Dá um Gosto ao ADN

Palmela realiza Gala Cidade Europeia do Vinho 2012 amanhã



“Da Cor da Água” assinala Dia do Concelho

Na noite de 1 de junho, Palmela assinala o Dia do Concelho com a realização da Gala Cidade Europeia do Vinho 2012, que celebra, também, a distinção atribuída ao Município pela RECEVIN, a Rede Europeia das Cidades do Vinho. 
Maestro Jorge Salgueiro compôs gala da Cidade Europeia do Vinho

O programa tem início às 21 horas, no Largo de S. João, com a inauguração da Exposição de Fotografia IN OUT, que ficará patente no Paredão do Largo durante todo o verão. Na abertura desta mostra, que retrata alguns dos melhores momentos do ciclo criativo com o mesmo nome, desenvolvido pela DançArte desde 2008, a companhia apresenta Dança no Ar e música ao vivo.
Já no Cineteatro S. João, o espetáculo “Da Cor da Água: do Tempo em que as Mulheres Não Entravam nas Tabernas”, composto e dirigido pelo Maestro Jorge Salgueiro, tem início às 21h30. A partir das cinco canções e árias de ópera mais populares que falam de vinho, Jorge Salgueiro construiu cinco prelúdios e a ideia de um espetáculo alicerçado nos próprios músicos como intérpretes, não só do seu instrumento, mas também da dramaturgia.

O percurso do maestro Jorge Salgueiro
Jorge Salgueiro nasceu em Palmela em 1969. Músico e compositor, compõe regularmente desde os 14 anos, sendo autor de cerca de 190 obras, entre óperas, sinfonias, fábulas sinfónicas e música para orquestra, banda, coro, de câmara, teatro, cinema, bailado e para crianças. Entre 2000 e 2010, foi compositor residente da Banda da Armada Portuguesa. É membro da direção artística do grupo de teatro O Bando e compositor residente da Foco Musical.
Entrada livre, mediante levantamento na bilheteira do Cineteatro (levantamento máximo de dois bilhetes por pessoa).

Composição, direção artística e conceção global: Jorge Salgueiro
Dramaturgia e encenação: Miguel Jesus
Figurinos e adereços: Clara Bento
Canto: Leila Moreso
Violinos: António Barbosa e Jorge Vinhas
Violeta: Cátia Santadreu
Violoncelo: Genoveva Dimitrova
Contrabaixo: Diogo Dias
Piano: Paulo Tavares
Género: Concerto encenado
M/6
Org.: Câmara Municipal de Palmela

Agência de Notícias 
[ + ]

Espectáculo do FIAR, de Palmela, ganha prémio em Espanha



Trio conquista Valladolid

O espectáculo ‘Trio’, do FIAR – Centro de Artes de Rua de Palmela, acaba de ganhar o Prémio de Melhor Interpretação do Festival TAC, de Valladolid, Espanha. ‘Trio’, que tem interpretações de Nicolas Arnauld, Flávio Santos e Sophie Leso, tem direcção artística de Sophie Leso.

Trio ganha  prémio de melhor interpretação  do TAC de Valladolid

Nascida em 1982 em Verviers, na Bélgica, e formada em teatro, acrobacia, técnicas de circo e dança, Sophie Leso tem trabalhado em Portugal nos últimos anos - nomeadamente com os criadores Vera Mantero, Margarida Bettencourt ou João Fiadeiro.
“Trio” é uma tentativa. Um, Dois, Três. Três formas curtas, uma obra em construção. Neste projecto, para cada uma das curtas, convidamos uma terceira pessoa fazendo do encontro um território de jogo dum teatro físico, sensível e poético. “Trio” é como um muro que se constrói e sobre o qual projectamos os gritos, os risos, os gestos e os cheiros de um pequeno mundo. Flávio Santos, jovem actor português com sindroma de down participa no primeiro muro criado em residência artística em Palmela para o Festival FIAR, para as outras duas curtas que compõem este tríptico queremos trabalhar com uma pessoa de idade e uma criança.

Ficha Artística:
Criadores: Sophie Leso e Nicola Arnault;
Inérpretes: Sohie Leso, Nicola Arnault, Flávio Santos;
Coordenação artística: Dolores de Matos;
Produção e gestão: FIAR

FIAR de regresso de 13 a 15 de Julho

FIAR VII está de volta este ano às ruas de Palmela 

O Festival Internacional de Artes de Rua – FIAR – representa a mais ambiciosa mostra de artes a decorrer no concelho de Palmela lançando-se, todos os anos, na aventura de apresentar acontecimentos inéditos e espectáculos de reconhecida qualidade estética e artística.
É, nesta simbiose entre conteúdos e géneros artísticos, que o Festival se estende durante três dias ao maior número de locais do Centro Histórico da Vila de Palmela. 
Da filosofia do FIAR destacam-se dois conceitos – Matrizes e Itinerários – que, ano após ano, vão sendo reforçados. Em torno do primeiro, procura-se juntar espetáculos e iniciativas que melhor definam a singularidade do festival – registos da memória, linhas de pesquisa no teatro e na performance contemporâneos, tradições renovadas, criações locais. Com os Itinerários reinventa-se, através das palavras, dos corpos e dos gestos de atores, bailarinos, músicos e cantores, o espaço envolvente que acolhe o festival; o Centro Histórico de Palmela.
O FIAR regressa a Palmela entre 13 e 15 de Julho. Com o tema: Criar num lugar. Com esse lugar. Para esse lugar.


Paulo Jorge Oliveira 
[ + ]

Municípios do distrito devem 17,8 milhões à Amarsul


“Setúbal é o caso mais preocupante”, diz a empresa

Os municípios da península de Setúbal fecharam o ano de 2011 com dívidas de 17,8 milhões de euros à empresa multimunicipal Amarsul, responsável pela valorização e tratamento de resíduos sólidos. No relatório e contas de 2011, a dívida global dos municípios passou a ser de 17,8 milhões de euros, quando em 2010 era de 10,6 milhões, e 16 milhões referem-se a uma verba já vencida. Por outro lado, a crise originou uma redução no lixo produzido pelos municípios, com uma quebra de cerca de 7 por cento em 2011 em relação ao ano anterior, numa tendência que se mantém em 2012.

Autarquias acumulam dívidas à Amarsul  
O município que fechou o ano com o maior valor em dívida foi Setúbal, com 7,2 milhões de euros, seguindo-se Seixal (2,9 milhões), Barreiro (2,1 milhões), Sesimbra (1,8 milhões) e Palmela, com 1,5 milhões em dívida.
Os municípios com menores valores de dívida são Montijo, com 625 mil euros, Alcochete, com 645 mil euros, Moita, com 569 mil euros, e Almada, com 271 mil euros.
Nos últimos meses de 2011, a Amarsul (detida em 51 por cento pela Empresa Geral de Fomento, pública, e em 49 por cento pelos municípios) avançou com injunções aos municípios de Seixal, Alcochete, Barreiro, Palmela, Sesimbra e Setúbal, no valor de 14 milhões de euros, mas acabou por desistir das acções, já que em 2012 foram celebrados acordos de pagamento com os municípios.
"Confirmamos que foram efectuados os acordos em 2012 e que os atrasos verificados em alguns casos são, de uma maneira geral, curtos e acabam por ser ultrapassados com o bom pagamento dos valores em dívida. O caso que oferece mais preocupação prende-se com o município de Setúbal e que já foi devidamente reportado", disse à Lusa fonte oficial da Amarsul.
O vereador André Martins, da Câmara de Setúbal, referiu à Lusa que a autarquia tem a perspectiva de liquidar as dívidas, salientando a importância de existirem programas de ajustamento financeiro relativamente aos pagamentos com a Amarsul.
"Temos a maior dívida porque Setúbal transporta para os aterros da Amarsul uma quantidade significativa de resíduos. Existem acordos que estão a ser avaliados para reprogramar o pagamento à Amarsul e está controlado. As outras autarquias vivem situações idênticas", disse André Martins.

A crise chegou ao lixo

Aterro da Amarsul produz cada vez menos lixo

A crise originou uma redução no lixo produzido pelos municípios da península de Setúbal, com uma quebra de cerca de 7 por cento em 2011 em relação ao ano anterior, numa tendência que se mantém em 2012.
A Amarsul, empresa municipal responsável pela recolha do lixo nos nove municípios da península de Setúbal, refere, no relatório e contas de 2011, que a crise financeira que afeta o país originou uma redução de consumo, que provocou, por sua vez, uma redução de resíduos urbanos e equiparados gerados.
Em 2010, a Amarsul recolheu cerca de 443 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos nos municípios, enquanto em 2011 recolheu apenas 414 mil toneladas, com Setúbal a ser o concelho com uma maior redução, de 85 mil toneladas para 75 mil, menos 12 por cento.
Os restantes municípios - Barreiro, Moita, Seixal, Almada, Alcochete, Sesimbra, Montijo e Palmela - também registaram reduções em 2011, o que originou uma quebra geral de cerca de 7 por cento
"O decréscimo da entrada de resíduos nos ecoparques da Amarsul mantém-se, fator que podemos atribuir ao contexto económico atual. Em 2012 já evidenciámos uma diminuição de 11 por cento de resíduos entrados, comparativamente a 2011", disse à Lusa fonte oficial da empresa Amarsul.
A mesma fonte referiu, contudo: "Não podemos inferir esta percentagem aos resíduos depositados em aterro, uma vez que as novas instalações de aproveitamento de resíduos que possuímos permitem-nos prolongar o tempo de vida dos aterros e um reencaminhamento dos resíduos indiferenciados".
A nível geral, a empresa conseguiu um acréscimo de 2,8 por cento de resíduos em 2011, o que se deveu a um aumento de entradas de resíduos provenientes da Tratolixo, empresa intermunicipal detida em 100 por cento pela AMTRES - Associação de Municípios de Cascais, Mafra, Oeiras e Sintra.
A Tratolixo – que há um ano inaugurou um ecoparque em Mafra –  permite encaminhar os resíduos não passíveis de qualquer aproveitamento, embora a funcionar de forma gradual no primeiro semestre - passou das 66 mil toneladas em 2010 para as 115 mil toneladas em 2011, num aumento de quase 75 por cento, decisivo para compensar as quebras dos municípios da região de Setúbal.


Agência de Notícias 
[ + ]

XI Feira Pedagógica do Barreiro


4500 Alunos na Mostra de Projetos Educativos

Nesta quarta-feira, dia 30 de maio, foi oficialmente aberta, pelas 10 horas, a XI Feira Pedagógica, evento que durante quatro dias vai encher o Parque da Cidade, no Barreiro,  de várias atividades ligadas a áreas como a Cultura, a Dança, o Teatro, o Desporto e o Ambiente. Até dia 2 de junho, esta mostra de projetos educativos das instituições do concelho do Barreiro vai acolher cerca de 4500 alunos formalmente organizados pelas escolas.
Centenas de crianças irão passar pela Feira Pedagógica do Barreiro

Este ano, a Feira Pedagógica do Barreiro conta com a participação de mais de 40 entidades de ensino público e privado do concelho. Patente no Parque da Cidade até sábado, para visitas também das famílias, estará a funcionar, durante quatro dias, com o seguinte horário: quarta-feira e quinta-feira 9h30 – 12h30 / 20h00 – 22h00; sexta-feira e sábado 9h30 – 12h30 / 17h00 – 23h00.
A abertura ficou marcada, como habitualmente, pela intervenção do presidente da autarquia barreirense, Carlos Humberto, que saudou a colaboração de todos os que, com a Câmara Municipal do Barreiro e a Comunidade Educativa do concelho, contribuíram para a realização de mais uma Feira Pedagógica, mais concretamente Juntas de Freguesia, com o apoio da Universidade de Belas, Coração Tropical e Renault Caetano Fórmula.
Considerando que cada edição mostra “o que de melhor há” feito para e pelos mais novos, o autarca afirmou que o principal desafio do país passa por dar às crianças e jovens “formação, educação, condições de vida e trabalho”. A pensar no conhecimento “das letras, dos números, da cultura e da tecnologia”, entre outras áreas, Carlos Humberto salientou que “é imprescindível” haver “uma aposta determinada na Educação”.
“Apesar de todos os cortes, precisamos que as nossas crianças e jovens aprendam connosco e nós com eles”, referiu o autarca, apontando que “a saída para o país” está “no futuro das novas gerações”. Para o edil, a Feira Pedagógica, que já vai na sua 11ª edição, é, aliás, uma forma “criativa” de demonstrar “uma das riquezas do nosso concelho”.
O presidente da Câmara deixou ainda um apelo aos mais novos: “a partir daquilo que temos, construam a felicidade”.

Agência de Notícias 
[ + ]

Dia Mundial Sem Tabaco lembrado no Barreiro


Cigarro matou 6 milhões no ano passado em todo o mundo

A luta contra o tabagismo é considerada uma prioridade da Saúde Pública no mundo. Cerca de 1,3 bilião de pessoas faz uso do tabaco, a maior parte sob a forma de cigarros. Todas as formas de tabaco são aditivas e, quer o consumo quer a exposição ao fumo do tabaco, são letais.

Hospital do Barreiro lembra que o cigarro é letal...

Em 2000, o tabaco foi responsável por cerca de 15 por cento da mortalidade na Europa e em Portugal morreram 8100 pessoas. No ano passado, o cigarro matou cerca de 6 milhões de pessoas em todo o mundo, dos quais 600 mil eram fumadores passivos.
Atualmente, o número de óbitos pelo tabagismo é maior que a soma de mortes por alcoolismo, SIDA, acidente de viação, homicídio e suicídio; e em 2015 estima-se que irão morrer 6,4 milhões de pessoas por doença associada ao tabaco.
Um fumador que deixe de fumar já diminui o risco de sofrer um ataque cardíaco em 24 horas, melhora o paladar e o olfato em 48 horas, a capacidade pulmonar melhora e a respiração torna-se mais fácil em 72 horas e o risco de doença cardiovascular reduz para metade, do verificado nos fumadores, um ano depois. Para deixar de fumar, os fumadores deverão consultar o seu médico e pedir ajuda.
A exposição realiza-se na entrada principal do Hospital de Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro durante todo o dia de hoje.

Agência de Notícias 
[ + ]

Feira de Santiago do Cacém começa amanhã


Santiagro comemora 25 anos de promoção da agricultura e do cavalo

A feira Santiagro, que celebra, este ano, a 25.ª edição, começa sexta-feira, em Santiago do Cacém, com um programa voltado para a promoção da agricultura e para a importância do cavalo no concelho. Vitor Proença, presidente da Câmara de Santiago do Cacém, que organiza o evento, sublinhou ontem à agência Lusa a aposta na "promoção da agricultura e da importância do associativismo".

O Cavalo é a "alma" do certame alentejano 

“Gastar o menos possível chamando mais gente para nos ajudar, é este o êxito da Santiagro 2012”. Uma ideia defendida ontem na conferência de imprensa de apresentação da XXV Feira Agropecuária e do Cavalo- Santiagro 2012 que continua a apostar fortemente no cavalo enquanto pólo dinamizador da economia da região, na fileira da suinicultura e nas empresas do concelho.
O Presidente da Câmara de Santiago do Cacém, espera que a feira seja um “sucesso para que a Santiagro se afirme de ano para ano como uma das melhores feiras do género no país, com grande destaque para os cavalos”, disse o autarca. Exemplo disso é a realização no dia 2 de junho de uma prova morfofuncional do Cavalo de Toureio – Apreciação Morfológica com a colaboração de António Brito Paes, Associação Portuguesa de Criadores de Raças Seletas, Associação Portuguesa do Cavalo Luso-Árabe, Associação Portuguesa do Cavalo Puro Sangue Lusitano e Centro Equestre de Santo André.

Potencializar a região  
Vitor Proença quer uma das maiores feiras do género 

O Vereador José Rosado manifestou grande confiança e entusiasmo com a organização da Santiagro 2012, lembrando que “o ritmo das inscrições é muito positivo. A zona descoberta da feira está completa, estando nesta altura a ser organizada a disposição dos expositores no pavilhão”. Ainda assim acrescentou José Rosado, “todos os dias chegam pedidos”. Também o Vereador Álvaro Beijinha, responsável pelas atividades económicas reforçou que “numa altura de crise, esta feira faz todo o sentido e contraria esta tendência. Temos que continuar a potenciar o desenvolvimento económico da região e mostrar os inúmeros sucessos de empresas do concelho”, disse ainda.
A mesma opinião foi manifestada por Jorge Nunes da Caixa de Crédito Agrícola da Costa Azul, que lembrou que “esta feira é um bom exemplo de combate à crise económica, mas também crise de valores e crise de desenvolvimento”.

Suinicultura também marca presença

José Daniel da SAGRAN abordou a importância da fileira da suinicultura, bem representada na Santiagro 2012. Para além da organização do colóquio, dia 2 de Junho, com o tema “A inseminação artificial como fator de evolução técnica e económica da suinicultura em Portugal”, vai promover exposição de animais e cede igualmente aos cozinheiros Chefe José Bengaló e Diogo Lacerda, a carne de porco que será confecionada nas ementas do Show Food, uma inovação da Santiagro 2012, que visa promover os produtos gastronómicos locais.
Brito Paes, da Ganadaria “Brito Paes”, manifestou entusiasmo pela forma como a Santiagro vai abordar e distinguir o cavalo.
“Vamos ter uma corrida de toiros, um selo de qualidade da feira e que faz todo o sentido num concelho rural como o de Santiago”, disse.

Paulo Gonzo, GNR, Chave d’Ouro  e corrida de touros

Os espectáculos musicais também atraem os jovens à feira 
A corrida de toiros, na tarde do último dia da feira vai ter a presença de Luís Rouxinol, Sónia Matias, Brito Paes e os forcados de Lisboa e Beja.
O programa contempla ainda uma homenagem à Coudelaria Santa Margarida.
O cartaz musical conta este ano com o espetáculo com o grupo Chave D’Ouro, Paulo Gonzo e os GNR que atuam no último dia da feira.
No dia da inauguração, dia 1 de junho, Dia Mundial da Criança, destaque para os mais pequenos que vão comemorar o dia no recinto da feira com vários eventos.
A inauguração oficial da Santiagro 2012 está agendada para amanhã, às 15 horas com a presença do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural – Daniel Campelo e do ex-futebolista Paulo Futre que vai dar uma sessão de autógrafos.
Os bilhetes diários para o certame têm o custo de 3 euros. O bilhete único, para os 3 dias, pode ser adquirido por 6 euros.




Paulo Jorge Oliveira 
[ + ]

Festival do Choco decorre até 10 de junho, em Setúbal


As várias formas de comer choco

Mais de uma centena de pessoas participaram numa mostra e degustação de algumas das mais tradicionais receitas setubalenses de choco, dia 27, na Casa da Baía, em Setúbal. O “Festival do Choco”, organizado pela Câmara de Setúbal em parceria com vários restaurantes do Concelho decorre até dia 10 de junho.


Choco para todos os gostos a partir de Setúbal 
As diferentes propostas gastronómicas preparadas por sete restaurantes da cidade foram muito apreciadas pelos presentes nesta atividade, realizada no âmbito do “Festival do Choco”, que, por apenas quatro euros, tiveram oportunidade de experimentar vários pratos.
As sugestões apresentadas pelos estabelecimentos “Casa do Peixe”, “Estuário do Sado”, “O Praxedes”, “Ponto de Encontro”, “Poço das Fontainhas”, “Retiro da Algodeia” e “Taberna Grande” incluíram favada, feijoada e caldeirada de chocos do rio, salada de choco, chocos assados com e sem tinta, ovas de choco e choco frito.
A sessão gastronómica, desenvolvida com o intuito de promover e divulgar algumas das formas mais tradicionais de confeção do choco, permitiu mostrar especialidades de cada um dos restaurantes participantes.

Choco até… dia 10 de junho
O “Festival do Choco”, organizado pela Câmara de Setúbal em parceria com vários restaurantes do Concelho, com os apoios da Lallemand e da Gásvari, decorre até dia 10 de junho, com diferentes propostas gastronómicas em mais de meia centena de restaurantes de Setúbal.
A iniciativa encerra com uma sessão de “live cooking”, a 10 de junho, a partir das 18 horas, na Casa da Baía, dedicada ao estilo gourmet e à cozinha de fusão e criativa, a cargo dos chefs Paulo Barradas e Fernanda Amaro.
As reservas para este evento de cozinha ao vivo e degustação, com um custo de cinco euros, devem ser feitas até dia 5, na Casa da Baía, através do telefone 265 545 010 ou do endereço de correio eletrónico gatur@mun-setubal.pt.

Agência de Notícias 
[ + ]

PCP questionou Governo sobre o acesso aos cuidados de saúde no Barreiro


20 por cento da população do concelho sem médico de família

Os deputados do PCP, Paula Santos, Francisco Lopes e José Alberto Lourenço, quiseram saber que medidas vai o Governo tomar para assegurar que todos os utentes do concelho do Barreiro tenham médico de família. Os comunistas estão também contra a redução no horário de funcionamento dos centros de saúde. Medida, diz o PCP, traduz-se “no aumento da afluência e de tempos de espera nas urgências do Hospital do Barreiro". 


Reorganização nos centros de saúde aumenta espera nos hospitais 

Segundo a tomada de posição do Observatório Municipal de Saúde do Barreiro, por unanimidade, quanto à situação do acesso à saúde do Concelho do Barreiro, assumida também pela Câmara do Barreiro, o PCP regista “uma crescente preocupação face à redução da capacidade instalada”.
Conforme aponta, “estima-se que cerca de 20 por cento dos utentes deste concelho não tenham médico de família”. “As entradas não substituem as saídas de médicos. Ao mesmo tempo e por razões de natureza exclusivamente economicistas, reduziram os horários de funcionamento dos centros de saúde”, acrescenta o partido.
Os deputados comunistas dão como exemplo o facto de os Atendimentos Complementares (AC) que funcionavam até às 22h, terem passado a encerrar às 19h e alguns com limites de marcações. “Aos domingos à tarde estão todos encerrados. Após o encerramento do AC, em caso de doença aguda, o único serviço público de saúde disponível são as urgências do Hospital do Barreiro”, apontam.
Medida afecta tempo de espera no hospital do Barreiro
“Em vez do alargamento da capacidade de resposta dos cuidados de saúde primários”, estes deputados criticam que “o Governo reduz”, traduzindo-se isso “no aumento da afluência e de tempos de espera nas urgências do Hospital do Barreiro, que podem atingir 5 ou 6 horas, colocando este serviço numa situação de rutura, quando muitas das situações poderiam ser tratadas ao nível dos cuidados de saúde primários”. Os deputados fazem ainda referência aos “brutais valores das taxas moderadoras, que afastam muitas pessoas dos cuidados de saúde, por não as poderem pagar”.
“As crescentes dificuldades dos utentes do concelho do Barreiro acederem aos cuidados de saúde decorrem das imposições do Pacto de Agressão e da política de cortes na saúde implementada pelo Governo PSD/CDS-PP, ignorando as suas consequências na saúde dos utentes. O Governo não está a garantir o direito à saúde, como consagrado na Constituição da República Portuguesa”, sublinham.
Os deputados do PCP interrogaram também o Governo para saber se este pretende repor os horários de funcionamento, que foram, entretanto, reduzidos, “assegurando a proximidade dos cuidados de saúde primários e evitando a afluência acrescida ao serviço de urgências do Hospital do Barreiro”.

Agência de Notícias 
[ + ]

BE atento aos problemas do concelho de Almada


Falha do sistema de saúde e situação difícil da Ensul Meci na agenda do BE

A deputada Mariana Aiveca, do Bloco de Esquerda, questionou o Ministério da Saúde sobre as falhas no sistema informático de acesso ao historial clínico das/dos utentes dos doze centros de saúde de Almada, situação que afeta cerca de 180 mil pessoas. A deputada questionou ainda o Ministério da Economia e do Emprego sobre a situação da Ensul Meci e exige soluções para a regularização dos vencimentos e subsídios em atraso, bem como para a viabilização dos 500 postos de trabalho qualificados e especializados que compõem aquela empresa sediada no Monte da Caparica, em Almada.

Administrador da Ensul Meci criticado pelos trabalhadores a quem deve 

O Bloco de Esquerda solidariza-se com os 500 trabalhadores e trabalhadoras da Ensul Meci que se encontram em vigília à porta da empresa devido aos salários em atraso e à falta de pagamento do subsídio de alimentação. 
Numa visita às instalações da Ensul Meci, Mariana Aiveca, Francisco Louçã e representantes da concelhia de Almada alertaram para as condições dramáticas de alguns das/dos profissionais que já não conseguem pagar os seus empréstimos e a quem já foram cortadas a água e luz das suas casas.
A Ensul Meci é uma empresa altamente especializada que realiza trabalhos de instalação de fibra ótica, gás e mini-hídricas, atividades de elevado nível técnico e muito valorizadas.
A deputada eleita pelo distrito de Setúbal questionou o Ministério da Economia e do Emprego sobre esta situação e exige soluções para a regularização dos vencimentos e subsídios em atraso, bem como para a viabilização dos 500 postos de trabalho qualificados e especializados que compõem aquela empresa sediada no Monte da Caparica.
“Num momento em que o desemprego atinge mais de um milhão e 200 mil pessoas em Portugal, é necessário que não se percam postos de trabalho qualificados e especializados como os que encontramos naquela empresa”, diz Mariana Aiveca. O  Bloco quer saber “que ações o Ministério da Economia e do Emprego já tomou para que estes trabalhadores e estas trabalhadoras recebam os salários que têm em falta e como irá atuar para viabilizar os 500 postos de trabalho”, conclui a deputada.


Ensul Meci pode mandar 500 pessoas embora
A construtora Ensul Meci, sediada no Monte da Caparica, depois do juiz do Tribunal de
Comércio de Lisboa ter validado o pedido dos credores, ainda não conseguiu maneira de pagar aos credores. A proposta apresentada pelo fundo Vallis para a integração da Ensul Meci neste projecto, vocacionado para a consolidação do sector da construção, não obteve uma decisão favorável dos bancos financiadores. As condições para a transacção apresentadas pelo fundo não foram aceites pela Caixa, BCP, BES e Banif, devido aos desequilíbrios financeiros que a empresa apresenta. Isto porque a Ensul Meci, que pertence ao grupo Esphera Capital, que se mantém em funcionamento, não possui praticamente activos, o que terá pesado na ponderação feita pelos bancos.
A garantia é dada pelo representante da União de Sindicatos de Setúbal (USS), Luís Leitão, que avança ainda que a situação mais plausível é a empresa com 500 trabalhadores entrar em insolvência. 
Segundo Luís Leitão, uma das dívidas da empresa é de “300 mil euros”, mas “há outras”. Caso não haja acordo para o pagamento aos credores, o passo seguinte deverá ser o início do processo de insolvência.
O meio milhar de funcionários tem dois meses de salários em atraso e montaram uma vigília junto às instalações da empresa para evitar a retirada de material do estabelecimento.

“A nossa preocupação neste momento é não deixar que seja retirado material da empresa”, disse Luís Leitão, da USS, que acrescentou que a administração está demissionária há mais de um mês.
Luís Leitão referiu ainda que existem trabalhadores do grupo, em algumas obras, que têm recebido o salário, e acusa um dos administradores da empresa de “estar em Timor com o Presidente da República quando deve a 500 trabalhadores”. “Esta é a actuação típica de um pato bravo. Podemos estar a assistir a uma insolvência promovida para depois poder começar de novo com salários mais baixos ”, acusou o sindicalista.


180 pessoas afectadas pela falha do sistema informático do Centro Saúde de Almada
Erros informáticos no Centro Saúde Almada afetam 180 mil pessoas 

Ainda em Almada, a deputada Mariana Aiveca, do Bloco de Esquerda, questionou o Ministério da Saúde sobre as falhas no sistema informático de acesso ao historial clínico das/dos utentes dos doze centros de saúde de Almada, situação que afeta cerca de 180 mil pessoas.
Segundo o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, na origem desta falha estará a largura da banda. A impossibilidade de acesso ao historial clínico não só impede que as médicas e os médicos realizem as consultas, como impede novos agendamentos.
Desde o dia 18 de maio que as/os profissionais de saúde afixaram uma informação aos utentes, dando conta dos constrangimentos que duram há dois meses e anunciando que apenas iriam realizar o serviço de urgência. A situação afeta cerca de 180 mil pessoas.
O Bloco de Esquerda quer que o Governo esclareça os motivos pelos quais este problema permanece e que medidas urgentes e imediatas pretende desenvolver, com vista à sua resolução efetiva.
Paulo Jorge Oliveira 
[ + ]

Deputados socialistas preocupados com as praias da Costa da Caparica


PS quer respostas de  Assunção Cristas

Um grupo de deputados do Partido Socialista questionou a Ministra da Agricultura do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território sobre  as operações de alimentação artificial de areia das praias da Costa e de São João da Caparica.

Areal das praias da Costa da Caparica na agenda do PS 

Segundo os deputados em causa estão vários alertas recebidos “para o estado em que se encontra aquela faixa litoral decorrente do último Inverno sobre o areal e da necessidade de aferir qual o acompanhamento dado à situação”.
Os signatários da pergunta à Ministra, entre outros, a coordenadora dos deputados socialistas eleitos por Setúbal, Eurídice Pereira, bem como o coordenador dos deputados socialistas na Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, Pedro Farmhouse, pretendem saber qual o balanço da monitorização feita pelo ex-Instituto da água às estruturas de defesa costeira na faixa litoral entre São João e a Costa da Caparica, bem como a evolução do estado do areal.
Recordando que, na última audição regimental, a Ministra Assunção Cristas referiu a existência de operações de alimentação artificial destas praias, os deputados querem ainda saber “em que fase se encontram e qual a calendarização prevista”, bem como se foi verificada “a compatibilização das operações com algum tipo de dragagem ou desassoreamento levados a efeito pela Administração do Porto de Lisboa”, conforme a responsável da tutela afirmara na Comissão Parlamentar.
Em caso afirmativo, os deputados querem saber a que entidade foram adjudicadas as operações de dragagem, bem como as de alimentação das referidas praias, questionando ainda sobre o ponto da situação em que se encontra a Comissão de acompanhamento das intervenções na Costa da Caparica e que entidade tem assegurado a sua coordenação.

Agência de Notícias 
[ + ]

Abate de árvores na Escola de Fuzileiros preocupa ‘Os Verdes’


Deputado questiona Ministério da Defesa Nacional
  
O deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar ‘Os Verdes’, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Defesa Nacional, sobre o abate de árvores na Escola de Fuzileiros em Vale de Zebro, freguesia de Palhais, Barreiro.

PEV quer respostas do Ministério para abate de árvores

Na pergunta elaborada, o deputado admite ter chegado ao conhecimento do Grupo Parlamentar do Partido Ecologista ‘Os Verdes’ que “foram abatidas muitas árvores na Escola de Fuzileiros em Vale de Zebro”. “Das espécies abatidas realçamos os sobreiros, árvore nacional de Portugal segundo a resolução da Assembleia da República 15/2012, pinheiros mansos e pinheiros bravos”, aponta.
Segundo revela, “os cortes foram feitos em vários locais, junto à margem do rio Tejo, junto ao muro do quartel e em zonas interiores do mesmo”. “As árvores que foram alvo de abate não apresentavam, exteriormente, sintomas de problemas sanitários ou outros”, argumenta ainda.
Solicitando esclarecimentos ao Ministério da Defesa Nacional, ‘Os Verdes’ pretendem, assim, saber “qual o motivo que levou ao abate de sobreiros, pinheiros bravos e mansos na Escola de Fuzileiros”, bem como a quantidade de árvores abatidas. Visado é ainda tomar conhecimento se o referido abate de sobreiros foi comunicado à Direção Regional da Agricultura.

Agência de Notícias 
[ + ]

Ligações fluviais do Tejo com cortes esta tarde


Plenários de trabalhadores param barcos

O Grupo Transtejo, responsável pelas ligações fluviais entre Lisboa e a Margem Sul, informa que poderão ser suprimidas várias carreiras esta quarta-feira devido ao plenário de trabalhadores convocado pelos sindicatos.

Ligações entre Margem Sul e Lisboa com menos barcos esta tarde

Em comunicado, o grupo que inclui a Transtejo e a Soflusa anuncia que “poderá ocorrer a paralisação das carreiras” nas várias ligações no período da tarde.
Assim, na ligação entre Cacilhas e o Cais do Sodré, as carreiras deverão parar entre as 15h15 e as 17h55, e no sentido inverso entre as 15h15 e as 18h. A ligação entre o Seixal e o Cais do Sodré vai parar entre as 14h e as 17h50, e no sentido contrário entre as 14h30 e as 18h15.
Já os barcos que ligam o Montijo ao Cais do Sodré vão parar entre as 15h e as 18h, e entre as 14h30 e as 18h15 no sentido inverso. 
Entre a Trafaria e Belém, as carreiras estarão paradas entre as 15h08 e as 15h10, e entre as 13h30 e as 17h45 no sentido oposto. Por último, entre o Barreiro e o Terreiro do Paço, os barcos param das 13h25 às 16h20 e, no sentido contrário, das 13h25 às 16h50.
A empresa acrescenta que “caso se verifique a paralisação das carreiras, os terminais serão encerrados nos períodos em causa, por questões de segurança”.
Os trabalhadores do grupo têm contestado a alteração de horários e a redução de carreiras em cada uma das ligações e, segundo os sindicatos, temem que a empresa avance com despedimentos.

Agência de Notícias
[ + ]

Meio milhão renova imagem de 65 estabelecimentos de restauração


Setúbal ganha nova imagem 

Um investimento de mais de 500 mil euros contemplou a renovação de 65 estabelecimentos de restauração situados na frente ribeirinha, avenida Luísa Todi, Fontainhas e Fonte Nova, em Setúbal.

Autarquia de Setúbal quer restaurantes modernizados 

A remodelação integral de esplanadas e o ordenamento dos fogareiros, incluindo a instalação de um uso colectivo na Fonte Nova permitiram melhorar as condições de trabalho e de utilização de estabelecimentos de restauração e bebidas em Setúbal.
Para a presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira “este é um marco fundamental do caminho que iniciámos de requalificação da zona ribeirinha”. Tal afirmação foi feita na quinta-feira à tarde, na Casa da Baía, na cerimónia de conclusão da acção “Remodelação do Mobiliário Urbano dos Estabelecimentos de Restauração e Bebidas”, constituída por diversas medidas de valorização da imagem urbana e de fomento da actividade turística, que representou um investimento superior a meio milhão de euros, ao abrigo do PIVZRS – Programa Integrado de Valorização da Zona Ribeirinha de Setúbal, contemplando a renovação de 65 estabelecimentos de restauração situados na frente ribeirinha, avenida Luísa Todi, Fontainhas e Fonte Nova.
O projecto incrementado desde 2008, contemplou a criação de novas esplanadas, fechadas em vidro, com fogareiros e materiais de apoio integrados no interior, em meia centena de estabelecimentos, e a renovação de espaços ao ar livre, com a renovação de mesas, cadeiras e sombrinhas, agora totalmente uniformizados, em 15 locais.

Turismo vai ganhar
De acordo com Maria das Dores Meira, o “investimento qualificador da hotelaria da cidade” permitiu “resolver o problema da ocupação desordenada da via pública com esplanadas, fogareiros, vitrinas e equipamentos de apoio à actividade e sem a exigível qualidade”.
“Atenta às dificuldades financeiras de muitos empresários e ao peso do investimento necessário para avançar decididamente para esta requalificação, a Câmara Municipal de Setúbal decidiu isentar estes estabelecimentos do pagamento das taxas de ocupação da via pública entre Janeiro de 2009 e o final de 2011”, realçou Maria das Dores Meira.
Outra das operações realizadas no âmbito desta intervenção consistiu na criação de um fogareiro de uso colectivo na Fonte Nova, localizado na praça Machado Santos, uma solução inovadora, equipamento partilhado pelos estabelecimentos existentes no local.
O novo espaço de confecção de peixe assado está equipado com vitrinas de exposição alimentar, área de preparação do pescado e fogareiros dotados de um sistema de filtragem que retém gorduras e cheiros, libertando as fachadas dos edifícios dos obsoletos e inestéticos fogareiros e tubagens.
“Requalificámos, profundamente, a imagem desta malha urbana central da cidade e qualificámos também a nossa oferta turística”, sublinhou a presidente da autarquia, reforçando que esta é uma iniciativa “geradora de mais e melhor riqueza para o concelho”.

Esplanadas gratuitas
Novas esplanadas crescem pela cidade 

Por sua vez, o vice-presidente da AHRESP, Júlio Fernandes, sublinhou a importância desta acção “para o desenvolvimento da economia local”, reforçando que os estabelecimentos de restauração e bebidas “estão agora mais dotados para sobreviver à conjuntura desfavorável que assola o país”.
O director de comunicação e relações institucionais da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, Nuno Pinto Magalhães, destacou a instalação de sete centenas de conjuntos de esplanada, colocadas pela entidade que representa sem quaisquer custos para os proprietários, classificando este investimento (23 por cento do montante global da intervenção) uma “intervenção estratégica para o desenvolvimento de Setúbal”.

Agência de Notícias
[ + ]

Sobral de Monte Agraço fora da lei


Homem mata mulher a tiro e suicida-se

Um homem matou a mulher a tiro na localidade de A-dos-Molhados, concelho de Sobral de Monte Agraço, e suicidou-se em seguida, disse à Lusa fonte policial. A mesma fonte adiantou que o homem deu um tiro de caçadeira à esposa e enforcou-se de seguida, desconhecendo-se ainda os motivos. O casal tinha cerca de 70 anos. Oito dias antes, também numa segunda-feira, dois cunhados envolveram-se num tiroteio por causa de partilhas.

Tragédia chocou população e familiares 

Os bombeiros foram chamados ao local. O comandante da corporação, Pedro Lima, afirmou à Lusa que encontraram primeiro a mulher e depois o marido, em compartimentos diferentes da habitação, e alertaram a GNR do crime.
A GNR comunicou o caso à Polícia Judiciária, que já está a investigar o caso.
As ameaças de António Marques há muito que eram conhecidas da família. O homem de 79 anos dizia muitas vezes que ainda ia matar Maria Augusta, de 75, por causa dos ciúmes.
Segunda-feira de manhã, cumpriu a promessa e deu um tiro de caçadeira na mulher com quem estava casado há mais de 50 anos. Depois enforcou-se num barracão.
Os corpos do casal foram encontrados por uma nora, em Molhados, Sobral de Monte Agraço, no distrito de Lisboa.

Maria Augusta sofria calada as iras do marido
"Ele nunca conseguiu lidar bem com a mulher, discutiam muito porque ele, apesar da idade, ainda pensava que a mulher tinha amantes. Andava sempre com essa ideia na cabeça", disse a vizinha Maria Pires citada pelo jornal Correio da Manhã.
Apesar das ameaças constantes, os dois filhos e netos do casal ficaram chocados com a tragédia dos pais.
De lágrimas nos olhos, as amigas de Maria Augusta não escondiam a revolta. "Ela sofria calada e nunca fez queixa apesar de ser agredida. Era uma mulher exemplar que nunca se metia com ninguém. Ajudava a família toda, principalmente a nora e o filho no restaurante O Manjar do Marquês. Era ela que fazia algumas refeições", disse uma vizinha. Um familiar confirmou as ameaças, mas garantiu que não havia agressões. Maria Augusta nunca apresentou queixa na GNR, confirmou fonte policial.

Cunhados aos tiros por causa de um tractor
No mesmo concelho, oito dia antes, dois homens da mesma família feriram-se a tiro à porta de casa de um deles na localidade de Pêro Negro, na consequência de uma rixa entre ambos.
Os dois cunhados, com cerca de 60 anos, envolveram-se em confrontos físicos por causa de partilhas de uma herança e acabaram por disparar um contra o outro com uma arma de fogo, disse fonte policial à agência Lusa.
O motivo da discórdia foi um tractor, mas as desavenças familiares já eram antigas. "Os ânimos estavam exaltados, mas nunca pensei que fosse acabar assim. De repente, ouvi o estrondo ensurdecer dos tiros. Foram dois ou três", descreveu uma testemunha.
Chegadas ao local, as autoridades policiais confrontaram-se já com os dois homens dentro das ambulâncias.
O comandante dos bombeiros locais, Pedro Lima, disse à agência Lusa que um dos homens foi atingido no rosto e transportado em estado grave para a urgência do Hospital São José, em Lisboa. O outro sofreu ferimentos ligeiros num braço, tendo sido transportado para o Hospital de Loures.

No local, estiveram duas ambulâncias dos bombeiros de Sobral de Monte Agraço e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação de Torres Vedras, que acompanhou a vítima mais grave até ao Hospital São José.
Por terras de Sobral de Monte Agraço, as segundas-feiras começam a ser perigosas e fora da lei.

Agência de Notícias

[ + ]

Cartão de Visita do Facebook

Anúncios

Se quiser anunciar neste site entra em contato com publicidadeadn@gmail.com
 
ADN-Agência de Notícias | por Templates e Acessórios ©2010