Dá um Gosto ao ADN

Feira exalta turismo de natureza em Setúbal

Turismo de natureza observa estuário do Sado

Atividades de observação de aves e de educação ambiental, uma feira, workshops, passeios de barco e atividades desportivas são destaques do ObservaNatura 2018, certame dedicado ao turismo ornitológico a realizar nos dias 28, 29 e 30 de Setembro, em diversos locais do concelho de Setúbal. O ObservaNatura, organizado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e Reserva Natural do Estuário do Sado, pela Câmara de Setúbal e pelo Troia Natura, tem atividades centradas na Herdade da Mourisca, mas também na Casa da Baía de Setúbal, em Tróia, no rio Sado e no Parque Urbano de Albarquel. 
Património natural do Sado em destaque 

O evento, realizado pelo décimo ano consecutivo, é dedicado ao turismo ornitológico, uma modalidade do turismo de natureza com destaque para a observação de todo o tipo de aves, de forma direta, com recurso a binóculos ou ainda através de telescópios de campo.
O certame inclui uma feira instalada na Herdade da Mourisca, junto do Moinho de Maré, que promove um encontro entre empresas de turismo de natureza e de material ótico, organizações não governamentais, editoras e turistas ornitológicos, em torno dos valores da biodiversidade.
A feira, de entrada livre, funciona, no dia 28, entre as 12 às 19 horas, no sábado, 29, entre as 10 e as 19 e no domingo, 30, entre as 10 e as 18 horas.
A possibilidade de contemplação de aves do Estuário do Sado, como flamingos, garças e colhereiros, é um dos atrativos do evento, que dispõe de um posto fixo de observação junto do Moinho de Maré da Mourisca, com telescópios, binóculos e guias de campo.
A atividade neste espaço, denominada “De Olho nas Aves”, de participação gratuita, realiza-se sábado e domingo, entre as 10h30 e as 12h30.
A observação de algumas das 265 espécies de aves do Estuário do Sado é também o objetivo de passeios de barco a realizar nos três dias do certame, com um custo de quinze euros para adultos e de cinco para jovens dos 11 aos 15 anos.
A riqueza e as potencialidades naturais da Herdade da Mourisca são dadas a conhecer nestes passeios a bordo da embarcação tradicional Mira Sado, com partidas, no dia 28 das 16h15 às 18h45, no dia 29, às 17 horas e às 18h15, e no dia 30, das sete da manhã às 19h15.
Uma sessão de anilhagem de aves, uma das ferramentas mais utilizadas para estudar as migrações, é dinamizada no dia 30, das 8h30 às 12h30. As inscrições devem ser feitas até dia 25 através do endereço feira.observantaura@gmail.com ou, caso ainda exista disponibilidade, no próprio dia, no secretariado do evento.
Junto do Moinho de Maré da Mourisca são dinamizadas outras atividades lúdicas e de educação ambiental, como a Introdução à Observação de Aves, atividade paga, com inscrições no e-mail biotrails@gmail.com, a realizar no dia 28, às 15 horas, e a Bioblitz Observanatura, atividade gratuita de registo de espécies com o apoio de especialistas, ao longo do dia 29.
Passeios equestres pela Herdade da Mourisca, nos dias 28 e 29, um passeio botânico pelo sapal da Herdade da Mourisca, no dia 28, às 16 horas, uma aula de desenho de campo, no dia 29, às 14 horas passeios pedestres pela envolvente do Moinho de Maré para observação de aves, nos dias 29 e 30, workshops e diversas atividades destinadas ao público infantil, na Tenda Kids, compõem o programa junto do Moinho de Maré.
O ObservaNatura 2018 inclui, igualmente, atividades com ponto de partida na Casa da Baía, como o peddy paper “À descoberta da baía de Setúbal”, no dia 29, com início às 9h45, o “Blue Corner – Praias Circuito Turístico”, o “Parque Natural da Arrábida Circuito Turístico” e o “Estuário do Sado Circuito Turístico – O Estuário e o Mar”. Estas três atividades, com inscrições pagas, em info@nature-affairs.com, decorre nos dias 28, 29 e 30.
Em Troia estão previstas atividades náuticas, nos três dias, passeios de barco para observação de golfinhos, uma visita guiada às ruínas romanas, no dia 29, às 15 horas, um passeio pedestre pela orla do estuário do Sado, também no dia 29, às 11 horas, e um passeio guiado pela Troia Selvagem, no dia 30, às 9h30, para explorar as aves e as plantas deste paraíso.
O programa do X ObservaNatura inclui, igualmente, atividades desportivas no rio Sado, como stand up paddle, canoagem e batismos de mergulho, além de coasteering, percurso ao longo da zona costeira recorrendo a atividades de escalada e natação, e passeio em speedboat.
Mais informações sobre o programa do certame e a forma de inscrição nas mais de quatro dezenas de atividades podem ser consultadas na página oficial, em www.observanatura.com.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 

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Sines dedica três dias às artes de rua

Teatro, circo, arte urbana e dança invadem as ruas da cidade 

Cerca de 100 artistas de Portugal, Espanha, Canadá, França, Itália e Argentina 'invadem' Sines, até este sábado, durante uma Mostra de Artes de Rua que quer lançar um novo olhar sobre a cidade.Teatro, circo, arte urbana, dança, performance, instalação e espaços para crianças e famílias, num total de 29 apresentações, de mais de duas dezenas de projetos artísticos, vão ser recriadas, entre quinta-feira e sábado, sob a direção artística e produção da companhia Teatro do Mar.
Artes de Rua invadem Sines 

"Os espetáculos vão ser apresentados em locais diferentes, que nos obrigam a circular por Sines e a reconciliar com uma cidade que está mais entristecida e distanciada da sua essência e do espaço público", explicou hoje à agência Lusa a diretora artística do Teatro do Mar, Julieta Aurora Santos.
O jardim das descobertas, a alameda da Paz, as muralhas do castelo, as ruas do centro histórico, a ladeira da praia, casas em ruína e a praia Vasco da Gama, em Sines, são alguns dos 'palcos de rua' onde o público poderá assistir aos espetáculos.
"Este é o único festival, no sul do país, dedicado exclusivamente às artes de rua, ocupando muitos espaços da cidade numa tentativa de valorização do nosso património histórico e natural e da nossa memória", adiantou a diretora artística.
A 2.ª edição da M.A.R. [Mostra de Artes de Rua] aborda, durante três dias, de uma forma mais ampla, as "diferentes disciplinas utilizadas nas artes de rua", como o circo contemporâneo e social, o teatro físico e performances diversas.
"Desde dança vertical em paredes e música com fogo aos palhaços contemporâneos ('clowns'), oriundos de Espanha, que vão apresentar o seu trabalho na praia Vasco da Gama, com o público a assistir no areal e com o pôr-do-sol como fundo, há muitos projetos imperdíveis", garantiu a produtora.
A mostra vai contar com expressões artísticas de companhias que fazem a sua estreia em Portugal, como os italianos 'eVenti Verticali', que encerram o festival com o espetáculo Wanted, no sábado, às 23h30, no Largo João de Deus.
"É um espetáculo muito grande com projeções de vídeo na muralha do castelo e dança vertical", relatou a diretora artística da M.A.R., que se despede do público, noite dentro, com o grupo de percussão e dança urbana 'Deabru Beltzak', de Espanha.
De acordo com Julieta Aurora Santos, na M.A.R., participam igualmente grupos e artistas portugueses, com destaque para o 'clown' Rui Paixão que, em Sines, apresenta, no sábado, o espetáculo Hanno, em conjunto com Rina Marques, no largo 5 de Outubro.
"Este 'menino-clown', de 22 anos, foi selecionado para ser protagonista do 'Cirque du Soleil' e dá o seu último espetáculo na M.A.R., antes de viajar para a China, onde vai estar durante dois anos e meio a trabalhar naquele que é considerado o espetáculo com a mais alta tecnologia do mundo", realçou.
Para  esta sexta-feira, estão previstos 10 espetáculos de rua, entre eles a performance visual 'Conserva', da autoria da artista portuguesa Paulina Almeida, que será apresentado ao público, a partir das 23:30, junto às ruínas das antigas salgas romanas da cidade.
"Ela tem viajado por todo o mundo e está em Sines, com um coletivo de artistas internacionais, em residência artística, na criação de um projeto que deriva da nossa própria memoria, como as conservas de peixe, as jangadas e as cabanas de São Torpes", esclareceu Julieta Aurora Santos.
O festival, que arrancou em 2016, com uma edição zero e "muito mais tímido", frisou a produtora, cresceu este ano "em número de espetáculos, de artistas convidados e de público diverso" a avaliar pela "hotelaria que está praticamente lotada" em Sines.
Em exposição permanente, durante os três dias, nas ruas do centro histórico e Jardim das Descobertas, vai decorrer a M.A.R.TE Urbana, com trabalhos de fotografia e ilustração de Vítor Seromenho e Marco Taylor, respetivamente, e o mural da autoria de Eduardo Cardoso.

Agência de Notícias com Lusa 
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Pousada de Setúbal vai ter investimento de um milhão

Remodelação vai duplicar capacidade de alojamento

As Pousadas de Portugal anunciaram esta quinta-feira, um projecto para reabrir a Pousada de Setúbal no Forte de S. Filipe, que supõe um investimento de cerca de um milhão de euros. O projecto de renovação vai duplicar a capacidade dos quartos, com a ampliação total para 35 unidades, quando originalmente disponibilizava apenas 16. "Para garantir o pleno funcionamento desta unidade, o Pestana Hotel Group acrescentará 10 postos de trabalho aos 15 já estabelecidos que, por ocasião da suspensão da actividade de Pousada de Portugal, tinham sido reconduzidos para outras unidades da rede", acrescenta o comunicado da empresa.
Pousada volta a abrir em São Filipe 

A Pousada de Setúbal, cujo funcionamento se encontra suspenso desde 2014, vai receber obras de remodelação e ampliação para voltar a abrir ao público em 2020. O anúncio foi feito esta quinta-feira em Setúbal pelo Grupo Pestana, que tem a concessão da rede de Pousadas de Portugal e que, com a Enatur, vai investir cerca de um milhão de euros na intervenção.
Só a obra custa 750 mil euros à Enatur, empresa detida a 51 por cento pelo Turismo de Portugal e a 49 por cento pelo Grupo Pestana Pousadas. De acordo com a empresa, o edifício localizado no forte de São Filipe, em Setúbal, mais do que duplicará a sua capacidade, de 16 para 35 quartos. "É duas vezes mais do que o que aqui estava, com mais serviços e mais potencial de rentabilidade," realçou o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, durante a apresentação. "É um projeto que conheço e acarinho".
As intervenções, além de permitirem o aumento da capacidade, vão também reposicionar a receção do edifício e tornar o espaço acessível a pessoas com mobilidade reduzida. Está ainda prevista a construção de uma piscina e a reconfiguração do local do restaurante.
O projeto, que já se encontra viabilizado pela Direção Geral do Património Cultural, aguarda licenciamento da parte da Câmara de Setúbal, onde foi entregue em Março. Assim que o licenciamento seja concedido, o presidente das Pousadas de Portugal, Luís Castanheira Lopes, espera que a obra demore um ano a estar concluída. "No princípio de 2020, é aceitável", aponta o responsável.
Quando a Pousada reabrir, o grupo Pestana estima a criação de 10 novos postos de trabalho, a juntar aos 15 que se encontravam ao serviço do empreendimento aquando da suspensão de funcionamento e que ou tinham sido reposicionados pelo grupo Pestana noutras unidades ou rescindiram contrato entretanto.

Forte construído para defender a cidade  
A atividade da Pousada de Setúbal está suspensa há quatro anos devido a razões de segurança, relacionadas com a instabilidade da encosta onde se encontra implantado o edifício de origem militar e que está a ser consolidada pela autarquia sadina. 
A fortaleza de São Filipe foi construída no final do século XVI sob domínio filipino para a defesa de Setúbal e da foz do rio Sado.
No século XIX os edifícios localizados no interior da fortificação foram destruídos por um incêndio e, nos anos 60 do século passado, a estrutura foi adaptada à instalação de uma Pousada de Portugal. A partir de 2003, com a assinatura do contrato de concessão com o Estado, a gestão das Pousadas de Portugal passou para a esfera do Grupo Pestana.

Agência de Notícias 


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Marcelo espera construção do aeroporto no Montijo

Aeroporto é uma decisão irreversível, garante António Costa

O primeiro-ministro afirmou esta quinta-feira que apenas se aguarda o estudo de impacto ambiental para ser “irreversível” a solução aeroportuária Portela + Montijo, considerando que há consenso nacional sobre o projeto. António Costa assumiu esta posição na sessão de abertura da IV Cimeira do Turismo Português, no Teatro São Luiz, em Lisboa. Por sua vez, o Presidente da República mostrou-se "feliz" com perspetiva do aeroporto complementar ao de Lisboa, em Montijo. Marcelo diz que significa "recuperar tempo perdido”. Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infraestruturas, espera “muito em breve anunciar a conclusão do acordo” com a ANA - Aeroportos de Portugal, em relação ao aeroporto do Montijo, referindo estar “muito adiantado” o processo técnico e financeiro. Isto acontece na altura em que a plataforma cívica contra o novo aeroporto na Base Aérea n.º 6, vai realizar um protesto este sábado no Lavradio, Alhos Vedros e Baixa da Banheira. 
Aeroporto avança mesmo no Montijo 

O Presidente da República manifestou-se esta quinta-feira "feliz" com o anúncio de que o aeroporto complementar do Montijo poderá vir a ser em breve anunciado, instando a que a sua execução seja célere para recuperar tempo perdido.
Penso que hoje o senhor primeiro-ministro foi muito claro em dizer que faltava apenas um ponto de pormenor no domínio ambiental, de clarificação, para ser apresentada formalmente a decisão do Governo. E, sendo assim, fico feliz", começou por dizer Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, à margem da IV Cimeira do Turismo, que decorreu esta quinta-feira, em Lisboa.
O chefe de Estado disse ficar feliz por ser, "não apenas uma reivindicação de toda a economia portuguesa, em particular do setor do Turismo, mas porque, a concretizar-se, significa que se vai “tentar recuperar tempo perdido”.
Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que, a concretizar-se "essa decisão iminente", o desafio passa a ser outro: "A execução, que tem de ser rápida, para recuperarmos aquele tempo que outros ganharam à nossa custa".

“Decidir, avançar e fazer”diz António Costa 
O primeiro-ministro, António Costa, afirmou esta quinta-feira que apenas se aguarda o estudo de impacto ambiental para ser "irreversível" a solução aeroportuária Portela + Montijo, considerando que há consenso nacional sobre este projeto e que não há tempo a perder.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro respondeu à principal reivindicação feita pelo presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros, sobre a necessidade de ampliar a oferta aeroportuária da Grande Lisboa.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro respondeu à principal reivindicação feita pelo presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros, sobre a necessidade de ampliar a oferta aeroportuária da Grande Lisboa.
“Temos de corrigir hoje o erro que foi cometido há dez anos de a tempo e horas não termos feito o aeroporto que já então necessitávamos. Há cerca de um ano o Governo assinou com os novos proprietários da ANA um acordo para definir uma opção estratégica fundamental, que está definida: Manter a Portela [Aeroporto Humberto Delgado] e crescermos com um novo aeroporto no Montijo“, disse.
De acordo com António Costa, com o ritmo de crescimento da procura “não há outra solução que não seja a do Portela + Montijo e muito brevemente estarão concluídas as negociações com a ANA”.
“Apesar de muito importante, aguardamos unicamente a decisão em matéria de impacto ambiental para podermos tornar a decisão absolutamente irreversível. Depois de o país se ter dilacerado décadas em estudos e em alternativas sobre o local, não podemos agora perder tempo e, acima de tudo, não podemos dar tempo para que o consenso nacional se esgote mais uma vez.
“Por isso, temos de decidir, temos de avançar e temos de fazer”, declarou o primeiro-ministro, sublinhando que não há tempo a perder.

Processo técnico e financeiro do aeroporto do Montijo "muito adiantado
"Na IV Cimeira do Turismo Português, a decorrer em Lisboa, o o ministro do Planeamento e das Infraestruturas acrescentou que o Governo aguarda o estudo sobre as questões ambientais e disse que serão desenvolvidas “todas as ações” que sejam necessárias.
Com a transformação da atual base militar do Montijo em aeroporto complementar da região Lisboa a ser apontada como a solução mais viável, Pedro Marques garantiu que a “instalação [do novo aeroporto] respeitará obviamente todas as orientações e medidas para mitigar o impacto ambiental”.
Já o “processo de acordo técnico e financeiro está muito adiantado”, garantiu o governante, acrescentando que a solução será “explicada em breve”.
Pedro Marques adiantou que a infraestrutura Humberto Delgado irá manter-se como “o principal aeroporto e a solução não se resume só ao Montijo”.
O aeroporto de Lisboa terá investimentos a curto prazo, num processo que se irá iniciar antes da abertura do Montijo, prevista para 2022.

Notícia Relacionada: Marcha contra aeroporto no Montijo avança sábado
Agência de Notícias 

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Multibanco em São Francisco é uma prioridade

Autarquia vai custear instalação e proteção da ATM 

A instalação de uma máquina de multibanco em São Francisco, concelho de Alcochete, é uma prioridade para a câmara municipal e para a junta de freguesia e neste contexto foi aprovado, por unanimidade, na reunião de câmara, o protocolo do contrato de cedência ao Crédito Agrícola Entre Tejo e Sado de um espaço em domínio privado municipal para o ATM, situado ao lado da anterior localização do multibanco, na avenida São Francisco de Assis (EN 119), em São Francisco.
São Francisco vai ter novo Multibanco 

O presidente da câmara de Alcochete, Fernando Pinto, explicou a relativa morosidade do processo que, na sua opinião, não tem nada a ver com o processo de instalação de um ATM na vila do Samouco, uma vez que este surgiu na sequência do encerramento da instituição bancária em Samouco, o que não sucedeu em São Francisco, onde nunca existiu uma instituição bancária, somente um ATM que foi vandalizado com recurso a explosão.
O autarca disse também que foram desenvolvidas diligências junto do Santander Totta, proprietário do anterior multibanco, que se revelaram infrutíferas, o que “levou a um esforço acrescido no sentido de encontrarmos um parceiro que, de alguma forma, minimizasse o impacto financeiro da instalação de um ATM”, o que veio a acontecer com o Crédito Agrícola.
“A câmara disponibiliza-se para custear a construção do bunker porque entende que esta máquina em São Francisco é uma necessidade premente da população, a junta de freguesia assume a cedência de eletricidade para que o ATM possa funcionar e a instituição financeira coloca-nos gratuitamente a máquina, faz os carregamentos que tem de fazer sem qualquer custo para a câmara e a junta de freguesia”, concluiu Fernando Pinto.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete
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Feira Medieval de Palmela recria convivência de credos

Cristãos, muçulmanos e judeus convivem no castelo

Feira Medieval de Palmela chega este fim-de-semana. Sob o mote “Cristãos, Muçulmanos e Judeus na Palmela Medieval”, Palmela convida a uma viagem aos séculos XII e XIII, período de convivência destes três credos. De 28 a 30 de Setembro decorre no Centro Histórico de Palmela, a Feira Medieval, que alia desfiles, torneios, música, gastronomia, dança, jograis, artes de rua, falcoaria, acampamentos temáticos, artesanato e mercado medieval, entre outros atrativos. O preço dos bilhetes é de três euros por dia, e a pulseira de acesso para os três dias custa seis euros. As crianças até aos 12 anos têm entrada gratuita, e podem ser adquiridos no local.
Palmela recua ao tempo medieval 

Torneios de cavaleiros, gastronomia, música danças, artes de rua, falcoaria e mercado medieval são alguns dos atrativos da quinta edição da Feira Medieval de Palmela, evento que decorre de sexta-feira a domingo.
A Feira Medieval de Palmela está de volta este 2018, desta feita com o tema “Cristãos, Muçulmanos e Judeus”, evocando a vivência que no século XII e primeira metade do XIII existia no castelo e vila. Um tema que, neste âmbito do lazer é um contributo simbólico para a tolerância entre os povos.
Desfiles, torneios, música, gastronomia, danças, artes de rua, falcoaria, acampamentos temáticos, artesanato e mercado medieval são alguns dos principais atrativos da festa no Centro Histórico de Palmela, que continua a ter como palco privilegiado o castelo e as áreas circundantes.
Com abertura oficial às 19 horas, no dia 28 de Setembro, a Feira Medieval propõe, ao longo dos três dias, momentos de animação cultural em diversos pontos do recinto, com destaque para a Liça e os “Torneios Medievais”; a Igreja de Santiago, com música da época e uma exposição sobre as três culturas; os ofícios tradicionais no Revelim Norte, o Anfiteatro do Parque Venâncio Ribeiro da Costa com espetáculos diários e a Dança no Ar, espetáculo protagonizado pela Companhia Dançarte na Torre de Menagem do Castelo.

Palmela foi centro de diferentes religiões 
A feira vai recordar como, nesse período, foi possível a convivência entre diferentes religiões numa mesma terra, após a reconquista cristã, em 1165. Para o rei, D. Afonso Henriques, além de atrair novos habitantes cristãos para a vila, era importante manter os muçulmanos, de modo a garantir as várias actividades produtivas a que se dedicavam.
Todos eram bem-vindos, mas tinham que viver em comunidades próprias, com regras próprias. Por esse motivo, o monarca concedeu em 1770 a Carta de Segurança aos muçulmanos, não só de Palmela mas também de Lisboa, Almada e Alcácer.
A Feira Medieval vai decorrer no centro histórico e áreas circundantes, abrindo portas na sexta-feira, dia 28, às 19 horas, com um momento de boas-vindas: D. Afonso Henriques atribui privilégios aos mouros e, para celebrar, há feira e bailes.
As entradas têm o valor de três euros para um dia e de seis euros para os três dias. A entrada é gratuita para visitantes com idade igual ou inferior a 12 anos.
Esta Feira Medieval é uma iniciativa da ALIUS VETUS – Associação Cultural História e Património e da Câmara  de Palmela.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 
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ANA incentiva companhias que forem para o Montijo

Aeroporto deverá "entrar em serviço em 2022", diz CEO da ANA

O presidente executivo da ANA-Aeroportos de Portugal informou esta quarta-feira estarem a "chegar ao fim" as negociações com o Estado sobre a "parte económica" do novo aeroporto do Montijo, cujo início de funcionamento foi apontado para 2022. Thierry Ligonnière disse que a gestora dos aeroportos nacionais vai dar incentivos às primeiras companhias aéreas que forem para o Montijo. "A opinião de algumas companhias não tem em conta potenciais incentivos", considera a ANA - Aeroportos de Portugal. Já acerca do aeroporto de Beja, o presidente da ANA disse que esta estrutura "é muito longe" da capital portuguesa.
Novo aeroporto deve abrir em 2022 

Em audição parlamentar, na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, Ligonnière garantiu que têm recebido “manifestações de interesse” das companhias aéreas para operar no aeroporto complementar no Montijo, que deverá “entrar em serviço em 2022”.
Do lado da ANA ouviu-se que “a opinião de algumas companhias não tem em conta potenciais incentivos”, nomeadamente a disponibilidade de slots (faixas horárias).
“Estamos a desenhar planos de incentivos para quem vá lá primeiro”, designadamente “vantagens ao nível de taxas”, informou. O mesmo irá acontecer para as empresas que mudem parte das suas operações do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, para o Montijo, acrescentou.
Confrontado pelos deputados, o dirigente da ANA não desarmou: “Se estamos a promover esta solução é porque confiamos nela. Estamos convencidos que haverá companhias a operar no Montijo”, disse.
Frisou ainda que o Montijo “não é um aeroporto low-cost“, sublinhando que trará uma “vantagem operacional imediata para companhias que operam com tipologia ponto a ponto”, como a easyJet, a Ryanair e a Transavia.
Recorde-se que a TAP recusou voar para o Montijo. A principal razão, segundo o presidente executivo da companhia aérea, Antonoaldo Neves, deve-se ao tamanho dos aviões.

Beja é muito longe de Lisboa 
"Absolutamente fundamental" é que as acessibilidades rodoviárias e fluviais estejam a funcionar a tempo da abertura da infraestrutura, referiu o presidente executivo, que citou informações das companhias aéreas sobre a sua indisponibilidade de operarem em Alcochete por ser uma zona "longe" de Lisboa.
Thierry Ligonnière informou também sobre o prolongamento a sul da pista do Montijo, sem interferir nas aproximações à pista e zonas industriais, apontando que o projeto "integra uma verba para compensações ambientais".
O responsável acrescentou ainda haver a "possibilidade de desenvolver um bocadinho mais" o tráfego no Montijo, já que "24 movimentos é uma coisa modesta à luz da capacidade do que pode ser acolhido".
Já acerca do aeroporto de Beja, Thierry Ligonnière notou que esta estrutura "é muito longe".
"O Montijo é frente a Lisboa e tem uma vantagem de acessibilidade muito curta e rápida, o que não é o caso de Beja", precisou.
Porém, Beja assume importância para a estrutura de Lisboa, num "papel de estacionamento de aeronaves a longo prazo", acrescentou o responsável, notando que a estratégia para o aeroporto de Lisboa é a "máxima rotatividade de aviões para criar mais tráfego".
Os aviões que ficam mais tempo na placa, como os 'charters', têm tido, assim, condições para ficar em Beja, através nomeadamente da equiparação do preço de combustíveis com Lisboa, acrescentou.

Agência de Notícias 
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Ostra dá sabor a festival de Setúbal até 14 de Outubro

 Ostra ao natural e em receitas criativas em 22 restaurantes

É um dos sabores tradicionais da cozinha setubalense e está em destaque de 29 de Setembro a 14 de Outubro na cidade. São 22 os restaurantes que estão a promover esta iguaria. Se é fã vai ter muito para provar neste festival. A Vela Branca, Adega dos Garrafões, Copa D’Ouro, Casa do Lagarto, Zagaia e Casa do Mar são alguns dos restaurantes onde as ostras vão ser as estrelas da refeição. Para assinalar o arranque do evento no sábado, 29 de Setembro, vai poder participar numa aula de culinária, com a chef Patrícia Borges, na Casa da Baía de Setúbal, às 9h30. No encerramento, a 14 de Outubro, no mesmo local, a chef espera por si para uma degustação comentada, às 18 horas. As inscrições são até dia 10 de Outubro.
Ostra em destaque em restaurantes da cidade 


Depois de "deliciaram-se" com o choco, a sardinha, o carapau-manteiga e o alcorraz, os restaurantes de Setúbal dedicam as suas receitas à ostra, outra riqueza natural da região, para surpreender os visitantes do Festival da Ostra, que decorre entre 29 de Setembro e 14 de Outubro.
Perto de duas dezenas de restaurantes de Setúbal apresentam pratos especiais nos menus durante o Festival da Ostra, certame gastronómico que já faz parte do cartaz turístico da cidade no inicio de Outono. 
O primeiro dia deste Festival da Ostra, molusco produzido localmente, inclui uma aula de culinária, às 9h30, conduzida pela chefe Patrícia Borges.
A mesma chefe de cozinha dinamiza também, no último dia do certame, a 14 de Outubro (18 horas), uma degustação comentada, igualmente de participação gratuita e na Casa da Baía.
Ambas as ações carecem de marcação prévia, pelo Tel.: 265 545 010, E-mail:turismo.setubal@mun-setubal.pt
De resto, 22 estabelecimentos do concelho associam-se à iniciativa e propõem receitas de ostra ao natural, ou em combinações com outros ingredientes.
Sublinhe-se que a ostra nacional, espécie autóctone existente no estuário do Sado, conferiu em tempos a esta zona húmida, assim como ao estuário do Tejo, o estatuto de maiores bancos da Europa.
Após décadas de redução da atividade, fruto da poluição do rio e introdução de espécies estrangeiras, a exploração da Ostra do Sado encontra-se em recuperação.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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Alcácer do Sal evoca 800 anos de história

Documentários e visitas históricas celebram identidade local 

O município de Alcácer do Sal,  recebe a partir desta semana várias iniciativas para evocar a história do concelho, no âmbito das comemorações dos 800 anos da reconquista aos mouros, divulgou a autarquia do distrito de Setúbal. As atividades arrancaram esta quarta-feira, no auditório municipal de Alcácer do Sal, com a projeção de quatro documentários intitulados 'Memórias da gente', numa viagem visual alusiva à história do concelho. "São documentários, realizados pelo historiador José Hermano Saraiva, que revisitam a história dos monumentos do concelho, como a reconquista de Alcácer do Sal, a Cripta Arqueológica, o castelo e o Senhor dos Mártires", explicou a arqueóloga Marisol Ferreira.
Alcácer do Sal celebra 800 anos 

O programa, segundo a autarquia, prossegue com visitas aos fornos do Bugio, que inclui uma caminhada de cerca de quatro quilómetros, à adega da Barrosinha, com provas de vinho, à salina da Batalha e ao cais palafítico da Carrasqueira, no âmbito das Jornadas Europeias do Património.
"Os fornos do Bugio são um conjunto de 23 fornos romanos, quatro deles escavados, utilizados para a produção de ânforas que transportavam o vinho e a pasta de peixe produzida nesta zona", explicou Marisol Ferreira, chefe do gabinete de arqueologia da Câmara de Alcácer do Sal.
De acordo com a responsável, durante a visita aos fornos, localizados numa área entre a Herdade da Barrosinha e os limites do concelho, os participantes vão poder ver as grelhas e os fornos usados também na produção de cerâmica de construção, pratos e potes, "importantes para o comércio e economia" de Alcácer do Sal.
Na visita à salina da Batalha, na margem esquerda do rio Sado, a autarquia pretende dar a conhecer a importância de Alcácer do Sal na produção de sal, desde a época romana, e a sua ligação às regiões de Aveiro e Murtosa.
"Parte destas salinas identificam-se com as existentes no distrito de Aveiro e em Murtosa, uma vez que os agricultores que já produziam sal nessas zonas transferiram as técnicas para a região de Alcácer do Sal", referiu a arqueóloga.
Ainda no âmbito das comemorações dos 800 anos de Alcácer do Sal, está prevista uma caminhada afonsina, de cerca de quatro quilómetros, no dia 5 de Outubro, às 9h30, que vai percorrer alguns dos monumentos e pontos de referência desta cidade do litoral alentejano.
Alcácer do Sal foi conquistada pela primeira vez pelos portugueses em 1160. Recuperada, em 1191, por Ya´qub al-Mansur, na derradeira presença islâmica que durou até 1217, foi reconquistada pelos portugueses, auxiliados por tropas da V Cruzada.
O município recebeu Foral em 1218 e o rei D. Afonso II confiou novamente a sua posse à Ordem de Santiago, que a transformou em sua sede até 1482, ano em que transitou definitivamente para Palmela.

Agência de Notícias com Lusa 
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Alcochete adere a projeto na área da saúde oral

Câmara apoia Centro de Saúde para ter médico dentista 

A Câmara de Alcochete aderiu ao projeto governamental “Saúde Oral para Todos” com a assinatura do protocolo de colaboração com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo no decorrer de uma cerimónia realizada no CCB, em Lisboa. Este protocolo foi ratificado por maioria, com a abstenção dos vereadores da CDU, na reunião de câmara descentralizada realizada na freguesia de São Francisco.  “A câmara municipal de Alcochete vai colaborar com o ACES Arco Ribeirinho com a atribuição de 20 mil euros para um investimento que vai ser feito na ordem dos 50 mil euros, que é o custo de aquisição de uma cadeira de dentista com tudo aquilo que envolve o exercício desta atividade, sendo que o remanescente será o Estado a desembolsar, criando condições para ter um dentista e um assistente no centro de saúde de Alcochete”, disse o presidente da câmara, Fernando Pinto. 
Alcochete vai ter dentista no centro de saúde 

O Governo pretende ter, até Junho de 2019, 30 por cento dos concelhos do país abrangidos pela medida que prevê que haja pelo menos um consultório de saúde oral em cada município, anunciou o secretário de Estado da Saúde, Fernando Araújo, no final da cerimónia “Saúde Oral Para Todos”, onde foram assinados protocolos de colaboração entre várias dezenas de municípios e as cinco Administrações Regionais de Saúde, no âmbito do alargamento do projeto dos médicos dentistas nos cuidados de saúde primários.
“Temos neste momento cerca de 63 consultórios em 53 municípios, mas queremos chegar a todos os concelhos, próximos das pessoas”, acrescentou o secretário de Estado Adjunto e da Saúde. A meta é ter, até Junho de 2020, “os 278 municípios com pelo menos um consultório de médico dentista”, disse, sublinhando que o que se pretende é “proximidade nos centros de saúde, qualidade e sobretudo equidade no país”.
Segundo Fernando Araújo, “o projeto está aberto a todos os portugueses”, mas em termos de prioridade, do ponto de vista clínico, vai tentar-se abranger os doentes com mais patologias de saúde oral ou outras e a população mais vulnerável.
Sublinhando que ter um consultório de médico dentista nos centros de saúde de todos os municípios do país até 2020 é “uma medida histórica”, o ministro da Saúde considerou também tratar-se de um “sinal muito positivo da descentralização”.
“É uma medida histórica para o país, o SNS passa a ter nos centros de saúde médicos dentistas, higienistas orais e assistentes dentários”, afirmou Adalberto Campos Fernandes.
O ministro salientou que o programa permite manter o programa cheque-dentista, iniciado em 2008, mas também chegar “a uma população diferente, que é uma população mais pobre, mais idosa, com menos recursos”.

Programa de saúde oral mais ambicioso
Citando as palavras da presidente da Federação Mundial da Saúde Oral, Kathryn Kell, na cerimónia, o ministro afirmou que Portugal está “a dar o passo que faltava para entrar definitivamente no primeiro ‘ranking’ de países que cuidam da saúde global das pessoas e não apenas numa ótima estritamente curativa, mas também preventiva e cobrindo uma área tão importante como a da saúde oral”.
O ministro sublinhou ainda o trabalho feito pelas comunidades locais e pelos autarcas na construção desta medida, que, afirmou, permite ter “um programa de saúde oral mais ambicioso”.
“É também um sinal muito positivo da descentralização, é um casamento de oportunidades, é uma aliança virtuosa entre o poder central e o poder local, onde juntamos esforços”, disse, assumindo a vontade do Governo em aprofundar estas parcerias.
“Assumimos hoje aqui que a nossa vontade é aprofundar as parcerias público-público entre o poder local e o poder central, chamando à colaboração, sempre que necessário, outros setores, como o social ou privado, mas o SNS defende-se nesta linha, lutando todos os dias contra as dificuldades que são imensas”, frisou.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete
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Pinhal Novo recebe feira de emprego esta quarta-feira

Oportunidades de emprego disponíveis no Mercado Municipal até as 17 horas 

A segunda feira de Emprego e Empreendedorismo tem lugar esta quarta-feira, durante todo o dia, no Mercado Municipal de Pinhal Novo. Esta feira aposta na troca de boas práticas entre empreendedores, entidades empregadoras e a comunidade. A iniciativa deste ano tem como "objetivo dotar as pessoas desempregadas de competências facilitadoras para a inserção no mercado de trabalho", diz a organização do evento que contará com workshops, entrevistas de emprego de diversas áreas e a possibilidade dos candidatos poderem contatar com as empresas presentes na feira.  
Mercado recebe feira de emprego 

Um seminário, um workshop e entrevistas de recrutamento integram o programa da II Feira de Emprego e Empreendedorismo, que se realiza nesta quarta-feira, no Mercado Municipal de Pinhal Novo. A iniciativa é organizada pelo CLDS-3G Palmela - Contrato Local de Desenvolvimento Social Terceira Geração, em parceria com o Gabinete de Apoio às Empresas e Promoção do Investimento da Câmara de Palmela, Associação para o Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal e o Centro de Informação Europe Direct – Área Metropolitana de Lisboa.
A Feira vai decorrer entre as nove e as 17 horas, na nave principal do Mercado, onde vai estar presente um conjunto de empresas expositoras, com as quais os visitantes vão ter oportunidade de contactar diretamente, seja a nível de empreendedorismo ou de emprego.
A organização da feira acredita que o evento irá contribuir para "muita partilha de informação e que será, sem dúvida, um dia privilegiado para todas as pessoas desempregadas ou para todos aqueles que pretendem abrir o seu próprio negócio".
Durante a manhã, a partir das 9h30, o programa da Feira integra o Seminário "Empreender. Como?" e, à tarde, com início às 14 horas, o Workshop "Como causar boa impressão numa entrevista de emprego". Também durante a tarde, a partir das 14h30, várias empresas vão realizar entrevistas de recrutamento, devendo os interessados ser portadores do documento de identificação e curriculum vitae.
Mais informações e inscrições na página oficial do evento.

Programa
9h30-12h30
Centro de Recursos para a Juventude de Pinhal Novo
Seminário "Empreender. Como?"
9h30 - Boas vindas | Câmara Municipal de Palmela
9h45 - Boas práticas no empreendedorismo | Testemunhos de empreendedores
11h30 - Erasmus Young Entrepreneurs | Madan Parque
12h00 - Networking
14h00-14h30
Centro de Recursos para a Juventude de Pinhal Novo
Workshop "Como causar boa impressão numa entrevista de emprego"
IEFP e Eurofirms
14h30-16h30
Entrevistas de recrutamento
Empregados de restauração | Operadores de linha | Auxiliares de geriatria | Operadores de caixa | Operadores de armazém | Entre outros

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 
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Seixalíada reforça desporto para todos no Seixal

56 modalidades em competição durante quatro semanas 

A 35ª edição da Seixalíada arrancou no passado fim de semana, e durante quatro semanas, a grande festa do desporto do Seixal vai agitar o concelho com  milhares de atletas inscritos em 56 modalidades dirigidas a públicos de várias idades. Mais de três mil pessoas estiveram presentes na Festa de Abertura da Seixalíada, que teve lugar no Parque Urbano de Fernão Ferro, onde puderam participar nas dezenas de iniciativas. Um dos marcos  deste evento volta a ser o desporto adaptado que nesta edição integra mais atividades. Durante o evento, o presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, referiu que “o desporto é uma área de grande importância no município, tendo em conta todos os benefícios que traz à população, em termos de saúde e também em termos de ocupação de tempos livres, sendo a Seixalíada a iniciativa desportiva popular de maior dimensão do concelho, não existindo nenhuma igual no país". 
Está de volta a maior festa do desporto 

Na abertura, os mais novos não foram esquecidos pelo que tiveram ao seu dispor várias modalidades apropriadas para a sua idade, bem como diversos insufláveis, artes plásticas, magia, mikado e xadrez gigante. A Seixalíada é efetivamente uma iniciativa de desporto para todos e é por isso que o desporto adaptado tem também um programa específico, que conta este ano com o corfebol, o andebol adaptado, o boccia e o futebol para cegos, bem como com atividades de experimentação de tricicleta e slalom.
Segundo a autarquia, esta foi apenas uma pequena mostra do que vai ser a edição deste ano onde será reafirmada a prática desportiva "para todos".
"É por isso que a autarquia apoia diariamente o movimento associativo local, através da atribuição de apoios para atividades regulares e pontuais, estabelecidas através de contratos-programa, que permitem que as nossas associações e coletividades possam dinamizar e proporcionar aos nossos munícipes a enorme oferta desportiva que está à vista no nosso concelho", disse Joaquim Santos.
O autarca do Seixal disse também que "por isso que a autarquia tem dotado o concelho de uma rede de equipamentos desportivos, onde é possível realizar atividades físicas todos os dias. Também o desporto ao ar livre é dinamizado no nosso município, onde dou como exemplo a Baía do Seixal que convida à prática de desportos náuticos e de lazer”.
Joaquim Santos acrescentou ainda que “para além destes apoios, a Câmara do Seixal tem ainda comparticipado obras de requalificação dos espaços das coletividades e associações, num investimento que ronda, nos últimos anos, mais de 4,5 milhões de euros.
Entende a autarquia que a aposta que faz no desporto para todos traz benefícios para os munícipes ao nível da sua saúde, e promove também "o lançamento de grandes atletas que iniciam a sua atividade desportiva nas coletividades do concelho, sendo este um bom exemplo que, a ser aplicado em todo o país, traria benefícios para a população nacional e favoreceria os resultados em provas de alta competição como os Jogos Olímpicos".
A 35.ª edição da Seixalíada apresenta este ano uma oferta de 56 modalidades, que vão das artes marciais, às atividades náuticas, futebol e patinagem, entre outras. Esta edição conta com novas modalidades, como o duatlo, que integra pela primeira vez o calendário da Seixalíada. O desporto adaptado marca presença com o corfebol, andebol adaptado, boccia e futebol para cegos, bem como com atividades de experimentação de tricicleta e slalom.

Seixalíada certificada com a Bandeira da Ética
A somar a tantos outros reconhecimentos, em 2018 a Seixalíada foi certificada com a Bandeira da Ética. Este é um processo de certificação dos valores éticos no desporto, dirigido aos clubes, escolas e projetos cujo objetivo seja a promoção dos valores éticos através do desporto, conceito evidenciado com o projeto Seixalíada, no âmbito da promoção do Desporto para Todos.
A Seixalíada é um dos pontos altos do calendário desportivo do concelho e a comprová-lo estão os números de 2017, ano em que a iniciativa somou 198 eventos, 65 modalidades e 20199 participantes, dos quais 15 334 eram do concelho. Foram ainda realizados 179 eventos de nível local, 16 de nível regional e 3 eventos de dimensão nacional.
A iniciativa é organizada pela Câmara do Seixal, juntas de freguesia, movimento associativo e escolas do concelho, e conta também com o apoio do Centro Humanitário Estuário do Tejo da Cruz Vermelha Portuguesa no Seixal, associações de bombeiros, forças de segurança pública e diversos patrocinadores.

Agência de Notícias com Câmara do Seixal
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Grândola aposta na qualificação de jovens do concelho

Politécnico de Setúbal cria cursos nas áreas da aeronáutica e turismo

Dois novos cursos vão ser ministrados este ano letivo em Grândola, nas áreas do turismo e da aeronáutica para responder ao crescimento dos dois setores no concelho, disse o presidente do município. A oferta formativa, segundo António Figueira Mendes, pretende "criar novas oportunidades para os jovens" e "aumentar a capacitação dos recursos humanos locais" face ao investimento que a multinacional francesa Lauak está a realizar no concelho alentejano para produzir componentes para a indústria aeronáutica. "Foi criada uma comissão entre o município e o Instituto Politécnico de Setúbal para definir a forma como os dois cursos vão funcionar já este ano letivo", sublinha o presidente da Câmara de Grândola.
Grândola com novos cursos no próximo ano letivo  

"Com o investimento que esta empresa do setor aeronáutico está a fazer em Grândola e tendo em conta os vários projetos imobiliários que estão a nascer no concelho, sentimos cada vez mais necessidade de mão de obra qualificada para responder às ofertas de trabalho que vão ser criadas", acrescentou o autarca à Lusa.
Segundo António Figueira Mendes, a autarquia irá "garantir o espaço físico onde vão decorrer os cursos e contribuir com algum equipamento informático", enquanto o Politécnico de Setúbal ficará responsável por fornecer os professores.
Os cursos de Técnico Superior Profissional nas áreas da gestão turística e da produção aeronáutica vão ser ministrados no Centro de Empresas de Grândola.
"Estamos a estudar ainda formas de criar incentivos para os alunos com o 12.º ano de escolaridade puderem candidatar-se, porque nem todas as famílias têm condições financeiras para fazer face às propinas para que os filhos possam frequentar estes cursos" sublinhou o autarca.
Apesar de a oferta formativa se dirigir, preferencialmente, aos jovens de Grândola, o autarca admitiu a possibilidade de alargar as candidaturas a outros concelhos do litoral alentejano.
"Uma das questões que se coloca, neste momento, é saber se temos mesmo em Grândola alunos suficientes para estes dois cursos", frisou António Figueira Mendes.
De acordo com o autarca, serão criadas duas turmas num total de 40 alunos e os cursos terão a duração de dois anos letivos.

Multinacional francesa aposta no concelho 
A Lauak, empresa multinacional francesa, está a desenvolver em Grândola um projeto para produzir, a partir de 2019, componentes para a indústria aeronáutica, estando prevista a criação de cerca de 250 postos de trabalho nos primeiros dois anos de laboração.
A fábrica, que já está em construção, vai ter três linhas autónomas de produção, estando prevista, para o início do próximo ano, a entrada em funcionamento da linha destinada a produzir peças do avião A320 da Airbus.
Após o arranque da construção da unidade fabril, a empresa deu início ao processo de recrutamento para a formação de trabalhadores que decorre ao longo deste ano.

Agência de Notícias com Lusa 
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Marcha contra aeroporto no Montijo avança sábado

Plataforma cívica espera centenas de pessoas no Barreiro e Alhos Vedros 

A plataforma cívica contra o novo aeroporto na Base Aérea n.º 6, no Montijo, disse esta segunda-feira que espera a participação de centenas de pessoas na marcha contra a infraestrutura, agendada para 29 de Setembro. "Estamos a contar que vão para cima de 300 pessoas nesta marcha. Não é uma manifestação, é uma marcha de cidadãos e estamos à espera de centenas de pessoas que vêm mostrar a sua disponibilidade para continuar a exigir que se faça o esclarecimento e que se tenha em conta os direitos e a tranquilidade das populações da região", disse José Encarnação, um dos membros da plataforma.
Ruído vai afetar populações 

A Plataforma realizou esta segunda-feira uma conferência de imprensa na Baixa da Banheira, na Moita, onde deu a conhecer os objetivos desta marcha, que terá dois desfiles nas regiões que considera que serão as mais afetadas pela localização do novo aeroporto no Montijo.
Uma das concentrações inicia-se no Lavradio, no Barreiro, e outra em Alhos Vedros, na Moita, estando previsto um encontro a meio do percurso, na Baixa da Banheira.
"O objetivo da marcha insere-se nesta nossa batalha de chamar à atenção para os perigos e os impactos negativos que o uso da Base Aérea n.º 6, como um aeroporto civil, vai trazer particularmente ao Barreiro, Lavradio e Baixa da Banheira", explicou o responsável.
O engenheiro Carlos Matias Ramos, também membro da plataforma, realizou recentemente um estudo em que observou as condições de ruído a que o Barreiro e a Moita vão estar sujeitos com a construção do novo aeroporto no Montijo.
Segundo José Encarnação, o ruído vai afetar principalmente o Centro Hospitalar do Barreiro Montijo e as escolas da região, que será, em alguns casos, "três vezes acima dos limites que a Organização Mundial de Saúde aconselha".
"Os limites máximos de ruído que a Organização Mundial de Saúde aconselha são de 30 decibéis acústicos para o caso das escolas e 35 no caso dos hospitais. Ora nós vamos ter, numa área que pode ir até cerca de 23 quilómetros, níveis de ruído que podem atingir os 65 decibéis, ainda por cima numa situação em que vamos ter aviões a aterrarem e levantarem voo de dois em dois minutos", frisou.
De acordo com o responsável, o movimento conta com o apoio da Câmara da Moita, mas continua a aguardar uma reunião com o presidente do município do Barreiro, Frederico Rosa.
Desde que foi lançada em Julho, a plataforma tem vindo a defender que não existe um documento que sustente a construção do aeroporto no Montijo, e hoje José Encarnação continuou a apontar que "ainda não é conhecido o Estudo de Impacto Ambiental".
"Estamos cada vez mais preocupados porque não há informações, as autoridades não dão a cara, não mostram qual é o projeto, que projetos existem e, sobretudo, do ponto de vista ambiental, estamos muito preocupados", sublinhou.
A Plataforma Cívica Aeroporto BA6 - Montijo Não defende a utilização do Campo de Tiro de Alcochete em alternativa à Base Aérea n.º 6, no Montijo para a construção do novo aeroporto.

Agência de Notícias com Lusa
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Produtores de uva de Setúbal vão pedir ajuda ao governo

Tutela diz que há mecanismos de resposta a queda na produção de uva devido ao clima

O Ministério da Agricultura esclareceu esta segunda-feira que já existem mecanismos para responder às quebras de produção de uva como as que ocorreram na região de Setúbal devido ao calor intenso no passado mês de Agosto. "O país dispõe já de mecanismos de apoio para responder a estas aleatoriedades climatéricas", refere um comunicado divulgado pelo Ministério da Agricultura na sequência do anúncio dos produtores de uva da região de Setúbal de que iriam pedir ajuda ao Governo para fazer face aos prejuízos, após uma reunião efetuada na sexta-feira à noite no Poceirão, concelho de Palmela.
Calor em excesso prejudicou vindima 

"Os contribuintes, através do Ministério da Agricultura, já financiam um sistema de seguros de colheitas agrícolas, no qual se incluem os seguros vitícolas de colheitas (subsidiados a 80 por cento a fundo perdido no caso de seguros a título coletivo e a 75 por cento de seguros a título individual), com um montante anual de 3,5 milhões de euros por ano", refere a nota enviada pelo Ministério da Agricultura à agência Lusa.
"Dos 17.469 viticultores nacionais que contrataram seguro vitícola de colheitas, 12.685 contrataram a cobertura do risco do escaldão, o que corresponde a uma taxa de adesão à cobertura do escaldão de 73 por cento", acrescenta o ministério, adiantando que os "seguros de colheitas estão disponíveis para todos os agricultores que a eles pretendam recorrer e são cofinanciados pelo Estado num montante anual global de 11,5 milhões de euros".
O Ministério da Agricultura sublinha ainda que a "contratualização de seguros constitui uma opção de gestão individual de cada produtor".

Agricultores vão pedir ajuda ao governo devido a quebra de produção
A Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal tinha anunciado na sexta-feira a intenção de pedir ajuda ao Governo para fazer face à alegada quebra de produção de cerca de 50 por cento da produção de uva, provocada por um ‘escaldão’ no passado mês de Agosto.
O representante dos agricultores do distrito falava no final de uma reunião com cerca de três dezenas de produtores de uva da região de Setúbal, que decorreu sexta-feira à noite na União de Freguesia Poceirão/Marateca, no concelho de Palmela.
"Um dos produtores que participou na reunião teve uma quebra de produção de 80 por cento na uva branca", frisou o dirigente, convicto de que se não houver apoio por parte do governo alguns produtores poderão ver-se forçados a abandonar a atividade.
"Alguns destes agricultores sofreram prejuízos significativos pelo segundo ano consecutivo, dado que o ano passado, já tinham tido prejuízos avultados devido ao calor intenso que também se fez sentir na região de Setúbal na mesma altura em que ocorreu a tragédia na zona de Pedrógão", acrescentou.
Joaquim Caçoete adiantou ainda que além das três dezenas de produtores que estiveram na reunião de sexta-feira, "há muitos outros que não puderam comparecer mas prometeram deslocar-se na próxima semana à Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal para preencherem os formulários a dar conta dos prejuízos que sofreram devido ao 'escaldão' do passado mês de Agosto".
De acordo com o presidente da Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal, a maior parte dos seguros disponíveis para os produtores de uva "são caros" e só cobrem parte dos prejuízos sofridos neste tipo de situações, pelo que o apoio do governo é fundamental para os agricultores que sofreram prejuízos significativos.

Agência de Notícias com Lusa
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Palmela recupera sede do Grupo Desportivo de Rio Frio

Intervenção na sede apoiada com quatro mil euros pela Câmara Municipal

A Câmara de Palmela aprovou, por unanimidade, em reunião pública, a atribuição de um apoio financeiro no valor de quatro mil euros ao Grupo Desportivo de Rio Frio, na freguesia de Pinhal Novo, como comparticipação municipal para a continuação das obras de recuperação da sua sede. A sede desta coletividade sofreu, em 2016, um desabamento integral do telhado do salão principal, comprometendo a sua atividade regular. Na altura a autarquia atribuiu um apoio de três mil euros para "contenção da estrutura existente, impedindo novo colapso". 
Sede do GD Rio Frio serve de ponto de encontro 


O Grupo Desportivo de Rio Frio, uma das coletividades mais importantes da freguesia de Pinhal Novo, esteve um largo período sem dirigentes e, face às dificuldades, viu a sua atividade bastante reduzida. Com a eleição de um novo corpo dirigente, em Junho de 2016, esta coletividade, fundada no dia de Natal de 1925, está a retomar o seu funcionamento normal, sendo a recuperação do seu património histórico uma das prioridades.
Embora a associação continue a desenvolver esforços e atividades de angariação de fundos para a recuperação do edifício e o mesmo já tenha sido alvo de apoio municipal para a fase inicial de consolidação, "esta obra, de grande porte, acarreta custos financeiros muito elevados que a associação não tem condições de suportar, daí ter solicitado à Câmara Municipal apoio para a sua realização", diz a câmara de Palmela. 
"A Câmara de Palmela tem acompanhado a situação do Grupo Desportivo de Rio Frio em permanência e, além deste apoio financeiro, tem prestado o apoio logístico necessário à realização das atividades", diz fonte do município ao ADN.  
O Grupo Desportivo de Rio Frio, fundado em 1925, é um polo de dinamização e espaço de encontro na comunidade rural onde se insere, sendo o seu património etnográfico um dos mais ricos do concelho, com um arquivo documental de interesse municipal.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 
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Mobilidade de bicicleta para o trabalho em Setúbal

"Tem de haver uma mudança de mentalidades e uma aposta na mobilidade suave"

Trabalhadores de vários setores da Câmara de Setúbal deslocaram-se dia 21, de manhã, de bicicleta para o trabalho em resposta a um desafio lançado no âmbito do programa das comemorações locais da Semana Europeia da Mobilidade. Na terceira edição da iniciativa “Bike to Work – Somos Câmara de Setúbal”, a autarquia voltou a apelar aos funcionários para utilizarem a bicicleta no trajeto entre a casa e o local de trabalho, apostando, assim, num modo de transporte suave e sustentável. A autarquia recebeu ainda no dia 20, em Lisboa, o Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta” atribuído pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, pelo trabalho desenvolvido na promoção do uso deste meio de transporte.
Setúbal usa cada vez mais a bicicleta 

“Não podemos pensar só no carro. Tem de haver uma mudança de mentalidades e uma aposta na mobilidade suave”, sublinha o chefe da Divisão de Planeamento Urbanístico da autarquia sadina. O responsável vinca que o município tem realizado um conjunto de investimentos para construir um concelho mais amigo do ambiente, com medidas como a implementação, este ano, do programa Arrábida Sem Carros que pesou na decisão da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta de atribuir à autarquia o Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta”.
Outra ação consiste na criação de uma rede de ciclovias de ligação dos principais parques e equipamentos da cidade à frente ribeirinha, com o Parque da Várzea, atualmente em construção, a constituir “um ponto importante que vai contribuir para fomentar a utilização da bicicleta em modo de desporto, mas também vai integrar percurso trabalho-casa”.
A aposta na intermodalidade, com a criação de um interface de transportes na Praça do Brasil para ligar o transporte ferroviário ao rodoviário, num projeto que também inclui um sistema de bicicletas partilhadas, é outra medida projetada pela autarquia.
Ainda no que diz respeito à promoção do uso da bicicleta, a Câmara de Setúbal está a instalar mais de dez novos parqueamentos na Avenida Luísa Todi, Praça de Bocage e praias da Arrábida, para substituir as antigas espirais.
Alguns destes parqueamentos foram inaugurados no dia 22 durante um passeio promovido em parceria com a Setúbal de Bicicleta/Mubi e a ENA – Agência de Energia da Arrábida, no âmbito das comemorações locais da Semana Europeia da Mobilidade e do Dia Europeu Sem Carros.

Uso da bicicleta veio para ficar 
A vereadora do Ambiente da autarquia, Carla Guerreiro, salienta que iniciativas como estas representam “pequenos passos simbólicos”, mas que podem dar frutos e traduzir-se “num início de mudança dos comportamentos das pessoas, especialmente tendo em conta a necessidade de mitigar as consequências das alterações climáticas”.
A iniciativa “Bike to Work – Somos Câmara de Setúbal”, um desses “pequenos passos”, contou com a adesão de trabalhadores municipais que, nalguns casos, já utilizam a bicicleta no percurso casa-trabalho, como sucede com José Almeida, 56 anos, vigilante dos viveiros municipais, nas Amoreiras.
“Moro na Bela Vista e todos os dias, desde há seis anos, vou de bicicleta para o trabalho. Quando comecei, era difícil, até porque tinha um pouco mais de peso, mas agora não me vejo a utilizar outro transporte”.
Os trabalhadores que aderiram a esta iniciativa receberam um diploma de participação.

Programa Arrábida Sem Carros vale prémio nacional
A Câmara de Setúbal recebeu no dia 20, em Lisboa, o Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta” atribuído pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, pelo trabalho desenvolvido na promoção do uso deste meio de transporte.
A presidente da autarquia, Maria das Dores Meira, recebeu o galardão em cerimónia realizada no auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade, a decorrer até amanhã com um conjunto de iniciativas para promover a utilização de diferentes modos ou meios de transporte na mesma viagem.
O galardão distingue o trabalho desenvolvido pela autarquia em prol da mobilidade no concelho e pela utilização dos chamados modos suaves de transporte, mas, em especial, pela decisão de implementar o Programa Arrábida Sem Carros.
“Este prémio confirma, uma vez mais, a justeza das difíceis decisões que tomámos nesta matéria para garantir a segurança dos frequentadores daquelas áreas balneares e o respeito pelo património ambiental único em que se situam”, sublinhou Maria das Dores Meira.
O Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta” foi implementado em 2006 pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta com o objetivo de reconhecer publicamente o contributo de entidades ou individualidades para a promoção da utilização da bicicleta nas suas múltiplas vertentes.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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