Dá um Gosto ao ADN

Autarcas da região querem reunião com ministro da Saúde

Autarcas do Seixal, Almada e Sesimbra exigem reunião urgente com Paulo Macedo 

No seguimento da denúncia feita ontem por 42 diretores de serviço do Hospital Garcia de Orta, em Almada, que revelaram situações graves na instituição, como o adiamento de cirurgias, consultas e exames por falta de profissionais e equipamentos ultrapassados, a Câmara do Seixal vem lembrar "que as populações da Margem Sul do Tejo há muito relatam tais situações e lutam pela construção de um hospital no concelho do Seixal", disse ao ADN fonte do gabinete de imprensa daquela autarquia. A autarquia volta a dizer que é "urgente e indispensável" que se retome o processo da construção do Hospital no concelho do Seixal. Os autarcas lamentam ainda que Paulo Macedo, ministro da Saúde, "não se digne receber os Autarcas do Seixal, Almada e Sesimbra, quando tem em seu poder um pedido de reunião desde Novembro de 2013". Uma "reunião" que as três autarquias voltam a pedir ao responsável máximo pela saúde em Portugal. 


Autarcas de Almada, Seixal e Sesimbra querem reunião com ministro 

De acordo com fonte da  autarquia do Seixal, "é um facto que o Hospital Garcia de Orta é a única resposta existente para a população do Concelho do Seixal, que se debate com imensos problemas na acessibilidade aos cuidados de saúde, tendo visto os Serviços de Atendimento Permanente (SAP) do Seixal e Corroios encerrar e reduzido o horário de atendimento do SAP de Amora, o único a funcionar no concelho".
É também um facto que o Hospital Garcia de Orta, construído há 20 anos atrás foi projetado para atender e dar resposta a 150 mil habitantes e que hoje, lembra a autarquia, "só nos concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra existem mais de 450 mil habitantes. É desta forma impossível fazer com que esta estrutura consiga dar a assistência necessária às populações".
Para agravar a situação, a partir de 2013, o Garcia de Orta "passou a ser o hospital de referência para os hospitais do Barreiro e de Setúbal e ainda ter que contribuir com equipas, de um conjunto de especialidades, para o funcionamento da Urgência Metropolitana de Lisboa". Tudo isto, disse fonte da autarquia ao ADN "sem qualquer reforço de profissionais de saúde, tendo-se registado, pelo contrário, uma perda de médicos de especialidade para o setor privado".
A Câmara do Seixal lamenta que "os excelentes profissionais que trabalham no Hospital Garcia de Orta tenham que se deparar com a falta de condições que agora revelam, para exercer a sua profissão". 

Autarcas querem reunião com ministro da Saúde
Os autarcas lamentam ainda que Paulo Macedo, ministro da Saúde, "não se digne receber os Autarcas do Seixal, Almada e Sesimbra, quando tem em seu poder um pedido de reunião desde Novembro de 2013".
Os autarcas dos três  municípios pretendem nesta reunião "abordar a situação caótica e muito preocupante do Hospital Garcia de Orta e a falta de resposta de cuidados de saúde dignos às populações de Seixal, Almada e Sesimbra, situação essa que se tem vindo a agravar, com falta de médicos de família e de equipamentos de saúde tais como novos centros de saúde".
Desta forma é "urgente e indispensável" que se retome o processo da construção do Hospital no concelho do Seixal. Recorde-se que a 26 de Agosto de 2009 o governo, então presidido por José Sócrates,  reconheceu esta necessidade como prioritária ao celebrar com o município um acordo estratégico para construção do hospital no Seixal, cuja obra estaria pronta em 2012. Esse acordo estratégico estabelece as fases e a calendarização para o lançamento do concurso público para o projeto até ao final de 2009 e a conclusão da construção do hospital durante o ano de 2012. Determina ainda que o Ministério da Saúde articule com o Município do Seixal a preparação dos concursos públicos internacionais. À data atual, Julho de 2014, "o Estado não cumpriu uma vez mais o compromisso que assumiu com as populações de Seixal, Almada e Sesimbra. Este retrocesso constitui uma penalização gravíssima no acesso à saúde para os munícipes destes Concelhos", aponta a autarquia do Seixal. 
"São muitas as dificuldades sentidas pelas populações no acesso à saúde, mas os Municípios de Seixal, Almada e Sesimbra continuam disponíveis para ajudar na qualificação do Serviço Nacional de Saúde, pelo que reiteram o pedido do agendamento de uma reunião urgente como o Ministro da Saúde para que se possa, em conjunto com as populações, encontrar as melhores soluções para o reforço dos cuidados hospitalares para a população destes três municípios", conclui o comunicado da Câmara do Seixal.  

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Montijo quer construir porto para pescadores

Entidades públicas "bloqueiam" construção de porto de pesca na zona ribeirinha 

A Câmara do Montijo recebeu "luz verde" da Comissão Europeia para a construção de um cais de pesca na zona ribeirinha da cidade [junto ao muro da marinha José Leite]. O projeto concorreu a fundos da Europa em 2010 mas tarda em arrancar no terreno por falta de aprovação dos licenciamentos da obra, por parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e da Administração do Porto de Lisboa. Nuno Canta, chefe do executivo do Montijo, lembra que o cais de pesca “é uma reivindicação de há séculos” e que a autarquia está disposta a introduzir as alterações que as duas entidades da administração central "considerem essenciais no projeto, para que o mesmo possa avançar" em breve.

Montijo quer construir porto para pescadores na zona ribeirinha 

A construção de um cais de pesca na zona ribeirinha do Montijo, na ponta do muro da “marinha do José Leite”, está dependente da aprovação de duas entidades da administração central para poder avançar. 
De acordo com o presidente da câmara municipal, Nuno Canta, o projeto desenvolvido “há uns anos” pela autarquia foi submetido a um programa de apoio comunitário “em 2009-2010” e teve na semana passada, uma resposta positiva, mas a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR/LVT) e a Administração do Porto de Lisboa (APL) “estão a criar dificuldades” ao licenciamento da obra.
Segundo o chefe do executivo municipal, "este programa PROMAR tem a intenção de apoiar o projeto com uma verba de 500 mil euros, sendo que a autarquia custearia apenas o valor do IVA da obra”. A criação de um cais de pesca é um sonho antigo e uma necessidade da classe piscatória local, há agora luz verde para financiar a obra a fundo perdido, mas a CCDR/LVT e a APL mostram-se “renitentes” em aprovar o projeto, explica Nuno Canta.
“Desenvolvemos o licenciamento prévio deste cais junto da CCDR/LVT, que nos colocou algumas reservas. Estamos a tratar desse mesmo licenciamento com a APL, que também colocou várias reticências”, diz o autarca. 
A realização de um estudo de impacte ambiental e o facto de a zona em si integrar a Reserva Ecológica Nacional (REN), têm sido os motivos que têm evitado, de acordo com Nuno Canta, a aprovação de ambas as entidades na construção do novo porto.
Nuno canta lembra ainda que o cais de pesca “é uma reivindicação de há séculos” e que a autarquia está disposta a introduzir as alterações que a CCDR/LVT e a APL considere essenciais no projeto, para que o mesmo possa avançar. “Vamos reunir em breve com estas duas entidades, para podermos até reconfigurar o projeto como entenderem necessário, para que possamos ter uma estrutura de apoio aos pescadores”, diz o presidente do município do Montijo,  realçando que “nunca houve um cais de pesca, totalmente dedicado a essa atividade e se vier a ser construído, será um cais gerido pelos pescadores e pela Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense, em parceria com a câmara do Montijo”, conclui o autarca.

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Executivo do Barreiro visitou ontem freguesia do Lavradio

Câmara do Barreiro conheceu os problemas da freguesia do Lavradio 

A construção de duas rotundas na Avenida das Nacionalizações, a requalificação da Rua da Indústria, a substituição de árvores, a lavagem de passeios nos Fidalguinhos e arranjos no parque escolar da freguesia foram algumas das questões abordadas na visita à Freguesia do Lavradio realizada ontem, dia 30 de Julho, no âmbito do Projeto Municipal de Participação, Democracia, Cidadania e Comunicação, divulgou o gabinete de imprensa da Câmara do Barreiro. 

Autarcas do Barreiro visitaram freguesia do Lavradio 

O executivo municipal do Barreiro e alguns técnicos da autarquia deslocaram-se ontem à Junta de Freguesia do Lavradio, acompanhados pelo executivo daquela junta de freguesia.
A autarquia prevê "para o final do verão a construção de duas rotundas na Avenida das Nacionalizações e a requalificação da Avenida entre estas novas infraestruturas, a cargo da empresa Galp e do Parque Empresarial Baía do Tejo", disse o executivo municipal durante a visita. 
Ainda nesta Avenida, no cruzamento que dá acesso ao Pingo Doce, segundo a vereadora Sofia Martins, "está prevista a retirada dos semáforos que se encontram no local, sem qualquer uso".
Na Rua da Indústria, a empresa Lidl "irá construir novas instalações a poucos metros das atuais (onde se encontra o seu parque de estacionamento, trocando com este de local) e irá requalificar a referida rua", anunciou Rui Lopo.
As zonas com maior densidade populacional vão ser, de acordo com Sofia Martins, "objeto de intervenção por parte da autarquia no que toca à substituição de árvores e à lavagem de passeios". A Câmara do Barreiro irá, segundo informou ainda Sofia Martins, "avançar com um plano de arborização para as referidas áreas".
No Parque Infantil dos Fidalguinhos nº 2, junto à Escola Superior de Tecnologia, "será retirada a vedação, em ferro, localizada a poucos metros do mesmo. Esta estrutura deixa de fazer sentido, uma vez que, agora, o Parque tem a sua própria estrutura de proteção", revelou a autarca responsável pelas Obras Municipais, Jardins e Espaços Verdes, Rede Viária e Equipamentos Municipais.
Um dos problemas dos Fidalguinhos prende-se com falta de limpeza dos lotes privados, vazios e sem construção, pelo que Sofia Martins "considera importante a autarquia notificar os seus proprietários para a limpeza dos mesmos".
Ainda nos Fidalguinhos, o chão da Praça Eduardo José de Almeida Fernandes necessita de reparação. "A intervenção ficaria orçada em 300 mil euros. Dada a elevada quantia, a Câmara não pode intervir para já", explicou a autarca.

Barreiro investe no parque escolar 
No âmbito desta visita foram, também, referenciadas as reparações de portas e janelas da Escola nº 2 do Lavradio.
Em relação aos espaços exteriores deste estabelecimento de ensino, a câmara dispõe de um projeto, já concluído, para a construção de um campo de jogos e colocação brinquedo de parque infantil. "A obra será realizada de uma forma faseada" segundo informou Sofia Martins.
No topo da Rua 6 de Janeiro, existe um varandim que apresenta uma evidente degradação, com risco para os transeuntes. A autarquia irá estudar uma solução para o local.
Em relação ao edifício da Escola Adães Bermudes (antiga Escola Primária), a Câmara tem realizado contactos no sentido de encontrar uma entidade que a possa reabilitar e dar-lhe um uso social.
No que se refere ao Jardim Natércia Couto, vulgo Jardim da Estrela, situado ao lado da Escola, a Presidente da Junta de Freguesia do Lavradio, Ana Porfírio, sugere a possibilidade "de alteração, ou reforço de espécies florais, mantendo a mesma configuração deste jardim de época".

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Médicos denunciam situações graves no Hospital de Almada

Diretores de serviço do Garcia de Orta apontam carências graves no funcionamento do hospital  

Mais de 40 diretores de serviço do Hospital Garcia de Orta, em Almada, subscreveram um documento que revela situações graves na instituição, como o adiamento de cirurgias, consultas e exames por falta de profissionais e equipamentos ultrapassados. Os clínicos dizem que as saídas de muitos médicos e enfermeiros "afetará gravemente a prossecução da missão do hospital e da sua atividade assistencial". Outra preocupação destes chefes de serviço prende-se com o estado dos equipamentos médicos, "em muitos casos completamente obsolescentes e com necessidade de substituição ou modernização urgente", garantem os responsáveis médicos do maior hospital do distrito de Setúbal. Porém, o Conselho de Administração do Hospital diz que as "situações ou problemas graves não correspondem à realidade" da instituição, causando "alarmismo desnecessário".
Diretores clínicos do Garcia da Orta temem funcionamento do hospital

O documento foi é subscrito por 42 diretores, que representam a Comissão Médica do Hospital Garcia de Orta, e foi enviado para o Ministério da Saúde, a Ordem dos Médicos, grupos parlamentares da Assembleia da República, entre outros, divulgou a Lusa.
Um dos subscritores do documento, que não quis ser identificado, revelou as suas apreensões, considerando que a qualidade do serviço está ameaçada.
Este médico, e diretor de serviço, adiantou que a falta de pessoal já levou à paralisação de blocos operatórios, nomeadamente por carência de especialistas.
O médico lamentou que o Hospital Garcia de Orta, que atende toda a região do sul de Portugal, não seja tratado da mesma forma do que outros hospitais em Lisboa, reconhecendo que a instituição não tem a mesma força do que o Hospital de São João, no Porto, cujas reivindicações - algumas das quais comuns aos dois hospitais - foram cumpridas após ameaça de demissão dos diretores de serviço.
O médico disse ainda que, para já, não está decidida uma demissão em bloco, mas garante que estão a ser ponderadas medidas mais duras.
No documento que seguiu para Paulo Macedo, a que a Lusa teve acesso, os médicos referem que "a saída de muitos médicos e enfermeiros do hospital, o impedimento da ação gestionária do Conselho de Administração e das estruturas intermédias de gestão do hospital, por via da centralização administrativa, no que concerne a políticas de recursos humanos e compras, afetará gravemente a prossecução da missão do Hospital Garcia de Orta e da sua atividade assistencial".

Equipamentos obsoletos 
Saída de enfermeiros e médicos são uma das preocupações 
Ainda segundo os promotores do documento, "não nos assiste outro objetivo se não o de chamar a atenção aos órgãos da tutela, para a degradação, em termos de recursos humanos, que esta unidade hospitalar, mercê de causas internas e externas, tem vindo a sofrer, na esperança de que da análise do mesmo resultem recomendações que possam contribuir, para a melhoria da equidade e acesso a cuidados de saúde com qualidade no nosso hospital em particular e na Península de Setúbal, em geral", diz a Comissão.
Outra preocupação destes chefes de serviço - entre os quais a ex-ministra da Saúde Ana Jorge - prende-se com o estado dos equipamentos médicos, "em muitos casos completamente obsolescentes e com necessidade de substituição ou modernização urgente".
"Existem casos gritantes, como o da pediatria médica, com incubadoras, ventiladores mecânicos e monitores com 20 anos de uso, que pese embora ainda funcionantes, têm taxas de operacionalidade que comprometem a qualidade dos cuidados prestados", refere a comissão no documento.
Também nos cuidados intensivos de adultos há dificuldades, com "camas de 20 anos de uso, completamente inadequadas às necessidades atuais daquele tipo de doentes em termos de posicionamento ideal, não só pondo em causa a qualidade de assistência prestada como condicionando igualmente um elevado índice de lesões músculo-esqueléticas dos seus profissionais de enfermagem e assistentes operacionais", concluem os 42 diretores clínicos do principal hospital do Distrito de Setúbal, o Garcia da Orta.

"Alarmismo desnecessário" diz administração 
Depois da divulgação destas denúncias,  o Conselho de Administração do Hospital Garcia de Orta diz, em comunicado enviado à agência Lusa, que as "situações ou problemas graves não correspondem à realidade" da instituição, causando "alarmismo desnecessário".
A administração refere também que o hospital de Almada, "mercê de todo o esforço dos profissionais, fez
um grande esforço nos últimos anos para melhorar a eficiência e a qualidade". Sublinhou ainda que "o sistema de qualidade foi reconhecido internacionalmente" e acentuou que a "eficiência passou de uma situação deficitária para uma situação de 'superavit'".
Ainda de acordo com a administração do Garcia de Orta, "com a ajuda do Ministério da Saúde foi já possível amortizar a maior parte da dívida acumulada e encurtar os prazos de pagamento", lê-se na nota enviada à imprensa, acrescentando a administração do hospital que se está a "encontrar algumas soluções para resolver os problemas ao nível dos recursos humanos".
"Devido à limitação dos recursos públicos, não temos conseguido que a atividade do Hospital seja totalmente financiada, o que se traduz de facto em algumas dificuldades, designadamente, ao nível da renovação e manutenção das infraestruturas e do parque tecnológico, mas estamos com o Ministério da Saúde a tentar encontrar soluções", conclui  o Conselho de Administração.

Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo "atenta à situação"
No entanto, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) deixa uma “palavra de tranquilização” depois de 42 diretores de serviço terem denunciado situações graves no hospital.
Estão asseguradas "todas as condições" que permitem ao Hospital Garcia de Orta, em Almada, manter "os cuidados adequados à população", garante a Administração Regional de Saúde.
É feito um apelo a todos os profissionais de saúde para que "dêem o melhor de si, de forma a assegurar a melhor resposta aos seus utentes", no contexto particularmente complexo que o país atravessa. A ARSLVT adianta ainda que vai continuar a acompanhar a situação dos hospitais da região de Lisboa e Vale do Tejo, "em articulação com os respectivos conselhos de administração".

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Festa da Nª Sra. do Rosário de Troia começou ontem

 O círio fluvial é o ponto mais alto da festa que une as margens do Sado 

O círio fluvial, com barcos engalanados a ligar as margens do Sado, é o ponto alto das Festas de Nossa Senhora do Rosário de Troia, certame das gentes do mar que se realiza entre 6 e 11 de Agosto. Um tríduo em honra de Nossa Senhora do Rosário de Troia, nos dias 6, 7 e 8, às 21h30, na Igreja de S. Sebastião, em Setúbal, dá início às festividades, organizadas por uma comissão de festas com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal.



Pescadores do Sado festejam Nª Sra. do Rosário de Troia 


No dia 9, após a alvorada, assinalada às oito da mahã, as celebrações prosseguem com uma missa de homenagem aos marítimos falecidos, momento assinalado às 09h30, na Igreja de S. Sebastião.
Mais tarde, às 14h10, uma procissão em honra de Nossa Senhora do Rosário de Troia, acompanhada pela Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Setúbal e pela Banda Musical Charranga, de Sarilhos Grandes, sai da Igreja de S. Sebastião em direção a Troia.
À noite, já na margem sul do Sado, em Troia, realiza-se, às 21h30, uma procissão de velas pela praia. Após o apontamento religioso, as festividades continuam com um baile pelo vocalista João Carlos.
O programa continua no dia 10, às 10h30, com uma missa e procissão pela praia acompanhada pela Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Setúbal e pelo Grupo Musical Charranga.
A meio da tarde, às 16 horas, há divertimentos na praia e, uma hora depois, decorre um concurso de barcos engalanados que participam no círio fluvial. Um baile com André Patrão, às 22 horas, antecede um espetáculo pirotécnico a realizar à meia-noite.
O último dia de festejos, a 11, começa com uma missa de homenagem aos marítimos falecidos e seus familiares, às 10h30. Durante a manhã, há divertimentos na praia, às 10h30, e a entrega de prémios dos barcos engalanados, às 11h30.
O círio fluvial de regresso a Setúbal tem início previsto às 16 horas, com milhares de pessoas na frente ribeirinha da cidade a receber o cortejo de barcos que transporta a imagem de Nossa Senhora do Rosário de Troia.

As origens da festa 
O evento é uma Festa  tradicional de Setúbal, religiosa e pagã, organizada pelos pescadores da Cidade, que durante três dias de Agosto, juntam a comunidade piscatória numa Romaria em devoção a Nª Sra. do Rosário de Troia.
Pescadores, suas familias, amigos ou simplesmente visitantes juntam-se ano após ano, pedindo à Santa de Troia protecção no mar e na faina. Durante estes três dias a Caldeira de Troia é o cenário magnífico para um acampamento com vista para Setúbal e o seu Rio Sado.
Setúbal é o ponto de partida da viagem, onde a imagem da Nª Sra. é transportada no barco de um dos pescadores até Troia. São várias as embarcações engalanadas para o momento, que se juntam neste cortejo festivo. Esta Festa é sem dúvida uma tradição centenária que junta várias gerações.
De regresso, os barcos passam em procissão pelo Rio até ao Hospital do Outão e já em Setúbal preparam-se para a missa.
Esta procissão enche-se de cor, emoção e devoção numa bonita tradição popular.

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Mostra Gastronómica nos restaurantes de Sines

11 restaurantes mostram a melhor gastronomia de Sines em Agosto 

Decorre em 11 restaurantes aderentes do concelho de Sines, de 8 a 17 de Agosto de 2014, a 1ª Mostra Gastronómica organizada pela Delegação de Sines da Associação do Comércio, Industria, Serviços e Turismo do Distrito de Setúbal. De entrada, ou petisco a prato principal, sob a forma da tradicional sardinhada, ou num prato mais sofisticado. Sabores e saberes que refletem os hábitos e tradições de um concelho, revela o gabinete de imprensa da Câmara de Sines. O evento conta com apoio da Câmara Municipal de Sines e a promoção da Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano. 


Mostra Gastronómica mostra o melhor de Sines em Agosto 

Sines, terra de Vasco da Gama, sempre foi apelidada de importantes testemunhos gastronómicos com sabor a mar. Peixes e mariscos capturados diariamente que se fundem com as influências do interior alentejano, resultando numa combinação irresistível entre os sabores da costa e da planície.
A sardinha de Sines vai estar à mesa nos restaurantes aderentes, confecionadas nas mais variadas formas. De entrada, ou petisco a prato principal, sob a forma da tradicional sardinhada, ou num prato mais sofisticado. Sabores e saberes que refletem os hábitos e tradições de um concelho.
Durante dez dias, o prazer da sardinha poderá ser diariamente saboreado entre o meio-dia e as 15 horas e as 20 e as 23 horas, nos principais restaurantes de Sines e Porto Covo.
A Mostra decorrerá em 11 restaurantes de Sines, incluindo São Torpes e 4 restaurantes de Porto Covo. A Mostra Gastronómica pretende promover o potencial gastronómico de Sines, e impulsionar o sector da restauração.
A Delegação de Sines da Associação dos Comerciantes continua “empenhada em promover a atratividade e notoriedade do concelho, alicerçando trajetórias que considera importantes e imprescindíveis para a dinamização do comércio tradicional local”, conclui a Associação.

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PS quer conhecer estudos sobre aeroporto do Montijo

Socialistas pedem explicação sobre extensão de Portela para o Montijo

A possibilidade de a ANA – Aeroportos de Portugal avançar para um modelo "Portela +1", recaindo a opção na base aérea do Montijo, motivou um requerimento do Partido Socialista reclamando ao Ministério da Economia acesso aos estudos que justificam esta opção. Os socialistas querem conhecer os estudos que justificam a opção pela base aérea do Montijo e os que analisaram as restantes localizações possíveis.


Governo quer deslocar aterragens da Portela para o Montijo  

O PS exigiu ontem que o ministro da Economia apresente estudos que sustentem a localização do Montijo para a instalação de um aeroporto complementar ao da Portela (Lisboa) e esclareça a responsabilidade financeira pela construção.
Num requerimento que tem como destinatário o ministro Pires de Lima, o deputado socialista Rui Paulo Figueiredo cita notícias recentes de que a ANA (Aeroportos de Portugal) e o seu acionista Vinci "pretendem avançar com a utilização de um aeroporto que seguirá um modelo Portela +1", no caso, na base aérea do Montijo.
No entanto, na perspetiva de Rui Paulo Figueiredo, esta eventual opção "surge sem que sejam conhecidos os estudos que a sustentem", diz o deputado socialista.
Durante audições realizadas na Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas sobre a Privatização da ANA, Rui Paulo Figueiredo defende que logo aí ficou "claro que o contrato de concessão assinado entre o Estado Português e o grupo francês Vinci, é omisso quanto à responsabilidade de quem vai pagar o quê pela construção de um novo aeroporto".
Uma situação que deixa "o Estado numa posição negocial frágil, uma vez que ou aceita os termos de uma proposta da ANA ou entra em incumprimento com o contrato tendo, neste caso, que proceder ao pagamento de uma indemnização à concessionária", adverte o deputado do PS.
Nestas mesmas audições, ainda segundo o deputado socialista, o Governo "não abordou esta suposta opção agora noticiada pela imprensa", razão pela qual se exige que o ministro da Economia apresente "os estudos comparativos que justificam a opção da base aérea do Montijo como aeroporto de apoio à Portela", bem como estudos efetuados para todas as restantes localizações em causa, nomeadamente Alverca, Sintra, Monte Real e Beja.

Artigo relacionado: Voos comerciais aterram no Montijo em 2017

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Palmela elegeu melhor compota de fruta da região

Vitor Salgueiro venceu 1º Concurso de Compota de Fruta

O doce de morango com laranja e canela valeu a Vitor Salgueiro o primeiro lugar no Concurso de Compota de Fruta, realizado no dia 26 de Julho, na Casa-Mãe da Rota de Vinhos, em Palmela. Em segundo lugar, classificou-se Zélia Teixeira, com um doce de laranja, e o terceiro lugar foi entregue a Maria Augusta Lemos, da empresa Alquimia de Sabores, com uma compota de morango com tomilho. Ao todo concorreram 29 compotas de fruta. O projeto “Palmela, Experiências com Sabor!” volta no final de Agosto para, em tempo de vindima, aliar a gastronomia aos vinhos regionais.


Palmela distinguiu as melhores compotas de fruta do concelho  


A primeira edição do concurso de Compota de Fruta foi promovido pela Câmara de Palmela e pela Associação da Rota de Vinhos da Península de Setúbal/ Costa Azul, contou com a participação de 29 compotas e foi considerada pela organização "como um grande sucesso, contribuindo, de forma inequívoca, para a valorização e reconhecimento da qualidade e da diversidade da fruta produzida no concelho", diz fonte da autarquia.
A responsabilidade de escolher a Melhor Compota de Fruta de 2014 coube ao júri composto por José Camacho, da Confraria Gastronómica de Palmela (Presidente do Júri), Clara Pereira, da Entidade Regional de Turismo de Lisboa, Maria do Carmo Guilherme, da Associação da Rota de Vinhos da Península de Setúbal, e José Calado Mendes, da Câmara de Palmela.
A iniciativa encerrou o programa especial dedicado à Fruta de Palmela, levado a cabo na última quinzena do mês, no âmbito do projeto “Palmela, Experiências com Sabor!”. Além do Concurso de Compota de Fruta, este programa integrou um Show Cooking de Compotas de Fruta com Ângela Gonçalves, produtora da marca “Nobre "Terra”, e com o Chef Hélder Martins, que utilizou as compotas na confeção de tartes artesanais, bem como os fins de semana gastronómicos da Fruta de Palmela, dinamizados nos restaurantes do concelho", diz a autarquia.
“Palmela, Experiências com Sabor!” regressa no final de Agosto, para, em tempo de vindima, aliar a gastronomia aos vinhos regionais.

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Milhares visitam Feira de Sant'Iago em Setúbal

93 mil já percorreram os caminhos da  Feira de Sant'Iago

A Feira de Sant’Iago começou no dia 25 em Setúbal em ambiente de festa, numa edição que assinala os 40 anos do 25 de Abril, os 500 anos do foral setubalense manuelino e a primeira década do certame nas Manteigadas. “A Feira de Sant’Iago será sempre a feira de Setúbal”, afirmou a presidente da Câmara de Setúbal durante a intervenção na cerimónia de inauguração, realizada no dia 25 à noite, poucos minutos depois da abertura oficial ao público das portas do recinto e que contou com a atuação da Tuna Sadina, da Real Trovatuna e do coro municipal “Afina Setúbal”.


Nelson Freitas abriu o palco dos grandes concertos da feira 

Maria das Dores Meira recordou que se cumprem agora dez anos desde que a Feira de Sant’Iago se passou a realizar no Parque Sant’Iago, recinto preparado especificamente para receber o certame na zona das Manteigadas.
“É imperioso que se reconheça que tem sido feito um percurso complexo”, salientou a autarca sobre a deslocalização da feira do centro da cidade, acrescentando que essa medida, proposta, inclusivamente, pelo Plano Estratégico do Polis há 13 anos, tem conseguido “manter as características mais tradicionais da feira e atrair milhares e milhares de visitantes”.
A Feira de Sant’Iago, que este ano decorre até 3 de Agosto, foi visitada, só nos primeiros três dias iniciais, entre sexta-feira e domingo, por quase 93 mil pessoas. Maria das Dores Meira salientou que o certame tem a duração este ano de dez dias, em vez dos habituais 16.
A medida, apontou, além de implicar um orçamento global menor, “reduzido de 650 mil para 500 mil euros”, facilita a participação de feirantes, pelo que, indicou, esta edição conta com “a inscrição de mais trinta feirantes e expositores, num total de 208, o que representa um aumento de 14 por cento em relação a 2013”, explicou a autarca.
A Feira de Sant’Iago de 2014, além de mais stands de venda e de exposições, conta também com novas diversões, em particular um roda gigante, de onde, do alto, se pode apreciar uma vista geral do recinto e a cidade no horizonte.

Ainda há muito para ver até domingo 
Os 40 anos do 25 de Abril está muito presente da festa de Setúbal 
A presidente da Câmara Municipal realizou uma visita ao certame acompanhada de vereadores do Executivo municipal, do bispo de Setúbal, D. Gilberto Canavarro dos Reis, de presidentes das juntas de freguesia e de várias outras personalidades.
Logo na entrada principal do recinto, o Teatro Animação de Setúbal apresentou uma pequena encenação alusiva à Revolução dos Cravos, facto a que não é alheio o tema principal do certame ser “Setúbal 1974-2014 | 25 de Abril 40 anos”.
O pavilhão principal da feira, da Câmara Municipal, é precisamente dedicado à revolução que devolveu a liberdade ao País.
O designer Teófilo Duarte e a historiadora Luísa Tiago de Oliveira, autores do espaço, realizaram uma visita guiada à comitiva, na qual explicaram pormenores da exposição, como a gravilha presente no início do percurso pelo pavilhão e por onde o público tem que passar. Trata-se de uma metáfora sonora que remete para a marcha dos militares que libertaram Portugal da ditadura.
Na colina que serve de miradouro para o recinto da feira encontra-se uma área dedicada às comemorações do foral manuelino de Setúbal.
O espaço, organizado pelo Arquivo Municipal, desenvolve várias atividades evocativas do documento real que reconheceu, no século XVI, a importância de Setúbal no País, entre elas uma exposição alusiva.
No dia de inauguração, vários figurantes tocaram e dançaram músicas representativas daquele período.
A cartaz cultural é também uma forte componente da Feira de Sant’Iago. Face, Nelson Freitas e DJ Monchike atuaram no Palco Setúbal para milhares de pessoas no dia inaugural.
A Edinstvo – Associação de Imigrantes de Leste e a Associação Cultural Busuioc dos Cidadãos Moldavos da Península de Setúbal foram as responsáveis pelas primeiras atuações, no dia 25, no Palco Mundo, dedicado às expressões artísticas das muitas culturas e etnias a viver no concelho sadino.
Até domingo ainda há para ver no palco principal da feira: Emanuel, Capitão Fausto, Gisela João, Azeitonas, João da Ilha, Berg e Pedro Abrunhosa, entre outros.
O recinto da Feira de Sat’Iago abre ao público entre as 14 e a uma da madrugada de domingo a quinta-feira, e encerra às duas horas, à sexta e ao sábado.Consulte aqui programa completo do certame. Novidades e passatempos estão disponíveis nas páginas do Facebook da Feira de Sant'Iago ou na página oficial do Facebook da Câmara de Setúbal.

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Fortaleza de Santiago em Sesimbra já reabriu

Fortaleza de Santiago abriu ao público totalmente restaurada

A Fortaleza de Santiago, edifício setecentista situado ao centro da Baía de Sesimbra, no Núcleo Urbano Antigo da Vila, abriu sexta-feira ao público totalmente restaurada. No interior do edifício passa a funcionar o Posto de Turismo, uma cafetaria, espaços multiusos e de exposições, que permitem apresentar uma programação cultural regular. Posteriormente, será instalado, no local, o Museu Marítimo de Sesimbra. Depois do descerramento da placa de inauguração e dos discursos oficiais, Teresa Salgueiro encantou o público, que encheu os espaços do pátio para ouvir música portuguesa. Traçada por um padre flamengo para lançar tiros de canhão ao mar está agora de portas abertas para turistas, depois de obras que custaram dois milhões de euros. E com paredes reversíveis, caso a câmara mude de ideias. 


Centenas de pessoas estiveram na abertura da Fortaleza de Santiago

Construída inicialmente para proteger a vila piscatória de Sesimbra de ataques corsários, a Fortaleza de Santiago, em Sesimbra, está agora pronta para ser invadida por turistas. A Câmara de Sesimbra abriu nesta sexta-feira as portas da fortaleza ao público depois de obras de requalificação total do edifício que rondaram os dois milhões de euros, parte deles proveniente de fundos comunitários, e que se iniciaram em 2011.
O uso militar está perdido nas brumas da memória. Turismo, lazer e cultura são agora as palavras de ordem. Entre as novidades conta-se uma cafetaria com esplanada no baluarte poente, perto de uma guarita com vista para o mar. O posto de turismo está instalado no antigo Quartel do Ajudante. Há ainda espaços para exposições e outras actividades culturais. Para o futuro próximo está previsto o Museu Marítimo de Sesimbra.
No que diz respeito às obras, a autarquia garante que se tratou de um “trabalho minucioso e especializado, sempre muito bem documentado e acompanhado por técnicos ligados à história e à arqueologia”, com a intenção de “preservar, ao máximo, a estrutura inicial”.
Primeiro houve o arranjo das fachadas e muralhas. As paredes, pisos e estruturas que não faziam parte da fortaleza original foram removidas. Depois partiu-se para o interior, com a substituição dos pisos antigos que se encontravam degradados, especialmente na zona da casa do Governador e das antigas camaratas.
Na maior parte dos casos, foi colocado novo reboco com composição compatível com o existente. Mas no Quartel do Ajudante foi necessário o reforço com betão devido a um lençol de água que atravessa a Fortaleza no sentido da Rua Cândido dos Reis e é responsável pela cedência de parte da estrutura.
A intervenção é reversível. As obras evitaram roços nas paredes originais para passagem de infraestruturas tais como canalizações ou tubagens para águas, luz e telecomunicações. Para o efeito foram colocadas paredes técnicas. A solução permite que numa futura intervenção em que se pretenda dar um novo uso à fortaleza baste remover as paredes técnicas para a estrutura primitiva reaparecer intacta.

As origens da Fortaleza 
Teresa Salgueiro abriu programação cultural da Fortaleza 
As obras agora concluídas surgiram depois de a câmara ter iniciado uma negociação, em 2006, com a GNR, a anterior proprietária. A cedência deu-se em 2010. Com este acordo, a autarquia tomou posse plena da ala nascente, que correspondia sensivelmente a metade dos edifícios, por um período de 87 anos. Já com as obras em curso foi finalmente alcançado um acordo que deu posse definitiva da totalidade do monumento à Câmara Municipal de Sesimbra.
Quando o padre jesuíta flamengo Jan Ciermans chega a Lisboa, em 1641, aos 39 anos, a ordem era para partir para a China. Mas a Companhia de Jesus foi incapaz de competir com o rei D. João IV que o recruta para fortificar o reino, uma necessidade vital, uma vez que Espanha recusava aceitar a Independência restaurada em Dezembro de 1640.
E Jan Ciermans, que Portugal há-de conhecer por João “Pascácio” Cosmander, era um perito na arte de fortificar. Grande parte das praças-fortes alentejanas tiveram a sua intervenção directa ou indirecta até à sua morte em 1648, ganhando baluartes de base geométrica, mais complexos que os antigos muros medievais.
Para Sesimbra deixou traçada uma fortaleza com dois baluartes, duas plataformas de tiro com capacidade para albergar, pelo menos, seis peças de canhão cada.
Nas obras do baluarte nascente foi encontrada uma muralha e evidências da fortaleza ter sido construída sobre as ruínas do Forte de Ancua, uma antiga fortificação parcialmente destruída no dia 3 de Julho de 1602, no decurso de um combate naval que decorreu na proximidade da Baía de Sesimbra, durante a guerra Anglo-Espanhola.
Intervir num edifício com mais de três séculos, e com a importância patrimonial da Fortaleza de Santiago foi, disse a Câmara de Sesimbra ao ADN, "uma tarefa de enorme responsabilidade, que implicou um grau de empenho e exigência elevado por parte de todos os elementos da equipa. Não se tratou de uma mera obra de construção civil, mas sim de um conjunto de trabalhos de restauro, muito bem documentados, elaborados por uma equipa multidisciplinar que envolveu arquitetos, engenheiros e operários especializados, sempre acompanhada por técnicos ligados à história e à arqueologia".
Tratou-se de um trabalho minucioso e especializado, "sempre muito bem documentado e acompanhado por técnicos ligados à história e à arqueologia, pois a intenção foi preservar, ao máximo, a estrutura inicial", lembra fonte da autarquia. Depois de muitos meses de trabalho, é com orgulho que muitas pessoas de Sesimbra e muitos turistas se deixaram deslumbrar pelo encanto da renovada Fortaleza de Santiago. Teresa Salgueiro, a voz Madredeus, deu ainda mais encanto à noite de sexta-feira.

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CDS-PP quer "poupar" gastos com energia em Alcochete

Concelhia do CDS-PP apresenta projecto de eficiência Energética na Iluminação Pública à Câmara 

A Comissão Política Concelhia do CDS Alcochete apresentou, no passado dia 21 de Julho, à Câmara Municipal um projecto de eficiência Energética na Iluminação Pública, com menor custos para o município de Alcochete. Segundo fonte dos democratas-cristãos, o município gasta atualmente cerca um milhão e 500 mil euros anuais em iluminação pública. Na substituição para novas lâmpadas LED, município iria pagar, sensivelmente, 616 mil euros anuais em iluminação, uma redução de 56 por cento, anuncia o CDS-PP de Alcochete.    


CDS-PP quer diminuir custos da electricidade pública em Alcochete 

Na sequência de análise às diversas lâmpadas existentes na iluminação das ruas do concelho de Alcochete, o CDS-PP considera que “a autarquia terá custos anuais com iluminação pública, em média, na ordem dos um milhão 414 mil e 823, isto sem calcular a taxa de potência contratada, valores que baixariam para 616 mil euros com a substituição das actuais lâmpadas LED”.
Em comunicado os democratas-cristãos de Alcochete adiantam ainda que “ao nível energético, a autarquia e os os seus munícipes ficariam beneficiados, pois há uma redução na ordem dos 56 por cento no consumo de Kwh (que passariam de 639.360 kwh pare 278.400 kwh), já para não falar na anulação de 405,35 toneladas de co2 por mês na iluminação pública do concelho de Alcochete”.
Esta proposta, explica o CDS-PP, baseia-se no Programa Europeu “Transparense”, cujo objetivo é o de aumentar a transparência e honestidade do mercado dos contratos de desempenho energético em toda a Europa. O projecto conta com vinte parceiros de diversos países, e teve início em Abril de 2013 e será concluído em Setembro de 2015.

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Palmela apoia alunos carenciados do concelho

Palmela investe 46 mil euros no apoio escolar a alunos do 1º cliclo  

O município de Palmela,  no âmbito da acção escolar, assegura a todos os alunos do primeiro ciclo do ensino básico, da rede pública, apoio financeiro para a aquisição de livros e material escolar, através do programa Auxílios Económicos Directos. No próximo ano lectivo a autarquia de Palmela vai investir 46 mil  e 800 euros no apoio a estudantes. Em paralelo, a autarquia lança a partir de Agosto mais uma edição do Projecto 'Dar de Volta, onde a autarquia promove "a reutilização de livros escolares, do 1º ao 12º ano de escolaridade, disponibilizando-os, gratuitamente, a quem deles necessite".  

Palmela investe 46 mil euros no apoio a alunos no próximo ano lectivo

Na reunião pública do Executivo, realizada a 16 de Julho, a Câmara de Palmela aprovou, por unanimidade, a atribuição de um apoio financeiro, no valor global de 46 mil e 800 euros, aos agrupamentos de escolas do concelho, como adiantamento para o próximo ano lectivo, no âmbito da Acção Social Escolar/ Auxílios Económicos Directos. "Este valor corresponde a uma primeira fase de atribuição do apoio a 1.040 alunos carenciados do primeiro ciclo do ensino básico da rede pública", explica fonte da autarquia de Palmela.
De acordo com o documento aprovado por unanimidade, "o município tem adoptado políticas diferenciadoras de discriminação positiva, assumindo o acesso à educação como eixo fundamental e estratégico de desenvolvimento local".
Assim, diz a autarquia, "apesar da legislação considerar a existência de dois escalões - um pago a 100 por cento (A) e o outro a 50 por cento (B) - correspondentes aos 1º e 2º escalões do Abono de Família, a Câmara Municipal definiu um escalão único, atribuindo a totalidade do apoio, no valor de 45 euros, a todos os beneficiários".  
Este apoio às famílias destina-se "à aquisição de livros e material escolar, constituindo-se como um importante contributo para a diminuição do insucesso e do absentismo escolar", conclui o documento.
O apoio é distribuído pelos agrupamentos de escolas do concelho, da seguinte forma:
- Agrupamento Vertical de Escolas de Palmela | 16.650 euros (370 alunos);
- Agrupamento de Escolas José Saramago, Poceirão | 8.550 euros (190 alunos);
- Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos, Pinhal Novo | 21.600 euros (480 euros).

Palmela promove reutilização de livros escolares
A Câmara de Palmela, em parceria com o Grupo de Bibliotecas Escolares do Concelho de Palmela e a Associação de Municípios da Região de Setúbal, está a promover mais uma edição do Projeto “Dar de Volta”. A reutilização de livros escolares, do 1º ao 12º ano de escolaridade, disponibilizando-os, gratuitamente, a quem deles necessite, é o objectivo desta campanha, que serve propósitos sociais, ambientais e económicos.
Os interessados deverão fazer a entrega ou, a partir de 1 de Agosto, o levantamento dos manuais, de acordo com as necessidades e disponibilidades, em qualquer uma das Bibliotecas da Rede Municipal.
O “Dar de Volta” é um "projecto colectivo e intermunicipal, promovido pela AMRS, através das bibliotecas municipais aderentes". 



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Feira de Sant’Iago arranca esta noite em Setúbal

“As cidades reinventam-se, as feiras transformam-se, mas não morrem”

A passagem dos 40 anos da Revolução dos Cravos inspira esta edição da Feira de Sant’Iago, nas Manteigadas, em Setúbal, certame com abertura oficial no dia 25, às 20h15. Com o tema “40 Anos do 25 de Abril”, a Feira realiza-se até 3 de Agosto, no Parque Sant’Iago e promete dez dias de emoção constante, com a participação de mais de uma centena de artistas, divertimentos para todos os públicos e idades, tasquinhas gastronómicas e outros pontos de interesse. Pedro Abrunhosa, Toy, Emanuel, Capitão Fausto, Gisela João, Azeitonas e João da Ilha são alguns dos nomes em destaque na maior festa da cidade de Setúbal.

Câmara de Setúbal já apresentou a feira de Sant'iago 


Mais de cem artistas e cerca de 200 expositores participam na Feira de Sant’Iago 2014, que decorre entre 25 de Julho e 3 de Agosto, em Setúbal, com o tema “40 Anos do 25 de Abril”. A principal festa da cidade de Setúbal, que nas últimas edições atraiu, anualmente, cerca de 400 mil visitantes, realiza-se pelo décimo ano consecutivo no Parque Sant’Iago, nas Manteigadas, e dura este ano 10 dias, ao contrário das habituais duas semanas.
A presidente da Câmara de Setúbal sublinhou, na apresentação da Feira à comunicação social que a decisão resulta “de questões de racionalidade económica”.
Maria das Dores Meira garante que o período mais curto do certame assegura “poupança [para a Autarquia] e também muito mais animação diária e vivacidade” para os visitantes.
Sérgio Mateus, técnico da Câmara Municipal responsável pela programação cultural da Feira de Sant’Iago, adiantou que, com esta medida, “há um corte no orçamento de 150 mil euros. Nos anos anteriores, os orçamentos rondavam os 400 mil euros”.
Por sua vez, verifica-se um aumento de feirantes e expositores presentes no evento. “Em 2013 houve um total de 180 feirantes e expositores na Feira de Sant’Iago. Neste momento, com as inscrições ainda a decorrer, esse número já vai em cerca de duzentos”, disse Sérgio Mateus.
O técnico municipal frisou ainda que foi preparado “um programa forte para os dez dias da Feira, pensado para um público diversificado”. Por isso, o cartaz, que contempla espetáculos em dois palcos, um para artistas portugueses e outro para demonstrações artísticas de outras culturas, prevê, nomeadamente, as participações de Nélson Freitas, no dia de abertura, a 25 de Julho, e de Pedro Abrunhosa, a fechar, a 3 de Agosto. Pelo meio passam ainda artistas consagrados: Toy, Emanuel, Capitão Fausto, Gisela João, Azeitonas e João da Ilha, entre outros.
“De sexta-feira a domingo os espetáculos são mais longos, com duas partes e início às 21h30. Nas noites dos dias 25 e 2, há animação com DJ, para um público mais jovem, e que dura até ao fecho das portas, portanto às duas da manhã”, acrescentou.

Outras atrações da Sant’Iago
O pavilhão da Câmara Municipal de Setúbal exibe uma grande exposição que recupera os momentos que constituíram a Revolução dos Cravos, tanto no País como em Setúbal.
A abertura oficial do certame está programada para o dia 25, às 20h15, junto da entrada institucional. Começa com uma atuação da Tuna Sadina e da Real Trovantuna com o coro municipal Afina Setúbal, a que se segue uma intervenção da presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira.A Sant’Iago apresenta este ano uma Feira Quinhentista, “com animações diárias, em que nenhum dia será igual ao anterior”, adiantou Sérgio Mateus.
Além de recriações históricas e espaços gastronómicos ao estilo da época, nesta área são assinalados os 500 anos do foral manuelino através de uma exposição alusiva.
O recinto do certame acolhe, ainda, o Espaço Desporto, com atividades previstas para todos os dias e desenvolvidas em parceria com várias coletividades do concelho.
As juntas de freguesia do concelho, além das habituais representações institucionais, estão presentes pela primeira vez também através de tasquinhas gastronómicas, enquanto, no Espaço Ciência, o IPS apresenta experiências científicas, o Circo Matemático propõe aos visitantes desafios de matemática e a Fundação Champalimaud leva uma cápsula de simulação de movimento, na qual é projetada um filme em 3D sobre o corpo humano.
O certame recebe, igualmente, os espaços Artesanato, com sessões de trabalho ao vivo, Produtos Regionais, com degustação e prova para o público, e Atividades Económicas, com a presença de várias empresas.
Uma das novidades é o trabalho desenvolvido numa das faces de uma pequena colina localizada defronte ao Palco Setúbal, o principal do certame. “O declive foi trabalhado para acolher as pessoas em melhores condições de segurança e facilitar a visualização dos espetáculos”, adiantou Nuno Marques.

Há 10 anos nas Manteigadas 
Feira mudou-se para as Manteigadas há 10 anos 
Na edição de 2014 completam-se dez anos desde que a Feira de Sant’Iago foi deslocada do centro de Setúbal, onde funcionou na Avenida Luísa Todi, para o Parque Sant’Iago, nas Manteigadas.
A presidente da Câmara Municipal de Setúbal reconheceu que a medida conduziu o certame “a um percurso complexo”, mas que “depois de décadas de discussão sobre o tema, foi necessário tomar uma decisão”.
A autarca recordou que a decisão foi em parte condicionada pelo Plano Estratégico do Polis de Setúbal, apresentado no final de 2001, apontando, na altura, numa visão partilhada pelo Executivo municipal liderado pela CDU, “que era imperioso conferir novas capacidades urbanas à principal avenida da cidade, que não deveria ficar refém de um evento de grande importância, mas que tinha a limitada duração de duas semanas por ano”.
Maria das Dores Meira frisou que “as cidades reinventam-se, as feiras transformam-se, mas não morrem”, sendo que a Sant’Iago “é uma dessas festas”.
Acrescentou, ainda, que será muito difícil a Feira de Sant’Iago mudar de lugar no futuro, uma vez que é um certame para se realizar “num grande parque”.
Por esse motivo, adiantou, a Autarquia está a estudar medidas para melhorar o Parque Sant’Iago, tanto ao nível de infraestruturas, como de aproveitamento do espaço durante o período em que não decorre o certame.

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Fortaleza de Santiago, em Sesimbra, abre hoje ao público

Fortaleza de Santiago volta a ser da população de Sesimbra  

As portas da Fortaleza de Santiago, em Sesimbra,  vão voltar a abrir ao público esta sexta-feira, 25 de Julho, às 21 horas, depois de uma intervenção apoiada por fundos comunitários, que permitiu a recuperação total deste monumento, classificado como património de interesse público desde 1977. No interior do edifício passará a funcionar o Posto de Turismo, uma cafetaria, espaços multiusos e de exposições, que permitirão apresentar uma programação cultural regular. Posteriormente, será instalado, no local, o Museu Marítimo de Sesimbra. O programa da inauguração inclui intervenções oficiais, às 21.30 horas, e um espetáculo com Teresa Salgueiro, a voz dos Madredeus, um dos mais famosos grupos portugueses de sempre, às 22 horas.

Fortaleza de Santiago reabre ao público dia 25 de Julho 

Na data de abertura estarão patentes duas exposições, uma dedicada à história do edifício, que para além das datas mais marcantes, dá ênfase a todos os esforços desenvolvidos ao longo do século XX para que o município de Sesimbra pudesse tomar posse do monumento, e outra relacionada com a intervenção. Haverá também, explica o gabinete de comunicação da autarquia,  "um conjunto de painéis descentralizados que mostram o estado em que se encontrava o conjunto arquitetónico e o trabalho que foi necessário desenvolver para se conseguir recuperar a sua estrutura original".
O programa da inauguração inclui intervenções oficiais, às 21.30 horas, e um espetáculo com Teresa Salgueiro, a voz dos Madredeus, um dos mais famosos grupos portugueses de sempre, às 22 horas.

Uma recuperação exemplar
Obras de restauro custaram cerca de dois milhões de euros 
A requalificação da Fortaleza de Santiago, iniciada em 2011 pela Câmara de Sesimbra, foi uma das mais importantes intervenções incluídas no Programa Integrado de Valorização da Frente de Sesimbra, apoiado pelo QREN- PORLisboa, e rondou os 2 milhões de euros. A grande preocupação do projeto foi manter a traça original do edifício.
Depois da obra da primeira fase, centrada no arranjo das fachadas e muralhas e na remoção de paredes, pisos e estruturas que não faziam parte da construção original, a segunda parte da reabilitação, explica a autarquia, "abrangeu os espaços interiores e consistiu, sobretudo, na substituição dos pisos antigos que se encontravam degradados, especialmente na zona da casa do Governador e das antigas camaratas, construção de instalações sanitárias, infraestruturas de águas, gás, esgotos, eletricidade e telecomunicações, e preparação das salas para acolher as diversas valências que vão preencher o edifício".
No essencial, diz a Câmara Municipal, "tratou-se de um trabalho minucioso e especializado, sempre muito bem documentado e acompanhado por técnicos ligados à história e à arqueologia, pois a intenção foi preservar, ao máximo, a estrutura inicial".
Houve também a preocupação de tornar o edifício prático e funcional, adaptado às novas funcionalidades como espaço museológico e de lazer. Neste campo salienta-se "a instalação de um elevador que permitirá o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ao andar superior e um deck em madeira, que estabelece a ligação a todas as áreas interiores a partir da entrada do edifício", refere o município.

Transferência do imóvel para o município
Fortaleza de Santiago, em Sesimbra, é património nacional desde 1977 

A abertura da Fortaleza ao público, no dia 4 de Maio de 2006, foi o momento que marcou o início do processo de transferência deste imóvel para a gestão municipal. O acordo celebrado entre a Câmara Municipal e a Guarda Nacional Republicana (GNR) estabeleceu a utilização do espaço para realização de diversos eventos, como a Zimbr’Arte, as Zimbra Estações e espetáculos musicais.
Dois anos depois, a GNR subscreveu a proposta da Câmara de Sesimbra para a cedência do espaço edificado da Fortaleza de Santiago à autarquia, que tinha sido dirigida ao Ministério da Administração Interna em Agosto de 2007.
O projeto de recuperação, que posteriormente recebeu financiamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional, no âmbito de uma candidatura apresentada pela Câmara Municipal para a Revitalização da Frente Marítima de Sesimbra, previa o aproveitamento do espaço para atividades culturais e de lazer, entre os quais o Museu do Mar.
Em Abril de 2010, a Direção-geral do Tesouro e Finanças, (DGTF), a GNR e a Câmara de Sesimbra celebraram o Auto de Restituição, Cedência de Utilização e Aceitação da Fortaleza de Santiago. Nos termos deste compromisso, a GNR restituiu à DGTF o imóvel e, por sua vez, esta autorizou a cedência de utilização ao município por um período de 87 anos.
No final desse ano, o edifício é encerrado ao público para realização do diagnóstico estrutural do edifício, operação que implicou um conjunto de intervenções em vários pontos do mesmo. O estudo geotécnico, geológico e estrutural da Fortaleza de Santiago teve como objetivo avaliar o seu estado de conservação para se iniciarem as intervenções previstas.
Dois anos depois, por iniciativa da GNR, é assinada uma adenda ao memorando de entendimento que formaliza a cedência de todos os espaços da Fortaleza a título definitivo, ao município. O novo acordo possibilitou à autarquia fazer alterações ao projeto, permitindo a instalação do Posto de Turismo e um conjunto de valências que valorizam o espaço e que são essenciais para qualificar o turismo em Sesimbra.

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