Dá um Gosto ao ADN

Atualidade económica em reflexão em Setúbal

Micro, pequenas e médias empresas são mais de 99 por cento do tecido empresarial na cidade 

Reflexões sobre a situação atual da economia em Portugal e a atividade dos micro, pequenos e médios empresários marcaram um colóquio realizado, na quarta-feira, no Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal. O cenário da economia em Portugal, com vantagens competitivas e vulnerabilidades que potencialmente podem alavancar ou condicionar a tendência atual de recuperação das micro, pequenas e médias empresas, motivou o contributo de vários especialistas em assuntos económicos e empresariais.
Setúbal debateu atividade económica no concelho 

A vereadora das Atividades Económicas da Câmara  de Setúbal, Carla Guerreiro, destacou, na sessão de abertura, a existência de um protocolo de colaboração com a CPPME – Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas, celebrado em 2013.
“No concelho de Setúbal, as micro, pequenas e médias empresas constituem mais de 99 por cento do tecido empresarial, sendo as microempresas mais de 93 por cento”, sublinhou a autarca. “Estes empresários formam um grupo social e profissional com enorme peso na sociedade, atendendo quer à importância qualitativa e quantitativa das suas empresas, quer ao seu papel determinante na gestão destas”, disse a responsável pelo pelouro das Atividades Económicas, em Setúbal.
O presidente da CPPME, João Vicente, além de sublinhar que a confederação procura encontrar soluções para os problemas dos empresários e defender e fomentar o associativismo da classe, indicou que a parceria com a autarquia“tem em vista a realização conjunta de atividades destinadas a apoiar os profissionais e as empresas no desenvolvimento dos seus negócios e proporcionar condições para a criação e distribuição de riqueza e emprego”.
O dirigente associativo adiantou, na sessão de abertura, que as micro, pequenas e médias empresas, em termos nacionais, apesar de responsáveis por 60 por cento do volume de negócios e de 80 por cento do emprego, “são ricas em angústias e anseios”.

Câmara tem ajudado no tecido empresarial do concelho 
A vereadora Carla Guerreiro referiu que a “Câmara de Setúbal tem desenvolvido esforços no sentido de criar condições para o crescimento, reforço e sustentabilidade do tecido empresarial do concelho, contribuindo, dentro das suas competências, para uma maior qualificação e conhecimentos, sendo as micro, pequenas e médias empresas as mais fragilizadas e com maior necessidade de apoios”.
Na fase de trabalhos do encontro, organizado pela CPPME, em parceria com a Câmara Municipal e a Associação dos Pequenos Empresários da Região de Setúbal e Alentejo, o economista Eugénio Rosa abordou o “Orçamento do Estado 2016 – Consequências nas Empresas”.
O colóquio, moderado por Emídio Simões, da Mediaction, empresa instalada no Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, prosseguiu com “Fiscalidade e Sustentabilidade das Empresas”, por Afonso Luz, economista, e “Fundos Comunitários – Portugal 2020”, por Nuno Paulo, especialista em estudos do trabalho e organização empresarial, seguindo-se um debate.

Agência de Notícias
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Novo posto da GNR da Moita não avança antes de 2018

Governo garante que obra é prioritária no distrito de Setúbal 

A Câmara da Moita anunciou que o novo posto da GNR não vai avançar antes de 2018, apesar de os militares estarem num espaço "sem as condições necessárias" para o seu funcionamento. O presidente da autarquia, Rui Garcia, reuniu-se com a secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto, para discutir a situação e ficou a saber, no entanto, que este equipamento está elencado como primeira prioridade para o distrito de Setúbal. Para fazer face à degradação do edifício, que pertence à autarquia, a governante prometeu que "serão tomadas medidas para melhorar a segurança daquele edifício bem como das condições de trabalho dos militares".
GNR da Moita irá ter casa nova  em  2018 


"O novo posto da GNR da Moita não deverá ser construído antes de 2018, informou a secretária de Estado. Isabel Oneto referiu, no entanto, que este equipamento está elencado como primeira prioridade para o distrito de Setúbal", refere a autarquia em comunicado enviado à Lusa.
O presidente Rui Garcia aproveitou a ocasião para alertar o Governo para "a atual degradação das condições do posto da GNR da Moita", tendo sido dadas garantias que "serão tomadas medidas para melhorar a segurança daquele edifício".
Em 2009, o antigo Quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Moita foi adquirido pelo Ministério da Administração Interna, para a instalação do futuro posto da GNR.
"Contudo, esta força de segurança permanece num edifício, cedido pela Câmara Municipal da Moita, sem qualquer tipo de contrapartida, tal como a PSP na Baixa da Banheira, que não reúne as condições necessárias para o funcionamento regular da GNR", salienta o documento.
Em Março de 2015, o presidente da Câmara da Moita, Rui Garcia, já havia manifestado ao Governo que a resolução do problema do posto da GNR é uma prioridade, disponibilizando-se para encontrar uma solução que pode passar pela permuta do antigo quartel dos Bombeiros por um terreno municipal.
"Esta solução teve agora aceitação por parte do Ministério da Administração Interna, sendo que o terreno municipal a ceder se localiza no loteamento da "Mãe D'Água", na Moita", concluiu.





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Utentes protestam na estrada entre Sines e Santo André

Marcha lenta para retirada de pinos da ER 261-5  

O Movimento de Utentes de Vila Nova de Santo André, um grupo formado na rede social facebook que conta com perto de 4500 membros, convocou um protesto para exigir “a retirada imediata dos pinos da Estrada Regional (ER) 261-5 para este sábado à tarde. “A estrada regional com perfil de auto-estrada que liga Sines a Santo André está desde 2010 por concluir, com sucessivos atrasos na sua requalificação”, escrevem os promotores do protesto numa nota enviada à comunicação social. Esta foi a forma encontrada pelo grupo de utentes para “exigir ao Governo e à empresa Infraestruturas de Portugal e Estradas da Planície a retirada imediata dos pinos”.
Automobilistas vão fazer marcha lenta este sábado  

Centenas de utentes da Estrada Regional 261-5, que liga as cidades de Sines e Santo André, são esperados no próximo sábado, 30 de Abril, em mais uma manifestação para reivindicar mais segurança na via que há seis anos está dividida por pinos.
A manifestação, convocada pelo Movimento de Utentes de Vila Nova de Santo André, pretende exigir do Governo e da Infraestruturas de Portugal e Estradas da Planície, a retirada imediata dos pinos que atravessam a via numa extensão de 13 quilómetros.
Nuno Ferreira, um dos elementos do movimento, criado após a marcha-lenta que se realizou em 2014, lamenta "o silêncio da concessionária em relação à reivindicação dos cerca de 10 mil habitantes que utilizam diariamente este troço".
"A sucessão de pinos separa duas faixas de rodagem, condicionando a circulação a apenas uma faixa em cada sentido e com um limite de velocidade máxima de 50 quilómetros por hora", lembra o Movimento de Utentes daquela via.
Nuno Damas, porta-voz do movimento acrescenta que "há automobilistas prejudicados e obrigados a percorrer mais quilómetros para chegar ao destino".
A primeira marcha-lenta contou com 500 automóveis e perto de mil manifestantes mas o movimento espera superar o número de participantes uma vez que se "trata de uma reivindicação antiga da população que não pode baixar os braços", apela Nuno Damas.
A marcha lenta automóvel está marcada para o próximo dia 30 de Abril, a partir das 14 horas e será antecedida de uma reunião com a população.

Presidente da Câmara de Santiago do Cacém leva tema ao Governo 
O presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, já fez saber que, tem agendada, para o dia 27 de Maio, uma reunião com o Secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme d’Oliveira Martins. As obras inacabadas na Estrada Regional 265-1, entre Santo André e Sines, serão o “prato forte” do encontro.
Álvaro Beijinha relembra que “este é o principal acesso, por exemplo, de 70 por cento da mão de obra do complexo industrial e portuário de Sines. Estamos a falar de milhares de pessoas, diariamente”. Nos últimos anos, “têm sido sucessivas as intervenções da Câmara e da Junta, junto do Governo e da Estradas de Portugal (agora Infraestruturas de Portugal), reivindicando e exigindo solução para o problema.
Álvaro Beijinha está “com esperança de que este novo Governo possa estar mais sensível para esta situação, que é vergonhosa e inaceitável”.

Agência de Notícias

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Montijo inaugura memorial em honra dos combatentes

Em nome de todos os heróis do Montijo e da pátria 

Na passagem do 42.º aniversário do 25 de Abril foi inaugurado o Monumento de Homenagem aos Combatentes na Guerra do Ultramar, junto ao cemitério de São Sebastião, no Montijo. Centenas de pessoas assistiram ao descerrar da placa pelas mãos do secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, do presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, e do presidente da Liga dos Combatentes, Chito Rodrigues. “Neste dia é justo homenagear as nossas forças armadas, lembrar os homens e as mulheres que participam em missões militares ao serviço da manutenção da paz e da segurança”, declarou Nuno Canta. 
Inauguração de memorial  contou com centenas de pessoas 

A sessão solene nos Paços do Concelho foi outro dos momentos marcantes das comemorações do Dia da Liberdade que incluíram outras iniciativas, tais como o espetáculo “Abril de Abril”, a III Corrida e Caminhada da Liberdade, o XI Passeio BTT Rota Saloia e o concerto pela Banda da Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro.
Na inauguração do monumento, o presidente da Câmara do Montijo afirmou que o mesmo é “um testemunho perene do sacrifício dos montijenses feito ao serviço da bandeira nacional”, mas também uma homenagem às Forças Armadas.
“Neste dia é justo homenagear as nossas forças armadas, lembrar os homens e as mulheres que participam em missões militares ao serviço da manutenção da paz e da segurança”, declarou o presidente da autarquia.
O secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, mencionou a importância de honrar os combatentes e motivar a juventude nestas comemorações.
“Não esqueceremos que aqueles que têm o seu nome gravado nesta parede caíram ao serviço da perenidade da Pátria. É esta a forma de os lembrarmos, honramos e reiterarmos a confiança no nosso desígnio nacional e de, ao mesmo tempo, motivarmos a juventude portuguesa para servir o país nas fileiras das Forças Armadas”, afirmou Marcos Perestrello.
Na cerimónia comemorativa do 25 de Abril, que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, foram abordados temas como a importância das conquistas de Abril e a sua manutenção nos dias de hoje, a relevância do poder local para a construção e consolidação da democracia e a necessidade de credibilizar a política e incentivar a participação dos cidadãos.
A cerimónia contou com as intervenções de Nuno Canta, presidente da Câmara do Montijo, de Pedro Carromeu, 1.º secretário da Mesa da Assembleia Municipal em representação da presidente da Assembleia Municipal, e dos representantes dos partidos políticos com assento neste órgão: Ricardo Bernardes (PS), Francisco Salpico (PCP), Pedro Vieira (PSD) e António Oliveira (BE).

Agência de Notícias

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Sines vai requalificar o Mercado Municipal

Autarquia e comerciantes trocaram ideias para um mercado melhor 

O presidente da Câmara de Sines, Nuno Mascarenhas, nos Paços do Concelho, com os comerciantes do Mercado Municipal de Sines. O objetivo da sessão foi auscultar os comerciantes sobre os termos em que gostariam que o equipamento fosse reabilitado. A reabilitação do Mercado Municipal é um projeto do município a desenvolver no âmbito do  Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, financiado por fundos do programa de fundos europeus Portugal 2020. "Se tudo correr bem com a sua candidatura e com os procedimentos do projeto e da empreitada, as obras poderão iniciar-se até ao próximo Outono", sublinha a autarquia. 

Autarquia ouviu opinião sobre requalificação do mercado 

Na sessão de dia 22, que teve a participação de 17 comerciantes, o presidente da Câmara explicou que, “nesta fase, a prioridade é ouvir as opiniões e as sugestões de quem vende no mercado”. Após esta primeira sessão, terão lugar reuniões individuais com todos os comerciantes.
O projeto de reabilitação do mercado encontra-se em elaboração e terá em conta estes e outros contributos. Nesta fase, explicou Nuno Mascarenhas, “ainda está tudo em aberto”.
A intervenção a realizar passará por "melhorias nas condições físicas do mercado, por alterações na distribuição dos espaços e por soluções para atrair mais frequentadores e durante um período mais alargado do dia", diz a autarquia de Sines.
"Pretende-se diversificar o comércio do equipamento e criar um novo centro de dinamização da atividade económica local, com efeitos na zona envolvente", concluiu o autarca.

Agência de Notícias
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Festa do Senhor Jesus das Chagas em Sesimbra

Devoção ao Senhor Jesus das Chagas leva milhares de pessoas às ruas da vila

As Festas ao Nosso Senhor das Chagas, em Sesimbra, começam esta sexta-feira e prolongam-se até 4 de Maio, dia de feriado municipal. Milhares de fiéis percorrem, todos os anos, no dia 4 de Maio, as ruas da vila de Sesimbra para prestar devoção ao Senhor Jesus das Chagas, protetor dos pescadores. A procissão, que se realiza há mais de cem anos, é uma das mais antigas e maiores do sul do país e começa desde a Igreja Matriz até à Capela da Misericórdia. Segue-se depois um Sermão no Largo da Marinha e bênção ao mar e às embarcações. A música também marca presença, a 30 de Abril, com Axel, Belito Campos, Cathy e Núbia Veloso no palco do Cineteatro Municipal João Mota.  Inserido no programa da festividade, organizada pela Comissão de Festas Irmandade do Senhor Jesus das Chagas, decorre ainda um concerto da Orquestra Bota Big Band, a 3 de Maio. 
Festas do Senhor Jesus das Chagas nasce de uma lenda de Sesimbra

O culto ao Senhor Jesus das Chagas, cujo início a tradição oral coloca em 1534, é a festividade mais importante para a comunidade marítima sesimbrense, demonstrada pela enorme devoção que ainda se mantém bem viva nos sesimbrenses, que prestam homenagem ao seu protetor no dia 4 de Maio, Feriado Municipal, em Sesimbra.  
As festividades atingem o seu auge com a procissão que percorre as ruas da vila de Sesimbra, engalanadas para o efeito, com o chão coberto por alecrim e as colchas nas varandas. Na Baía de Sesimbra, as embarcações saúdam o Senhor que abençoa a terra e o mar, num culminar de emoções que envolve não só a população sesimbrense mas também centenas de crentes que visitam a vila para assistir à procissão.
A Festa, organizada pela Irmandade do Senhor Jesus das Chagas, engloba também uma feira, que decorre de 29 de Abril a 8 de Maio, na Avenida da Liberdade, e dois espetáculos musicais, o primeiro, no dia 30 de Abril, com a atuação de Axel, Belito Campos, Cathy e Núbia Veloso, e, o segundo, no dia 3 de Maio, pela Orquestra Bota Big Band, ambos no Cineteatro Municipal.

A lenda do Senhor das Chagas 
Segundo dita a lenda do Senhor das Chagas, no séc. XVI houve uma revolta contra a igreja católica. Nessa altura a rainha mandou encaixotar todas as imagens que estavam nas igrejas e deitá-las ao mar.
Arrastados pelas correntes os caixotes foram levados mar fora e foram ter aos sítios mais diversos. Um deles veio ter à praia de Sesimbra. Estavam alguns pescadores à beira mar quando viram aquele caixote a boiar junto à pedra que fica do lado nascente da fortaleza.
Trouxeram-no para a praia, abriram-no e viram uma imagem de Jesus Cristo e ficaram muito admirados sem saberem o que fazer com ela.
Pensaram um pouco e trouxeram-no para o terreiro da Misericórdia, onde hoje em dia é um jardim, mas não tinham sítio onde o colocar. A imagem não ia ficar no chão, nem à chuva nem ao vento, por isso resolveram levantar uma tenda e fingir que aquilo era uma pequena capela, pois um dia fazer-se-ia uma a sério.
Todos repararam que faltava um braço à imagem, mas também sabiam que no caixote não estava. E a imagem continuou assim na pequena capela improvisada onde toda a gente ia venerá-la. Ora era costume, e ainda hoje há quem o faça, ir à praia buscar lenha para levarem para a lareira. Naquele dia, uma velhinha apanhava uns pequenos troncos na praia. Ao chegar a casa colocou os troncos no braseiro e sentou-se ali ao pé para se aquecer. Começou a reparar que toda a madeira ardia menos aquele tronco mais grosso. A ele nem o lume chegava perto.
Intrigada pegou nele e mirou-o com atenção. Viu, então, que aquele pedaço de madeira tinha a forma de um braço.
Correu até à capela, mostrou-o ao padre e concluíram que aquele tronco especial era realmente o braço da imagem do Senhor Jesus.
Todos gritaram “milagre”, prometeram fazer todos os anos uma festa em honra do Senhor e mandaram edificar a capela da Misericórdia onde fizeram um altar para colocar a imagem do Senhor Jesus das Chagas.
Todos os anos no dia 4 de Maio faz-se uma procissão que atravessa as ruas da vila de Sesimbra e que no largo da Marinha abençoa o mar para que este nunca falte com o peixe que era, até há poucos anos, o principal sustento das pessoas de Sesimbra.

Programa da Festa
de 29 de abril a 8 de maio
Feira da Festa das Chagas
• das 15 às 24h (dias úteis)
• das 15 à 1h (vésperas de feriados e fins de semana)
Avenida da Liberdade, Sesimbra

dia 30 de abril | sáb | 22h
MÚSICA
Axel, Belito Campos, Cathy e Núbia Veloso
• Destinatários: maiores de 3 anos
• Bilhete: 5 €
Cineteatro Municipal João Mota, Sesimbra

dia 3 de maio | ter | 22h
MÚSICA
Orquestra Bota Big Band
• Destinatários: maiores de 6 anos
• Bilhete: 2 €
Cineteatro Municipal João Mota, Sesimbra

dia 4 de maio | qua | 17h

Procissão com a imagem do Padroeiro dos Pescadores
desde a Igreja Matriz até à Capela da Misericórdia
Sermão no Largo da Marinha e bênção ao mar e às embarcações
Vila de Sesimbra

Agência de Notícias
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Autoeuropa pode suprimir um turno de produção

Redução da produção pode levar a despedimentos em 13 empresas

A fábrica do Grupo Volkswagen em Palmela está a debater um novo modelo de flexibilização laboral que permita manter um "fluxo de produção estável", referiu uma fonte oficial da empresa. Neste sentido, está a decorrer um processo de diálogo com a Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa que ainda não chegou a posições consensuais. Um dos cenários em aberto não exclui, segundo alguns trabalhadores, "a supressão de um turno fabril", embora a fonte oficial da Autoeuropa não faça comentários. Aos trabalhadores, a administração da fábrica da Volkswagen garantiu também que não há postos de trabalho em risco. Já os trabalhadores dos fornecedores da Autoeuropa receiam que esta medida possa provocar a redução de postos de trabalho. É que das 13 empresas do parque industrial, 10 têm como cliente exclusivo a fábrica da Volkswagen.
Queda na produção pode levar a despedimentos noutras fabricas 

"A administração da Volkswagen Autoeuropa está neste momento em diálogo com a Comissão de Trabalhadores, no sentido de se encontrar um entendimento sobre um modo de funcionamento que garanta o volume de produção da empresa no corrente ano, sem colocar em causa a empregabilidade dos seus colaboradores", refere um comunicado da empresa.
"Tratando-se de um processo normal na vida de uma empresa, e por respeito a todas as partes envolvidas, a Volkswagen Autoeuropa não comentará qualquer aspeto até o processo estar concluído”. adianta o mesmo comunicado.
Actualmente, a Autoeuropa está a produzir os modelos Volkswagen Scirocco e Sharan e o Seat Alhambra. Em 2014 e 2015 saíram das linhas de montagem da fábrica 102 mil veículos, mas para este ano não estão previstos mais de 80 mil. A produção de um novo modelo só deverá começar a partir de meados de 2017. Até lá, admite-se que a produção de Palmela se reduza dos actuais 460 veículos dia para cerca de 315, uma redução de mais de 30 por cento.
A Autoeuropa é uma das principais empresas exportadoras nacionais, encontrando-se entre as cinco primeiras, a par da Galp ou da TAP. Um dos grandes mercados dos carros produzidos em Palmela, depois da União Europeia, tem sido a China, para onde foram expedidos no ano passado mais de 30 mil unidades. O abrandamento da economia chinesa pode estar a ter reflexos no consumo de automóveis produzidos em Palmela.

Empresas que trabalham para a Autoeuropa podem ter de despedir 
Além da importância para as exportações, a Autoeuropa também tem uma importância enorme, muitas vezes capital, para empresas que fabricam componentes automóveis para a Volkswagen. A decisão de reduzir a produção para um turno diário poderá obrigar muitas dessas empresas, sobretudo as que trabalham em exclusivo para a Autoeuropa, a despedir funcionários.
Daniel Bernardino, porta-voz das comissões de trabalhadores destas fábricas, explica que a maior parte das empresas tem como único cliente a construtora de Palmela e que, por isso, a redução para um turno diário pode implicar a dispensa de funcionários ou a não renovação de contratos.
A Autoeuropa justifica a possibilidade da redução de um turno com a crise económica que diminuiu a procura e com a necessidade de preparar o investimento de cerca de 700 milhões de euros que vai ser efetuado no próximo ano pela Volkswagen.
Já na Autoeuropa, que emprega 3600 pessoas, a administração comprometeu-se, no âmbito do acordo de empresa, a não fazer nenhum despedimento colectivo até Setembro deste ano.
Actualmente, a Autoeuropa, que iniciou a produção em 1995, conta com 47 fornecedores de peças em Portugal, dos quais 19 no parque industrial de Palmela e 28 noutros locais do país.

Governo está a acompanhar situação 
"O Governo reconhece como prioridade estratégica a atracção e retenção de investimento directo estrangeiro, razão pela qual acompanha de perto todos os investimentos estruturantes em Portugal", disse ao Jornal de Negócios fonte oficial do Ministério da Economia na quarta-feira. "O investimento na Autoeuropa, pela sua importância, não poderia ser excepção.O Ministério da Economia está em contacto com a administração da Autoeuropa que assegurou que os trabalhos decorrentes do investimento de 677 milhões de euros estão em curso e de acordo com o planeado", segundo a mesma fonte. 
Desta forma, a tutela "tem a expectativa que os pressupostos do investimento são para manter".O Governo tem razões para estar preocupado com este investimento, pois dos 677 milhões de euros uma fatia de 36 milhões corresponde a apoios públicos. Este dinheiro vai servir para dotar a fábrica de Palmela de tecnologia que vai permitir construir mais um, ou dois, modelos: a plataforma MQB que vai possibilitar à fábrica construir em Palmela qualquer modelo do grupo Volkswagen. O novo modelo deverá começar a ser produzido no segundo semestre do próximo ano. É esta a expectativa de António Chora da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa que aponta a Agosto de 2017 como a data provável para o início de produção. Até lá, o novo modelo vai ter que ser submetido a vários testes de produção, para assegurar que cumpre todas as regras. "A Volkswagen é bastante conservadora", disse António Chora ao mesmo jornal, apontando que a marca alemã quer ter a produção bem preparada, antes de passar à fase de produção em massa.

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Empresa de Alhos Vedros tem salários em atraso

75 trabalhadores à beira do despedimento na Metalúrgica Central de Alhos Vedros

Os trabalhadores da Metalúrgica Central de Alhos Vedros têm salários em atraso desde Dezembro de 2015 e, segundo o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente , “de momento estão a sofrer com a chantagem” dado que existe a “intenção de despedimento de cerca de 50 por cento dos 130 trabalhadores da empresa”. A crise num dos principais empregadores da freguesia de Alhos Vedros está a preocupar o o executivo da Câmara da Moita que manifesta o apoio aos trabalhadores e à administração da empresa. O executivo presidido por Rui Garcia deixa fortes críticas às entidades bancárias credoras "perante as consequências da sua indisponibilidade para acordar com a empresa um plano de viabilização financeira". A autarquia pede às entidades públicas – Ministério da Economia e Gestão do Portugal 2020 – que "encontrarem linhas de apoio financeiro que contribuam para a viabilização da empresa de Alhos Vedros e assegurem os seus postos de trabalho". 
Empresa de Alhos Vedros tem salários em atraso desde Dezembro 

“A situação bastante complicada que os trabalhadores vivem no presente momento” , refere o sindicato, acrescentando que “aos trabalhadores são devidos salários e retribuições desde Dezembro de 2015, situação que é incomportável para as suas vidas e das suas famílias”.
Ainda de acordo com o mesmo sindicato,  tem “havido algumas expectativas, com a entrada de um novo accionista maioritário, cedo elas se foram esfumando, porque por mais de uma vez o novo responsável da empresa não cumpriu com as datas e pagamento dos salários e retribuições em atraso, agravando a situação de ter começado a chamar trabalhadores para propor rescisões de contratos que são autenticas usurpações de direitos”.
O Sindicato salienta ainda que tem acompanhado os trabalhadores no evoluir da situação, tem procurado uni-los para sejam garantidos os seus direitos.
A Câmara  da Moita também tem vindo a acompanhar, com grande preocupação, o evoluir da situação na Metalúrgica Central de Alhos Vedros. "As dificuldades financeiras da empresa agudizaram-se desde o início do ano e a empresa entrou em incumprimento das suas obrigações para com os trabalhadores. Existem já vários meses de salários em atraso e um elevado número de trabalhadores optou por rescindir ou suspender o seu contrato de trabalho", diz a autarquia em comunicado enviado ao ADN. 
Tratando-se de um dos principais empregadores da freguesia de Alhos Vedros e do concelho da Moita, "as consequências sociais da situação económico-financeira em que se encontra a Metalúrgica são graves, ameaçando centenas de postos de trabalho e a sobrevivência da própria empresa", sublinha a autarquia gerida por Rui Garcia.

Câmara critica bancos e pede intervenção do Governo 
Perante as informações disponibilizadas, até ao momento, a Câmara da Moita, "manifesta a sua solidariedade com a administração da Metalúrgica Central de Alhos Vedros nos seus esforços para conseguir ultrapassar o estrangulamento financeiro que lhes está a ser causado e assegurarem a sobrevivência da empresa e manutenção dos postos de trabalho". Ao mesmo tempo, a autarquia manifesta "o seu repúdio pela insensibilidade das entidades bancárias credoras da Metalúrgica, perante as consequências da sua indisponibilidade para acordar com a empresa um plano de viabilização financeira, sendo que a empresa tem contratos assumidos e procura de mercado para garantir a sua laboração se forem superados os obstáculos financeiros".
A autarquia da Moita pede ainda que as entidades públicas – Ministério da Economia, Gestão do Portugal 2020, e outras – "encontrarem linhas de apoio financeiro que contribuam para a viabilização da empresa de Alhos Vedros e assegurem os seus postos de trabalho".
A autarquia gerida por Rui Garcia reafirma a "disponibilidade para colaborar quer com a Administração, quer com os trabalhadores e as suas organizações representativas, no que estiver ao seu alcance nos esforços de viabilização da empresa e na defesa dos postos de trabalho e dos direitos dos trabalhadores", conclui o comunicado.

Agência de Notícias

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PSP e PJ detêm homens por agressão no distrito de Setúbal

Semana marcada pela violência contra autoridades no distrito de Setúbal 

A Polícia de Segurança Pública anunciou esta terça-feira a detenção de um homem, de 24 anos, por agressão, injúrias e coação a um agente policial, que ocorreu no Barreiro. A mesma força policial deteve ainda três homens, com idades entre os 23 e os 29 anos, por furto e desmontagem de viatura em terreno baldio, no Seixal. Um dia antes, na Amora, a Polícia Judiciária de Setúbal deteve dois homens e uma mulher suspeitos de um crime de homicídio qualificado, na forma tentada, ocorrido na madrugada de sábado na Amora, concelho do Seixal.  Segundo um comunicado da PJ, os três detidos, com idades compreendidas entre os 26 e os 37 anos, conjuntamente com mais de uma dezena de indivíduos, atacaram violentamente, com socos, pontapés, e também com objetos contundentes, um homem de 47 anos que sabiam pertencer às forças de segurança, no exterior de um bar. Foram a tribunal e já estão todos em liberdade.  

Autoridades com muito trabalho esta semana no distrito de Setúbal 

De acordo com a PSP do Barreiro, "os agentes policiais deslocaram-se a uma ocorrência por haver reclamações devido ao excesso de ruido de música provenientes de uma festa. No local, os agentes da PSP foram abordados pelo suspeito, que se insurgiu contra a presença dos mesmos, proferindo palavras ofensivas contra a honra e dignidade do agente policial, ao mesmo tempo que o coagiu no desempenho das funções policiais, agredindo-o", refere a polícia em comunicado.
Devido ao elevado número de pessoas presentes na festa, a PSP teve necessidade de solicitar reforços policiais para consumar a detenção.
Foram também ontem detidos em Almada, dois indivíduos, um do sexo masculino e outro do sexo feminino, com 28 e 45 anos de idade respetivamente, por injúrias, ameaças e agressão ao agente da PSP.
Os suspeitos, diz a PSP, "entraram na Esquadra aos gritos, dirigindo-se ao agente policial que estava de serviço, chamando-lhe diversos nomes injuriosos e ofensivos da sua honra e dignidade e proferindo várias ameaças, tendo agredido com um empurrão o agente da PSP. Ao empurrar o agente, o suspeito masculino fugiu, tendo sido perseguido e após interceção detido".
Os detidos no interior da Esquadra agrediram-se mutuamente, havendo necessidade de os separar.
Posteriormente apurou-se que "a intenção do casal era ir buscar o irmão da mulher que havia sido conduzido ao Departamento Policial para ser identificado e constituído arguido num outro processo crime", diz fonte da PSP de Almada.
Foram notificados para comparecer perante autoridade judicial para aplicação das medidas de coação.
Também no distrito de Setúbal, no concelho do Seixal, foram detidos três homens, com idades entre os 23 e os 29 anos, por furto e desmontagem de viatura.
Os agentes da Esquadra de Investigação Criminal lograram localizar os suspeitos num terreno baldio, a desmantelar em peças uma viatura automóvel, tendo no imediato intercetado um dos suspeitos", salienta a PSP.
Com o reforço policial, a PSP conseguiu intercetar os outros dois suspeitos que haviam fugido do local.
A viatura automóvel havia sido furtada nesse dia.

Agressores de polícia na Amora já estão em liberdade 
A Polícia Judiciária de Setúbal deteve na segunda-feira dois homens e uma mulher suspeitos de um crime de homicídio qualificado, na forma tentada, ocorrido na madrugada de sábado na Amora, concelho do Seixal.
Segundo um comunicado da PJ, os três detidos, com idades compreendidas entre os 26 e os 37 anos, conjuntamente com mais de uma dezena de indivíduos, atacaram violentamente, com socos, pontapés, e também com objetos contundentes, um homem de 47 anos que sabiam pertencer às forças de segurança, no exterior de um bar, na Amora.
O comunicado da PJ adianta que "um dos detidos foi atingido numa perna por um disparo acidental da vítima".
Os detidos já foram presentes às autoridades judiciárias, tendo-lhes sido decretadas as medidas de coação de apresentações diárias às autoridades e proibição de se ausentarem do país, com entrega dos passaportes.


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Encontro debateu serviços de saúde em Setúbal

"O SNS continua a afirmar-se como um serviço de excelência"

A importância da articulação das diferentes áreas da saúde para a garantia da qualidade do serviço prestado à população foi destacada numa sessão que decorreu, durante o dia de ontem, no Cinema Charlot – Auditório Municipal, em Setúbal. A I Jornada “Ao Partilhar Cuidamos”, dinamizada pela Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados do Agrupamento de Centros de Saúde da Arrábida, com o apoio da Câmara  de Setúbal, envolveu a participação de profissionais de saúde de diferentes áreas, com o objetivo de contribuir para a consolidação de sinergias indispensáveis à obtenção de ganhos em saúde para os utentes.
Câmara de Setúbal debateu serviços de saúde 


A defesa de serviços de saúde de qualidade para o concelho e para a região e o apoio na luta contra a redução ou encerramento de serviços nos estabelecimentos hospitalares foram destacados pela presidente da autarquia, Maria das Dores Meira, na sessão de abertura do evento.
“O Serviço Nacional de Saúde continua a afirmar-se como um serviço de excelência que é fundamental valorizar, não descurando, nunca, a necessidade de o defender, porque, como vimos nos últimos quatro anos, haverá sempre quem esteja interessado em regressar ao passado”, salientou a autarca.
A iniciativa prosseguiu com a temática da “Prevenção de alterações miofuncionais em terapia da fala”, pelas especialistas Carmo Conde e Sandra Bonito, que vincaram que “o sistema estomatognático que inclui a sucção, a mastigação, a deglutinação, a articulação e a respiração, é fundamental para a qualidade de vida”.
Uma hipotonia acentuada, com diminuição do tónus muscular, da língua e dos lábios, salientaram, “é a principal consequência da manutenção de uma alimentação à base de semissólidos”.
A informação e sensibilização às famílias e educadores para a deteção de sinais perturbadores do bom funcionamento das estruturas orofaciais, compostas por boca e face, e respetivo encaminhamento para a terapia da fala foi outra das questões abordadas pelas especialistas.
Na apresentação seguinte, sobre o “Contributo da fisioterapia para a promoção e proteção da saúde”, Madalena Gomes da Silva, da Escola Superior de Saúde de Setúbal, acentuou que “a fisioterapia desempenha um papel muito importante desde a saúde infantil à saúde no idoso”.
Além de um debate, o período da manhã incluiu outros dois painéis temáticos, conduzidos pelo bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses, Telmo Batista, sobre “Custo eficácia em cuidados de saúde primários”, e pelo higienista oral Mário Rui Araújo, com o título “Saúde Oral – Plano B”.
O encontro prosseguiu no período da tarde com um conjunto de painéis temáticos, dinamizados por profissionais de saúde e da educação e de técnicos dos serviços sociais, numa partilha de experiências e troca de conhecimentos com vista à melhoria da saúde partilhada e integrada.
O encerramento da I Jornada “Ao Partilhar Cuidamos” esteve a cargo de Isabel Pinto, do Agrupamento de Centros de Saúde da Arrábida, com “A importância da interligação entre o Médico de Família e a Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados”.

Agência de Notícias
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Freguesias de Setúbal investem na proximidade

Munícipes mais perto dos autarcas de freguesia 

A União das Freguesias de Setúbal inaugurou, no dia 23 de Abril, dois polos de atendimento e um parque infantil, intervenções destinadas a aproximar a autarquia da população e que contaram com o apoio da Câmara de Setúbal, disse a autarquia em comunicado. O presidente da União das Freguesias de Setúbal, Rui Canas, sublinha que a os novos polos de atendimento têm como grande objetivo “manter a junta próximo das populações e das suas necessidades, tendo em especial atenção as pessoas mais idosas, de maneira a facilitar-lhes o acesso aos serviços prestados”.
Autarcas setubalenses inauguram mais um parque infantil 

A União das Freguesias de Setúbal, atualmente uma das maiores e mais populosas do concelho sadino, resulta da fusão das antigas freguesias de Nossa Senhora da Anunciada, de Santa Maria da Graça e de S. Julião, reorganização administrativa implementada em 2013.
Um dos polos localiza-se na Rua Jorge de Sousa e, o outro, na Rua Deputado Henrique Cardoso. Em qualquer uma destas instalações são prestados os mesmos serviços de atendimento disponíveis na sede da autarquia.
A presidente da Câmara de Setúbal, presente nas inaugurações, salientou que “os autarcas eleitos em 2013 demonstraram que têm mais capacidade para encontrar soluções do que para ficar presos a dificuldades que podem parecer inultrapassáveis”, recordando que “três freguesias distintas foram forçadas a juntar-se em apenas uma estrutura autárquica, com todos os inconvenientes que tem uma fusão destas”.
Com horário de funcionamento das nove às 17 horas, nos dias úteis, nos polos realiza-se, ainda, atendimento público regular, às quintas-feiras e de forma rotativa, da parte do presidente, Rui Canas, da assistente social e dos juristas da junta de freguesia.
Maria das Dores Meira, sublinhou que “é este o espírito de Abril, o espírito da participação popular. O espírito da partilha da gestão da coisa pública com os cidadãos, incentivando-os, a cada momento, a estarem presentes, a dar opinião”.
O polo da Rua Deputado Henrique Cardoso é também agora local de funcionamento da nova Loja Social da União das Freguesias de Setúbal, destinada à distribuição de bens não alimentares a pessoas e famílias necessitadas e identificadas pelo serviço de assistência social da autarquia.
Os polos representam um investimento total da ordem dos 30 mil euros, “sem contar com os vários milhares associados às intervenções prestadas por administração direta, a cargo da União das Freguesias de Setúbal”, realçou Rui Canas.
Além deste valor, a junta de freguesia investiu, ainda, cerca de 12 mil euros num novo parque infantil, inaugurado, também no dia 23, na Rua Carlos Baeta Neves.
“Comprámos o equipamento e instalámos com os meios da junta de freguesia. Assim, o que custaria mais de 20 mil euros, ficou muito mais barato”, sublinhou Rui Canas.
O parque infantil, que serve “uma zona habitacional onde vivem muitas crianças”, foi construído em apenas uma semana, “mesmo apesar da chuva que caiu nos últimos dias”.

Agência de Notícias

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Alcochete comemorou aniversário do 25 de Abril

“Novo ciclo político” inspira autarcas da vila ribeirinha 

Alcochete comemorou o 42.º aniversário do 25 de Abril com um conjunto de iniciativas culturais e desportivas que, desde cedo, decorreram por todo o concelho, mas foi à noite, no salão nobre dos paços do concelho, durante a sessão solene da assembleia municipal, que os autarcas e deputados municipais refletiram sobre os valores conquistados na revolução de 74 e a importância que os mesmos assumem na atual conjuntura política, económica e social de Portugal. Luís Miguel Franco, encerrou o ciclo de intervenções políticas, com um discurso otimista relativamente ao futuro: "Comemorar e lutar por Abril nesta nova fase da vida política nacional significa recuperar e repor os valores da justiça social, da valorização do trabalho, dos direitos sociais universais de todo o povo, como o direito à saúde (tão violentado em Alcochete nos últimos tempos), à educação, à segurança social e à cultura”, reforçou o presidente da Câmara de Alcochete. 
Autarcas de Alcochete renovam esperança nos valores de Abril

Perante um salão repleto de representantes do poder local, do movimento associativo e de outras instituições do concelho, o presidente da assembleia municipal, Fernando Leiria, abriu a cerimónia recordando a histórica noite de 24 de Abril de 74 e, numa alusão a todas as conquistas e valores alcançados, não poupou palavras ríspidas sobre a atuação governativa dos últimos quatro anos.
“Foram inúmeras as vezes que transformaram este país numa autêntica infernização, com um número nunca visto de inconstitucionalidades a que a revolução de Abril nunca teria assistido”, disse enumerando um conjunto de considerações que arrastaram o país para uma conjuntura de crise que não deixou o poder local à margem. “No ano em que se comemoram igualmente os 40 anos do poder local democrático, também uma das maiores conquistas de Abril, assistimos a uma vergonhosa ingerência na sua autonomia, impedindo que as autarquias cumprissem as suas funções e obrigações, numa constante violação da atual Lei das Finanças Locais”, salientou Fernando Leiria que deposita otimismo neste “novo ciclo político” decorrente das últimas eleições legislativas.
“Os compromissos do Parlamento que perante a sociedade portuguesa sustentam e viabilizaram este Governo, são profundamente inovadores pela sua abrangência social, cultural e política, e já produziram efeitos, tendo já sido dados passos importantes na reposição de rendimentos e na sua devolução de direitos que interrompem um percurso de saque”, disse o autarca.

Caminhamos no sentido certo
Depois das intervenções dos deputados representantes de cada bancada da assembleia municipal, o presidente da câmara de Alcochete,  Luís Miguel Franco, encerrou o ciclo de intervenções políticas, com um discurso otimista relativamente ao futuro: “Nos últimos  quatro anos, os direitos, liberdades e garantias dos portugueses foram constantemente postos em causa. O aumento do desemprego e da precariedade. O corte dos salários e de pensões. O aumento das taxas moderadoras, o encerramento de escolas e centros de saúde ou o aumento da emigração. Hoje, fruto da nova composição parlamentar, vivemos um período de esperança num presente que permita a construção de um futuro melhor”.
Embora reconheça que ainda não nos encontramos no “patamar ideal”, Luís Miguel Franco acredita que caminhamos no sentido certo, sendo um exemplo disso o Orçamento de Estado que, no que ao poder local diz respeito, prevê “ a reposição do rendimento dos trabalhadores e com alterações pontuais à lei dos compromissos e pagamentos e o fim às restrições na gestão pessoal”.


Os desafios da Câmara para este ano 
E se o percurso revela-se mais otimista a nível nacional, também no que diz respeito ao plano local, Luís Miguel Franco referiu que em 2015, a câmara municipal encontrou o “caminho da consolidação”: “De facto, a câmara de Alcochete encontra-se numa situação mais estável financeiramente, fruto de uma gestão rigorosa e de uma política consciente de contenção de despesa. Assim sendo, as perspetivas de futuro apresentam-se mais risonhas”.
Quanto a desafios a concretizar no município, o presidente destacou que a qualificação do espaço público, com a prossecução da reabilitação urbana, e o reforço da identidade local, com a construção do Bote Leão, são objetivos a concretizar, tal como o reequilíbrio financeiro da autarquia e a captação de investimentos.
“A situação do nosso país é complexa e difícil e exige de todos coragem, determinação, compromisso político e cívico e a consciência de que não existem soluções fáceis. No entanto, essa realidade não nos deve impedir de olhar com confiança para o futuro do nosso concelho e do país”, sublinhou Luís Miguel Franco.
A sessão solene da assembleia municipal terminou em grande com “Uma noite em Abril” por Luísa Ortigoso e João Balão. Pelas vozes da rádio teatro livre, a assembleia municipal reviveu, no dia da liberdade, aquela que foi a noite mais longa de Abril de 74. Um relato em direto, emocionante, pela voz de Luísa Ortigoso e pelas palavras de Salgueiro Maia, o “capitão sem medo” que deu expressão à vontade do povo português.

A conquista de Abril na voz dos jovens 
Escolas do concelho levam jovens a entender o 25 de Abril 
José Jorge Letria, Luísa Ducla Soares, José Carlos Ary dos Santos, Alexandre O’Neill, José Niza e Sophia de Mello Breyner foram apenas alguns dos autores portugueses que se fizeram ouvir na manhã do passado dia 22 de Abril, no largo Almirante Gago Coutinho. Os alunos dos vários estabelecimentos de ensino da freguesia de Alcochete reuniram-se neste largo da vila de Alcochete para, mais uma vez, darem “voz” a mais uma edição de “Na Voz dos Jovens…”.
Comemorar a leitura e a liberdade foi o que motivou as escolas do ensino básico do 1.º ciclo do Passil, da Restauração, nº1 e nº2 de Alcochete, a escola de ensino básico de 2.º e 3.º ciclos El-Rei D. Manuel I e a escola secundária de Alcochete a participarem na 9.ª edição da “Na Voz dos Jovens…”, uma iniciativa realizada pela câmara municipal em parceria com o agrupamento de escolas e que integra o plano anual de atividades de cooperação da rede de bibliotecas de Alcochete.
A abertura oficial da iniciativa coube à vereadora da cultura, Raquel Prazeres, que se revelou bastante satisfeita por ver "tantas crianças com vontade em festejar datas tão simbólicas como o 25 de Abril e a dia do livro e dos direitos de autor". A vereadora da educação, Susana Custódio, assim como o presidente da junta de freguesia de Alcochete, Estêvão Boieiro, também marcaram presença na iniciativa.
Através das palavras de vários autores portugueses, as crianças e jovens puderam recordar a importância dos valores de Abril e das suas conquistas. Cada turma subiu ao coreto do largo Almirante Gago Coutinho e pode apresentar os seus textos, uns acompanhados por cravos, outros com imagens que evocavam as cores e os valores democráticos conquistados na revolução de Abril. “Liberdade” de Sérgio Godinho foi o tema que deu início a esta festa da leitura e da liberdade que terminou em grande com a interpretação coletiva de “Grândola Vila Morena” de José Afonso.
Esta quarta-feira, 27 de Abril, às 10h30, é a vez dos alunos da freguesia de São Francisco comemorarem o 25 de Abril com a animação “Abril em São Francisco”, no largo 1.º de Maio, e no dia 28, à mesma hora, os alunos da freguesia do Samouco sobem ao palco na praça da República.

Agência de Notícias
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Palmela dedicou semana à freguesia de Quinta do Anjo

Município de Palmela e Junta definem prioridades para a Freguesia

As visitas à freguesia de Quinta do Anjo levou autarcas, um conjunto de técnicos da Câmara de Palmela e da Junta da Quinta do Anjo e jornalistas a conhecerem os problemas e as realidades da freguesia mais a oeste do concelho de Palmela. A semana começou com a reunião entre a Câmara e a Junta de Freguesia de Quinta do Anjo. Nesta reunião, foram debatidos três tópicos principais: obras ou ações em curso ou a realizar na freguesia, delegação de competência da Câmara na Junta de Freguesia e candidaturas no âmbito do Portugal 2020. No que se refere ao trabalho em curso na freguesia, as atenções centraram-se nas obras de saneamento e rede viária, nos investimentos programados para as escolas, designadamente, nas EB1 de Cabanas e António Matos Fortuna, na necessidade de acompanhamento diferenciado dos processos de reconversão das áreas urbanas de génese ilegal e na requalificação do Mercado de Quinta do Anjo.
Autarcas visitaram obras em curso em Quinta do Anjo 


Uma das primeiras paragens foi no Centro Social de Quinta do Anjo, para contactar com o trabalhado desenvolvido por esta Instituição Particular de Solidariedade Social e conhecer a sua situação atual. Constituída, formalmente, em 1982, esta associação diversificou, ao longo dos anos, o conjunto de respostas que oferece à comunidade e presta, hoje, apoio, a crianças, idosos, desempregados e famílias com graves carências económicas e sociais. 
Com capacidade para 246 crianças (creche, pré-escolar e ATL), Centro de Dia com 35 seniores e Serviço de Apoio Domiciliário para 60 utentes, disponibiliza, também, um Gabinete de Inserção Profissional, Serviço de Psicologia e Cantina Social, que distribui cerca de seis dezenas de refeições a pessoas em situação de fragilidade social. Dispõe, ainda, de uma Loja Social, localizada no Mercado Municipal de Quinta do Anjo.
No presente, além do estacionamento e acesso às instalações da creche e pré-escolar, o edifício onde funciona o Centro de Dia representa o problema mais premente da instituição, tendo a autarquia de Palmela apoiado, em 2015, obras de conservação urgentes. A direção pretende melhorar o existente e promover a ampliação, para alargar a resposta, e a autarquia mostrou-se disponível para apoiar um investimento dessa natureza, no âmbito de uma candidatura a fundos comunitários, lembrando que a principal fatia deve ser assegurada pela Administração Central. 
"A Península de Setúbal necessita de um novo Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais, que permita a requalificação das nossas instituições, a braços com muitas dificuldades, até, de subsistência porque os acordos com a Segurança Social não acautelam todo o serviço que é, efetivamente, prestado e as competências que foram descentralizadas não têm sido acompanhadas dos recursos correspondentes", explica a autarquia. 
O município procurou sensibilizar a nova Diretora do Centro Distrital de Setúbal da Segurança Social para o tema e espera que o "paradigma mude rapidamente, para um novo olhar sobre a área social na região e no país", contou Álvaro Amaro, presidente da Cãmara de Palmela. 
Os autarcas visitaram ainda a Rua José Luís Cipriano, ao lado do Centro Social, onde terminou, recentemente, a construção de um prolongamento do coletor de esgotos, numa extensão de 250 metros, e de oito ramais domiciliários, numa obra de cerca de dez mil euros, que fez parte da empreitada 2015 de ampliação e remodelação das redes de águas residuais domésticas e pluviais. 
Para o mesmo local, diz Álvaro Amaro, "está já em preparação o projeto para a pavimentação, um compromisso de mandato que vai avançar este ano e que está orçado em cerca de 50 mil euros".
A autarquia está a estudar a relocalização de uma oliveira centenária e alguns ajustes para um perfil de via mais adequado, que constitua uma alternativa à estrada nacional e que consolide a malha urbana.

Município avança com ampliação da Escola Básica de Cabanas
A visita à Escola Básica de Cabanas integrou uma reunião com a Direção da Escola e do Agrupamento para aferir as necessidades deste equipamento, que passam, em grande medida, pela falta de espaço para o desenvolvimento adequado das atividades que fazem parte da vida escolar atual.
Em concreto, foi apontada como crítica a falta de um espaço multiusos, onde possam ter lugar as atividades de enriquecimento curricular e expressões, libertando salas como a Biblioteca, que estão, hoje, afetas a outro tipo de utilização. Uma sala de arrumos e novos sanitários, bem como a qualificação do logradouro/refeitório, são mais algumas das necessidades que serão consideradas.
"A ambicionada ampliação da escola, há semelhança do que tem vindo a acontecer com outros estabelecimentos de ensino, não será, ainda, possível, até porque teria que passar pela aquisição de mais terreno, mas dentro da área atual, a autarquia está disponível para avançar, ainda este ano, com uma intervenção de ampliação e qualificação da EB de Cabanas, com o apoio de fundos comunitários, no âmbito do Pacto de Coesão da Área Metropolitana de Lisboa", explica a autarquia.  
Para isso, será afetada uma verba de cerca de 200 mil euros e apresentada, até 30 de Abril, uma alteração ao Pacto, que acrescente esta escola aos três outros casos prementes que já tinham sido sinalizados: a EB de Águas de Moura, a EB Matos Fortuna, em Quinta do Anjo, e a EB de Aires.
A Câmara de Palmela "já tem um programa preliminar e vai trabalhar, rapidamente, num estudo prévio que responda às expetativas das Direções, e ficou o compromisso de regressar, em breve, para apresentar e debater o projeto com a comunidade educativa". 

Autarcas no Mercado Municipal de Cabanas 
Executivo passou pelo renovado Mercado de Cabanas 
A comitiva visitou ainda o Mercado Municipal de Cabanas, equipamento que viu concluída, em Janeiro, uma empreitada de obras de conservação, no valor de 12 mil 623 euros, que veio dotar "o equipamento de melhores condições de funcionamento e conforto", explica a autarquia.  
Ainda assim está em falta a recuperação de uma janela, que dá acesso a um terreno privado, mas já se chegou a acordo com o proprietário e esta pequena obra vai ser adjudicada, para concluir os trabalhos.
A autarquia pretende ainda "pavimentar a rua do Mercado e deslocalizar o contentor de resíduos sólidos urbanos, respondendo às solicitações apresentadas pelos operadores deste espaço, que continua a ser muito procurado pela população e que desempenha um papel importante na comunidade".
Inaugurado em 1988, o Mercado Municipal de Cabanas conta com sete bancas de venda, distribuídas por cinco operadores, com peixaria, hortofrutícolas, pão e mercearia.
Na sequência do processo de participação sobre a futura utilização do Mercado de Quinta do Anjo, o executivo municipal avaliou a reconversão em mercado de recursos, que acolherá "projetos conciliáveis de quatro associações locais e a sede do Grupo de Escuteiros de Quinta do Anjo e do Grupo Motard Montanhão. Um projeto de apoio a crianças e idosos, da responsabilidade da Associação Sementes na Mente e atividades no âmbito do bem-estar físico, que incluem yoga, alimentação saudável, entre outras, estão, também, previstas", disse a autarquia.

Agência de Notícias

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Europa distingue Meia Maratona de Setúbal

Prova  recebe certificação da Associação Europeia de Atletismo

A qualidade e o prestígio da Alegro Meia Maratona de Setúbal, competição agendada para o dia 8 de Maio, saíram reforçados com a recente certificação europeia da prova setubalense. A distinção internacional, atribuída pela Associação Europeia de Atletismo – Running for All, o que sucede pela primeira vez com a Alegro Meia Maratona de Setúbal, confere a classificação de três estrelas. Com esta certificação, a prova, integrada no calendário de Setúbal Cidade Europeia do Desporto 2016, passa a estar registada na página oficial daquele organismo europeu dedicado a apoiar atletas e organizadores de competições de estrada, bem como à respetiva divulgação e promoção.
Meia Maratona de Setúbal recebe certificação europeia  

A Alegro Meia Maratona de Setúbal foi classificada com três estrelas, o que, de acordo com os padrões da Associação Europeia de Atletismo, significa que “a corrida, com um grande número de participantes, garante um bom nível de segurança pessoal e material e disponibiliza serviços com um nível de qualidade satisfatório”, disse ontem a Câmara de Setúbal em comunicado.
Os padrões de qualidade e segurança da Associação Europeia de Atletismo, que constituem a base da “Running for All”, uma marca reconhecida para atividades de corrida em toda a Europa, fazem a distinção entre eventos que respeitam os padrões e os que ainda procuram obter certificação ou avaliação.
A Alegro Meia Maratona de Setúbal, organizada pela Câmara local com o patrocínio do Alegro Setúbal, desafia atletas de diferentes gerações numa prova com mais de 21 quilómetros, a realizar a 8 de Maio, com partida, às 9h30, do viaduto da Arrábida, localizado no exterior do centro comercial, e meta no Largo José Afonso.
A meia maratona, com inscrições a decorrer até ao dia da prova, a 8 de maio, através da página oficial do evento, em www.alegromeiamaratonadesetubal.pt, apresenta nesta edição um trajeto renovado e mais atrativo, centrado na malha urbana, com passagem pela Arrábida.
Paralelamente à prova principal, de 21,0975 quilómetros, a Alegro Meia Maratona de Setúbal conta com a Corrida das Famílias, evento de caráter informal dinamizado num percurso mais acessível, na distância de 5500 metros, feito a correr ou simplesmente a caminhar.
No dia anterior, a 7 de Maio, a festa do atletismo é dos mais novos, com a Corrida Miúdos Alegro a centrar atenções no centro comercial a partir das 16 horas. Além da competição, com provas para participantes dos 5 aos 13 anos que variam entre os 200 e os mil metros, há momentos de animação.

Agência de Notícias

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PDM Montijo continua em discussão no concelho

PDM quer melhorar a qualidade de vida e trazer desenvolvimento económico 

A revisão do Plano Diretor Municipal do Montijo  continua em execução e nesse âmbito decorreu, na Escola Profissional do Montijo, um Workshop de Focalização sobre a Avaliação Ambiental Estratégica. O presidente da Câmara  do Montijo, Nuno Canta, abriu a sessão, salientando a importância do envolvimento de todos os “atores políticos, cidadãos, empresários, trabalhadores, associações e centros de conhecimento e investigação” numa estratégia de desenvolvimento territorial.
Câmara do Montijo quer aprovar novo PDM ainda neste mandato 

O autarca considerou, ainda, que “a 2.ª geração do PDM Montijo tem como enfase os temas do desenvolvimento económico, dos aglomerados urbanos e da qualidade de vida urbana. É fundamental que o novo PDM equacione as potencialidades de desenvolvimento do concelho, aponte as ações e projetos estruturantes, que seja mais estratégico e sustentável, que assuma um futuro melhor para território, utilizando melhor os recursos públicos para orientar as iniciativas privadas, sem prejuízo dos valores ambientais”, realçou Nuno Canta.
Maria Rosário Partidário, professora do Instituto Superior Técnico e coordenadora do estudo de Avaliação Ambiental Estratégica do PDM Montijo, ressaltou “a vontade do município em ter um processo não apenas estratégico, mas participado e colaborativo. Esta sessão é crucial para isso. É uma forma de juntar perspetivas e tentar organizar formas conjuntas de olhar para o futuro não só para resolver os problemas de hoje mas para dinamizar novas oportunidades”.
Durante o workshop, os 70 participantes desenvolveram sessões de trabalho onde identificaram e priorizaram as potencialidades e debilidades do concelho do Montijo. Entre os aspetos nomeados e que serão agora incluídos na revisão do PDM Montijo e na respetiva Avaliação Ambiental Estratégica estão a frente ribeirinha, o aquífero, a identidade montijense e a centralidade do município.

Agência de Notícias

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