Dá um Gosto ao ADN

Bombeiros


Pinhal Novo de luto


A notícia do acidente que vitimou o jovem bombeiro de Pinhal Novo, chocou a população e a Associação de Bombeiros de Pinhal Novo, bem como todos os bombeiros do país. “É sempre de lamentar uma vida que se perde. É sempre triste quando vemos um de nós partir”, dizia um bombeiro do Porto numa rede social. 
Ricardo Jorge Gomes, 22 anos, faleceu ontem [quinta-feira, 26 de Maio] à saída da cidade de Setúbal onde, momento antes, tinha  ido deixar uma mulher para fazer tratamento de hemodiálise ao Hospital de S. Bernardo. Quis o destino que viajasse junto de Sofia Lázaro, sua namorada – também ela bombeira no Pinhal Novo.
Ainda não se sabe o que fez a ambulância sair da estrada, galgar o separador lateral e ainda percorrer alguns metros na valeta. Apesar do rápido auxilio, Ricardo Gomes acabou por falecer ainda no local. Sófia,  a sua namorada de vários anos, acabara ferida e transportada ao Hospital de Setúbal. Ricardo, era bombeiro desde Janeiro de 2008, e tal como Sofia, dançavam no rancho folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo. 

Bombeiro habilitado a conduzir


Segundo explica a edição do Correio do Manhã, “a viatura tinha estado inoperacional nos últimos dias, além de ter problemas nos pneus”, além de admitir que o jovem bombeiro não estaria “habilitado a conduzi-la”.
Suspeitas consideradas infundadas pelo 2º comandante dos Bombeiros de Pinhal Novo.  "O Ricardo podia conduzi-la e a ambulância tinha passado há pouco tempo na inspecção periódica. Não tinha qualquer problema", garantiu Joaquim Castro.
No terreno, estiveram elementos do Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação da GNR, a fazer perícias.

Corpo em câmara ardente no quartel


A noticia deixou a associação de luto, os companheiros abalados e a população consternada. A notícia também “chocou” os bombeiros de Palmela e Águas de Moura, bem como a Câmara de Palmela a as autoridades de protecção civil. Por este facto, e em homenagem à vitima, a autarquia e os três corpos de bombeiros do concelho cancelaram o exercício conjunto, previsto para amanhã, às 17 e 30, e das cerimónias de encerramento das referidas comemorações, marcadas para dia 29, no Largo de S. João, em Palmela.
O corpo de Ricardo Gomes estará em câmara ardente, [o corpo foi recebido com um toque da sirene durante um minuto], no Quartel dos Bombeiros de Pinhal Novo, onde se realizará a missa de corpo presente amanhã, às 10 horas, seguindo o funeral para o Cemitério da Cascalheira, no Pinhal Novo

Paulo Jorge Oliveira 
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Concerto da Semana


PJ Harvey a menina que guardava rebanhos



Namorou com Nick Cave e o fim da relação levou-a à anorexia, mas serviu de inspiração para algumas das canções mais marcantes dos anos 90. Ajudou a que P. J. Harvey fosse considerada por várias publicações como uma das melhores artistas da música moderna. Uma carreira impressionante que começou numa zona rural do Reino Unido, como guardadora  de rebanhos.
Polly Jean nasceu a 8 de Outubro de 1969 e passou a infância e parte da juventude na quinta da família, na zona agrícola de Dorset, onde tratava das ovelhas. Numa entrevista recente descreveu uma das suas tarefas habituais: “Por vezes, tinha de ajudar os meus pais a castrar os animais.” A revelação gerou uma onda de protestos de grupos ecologistas, mas a cantora defendeu-se explicando que uma das rotinas da vida rural era cortar os testículos dos pequenos borregos com um elástico e que não o fazia por prazer ou sadismo. O pai era pedreiro e a mãe era artista plástica e fazia esculturas no intervalo das tarefas domésticas, um talento que transmitiu à filha. 

As influências


Em casa, ouvia muita música, de jazz a blues e aos clássicos do rock como Jimi Hendrix, Rolling Stones e Bob Dylan. Mas não escapou às paixões musicais adolescentes pelos ídolos da pop que marcaram os anos 80, como os Duran Duran ou os Spandau Ballet. Depois de terminar o liceu, foi viver para Londres, onde se matriculou numa escola de artes plásticas, a Central Saint Martins College of Art and Design. 
Nessa altura, já tinha aprendido a tocar guitarra eléctrica e acústica, e era vocalista em bandas de garagem que tocavam em pubs locais. Os grupos tinham nomes exóticos como Polekats, Bologna ou Three Stoned Weaklings, mas a sua primeira grande experiência musical foi com os Automatic Dlamini, onde conheceu John Parish, músico e compositor com quem viria a colaborar durante vários anos. Com 19 anos, P. J. Harvey participou no primeiro disco da banda e partiu em digressão pela Europa.

‘Por favor, parem de tocar!’

“As primeiras canções que eu compus eram uma bosta e a experiência com os Dlamini ajudou-me a melhorar a minha música”, contou numa entrevista.
Em 1991, deixou a banda e decidiu formar o PJ Harvey Trio, com Rob Ellis (bateria) e Ian Olliver (baixo). O primeiro concerto desse novo projecto musical aconteceu no Antelope Hotel, em Sherborn, no Reino Unido – e foi um desastre. Recordou mais tarde: “No início deviam estar cerca de 50 pessoas na sala. Logo na primeira canção, o público foi saindo até que só restaram dois ou três espectadores. A gerente foi atrás do palco e gritou para o nosso baterista: ‘Por favor, parem de tocar! Nós pagamos o concerto como combinado, mas parem de tocar!’” 

A ajuda dos U2


Com um começo tão traumático, não imaginavam que dois anos depois estariam a receber um telefonema da produtora dos U2 e a serem contratados para actuar na primeira parte da digressão mundial da banda irlandesa, Zoo TV Tour, em 1993.
Apesar do êxito e do reconhecimento internacional, o grupo desfez-se, mas a jovem P. J. era já um símbolo do movimento musical independente e chamou ainda mais a atenção quando apareceu em topless na capa do New Musical Express. Começou a carreira a solo actuando no influente programa de televisão Tonight Show, nos Estados Unidos. 
Em 1995, 'To Bring You My Love' foi considerado álbum do ano por publicações influentes como a 'Rolling Stone', 'People' e 'The New York Times'. Nessa altura, P. J. Harvey apaixonou-se por Nick Cave e namoraram durante alguns meses em 1996. A separação do cantor australiano levou-a a entrar em depressão e os antigos rumores de que sofria de anorexia voltaram a surgir na imprensa. O fracasso amoroso acabou por servir de inspiração para ambos.
 

As extravagâncias da jovem Polly


Cave escreveu músicas marcantes na sua carreira inspiradas em Polly Jean, como 'Into My Arms' e 'Black Hair'.  No álbum seguinte, 'Is This Desire?', ela explorou as contradições do amor, o sofrimento e a paixão. As complicações da sua vida pessoal não a impediram de conquistar cada vez mais público. Em Portugal foi uma das actuações mais marcantes do festival do Sudoeste, em 1998. 
Dois anos depois, aparentemente refeita do desgosto amoroso, lançou o álbum mais pop e comercial da sua carreira, 'Stories From the City, Stories From the Sea'. Em palco, tornou-se uma das artistas que mais arriscava, mudando constantemente de visual. Podia surgir com um aspecto quase masculino, com botas de tropa, ou usar vestidos de baile, ou minissaias, perucas e acessórios cor-de-rosa, pestanas compridas e unhas postiças.

Os últimos trabalhos


Apesar da exuberância ao vivo, sempre foi muito cuidadosa a proteger a privacidade, em especial depois da relação com Nick Cave – nas publicações musicais ou cor-de-rosa são quase nulas as referências à sua vida pessoal.
Nos últimos anos passou a dedicar-se a causas mais políticas. Há reflexos disso no seu CD mais recente, 'Let England Shake', lançado já este ano (ironicamente saiu no dia dos namorados), que gerou intenso debate e polémica. A expectativa era grande: no início de Dezembro já era a artista mais pesquisada na Internet, segundo o site 'The Hype Machine'. 
Neste último disco não há canções de amor clássicas, as letras são sobre guerras recentes, como a do Afeganistão. Alguns críticos dizem que isso se explica pela proximidade da cantora com o fotógrafo de guerra Seamus Murphy, que esteve no Ruanda, na Eritreia e no Kosovo; o CD está até ilustrado com fotos dele. Todo o trabalho foi gravado numa igreja do século XIX, no cimo de uma encosta com vista para o mar, na sua terra natal: Dorset, onde Polly Jean continua a encontrar refúgio. 

Ao vivo na Aula Magna

Na primeira de duas noites em Lisboa, PJ Harvey defendeu em palco “Let England Shake”, o disco que deu o mote para um concerto de tons sombrios e ambiente mais folk que rock. O resultado foi uma noite mágica e inesquecível que se repete esta noite.
Longe da imagem de indie rocker de salto alto, PJ Harvey hoje apresenta-se discretamente num canto do palco deixando espaço para os seus companheiros respirarem e serem vistos. Veste-se em tons de negro da cabeça aos pés, vai alternando entre a guitarra e a auto harpa ao longo da noite sem nunca sair da sua posição.
A aposta é toda apenas e só na música: não há invenções, não há improvisos, não há retribuição à euforia vinda da plateia sempre que o silêncio entre as músicas se instala no palco. PJ está ali para mostrar as suas novas canções e nada mais. Nós só temos que agradecer uma noite assim em que não são precisos diálogos elogiosos com a plateia ou solos desnecessários. Há um clima de contemplação à artista, justo e natural, e ela responde da melhor maneira que sabe, com a sua voz e canções.


Video concerto de ontem, em Lisboa 



Fonte: Revista Sábado 
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Acidente mortal


Acidente mata bombeiro de Pinhal Novo


O despiste de uma ambulância dos Bombeiros Voluntários do Pinhal Novo que circulava na A12,  [ à entrada de Setúbal] cerca das 13 horas desta quinta-feira, causou a morte de um bombeiro de 22 anos e deixou ferida uma bombeira da mesma idade do corpo de Bombeiros de Pinhal Novo.
De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, o jovem bombeiro foi dado inicialmente como ferido grave, mas não conseguiu resistir aos ferimentos e acabou por falecer no local do acidente.
Na ambulância sinistrada - que circulava no sentido Setúbal/Pinhal Novo da auto-estrada 12 (que liga Setúbal a Lisboa, passando pela ponte Vasco da Gama) - seguia outro elemento da corporação, do sexo feminino, também com 22 anos, que, aparentemente, terá sofrido apenas ferimentos ligeiros, mas foi transportada para observação para o Hospital de São Bernardo.
Segundo a Lusa, o Comandante Distrital de Bombeiros, Dinis de Jesus, disse que o despiste ocorreu quando a viatura regressava ao quartel do Pinhal Novo, depois de efectuar um serviço em Setúbal.
"O acidente ocorreu ao quilómetro 22,4 da A12. A estrada estava molhada", disse Dinis de Jesus, escusando-se, no entanto, a adiantar qualquer explicação para o acidente.
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Festas Populares de Pinhal Novo apresentadas


Uma Festa cada vez mais comercial...



Já é conhecido o programa da 15ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo, que decorre de 7 a 12 de Junho. O coração da festa recebeu [o Largo José Maria dos Santos] recebeu a conferência de imprensa onde os jornalistas não tiveram direito “a perguntas” e onde a  Associação de Festas, liderada por Luís Fernandes,  limitou-se a divulgar partes do programa que já era conhecido.
Por explicar, entre outras coisas, ficou a ausência de bandas jovens da freguesia do cartaz deste ano,  a erradicação do programa do Cortejo Etnográfico da cultura caramela das ruas de Pinhal Novo e a ausência da grande noite do fado do cartaz. Apesar do líder da Associação garantir que as linhas mestras das Festas Populares de Pinhal Novo continuam a ser “unir os pinhalnovenses em torno das suas raízes”, na verdade nos seis dias de Festa, há cada vez menos perda de identidade da cultura dita e escrita caramela e um reforço, notório,  na parte comercial do evento.
Da matriz da cultura caramela resume-se, num ano em que a Festa completa 15 anos, à sopa caramela confeccionada pelos Ranchos Folclóricos da freguesia, a uma actuação aqui e ali – sem no entanto estar mencionado no programa – do grupo revelação do ano passado, os Balha Ca Carroça, de um Festival de Folclore [ainda que o programa omita o nome dos ranchos que irão participar] e da exibição da Marchas Populares no Polidesportivo, no mesmo dia [sabado à noite] e na mesma hora da Corrida de Toiros e dos espectáculos do Palco Principal. É aliás nesse dia que actuam no principal palco as únicas referências às cultura local. A Orquestra Nova de Guitarras da SFUA e os Dialecto que apresentam os espectáculo “Aromas”. Um aroma que se espera de boa cultura e boa alma caramela.  

Quim Barreiros, Deolinda, Miguel Gameiro, Emanuel, Jorge Fernando e Fábia Rebordão  como cabeças de cartaz


Do programa cultural, as cabeças de cartaz são Quim Barreiros (7 Junho), Miguel Gameiro, (8 Junho), Emanuel (9 de Junho), Jorge Fernando e Fábia Rebordão (10 de Junho) e Deolinda (10 de Junho) que encerra a edição 15. “Um cartaz exigente que garante espectáculos todos os dias no palco principal”, garante o presidente da Associação.
O desporto, a tauromaquia, os comes e bebes (onde a Sopa Caramela continua a reinar), a animação constante no Pátio Caramelo (este ano sem a presença de bandas da localidade, com destaque para os  Shivers – que elevam o nome de Pinhal Novo por onde passam – e do Um Zero Azul, um projecto em crescimento). O intercâmbio de culturas, os bailaricos e a música popular são outros dos eventos para animar os milhares de visitantes que a organização espera.
A Festas que são, como disse o represente máximo da Associação das Festas, “a grande montra de afirmação do nosso território” são cada vez mais um cartaz turístico da freguesia.

Festas a crescer... no negócio

Cada vez mais aposta é clara: “apostar em nomes sonantes” para atrair “multidões” porque isso, diz Luís Fernandes, “contribui para que tenhamos maior rentabilidade na venda nos espaços aos feirantes”.
2011 foi, de forma geral, “um ano difícil e onde, grande parte dos patrocinadores tiveram mais dificuldade em apoiar-nos”. Ainda assim, contou Luís Fernandes, “ouve empresas que aumentaram o seu patrocínio às Festas”. As boas novas não se ficam por aqui porque “conseguimos aumentar o número de feirantes e expositores em todas as áreas”. Recorde-se que a venda destes espaços representa 70% do orçamento da Festa.  O orçamento global da Festa ronda os 230 mil euros, sendo que dos cofres da autarquia chegarão 16 mil e 500 euros.

Destaques do Programa


7 de Junho - Terça-feira

20h30 – Inauguração Oficial das Festas (Ruas das Festas)
21h00 – Exposição “Pinhal Novo e o Comboio” (Biblioteca)
21h00 – Jorge Nice (Palco da Gastronomia)
22h00 – Concerto da SFUA (Palco do Coreto)
22h00 – Orlando Santos (Pátio Caramelo)
23h00 – Espectáculo Quim Barreiros (Palco da Praça da Independência)
23h30 – Joy Karyl (Pátio Caramelo)
00h00 – Largada de Toiros (Junto à Repsol)
00h30 – Toxigen (Pátio Caramelo)

8 de Junho – Quarta-feira

08h00 – Alvorada
09h00 – Arruada pelos Gaiteiros do Círio da Carregueira (Ruas da Vila)
10h00 – Animação da leitura por Paula Farinha (Biblioteca)
22h00 – Espectaculo Chave d´Ouro (Palco Coreto)
22h00 – Francis Dale (Pátio Caramelo)
23h00 – Espectáculo Miguel Gameiro (Palco da Praça da Independência)
00h00 – Largada de Toiros (Junto à Repsol)
23h30 – Seventy Seven (Pátio Caramelo)
00h30 – Dj Matéria Negra (Pátio Caramelo)

9 de Junho – Quinta-feira

10h30 – Aula Actividade Física Escolas Zona Rural (P. Independência)
10h30 – Festas Com Livros, Feira do Livro (Biblioteca)
20h00 – Demonstração de Body Vive (Palco da Gastronomia)
20h30 – Rastafire (Pátio Caramelo)
20h30 – Corais (ARPI, Pluricoop e Ausentes do Alentejo)
Palco da Gastronomia
22h00 – Danças de Salão Rurais da Lagoa da Palha (Polidesportivo)
22h30 – Soul Brothers Empire (Pátio Caramelo)
23h00 – Espectáculo Emanuel (Palco da Praça da Independência)
00h00 – Baile Popular Gina Reis (Polidesportivo)
00h00 – Largada de Toiros (Junto à Repsol)
00h30 – DJ Vinz (Pátio Caramelo)
01h30 – DJ Sinner (Pátio Caramelo)

10 de Junho – Sexta-feira


08h30 – IV ª RoTTa Festas Populares Pinhal Novo
09h00 – Arruada pelos Gaiteiros do Círio da Carregueira (Ruas da Vila)
09h00 – Recolha de Sangue (Jardim José Maria dos Santos)
09h30 – Manha Infantil “Prevenção e Segurança Rodoviária
(Jardim José Maria dos Santos)
10h00 – Largada à Corda (Avenida da Liberdade)
10h30 – Passeio Pasteleiras Festas Populares Pinhal Novo
13h00 – Piquenique Caramelo (Jardim José Maria dos Santos)
15h00 – Trial 4X4 (Antiga Cerapa)
15h00 – Recolha de Sangue (Jardim José Maria dos Santos)
15h00 – Torneio de Xadrez (Jardim José Maria dos Santos)
15h30 – Encontro Inter-Clubes, nos Escalões de Traquinas
e Petizes (Campo Santos Jorge)
17h00 – Tarde de Fitness (Polidesportivo José Maria dos Santos)
18h00 – Largada de Toiros (Junto à Repsol)
19h00 – “Brincar e aprender com o Palhaço Verde” (Stand COI)
20h00 – Festas Com Livros, Feira do Livro (Biblioteca)
20h00 – “Demonstrações Fitness pelo worX by Holmes Place
(Palco da Gastronomia)
21h00 – Danças Orientais e Hip Hop/ Ranchos Folclóricos Infantis
(Palco Gastronomia)
20h00 – Torneio de Futsal António Ramalheira
(Pavilhão Municipal)
20h30 – Baobad 3 (Pátio Caramelo)
21h00 – Noite Gímnica (Polidesportivo)
21h00 – Fantoches de Mão (Stand Centro Social e Paroquial)
21h00 – Concerto Sacro (Coral Igreja e Grupo Coral SFUA)
Igreja de Pinhal Novo
22h30 – T3ka (Pátio Caramelo)
22h30 – Concerto Aniversario Motoclube Pinhal Novo “Rodies
(Coreto)
23h00 – Jorge Fernando & Fábia Rebordão (Praça da Independência)
00h00 – Largada de Toiros (Junto à Repsol)
00h00 – DJ Saissem (Pátio Caramelo)
01h30 – DJ Mamooshka (Pátio Caramelo)

11 de Junho – Sábado

09h00 – Recolha de Sangue (Jardim José Maria dos Santos)
09h00 – Passeio de Cicloturismo Festas Populares Pinhal Novo
09h00 – Torneio de Malha Corrida (Associação de Reformados)
14h00 – Festas Com Livros, Feira do Livro (Biblioteca)
15h00 – Recolha de Sangue (Jardim José Maria dos Santos
15h00 – Torneio de Veteranos: A.Malveira, Palmelense e Pinhalnovense
17h00 – Passeio Cicloturismo Infantil Festas Populares Pinhal Novo
18h00 - Largada de Toiros (Junto a Repsol)
20h00 – HIP HOP e Demonstração de Fitness (Palco Gastronomia)
20h30 – Afluentes do Sado (Palco da Gastronomia)
20h30 – El Gadze (Pátio Caramelo)
21h00 – Ateliê sobre Brumelias, por Jorge Freixial (Biblioteca)
21h00 – Debate “Poupe euros – utilize bem a energia” (Polidesportivo)
21h00 – Moinhos de Vento (Stand Centro Social e Paroquial)
22h00 – Espectáculo Orquestra Nova Guitarras (Palco da Praça da Independência)
22h00 – Noite de Marchas Populares (Polidesportivo)
22h00 – Grande Corrida de Toiros
22h30 – Projecto Bug (Pátio Caramelo)
23h00 – Dialecto Apresenta Aromas (Palco da Praça da Independência)
00h00 – Baile Popular com Actual Band (Polidesportivo)
00h00 – Sardinhada (Polidesportivo)
00h00 – DJ Cascão (Pátio Caramelo)
01h00 – Largada de Toiros (Junto à Repsol)
01h30 – DJ Kid Mxml (Pátio Caramelo)

12 de Junho – Domingo

07h30 – Troféu Caramelo de Pesca Desportiva em Alto Mar
08h00 – Alvorada
09h00 – Arruada pelos Gaiteiros do Círio da Carregueira (ruas da vila)
08h30 – Demonstração de Spinning (Junto a Estação antiga da CP)
09h00 – Maratona BTT Caramela Festas Populares Pinhal Novo
09h00 – Demostração de Body Vive (Junto à Estação antiga da CP)
09h00 – Manha Infantil de Ginástica (Polidesportivo)
09h30 – Grande Festa de Atletismo e Caminhada de Pinhal Novo
Corra pela vida
10h00 – Torneio da Malhinha de Borracha (Jardim J.M. Santos)
11h30 – Missa na Igreja de Pinhal Novo em Honra de São José
15h00 – Torneio Natação Festas Populares (Piscina Municipal)
17h00 – Procissão em Honra de São José
18h00 – Largada de Toiros (Junto à Repsol)
19h00 – “O Palhaço Verde, um amigo para recordar” (Stand COI)
20h00 – Festas Com Livros, Feira do Livro (Biblioteca)
20h30 – Alex Edu (Pátio Caramelo)
21h00 – Festival de Folclore (Coreto)
21h00 – Fado Vadio (palco Gastronomia)
21h00 – Maracas – Instrumento Musical
(Stand Centro Social e Paroquial)
22h30 – Alex Ralhas (Pátio Caramelo)
23h30 – DJ Alex Xr (Pátio Caramelo)
23h00 – Os Deolinda (Palco da Praça da Independência)
00h00 – Largada de Toiros (Junto à Repsol)
00h30 – Espectáculo Piro Áqua (Praça da Independência)


Paulo Jorge Oliveira 
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Música

Shivers de fora das Festas de Pinhal Novo




É a notícia do momento: Os Shivers não foram convidados para tocar na 15ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo. A banda de Pinhal Novo, criada em 2001, desde sempre participou no maior evento cultural da sua terra. Quase sempre relegados para o palco do Pátio Caramelo, onde estão concentradas as bandas jovens.
Este ano porém, a Associação de Festas decidiu por não convidar a única banda de Pinhal Novo que o país conhece. Desde logo, na rede social Facebook o tema tem sido comentado tanto pela banda, tanto pelas centenas de fãs que querem “os Shivers a tocar nas Festas de Pinhal Novo”. [http://www.facebook.com/home.php?sk=group_181864885196831] quer na própria pagina oficial da Associação de Festas no Facebook.
Num lado e no outro, a contestação à decisão da Associação é forte. Do lado da banda há um “sentimento de tristeza” por não poderem tocar este ano na vila que promovem em todos os concertos que dão.


De fora em nome da diversidade

Em entrevista ao Novo Impacto, Igor Azougado, vocalista da banda pinhalnovense, disse “que não existe nada que nos dê mais prazer do que tocar nas festas da nossa terra. Lançámos um CD em Outubro de 2010 e nas Festas do Pinhal Novo em 2010 enchemos o Pátio Caramelo. Penso que são mais do que motivos para termos um oportunidade no palco principal das festas”.
A actuação no principal Palco das festas chegou mesmo a ser comentada entre o presidente da Associação de Festas [Luís Fernandes] e a própria banda. Segundo palavras de Igor Azougado, a conversa aconteceu com “muita antecedência”, mas a Associação “demorou meses a dar-nos uma resposta e decidiram que não queriam este ano os Shivers nas Festas do Pinhal Novo”.
E de facto assim vai ser. O Novo Impacto tentou ouvir a Associação [que nunca respondeu às nossas perguntas]. Ainda assim, numa mensagem colocada na página do Facebook das Festas, fonte da associação refere que a ausência da banda foi tomada em “prol da diversidade nas festas”. Ainda segunda a mesma fonte, “poderão constatar que nenhum dos artistas que marcaram presença no ano passado se vão repetir este ano, talvez para o próximo”.
Diz ainda fonte da Associação que “ é perfeitamente compreensível a indignação a propósito dos Shivers não marcarem presença nas festas do Pinhal Novo como é habitual, sem dúvida uma banda que divulga o nome da nossa terra. Em todo o caso foi assim decidido”.
Para Igor Azougado é bom que “haja diversidade nas festas pois isso inova a vontade da população de visitar as mesmas”. Contudo, “isso não significa que não se possa repetir artistas, querem um exemplo: O Quim Barreiros toca todos os anos em todas as Queimas das Fitas, vêm os alunos a queixarem-se!? Não me parece. Deve manter-se traços característicos da região tanto a nível musical como noutras áreas de culturais e de entretenimento. Com isto não estou a dizer que os Shivers devem tocar todos os anos, mas no ano após uma banda do Pinhal Novo lançar um CD a nível nacional (uma coisa que muito poucos fizeram!) e é ignorada porque querem diversidade!? Acho que merecíamos melhor...os Shivers e todos os músicos do Pinhal Novo”.


Falta diálogo à Associação de Festas



Num ano de intenso trabalho de promoção do Rock Popular Caramelo, em concertos por este Portugal a fora, de programas de televisão, de um programa de sucesso na Radio Popular FM, entre outros projectos que reúnem e cativam centenas de jovens do concelho de Palmela. Era por isso, expectável que as luzes do palco principal das Festas Populares de Pinhal Novo iluminassem e coroassem um ano de glória da banda de Pinhal Novo. “Até podiam estar três pessoas a ver o concerto no Palco Principal mas os Shivers iam dar tudo em palco para fazer um bom espectáculo”, garante o vocalista da banda.
“Até podíamos abrir o concerto de algum artista contratado para o palco principal, como aconteceu em 2006 no espectáculo de Quim Barreiros, na Escola Superior de Comunicação Social em Lisboa. As pessoas devem é procurar soluções”, argumenta o músico.
Igor Azougado critica ainda o facto da ausência de diálogo entre a Associação de Festas e os jovens de Pinhal Novo. “Não existem qualquer interacção. A comissão de Festas devia saber o que os pinhalnovenses querem nas suas festas, miúdos e graúdos, ai sim tendo em conta o que o nosso povo quer e que artistas quer. Não existem comissões ou organizações perfeitas mas devem todas tentar melhorar, é a mensagem que deixo: deixem-se de amizades e interesses e ouçam as pessoas”.


“A Associação de Festas devia reflectir quanto a este assunto”


Novas bandas e dj’s vão ter “oportunidade de tocar pela primeira vez à procura do mesmo que os nossos Shivers já têm nome”, refere a Associação de Festas. Algo que não convence os jovens com quem o Novo Impacto falou.
Sofia de Brito, de Pinhal Novo, considera que a Associação não se esforça muito para interagir com os jovens da freguesia. “A interacção da Associação parece-me insuficiente e um sinal dessa distância, na minha modesta opinião, é a falta de promoção de bandas que cativem os jovens às festas. Deve atribuir-se mais participação jovem, pois estes são o futuro das festas”, contou ao Novo Impacto.
Sobre a ausência dos Shivers do cartaz deste ano, a jovem de 23 anos considera que “a Associação de Festas devia reflectir quanto a este assunto. É natural que os artistas de top atraiam mais visitantes, mas foi no berço caramelo que nasceram e está a crescer o percurso de Shivers. Estes dois rapazes não exigem um palco principal. Para eles, um espaço ao ar livre é suficiente. Desconheço quais os fundamentos para tal exclusão, mas devia ser alvo de reflexão e dar notoriedade à gente da terra”. E diz mais Sofia de Brito. “Independentemente dos critérios de selecção e escolha, a Associação de Festas não apresenta uma atitude consciente. Sem a sopa caramela, o povo caramelo erradica-se”.


“Festa do Pinhal Novo não é festa quando não se grita EPAH!”

Ana Gomez, também de Pinhal Novo, tem a mesma opinião. “O facto da Associação de Festas ter deixado os Shivers de fora é algo incompreensível. Pois as festas da terra deviam homenagear as pessoas que tanto valor dão ao local onde vivemos. Tanto que, a Associação citou que as festas eram para nós e o nosso agrado”.
A onda de “revolta” estende-se a Sofia Vieira, de 17 anos. “A Associação de Festas tem o direito, enquanto organizadora, de colocar no cartaz quem quiser, mas com esse direito vem a responsabilidade de ouvir a população e de respeitar essa voz. De que vai valer o seu trabalho se nós não apreciarmos o seu resultado? Não é por falta de local ou tempo que os Shivers não estão no cartaz, a festa faz-se em qualquer lado e a qualquer hora. E considero triste toda esta polémica sobre uma coisa que poderia ser evitada e cuja solução é bastante simples, que acaba até por assombrar um pouco o espirito das festas do Pinhal Novo”. Até porque “Festa do Pinhal Novo não é festa quando não se grita EPAH!”, conclui a jovem de Pinhal Novo.
Estando ou não no cartaz, fazendo ou não um concerto à margem das Festas [solução já colocada de lado pela banda] e de muitas mensagens de apoio, os Shivers prometem não desistir de nos dar música! E os fãs da banda sabem disso. “Ao longo do vosso percurso, sempre conquistaram os vossos triunfos. Continuam a marcar todos os que vos ouvem e assistem às vossas actuações. As festas realizam-se uma vez por ano e os Shivers não têm periodicidade. Rock Popular Caramelo tem direitos de autor, pertence aos Shivers”, diz Sofia de Brito.


As perguntas que a Associação não respondeu

Segundo a Associação de Festas, novos dj’s e bandas vão ter “oportunidade de tocar pela primeira vez”. Nomes como El Gagzé - Balkan Fusion, Electro Swing, Gypsy Punk, DA R.I.O.T. Productions, Projecto Bug e Orlando Santos, já tem presença marcada no Pátio Caramelo. No principal Palco fala-se – ainda sem confirmação – de Jorge Fernando ou Emanuel, Quim Barreiros, Dialecto e Deolinda.
Destas bandas e projectos fica-se por saber, entre outras coisas, que contactos tem tido a Associação de Festas, por exemplo, com os jovens e associações de jovens de Pinhal Novo? Que programação podemos encontrar este ano para os mais jovens? E quantas destas bandas e DJ´s são de Pinhal Novo ou do concelho de Palmela? Qual tem sido o critério de escolha das bandas para este Palco principal? Para estas perguntas, os homens e as mulheres que compõem a Associação de Festas Populares de Pinhal Novo não quiserem responder.


Projecto Shivers chegou à 10 anos

A banda de “Rock Popular Caramelo” pinhalnovense surgiu no início do ano 2001, através de um projecto de dois amigos de infância que sempre sonharam ter uma banda. Desde daí nunca mais pararam de arrancar gargalhadas e provocar “moshes” através do “Rock Popular Caramelo”. Um concerto aqui, uma brincadeira ali, mais ou menos amendoins, coiratos com (ou sem) pêlo, mines pretas e coisas esquisitas na manteiga, os já “lendários”, Shivers chegaram ao maior canal de música nacional: a MTV. O vibrante “Epah” teve garantido no canal e tornaram-se referência.
Esta dupla louca do Pinhal Novo – com sentido de humor para lá de apurado – composta por Igor Azougado (voz, guitarra e acordeão) e João Arroja (bateria, pandeireta e gaita), em Outubro do ano passado lançam o álbum “Rock Popular Caramelo” e levam, desta maneira, o nome de Pinhal Novo a todo o país. Os portugueses precisam de animação e é exactamente isso que Igor Azougado e João Arroja têm para “dar e vender”, ou antes, mais para dar do que para vender. É que dão todo o seu humor genuíno às melodias e vendem-no por um preço que não chega aos dez euros. Afinal, “fazemos música para divertir os outros”.


Paulo Jorge Oliveira 
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Cultura

Teatro 
SR. JOÃO apresenta

Este é o primeiro espectáculo do Sr. João e queremos saber em que anda ele a pensar. No seu baile de debutante traz como companheira de dança a sua avó para perceber como está a correr o negócio de família. Entre acepipes e slows, discute-se a lógica do mito, o poder do espectador e, como se a festa fosse a última esperança capaz de atear a vontade, procuramos no meio dos restos o herói. Activando-se a memória revolucionária de quem nunca fez uma revolução, construímos uma à nossa imagem e deixamos o resto para os outros. É um espectáculo de passe que já se vendeu, que já se rendeu ao capital e que agora precisa de amor. Como nas canções ligeiras portuguesas, tentamos convencer a amada a aceitar a pesada herança de uma vida pouco recomendável. E como diz a avó Maria, “menos paradas e mais cocktails molotov.”
Afinal,  porque o destino nos segue o rasto como um louco com uma navalha na mão – um espectáculo de passe.
Este projecto do Sr. João conta com os apoios do Palco Oriental, Teatro Praga. Garrido – Artes Gráficas e A.P.I.C.
Estrearemos no próximo dia 19 de Maio às 22h. As apresentações serão noPalco Oriental, situado no nº 78 da Calçada do Duque de Lafões - Beato - Lisboa, nos dias 19, 20, 21, 26, 27 e 28 de Maio, sempre às 22h.  
As reservas podem ser feitas através do número 913151100 para o seguinte e-mail; srjoaoac@gmail.com. Mais informações consultar, www.srjoao.wordpress.com

Ficha Artística:


Criação: Nuno Leão, Óscar Silva, Pedro Barreiro e Ricardo Marques

Interpretação: Óscar Silva, Pedro Barreiro, Ricardo Marques e Maria de Oliveira

Sonoplastia: espinalMedula

Figurinista: Silvana Ivaldi

Desenho de  luz e operação: Bruno Santos


Alguma dúvida contactem-me para o número: 913022834 

ASS:

Óscar Silva
p'lo SR. JOÃO
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Cultura

Cinema - Sugestão da  semana

Águas Mil – um retrato magoado de Portugal 



A ditadura em Portugal semeou segredos durante 40 anos na família de Pedro (Gonçalo Waddington). Mas quando surgiu a liberdade, a 25 de abril de 1974, a sua vida não ficou facilitada. Pedro é, em 2008, um jovem adulto ainda à procura de respostas. Quando criança, o seu pai desapareceu misteriosamente para sempre, ao que tudo indica às mãos da extrema-esquerda. Foi criado por uma mãe que preferiu enterrar a realidade e as dúvidas foram crescendo ao longo da sua infância. Agora, com a ajuda da avó, decide partir em busca de respostas.
Em Águas Mil  faz uma viagem entre Portugal e Espanha, onde vai descobrindo aos poucos a sua história familiar que se cruza com a história política do país.
Nesta aventura conhece pessoas e locais que preferiam permanecer esquecidos até que chega ao momento do desaparecimento do seu pai, há mais de 20 anos, que não desvenda, sem correr ele próprio um grande perigo...
Águas Mil é a segunda longa-metragem assinada por Ivo Ferreira. O filme já rolou no Festival Internacional de Cinema Independente - IndieLisboa, e teve estreia mundial no Festival de Cinema de Roterdão, na Holanda.

Um filme histórico

Fascinado pelas pessoas que "dedicaram a sua vida a criar um mundo melhor" no período da revolução em Portugal - em pequeno conheceu algumas - e intrigado pela "ressaca que sucedeu ao 25 de Abril", Ivo Ferreira criou uma história em torno de um mistério de família: o filho que vai em busca do pai desaparecido. 
"Essa fatia da história foi eclipsada. A Revolução dos Cravos foi uma grande festa que deu uma grande ressaca, e eu queria saber o que se construiu depois disso", explicou o realizador de 33 anos, à Agencia Lusa. 

Decidiu contar a história no presente e que o personagem principal, Pedro, fosse gradualmente desenterrando a história do pai, ao mesmo tempo a do seu país, numa busca da sua própria identidade. Ivo Ferreira admira, confessa,  aquela época de ideais revolucionários de esquerda, de uma luta contra "um inimigo bem claro" - a ditadura, a censura - em torno de um sonho comum. 
Confessa  que, apesar de não aderir pessoalmente a qualquer partido, este filme "é político" e mostra um posição muito pessoal: "É pena que exista hoje um divórcio total entre a sociedade civil e a sociedade política". 
Hoje, diz Ivo Perreira, “não lutamos o suficiente. O inimigo é mais interior. Trabalhamos para uma felicidade-de-trazer-por-casa, descartável, que não se percebe bem, em vez de se trabalhar para a felicidade da comunidade", sustentou o também realizador de "Em Volta" (2002) e "O Homem de Bicicleta" (1997). 

Um  certo olhar magoado

A nova longa-metragem de Ivo Ferreira é um olhar, com "alguma mágoa, mas também com grande ternura", para a geração que fez a revolução de Abril. 
Mágoa, porque "eles queriam fazer mais, e eu exigia que eles tivessem feito mais" em Portugal no pós-revolução. Ternura, porque "foi importante para a transição do marasmo, da ditadura para a democracia. Eles (os que fizeram a mudança, e que hoje têm entre 50 a 60 anos) continuam a ser importantes e não quero que se vão embora". 
Produzido pela Filmes do Tejo, "Águas Mil" foi filmado em Lisboa, Alentejo e sul de Espanha, e tem Gonçalo Waddington no papel principal. O elenco envolve ainda Lídia Franco, Cândido Ferreira (pai de Ivo Ferreira), Joana Seixas, Hugo Tourita, Adelaide João e Juan Jesus Valverde. 
Um filme português a não perder numa sala perto de si. Uma sugestão, Novo Impacto.

TÍTULO: Águas Mil
ESTREIA EM: 2011-05-12


Trailer Águas Mil 



















Paulo Jorge Oliveira
 

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Desporto

Natação adaptada
Simone Fragoso conquista mais 2 medalhas




Já é quase como um peixe na água. Simone Fragoso, atleta de Palmela, nada desde os seis anos. Em 2006, tornou-se atleta de competição e desde então tem somado vitórias e medalhas. Os bons resultados valeram-lhe a ida aos jogos paralímpicos de Pequim e quer voltar aos jogos em Londres já no ano que vem. Tem trabalhado para isso, mas não só… Simone não sabe viver de outra maneira.
Na capital alemã, no Meeting de Natação Adaptada de Berlim, a atleta do Benfica voltou a brilhar. A pressagiar bons resultados no próximo Campeonato Europeu de Natação Adaptada, em Julho do corrente ano, também nesta cidade alemã, a atleta palmelense conquistou duas medalhas. Uma prata e outra de bronze; e ainda estabeleceu um novo recorde nacional e pessoal nas provas de 50 m livres e 200 m livres, respectivamente. Brilhou nesta última prova onde retirou 10 segundos ao seu recorde pessoal. Com a Simone é assim: com a piscina não se brinca!
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