Dá um Gosto ao ADN

Mundo rural mostra-se em Santiago do Cacém

Santiagro arranca esta quinta-feira e espera 40 mil visitantes 

O Mundo rural vai estar em destaque entre os dias 31 deste mês e 3 de Junho em Santiago do Cacém. A 31.ª edição da Santiagro – Feira Agropecuária e do Cavalo – quer mostrar as potencialidades do concelho e espera receber mais de 40 mil visitantes. O destaque desta feira vai para as áreas da agricultura, pecuária, floresta e do cavalo. Além das atividades na área do picadeiro, a charanga da GNR com desfile pelas ruas da cidade é uma das grande novidades deste ano. A mostra de equinos, ovinos, caprinos e bovinos conta com mais de 250 animais. Ao nível dos expositores, a Santiagro tem este ano mais de duas centenas. Colóquios, passeios de carroça, batismos equestres ou provas de produtos locais são outras das propostas. No cartaz musical brilham os Calema (31 de Maio), Wet Bed Gang (1 de Junho), Fernando Daniel (dia 2) e Richie Campbell (dia 3).
Feira decorre de 31 de Maio a 3 de Junho 

A 31.ª edição da Santiagro – Feira Agropecuária e do Cavalo, que se realiza entre 31 de Maio e 3 de Junho no Parque de Feiras e Exposições de Santiago do Cacém, espera receber este ano cerca de 40 mil visitantes.
A conferência de imprensa de apresentação do certame teve lugar no espaço de turismo rural Casas de Miróbriga, em Santiago do Cacém, com a presença do presidente da câmara, Álvaro Bejinha. Com um orçamento a rondar os 230 mil euros, a feira é “uma montra das potencialidades do concelho”, salientou o autarca, dando destaque às questões ligadas ao mundo rural, como agricultura, pecuária, floresta e setor equestre.
“Apostamos em projetos inovadores, que têm grande expressão e importância no município”, sublinhou Álvaro Bejinha.
“As expetativas são claramente otimistas uma vez que trabalhamos no sentido de ter uma grande feira a vários níveis a começar pelo cartaz que, este ano, está muito voltado para a juventude”, adiantou o autarca.
Com um orçamento de 230 mil euros, a feira que procura ser “uma montra das potencialidades do concelho”, vai contar com mais de 200 expositores e novidades não vão faltar.
“A procura é sempre maior à oferta e ano após ano percebemos o interesse dos empresários em estarem representados no certame. Vamos apresentar o espaço Natura dedicado às crianças onde vamos ter um conjunto de atividades, entre elas um Planetário, um projeto que se insere numa candidatura ligada à área da educação e vários circuitos de Tuk-tuk que vão estar disponíveis durante a feira”, adiantou o autarca que espera que a afluência de visitantes possa “ultrapassar as quarenta mil pessoas” com uma média de “dez mil por dia”, disse Álvaro Beijinha.

Destaques do programa 
Além das atividades na área do picadeiro, a charanga da GNR, com desfile pelas ruas da cidade é uma das grande novidades deste ano. Esta charanga é única no mundo a executar nos três andamentos do cavalo, passo, trote e galope, marchas militares e trechos de música ligeira.
Para as crianças e bebés, foram criados espaços próprios, como o espaço Natura, onde será projetado cinema imersivo a 360º sobre temas relacionados com a natureza. Este espaço está inscrito na candidatura da autarquia a fundos comunitários Insucesso Zero | Igualdade na Educação.
A exposição de equinos, ovinos, caprinos e bovinos conta com mais de 250 animais. Ao nível dos expositores presentes, a Santiagro 2018 conta com mais de 200, com muitas novidades.
"Showcookings" pelo chef André Lopes e os MasterChef juniores António e João Miguel, colóquios, demonstração de arte da cocaria, passeios de carroça, batismos equestres, provas de produtos locais, demonstração de horseball e uma gala equestre são algumas das propostas para esta edição.
Durante os quatro dias da feira, o cartaz musical vai contar com os espetáculos de Calema (31 de Maio); Wet Bed Gang (1 de Junho); Fernando Daniel (2 de Junho) e, para o encerramento, Richie Campbell (3 de Junho).
A música continua durante as madrugadas, assegurando a animação pelos DJ Nomaka, ChristianF, RMG e Dadão.

Agência de Notícias 
Foto: Câmara de Santiago do Cacém 
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Fábrica de Palmela pode voltar à greve em Junho

Autoeuropa vai pagar domingos com apenas uma folga extra por mês

A ameaça de greve dentro da Autoeuropa parece estar de regresso. A Comissão de trabalhadores e os sindicatos estão insatisfeitos com o novo esquema de folgas extrasemanal: os operários da fábrica de Palmela vão ter apenas mais uma folga por mês por trabalharem aos domingos, avançou o “Diário de Notícias” esta terça-feira. Esta notícia tem por base uma nota interna enviada pela direcção da fábrica aos cerca de 5700 trabalhadores, a que o matutino teve acesso. Os trabalhadores vão receber uma única folga mensal depois das férias de Agosto, ao abrigo do novo esquema de horário da fábrica de Palmela. De acordo com o “DN”, dentro da Autoeuropa já circula, neste momento, um apelo à greve para dia 9 de Junho.
Trabalhadores ameaçam voltar à greve a 9 de Junho 

Na sequência do novo esquema de horário da fábrica de Palmela, os 5700 funcionários da Autoeuropa vão ter apenas mais uma folga por mês por trabalharem aos domingos. Segundo revela esta terça-feira o Diário de Notícias, a Comissão de trabalhadores e os sindicatos estão insatisfeitos com esta imposição, existindo um apelo à greve para dia 9 de Junho.
Por outro lado, a unidade do grupo Volkswagen em Portugal admite mais investimento na fábrica.
Segundo uma nota interna enviada aos trabalhadores, a folga extra-semanal será atribuída a cada quatro semanas. No novo modelo laboral, que começa já após as férias de Agosto, os operários vão ganhar ao domingo o mesmo que nos dias úteis e vão receber 100 por cento de um dia normal de trabalho por mês por cada dois turnos trabalhados ao fim de semana. De acordo com a nota, serão ainda pagos 25 por cento trimestralmente "de acordo com o cumprimento do volume de produção".
Assim, a Autoeuropa vai funcionar com 19 turnos – três turnos diários de segunda a sexta e dois turnos diários ao sábado e domingo. Os trabalhadores da fábrica de Palmela terão uma semana de trabalho de cinco dias, com duas folgas consecutivas, sendo que os dias de descanso serão gozados ao sábado e domingo de duas em duas semanas.
Desde 29 de Janeiro e até às férias de Agosto, os operários têm dois tipos de turnos, em semanas de cinco dias de trabalho. O turno da noite, que funciona de segunda a sexta-feira com as folgas fixas ao sábado e domingo; o turno da manhã e da tarde, de segunda-feira a sábado com uma folga fixa ao domingo e uma folga rotativa e, em cada dois meses, a Autoeuropa garante quatro fins-de-semana completos e um período de dois dias seguidos de folga.
O SITE-Sul, por exemplo, apela à adesão à greve a 9 de Junho, dia da manifestação da CGTP em Lisboa. “O valor da compensação financeira pela prática do novo horário fica muito aquém das expectativas dos trabalhadores e do que a empresa e o Grupo VW podem pagar”, refere o sindicato afeto à CGTP em comunicado.

Agência de Notícias 
Foto: LUSA
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Marchas Populares em apresentação em Setúbal

“Este é um evento genuíno da cultura popular portuguesa”

O músico Nuno Guerreiro é o presidente do júri do concurso das Marchas Populares de Setúbal 2018, edição com sete coletividades a concurso, que se apresentam à cidade a 9 de Junho, em desfile na Avenida Luísa Todi. Nuno Guerreiro, “que adotou recentemente Setúbal para viver, é uma referência nacional de enorme prestígio artístico, com um percurso e uma carreira que dispensam apresentações”, destacou o vereador da Cultura da Câmara Municipal, Pedro Pina, na apresentação do evento. O músico e cantor, que ganhou notoriedade com o projeto Ala dos Namorados, agora com incursões a solo, confessou que ficou “assustado com o convite”. Ainda assim, aceitou-o “com grande prazer”, apesar de estar “um pouco nervoso” com a responsabilidade, sobretudo se tiver de intervir em caso de empate.
Marchas apresentam-se na Avenida a 9 de Junho 

O artista, orgulhoso por presidir ao júri do concurso, afirmou que está a ser agradável viver em Setúbal, onde chegou há dois anos e meio. “Apaixonei-me pela cidade e tenho assistido à sua grande transformação”, enalteceu, para vincar o particular entusiasmo pelas praias e pela serra.
Nuno Guerreiro preside ao júri do concurso, do qual fazem ainda parte Ricardo Cristas, em cenografia, Diana Vieira, coreografia, Rita Melo, figurino, Ester Correia, letra, e António Laertes, música, conjunto que avalia as coletividades a concurso em desfiles nos dias 15 e 16, às 22 horas, pagos, na Praça de Touros Carlos Relvas.
No fim de semana anterior, no dia 9, às 21h30, Setúbal mobiliza-se para receber e conhecer as sete coletividades a concurso, que se apresentam à cidade no tradicional desfile na Avenida Luísa Todi, no qual participam também cinco marchas extraconcurso. A entrada neste evento é gratuita.
Participam nas Marchas Populares de Setúbal 2018 o Núcleo dos Amigos do Bairro Santos Nicolau, com o tema “Venham aqui comprar e no Bairro Santos marchar”, e a Cooperativa de Habitação e Construção Bem-Vinda a Liberdade, com “Mercado do Livramento, a Cidade em Movimento”.
A União Desportiva e Recreativa das Pontes desfila inspirada em “Tantas Partidas, Tantas Chegadas”, a Sociedade Musical Perpétua Azeitonense escolheu “Amar o Mar”, enquanto o Grupo Desportivo Independente sai à rua com “Rufam tambores e siga a marcha”.
As Marchas Populares de Setúbal 2018 contam ainda com as participações do Núcleo Bicross de Setúbal, este ano a desfilar com o tema “Vem deste rio a riqueza que ostentamos”, e do Grupo Desportivo Setubalense Os 13, que traz “Fama de Marinheiro dá namoro em noite de tradição”.
Como é habitual, todas as coletividades a concurso, bem como a madrinha das madrinhas, que este ano é Sara Margarida, têm de cantar a Grande Marcha de Setúbal, intitulada “Setúbal, Terra de Vinhos”, com letra de Dina Barco e música de José Condinho.
“Este é um evento genuíno da cultura popular portuguesa”, destacou José Condinho, envolvido pelo terceiro ano consecutivo nas Marchas Populares de Setúbal e que, igualmente com Dina Barco, conseguiu uma “dobradinha”, ao vencer também o concurso para a Grande Marcha de Lisboa.
Os desfiles contam ainda com as participações especiais, extraconcurso, da marcha da APPACDM de Setúbal, com “Vamos celebrar a Natureza”, e da marcha infantil da União Desportiva e Recreativa das Pontes, que apresenta “As Maravilhas da Terra e do Mar ‘Bichinho do Rio e do Mar”.
Igualmente extraconcurso, apresentam-se as marchas infantis da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, com tema inspirado em “Flores da Serra”, do Grupo Desportivo Independente, com “Rainha Sardinha, Rei Carapau”, e do Núcleo Bicross de Setúbal, com “Ora vejam lá… as crianças no arraial popular”.

Marchas celebram vinhos da região 
As Marchas Populares de Setúbal “exaltam a cidade e constituem o grande evento da cultura popular setubalense, que dá mais brilho à Avenida Luída Todi e à Praça de Touros Carlos Relvas”, salientou o vereador Pedro Pina, antevendo noites de “grande festa e de comunhão” entre todos.
Os vinhos setubalenses são celebrados na edição deste ano do certame organizado pela Câmara Municipal de Setúbal com os apoios da Europrol e da Aplaudir, “um tema particularmente interessante” que inspira o evento, uma “consagração daquilo que é mais tradicional em Setúbal”, apontou o autarca.
Pedro Pina indicou ainda que as Marchas Populares de Setúbal “têm tido a capacidade de se irem adaptando aos novos tempos” e “mantêm a mesma vitalidade, com muita gente jovem que se envolve na tradição, de forma empenhada, e que dá sentido a esta grande festa”.
As Marchas Populares de Setúbal começam no dia 9, às 21h30, com uma apresentação gratuita na Avenida Luísa Todi, a que se segue, nos dias 15 e 16, às 22 horas, o concurso na Praça de Touros Carlos Relvas. As entradas custam 2,5 euros para a geral, 3,5 para as cadeiras e 4 para os lugares de camarote. As crianças até 10 anos não pagam.
A apresentação do programa das Marchas Populares de Setúbal 2018, que inclui, a 24 de Junho, às 17 horas, no Fórum Municipal Luísa Todi, a cerimónia de entrega de prémios, culminou com a exibição de um vídeo com a música e letra da Grande Marcha “Setúbal, Terra de Vinhos”.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal

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Festival de Teatro de Almada arranca em Julho

Quatro estreias em dez produções portuguesas

Quatro estreias em dez produções portuguesas e 15 espectáculos estrangeiros fazem parte da programação do 35.º Festival de Almada, a decorrer de 4 a 18 de Julho, anunciou  a companhia anfitriã, a Companhia de Teatro de Almada.  Apesar de a apresentação da programação estar agendada para 15 de Junho, na Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea, em Almada, a companhia divulgou já na sua página da internet alguns dos espectáculos que podem ser vistos na edição deste ano do festival, a decorrer em várias salas do concelho de Almada e outras de Lisboa. A realização desta edição do festival chegou a estar em risco, devido à diminuição de verbas da Direcção-Geral das Artes, no âmbito do concurso ao programa de apoio sustentado ao teatro, conforme disse à Lusa o director da companhia, Rodrigo Francisco.
Lilliom, de Ferenc Molnár, é uma das presenças em Almada

A Companhia de Teatro de Almada, com sede no Teatro Municipal Joaquim Benite, recebeu porém a garantia da presidente da câmara local, Inês de Medeiros, de que continuará a desenvolver todos os esforços no sentido de que o festival "veja reconhecida, por quem de direito, a sua importância como acto único no panorama teatral português", lê-se ainda no sítio da companhia, na internet.
Apesar de ser a companhia que vai receber mais verbas da DGArtes este ano (312 mil euros), a promotora do festival viu-se confrontada com um corte de 87 mil 921 euros face à verba que recebera no primeiro ano do anterior quadriénio. Uma verba que, para o director da companhia e do festival, é insuficiente, já que metade do montante se destina à realização do Festival de Almada, certame que a Companhia de Teatro de Almada não pôde candidatar a título individual.
A variação, de acordo com os dados publicados na página oficial da DGArtes, representa um corte de 22 por cento face aos 399 mil 921 euros de média com que a Companhia de Teatro de Almada foi subsidiada em 2013 e 2015.

Destaques na programação 
Como é hábito no festival, a edição deste ano abre com o "Espectáculo de Honra" escolhido pelo público na edição de 2017. O palco principal da Escola D. António da Costa, em Almada, voltará assim a acolher, a 4 de Julho, a peça Bigre - Mélo Burlesque, um melodrama burlesco sem palavras que venceu o Prémio Molière (França) de 2017, e que conquistou também o público do festival português. Bigre, de Pierre Guillois, é uma produção francesa da Compagnie Le Fils du Grand Réseau.
Lilliom, um texto do húngaro Ferenc Molnár, com encenação de Jean Bellorini, considerado "um dos mais destacados criadores da nova geração do teatro francês", é, segundo a Companhia de Teatro de Almada, outro dos espectáculos que podem ser vistos na edição deste ano do festival. Encenada pelo actual director do Théâtre Gérard Philipe, em Saint-Denis, na região de Paris, a peça subirá ao palco do Teatro Municipal Joaquim Benite nos dias 9 e 10 de Julho.
Em co-apresentação com o Teatro Nacional D. Maria II, nos dias 15 e 16 de Julho, será representada Actrice, na sala da capital. Com texto e encenação do coreógrafo, dramaturgo e encenador francês Pascal Rambert, Actrice é um espectáculo em que o autor reflecte sobre o amor, a morte, a liberdade e, sobretudo, o teatro. A actriz francesa Marina Hands, vencedora de um César para melhor actriz, em 2006, pelo desempenho no filme Lady Chatterley, de Pascale Ferran, é uma das protagonistas da peça.
No que respeita aos 15 espectáculos estrangeiros que podem ser vistos na 35.ª edição do Festival de Almada, a Companhia de Teatro de Almada revelou apenas que provêm do México, Burkina Faso, Croácia, Eslovénia, Alemanha, Bélgica, Itália, França e Espanha.
O pintor Paulo Brighenti é o autor do cartaz desta edição do certame, cuja programação completa será revelada a 15 de Junho, numa cerimónia que contempla um concerto dos alunos da Escola de Jazz Luiz Villas-Boas - Hot Clube (que este ano completa 70 anos).

Agência de Notícias com Lusa 
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Alcochete afirmou-se como “Vila Saúde”

Um fim de semana dedicado à temática da Saúde 

De 25 a 27 de Maio Alcochete foi “Vila Saúde”, registando um elevado número de visitantes e munícipes que tiveram a oportunidade de assistir e participar em numerosas ações e eventos ligados ao setor da saúde, desporto e ao bem-estar físico e psicossocial. A 6.ª edição da Feira da Saúde, promovida pela câmara  de Alcochete, em parceria com o Agrupamento de Centros de Saúde do Arco Ribeirinho, decorreu em vários espaços públicos da vila de Alcochete. Fernando Pinto, presidente da câmara de Alcochete, considerou que “a Feira da Saúde de Alcochete pretende no seu essencial desmistificar a individualidade da questão da saúde, que é um tema que apela à participação de todos e todas na construção de uma comunidade salutar”. Nos três dias da Feira da Saúde múltiplos foram os eventos, desde workshops de culinária, vamos às compras, danças sevilhanas, lanches e snacks saudáveis, showcooking, florais de Bach, a atuação de vários grupos musicais e escolas de dança, rastreios nutricional, de pressão arterial, glicémia e colesterol, várias palestras e atividades desportivas.
Várias atividades dedicadas à Saúde presentes na Vila Saúde 

Os presidentes da câmara e da assembleia municipal, a diretora-geral da Direção Geral da Saúde, o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, os presidentes das juntas e das assembleias de freguesia do concelho, o diretor executivo e a presidente do Conselho Clínico e de Saúde do ACES, os coordenadores das várias unidades de Saúde do concelho, os representantes do Conselho Local de Ação Social, os representantes das instituições militares e associativas e outros convidados marcaram presença na sessão de abertura da Feira.
No início do seu discurso, o presidente da câmara municipal recordou a personalidade de António Arnaut, “um nome maior na defesa da liberdade, da igualdade e da justiça social” e “pai” do Sistema Nacional de Saúde.
“Este evento, cujas estratégias assentam num modelo onde o centro de atuação é a saúde e não a doença, visa promover a literacia nesta área, facultando aos munícipes os conhecimentos necessários para gerir, de modo eficiente e sobretudo eficaz, o seu potencial de saúde”, acrescentou. “São mais de 50 as entidades parceiras deste projeto e aqui representadas na feira e estou convicto que todas elas vão abordar os temas identificados no Plano Local de Saúde, nomeadamente a cidadania em saúde, os afetos, a alimentação, o ambiente e o movimento”, sublinhou Fernando Pinto.
Também a diretora geral da Saúde lembrou António Arnaut ao afirmar que “que foi o responsável por termos aquilo que é o desígnio mais importante da humanidade neste momento: o acesso universal a cuidados de saúde”.
Graça Freitas fez um balanço da situação da saúde no país, lembrando que “até à década de 60/70 Portugal era um país pobre e pouco saudável, com a taxa de mortalidade infantil mais elevada da Europa Ocidental (…) com muita gente sem água potável, sem saneamento básico e sem acesso aos cuidados de saúde. “Em 1965 surge pela primeira vez um grande programa nacional de vacinação que foi seguido de outras intervenções na área da saúde materno-infantil”, disse, destacando que “em poucas décadas tornámo-nos dos melhores do mundo e a prova disso é que as mulheres portuguesas estão na 6.ª posição, com tendência a passar para a 3.ª posição das mulheres que vivem mais na União Europeia”.
“Temos muitos desafios ainda pela frente. Estamos no bom caminho mas esses desafios fazem-se ao nível local, com parcerias com todos os setores da sociedade (…) a saúde de uma população depende de muitas coisas, daquilo a que se chama os determinantes sociais, ambientais, comportamentais e outros”, afirmou a responsável, sublinhando que “as autarquias são fundamentais porque não há saúde sem um setor social equilibrado” e que a aposta deve ser feita ao nível da prevenção para que haja um aumento da esperança de vida.
“Queremos de facto que todas as pessoas vivam e sejam tratadas com equidade e dignidade e com estas duas premissas se aproximem do seu potencial de vida e de saúde. Temos que lutar por melhorar o bem-estar sobretudo dos mais vulneráveis”, acrescentou a diretora geral da Saúde.

Bombeiros de Alcochete garantem esclarecimentos à população 
A 6.ª Feira da Saúde contou com várias palestras, entre as quais a sessão de esclarecimento “O Verão está a chegar. Diversão e Prevenção” apresentada pelo presidente da câmara de Alcochete, Fernando Pinto, Lina Guarda, médica e coordenadora de saúde pública e Paulo Vieira, comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcochete.
Nesta sessão de esclarecimento foram abordadas por Lina Guarda as precauções a ter no período do verão no que respeita à alimentação e hidratação, à exposição solar, ao vestuário, ao consumo excessivo de álcool pelos jovens, o elevado número de acidentes de viação, muitas vezes relacionados com o álcool e as doenças transmitidas por vetores (agentes infeciosos como os mosquitos e as carraças).
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcochete apresentou a corporação “fundada em 1948” e apelou à inscrição de novos sócios tendo em conta que têm apenas dois mil sócios num concelho com 17.500 habitantes. Paulo Vieira disse que, no concelho, o tempo quente traz consigo incêndios rurais e de fenos e preocupações com a época balnear nas praias de Alcochete e do Samouco e com as festas populares.
Este responsável sublinhou a importância da limpeza das matas, quintais, arrecadações, abordou os vários tipos de incêndio e referiu a ação da corporação dos bombeiros durante as festas no concelho, referindo que a associação precisa de desfibrilhadores para quatro ambulâncias.
Nos três dias da Feira da Saúde múltiplos foram os eventos, desde workshops de culinária, vamos às compras, danças sevilhanas, lanches e snacks saudáveis, showcooking, florais de Bach, a atuação de vários grupos musicais e escolas de dança, rastreios nutricional, de pressão arterial, glicémia e colesterol, várias palestras e atividades desportivas, sendo de destacar o sucesso do elevado número de participantes nesta 6.ª edição da Feira da Saúde.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete 
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Gastronomia inova no Festival do Peixe em Setúbal

 Sessões de cozinha ao vivo e doces com sabor a peixe 

O pescado da costa setubalense recebeu destaque suplementar nas ementas dos restaurantes do concelho sadino entre os dias 25 e 27, durante o Festival do Peixe, certame que incluiu sessões especiais de degustação com surpresas tão originais como um pastel de choco. Perto de quatro dezenas de restaurantes reforçaram as sugestões de pratos à base de peixe durante os três dias do festival gastronómico, organizado pela Câmara de Setúbal, em parceria com a Docapesca, no âmbito da Semana do Mar e do Pescador e da promoção da marca Setúbal Terra de Peixe. Além dos menus dos restaurantes inspirados na riqueza da variedade piscícola da costa setubalense, o certame proporcionou momentos para se provar a qualidade do pescado local, com algumas das propostas a surpreenderem pela criatividade das confeções.
Festival de Peixe decorreu no fim de semana em Setúbal 

Pela Casa da Baía, centro de promoção turística de Setúbal, foram desvendados segredos e ensinadas técnicas para se retirar o melhor dos sabores do peixe setubalense.
No total, realizaram-se três sessões de cozinha ao vivo, conduzidas pelos chefs Ana Rita Gonçalves, da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal e especialista em cozinha macrobiótica, Patrícia Borges, autora de livros gastronómicos e investigadora e especialista na área da inovação da indústria alimentar, em particular na utilização de recursos marinhos menos valorizados, e Miguel Bértolo, especialista em sushi, nomeadamente em washoku, a cozinha tradicional nipónica.
Na Casa da Baía decorreram ainda degustações de pratos apresentados por restaurantes locais.
As propostas passaram pelo choco frito, a cargo da Adega Leo do Petisco, cataplana de peixe e cavala sobre salada, do Cantinho dos Petiscos, e arroz de amêijoa com filetes de garoupa, cogumelos recheados e croutons de bacalhau e lulas de tomatada com puré de batata, do Novo 10.
As sugestões de degustação incluíram, também, coentrada de tamboril e um prato de bacalhau, pelo restaurante Convés, filetes de sardinha frita, do Rebarca, massa rica à pescador e feijoada de choco, da Ribeirinha do Sado, carapaus alimados, do Solar do Marquês II, e raia à pescador, da Taberna Grande.

Viagem pela doçaria com sabor a peixe...
Doçaria de Peixe atraiu centenas de pessoas 
O dia 27 acabou por ser o dia mais doce de todos, com uma sessão muito especial intitulada Doçaria com Peixe, iniciativa destinada a apresentar propostas de doces e sobremesas feitos à base de peixe.
Panna cotta com carapau caramelizado, pelo chef Álvaro Santos, choco, ova de choco e chocolate, pelo chef Mikael Moreira, e pastel de choco de Setúbal, pelo chef Nuno Gil, foram algumas das surpreendentes sugestões que conquistaram olhares e palatos das centenas de pessoas que viveram a experiência Doçaria com Peixe, na Casa da Baía.
A atividade contou, igualmente, com os contributos de espaços comerciais, caso do Batikanos, com um doce feito à base de choco, da Confeitaria da Arrábida, com bolas de Berlim com doce de ovo e pescada, e da Geladaria Valenciana, com atum selado com redução de moscatel, crepe e sorvete de limão com especiarias.
Ao nível da restauração, participaram no Festival do Peixe de Setúbal A Casa do Peixe, A Barreira, A Vela Branca, Adega do Zé, Adega dos Garrafões, Adega Leo do Petisco, A-Mar Setúbal, Bombordo, Cantinho dos Petiscos, Casa do Mar, Casa Lagarto, Copa D’Ouro, Ferribote, Mar Azul, Nova Taberna o Pescador, Novo 10, O Alface, O Batareo, O Bote, O Convés, O João do Peixe, O Nau e O Praxedes.
A lista contou, ainda, com Petisqueira O Manuel, Poço das Fontainhas, Rebarca, Restinguinha, Ribeirinha do Sado, Solar do Marquês II, Taberna de Azeitão, Taberna Grande, Taberna Típica O Pescador II, Tasca da Fatinha, Tasca das Marés, Tasca do Xico da Cana, Tasca Kefish, Ti Prudência, Verde e Branco e Zagaia.
"O Festival do Peixe de Setúbal contribui para a estratégia municipal de reforço do posicionamento do concelho ao nível da gastronomia, sobretudo com o peixe, e de estímulo da restauração local e da sua participação em atividades de promoção local enquanto destino turístico de excelência", explica a Câmara de Setúbal em comunicado.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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Enfermeiros do Hospital de Almada contra despedimentos

Sindicato quer mais camas e protesta pelo despedimento de 20 enfermeiros 

Uma dezena de enfermeiros concentraram-se, esta segunda-feira, em frente ao hospital Garcia de Orta, em Almada, em protesto contra o despedimento de 20 destes profissionais e o encerramento de camas naquela unidade de saúde. “A questão é que são absolutamente necessários no hospital. A própria administração, além destes que cá estão - e serão despedidos cerca de 20 - já solicitou a contratação de mais 48, portanto ficam a faltar perto de 70 enfermeiros neste hospital”, explicou à Lusa Zuraima Prado, dirigente nacional do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses. Os enfermeiros em causa fazem parte de contratos de substituição ou foram contratados no âmbito do plano de contingência da gripe e serão dispensados devido ao regresso de colegas que substituíam.
Enfermeiros protestaram no hospital Garcia de Orta  

“É uma gestão que não compreendemos, porque alguns dos enfermeiros não vão voltar, porque muitos deles estão a substituir enfermeiros que não estão naqueles serviços. Alguns deles vão embora agora, mas os enfermeiros que estão a substituir só voltarão em setembro, por exemplo”, acrescentou a sindicalista.
De acordo com a sindicalista, com o despedimento destes profissionais “há serviços que vão ter de encerrar camas”, como “o caso do Piso 6 [internamentos], de onde saem seis enfermeiros de uma assentada só”, sublinhou a responsável.
“Sabemos que o Serviço de Urgências está de tal forma com carência de enfermeiros que solicitou a todos os serviços do hospital enfermeiros para irem lá fazer trabalho extraordinário. É uma situação incomportável”, disse Zuraima Prado.
Nos últimos três dias foram recolhidas mais de 300 assinaturas de enfermeiros contra o despedimento de colegas e a exigirem a contratação de mais enfermeiros, que serão entregues à administração do hospital.
“Os enfermeiros estão exaustos, não conseguem manter a prestação de cuidados nestas condições. Vem aí a implementação das 35 horas, vêm aí as férias e prevê-se um verão absolutamente exaustivo para os enfermeiros. E, caso não haja uma solução e a solução é a vinculação imediata destes colegas e contratação de mais enfermeiros, vamos decretar formas de luta, sem a menor sombra de dúvida”, afirmou a sindicalista.
Segundo Zuraima Prado, o Garcia de Orta já teve perto de 800 enfermeiros, mas tem agora menos, sendo necessários mais cerca de 70 só para suprir a alteração de horário para as 35 horas.

Agência de Notícias com Lusa 


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Acesso à habitação recebe apoios em Setúbal

Há 26 mil famílias sem casa em Portugal 

Novos instrumentos para resolver problemas de acesso à habitação de 26 mil famílias portuguesas foram apresentados, esta segunda-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Setúbal. O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, marcou presença na abertura do encontro, o primeiro de um conjunto de doze que percorre todo o país durante um mês, num roadshow que dá a conhecer uma nova geração de políticas de habitação. “Fiz questão de estar presente nesta primeira sessão pública, dedicada a toda a Área Metropolitana de Lisboa, por ser a região do país onde o problema da habitação é mais grave”, indicou. Segundo o governante, “das 26 mil famílias nacionais que vivem em situação indigna, a nível habitacional, cerca de dois terços estão na Área Metropolitana de Lisboa”, razão pela qual a primeira sessão pública de apresentação dos Novos Instrumentos de Apoio à Promoção Pública de Habitação, promovida pelo Ministério do Ambiente, se realiza na região.
Governo apresentou em Setúbal apoios para a habitação 

Para a presidente da Câmara  de Setúbal, Maria das Dores Meira, a apresentação destes instrumentos na cidade sadina é também uma forma de“reconhecer o empenho do município nestas matérias”.
A autrarca sublinha que a atenção que a autarquia dá às questões da habitação “nunca esteve dependente de regulamentação legislativa”, pois esta matéria constitui “um compromisso assumido com a população e, mais importante, é uma prática diária no concelho”.
Maria das Dores Meira lembra que os inquilinos de habitação pública municipal discutiram a Lei do Arrendamento Apoiado, publicada em 19 de Dezembro de 2014, e apresentaram uma proposta de alteração global à mesma e que a Câmara e a Assembleia Municipais de Setúbal, bem como as juntas de freguesia, assumiram moções de apoio a este movimento dos moradores setubalenses.
Este impulso dos inquilinos municipais setubalenses deu origem a um movimento a nível nacional para exigir a alteração de “uma lei injusta e desadequada”, frisa a autarca.
No entanto, para a Câmara de Setúbal este processo não está encerrado, pois, recorda, ficou por incluir na referida alteração a introdução dos descontos feitos para a Segurança Social no rendimento líquido para efeitos do cálculo de renda apoiada.
A autarca setubalense sublinha ainda a necessidade de uma lei de bases da habitação que defenda a habitação, “um direito humano e constitucional”, de pressões económicas e “salvaguarde o acesso à habitação para todos”, bem como de uma política de reabilitação das habitações públicas.
Maria das Dores Meira revela que, no concelho de Setúbal, existem 800 famílias que necessitam que lhes seja atribuída habitação pública municipal, mas as casas “não estão disponíveis, pois as habitações municipais devolutas não chegam para todos os pedidos”.
Tratam-se de famílias às quais não se adequa a renda acessível e que precisam de habitação, “não porque vivam em casas em ruínas”, mas porque“os seus rendimentos não comportam a especulação do arrendamento e as exigências do crédito à habitação”.
Por outro lado, garante a autarca, há no concelho de Setúbal “habitações devolutas que poderiam acrescentar-se à oferta existente”.
É para dar resposta a estes e outros problemas em matéria habitacional que“não podem esperar nem mais um dia”, sublinha o ministro do Ambiente, que o Governo criou Novos Instrumentos de Apoio à Promoção Pública de Habitação “para todos os portugueses e não apenas para as famílias consideradas como carenciadas”.

Imóveis municipais que podem integrar o fundo
Ministro do Ambiente quer resolver problema da habitação 
Isto porque, assegura, há muitas famílias que “longe de serem consideradas como carenciadas não encontram a habitação que desejam ou não conseguem manter a habitação em que se encontram”.
Trata-se de um programa “essencialmente dedicado a eliminar carências habitacionais primárias”, em que as autarquias “têm um papel fundamental a desempenhar”.
A aplicação do primeiro dos dois novos instrumentos apresentados por João Pedro Matos Fernandes, o 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, passa, desde logo, pela definição de uma Estratégia Municipal de Habitação.
“Quem desenha as cidades é o Poder Local, pois é quem conhece melhor o território e pode definir as soluções concretas para as necessidades identificadas. A responsabilidade técnica e política das estratégias de habitação é das autarquias”, diz o ministro.
O objetivo deste programa é, mediante a concessão de apoio público, criar as condições para proporcionar o acesso a uma habitação adequada a pessoas que vivem em situações habitacionais indignas e que não dispõem de capacidade financeira para encontrar uma solução habitacional no mercado.
Quanto ao segundo instrumento apresentado em Setúbal, o Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado, será um Fundo Especial de Investimento Imobiliário, de subscrição particular, orientado para o desenvolvimento de projetos de reabilitação de imóveis e para a promoção do arrendamento, tendo em vista a regeneração urbana e o repovoamento dos centros urbanos.
Nesta matéria, aponta o ministro do Ambiente, “é lançado o desafio às autarquias para reconhecerem quais os imóveis municipais que podem integrar o fundo, bem como os próprios imóveis do Estado existentes no seu concelho”.
Após a sessão de abertura, o encontro prosseguiu com explicações mais pormenorizadas sobre cada um dos instrumentos apresentados pelo ministro do Ambiente.
A sessão de encerramento ficou a cargo da presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, Alexandra Gesta, e da secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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Paços do Concelho de Palmela vai para obras

Concurso para recuperação do edifício por 480 mil euros

O município de Palmela tem a decorrer concurso por prévia qualificação para a obra de recuperação do Salão Nobre dos Paços do Concelho e reabilitação de outras áreas do edifício. O concurso, diz a autarquia, "tem o preço base de cerca de 480 mil euros, tendo o projeto custado 36 mil 285 euros".  Trata-se de uma obra fundamental para Palmela. "De grande delicadeza e incidindo num edifício de grande beleza e impacto, inserido no Centro Histórico de Palmela, esta obra teve projeto aprovado pela Direção-Geral do Património Cultural e prevê o recurso a diversas especialidades e a ações reversíveis e pouco intrusivas, o que justifica a opção do Município pelo concurso de prévia qualificação", explica a Câmara de Palmela. 
Edifício da Câmara de Palmela  vai ser remodelado  

Os trabalhos incluem a recuperação do Salão Nobre, para eliminação de patologias e conservação e restauro da galeria de retratos dos reis de Portugal, do Conde D. Henrique a D. Manuel , de modo a assegurar a preservação histórico-patrimonial deste legado. 
Integram, também, a reabilitação, conservação e restauro do terraço, colunas e pilastras que "compõem o acesso, através da fachada principal, e a reabilitação de fachadas e coberturas, entre outras intervenções de conservação e restauro", diz a autarquia.
É de sublinhar, também, a promoção da acessibilidade ao Salão Nobre, que se situa no primeiro andar, através da criação de uma nova entrada de nível, bem como a melhoria do desempenho energético do edifício.
Trata-se de uma obra, sublinha a autarquia de Palmela, "essencial para a conservação do imóvel, que se julga remontar ao século XVII, e onde terão funcionado, ao longo dos séculos, o Tribunal de Palmela, a Câmara, o Açougue e a Prisão. Além do elevado valor patrimonial, cultural e turístico, também a qualificação do serviço prestado às populações é um fator a ter em consideração, ao dotar o edifício de melhores condições de trabalho para os diversos setores da organização que aí funcionam".
A reabilitação das fachadas e coberturas - incluindo saguão, zona da arcada, galeria e pátio exterior poente - é cofinanciada por fundos comunitários, no âmbito do Portugal 2020, sendo a segunda área de intervenção, constituída pela reabilitação do Salão Nobre e as áreas adjacentes nos pisos zero e um, incluindo as sala previstas para o piso do sótão, financiada integralmente pela Câmara de Palmela.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela
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Redução de enfermeiros no Hospital de Santiago do Cacém

Sindicalistas dizem que medida beneficia hospital privado em Sines

A redução do número de camas e o encerramento de alguns serviços na unidade hospitalar do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, são as consequências apontadas pelos sindicalistas, que consideram que, assim, será favorecido um hospital privado em Sines. Mais de duas dezenas de sindicalistas afectos às CGTP alertaram para as consequências da redução de enfermeiros no Hospital do Litoral Alentejano, que dizem prejudicar o Serviço Nacional de Saúde e favorecer um hospital privado de Sines.
Sindicato critica redução de enfermeiros no Litoral Alentejano 

“A informação que temos é que a redução do número de enfermeiros – o hospital já prescindiu de 35 enfermeiros contratados – terá como consequência a redução do número de camas e o encerramento de alguns serviços no Hospital do Litoral Alentejano, o que, na prática, favorece os interesses de um hospital privado de Sines”, disse à agência Lusa Luís Leitão, coordenador da União de Sindicatos de Setúbal.
O dirigente sindical falava após a reunião de delegados de diversas estruturas sindicais afectas à CGTP nos quatro concelhos do litoral alentejano – Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines -, que reuniram quinta-feira em Sines tendo em vista a mobilização dos trabalhadores para a manifestação da CGTP do dia 9 de Junho em Lisboa.
Além da preocupação com a situação no Hospital do Litoral Alentejano, os sindicalistas expressaram apoio à luta dos professores, que exigem a contagem na íntegra do tempo de congelamento na carreira (nove anos), e à luta dos trabalhadores da Petrogal, em defesa do Acordo de Empresa.
No encontro que decorreu em Sines, os sindicalistas lamentaram ainda a posição dos quatro municípios do litoral alentejano, que ainda não responderam ao caderno reivindicativo que lhes foi apresentado pelos trabalhadores.

Agência de Notícias com Lusa 
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Nova extensão de saúde do Torrão abriu portas

População com mais respostas a nível da saúde

“É uma alegria muito grande”. Assim descreveu o presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Vítor Proença o sentimento geral dos presentes durante a cerimónia de inauguração da nova Extensão de Saúde do Torrão. “Trata-se de uma obra do Ministério da Saúde, que foi defendida pela Câmara de Alcácer e Junta de Freguesia de Torrão, e que tem como centro das atenções as pessoas, providenciando-lhes uma nova resposta a nível da saúde”, referiu o autarca, que destacou ainda que “o município apoia a deslocação de médicos para o Torrão e continuará a apoiar a instalação de enfermeiros e profissionais de saúde”, num “trabalho conjunto útil para servir as pessoas”. Recorde-se que foi a Câmara Municipal que cedeu gratuitamente as instalações para acomodar o novo espaço de saúde.
Novo Centro de Saúde do Torrão já está a funcionar 

Na inauguração da Extensão de Saúde do Torrão esteve a Secretária de Estado da Saúde, Rosa Valente de Matos, recebida com música pelo Grupo Coral Feminino Cantares do Xarrama, e que disse ter conhecido a antiga Extensão. “Não era funcional, mas era uma casa e o mais importante de uma casa são as pessoas lá dentro – é nas pessoas que temos que nos focar”, sublinhou a governante, chamando ainda a atenção para a importância da promoção da prevenção através de uma vida ativa e alimentação cuidada.
Presentes no evento estiveram também, entre os vários convidados e público, o executivo municipal permanente, a presidente da Assembleia Municipal, o presidente da Junta de Freguesia de Torrão, o presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, elementos da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano e responsáveis do Centro de Saúde de Alcácer.
As obras de adaptação da nova Extensão de Saúde do Torrão, a cargo da Administração Regional de Saúde do Alentejo, representaram um investimento de cerca de 224 mil euros apoiados pelo Programa Portugal 2020, no âmbito do Programa Operacional Alentejo 2020. 
"Este novo espaço vai servir cerca de 1900 utentes, tem uma equipa constituída por dois médicos, dois enfermeiros e duas secretárias clínicas e está dotado de gabinetes médicos, salas de enfermagem, de tratamento e de espera, bem como do equipamento necessário para o apoio administrativo", diz a Câmara de Alcácer do Sal.

Agência de Notícias com Câmara de Alcácer do Sal 

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Semana do Peixe-espada Preto em Sesimbra

Peixe-espada preto em festival gastronómico à beira mar

Sesimbra recebe a 13.ª Semana Gastronómica do Peixe-espada Preto entre os dias 26 de Maio e 3 de Junho. Durante esta semana, dezenas de restaurantes do concelho vão preparar as mais variadas receitas, das mais tradicionais às mais inovadoras, para dar a conhecer a diversidade de pratos que podem ser confecionados com peixe-espada preto. Guisado com batatas e ervilhas, grelhado à posta ou frito em filetes, estas são algumas das propostas gastronómicas disponíveis nos restaurantes aderentes, que utilizam apenas peixe-espada preto pescado pela frota do concelho. Para complementar estas sugestões, os chefes sesimbrenses vão também propor vinhos da região, em resultado da parceria com a Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal. 
Peixe Espada Preto é capturado nas águas de Sesimbra 

As águas profundas ao largo de Sesimbra oferecem à mesa dos restaurantes da vila piscatória um peixe de sabor delicado e de carne branquíssima. O peixe-espada preto é mote para semana gastronómica de 26 de Maio a 3 de Junho nos restaurantes daquele concelho.
Em Sesimbra, terra piscatória aninhada na cordilheira da Arrábida, o peixe-espada preto é espécie capturada há perto de três décadas nas águas profundas, a poucas milhas da costa. Quem lhe conhece a feição, a este peixe com mais de um metro de comprimento, sabe como a carne branca desmente em sabor e textura o cenho agreste do animal. Uma pesca local cujo produto é comercializado para o mercado nacional e internacional inteiro, em posta ou em filetes.
O Peixe-espada Preto é pescado há aproximadamente 30 anos em Sesimbra. Movimenta 15 embarcações e cerca de 300 pescadores, números que refletem a importância que tem na economia da região.
Este peixe apresenta um formato longo (pode chegar a medir 1.30 m), achatado, e com uma pele de cor escura. O seu lombo é branco e de textura macia.
Alguns barcos capturam-no quase diariamente a poucas milhas da Sesimbra, o que permite que chegue a terra muito fresco. Na lota a sua transformação é feita localmente e posteriormente é comercializado para o mercado nacional e internacional inteiro, em posta ou em filetes.
Em Sesimbra pode provar-se em quase todos os estabelecimentos de restauração. As formas mais tradicionais de confecção são guisado com batatas e ervilhas, grelhado à posta ou frito em filetes. A sua qualidade tem inspirado os restaurantes a apresentar receitas inovadoras e, hoje, é possível descobri-lo das mais diversas formas ao longo de todo o ano em Sesimbra.
É um património gastronómico que a autarquia quer preservar e, neste sentido, está a desenvolver o seu processo de certificação.
Várias dezenas de restaurantes do concelho responderam afirmativamente ao repto deixado pela autarquia.
Para complementar estas sugestões, os chefes sesimbrenses vão também propor vinhos da região, em resultado da parceria com a Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal.
O programa da iniciativa inclui ainda um show cooking e uma aula de culinária, ambos dinamizados pela Docapesca, e uma degustação de vinhos regionais, promovida pela Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal.

Agência de Notícias 
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PSP do Barreiro vai ter nova esquadra dentro de um ano

Papel decisivo na reabilitação do Barreiro velho

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, afirmou esta quarta-feira que a nova esquadra da PSP no antigo Café do Barreiro se insere na estratégia de melhorias das instalações das forças de segurança e da imagem de segurança do país. "Trata-se de uma obra importante para o Barreiro, mas também para a estratégia de segurança do Ministério da Administração Interna. A segurança é essencial para a qualidade de vida das pessoas, mas também para o turismo e para o investimento estrangeiro", disse Eduardo Cabrita que presidiu à assinatura do auto de consignação da nova esquadra da PSP do Barreiro. Frederico Rosa, considera ainda que esta obra “terá um papel decisivo na reabilitação do Barreiro velho”, considerando que irá “revitalizar uma zona que está carente de policiamento de proximidade”, sublinha o presidente da Câmara do Barreiro. 
Café vai dar lugar à nova esquadra da PSP do Barreiro 

"Esta esquadra, que é importante para uma política de policiamento de proximidade, estará no centro da zona histórica do Barreiro e permite reforçar aquilo que é uma prioridade nacional - a imagem de segurança do país, da região e também do Barreiro", reforçou o governante, adiantando que a obra vai custar cerca de 755 mil euros.
A nova esquadra da PSP na zona do Barreiro Velho, que terá capacidade para um efetivo de cerca de 70 elementos, será instalada no antigo Café do Barreiro, um edifício com uma área global de cerca de 700 metros quadrados distribuídos por três pisos que foi construído no final do século XIX e que foi adquirido há cerca de 15 anos pela autarquia.
Durante a cerimónia de assinatura do auto de consignação para a requalificação do imóvel, o ministro da Administração Interna lembrou que a criminalidade violenta e grave - que na opinião do governante é a que mais afeta a perceção de insegurança das pessoas -, "baixou, o ano passado, 12,5% no Barreiro e 8% a nível nacional".
Eduardo Cabrita salientou também que é importante proporcionar "melhores condições de trabalho às mulheres e homens da Polícia de Segurança Pública" e afirmou-se satisfeito com a opção do município pela requalificação do antigo Café do Barreiro, espaço que frequentou durante anos e onde jogava ténis de mesa e snooker.

"Recuperação de um património lindíssimo" 
Para o presidente da Câmara do Barreiro, Frederico Rosa (PS), a nova esquadra da PSP do Barreiro contribui para uma maior proximidade da PSP, permite a "recuperação de um património lindíssimo e vai contribuir para a renovação da cidade do Barreiro".
Frederico Rosa, salientou, na iniciativa, a importância da construção da nova esquadra, que deverá estar concluída dentro de um ano. Referiu que este processo requereu vários passos até à sua concretização, envolvendo dois executivos municipais e dois governos. 

Ministro promete reabilitar edifício da PSP de Setúbal 
Questionado pelos jornalistas sobre a degradação do edifício do Comando Distrital da PSP, em Setúbal, o ministro da Administração Interna reconheceu que se trata de um imóvel que precisa de ser requalificado.
"O Comando distrital de Setúbal está bem situado, na avenida Luísa Todi, precisa de intervenção de requalificação e vai ter. Neste momento não está prevista a mudança de instalações. Está prevista a requalificação", concluiu Eduardo Cabrita.

Agência de Notícias
Foto: Câmara do Barreiro
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Alcochete é “Vila Saúde” até este domingo

Rastreios, demonstrações, espaço infantil e terapias alternativas

Até domingo, Alcochete vai transformar-se numa “vila saúde” com a realização da 6.ª edição da Feira da Saúde que contará com a participação de mais de 50 entidades. A cerimónia de abertura, vai decorrer no esta sexta-feira, às 18 horas, no largo de São João e conta com a presença da diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.
Feira da Saúde realiza-se a partir desta sexta-feira 

Rastreios, demonstrações, espaço infantil, terapias alternativas, workshops, showcooking, aulas ao ar livre são algumas das sugestões propostas na Feira da Saúde organizada pela Câmara Municipal de Alcochete em parceria com o ACES do Arco Ribeirinho e que vai decorrer entre o largo de São João, a rua Comendador Estêvão de Oliveira e o largo da Misericórdia, em Alcochete.
Esta sexta-feira, às 21 horas, destaque ainda para a sessão de esclarecimento "O Verão está a chegar. Diversão e Prevenção", na galeria municipal, que conta com as intervenções da médica de saúde pública, Lina Guarda, do presidente da câmara municipal, Fernando Pinto, e do comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcochete, Paulo Vieira.
Em paralelo, e integrada na programação da Feira da Saúde, decorre no jardim do coreto, o 3.º Festival de Yoga organizado pelo Espaço Cultural Kálí com aulas de yoga, de meditação, palestras e muitas outras atividades.
A promoção da saúde é o grande desafio desta iniciativa que enquadrada no Plano Local de Saúde do Arco Ribeirinho (PLSAR) convidou os agentes comunitários, serviços de saúde e entidades presentes a apresentarem ao público ações enquadradas nos eixos Cidadania em Saúde, Afetos, Alimentação e Ambiente e Movimento.
"A melhoria da saúde só é possível através do envolvimento de toda a comunidade e, como tal, a Vila da Saúde conta com a participação de todos os públicos para a construção de uma sociedade mais saudável", diz a Câmara de Alcochete.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete 
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Plano assegura transportes escolares em Setúbal

Rastreios, demonstrações, espaço infantil e terapias alternativas

Até domingo, Alcochete vai transformar-se numa “vila saúde” com a realização da 6.ª edição da Feira da Saúde que contará com a participação de mais de 50 entidades. A cerimónia de abertura, vai decorrer no esta sexta-feira, às 18 horas, no largo de São João e conta com a presença da diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.
Feira da Saúde realiza-se a partir desta sexta-feira 

Rastreios, demonstrações, espaço infantil, terapias alternativas, workshops, showcooking, aulas ao ar livre são algumas das sugestões propostas na Feira da Saúde organizada pela Câmara Municipal de Alcochete em parceria com o ACES do Arco Ribeirinho e que vai decorrer entre o largo de São João, a rua Comendador Estêvão de Oliveira e o largo da Misericórdia, em Alcochete.
Esta sexta-feira, às 21 horas, destaque ainda para a sessão de esclarecimento "O Verão está a chegar. Diversão e Prevenção", na galeria municipal, que conta com as intervenções da médica de saúde pública, Lina Guarda, do presidente da câmara municipal, Fernando Pinto, e do comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcochete, Paulo Vieira.
Em paralelo, e integrada na programação da Feira da Saúde, decorre no jardim do coreto, o 3.º Festival de Yoga organizado pelo Espaço Cultural Kálí com aulas de yoga, de meditação, palestras e muitas outras atividades.
A promoção da saúde é o grande desafio desta iniciativa que enquadrada no Plano Local de Saúde do Arco Ribeirinho (PLSAR) convidou os agentes comunitários, serviços de saúde e entidades presentes a apresentarem ao público ações enquadradas nos eixos Cidadania em Saúde, Afetos, Alimentação e Ambiente e Movimento.
"A melhoria da saúde só é possível através do envolvimento de toda a comunidade e, como tal, a Vila da Saúde conta com a participação de todos os públicos para a construção de uma sociedade mais saudável", diz a Câmara de Alcochete.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete 
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Franceses investem 30 milhões no Carvalhal

Lançamento da primeira pedra de projeto turístico no concelho de Grândola 

O grupo francês Terrésens lançou este mês a primeira pedra do novo projeto turístico La Réserve, na aldeia do Carvalhal, que representa um investimento global de 30 milhões de euros e que deverá estar concluído em 2020. "O projeto La Réserve prevê a construção de apartamentos turísticos e casas de aldeia que poderão custar entre 200 e 250 mil euros, consoante as tipologias", disse à agência Lusa Juliette Jouvel, representante do grupo Terrésens, que marcou presença na cerimónia de lançamento da primeira pedra realizada na aldeia do Carvalhal, concelho de Grândola. O empreendimento deverá dar emprego a 30 funcionários. O presidente da Câmara de Grândola, António Figueira Mendes, considera que o projeto “é mais um projeto de elevada qualidade que se instala no Concelho e que contribuirá para o desenvolvimento do território e para a dinamização da economia local”.
Carvalhal vai ter projeto turístico de luxo 

"Tem havido um interesse cada vez maior dos franceses em Portugal não só pelo clima mas também pelas caraterísticas de algumas zonas do país como a Comporta. Surgiu a oportunidade de comprar um terreno e avançámos com este projeto", acrescentou Juliette Jouvel, adiantando ainda que, neste dia em que se procedeu ao lançamento simbólico da primeira pedra, o grupo já tem "60 por cento de reservas".
Segundo o arquiteto João Resende, do gabinete de arquitetura Living Comporta, que elaborou o projeto do novo `resort´ do Carvalhal, "houve a preocupação de conseguir um equilíbrio entre o programa turístico e residencial" e de construir uma "aldeia calma junto a uma zona de pinhal com cerca de 60 anos".
O `resort´ La Réserve, com capacidade para um total de cerca de 500 pessoas, será administrado pela My Second Home, subsidiária local do grupo francês e deverá dar emprego a cerca de 30 funcionários.
O grupo francês Terrésens refere ainda que o novo `resort´, com piscina, spa, mini-mercado, restaurante e bar, campos de jogos e clube de crianças, será "um refúgio de eleição na Comporta" e terá uma forte dinâmica social e impacto na economia e comércio da região.

Agência de Notícias com Lusa
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