Dá um Gosto ao ADN

Zero quer respostas sobre opção Montijo

Aeroporto vai causar problemas de ruído na Baixa da Banheira 

A Zero defendeu neste domingo a realização de estudos de impacte ambiental sobre as alternativas ao aeroporto de Lisboa. E diz que há questões a esclarecer na opção pelo Montijo, relacionadas com acessibilidades, conservação da natureza, ruído e poluição do ar. “O estudo de impacte ambiental deve olhar para diferentes alternativas, revendo aquilo que está previsto em relação a Benavente e justificando não avançar com essa opção, o que nos parece positivo do ponto de vista dos recursos envolvidos para a construção de um novo aeroporto de raiz”, disse à agência Lusa o presidente da Zero. O ambientalista aponta o ruído na zona da Baixa da Banheira como um dos maiores problemas. A obra ainda vai desenvolver toda a rede de transportes públicos do distrito de Setúbal.  
Ambientalistas apontam alguns pontos críticos à escolha 

Francisco Ferreira referiu também a necessidade de analisar a gestão combinada do aeroporto Humberto Delgado com o aeroporto do Montijo. Salientando que a Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) “deverá ser inequivocamente obrigatória”, o especialista refere que “tudo indica que a complementaridade feita pelo aeroporto no Montijo é bastante positiva”.
Nos últimos dias, vários órgãos de comunicação social têm avançado que o Governo e a ANA - Aeroportos de Portugal se preparam para assinar o memorando de entendimento para desenvolver os estudos necessários à utilização da base aérea do Montijo como aeroporto complementar ao Humberto Delgado, em Lisboa.
A Associação Sistema Terrestre Sustentável, Zero, listou cinco questões “críticas na avaliação da utilização da base aérea do Montijo para fins civis”, alternativa que, no entanto, reconhece poder representar “uma enorme poupança de recursos” relativamente à construção de uma estrutura nova, em Benavente.

Rotas migratórias de pássaros
A conservação da natureza “é talvez um dos maiores problemas”, explicou Francisco Ferreira, já que se trata do estuário do Tejo, de uma zona de protecção especial e reserva natural, uma área atravessada por várias rotas migratórias de pássaros.
As aves são também “um problema para as próprias aeronaves” pelo aumento de risco de colisão, o que “é sério e tem de ser devidamente equacionado e esclarecido”, alertou.

O ruído na Baixa da Banheira 
O ruído é outro assunto que inquieta os ambientalistas pois, a manter-se a orientação predominante das pistas, a zona da Baixa da Banheira, no município da Moita, “é fortemente afectada”.
Os aeroportos são uma preocupação pelos poluentes emitidos, como as partículas e os óxidos de azoto. A aviação representa 5,2 por cento das emissões nacionais, com um aumento de 28,5 por cento, entre 2000 e 2014, uma tendência “benéfica para vários sectores, como o turismo, [mas que] acaba por ser muito difícil de encaixar” no objectivo de, em 2050, Portugal ser neutro em carbono, meta anunciada pelo primeiro-ministro.

Como chegar ao aeroporto? 
A Zero quer saber como será o acesso ao aeroporto do Montijo e Francisco Ferreira enumerou a possibilidade de ser de barco, utilizando o cais do Seixalinho, no Montijo, por exemplo, de meios rodoviários ou da extensão da linha ferroviária do Pinhal Novo [entretanto transformada em ciclovia] até ao aeroporto do Montijo e do Metro Sul do Tejo, que “estava previsto ligar todo o arco ribeirinho sul”.
A opção pelo Montijo tem igualmente implicações no ordenamento do território, já que “estas infraestruturas criam sempre um grande aumento da pressão imobiliária, não apenas para habitação, mas eventualmente para uma oferta turística que pode potencial a margem sul”, conclui Francisco Ferreira.

Aeroporto para todas as companhias aéreas
Governo quer aeroporto a funcionar em 2019 
A solução complementar para esticar a vida do aeroporto de Lisboa vai mesmo avançar no Montijo. É apresentado na segunda semana de Fevereiro. Mas ao contrário do que se previa, a Portela+1 não será exclusiva das companhias aéreas low-cost. A razão é simples: não é possível do ponto de vista legal obrigar as transportadoras a operar num ou em outro aeroporto. 
Solução: a ANA deverá fazer uma discriminação positiva para "convidar" as transportadoras a operar no Montijo, estando prevista a aplicação de taxas aeroportuárias mais reduzidas na pista complementar.
No fundo, este novo terminal do aeroporto não será low-cost como estava inicialmente pensado, mas terá taxas low-cost. Os valores praticados vão, naturalmente, ser a principal porta de entrada para as companhias de mais baixo custo, numa altura em que várias transportadoras têm levantado a voz contra os aumentos de preços praticados pela ANA em Portugal.

As exigências da Câmara do Montijo 
Ao mesmo tempo, satisfazem-se os autarcas daquela região, especialmente Nuno Canta, do Montijo, que quer potenciar o desenvolvimento económico da região, advogando que o crescimento não seria o mesmo só com companhias de baixo custo e transporte de carga.
O Montijo também espera ver chegar um novo memorando de entendimento para assinar, depois de ter rejeitado assinar o que Sérgio Monteiro ainda enviou quando era secretário de Estado dos Transportes. De acordo com o jornal Público, o autarca admite que a abertura de o novo terminal aéreo do Aeroporto Humberto Delgado exija a concretização de obras e infraestruturas de acesso, que não deverão ultrapassar os 15 milhões de euros. Entre as obras está a conclusão da construção da circular externa que vai circundar a cidade, evitando a passagem do trânsito pelo centro urbano para chegar ao aeroporto.
Pedro Marques quer ver o aeroporto do Montijo a operar, o mais tardar, em 2019. Até lá, espera-se que a Portela continue a ver o tráfego a aumentar, bem como o número de companhias aéreas a pedirem para entrar em Portugal.

Agência de Notícias com Lusa
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Pinhal Novo vai ter novo centro de saúde em 2018

Unidade de Saúde Familiar com cofinanciamento aprovado

A candidatura apresentada pela Câmara de Palmela, no âmbito do Portugal 2020, para co-financiamento do projecto e obra de construção da Unidade de Saúde Familiar do Pinhal Novo, lado Sul,  foi aprovada na última semana. A nova unidade de saúde custa mais de um milhão e 250 mil euros e deve entrar em funcionamento em 2018, na rua Manuel Veríssimo da Silva, um dos primeiros médicos da localidade. O novo equipamento vai dar resposta às nove mil e 500 pessoas sem médico de família em Pinhal Novo, Venda do Alcaide e Olhos d´Água. 
A obra foi apresentada em Maio do ano passado 

“Trata-se de uma obra da responsabilidade da Administração Central que o município está a promover, no seguimento do protocolo celebrado com o Ministério da Saúde/Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo”, lembra a autarquia em comunicado.
O projeto tem o valor de 30 mil 750 euros, a obra está estimada em cerca de 1 milhão e 250 mil euros e será executada num terreno cedido pela autarquia, localizado na Rua Manuel Veríssimo da Silva, junto à Quinta do Pinheiro, no lado sul da vila, apresentando uma área de três mil metros quadrados. “Com a execução do projecto e da obra, a cedência do terreno e a apresentação da candidatura, agora aprovada, o município está a potenciar a concretização deste investimento, necessário e há muito reivindicado”, diz a autarquia.
Álvaro Amaro, disse durante a assinatura do contrato com o Governo, no último dia de Maio do ano passado, que o mesmo representa "um grande passo, o corolário de todo o trabalho de magistério de influência e de pressão institucional que o município fez". Desta vez, diz o autarca, "não há retrocesso" e acrescenta que a próxima batalha da autarquia  é "garantir que haja profissionais de saúde, sobretudo médicos, disponíveis para se instalarem na nova unidade de saúde".
A Unidade de Saúde Familiar do Pinhal Novo, de tipo 4, tem “810 metros quadrados de área bruta de construção, está dimensionada para cerca de 15 mil e 200 utentes e albergará 10 gabinetes médicos, três gabinetes de enfermagem, duas salas de tratamentos, áreas de atendimento, instalações de apoio aos utentes e áreas de trabalho e apoio ao funcionamento”, explica o município.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 



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Negócios e Turismo florescem em Alcácer do Sal

50 novas empresas instalaram-se no concelho até Outubro de 2016

O concelho de Alcácer do Sal recebeu, entre Novembro de 2015 e Outubro de 2016, a criação de 50 novas empresas, a maioria no setor terciário, associadas à hotelaria e restauração. Segue-se o setor primário (agricultura e pecuária) e, residualmente, o setor secundário, associado à construção civil, metalomecânica e confeção de roupa com uma dimensão familiar. Os dados, divulgados recentemente pelo INE – Instituto Nacional de Estatística, indicam ainda que, destas 50 empresas, cinco são sociedades anónimas, 19 sociedades unipessoais e as restantes são sociedades por quotas. 
Alcácer do Sal tem atraido novas empresas e turistas 


Relativamente ao comércio internacional em 2015, e apesar de os valores no concelho não atingirem os 25 milhões de euros de exportações e as importações serem de pouco mais de 5 milhões de euros, a balança comercial teve uma taxa de variação muito superior ao registado na NUT III, que corresponde ao Alentejo Litoral.
No que se refere ao Turismo, em 2015 as dormidas no concelho mostraram-se proporcionais ao número de estabelecimentos hoteleiros, cujo peso do município na NUT III é de quase oito por cento. Estes números prendem-se com a capacidade de resposta à procura, que se traduz em 10 estabelecimentos hoteleiros no concelho, que perfazem uma capacidade de alojamento de 897 camas. O número de dormidas situou-se nas 45.978, num total de 19 mil 376 hóspedes, gerando proveitos positivos na ordem dos 2.2 milhões euros.
"O concelho de Alcácer do Sal afirma-se, assim, pela crescente aposta na área dos negócios e do turismo, a ter em consideração quando se reflete sobre o futuro", realça a autarquia em comunicado.

Agência de Notícias
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Tiroteio em Corroios faz dois feridos esta noite

Assaltante ferido a tiro por dono de ourivesaria está em estado critico 

Um assalto a uma ourivesaria em Corroios,  no concelho do Seixal, provocou um ferido, disse fonte da PSP, que ainda está no local. Segundo a mesma fonte, o assalto ocorreu cerca das 18 horas e o ferido é um dos assaltantes, que terá sido atingido pelo dono da ourivesaria. "Há mais assaltantes em fuga", acrescentou a PSP, que mais tarde especificou que são, pelo menos três, os homens em fuga. O dono da ourivesaria também ficou ferido durante o assalto.
Assalto ocorreu esta noite em Corroios e fez dois feridos 

Um assalto violento a uma ourivesaria, na Rua Casa do Povo, em Corroios, está a gerar uma forte reação policial, uma vez que há três assaltantes em fuga. O quarto assaltante, ficou no local, ferido, de acordo com a PSP de Corroios.
A Proteção Civil de Setúbal sublinha que para o Hospital Garcia de Orta, em Almada, foi levado um ferido em estado grave e um ferido ligeiro, não sendo capaz de especificar as suas identidades.
A CMTV avança que o ferido em estado grave é um dos assaltantes, que foi baleado pelo proprietário da ourivesaria. Os donos da ourivesaria são dois irmãos.
De acordo com algumas fontes no local, dois assaltantes entraram na loja munidos de armas e pedras da calçada. Outros dois aguardavam no lado de fora da loja. Os assaltantes terão agredido um dos donos da ourivesaria. O plano do grupo terá falhado porque o outro proprietário estaria nos escritórios e terá vindo em socorro do irmão. Ao aperceber-se da agressão ao irmão, terá disparado, pelo menos duas vezes, contra os assaltantes. Um dos tiros acertou na cabeça do assaltante que ficou no chão da loja.  
Perante isso, os assaltantes fugiram da ourivesaria, deixando o cúmplice no chão, e sem concretizar o assalto. 
Quando a PSP chegou ao local, encontrou dois feridos: o dono do estabelecimento e um dos assaltantes. Ambos foram levados para o Hospital Garcia de Orta, em Almada. Segundo algumas fontes, o estado do assaltante é "muito critico" terá uma bala alojada no cérebro. 
A PSP, com apoio da GNR, e a Polícia Judiciária de Setúbal estão no encalço dos assaltantes foragidos. Sendo que as  forças de segurança estão atentas a todas as movimentações na área, com o intuito de identificar e localizar os suspeitos.
A ourivesaria, de acordo com algumas testemunhas, já tinha sido assaltada antes. Os comerciantes e residentes naquela área dizem mesmo que "existe pouca vigilância e pouca segurança na rua". As pessoas, diz outra testemunha, "sentem-se desprotegidas a partir do anoitecer porque raramente a polícia é vista por aqui".

Agência de Notícias


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Aeroporto do Montijo apresentado a 15 de Fevereiro

Montijo tem “as condições necessárias” para a extensão do aeroporto de Lisboa

Já é conhecida a data oficial em que o Governo e a ANA vão assinar o memorando de entendimento para dar início ao desenvolvimento dos estudos necessários à construção do novo aeroporto no Montijo. Segundo o ‘Jornal de Negócios’, a apresentação do projeto será feita no próximo dia 15 de Fevereiro. A ideia de transformar a base aérea do Montijo num aeroporto comercial foi pensada pelo Governo como forma de dar resposta à saturação das operações no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. O ministro das Infraestruturas, Pedro Marques, quer que o novo aeroporto esteja operacional, o mais tardar, em 2019. A cerimónia de apresentação do novo aeroporto vai contar com as presenças do primeiro-ministro, António Costa, e do CEO da Vinci Concessions, a concessionária que controla a ANA, Nicolas Notebaert.

Base Área do Montijo vai mesmo receber novo aeroporto da capital 

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal considera que o aeroporto do Montijo, a 20 minutos da Portela, reúne “as condições necessárias para a extensão do Aeroporto de Lisboa”.
Em comunicado enviado, a associação diz, após ter-se reunido com a ANA - Aeroportos de Portugal para avaliar a situação do Aeroporto de Lisboa, que a solução de transformar a base aérea do Montijo num aeroporto comercial responde “com eficácia ao crescimento da procura, sobretudo, no que se refere ao turismo”.
“O Aeroporto Humberto Delgado deverá brevemente atingir o auge da sua capacidade o que irá impedir a entrada de muitos milhares de turistas em Portugal”, alerta o presidente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, Mário Pereira Gonçalves, citado na nota, salientando a necessidade de ser tomada uma “decisão rápida” que permita manter a competitividade do setor.
A associação considera assim que, “sendo Lisboa um destino líder dos ‘city breaks’ a nível mundial e com a necessidade de aumentar a capacidade de receber os turistas, nomeadamente através das companhias ‘low cost’ (de baixo custo), a proposta do Aeroporto Lisboa Sul/Montijo será a acertada”.
O Jornal de Negócios avança que o Governo e a ANA vão assinar, em 15 de fevereiro, o memorando de entendimento para desenvolver os estudos necessários à utilização da base aérea do Montijo como aeroporto complementar ao Humberto Delgado.
De acordo com o jornal, o novo aeroporto do Montijo vai ser apresentado também formalmente na mesma data, num cerimónia que irá contar com as presenças do primeiro-ministro, António Costa, e do presidente executivo da Vinci Concessions e ‘chairman’ da Vinci Airports, Nicolas Notebaert.
A Vinci é dona da ANA, empresa que gere, entre outros, o aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.
“A escolha pelo Aeroporto Lisboa Sul/Montijo peca por tardia. Este ano, o Aeroporto Humberto Delgado atingirá a sua capacidade máxima para receber passageiros, não queremos que isto se torne num funil do turismo”, refere Mário Pereira Gonçalves.
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, o número de passageiros nos aeroportos portugueses ascendeu a 14,8 milhões no terceiro trimestre de 2016, traduzindo um aumento homólogo de 13,3 por cento, sendo que em Lisboa, o aumento registado foi de 12,1 por cento. O distrito de Setúbal é hoje também muito procurado por turistas de diversas áreas.
O aeroporto de Lisboa teve, em Novembro de 2016, o segundo aumento de passageiros mais expressivo entre os aeroportos com tráfego anual de passageiros entre 10 e 25 milhões de pessoas, de acordo com dados divulgados pelo Airports Council International, citados pela Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal. 
A rede de transportes para assegurar as ligações a um possível aeroporto na base aérea do Montijo deve ser devidamente planeada, mas Nunes da Silva descarta desde logo a necessidade de Portugal construir novas infraestruturas. Nunes da Silva, professor de Urbanismo e Transportes, defende a utilização das infraestruturas já existentes em Portugal e considera que seria "um erro" construir uma nova ponte.

Especialista em transportes sugere reactivar ramal de comboios entre Montijo e Pinhal Novo 

O professor de Urbanismo e Transportes do Instituto Superior Técnico considera que, por exemplo, a construção da terceira travessia do Tejo seria "completamente um disparate" e espera que o país não volte "a enveredar pelos anos loucos de fazer auto estradas que não têm trafego nenhum ou pontes que depois acabem por não ter tráfego suficiente, quando existe capacidade de reserva na ponte 25 de Abril e na ponte Vasco da Gama", disse em entrevista à rádio TSF. 
O ex-vereador da Mobilidade da Câmara de Lisboa sublinha que um novo aeroporto no Montijo será uma "grande oportunidade" para o transporte fluvial, lembrando que fazer a travessia do Tejo de barco, para além de ser "um espetáculo" é "fiável e rápida".
Nunes da Silva considera ainda que seria possível colocar novamente em funcionamento a estação fluvial do Parque das Nações que esteve a funcionar durante a Expo 98.
Um outro aspeto que deve ser ponderado será a "recuperação do terminal de comboios entre o Pinhal Novo e o Montijo" [atualmente desactivada e transformada em ciclovia]  para que a ligação seja alargada a praticamente todo o país. O especialista em transportes lembra também que será necessário alargar a rede de autocarros de forma a rentabilizar as duas pontes já existentes.
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Protocolo recupera imóveis para arrendamento em Setúbal

Autarquia e Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana assinam acordo em Fevereiro 

A Câmara de Setúbal aprovou nesta quarta-feira, em reunião pública, a celebração de um protocolo com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana para o desenvolvimento de um programa de recuperação de imóveis. O acordo, proposto à autarquia pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, visa a divulgação de um programa criado por este organismo, denominado “Reabilitar para Arrendar – Habitação Acessível”, que se destina a apoiar a recuperação de imóveis com pelo menos trinta anos, destinando-os a arrendamento urbano.

Protocolo visa a recuperação de imóveis para arrendamento 

Segundo a deliberação, o  Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, propôs a colaboração a Setúbal no sentido do desenvolvimento de trabalhos de requalificação urbana, “por considerar de maior importância o envolvimento dos municípios neste programa”.
Já a autarquia sadina considera que “a reabilitação das áreas urbanas antigas, em especial dos centros históricos, é um desígnio nacional”, o qual facilita “o acesso das famílias à habitação” e contribui para “a criação de emprego e a dinamização do mercado de arrendamento”.
Neste âmbito, o protocolo com Setúbal é celebrado no dia 3 de Fevereiro, às 18 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
A cerimónia conta com as participações da presidente da Câmara Municipal de Setúbl, Maria das Dores Meira, e do presidente do conselho diretivo do  Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, Victor Reis, incluindo, ainda, uma sessão de apresentação e de esclarecimento sobre o programa “Reabilitar para Arrendar – Habitação Acessível”
A autarquia, no âmbito da promoção da reabilitação urbana do centro histórico de Setúbal e cascos históricos de Azeitão, bem como de imóveis antigos e degradados, participa nesta parceria “apoiando os proprietários nos processos de licenciamento dos imóveis a reabilitar” e “promovendo junto destes a divulgação do programa” do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana.
O acordo estabelecido tem a duração de três anos, podendo ser automaticamente renovado por igual período, caso não seja renunciado por uma das partes.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Moita leva Constituição da República às escolas

Presidente da Câmara nas escolas do concelho para valorizar Constituição da República

O presidente da Câmara da Moita, Rui Garcia, acompanhado pelos vereadores com pelouros, iniciou no dia 25 de Janeiro, na Escola Básica D. João I, na Baixa da Banheira, um périplo de sessões, junto de alunos do 4º e 9º ano de todas as escolas do concelho, para assinalar os 40 anos da Constituição da República Portuguesa.
Autarquia quer afirmar a Constituição aos alunos do concelho 

A ideia principal desta iniciativa, diz a Câmara da Moita, "é afirmar a Constituição da República Portuguesa enquanto documento fundamental da Democracia e do País, junto das crianças e jovens do concelho da Moita, contribuindo para a formação de cidadãos mais ativos e participativos na comunidade".
Para as três primeiras turmas do 9º ano da Escola Básica 2, 3 D. João I, Rui Garcia fez uma breve apresentação da iniciativa municipal, explicando, de forma geral, o que é a Constituição da República Portuguesa e a sua importância para a consagração de um país democrático.
Seguiu-se a exibição de um pequeno filme, produzido pela Associação de Municípios da Região de Setúbal, que retrata o período em que a Constituição foi elaborada e aprovada. 
A iniciativa terminou com um momento de debate, em que os mais jovens colocaram questões sobre o Poder Local ao presidente da Câmara, e com a oferta de uma edição especial de bolso da Constituição da República Portuguesa.
Para os alunos do 4º ano de escolaridade, o tema será o mesmo, mas com uma abordagem diferente, adequada a esta faixa etária, sendo oferecida a cada criança a edição especial “A Nossa Constituição”, editada pela Câmara Municipal.
Com esta iniciativa, que termina a 22 de Fevereiro, a Câmara Municipal "vai abranger um total de cerca de 1450 crianças e jovens que estudam no concelho da Moita", diz a autarquia em comunicado.

Agência de Notícias com Câmara da Moita
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CGTP responsabiliza Petrogal pela precariedade em Sines

Refinaria de Sines é “antro de precariedade”

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, afirmou que a refinaria da Petrogal, em Sines, "não pode continuar a ser um antro de precariedade", durante uma concentração de trabalhadores daquela unidade industrial, em Lisboa.  A refinaria da Petrogal em Sines, através da subcontratação de outras empresas, tem muitos trabalhadores que ocupam postos de trabalho que deveriam corresponder a trabalho efetivo mas que estão em situação de precariedade", disse Arménio Carlos. O sindicato convocou uma greve na refinaria contra os baixos salários e a situação de precariedade de muitos trabalhadores. 

CGTP quer acabar com precariedade na Refinaria de Sines 

O dirigente da CGTP, que falava à agência Lusa depois de participar no protesto dos trabalhadores junto à sede do consórcio EFATM, que assegura a manutenção da refinaria de Sines, salientou o contraste entre os "lucros avultados da Petrogal" e a "situação de precariedade em que se encontram muitos trabalhadores da refinaria, devido à subcontratação de outras empresas".
Os baixos salários e a situação de precariedade de muitos trabalhadores estão na origem da greve convocada para hoje na refinaria de Sines pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul (SiteSul) e da concentração que juntou cerca de 80 trabalhadores.
O sindicalista Hélder Guerreiro, do SiteSul, também em declarações à Lusa, congratulou-se com a disponibilidade manifestada  pela EFATM para dialogar, mas advertiu que o processo negocial terá de abranger os cerca de 200 trabalhadores da manutenção e não apenas os 35 trabalhadores diretos daquele consórcio.
Representamos todos os trabalhadores e, por isso, não podemos aceitar que as negociações sejam apenas para melhorar as condições de trabalho de 35 trabalhadores num universo de cerca de 200", disse.
Em Novembro do ano passado, os trabalhadores da refinaria da Petrogal, em Sines, aprovaram um caderno reivindicativo com uma proposta de aumentos salariais de quatro por cento, com um mínimo de 50 euros para cada funcionário, com efeitos a partir de 1 de Janeiro deste ano.

Agência de Notícias com Lusa
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Centro de Saúde da Baixa da Banheira no Parlamento

4023 assinaturas obriga Assembleia da República a discutir a obra 

A Comissão de Utentes de Saúde da Baixa da Banheira, na Moita, anunciou ontem que já reuniu as assinaturas necessárias para levar a construção do novo Centro de Saúde à discussão na Assembleia da República. De acordo com um comunicado de imprensa enviado pela comissão de utentes, "atingimos as 4023 assinaturas. Atingimos o nosso objetivo de recolher as assinaturas suficientes para apresentarmos na Assembleia da República, de modo a ser discutido em plenário, a construção do novo centro de saúde, para que possamos ter mais condições de atendimento e para que mais médicos possam vir para a Baixa da Banheira". Entretanto, o presidente da Câmara da Moita já confirmou que existe trabalho a ser efectuado com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo para celebrar um protocolo, em breve, que permita avançar com a construção do novo Centro de Saúde. As duas entidades já tem uma localização do futuro equipamento de saúde. 

Atual Centro de Saúde funciona num prédio de habitação 

Além de exigir a construção de um novo Centro de Saúde da Baixa da Banheira, por considerar que o atual funciona num prédio sem condições, a Comissão de Utentes alertou também para a necessidade de reforçar o número de médicos.
Vários grupos parlamentares já questionaram o Governo sobre a situação do Centro de Saúde da Baixa da Banheira, exigindo saber quando a obra vai avançar, depois de ter sido anunciada a sua construção.
"Após a marcação da audiência pelo Presidente da Assembleia da República, o passo seguinte será a entrega na Assembleia da República do processo, pelo que apelamos à população da Baixa da Banheira que, nesse dia, que depois iremos divulgar, se desloquem com a Comissão de Utentes e participem em mais esta jornada de luta", pode ler-se no comunicado.
A comissão referiu ainda que foi informada, em reunião entre as partes, que a Câmara da Moita, liderada por Rui Garcia, já apresentou à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, uma proposta de terreno para o novo Centro de Saúde.
"O terreno está situado junto à linha férrea perto da Escola D. João I, logo a seguir à rotunda com a escultura dedicada ao 25 de Abril de 1974. Esta proposta terá de ser aprovada ainda em sessão de Câmara a realizar durante o mês de Janeiro e em sessão da Assembleia Municipal a realizar no início do mês de fevereiro deste ano", salientou.
A Comissão de Utentes já agendou uma sessão pública para o dia 18 de Fevereiro, pelas 10 horas horas, a fim de discutir o assunto com a população e definir formas de luta.

ARS e Câmara da Moita já tem acordo para o novo equipamento 
Entretanto, o presidente da Câmara da Moita já confirmou que existe trabalho a ser efectuado com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo para celebrar um protocolo, em breve, que permita avançar com a construção do novo Centro de Saúde da Baixa da Banheira.
“Confirmamos que existe trabalho entre a Câmara Municipal da Moita e a ARS de Lisboa e Vale do Tejo com vista à celebração de um protocolo entre estas duas entidades para a construção do novo Centro de Saúde da Baixa da Banheira, que vai ser celebrado muito em breve”, diz a autarquia liderada por Rui Garcia. 
A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo anunciou que já acordou com a autarquia da Moita a localização do novo Centro de Saúde da Baixa da Banheira, referindo que vai ser assinado um protocolo.
A Comissão de Utentes já agendou uma sessão pública para o dia 18 de Fevereiro, pelas 10 horas horas, a fim de discutir o assunto com a população e definir formas de luta.
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Terminal do Barreiro já tem Estudo de Impacte Ambiental

Câmara acredita que o projeto é mesmo para avançar

O Estudo Impacte Ambiental sobre o novo terminal de contentores no Barreiro já foi entregue na Agência Portuguesa do Ambiente, anunciou o presidente da Câmara do Barreiro. “O Estudo Impacte Ambiental foi entregue na Agência Portuguesa do Ambiente e já está a decorrer o prazo que tem para avaliar o estudo. Depois haverá um espaço de discussão formal pública e posteriormente o governo está em condições de tomar uma decisão definitiva”, disse Carlos Humberto. O autarca defendeu que acredita que o projeto é mesmo para avançar.

Barreiro pode receber novo terminal de contentores 

“Já foi anunciado, no âmbito dos Planos do Desenvolvimento da Actividade Portuária no país, que o projecto do terminal no Barreiro é para concretizar, mas a partir dessa altura estamos em condições de preparar e lançar o concurso público internacional para esta obra”, defendeu Carlos Humberto.
O presidente da Câmara do Barreiro anunciou ainda que a autarquia vai já iniciar, ainda durante o mês de Janeiro, um conjunto de debates sobre o novo terminal de contentores no Barreiro.
A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino garantiu, durante o encontro para apresentação da ‘Estratégia para o aumento da Competitividade Portuária 2017/2026′, que decorreu em Setúbal, a 16 de Janeiro, que ainda não há uma decisão definitiva do Governo sobre a construção daquela infraestrutura portuária, mas garantiu que, a ser construído, o futuro terminal não irá prejudicar a actividade do porto de Setúbal.
“Mesmo tendo em conta a eventual concorrência do novo terminal do Barreiro, o porto de Setúbal terá um crescimento de 60 por cento. Sem o terminal [do Barreiro], porventura cresceria mais um pouco”, disse Ana Paula Vitorino.
Em Dezembro de 2016 foi anunciado que a Infraestruturas de Portugal vai avançar com um concurso para fazer um estudo sobre as acessibilidades rodoferroviárias ao terminal de contentores no Barreiro.
O estudo, orçado em 600 mil euros, tem um prazo de execução de 180 dias a partir do momento em que seja assinado o contrato com a entidade que ficar responsável por o efectuar.
O documento estará dividido em duas fases, avançando primeiro os levantamentos topográficos, o estudo de tráfego, estudo de viabilidade ambiental e o estudo de viabilidade, com o valor de 150 mil euros.
A segunda fase será para a prospecção geotécnica com o mapa de quantidades de geotecnia, o Estudo Prévio e o Estudo de Impacte Ambiental, com o valor de 450 mil euros.
O território da Baía do Tejo, no concelho do Barreiro, está a ser estudado como hipótese para receber o novo terminal de contentores de Lisboa.
O equipamento representa um investimento de cerca de 700 milhões de euros para uma área de contentores e multiusos, numa área logística de cerca de 400 hectares.
A plataforma multimodal inclui o terminal de contentores com capacidade para 2,7 milhões de teus (medida standard utilizada para calcular o volume de um contentor) por ano.

Agência de Notícias com  Lusa 

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Bar e Esplanada de S.Filipe voltam a abrir em Setúbal

Acordo entre Câmara e Grupo Pestana reabre Forte de S. Filipe na Primavera 

O bar e a esplanada do Forte de S. Filipe, localizado na Serra da Arrábida, com vista sobre Setúbal e a baía, vão reabrir após a celebração, nesta quarta-feira, de um contrato de concessão à Câmara de Setúbal pelo Grupo Pestana Pousadas. “Este é um ato importante”, frisou Luís Castanheira Lopes, vogal do Conselho de Administração do Grupo Pestana Pousadas – Investimentos Turísticos, sobre o contrato de comodato celebrado no Forte de S. Filipe, onde está instalada uma Pousada de Portugal, atualmente encerrada ao público devido à necessidade de obras de consolidação de uma das encostas.
Acordo foi assinado esta quarta-feira no Forte de S. Filipe 

A importância do momento foi realçada pelo responsável da empresa gestora da pousada porque a garantia “do funcionamento do bar e da esplanada é tanto do interesse da Câmara Municipal como do próprio Grupo Pestana”, garantiu Luís Castanheira Lopes. 
O contrato assinado pela autarquia e pela empresa gestora da Pousada de S. Filipe viabiliza que a Câmara de Setúbal explore o bar e a esplanada, que proporciona uma das paisagens mais apelativas sobre a cidade e o rio Sado, assim como a gestão da área da receção e casas de banho.
O acordo possibilita que parte do Forte de S. Filipe se mantenha aberto ao público enquanto decorrem as obras de consolidação da encosta, intervenção que o Grupo Pestana Pousadas concluiu ser incompatível com o normal funcionamento do estabelecimento hoteleiro ali existente, tendo, por isso, encerrado o espaço durante esta fase.
“Espero que esta parceria com o Grupo Pestana ainda dê muitos frutos, como a requalificação da pousada ou até mesmo, e aqui já estou a meter uma cunha, para a sua ampliação”, desafiou a presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, na celebração do contrato de comodato, cerimónia que contou também com a assinatura do presidente do Conselho de Administração do Grupo Pestana Pousada, José Castelão Costa.

Autarquia substitui o Estado 
Maria das Dores Meira recordou o envolvimento e a importância das parcerias geradas entre várias entidades para que o projeto de consolidação da encosta do forte se torne realidade. “A burocracia foi um travão para o desbloquear das obras. Por isso, a Câmara Municipal assumiu ser a dona da obra neste monumento nacional, assumindo, ainda, custos, pelos quais, é preciso dizer, será depois ressarcida pelo Estado”. 
A autarquia setubalense salvaguarda, agora, com este contrato de comodato, que o monumento retome o importante papel de ponto de visita turístico da cidade no hiato em que a Pousada de Portugal se encontra inativa.
Os riscos que apontam para o desmoronamento de parte do Forte de S. Filipe já foram alvo de trabalhos de contenção, não constituindo perigo para visitantes do bar e da esplanada, zonas que estão salvaguardadas de qualquer ameaça, mesmo no decurso das obras a desenvolver num futuro próximo.
Desde Março de 2016, está em vigor um protocolo entre a Câmara  de Setúbal, as direções-gerais do Tesouro e Finanças e do Património Cultural, representantes do Estado neste processo, a Enatur e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, com vista à intervenção de natureza estrutural destinada a evitar a derrocada da encosta do monumento nacional datado do século XVI.
A autarquia assumiu a liderança do processo para facilitar uma candidatura ao financiamento das obras, substituindo-se, assim, a um papel que é da competência do Estado português.
O Forte de S. Filipe, encerrado ao público por motivos segurança desde Novembro de 2014, "vai reabrir, assim, graças à intervenção da Câmara Municipal, entidade que assegurará, embora temporariamente, ações de cariz turístico-cultural e promocional do concelho nas áreas do monumento agora cedidas pelo Grupo Pestana Pousadas", refere a autarquia sadina em comunicado.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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Queixas de utentes levam a inspecção nos TST

TST na mira da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes

Os Transportes Sul do Tejo (TST) começaram a ser alvo de uma ação inspetiva devido à "quantidade de reclamações sobre os serviços", avançou, no Parlamento, o presidente da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes. De acordo com João Amaral Carvalho, que falava na comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, a ação inspetiva nos TST surge depois de uma outra começada em 2016, que incidiu em 36 operadores de transportes a nível nacional, que representam 86 por cento das carreiras registadas.
Reclamações dos utentes dos TST  levam a inspecção da AMT  

Segundo o presidente da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, o objetivo destas ações é ter a perceção dos contratos que os operadores têm e quais as carreiras que operam.
João Amaral Carvalho lembrou ainda que, da ação inspetiva de três dias realizada no Metropolitano de Lisboa, já saiu um "relatório preliminar" que foi enviado ao Metro, estando agora a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes à espera do contraditório para a elaboração do relatório final.
A 23 de Novembro último, a Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul  realizou uma ação de protesto junto às instalações da empresa TST, para contestar o serviço que "está degradado e a frota obsoleta".
"Realizámos esta ação de protesto devido à degradação do serviço prestado pelos TST. Depois de cortarem carreiras e horários, agora nem os horários cumprem. A frota está também obsoleta e muito degradada", disse Luísa Ramos, da Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul , à Lusa na altura.
Segundo a responsável, existem cada vez mais casos de "avarias de autocarros em serviço", bem como falta de condições para transportar pessoas com mobilidade reduzida.
"Esta empresa tem uma frota envelhecida, sem conforto, sem higiene e com constantes avarias. Os preços são também exorbitantes", defendeu a responsável pela comissão de utentes.
Luísa Ramos afirmou ainda que os utentes exigem uma maior fiscalização ao serviço prestado pela TST por parte das entidades competentes.

Agência de Notícias com  Lusa 

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Sesimbra avança com obras escolhidas por munícipes

Propostas apresentadas nas Opções Participadas para 2016 já são visíveis

Colocação de sinalização e reforço da segurança na rede viária do concelho, arranjos em equipamentos do movimento associativo, requalificação do espaço público e instalação de contentores de recolha de resíduos urbanos são os temas mais comuns da lista de propostas que surgiram a partir das Opções Participadas 2016, no concelho de Sesimbra, que se realizaram entre Janeiro e Março do último ano. Algumas das sugestões dos munícipes já se encontram implementadas, como é o caso da instalação de contentores semienterrados, designados vulgarmente por Molok, na Cova dos Vidros, Quinta do Conde, a colocação de uma passadeira na Avenida dos Náufragos, vila de Sesimbra, o arranjo do espaço exterior do Centro Comunitário da Quinta do Conde, a colocação de calçada em frente à Moagem de Sampaio, ou a instalação de lombas redutoras de velocidade e sinalética na Azoia.
Colocação de calçada em frente da  Moagem de Sampaio 

Há temas, diz a Câmara de Sesimbra, que devido à sua complexidade, "exigiram elaboração de projetos, e vão avançar em breve, como a requalificação da Praça de Táxis de Santana e zona envolvente. Noutras situações as propostas foram enquadradas em projetos mais abrangentes da autarquia e serão integradas nessas empreitadas".
Estão neste grupo a recuperação da Mata da Vila Amália, que faz parte de uma candidatura ao programa Portugal 2020 e as pavimentações da Rua Varandas para o Mar e zona envolvente ao Grupo Desportivo e Cultural do Casal do Sapo, incluídas no programa de pavimentações em curso. "Os restantes pontos são respeitantes a propostas que vão avançar muito em breve", explica o gabinete de comunicação da autarquia.  De qualquer modo, menos de um ano depois de se terem realizado as sessões descentralizadas, em que os munícipes puderam apresentar as suas ideias, "a maioria das propostas que integraram esta edição das Opções Participadas, ou estão tratadas, ou em fase de resolução, o que permite fazer um balanço positivo desta iniciativa de democracia participativa que a Câmara Municipal leva a efeito há uma década, e que tem tido cada vez mais adesão por parte dos cidadãos", sublinha a autarquia.
Em 2016, foram disponibilizados 300 mil euros para as propostas apresentadas pelos munícipes, divididos proporcionalmente por foros, mais 50 mil euros para a votação online. No conjunto, as propostas aceites ultrapassaram esta verba mas mesmo assim a Câmara Municipal assegurou que todas fossem concretizadas.
Os orçamentos participativos iniciaram-se em Sesimbra, em 2006. Posteriormente a designação passou a ser Opções Participadas. 
Este projeto, que permitiu auscultar as opiniões e sugestões de centenas de munícipes de todo o concelho, "conseguiu concretizar um vasto conjunto de intervenções nas três freguesias, que se revelaram importantes para a melhoria da qualidade de vida das populações", realça a Câmara liderada por Augusto Pólvora.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra 
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Acidente faz 34 feridos na ligação fluvial Barreiro /Lisboa

Catamarã embateu no cais do Terreiro do Paço e fez 34 feridos

O catamarã Antero de Quental embateu hoje, às 8h39, no cais do Terreiro do Paço, em Lisboa, quando fazia manobras para atracar. O nevoeiro e velocidade excessiva podem ter estado na origem do acidente, apontou o capitão do Porto de Lisboa. O barco fazia a ligação entre o Barreiro e o Terreiro do Paço. O comandante do Porto de Lisboa informou que se registaram 34 feridos, tendo 23 deles sido transportados para o hospital: 12 para São José, oito para Santa Maria, dois para São Francisco Xavier e uma mulher grávida de 19 semanas para a Maternidade Alfredo da Costa. De acordo com a mesma fonte tratam-se de ferimentos ligeiros.

Acidente ocorreu esta manhã à chegada ao Terreiro do Paço

Ao chegar ao cais do Terreiro do Paço, em Lisboa, o nevoeiro adensa-se. Terá sido também essa neblina que contribuiu para que esta manhã, pelas 8h30, o ferry Antero de Quental, da Soflusa, embatesse contra o cais quando estava a atracar no cais Sul/Sueste.
O balanço final aponta para 34 feridos ligeiros, dos quais 32 são mulheres e dois homens, que foram reencaminhados por precaução para o Hospital de Santa Maria, Hospital de S. José, São Francisco de Xavier e Maternidade Alfredo da Costa. A embarcação não terá ficado danificada.
"Só um tinha evidências de fratura num membro inferior", apontou o comandante do Porto de Lisboa, José Isabel. "Todos os outros foram imobilizados por uma questão de precaução e serão avaliados no hospital", afirmou.
Responsável clínico do Hospital de São José confirmou estas informações à SIC e adiantou que a mulher grávida que foi transportada para a Maternidade já realizou exames e iria ter alta. Segundo a SIC, três outros passageiros deslocaram-se ao Hospital de São José por iniciativa própria.

As causas do acidente alvo de inquérito 
O comandante da embarcação já foi ouvido pelas autoridades marítimas, garante aos jornalistas o comandante do Porto de Lisboa. E, embora ainda seja cedo para se falar em erro humano, “para a manobra e proximidade a que se encontrava do cais”, a velocidade “terá sido excessiva” e “não seria a mais adequada”.
A embarcação em causa é da empresa Transtejo e operada pela Soflusa. Tem capacidade para 600 passageiros e a bordo seguiam 561 passageiros e quatro tripulantes, de acordo com informações do administrador José Bagarrão.
Em declarações aos jornalistas no local, o administrador adiantou que vai ser criada uma comissão de inquérito para investigar as causas do acidente. Admitiu, contudo, que o nevoeiro "é uma das hipóteses entre muitas" que podem ter estado na origem do choque violento da embarcação com o pontão e que levou alguns passageiros a serem projetados.
O mesmo responsável garantiu que o catamarã em causa estava em perfeitas condições, com certificado de navegabilidade válido e inspeções em dia.
O comandante do Porto de Lisboa elogiou a “coordenação excelente” entre as várias forças presentes no local: autoridades marítimas, Sapadores de Bombeiros de Lisboa e Bombeiros Voluntários de Lisboa, Proteção Civil municipal, INEM.

Situação está normalizada no Terreiro do Paço 
No cais do Terreiro do Paço a normalidade voltou. As autoridades marítimas e os bombeiros desmobilizaram, passageiros provenientes de várias embarcações continuam a sair de a entrar. Junto ao rio, o ruído do cais. E não há Antero de Quental à vista (a embarcação foi entretanto retirada para permitir que o cais ficasse novamente operacional).
Teresa, de 54 anos, está no local a trabalhar. Não se apercebeu do acidente “até começar a ver os feridos a chegar”. Estava a limpar o cais desde as oito da manhã, como habitualmente, quando reparou que alguma coisa errada se tinha passado.
“Comecei a ver os feridos a chegar [à zona das bilheteiras], ambulâncias, bombeiros...”, conta ao Expresso, enquanto continua o seu trabalho. “Mas não vi o acidente, nem ouvi qualquer ruído. O cais é mais afastado desta zona de entrada”, contou a mulher ao jornal Expresso.

Agência de Notícias 
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Escola de Santo André pode fechar por falta de funcionários

"Um terço dos funcionários encontra-se de baixa médica" 

Cerca de um terço dos funcionários do Agrupamento de Escolas de Santo André, no concelho de Santiago do Cacém, tem estado ausente com baixa médica, segundo a direcção que pondera encerrar um dos estabelecimentos de ensino. A tutela diz estar atenta à situação, mas problema continua por resolver. Um terço dos funcionários encontra-se de baixa médica, alerta a directora do Agrupamento de Escolas de Santo André, Manuela Teixeira. 

Alunos podem ficar sem aulas por falta de funcionários 

“Temos 11 funcionários de baixa por doença e um que abandonou as funções, que tem um processo disciplinar a decorrer, mas continua a constar como funcionário. Temos funcionários de baixa há mais de um ano e não há junta médica para avaliar estes casos”, disse ontem à agência Lusa a directora do Agrupamento de Escolas de Santo André, Manuela Teixeira.
Em resposta à Lusa, o Ministério da Educação diz estar “a acompanhar de perto a situação” para “poder resolver os efeitos causados pelas ausências motivadas por baixas médicas”.
Ao todo, o agrupamento, que conta com “cerca de 1500 alunos”, gere seis escolas na freguesia de Santo André, sendo quatro delas do primeiro ciclo (três em Vila Nova de Santo André e uma na aldeia do Deixa-o-Resto), uma do segundo ciclo e uma escola secundária.
A ausência de uma parte significativa dos funcionários por motivos de doença tem-se prolongado nos últimos dois anos, tendo no passado mês de Dezembro “entrado mais uma pessoa de baixa” e estando previsto, “no dia 30 mais uma baixa de uma funcionária que vai fazer uma cirurgia com três a quatro meses de período de convalescença”, explicou Manuela Teixeira.
Na Escola Secundária Padre António Macedo, em Vila Nova de Santo André, está “um funcionário” sozinho entre as 18 e as 24 horas, o que, argumentou a responsável do agrupamento, “é manifestamente insuficiente para assegurar tarefas”.
Na unidade de ensino estruturado, que acompanha crianças com necessidades educativas especiais, em “substituição” de duas assistentes operacionais a tempo inteiro estão “duas tarefeiras a meio tempo” (quatro horas por dia cada), “uma de manhã e outra à tarde”, que asseguram ainda “o acompanhamento dos meninos na deslocação às piscinas”. A situação tem levado a que os funcionários que estão ao serviço se “desdobrem” e “andem cansados”, apontou a mesma responsável, indicando que a média de idade destes trabalhadores “ronda os 58 anos”.
Apesar de já ter pedido aos serviços regionais do Ministério da Educação “a afectação de mais pessoas ao agrupamento”, Manuela Teixeira disse não ter ainda tido “nenhuma resposta”, tendo também já informado que, a “continuar assim”, terá que ser “encerrada uma escola”.

Agência de Notícias com Lusa
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Utentes querem médicos de família para o litoral alentejano

Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines querem "melhor saúde" 

A contratação de mais médicos de família e o investimento em novas instalações para extensões e centros de saúde em várias localidades do litoral alentejano são algumas das exigências das comissões de utentes da região. "No Alentejo litoral existem cerca de 30 mil utentes sem médico de família, pelo que exigimos a contratação de mais médicos de família", escreve num comunicado enviado à agência Lusa a coordenadora das comissões de utentes da região, que abrange os concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines e Odemira.
30 mil utentes sem médico de família no Litoral Alentejano 

Contactado pela agência Lusa, o presidente da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, Paulo Espiga, negou haver "30 mil pessoas sem médico de família" na região e afirmou que "neste momento" há "cerca de doze mil utentes" nessa situação, que prevê passarem a "sete mil" a partir de fevereiro, com o reforço de mais "três médicos".
No comunicado, divulgado na sequência de uma reunião com o conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, os utentes apontam ainda o "incumprimento dos tempos máximos de resposta garantidos", no Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, distrito de Setúbal, para "consulta, cirurgia e exames".
O tempo de espera de "cerca de dois anos" para "uma colonoscopia e cerca de 1600 utentes em lista de espera para cirurgia oftalmológica" são dois dos exemplos dados pelos utentes.
As comissões de utentes prometem ainda continuar a lutar, em relação ao Hospital de Santiago do Cacém, "pela contratação de mais médicos, enfermeiros, auxiliares e outros profissionais de saúde, pela ampliação urgente do serviço de urgência e pelo cumprimento dos tempos máximos de resposta garantidos nas consultas e cirurgias de algumas especialidades".
É o caso, exemplificam, da cardiologia, gastrenterologia, medicina interna, medicina física e de reabilitação, urologia, ortopedia e pediatria.
Em relação às "listas de espera" no Hospital do Litoral Alentejano o presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano indicou que passaram a ser emitidas "credenciais para os utentes poderem ir a locais convencionados", no caso de colonoscopias de rastreio, e que, nos casos "de intervenção", as consultas "são garantidas em menos de 30 dias internamente".
Quanto à especialidade de oftalmologia, Paulo Espiga esclareceu que os "1600 utentes" estão "em lista de espera" para "primeira consulta e não para cirurgia", assegurando que "não há cirurgia fora do tempo máximo garantido, que é de nove meses" e lembrou que os serviços estão "a recuperar de uma lista de espera de quatro mil utentes".
O presidente da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano reconheceu, contudo, haver "tempos de espera que não estão a ser respeitados" nas especialidades de "urologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia" por falta de especialistas.

Utentes querem mais equipamentos de saúde na região 
Os utentes enumeram ainda as necessidades em termos de equipamentos, infraestruturas e serviços na região abrangida pela Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, defendendo, para Alcácer do Sal, uma Ambulância de Suporte Básico de Vida no Serviço de Urgência Básica do Centro de Saúde, uma Unidade Móvel de Saúde e uma extensão de Saúde em Palma "com condições condignas".
O Serviço de Atendimento Permanente do Centro de Saúde aberto 24 horas por dia em Grândola é também defendido pelos utentes, que pedem serviço de enfermagem na extensão de Saúde de Canal Caveira e novas extensões de saúde em Melides, bem como em Sabóia e em Vila Nova de Milfontes, no concelho de Odemira.
Em Santiago do Cacém, os utentes prometem continuar a lutar pela construção de um novo Centro de Saúde, pela reparação da extensão de Saúde de Vila Nova de Santo André, pela ampliação do serviço de urgência do Hospital do Litoral Alentejano e, no concelho vizinho de Sines, a "abertura imediata" do novo Centro de Saúde da cidade.

Agência de Notícias com Lusa
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Há flores no Cais do Seixalinho no Montijo

A sua florista na Capital da Flor

Foi com entusiasmo e emoção que Vítor e Anabela Araújo, proprietários da Florineve, realizaram, no dia 20 de Janeiro, no Cais do Seixalinho, a abertura oficial da loja Flores no Cais, o seu novo projeto empresarial. “É o realizar de um sonho. Numa das portas de entrada da nossa cidade, apostámos num espaço diferente. Sinto-me muito orgulhosa do espaço, desta equipa e de todos os que colaboram connosco”, afirmou Anabela Araújo.
Flores do Cais querem alegrar quem chega e parte do Montijo 

Um momento único para Vítor e Anabela Araújo, que foi partilhado por muitos convidados, entre os quais o presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, que desejou os maiores sucessos à Flores no Cais.
“O Vítor e a Anabela são dois dos grandes empresários do Montijo. Este é um investimento de grande simbolismo e de grande dimensão para a cidade, que ajuda a dinamizar o espaço do Cais do Seixalinho”, disse o autarca.
A Flores no Cais está aberta, diariamente, no Cais do Seixalinho, num espaço onde as flores são o elemento principal, mas não o único, destacando-se igualmente objetos de decoração de interiores.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
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Museu da Música de Pinhal Novo com protocolo

Protocolo com a Câmara de Palmela permite acesso em condições vantajosas

A Câmara de Palmela e o Museu da Música Mecânica celebraram um Protocolo de Colaboração com o objetivo de dinamizar aquele importante espólio junto da comunidade local e da região, nomeadamente, através de grupos organizados através do Serviço Educativo do Museu Municipal, e das áreas do Turismo e da Intervenção Social.  Inaugurado em Outubro de 2016, o Museu da Música Mecânica - instalado em Arraiados, na freguesia de Pinhal Novo – constitui a concretização de uma aspiração do seu proprietário, Luís Cangueiro, que remonta a 2005, quando o município recebeu a exposição “Sons para ver, ouvir e sentir – instrumentos de música mecânica”, na Igreja de Santiago, Castelo de Palmela, iniciativa que constituiu um êxito.
Museu foi inaugurado em Outubro pelo Presidente da República 


Este protocolo, explica a Câmara de Palmela, "reconhece o interesse público municipal do museu e estabelece as condições de acesso da comunidade ao referido equipamento cultural, nomeadamente, com ações didático-pedagógicas para o público escolar sem quaisquer custos para os visitantes ou acessos beneficiados, nomeadamente, no Dia Mundial da Criança e no Dia Internacional do Idoso, apesentando ainda descontos para os portadores do Cartão Municipal Idade Maior e do Palmela Tourist Card".
O Museu da Música Mecânica, no Pinhal Novo, abriu portas em Outubro do ano passado e parece uma gigante caixa de música, perdida numa vinha de Arraiados. Em cerca de mil metros quadrados, há centenas de instrumentos mecânicos para ouvir e todos contam uma história, desde os finais do século XIX até à década de 30 do século XX. O acervo do colecionador Luís António Cangueiro era pensado há mais de 15 anos. 
O novo espaço cultural  da freguesia permite ver, ouvir e sentir o som original de peças com mais de cem anos de história. A construção deste museu “é uma iniciativa privada do colecionador Luís Cangueiro”, que durante mais de três décadas reuniu um total de 600 peças do Século XIX à década de 30 do Século XX. “Estes exemplares eram as únicas máquinas que durante este período tinham a possibilidade de produzir música”, explica Luís Cangueiro. Todas as peças estão em estado de funcionamento. "Trata-se de uma coleção particular, reunida ao longo de uma vida e representativa de toda a música mecânica. As diversas tipologias distribuem-se pelos mais variados instrumentos, desde as mais antigas caixas de música de cilindro de madeira ou de metal às mais recentes e populares grafonolas", diz a direção do museu, que se situa na localidade de Arraiados, às portas de Pinhal Novo.
"É um privilégio podermos ver, ouvir e sentir peças centenárias que poderemos interpretar como um sinal da vida do homem através dos tempos, a expressão da sua cultura, a manifestação livre do seu poder criador", diz Luís Cangueiro.
O Museu da Música Mecânica tem como missão preservar e divulgar uma colecção particular representativa de toda a música mecânica através de um espaço interactivo e de uma oferta cultural inovadora.
O edifício, da autoria de Miguel Marcelino, é um espaço inspirador e constitui um novo foco de interesse e orgulho por parte da comunidade. 
Além da coleção musical de qualidade internacional, com cerca de seis centenas de objetos, integra, ainda, um auditório, sala de exposições, centro de documentação, loja e cafetaria.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela

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