Dá um Gosto ao ADN

“Queimada” vai iluminar Pinhal Novo no Dia das Bruxas

Pátio Caramelo prepara-se para uma noite de terror 

O Dia das Bruxas vai ser celebrado, em Pinhal Novo, com pirotecnia, danças e música, no evento da “Queimada”, organizado pela Acção Teatral Artimanha, Bardoada, Câmara de Palmela e Junta de Freguesia de Pinhal Novo. No próximo sábado, saem à rua bruxas, magos e odaliscas, que vão desfilar ao longo da Avenida Alexandre Herculano, em Pinhal Novo, a partir das 21 horas. Passam pelo principal jardim da vila e acaba na penumbra do Pátio Caramelo que, nesse dia, será o palco de todos os terrores e de todos os mistérios da grande "queimada". Um evento que promete... 
ATA convida população para a Queimada no dia  31 de Outubro 

O desfile terá três paragens: no anfiteatro do Jardim José Maria dos Santos, onde a população poderá assistir a danças, a cargo do ATA Dança, seguidamente no coreto, onde a magia continua com uma actuação de fogo, e finalmente, na entrada do Pátio Caramelo, onde a organização dará início ao ritual da queimada, ao som de música medieval e gaiteiros dos Bardoada.
Este ritual tem por base uma bebida alcoólica típica da Galiza – a Queimada – preparada num pote de barro e acompanhada de um esconjuro que, de acordo com a tradição, protege contra feitiços e mantém afastados os espíritos do mal. Na Galiza, a data é comemorada todos os anos, como símbolo da manutenção da abundância de verão nos meses de Inverno.
No Pinhal Novo, onde a dramatização teatral e a música terão papel de destaque, a Queimada será distribuída pelo público, num convite à celebração e ao convívio.
As expectativas são “tantas como as do ano passado, o convívio é o mais importante” explica Rui Guerreiro, membro do ATA. “No fim, vai ser um convívio entre todos os participantes, espectadores e as pessoas que acompanharem o espectáculo até ao fim”, conclui Sandra Bórgia, da Acção Teatral Artimanha.
A edição deste ano contará ainda com o apoio d'Os INdiferentes.

A história do Halloween
O primeiro registo do termo Halloween tem a data aproximada de 1745. No Cristianismo existia o costume de celebração das chamadas Vésperas. Na Antiga Religião celta existia o Samhain,a Festa dos Mortos (no Cristianismo é celebrado dia 2 de Novembro).
Entre o pôr-do-sol do dia 31 de Outubro e 1° de Novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: Hallow Evening Hallowe'en Halloween. Rapidamente conclui-se que o termo Dia das bruxas não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.
Outra teoria sobre a noite das bruxas conta que a igreja católica, ao eliminar o dia de Martinho Lutero, que foi o fundador da igreja protestante, disse que a salvação é pela graça e não pela obra. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como Day of Martin Luther.A designação perpetuou-se e a comemoração do Halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.

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Setúbal aprova orçamento de quase 117 milhões de euros

"Um orçamento para criar as condições para a continuidade da realização dos projetos municipais" 

A Câmara de Setúbal aprovou em reunião pública, a proposta das Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2016, com uma dotação inicial de 116 milhões e 970 mil euros. O documento financeiro indica a preocupação de “prosseguir uma estratégia de rigor e de maior contenção da despesa pública, para reforço e consolidação das finanças municipais”, a par do “desenvolvimento sustentável e harmonioso do município, com o propósito da melhoria da qualidade de vida dos munícipes, considerando as atuais condicionantes socioeconómicas e financeiras”, explica a Câmara de Setúbal. A presidente da autarquia dedica ainda atenção à questão do IMI e à impossibilidade de, em 2016, se registar uma redução das respetivas taxas em face das obrigações legais, nomeadamente devido às restrições impostas pelo Contrato de Reequilíbrio Financeiro em vigor. “Consideramos estar obrigados a aplicar os valores máximos deste imposto, o que acontece desde 2002”. 
Câmara de Setúbal quer continuar investimentos no concelho 

É ainda propósito da autarquia “criar as condições para a continuidade da realização dos projetos municipais, tirando o máximo aproveitamento das oportunidades de cofinanciamento a estabelecer pelo novo Quadro Comunitário – Portugal 2020 que adota os princípios de programação da Estratégia Europa 2020”.
O documento aprovado a 28 de Outubro em reunião pública, e que será sujeito à apreciação da Assembleia Municipal, traça, num preâmbulo assinado pela presidente da autarquia, a política de intervenção nas diversas áreas no quadro das Grandes Opções do Plano para 2016, que apresentam um valor de 52 milhões, 226 mil e 600 euros, num “contexto económico-financeiro em que são evidentes graves limitações e fortes constrangimentos à atividade do poder local”.
Em 2016, adianta Maria das Dores Meira, “a Educação consolida-se como uma das principais prioridades do Município e reafirma-se como dimensão estratégica do desenvolvimento do concelho”, privilegiando-se o desenvolvimento da escola no seu contexto integral.
A presidente da Câmara de Setúbal assinala que na origem desta priorização está o facto de a Educação se apresentar submetida a “intensas pressões de descentralização, ou melhor, de desconcentração de novas atribuições e competências sem que sejam salvaguardados e garantidos os indispensáveis recursos financeiros” pela Administração Central.
A Cultura assume-se como outra das “áreas fundamentais das políticas municipais” em 2016, em grande parte graças ao vasto programa das Comemorações dos 250 Anos do Nascimento de Bocage, a decorrer ao longo de um ano.
A Juventude continuará a observar um caráter transversal, através do cruzamento com todas as políticas municipais, mas “mantendo a sua natureza específica e de apoio à atividade autónoma do movimento juvenil e à iniciativa dos jovens”.
A recuperação da Pousada da Juventude é exemplo dessa filosofia, ao devolver à cidade um equipamento fundamental para receber os jovens que procuram Setúbal e necessitam de alojamento de qualidade a um preço acessível.

Cidade Europeia do Desporto será um marco em 2016 
Destaque ainda para a crescente centralidade do Desporto nas políticas municipais, as quais “continuarão a orientar-se para o estreitamento das relações de cooperação e parceria com os clubes, coletividades e demais movimento associativo”.
Neste contexto, a escolha de Setúbal como Cidade Europeia do Desporto 2016 constituirá “um marco inolvidável” na vida desportiva do concelho, assinala Maria das Dores Meira. “Setúbal viverá este acontecimento com a sua forte identidade, num desafio coletivo que unirá todos os setubalenses em torno deste grande projeto”, diz a presidente da autarquia.
Em matéria de Urbanismo, será prosseguida uma aposta na “melhoria dos serviços prestados e no estudo, acompanhamento e orientação das operações de caráter urbanístico”, com especial atenção “às intervenções em edifícios nos núcleos antigos com o objetivo de preservar elementos históricos tradicionais”.
Maria das Dores Meira salienta no documento financeiro que o processo de revisão do Plano Diretor Municipal se encontra na fase final. “A sua rápida aprovação é prioritária, pois este é um instrumento de extrema importância para o aprofundamento e a estruturação da política municipal de qualificação urbanística e, por essa via, para promover um modelo territorial equilibrado, desenvolvendo e explorando as potencialidades concelhias no contexto metropolitano e nacional”.
Nesta área, acrescenta a autarca, “é ainda importante destacar o Parque Urbano da Várzea, com as suas componentes de intervenção paisagística e hidráulica”.
No setor da Higiene Urbana e Jardins será mantida “a forte aposta na qualidade dos serviços urbanos prestados na conservação dos parques e espaços de lazer e recreio”, com um aumento da operacionalidade dos serviços, enquanto ao nível da Energia e Iluminação Pública salientam-se as auditorias energéticas a edifícios e os estudos sobre a diminuição de encargos, “numa ótica de eficiência energética e de redução de custos”.
Quanto ao Turismo, as Grandes Opções do Plano para 2016 apontam o prosseguimento da realização de feiras e certames e “a constante procura de mais qualidade”, com vista à afirmação de Setúbal a nível regional e nacional.“Continuaremos também a aposta na promoção das potencialidades turísticas do concelho, designadamente na área do património histórico e natural”.
A conservação e a requalificação do Parque Habitacional “continuarão a merecer atenção”, numa conjugação com os programas municipais “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, intervenção inovadora que se materializa ao nível da habitação social e em ações muito variadas de melhoria da qualidade de vida das populações da zona da Bela Vista, e “Setúbal Mais Bonita”, que junta os munícipes em jornadas de beneficiação do espaço público do concelho.

Câmara impedida de baixar IMI 
Autarquia disponível para baixar IMI caso o Governo permita
Maria das Dores Meira indica, no âmbito das Grandes Opções do Plano para o próximo ano, que 2016 será o ano zero do programa Portugal 2020 no que se refere a candidaturas a fundos comunitários, o que motivou um processo de “exigente negociação” no contexto da Área Metropolitana de Lisboa, do qual resultou a garantia de um conjunto de projetos para apoio comunitário.
Nestes inscrevem-se a reabilitação do Convento de Jesus (fase A – alas este e norte, claustros, igreja e coro alto), medidas de eficiência energética em equipamentos municipais e no âmbito do PAESS – Plano de Ação para a Energia Sustentável no Concelho de Setúbal e o PRARABIDA – Programa de Ação, Conservação, Valorização e Promoção do Património Histórico, Cultural e Natural da Arrábida, desenvolvido em conjunto com os municípios de Palmela e Sesimbra.
Os outros projetos a apresentar com vista a financiamento europeu são a Rede para o Desenvolvimento da Economia Local da Região de Lisboa, com Almada e Seixal, o Setúbal Mais Inclusiva, pensado para crianças e jovens, o PRIA – Percursos em Rede na Inclusão Social – Bem-Estar, o Setúbal de Todos, o Uma Escola para Todos e a requalificação de estabelecimentos escolares em diversas vertentes.
A presidente da autarquia dedica ainda atenção à questão do IMI e à impossibilidade de, em 2016, se registar uma redução das respetivas taxas em face das obrigações legais, nomeadamente devido às restrições impostas pelo Contrato de Reequilíbrio Financeiro em vigor. “Consideramos estar obrigados a aplicar os valores máximos deste imposto, o que acontece desde 2002”.
A Câmara de Setúbal, consciente “do fardo fiscal a que os proprietários de imóveis estão sujeitos, em particular desde que foi decidida e aplicada a reavaliação do património imobiliário a partir de 2009”, solicitou aos organismos competentes uma “clarificação cabal” sobre se está de facto obrigada a aplicar as taxas máximas de IMI.
Caso esta apreciação vá no sentido de desobrigar a autarquia desses compromissos legais, a Câmara de Setúbal poderá estar em condições de baixar as taxas de IMI a todos os proprietários de imóveis, sem exceção, beneficiando, não apenas as famílias numerosas, mas todos, afetados por um imposto que “sofreu brutal aumento na sequência da reavaliação do património imobiliário decidido pelos anteriores governos”.
A proposta das Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2016, aprovada com os votos a favor da CDU e contra do PS e da coligação PSD/CDS, vai ser submetida à apreciação da Assembleia Municipal de Setúbal.

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Maior prémio do Totoloto vai para o distrito de Setúbal

5, 13, 24, 34 e 47, com o 7 valem cerca de 15 milhões limpos de impostos 

O maior prémio de sempre do Totoloto saiu a um apostador do distrito de Setúbal. O apostador vai receber perto de 15 milhões, deduzidos os 20 por cento dos impostos. O sorteio realizado quarta-feira à noite chegou ao prémio de 18 milhões 957 mil 594,60 euros, após oito meses a aforrar. Os números 5, 13, 24, 34 e 47, com o 7 como número da sorte, mudaram a vida do feliz apostador que, por agora, ainda ninguém sabe quem é nem tão pouco a localidade do distrito onde foi registado o boletim premiado. 
Boletim premiado foi registado no distrito e vale mais de 15 milhões 

A chave vencedora do concurso 86/2015 do Totoloto é composta pelos números 5, 13, 24, 34 e 47. O número da sorte é o 7. Estes foram os números mágicos que irão fazer feliz (para sempre) o único totalista do maior prémio do Totoloto. Não se sabe quem é, mas sabe-se que foi registado algures no distrito de Setúbal.
O sorteio realizado quarta-feira à noite, fez um milionário no distrito de Setúbal. Após oito meses a aforrar (desde Fevereiro que nenhum primeiro prémio saía). O primeiro prémio chegou aos 18 milhões 957 mil 594,60 euros.
Deduzidos os impostos (20 por cento de herança da austeridade de Passos Coelho e Paulo Portas), o apostador vencedor deverá receber cerca de 15,7 milhões de euros.
É, ainda assim, o maior prémio de sempre atribuído pelo Totoloto, ultrapassando os 14,9 milhões de euros atribuídos no sorteio de 2011, ainda antes do "enorme aumento de impostos" de Vítor Gaspar que passou, a 1 de Janeiro de 2013, a cobrar 20 por cento de Imposto de Selo nos prémios superiores a cinco mil euros.
No top dos maiores premiados de sempre está, ainda, uma apostador de Beja, que no início do ano arrecadou 8,7 milhões de euros, antes dos impostos. Ora, o vencedor - ou vencedora - levará para a sua casa, algures no distrito de Setúbal, quase o dobro, assim que reclamar o prémio. Depois é fazer contas e viver feliz.

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Almada desce IMI pelo terceiro ano consecutivo

Autarquia aposta na reabilitação urbana

O Município de Almada decidiu baixar a taxa de IMI para 0,37 por cento e aplicar uma redução de 15 por cento para edifícios com classificação de eficiência energética de A e A+; assim como reduzir ou isentar desta taxa imóveis localizados na Áreas de Reabilitação Urbana. De fora ficou a aplicação da directriz que defende a redução do Imposto Municipal para as as famílias com filhos, até 20 por cento. "A autarquia optou por uma redução global da taxa a todas as famílias, independentemente da dimensão do respetivo agregado", explica a Câmara de Almada. Recorde-se que este imposto basta pelo terceiro ano consecutivo. Em 2015 a taxa aplicada era de 0,38 por cento. Em 2016 desce para os 0,37 por cento. 
Em Almada o IMI baixa para todas as famílias com ou sem filhos 
O combate à desertificação e a regeneração nas Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) no concelho (Cacilhas, Almada, Trafaria, Pragal, Monte de Caparica, Cova da Piedade e, em breve, Porto Brandão) são também uma preocupação da autarquia. 
Ficam isentos de Imposto Municipal sobre Imóveis, "os prédios urbanos localizados em ARU que tenham sido objeto de ações de reabilitação, por um período de cinco anos a contar do ano da reabilitação", explica a autarquia gerida pelo comunista Joaquim Judas.
Beneficiam de uma redução de 30 por cento do IMI os prédios localizados em zonas delimitadas de reabilitação urbana cujos proprietários tenham, comprovadamente, realizado obras entre Outubro de 2014 e Setembro deste ano.
Em 2016, explica a autarquia em nota enviada ao ADN, "mantem-se o agravamento em 30 por cento da taxa do IMI para os prédios degradados. As taxas triplicam para os prédios urbanos que se encontrem devolutos há mais de um ano ou que se encontrem em ruínas".
No próximo ano a autarquia mantém a redução em 20 por cento da taxa de IMI, para os prédios habitacionais arrendados, cujos proprietários hajam feito prova do respetivo arrendamento, junto da Câmara, até 30 de Junho de 2015.

Eficiência energética beneficiada
O executivo aprovou ainda uma redução de 15 por cento para prédios urbanos com classificação de eficiência energética de A e A+.
Esta redução aplica-se também aos edifícios que, em resultado de obras de construção, reconstrução, alteração, ampliação e conservação, tenham conseguido uma classificação energética superior, em pelo menos duas classes, face à avaliação anterior.
A Câmara de Almada decidiu ainda isentar de IMI os prédios que servem como sede de coletividades de cultura e recreio, organizações não-governamentais e outro tipo de associações não lucrativas, a quem tenha sido reconhecida utilidade pública, quando estes se destinem ao prosseguimento direto dos fins destas entidades.

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Montijo aprova devolução de IRS aos munícipes do concelho

Autarquia aprova medidas para estimular a economia 

Na reunião de câmara de 28 de Outubro, o executivo da Câmara do Montijo aprovou o lançamento de Derrama e a Participação Variável no IRS. Relativamente à participação variável no IRS, a proposta aprovada com os votos a favor do PS e do PSD e os votos contra da CDU, consiste na aplicação de uma taxa de quatro por cento. Esta medida representa uma variação negativa na receita municipal na ordem dos 468 mil 421 euros, a favor dos cidadãos com domicílio fiscal no concelho do Montijo. Quanto à Derrama, foi aprovada por unanimidade a isenção da taxa de Derrama para as empresas com um volume de negócios até 150 mil euros, mantendo-se a taxa de 1,5 por cento sobre as empresas com um volume de negócios superior àquele valor.
Autarquia aprovou devolução de IRS e a taxa de Derrama 

Desde 2012 que a Câmara do Montijo tem optado pela redução da sua participação variável no IRS (não aplicando a taxa máxima prevista na lei de cinco por cento), por considerar que a carga fiscal imposta aos cidadãos atingiu níveis incomportáveis e altamente lesivos.
"Apesar de consubstanciar-se como uma medida de redução nas receitas municipais, esta redução da taxa variável de IRS permite um desagravamento fiscal aos cidadãos residentes no concelho, possibilitando um aumento do rendimento disponível das famílias, e, simultaneamente, possibilita que o Município do Montijo não comprometa os compromissos assumidos e a sua prestação diária de bens e serviços públicos", explica a autarquia em comunicado.
Quanto à Derrama, mais uma vez, foi aprovada por unanimidade a isenção da taxa de Derrama para as empresas com um volume de negócios até 150 mil euros, mantendo-se a taxa de 1,5 por cento sobre as empresas com um volume de negócios superior àquele valor.
"Ao isentar de Derrama as empresas com um volume de negócios até 150 mil euros, a autarquia está a prescindir de uma receita na ordem dos 68 mil euros e a aplicar uma medida de apoio à sustentabilidade dos pequenos negócios, à promoção do empreendedorismo e ao combate ao desemprego", lembra a Câmara do Montijo.
A Derrama constitui uma receita importante para o reforço da capacidade financeira do município. A autarquia entende que as empresas "que apresentem lucros tributáveis devem, no âmbito da sua responsabilidade social, contribuir para a redistribuição da riqueza criada no concelho, participando e apoiando investimentos e serviços municipais em prol do bem comum", conclui o comunicado do executivo municipal liderado pelo socialista Nuno Canta.

IMI baixa para as famílias com filhos 
Recorde-se que a autarquia do Montijo já no inicio deste mês tinha aprovado reduzir a Taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis para as famílias do concelho. A proposta foi aprovada por maioria, com os votos favoráveis do PS e do PSD e os votos contra da CDU. De acordo com o Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, a autarquia decidiu fixar uma redução da taxa para os imóveis destinados a habitação própria e permanente coincidente com o domicílio fiscal do proprietário, atendendo ao número de dependentes.
Assim, um agregado familiar com um dependente beneficiará de uma redução de cinco por cento, no caso de dois dependentes será de 10 por cento e com três ou mais dependentes o valor da redução cresce para 15 por cento.
A autarquia justificou esta opção “por considerar que um abaixamento genérico do IMI é uma medida injusta socialmente pois aplica-se a todos os proprietários, beneficiando mais os grandes proprietários em detrimento das famílias com casa própria”, disse o presidente da Câmara. A medida abrange 4923 famílias.
A proposta aprovada mantém, igualmente, a redução generalizada do IMI. Pelo terceiro ano consecutivo, a câmara vai aplicar a taxa de 0,45 por cento, não aplicando a taxa máxima prevista na lei (0,50 por cento).
Nuno Canta realçou o equilíbrio da proposta que “não deixa de responder às dificuldades das famílias, procura a justa repartição do IMI e permite manter o equilíbrio das contas municipais”, possibilitando a execução dos compromissos assumidos e das políticas sociais e de investimento do município.

Artigo relacionado: Câmara do Montijo reduz IMI para as famílias



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Alunos de Alcochete em Maratona de Leitura

Uma forma de estimular a imaginação dos alunos 

A Maratona da Leitura decorreu ontem na Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, em Alcochete, contando com a participação de alunos do pré-escolar ao ensino secundário, professores, funcionários, pais e outros representantes da comunidade.Esta iniciativa está enquadrada no plano de atividades de cooperação da Rede de Bibliotecas de Alcochete e foi organizada e acolhida pela directoria da escola. No período da manhã, a Maratona da Leitura registou a participação das vereadoras da Educação e da Cultura, do presidente da Junta de Freguesia de São Francisco e da representante da Rede de Bibliotecas Escolares.
Maratona da Leitura decorreu na EB El-Rei D. Manuel I em Alcochete 

A vereadora da Educação, Susana Custódio, destacou que a iniciativa promove a leitura e é transversal a todos os níveis de ensino. “É uma iniciativa que já tem alguma tradição e é sempre um bom momento de partilha, em que cada um dos convidados partilham as suas leituras em voz alta e mostram um pouco de si e das suas preferências”, salientou a autarca de Alcochete.
A escolha de Susana Custódio recaiu sobre duas histórias de António Torrado; “Há coisas assim” e “O vizinho de cima”, leituras que comparam uma árvore às pessoas e que apelam à tolerância, transmitindo valores, que segundo a autarca, devem ser fomentados nas gerações mais novas para termos “uma sociedade mais equilibrada”.
“Visita dos domingos” de Matteo Gubellini, foi a obra escolhida pela vereadora da Cultura, Raquel Prazeres. “Gosto muito desta iniciativa e de tudo o que tenha a ver com os livros e a cultura”, sublinhou a autarca.
Para Raquel Prazeres, a Maratona da Leitura “é uma forma de estimular a imaginação porque cada um que lê, vê uma história diferente”. “Esta maratona da leitura cria muito entusiasmo nos miúdos porque eles também se vêm mostrar e ouvir, o que é sempre positivo”, acrescentou a responsável pela pasta da cultura em Alcochete.
Com a coordenação dos professores e educadores, os alunos de várias idades ouviram e recitaram textos da língua portuguesa e estrangeira ao longo do dia, numa verdadeira maratona da leitura, que contou também com a participação da Andante Associação Artística.

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Festa de Todos os Santos, em Quinta do Anjo, começa hoje

259.ª Festa de Todos os Santos vai ter novos espaços

A 259.ª edição da Festa de Todos os Santos, em honra de N.ª Sr.ª da Redenção, na aldeia de Quinta do Anjo, em Palmela, que decorre entre 29 de Outubro e 1 de Novembro, conta com várias novidades ao nível do espaço da festa e com um cartaz musical em que se destacam alguns artistas nacionais, como os Anjos, Serafim ou o Padre Borga. Na edição deste ano, que conta com mais um dia de festa, deixa de existir a tenda habitualmente montada em frente à igreja e os espectáculos vão repartir-se entre a tenda que vai existir em frente à Sociedade de Instrução Musical de Quinta do Anjo e o palco e salão nobre desta colectividade, adianta o novo presidente da direcção da Associação de Festas de Quinta do Anjo, Rui Torres.
Festas de Todos os Santos são as mais antigas do concelho de Palmela


À entrada da Sociedade de Instrução Musical (SIM), ficarão pequenos stands, como os da Câmara  de Palmela e da Junta de Freguesia de Quinta do Anjo, e também a quermesse, que é retomada este ano. Haverá o espaço ao ar livre destinado aos comes e bebes e aos carrosséis, e ainda uma exposição automóvel no jardim ao lado da SIM.
Rui Torres  explica que esta é uma “festa de Outono, que precisa de espaços fechados”, por isso, a nova direcção apostou em contactos com a comunidade local e conseguiu que fossem cedidos dois novos espaços para a festa, junto à SIM: uma antiga adega e uma antiga mercearia, que vão acolher expositores de artesanato e venda de produtos regionais. A festa contará com cerca de uma dúzia de expositores.
Ao nível do programa da festa, o presidente realça que esta nova direcção foi “ambiciosa”. Do cartaz musical, destacam-se o espectáculo dos Anjos, a 30 de Outubro, com reserva de mesas já esgotada (as receitas que resultarem desse espectáculo revertem, na totalidade, para a igreja), do humorista Serafim, no dia 31 de Outubro, e do Padre Borga, a 1 de Novembro. O dia 1, Dia de Todos os Santos, é aquele em que a componente religiosa da festa é mais forte, com a realização da tradicional missa e procissão em honra de N.ª Sr.ª da Redenção. Outros espectáculos com artistas e bandas locais, actividades desportivas, workshops, uma homenagem a Jorge Grave e a habitual homenagem a António de Matos Fortuna completam o programa da maior festa da freguesia de Quinta do Anjo.

"Bom entendimento com as instituições locais"
O presidente da Junta de Freguesia de Quinta do Anjo, Valentim Pinto, considera que a Festa de Todos os Santos tem “um significado especial”, por ser “aquela que, simbolicamente, é mais importante e tem a participação de mais pessoas, por ser na sede da freguesia” e também “uma das mais antigas do concelho”.
Nesta edição, acompanhando o crescimento do orçamento da festa, a junta de freguesia triplicou o apoio financeiro concedido, que é de  mil e 300 euros, disponibilizando também apoio logístico, que Valentim Pinto prevê que seja também “superior”, tendo em conta os novos espaços da festa. Para além disso, a junta apoia o espectáculo com a banda Big Show, no domingo, às 22h45.
O presidente da Junta de Freguesia considera que os novos corpos sociais da Associação de Festas de Quinta do Anjo vieram “criar uma maior diversidade” ao nível do programa do certame e elogia o “bom entendimento com as instituições locais, nomeadamente, com a SIM, com grande parte das iniciativas a decorrerem nessa colectividade”, o que é importante, tendo em conta que a festa se realiza “num período inseguro em termos de condições meteorológicas”, conclui o autarca. 
Esta edição conta com um orçamento mais elevado, de 18 mil euros (o de 2014 foi de 12 mil euros). Para além dos apoios das autarquias (a câmara atribui um apoio financeiro de 2900 euros, a junta um apoio superior a mil euros e ambas prestam apoio logístico), das receitas do aluguer dos terrados, do livro da festa e do peditório anual, a nova direcção procurou outras formas de obter receitas, nomeadamente, o contacto com os espaços comerciais, onde foram também deixados mealheiros, e a realização de eventos como uma sardinhada ou o 1.º Festival dos Sabores. “Abrimo-nos à comunidade, decidimos bater a todas as portas e as pessoas têm sido inexcedíveis”, reconhece Rui Torres em declarações ao jornal Diário da Região. 

“Momento alto de celebração da identidade da freguesia”
Para Álvaro Amaro, presidente da Câmara  de Palmela, a Festa de Todos os Santos é um “momento alto de celebração da identidade da freguesia de Quinta do Anjo”. “Esta é uma das mais antigas festividades do concelho, em resultado de um forte e continuado envolvimento da comunidade, festividade que tem mantido viva a memória da promessa realizada para protecção da aldeia face ao terramoto de 1755”, realça. A Associação de Festas de Quinta do Anjo, agora com novos corpos sociais, “aposta num programa diversificado, com recurso aos artistas locais e não só, ao movimento associativo”, elogia o autarca.
Álvaro Amaro destaca o “aumento considerável das estruturas logísticas” na edição deste ano, mas considera que “é um esforço que valerá a pena”. A autarquia propôs e foram incluídos no programa da festa um espectáculo de evocação ao Cante Alentejano, esta quinta-feira, e a exposição “Dr. António de Matos Fortuna”, que estará patente no Salão Nobre da SIM durante o certame.
De hoje a domingo, a aldeia de Quinta do Anjo está em festa, em nome de Nossa Senhora da Redenção. A comunidade continua a evocar e a agradecer a proteção que a aldeia recebeu, saindo ilesa do terramoto de 1755, que devastou toda a região, e mantém a tradição, com um programa festivo diversificado, que alia devoção, animação e promoção da cultura e dos saberes que definem a identidade da freguesia.


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Setúbal quer gerir Pousada da Fortaleza de São Filipe

Autarquia quer ajudar Governo a pagar as obras no forte de São Filipe

A presidente da Câmara de Setúbal admitiu  pagar os 15 por cento de comparticipação nacional de um financiamento comunitário de três milhões de euros para a consolidação da encosta da Fortaleza de São Filipe. “Houve a possibilidade de podermos fazer a recuperação da encosta do forte. É uma obra de três milhões de euros e a Câmara Municipal predispôs-se a pagar a comparticipação nacional, uma vez que, da parte do Governo central, não havia essa verba”, disse Maria das Dores Meira à agência Lusa. O forte classificado como monumento nacional, está fechado desde Novembro do ano passado, por risco de derrocada. A autarquia já mostrou interesse em gerir a pousada de São Filipe, que pertence ao Grupo Pestana. 
Câmara disponível para gerir antiga pousada fechada à um ano 

“Estamos a falar de um equipamento histórico e que interessa à cidade. Do ponto de vista da segurança dos cidadãos é também preocupante o estado em que está aquela encosta, mas nós gostaríamos de ficar com o equipamento, quiçá com a própria pousada. Nós não teríamos qualquer problema em ficar com a pousada”, justificou Maria das Dores Meira, lembrando que a infra-estrutura no interior do Forte de São Filipe está encerrada desde Novembro do ano passado.
A disponibilidade da Câmara de Setúbal para comparticipar a realização das obras foi decidida depois de o município ter recebido um convite para apresentar uma candidatura a financiamento comunitário, no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR). Caso a candidatura seja aprovada, as obras de consolidação da encosta da fortaleza deverão ser concluídas no prazo de dois anos.
Em Setúbal, a encosta onde está construído o Forte de S. Filipe, também classificado como Monumento Nacional, apresenta “instabilidade desde há várias décadas, tendo-se já registado um deslizamento de terras, na escarpa sudeste, em 1969”.
Após algumas obras consideradas prioritárias, o LNEC tem vindo a observar a evolução da estabilidade da encosta através de “sucessivas campanhas de instrumentação e leitura” e o ultimo relatório elaborado, em 2011, identifica um cenário de elevado risco.
O relatório do LNEC alerta para a “necessidade de realização de obras de estabilização e a reposição e reforço do sistema de monitorização” sem as quais “já não se podem considerar satisfatórias as condições de segurança existentes para obstar à ocorrência de um acidente potencialmente grave, com eventual perda de vidas humanas e de equipamentos, no caso de se verificar um sismo ou um período de chuvas intensas e prolongadas”.
O perigo denunciado pelo LNEC em 2011, da existência de estruturas do Forte em risco de colapso, levou à interdição do uso de várias zonas do Monumento Nacional.

Autarquia quer gerir pousada
As portas do forte e da Pousada de São Filipe, em Setúbal, fecharam a 1 de Novembro de 2014. Situação que a Câmara de Setúbal quer mudar e, por isso, diz-se disposta a assumir a gestão da fortificação. Os problemas de instabilidade no forte ditaram o fecho, com o Grupo Pestana, administrador da pousada, a admitir que até Abril de 2015 iria decidir o futuro. Seis meses depois a indefinição prossegue. Mesmo após a intervenção levada a cabo pela autarquia, a pousada e toda a fortificação tutelada pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) permanecem encerradas. A autarquia sugere que lhe seja entregue a gestão da fortificação, que é Monumento Nacional desde 1933, tendo albergado a pousada desde 1964, transformando-se num ponto de atração turística.
"Há uma concessão da DGPC ao grupo Pestana e nisso não nos metemos. Mas se o grupo quiser mesmo abandonar a pousada, como chegou já a ameaçar em reuniões, a câmara não se importa de ficar com ela", referiu a autarca, no inicio deste mês ao Diário de Notícias. Maria das Dores Meira, assumindo que um imóvel com tamanha carga histórica, em plena serra da Arrábida e debruçado sobre o rio Sado, não deveria estar encerrado ao público durante tanto tempo.
 "Gostaríamos de ser nós a administrar o forte. Se calhar, não corria mal", insistiu a autarca, que já manifestou essa intenção à Enatur (Empresa Nacional de Turismo). 
Por agora, tanto o Grupo Pestana como a DGPC pouco dizem. O grupo hoteleiro limita-se a dizer que ainda não sabe quando nem se vai voltar a abrir a pousada sadina, sendo convicção da autarquia que não foram questões de segurança do imóvel que ditaram o seu "encerramento", classificado de "provisório" há um ano.
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Grândola aprova orçamento de 19,3 milhões de euros

Estabilidade financeira permitiu aprovar orçamento ambicioso para 2016

A Câmara de Grândola aprovou  o seu Orçamento para 2016, no valor de 19,3 milhões de euros. De acordo com o presidente da Câmara, António Figueira Mendes, “após implementarmos uma rigorosa gestão financeira nos dois primeiros anos de mandato, focada em controlar a despesa e reduzir a elevada dívida que herdámos, voltámos a ter condições de governabilidade, capaz de dar resposta às necessidades do Concelho e de garantir capacidade de investimento para o novo quadro comunitário de apoio, que agora se inicia”, sublinha o autarca. A proposta de orçamento para 2016 foi aprovada por maioria, com os votos contra do vereador do Movimento Independente por Grândola e dos vereadoras do Partido Socialista, e vai agora ser submetida à apreciação e votação da Assembleia Municipal. 
Maioria comunista aprova orçamento de investimento em Grândola

De acordo com os objetivos estratégicos definidos, o autarca apresenta na introdução do documento, as ações mais relevantes para o ano de 2016, nomeadamente “tirar partido das potencialidades do território contribuindo para o aumento da atratividade do mesmo”, onde se incluem grandes eventos que já se afirmaram e outros que se iniciaram em 2015 e que terão continuidade em 2016, o apoio a ações e projetos diferenciadores, bem como o acentuar da promoção do território.
“Apoiar e incentivar medidas de criação de emprego duradouro e sustentável”, continuando o trabalho de captação de empresas para se instalarem na ZIL, para além do apoio ao investimento na Floresta, na Agricultura, na Hotelaria, no Turismo e nos Serviços, incentivando também o empreendedorismo jovem, são outras das ideias base do orçamento.
“Promover e valorizar a educação e a solidariedade social” continuando a encarar estas duas áreas como prioritárias, através do reforço da atuação, onde se inclui a requalificação da EB1 de Grândola, já com financiamento garantido para um investimento total de três milhões de euros.
“Promover e valorizar o Desporto, a Cultura e a Juventude” continuando a implementar uma forte dinâmica nestas três áreas, através da realização de atividades e ações de sucesso e da recuperação de diversos equipamentos culturais e desportivos, onde se destaca a requalificação da Igreja de São Pedro e a sua adaptação a Museu, já com financiamento garantido para um investimento superior a 500 mil euros.

Autarquia promete investimento em 2016 
“Prestar aos cidadãos serviços públicos de qualidade” continuando a reforçar a área operacional e a melhorar os serviços prestados de limpeza urbana, recolha de resíduos, manutenção das áreas verdes e melhoramento do espaço público, onde se incluem “o melhoramento do Jardim Dr. Júlio do Rosário Costa, a 1ª fase dos melhoramentos do Jardim 1º de Maio e do Cemitério de Grândola, a execução de infraestruturas no Loteamento L2 e L3 do Carvalhal, no Brejinho de Água e no Lousal, a remodelação e ampliação da rede de águas de Grândola e de Melides, a conclusão do abastecimento de água ao Brejinho de Água, o início da Construção do Canil/Gatil, e a conservação, reparação e repavimentação de diversas estradas, caminhos e arruamentos”, irão avançar em 2016, garante António Figueira Mendes.
A  modernização dos Serviços e Valorização dos trabalhadores, através da aposta na melhoria das condições de trabalho, na redução de vínculos precários e no reforço de equipas e  promover o ordenamento e o planeamento do território,  através da conclusão da revisão do PDM e da implementação do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Grândola e das Áreas de Reabilitação Urbana de Grândola e Melides, são outras das prioridades da autarquia alentejana do distrito de Setúbal.
A fechar o documento, destaca-se o fortalecimento de “relações de proximidade e cooperação com a população, Movimento Associativo e Juntas de Freguesia”, “a consolidação e reforço de projetos de cooperação nacional e internacional” a “Defesa de forma firme e determinada dos Serviços Públicos”, mantendo como até aqui “uma postura justa, transparente e solidária, focada essencialmente em servir a população do Concelho”.
A proposta de orçamento para 2016 foi aprovada por maioria, com os votos contra do vereador do Movimento Independente por Grândola e dos vereadoras do Partido Socialista, e vai agora ser submetida à apreciação e votação da Assembleia Municipal, que se irá realizar durante o mês de Novembro.


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PSD Barreiro defende IMI mais baixo para famílias

Social-democratas querem baixar IMI no concelho 

O vereador do PSD Barreiro, Bruno Vitorino,  apresentou ontem em sessão de Câmara uma proposta que visa baixar o Imposto Municipal sobre Imóveis às famílias barreirenses com filhos, aumentando assim a sua qualidade de vida, permitindo ainda tornar o concelho mais atrativo para a fixação de jovens casais. O social-democrata defende que esta medida pretende ser um “incentivo à natalidade”, permitindo ao mesmo tempo aliviar a carga fiscal das famílias.
PSD quer IMI mais barato no Barreiro 

“O objetivo é a redução adicional e automática da taxa do IMI aplicável a todas as famílias barreirenses com filhos e/ou outros dependentes a seu cargo nos casos dos imóveis destinados à habitação própria e permanente do proprietário e respetivo agregado familiar”, explica Bruno Vitorino.
Esta redução poderá ir até 10 por cento da taxa para agregados com  um dependente a cargo, até 15 por cento da taxa para agregados com dois dependentes a cargo e até 20 por cento da taxa para agregados com três ou mais dependentes a cargo.
Esta medida já foi adoptada por quase metade dos municípios portugueses, até ao momento.
Bruno Vitorino apresentou ainda uma outra proposta que visa diminuir a taxa de IMI em 2016, de 0,4 por cento para 0,35 por cento para prédios urbanos já avaliados pelo novo código, na sequência do que o PSD Barreiro já propôs em 2013 e 2014, conforme se tinha comprometido na campanha eleitoral autárquica.
Importa referir que muitos outros concelhos do país encetaram programas de redução progressiva da carga fiscal municipal, sendo que, hoje, entre os demais 307 municípios, 215 aplicam taxas de IMI inferiores às do Barreiro.

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União das Freguesias de Pegões festejou 2.º aniversário

"Uma freguesia com uma história muito rica mas também de futuro"

A União de Freguesias de Pegões, no Montijo, comemorou  o seu segundo aniversário. A assinatura de um protocolo com a Associação Conversa Amiga e as homenagens ao Reverendo Padre Penha e ao Agrupamento de Escuteiros nº 967 marcaram as comemorações. Nesse mesmo dia, a União de Freguesias assinou um protocolo com a Instituição Particular de Solidariedade Social, a Associação Conversa Amiga com vista à criação de um “Quiosque de Saúde”, em Foros do Trapo,  para prestar serviços como consultas gerais de enfermagem e médicas, tratamentos de enfermagem, aconselhamento, apoio em medicamentos, que em casos socialmente identificados serão gratuitos. A autarquia vai apoiar financeiramente o projeto com três mil 840 euros anuais.
Freguesias de Pegões estão à dois anos juntas 

As comemorações tiveram início com uma cerimónia religiosa na Paróquia de Santo Isidro, seguindo-se a homenagem, a título póstumo, ao Reverendo Padre Penha, que contou com a intervenção de familiares e do presidente da União das Freguesias de Pegões, António Miguéns.
O autarca deixou palavras de “profundo reconhecimento pela obra deixada pelo Padre Penha que, enquanto esteve em missão nesta paróquia, soube apoiar e unir a população, criar amizades e, acima de tudo, deixar muitos amigos”.
António Miguens lembrou também o reverendo como professor, pois “ foi um dos impulsionadores do externado de Santo Isidro de Pegões, e foi sempre uma pessoa que soube dar palavras de amizade, de conforto a todos os alunos”.
A cerimónia contou com um descerramento de uma placa de homenagem ao pároco. Nuno Canta, presidente da Câmara Municipal do Montijo, afirmou que “como padre, como professor, como assistente social, o Padre Domingos António Penha distinguiu-se no colonato pela sua entrega, pela sua independência de espirito e pela sua fé. O seu percurso pessoal e de pároco foi sempre de dedicação e empenho nas respostas ao povo de Pegões Velhos.”
Depois de momentos de animação proporcionados pelo Grupo de Percussão Batucando teve lugar, na sede Junta de freguesia da União de Freguesias de Pegões, a sessão solene, onde foi entregue a distinção de mérito ao Agrupamento de Escuteiros nº 967 que comemora 25 anos de existência.

Quiosque de Saúde chega a Foros do Trapo
A União de Freguesias assinou um protocolo com a Instituição Particular de Solidariedade Social, a Associação Conversa Amiga com vista à criação de um “Quiosque de Saúde” para prestar serviços como consultas gerais de enfermagem e médicas, tratamentos de enfermagem, aconselhamento, apoio em medicamentos, que em casos socialmente identificados serão gratuitos.
A União de Freguesias vai apoiar financeiramente o projeto com três mil 840 euros anuais. António Miguéns referiu “o quiosque será instalado em Foros do Trapo, porque é aí que se encontram as pessoas mais afastadas das unidades de saúde da freguesia e servirá, ainda, a população das Faias”.
“Não substituindo as Unidades de Saúde é um espaço onde os nossos fregueses se podem deslocar semanalmente ou mais que uma vez por semana onde terão gratuitamente sempre que justificado rastreios e consultas” afirmou o autarca.
Na sua intervenção Nuno Canta mencionou que “Pegões é uma freguesia com uma história muito rica mas também de futuro com muitas potencialidades na área do agro e do enoturismo” acrescentando que “A Câmara do Montijo tem criado as necessárias parcerias com esta equipa de autarcas da União de Freguesias de Pegões para um trabalho a favor da coesão, da qualidade de vida, do desenvolvimento sustentável, da cultura e da escola pública”, sublinhou o presidente da Câmara do Montijo.
As comemorações terminam com churrasco, animado por alunos de acordeão Escola de Musica de Dança de Pegões.

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O Zapping foi alargado ao Distrito de Setúbal

Bilhete pré-pago já pode ser utilizado na Fertagus e Metro Sul do Tejo

Desde esta semana, os passageiros dos comboios da Fertagus, entre a capital e Setúbal, e do Metro Sul do Tejo, em Almada e Seixal, podem utilizar os bilhetes pré-pagos Zapping, que já funcionam nas outras transportadoras da zona de Setúbal e Lisboa - CP, Carris, Metro e Transtejo/Soflusa. Em comunicado, a CP informa que as regras de utilização deste bilhete multimodal são “uniformes em todos os operadores”. O Zapping pode ser carregado nos cartões Viva Viagem/7 Colinas ou Lisboa Viva. Como até agora, o valor de cada viagem (que depende da tarifa praticada por cada operador) vai sendo descontado no saldo do cartão. O valor mínimo para carregamento, que pode ser efectuado nas bilheteiras e nas máquinas de venda automática, passa a ser três euros e o valor máximo 40 euros.
Bilhetes pré-pagos chegam à Fertagus e Metro Sul do Tejo  

Agora já não precisa de usar vários cartões para se deslocar na área metropolitana de Lisboa e nos transportes do Distrito de Setúbal. As condições de utilização do Zapping foram alteradas e tornam as viagens mais práticas para quem recorre à Fertagus ou ao Metro Transportes do Sul.
O valor mínimo de carregamento do Zapping, direccionado para o uso ocasional do transporte público, e que continua a funcionar com um só cartão, passa a ser de três euros. A partir deste montante, podem ser feitos carregamentos múltiplos de cinco euros, até um máximo de saldo no cartão de 40 euros.
As alterações passam também pelo fim do bónus de carregamento do título de transporte pré-pago, que pode ser carregado nos cartões VIVA Viagem, 7 Colinas e Lisboa VIVA.
Tal como antes, cada vez que andar nos transportes, o valor da viagem é descontado ao saldo remanescente do cartão, consoante a tarifa e as condições de utilização impostas pelo operador.
Assim, os clientes podem, desde ontem, fazer uso da tarifa em sete operadores distintos: Fertagus, Metro Transportes do Sul, Carris, Metropolitano de Lisboa, Transtejo, Soflusa e CP.
Na Fertagus, a tarifa Zapping é válida em toda a rede, sendo obrigatória a pré-selecção do destino numa máquina automática da operadora, e a validação antes do início da viagem. Já no Metro do Sul do Tejo, pode ser usada em toda a rede, para uma viagem.
Na Carris, o título é válido em toda a rede do serviço regular durante uma hora e na CP, pode ser usado nos comboios urbanos de Lisboa durante duas horas. Por sua vez, se viajar no Metropolitano de Lisboa, pode recorrer ao título de transporte em toda a rede, para uma viagem, tal como nas ligações fluviais com a margem sul, feitas pelo Grupo Transtejo.
As novas condições de utilização podem ser consultadas em detalhe em www.portalviva.pt. Basta aceder ao menu dos Títulos de Transporte e seleccionar a Tarifa Zapping.
O Zapping foi lançado em 2007, apenas para a Carris e Metro de Lisboa, funcionando com carregamentos em dinheiro (máximo de dez euros) num único cartão 7 Colinas. Desde então foi alargado à CP e aos barcos da Transtejo/Soflusa e chega agora à Fertagus, que faz a ligação ferroviária entre Lisboa e Setúbal, e ao Metro Sul do Tejo, que circula em Almada e Seixal.


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Câmara do Barreiro apresenta queixa-crime contra munícipes

Funcionários da autarquia agredidos após uma ruptura de água 

O presidente da Câmara do Barreiro, Carlos Humberto, anunciou esta terça-feira que a autarquia vai avançar com uma queixa-crime contra os munícipes que agrediram funcionários da autarquia na freguesia da Coina. Uma situação, para a autarquia, que é "inadmissível". Os funcionários da Câmara do Barreiro foram chamados, na semana passada, a uma ocorrência em Coina, mas acabaram por ser agredidos por moradores. "Havia uma rotura de água e mandámos os nossos serviços. Mandámos as pessoas ligadas aos jardins, porque partimos do pressuposto que fosse uma rotura da rede de rega. Primeiro, um morador, e depois mais dois ou três, foram ao diálogo mais agressivo com os trabalhadores e partiram para a agressão física", disse o presidente da Câmara. Carlos Humberto diz estar “revoltado com o que aconteceu” e não pode “aceitar que funcionários municipais sejam agredidos quando estão a desempenhar a sua função”.
Câmara quer levar a tribunal munícipes que agrediram funcionários 

Carlos Humberto referiu que a situação é "inadmissível" e que o município vai avançar com uma queixa-crime. "É algo inaceitável, inadmissível e que não se adapta a uma situação de democracia. Estavam a tentar resolver um problema e não podemos admitir estas coisas. De forma muito firme, vamos apresentar uma queixa-crime", afirmou o presidente da Câmara do Barreiro.
O autarca acrescentou que ficou revoltado com o que ocorreu em Coina, pois "não é possível aceitar que funcionários municipais sejam agredidos a desempenhar a sua função". O presidente da Câmara do Barreiro afirmou que os ferimentos causados foram ligeiros, mas salientou que os funcionários da autarquia ficaram afetados a nível psicológico. 
"Os ferimentos são pequenos, não passaram de alguns arranhões e hematomas, mas a nível psicológico ficaram muito afetados. Estamos solidários com os funcionários e vamos dar a ajuda que seja necessária", concluiu.

Ruptura de água na origem da agressão 
Tudo terá começado na passada quinta-feira. Os envolvidos são dois munícipes, um casal residente em Palhais e duas técnicas municipais do serviço municipal de jardins e espaços verdes.
Segundo Juvenal Silvestre, membro do executivo da União de Freguesias de Palhais e Coina, as funcionárias municipais foram mal recebidas por um casal de moradores de um prédio quando procuravam perceber a causa de uma ruptura de água.
O autarca, que não assistiu à incidente, contou ao jornal Público que "houve uma agressão por parte de uma senhora, de um prédio, a uma técnica da câmara. Havia uma ruptura de água frente ao prédio da munícipe em causa. As técnicas foram ver o que se passava, devido ao desperdício de água. O marido da senhora, que já tinha enviado várias comunicações aos serviços municipais e à junta de freguesia, começou a provocar o desacato, com palavras dirigidas às funcionárias”, disse Juvenal Silvestre.
O autarca, eleito por um movimento independente, explica que “as técnicas tentaram meter-se no carro e abandonar o local mas uma delas foi agarrada pela munícipe, que a agrediu”. A GNR tomou conta da ocorrência, depois de chamada ao local por Juvenal Silvestre.




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Candidaturas às Hortas Solidárias de Quinta do Conde

Hortas Solidárias já ajudam 549 famílias do concelho de Sesimbra 

As candidaturas às Hortas Solidárias da Quinta do Conde, em Sesimbra, estão abertas permanentemente, possibilitando aos interessados a inscrição no projeto durante todo o ano. Estas hortas, explica a Câmara de Sesimbra, destinam-se "a famílias e organizações não governamentais locais, tem como objetivo promover a agricultura em modo tradicional de cariz tendencialmente biológico, como atividade de lazer ou como complemento económico". 
Candidaturas às hortas estarão abertas durante todo o ano 

Atualmente, conta com 549 beneficiários diretos, divididos por 80 aglomerados familiares e seis organizações não-governamentais. Localizado na Várzea da Quinta do Conde, o terreno disponibiliza água para rega e um abrigo comum para acondicionar as ferramentas.
Desenvolvido pela Câmara de Sesimbra, em parceria com a Junta de Freguesia da Quinta do Conde, Associação de Apicultores da Península de Setúbal e ANIME – Projeto de Animação de Formação, o projeto foi um dos vencedores do programa EDP Solidária, promovido pela fundação EDP.
Recorde-se que as Hortas Solidárias fazem parte de um conjunto de ações de requalificação e valorização do Corredor Ecológico da Quinta do Conde, entre elas o Parque da Ribeira, Parque Ecológico da Várzea, assim como outros espaços, destinados à prática desportiva e lazer.
Neste momento, a Câmara de Sesimbra está a desenvolver um projeto idêntico para Sampaio, na sede do concelho.
Os interessados podem inscrever-se no Gabinete de Apoio às Pescas e Ruralidade, no Balcão Único de Serviços de Sesimbra e no CIPA – Centro de Inovação e Participação Associativa, na Quinta do Conde.
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Cruzamento de estilos foi aposta ganha no SeixalJazz

Segunda parte do festival voltou a surpreender público 

E à quinta noite de concertos a 16.ª edição do SeixalJazz terminou da mesma forma como tinha começado, com casa cheia e uma plateia rendida ao talento dos músicos que estavam em cima do palco. Na noite de encerramento, o quarteto do histórico saxofonista norte-americano Gary Bartz protagonizou um concerto memorável e foi brindado com o reconhecimento de um público que se despediu da banda com uma prolongada ovação em pé. O quarteto de Gary Bartz não ficou indiferente e retribuiu regressando ao palco para fechar a noite com um último tema. 
Evento já é uma referência a nível do jazz em Portugal 

No fim, como é hábito no festival, os músicos e o público trocaram algumas palavras no foyer do Auditório Municipal. Aos elogios, Bartz e Barney McAll , o pianista do quarteto, responderam com autógrafos e simpatia.
Em entrevista, ainda antes do espetáculo, Gary Bartz falou da maneira quase religiosa como vive a música e manifestou a vontade de continuar o caminho de procura e aprendizagem que o tem guiado ao longo de décadas de carreira. Já em cima do palco e em tom bem humorado haveria de repetir: "somos profissionais, não vamos parar".
Na sexta-feira, o registo foi diferente, mas não faltaram os motivos de interesse. A premissa era a improvisação total e o Motion Trio, de Rodrigo Amado, Miguel Mira e Gabriel Ferrandini, subiu ao palco do festival sem planos ou alinhamento.
Com eles, tocou também o pianista Rodrigo Pinheiro, um músico que conhecem bem e que partilha da mesma vontade de fazer música livre, sem estruturas definidas previamente. Assim, a noite foi de composição em tempo real.
"No palco somos só nós e os nossos instrumentos. A música que fazemos é totalmente improvisada", afirma Rodrigo Amado. A improvisação é uma disciplina exigente, mas a experiência e o conhecimento que os elementos da banda têm uns dos outros permite-lhes subir ao palco de um festival como o SeixalJazz com a confiança necessária para apresentar este tipo de espetáculo, explicou.
É esse entendimento que faz com que às vezes pareça que a música já estava escrita, completou.

Jazz para todos
Na noite de quinta-feira, dia 22 de Outubro, no arranque da segunda semana de SeixalJazz 2015, o palco foi do quarteto de Jerome Sabbagh, saxofonista francês radicado em Nova Iorque que tem impressionado o público e a crítica pela forma como mescla o jazz mais mainstream com as sonoridades mais periféricas.
Ao saxofone, o quarteto junta a guitarra, a bateria e o contrabaixo, uma combinação que, por vezes, transporta o grupo até sonoridades próximas do rock. Não é por acaso e quem o afirma é o próprio Jerome Sabbagh: "Ecletismo é uma boa palavra para descrever a nossa música. Agrada-me que ela chegue a toda a gente e não apenas ao tradicional ouvinte de jazz. A variedade é importante", confessou.
Sabbagh mostrou-se muito satisfeito por tocar no SeixalJazz, um festival que demonstrou conhecer bem: "Tenho muitos amigos que já tocaram cá e este é um daqueles festivais onde todos os músicos querem estar. Estou muito feliz por poder fazê-lo agora".

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