Dá um Gosto ao ADN

Lisboa quer aeroporto complementar no Montijo

De avião para o Montijo e de barco para Lisboa 

Manuel Salgado, vereador da Câmara de Lisboa, admitiu que está a ser estudada a hipótese de Portela+1. Ligação do Montijo a Lisboa seria depois efetuada por barco. Segundo anunciaram no mês passado responsáveis dos Aeroportos de Portugal, o aeroporto da capital apresentou resultados muito superiores aos esperados para 2014: cresceu 13,3 por cento, superando a barreira dos 18 milhões de passageiros. O contrato de concessão entre a empresa francesa, que detêm a ANA, e o Estado português, assinado em Dezembro de 2012, estipula que a empresa é obrigada a iniciar conversações com o Governo para decidir uma solução a adoptar para aumentar a capacidade aeroportuária na região de Lisboa, caso o tráfego atinja 22 milhões de passageiros. As estimativas iniciais indicavam que esse valor só seria atingido em 2025, mas estavam erradas. “Tudo indica que será em 2017”, diz fonte do sector, recordando que essa situação pode obrigar a ANA a ter de avançar para um aeroporto suplementar mais cedo do que previsto. O Montijo é a hipótese mais "viável" dizem os entendidos. 
Aumento de tráfico pode deslocar low-cost para o Montijo 

“O aeroporto da Portela está perto do seu limite e está a ser estudada a hipótese de Portela+1, que no caso é o Montijo”, disse Manuel Salgado durante o debate “Plataforma Multimodal do Barreiro/Terminal de Contentores – Visão e Futuro”, que decorreu no Barreiro. O autarca de Lisboa acrescentou ainda que está a ser ponderada que a ligação entre o Montijo e Lisboa possa ser depois efetuada por barco.
“Está em cima da mesa que, depois, a ligação entre o Montijo e Lisboa possa ser feita pela via fluvial”, defendeu.
O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, afirmou recentemente à agência Lusa ser precisa uma decisão em relação à localização, no concelho, de um novo aeroporto para companhias ‘low-cost’ para dinamizar o turismo.
“Já fomos contactados pela ANA para saber se eramos a favor a um aeroporto complementar a funcionar na base aérea nº 6 e dissemos que sim. Sabemos que estão a ser desenvolvidos alguns estudos no local para receber a infraestrutura, mas é preciso que seja tomada uma decisão”, afirmou o presidente.
O autarca do Montijo refere que um aeroporto complementar para as companhias ‘low-cost’ seria importante para o turismo e considera a atual base aérea nº 6 como a melhor opção.
"A Câmara do Montijo está empenhada em atrair investimento e emprego para a cidade e, ao mesmo tempo, em garantir um aeroporto orientado pelas melhores práticas ambientais conhecidas", indica a autarquia, que assinala como infra-estruturas mais relevantes um nova ligação viária à Ponte Vasco da Gama, a circular externa até ao Seixalinho e a construção da Avenida do Seixalinho com ciclovia, admite Nuno Canta.


ANA também prefere Montijo 
Há cerca de um mês, alguns peritos nomeados pela ANA estiveram na base militar do Montijo a analisar a torre de controlo, para estudar as questões de gestão de tráfego aéreo.
A visita foi acompanhada pelo comandante da Força Aérea responsável pela base, que teve ordens do Ministério das Finanças para disponibilizar todo o tipo de informação necessária. Já antes os especialistas da ANA tinham feito visitas ao local para avaliar o solo e as pistas.
Em cima da mesa estará a ideia de a infra-estrutura ocupar apenas metade dos 900 hectares totais da base. E, das duas pistas ali existentes, a Norte-Sul será a mais adequada. Tem o problema de ter a mesma orientação da pista da Portela, o que poderia dificultar o tráfego, mas, segundo fontes ligadas ao processo, a distância de 13 quilómetros entre elas é suficiente para garantir a segurança das operações.
Terá também de ser resolvida a questão ambiental. Poderá ser necessário solicitar à União Europeia uma licença especial para serem feitos voos comerciais no estuário do Tejo.
O presidente da gestora dos aeroportos nacionais também prefere o Montijo. "Não penso que um aeroporto em Alcochete seja a solução para as próximas décadas. Há soluções melhores. Por exemplo, o Montijo é uma alternativa altamente interessante para um país que não pode gastar mais dinheiro, mas não é só a opção mais barata. É também a mais eficaz para a cidade de Lisboa porque é a mais perto", disse o presidente da ANA, Jorge Ponce Leão.
Para o gestor, um aeroporto em Alcochete não permitiria manter a competitividade porque o sucesso de Lisboa está muito relacionado com a localização na Portela.
"Alguém paga 20 euros à Ryanair para depois pagar 40 euros para vir de Alcochete para Lisboa", comentou. o responsável pelos Aeroportos de Portugal. Ponce Leão disse contudo que o Montijo funcionaria como solução complementar à Portela, na lógica do Portela+1, mas lembrou também que as operações atuais podem ainda expandir-se para a zona de Figo Maduro, que ao contrário do que se pensa não é um aeroporto ao lado da Portela, mas apenas uma extensão que é usada pela Força Aérea.
"Desde a privatização que se fala nisso e desde sempre que existe essa hipótese [de usar Figo Maduro]. Quando for preciso a Força Aérea sai", recordou.
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Setúbal mostra produtos das regiões em Junho

O país inteiro no Largo José Afonso de 5 a 10 de Junho 

Uma mostra de produtos regionais de vários pontos do País está presente entre os dias 5 e 10 de Junho no Largo José Afonso, em Setúbal, iniciativa que inclui diversos espetáculos. A Mostra de Artesanato e Produtos Regionais, de entrada gratuita, leva até à zona central da cidade duas dezenas e meia de expositores de localidades como Fundão, Moncarapacho, Cuba, Vila do Conde, Silves, Leiria, Barcelos e Ponte de Lima. Da região estão presentes Setúbal, Azeitão, Quinta do Anjo, Sesimbra, Foros da Amora e Fernão Pó. O certame dispõe de artigos de artesanato diversificado, da bijutaria à decoração, passando pelas peles, rendas de bilros e peças de barro, e de produtos gastronómicos, como petiscos, vinhos, licores e doçaria.
Setúbal recebo mostra de produtos regionais 

A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Setúbal, funciona das 17 às 24 horas à segunda, terça e sexta-feira, e a partir das 10 horas ao fim de semana e no feriado de 10 de Junho, quarta-feira.
O público dispõe de diversos espetáculos, o primeiro a cargo da TASCA – Tuna Académica de Setúbal Cidade Amada, da Escola Superior de Ciências Empresariais, no dia 5, às 22 horas.
Segue-se uma atuação do Rancho Folclórico e Regional de Fernando Pó, no dia 6, às 16 horas. À noite, por volta das 22 horas, a jovem fadista Mariana sobe ao palco para apresentar os temas do primeiro álbum, “Voz do Mar”.
No dia 7, igualmente às 22 horas, é apresentado um espetáculo dos Toquivozes, da Sociedade Filarmónica Providência, enquanto a 8, à mesma hora, a noite está a cargo do cantor Toy.
A Orquestra Bohemia, da mesma filarmónica de Azeitão, atua no dia 9, às 22 horas, e a professora Vanessa Fonseca conduz um flashmob a 10, às 17h30.

Agência de Notícias
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Palmela e Lisboa juntas para requalificação de monumentos

Lisboa e Palmela candidatam-se a fundos para requalificar castelos

O município de Lisboa vai candidatar-se, juntamente com o de Palmela, a fundos comunitários para requalificar o Castelo de São Jorge e o Castelo de Palmela, anunciou ontem o vereador do Urbanismo da capital. Manuel Salgado, que falava na reunião camarária pública, indicou que a aprovação do Programa de Valorização Cultural e Territorial da Alcáçova de Lisboa irá "formalizar a candidatura conjunta com Palmela a fundos europeus" para ambos os municípios reabilitarem os seus castelos. A proposta para a criação deste programa foi aprovada com a abstenção do CDS-PP e votos favoráveis do PSD, PCP e maioria socialista na Câmara, que inclui também os Cidadãos por Lisboa. O Castelo de São Jorge está situado no seio da Alcáçova de Lisboa, um enclave de 6,5 hectares que inclui também o bairro do Castelo, no qual moram 355 moradores.
Castelo de Lisboa e Palmela com candidatura conjunta 

Na apresentação do programa, Manuel Salgado frisou que a intervenção neste monumento vem na sequência de projetos de planos que a Câmara de Lisboa "está a preparar a colina do Castelo, que têm em conta a importância do Castelo como polo mais visitado da cidade".
No ano passado, registaram-se um milhão 205 mil 755 visitantes, número que o vereador do Urbanismo espera que aumente 25 por cento este ano, também na sequência de novos acessos àquela zona.
No final de Janeiro, o município aprovou a realização de estudos para a instalação de um funicular, de escadas rolantes e de um elevador para facilitar os acessos à Graça, à Mouraria e à Sé, respetivamente, tanto para residentes como para visitantes, que vão ser tidos em conta neste programa de valorização.
Ontem, Manuel Salgado indicou que o município vai realizar sondagens para verificar a possibilidade de construção de um parque de estacionamento subterrâneo sob o campo de jogos da Verbena com 180 lugares, destinados essencialmente a moradores.
A Câmara vai ainda "ter reuniões com a Direção-Geral do Património Cultural para clarificar quais os condicionamentos existentes", adiantou.
"O turismo tem grande importância, mas é fundamental pensar nos residentes", sublinhou o autarca.
Questionado pelos vereadores António Prôa (PSD) e João Gonçalves Pereira (CDS-PP), sobre prazos e investimento neste programa, Manuel Salgado respondeu que "no último trimestre de ano" a Câmara terá todos os prazos escalonados.
Quanto aos valores, o autarca assinalou que os acessos ao Castelo vão custar seis milhões de euros, sendo que o funicular e as escadas rolantes estarão prontos "até ao final de julho" e o elevador da Sé "até ao final de 2015".
Já as intervenções no castelo, que incluem melhorias das infraestruturas e o incremento das valências e serviços, têm uma "primeira estimativa de 5,2 milhões de euros". O parque de estacionamento subterrâneo custará cerca de quatro milhões de euros.
Na reunião de hoje, foi ainda aprovada a atribuição de 1,6 milhões de euros para projetos em Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP).
Em declarações à agência Lusa no final da reunião, a vereadora do Desenvolvimento Local, Paula Marques, afirmou que este é um "programa que está consolidado na cidade" e que visa "estimular a participação, o pensamento crítico e o trabalho em comunidade".

Ritual Almenara aproxima castelos 
Em Palmela, a autarquia já anunciou um projeto municipal que envolve os dois municípios. Trata-se do Ritual Almenara, inserido na  Feira Medieval de Palmela em Setembro. No último dia de feira, [27 de Setembro] a organização avançará com a primeira edição do “Ritual Almenara”, que pretende recriar o episódio em que, durante o cerco de Lisboa pelos castelhanos, o Condestável D. Nuno Álvares Pereira - após a vitória na batalha dos Atoleiros (1384) - acendeu grandes fogueiras no Castelo de Palmela para alertar o Mestre de Avis, em Lisboa, de que a ajuda estava próxima. Pretende-se formalizar uma parceria com o município da capital, que permita a comunicação entre os dois castelos, num evento de grande impacto, visível nas duas margens do Tejo.
Entretanto, o projeto “Palmela Almenara” foi, já, alvo, de uma candidatura junto da Área Metropolitana de Lisboa, para integração no plano de ação que vai operacionalizar a estratégia integrada de desenvolvimento territorial, no âmbito das ações integradas de desenvolvimento urbano sustentável, previstas no acordo de parceria Portugal 2020.
"Intenção, sonho e objetivo político" foram as palavras utilizadas pelo presidente da Câmara para explicar, em traços gerais, as ideias que impulsionaram o avanço deste projeto ambicioso. Álvaro Amaro revelou que é objetivo do município "mobilizar ainda mais a população e estabelecer parcerias com os agentes locais – associações, grupos de teatro e artistas, comunidade educativa, restauração e hotelaria, entre outros - em torno deste propósito comum que é o desenvolvimento local, através da utilização dos recursos existentes para criar mais-valias".

Agência de Notícias

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Quinta do Anjo recebe Encontro de Folclore

Oito ranchos folclóricos atuam amanha na Sociedade de Instrução Musical

No dia 30 de Maio, sábado, às 16 horas, a Quinta do Anjo recebe o Encontro Concelhio de Folclore 2015. A iniciativa decorre junto à SIM - Sociedade de Instrução Musical, numa parceria entre a Câmara de Palmela, os ranchos folclóricos do concelho e a Popular FM, com o apoio da Junta de Freguesia de Quinta do Anjo e da SIM. Participam no encontro, os oito ranchos do concelho. Na reunião pública descentralizada, realizada no Poceirão, a Câmara Municipal de Palmela aprovou, por unanimidade, a atribuição de um apoio financeiro global de 5.600 euros aos ranchos folclóricos do concelho que mantêm atividade regular. 
Ranchos Folclóricos do concelho encontram-se na Quinta do Anjo

Participam, nesta celebração da cultura popular e da etnografia do nosso mundo rural, oito ranchos do concelho: o Rancho Folclórico “Os Fazendeiros” das Lagameças, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo “Os Académicos” da Agualva de Cima/Bairro Margaça, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo, o Rancho Folclórico de Poceirão, o Rancho da Sociedade de Recreio e Desporto da Lagoinha, o Rancho Folclórico Regional de Fernando Pó, o Rancho Folclórico Cultural Danças e Cantares da Região do Forninho e o Grupo Folclórico Danças e Cânticos de Olhos de Água.
Retomado no ano passado, "o Encontro Concelhio de Folclore é um momento privilegiado de partilha de experiências, convívio e promoção das tradições locais, contribuindo para uma maior visibilidade do riquíssimo património do território, na área do folclore", explica a autarquia de Palmela. 

Município atribui 5.600 euros em apoios as ranchos folclóricos
Na reunião pública descentralizada, realizada no Poceirão, a 20 de Maio, a Câmara Municipal de Palmela aprovou, por unanimidade, a atribuição de um apoio financeiro global de 5.600 euros aos ranchos folclóricos do concelho que mantêm atividade regular. 
Este apoio é enquadrado pelo Programa Municipal de Desenvolvimento da Dança e "pretende sublinhar o importante trabalho desenvolvido, no que respeita quer à preservação dos valores e tradições locais, do património, da pesquisa e recolha etnográfica, quer à componente de formação, através das escolas de folclore", diz a autarquia em comunicado enviado ao ADN.
O valor do apoio é distribuído equitativamente pelos ranchos, havendo lugar, no entanto, a uma majoração para aqueles que dinamizam, também, grupo infantil, assegurando a continuidade deste trabalho junto das gerações futuras.
"A atividade dos ranchos folclóricos contribui para a valorização e divulgação das raízes rurais do concelho de Palmela, projetando-o na região, mas também no país e no estrangeiro", conclui a autarquia.

Agência de Notícias

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Jovem de 19 anos morto a tiro em Almada

Desentendimentos levam homem a disparar sobre jovem 

Um jovem de 19 anos foi esta quarta-feira morto a tiro na localidade de Porto Brandão, freguesia da Caparica, Almada, com as autoridades a suspeitarem que um homem de 65 anos é o autor do crime, disse fonte da GNR. "Na sequência de uma desavença, o homem de 65 anos foi a casa buscar uma caçadeira e disparou contra o indivíduo de 19 anos. A vítima foi socorrida e abandonou o local ainda com vida, mas acabaria por morrer devido aos ferimentos", explicou a fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) à agência Lusa. Segundo a mesma fonte, a GNR recebeu o alerta cerca da uma da tarde de ontem e, quando chegou ao local, o suspeito "ainda tinha a arma consigo". Os militares controlaram e detiveram o sexagenário, o qual foi entregue pela GNR à Polícia Judiciária, responsável pela investigação. O motivo do crime terá sido a retenção de um cheque de 180 euros da Segurança Social [do valor do Rendimento Social de Inserção da vítima] que o homem de 65 anos recusava dar ao jovem. Em troca o homem queria uma mesa e uma cadeira velhas.   
Homem suspeito de matar jovem de 19 anos em Almada 

Uma mesa antiga, uma cadeira velha e a retenção de um vale da Segurança Social, no valor de 180 euros, podem ser sido o motivo do crime de ontem à tarde no concelho de Almada.
Uma acesa discussão entre António, de 19 anos, e seu senhorio, [já que o homem dava casa ao casal jovem em troca da limpeza de sua casa] de 65, deixava perceber que os ânimos estavam bastante exaltados ao início da tarde desta quarta-feira, à porta do sexagenário, na rua Bento de Jesus Caraça, junto à zona de restaurantes de Porto Brandão, na freguesia de Caparica, em Almada.
"Gritavam muito, ameaçaram-se e ofendiam-se", escreve o DN que ouviu um vizinho, que naquela altura não imaginava o que iria escutar minutos depois. "Ouvi um tiro e pareceu-me que uma rapariga gritou por socorro", relata. Quando espreitou para a rua percebeu que o sexagenário tinha acabado de alvejar o jovem, que viria a morrer.
Ainda de acordo com a mesma fonte ouvida pelo jornal Diário de Notícias, já há algum tempo que senhorio e inquilino andavam em conflito, por razões que a GNR afirma desconhecer, remetendo esse dado para a investigação a cargo da PJ, que já esteve no terreno a recolher indícios e a ouvir testemunhas conhecedoras da relação entre vítima e agressor.
Seria para apaziguar os ânimos entre ambos que ao fim da manhã desta quarta-feira o jovem, também morador em Porto Brandão, foi a casa do sexagenário acompanhado da namorada, alegadamente para lhe entregar uma mesa e uma cadeira que o homem queria de volta. Por causa disso, o sexagenário terá "aprendido" um vale do jovem.  Mas uma breve troca de palavras bastou para que se iniciasse a discussão.
O casal não terá passado da porta da rua, segundo fonte da GNR, sendo que a dada altura da desavença o senhorio resolveu entrar em casa, pegou na caçadeira e voltou a sair à rua onde disparou um tiro que alvejou António no peito. O jovem caiu ao chão e começou a esvair-se em sangue, sendo encontrado ainda com vida, mas em "muito mau estado" pelos bombeiros da Trafaria que prestaram o socorro.
A GNR foi alertada momentos depois (13 horas), garantindo o tenente-coronel Jorge Goulão, do Comando de Setúbal, que quando os militares chegaram ao local encontraram o suspeito do crime ainda com arma na mão, não tendo oferecido resistência às forças e segurança. "O homem foi controlado e detido, sendo entregue à Polícia Judiciária", relata a GNR.
António ainda seria conduzido para o Hospital Garcia de Orta, em Almada, onde já não chegou com vida devido ao "graves ferimentos", segundo fonte dos bombeiros.

Agência de Notícias
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Empresa acusada de "limitar" actividade sindical no Seixal

Sindicato acusa empresa de segurança de querer despedido delegado sindical 

O Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria e Vigilância acusou na quarta-feira, no Seixal, os Serviços de Operação e Vigilância de pretender "limitar a actividade" de um delegado sindical. As afirmações foram negadas pela empresa de segurança. Segundo o sindicato o trabalhador foi  "dispensado do dever de assiduidade" e mais tarde transferido. Para o sindicato este é "um atentado ao livre exercício da actividade sindical". O trabalhador que exerce funções no Metro Sul do Tejo, em Corroios, está prestes a ser despedido. Para a empresa "registou-se a perda de um cliente e houve a extinção de dois postos de trabalho, não foi um caso específico deste trabalhador. A empresa já colocou à sua consideração um determinado posto de trabalho e estamos agora a aguardar pela sua resposta", garante a empresa de segurança.
Empresa de segurança acusada de querer despedir sindicalista 

 Luís Leitão, da União de Sindicatos de Setúbal, disse à agência Lusa que o trabalhador é delegado sindical e exercia funções no Metro Sul do Tejo, em Corroios, tendo sido "dispensado do dever de assiduidade" e mais tarde transferido. "Foi considerado que estávamos perante uma má prática da empresa, que poderia ser considerada como um atentado ao livre exercício da actividade sindical na empresa. Como não foi possível resolver através do diálogo, o sindicato avançou para o tribunal", afirmou o sindicato. 
Segundo o dirigente sindical, a empresa propôs um compromisso para solucionar o conflito, que foi aprovado pelos trabalhadores e pelo sindicato, mas refere que não está a ser cumprido. "Foi feito um acordo e não está a ser cumprido. A empresa não pode pretender que o trabalhador não exerça a sua actividade sindical e agora está a ameaçar com o despedimento por extinção do posto de trabalho", frisou.

Empresa oferece novo posto de trabalho 
Tiago Prado, advogado da empresa Serviços de Operação e Vigilância, disse à Lusa que houve um problema operacional no local de trabalho do delegado sindical, mas referiu que a empresa está a cumprir o acordado entre as partes. "Por uma questão operacional deixou de ter posto de trabalho, mas foram criadas as condições para que pudesse exercer a sua actividade sindical. Penso que houve uma confusão entre o permitir o acesso ao local para desempenhar as funções de delegado sindical e o readmitir o trabalhador no local", explicou o advogado.
Tiago Prado, que se mostrou surpreendido com o protesto desta quarta-feira, referiu que no local, no Metro Sul o Tejo, de Corroios, se registou a extinção de dois postos de trabalho por uma questão operacional. "Registou-se a perda de um cliente e houve a extinção de dois postos de trabalho, não foi um caso específico deste trabalhador. A empresa já colocou à sua consideração um determinado posto de trabalho e estamos agora a aguardar pela sua resposta", concluiu o advogado da empresa.

Agência de Notícias
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Um terço dos utentes de instituições passou fome

Retrato de um país empobrecido 

Segundo o estudo, promovido pelo Banco Alimentar contra a Fome e pela Entreajuda, cerca de 20 por cento dos 1889 utentes de instituições sociais inquiridos afirmaram ter tido falta de alimentos ou sentido fome "alguns dias por semana" nos seis meses anteriores e 13 por cento referiu que tal aconteceu "pelo menos um dia por semana". Apesar disso, o estudo assinala que os dados recolhidos em 2014 e 2015 revelam uma melhoria na situação alimentar destes utentes relativamente a 2012 (26 e 14 por cento respetivamente), quando tinha sido realizada a última edição deste trabalho, iniciado em 2010. A maioria dos inquiridos (55 por cento) considerou que a sua vida estava pior do que há cinco anos e, quando perspectiva o futuro, a maioria (42 por cento) considera que a sua vida estará igual e 30 por cento que estará melhor.
Mais de metade dos inquiridos revela que vive pior em 2015 

"Verificou-se um aumento significativo dos utentes que referem nunca ter tido fome ou falta de alimentos por falta de dinheiro, diminuindo a percentagem daqueles que sentiram fome ou falta de alimentos alguns dias por semana", diz o estudo.
Ainda assim, 26 por cento dos utentes referiu que tinha passado um dia inteiro sem ingerir quaisquer alimentos por falta de dinheiro, percentagem que em 2012 era de 39 por cento.
A percentagem de utentes que recorreu à ajuda das instituições de solidariedade social (51 por cento) mantém-se ao mesmo nível de 2012 e o apoio alimentar, na forma de cabazes ou refeições, foi a principal área em que os inquiridos receberam ajuda (87 por cento dos casos).
Os inquiridos no estudo são na sua maioria desempregados (38 por cento) ou reformados (29 por cento), com uma média de idades de 53 anos, e na maioria casados ou a viver em união de facto (43 por cento).
Em 66 por cento dos casos havia uma ou duas pessoas desempregadas no agregado familiar, que eram contituidos em média por três pessoas.
Relativamente à situação económica, em 52 por cento dos agregados familiares, o rendimento mensal era igual ou inferior a 400 euros (25 por cento das famílias ganhavam menos 250 euros, 28 por cento entre 251 e 400 euros, 20 por cento entre 401 e 500 euros e 28 por cento mais de 500 euros), dados que se mantêm em relação a 2012.
A casa (70 por cento) e a alimentação (64 por cento) eram as duas maiores despesas, de acordo com os inquiridos, seguidas das despesas com a saúde (39 por cento).
Cerca de metade dos inquiridos  referiu gastar, por mês, com a casa (incluindo renda ou empréstimo, água, luz, gás, telecomunicações) até 250 euros e cerca de um quarto gastava entre 251 a 400 euros mensais com a casa.
Para 53 por cento dos utentes, o rendimento da família nunca era suficiente para viver e 33 por cento referiu que às vezes era suficiente.
O inquérito adianta que, apesar do sentido negativo das respostas, os inquiridos têm uma perceção sobre o seu rendimento familiar mais positiva do que em 2012 (60 por cento dizia em 2012 que o rendimento da família nunca era suficiente para viver).
Os dados dos estudo permitem perceber uma "ligeira melhoria das condições de vida dos indivíduos ou pelo menos da perceção que estes têm acerca daquelas".
Em 2010, cerca de 72 por cento dos inquiridos dizia sentir-se pobre, dois anos depois tal situação foi apontada por 82 por cento e em 2014 o valor é de 79 por cento.
Entre os que se sentem pobres destacam-se sobretudo aqueles que têm menos de 65 anos, com rendimentos baixos e com escolaridade abaixo do ensino secundário.
Sobre as causas da situação de pobreza, 47 por cento das respostas atribuem a sua pobreza ao desemprego ou aos baixos rendimentos, enquanto 38 por cento dos inquiridos consideram que são pobres devido a alguma fatalidade (destino, doenças ou acidentes).

Agência de Notícias


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Economia do mar debatida em Setúbal

“As questões políticas têm prejudicado bastante a economia do mar”

A importância da economia do mar foi debatida ontem no Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, a funcionar no Mercado do Livramento, em Setúbal. A quinta sessão das “Tertúlias no Mercado”, para debate das questões ligadas às atividades do mar e a importância para o comércio local, organizada pela Câmara Municipal, através do Gabinete de Apoio ao Empresário, em parceria com a pereirapisco.creativity e a WinWinTalents, instaladas no Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, contou com a presença de representantes de várias entidades, públicas e privadas, relacionadas com a atividade marítima, como a pesca, o desporto, o turismo e a engenharia e reparação naval. A vereadora das Atividades Económicas da autarquia, Carla Guerreiro, sublinhou que “é necessário colocar o mar no topo das prioridades, não só pelo seu forte potencial, mas também porque contribui para o aumento do crescimento económico e para gerar emprego”. 

Especialistas  traçam objetivos para a economia do mar 
A autarca defendeu ainda que “as questões políticas têm prejudicado bastante a economia do mar”, quando as respetivas atividades “podem ser o caminho para o futuro daqueles que estão desempregados”, disse Carla Guerreiro.
O presidente da Sesibal – Cooperativa de Pesca de Setúbal, Sesimbra e Sines, Ricardo Santos, indicou que “em Setúbal há uma grande quantidade de formações rochosas junto da costa, o que favorece a produção de plâncton e algas e, consequentemente, cria condições bastante favoráveis à alimentação das espécies”.
O responsável referiu ainda que “a pesca está órfã deste tipo de iniciativas”como o encontro desta quarta-feira e alertou para a realidade de “quem trabalha 15 ou 20 horas por dia para chegar ao fim do mês e receber 100 euros”.
Ricardo Santos salientou que parte do problema na diminuição do pescado capturado reside na falta de proteção da costa setubalense.
O dirigente da Sesibal assegurou, todavia, que “Setúbal ostenta as melhores espécies de peixe a nível nacional” e que a sardinha portuguesa “é a melhor do mundo”.
Tendo em conta a definição de tertúlia, Natália Henriques, da ADREPES – Associação de Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal, apontou para a importância da “criação de uma rede de empreendedores que apresentem os seus projetos, partilhem ideias, estabeleçam e elaborem estratégias futuras em prol do desenvolvimento da região e do mar”.
Ao longo da manhã, as intervenções realçaram a importância do rio Sado para o comércio local.
Sérgio Matos, técnico da Divisão de Desporto da Câmara Municipal, lembrou o papel que as atividades náuticas, como o remo, a vela e a canoagem, no rio Sado desempenham na divulgação externa da cidade. “Iniciativas como os Jogos do Sado e a Setúbal Bay [prova internacional de natação], além de contribuírem para o desenvolvimento desportivo do concelho, fazem do Estuário do Sado um cenário perfeito para o lazer”, referiu.
No final do encontro dedicado ao tema “A Economia do Mar”, incluído no programa local comemorativo do Dia Nacional do Pescador, foi oferecida uma degustação de peixe, proporcionada pela Docapesca e pela Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal.

Agência de Notícias

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Câmara melhora "frio" do Mercado do Livramento

Mercado inaugura novo sistema de frio

A inauguração de duas câmaras frigoríficas e de uma fábrica de gelo, no dia 27 de Maio, no Mercado do Livramento, em Setúbal, resulta numa melhoria ao nível do acondicionamento dos produtos hortícolas e do pescado comercializados. Com uma área superior a trinta metros quadrados, as instalações de frio constituem um passo derradeiro ao nível das obras de requalificação do Mercado do Livramento realizadas pela Câmara Municipal de Setúbal e a conclusão da nova área técnica. A exploração dos equipamentos de frio é da responsabilidade da Associação dos Comerciantes do Mercado do Livramento, ao abrigo de um contrato de comodato que assinou com a autarquia.
Mercado do Livramento tem novo sistema de frio 

Os comerciantes podem usufruir das câmaras frigoríficas mediante o pagamento do espaço ocupado pelas caixas de transporte dos produtos. O valor a pagar é também variável de acordo com o tempo de utilização.
Já a fábrica de gelo tem capacidade para produzir seis toneladas diárias de gelo, o que ajuda na conservação dos produtos nos locais de venda, em particular com a chegada do calor.
Na cerimónia de inauguração dos equipamentos, integrada nas comemorações locais do Dia Nacional do Pescador, a vereadora das Atividades Económicas da Autarquia, Carla Guerreiro, realçou o facto de esta ser “mais uma forma de apoiar os comerciantes, dando-lhes excelentes condições para a conservação dos produtos, acautelando toda a sua qualidade”.
Com a conclusão desta obra, salientou a autarca, “fica apenas a faltar a certificação necessária para a utilização dos elevadores” para concluir todo o processo de modernização do Mercado do Livramento.
As instalações de frio localizam-se na área técnica do mercado, criada num edifício adjacente construído de raiz aquando das obras gerais do equipamento comercial, local onde são igualmente efetuadas as operações de descarga dos produtos.

Agência de Notícias

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Concurso para estudos do terminal no Barreiro avança

Convergência entre a Grande Lisboa e a Península de Setúbal

O concurso público do estudo prévio e do Estudo de Impacte Ambiental do novo terminal de contentores de Lisboa no Barreiro vai ser lançado nos próximos dias, afirmou a presidente da Administração do Porto de Lisboa.  "Está tudo pronto para lançar o concurso público para o estudo prévio e para o Estudo de Impacte Ambiental nos próximos dias. Apenas falta resolver um pequena situação burocrática", disse Marina Ferreira, no debate que ocorreu na noite de segunda-feira no Barreiro. Carlos Humberto, presidente da Câmara do Barreiro, defendeu que o terminal deve ser mais do que um simples terminal, referindo que é importante que seja "uma plataforma logística, portuária e tecnológica".
Estudos vão realçar a capacidade do Barreiro receber infraestrutura 

O Museu Industrial da Baía do Tejo, no Barreiro, acolheu o debate "Plataforma Multimodal do Barreiro/Terminal de Contentores - Visão e Futuro", com a responsável a enaltecer a importância do desenvolvimento do Porto de Lisboa.
"Este é um projeto que só avança se houver interesse de privados, porque não vai haver dinheiros públicos, e existem interessados. Muito se fala das dragagens que são necessárias no rio Tejo, mas se eles custassem os 45 milhões de euros que se fala, de certeza que não havia interessados", defendeu Marina Ferreira.
Presente no debate esteve também João Pereira Teixeira, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, que defendeu que o Estuário do Tejo tem muito por onde se desenvolver.
"O Estuário do Tejo é um diamante por burilar, que tem muitas potencialidades, mas que não estão a ser aproveitadas. Esta região deve ser a grande cidade do Estuário do Tejo, em que se proteja o património e se mobilize o que pode trazer emprego e investimento", salientou.

Os pontos fortes e fracos do Barreiro 
Demétrio Alves, Primeiro Secretário Metropolitano, também esteve presente, considerando que é preciso haver convergência entre a Grande Lisboa e a Península de Setúbal.
"Tem existido uma grande divergência socioeconómica, quando devia haver convergência. Para uma cidade de Lisboa de duas margens metropolitanas, a construção do novo terminal no Barreiro é um elemento estratégico de grande valor", disse.
O responsável acrescentou que Setúbal pode ser uma "terceira margem dimensional", referindo que "não tem que ficar prejudicada pela solução Barreiro, pois pode haver sinergias".
Carlos Humberto, presidente da Câmara do Barreiro, defendeu que o terminal deve ser mais do que um simples terminal, referindo que é importante que seja "uma plataforma logística, portuária e tecnológica".
Manuel Salgado, vereador da Câmara de Lisboa, referiu que o Barreiro é uma boa solução para receber o novo terminal, mas que devem ser efetuados todos os estudos necessários.
"O Barreiro tem acessibilidades, tradição industrial e reservas de espaço, mas também tem pontos fracos como os problemas com o calado dos barcos. Apoiamos o terminal aqui, mas com estudos de viabilidade aprofundados", disse o autarca da capital.
O vereador da autarquia de Lisboa, que anunciou estar a ser preparada uma candidatura da paisagem do Tejo a património da humanidade, referiu que é preciso pensar bem nas soluções.
"Um terminal de cruzeiros na baixa é uma mais-valia, mas um terminal de contentores é um prejuízo, por isso tudo tem que ser bem pensado. Discordo da ideia da cidade das duas margens, pois para mim o importante é ter uma Área Metropolitana coesa", concluiu Manuel Salgado.

Agência de Notícias


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Paulo Rocha promove Vinhos da Península de Setúbal

Vinhos de Setúbal desembarcam no Brasil

Paulo Rocha é o embaixador dos Vinhos da Península de Setúbal no Brasil. O ator português, nascido em Setúbal e a viver desde 2011 no Brasil, aceitou o convite da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal para representar os seus vinhos, naquele que é um dos principais mercados estratégicos para os vinhos da região. Paulo Rocha conta que gosta muito dos vinhos da região e afirma que “A Península de Setúbal tem excelentes vinhos, e em especial um que considero a verdadeira joia da região: o Moscatel de Setúbal. Alguns produtores da região desembarcam, este mês, no Brasil para comandar a II Ronda Enogastronómica dos Vinhos da Península de Setúbal.  Os vinhos foram apresentados em jantares harmonizados com a culinária brasileira, que aconteceram nas cidades de Brasília e Rio de Janeiro. 
Ator português promove vinhos de Setúbal no Brasil 

A parceria de Paulo Rocha com os Vinhos da Península de Setúbal visa divulgar ainda mais os vinhos da região no Brasil. O ator tem atuado com destaque em novelas da Rede Globo e podemos vê-lo atualmente na SIC como Orville, na novela brasileira "Império", escrita por Aguinaldo Silva.
Henrique Soares, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal, afirma que “Paulo Rocha é um sadino conhecedor do nosso terroir, da nossa origem e, principalmente, dos nossos vinhos. Ficamos contentes em apresentá-lo como verdadeiro representante da marca Vinhos da Península de Setúbal”.
Paulo Rocha conta que gosta muito dos vinhos da região e afirma que “A Península de Setúbal tem excelentes vinhos, e em especial um que considero a verdadeira joia da região: o Moscatel de Setúbal. Como aperitivo, antes da refeição, como ingrediente principal em cocktails ou mesmo para acompanhar os doces de ovos ou chocolate, o Moscatel de Setúbal é único”, confessa o ator da Globo.
Os produtores de Adega de Palmela, Adega de Pegões, Brejinho da Costa, Casa Ermelinda Freitas, Quinta do Piloto, Venâncio Costa Lima e SIVIPA, representantes da marca “Vinhos da Península de Setúbal”, desembarcam, em Maio, no Brasil para comandar a II Ronda Enogastronómica dos Vinhos da Península de Setúbal. Os seus vinhos foram apresentados em jantares harmonizados com a culinária brasileira, que aconteceram nas cidades de Brasília, no restaurante Nau, e, no Rio de Janeiro no restaurante Le Pre Catelan, respetivamente nos dias 19 e 21 de Maio.
Paulo Rocha participou no almoço no Rio, no dia 21, e acompanhou os produtores no evento Vinhos de Portugal, que se realizou entre 22 e 24 de Maio, Jockey Club, Rio de Janeiro.

Agência de Notícias
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Setúbal homenageia gentes do mar até 31 de Maio

Aulas ensinam a cozinhar melhor cavala e carapau 

Alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, sob direção do chef Vasco Alves, confeccionaram ontem ao vivo, pratos inovadores à base de cavala e carapau, no Mercado do Livramento. A ação, desenvolvida no âmbito das comemorações locais do Dia Nacional do Pescador, permitiu que o público conhecesse alguns dos truques da cozinha e que participasse na elaboração de receitas tão inesperadas como carapau com broa e migada de batata com couve-de-bruxelas e tagliatelle de tinta de choco com cavala e azeite de coentros. Estas atividades integram as comemorações locais do Dia Nacional do Pescador, promovidas pela autarquia com parcerias, que incluem, até dia 31, encontros, gastronomia, exposições e cerimónias evocativas.
Cozinheiros ensinam novas formas de cozinhar peixe de Setúbal 

“Podemos fazer esta massa em casa”, esclarece Vasco Alves, rodeado de alunos do segundo semestre de Gestão e Produção de Cozinha e do segundo ano de Técnicas de Cozinha, cursos da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, habituados a estas lides na cozinha de aplicação do estabelecimento de ensino.
A massa tagliatelle, previamente cozida al dente, cai numa frigideira onde estão azeite e alho, para fritar ligeiramente, a que se adiciona um molho de azeite com coentros. Depois é só servir em pequenas taças com filetes de cavala.
A seguir vem a receita de caparau com broa e migada de batata com couve-de-bruxelas, com o peixe devidamente cortado em filetes, o que originou uma aula prática sobre a técnica de extração de lombos sem pele com uma faca, tarefa experimentada por várias pessoas presentes nesta ação no Mercado do Livramento, realizada numa parceria da Escola de Hotelaria com a empresa Docapesca e o apoio da Câmara de Setúbal.
Ainda é preciso preparar carapaus com molho à espanhola e batatas confitadas e beringela com molho de tomate e filetes de cavala em conserva. Toda a ajuda ao chef Vasco Alves e aos seis alunos é bem-vinda e, como contrapartida, é possível sair-se do Mercado do Livramento com um conjunto de receitas e um bolso cheio de dicas úteis para melhorar os dotes de culinária.
No âmbito desta parceria, realizou-se esta quarta-feira, no mesmo local, uma degustação em torno destas duas espécies de pescado, com a cavala a ser servida em espetada com tomate cherry e cebolinha, em tártaro com molho de soja, gengibre e algas e em tostinha com concassé de tomate e moscatel. Já o carapau é apresentado alimado em arjamolho, em tataki com tártaro de tomate e lemongrass e em escabeche com endívia e espuma de laranja.

Setúbal homenageia gentes do mar
Setúbal presta homenagem às gentes do mar com um programa comemorativo que inclui tertúlias, encontros e atividades gastronómicas, assim como uma cerimónia de deposição de flores e uma missa de homenagem a 31, Dia Nacional do Pescador.
O concelho de Setúbal, intimamente ligado à atividade piscatória, celebra a efeméride com uma cerimónia de deposição de flores no Memorial ao Pescador Setubalense Desaparecido, às 09h30, no Cemitério de Nossa Senhora da Piedade, momento antecedido de missa, às oito horas, na Igreja de São Sebastião.
O programa comemorativo é promovido pela Câmara Municipal de Setúbal, em parceria com um conjunto de entidades que dinamizam várias atividades, como é o caso de dois almoços de confraternização de pescadores, ambos no dia 31, com início às 12 horas.
Um deles, promovido pela União das Freguesias de Setúbal e que conta com animação musical, realiza-se junto da Doca dos Pescadores, enquanto o outro é dinamizado pela Junta de Freguesia de Gâmbia, Pontes e Alto da Guerra num recinto instalado junto do Pontal de Musgo.
Já a 29 de Maio, o programa comemorativo começa às 10 horas, no auditório do Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal com a apresentação “Consolidar o Passado, Planear o Futuro Península de Setúbal: Territórios de Terra e Mar”, com projetos da Associação de Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal e testemunhos de promotores e perspetivas de financiamentos de programas.
Mais tarde, às 11h30, é inaugurada a exposição “Península de Setúbal: Territórios de Terra e Mar”, mostra da Associação de Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal e da Câmara Municipal, que fica patente ao público no Mercado do Livramento até 7 de Junho.
No período da tarde, às 15 horas, novamente no auditório do Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, é apresentado o projeto da embarcação “Maravilha do Sado”, em recuperação pela Autarquia com vista a criar um equipamento com vocação cultural, social e educativa para valorização dos produtos da pesca.
Para dinamizar este projeto, que visa igualmente fomentar a imagem do setor da pesca e dos seus agentes, assim como promover o património natural, histórico e arquitetónico ligados à atividade piscatória, é assinado, às 16 horas, um protocolo de colaboração entre o Município, a Associação Setúbal Pesca e a Associação Família do Mar de São Sebastião.
As atividades de dia 29 culminam com a inauguração, às 17 horas, da exposição de fotografia “Tradição da Pesca em Setúbal”, patente até 15 de Junho no edifício da Docapesca. A mostra é uma iniciativa da Associação Setúbal Pesca, da Bivalmar e da Câmara Municipal.

Agência de Notícias

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Reclusos vão limpar concelho de Setúbal

Presos vão trabalhar na limpeza das praias e da cidade 

Os reclusos do Estabelecimento Prisional de Setúbal vão participar em atividades de limpeza urbana e manutenção de jardins, entre os meses de Junho e Setembro, nos jardins da cidade. A proposta aprovada em reunião pública, estabelece um acordo adicional ao protocolo de colaboração entre a Câmara de Setúbal e o Ministério da Justiça, celebrado em 2007. Este acordo sugere a constituição de uma brigada de cinco reclusos, com o objetivo de realizar ações de higiene urbana, tais como varredura, desmatações e limpezas de praias.
Reclusos começam a trabalhar a 1 de Junho 

Cinco reclusos do Estabelecimento Prisional de Setúbal vão executar, entre 1 de Junho e 30 de Setembro, tarefas de varredura, desmatação e limpeza urbana e de praias no concelho. Desde que foi assinado um protocolo em 2007, entre a Câmara e o Estabelecimento Prisional de Setúbal, cerca de 80 reclusos já estiveram envolvidos nestas ações.
Os detidos vão trabalhar entre as 07h30 e as 11h30 e receber 2,25 euros/hora. Cada um receberá um total de 774 euros. "O objetivo é contribuir para que a população prisional possa ocupar o tempo de forma construtiva, sendo remunerada", diz Elsa Lopes, diretora do Departamento de Ambiente e Atividade Económica da autarquia, rejeitando críticas de aproveitamento: "É vantajoso para todos. O valor a pagar é tabelado por lei". 
A autarquia tem ainda de pagar uma taxa de 10 por cento da remuneração (387 euros), o que faz um total de 4257 euros a serem pagos pela Câmara de Setúbal à Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais e esperar que haja reclusos disponíveis. No País, segundo os serviços prisionais, "há cerca de uma centena de reclusos envolvidos em atividades de limpeza, de conservação e de desmatação, ao abrigo de protocolos com autarquias".

Agência de Notícias
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Lions Clube de Montijo completou 23 anos

"Obra social muito importante de combate contra a exclusão"

No dia 22 de maio, o Lions Clube de Montijo festejou o seu 23.º Aniversário no Museu Agrícola da Atalaia. Nuno Canta afirmou que o Lions Clube desenvolve uma “obra social muito importante que representa um testemunho de solidariedade e de combate contra a exclusão”, disse o presidente da autarquia. Recorde-se, que o Lions Clube do Montijo é um Clube de Serviço e foi fundado em 30 de Maio de 1992. Faz parte da Associação Internacional de Lions Clubes e desenvolve ações como o programa PERA – Programa Escolar de Reforço Alimentar, rastreios visuais junto das escolas, entre outras ações em prol da comunidade montijense. 
Lions do Montijo comemorou aniversário na Atalaia 

“O Lions Clube de Montijo realiza uma feliz corporação com a Câmara Municipal do Montijo e que, nestes momentos difíceis que todos vivemos, constitui um sinal de esperança para muitos dos nossos cidadãos. A sociedade precisa de exemplos como este para combater o egoísmo e dar impulso à solidariedade”, disse Nuno Canta.
Fernando Caria, presidente da União de Freguesias do Montijo e Afonsoeiro, afirmou ser “uma honra ter parcerias com este clube, nomeadamente na aquisição de óculos para as crianças do 1.º ano do 1.º ciclo das escolas básicas da freguesia e nesse sentido estou à disposição para continuar esta e outras parcerias que possamos trabalhar, em conjunto, em prol da comunidade”.
O Governador do distrito do Lions Clube, Américo Marques, entregou a quarta distinção de Clube de Excelência, justificando que o Clube “continua a ser e já o era um clube de excelência pelo trabalho que vai, obviamente, tornar-se penta campeão”.
Carla Alburquerque, presidente do Lions Clube de Montijo, agradeceu “à direção e a todos os companheiros Lions do Montijo que, ao longo deste ano com a sua ajuda e empenho, contribuíram para a realização de todas atividades levadas a cabo pelo clube”.
Na cerimónia ouve lugar, à admissão de dois novos sócios, João Paulo Dinis recebeu a Comenda de Melvin Jones e José Manuel Sarreira Lopes foi homenageado pelos seus 20 anos ao serviço dos Lions.
Recorde-se, que o Lions Clube do Montijo é um Clube de Serviço e foi fundado em 30 de maio de 1992. Faz parte da Associação Internacional de Lions Clubes e desenvolve ações como o programa PERA – Programa Escolar de Reforço Alimentar, rastreios visuais junto das escolas, entre outras ações em prol da comunidade montijense.

Agência de Notícias

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Palmela dedicou semana ao coração rural do concelho

Poceirão é "um mundo de grandes oportunidades de negócio" 

Entre 18 e 22 de Maio, a Câmara de Palmela e a Junta de Freguesia do Poceirão contactaram com os agentes locais, no terreno – agricultores, produtores, empresários, dirigentes associativos, educadores – para analisar os problemas mais prementes, conhecer projetos e definir estratégias, que permitam dar continuidade ao trabalho de promoção e afirmação dos nossos produtos locais de qualidade, da cultura, das tradições, daquilo que nos distingue e acrescenta valor. A atenção especial dedicada ao dossiê Saúde, no ciclo de Semanas das Freguesias 2015, continuou com uma visita à Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Poceirão, que permitiu aferir, uma vez mais, os dados preocupantes quanto à falta de médicos de família e de cuidados de saúde condignos para as populações das zonas rurais, prejudicadas, também, pela falta de uma rede de transportes públicos adequada.

Autarcas visitaram Associação de Idosos e Reformados em Poceirão
Com mais de 150 quilómetros quadrados, Poceirão é o celeiro do concelho de Palmela é uma freguesia com maior extensão do que grande parte dos concelhos da Área Metropolitana de Lisboa. De acordo com o último recenseamento agrícola (INE, 2009), Poceirão era a freguesia com maior número de explorações agrícolas (585 – 30 por cento do total do concelho) e com maior área de superfície agrícola utilizada (10.792 ha). É, pois, inegável a vocação agrícola, e também pecuária, deste território, onde além da vinha, sempre presente, a terra é generosa e oferece uma ampla variedade de hortofrutícolas, que abastecem, não só a região, mas também várias unidades industriais de transformação.
Apesar do solo fértil e do trabalho das gentes, que têm nesta atividade, não só, o seu sustento, mas, também, as suas raízes, são vários os problemas com que os produtores locais se debatem: de um lado, a exploração por parte das grandes cadeias de distribuição; do outro, uma política agrícola desadequada às necessidades e à realidade da região.
O executivo dedicou uma semana inteira aos problemas da freguesia de Poceirão [integrada agora na união de freguesias da Marateca e Poceirão]. Uma das primeiras paragens do executivo da Câmara e da Junta foi ma  Associação de Idosos e Reformados de Poceirão (AIRP), que está envolvida num projeto ambicioso, com o objetivo de responder a algumas das principais necessidades sentidas pela população mais idosa da freguesia.
A AIRP viu aprovada uma candidatura ao PRODER (medida 3.2 - Melhoria da qualidade de vida, ação 3.2.2 - Serviços básicos para a população rural), já concluída, caracterizando-se pela refuncionalização da Escola do Forninho, onde estão instaladas as respostas de Centro de Dia e de Serviço de Apoio Domiciliário. "A candidatura contemplou, também, duas carrinhas adaptadas - uma para o serviço de apoio domiciliário e acompanhamento das visitas domiciliárias, e outra para o transporte dos utentes do Centro de Dia", afirma fonte do executivo municipal.
Trata-se de um intervenção com um orçamento de 300 mil euros, sendo o financiamento comunitário de 73,7 por cento, num montante máximo elegível de 200 mil euros, cabendo à Associação realizar o investimento no valor de 100 mil euros. Para fazer face aos encargos decorrentes do projeto, "a autarquia deliberou, em reunião pública, um apoio financeiro à associação no valor de 25 mil euros. Acresce, ainda, a cedência, em regime de direito de superfície, da Escola do Forninho (escritura celebrada em 2013) e a isenção de pagamento de taxas urbanísticas, no valor global de 1051 euros.
A AIRP, associação constituída em 2003 e IPSS – Instituição Particular de Solidariedade Social desde 2006, com o objetivo de apoiar os idosos e reformados da freguesia, possui, atualmente, seis utentes de Centro de Dia e nove de Apoio Domiciliário, tendo capacidade para acolher três dezenas de utentes. A Câmara Municipal reuniu, recentemente, com a Segurança Social, que garantiu estar em condições de assumir o compromisso de celebrar os acordos de cooperação com esta instituição, a partir de Setembro.
"Para breve, está o início da confeção de refeições na instituição, atualmente fornecidas pelo Infantário 'A Cegonha'. As escolas de ensino básico da Aroeira e da Asseiceira, já desativadas, foram, também, cedidas à AIRP, para alojamento de projetos futuros, após a consolidação das atuais valências", explica a Câmara de Palmela.
A freguesia, predominantemente rural, apresenta uma população envelhecida, com baixos recursos. "A falta de uma rede de transportes públicos e as políticas do Governo, que continua a retirar serviços básicos de proximidade, contribuem para o isolamento desta população. Este projeto, que aposta em promover a autonomia dos idosos, melhorando a sua qualidade de vida, é, por isso, de reconhecida importância para a coesão social, desenvolvimento e valorização da comunidade", diz a autarquia.

Obra quer tornar Poceirão acessível
Câmara apresentou investimentos para a freguesia 
Os autarcas passaram ainda por algumas ruas da aldeia de Poceirão, para perspetivar uma intervenção, a implementar em breve, no âmbito do Plano de Acessibilidades. Trata-se de uma empreitada, cujo valor base é de cerca de 13 mil 400 euros e duração prevista de 45 dias, "que permitirá ao Poceirão ser uma localidade totalmente acessível a todos, para promoção da inclusão e mobilidade", informa a autarquia de Palmela.
A intervenção integra, entre outros trabalhos já realizados e em curso, a supressão de canteiros e floreiras em passeios mais estreitos, o rebaixamento de mais de vinte passadeiras (bem como a criação de mais uma dezena), a recolocação de contentores de RSU e ecopontos, postes de iluminação pública e o estudo da relocalização da praça de táxis. Em simultâneo, será feita a pintura de todas as passadeiras de peões, incluindo as que já tinham sido rebaixadas numa intervenção anterior.
"Melhorar as condições de acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada ou reduzida é o objetivo central desta intervenção, cujo prazo para apresentação de propostas terminou esta semana, encontrando-se em análise", diz a Câmara.
O Município de Palmela é "particularmente sensível às questões da acessibilidade e integra, desde o início de 2014, a Rede 'Cidade e Vilas de Excelência' do Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade, na sequência do trabalho desenvolvido com esta entidade, e que tem sido amplamente reconhecido, a nível nacional", reforça o executivo.

Maltibérica aposta na colaboração com produtores nacionais de cevada
Sediada em Poceirão, a Maltibérica – Sociedade Produtora de Malte, S.A., produz e comercializa malte para a indústria cervejeira, e distribui, também, leite em pó maltado, farinha maltada e malte para ração animal.
Acompanhados da comunicação social, os Executivos Municipal e da Junta visitaram a unidade fabril, onde foram recebidos pelo administrador Carlos Pragana, que apresentou a empresa e realçou os principais objetivos da gestão.
A celebrar 25 anos, a Maltibérica nasceu de uma parceria entre a Unicer (que detém 51 por cento do Capital Social) e a Intermalta (Sociedade espanhola detida na totalidade pelo maior operador mundial em produção de malte cervejeiro: a Malteurop). Atualmente, dispõe de uma capacidade instalada para 42 mil toneladas de malte anuais, emprega 15 pessoas e apresenta um volume de negócios de 18 milhões de euros. Produz, anualmente, 70 mil toneladas de malte, o que representa 50 por cento da produção nacional.
Desde o início da sua produção, a Maltibérica tem procurado utilizar a maior percentagem possível de cevada de origem nacional, promovendo, em colaboração com entidades nacionais e internacionais como a Carlsberg e o Instituto Nacional de Recursos Biológicos, ensaios e projetos de investigação (apoiados pelos programas Prime e QREN) com diferentes variedades de cevada, para maximizar, nos campos da produção e da qualidade, a cultura de cevada dística para malte e cerveja em Portugal.
A empresa fornece parceiros como a Nestlé Portugal, a Melo Abreu, a Rosema (cervejeira de S. Tomé e Príncipe), entre outros clientes.
O complexo da Maltibérica é composto pelo edifício administrativo, silo de armazenamento; malteria, que assegura todo o processo de maltagem, composta por duas linhas de produção; central de refrigeração; laboratório, que permite um controlo rigoroso do processo; central de cogeração, alimentada a gás natural e dotada de um sistema inovador de recuperações térmicas, sendo uma das mais eficientes a nível nacional e internacional; Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR); centro de transformação, com uma potência total de 2.500KVA.

Da Coudelaria em Lagameças ao Monte Maneta 
Cavalo Lusitano são atração no Forninho 
Entre as visitas de trabalho à empresa Maltibérica e à Adega Monte Maneta, em Poceirão, os Executivos da Câmara e da Junta de Freguesia passaram pela Coudelaria “Berço Lusitano”, em Lagameças, fundada em 2007, por Florbela Cardoso, que iniciou, assim, um sonho de longa data, tendo como objetivo a criação de cavalos Lusitanos. Esta jovem coudelaria procura selecionar os melhores animais, utilizando alguns garanhões, como o Bandeirante, da Coudelaria Madalena de Abecassis, e, também, o Nordeste, o Vértice, o Vento, o Quovadis e o Violino, vindos de uma das mais prestigiadas coudelarias, a Sociedade das Silveiras.
Atualmente, com seis éguas e dois cavalos, esta coudelaria já vendeu animais para Espanha e França.
Os autarcas passaram ainda pela Adega Monte Maneta, no Forninho. Propriedade de Lino Delgadinho, esta é uma estrutura pequena e familiar, com um historial de cerca de duas centenas de anos em torno da vitivinicultura.
Esta adega produz vinhos tintos e brancos da casta Castelão (comercializado em embalagens bag in box) e o ano passado, registou uma produção de 50 mil litros. Produção que é, depois, escoada, sobretudo, para o consumidor final, contando, também, com alguns restaurantes, que procuram, anualmente, o vinho ali produzido.
O proprietário aposta, assim, na qualidade do vinho, em detrimento da quantidade, e investiu, também, na reestruturação e qualificação da adega, numa intervenção, ainda em curso, no valor de 30 mil euros.

Agência de Notícias

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