Dá um Gosto ao ADN

Críticas Soltas por Joana Teófilo Oliveira


Não há guito

Há dias, numa loja das Cabanas – a meio caminho entre Palmela e Azeitão – o empregado, um tipo bem disposto e muito rotineiro, perguntava-me o seguinte: “Sabe qual é o problema?” Fiquei sem resposta mas de imediato o Sr. Pereira adiantou-se: “Não há guito!”



Quase que dei uma gargalhada mas, de regresso a casa, fui pensando neste comentário e, em boa das verdades, o Sr. Pereira do mini-mercado sintetizou numa pequena frase o problema que todos enfrentamos: não há dinheiro. Como temos uma língua muito rica e porque não gostamos muito de ser radicais, evitamos a palavra dinheiro; temos até uma certa vergonha em dizer que não o temos e por isso recorremos a expressões mais populares e com humor. Sempre fica melhor dizer “não há guito” do que “não tenho dinheiro”. Também ao nível da linguagem técnica e mais ainda da política se foge ao problema da falta de dinheiro.
O que se houve falar é de recursos financeiros necessários, de ajuda financeira, de ajustamento, de alteração dos padrões de consumo, de viver de acordo com o rendimento disponível, etc. Mas em boa das verdades o que não há é mesmo guito.
E a falta do guito, pelo que parece, já chegou aos bancos. Há dias ficamos a saber que os cinco maiores Bancos concederam, no 1º semestre, menos 10 mil milhões de euros em créditos  diversos (empresas, habitação, pessoas). Por outro lado também o Banco de Portugal diz que há cinco meses consecutivos que decrescem os novos depósitos e, por fim, são já cerca de 700.000 famílias com dificuldade em pagar os empréstimos à banca.
As notícias e outros indicadores multiplicam-se diariamente quer na comunicação social quer nas situações concretas que cada um conhece à sua volta. Estamos cada vez mais a poupar nos nossos quotidianos, comemos cada vez menos fora de casa, levamos cada vez mais a lancheira para o local de trabalho e para as universidades, circulamos cada vez menos de automóvel e de transporte público, fazemos férias cada vez mais em casa, reduzimos cada vez mais as nossas compras aos bens essenciais, etc.
O mesmo também acontece com as empresas com cada vez mais dificuldade em cumprir com as obrigações financeiras e, pelo mesmo motivo do financiamento, várias grandes empresas emitiram, recentemente, obrigações que já andarão por 1,3 mil milhões de Euros.
Não vale a pena disfarçar – não há guito! Todos sabemos porque temos falta do dinheiro (eliminação de vencimentos na Função Pública, desemprego a aumentar todos os meses, jovens sem solução para o 1º emprego, aumento de vários custos, etc.). Não tenho solução para este problema e, pelos vistos, ao nível da Banca, dos Governos e das entidades internacionais (sejam governos sejam financeiras) também andam às voltas em busca de respostas. Como produzir mais para conseguir mais guito é o desafio. Enquanto isto, apenas constato que vamos (todos) ter de viver com menos guito. Quer queiramos... quer não!


Joana Teófilo Oliveira
Estudante de Ciências da Educação
Quinta do Anjo 

O homem que não aceita crítica não é verdadeiramente grande. É tão incomum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica. Às vezes é estúpida. Outras irónicas. Tantas vezes desiludida e incompreendida. O leitor que julgue. Acho que quem ofende os outros é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. O tom das Críticas Soltas às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável. Mas é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação perante a vida, a política, a sociedade… o mundo, enfim. À sexta-feira por Joana Teófilo Oliveira para o ADN. 

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Dois homens saem da prisão... para roubar


Roubam 3 mulheres depois de saída precária

Dois homens, de 50 e 53 anos, foram detidos em Lisboa um dia após terem saído da cadeia, em precária, de Vale Judeus, onde cumpriam penas de roubo e tráfico de droga. O clima de reclusão parece nada ter feito a esses dois senhores que assim que meteram um pé em liberdade, ameaçaram uma mulher com uma faca para lhe roubar o carro e, já no carro, fizeram mais de 20 minutos de assaltos por esticão por Lisboa até serem detidos por agentes da Divisão de Investigação Criminal da PSP. Voltaram, claro está, à prisão!

Dois homens saem da prisão para assaltar mulheres em Lisboa 

Acabados de ganhar o direito a uma saída precária da prisão de Vale dos Judeus, Azambuja, onde cumprem penas pesadas por roubos e tráfico, os dois reclusos de 50 e 53 anos espalharam caos e medo em Lisboa. Começaram por roubar por carjacking um Renault Twingo a uma mulher, encostando-lhe uma faca ao pescoço. E a seguir, ao volante do mesmo carro, fizeram em 20 minutos dois esticões. Foram travados por agentes da Divisão de Investigação Criminal da PSP.
Às 16h30, a dupla aterrorizou a primeira vítima, na rua Aprígio Mafra, centro de Lisboa. Uma mulher, de 50 anos, estava dentro do carro quando os dois homens atacaram. Encostaram--lhe uma faca ao pescoço e atiraram-na para fora da sua viatura. A vítima alertou logo a PSP.

Assaltos por esticão
No novo carro, percorreram quase cinco quilómetros até avistarem um alvo: uma mulher que caminhava na avenida Luís Bívar. A faca foi usada para ameaçar a vítima, a quem puxaram violentamente a mala, com dinheiro e todos os seus bens.
Nesta altura, já vários meios da PSP encetavam esforços para apanhar os assaltantes que, ao volante do Renault, procuravam nova vítima. A poucos quilómetros, uma turista inglesa viu-se com uma faca apontada e a mala a ser levada pela mesma dupla.
O carro foi avistado por elementos da PSP, que encetaram perseguição.
A dupla abandonou o carro no Lumiar e fugiu a pé. O homem de 53 anos, preso desde 2005, condenado a mais de dez anos por tráfico de droga, foi pouco tempo depois apanhado, às 17h35. Saíra da prisão na véspera. Por capturar estava o cúmplice de 50 anos – a cumprir pena desde o início dos anos 90 por roubos violentos. Também saíra de Vale dos Judeus no dia anterior. Foi apanhado horas mais tarde, na casa de familiares, na Alta de Lisboa.


Agência de Notícias 
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Estudantes desafiam Setúbal a melhorar oferta formativa


Câmara e Associação de Estudantes trocam acusações

A Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal (AAIPS) defende que a autarquia de Setúbal deve investir no IPS (Instituto Politécnico de Setúbal), em vez de estabelecer um protocolo com o grupo Lusófona. “Se a oferta formativa disponibilizada pelo grupo Lusófona for igual ou semelhante à formação praticada pelo IPS, a câmara municipal deveria melhorá-lo”, refere Sílvia Araújo, presidente da AAIPS. Por seu lado, a autarquia defende que este protocolo permite estabelecer parcerias com o IPS e que “O ensino politécnico e o ensino universitário não conflituam. Pelo contrário, complementam-se e ambos, em conjunto, podem e devem contribuir para a materialização de objetivos ambiciosos no âmbito do desenvolvimento e da investigação.

Estudantes do IPS não gostam do acordo da autarquia com Lusófona

“A edilidade setubalense não dá o devido valor ao IPS porque aposta num novo centro de pós-graduações, em vez de recorrer ao instituto e ajudar a melhorar a sua oferta formativa”, adianta a presidente da AAIPS. A Câmara Municipal de Setúbal em comunicado de imprensa, adianta que esta é uma “ideia clara de desenvolvimento que constitui uma oportunidade para estabelecer parcerias com o Instituto Politécnico de Setúbal”.
Sílvia Araújo, no entanto, diz que o IPS “consegue assegurar a oferta educativa do ensino superior no distrito”, argumento que a câmara municipal contesta referindo que “o IPS não consegue, sozinho, assegurar toda a oferta educativa de ensino superior que a autarquia quer no quadro da estratégia de desenvolvimento para um concelho que vive um processo assinalável de modernização e qualificação visível em variados setores, nomeadamente, a disponibilização de pós-graduações na área do Turismo”. A presidente da AAIPS acrescenta que “criar uma instituição privada tendo em conta a fragilidade económica actual dos alunos não responde às suas necessidades”.
O comunicado da autarquia diz ainda que a “ própria Associação Académica, enquanto representante dos estudantes do IPS, pode testemunhar que a Câmara de Setúbal não está de costas voltadas para a instituição, quando sabe que os representantes dos alunos recebem anualmente apoio logístico no valor de milhares de euros para o desenvolvimento de atividades como a receção ao caloiro e a semana académica”.

Autarquia assina protocolo com Lusófona
A Câmara de Setúbal vai assinar um protocolo com o grupo Lusófona que “prevê a possibilidade de arrendamento de instalações da autarquia, caso haja disponibilidade para o efeito”, esclarece a autarquia. O interesse em desenvolver projetos formativos superiores avançados que “permitam potenciar e criar oportunidades de formação, emprego e investigação”, bem como o “grande objetivo estratégico de reforçar e fortalecer” a posição de Setúbal como capital de distrito são duas razões que motivam a celebração deste acordo.
A presidente da AAIPS declara que “este protocolo não é necessário porque o instituto politécnico pode responder às necessidades dos alunos e podem criar-se oportunidades de formação, emprego e investigação”. 
A presidência do Instituto Politécnico de Setúbal ainda não tomou qualquer posição em relação a este tema.


Agência de Notícias 
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Especialistas defendem mini-aeroporto em Alcochete


Pista e gare estariam concluídas em cinco anos

Novo estudo, apoiado pelas Ordens dos Engenheiros e dos Economistas e pela associação de pilotos, defende investimento de 323 milhões de euros na construção de um mini-aeroporto em Alcochete. De acordo com este estudo, "a solução do ‘Portela+1' está limitada no tempo”.

Construção de Aeroporto volta à discussão 

A construção de um mini-aeroporto em Alcochete para complementar a Portela, em Lisboa, é uma alternativa que volta a ganhar força junto de diversos meios empresariais e públicos, em comparação com a solução da base aérea do Montijo. O Governo já tem em mãos um estudo - apoiado pelas Ordens dos Engenheiros e dos Economistas e pela Associação dos Pilotos Profissionais de Linha Aérea (APPLA), e realizado por cinco consultoras de engenharia -, que conclui que a melhor solução para acompanhar o aumento previsto de tráfego na Portela é construir uma pista de cerca de 3.300 metros no Campo de Tiro de Alcochete. Um investimento avaliado em 230 milhões e que estaria concluído num prazo de cinco anos.
O estudo "Aeroporto Complementar Lisboa Alcochete", diz o jornal Diário Económico, foi entregue à secretaria de Estado dos Transportes, em Maio, e já está na posse da Confederação do Turismo Português, TAP, ANA, Brisa, Lusoponte, BESI e câmaras municipais do distrito de Setúbal, entre outras entidades.
"A solução do ‘Portela+1' está limitada no tempo, porque a partir de uma certa altura não há perspectivas de crescimento. E isso terá influência nas empresas que estiverem interessadas na privatização da ANA e da TAP, porque essas empresas também precisam de perspectivas de expansão dos seus negócios", defende Artur Ravara, um dos autores do estudo e um dos mais conceituados especialistas aeroportuários de Portugal. 

Agência de Notícias 
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CDS-PP Almada preocupado com comboio da Costa de Caparica


Seria uma grande derrota para este executivo comunista” o fim do comboio

O CDS-PP Almada, em comunicado refere que "está preocupado com o destino final do Transpraia, comboio que faz há cerca de cinquenta anos a ligação entre a Costa da Caparica e a Fonte da Telha". Segundo o CDS-PP o facto de ter sido deslocado do local habitual, no centro da cidade, esta situação dificulta a sua utilização.

Futuro da Transpraia preocupa CDS-PP

O CDS-PP Almada está preocupado com o destino final do Transpraia, comboio que faz há cerca de cinquenta anos a ligação entre a Costa da Caparica e a Fonte da Telha, e que foi deslocado para cerca de 1km do local habitual no centro da cidade situação que dificulta o seu alcance, como a falta de visibilidade que lhe possa dar uma promoção adequada.
O CDS-PP, tal como já o fez em Assembleia Municipal de Almada, “solicita e apela para que se reúnam todas as condições necessárias para que o Transpraia possa já para o próximo ano regressar ao seu local inicial, sob pena de ficar definitivamente parado por falta de apoio e de passageiros. Seria uma grande derrota para este executivo comunista que continua a olhar para a Costa da Caparica de soslaio esperando por um Programa Pólis que já terminou e que não lhe foi dado o melhor enquadramento embora a grande perda seria para todo o concelho, mais uma vez, por uma tremenda falta de visão estratégica da Câmara de Almada”, revelam os centristas em comunicado.
A concelhia do CDS-PP olha para o comboio de praia, “como sendo parte integrante da paisagem que caracteriza a Costa da Caparica e assim se deve manter englobado numa total e organizada revitalização quer da cidade quer da Fonte da Telha”.  A grande preocupação dos democratas cristãos prende-se “com o seu possível encerramento já no próximo ano”, como é admitido pelo dono da empresa.  
No que diz respeito ao recentemente criado Movimento em favor da causa do Transpraia, o CDS-PP “está solidário, mas mantem-se à margem para não partidarizar o mesmo”, conclui o comunicado do partido.


Agência de Notícias 
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Pragal divulga defesa pessoal e solidariedade


Aula aberta para  modalidade em crescimento 

O IPP Krav Maga Portugal vai promover no próximo dia 1 de Setembro, na Sociedade Recreativa União Pragalense (SRUP), uma aula aberta para divulgar esta arte de defesa pessoal. Uma iniciativa que marca o arranque da prática da modalidade na colectividade e vai também apoiar uma instituição de solidariedade social do concelho com bens alimentares.

Krav Maga é uma modalidade de defesa pessoal 
“Quem quiser participar basta trazer um produto alimentar não perecível”, refere o mestre Luís Moreira, presidente do IPP Krav Maga Portugal, que organiza esta aula em conjunto com o núcleo IPP Krav Maga Pragal e conta com o apoio da Junta de Freguesia local e da Câmara de Almada.
Este workshop, que começa pelas 14h30, vai decorrer no ginásio do SRUP e será orientado também pelo instrutor Carlos Guerra, do IPP Krav Maga Pragal. Trata-se de transmitir alguns eixos práticos deste programa intensivo de protecção pessoal dirigido para as várias idades. “Para além de aprenderem a defender-se, este programa proporciona aos alunos uma prática saudável de exercício físico”, frisa Luís Moreira. Para já esta iniciativa está mais dirigida para participantes a partir dos 10 anos de idade, mas houver alunos, “podem começar mais cedo”.
O IPP Krav Maga Portugal existe há cerca de dois anos e está ligado à estrutura internacional da modalidade. “Há cada vez mais pessoas interessadas em aprender como se defenderem”, divulga o presidente e representante dos instrutores no país. “Para além do SRUP, que começa agora com o ensino de Krav Maga, existem outros núcleos em Almada e também em Corroios (Seixal)”.
O ensino de Krav Maga está também difundido por vários núcleos em Setúbal, Lisboa, Porto e nos Açores e Madeira.

Agência de Notícias 
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Meia Maratona junta música e desporto em Lisboa


Corrida com muita música

O circuito Maratona Rock ‘n’ Roll, o maior circuito de corridas do mundo, com mais de 500 mil participantes em 24 cidades dos Estados Unidos, está a caminho da cidade de Lisboa. Domingo, 30 de setembro de 2012, a lendária Meia Maratona de Portugal renascerá como "Vodafone Meia Maratona RTP Rock ‘n’ Roll".

Prova começa no Montijo e acaba no Parque das Nações, em Lisboa

A música e a prática desportiva vão estar lado a lado na 'Vodafone Meia Maratona RTP Rock 'n' Roll', a disputar em Lisboa, entre a Ponte Vasco da Gama e o Parque das Nações, no próximo dia 30 de Setembro. A apresentação da prova decorreu hoje de forma original, com Carlos Móia, presidente do Maratona Clube de Portugal, organizador do evento, a surgir em palco ao lado de Zé Pedro, João Gil e Luís Represas. “Neste momento de tristeza devido à crise, vamos ter muita música ao longo do percurso desta meia-maratona, com seis grandes bandas. O evento que vai ter um total de dez palcos, o maior deles localizado junto do local de Meta onde durante duas horas estarão a atuar Alberto Índio, Luís Represas e João Gil e para finalizar Xutos e Pontapés, após a corrida.
A prova lisboeta, que este ano renovou o título “Gold Road Race”, a mais alta distinção atribuída pela IAAF, é a primeira do circuito “Rock'n'Roll Marathon Series” e integra uma série de eventos paralelos, entre os quais o já habitual 'Passeio Mimosa Avós e Netos' e a 'Prova de Mini-campeões', a terem lugar no sábado, dia 29 de Setembro, junto ao Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações.
Do ponto de vista competitivo, Lisboa volta a receber os melhores atletas do Mundo, com destaque para Tariku Bekele (Etiópia), medalha de bronze nos 10 000 metros nos Jogos Olímpicos de Londres e Priscah Jeptoo (Quénia), medalha de prata na maratona feminina dos Jogos Olímpicos de Londres.
Os melhores atletas nacionais também marcam presença e para estes está prevista uma lista de prémios de 12 500 euros.
Fora do âmbito da Elite, são já mais de 10 mil os participantes inscritos, um número recorde se atendermos a distância a que está o evento, com Carlos Móia a relembrar a probabilidade das inscrições esgotarem antes do prazo limite, como aconteceu em Março na Meia-Maratona de Lisboa. 


“Isto é serviço público”
Músicos juntam-se à maratona de Lisboa 

À margem da cerimónia onde marcaram presença, além do organizador Carlos Móia, dos muitos músicos, a situação da RTP também não passou ao lado. "Quando me perguntam o que é serviço público numa estação, posso responder que é exatamente isto: dinamizar e fomentar o desporto", referiu Nuno Santos, diretor de informação do canal (ainda) público de televisão.
A ligação entre a música e o desporto foi hoje aproveitada para algumas considerações dos músicos presentes, com a achega do vereador do desporto do município de Lisboa, Manuel Brito. Segundo este a transformação de salas desocupadas em infra-estruturas camarárias tem dado lugar a escolas de música para zonas carenciadas, uma responsabilidade que seguiu a deixa “largada” por João Gil : ”O ensino do desporto e da música no ensino primário e básico são grandes lacunas em Portugal”. Zé Pedro apontou a sua preparação física como um dos principais responsáveis da sua recuperação rápida do transplante de fígado a que foi recentemente submetido, enquanto Luís Represas traçou o paralelismo entre o palco e o asfalto : ”O palco é violento, é dos sítios que mais puxa por nós em termos físicos”.

Paulo Jorge Oliveira 
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Transportes de Lisboa perdem passageiros


Qualidade no serviço público corre riscos elevados

Os transportes públicos na Grande Lisboa perderam milhões de passageiros durante o primeiro semestre de 2012. Só o Metropolitano de Lisboa registou menos 5,9 milhões de passageiros no segundo trimestre de 2012 do que em período homólogo do ano passado. A Transtejo perdeu  mais de 1 milhão e 630 mil e a Carris perdeu cerca de 26 milhões. Quebra de receitas pode ditar degradação de serviço.

Carris perdeu mais de 26 milhões de passageiros

A Câmara de Lisboa vai estudar uma forma de comparticipar os passes de transporte dos idosos, cujo desconto a que tinham direito foi reduzido em Fevereiro. Para ultrapassar a "injustiça social" que é "impedir os idosos de se deslocarem", disse o vereador da Mobilidade da autarquia, Nunes da Silva, em entrevista ao jornal Público. O vereador diz ainda que o município deve "desafiar o Governo a participar numa solução" para resolver o problema, por forma a que o desconto, que passou de 50 para 25 por cento, volte ao que era.
A questão assume particular relevância devido à elevada percentagem de idosos que vivem na cidade. A quebra de vendas registada nestes passes depois de o desconto ter sido abolido chega, nalguns casos, aos 55 por cento, refere Fernando Nunes da Silva num artigo publicado em Maio na revista de transportes do seu pelouro, a Mov Lisboa. "É dramático, porque as deslocações contribuíam para estas pessoas se manterem activas e saudáveis", observa. 
Dados divulgados este mês pela Carris dão conta de que foram mais de 41 mil as pessoas que deixaram de comprar o passe da terceira idade no primeiro semestre do ano. O aumento das tarifas é, a par do desemprego, outra explicação para a brutal redução do número de passageiros nos transportes públicos.
Lisboa recordista em perdas
O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou ontem que só no Metropolitano de Lisboa viajaram, no segundo trimestre deste ano, menos 5,9 milhões de passageiros do que no período homólogo de 2011. Uma redução bem mais expressiva do que no Metro do Porto, que em idêntico período perdeu 572 mil pessoas. Especialista em transportes da Universidade do Porto, Álvaro Costa tem uma explicação para o fenómeno: "Os cortes de carreiras efectuados pela Carris foram bastante penalizadores para a mobilidade", que se ressentiu assim também no transporte subterrâneo. "No Porto isso não sucedeu, porque os operadores privados tomaram conta do mercado que até aí pertencia à Sociedade de Transportes Colectivos do Porto." 
E se em valores absolutos o metro de Lisboa surge como campeão de perda de passageiros, em termos percentuais o transporte fluvial bate esse recorde: enquanto o metropolitano registou quebras da ordem de 13,1 por cento dos passageiros, em carreiras fluviais como Lisboa-Cacilhas essa redução ascendeu aos 18,5 por cento no segundo trimestre de 2012, uma vez mais por comparação com o período homólogo do ano anterior. Ao aumento das tarifas as pessoas responderam com alternativas que vão desde a partilha do automóvel até a terem passado a andar mais a pé, observa Álvaro Costa.
Qualidade do serviço em risco
Qualidade do serviço de transporte público pode estar em risco 

"Há famílias que já não têm dinheiro para suportar as deslocações obrigatórias", observa Nunes da Silva, para quem se está perante um problema que chega a ser de coesão social. E se no caso dos idosos a câmara pode vir a abrir os cordões à bolsa, no dos desempregados o vereador entende que deve ser a administração central a comparticipar os custos de deslocação de quem tem de procurar trabalho.
Tanto o Metropolitano como a Transtejo atribuem o decréscimo de passageiros à conjuntura económica. A transportadora fluvial admite que o aumento do tarifário também se pode ter reflectido na redução das viagens ocasionais ou de lazer. Já o metro espera alguma inversão desta tendência com a abertura das estações do aeroporto e envolvente. Nunes da Silva alerta para o impacto que a redução da procura pode ter nas receitas das transportadoras: "Os aumentos de produtividade conseguidos aproximam-se do limite, após o que se seguirá uma degradação da qualidade do serviço de que será extremamente difícil recuperar", concluiu.

Menos passageiros
Há também menos pessoas nos barcos 

No primeiro semestre deste ano, comparativamente com o mesmo período de 2011, o Metropolitano de Lisboa registou uma redução de 11 milhões e 500 mil de passageiros, a Transtejo de mais de 1 milhão e 630 mil e a Carris perdeu mais de 26 milhões, demonstram os dados revelados pela agência Lusa.
Os mesmos dados revelam ainda que na Carris mais de 40 mil idosos, uma redução de mais de 17 por cento, deixaram de comprar o passe terceira idade no primeiro semestre deste ano, quando deixaram de usufruir de desconto. Além dos vários aumentos de preços que os tarifários sofreram no último ano, em Fevereiro o Governo decidiu diminuir o desconto que os idosos beneficiavam na compra do passe social, que passou dos 50 para os 25 por cento. Os dados demonstram ainda que a Carris perdeu 20,8 por cento dos passageiros.
O Metropolitano de Lisboa passou dos 92.174.086 registados nos primeiros seis meses de 2011 para os 80.662.283 registados este ano.
A Transtejo teve no primeiro semestre do ano passado 14.082.619 passageiros, número que caiu para os 12.451.820 este ano.

Agência de Notícias 
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Transtejo e Soflusa recebem 24,6 milhões até 2014


Estado (re)compensa empresas de transporte pelo serviço público

A empresa Transtejo, que cumpre as ligações da Trafaria, Cacilhas, Montijo e Seixal para a capital, vai receber a maior fatia desta verba, num total de 19,8 milhões de euros, valor que será dividido pelos três anos: em 2012 e 2013, receberá 6,5 milhões e, em 2014, 6,7 milhões. Já para a Soflusa, responsável pelas ligações do Barreiro para o Terreiro do Paço, será garantida a transferência de 4,8 milhões de euros, numa média de 1,6 milhões de euros por ano.

Estado paga 24,6 milhões para garantir serviço público 

De acordo com o jornal Económico, o pagamento desta verba está sujeita ao cumprimento de objetivos de longo prazo, conforme aponta a Resolução de Conselho de Ministros publicada em Diário da República. Os 6,5 milhões de euros que a Transtejo arrecadará este ano representam um aumento de 35,9 por cento face à indemnização compensatória de 4,8 milhões, fixada em Junho deste ano por Resolução de Conselho de Ministros e agora revogada. Os cerca de 1,6 milhões que ainda em 2012 entrarão na Soflusa constituem menos 52 por cento face ao estipulado há dois meses.
As verbas terão sido estipuladas após a "redefinição das obrigações das empresas responsáveis pela prestação de serviços" públicos de transporte, "através da fixação de objetivos de longo prazo, da otimização operacional e da adequação da respetiva estrutura aos serviços públicos prestados, bem como à redefinição do esforço financeiro do Estado e da comparticipação a suportar pelos utilizadores", conforme aponta o documento publicado nesta quarta-feira.

Em entre 2009 e 2011 as empresas receberam quase 40 milhões do Estado
Segundo revelado no site da Direção Geral do Tesouro e Finanças, no triénio anterior (2009-2011), as indemnizações compensatórias atribuídas aos dois operadores atingiram quase 40 milhões de euros: 14,9 milhões para a Soflusa e 21,1 milhões para a Transtejo.
De acordo com a Agência Lusa, “deste total, cerca de 1,1 milhões de euros destinavam-se a subsidiar os passes dos mais jovens (passe 4-18 e passe sub-23), que o Governo decidiu passar a comparticipar apenas de acordo com os rendimentos do agregado familiar”. Contempladas a partir já do próximo não letivo serão as famílias com um rendimento médio mensal bruto de 1.258 euros.

Agência de Notícias 
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Simone Fragoso ficou a 8,90 segundos do primeiro lugar



“O meu melhor resultado de sempre nos Jogos”

A atleta de Palmela e do Benfica não conseguiu esta noite um lugar do pódio mas lutou até onde podia pelo melhor tempo. De acordo com Simone Fragoso, “consegui o meu melhor resultado de sempre nos Jogos”. Acabou em sétimo,  a 8,90 segundos da vencedora. Como a própria diz, em Portugal, “ainda está para nascer uma S5 que o bata". Segue-se a competição dos 50 metros mariposa e 100 metros livres.

Simone marcou lugar na final esta noite em Londres. 
Simone Fragoso conseguiu hoje o seu melhor resultado de sempre em Jogos Paralímpicos, ao terminar em sétima a final dos 50 metros livres S5 de Londres2012, a 8,90 segundos da vencedora, a ucraniana Natalia Prologaieva.
Na piscina do centro aquático do parque olímpico, Simone Fragoso percorreu a distância em 44,78 segundos, ficando abaixo do tempo conseguido na eliminatória, disputada pela manhã (44,49) e do seu recorde nacional, fixado em 44,17.
"Fiz o meu tempo, piorei umas centésimas em relação à prova da manhã", afirmou a nadadora à  Lusa. "Esta foi a minha melhor participação paralímpica e o recorde nacional é meu. Ainda está para nascer uma S5 que o bata".
A nadadora de Palmela, que tem nanismo, mostrou-se esperançada para as duas provas nas quais ainda vai competir - 50 metros mariposa e 100 metros livres.
"Isto não acaba aqui, ainda tenho mais duas provas e vou dar o meu melhor", diz a atleta do Benfica.
Atrás de Natalia Prologaieva, que igualou o recorde paralímpico, terminaram a espanhola Teresa Perales, recordista mundial, e a israelita Inbal Pezaro, medalhas de prata e bronze respetivamente.
No centro aquático, a figura do dia foi a sul-africana Natalie du Toit, que venceu a prova dos 100 metros mariposa S9 (amputados), conquistando a sua oitava medalha paralímpica de ouro.
Após o primeiro dia de provas nos Jogos Paralímpicos, que terminam a 09 de setembro, a China lidera o quadro de medalhas, com seis ouros, três pratas e dois bronzes, seguida da Austrália e da Grã-Bretanha.
Portugal, que soma 85 medalhas paralímpicas, está representado em Londres por 30 atletas, nas modalidades de atletismo, boccia, equitação, natação e remo.


Agência de Noticias 
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Festa das Vindimas começa hoje em Palmela


Toda a força à cultura local

Palmela está, uma vez mais, a festejar as Vindimas. A maior festa do Concelho de Palmela. A Festa – ou as Vindimas como tantos lhe chamam – está ligada à origem rural do concelho e marca desde há 50 anos a afirmação e identidade, a valorização e a afirmação da riqueza cultural e natural de Palmela e tudo ao redor. O vinho é, desde a origem das Vindimas – o rei de trono permanente e delicadamente venerado. Em ano que a vila é a Cidade Europeia do Vinho não há muito dinheiro para gastar com “artistas nacionais” e, por isso, a grande aposta é nos artistas locais que muito prometem


50ª edição da Festa das Vindimas arranca esta noite, em Palmela 

A Associação de Festas de Palmela vai lançar um cartaz musical nas Festas das Vindimas com poucos artistas conhecidos no panorama nacional – excepção a Toy que atua Domingo à noite – devido a questões financeiras mas também “por haver uma linha de pensamento diferente que já vem de organizações anteriores”.
É, pelo menos, isso que diz Jorge Emídio da Silva, o atual presidente da associação, que afirma que “as maiorias das pessoas que visitam a Festa das Vindimas não são atraídas por nomes sonantes do panorama musical” e defende que “a aposta deve ser feita no sentido de valorizar as pessoas da terra, uma vez que Palmela tem duas associações filarmónicas, um conservatório, grupos de jazz e jovens músicos muito bons”.
Neste ano em que a festa mais importante do concelho de Palmela chega à 50ª edição, uma das apostas da comissão de festas é a criação de um palco na Praça da Música, “numa zona mais dançável e que pode servir como prolongamento da festa”.
As bandas de tributo, de acordo com a Associação das Festas, também fazem parte das escolhas, “uma vez que se consegue oferecer aos visitantes e à população músicas conhecidas e bem interpretadas”. Assim seja.
Mudanças também a nível dos espectáculos taurinos da vila. Este ano as Largadas de Toiros serão no terreno entre a piscina municipal e a Santa Casa da Misericórdia de Palmela.


Catarina Pereira, a Rainha
Rainha e Damas de Honor eleitas ontem à noite 
“Palmela vai-se erguer, Palmela vai cantar, Palmela vai beber e a vida celebrar, Palmela do meu amor e de amigos a brindar”, assim diz o refrão da Marcha das Vindimas, escrito pelo Maestro Jorge Salgueiro que ontem foi conhecido no primeiro grande momento da Festa. A eleição da Rainha das Vindimas. A coroa de menina mais bonita da Festa foi dada a uma menina da vila, Catarina Pereira. Mónica Galinhos, de Águas de Moura, e Patrícia Bronze, do Poceirão, foram eleitas primeira e segunda damas de honor da Rainha. Sofia Jones, uma palmelense divertida, foi eleita Miss Simpatia. Cabe, como manda a tradição, à Rainha cortar o cacho de uva nas escadarias dos Paços do Concelho. É assim que se inaugura a Festas há cinquenta anos.

200 mil euros para fazer a Festa Para a Associação, o “principal problema” é o orçamento diminuto. “É necessário mais apoios, mas é compreensível que as pessoas e as empresas não o possam fazer devido à situação complicada pela qual o país atravessa”, diz Jorge Emídio da Silva. Ainda assim, o presidente destaca a “vontade que todos têm em ajudar e participar, as boas relações entre a comissão e a população e os apoios vitais à concretização da festa”, como é o caso do apoio logístico disponibilizado pela câmara municipal e pela junta de freguesia. O orçamento para a Festa é de 200 mil euros, onde se incluem o apoio de 29 mil euros da autarquia, e os dez mil euros pela junta de freguesia de Palmela. Para equilibrar as contas em relação a edições passadas, a comissão de festas espera “que os gastos correspondam ao que está orçamentado” e que “o grande número de visitantes fiquem satisfeitos com o que é oferecido”.
No ano em que Palmela é a Cidade Europeia do Vinho, Jorge Emídio da Silva revela que “não houve alterações no programa devido a essa consagração”, uma vez que a Festa das Vindimas “surgiu por si própria como cabeça de cartaz na candidatura do concelho”.
Ainda assim há pormenores importantes na programação. A iluminação da festa apresenta motivos ligados ao título que o município assume até ao final do ano e, no cortejo, é dado o destaque à importância que Palmela tem assumido no panorama europeu como produtor de vinho, bem como à vitivinicultura e à história das adegas da região.

Aposta total nos artistas locais
Associação aposta cada vez mais nos músicos de Palmela 

Toy é o cabeça de cartaz [sobe ao palco no Domingo] onde o destaque vai para os “artistas” da vila. Além disso, Joaquim Gouveia (atua esta noite), Orquestra de Jazz da Humanitária (31 de Agosto), os “CORVOS” e a Banda da Sociedade Filarmónica Humanitária (3 de Setembro) e o concerto da “Big Band Loureiros” (4 de Setembro) são os momentos mais altos a nível musical do certame.
Mas a grande tradição da Festa é, de facto, no dia de Domingo onde se esperam milhares de pessoas de todo o país. Neste dia, logo de manhã, o cortejo dos camponeses sai à rua partindo do Largo do Chafariz. Um carro de bois (no caso, duas vacas amarelas) puxam o primeiro cesto de uvas para ser pisada no adro da Igreja. Os gaiteiros do Círio da Carregueira abrem as hostes musicais e, os ranchos folclóricos da região irão mostrar como eram as antigas adiafas. Homens com cestos de uva nos ombros, mulheres de rostos felizes com mais uva para ser pisada. Um lençol de gente estende-se pelas artérias estreitas do Centro Histórico. As pessoas acenam, mostram as mantas à janela, e mandam beijinhos e corações à Rainha que irá passar – imperial e sorridente – com as suas damas de companhia numa charette real. Sempre foi assim. Trata-se de uma cerimónia religiosa que visa agradecer a Deus o fruto da terra, a uva. Á tarde, com repetição na terça-feira de noite, o Cortejo das Vindimas que desce a Rua Gago Coutinho e Sacadura Cabral e sobe a Avenida Juiz Godinho de Matos. É assim sempre, todos os anos no primeiro domingo de Setembro porque as Vindimas já são um cartaz que ultrapassa as portas da região. Ruas cheias, gente sentada em passeios, cadeiras de praia e até caixas de fruta. Tudo servirá para ver o Cortejo das Vindimas que este ano celebra Palmela, Capital Europeia do Vinho.

Fogo de artifício em moldes diferentes
Cortejo das Vindimas é ponto alto do certame 

Depois há as tasquinhas, os comes e bebes, a feira franca, os carrosséis e os standes das adegas da região que “oferecem” o melhor vinho do mundo. Jorge Emídio da Silva apela à moderação do consumo de álcool, afirmando que “nesta edição mantém-se a restrição da venda de garrafas após a meia-noite”, que nos últimos anos tem feito com que “o número de comas alcoólicos tivesse diminuído”.
 “Devido a imperativos legais”, o fogo de artifício, na última noite da Festa, vai ser semelhante ao ano passado. O responsável pela comissão explica que existirá, como habitual, o simulacro de incêndio no castelo e um espetáculo pirotécnico a partir do terraço do Cineteatro S. João com algumas “alterações e melhorias em relação à edição anterior”.


Festa das Vindimas 2012 (50ª Edição)

Programação 
Dia 30/08/12 (Quinta-feira)
20:00 – Recepção às Entidades Oficiais e Convidados
Participação Musical do Coral e Cavalinho Musical da Sociedade Filarmónica Humanitária
Paços do Concelho
20:30 – Inauguração Oficial da Festa das Vindimas 2012
Paços do Concelho
21:00 – “50 Edições a Marchar”
Coreto da Sociedade Filarmónica Humanitária
21:00 – Animação com “Joaquim Gouveia”
“Cantigas do Vinho e Cantigas do Pão”
Palco da Praça dos Sabores
22:15 – Espectáculo “Tributo a Ivete Sangalo”
Palco do Fontanário
23:45 – Animação com a Banda “A Preto e Branco”
Palco da Biblioteca
00:00 – Largada de Toiros
Lado nascente à Avenida dos Bombeiros Voluntários
01:30 – Animação com a Banda “Quem é o Bob?”
Palco da Praça da Música

Dia 31/08/12 (Sexta-feira)
09:00 – Arruada com os “Gaiteiros do Círio da Carregueira”
20:45 – Animação com a Banda “4 Sixties”
Palco da Praça dos Sabores
20:45 – “50 Edições a Marchar”
Coreto da Sociedade Filarmónica Humanitária
21:00 – Concerto pela Banda e Coral da Sociedade Filarmónica Palmelense “Os Loureiros”
Regência do Maestro Pedro Ferreira e Maestrina Filipa Palhares
Cine Teatro S. João
22:15 – Espectáculo. com a “Orquestra de Jazz da Humanitária”
Direcção Musical de Claus Nymark 
 Músicos convidados:
 Rita Maria (Voz)
 Luis Cunha (Trombone)
 João Mortágua (Saxofone)
Palco do Fontanário
00:00 – Animação com a Banda “On Dixie”
Palco da Biblioteca
00:00 – Largada de Toiros
Lado nascente à Avenida dos Bombeiros Voluntários
01:30 - Animação com a Banda “One Vision” (Tributo a Queen)
Palco da Praça da Música 

Dia 01/09/12 (Sábado)
09:00 – Arruada com os “Gaiteiros do Círio da Carregueira”
09:00 / 20:00 – Colheita de Sangue
Av. Liberdade (junto à Farmácia)
Organização: Núcleo Dadores de Sangue dos Bombeiros de Palmela 
(No decorrer das Festas realizam-se diversos rastreios à população)
10:00 – Grande Prémio de Atletismo Festa das Vindimas 2012
Partida e Chegada junto ao Cine Teatro São João
15:00 – 15º. Prémio de Ciclismo Volkswagen Autoeuropa/Festa das Vindimas
Apoio técnico: Associação de Ciclismo do Distrito de Setúbal
Partida: Autoeuropa
16.00 – Lançamento do “Moscatel de Setúbal Sivipa Superior 10 Anos”
Casa Mãe Rota dos Vinhos
17:00 – Jogo de Futebol Veterano
Palmelense – Terra Chã (Açores)
Complexo Desportivo Municipal
17:00 - Largada de Toiros
Lado nascente à Avenida dos Bombeiros Voluntários
17:15 – 15º. Prémio de Ciclismo Volkswagen Autoeuropa/Festa das Vindimas
Chegada: Largo do Município
17:45 – Entrega de Prémios do 15º. Prémio de Ciclismo
Volkswagen Autoeuropa/Festa das Vindimas
Palco da Praça da Música
18.00 – Adega Cooperativa de Palmela lança Livro de receitas “Adega sem fronteiras”
Casa Mãe Rota dos Vinhos
19.45 – Actuação do Grupo Coral “Ausentes do Alentejo”
Palco da Praça dos Sabores
20:30 – Animação musical com o grupo “O Controle”´
Palco da Praça dos Sabores
20:30 – “50 Edições a Marchar” 
Coreto da Sociedade Filarmónica Humanitária
21:15 – Concerto pela “Orq. de Sopros e de Jazz do Conservatório Regional de Palmela”
Cine Teatro S. João

Dia 02/09/12 (Domingo)
09:00 – Arruada com os “Gaiteiros do Círio da Carregueira”
10:00 – VIII Prova de Orientação
             Local de Concentração – Polidesportivo da Terra do Pão
            Informações: Contactar jpaulove@gmail.com / Tm: 963905593
10:00 – Passeio Motard Vindimas 2012
10:00 – Cortejo dos Camponeses
11:00 – Pisa da Uva e Bênção do Mosto
12:00 – Missa de acção de Graças
             Igreja Matriz de S. Pedro
17:00 – Cortejo Vindimas 2012
18:30 – Festival de Ranchos Folclóricos
            Cine Teatro S. João
20:45 – Animação com o Grupo “Quarteto Standard”
             Palco da Praça dos Sabores
21:15 – “50 Edições a Marchar”
              Coreto da Soc. Fil. Humanitária
22:15 – Espectáculo com “TOY”
        Palco do Fontanário
23:45 – Animação com “Quarteto dos 3 Irmãos Pedro e Paulo”
            Palco da Biblioteca
00:00 – Largada de Toiros
             Lado nascente à Avenida dos Bombeiros Voluntários
01:15 – Animação com “Tributo a Stevie Wonder”

Dia 03/09/12 (Segunda-feira)
09:00 – Arruada com os “Gaiteiros do Cirio da Carregueira”
20:00 – Animação com o Grupo de “Sevilhanas da Humanitária”
             Palco da Praça dos Sabores
Palco da Praça dos Sabores
21:00 – “50 Edições a Marchar”
Coreto da Soc. Fil. Humanitária
22:00 – Esp. com  o grupo “CORVOS” e a “Banda da Sociedade. Filarmónica Humanitária”
Regência de Banda pelo Maestro João Paulo Quitalo
Palco do Fontanário
23:30 – Animação com a Orquestra Cubana “Havana Way”
Palco da Biblioteca
00:00 – Largada de Toiros
Lado nascente à Avenida dos Bombeiros Voluntários
01:30 – Animação com “Berg & Amigos ”  
Palco da Praça da Música

Dia 04/09/12 (Terça-feira)
09:00 – Arruada com os “Gaiteiros do Cirio da Carregueira”
20:00 – Animação com o Grupo “Quarteto de Jazz de João Vitor”
Palco da Praça dos Sabores
20:45 – “50 Edições a Marchar”
Coreto da Soc. Fil. Humanitária
21:30 – Espectáculo. com  a “Big Band Loureiros”
 Direcção Musical de Lino Guerreiro
Palco do Fontanário
23:00 – Cortejo Nocturno das Vindimas 2012 
00:00 – Animação com “Tributo a Benny Goodman”
Palco da Biblioteca 
01:00 – Espectáculo de Pirotecnia
01:15 – Animação com “Diana Cravo”
Palco da Biblioteca
01:30 - Animação com “Nuno Junqueira Quartet”  
Palco da Praça da Música 

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