Dá um Gosto ao ADN

Novo quartel da GNR gera polémica na Moita

Câmara acusa PSD de só se lembrar da GNR a dois meses das eleições 

O Governo informou, no início deste mês, os deputados do PSD do Distrito de Setúbal de que o Plano de Investimento em Instalações da GNR 2015-2017, prevê a construção de um novo posto territorial da Moita. O início da obra, segundo foi avançado, está previsto para 2016 e a conclusão para o ano seguinte. Em resposta a um documento enviado pelos social-democratas, o Ministério da Administração Interna confirmou que o projeto do novo posto seja desenvolvido ainda em 2015, com o lançamento do concurso, adjudicação e consignação da empreitada previstos para 2016, e a reinstalação do posto territorial da Moita nas novas instalações em 2017. No entanto a Câmara da Moita estranha esta divulgação. "Não podemos deixar de estranhar que o assunto esteja a merecer, só agora, tanta atenção por parte do deputado do PSD, quando estamos a dois meses das eleições legislativas, no entanto, as informações do próprio Ministério da Administração Interna indicam que será difícil resolver a situação antes do dia 4 de Outubro", diz a autarquia liderada por Rui Garcia.
Posto da GNR da Moita está ultrapassado 

No seguimento das várias declarações e notícias que têm vindo a público sobre a construção do novo Posto da GNR na Moita, a Câmara da Moita esclarece que "a construção de um novo Posto Territorial da GNR tem sido uma reivindicação do município, que solicitou a sua contemplação no Orçamento de Estado/PIDDAC ao longo de vários anos, tendo, no final de 2008, aprovado uma proposta em reunião de câmara que propunha que fosse incluída em Orçamento de Estado, a construção de um novo posto da GNR na freguesia da Moita, referindo já nessa data a existência de um terreno disponibilizado pelo Município para o efeito".
Rui Garcia, presidente da Câmara da Moita, lembra ainda que "o Ministério da Administração Interna adquiriu, em 2009, o antigo quartel dos Bombeiros Voluntários da Moita com o objectivo de instalar o Posto Territorial da GNR, o que nunca veio a acontecer. Desde a sua aquisição, que as antigas instalações dos Bombeiros se encontram abandonadas, sendo objecto de actos de vandalismo, ocupação indevida, e apresentando sinais evidentes de degradação, factos para os quais temos alertado sucessivamente o Ministério da Administração Interna".
Por sua vez, o Posto Territorial da GNR na Moita tem funcionado, tal como a PSP na Baixa da Banheira, "em edifícios municipais cedidos sem qualquer contrapartida para o Município e que, designadamente na Moita, não oferecem as condições necessárias ao bom desempenho das forças de segurança", explica a autarquia. 
No início deste mandato, a Câmara da Moita "solicitou uma reunião urgente com o Secretário de Estado Adjunto da Ministra da Administração Interna, reunião essa que só se concretizou ao fim de 13 meses, e na qual voltámos a disponibilizar um terreno municipal para a construção de raiz do novo Posto Territorial da GNR", diz a autarquia ao ADN.
"Nas últimas semanas tem sido mantido o contacto permanente entre a Câmara Municipal e o Ministério da Administração Interna, para resolver o problema das instalações da GNR, bem como do antigo quartel dos Bombeiros. Não podemos deixar de estranhar que o assunto esteja a merecer, só agora, tanta atenção por parte do deputado do PSD, quando estamos a dois meses das eleições legislativas, no entanto, as informações do próprio Ministério da Administração Interna indicam que será difícil resolver a situação antes do dia 4 de Outubro", conclui a nota da Câmara da Moita.

PSD diz que obra avança em 2016 
No entanto, os social-democratas garantem que o Ministério da Administração Interna confirmou que o projeto do novo posto seja desenvolvido ainda em 2015, com o lançamento do concurso, adjudicação e consignação da empreitada previstos para 2016, e a reinstalação do posto territorial da Moita nas novas instalações em 2017.O Ministério da Administração Interna explica ainda que no passado a Direção Geral de Equipamentos e Infraestruturas deste ministério promoveu a elaboração de um projeto para a reabilitação e adaptação do antigo quartel dos Bombeiros Voluntários da Moita, sendo este um património do estado adquirido pelo anterior Governo.
O ministério da tutela acrescenta que no início do corrente ano, o município da Moita apresentou uma proposta de permuta das referidas instalações, com um terreno do município, tendo apresentado para o efeito vários terrenos onde poderá ser construído o novo posto territorial. Esta solução tem a aprovação da GNR, em virtude de permitir a edificação de um novo quartel, estruturalmente e funcionalmente melhor, adequado às necessidades desta força policial e para um nível de investimento semelhante.
Para Bruno Vitorino, esta é uma decisão que vem resolver uma situação que se arrasta “há muitos anos”, e que permitirá dar as condições necessárias aos militares.
O deputado do PSD considera que esta é uma “boa solução”, lamentando no entanto que a proposta da Câmara “já devia ter sido apresentada há mais tempo, o que teria permitido que este processo já estivesse mais avançado”.

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Feira de Agosto na vila de Torrão arranca esta noite

Vila do concelho de Alcácer do Sal em festa até domingo 

Espetáculos musicais, exposições, artesanato e dança vão animar a edição deste ano da Feira de Agosto, na vila do Torrão, no concelho de Alcácer do Sal, entre esta sexta-feira e domingo. A feira, organizada pela Junta de Freguesia do Torrão com o apoio da Câmara de Alcácer do Sal, vai decorrer no Parque de Feiras da vila, situado junto à Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso. Segundo a Câmara de Alcácer do Sal, a feira deste ano tem várias novidades, como insufláveis gratuitos para as crianças, fogo-de-artifício no último dia e a iluminação da Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso, no âmbito do trabalho de valorização do património da vila. Do programa de espetáculos musicais da feira, destacam-se as atuações dos recém-criados Grupo de Sevilhanas da Sociedade 1.º de Janeiro Torranense e Grupo Coral do Torrão.

Feira de Agosto, no Torrão, começa esta sexta feira com novidades

A Feira de Agosto, diz a Junta de Freguesia do Torrão, pretende ser uma mostra do "que de melhor existe na vila, destacando-se os bons equipamentos e o património histórico”, explica o presidente daquela junta e responsável pela feira. Virgílio Silva adianta que nesta edição “a Igreja Matriz, que foi pintada, e a Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso vão estar iluminadas, o que vai dar um outro brilho ao evento". 
O autarca considera que o ponto alto do evento vai ser no sábado, com a “atuação dos grupos musicais”, destacando-se os “dois grupos emblemáticos do Cante Alentejano do Torrão”, em que algumas “músicas e poemas são feitos por gente da terra”. 
A organização da Feira de Agosto revela que este ano, vai haver transportes gratuitos das aldeias circundantes para a feira e vai haver um stand institucional, onde vão ser projetadas “as várias atividades que foram realizadas, ao longo do ano, na vila”, de modo a “realçar o que de melhor a freguesia tem para oferecer e a fazer com que as pessoas tenham vontade de voltar”, destaca o presidente da Junta e responsável pela festa da terra. Virgílio Silva refere que para além do stand institucional as pessoas podem encontrar stands com “várias instituições da freguesia”, bem como “tasquinhas, música, dança e divertimentos para crianças, como insufláveis gratuitos e carrinhos de choque”.
Neste fim de semana "ninguém pode ficar em casa" e deve estar nesta Feira de Agosto que arranca no último dia de Julho  porque é “a maior festa do Torrão” e porque é “uma forma de unir as famílias e as pessoas que costumam visitar a feira”, como é o caso dos  “emigrantes” que por esta altura regressam à terra do coração. 
O autarca espera que passem pela feira, durante os três dias, “milhares de pessoas”, tendo para tal “colocado ao longo do recinto da feira vários bancos e cadeiras”, o que vai permitir com que as “pessoas fiquem mais confortáveis”, podendo assistir às várias atividades sentadas e descansar quando sentirem necessidade. Virgílio Silva, também com o objetivo de atrair um maior número de visitantes, tem apostado na “divulgação do certame nos meios de comunicação social, nas redes sociais” e na “distribuição de folhetos e de cartazes" pelas localidades mais próximas.  
Esta feira que tem este ano como tema “Torrão dos meus amores”, tema este que foi retirado de uma música de Cante Alentejano evocativa do Torrão, é financiada pela Câmara de Alcácer do Sal e pela Junta de Freguesia do Torrão, sendo a organização da responsabilidade de junta de freguesia.

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BE apresentou candidatos pelo distrito de Setúbal

“Uma ideia louca, de construir um futuro no qual os cidadãos não paguem pela dívida”

O Bloco de Esquerda apresentou, em Setúbal, nove dos 22 candidatos pelo distrito de Setúbal às próximas legislativas. Joana Mortágua, numero um da lista, foi recebida com muitos aplausos pelos simpatizantes e militantes do Bloco de Esquerda. Na sua intervenção, a jovem bloquista começou por afirmar que apresentar a lista de candidatos “não é tarefa fácil”, pois “não se trata de um grupo de pessoas em busca de popularidade ou a arriscar a sua sorte nas urnas”. Esta é uma candidatura às eleições de 4 de Outubro que tem logo a abrir uma proposta original: “temos uma ideia louca, de construir um futuro no qual os cidadãos não paguem pela dívida”, partilhou Joana Mortágua. Uma das novidades na lista foi a inclusão de Júlia Pereira num lugar elegível. Trata-se uma transexual portuguesa e conhecida ativista na Europa na área dos direitos das minorias sexuais, que já milita há vários anos entre bloquistas.
Bloco de Esquerda apresentou candidatos por Setúbal 

Para a líder bloquista no distrito, “há qualquer coisa de extraordinário nesta lista que eu tenho a honra de encabeçar. Há algo que nos une: chama-se projeto de solidariedade”, salientou a candidata, sublinhando que o BE tem um projeto,“uma ideia louca, de construir um futuro no qual os cidadãos não paguem pela dívida”. Ao longo do discurso, Joana Mortágua apontou o dedo às governações, nos últimos anos, dos governos do Partido Socialista e da coligação que suporta o atual governo: PSD/CDS-PP.
 “Até hoje a democracia tem sido feita numa falsa escolha entre o PS e o PSD. As privatizações são uma escolha da falsa democracia”, diz Joana Mortágua. 
Lembrando que “PSD mete um outdoor nas ruas a dizer ‘O rumo certo’, quando nós sabemos que o rumo deles é destruir o país, e PS opta por um outdoor onde se lê ‘Por mais emprego’, quando o seu programa defende a liberalização dos despedimentos”, Joana Mortágua defendeu que é preciso travar este carrossel gigante contínuo de PS e PSD “que é sempre feito contra nós e contra os nossos direitos”.
“À senhora Merkel qualquer um deles [Passos Coelho ou António Costa] serve para governar esta colónia em que ela quer transformar este país”, assinalou, destacando que “nós não estamos condenados a escolher entre quem quer vender o que é de todos por um bocadinho mais e quem quer vender o que é de todos por um bocadinho menos”.
Para o Bloco de Esquerda é preciso lutar pela verdadeira democracia: “o país não está à venda. Nós lutamos para que o trabalho crie progresso e não pobreza. Neste projeto há lugar a direitos e a uma vida melhor”.
 Para além do projeto, a número um da lista do Bloco por Setúbal destacou ainda a atividade de “duas importantes figuras bloquistas, reconhecidas neste distrito”, Fernando Rosas e Mariana Aiveca, a única deputada eleita por Setúbal nas últimas eleições. 

"É preciso desmontar a mediocridade do voto útil" 
Fernando Rosas, mandatário da campanha, afirmou ser um “grande prazer” regressar a Setúbal, distrito que, enquanto deputado, representou em duas legislaturas. “Foi a mais honrosa tarefa pública que tive nesta vida”. “Desde 2005, que o BE tem elegido deputados por todo o distrito. Este é um distrito que luta pelos direitos dos trabalhadores e ao qual a sociedade deve grande parte das suas conquistas politicas e sociais”, disse o antigo deputado.
Para Fernando Rosas, esta lista carrega uma “herança pesada e uma grande responsabilidade”, mas o distrito “não poderia estar melhor entregue”. “Esta é uma lista que junta a voz da experiência, a voz do movimento operário, a voz dos vereadores eleitos pelo povo, que junta os artistas e os professores. Esta é uma lista encabeçada por duas jovens ativistas que vão representar a marca do BE na Assembleia da República”.
O mandatário da campanha reconhece que esta não vai ser uma campanha eleitoral fácil, mas realça que é “preciso desmontar a mediocridade do voto útil. Esta deve ser a nossa arma”. O momento de apresentação da lista de candidatos por Setúbal contou ainda com a presença da porta-voz do partido, Catarina Martins, que fez um balanço “negro” do trabalho do Governo nos últimos quatro anos, com o aumento das taxas de emigração, de desemprego e da dívida pública. “Quem não quer mudar nada já desistiu de Portugal. É preciso agir e agora!”, concluiu a coordenadora do BE. 

Júlia pode tornar-se a primeira deputada transexual em Portugal
Júlia Pereira quer entrar no Parlamento e ser deputada 
Nas últimas eleições legislativas o BE só conseguiu eleger um deputado. Uma marca que os bloquistas desejam "ultrapassar" e ganhar mais uma voz no distrito. E uma dessas vozes pode muito bem ser Júlia Pereira, o primeiro transexual a correr à casa da democracia portuguesa. Júlia Pereira, número dois do Bloco de Esquerda em Setúbal, é licenciada em Estudos Portugueses e mestranda em Estudos Brasileiros. Militante desde 2010, em Sesimbra, defende os ideais do seu partido, especialmente na área da igualdade. É transexual. “Preconceitos e discriminação são a minha história de vida”, confessa a bloquista ao Diário de Notícias, assumindo que não tem medo de enfrentar atitudes preconceituosas no Parlamento.
Aos 25 anos, Júlia Pereira pode tornar-se a primeira deputada transexual em Portugal. Defende a alteração da definição de transexualidade como uma patologia mental e o reconhecimento da discriminação de transexuais na Constituição, além de uma legislação mais forte no seu combate.
O mercado de trabalho, diz Júlia Pereira, “é das áreas mais estigmatizantes”. “Há uma taxa de desemprego elevadíssima nos trans. A maioria destas pessoas não consegue. Muitas delas vêm falar connosco e dizem: ‘quero fazer a transição mas não vou fazer porque vou perder o emprego’”, conclui a candidata a deputada nas próximas eleições.  

Lista dos candidatos do BE por Setúbal 
1. Joana Mortágua - Almada
2. Júlia Pereira - Sesimbra
3. Luís Cordeiro - Seixal (independente)
4. Fernando Sequeira - Moita
5. Raquel Rodrigues Santos - Barreiro
6. Álvaro Arranja - Setúbal
7. Joaquim Raminhos - Moita
8. Sandra Cunha - Sesimbra
9. Carlos Oliveira - Palmela
10. Inês Bom - Almada
11. Ricardo Caçoila - Montijo
12. Jaime Pinho - Setúbal
13. Rosa Maria Silva - Santo André (independente)
14. Joaquim Piló - Seixal
15. Vitália Ribeiro - Barreiro
16. Fernando Pinho - Setúbal
17. Aldina Soares - Palmela


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Ermidas do Sado comemora centenário a 1 de Agosto

Os cem anos da localidade festejados com dois dias de festa 

Hoje e amanhã marcam as comemorações oficiais dos 100 anos de Ermidas-Sado, no concelho de Santiago do Cacém, no Largo 1.º de Maio, estando previstos dois dias intensos, carregados de emoção e bons momentos. Destaque, no dia 1 de Agosto, às 11h30, para a homenagem ao lavrador Manuel Joaquim Pereira, com a inauguração de um busto no Largo da Estação. O presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, já confirmou a presença naquele que será o momento mais solene dos dois dias de festa. No programa, salta à vista Mikkel Solnado, um dos nomes mais badalados dos últimos tempos na música portuguesa, que sobe ao palco no sábado às 23h30. 
Comemorações do centenário da localidade terminam a 1 de Agosto 

Segundo a organização, há um grande destaque também para os grupos locais e regionais, bem como para alguns convidados que abrilhantarão a festa, que contará ainda com atividades para as crianças, stands, lançamento de livro, apresentação de um documentário com a história da freguesia em evidência, inauguração da exposição “Cem anos de Ermidas-Sado” e muitos outros momentos que tornarão estas comemorações especiais não só para todos os ermidenses, como também para os muitos visitantes que são esperados em Ermidas-Sado nestes dois dias. O último de Julho e o primeiro de Agosto.
Relembre-se que a sede do Vitória Futebol Clube Ermidense recebeu, no dia 27 de Junho, a Sessão Solene Evocativa do Centenário de Ermidas-Sado, uma organização da Junta de Freguesia local e do Grémio Ermidense Primeiro de Agosto, com o apoio da Câmara de Santiago do Cacém, que são as mesmas entidades responsáveis pelas comemorações deste fim de semana.
Nessa Sessão Solene, a Junta de Freguesia de Ermidas-Sado, pelas mãos do atual Presidente Carlos Parreira, distinguiu a Câmara Municipal e todos os ex-presidentes da Junta desde a implementação do Poder Local Democrático. Juntamente com o Grémio Ermidense Primeiro de Agosto, foram ainda distinguidas todas as instituições e coletividades da freguesia que estão no ativo, tendo sido ainda agraciadas as empresas CP e Sociedade Industrial Alentejo e Sado, em torno das quais a freguesia se viria a desenvolver nos seus primórdios.
Álvaro Beijinha, presidente da Câmara de Santiago do Cacém, testemunhou “uma ocasião de enorme simbolismo, importância e também de emoção para muitos que, ao longo dos anos, têm acompanhado a vida de Ermidas-Sado, das suas gentes, das suas instituições e das suas coletividades”, destacando o “decisivo e inestimável contributo de todos os ermidenses neste percurso centenário”.

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Setúbal com "festa" na Baixa e na Alameda das Palmeiras

Verão na Baixa e Pink Party aquecem último dia de Julho e o primeiro de Agosto 

O “Verão na Baixa”, programa promovido pela Câmara Municipal de Setúbal, volta a ocupar a Praça de Bocage, no próximo dia 1 de Agosto, às 21h30, com muita animação, desta vez com uma aula de kizomba. Com a intenção de proporcionar uma noite diferente a quem passa pelo centro da cidade, o professor Chindo, da escola Enclave, ensina os principais passos de dança para quem gosta destes ritmos angolanos. Hoje à noite há música, gastronomia, um desfile infantil e uma peça de teatro garantem animação na “Pink Party”. A iniciativa de promoção do convívio na Alameda das Palmeiras, arranca esta tarde às 18 horas e será dinamizada até às 22 horas, é aberta à participação de todos e conta com bancas de “comes e bebes”.
População afere cada vez mais às iniciativas culturais da cidade  

A iniciativa o “Verão na Baixa”, grátis e aberta a todos. Este programa cultural decorre até 19 de Setembro, todos os sábados, com diferentes animações culturais e de lazer, nos largos da Baixa de Setúbal.
O ”Verão na Baixa”, programa a que "o comércio local também se associa, com muitas lojas a alargarem os horários de funcionamento nos dias em que se realizam eventos à noite, tem como objetivo primordial promover e dinamizar aquela zona da cidade", diz a autarquia sadina.
No dia 8 de Agosto, sábado, no Largo da Ribeira Velha, está prevista uma “Noite de Setúbal”, onde se pode ouvir música típica da cidade.

Jovens animam alameda
Música, gastronomia, um desfile infantil e uma peça de teatro garantem animação na “Pink Party”, festa a realizar no dia 31 à noite, na Alameda das Palmeiras.
A “Pink Party”, com início às 18 horas, é dinamizada no âmbito do programa municipal “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, com organização dos jovens moradores da Alameda das Palmeiras e apoio da Câmara Municipal de Setúbal.
A animação musical é um dos pontos fortes da iniciativa, com a presença de artistas e grupos do bairro. O evento conta com um desfile de moda infantil e de uma peça de teatro, o “Jardim das Flores”, desenvolvida por crianças do bairro.
A iniciativa de promoção do convívio na Alameda das Palmeiras, dinamizada até às 22 horas, é aberta à participação de todos e conta com bancas de “comes e bebes”.
Esta iniciativa é mais um dos exemplos do espírito de participação ativa que caracteriza o “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, programa que incide numa área que engloba os bairros de habitação social da Bela Vista, Alameda das Palmeiras, Forte da Bela Vista, Manteigadas e Quinta de Santo António.

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Alcochete quer classificar as suas praias em 2016

Câmara quer praias fluviais de Alcochete como zonas balneares

A Câmara de Alcochete quer classificar as praias dos Moinhos e do Samouco como zonas balneares e está a realizar análises nesse sentido à qualidade das águas do Tejo, disse  à Lusa o vereador do Ambiente, Jorge Giro. A autarquia estabeleceu uma parceria com o Centro de Saúde de Alcochete e com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo para a realização de análises à qualidade da água nas praias. "A monitorização da qualidade da água tem uma periodicidade quinzenal com base nas amostras recolhidas entre os meses de Junho e Setembro, no período da praia-mar", diz a Câmara de Alcochete. A praia dos Moinhos em Alcochete e a praia de Samouco são um destino aprazível e registam elevada afluência de visitantes, particularmente nos meses estivais, destacando-se também a prática de desportos de vento como o kitesurf, e noutra vertente, a prática do paddle surf.

Câmara quer garantir qualidade da águas das praias do concelho 

"O concelho tem o sistema de recolha de águas residuais todo fechado, por isso todos os esgotos são encaminhados para a ETAR, que devolve as águas já tratadas, em média, a 98 por cento para o rio Tejo, o que é importante para a recuperação de toda esta bacia", disse o vereador Jorge Giro.
O autarca explicou que a evolução da qualidade das águas nas praias fluviais dos Moinhos, em Alcochete, e do Samouco, têm sido acompanhadas e que os resultados são muito positivos.
"Temos milhares de veraneantes que procuram as praias em Alcochete e, por uma questão de segurança, temos analisado as águas nos últimos anos, mas em laboratórios não credenciados. Com esta parceira vamos fazer análises regulares e o que podemos dizer é que os resultados apontam que a água é própria para banhos e tem uma excelente qualidade", salientou o responsável pelo ambiente em Alcochete.
Jorge Giro referiu ainda que o objetivo é conseguir classificar, através da Agência Portuguesa do Ambiente, as praias como zonas balneares em 2016.
"Esperamos que os resultados permitam a classificação já em 2016, caso contrário será em 2017. É necessário um histórico de resultados positivos e acreditamos que vão ser obtidos", espolinhou o vereador.
A autarquia reabilitou também a frente ribeirinha, obra concluída em 2014, e tem como objetivo apostar no turismo.
"Precisamos de turistas e já temos o projeto, que deve arrancar em Setembro, de demolição das antigas secas do bacalhau para construir um aparthotel. A garantia que as águas são próprias para banhos seria a cereja no topo do bolo", contou o autarca.  
Jorge Giro disse ainda que a existência de ostras no rio Tejo e o regresso de algumas espécies de peixes e bivalves é "a prova que as águas do rio Tejo têm qualidade".

Parceria para "vigiar" a qualidade das praias 
A praia dos Moinhos em Alcochete e a praia de Samouco são um destino aprazível e registam elevada afluência de visitantes, particularmente nos meses estivais, destacando-se também a prática de desportos de vento como o kitesurf, e noutra vertente, a prática do paddle surf.
Nesse sentido e procurando proporcionar as melhores condições nas praias do Concelho, com vista à identificação como praias balneares, a Câmara de Alcochete "estabeleceu uma parceria com o Centro de Saúde de Alcochete e com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), para o apuramento da qualidade da água para banhos", explica a autarquia.
Com esta parceria tripartida "inicia-se o processo conducente à identificação das praias do concelho como balneares, que exige a existência de histórico de monitorização da qualidade da água", diz a autarquia. Assim, a recolha das amostras de águas está a cargo do Centro de Saúde de Alcochete e a análise das mesmas é da responsabilidade o ARSLVT, assegurando a autarquia o transporte das amostras para o laboratório.
"A monitorização da qualidade da água tem uma periodicidade quinzenal com base nas amostras recolhidas entre os meses de Junho e Setembro, no período da praia-mar", conclui a nota da Câmara de Alcochete.
Clique aqui para aceder aos resultados das análises efetuadas às águas das praias de Alcochete e Samouco


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Mercado à Mesa foi sucesso em Santiago do Cacém

Tasquinhas em pleno mercado municipal atraíram milhares de pessoas 

O dia 26 de Julho marcou o encerramento da 2.ª edição das Tasquinhas – Mercado à Mesa, que durante um mês possibilitou, em pleno Mercado Municipal de Santiago do Cacém, um roteiro gastronómico singular pelos sabores locais e regionais. A iniciativa voltou a redundar num “grande sucesso”, assegura Nuno Santos, responsável pela organização. Durante os dias da iniciativa, o Mercado Municipal de Santiago do Cacém tornou-se num espaço de diversão, com um ambiente ideal para jantar, petiscar e degustar vários pratos típicos. As Tasquinhas – Mercado à Mesa prometem regressar em 2016 e continuar a estimular a economia local, que saiu uma vez mais reforçada. 
Mercado de Santiago do Cacém  recebeu Tasquinhas à mesa 

"Quero agradecer o apoio que a autarquia nos deu, bem como a Junta de Freguesia e as outras entidades envolvidas no certame. Todos nós estamos de parabéns, pois conseguimos, mais uma vez, fazer um evento que teve grande sucesso”. Nuno Santos sublinha que “a opinião das pessoas, em termos gerais, é de que se trata de um evento que marca a diferença. Santiago merecia ter um acontecimento como este, que proporciona o convívio e o envolvimento de uma série de agentes económicos da nossa região, que estão a fazer aquilo que melhor sabem fazer”.
As novidades e as apostas para esta segunda edição acabaram por se revelar acertadas, sempre com as iguarias locais em evidência. “Os nossos valores são acima de tudo os gastronómicos. Este ano apostámos acima de tudo em ter mais variedade, melhor apresentação dos produtos e abranger um bocadinho mais a nossa montra gastronómica. E foi conseguido!” Nuno Santos faz um agradecimento “a todos os comerciantes que este ano inovaram um bocadinho”, tendo respondido afirmativamente ao desafio da organização.
Sobre as potencialidades gastronómicas da região, a organização destaca a qualidade diferenciadora dos produtos. “Nós conseguimos encontrar muitos produtos pelo país, mas como os nossos não, são diferentes. Temos aqui mariscos, em que somos privilegiados devido à nossa costa; temos o nosso peixe; as carnes de porco alentejano e todos os seus derivados, como os enchidos; e temos os queijos. Foi dado o benefício aos produtos locais”, diz Nuno Santos.
A agenda cultural paralela também teve um impacto positivo na população e foi o complemento ideal para a componente gastronómica. Nos dias 25 e 26 de Julho, a Associação de Artesãos organizou uma Feira de Artesanato e a animação esteve a cargo das Marchas de Ermidas-Sado e do Grupo de Música Tradicional de Portel – “Estrelas do Sul”, respetivamente. 
Também neste ponto, Nuno Santos realça “a variedade, como o cante alentejano, as marchas populares, ou o baile de São Pedro”. Todos estes “condimentos” fizeram com que o registo de entradas diárias no Mercado Municipal fosse “muito interessante”.
As Tasquinhas – Mercado à Mesa é uma ideia original de Nuno Santos e realizou-se em colaboração com a Câmara  de Santiago do Cacém; a União das Freguesias de Santiago do Cacém, Santa Cruz e São Bartolomeu da Serra; o Crédito Agrícola – Costa Azul; a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo; o IEFP; a ADL e a Associação de Artesãos de Santiago do Cacém.

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Vendas de Azeitão festeja São Simão este fim de semana

Fim de semana de festa grande em Vendas de Azeitão 

As tradicionais Festas de São Simão começam dia 31 de Julho, ao início da noite, em Vendas de Azeitão, com programa repleto de música e muita animação. À semelhança dos anos anteriores, o Parque da Cooperativa em Vendas de Azeitão é o local escolhido para receber os três dias de festa, uma iniciativa da Junta de Freguesia de Azeitão com o apoio da Câmara de Setúbal. Além da presença dos stands gastronómicos e de artesanato, os visitantes têm a possibilidade de assistir a diversos espetáculos musicais.
Tradicionais festas de São Simão começam esta sexta-feira 

A abertura oficial das festas, no dia 31 de Julho, sexta-feira, está marcada para as 20h30, com um pequeno desfile promovido pela Banda da Sociedade Filarmónica Providência, que sobe posteriormente ao palco para um espetáculo que acontece às 21h30.
Jorge Nice é o artista convidado para encerrar a primeira noite, com um concerto a partir da meia-noite.
No dia 1 de Agosto, sábado, o Centro Cultural e Desportivo de Brejos de Azeitão apresenta, às 20h30, um espetáculo de danças de salão, seguido por mais um momento artístico, desta vez com uma atuação de Hip Hop pelo Grupo Musical e Desportivo União e Progresso, às 21 horas.
Uma hora depois, está programada uma atuação dos Astros, e à meia-noite, no encerramento do segundo dia das Festas de S. Simão, está agendado um baile animado por André Patrão.
O cartaz do último dia das festas, 2 de Agosto, começa com uma missa campal, no Parque da Cooperativa em Vendas de Azeitão, às 19 horas. O grupo setubalense, 2Jah.Brothers, atua às 20h30, seguindo-se, às 21h30, um tributo à música dos anos oitenta com a Banda Oitentamente.
A encerrar a edição de 2015, a organização reservou para as 23h30 um baile com Pasadinhas.

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Grândola dedica semana gastronómica ao tomate

17 restaurantes do concelho com pratos dedicados ao tomate alentejano 

Até 9 de Agosto, o município de Grândola recebe a segunda edição das “Semanas Gastronómicas”, que conta com a participação de 17 restaurantes. E a que é que sabe a vila?! A tomate, concerteza. Esta iniciativa de promoção gastronómica tem como objetivo dar a conhecer e a saborear os produtos mais característicos da Dieta Mediterrânica considerada pela UNESCO Património Imaterial da Humanidade e que se distingue pela presença regular das sopas, cozidos e guisados, pão, frutos e produtos hortícolas, frutos secos, utilização de ervas aromáticas como condimento e consumo de azeite como principal gordura.
Sopa de tomate é um dos pratos típicos da região 

De 1 a 9 de Agosto nos restaurantes participantes poderá saborear uma grande diversidade de pratos confecionados com tomate. As sugestões passam pelas tradicionais “Sopas de Tomate”, a tão apreciada “Caldeirada de Peixe” ou a “Tomatada” aos pratos da cozinha moderna como a “Salada de caranguejo e guacamole e tomate cherry da nossa horta” ou “Tomates recheados com risotto de cogumelos e camarão” e o “Gelado de Tomate abaunilhado com coulis de tomate”.
As “Semanas Gastronómicas” decorrem até ao final do ano, na primeira semana de cada mês incluindo dois fins-de-semana, e apresentam uma ementa preparada com um ou vários produtos da época.Esta iniciativa de promoção gastronómica tem como objetivo dar a conhecer e a saborear os produtos mais característicos da Dieta Mediterrânica considerada pela UNESCO Património Imaterial da Humanidade e que se distingue pela presença regular das sopas, cozidos e guisados, pão, frutos e produtos hortícolas, frutos secos, utilização de ervas aromáticas como condimento e consumo de azeite como principal gordura.
Por todo o Alentejo abunda esta diversidade de produtos absolutamente única, a que acrescentamos o porco, a caça e o borrego. O Concelho de Grândola apresenta uma vasta oferta de riquezas gastronómicas do interior e também do litoral, possuindo uma faixa costeira e zona estuarina onde ainda abundam algumas espécies.
De acordo com o município, as “Semanas Gastronómicas” decorrem até ao final do ano, na primeira semana de cada mês incluindo dois fins-de-semana, e apresentam uma ementa preparada com um ou vários produtos da época, dando, desta forma, a conhecer e a saborear os produtos mais característicos de cada mês.
Consulte aqui a  Listagem dos Restaurantes participantes e sua localização e Ementas:
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Empresa quer construir elevador na Ponte 25 de Abril

Levar turistas a subir a ponte, ver as vistas e contar a historia 

Já imaginou subir a Ponte 25 de Abril, entre a capital e Almada, e ver as vistas? Ora, dentro de um ano tal pode acontecer na realidade. O ano 2016 pode ser aquele em que se vai poder subir de elevador na Ponte 25 de Abril, em Lisboa. "O que está a ser estudado pelas Infra-Estruturas de Portugal é um elevador que chegue aos 70 metros de altura a partir da base do pilar de Alcântara, aquele que tem gravado o nome da ponte e que neste momento está parcialmente coberto com uma publicidade", escreve o jornal Público na edição desta manhã.  A empresa está à procura de parceiros para o projecto, inclusive para o investimento. Há muitos contactos feitos mas do projecto pouco se sabe, por agora. A ideia em estudo é monumentalizar a ponte, uma das imagens mais icónicas de Lisboa e de Almada. Um elevador ao nível do tabuleiro dos carros com vista para Belém e um pólo expositivo no solo para contar a história de uma ponte que foi construída à quase meio século. 
Empresa estuda possibilidade de construir um elevador na Ponte 

Conta o jornal Público, que ouviu uma fonte ligada ao processo, que o objectivo é “criar um pólo de atracção turística e cultural, em que o elevador seria apenas uma das vertentes”. Mas a exploração do pólo e do elevador não se adequa ao perfil das Infra-Estruturas de Portugal, cuja actividade está centrada na gestão das infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias, por isso seriam necessários parceiros capazes de desenvolver e gerir este novo equipamento, numa colaboração entre várias entidades.
De acordo com aquele  jornal, o novo pólo da ponte pode ocupar parte do terreno livre à volta do pilar de Alcântara, um espaço generoso cujo acesso, actualmente vedado, se faz pela Avenida da Índia, ao lado do Hotel Vila da Galé Ópera. O núcleo contaria a história deste monumento inaugurado em 1966, a partir do lado de Almada, pelo Presidente da República, almirante Américo Tomás, o presidente do conselho, António de Oliveira Salazar, e pelo cardeal Cerejeira, patriarca de Lisboa. Nessa altura chamava-se Ponte Salazar, em homenagem ao líder da ditadura do Estado Novo, nome alterado para o actual depois da revolução de Abril.
O desejo, aliás, é que a inauguração do pólo e do elevador seja uma espécie de Parabéns a você quando passarem 50 anos sobre a inauguração da ponte, a 6 de Agosto de 2016.
Os jornalistas do Público viram uma fotografia manipularam e escrevem que o elevador, que poderá subir até à altura do tabuleiro rodoviário, “ocuparia necessariamente um espaço reduzido”. A hipótese mais provável é que seja implantado do lado de Belém, tentando “esbater ao máximo a sua existência na estrutura”. Desse lado, se tudo correr conforme o previsto, ficará umas poucas dezenas de metros acima do Padrão dos Descobrimentos, que sobe até aos 56 metros. Já na outra margem, em Almada,  partindo de uma cota mais alta, está o Cristo-Rei, cujo elevador chega aos 82 metros de altura.

Ponte 25 de Abril pode ser monumento nacional 
Em Março deste ano, a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) abriu o processo de classificação da Ponte 25 de Abril, cujo comprimento total ultrapassa os 3200 metros e tem uma altura máxima de 190,5 metros com as duas torres. No processo agora a ser analisado pela DGPC, a ponte é considerada uma das “obras de engenharia civil mais marcantes de Lisboa e, certamente, de Portugal”.
Quanto à classificação da própria ponte, nada está ainda decidido, garante a assessora de comunicação da DGPC, Maria Resende. O procedimento está na segunda fase, que corresponde ao “estudo, análise e reflexão para fundamentar uma tomada de decisão relativamente à graduação e categoria de classificação”, (é nesta fase que os técnicos decidem, por exemplo, se deverá ser considerada monumento nacional).
Esta foi a primeira ponte a ligar as duas margens do rio Tejo junto a Lisboa, resultado de vários projectos que foram surgindo ao longo dos séculos XIX e XX. O Sistema de Informação para o Património Arquitectónico (SIPA) diz que, na altura em que foi construída, era a segunda maior ponte suspensa do mundo, sendo várias as “afinidades” com a Golden Gate de São Francisco, inaugurada em 1937. Tem a mesma arquitectura e a mesma cor.
No registo do SIPA relativo à cronologia são varíadíssimos os projectos antes da adjudicação em 1962 e vê-se como a ideia de unir as duas margens do Tejo na zona de Lisboa ocupou, durante mais de um século, a imaginação de muita gente. 

As várias ideias para pontes sobre o Tejo 
A primeira ideia recua até 1876, ano em que Alexander Bell pantenteou o telefone e nasceu em Portugal a Caixa Geral de Depósitos. É da autoria do engenheiro Miguel Pais, que com uma ponte semelhante à de Viana do Castelo quer ligar a zona do Grilo (Beato) à do Montijo. Doze anos depois, um engenheiro americano, chamado Lye, propõe desenhar uma ponte entre Almada e a Rua do Tesouro Velho, actual Rua António Maria Cardoso, na zona do Chiado, fazendo provavelmente uma linha em direcção ao Cais do Sodré. 
Em 1889, o traçado proposto por dois engenheiros franceses é mais fácil de imaginar, tendo em vista a cidade actual, e faz-se entre a Rocha Conde de Óbidos e Almada, através de uma ponte de arcadas. Várias décadas depois, em 1951, o engenheiro espanhol Peña Boeuf propõe a construção de uma ponte suspensa entre Almada e o Alto de Santa Catarina.

Finalmente a 25 de Abril construída seis meses antes do previsto 
Elevador seria construído no lado de Lisboa 
Mas só em 1959 será criado o Gabinete da Ponte sobre o Tejo e lançado um concurso internacional. O contrato para a execução da obra foi assinado com a United States Steel Corporation em 1961. A ponte começou a ser construída no ano seguinte e foi terminada seis meses antes do previsto no início do mês de Agosto.
Ainda não é certo que o elevador esteja pronto em Agosto de 2016, a tempo do aniversário. Muita coisa está em aberto e o decisivo agora é encontrar parceiros. Quanto ao ponto de chegada do elevador, uma varanda ao nível do tabuleiro rodoviário, é provável que não cheguem a caber dez pessoas. Tudo tem de ficar bem “escondido para não causar distracções” nos condutores e não causar, claro está, acidentes estúpidos.

Agência de Notícias
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Setúbal inova com criação de táxi marítimo no Sado

É para a península de Tróia, por favor


Observação de golfinhos, passeios e deslocações para as praias de Tróia e da Arrábida constituem o novo serviço turístico da "aquaTAXI", que alguns setubalenses já encaram como alternativa aos ferries e catamarãs que fazem a travessia do Sado. Embora o custo da deslocação entre Setúbal e Tróia na "aquaTAXI" - 4,90 euros por pessoa - seja superior aos 3,25 euros cobrados pela Atlantic Ferries, concessionária do serviço público de transporte de passageiros entre as duas margens do Sado, este novo serviço marítimo, mais flexível, permite a deslocação direta para uma praia ou outros locais, de acordo com a vontade expressa pelo cliente. O novo serviço está disponível em toda a zona do estuário do Sado, desde Alcácer do Sal até Sesimbra. 
Táxi marítimo leva visitantes às praias de Tróia e da Arrábida 

"É uma experiência muito agradável. Penso que é um serviço que vai ter muita procura, porque satisfaz, com muita eficiência e rapidez, uma necessidade que as pessoas vão ter. Vai proporcionar lazer e também vai satisfazer outras necessidades, a nível de trabalho", disse Marcelo Chagas à Lusa pouco depois de uma viagem entre Setúbal e a ilha de Tróia.
A Câmara de Setúbal também está satisfeita com o aparecimento de "mais um produto turístico", salientando o facto de se tratar de um "um serviço diferente, com maior mobilidade e que está a agradar às pessoas".
"As pessoas podem ir a vários sítios. Não têm de ir só a Tróia, também podem ir à Arrábida e a outros pontos. E os preços também nos parecem agradáveis", disse à agência Lusa o responsável pela Divisão de Turismo do município setubalense, José Fernando, que espera, dentro de pouco tempo, "poder fazer marcações para este novo serviço no posto de turismo" da cidade.
Segundo o diretor comercial da "aquaTAXI", Fernando Coré, a empresa LF Consult,  propriedade de um setubalense, decidiu avançar com o projeto, na sequência de uma conversa de empresários ligados ao setor náutico.
"A ideia surgiu da constatação de que era necessário um serviço deste género, que proporcionasse acesso fácil a alguns locais de grande beleza da região, que são praticamente inacessíveis, a não ser por via marítima", disse aquele responsável.
Apesar de evidenciar algum otimismo sobre o futuro do novo negócio, que, por enquanto, tem apenas uma embarcação ao serviço, Fernando Coré reconhece que ainda é cedo para avaliar o êxito do projeto, uma vez que "há muitos custos associados, que são incontornáveis".
Investimento de 60 mil euros 
De acordo com o o diretor comercial da nova empresa, "lançámos uma ideia que está à frente daquilo que poderá ser um serviço público futuro, porque ainda não há 'taxipoints' criados. Tudo é iniciativa nossa. Temos de pagar a marinas, numa e noutra margem [do Sado], para podermos ter um local de acostagem onde embarcar e recolher os passageiros em segurança, o que para nós é fundamental", disse Fernando Coré.
"Sentimos que era o momento de investir neste negócio - o investimento inicial foi de cerca de 60 mil euros -, atendendo ao reconhecimento de Portugal, e particularmente de Lisboa, como um bom destino turístico. Face à nossa proximidade de Lisboa, avançámos, sem estudos de mercado, mas seguindo o nosso instinto de que poderemos estar perante uma boa oportunidade de negócio", acrescentou Fernando Coré.
O novo serviço está disponível em toda a zona do estuário do Sado, desde Alcácer do Sal até Sesimbra, com preços que podem ir desde os 4,90 euros, para uma simples deslocação rápida entre Setúbal e Tróia, ou os 56 euros, para uma viagem entre a Comporta e Sesimbra.

Agência de Notícias




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Fim do Eos deixa 200 pessoas sem trabalho em Palmela

200 pessoas ficam sem trabalho no parque industrial da Autoeuropa 

Nove anos e 230 mil unidades depois chega ao fim a produção do Volkswagen Eos.  A marca alemã já deixou de produzir o modelo que era feito em exclusivo na fábrica da Autoeuropa, em Palmela e, com ele, chegam também ao fim 200 postos de trabalho. A Webasto é a empresa mais afetada, já com um processo de despedimento coletivo em curso e estando prestes a encerrar. A empresa que produzia o teto de abrir e toda a capota para o modelo Eos, do qual dependia em exclusivo, tem já em curso o despedimento coletivo de quase uma centena de trabalhadores, na maioria efetivos, tal como já tinha sido anunciado em Abril. O fim da linha deste modelo implica ainda o despedimento de 100 trabalhadores temporários que podem voltar quando for anunciada a vinda de outro modelo. Além disto, a turbulência financeira do mercado chinês está a gerar preocupações. A Autoeuropa é a empresa portuguesa que mais exporta para a China e já está a ter quebras de vendas naquele mercado.
Fim da produção do Eos aconteceu a 13 de Julho 

A linha de produção do Volkswagen Eos deixou de funcionar a 13 de JulhoFonte da coordenadora das Comissões de Trabalhadores do parque industrial da Autoeuropa explicou que os dispensados são sobretudo funcionários alocados à produção do EOS, temporários ou contratados a prazo noutras empresas do parque que produziam peças para este modelo.  
Das 200 pessoas a dispensar, quase metade trabalham na Webasto, uma empresa que produzia o teto de abrir do EOS, e que agora vai encerrar, ficando apenas com uma representação comercial em Portugal.
João Galvão, que coordenava a comissão de trabalhadores da Webasto, refere que, neste momento, toda a parte da produção já cessou e continuam apenas a exercer funções “os trabalhadores da administração e recursos humanos, para resolver as questões pendentes”, relacionadas com o despedimento coletivo. “O edifício está à venda e é para encerrar”, informa.
No caso da Autoeuropa, fonte oficial da empresa salienta que “a descontinuação do Eos não vai ter impacto negativo nos postos de trabalho da Volkswagen Autoeuropa”, já que “os colaboradores alocados especificamente às operações do Eos serão distribuídos por outros pontos da linha de produção, de modo a fazer face ao aumento de produção da segunda geração de MPV’s, Sharan e SEAT Alhambra, e do novo Scirocco, lançado em 2014”.
No entanto, António Chora,  coordenador da comissão de trabalhadores da Autoeuropa, adiante que, no caso dos trabalhadores temporários da fábrica, “vão embora no dia 30 de Julho". A empresa garante que a produção também não será afetada, mas sem o Eos e com o modelo Scirocco abaixo das expectativas, a unidade do fabricante alemão depende praticamente dos monovolumes Sharan e Seat Alhambra e precisa ainda mais de um novo modelo, já há muito prometido, mas que tarda em chegar. António Chora prevê que a produção da fábrica seja reduzida de 500 para 460 viaturas por dia. 
Daniel Bernardino, coordenador da comissão de trabalhadores da Faurecia , acrescenta que "a Faurecia, a Benteler, a Vanpro ou a SMP são outras empresas que também se viram forçadas a reduzir postos de trabalho com o fim do Eos".  Nestes casos, a maioria dos trabalhadores despedidos eram “contratados e temporários”, diz o responsável pelos trabalhadores.

Crise chinesa assusta gigante de Palmela 
Mas há outras "nuvens escuras" que assombram o dia-a-dia da fabrica de Palmela: a crise na China. Se a turbulência financeira na bolsa chinesa resvalar para uma desaceleração económica do gigante asiático, a Autoeuropa será a empresa portuguesa com maior risco nos negócios com Pequim. A fábrica do grupo Volkswagen é o maior exportador do país para aquele mercado e nos primeiros meses do ano já registou quebras nas encomendas.
O início do ano no mercado chinês já não correu tão bem como no passado à Autoeuropa. O mercado estava a ganhar preponderância nas exportações da unidade de Palmela - era quase tão importante como a Alemanha - mas as vendas para o país asiático sofreram uma quebra de 13,5 por cento no primeiro semestre. A unidade de Palmela enviou menos 1800 carros do que nos primeiros seis meses de 2014.

Agência de Notícias
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Improve e Politécnico de Setúbal cooperam

"Queremos ajudar as ideias de hoje a serem empresas amanhã" 

A Improve, empresa de serviços de inovação, acaba de fechar uma parceria com o Instituto Politécnico de Setúbal, alargando assim a sua capacidade de resposta e oferta às necessidades do mercado. Com o objetivo de promover e apoiar o empreendedorismo junto da comunidade empreendedora de Setúbal, apoiando em particular as ideias de negócio e as startups incubadas na “IPStartUp”. Desta forma as partes envolvidas comprometem-se a colaborar entre si, tendo em vista a promoção do empreendedorismo na região de Setúbal, explica a Improve em comunicado enviado ao ADN.
Improve e IPS cooperam no empreendedorismo junto da comunidade

Para Renato Póvoas, Managing Partner da Improve: “este é mais um passo que damos para alargar o raio de alcance dos nossos serviços, desta feita junto de um tecido empresarial que começa a dar os primeiros passos”, acrescentando que, “queremos ajudar as startups de hoje a serem empresas amanhã. Ajudar a encontrar financiamento, mas com o objetivo último de que este financiamento lhes proporcione volume de negócios no futuro”.
De acordo com o coordenador da Unidade de Apoio à Inovação, I&D e Empreendedorismo do Instituto Politécnico de Setúbal, Filipe Cardoso, “a aposta no empreendedorismo qualificado é de extrema importância para gerar valor para a sociedade. Neste momento a IPStartUp já conta com cinco ideias de negócio em apoio permanente, todas elas com prémios obtidos no concurso Poliempreende e contamos com a parceria com a Guess What/Improve para elevar o apoio que é prestado na fase inicial das ideias de negócio”, conclui Filipe Cardoso.
A Improve é uma empresa de ideias e inovação. Soluciona problemas que transformam negócios, produtos ou serviços e os fazem crescer. Faz acontecer. "A inovação é a 'password' que ativa este crescimento. A identificação de oportunidades, desenvolvimento de soluções com rigor, design e implementação de lucrativos produtos e serviços são o nosso dia-a-dia", explica a empresa ao ADN.

Agência de Notícias
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Setúbal e Tróia estão em festa a partir de hoje

Sado recebe uma das festas mais bonitas da cidade 

Um círio fluvial no Sado, com o desfile de centena e meia de barcos engalanados, é o ponto alto das Festas de Nossa Senhora do Rosário de Tróia, que se realizam entre esta quarta-feira, 29 de Julho e 3 de Agosto. As festividades, promovidas por uma comissão organizadora em parceria com diversas entidades, entre elas as autarquia de Setúbal, começam com um tríduo em honra de Nossa Senhora do Rosário de Troia, na Igreja de S. Sebastião, em Setúbal, nos dias 29, 30 e 31 de Julho, pelas 21h30.
Festas reúnem dezenas de barcos tradicionais do Sado 


No dia 1 de Agosto, às 15 horas, celebra-se uma missa na Igreja de S. Sebastião, em homenagem aos marítimos falecidos. Uma hora depois, há uma procissão em honra de Nossa Senhora do Rosário de Troia, para transporte da imagem da igreja para o cais, acompanhada da Banda da Sociedade Musical Capricho Setubalense e da Banda Musical Charanga de Sarilhos Grandes.
Perto de mil pessoas devem seguir para Troia, onde, às 21h30, decorre uma procissão de velas ao longo da praia. A festa dos marítimos da zona nascente da cidade, como o Bairro das Fontainhas, prossegue pela noite dentro, com um baile animado por João Carlos.
A iniciativa, que conta com diversos apoios institucionais, nomeadamente, das juntas de freguesia de São Sebastião e do Sado e da União das Freguesias de Setúbal, conta no dia 2, às 10h30, com nova missa, seguida de procissão pela praia acompanhada pela Banda Musical Charanga de Sarilhos Grandes.
Às 16 horas, estão previstos divertimentos na praia e, uma hora depois, inicia-se o tradicional concurso de barcos engalanados. Um baile com André Patrão, às 22 horas, antecede um espetáculo pirotécnico a realizar à meia-noite.
No último dia, a 3 de Agosto, os festejos começam com uma missa de homenagem aos marítimos falecidos e seus familiares, às 10 horas, a que se seguem, uma hora depois, divertimentos na praia e, às 11h30, a entrega de prémios dos barcos engalanados.
Os participantes regressam em círio fluvial por volta das 17h30, num dos momentos mais emocionantes das festas em honra de Nossa Senhora do Rosário de Tróia, com milhares de pessoas na frente ribeirinha da cidade a receber o cortejo que transporta a imagem de regresso à Igreja de São Sebastião.

Agência de Notícias
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Cabaz do Peixe já arrancou no concelho de Sesimbra

Um Cabaz de Peixe a preços familiares entregues em Sesimbra e Quinta do Conde 

Promover a pesca artesanal e as espécies menos valorizadas e fazer chegar ao consumidor peixe fresco a um preço mais acessível são as principais vantagens do Cabaz do Peixe, um projeto-piloto promovido pela Associação de Armadores de Pesca Local e Artesanal do Centro e Sul, que pretende testar a comercialização de proximidade entre o pescador/produtor e o consumidor. A entrega dos cabazes é feita semanalmente, às sextas-feiras, das 17 às 19 horas, na Moagem de Sampaio, em Sesimbra, e às quintas-feiras, das 17h30 às 19 horas, na Junta de Freguesia da Quinta do Conde.
Iniciativa arrancou em meados deste mês no concelho de Sesimbra

 Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, e mais particularmente, o Porto de Sesimbra, participaram no lançamento do “Cabaz do Peixe”, que decorreu em Sesimbra, uma iniciativa da Associação dos Armadores da Pesca Artesanal e Local do Centro e Sul.
A apresentação contou com as presenças, entre outros, do Secretário de Estado do Mar e de um grupo de entidades que concorreram de forma diversa para a sua conceção e realização, com destaque para o Presidente da Câmara de Sesimbra e para o Presidente do Conselho de Administração da DocaPesca.
"Trata-se de um produto bastante interessante, com um conjunto de vantagens quer para o consumidor, quer para a Associação dos Armadores da Pesca Artesanal e Local do Centro e Sul", diz a organização. "Para o consumidor, pela facilidade de compra, pelo acesso a variedades desconhecidas e por melhores preços pela diminuição da cadeia de comercialização. Para a Associação, pelo aumento da receita provocado devido ao aumento da procura e pelo escoamento de espécies de pescado, até aqui, com difícil comercialização", refere os responsáveis pelo Cabaz do Peixe, por terras de Sesimbra.  
O cabaz varia entre os 2,5kg, peso bruto do Cabaz Leve, que inclui duas ou mais espécies pelo valor de 13 euros, e os 4kg, peso bruto do Cabaz Família, que inclui três ou mais espécies pelo valor de 20 euros.
Entre as espécies disponíveis, o cliente pode indicar três que não pretende receber. O peixe é entregue amanhado.
Os interessados em participar neste projeto-piloto podem inscrever-se em www.cabazdopeixe.pt ou pelo telefone 21 228 05 86.
O Cabaz do Peixe tem como parceiros a Câmara Municipal de Sesimbra e a DocaPesca e o apoio e colaboração da Mútua dos Pescadores, da Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal e da Liga para a Proteção da Natureza.

Agência de Notícias
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