tanto ao nível das infraestruturas como nos apoios sociais praticados que, muitas vezes, ultrapassam a esfera de competências da câmara municipal", sublinha o comunicado da autarquia liderada por Nuno Canta.
A candidatura do Centro Escolar do Afonsoeiro "é mais um exemplo da aposta clara e inequívoca, da Câmara Municipal do Montijo, na Escola Pública e nas suas vantagens enquanto elemento essencial à economia do conhecimento e na formação para a cidadania", conclui o comunicado da Câmara do Montijo.

Agência de Notícias com Câmara de Montijo 

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Dez mil visitam Festa da Flor em Setúbal

"É uma festa maravilhosa que devia repetir-se mais vezes" 

Mais de dez mil pessoas passaram, nos dias 26 e 27, pela 2.ª Festa da Flor, que animou a Praça do Bocage e a placa central da Avenida Luísa Todi com diversas iniciativas, como uma feira, ateliers e um seminário. A Festa da Flor 2017, organizada pela Câmara de Setúbal no âmbito do movimento Eva Dream – Florir Portugal, impulsionado por Tó Romano, incluiu, na Praça de Bocage, a feira “O Mundo da Flor”, com cerca de três dezenas de expositores, numa mostra e venda de flores e outros bens e serviços associados, como mel, ferramentas e artesanato produzido com cortiça. Para o impulsionador do Eva Dream, “quando uma praça bonita como a de Bocage fica repleta de flores, chama a atenção das pessoas, que depois começam a falar umas com as outras e passam a palavra”, o que constitui um passo para concretizar o desígnio de “sensibilizar a população para florir as suas varandas e janelas”.
Festa da Flor atraiu 10 mil à Praça do Bocage 


A festa arrancou, sexta-feira, com chuva. No entanto, durante a manhã, as condições meteorológicas melhoraram, os expositores suspiraram de alívio e a praça começou a encher-se de gente curiosa com o que ali se passava. Foi o momento certo para a inauguração oficial do evento pela presidente da autarquia, Maria das Dores Meira, acompanhada de Tó Romano.
A autarca fez questão de passar por todos os stands para dar as boas-vindas e agradecer a presença das várias empresas e instituições presentes. Em alguns locais, ouviu dicas sobre como cuidar de determinadas plantas e flores, e na banca da Artiset – Associação de Artistas Plásticos de Setúbal recebeu uma rosa com um poema das mãos da artista plástica e poeta Carmo Candeias.
“Estou na banca da Artiset a vender flores, mas quis fazer algo diferente. Lembrei-me de colocar pequenas quadras junto com as rosas e vendê-las assim às pessoas. Já alegrei algumas que chegam aqui um pouco tristes mas saem com outra alma”, conta a artista.
A possibilidade de conferir “outra alma” à cidade, através do desafio aos cidadãos para “embelezarem com plantas os seus espaços privados, dando, assim, continuidade ao trabalho desenvolvido pelo município nos espaços públicos”, é, como refere a presidente da autarquia, o objetivo da Festa da Flor, inserida no Eva Dream Florir Portugal.
O projeto de Tó Romano lança o desafio de incentivar os munícipes a embelezar varandas e janelas com flores e, simultaneamente, promover ações no espaço público.
Tó Romano esteve logo de manhã na Praça do Bocage e ficou satisfeito com o que viu. “Acho maravilhoso que as flores invadam as praças principais de cada cidade. O florir de uma cidade passa pela atenção que cada autarquia dá aos seus espaços públicos e jardins”.
Para o impulsionador do Eva Dream, “quando uma praça bonita como a de Bocage fica repleta de flores, chama a atenção das pessoas, que depois começam a falar umas com as outras e passam a palavra”, o que constitui um passo para concretizar o desígnio de “sensibilizar a população para florir as suas varandas e janelas”.

As outras atividades da Festa da Flor 
Outro ponto alto foi a construção do “Tapete em Arte Efémera”, com sal e serradura pintados, para dar mais cor ao brasão de Setúbal, em frente do edifício dos Paços do Concelho, pelo estilista Filipe Blanquet e pela designer Isabel Curto Castan, da Associação Art FMR.
O tapete ainda permanece quase intacto, bem como outros que foram construídos com a participação de populares e que representam as silhuetas de Bocage e de Luísa Todi e o símbolo de Município Participado.
De salientar igualmente a participação de cerca de uma centena e meia de pessoas nos vários ateliers de arte floral que decorreram nos Paços do Concelho e na Casa da Cultura.
No dia 27, a realização de dois ateliers no pátio interior dos Paços do Concelho proporcionou um facto curioso e inesperado, já que mais de meio milhar de pessoas aproveitou a abertura do edifício, recentemente requalificado, para o visitar.
Já o 3.º Seminário Tecnologias Aplicadas aos Espaços Verdes, que decorreu no dia 26, no auditório do Mercado do Livramento, contou com a participação de seis dezenas de pessoas, num encontro que refletiu sobre a forma como a tecnologia pode capacitar novas estratégias de gestão de espaços verdes urbanos.
A exposição de uma rua móvel, na placa central da Avenida Luísa Todi, com uma recriação do evento dedicado à flor que tem lugar no Redondo, também captou as atenções do público, assim como a criação de uma mandala pela Mandar’arte e de um quadro e de uma mandala pela Artiset – Associação de Artistas Plásticos de Setúbal, com a ajuda de populares.
O primeiro dia do evento, a 26, encerrou com um baile de danças do mundo, com “A Batalha do Modesto Camelo Amarelo”, na Praça do Bocage.
No dia 27, a Associação de Acordeonistas de Setúbal deu música às ruas da Baixa, enquanto uma “Flower Trupe” animou os locais onde decorreram as atividades da Festa da Flor.
O público mais novo usufruiu de um conjunto de atividades diversas, como o atelier “Arquivista por um Dia”, com a construção de flores de papel, nas arcadas dos Paços do Concelho, além de pinturas faciais,
modelagem de balões e jogos didáticos.

Flores embelezam espaço público
Evento decorreu durante o último fim de semana 
Muitos setubalenses tiveram curiosidade de visitar o evento e comprar algumas plantas, como foi o caso de Fátima Pacheco, que adquiriu uma begónia, no stand da Argovita. “Achei que esta flor é tão bonita que tive de comprá-la. É para juntar às plantas que tenho em casa e trato com muito cuidado”, garante.
Para Fátima Pacheco, esta é uma boa iniciativa para a cidade, opinião partilhada por Noélia que já leva também algumas flores que lhe ofereceram.“É uma festa maravilhosa que devia repetir-se mais vezes. Adoro flores. Tenho-as no meu jardim e a embelezar a minha varanda. Toda a gente devia ter plantas em casa”.
Satisfeitos com a iniciativa e com as vendas, os expositores também prometiam voltar na próxima edição do evento. Ana Maria Silva, do estabelecimento Flor Formosa, que pretende regressar, pensa que “os edifícios deviam ter mais flores nas varandas e nas janelas para a cidade ficar mais alegre e com mais cor”.
Cristina Moura, da Argovita, garante que nos últimos tempos, “graças às iniciativas que a Câmara de Setúbal tem desenvolvido, é notória uma grande dinâmica na Baixa, com os comerciantes a quererem florir as entradas das suas lojas”, o que tem levado muitos deles a pedir conselhos sobre plantas na sua empresa.
Enquanto nos stands se vendem as mais variadas espécies de plantas e flores, como rosas, gerberas, cravos, alfazemas, alecrim e begónias, entre muitas outras, a artesã Inês de Barros Batista orienta, no chão da praça, defronte da estátua do Bocage, a conceção de uma mandala com flores.
O projeto foi iniciado pela artesã, mas os setubalenses são convidados a participar e a deixarem o seu contributo, com a colocação de flores que fazem crescer a mandala.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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Sesimbra celebra dia do Pescador a 31 de Maio

Autarquia vai distinguir pescador mais antigo em atividade 

As comemorações do Dia do Pescador arrancam quarta-feira e prolongam-se até 4 de Junho. O descerramento de uma placa toponímica em homenagem ao Arrais Manuel Caminhão, na rua do Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar, marca o início, pelas 11 da manhã, das comemorações do Dia do Pescador, 31 de Maio, em Sesimbra. Paralelamente, decorre desde o passado fim de semana, prolongando-se também até 4 de Junho, a Semana Gastronómica do Peixe-espada Preto. Esta iniciativa contou com a adesão de mais de 40 restaurantes do concelho. As várias formas de confeccionar esta espécie vão ser dadas a conhecer em aulas de culinária no Continente de Sesimbra e no Mercado Municipal da Quinta do Conde.
Dia do pescador é comemorado no último dia de Maio 

Após o descerramento da placa, na próxima quarta-feira, 31, terá também lugar “a cerimónia de entrega de distinções às embarcações que mais se evidenciaram no último ano e ao pescador mais antigo em actividade”, revela a autarquia. Neste mesmo dia será ainda apresentado “o Projecto de Salvaguarda do Património Cultural Imaterial: Construção e Uso de Embarcações de Sesimbra – a Aiola e a Barca” e será lançado “o site do Museu Municipal de Sesimbra, na Sociedade Musical Sesimbrense”.
Este dia terminará com a colocação de uma coroa de flores no Monumento aos Pescadores e visita à barca Amor ao Ofício.
“As comemorações estendem-se até 4 de Junho, dia em que será lançado o segundo volume da revista Akra Barbarion: Sesimbra, Cultura e Património, na Casa do Governador da Fortaleza de Santiago, e acontece a concentração e desfile de barcos na Baía de Sesimbra, em homenagem aos pescadores falecidos, organizado pelo pescador Eduardo Pinto, que recebeu recentemente a medalha de mérito municipal por desenvolver esta iniciativa há vários anos”, destaca a Câmara de Sesimbra.

Semana Gastronómica do Peixe-espada Preto
Paralelamente, decorre desde o passado fim de semana, prolongando-se também até 4 de Junho, a Semana Gastronómica do Peixe-espada Preto. Esta iniciativa contou com a adesão de mais de 40 restaurantes do concelho. As várias formas de confeccionar esta espécie vão ser dadas a conhecer em aulas de culinária no Continente de Sesimbra e no Mercado Municipal da Quinta do Conde.
"Valorizar este peixe e dinamizar a restauração local são os principais objetivos do evento", organizado pela Câmara de Sesimbra, Junta de Freguesia de Santiago, ArtesanalPesca, Docapesca e Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal.
A pesca do Peixe-espada Preto é feita em Sesimbra há aproximadamente 35 anos, de forma artesanal e tradicional, utilizando a técnica do Palangre de profundidade. Esta é uma forma de pescar, altamente seletiva, pois é uma arte de pesca passiva, que utiliza uma “caçada” em corda e “pita” (fio de nylon) com anzóis e isco (sardinha ou cavala). Neste caso, quase todo o peixe que se captura é Peixe-espada Preto, pois sente-se atraído pelo isco, e na generalidade dos casos é adulto, com idade para procurar alimento.
Atualmente, esta pesca é feita por cerca de 300 pescadores, que partem diariamente em 16 barcos, rumo ao largo de Sesimbra. 
Os associados da ArtesanalPesca representam mais de 95 por cento das capturas desta espécie em Portugal Continental. Um número que transmite bem a importância desta espécie para a economia e gastronomia da região.

Programa
Até 4 JUN
Semana Gastronómica do Peixe-espada Preto
Restaurantes aderentes
Org.: CM Sesimbra, JF Santiago, ArtesanalPesca, Docapesca, Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal

31 MAI | qua
10h | Missa em Homenagem ao Pescador
Capela da Misericórdia, Sesimbra
11h | Descerramento de Placa Toponímica em Homenagem ao Arrais Manuel Caminhão
Rua do FOR-MAR – Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar, Sesimbra
14.30h | Distinção de Individualidades da Comunidade Piscatória Sesimbrense
Sociedade Musical Sesimbrense, Sesimbra
15.30h | Apresentação do projeto de salvaguarda do Património Cultural Imaterial: Construção e uso de embarcações de Sesimbra – A Aiola e a Barca
Sociedade Musical Sesimbrense, Sesimbra
16h | Lançamento do site do Museu Municipal de Sesimbra
Sociedade Musical Sesimbrense, Sesimbra
16.30h | Colocação de Coroa de Flores no Monumento aos Pescadores
Largo de Bombaldes, Sesimbra
16.45h | Visita à exposição de fotografia Olhares de Mar
Largo de Bombaldes, Sesimbra
Org.: Sesimbra Expressão Fotográfica Associação Apoio: CM Sesimbra
17h | Visita à barca Amor ao Ofício
Praia da Califórnia, Sesimbra

4 JUN | dom
15h | Lançamento do segundo volume da revista Akra Barbarion: Sesimbra Cultura e Património
Casa do Governador, Fortaleza de Santiago
16h | Homenagem aos Pescadores Falecidos Concentração e desfile de barcos
Baía de Sesimbra
Org.: Eduardo Pinto | Apoio: CM Sesimbra

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra
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Secil, em Setúbal, em greve por aumentos

Trabalhadores querem aumento de 40 euros por mês. Empresa ainda não respondeu 

Os trabalhadores da fábrica da Secil do Outão, em Setúbal, iniciam à meia-noite uma greve de três dias por aumentos salariais e pela reposição de direitos laborais inscritos na contratação coletiva, disse à Lusa fonte sindical. Esta greve arrancou esta terça-feira e poderão aderir ao protesto os cerca de 120 funcionários da unidade fabril da empresa de cimentos. A greve prolonga-se até dia 1 de Junho. 

Trabalhadores da Secil em greve até 1 de Junho 

Segundo Nuno Gonçalves, do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Construção, afeto à CGTP, no ano passado cerca de 80 trabalhadores fizeram um abaixo-assinado exigindo à empresa um aumento salarial de 40 euros por mês, além do cumprimento de outros direitos laborais.
Contudo, a empresa não respondeu e não aceita negociar o caderno reivindicativo, nomeadamente o acordo de empresa, que os trabalhadores acusam de não estar a ser cumprido, pelo que decidiram avançar para a paralisação.
O dirigente sindical disse que esta greve pode mesmo pôr em causa a produção da fábrica, desde logo consoante a adesão do primeiro turno, que assegura o funcionamento do forno.
A Lusa contactou fonte oficial da Secil, que recusou comentar a paralisação e remeteu qualquer informação para terça-feira.
A Secil é detida pela Semapa, que tem como acionista maioritária a família Queiroz Pereira.

A Secil em números 
Por cada euro gasto pela fábrica da Secil no Outão em Portugal são gerados 2,4 euros a nível nacional, concluiu um estudo da consultora KPMG sobre o impacto socioeconómico daquela unidade na região e no país, que foi apresentado em Outubro do ano passado.
De acordo com o documento, a actividade do complexo fabril do grupo cimenteiro detido por Pedro Queiroz Pereira contribui com um total de 120 milhões de euros anuais para o PIB nacional, o que representa 0,1 por cento.
Por outro lado, a fábrica, que emprega directamente 169 trabalhadores [números de 2016], tem um impacto a nível nacional de 1689 postos de trabalho. Desta forma, segundo a KPMG, por cada colaborador do complexo são gerados 10 empregos em Portugal.
O estudo revela que onde é induzida a criação de mais emprego é nos serviços de administração pública, defesa e segurança social, estimando-se um total de cerca de 305 postos de trabalho, sendo este efeito "resultado em grande parte dos impostos pagos", explica a consultora.
O impacto no emprego também se faz sentir nos serviços de reparação e instalação de máquinas e equipamentos, no sector das borrachas e matérias plásticas, nos combustíveis e no transporte terrestre.
Já para a península de Setúbal, a actividade da fábrica da Secil contribui com um total de 44 milhões de euros anuais para o PIB da região e gera, de forma directa e indirecta, 672 postos de trabalho, ou seja, por cada colaborador do complexo do Outão são gerados cerca de quatro empregos na região.
O estudo refere ainda que o contributo da Secil do Outão para as exportações é de 65 milhões de euros, representando esta unidade 31 por cento das exportações do porto de Setúbal. "Por cada euro importado, o complexo do Outão exporta cerca de três euros", aponta ainda o documento.
Por outro lado, 65 por cento das compras desta unidade industrial foram realizadas a fornecedores nacionais, sendo que 44 por cento das compras nacionais foram feitas a fornecedores da península de Setúbal.
A consultora refere ainda o investimento de 9,7 milhões de euros de investimento em inovação e desenvolvimento pelo grupo cimenteiro e, no capítulo ambiental, a redução das emissões de CO2 em dois por cento.
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Alcochete requalifica miradouro Amália Rodrigues

Autarquia quer criar uma nova centralidade junto ao Tejo 

Com a intervenção no miradouro Amália Rodrigues, principal acesso ao centro de Alcochete, pretende a câmara municipal revitalizar uma das mais belas zonas de lazer e de estar da vila, que reúne as características de um privilegiado mirante, e prosseguir com o processo de regeneração urbana da frente ribeirinha. A requalificação do miradouro Amália Rodrigues constitui uma operação integrada no âmbito das obras de reabilitação do espaço público previstas na Estratégia de Reabilitação do Núcleo Antigo de Alcochete. A requalificação deste local privilegiado de visitação e lazer da vila de Alcochete permitirá "uma vista panorâmica para o estuário do Tejo, integrará uma escadaria informal e uma plataforma relvada e visitável como estadia protegida do trânsito rodoviário", explica Luís Miguel Franco. 
Miradouro Amália Rodrigues vai  ficar com este aspecto 

“É um privilégio para a câmara municipal trabalhar com professor Sidónio Pardal, autor também do projeto de requalificação do Passeio do Tejo, que sempre nos manifestou grande preocupação em que a intervenção não criasse uma rotura com a realidade existente e talvez por isso, o Passeio do Tejo foi absorvido de forma natural, porque as pessoas se reveem na obra”, disse Luís Miguel Franco.
“É esse pensamento que está presente como no projeto relacionado com a 2.ª fase da componente terrestre respeitante ao Jardim do Rossio, em relação ao Parque Urbano do Alto dos Moinhos e é também é esta filosofia que o professor está a desenvolver para o projeto de execução do Pinhal das Areias e Sítio das Hortas”, acrescentou o autarca.
Quanto à promenade prevista no projeto inicial, e que não vai avançar nesta fase, Luís Miguel Franco explicou que “não por ónus imputável à câmara municipal, mas porque não existiu possibilidade de negociar no mesmo formato com que negociámos com a Administração do Porto de Lisboa, no que respeita ao Passeio do Tejo, decidimos aproveitar os fundos comunitários do Portugal 2020 e nesse sentido sugerimos uma intervenção que permitisse no futuro a tal promenade”.
Para o professor Sidónio Pardal, responsável pelo projeto paisagístico, o miradouro Amália Rodrigues apresentou-se como um desafio e manifestou uma grande surpresa pelo desnível acentuado existente no local “que não permite a quem circula no passeio se deslumbre com a paisagem espantosa para o Tejo” e na apresentação do projeto ao executivo municipal explicou que vai ser criada “uma zona de estar que domina o campo panorâmico do rio e dá um sentido único diferenciador. “Sem as palmeiras o miradouro ficou um sítio vazio e era preciso dar-lhe um conteúdo, criar um relvado e dois mirantes, um de cada lado que vão criar um efeito interessante”, concluiu o professor Sidónio Pardal.

Operação integrada na reabilitação do espaço público da vila 
A requalificação deste local privilegiado de visitação e lazer da vila de Alcochete permitirá uma vista panorâmica para o estuário do Tejo, integrará uma escadaria informal e uma plataforma relvada e visitável como estadia protegida do trânsito rodoviário, que ficam sobranceiras em relação ao plano de água do rio, além de dois mirantes sobrelevados e arborizados que vão ajudar à definição de uma singularidade do local.
A requalificação do miradouro Amália Rodrigues enquadra-se numa operação integrada na reabilitação do espaço público contempladas na Estratégia de Reabilitação da Área de Reabilitação Urbana do Núcleo Antigo de Alcochete e no Plano de Ação de Regeneração Urbana da vila de Alcochete, com uma área de intervenção com cerca de cinco mil metros quadrados englobando, além do miradouro, a avenida dos Combatentes da Grande Guerra, desde o seu início até à rua do Norte.
Com esta intervenção pretende a câmara municipal "dar continuidade ao processo de regeneração urbana da frente ribeirinha de Alcochete, que integra o reperfilamento da via e a repavimentação dos arruamentos, privilegiando a área pedonal, com ensombramento assegurado pela plantação de árvores em caldeira nos passeios, reforçando a sua função de estar e de contemplação", sublinha o presidente da Câmara de Alcochete.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete 
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Obras renovam zona de Vanicelos em Setúbal

Autarquia requalifica bosquete de Vanicelos 

Um bosquete situado na zona de Vanicelos, em Setúbal, está a ser beneficiado numa operação da Câmara Municipal da cidade para ganhar condições renovadas de usufruto, nomeadamente com a criação de percursos pedonais, áreas de estadia e mais iluminação pública. A intervenção, uma empreitada de 70,7 mil euros com início na primeira semana de Maio, "centra trabalhos na requalificação de um espaço com cerca de três mil metros quadrados, um bosquete descaracterizado, em terra batida", explica a Câmara de Setúbal em comunicado. 
Obra de requalificação do Parque de Vanicelos está pronta em Julho 

A operação urbanística liderada pela autarquia tem como objetivo a criação de novas condições de usufruto público daquela área localizada entre as ruas Engenheiro Henri Perron, Francisco Sá Carneiro e a Praceta Dr. Joaquim Ferreira de Sousa.
"A criação de caminhos pedonais acessíveis a todos, em complemento aos trilhos em terra batida existente, é uma das ações previstas no novo desenho urbanístico", diz a autarquia sadina.
"O espaço fica também dotado de áreas destinadas ao lazer, apetrechadas de mobiliário urbano, como mesas, bancos e papeleiras, que tiram proveito da beleza e sombras proporcionadas pelo património arbóreo", sublinha a Câmara de Setúbal.
A vegetação local, composta por oliveiras, sobreiros e pinheiros mansos, incluindo dois de grande porte e com classificação de interesse público, também sai valorizada com a instalação de iluminação decorativa nesses espécimes.
"O bosquete, que é reforçado com a plantação de novos arbustos, vê também a iluminação pública aumentada, sobretudo nas zonas em que são criados os novos percursos pedonais", explica ainda a autarquia.
A intervenção, com conclusão prevista para o início de Julho, engloba ainda a "recuperação de muretes e a instalação de soluções urbanísticas que visam prevenir o estacionamento abusivo nas imediações do bosquete", conta o comunicado da Câmara de Setúbal.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal

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Sesimbra recuperou Casa da Água no Cabo Espichel

"Um trabalho de recuperação notável de um local cheio de história" 

A obra de requalificação da Casa da Água do Cabo Espichel, em Sesimbra, foi apresentada publicamente na semana passada. O acontecimento, testemunhado por dezenas de pessoas, incluiu uma visita ao edifício, restaurado pela Câmara de Sesimbra, que voltou a dar a dignidade àquele que é um dos símbolos do Santuário."Agradeço a todos os que contribuíram para esta grande intervenção", referiu o presidente da autarquia, Augusto Pólvora, após o descerramento da placa alusiva à obra. A intervenção, orçada em perto de 140 mil euros, incluiu a recuperação e reconstituição do Zimbório, o arranjo do revestimento da abóbada, com a colocação de azulejos de fabrico artesanal, semelhantes aos existentes e limpeza e recuperação dos azulejos ainda remanescentes.
Centenas de pessoas já visitaram o novo espaço 

A satisfação pelo trabalho realizado no edifício foi igualmente partilhada pela vice-presidente da autarquia, Felícia Costa, que depois de agradecer aos que se envolveram no restauro, e à família de António Xavier de Lima, que passou o edifício para a posse do município em 2008, vincou a vontade em continuar a recuperar o edificado do santuário. 
"Estamos perante uma magnífica obra de restauro. Esperemos que este seja o primeiro momento de uma recuperação mais abrangente, que será possível quando a Ala Norte, que atualmente é propriedade do Estado, passe para a posse da autarquia, no âmbito do acordo com a Direção-geral do Tesouro e das Finanças", afirmou a autarca, lembrando que este objetivo vem no seguimento da estratégia de valorização do património, que já permitiu revitalizar outros espaços emblemáticos no concelho, entre os quais a Fortaleza de Santiago e a Moagem de Sampaio.
A excelência da intervenção foi também reconhecida por Heitor Pato, investigador e especialista no Cabo Espichel, que colaborou no processo de restauro, e que fez uma contextualização histórica, religiosa e civil do edifício. 
"É um trabalho de recuperação notável de um local cheio de história que se encontrava bastante danificado", disse, lembrando que a Casa da Água foi mandada construir por D. José em 1770, depois de visitar o Santuário durante uma visita o círio da Ajuda, ao qual pertencia. "A alameda, as janelas, que serviam de conversadeiras e também para os namoriscos, a escadaria, o edifício; tudo isto é arquitetura aristocrática, de corte. Do muro para lá havia a horta, construída depois do aqueduto e da Casa da Água, que simbolizava a parte rural, onde existia uma horta com alecrim e ervas de cheiro", contou Heitor Pato.
As caraterísticas da obra foram, por seu turno, explicadas por Armindo Pombo, arquiteto da Câmara Municipal que foi responsável pelos trabalhos de restauro. "A recuperação da Casa da Água foi um trabalho complexo porque o edifício estava muito degradado, nomeadamente as cornijas, cantarias, frisos, abóbada, que foi objeto de um tratamento especial, e sobretudo o pequeno zimbório, que se pensa ter ruído na sequência do sismo de 1858, e que foi possível reconstituir na sua morfologia original por termos encontrado duas peças de cantaria aparelhadas no recinto durante os trabalhos da primeira fase", sublinhou.
A apresentação da obra incluiu a visita à Casa da Água, onde Heitor Pato explicou os temas representados nos azulejos, parte dos quais ainda visíveis, "que simbolizavam cenas de caça, corte e festa", e a uma exposição sobre a história e processo de recuperação do edifício.

A história da Casa da Água
A Casa da Água do Cabo Espichel é um edifício construído pelo Rei D. José, por volta de 1770, por ocasião da estadia da corte no santuário.
O imóvel recebia a água a partir da Azoia, através do aqueduto ainda existente, que abastecia todo o conjunto. A Casa da Água apresenta um traçado hexagonal, e no interior existe uma fonte em pedra lioz que recebia a água do aqueduto, construída em forma de nicho, de onde sobressai uma figura de um leão. As paredes interiores eram revestidas por painéis de azulejos azuis e brancos, que representavam cenas cortesãs e de caça, cujos vestígios são ainda hoje visíveis.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra
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Almada promove semana verde até 7 de Junho

"Para um concelho e um planeta mais sustentáveis"

A Câmara de Almada organiza, até 7 de Junho, a 13.ª edição da Semana Verde, englobando dezenas de atividades junto da população, visando "um concelho e um planeta mais sustentáveis". De acordo com Rui Jorge Martins, "esta é uma iniciativa muito valorizada por nós", disse o vereador com o pelouro do Ambiente, Rui Jorge Martins, em declarações à Lusa, sublinhando que as atividades têm normalmente uma "boa adesão" por parte da população. O autarca destaca ainda que a Semana Verde não visa apenas a organização de atividades para a população, mas também a apresentação de ideias que melhoram a vida das pessoas, tais como a criação de condições de acesso às praias urbanas para pessoas com dificuldades.

Almada dá destaque políticas ambientais 

O programa arranca hoje com a Festa Verde, "uma tradição com mais de 20 anos em Almada que leva centenas de crianças à principal praça da cidade", lê-se num comunicado emitido pela autarquia.
Além de jogos e animações, as crianças vão poder trocar os produtos que plantaram e colheram nas hortas e jardins pedagógicos das suas escolas.
Segundo o comunicado, já decorreu uma saída de campo de cientistas ao Parque da Paz, no dia 27, em que o grupo tinha a missão de "descobrir as espécies de animais e plantas" no parque, numa atividade em que todos podem participar.
O 'Bioblitz' decorreu todo ao longo do dia e os "participantes vão poder conhecer de perto os animais e plantas que vivem no pulmão da cidade de Almada, numa experiência científica que promove a biodiversidade", diz a autarquia, acrescentando que, até ao momento, são conhecidas naquele parque 106 espécies de aves, seis de mamíferos, 11 de répteis e dois de anfíbios.
A 2 de Junho, as crianças vão poder ser ouvidas no 'parlamento dos pequenos', no qual os mais novos vão apresentar aos dirigentes municipais as suas "preocupações, sugestões e desejos para o futuro", sendo as melhores ideias "integradas e materializadas" no Plano de Atividades anual da autarquia.
Para celebrar o Dia Mundial do Ambiente, que se assinala a 5 de Junho, vão ser entregues a dezenas de famílias "64 talhões para exploração agrícola localizados nas Hortas da Quinta do Texugo, na Charneca da Caparica", tendo em vista a produção de hortícolas, "respeitando o modo de produção biológico".
Nesta semana também vão ser hasteadas as bandeiras azuis nas praias do concelho.
Ateliês, concursos, passeios e mercados biológicos também vão realizar-se para celebrar "as boas práticas ambientais".
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Setúbal aprovou plano de acesso às praias da Arrábida

Volta o sentido único para acesso às praias a partir de 10 de Junho

O plano de circulação rodoviária de acesso às praias da Arrábida na época balnear foi aprovado, em reunião pública da Câmara de Setúbal. As medidas contemplam a circulação em sentido único na EN 379-1, entre o túnel da Figueirinha e o acesso ao parque de estacionamento do Creiro, no sentido nascente poente, das nove às 20 horas, exceto para viaturas de emergência, veículos de duas rodas e devidamente autorizados. De 10 a 30 de Junho, esta limitação é aplicada apenas aos fins de semana, sendo que de 1 de Julho a 17 de Setembro vigora todos os dias, ininterruptamente. Nestes períodos, as operações de cargas e descargas são autorizadas apenas entre as oito da noite e as nove da manhã. Estas restrições são destinadas, explica a autarquia sadina, "a garantir fluidez de trânsito e segurança". 
Acessos às praias da Arrábida entram em vigor a 10 de Junho 

Outra medida imposta nos mesmos períodos e horários é a proibição de circulação na EN 379-1 a viaturas com mais de 3500 Kg e autocaravanas, entre o túnel da Figueirinha e a zona de viragem para o parque de estacionamento do Creiro, no sentido nascente/poente.
O plano prevê ainda a proibição do trânsito automóvel do Edifício dos Pilotos até ao Portinho da Arrábida entre 1 de Julho a 31 de Agosto, das nove às 19 horas, limitação que não se aplica a moradores, comerciantes, veículos emergência ou de duas rodas e viaturas devidamente autorizadas ou outras para tomada e largada de passageiros com necessidades especiais.
A proposta estabelece a emissão de um cartão de circulação autorizada, para comerciantes e concessionários, moradores e clientes do turismo de habitação. No período em que vigoram as restrições de acesso do Portinho da Arrábida, as operações de cargas e descargas só podem realizar-se entre as 19 horas e as nove da manhã.
A Câmara  de Setúbal, apesar de não ter competência própria de regulação do trânsito e de manutenção das condições de segurança na circulação de uma estrada nacional classificada, tomou a iniciativa de envolver um conjunto de entidades no sentido de “minimizar os riscos associados, especialmente na época balnear”.
Assim, o plano de circulação para as praias da Arrábida foi elaborado após reunião, realizada a 10 de Maio, entre Câmara Municipal de Setúbal, Infraestruturas de Portugal, GNR, PSP, Polícia Marítima, Proteção Civil, Bombeiros, Agência Portuguesa do Ambiente, Parque Natural da Arrábida, TST, Secil e uniões das freguesias de Setúbal e Azeitão.
O objetivo da envolvência destas entidades é "unir esforços na criação das melhores condições possíveis de circulação e segurança a todos os utilizadores das praias do concelho de Setúbal, localizadas ao longo da EN 379-1, na costa da Arrábida.", explica a autarquia sadina.
A empresa Transportes Sul Tejo  assegura um transporte público a partir do parque de estacionamento da Secil até à praia da Figueirinha e vice-versa, com frequência vinte minutos, entre as nove e as 20 horas.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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Montijo oferece estacionamento no Seixalinho

Parque de estacionamento no Cais do Seixalinho gratuito a partir de Junho

A Câmara do Montijo e a Transtejo formalizaram esta quinta-feira um protocolo para a gestão e funcionamento do Parque de Estacionamento do Cais do Seixalinho, que passará a ser gratuito a partir de 1 de Junho. A cerimónia de assinatura decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho do Montijo e contou com a presença do secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes. O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, expressou a sua satisfação por este “acordo histórico. A gratuitidade do parque de estacionamento do Cais do Seixalinho marca o início de um novo ciclo nas políticas públicas de transporte, no ordenamento do estacionamento e na ligação fluvial a Lisboa”.
Autarquia assinou protocolo com a Transtejo 

“É o resultado de uma vontade firme da câmara e do Conselho de Administração da Transtejo, existindo uma repartição de encargos entre a câmara municipal, que assume a manutenção do espaço público, e a Transtejo que deixa de obter a receita proveniente do estacionamento”, acrescentou o autarca.
A presidente do Conselho de Administração da Transtejo, Marina Ferreira, afirmou ser “um privilégio estar no Montijo, num ato que, apesar de simples, revela muito do trabalho que a Transtejo está a fazer. Um trabalho de recuperação de uma ligação antiga e tradicional, vital para o bom funcionamento das duas margens do Tejo”.
Marina Ferreira referiu-se, ainda, aos problemas que afetaram, nos últimos dias, a carreira fluvial Montijo-Lisboa: “o Conselho de Administração e todos os trabalhadores da Transtejo estão profundamente envolvidos para que estas situações não se repitam. Infelizmente não podemos afirmar que tal não sucederá, mas expressamos publicamente o nosso empenho para que estes imprevistos não aconteçam, de modo a garantir um serviço público previsível, regular e universal”.
A cerimónia terminou com as palavras do secretário de Estado Adjunto e do Ambiente. José Mendes focou a sua intervenção na importância do protocolo: “este é um momento simbólico que resolve um problema concreto da população. O presidente da câmara tomou a iniciativa de propor esta solução, que dá melhores condições às pessoas e isso é o mais importante, porque é para as pessoas que trabalhamos”.
José Mendes recordou que “o transporte fluvial foi objeto de um grande desinvestimento nos últimos anos, o que ainda hoje gera problemas na operacionalidade da Transtejo, problemas que o Conselho de Administração está a tentar resolver com alterações nos planos de manutenção dos navios e com o aumento da frota, com o objetivo de reforçar a fiabilidade e a regularidade do transporte fluvial”.
Ao abrigo do protocolo, a Câmara do Montijo irá realizar um conjunto de intervenções de qualificação do parque de estacionamento, assumindo a gestão e funcionamento daquele espaço e possibilitando o seu uso gratuito pelos munícipes e utilizadores do transporte fluvial que liga Montijo a Lisboa.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo
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Setúbal vai construir uma gare rodoviária na Av. do Brasil

Autarquia junta comboios e autocarros num só espaço 

A Câmara de Setúbal vai construir uma nova estação rodoviária junto à estação dos comboios da Praça do Brasil, para deslocalizar a chegada e partida das carreiras expresso – de longo curso – da actual estação [conhecida como Belos] da Avenida 5 de Outubro. A nova Estação Intermodal de Setúbal, que junta as componentes ferroviária e rodoviária, vai ter lugar para albergar 14 autocarros e será dotada de um parque de estacionamento subterrâneo, para 117 carros, bilheteiras, casas de banho e outras áreas de apoio. O investimento será financiado pelo Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Setúbal, na componente relativa à Mobilidade Urbana Sustentável, através de uma candidatura apresentada pelo município setubalense. O estudo conclui que, além de permitir um retorno financeiro positivo, a construção do novo terminal pode ser analisada numa “perspetiva económico-social”, tendo em conta “os benefícios gerados pelo projeto e sentidos pela sociedade em geral ou pela economia da cidade de Setúbal em particular”.
Juntar comboios e autocarros trás benefícios à cidade 

A Câmara de Setúbal aprovou no dia 24, em reunião pública, a celebração de um contrato de subconcessão, com a IP Património, do terreno necessário à implantação de um Terminal Intermodal de Setúbal, na Praça do Brasil.
A intenção, diz a autarquia, "é concentrar as componentes ferroviária e rodoviária na Praça do Brasil, a par do aumento da oferta de estacionamento automóvel, projeto enquadrado na estratégia desenvolvida pela autarquia que atribui especial relevância a questão dos transportes públicos, quer municipais, quer intermunicipais e regionais".
Os terminais rodoviário e ferroviário de Setúbal encontram-se em diferentes pontos da cidade, sendo que o primeiro, na Avenida 5 de Outubro, acarreta “todas as desvantagens de se localizar no centro histórico da cidade, distante dos outros meios de transporte existentes, nomeadamente o ferroviário e o fluvial, não simplificando, na grande maioria das situações, a mobilidade dos utentes até ao seu destino final”, refere a deliberação camarária.
Além disso, a circulação de veículos de longo curso pelo centro da cidade, provoca não só problemas no trânsito local, como também se reflete em “danos ambientais que poderão ser minimizados com a deslocalização daquele serviço”.
Esta preocupação levou a Câmara Municipal a procurar uma nova localização para o terminal rodoviário e a apresentar, no âmbito do PEDU – Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Setúbal, na componente relativa à Mobilidade Urbana Sustentável, uma candidatura para a construção da futura Estação Intermodal de Setúbal.

Câmara vai construir ainda parque de estacionamento com 117 lugares 

Para tal, foi negociada com a IP Património – Administração e Gestão Imobiliária, a celebração de um contrato de subconcessão, à Câmara de Setúbal, do terreno necessário à construção da estação intermodal rodoviária, de um parque de estacionamento subterrâneo e de uma zona para a instalação de bilheteiras de apoio à estação, na envolvente ao terminal ferroviário, na Praça do Brasil.
No âmbito do contrato de subconcessão, a IP Património confere à autarquia o direito de utilizar um terreno com uma área de 5821 metros quadrados e espaços da estação ferroviária, pertencentes ao domínio público ferroviário, por um período de cinquenta anos.
O terminal rodoviário terá uma área aproximada de 3468 metros quadrados, com espaço para estacionamento de 14 autocarros, e o parque de estacionamento ocupará cerca de três mil metros quadrados, com 117 lugares de estacionamento distribuídos por um único piso.
Está também prevista a construção de áreas de apoio à exploração, bilheteiras e instalações sanitárias.
A Câmara de Setúbal lançará o “futuro procedimento de concurso público para construção, gestão e exploração da estação intermodal rodoviária, do parque de estacionamento e da zona para a instalação de bilheteiras de apoio”.
Com a celebração deste contrato “fica também resolvida”, ressalva a proposta aprovada ontem, a questão da parcela de terreno anteriormente ocupada pela rotunda da Avenida Manuel Maria Portela com a Rua António José Baptista e reperfilamento desta última.

Estudo aponta benefícios para as pessoas e para a cidade  

A autarquia encomendou, igualmente, à empresa TIS.pt – Consultores em Transportes, Inovação e Sistemas, um estudo de procura e viabilidade económico-financeira da concessão do parque de estacionamento subterrâneo e do terminal rodoviário associados ao terminal ferroviário.
O estudo conclui que, além de permitir um retorno financeiro positivo, a construção do novo terminal pode ser analisada numa “perspetiva económico-social”, tendo em conta “os benefícios gerados pelo projeto e sentidos pela sociedade em geral ou pela economia da cidade de Setúbal em particular”.
São apontados como exemplos de benefícios económicos a poupança em tempo de procura de estacionamento, o qual poderá ser aproveitado para outras atividades, a diminuição dos respetivos custos de operação dos veículos e o aumento de competitividade dos serviços e de segurança pela segregação das zonas de estacionamento e pedonais.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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