Dá um Gosto ao ADN

Sesimbra na Bolsa de Turismo de Lisboa

Sesimbra, um mundo de tradição para descobrir na BTL

A Câmara Municipal de Sesimbra vai marcar presença na 24.ª edição da Bolsa de Turismo de Lisboa – Feira Internacional de Turismo, que decorre até 4 de março na FIL, no Parque das Nações, em Lisboa. 

Sesimbra quer mostrar na BTL o que tem de melhor

Trata-se da 7.ª participação da autarquia no maior acontecimento nacional dedicado à promoção dos destinos turísticos, que recebe todos os anos milhares de visitantes, o que garante, à partida, uma grande projeção das potencialidades do concelho de Sesimbra.
À semelhança do ano anterior, para além da divulgação do turismo de natureza, mergulho, praias, património, tradições e gastronomia, será dada continuidade aos passatempos, que permitem aos vencedores conhecerem alguns produtos de Sesimbra, oferecidos por agentes  turísticos do concelho.
Há um ano, na mesma feira, Felícia Costa, vereadora do Pelouro de Turismo, esclareceu que a Câmara se esforça por evidenciar a presença do município com um stand próprio “porque Sesimbra tem um imenso potencial”. Acreditando que “o património cultural e edificado, a gastronomia e a associação da pesca à serra e mar fazem de Sesimbra uma potencialidade para receber turistas ao longo de todo o ano”, Felícia Costa lembrou que o fundamental “é passar a mensagem de que há mais Sesimbra para lá da época de Verão”. 

Produtos típicos em exposição

A Farinha Torrada, o mel, o pão, o queijo e a doçaria vão estar em destaque no stand de Sesimbra na Bolsa de Turismo de Lisboa. A intenção é dar a conhecer um conjunto de produtos que normalmente não são associados ao concelho, mas que são representativos da sua agricultura, apicultura ou doçaria, por exemplo.
A oportunidade de aparecerem numa das maiores montras de turismo
que se realiza em Portugal, e que recebe cerca de 60 mil visitantes por edição, é um incentivo à manutenção destas atividades, essenciais para valorizar um tipo de turismo onde o contacto com as raízes culturais locais é cada vez mais importante.
Para além destas ações, Sesimbra divulgará os pontos fortes da sua oferta turística, como o mar, a praia, o mergulho, o turismo de natureza ou o património.
A 24.ª edição da BTL abriu esta tarde e ficará até 4 de março na FIL, Parque das Nações. A presença do município, pelo 7.º ano consecutivo, insere-se numa estratégia de promoção do destino Sesimbra. 

Paulo Jorge Oliveira 


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Hip Hop Tuga

Reticências da Sociedade by Ana Sofia Horta

São sempre demasiadas as formas para nos expressarmos – hip hop tuga

O hip hop nasceu na década 70 em àreas com comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas de Nova iorque. Afrika Bambaataa  pseudônimo de Kevin Donovan (Bronx) é um DJ estado-unidense e líder da Zulu Nation, reconhecido como fundador oficial do Hip Hop.



Nasceu e foi criado no Bronx e, quando jovem, fazia parte de um gangue. Reconhecido como o criador oficial do movimento, estabeleceu quatro pilares essenciais na cultura hip hop: o rap, o DJing,  a breakdance e a escrita do grafite.
Desde quando emergiu primeiramente no South Bronx (zona com bairros), a cultura hip hop se espalhou por todo o mundo. Posteriormente, foi acompanhada pelo rap, identificado como um estilo musical de ritmo e poesia, com uma técnica vocal diferente para utilizar dos efeitos dos DJs.

O hip hop chegou a Portugal na década seguinte, começando pelos guetos mas espalhando-se depressa e infiltrando os suburbios da cidade de Lisboa  e Porto. Zonas como Massamá, Amadora, Cacém, Vila Nova de Gaia, Maia, e Margem Sul do Tejo foram consideradas o berço deste movimento.
Ma de Radio "Novo Rap Jovem" numa extinta radio a radio energia, em 1994 quando a RDP decidiu criar a terceira radio o mesmo se mudou para a Antena 3 onde passou apresentar o Repto o programa de radio mais divulgou o Rap nacional onde passava muitas das maquetes de artistas que mais tarde iriam se firmar no panorama nacional.
Foi com a compilação Rapública lançada em 1994 que o hip hop se afirmou de vez entre os portugueses. O refrão “Não sabe nadar, yo” chegou às bocas do povo rapidamente. Até o Presidente da República na época, Mário Soares, o usou num dos seus discursos polémicos: “As gravuras não sabem nadar, yo!”
Começaram a despertar álbuns marginais, mais alternativos e caseiros, sem quaisquer preocupações comerciais. Como referiu Sam the Kid, uma das estrelas do hip hop tuga, numa entrevista “as pessoas quando começam a fazer música não pensam no negócio, pensam só em criar”.
Depois de 10 anos do movimento, surgiram grandes álbuns, pelas grandes gravadoras, que uniram o útil ao agradável. Apostaram, assim, na fusão entre o rap e vários estilos musicais para atingir um público-alvo bastante selectivo - os jovens.
E assim o hip hop tornou-se numa forma, num movimento de protesto e defesa da sociedade, apontando o que está mal e glorificando o que temos de melhor. A beleza está nos beats, nas rimas, nos compassos, na originalidade de cantar as palavras e inventar títulos, sendo ao mesmo tempo uns bons historiadores e jovens cultos que percebem o que fazem e o que dizem sem pensar na sua comercialização nem na sua fama exemplos? Sam the Kid e Valete.

Com a ajuda da wikipédia.



Ana Sofia Silva Horta

Educadora de Infância no Desemprego

Oeiras 


[Escreve todas as terças-feiras na rubrica Reticências da Sociedade]



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Whitney Houston 

A doença dos três nãos 














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1ª Jornada da Taça de Portugal de Dança Desportiva

Danças de Salão aqueceram noite  em Pinhal Novo 

A delicadeza e a arte dos cerca de 250 pares levaram ao rubro um público que não deixou de aplaudir, com paixão, o espectáculo. O Estelas de Algeruz jogou forte no evento e ganhou mais uma vez a aposta... A avaliar pela enchente que chegou, um pouco, de todo o país ao Pinhal Novo para ver os melhores dançarinos do país em Samba, Cha Cha Cha, Paso Doble, Jive e Rumba na primeira jornada da Taça de Portugal de Dança Desportiva.

Não faltou cor e sensualidade à 1ª prova de dança do ano 


O Pavilhão Municipal de Pinhal Novo recebeu no último sábado, 25 de fevereiro, a primeira jornada da Taça de Portugal em Danças Desportivas. A “escola” de Dança de Algeruz é uma das melhores do país. Onde, desde sempre, os “pares” vão aperfeiçoando o seu pezinho de Dança, donde sairão, mais tarde, vedetas da modalidade. No último sábado, entre os vencedores, estavam Mário Ferreira e Vitória Paduraru que defenderam com esmero as honras da casa, não deixando por mãos alheias os seus dotes na arte de bem Dançar. Conquistaram para o Estrelas de Algeruz o primeiro lugar em Juniores Intermédios, nas Danças Standard. Logo seguido pelo par Vladut Catalina e Catarina Lixa.
Para Dulce Moreira, professora de dança que veio desde Lisboa, não é muito fácil sensibilizar, principalmente os homens, para esta arte: “muitos até gostam, mas têm muita vergonha dos rótulos que a sociedade, infelizmente, gosta de atribuir. Nas mulheres é tudo muito mais fácil”, disse. “As danças desportivas nasceram das danças de salão, só que as suas regras foram adaptadas para que fosse possível torná-la numa modalidade desportiva”, contou a professora de dança ao ADN enquanto ensaiava um passe de Rumba com uma das suas alunas.

Dançarina triste
Pela dança "fazem tudo" dizem os "pares" 

Rita Rocha, de Felgueiras, estava “desanimada” com tudo. Ainda viajou para Pinhal Novo mas não conseguiu competir. “Foi horrível. Tenho tido um início de ano muito complicado. As coisas não correm bem, apesar do nosso esforço. Sai de casa, de uma aldeia perto de Felgueiras, muito cedo e estava cansada”. Reconheço que “ainda falta muito trabalho para chegar ao topo”, mas com muita dança, muita sorte, “espero chegar lá”. Porque dança? “Pelo gosto, pela sensualidade, pelo movimento”. Mas na dança, diz, “o importante é termos o par certo”. E João, par de Lúcia, também disse que “esperava ser feliz” na competição de Pinhal Novo. “A Rita não conseguia conter as dores e não valia a pena esforçar-nos”. Mas, diz Rita – sentada no chão do pavilhão – que “o sonho vai continuar. Melhores danças virão”.
Sílvia e Marco saíram de Portimão às 8 horas da manhã só para assistirem a mais uma jornada da Taça de Portugal, em Pinhal Novo. A dança, para o par do Algarve, é “um modo de vida. A socialização, a saúde física e mental, uma excelente forma de fazer desporto” são argumentos usados pelos vários participantes para justificarem a sua rendição à dança desportiva.  
Mas se há muitos a participar em competições, há outros tantos que preferem apenas a vertente lúdica e social, chegando mesmo a recusar participar em competições. Curiosa é a forma que uma dançarina dos Alunos de Apolo – uma das maiores academias de dança do país – tem para cativar novas pessoas para a dança, “mesmo quem não anda, dança!”. Carla explica ao ADN que “todos começam na dança pela dança e depois cada um faz o caminho que melhor lhe convier”.
Mas não se pense que pelo mundo da Dança Desportiva está tudo bem. Diz Dulce Moreira que “existe muitas jogadas de bastidores e muitos jogos de interesse que em nada contribui para o bom ambiente da dança desportiva”. Há até quem defenda uma “revolução” na Dança. Mas considera a professa de que “isso não pode estragar a dança. Acredito que isto também se passe noutros países, mas não é por isso que nos devemos encostar e pensar que se os outros fazem também podemos. Alguém, a quem lhe caiba a responsabilidade, que faça alguma coisa. A não ser que tenham medo que o ‘tacho’ da associação dos profissionais se perca”.

As meninas não dançam em Pinhal Novo

Não faltou público atento 

Polémicas de parte, a festa da dança foi bonita. Adriana, Patrícia e Andreia são de Pinhal Novo e querem que a vila “crie condições para ter uma grande escola de dança de grande qualidade e competitiva”, confessou Andreia. “São espectáculos deslumbrantes só ao nível dos melhores. Nós, por cá, poucas escolas de dança temos para devolver um trabalho assim. Hoje, os clubes, as associações, as colectividades da terra, tem BTT com fartura, tem atletismo, pesca, judo e outros desportos e esquecem quem gosta de dançar-. Embora já hajam algumas associações a devolver a dança”.
De resto a noite foi de muita festa, muita cor e muita sensualidade. Venham mais noites assim...

Paulo Jorge Oliveira

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Produtores de Arroz manifestam-se a 14 de março

Produtores de Arroz de Alcácer contra venda da EPAC

A Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal e os pequenos e médios Agricultores produtores de arroz, que não dispõem de secadores, manifestam-se contra a venda em hasta pública do Centro de Secagem em Alcácer do Sal, interrompendo um processo de cedência aos atuais utilizadores.

Alcácer do Sal é um dos maiores produtores de arroz do país 

A Associação do Distrito de Setúbal e os pequenos e médios Agricultores produtores de arroz que não possuem secadores foram surpreendidos pela decisão do Governo de vender em hasta pública, marcada para 14 de março, o Centro de Secagem da ex-EPAC em Alcácer do Sal.
Para os agricultores, esta situação vai interromper “um processo de cedência das referidas instalações aos actuais utilizadores iniciado em 25 de Janeiro, com o ministro António Serrano, em que foram aceites as condições propostas pelo Ministério da Agricultura e das Finanças”.
A associação refere em comunicado que “desde de 4 de fevereiro de 2003 por despacho do então ministro da Agricultura Sevinato Pinto, foi determinado que os centros de secagem da ex-EPAC fossem colocados ao serviço dos agricultores produtores de arroz (sem secadores próprios) da Herdade da Comporta e Vale do Sado como resposta à luta e denúncia dos agricultores sobre o preço praticado à produção de arroz em 2002 pela Herdade da Comporta”.
“Durante estes últimos 9 anos nos referidos secadores secaram-se sete mil  toneladas média ano provenientes de cerca de 100 agricultores, com a entrega das sobras do arroz aos agricultores, com a aquisição de máquinas de controlo de humidade do arroz, assegurando uma evidente transparência e contribuindo para a regulação dos preços desse serviço, criando condições para que o preço á produção não fosse ainda mais baixo” salienta a representação dos agricultores do distrito.

Processo de fraude social

Para os agricultores, esta atitude do Governo de querer vender em hasta pública os centros de secagem da ex-EPAC em Alcácer do Sal é de “contornos inaceitáveis de discriminação política negativa e de favorecimento, dado que em relação a mais de uma dezena de silos e secadores cujos processos foram iniciados ao mesmo tempo que este foram cedidos a agricultores e associações com reconhecida e robusta capacidade económica”.
A associação considera que “estamos alegadamente perante um processo de fraude social, económica e política de favorecimento e contornos obscuros que põe em causa para além de direitos adquiridos pelos pequenos e médios agricultores”.
Alcácer do Sal onde está situada a sede da APARROZ é “um de entre outros concelhos onde o dinheiro público destinado à agricultura tem uma mais que injusta e indigna distribuição e aplicação de ajudas”, uma vez quer “oito grandes agrários que representam (1,5%) dos agricultores recebem mais de 200 mil euros cada 394 agricultores que representam (75%) recebem menos de 20 mil euros cada”.

Agência de Noticias 

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Mês da Juventude em Palmela

Março a Partir... de Palmela

“A participação é tua!” é o lema da 17ª edição do Março a Partir, iniciativa da Câmara de Palmela com Associações Juvenis do Concelho que assinala, durante o mês de março, o Dia Nacional do Estudante (dia 24) e o Dia Nacional da Juventude (dia 28). 





Apesar do contexto de restrição financeira, o programa reúne, este ano, meia centenas de atividades - o triplo de 2011 –– em áreas como cinema, teatro, música, desporto, dança, sexualidade, solidariedade e ambiente, e conta com a participação ativa de 28 associações juvenis e grupos informais de jovens. Verdadeira Escola de Participação, o Março a Partir funciona, há três anos, com um modelo de organização composto por um grupo de trabalho onde estão representadas as associações, e as decisões são tomadas em mesa-redonda. O grupo de trabalho é constituído na reunião de avaliação da edição anterior do projeto.
O programa 2012 - com um forte apoio logístico da autarquia, nomeadamente, na cedência de espaços e equipamentos, na montagem e no transporte de estruturas e pessoas - revela-se, assim, um exemplo da riqueza, criatividade e capacidade de organização e concretização dos jovens.
Mais informações através dos contactos: 
www.juventudeinteractiva.orgdisj@cm-palmela.pt, 212 336 606, 935 321 174 e facebook.com/marcoapartir.

 Programa Semana 1 a 6 de Março

Dia 1 | 10h00 e 11h30 | Escola Básica 2/3 José Saramago, Poceirão
Fórum Sexualidade Juvenil – Um exercício de cidadania
Oficinas de trabalho com orientação técnica do DEIS – Departamento de Educação e Intervenção Social da C.M. Palmela
Por: Câmara Municipal de Palmela e Escola Básica 2/3 José Saramago

Dia 2 | 10h30 | Largo de S. João e zona envolvente, Palmela
Prova de Orientação
Por: Clube do Desporto Escolar da Escola Secundária de Palmela

Dia 3 | 22h30 | Sociedade Filarmónica Humanitária, Palmela
Palmela Sounds – Angariar a Rockar
Espetáculo de apoio às obras de remodelação do Espaço Polivalente do Okupa – Espaço Juventude, com Bandas e DJ’s.
Por: OKUPA – Espaço Juventude do Centro Social de Palmela

Dia 3 | 21h30 | Centro Cultural do Poceirão
Concerto Jovens Músicos
Com a participação do Coral Infantil e da Orquestra Juvenil dos Loureiros.
Por: Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”.

Dia 3 | 10h00 | Pinhal Novo e Rio Frio
Claminhada
Percurso: 10 Km – Pinhal Novo/Rio Frio/Pinhal Novo
Ponto de encontro: Mercado Municipal de Pinhal Novo
Por: Agrupamento 643 CNE Pinhal Novo

Dia 6 | 14h30 | Igreja de Santiago, Castelo de Palmela
MixMove de Gil Vicente
Por: Turma do 10º I do Curso Profissional de Artes do Espetáculo e Interpretação da Escola Secundária de Pinhal Novo



Março – Todo o mês

Concelho de Palmela
In The Puzzle
Performances nas cinco escolas do concelho (2º e 3º ciclo e Secundárias) e recolha de imagens vídeo e fotografia durante todo o evento por Jovens pelo Serviço Voluntário Europeu.
Por: OKUPA – Espaço Juventude do Centro Social de Palmela

Bibliotecas da Rede Municipal
Março: mês dedicado à Literatura Juvenil
Por: Câmara Municipal de Palmela

Abril

Dia 14 | Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela
Encaixa-te . Fórum Associativismo Juvenil
Espaço de discussão sobre as políticas de Juventude nacionais e europeias, a participação, a “crise” e o associativismo juvenil.
Por: OKUPA – Espaço Juventude do Centro Social de Palmela e Câmara Municipal de Palmela

Agência de Notícias 
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Mês da Juventude na Moita

Linda Martini abre mês da Juventude na Moita

O concerto com os Linda Martini, no dia 2 de março, pelas 22 horas, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, marca o arranque de mais uma Quinzena da Juventude do Concelho da Moita que, este ano, irá decorrer durante todo o mês de março, sob o mote “Querem-nos Roubar?! Quinzena a Dobrar!”, integrando diferentes iniciativas, como música, teatro, cinema, workshops, teatro e outras.
Música dos Linda Martini abre semana da juventude 

Os Linda Martini vão apresentar o seu segundo álbum “Casa Ocupada”, composto por 10 temas que mostram a razão pela qual esta banda esgota as salas que os acolhem e soma seguidores de forma fulminante. Únicos no seu universo musical, atentos e críticos, talentosos e experimentais, os Linda Martini revelaram-se, desde cedo, uma banda de culto. Hoje, com sete anos de existência, a banda é seguida por um público cada vez maior, fascinado pela densidade e poder do rock que lhes corre nas veias.
Os bilhetes podem ser adquiridos na bilheteira do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e custam 8,93 euros.


Horário da Bilheteira: 
De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h 
Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão
Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas têm que ser levantadas até 48h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Outros eventos do programa Quinzena da Juventude do Concelho da Moita podem ser consultados aqui:

Agência de Notícias 
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Pela Política... PSD visitou Salinas do Samouco

PSD quer salinas de Samouco preservadas

Os deputados do PSD eleitos pelo Distrito de Setúbal consideram que as Salinas do Samouco, no concelho de Alcochete, devem ser preservadas mas com uma lógica sustentável, de modo a gerar financiamento, para que depois possa ser reinvestido na sua protecção e desenvolvimento.

Deputados do PSD estiveram nas Salinas do Samouco 


Em visita efectuada ontem a um dos espaços ambientais mais importantes da região, Maria das Mercês Borges manifestou a sua satisfação por constatar que as “barreiras que no início estiveram ligadas à criação da Fundação que gere este espaço já terem sido ultrapassadas”.
A deputada social-democrata defende a necessidade de “conciliar o desenvolvimento com a protecção do ambiente” das Salinas do Samouco, apontando como caminho a promoção de projectos, que posteriormente permitam gerar receitas para reinvestir no desenvolvimento e na promoção deste espaço, preservando sempre a sua forte componente ambiental.
“É um património ambiental de grande valor que pode e deve ser posto ao serviço da população, sobretudo das escolas”, defende Maria das Mercês Borges, acrescentando que é um local de excelência para a observação de aves, podendo com isso captar especialistas e adeptos desta modalidade quer a nível nacional, quer no estrangeiro.

Agência de Notícias 
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Pela Política... BE preocupado com falta de profissionais na extensão de saúde


Bloco de Esquerda quer médicos de família no Poceirão

A deputada eleita pelo distrito de Setúbal, Mariana Aiveca, e o deputado da Comissão de Saúde, João Semedo, questionaram o Governo sobre a carência de médicos de família no Poceirão, freguesia rural do concelho de Palmela.

Deputada do BE questiona Governo sobre saúde no Poceirão 


A Extensão de Saúde do Poceirão tem 3.155 utentes inscritas/os e encontra-se, desde o final de 2011, sem médico de família, estando os serviços mínimos garantidos apenas 20 horas por semana. Esta situação acarreta graves transtornos para a população, já muito penalizada pela falta de transportes públicos entre os seus núcleos urbanos e a sede da freguesia.
O Bloco de Esquerda considera que o “actual funcionamento daquela unidade de saúde constitui uma séria limitação ao direito à saúde das cidadãs e dos cidadãos do Poceirão”. Situação, considera o BE, “que impede o acompanhamento e assistência médica de que a população necessita”.  
Os deputados bloquistas exigem que o Ministério da Saúde adopte medidas urgentes e imediatas para aquela extensão de saúde, de modo a garantir o efectivo acesso da população aos cuidados de saúde.
Falta agora saber a resposta do Governo e do Ministério da Saúde.

Agência de Notícias 
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IV Concurso de Fado Amador de Setúbal

Voz de Ramiro Costa conquistou Setúbal...

Ramiro Costa foi o vencedor do IV Concurso de Fado Amador de Setúbal, cuja final se realizou no dia 25, na Capricho Setubalense, numa noite em que Vanessa Rodrigues arrecadou o Prémio Especial do Público.

Ramiro Costa conquistou júri 


Com 54 anos, Ramiro Costa, natural de Santarém e a viver em Setúbal, confessou nunca ter participado numa iniciativa semelhante. “Este prémio é motivo de muito orgulho. Nunca concorri a nada e tenho que agradecer esta vitória à minha mulher, pois foi ela quem me fez participar no concurso.
O vencedor da prova organizada pela Câmara de Setúbal e a Sociedade Musical Capricho Setubalense confessou no final da noite que a vitória “foi uma surpresa”, até porque, confessou, o nervosismo foi-se instalando ao constatar a elevada qualidade dos restantes participantes.
Tanto Ramiro Costa, como a vencedora do Prémio Especial do Público, a jovem de 18 anos Vanessa Rodrigues, natural de Agualva-Cacém, Sintra, vão atuar na Feira de Sant’Iago, um dos principais certames realizados a sul do rio Tejo.
“Cremos estarem cumpridos os objetivos desta edição”, salientou ao final da noite a presidente da Autarquia, Maria das Dores Meira, sublinhando que o evento sadino promove a “revelação de grandes talentos nesta cada vez mais valorizada montra da música portuguesa”.
A autarca afirmou que a organização do concurso em Setúbal surge com naturalidade, pois o Concelho “está ligado historicamente ao fado”, recordando que muitos dos poemas de Bocage e de outros poetas locais, como António Maria Eusébio, o “Calafate”, deram origem a vários fados, acrescentando, ainda, que a cidade acolheu uma das primeiras publicações dedicadas em exclusivo a este género musical, “O Fadinho”. “É uma enorme honra ver Setúbal associada à história do fado, património imaterial da humanidade”, frisou Maria das Dores Meira.

Sala cheia para ouvir cantar o fado


Vanessa Rodrigues conquistou... o público 
O público encheu por completo o salão da Capricho Setubalense, espaço que foi adaptado e decorado ao estilo castiço de uma casa de fados, com o serão a incluir um jantar típico, com petiscos, caldo verde, bacalhau à brás e vinho.
O presidente da Capricho, Nuno Marques, salientou que “a sala cheia é sinal de que o fado tem futuro”, sublinhando ainda que o contributo da coletividade “só foi possível porque o associativismo em Setúbal está muito vivo”.
Além da atuação na Feira de Sant’Iago, Ramiro Costa vai participar no concerto “Fado em Coro”, que o Coral Luísa Todi, parceiro do evento, organiza em julho, e recebe um voucher para um fim de semana para duas pessoas no Hotel do Sado.
Rita Santos e Vanessa Rodrigues, que ficaram, respetivamente, em segundo e terceiro lugar na prova, assim como todos os restantes participantes no concurso, recebem vouchers com descontos em estadias no Hotel do Sado.
A gala final contou ainda com as atuações de Catarina Ferreira, 12 anos, vencedora da modalidade infanto-juvenil da prova, uma das novidades da edição deste ano, e da fadista Ana Laíns, que integrou a equipa do júri.
Todos os cantores foram acompanhados na guitarra portuguesa por José Batista, na viola fado por Vítor Pereira e na viola baixo por Albano Almeida.
O IV Concurso de Fado Amador de Setúbal contou ainda com os apoios do restaurante Passo do Olival, do Coral Luísa Todi, da Rádio SIM e da Junta de Freguesia de Gâmbia, Pontes e Alto da Guerra.

Agência de Notícias 
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Palmela apresenta programa Cidade Europeia do Vinho 2012 na BTL

RECEVIN e Município de Palmela celebram protocolo

O Conselho de Administração da RECEVIN - Rede Europeia das Cidades do
Vinho estará reunido em Palmela nos dias 1 e 2 de março. A apresentação do programa "Palmela Cidade Europeia do Vinho 2012" e a celebração do respetivo protocolo entre a Rede e o Município são os principais objetivos da deslocação.


Palmela é a primeira cidade europeia do vinho






Em Palmela, os responsáveis da Rede Europeia das Cidades do Vinho farão reuniões de trabalho, visitas a adegas da região e um passeio pela Arrábida, candidata a Património da Humanidade, são mais alguns dos momentos que completam o programa.







Palmela apresenta programa Cidade Europeia do Vinho 2012 na BTL

A Câmara Municipal de Palmela estará presente na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa para apresentar o programa de atividades, o vídeo promocional “Cidade Europeia do Vinho 2012” e promover os produtos locais de qualidade.
A apresentação decorrerá no stand do Turismo de Portugal, no dia 29 de Fevereiro, quarta-feira, às 16 horas, onde não faltará a prova do "Melhor Moscatel do Mundo" - o Moscatel de Setúbal da adega Venâncio da Costa Lima.
O município marcará, presença, também, neste stand nos dias 1 de março, às 12h00 e às 16h00, e 2 de março, às 12h00, com informação turística e adegustação de produtos regionais, em parceria com a Rota de Vinhos da Península de Setúbal/ Costa Azul, e no dia 3 de Março, no stand da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, onde será efetuada a divulgação do calendário de eventos Palmela, Cidade Europeia do Vinho 2012.

Paulo Jorge Oliveira 
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A família Esperança...

Criticas Soltas - by Joana Teófilo Oliveira


A família Esperança...

No caso do homem que matou a mulher, a filha e a neta à catanada, em Beja, e se suicidou na prisão, fica-nos a dúvida sobre se houve motivação consciente ou apenas um impulso descontrolado. Estaremos perante a perturbação da "loucura" ou terá havido uma avaliação radical de uma situação familiar semelhante à que conduz os terroristas aos atentados?


A cena do crime mais parecia um guião para uma série do CSI ou de Mentes Criminosas. Só ai julgamos ser possível haver gente tão brutalmente crua, brusca e temível. Isto porque na “vida real” julgamos que isso só acontece em filmes. Mas não. Foi real, foi brutal... foi... cruel em todos os sentidos. 
Em certos homicídios passionais, dizem os especialistas, o agente procura compensar a culpa moral com a culpa jurídica. O homicida procura, por vezes, a punição do Estado porque não suporta a censura da sua consciência ou da comunidade – tal como muitas outras pessoas clamam pela punição alheia para se redimirem dos seus aspetos negativos, que reconhecem nos criminosos.
Ignoramos se este caso teve tais contornos, se correspondeu a um acesso psicótico ou se foi originado por uma causa misteriosa. Sabemos apenas que Francisco Esperança tinha problemas financeiros e de saúde física e psíquica. Sabemos ainda que já se confrontara com a Justiça devido a crimes patrimoniais. E que guardara uma catana da guerra de África.
É necessário construir uma narrativa coerente que explique o crime, mesmo quando já não está em causa a responsabilidade penal. Na verdade, a falta de diálogo do agente do crime e das suas vítimas com a comunidade debate-se com a explosão de uma crise pessoal e familiar profunda num meio que está relacionado com essa crise – no mínimo, por omissão.
Nunca poderemos estar certos disso, mas este tipo de desagregação de laços familiares sugere que todas as portas para a superação da crise e para a alteração dos quadros de representação de si mesmo pelo agente estiveram fechadas. Ocupados com a nossa sobrevivência económica, acabamos por deixar paralisar a reflexão moral sobre as mais íntimas relações humanas. Por ironia arrepiante, a família desaparecida chamava-se Esperança, quando só evoca o mais profundo desespero. O seu desaparecimento pode ter sido pretendido pelo assassino, mas não deveremos deixar de investigar o crime, porque essa família exprime um fracasso superior ao das nossas finanças públicas e relativiza a ação política, não deixando de a interpelar.
Aliás, num outro caso arrepiante, um homem escravizou em todos os sentidos a mulher durante quarenta anos. O pior da condição humana resistiu incólume às tentativas de modernizar Portugal: da revolução democrática ao reformismo neoliberal. Mas estas ilhas de solidão só permanecem intocáveis porque a sociedade portuguesa não as tem achado importantes. Era importante que todos nós, à sua maneira, refletíssemos sobre isto. Para que a família Esperança seja lembrada e para que volte a haver esperança no comportamento humano.


Joana Teófilo Oliveira
Estudante de Ciências da Educação
Quinta do Anjo 


(Escreve todas as segundas-feiras na rubrica Criticas Soltas)




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