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Barreiro em estudo como alternativa à Trafaria

Câmara do Barreiro disponível para receber terminal contentores 

A Câmara do Barreiro está disponível para receber infra-estrutura. A Administração do Porto de Lisboa tem estado a estudar esta localização. A possibilidade de construção do futuro porto de águas profundas da região de Lisboa no Barreiro está a ser estudada, como a alternativa ao projecto da Trafaria, em Almada, que o Governo já deixou cair... embora ainda não seja oficial. 

Barreiro quer receber contentores do Porto de Lisboa 

Quase um ano depois de ter anunciado a transferência dos contentores para a Trafaria, o Governo está a aguardar pelas conclusões do grupo de trabalho nomeado para estudar os investimentos prioritários em infra-estruturas para tomar decisões sobre este dossier. A acesa contestação ao projecto, que também se fez sentir dentro dos partidos que sustentam a maioria, obrigou o executivo a abrandar e a procurar consensos sobre as alternativas ao esgotamento de capacidade no estuário do Tejo. O relatório do grupo de trabalho, criado no final de Agosto pelo secretário de Estado das Infra-estruturas, Transportes e Comunicações, deverá ser divulgado até ao final deste mês, enviado para o Parlamento e disponibilizado para consulta pública. De entre as áreas em análise, encontra-se o sector portuário e os novos terminais de contentores. Será com base nas conclusões sobre estes temas que o Governo pretende relançar o debate sobre o transporte de mercadorias na capital. 
A contestação não se fez esperar, chegando de forma mais vincada dos partidos da oposição e da autarquia de Almada. Mas também dentro do PSD e do CDS houve quem se manifestasse contra a ideia. As principais críticas estão relacionadas com a viabilidade económica do terminal, a proximidade ao porto de Sines, preocupações ambientais e o impacto negativo nos projectos que já existiam para a zona da Trafaria, previstos no Plano Director do município, e que apostavam numa vertente de requalificação urbana e turística.
No entanto, e apesar de o projecto estar a ser dado como abandonado, não há ainda uma posição oficial do Governo. Joaquim Judas, presidente da Câmara de Almada, critica “a actual indecisão paralisante”, pelo facto de a autarquia não saber ainda se a transferência dos contentores para a margem Sul não sairá do papel. “No caso de se ter reorientado a intenção, é preciso definir o que será feito naquela área. É preciso que seja esclarecido para se poder avançar com outros projectos”, afirmou.

Barreiro à espera 
O concelho do Barreiro deverá ser a alternativa para a construção de um porto de águas profundas na Região de Lisboa, pondo um ponto final na hipótese da Trafaria. O autarca do Barreiro, Carlos Humberto, manifestou-se ontem satisfeito com a hipótese. 
"É um projeto que me agrada e do que conheço é das principais prioridades. Claro que mantenho alguma reserva até avançar, pois já quando foi a Terceira Travessia do Tejo disse que só ficava descansado quando os pilares estivessem construídos, declarou o autarca.
A Terceira Travessia ficou, assim, suspensa, mas, agora, os estudos da Administração do Porto de Lisboa  podem levar a um investimento de 600 milhões de euros no Barreiro, a partir de 2016.
Apesar do aparente recuo face ao plano anunciado há quase um ano, o Governo continua decidido a encontrar uma solução para o transporte de mercadorias no Tejo, porque considera que a capacidade actual não será suficiente para dar resposta à esperada subida do movimento portuário por via de contentores. Mas a discussão sobre alternativas, como é o caso do Barreiro, só começará a ser feita quando forem conhecidas as conclusões do grupo de trabalho, que é presidido por José Eduardo Carvalho, presidente da Associação Industrial Portuguesa.
Em Fevereiro do ano passado, o executivo anunciou, numa cerimónia que contou com a presença de três ministros e de três secretários de Estado, um plano de reestruturação portuária em Lisboa que dava como certa a transferência dos contentores para a margem Sul, uma ideia que já é discutida há mais de 30 anos. O projecto, avaliado em 1000 milhões de euros (80 por cento a suportar por privados), foi apresentado como urgente, pelo que o concurso decorreria ainda em 2013, a par da concessão do terminal de cruzeiros de Santa Apolónia, que foi adjudicada provisoriamente na semana passada, e da marina de Pedrouços, ambos em Lisboa.

Agência de Notícias
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O que aconteceu na tragédia do Meco?

Pais das vítimas da tragédia no Meco dizem que estavam mais pessoas na praia

O advogado das famílias das vítimas da tragédia na praia do Meco, Vítor Parente, acredita que existiam mais pessoas na praia para além dos sete estudantes, avança a SIC. A mesma estação afirma que a casa onde os jovens se encontravam no fim de semana terá sido limpa e arrumada de madrugada antes da chegada das autoridades, suspeita que é também partilhada por Vítor Parente. O advogado sublinha que existem ainda muitas questões sem resposta e é imperativo que estas se clarifiquem. O advogado acredita ainda que o que aconteceu no areal terá sido uma praxe. “Uma praxe nos moldes” relatados pela TVI na noite desta quarta-feira. Mas sublinha: “Tudo terá de ser investigado”. 

Advogado das famílias acusa Ministério Público de ineficácia  

Vítor Ribeiro estranha que tenha sido preciso tanto tempo para a investigação por parte do Ministério Público arrancar: “É estranho que o processo tenha estado parado um mês e só depois de os pais falarem para a comunicação social é que algo aconteceu. Houve um grande desinteresse pela investigação numa fase em que teria sido fundamental a recolha de provas”. 
O advogado das famílias que perderam os filhos explica que tem estado a preparar “a constituição como assistentes no processo dos pais” e que a entregará na segunda-feira no tribunal. A constituição como assistente permite à vítima ou queixoso actuar como colaborador do Ministério Público e intervir no inquérito e na instrução.
Só depois disso o advogado irá solicitar ao Ministério Público elementos – “e eventualmente uma reunião, que não sei se será concedida” – que permitam perceber que diligências já foram tomadas. E aí se saberá, por exemplo, se algum elemento da polícia [Marítima ou outra] esteve na casa alugada pelos estudantes, em Aiana de Cima (casa de onde partiram, no sábado, 14 de Dezembro, à noite, em direcção ao Meco, a pé e trajados). O advogado diz que já houve pais a serem ouvidos, mas, tanto quanto sabe, alunos não. “O processo está em segredo de justiça”, lembra.

Pais das vítimas falam com PJ
Foi a 21 de Janeiro que a Procuradoria-Geral da República (PGR) informou que o inquérito tinha sido avocado ao procurador da República coordenador do círculo de Almada e que já não estava nas mãos do Ministério Público de Sesimbra, que não chegou a ouvir o sobrevivente.
Nesta quinta-feira a PGR acrescentou que o Ministério Público está a ser “coadjuvado por uma equipa mista, constituída por elementos da Polícia Judiciária e da Polícia Marítima”.
A Lusa especifica que foram quatro os familiares dos estudantes que falaram à Polícia Judiciária de Setúbal. Citando fonte ligada ao processo acrescenta que a Judiciária poderá querer também os depoimentos dos elementos da Polícia Marítima, que tiveram o primeiro contacto com o aluno sobrevivente, assim como com residentes da zona onde os estudantes da Universidade Lusófona alugaram uma casa. O sobrevivente deverá também ser ouvido em breve.
Vítor Ribeiro está convicto que a tragédia teve origem numa praxe. E remete para a reportagem da TVI desta quarta-feira, em que se faz uma reconstituição de um ritual, [idêntico aquela que a RTP também já mostrou há duas semanas] que terá sido feito noutras ocasiões, segundo a estação de televisão. Nesse ritual, os praxados fazem prova para continuarem a ser os representantes do seu curso no Conselho de Praxes da Lusófona.

Reportagem da TVI “descreve” a praxe
Todos esperam por uma resposta plausível sobre o que aconteceu 
A TVI diz que várias vezes os alunos chegaram a ir para junto ao mar, sempre numa noite de lua cheia, como a da tragédia, para um ritual inspirado na Hora do Diabo de Fernando Pessoa, que passaria por ter o dux a questionar os colegas, de olhos vendados. 
A estação de televisão descreveu ainda o teor de algumas listas feitas por alunos que indicam que mais pessoas poderão ter participado no fim-de-semana de 14-15 de Dezembro, organizado pelos elementos do Conselho Oficial da Praxe Académica da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Lisboa, do qual faziam parte as vítimas.
Segundo a TVI, Carina Sanchez, uma das jovens arrastadas pelo mar, terá sido incumbida de organizar a logística do fim-de-semana. Numa “lista de materiais” que seriam necessários a aluna escreveu, entre outros, “talheres”. E à frente da palavra “talheres” acrescentou: “Cada um traz de casa (trazer mais 5 a contar com os excelentíssimos).”
Cada aluno, incluindo o dux, João Gouveia, que sobreviveu, tinha uma alcunha. Mas numa lista que também estava nos pertences dos jovens a TVI encontrou mais nomes de código. Nomes que não os das seis vítimas, nem do sobrevivente: “Foca”, “Songoku” e “Mostar”. A TVI relatou ainda que no dia 12 de Dezembro, quinta-feira, antes da ida para Aiana de Cima, Carina foi às compras e gastou mais de 80 euros. E que foi comprada carne para 12 pessoas.
Veja AQUI a reportagem da TVI


Agência de Notícias
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Setúbal cria centro de formação para bombeiros

Centro Internacional de Gestão de Emergência nasce na Mitrena 

A área industrial da Mitrena vai ter um centro de formação e treino para bombeiros e outros agentes de Proteção Civil - o Centro Internacional de Gestão de Emergência  - que será "inovador e único no país pela quantidade de simuladores” que terá disponíveis, refere o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Setúbal, José Luís Bucho. O projecto nasceu de uma parceria entre os Bombeiros, a câmara de Setúbal e a Sapec e quando estiver concluído será alvo de uma candidatura a fundos comunitários.

Bombeiros apresentaram projeto do CIGE, em Setúbal 

O equipamento, um projeto ainda em fase de desenvolvimento, é da responsabilidade da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Setúbal, numa parceria com a autarquia de Setúbal e a Sapec Parques Industriais.
O Centro Internacional de Gestão de Emergência (CIGE) a instalar na zona industrial da Mitrena, localizada em Setúbal, deverá ocupar uma área com 2,5 hectares, e, segundo o presidente da Associação Humanitária, José Luís Bucho, “será único em Portugal pela quantidade de simuladores” que albergará.
O centro está vocacionado para dar formação teórica e prática na área da proteção civil a profissionais do setor, como bombeiros, mas também a empresas, com especial atenção às de natureza industrial, a instituições públicas e a tripulantes de navios.
António Marques, engenheiro que integra a equipa responsável pelo anteprojeto, iniciado em Junho de 2013, adiantou no final da apresentação que, “numa estimativa subdimensionada”, as instalações terão capacidade para que sejam ministradas formações a cerca de cem pessoas em simultâneo.
Sobre o anteprojeto, apresentado no dia em que a Associação Humanitária comemora os 130 anos da primeira intervenção dos Bombeiros Voluntários de Setúbal, José Luís Bucho destacou em particular o simulador relacionado com as áreas de busca, salvamento e resgate.
Enquanto outros simuladores do CIGE são inspirados em modelos já existentes, o módulo de treino de busca, salvamento e resgate foi criado e desenhado de raiz pela equipa do projeto, em colaboração com os Bombeiros Sapadores de Setúbal, e inclui, entre outras características técnicas, um labirinto subterrâneo configurável para apresentar diferentes cenários de dificuldade para os formandos.

Mais valia para o país e para a região 
“O Centro Internacional de Gestão de Emergência é, claramente, uma mais-valia para o país”, sublinhou durante a apresentação a presidente da câmara de Setúbal.
Maria das Dores Meira disse que o centro será igualmente uma vantagem para o município de Setúbal, “detentor de um corpo de bombeiros profissional com elevadas necessidades de formação permanente”.
O CIGE, acrescentou a autarca, também permitirá reduzir as ações de formação no quartel da Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal,“que, dada a sua natureza, não devem ser realizadas em espaço urbano”.
Ainda sem um valor de investimento determinado, as próximas etapas na criação do CIGE, salientou José Luís Bucho, passam por “acabar o projeto”de maneira a que possa ser apresentada uma candidatura aos programas de apoios comunitários, nomeadamente no âmbito do QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional.
Em complemento, independentemente do envolvimento da Associação Humanitária, autarquia e Sapec, José Luís Bucho lançou um repto às entidades presentes na apresentação: “Queremos mais parceiros, sejam públicos ou privados". 
“Setúbal poderá orgulhar-se, com esta iniciativa dos bombeiros, de estar na vanguarda da formação na área da proteção e do socorro”, concluiu a presidente da câmara de Setúbal.

As características do CIGE
Setúbal terá um centro de formação de bombeiros que será "referencia" 

O Centro Internacional de Gestão de Emergência dispõe de um setor administrativo, também orientado para formação teórica, que inclui um anfiteatro e um auditório, cada um com capacidade para cerca de cem pessoas. No setor operacional, o CIGE prevê uma oficina, um laboratório, um posto médico e, inclusivamente, uma lavandaria.
Ao nível da formação prática, o centro contempla simuladores vocacionados para o treino de segurança contra incêndios em edifícios, localizado numa estrutura com cerca de 1300 metros quadrados onde é possível simular escritórios, hospitais, creches, lares de idosos e escolas, entre outros equipamentos.
O CIGE reserva também uma área de simuladores de combate a incêndios, que abrangem desde exercícios simples a outros de dificuldade mais avançada.
Nesta área está prevista a construção de um edifício de quatro andares, com cave e cozinha, e um espaço para o treino contra flashover, terminologia técnica que, resumidamente, designa incêndios com origem em ignições simultâneas de combustíveis localizados em espaços confinados.
O setor de simulação de combate a incêndios terá também, entre outros exercícios possíveis, simuladores de um navio, de fogos tridimensionais e de transportes pesados e ligeiros de passageiros e de mercadorias.
José Luís Bucho realçou que alguns exercícios “não serão construídos porque o centro ficará localizado ao lado dos melhores simuladores possíveis, como são os casos da serra da Arrábida e do rio Sado”.
O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Setúbal salientou que, acima de tudo, “o CIGE vai ter uma oferta formativa adaptável às necessidades dos clientes”.

Agência de Notícias
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Autarcas de Santiago do Cacém querem Ferrovia

Ferrovia entre Sines e Madrid favorece Santiago do Cacém 

O presidente da Câmara  de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, esteve reunido com a Administração do Porto de Sines, no dia 27 de Janeiro, com as questões da ferrovia a nível regional no topo da agenda. O autarca defende que “tudo aquilo que está relacionado com o crescimento do Porto de Sines reflete-se positivamente na região, do ponto de vista do desenvolvimento económico”. No entanto, apesar da obra ser estratégica para a região e para o país, o Secretário de Estado dos Transportes reafirma que a obra - a ser feita - só arranca no terreno a partir de 2015 e dependerá da opinião dos empresários e do quadro de apoio comunitário. 



Câmara de Santiago reuniu-se com Administração do Porto de Sines 
Num encontro que incidiu também nos impactos económicos para o município de Santiago do Cacém e para a região, motivados pelo crescimento registado pelo Porto de Sines em 2013, Álvaro Beijinha sublinha o caráter “absolutamente fundamental da ferrovia para o Porto de Sines”, naquele que foi um dos temas centrais da reunião com os responsáveis da Administração do Porto de Sines (APS). A Câmara de Santiago do Cacém quer recuperar um assunto vital para o desenvolvimento socioeconómico da Região e o objetivo primordial é “que as mercadorias possam chegar a Espanha o mais rapidamente possível, mas salvaguardando questões que a autarquia de Santiago do Cacém já teve ocasião de colocar há alguns anos atrás”, assentes numa “estratégia regional, com um traçado que não ponha em causa um conjunto de valores, em particular ambientais” – com a questão do montado à cabeça – “mas também ao nível do planeamento urbanístico”.
Álvaro Beijinha recorda que “na altura a Câmara contestou o facto de haver uma divisão entre as duas cidades. Houve reuniões com a REFER e tivemos oportunidade de apresentar alternativas e expor as nossas críticas em relação ao traçado que foi apresentado”.

Crescimento acima da média 
O presidente da Câmara de Santiago entende que “tudo aquilo que está relacionado com o crescimento do Porto de Sines reflete-se positivamente na região, do ponto de vista do desenvolvimento económico” e assegura estar atento à situação: “em Santiago do Cacém, temos de saber tirar partido da melhor forma”, sendo para isso condição fundamental “acompanhar de muito perto a realidade do Porto de Sines”. Álvaro Beijinha teve oportunidade de visitar o Terminal XXI, que prepara para breve o início de uma obra de alargamento das suas infraestruturas, intervenção que se afigura como decisiva “do ponto de vista daquilo que é o crescimento do Porto de Sines e da criação de postos de trabalho”.
O Porto de Sines tem registado uma evolução significativa nos últimos tempos e os números de 2013 não deixam margem para dúvidas: “há efetivamente um grande crescimento e isso tem um impacto muito positivo na Região e em particular no Concelho de Santiago do Cacém, pois grande parte da mão de obra que lá trabalha reside no nosso Concelho”.

Obra só para lá de 2015 
Sérgio Monteiro defende obra em 2015
A ligação ferroviária de alta prestação entre Sines e a fronteira espanhola só estará pronta depois de 2015, e dependerá da opinião dos empresários e do quadro de apoio comunitário, disse recentemente o secretário de Estado dos Transportes.
"Mais do que colocar datas é importante garantir que há coerências dos planos. Quer Portugal quer Espanha tiveram necessidades de rever planos dos governos anteriores, porque esses planos estavam desadequados da realidade económica", disse Sérgio Monteiro.
"Estamos comprometidos em ter um plano que seja executável, viável e que tenha impacto e apoio na economia", insistiu o governante português depois de uma reunião com a ministra do Fomento espanhol, Ana Pastor, em Madrid em que participou também o ministro da Economia, Antonio Pires de Lima.
Será, insistiu, um projecto com "contas, com orçamento e com objectivos", que procurará "ouvir dos empresários o que é importante para a competitividade", com o Governo a "tomar decisões políticas ouvindo a sociedade".
"Os portugueses estão cansados de ouvir o Governo a decidir sem ouvir a economia e depois a economia a dizer que o dinheiro que o Governo gastou não tem nenhum impacto positivo para a competitividade", afirmou Sérgio Monteiro.

Agência de Notícias
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Almada quer linha de alta tensão enterrada

Proposta da REN para enterramento parcial é insuficiente para a população


A população de Almada exigiu que a Linha de Muito Alta Tensão Almada/Trafaria seja enterrada nas zonas urbanas e considerou insuficiente uma nova proposta da REN para enterrar apenas parte daquela linha aérea de transporte de energia.

Moradores do concelho de Almada descontentes com  a  REN

A posição da população de Almada foi expressa durante uma assembleia realizada na semana passada na União de Freguesias da Sobreda e Charneca da Caparica em que participaram cerca de uma centena de munícipes, todos a favor do enterramento da LMAT em zonas urbanas.
Na reunião, em que também estiveram representados diversos órgãos autárquicos do concelho, Câmara Municipal, Assembleia Municipal e União de Freguesias da Sobreda e da Charneca da Caparica, foi analisada a nova proposta da REN para o enterramento de parte significativa da nova linha, entre Almada e a Trafaria.
A proposta da REN vai ao encontro dos anseios dos órgãos autárquicos e da população, tendo em vista a minimização do risco de radiações, que têm consequências nefastas para a saúde pública, mas é ainda considerada insuficiente pelos munícipes e pela Câmara de Almada.
"Vamos negociar com bom-senso e com firmeza, tendo a consciência de que estamos a falar em nome todos: de Almada, dos órgãos autárquicos, das instituições, das populações, das forças políticas que, unanimemente, estão nesta posição relativamente a este processo", disse o vice-presidente da Câmara de Almada, José Gonçalves.
"Naturalmente que um processo negocial pressupõe ponderação e avaliação e, como também foi aqui dito, consciência da força de cada uma das partes", acrescentou José Gonçalves.

Autarcas pedem equilíbrio
O projeto da nova Linha de Muito Alta Tensão Almada/Trafaria (LMAT) foi aprovado há cerca de oito anos, mas REN sempre recusou o enterramento da linha, por se tratar de uma opção mais dispendiosa, embora já utilizada em grandes cidades, designadamente em Lisboa e no Porto.
O litígio com a Câmara de Almada tornou-se inevitável, dando origem a vários processos judiciais, entre a autarquia, REN e Direção-geral de Energia, processos esses que ainda correm nos tribunais.
A nova proposta da REN, que poderá colocar um ponto final no diferendo entre as partes, prevê apenas o enterramento parcial da LMAT, entre a Quinta da Saudade e a zona do Areeiro, perto da Charneca de Caparica.
Alguns munícipes, como Jorge Rafael, reconheceram que se trata de uma aliteração positiva por parte da empresa, mas lembraram que a REN se propõe manter o transporte de energia por via aérea em zonas que estão a escassos "15 a 20 metros de espaços educativos".
"A linha aérea (LMAT) passa junto a um colégio para pessoas com deficiência", corroborou um responsável da Misericórdia de Almada.
No final da reunião, os eleitos da CDU na Câmara de Almada reafirmaram a intenção de ter em conta a vontade da população, mas advertiram que é necessário haver equilíbrio e ponderação nas negociações com a empresa.


Agência de Notícias
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Presidente da Moita ouve munícipes em Alhos Vedros

Câmara da Moita dinamiza atendimentos descentralizados a munícipes

O presidente da Câmara da Moita e os vereadores com pelouros iniciam, neste mandato autárquico, um novo formato de atendimentos descentralizados a munícipes, permitindo, na sua perspetiva, uma participação mais ativa da comunidade e uma maior interação entre os autarcas e a população. Também na vila da Moita, a Feira de Artesanato “Artes e Talentos” passa agora a realizar-se ao primeiro e segundo sábado. Por isso, nos dias 1 e 8 de Fevereiro, entre as nove e as 13:30h, vários artesãos mostram e vendem as suas peças no interior do Mercado Municipal da
 Moita.

Autarcas da Moita ouvem populações das freguesias 

Neste âmbito, os atendimentos descentralizados passam a contar sempre com a presença do presidente da Câmara Municipal que se faz acompanhar, alternadamente, por um dos quatro vereadores com pelouro, realizando-se duas vezes por mês (primeira e última sexta-feira útil), em horário pós-laboral, entre as 18  e as 20 horas, e em todas as freguesias.
Assim, hoje (dia 31 de Janeiro), às 18 horas, o atendimento descentralizado vai ser efetuado pelopresidente, Rui Garcia, e pelo vice-presidente, Daniel Figueiredo, nas instalações da Junta de Freguesia de Alhos Vedros.
Este atendimento descentralizado coincide com o Roteiro da Freguesia de Alhos Vedros que o executivo municipal está a realizar entre 28 e 31 de Janeiro, com visitas e reuniões com coletividades, instituições, empresas e condóminos. Trata-se de mais uma iniciava do programa de gestão participada “Reforçar a Democracia, Preparar o Futuro”, iniciado neste mandato autárquico e que prevê "encontros regulares com o movimento associativo, visitas a instituições, empresas e estabelecimentos de ensino, roteiros temáticos, encontros e debates com as populações, tomadas de posição sobre políticas do Governo que coloquem em causa os direitos das populações, entre muitas outras ações", explica a câmara da Moita.

Artes e Talentos mostram-se no Mercado Municipal da Moita
A Feira de Artesanato “Artes e Talentos” que, desde o seu início, em Dezembro de 2012, se realiza sempre no primeiro fim de semana de cada mês, passa agora a realizar-se ao primeiro e segundo sábado. Por isso, nos dias 1 e 8 de Fevereiro, entre as nove e as 13:30h, vários artesãos mostram e vendem as suas peças no interior do Mercado Municipal da Moita.
A variedade de artesanato é grande, podendo encontrar peças de cortiça, malha, crochet, tecido, ferro, cerâmica, doces, entre outras.
Esta feira de artesanato insere-se no Programa de Dinamização e Animação do Mercado Municipal da Moita.
Para participar, deve inscrever-se através do endereço eletrónico pav.mun.exposicoes@mail.cm-moita.pt, indicando nome, morada, telemóvel, número de contribuinte e tipo de produtos a expor (com fotos exemplificativas). 
Mais informações na Divisão de Desenvolvimento Económico da Câmara Municipal da Moita (T: 210816914).

Agência de Notícias
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Almada com acordo para 35 horas semanais

Câmara e Sindicato chegam a acordo para trabalharem 35 horas semanais 

Foi concluído o processo negocial desenvolvido entre o Município de Almada (Câmara Municipal e Serviços Municipalizados de Água e Saneamento) e o STAL – Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins, traduzido na assinatura formal do Acordo Coletivo de Entidade Empregadora Pública (ACEEP) que fixa para os trabalhadores do Município de Almada um horário de trabalho de 35 horas semanais e sete horas diárias.

Trabalhadores da câmara de Almada vão trabalhar 35 horas/semana

O acordo assinado com a estrutura sindical que representa mais de 85 por cento dos trabalhadores sindicalizados do Município de Almada permite, deste modo, manter inalterado o horário sempre praticado das 35 horas semanais de trabalho.
"Salvaguardam-se assim os direitos já adquiridos pelos trabalhadores e a estabilidade do funcionamento dos serviços prestados às populações pela câmara municipal e serviços municipalizados, permitindo o cumprimento sem perturbações da missão de serviço público acometida aos Municípios", diz a autarquia em comunicado.
Prosseguem neste momento, diz ainda fonte da câmara de Almada; "as negociações com as restantes organizações sindicais que representam outros trabalhadores do Município de Almada, cujos respetivos acordos contamos que possam ser assinados muito brevemente.

Agência de Notícias
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Freguesia de São Francisco comemorou 29 anos

Junta comemora pela primeira vez criação da freguesia de São Francisco  

Pela primeira vez na sua história, a Junta de Freguesia de São Francisco, em Alcochete, comemorou, a 26 de Janeiro, a criação da Freguesia numa cerimónia pública que decorreu no salão do edifício da Junta, à qual não faltaram autarcas, representares de entidades locais e população em geral. 

Luís Madeira, presidente da Junta de Freguesia de São Francisco 

São Francisco comemorou assim 29 anos enquanto Freguesia, integrada numa história bem mais antiga, pois é no seu território que reside a génese do concelho de Alcochete, com origem no antigo concelho de “Ripa Tejo”, na qual a freguesia de Sabonha assumia a sede de concelho, numa extensão que ia desde Alcochete a Sarilhos, incluindo Samouco e Aldeia Galega.
Presente na cerimónia o presidente da câmara de Alcochete  sublinhou que “nestes 29 anos São Francisco desenvolveu-se e cresceu demograficamente e tem hoje um paradigma de gestão urbanística absolutamente exemplar, tem espaços verdes, tem boa qualidade de vida e tem aquele que foi o maior investimento de sempre da Câmara Municipal de Alcochete que é o Centro Escolar de São Francisco”, disse Luís Miguel Franco.
“Os tempos são difíceis, a conjuntura é extraordinariamente difícil, mas é necessária uma Junta de Freguesia próxima das populações para também saber auscultar, ouvir e tentar resolver os seus problemas”, concluiu o chefe do executivo da câmara de Alcochete.

"Também olhamos para o futuro, um futuro que se mostra incerto e preocupante"
Na sua intervenção, o Presidente da Junta de Freguesia começou por referir que assumiu com a população de São Francisco um conjunto de compromissos, entre os quais, “a dinamização de um plano de acção sócio-cultural, desportivo e ambiental, que inclui entre outras, a comemoração de datas e efemérides – e a comemoração, pela primeira vez, do 29.º aniversário da elevação de São Francisco a freguesia”, disse Luís Madeira.
“Reafirmo em meu nome pessoal e em nome do executivo que me acompanha que tudo faremos, no limite das nossas forças e competências para não defraudar o trabalho meritório e abnegado daqueles que nos antecederam”, contou o autarca.
E acrescentou: “Celebramos o passado, o dia em que a nossa terra se tornou freguesia mas também olhamos para o futuro, um futuro que se mostra incerto e preocupante em Portugal mas estamos certos que conseguiremos com a participação de todos fazer de São Francisco uma freguesia ainda mais aprazível para quem cá vive e quem nos visita", concluiu Luís Madeira.
Seguiu-se um momento musical protagonizado pelo Grupo de Sevilhanas da Sociedade Recreativa de São Francisco, e um moscatel de honra acompanhado pelo bolo de aniversário alusivo à efeméride.

Agência de Notícias
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Alegro Setúbal aposta em arte em movimento

Alegro com arte em movimento

Três betoneiras usadas nas obras de construção do Centro Comercial Alegro em Setúbal foram alvo de intervenções por parte de designers portugueses no âmbito do projeto “Arte em Toda a Parte”.

Obras do Centro Comercial Alegro apostam na criatividade artística 

Nesta ação, intitulada “Art’in’Motion”, os designers André Beato, João Dantas e Cátia Tomé transformaram em arte pública três das betoneiras que integram a frota de maquinaria pesada usada na construção do espaço comercial.
Os veículos, já com as intervenções artísticas concluídas, estão a ser usados nas obras do Alegro.
“You are about to be Hypnotinzed!!”, de André Beato, “Watermelon by According to Panda”, de Cátia Tomé, e “Rabonaboca”, de João Dantas, são os títulos das intervenções.
“Art’in’Motion” é a terceira iniciativa do projeto “Arte em Toda a Parte”, promovido pela Immochan, empresa imobiliária do Grupo Auchan, com o apoio da Câmara  de Setúbal.
O projeto tem a finalidade de, durante mais de um ano, "apoiar a realização de intervenções artísticas no concelho de Setúbal, assim como a conceção e exposição de obras de arte em espaços públicos, entre outras iniciativas", explica o Grupo Auchan.
Os trabalhos produzidos no âmbito do “Arte em Toda a Parte”, que conta com a participação de artistas portugueses consagrados e de outros da região da Setúbal, serão integrados na arquitetura do futuro centro comercial.
Dos artistas envolvidos na iniciativa agora apresentada, André Beato, designer gráfico, destaca-se pela tipografia que desenvolve em todo o mundo.
João Dantas, designer gráfico freelancer, é especializado em branding e já trabalhou em agências portuguesas de renome, como a 37design.
Cátia Tomé, designer gráfico na agência BBDO e membro da Society Artists Community, é a autora do conhecido blog “According to Panda”.
O centro comercial de Setúbal é o terceiro da marca Alegro em Portugal construído pela Immochan. Representa um investimento da ordem dos 110 milhões de euros e ocupa uma área bruta de 137 mil metros quadrados.

Agência de Notícias
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Bombeiros de Montijo comemoraram 105 anos

"Colaboração, com base no diálogo, na proximidade com os problemas dos bombeiros”

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Montijo celebrou ontem, dia 26 de Janeiro, o seu 105.º aniversário. A câmara do Montijo marcou presença na cerimónia, através do presidente, Nuno Canta, que ofereceu, em nome do município, 40 fardamentos de trabalho.

Nuno Canta presente no aniversário dos Bombeiros de Montijo

Nuno Canta congratulou os bombeiros pelo trabalho desenvolvido, sublinhando que “não pode haver proteção civil sem reforçar o papel central dos bombeiros no dispositivo municipal de socorro e emergência às populações”.
De acordo com o presidente da câmara do Montijo, "devemos reconhecer, que nem tudo tem corrido bem, como todos gostaríamos em matéria de protecção civil. O que importa, porém, é perceber que a correção das nossas insuficiências não depende de nenhum acto milagroso, nem de uma nova lei de bases da proteção civil. Nesta matéria, como em muitas outras, a melhoria que desejamos depende da capacidade de todos os intervenientes compreenderem que são parte de um todo”, ressalvou o autarca.
Nuno Canta garantiu que a câmara do Montijo está aberta a “uma colaboração, com base no diálogo, na proximidade com os problemas dos nossos bombeiros”. Estes são, afirmou, “elementos essenciais ao bom governo desta cidade”, concluiu o presidente.
Durante a cerimónia, para além dos discursos das entidades oficiais, oito novos elementos fizeram juramento de bandeira, foram benzidas duas novas viaturas de serviço e Associação distinguiu diversas empresas e entidades do concelho que tem apoiado a instituição.

Agência de Notícias
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Nova fábrica de peixe fresco em Sines

Empresa investe dois milhões e cria emprego em Sines 

Uma empresa especializada no comércio de peixe fresco vai investir cerca de dois milhões de euros na construção de uma nova fábrica em Sines, que vai permitir aumentar as exportações e criar postos de trabalho. Em 2016 a fabrica voltará a crescer com mais um investimento de três milhões de euros. 


Empresa de Sines investe dois milhões em fábrica de peixe fresco 

Uma empresa especializada no comércio de peixe fresco prepara-se para investir cerca de dois milhões de euros na construção de uma nova fábrica em Sines, que vai permitir aumentar as exportações e criar postos de trabalho.Atualmente, a Oceanic desenvolve a sua atividade na lota de Sines (Docapesca), onde compra e prepara uma parte do peixe que distribui pelos clientes, mas o espaço já é pequeno para o volume que a companhia transaciona, contou hoje à agência Lusa um dos proprietários, Miguel Segundo.A construção da fábrica vai ser feita em duas fases, adiantou o empresário, sendo que a primeira deverá começar em fevereiro, após a confirmação da comparticipação por fundos comunitários (55 por cento) do investimento a rondar os dois milhões de euros.
A unidade, que vai ter uma área de 1.800 metros quadrados, deverá estar pronta a funcionar no início do verão, sendo criados perto de 15 postos de trabalho, indicou.
A nova infraestrutura vai permitir à Oceanic expandir o negócio, desde logo, com a instalação de uma "pequena" unidade de congelação, garantida pela venda de três mil toneladas anuais de alimento para aquacultura a um cliente espanhol.

Segunda fase em 2016 
Em 2016, está previsto arrancar a segunda fase de investimento, de mais de três milhões de euros, para ampliação do edifício e instalação de uma unidade de congelação de pescado para consumo humano.
De acordo com Miguel Segundo, trata-se de uma atividade pouco expressiva para a empresa, à volta de 1.500 toneladas por ano, que atualmente é feita em fornecedores.
No entanto, apesar de poder ficar mais cara a produção própria, o empresário quer "controlar o processo todo", diz o proprietário da Oceanic
A Oceanic foi fundada há cerca de dois anos, em Ermidas-Sado, no concelho de Santiago do Cacém, por Miguel Segundo e outro sócio.
No ano passado, referiu Miguel Segundo, a empresa faturou mais de 31 milhões de euros, o que representou um aumento de 15 por cento em relação a 2012.

Procura de outros  mercados 
Além das instalações em Sines, a Oceanic tem mais dois armazéns, um em Matosinhos e outro em Portimão, totalizando, em Portugal, cerca de 50 funcionários, aos quais se juntam 12 numa outra unidade em Tânger (Marrocos).
A distribuição das unidades é "estratégica", explicou o empresário alentejano, pois facilita a compra do pescado nas lotas e a importação, que representa aproximadamente 40 por cento da atividade da empresa.
A exportação já teve melhores dias, reconheceu, uma vez que dependia em grande parte da vizinha Espanha, onde "baixou muito o consumo", mas, ainda assim, contribui com mais de 15 por cento da faturação.
Número que o proprietário da companhia pretende aumentar, pois está convencido de que em Portugal "pouco mais" poderão crescer.
Miguel Segundo acredita que a indústria do pescado "tem futuro", mas a crise alterou os hábitos alimentares dos portugueses, que agora «comem mais barato», preferindo carapaus e peixe-espada, a robalos ou douradas.
Mas, os "grandes inimigos do peixe" são alimentos como o frango, o coelho, as pizas e os hambúrgueres, afiançou, "qualquer coisa barata que encha a barriga às famílias", conclui o dono da Oceanic.

Agência de Notícias
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Jogos do Sado arrancam em Setúbal

Muitas novidades na 12ª edição dos Jogos do Sado 

Um Torneio Internacional de Ténis em Cadeira de Rodas e uma Descida do Rio Sado são novidades do calendário de provas dos Jogos do Sado, programa promovido pela Câmara  de Setúbal, que decorre entre Fevereiro e Outubro.


Câmara de Setúbal apresentou mais uma edição dos Jogos do Sado 

O calendário da 12.ª edição, que inclui mais uma edição da Taça do Mundo em Águas Abertas e o regresso, embora mais ambicioso, da Travessia do Sado a Nado, foi apresentado a 27 de Janeiro, em conferência de imprensa, no Made in Café, no Parque Urbano de Albarquel, na cidade de Setúbal.
A edição deste ano é a que apresenta um maior número de eventos, com perto de três dezenas, de modalidades desportivas, 17, e de parceiros associativos, 20, apesar dos “naturais constrangimentos financeiros de todas as partes envolvidas”, como salientou a presidente da Autarquia, Maria das Dores Meira.
“Assumimos a forte responsabilidade de avançar para esta ambiciosa iniciativa por sabermos que os Jogos do Sado assumem hoje um papel fundamental na dinâmica e nos objetivos do nosso movimento associativo, aproximando-o das suas populações”, destacou a autarca.
O programa, “instrumento de afirmação do potencial desportivo deste concelho”, mantém a base de há 12 anos mas tem vindo a crescer tornando-se numa das “principais referências de atividade desportiva de Setúbal e Azeitão”, afirmou a chefe do executivo sadino.
Acompanhada pelo vereador com o pelouro do Desporto, Pedro Pina, e do chefe da Divisão de Desporto, José Pereira, Maria das Dores Meira disse estar expectante quando à superação do número de participantes do ano passado, perto de seis mil, um “sucesso” que se deve ao “modelo participativo” entre a Autarquia e um conjunto de parceiros, como associações, escolas e clubes.
A este êxito, a autarca destacou o contributo da empresa Águas do Sado, enquanto principal patrocinador dos Jogos do Sado, desde a primeira edição, ao apostar num projeto que “não se concretiza apenas num conjunto de eventos organizados pela Autarquia para os seus munícipes, mas sim com os seus munícipes representados pelas suas associações”.

As novidades deste ano 
Conciliar hábitos de vida saudáveis com as potencialidades dos recursos naturais do concelho, como o rio, a serra e o estuário, na promoção da prática do desporto, é objetivo dos Jogos do Sado, que acaba por agregar outras funções, nas áreas da educação, da economia e do turismo.
Os estabelecimentos públicos de ensino têm sido outros parceiros fundamentais e nesta edição os Jogos do Sado apostam no aumento do número de realizações exclusivas para o setor escolar, passando de cinco para nove dias de eventos.
Dar continuidade ao acesso participativo das pessoas com modalidade reduzida, como a prática do boccia, é intuito da organização, que vai proporcionar um Torneio Internacional de Ténis em Cadeira de Rodas, em Setembro.
Outra novidade é a Descida do Rio Sado em canoagem, uma iniciativa a realizar em Julho, com partida do Moinho de Maré da Mourisca.
A organização de mais uma edição da Setúbal Bay, 10 km World Cup, em Junho, e o XIV Raid Bicasco, em Maio, são uma pequena amostra do programa deste ano, que envolve atividades exclusivas à participação de atletas federados e outras abertas à população.
A cerimónia de abertura realiza-se no dia 2 de Fevereiro, (domingo) às 17 horas, no Fórum Municipal Luísa Todi, com o desfile representativo das modalidades e atuações da Academia Contemporânea de Setúbal, dança jazz e “Cama Elástica” do Vitória Futebol Clube, zumba do PróAventuras, “Ensemble de Violetas e Violoncelos” do Conservatório Regional de Setúbal, Salsa Setúbal e Água de Beber (capoeira).

Agência de Notícias
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Assembleia Municipal de Jovens em Sesimbra

Jovens Sesimbrenses; que emprego no futuro? É o tema da Assembleia Municipal de Jovens

Dezenas de jovens e professores de várias escolas do concelho vão estar envolvidos na 11.ª edição da Assembleia Municipal de Jovens, em Sesimbra, que este ano tem como tema Jovens Sesimbrenses – Que emprego no futuro? O projecto, com 11 anos, é visto como “uma referência em todo o país, devido ao seu papel na promoção da cidadania no seio da comunidade escolar”. 

Sesimbra volta a colocar jovens em contacto com a política local 
A iniciativa, dinamizada pela Assembleia Municipal de Sesimbra com o objetivo de desenvolver e aprofundar o espírito de cidadania junto dos mais novos, apresenta este ano algumas novidades, como a introdução de um plafond orçamental, para que os participantes percebam o impacto financeiro da sua proposta, a criação de uma plataforma eletrónica que reúne toda a informação sobre a Assembleia Municipal de Jovens, intitulada PAMJovem, e o convite a uma personalidade conhecida para apadrinhar o projeto.
Para além das novidades referidas, a edição de 2014 será preenchida com as iniciativas Eleito Por um Dia, visita de estudo e eleição da Mesa da Assembleia Municipal de Jovens, terminando com a reunião final, no dia 10 de Maio, na EB1/JI nº 3 da Quinta do Conde, durante a qual as escolas irão apresentar as suas propostas.
De referir que antes do debate, “as bancadas apresentarão uma saudação alusiva ao 40.º aniversário do 25 de Abril, um tributo do projeto a um momento histórico, e que é importante para dar a conhecer aos mais novos o significado desta efeméride e os valores de Abril”, diz em comunicado a autarquia de Sesimbra.

11 anos a marcar diferença
Este ano, a Assembleia Municipal de Jovens conta com a participação da Escola Básica 2,3 de Sesimbra, Navegador Rodrigues Soromenho, Agrupamento de Escolas de Sampaio, Escola Básica Integrada da Quinta do Conde, Escola Básica Integrada da Boa Água e Escola Básica 2,3/S Michel Giacometti, da Quinta do Conde.
Inserido nesta iniciativa realiza-se ainda a 7.ª edição do concurso As Cores da Cidadania, destinado aos alunos do 3.º e 4.º ano do 1.º ciclo das escolas do concelho, e que tem como principal objetivo promover a realização de trabalhos nas áreas do desenho e poesia, sendo também importante para incentivar o sentido artístico e literário das crianças e sensibilizá-las para os direitos e deveres em cidadania.
Tal como nas edições anteriores, os trabalhos irão dar origem a uma exposição, que irá estar patente a partir de 6 de Maio, no Cineteatro Municipal João Mota, em Sesimbra.
Ao longo dos 11 anos de existência, a Assembleia Municipal de Jovens “tornou-se uma referência em todo o país, devido ao seu papel na promoção da cidadania no seio da comunidade escolar, tendo envolvido centenas de jovens e dezenas de professores de escolas de Sesimbra”, refere fonte da organização do evento.
“O projeto tem contribuído igualmente para que os eleitos locais percebam as expetativas das novas gerações em relação ao futuro do concelho”, conclui a câmara de Sesimbra.

Agência de Notícias
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Alcácer do Sal cria centro de educação pré-escolar

Autarquia assina protocolos para financiamentos comunitários  

O presidente da câmara de Alcácer do Sal, Vítor Proença, assinou hoje em Évora, na sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, dois contratos com financiamento comunitário. Trata-se do projecto que visa criar o Centro de Educação Pré-Escolar de Alcácer do Sal (Morgadinho) e na qualidade de presidente da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral, assinou outro contrato sobre o Projeto “Património em Rede no Desenvolvimento Sustentável”.

Vítor Proença assinou contractos esta terça-feira em Évora 

No que diz respeito ao Projeto âncora da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral, CIMAL, está incluído na Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE do Alentejo Litoral e Costa Vicentina, designado “Património em Rede no Desenvolvimento Sustentável, tendo sido objeto de candidatura ao Inalentejo.
A candidatura integra os cinco municípios associados da CIMAL e dois municípios do Algarve; Aljezur e Vila do Bispo.
“O seu objetivo geral, visa contribuir para cumprir o objetivo estratégico estabelecido para ir ao encontro ao Programa de ação PROVERE ‘Reinventar e Descobrir, da Natureza à Cultura’, no sentido da valorização dos recursos patrimoniais endógenos do território (naturais e culturais)”, explica o município em comunicado.
Os seus objetivos específicos, pretendem: Difundir o “Atlas do Património em Rede no Desenvolvimento Sustentável” via internet, através de um WebGis; Produzir informação e cartografia de base temática para a elaboração das Cartas do Património Cultural, Diretório dos Desportos de Natureza, Vegetação, Avifauna, Biodiversidade Marinha e Geologia/Geomorfologia; Fomentar as seguintes vertentes, tornando-as num fator de desenvolvimento regional.
Relativamente ao contrato assinado pela CIMAL, Vítor Proença, que preside igualmente à Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral sublinhou “a valorização do património e dos recursos naturais da região”.
A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral integra os municípios de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines, no distrito de Setúbal e Odemira, no distrito de Beja.

Escola do Morgadinho recebe pré-escolar
Relativamente à candidatura para a criação do Centro de Educação Pré- Escolar de Alcácer do Sal, visa a requalificação e adaptação da “Escola do Morgadinho” às necessidades e requisitos da educação Pré- Escolar.
Este novo centro “concentrará a valência de Educação pré- escolar do concelho”, explica fonte daquela câmara. Para operacionalizar os objectivos pretende-se “a criação de uma infra-estrutura que disponha de condições ajustadas a aprendizagens qualificadas e qualificantes”, lembra o chefe do executivo da autarquia de Alcácer do Sal.
Após a assinatura dos dois contratos de financiamento, Vítor Proença disse que “Alcácer do Sal deu mais um passo importante para a melhoria da educação, já que este novo executivo viabilizou com a aprovação da Carta Educativa, a requalificação da escola do Morgadinho, que após a sua recuperação irá acolher o Centro de Educação Pré- Escolar de Alcácer do Sal”.

Agência de Notícias
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Cães e gatos em competição em Lisboa este fim de semana

Três dias de muita animação dedicados a gatos e a cães

Nos dias 1 e 2 de Fevereiro os apreciadores de gatos vão ter a oportunidade de assistir, na Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações em Lisboa, a Exposições Internacionais Felinas, duas exposições inseridas no Pet Festival, um dos maiores eventos de animais de estimação realizados em Portugal. Estas exposições promovidas e organizadas pelo Clube Português de Felinicultura reúnem mais de 150 exemplares de gatos de 15 raças diferentes, num espetáculo repleto de beleza e elegância, onde serão julgados e eleitos os melhores exemplares de cada raça.

FIL recebe evento de animais de estimação este fim de semana 

Para quem não resiste a ver cães em ação, durante o fim de semana é possível assistir ao 6º e 7º Troféu Agility Future Dogs/Royal Canin, uma prova oficial do campeonato nacional, com cerca de 50 cães a concurso. Estas provas visam testar a habilidade do cão, sendo a velocidade o critério decisivo em caso de empate.
No dia 1 de Fevereiro (sábado) a partir das 10 da manhã, tem início a 2ª edição do Concurso Canino Royal Canin Pet Festival. Este evento, aberto ao público em geral e a todos os cães, com ou sem raça específica, está limitado às 100 participações. Os interessados podem inscrever-se neste SITE, até dia 29 de Janeiro e consultar as categorias a concurso.
Para poderem participar os cães têm que ter o boletim de vacinas em dia, e adicionalmente, microchip e açaime se pertencerem a uma raça considerada perigosa. A entrada no evento é gratuita para os donos dos cães participantes.
Durante estes dias, a Royal Canin vai promover no seu stand diversas atividades que irão tornar a experiência dos visitantes ainda mais especial.
No Espaço Aconselhamento, serão realizadas sessões de aconselhamento nutricional para todos os donos de gatos e cães que desejem saber mais sobre o plano nutricional mais adequado ao seu animal de estimação. E porque estes momentos em família, passados a celebrar os animais também devem ser momentos de solidariedade, os visitantes do stand terão ainda a oportunidade de participar numa Recolha Solidária de alimentos organizada e promovida pela Royal Canin, a favor de uma instituição de apoio a animais abandonados presente no evento.

Programa:
Exposições Internacionais Felinas:
·         Dia 1 de Fevereiro das 10 às 22 horas – Best in Show às 20h30
·         Dia 2 de fevereiro das 10 às 19 horas – Best in Show às 17h30

Troféu Agility Future Dogs / Royal Canin
·         Dia 1 de Fevereiro das 14 às 22 horas
·         Dia 2 de Fevereiro das 10 às 17 horas

2º Concurso Canino Royal Canin Pet Festival
·         Sábado, dia 1 de Fevereiro das 10 às 13 horas
O preço do bilhete é 5€/ por dia e a entrada é gratuita para crianças até aos 10 anos de idade e para os animais de estimação.

Agência de Notícias
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Meco: Familiares continuam à procura de respostas

80 respostas ao pedido de ajuda dos pais das vítimas do Meco

Os pais dos seis jovens que perderam a vida no mar do Meco, em Sesimbra, já receberam "cerca de 80 mensagens, algumas de muito interesse" no endereço eletrónico criado para obter informações sobre o que se passou na noite da tragédia. Estão surpreendidos com o impacto do email tragedia.meco@gmail.com, criado este sábado. Entretanto ao final do dia de sexta-feira a família do único sobrevivente quebrou o silêncio para dizer que João Miguel Gouveia irá explicar "tudo às autoridades" e garante haver muita "falsidade e pressão" no caso. Numa carta enviada à Lusa a família de João Miguel Gouveia garante "contactos" com os outros familiares. Sábado, os pais dos alunos que morreram garantiram que não tiveram qualquer informação da parte de João. O que não coincide com o comunicado divulgado pela família do jovem.

Tragédia do Meco continua envolta em contradições 


Os pais já receberam mais de 80 mensagens electrónicas na conta de e-mail que criaram para receber informações e pistas sobre o que sucedeu naquele fim-de-semana.
"Temos mais de 80 mensagens, algumas de muito interesse", explica um porta-voz do grupo, remetendo para um momento posterior a eventual revelação de mais pormenores.
Os seis jovens da Universidade Lusófona de Lisboa morreram na madrugada de 15 de Dezembro. Apenas o chamado Dux, nome que é dado ao chefe máximo da praxe, sobreviveu, mas tem permanecido em silêncio desde então. Alguns pais das vítimas tentaram, entretanto, obter informações junto do jovem e junto do Conselho Oficial da Praxe Académica da Lusófona, sem sucesso. O caso está neste momento a ser investigado pelas autoridades e sob segredo de justiça.
No sábado ao final da tarde, os pais pediram a todas as pessoas que possam ajudá-los a esclarecer o sucedido para usarem uma conta de e-mail que tinham acabado de criar: tragedia.meco@gmail.com. Em pouco mais de 24 horas chegaram-lhes mais de 80 mensagens.

Família de sobrevivente quebra silêncio
Entretanto, no final da tarde de sexta-feira, a família do sobrevivente do acidente quebrou o silêncio através de uma carta enviada à Lusa. Nessa carta, a família de João Miguel Gouveia declarou que o jovem “prestará todos os esclarecimentos” no “local certo e perante as instâncias competentes”. Até porque “mais do que ninguém, ele deseja que tal ocorra”, referindo-se aos esclarecimentos.
Numa extensa carta enviada à agência Lusa, os familiares de João Miguel Gouveia sustentam que “desde o primeiro dia, mesmo em choque, o sobrevivente colaborou com as autoridades seja para contactar as outras famílias, seja para dar indicações sobre o que sucedeu”.
A família diz que “os jovens reunidos não conheciam a zona, realizaram alguns percursos a pé e deslocaram-se também até à praia. Pousaram os objetos que traziam no areal e, conversando, passearam na areia. Pararam acima da zona de rebentação e vários sentaram-se”.
“Sem que se apercebessem, uma onda, de grandes dimensões, arrastou-os a todos e o desastre aconteceu. Seis jovens perderam a vida e um deles, depois de muito esforço, conseguiu arrastar-se até à areia e, de um dos telemóveis que tinham ficado junto dos objetos que tinham pousado inicialmente, conseguiu pedir socorro para o 112, tendo ficado em exaustão, a vomitar e em hipotermia progressiva, prostrado na areia”, segundo o relato dos familiares.
João Miguel Gouveia “foi localizado no areal pela Polícia Marítima e posteriormente estabilizado pelo INEM e internado, por afogamento, no Hospital de Almada”. A Polícia Marítima de Setúbal já confirmou que assim foi.

Tempo de luto...
Família de sobrevivente garante querer colaborar com as autoridades 
Sobre o silêncio do jovem, a família justifica que a tragédia exigiu “tempo para o luto e para tentar integrar tão dramática experiência, que marca e marcará para sempre a sua existência”.
“Em nome de quê, alguém se pode arrogar o direito de especular, falsear, pressionar ou mesmo ameaçar, quem foi também vítima deste terrível acidente?”, questionam.
A família de João Miguel Gouveia diz também que “está solidária com a dor imensa das famílias que perderam os seus filhos” e que falou com alguns deles “para prestar os esclarecimentos solicitados”.
“Desde o primeiro dia, mesmo em choque, o sobrevivente colaborou com as autoridades, seja para contactar as outras famílias, seja para dar indicações sobre o que sucedeu” sustentam, na carta.

Pais desmentem contactos
No entanto, os pais dos alunos que morreram garantiram que não tiveram qualquer informação da parte de João Gouveia. O que não coincide com o comunicado divulgado pela família do jovem.
Fátima Negrão, mãe de uma das vítimas, afirmou não ter tido qualquer contacto "nem qualquer informação por parte do João". O mesmo acontece com as restantes famílias que se reuniram no sábado.
A mesma mãe acrescentou que têm "sido bastante tolerantes" e que o objectivo não é "crucificar". "Estamos sempre a apoiá-lo", acrescentou, referindo-se a João Miguel Gouveia.
Fátima Negrão adiantou ainda que os familiares dos jovens falecidos estão dispostos a colaborar com a justiça e esperam "que da outra parte isso também aconteça".
A família do sobrevivente nega ainda que a audição marcada para 21 de Janeiro não tenha sido realizada por uma “alegada amnésia selectiva” do jovem, mas sim desmarcada pelas autoridades.
Na carta, os familiares queixam-se de “injustiça”, “especulação, notícias sem explicitação de fontes credíveis e construídas com base em comentários de quem nada sabe sobre os factos ou mesmo assentes em mentiras claras e contradições óbvias, que apenas criam alarme social”.
Por outro lado, a família do sobrevivente “agradece o apoio disponibilizado pela Universidade desde o primeiro dia, até à presente data”.
A tragédia de 15 de Dezembro envolveu sete membros da Comissão Oficial de Praxes Académicas (COPA) da Universidade Lusófona. Apenas o chefe máximo, João Miguel Gouveia, escapou com vida. Os estudantes caminharam cinco quilómetros até ao areal desde a Aiana de Cima, onde estavam a passar o fim de semana numa casa arrendada.
Os vizinhos garantem ter assistido a praxes, deixando os pais perplexos. Mas ao certo, ainda pouco se sabe sobre aquela madrugada de 15 de Dezembro, onde dois rapazes e quatro raparigas perderam a vida no mar e onde outro rapaz se salvou mas, certamente, com traumas para todo o sempre.

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