Dá um Gosto ao ADN

Setúbal vai reabrir bar e esplanada do Forte de S. Filipe

Contrato com Grupo Pestana Pousadas garante reabertura do forte de S. Filipe 

A Câmara de Setúbal vai reativar o bar e a esplanada da Pousada do Forte de S. Filipe, depois de ter aprovado ontem, em reunião pública ordinária, a celebração de um contrato de comodato com o Grupo Pestana Pousadas. O contrato destina-se especificamente à reativação do bar e esplanada da pousada, encerrada desde Novembro de 2014 devido ao perigo de derrocada de uma das frentes do Forte de S. Filipe. Os espaços a explorar pela autarquia encontram-se afastados dos locais alvo de trabalhos de consolidação, o que viabiliza a respetiva utilização em segurança.
Bar e esplanada regressam ao forte de S. Filipe 

Através do contrato de comodato, o Grupo Pestana Pousadas – Investimentos Turísticos cede, gratuitamente, o direito de utilização da área do Forte de S. Filipe correspondente à esplanada da pousada, assim como à da receção, do bar e respetivas casas de banho.
A autarquia pretende utilizar os espaços cedidos para atividades de apoio e de acolhimento a turistas.
O contrato inclui, ainda, também a título gratuito, a cedência de equipamentos, material operacional e bens culturais móveis e de decoração que se encontram nas áreas objeto do acordo.
O contrato de comodato tem início na data de celebração, a agendar em tempo oportuno, e vigora até que fiquem concluídas as obras de consolidação da encosta do forte, a realizar no âmbito de um protocolo, celebrado em março entre a Câmara Municipal, o Estado, a Enatur – Empresa Nacional de Turismo e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
O Forte de S. Filipe, monumento nacional construído no século XVI, localizado numa encosta da Serra da Arrábida, apresenta problemas de estabilidade e implica obras de intervenção, motivo que levou o Grupo Pestana Pousadas a considerar que não reúne atualmente as condições necessárias para o normal funcionamento da pousada ali instalada.

Agência de Notícias

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Secretário-geral do PCP esteve em Setúbal

Jerónimo elogia moradores pela requalificação do bairro da Bela Vista

O secretário-geral do PCP elogiou ontem o empenho dos moradores na requalificação do bairro da Bela Vista, em Setúbal, durante uma visita para se inteirar das consequências da nova lei do arrendamento, que "evitou o despejo de muitas famílias". De acordo com Jerónimo de Sousa, "nós demos uma contribuição importantíssima. Era uma preocupação que os moradores tinham, tendo em conta a lei do governo anterior, que visava claramente despejos, criar situações insustentáveis à população destes bairros. Conseguiu-se, felizmente, dar passos em diante, garantir o direito à habitação a muita gente", contou o líder do PCP.  
Líder comunista passou domingo com moradores da Bela Vista 

"Mas o que mais me impressiona é ser a população residente a agarrar naquilo que lhe diz respeito, a fazer coisas, a decidir democraticamente quem são os seus eleitos, os seus representantes. Acho que é de facto uma novidade", sublinhou o secretário-geral comunista.
Jerónimo de Sousa falava aos jornalistas depois de contactar com dezenas de moradores que participam em ações de requalificação dos prédios onde moram, com o apoio técnico e a cedência de materiais pela autarquia sadina.
Segundo dados da Câmara de Setúbal, cerca de 80 por cento dos prédios da Bela Vista, que tinham sido construídos com grandes espaços abertos de acesso público, já foram fechados, o que contribuiu decisivamente para melhorar a segurança e a tranquilidade dos moradores, bem como para a higiene e limpeza desses espaços.
A autarquia também se propõe ceder uma habitação em cada um dos quatro grandes bairros da Bela Vista, para facilitar o desenvolvimento de diversas atividades pelos moradores, uma delas já a funcionar em pleno na Rua da Alameda dados Palmeiras.
De acordo com os moradores, trata-se de um espaço onde desenvolver diversas atividades, desde atividades culturais, aulas de estudo para os mais jovens e acompanhamento de idosos, entre outras.

Agência de Notícias com Lusa
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Alcochete aprovou orçamento de 14,6 milhões

Executivo municipal encerra ciclo político com orçamento de investimento 

A Câmara de Alcochete aprovou as Grandes Opções do Plano, Plano Plurianual de Investimentos, o Orçamento e o Mapa de Pessoal para 2017. O documento foi aprovado por maioria, com a abstenção do PS e o voto contra do CDS-PP. O Orçamento para o ano de 2017 tem o valor de 14 milhões 620 mil euros com as receitas correntes a atingir o montante de 14 milhões 248 mil euros (97,46 por cento) e as receitas de capital  a rondar os 371 mil euros. Para a autarquia, o documento está assente nas estratégias de “regeneração urbana, reabilitação urbana, mobilidade e acessibilidades, biodiversidade e ambiente e alargamento e requalificação das áreas de localização empresarial”.
Câmara garante investimento no último ano de mandato 

Face aos documentos previsionais, o presidente da câmara  de Alcochete, Luís Miguel Franco, realçou que “a situação económica e financeira da câmara municipal de Alcochete é muito positiva e caminha de forma evolutiva e progressiva para uma situação de estabilidade” devido “nos dois últimos anos, à política de contenção da despesa e de necessidade de aumento da receita”, conta o autarca.
Luís Miguel Franco sublinhou que, na elaboração dos documentos previsionais para 2017, houve “uma preocupação com o rigor ao nível das finanças públicas locais, assim como com a criação de condições para não aumento da dívida de curto prazo”, uma estratégia que o município “vem definindo quase que por unanimidade na Câmara e Assembleia Municipal há quase dois mandatos”.
Para o autarca, as Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2017 “fecham um ciclo político mas também transmitem claras orientações para a estratégia prosseguida pelo município num futuro ciclo político”, assente nas estratégias de “regeneração urbana, reabilitação urbana, mobilidade e acessibilidades, biodiversidade e ambiente e alargamento e requalificação das áreas de localização empresarial”.

As prioridades da Câmara de Alcochete para 2017 
Para o Executivo Municipal, o princípio de não aumento da dívida de curto prazo surge a par do princípio de realização de investimentos, sobretudo quando comparticipados por fundos comunitários, que a câmara quer realizar em 2017 nas áreas da educação (ampliação da escola da Restauração), requalificação da imagem urbana nas vilas de Alcochete e de Samouco (requalificação da praça da República) e noutros locais, nomeadamente na Fonte da Senhora (requalificação do parque de merendas e construção de um novo furo de água), e na requalificação da rede viária (pavimentação da rua do Láparo em Alcochete e da estrada municipal 502, entre Alcochete e a Atalaia).
Para ilustrar a saúde financeira do município, Luís Miguel Franco disse que "até ao final do ano há disponibilidade financeira para adquirir uma varredoura de rua mecânica e um servidor para a rede informática da câmara municipal que representam um investimento de 200 mil euros", aponta o presidente da Câmara ribeirinha.
Nesta reunião foi aprovada a atualização das tabelas de taxas urbanísticas e administrativas em 1,5 por cento, de acordo com a inflação, para entrarem em vigor a 1 de Janeiro de 2017.

Agência de Notícias
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Montijo quer legalizar apanha de ameijoa no Tejo

Secretário de Estado das Pescas no Montijo para falar do estuário do Tejo

Realizou-se na semana passada, uma reunião entre a Câmara Municipal do Montijo e o secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, onde foi discutida a visão estratégica para a valorização do Estuário do Tejo. O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, relembrou o governante da "necessidade de criar um circuito comercial de pescado num contexto de proximidade, a localizar no novo Cais dos Pescadores e a gerir pela Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense".
Secretário de Estado das Pescas esteve no Montijo

Discutiu-se também a necessidade de "um programa de valorização da navegabilidade do Tejo, designadamente o desassoreamento das calas e a despoluição do rio, assente em investimento comunitário. Falou-se no crescimento da economia do estuário através do desenvolvimento do turismo fluvial", realça Nuno Canta.
Por fim, foi abordada a problemática associada à atividade da apanha de bivalves no estuário, "no sentido da legalização da atividade e da garantia de saúde pública dos consumidores".
Um assunto, refere a autarquia, "negligenciado durante anos pelo anterior Governo, e que mais uma vez a Câmara do Montijo chama a atenção para a necessidade de centrar as opções políticas nas questões em que verdadeiramente está em causa o nosso destino coletivo", concluiu Nuno Canta.

Agência de Notícias
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Setúbal aprova orçamento de 119 milhões de euros

Rigor e crescimento ditam Orçamento para 2017

Uma estratégia de rigor e contenção da despesa, conjugada com crescimento sustentável e inclusivo, além do aproveitamento de cofinanciamentos comunitários, são as principais linhas de orientação do Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2017 da Câmara de Setúbal. A autarquia sadina aprovou no dia 26, em reunião pública ordinária, o Orçamento para 2017, documento que apresenta uma dotação inicial superior a 119 milhões e 377 mil euros, dos quais 64 milhões e 39 mil e 950 euros estão destinados às Grandes Opções do Plano. A Habitação, saneamento, iluminação, cultura e turismo canalizam "a maior fatia" do valor total especificado neste orçamento aprovado pela maioria comunista que gere a autarquia. PS e coligação PSD/CDS-PP votaram contra o documento.

Câmara de Setúbal aprovou orçamento para 2017 

A proposta apresentada na sessão pública da autarquia sublinha que “a estratégia de rigor e de consolidação das finanças municipais, de modo a assegurar a sustentabilidade financeira no médio e longo prazo, deverá ser objetivo central na política orçamental”, o que torna “imprescindível o controlo e redução da dívida total, sobretudo a de curto prazo, bem como uma criteriosa monitorização na realização da despesa municipal”.
O texto realça que, embora a Câmara de Setúbal tenha “margem para a capacidade de endividamento, é importante continuar a consolidação orçamental, em particular no atual contexto económico e financeiro”.
Na análise financeira constante no documento aprovado é sublinhada uma evolução positiva da receita corrente face à de 2016, assim como a diminuição do peso das despesas de pessoal no bolo da despesa total.
“O município de Setúbal vem registando uma evolução nos principais indicadores económico-financeiros, apostando num constante nível de investimento em obras e infraestruturas, auxiliando as forças vivas do concelho e qualificando o serviço público prestado às populações”, consolida a análise.
Já as Grandes Opções do Plano (GOP), que integram o Plano Plurianual de Investimentos, perspetivado a quatro anos, e o Plano de Atividades Municipais, que engloba as despesas não consideradas de funcionamento corrente, nem de investimento, têm uma dotação total de 64 milhões, 39 mil e 950 euros.

As prioridades do concelho
Na hierarquia das Grandes Opções do Plano para 2017, onde estão definidas as linhas de desenvolvimento estratégico da autarquia, segue-se o Saneamento e Salubridade, com 21 por cento de dotação, e a Cultura, Desporto e Tempos Livres, com 13 por cento.  A Habitação e Urbanização e Urbanismo canaliza 24 por cento do valor total especificado para as GOP.
A Iluminação Pública, com 5 milhões, 838 mil e 300 euros, recebe a maior fatia orçamental destinada aos programas ou ações para 2017, seguindo-se as atividades enquadradas no parâmetro Cultura, impulsionadas por uma dotação de 4 milhões, 859 mil e 100 euros.
O Turismo, com 4 milhões, 320 mil e 900 euros, Resíduos Sólidos, com 4 milhões, 250 mil e 400 euros, Higiene Pública, 4 milhões, 8 mil e 800 euros, e Rede Viária/Sinalização, 3 milhões, 879 mil e 600 euros, são os outros tópicos que sobressaem no topo da lista referente às dotações para programas e ações.
Na avaliação das despesas inerentes à atividade, face às previsões para 2016, constata-se "um reforço relacionado com o investimento, de 21 para 28 por cento, e uma manutenção do peso das despesas de funcionamento no total da despesa", realça a autarquia.
No geral, o documento do Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2017, resume a nota introdutória, “baseia-se, fundamentalmente, na prossecução de uma política de rigor orçamental, com vista à continuidade de projetos estruturantes que coincidem com o final do presente mandato”, explica o executivo.
A proposta, aprovada com os votos a favor da CDU e contra do PS e da coligação PSD/CDS-PP, vai ser submetida à apreciação da Assembleia Municipal de Setúbal em sessão prevista para 25 de Novembro.

Agência de Notícias 
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Utentes querem mais médicos na Baixa da Banheira

População, autarcas e políticos unidos para construção de novo centro de saúde 

Uma semana após a visita do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, ao Centro de Saúde da Baixa da Banheira, no concelho da Moita, a Comissão de Utentes da Saúde da Baixa da Banheira realizou uma sessão pública, exigindo mais médicos e melhores condições para  aquele Centro de Saúde, explicando que "é necessário construir um novo equipamento". A população presente na sessão pública exigiu mais médicos, melhores serviços e um centro de saúde que tenha condições para atrair mais técnicos de saúde para a Baixa da Banheira, tendo sido aprovada uma resolução. 
Utentes reclamam novo centro de saúde na Baixa da Banheira 

"Para uma população de 30 mil pessoas, o quadro devia ser preenchido com 14 médicos e existem três. Isto origina adiamentos de consultas, falta de resposta aos utentes, para além da necessidade de se construir um novo centro de saúde, tendo em conta as condições do edifício", disse o líder do PCP. Jerónimo de Sousa visitou o centro de saúde e reuniu-se com o diretor dos Agrupamentos de Centro de Saúde do Arco Ribeirinho, acompanhado por autarcas locais e pela comissão de utentes.
"É preciso mais médicos para dar resposta a esta população, pois formam-se filas de centenas de pessoas às cinco da manhã e depois chegam às 10 horas e não têm consulta. É preciso medidas urgentes, com a colocação de novos médicos, de modo a criar condições. O problema estrutural resolve-se com o novo centro de saúde", salientou o dirigente. 
A Comissão de Utentes da Baixa da Banheira avançou para uma sessão pública, onde marcaram presença Rui Garcia, presidente da Câmara da Moita, Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira e Paula Santos, deputada do PCP na Assembleia da República.
A comissão defende mais médicos, enfermeiros e os outros operacionais e técnicos de saúde para suprir as faltas no quadro de pessoal efectivo do Centro de Saúde da Baixa da Banheira, bem como a construção do novo centro de saúde da Baixa da Banheira, considerando que a situação actual é “caótica e preocupante”.
Ainda segundo a comissão de utentes, "a falta de médicos apenas se resolve com a construção do novo Centro de Saúde, uma ambição antiga, referindo que o actual, que funciona num prédio, não tem condições e não atrai profissionais para o local".
Apesar de existir a garantia do Governo que a construção do equipamento vai avançar, a comissão refere que é "preciso ver a obra no terreno, lembrando que já foi diversas vezes adiada".



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Futuro das cidades saudáveis discutidas em Setúbal

“Há falta de 1300 camas em hospitais e de 700 médicos no país" 

O papel da atividade física na promoção de comunidades saudáveis está a ser debatido num encontro da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, que decorreu esta quinta-feira, durante todo o dia, no Fórum Municipal Luísa Todi, em Setúbal. O VI Fórum da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, integrado no calendário de Setúbal Cidade Europeia do Desporto 2016, reflete sobre temáticas como comunidades saudáveis para todos, numa perspetiva inclusiva e considerando a importância da atividade física na promoção de estilos de vida saudáveis, e o bem-estar físico, mental e social.
APPACDM Setúbal apresentou pequena peça sobre desporto e saúde 

“É necessário democratizar o acesso à prática desportiva. É necessário fortalecer os sistemas centrados nas pessoas”, realçou, na sessão de abertura, o vereador com o pelouro do Desporto na Câmara de Setúbal, Pedro Pina. “A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis requer um compromisso local, para que haja um maior investimento na saúde”.
O autarca sublinhou que o encontro, organizado entre a autarquia e a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, entidade que congrega um conjunto de municípios unidos pela vontade de promover a saúde e a qualidade de vida das comunidades que representam, “é um espaço de liberdade e de participação”.
O presidente do Conselho de Administração da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, Joaquim Santos, [que preside também a Câmara do Seixal], referiu que este fórum tem “apoiado os fundamentos para os ganhos em saúde e contribuído muito para a área do envelhecimento saudável”.
O dirigente traçou o panorama nacional atual da saúde em Portugal para referir que “há falta de 1300 camas em hospitais e de 700 médicos”.
Joaquim Santos, presidente de um organismo que tem também como missão divulgar e promover a nível nacional o projeto “Cidades Saudáveis”, da Organização Mundial de Saúde, e os conceitos que o sustentam, avançou ainda alguns dados relativos ao papel “fundamental” da atividade física, “quer para o bem-estar físico, quer emocional”.
Os resultados para Portugal, segundo dados do barómetro European Social Survey, situam-se abaixo da média europeia. A resposta, para Joaquim Santos, passa pela “escola pública, que deve incutir práticas e hábitos desportivos”.
Andreia Jorge Silva, presente na sessão de abertura em representação do ministro da Saúde, considerou que o Fórum da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis constitui “um desígnio para a saúde e para as pessoas”e “uma iniciativa que mostra como os municípios podem ajudar os seus residentes a serem mais saudáveis”.

 "Trabalho para a plena inclusão da pessoa com deficiência no desporto"
Como corrigir os desequilíbrios com os indivíduos com deficiência, como pode ser feita a inclusão na sociedade, que direitos têm e de que forma as instituições podem ser ainda mais integradoras foram as questões abordadas noutro painel.
O psicólogo da educação José Morgado, numa apresentação sobre “Territórios Inclusivos e Saudáveis”, indicou a necessidade de dar voz às minorias. “Este assunto é visto com uma certa atitude paternalista ou generosa”.
Segundo o docente do Departamento de Psicologia da Educação do ISPA, esse trabalho deve passar pelas autarquias, com a inclusão de programas intergeracionais. “Devia existir o direito aos avós. Existem muitos seniores nos lares e muitas crianças em casa coladas à televisão. Deve existir um sentimento de pertença”.
José Morgado lamentou o desinvestimento escolar na Educação Física e a redução em 2012 da carga horária da disciplina no 3.º ciclo e no ensino secundário, medidas “que afetam a qualidade da vida dos adolescentes e conduzem ao sedentarismo”.
As respostas a tudo isto, concluiu, passam por “ativar recursos e competências, aumentando nos indivíduos e nas instituições a capacidade de empregar as suas qualidades positivas e otimizar os recursos do contexto para operar ativamente sobre as situações, modificando-as”.
Já o presidente da Associação de Paralisia Cerebral de Almada e Seixal, José Patrício, abordou “Desporto com Sentido”, projeto com seis componentes que conta com a parceria da Direção-Geral da Educação, da Câmara do Seixal e da Faculdade de Motricidade Humana, com cofinanciamento do Programa Cidadania Ativa – EEA Grants, gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian.
O projeto, que “marca a diferença na área do desporto adaptado em Portugal”, acredita José Patrício, inclui 21 manuais de 58 autores do meio académico com orientações sobre a forma de trabalhar com alunos e atletas com deficiência, complementados por vídeos demonstrativos, materiais que serão distribuídos a nível nacional.
Deste modo, defende o presidente da Associação de Paralisia Cerebral de Almada e Seixal, professores, técnicos de instituições e autarquias, treinadores e formadores “terão a base de trabalho para a plena inclusão da pessoa com deficiência no desporto”.
A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, constituída em 1997, tem como objetivo apoiar a divulgação, implementação e desenvolvimento do projeto Cidades Saudáveis nas autarquias que pretendam assumir a promoção da saúde como uma prioridade da agenda dos decisores políticos.
Atualmente com 34 municípios do continente e ilhas, baseia a intervenção nos princípios da equidade, sustentabilidade, cooperação intersetorial e solidariedade.
O organismo promove um conjunto de iniciativas que dão a conhecer o trabalho que desenvolve, ao mesmo tempo que estreita a cooperação entre os municípios associados e parceiros, através da troca de experiências e de boas práticas na área da saúde.

Agência de Notícias 
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Alcochete apoia Cercima em 1800 euros

Câmara aprova protocolo de parceria com Cercima

A Câmara de Alcochete aprovou, por unanimidade, na reunião de 26 de Outubro, a celebração de um protocolo de parceria com a Cercima – Cooperativa para a Educação e Reabilitação do Cidadão Inadaptado de Montijo e Alcochete que define a atribuição de um apoio no valor de mil e 800 euros. O protocolo de parceria com a Cercima estabelece ainda a disponibilização a esta entidade do espaço para funcionamento do Centro Comunitário Cais do Sal, na rua da Liberdade, em Alcochete e o pagamento de despesas de funcionamento do centro e da Loja do Mercado.
Executivo reuniu na quarta-feira na sede do Vulcanense 

“A Cercima disponibiliza diferentes respostas sociais aos munícipes de Alcochete, em âmbitos tão diversos como a valência educacional para jovens em idade de escolaridade obrigatória com necessidades educativas especiais, o centro de atividades ocupacionais para cidadãos a partir dos 18 anos com deficiência mental, a formação profissional para cidadãos maiores de 18 anos com deficiência física, mental ou outros problemas que dificultem a sua inserção em postos de trabalho e o transporte adaptado de cidadãos portadores de deficiência física com mobilidade reduzida”, refere a proposta.
O protocolo de parceria com a Cercima estabelece ainda a disponibilização a esta entidade do espaço para funcionamento do Centro Comunitário Cais do Sal, na rua da Liberdade, em Alcochete e o pagamento de despesas de funcionamento do centro e da Loja do Mercado.
Por sua vez, a Cercima "garante todo o apoio técnico, especializado e a gestão do Centro Comunitário Cais do Sal, apresentar planos de ação anuais, colaborar com os parceiros locais no desenvolvimento social do concelho e disponibilizar apoio técnico-científico a ações que a Câmara Municipal de Alcochete desenvolva na área da reabilitação e integração social e profissional de pessoas com deficiência", sublinha a proposta do executivo da vila ribeirinha.

Agência de Notícias 

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PJ de Setúbal inaugurou Espaço Vitima na quarta-feira

Cidade com espaço para recolha de provas de abusos sexuais

A Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal inaugurou esta quarta-feira uma nova sala que pretende facilitar a recolha de prova testemunhal de vítimas de crimes violentos e de crimes sexuais, particularmente de crianças e jovens. Esta sala - `Espaço Vitima´ - resulta da preocupação e do interesse no combate a este tipo de criminalidade grave e violenta, da criminalidade sexual, e, em especial, da que diz respeito às crianças", disse à agência Lusa o diretor da PJ de Setúbal, Vítor Paiva. 
Crimes sexuais ocupam 15 por cento do trabalho da PJ de Setúbal 

"Perante a realidade e o melindre do crime, achei que devíamos ter as melhores condições possíveis, para podermos daí tirar proveito, nomeadamente ao nível aquisição, da recolha da prova e do sucesso das investigações", acrescentou o responsável.
O diretor da PJ de Setúbal referiu, também, que a criminalidade sexual, só em termos de abusos físicos (sem contabilizar a criminalidade virtual, como a exposição abusiva de fotografias e vídeos), representa "15 por cento do total das pendências do departamento da PJ de Setúbal".
Convicto de que o `Espaço Vítima´ "será uma mais-valia para a qualidade da prova e para o sucesso das investigações", Vítor Paiva mostrou disponibilidade para a utilização daquela sala pelos magistrados, designadamente para a recolha de depoimentos para memória futura, quando estão em causa crianças que são vítimas abusos sexuais.
O novo `Espaço Vítima´, inaugurado no mês em que se celebra o 71.º aniversário da Polícia Judiciária, foi concebido no âmbito de uma parceria com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) e com o apoio da Escola de Polícia Judiciária, de acordo com as melhores práticas internacionais.
"Trata-se de uma sala pintada de verde, uma cor calma, e que segue as recomendações internacionais", disse Raquel Guerra, do Gabinete de Psicologia e Seleção da Escola de Polícia Judiciária, que destacou, também, a importância dos brinquedos e jogos disponíveis, para facilitar a disponibilidade das vítimas para falarem dos crimes que sofreram.
O gestor da Rede Care, uma rede de apoio a crianças e jovens vítimas de violência sexual da APAV, Bruno Brito, também considerou o novo espaço uma mais-valia e lembrou que há outras duas já em funcionamento, uma na Guarda e outra em Ponta Delgada, nos Açores.
Bruno Brito mostrou-se também confiante na possibilidade de instalação de espaços semelhantes noutros departamentos da Polícia Judiciária no território nacional.

Agência de Notícias com Lusa
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Trabalhadores da Palmela Desporto estiveram em greve

Trabalhadores da empresa municipal de desporto em luta contra plano estratégico

A esmagadora maioria dos 37 trabalhadores da Palmela Desporto cumpriram na terça-feira uma greve de 24 horas contra a plano estratégico daquela empresa municipal, que dizem prever “alterações na estrutura orgânica e nos horários de trabalho”, em prejuízo dos trabalhadores. A paralisação, segundo a União de Sindicatos de Setúbal, teve uma adesão de 95 por cento e obrigou ao encerramento das piscinas municipais de Palmela, bem como do pavilhão e piscinas municipais do Pinhal Novo. A Câmara de Palmela diz que Conselho de Gestão da empresa está mandatado para chegar a acordo com sindicatos e acredita num “entendimento” entre as partes. 
Trabalhadores das piscinas e pavilhões estiveram em greve 

No último verão, os trabalhadores da Palmela Desporto realizaram várias acções de luta, incluindo algumas paralisações parciais, e reuniram com o presidente da Câmara de Palmela, Álvaro Amaro, para discutir os problemas daquela empresa municipal.
“Na altura, os trabalhadores saíram satisfeitos da reunião, face à expectativa criada pelo diálogo com o presidente da Câmara Municipal, mas tem sido tudo diferente do que esperávamos”, disse à agência Lusa o coordenador da União de Sindicatos de Setúbal, Luís Leitão, lamentando que o Conselho de Gestão da Palmela Desporto persista em concretizar o Plano Estratégico, que, alegadamente, penaliza os trabalhadores.
De acordo com o sindicato, alguns dos 37 funcionários da Palmela Desporto alegam, também, que estão a ser vítimas de represálias, por terem subscrito um abaixo-assinado pela defesa dos seus direitos e pela negociação do Acordo de Empresa.

Câmara de Palmela acredita num “entendimento” entre as partes
Confrontado com as acusações dos trabalhadores, o vereador do Desporto das Câmara de Palmela, Luís Calha, que tutela a Palmela Desporto, disse estar confiante num “entendimento” entre as partes, apesar de reconhecer que o diferendo entre os trabalhadores e o Conselho de Gestão da Palmela Desporto já se arrasta há alguns meses.
“O diferendo entre trabalhadores e Conselho de Gestão está ligado ao desenho estratégico, estrutura orgânica e quadro de pessoal, que foi apresentado aos trabalhadores”, disse o autarca, referindo que se trata de um documento com “matérias que se inserem no âmbito da contratação colectiva”.
“A Câmara de Palmela deu instruções muito claras e precisas ao Conselho de Gestão, para que negoceie com os representantes dos trabalhadores, para que seja possível chegar a um entendimento com vista a ultimar um Acordo de Empresa”, disse, advertindo que a “autarquia saberá tirar as devidas ilações” se as duas partes não chegarem a um entendimento para viabilizar o Acordo de Empresa.
Luís Calha escusou-se, no entanto, a esclarecer quais as medidas que a autarquia poderá vir a adoptar, caso se mantenha o impasse nas negociações, e se a eventual tomada de posição da Câmara de Palmela poderá passar pelo afastamento do actual Conselho de Gestão.

Agência de Notícias com Lusa
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Câmara ajuda Estaleiro Naval de Sarilhos Pequenos

Moita quer levar turistas ao estaleiro

Na sua última reunião descentralizada, na sede do 1º de Maio Sarilhense, em Sarilhos Pequenos, a Câmara da Moita, aprovou, por unanimidade, a celebração de um protocolo com o Estaleiro Naval de Sarilhos Pequenos, para criação de "um percurso visitável dentro do estaleiro, através da instalação de painéis interpretativos que permitam a compreensão da construção naval em madeira", diz a autarquia da Moita em comunicado. 
Câmara da Moita quer divulgar Estaleiro Naval de Sarilhos Pequenos

O Estaleiro Naval de Sarilhos Pequenos, diz a Câmara da Moita, "constitui um valioso legado patrimonial, que inclui um vasto espólio material", instrumentos e ferramentas, bem como "um conjunto de saberes e de técnicas tradicionais de trabalho, utilizadas pelos seus carpinteiros navais, calafates e pintores na recuperação e construção das embarcações tradicionais do Tejo", que importa ao Município da Moita salvaguardar, valorizar e divulgar.
Na reunião, foi ainda aprovada, por unanimidade, uma proposta de celebração de contrato-programa, com o Centro de Reformados e Idosos da Baixa da Banheira, no valor total de três mil 250 euros, e uma saudação à participação de quatro levantadores de pesos olímpicos do Ginásio Atlético Clube da Baixa da Banheira - Silvestre Fonseca, João Novelo, António Duarte e Paulo Antunes –, no 32º Campeonato do Mundo de Masters em Halterofilismo, que se realizou na cidade de Heinsheim, na Alemanha.
A próxima reunião pública realiza-se no dia 30 de Novembro, às 21 horas, no Vale da Amoreira.

Agência de Notícias 
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'Os Verdes' questionam sobre "atrasos" nos TST

"Atrasos e supressões" dos TST chegam ao Parlamento 

A deputada Heloísa Apolónia, do grupo parlamentar 'Os Verdes', questionou o Governo sobre a rodoviária Transportes Sul do Tejo (TST), referindo que existem queixas de "vários atrasos e supressões de carreiras". A deputada, eleita por Setúbal, frisou que foi aprovada, por unanimidade, uma resolução na Assembleia da República que recomenda ao Governo um conjunto de medidas para "verificação das condições de transporte prestadas por parte da TST e adoção de ações que regularizem a resposta a dar às necessidades de mobilidade das populações".
Atrasos e supressões de carreira afectam todos os concelhos

"No entanto, continuam a chegar ao grupo parlamentar 'Os Verdes' inúmeras reclamações sobre falhas de carreiras e serviços prestados pela TST. Continuam a ser recorrentes as situações de atrasos nas carreiras e mesmo a sua supressão", refere a deputada.
A empresa privada serve os concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal, com ligações também a Lisboa.
Heloísa Apolónia salienta que têm chegado relatos de que os autocarros "continuam a circular com vários problemas ao nível de travões, portas que não fecham, sensores desativados, ar condicionado que não funciona".
"Em resposta a uma anterior pergunta já colocada pelos Verdes, o Governo referiu que tem remetido as reclamações que lhe chegam, referentes ao mau serviço prestado pela TST, para a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, como entidade competente na regulação e fiscalização do setor da mobilidade e transportes terrestres. A pergunta que se impõe, então, fazer é que sequência têm tido essas remessas e o que tem feito a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes para garantir a não destruição recorrente da prestação do serviço de transportes pela TST", acrescenta Heloísa Apolónia.

Empresa confirma problemas no verão 
A empresa já assumiu que registou problemas no período de verão para cumprir as carreiras previstas, mas assegurou que investiu 345 mil euros num plano de contingência e que "a situação está regularizada". A TST registou recentemente "várias queixas devido ao incumprimento de serviços programados": "É um facto - nos últimos meses temos tido alguns atrasos em relação aos serviços programados para este período de verão", disse à agência Lusa, no mês passado, António Corrêa de Sampaio, administrador da rodoviária, que opera sobretudo na península de Setúbal.
O responsável explicou que, atendendo à zona balnear que a TST serve, há um reforço de carreiras que obriga a um maior número de viaturas para cumprir os serviços programados.
"A nível externo, a margem sul neste período de verão tem um acréscimo significativo do volume de trânsito, o que perturba a possibilidade do cumprimento dos horários das carreiras, tal como algumas obras que ocorrem em certas zonas", referiu.
António Corrêa de Sampaio disse ainda que as elevadas temperaturas registadas também trouxeram problemas de aquecimento aos autocarros.
"Tivemos também um verão bastante quente, dos mais quentes das últimas décadas, o que influenciou também a operação dos nossos autocarros. Tivemos aquecimentos excessivos de alguns motores, que necessitaram de ser reparados. Este fator veio ajudar a um acréscimo da imobilização das viaturas", salientou.
Das quatro mil e 900 ligações que a TST realiza diariamente, 100 não foram concretizadas nos períodos mais complicados, o que representa cerca de dois por cento.
A empresa avançou então com um plano de contingência. "Este plano extraordinário, que registou um investimento de cerca de 345 mil euros, consistiu no aluguer de 15 viaturas a outras operadoras para ajudarem à nossa operação e suprirem a falta de viaturas na TST, bem como o recurso, de forma mais significativa que o normal, a reparações de autocarros em entidades externas", disse o administrador.
A empresa reforçou também o trabalho suplementar das equipas de oficina, para a manutenção e reparação de órgãos, tais como motores, radiadores ou correias de distribuição.
"Nesta altura podemos dizer que a situação se encontra regularizada", concluiu o administrador da rodoviária.

Agência de Notícias com Lusa
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SeixalJazz arranca hoje para a segunda semana

Gonçalo Marques, Hugo Carvalhais, Ricardo Toscano e Colin Stetson no auditório

Depois da atuação do argentino Dino Saluzzi e da saxofonista Mette Henriette, com o seu trio, a segunda semana do Festival Internacional SeixalJazz começa já esta quarta-feira, em português, com o som do quinteto do trompetista Gonçalo Marques, um músico em merecida e reconhecida ascensão, professor da escola de Jazz do Hot Club de Portugal. Nesse mesmo dia, o músico e o seu quinteto deram às 15 horas um concerto comentado, inserido no projeto pedagógico O SeixalJazz Vai à Escola, dirigido a alunos e professores das escolas básicas do concelho.

Colin Stetson fecha programação do SeixalJazz deste ano 

Continuando ao som do jazz, a 27 de Outubro apresenta-se em palco o quarteto de Hugo Carvalhais, Projecto Grand Valis. Este último trabalho de Hugo Carvalhais para a editora portuguesa Clean Feed foi o único registo português nomeado pela revista Down Beat para os melhores registos de 2015. É difícil de classificar a música de Carvalhais pela diversidade de estilos que apresenta, misturando a eletrónica com a música de câmara e a improvisação minimalista.
Ricardo Toscano, saxofonista do concelho do Seixal, é a aposta de dia 28 de outubro, apresentando-se com o seu quarteto. Com vários prémios ganhos, foi considerado o melhor músico nacional em 2015, com apenas 22 anos. Nesse mesmo ano esgotou duas datas na Culturgest e já em 2016 lotou o Centro Cultural de Belém. Nascido em Amora, o artista iniciou a sua aprendizagem como músico na banda da Sociedade Filarmónica Operária Amorense, onde aos 8 anos já tocava clarinete.
A finalizar esta edição do SeixalJazz, ouvir-se-ão no auditório os sons dos saxofones do norte-americano Colin Stetson. A sua música é difícil de classificar atravessando os domínios da livre improvisação e da chamada musica indie. Colaborou com imensas figuras das áreas mais variadas da música nas suas gravações, Tom Waits, Arcade Fine, Laurie Anderson, etc. O seu estilo muito peculiar nos saxofones alto e baixo cria atmosferas únicas. Sobe ao palco do SeixalJazz sozinho e para obter o efeito orquestral, o intérprete utiliza diferentes microfones em palco, conseguindo assim registar os diferentes sons da sua arte.
A programação e produção do SeixalJazz 2016 é da responsabilidade da Câmara Municipal do Seixal. O bilhete individual custa 10 euros. Assinatura para os 6 dias: 50 euros (25 por cento de desconto para jovens até 25 anos, reformados e trabalhadores das autarquias do Seixal). Os bilhetes estão à venda na bilheteira do Fórum Cultural do Seixal e na agência ABEP dos Restauradores, em Lisboa.

Programa
DINO SALUZZI GROUP
Dia 21 de Outubro, 22 horas

Dino Saluzzi – Bandoneon, voz, flauta
José Maria Saluzzi – Guitarra, guitarra requinto
Félix “Cuchara” Saluzzi – Saxofone tenor, clarinete
Matias Saluzzi – Contrabaixo
Ut Gandhi – Bateria, percussões

METTE HENRIETTE TRIO
Dia 22 de Outubro, 22 horas

Mette Henriette – Saxophone Tenor
Johan Lindvall – Piano
Katrine Schiott – Violoncelo

GONÇALO MARQUES QUINTETO
Dia 26 de Outubro, 22 horas

Gonçalo Marques – Trompete
João Guimarães –Saxofone Alto
José Pedro Coelho – Saxofone Tenor
Demian Cabaud – Contrabaixo
Marcus Cavaleiro – Bateria

HUGO CARVALHAIS GRAND VALIS
Dia 27 de Outubro, 22 horas

Hugo Carvalhais – Contrabaixo
Dominique Pifarély – Violino
Gabriel Pinto – Teclados: órgão
Mário Costa – Percussão/ eletrónica.

RICARDO TOSCANO QUARTETO
Dia 28 de Outubro, 22 horas

Ricardo Toscano – Saxofone
João Pedro Coelho – Piano
Romeu Tristão – Contrabaixo
João Pereira - bateria

COLIN STETSON
Dia 29 de outubro, 22 horas

Colin Stetson - Saxofone

Agência de Notícias 


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A Uber chegou a Almada, Sintra e Cascais

"A Uber em Lisboa já não é só de Lisboa. É também Almada" 

Mais de dois anos depois do lançamento da Uber em Lisboa, a 4 de Julho de 2014, a empresa de transportes anunciou que a expansão já foi muito além do centro da capital portuguesa. Almada, Sintra, Cascais, Oeiras, Loures, Odivelas, Amadora e Loures são zonas que também já são abrangidas pelo serviço. Está praticamente completa a Grande Lisboa. “É com satisfação que vemos que conseguimos proporcionar viagens seguras e convenientes a cada vez mais pessoas, dentro e fora da cidade de Lisboa, com tempos médios de espera inferiores a cinco minutos em muitos dos principais centros urbanos da Área Metropolitana de Lisboa”, disse em comunicado Rui Bento, diretor-geral da Uber em Portugal.

Uber anuncia chegada à cidade de Almada 

Nem os veementes protestos dos taxistas fizeram com que a Uber quisesse passar mais despercebida, muito pelo contrário. A plataforma de transportes eletrónica vai sim, aprofundar os seus serviços e estendê-los para lá das duas grandes cidades do país.
Através de uma nota enviada às redações, a Uber faz saber que vai aprofundar os seus serviços em Almada, Cascais e Sintra. “Ao longo deste 16 meses, a crescente procura dos utilizadores da Uber em Lisboa tem levado a que cada vez mais a plataforma esteja a ligar as zonas suburbanas de Lisboa, muitas das quais com um acesso mais limitado a transportes públicos, ao centro da cidade. Não só porque as pessoas viajam com a Uber dos subúrbios para o centro, mas porque viajam de sua casa à paragem mais próxima da rede de transportes coletivos”, pode ler-se no documento da empresa.
É por isso que, daqui para a frente, “a Uber em Lisboa já não é só de Lisboa. É de Almada, da Amadora, de Cascais, de Loures, de Odivelas, de Oeiras, de Sintra e dos vários municípios e centros urbanos da Área Metropolitana de Lisboa”.
Segundo Rui Bento, diretor-geral da Uber em Portugal, “é com satisfação que vemos que conseguimos proporcionar viagens seguras e convenientes a cada vez mais pessoas, dentro e fora da cidade de Lisboa, com tempos médios de espera inferiores a 5 minutos em muitos dos principais centros urbanos da Área Metropolitana de Lisboa”.
Uma das novidades mais recentes da multinacional norte-americana foi, no início deste mês, introduzir a possibilidade dos passageiros agendarem viagens até 30 dias. Para além da Grande Lisboa, a Uber está presente no Algarve e Porto.

Agência de Notícias com Lusa
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Autoeuropa vai contratar mais de mil trabalhadores

"Uma boa notícia para o país e em particular para o distrito de Setúbal"

A Autoeuropa, em Palmela,  vai contratar entre 1100 e 1200 trabalhadores até Janeiro de 2018 para produzir um novo modelo automóvel da Volkswagen, confirmou hoje António Chora, o porta-voz da comissão de trabalhadores, à TSF. "Não posso adiantar muito sobre o novo modelo porque ainda está no segredo dos deuses, de qualquer maneira sabemos que será um modelo de grande volume e daí a necessidade de fazer novas contratações", revelou António Chora à rádio. Segundo o responsável, a administração revelou que é necessário fazer contratações a partir de meados do próximo ano. O novo modelo deverá começar a ser produzido em Agosto de 2017 e a previsão é de que em Janeiro ou Fevereiro de 2018 estejam a trabalhar na fábrica mais de um milhar de novos funcionários. As empresas do Parque Industrial de Palmela também irão crescer. 
Fábrica de Palmela prepara-se para contratar mais trabalhadores 

A fábrica de Palmela prepara-se para lançar uma mega operação de recrutamento nos próximos meses. A fábrica da Volkswagen vai recrutar cerca de 1200 novos trabalhadores para o novo modelo, noticia o Negócios.
O recrutamento vai ser feito em várias fases, com a primeira fase a ser lançada ainda este ano. O objetivo é ter os trabalhadores preparados para o novo modelo que começa a ser produzido no início do segundo semestre de 2017.
Ao mesmo jornal o diretor-geral da fábrica não adiantou números e preferiu destacar que o recrutamento vai ser relevante.
Este ano vão ser produzidas 85 mil unidades dos Volkswagen Sharan e Scirocco e do Seat Alhandra - apenas 56% da capacidade produtiva de dois turnos.
No primeiro semestre de 2017 vão continuar a ser realizados testes, como "a velocidade de linha e a implementação de novos modelos", afirma o gestor. No segundo semestre, a produção tem inicio, com o próximo a fechar com 100 mil unidades produzidas. Em 2018 vai ter lugar o grande salto, com três turnos a laborar em pleno na fábrica.
Para o porta-voz da comissão de trabalhadores da empresa, António Chora, esta é "uma boa notícia para o país e em particular para o distrito de Setúbal" que seguramente acabará por gerar mais postos de trabalho uma vez que o aumento da produção na fábrica de Palmela acaba por ter um efeito multiplicador nas empresas do Parque Industrial.

Fornecedores da Autoeuropa também crescem 
Os fornecedores da fábrica do grupo Volkswagen preparam-se para contratar mais 500 trabalhadores que se irão juntar aos actuais 1600 a 1700 funcionários, segundo uma estimativa feita ao Jornal de Negócios, a caminho de superar os dois mil postos de trabalho.
Questionado sobre este valor, o representante dos trabalhadores dos fornecedores considera que a contratação de 500 trabalhadores é uma estimativa credível. "Não foge daí", disse ao mesmo jornal o presidente da comissão de trabalhadores do Parque Industrial. Daniel Bernardino destacou que esta até é uma estimativa "conservadora", mas sublinha que a comissão de trabalhadores prefere não avançar, para já, com a sua estimativa.
Quando a fábrica de Volkswagen ganha um novo modelo, a regra de ouro diz que os fornecedores também aumentam as suas encomendas, criando assim mais postos de trabalho. Tem sido assim no passado, vai ser assim agora. Mas desta vez o impacto a montante vai ser mais reduzido, pois a Autoeuropa vai comprar mais peças a fornecedores exteriores ao Parque Industrial.
"A estatística dizia-nos que por cada posto de trabalho que a Autoeuropa criava, eram criados mais três no Parque Industrial, mas essa estatística agora não está certa", aponta o responsável. "Porque há empresas que não estão aqui instaladas e que ganharam peças no novo modelo".
Entre os componentes que vêm de fora, encontram-se embraiagens, caixas de velocidade, motores e também peças plásticas para o interior do novo modelo. Um exemplo é uma empresa no Norte de Portugal que terá passado a ser fornecedor do novo modelo, restando saber se vai deslocar a sua produção para Palmela.

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PSP detém seis pessoas e apreende droga no Seixal

Autoridades efetuaram buscas e apreenderam drogas, armas e dinheiro

A PSP anunciou ontem a detenção de seis pessoas durante uma operação realizada no Seixal, tendo apreendido mais de cinco mil doses de haxixe, armas e cerca de oito mil euros em dinheiro. "No decorrer de investigações que duravam há cerca de três meses, a esquadra de investigação criminal da divisão do Seixal desencadeou uma operação de combate ao tráfico de estupefacientes e de crimes relacionados com a prática de roubo", refere a PSP em comunicado.
PSP realizou buscas esta terça-feira no Seixal 

Durante a operação, foram efetuadas dez buscas domiciliárias, duas buscas a estabelecimentos comerciais e quatro buscas a viaturas.
"Foram detidos cinco indivíduos do sexo masculino e um do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 18 e os 45 anos", indicou a polícia, referindo ter apreendido "5.468 doses de haxixe, 103 doses de liamba, 11 doses de cocaína, uma balança de precisão e seis facas".
A PSP apreendeu ainda  sete mil 720 euros em dinheiro, quatro telemóveis, um gás CS, uma pistola Taurus de calibre 7.65mm com sete munições, uma espingarda calibre 12mm com duas munições, uma pistola de alarme e uma pistola de paintball.

Agência de Notícias com Lusa 
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Utentes querem obras no IC1 entre Grândola e Alcácer

Utentes do litoral alentejano vão a Lisboa exigir obras no IC1 e na A26

Os utentes do litoral alentejano vão concentrar-se, na quinta-feira, em frente ao Ministério das Infraestruturas, em Lisboa, para exigir a reparação do IC1 entre Alcácer do Sal e Grândola e a conclusão da autoestrada 26-1. "O IC1 encontra-se cada vez mais degradado, vem aí o inverno e as condições são cada vez piores, com mais buracos, com mais fraturas no pavimento e com dificuldade em se reconhecer a sinalização horizontal", disse à agência Lusa Dinis Silva, porta-voz das comissões de utentes do litoral alentejano.
Utentes marcham a Lisboa para exigir obras no IC1 

A reparação dos cerca de 21 quilómetros do Itinerário Complementar (IC) 1 entre Alcácer do Sal e Grândola, no distrito de Setúbal, onde, nos últimos dois meses, morreram quatro pessoas em acidentes de viação, tem vindo a ser exigida nos últimos anos pelos autarcas, população e pela comissão de utentes, através de vários protestos, incluindo marchas lentas.
Por outro lado, segundo Dinis Silva, na A26-1, entre Vila Nova de Santo André, no concelho de Santiago do Cacém, e Sines, "já aconteceram também alguns acidentes e danos em viaturas".
Os utentes exigem que "a obra seja concluída" na A26-1, que "se retire todos os pinos da via" e que "seja feita uma passagem aérea em Vila Nova de Santo André".
As obras da A26-1, no traçado da via rápida já existente entre Vila Nova de Santo André e Sines, previstas no contrato da subconcessão Baixo Alentejo, começaram em 2010 e foram suspensas em 2012, tal como a construção da A26, entre Sines e Beja, tendo sido anunciada repetidas vezes a sua retoma, que não chegou a avançar.
Apesar de, na sexta-feira, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, ter anunciado em Sines a retoma da obra na A26-1 e o prazo de conclusão para 31 de Janeiro de 2017, as comissões de utentes decidiram manter a concentração em Lisboa.
"De promessas está o mundo cheio", referiu Dinis Silva, argumentando que, "em Janeiro deste ano, o ministério também disse que até setembro os pinos iam ser retirados", mas "ainda lá estão".
Com o mote "Chega de Sangue e Morte", o protesto está agendado para quinta-feira, às 10h30, em frente ao Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, em Lisboa.

Agência de Notícias com Lusa 

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Catálogos mostram Festa da Ilustração em Setúbal

Casa da Cultura recebe o melhor da ilustração portuguesa 

O Catálogo Geral da Festa da Ilustração de Setúbal e o Catálogo da Ilustração Portuguesa são lançados no dia 27 de Outubro, às 19 horas, na Casa da Cultura, e em Lisboa no dia seguinte. A Câmara de Setúbal lança os dois catálogos em parceria com o atelier DDLX, com o apoio da Abysmo Editora e da Casa da Imprensa, no âmbito da Festa da Ilustração de Setúbal 2016, que se realizou em Junho.

Festa da Ilustração decorreu em Setúbal em Junho deste ano 

O Catálogo da Ilustração Portuguesa reúne 327 ilustrações de 77 artistas portugueses e contém textos da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, do vereador da Cultura, Pedro Pina, e do editor João Paulo Cotrim, da Abysmo Editora, curador da Festa de Ilustração.
Os desenhos que compõem o catálogo são todos os que foram selecionados ao concurso “Ilustração Portuguesa”, inserido na última edição da Festa da Ilustração, o qual deu origem à exposição com o mesmo nome, patente na Casa da Baía, entre 4 de Junho e 3 de Julho.
“É um catálogo que reúne o que de melhor se faz na ilustração em Portugal”, salienta José Teófilo Duarte, do atelier DDLX.
A coletiva de contemporâneos “Ilustração Portuguesa” inspirou-se na mostra homónima que marcou a agenda cultural portuguesa no final dos anos 90 e procura reunir um conjunto de obras de referência de diferentes áreas da ilustração, desde que aplicadas em meios como imprensa, internet, literatura e exposições.
Teófilo Duarte e João Paulo Cotrim, curadores da Festa da Ilustração de Setúbal, o artista Nuno Saraiva e o diretor de arte e investigador Jorge Silva formaram o júri que selecionou os trabalhos finais expostos na mostra que esteve patente na Casa da Baía e que são agora publicados no Catálogo da Ilustração Portuguesa.
Com o objetivo de marcar para memória futura a Festa da Ilustração de Setúbal, que teve um ano “zero” em 2015 e a primeira edição em 2016, é também lançado, na mesma sessão de dia 27, o Catálogo Geral da Festa da Ilustração de Setúbal.
Esta publicação apresenta trabalhos de todos os ilustradores que participaram na edição de 2016, como Luís Filipe de Abreu, Nuno Saraiva, Luís Afonso e André Carrilho.
As duas obras são colocadas à venda no circuito normal de distribuição nacional após o lançamento, que terá ainda outro momento na Casa da Imprensa, em Lisboa, no dia 28, pelas 19 horas, no âmbito do encerramento naquele espaço da exposição Fónix, de Nuno Saraiva, que também esteve patente na Festa da Ilustração de Setúbal.

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Palmela recupera sede do Grupo Desportivo de Rio Frio

Intervenção na sede  apoiada com 3 mil euros pela Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Palmela aprovou, na última reunião pública, a atribuição de um apoio financeiro ao Grupo Desportivo de Rio Frio, no valor de três mil euros, para obras. "Depois do desabamento integral do telhado do salão principal da coletividade, em Março, a prioridade é a contenção da estrutura existente, impedindo novo colapso", explica a autarquia em comunicado.
Câmara quer ajudar na recuperação da sede do GD de Rio Frio 

O Grupo Desportivo de Rio Frio, uma das coletividades mais importantes da freguesia de Pinhal Novo, esteve um largo período sem dirigentes e, face às dificuldades, viu a sua atividade bastante reduzida. Com a eleição de um novo corpo dirigente, em Junho deste ano, esta coletividade, fundada no dia de Natal de 1925, está a retomar o seu funcionamento normal, sendo a recuperação do seu património histórico uma das prioridades.
"A Câmara de Palmela tem acompanhado a situação do Grupo Desportivo de Rio Frio em permanência e, além deste apoio financeiro, tem prestado o apoio logístico necessário à realização das atividades", diz fonte do município ao ADN.  
Entretanto, diz a autarquia palmelense, "têm sido procuradas oportunidades de financiamento que permitam a recuperação do edifício e o Município está disponível para comparticipar uma solução, no âmbito do Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo", conclui o comunicado da Câmara de Palmela.

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Serviço dos TCB na Moita agrada à autarquia

“Adesão comprova que vem responder a uma necessidade”

O presidente da Câmara da Moita, Rui Garcia, afirmou que a adesão que se tem verificado vem comprovar a importância do alargamento dos Transportes Coletivos do Barreiro ao concelho da Moita. “As duas carreiras dos TCB estão já a fazer uma extensão ao território da Moita e estão a fazer o seu caminho de adesão de utentes”, afirmou o autarca.
Rui Garcia satisfeito com serviço dos TCB no concelho 

Em Dezembro de 2015, os municípios da Moita e do Barreiro assinaram um protocolo de entendimento para alargar o serviço municipalizado dos TCB ao concelho vizinho, nomeadamente na extensão de duas linhas, que passam pelas freguesias da Baixa da Banheira, Vale da Amoreira e de Alhos Vedros.
A empresa Transportes Sul do Tejo avançou com providências cautelares para travar o alargamento.
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada indeferiu as providências que foram, no entanto, alvo de recurso mas o Tribunal Central Administrativo do Sul acabou por também indeferir o recurso apresentado pela empresa TST, apesar de ainda faltar analisar a ação principal levantada pela empresa.
Os TCB começaram a efetuar carreiras no concelho da Moita no dia 4 de Julho, com a extensão das carreiras 1 e 2, que ligam as freguesias da Baixa da Banheira, Vale da Amoreira e de Alhos Vedros à zona urbana do Barreiro.
“Tem todas as condições e a adesão comprova que vem responder a uma necessidade das populações e que são uma oferta necessária para o nosso concelho”, concluiu o autarca da Moita. 

Moita quer acesso ao Passe Social 
No primeiro dia do novo serviço, Rui Garcia dizia que “as populações da Baixa da Banheira, Vale da Amoreira e de Alhos Vedros têm acesso a uma oferta de transportes públicos de passageiros mais eficiente, porque são mais frequentes, mais próximos e mais económicos”, assumindo este momento como uma “conquista muito importante do ponto de vista da mobilidade”.
O presidente da Câmara da Moita lembrou, ainda, a injustiça do Passe Social L123 não abarcar a Moita. Não haverá qualquer hesitação “em lutar e agir para que as nossas populações tenham, finalmente, a mobilidade a que têm direito”.
Carlos Humberto, presidente da Câmara do Barreiro e, simultaneamente, dos Serviços Municipalizados de TCB, diz que este serviço “é o concretizar de um serviço pelo qual temos lutado há décadas”, acrescentando que se pretende prestar um serviço “cada vez de maior qualidade” e da necessidade de pensar a mobilidade no âmbito da Área Metropolitana de Lisboa e no País, mostrando-se disponível para conversar e ponderar sobre eventuais prolongamentos do serviço do operador municipal.
Um desses prolongamentos deverá acontecer ao concelho de Palmela, nomeadamente à freguesia de Quinta do Anjo. Álvaro Amaro, de Palmela e Carlos Humberto, do Barreiro, já discutiram por diversas vezes o tema.

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