Dá um Gosto ao ADN

Musicalidades

Trovante, uma história com 35 anos...

Os Trovante voltam a reunir-se no final deste mês para uma série de concertos que assinalam o 35º aniversário do grupo e em que contarão com um convidado “muito especial”. 






Hoje  e amanhã actuam no Coliseu de Lisboa, a 4 de Novembro no Coliseu do Porto e a 12 de Novembro no Pavilhão Multiusos de Guimarães, os Trovante serão oito músicos em palco e contam com um convidado “muito especial que é o público: canta muito bem”, revelou, em entrevista à Lusa, um dos fundadores do grupo, Manuel Faria.
”Nunca fomos oito simultaneamente, fomos sendo ao longo do tempo. Fomos oito no Pavilhão Atlântico [em 1999, a convite do então Presidente da República Jorge Sampaio, por ocasião dos 25 anos da Revolução do 25 de Abril] e vamos ser oito em palco agora”, revelou o teclista.
Os concertos serão feitos apenas de músicas antigas. “Achamos que não faz sentido nenhum juntarmo-nos para compor músicas para o futuro, mas sim juntarmo-nos para tocar as coisas que tocávamos, da maneira como tocávamos” afirmou, acrescentando que irão tocar canções que ultimamente não têm tocado.



O começo...

Os Trovante surgiram no Verão de 1976. Eram cinco amigos ligados pela militância política e pelo gosto da música formam o grupo. Luís Represas na voz, o seu irmão João Nuno Represas nas percussões, João Gil na guitarra, Manuel Faria nos teclados e Artur Costa no saxofone deram início a uma longa aventura.
O primeiro disco, Chão Nosso (1977) é marcado pelo conteúdo militante das letras de Francisco Viana e pela colagem ao tipo de música de raiz etnográfica, à época muito em voga. O mesmo acontece com Em Nome da Vida (1978), álbum que surge no contexto da luta política contra a bomba de neutrões.
Em 1979 gravam o single Toca a Reunir, que conta, episodicamente, com a voz de Né Ladeiras, então em início de carreira.
Em Nome da Vida é um trabalho muito mais rico que o LP anterior, e anuncia já a densidade musical que explodiria em Baile no Bosque (1981). Com este disco, já sob a inteira direcção da banda, contando com a presença de Fernando Júdice (que passa nesse ano a fazer parte do grupo, tal como José Martins), e numa nova editora, desligados em grande parte da actividade política, os Trovante vão conseguir um grande êxito junto do público, das rádios e dos críticos.

Uma banda fresca

Era, por isso, um período fértil da banda. A frescura do trabalho, que funde diversos géneros musicais numa síntese inovadora e festiva, onde se destacava o tema Balada das Sete Saias, veio equacionar os dados da música da época, em plena euforia do rock português.
Baile no Bosque vem demonstrar, ainda, que o grupo aproveitara com grande utilidade os anos de experiência adquirida com os maiores nomes da música portuguesa: José Afonso, Vitorino, Fausto, Sérgio Godinho.
Em 1983 é editado o sempre difícil álbum a seguir ao primeiro grande êxito. Cais das Colinas não tem, é certo, o mesmo sucesso do anterior, mas ainda assim causará impacto. Nele, salienta-se Saudade, um tema de João Gil, que começa a ter um crescente papel de compositor. Do grupo passa a fazer parte o baterista José Salgueiro, substituindo João Nuno Represas. Luís Represas, Gil, Faria, Costa, Júdice, Salgueiro e Martins serão a formação definitiva dos Trovante.
No ano seguinte sai, com grande sucesso, Trovante 84, do qual se destacam temas que ficam na história do grupo, como Xácara das Bruxas Dançando, Travessa do Poço dos Negros e o popularíssimo Molinera. Nesse ano o Coliseu de Lisboa assiste a dois memoráveis espectáculos, com lotações esgotadas, a que se seguiria o Rivoli do Porto.
Sepes, de 1986, é considerado o mais difícil e introspectivo trabalho do grupo. Ainda assim, dele sairá Fizeram os Dias Assim, mais um dos seus muitos hinos cantáveis.
No 10º aniversário da banda voltarão a encher os Coliseus de Lisboa e do Porto, em cinco triunfais noites de Maio.


Ritmos mais urbanos


Em 1987 editam Terra Firme, de sonoridade marcadamente mais pop e urbana. Dele notabilizaram-se 125 Azul, Perdidamente e Bye-Bye Blackout. É muito bem acolhido pela crítica e obtém um Disco de Ouro.
Culminando uma digressão nacional de grande sucesso, dão o grande concerto do Campo Pequeno, para uma plateia de oito mil pessoas, que é registado em vídeo e dá origem ao duplo-álbum Trovante ao Vivo no Campo Pequeno (1988) e atinge o Disco de Platina.

O fim...

Um Destes Dias...(1990) o último trabalho de originais, consolida a linha de ferro Firme. Destacam-se as canções Timor, Objectos Perdidos e Baltazarblimunda.
No ano seguinte confirma-se a cisão da banda. João Gil e Artur Costa vão criar os Moby Dick, enquanto os restantes elementos (excepto José Martins, que já tinha deixado o grupo em 1988) tentam a continuidade. Mas rapidamente percebem que o projecto deixou de fazer sentido.
Em 1999 os Trovante voltam ajuntar-se para um único e memorável espectáculo, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, a convite do Presidente da República Jorge Sampaio. Deste concerto resulta Uma Noite Só, o último registo e ao mesmo tempo uma síntese de uma década e meia de carreira.

Os concertos de 2011


Em 2011 preparam-se para encher mais uma vez o coliseu de Lisboa e Porto. Segundo a  Lusa, a maior dificuldade esteve em conseguir reunir todos. A agenda foi complicada de gerir. “Somos oito com agendas complicadas e essa é a grande dificuldade. Passada essa dificuldade maior, é tudo fácil”.
Depois de cada um “fazer individualmente o seu trabalho de casa e ir outra vez revisitar as músicas e ir outra vez buscar os sítios onde tem mais ou menos dificuldade”, os músicos juntam-se e tudo se encaixa “como as peças de um puzzle, com as arestas bem limadas”. Isso é fácil e é bom, agora não deixa de ser difícil quando temos mais anos de vida sem Trovante do que com Trovante, e temos outros hábitos de trabalho, outras rotinas e outras relações com outros parceiros de música”, referiu Luís Represas.

Os Trovante actuaram em Setembro na Festa do Avante e em Maio do ano passado reuniram-se em palco a convite do festival Rock in Rio Lisboa.

 A medalha de mérito da cidade de Lisboa

No ano em que comemoram 35 anos de carreira com uma série de concertos, os Trovante vão receber, esta quinta-feira, a Medalha de Mérito Municipal de Grau de Ouro, numa cerimónia que contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa.
Segundo um comunicado divulgado esta segunda-feira, a homenagem pretende distinguir "um dos mais importantes grupos da música portuguesa". Para a Câmara Municipal de Lisboa, os Trovante, "que se mantêm vivos no coração dos portugueses", merecem esta distinção porque as suas músicas "continuam a ser presença assídua nas nossas rádios".


Vídeo: 

Trovante - Ser Poeta (Perdidamente) @ Rock in Rio 2010



















Paulo Jorge Oliveira 
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Ultima Hora

Homem de 60 anos morre em Setúbal

Um  homem de 60 anos perdeu, esta manhã, a vida em Setúbal depois  de,  supostamente, ter-se suicidado na linha de comboio, no Bairro do Miradouro, onde se situa a antiga passagem de nível, que liga a cidade do Sado ao Barreiro. 
Acidente chocou população de Setúbal 
Em Setúbal, quem assistiu ao trágico incidente, conta que nada fazia prever que Francisco planeasse pôr termo à vida. “Estávamos aqui na esplanada a tomar café quando ele ouviu o comboio ao longe. Depois levantou-se, correu para a linha e atirou-se. Foi uma coisa horrível”, relembrou uma das testemunhas do acidente.

Segundo a mesma testemunha, o homem estava “bem-disposto. Estava calado, mas isso era normal” e nada apontava para que o homem pudesse cometer tal acto. O acidente foi ainda presenciado por uma criança que ficou bastante alterada com a situação. A criança só foi retirada do local quando a polícia informou que o corpo iria ser removido e que devido ao mau estado do cadáver “talvez não fosse boa ideia ter crianças a assistir”.
Segundo o INEM, que acorreu ao local do acidente, o corpo de José Francisco tinha o pescoço, pernas e braços fracturados, e vários hematomas pelo corpo todo. “Já não havia nada a fazer. Quando chegaram encontraram o corpo já cadáver”, avançou outra fonte do Hospital de S. Bernardo, em Setúbal. 
As especulações ilustram agora os motivos que levaram José Francisco a pôr termo à vida. Uns apostam em depressão, outros em problemas financeiros. Mas ninguém consegue assegurar ao certo o que terá levado este homem a acabar com a própria vida de uma forma tão violenta. “Agora vamos avançar com as diligências normais e tentar apurar os verdadeiros factos”, contou a PSP.


Agência de Notícias  
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Palmela

Palmela comemora 85 anos da restauração do concelho
Amigos do Concelho de Palmela recordam os 85 anos da restauração do concelho

O Grupo dos Amigos do Concelho de Palmela GACP vai promover um programa evocativo do 85.º Aniversário da Restauração do Concelho de Palmela, amanhã dia 1 de Novembro, a partir das 10 horas. 
No âmbito do programa será prestada uma homenagem póstuma aos Restauradores, e, deposição de flores junto ao busto de Joaquim José de Carvalho.






PROGRAMA

1 de Novembro de 2011

10h00 - Hastear das Bandeiras nos Paços do Concelho, com a participação da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo;
10h30 – Sede do Grupo dos Amigos do Concelho de Palmela – Hastear das bandeiras.
Momento de Poesia preenchido pela poetisa Alexandrina Pereira.
Moscatel de Honra;

11h00 – Homenagem póstuma aos Restauradores e deposição de flores junto ao busto de Joaquim José de Carvalho. Intervenções do senhor Presidente da Assembleia Geral do G.A.C.P. e da senhora Presidente da Câmara Municipal de Palmela. Prelecção sobre a Restauração do Concelho de Palmela pela associada e historiadora Dra. Ângela Marta Ferreira Camolas e Sousa;

12h00 – Missa de sufrágio pelos Restauradores do Concelho de Palmela, na Igreja de São Pedro, Palmela, presidida pelo senhor Pároco José Maria Furtado;
13h30 – Almoço de confraternização no Restaurante Dona Isilda, S. Braz, Palmela;

FESTA DE TODOS OS SANTOS – QUINTA DO ANJO


17h30 – Largo do Poço Novo – Homenagem póstuma ao sócio Fundador e Honorário, Dr. António de Matos Fortuna. Deposição de flores junto ao seu busto e evocação pelo associado Prof. António Rodrigues Correia.

12 de Novembro

17h00 – Sede do Grupo Desportivo da Volta da Pedra – II ENCONTRO DE CAMPEÕES – Mesa redonda com jovens campeões de Palmela de diversas modalidades desportivas e os seus percursos desportivos.

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Tenho um segredo para contar...

Criticas Soltas - by Joana Teófilo Oliveira
Tenho um segredo para contar...


Vai a meio o programa dos segredos da TVI e parece não haver segredo em relação à “estupidez natural” que continua a caracterizar a "casa mais vigiada do país" (e aparentemente um dos bares de alterne com mais metros quadrados da Europa, se bem se dizer isso pode ser ofensivo mas é, aquilo que acho). Do pasteleiro musculado (aliás toda a fauna masculina parece ter sido alimentada a papas de crescimento hormonal) ao tipo do rancho folclórico, da rapariga que se orgulha de ter traído tudo o que é namorado que sentou à mesa dos papás (almoços em que adora debater a arte do sexo - "especialmente quando há convidados") - à stripper com dois litros de implantes mamários (parte dos habitantes dos pastos açorianos devem morrer de inveja) e 1 mililitro de massa cinzenta. Do rapaz humilde e virgem que fazia furor entre as ovelhas todas da terra ao "garanhão" com a mania que é poeta mas com o QI de um qualquer bicho. Ainda há uma cantora pimba – de que eu confesso nunca ouvi nem uma canção – uma auxiliar de acção médica que acha que África é um qualquer país da América do Sul, um cabeleireiro engatão com mania que é o “rei do pedaço”, dois psicólogos, dois formados em advocacia, uma candidata a freira e uma menina que os pais abandonaram em criança. Uma filha de imigrantes que diz amar o seu namorado “cá fora” e caiu de amores por um tal algarvio que encontrou na casa. Ora, há de tudo. 
Surpresa: a stripper é afinal ex-namorada de um dos pasteleiros, que aparentemente não sabia que a ia encontrar desta forma, choroso que está desde que esta o decidiu trocar por parte da corporação de bombeiros do barlavento algarvio. Para finalizar todos dizem procurar um futuro na representação? Perdão? Alguém é capaz de explicar a este grupo que a representação não é uma espécie de fungo que se apanha à beira da piscina num pré-fabricado da Venda do Pinheiro?

Não me venham com a desculpa habitual de que só vê o programa quem quer. As pessoas vêem este nojo porque ele está disponível e a inabalável verdade é que o ser humano adora contemplar a desgraça. De preferência a alheia. Os portugueses adoram dissecar acidentes. Observar a chapa amolgada e o sangue. De tal forma que se provocam filas só para ver um toque entre dois veículos. E olhar para um incêndio e a fazer comentários? - " Epá este é dos grandes - sim senhor"? Horas no Zoo a ver os macacos fazerem imbecilidades... E gastar dinheiro em revistas que falam da ex-mulher do médico dos obesos que andava enrolada com o motorista? Ou da mãe da estudante de Coimbra que fugiu de casa porque era espancada pelo marido. 

Então qual o motivo válido para não gostarem de assistir a esta malta a expor a sua vida, as suas debilidades, a sua profunda ignorância, 24 horas por dia, 7 dias por semana?
E agora? Vamos deixar de prevenir incêndios, pôr de parte a prevenção rodoviária e levar com esta imundice em formato televisivo não criticando só porque há quem goste? Não.
A ERC, uma entidade que não se percebe bem para que serve mas que já fazia alguma coisa em relação à lixeira em que se está a tornar a televisão em Portugal, está à espera de quê? A educação de um povo não passa por aquilo que lhes é transmitido? A televisão não é hoje um meio fundamental na educação dos cidadãos? Os operadores televisivos neste momento são uma espécie de selva em que quase tudo é permitido, o limite são as audiências ou falta delas. 80 Mil desocupados candidataram-se a este programa e a TVI parece ter escolhido o azeite que escorria pelas folhas de inscrição. O lixo, a ignorância, a estupidez, a idiotice e a promiscuidade triunfam. Resumo: o povinho quer-se estupido e bacoco. Quanto mais ignorante, saloio e entretido melhor. E Portugal teima em não acordar do estado comatoso em que se encontra, conveniente a tantos. 
Para um tipo de programa como este era bom que os concorrentes mostrassem alguma coisa de útil aos jovens que os seguem na televisão. Seria um bom exemplo.  Infelizmente isso não fazia audiência e o povinho ficava aborrecido.

 



Joana Teófilo Oliveira
Estudante de Ciências da Educação
Quinta do Anjo


(Escreve todas as segundas-feiras na rubrica Criticas Soltas) 

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O ADN da criatividade...

Impressões Digitais by Paulo Jorge Oliveira

O ADN da criatividade...

“A diferença de quem volta atrás para quem começa de novo é que quem volta atrás prepara-se para cometer os mesmos erros do passado na expectativa de, quem sabe, corrigi-los”. A frase sábia de Lizandro Rosberg dá vida à Agência de Notícias, o ADN.
Alguém dizia que um meio de comunicação é um povo a falar consigo próprio; eu, modestamente, fico feliz pela tentativa de despertar o espirito crítico, a vontade de questionar, a capacidade de fazer humor com os dogmas — na maior parte das vezes hipócritas —, a vontade de construir sem medo de obstáculos ou incapacidades auto-impostas. Nem sempre consegui. Mas tentarei sempre. Está no meu ADN. Para felicidade de muitos – e infelicidade de outros tantos – , o nosso ADN desde cedo encontrou simpatizantes que insistiam em estar atentos ao que é publicado. Um pequeno orgulho para quem busca notícias, publica conceitos novos e não vai atrás do óbvio.
Muitos vêem as publicações regionais como meras montras das vaidade local ou bandeiras de bairrismos bacocos. Algumas são-no. Outros não. Aqui tentamos contrapor ao trivial, as artes; ao fugaz, a marca durável da poesia à preguiça do quotidiano, a “marca” da literatura; à tecnocracia iletrada e anquilosada dos poderes, o sorriso do desdém; ao pântano da politiquice, a gargalhada sã do desprezo: ao pensamento único do popular, a “imoralidade” do pensamento aberto e exigente. Não tentamos pouco, convenhamos. Alguns irão dizer que tentamos fazer cultura.  Este país é o testemunho disso. Mas mais importante que os rótulos vazios de conteúdo que dominam o vocabulário politicamente correcto são os conteúdos que fazem o nosso ADN.

Este será um sítio irreverente, inquietante, inovador, jovem e menos jovem, provocador ou intensamente ousado e provocante. Difícil, (porque os apoios são nulos),  intelectual, conspirador, engraçado, importante, necessário, plural e isento, incompreensível às vezes, digno, sempre. Por aqui haverá critica e reflexão. Crónicas, reportagens. Há fotografia e produção de videoclips. Arte, música, cultura e dinamismo. Assim foi definido o ADN pelas mais diversas pessoas, com intenções mais ou menos simpáticas, mais ou menos sinceras, mais ou menos críticas, mais ou menos redutoras... Interessa-nos as pessoas. O que fazem quando é bem feito. Entrevista e perfil de gente interessante. A opinião acertada.
Na verdade, o nosso ADN é feito de trabalho, inovação e criação pura e dura. Quando se fecha uma porta, abre-se uma janela – então eu prefiro olhar para a janela que se abre e não ficar parado a ver a porta fechar-se. É assim que encaro este projecto. Como uma oportunidade. Recomeçar é começar de novo. É jogar fora, destruir, remover tudo que não foi bom, que não valeu a pena, que foi feito errado, e com o que sobrou, reconstruir. É fazer novas paredes, no lugar daquelas que os erros encheram de buracos e rachaduras. Até as mais pequenas imperfeições no reboco tem que ser removidas, para que as novas estruturas possam ser sólidas.
Estou pronto. Sou humilde. Escolhi pessoas com o mesmo principio básico. O nosso trunfo será o trabalho e a experiência que conseguimos ao serviço de outros projectos.
Partimos com uma vontade enorme de fazer uma casa da informação pela positiva. Queremos, acima de tudo, promover aquilo que de bom se faz em Palmela, (terra mãe), no nosso distrito (Setúbal) e em Portugal inteiro. Não vamos ter atitudes persecutórias com ninguém, nem o anonimato terá guarida na nossa casa! 
Como compromisso de honra asseguro, desde agora, que a Agência de Notícias agirá sempre com uma superioridade moral e distância a algumas tentativas de condicionar o nosso trabalho. Venham de onde vier, não vamos deixar de defender o interesse da notícia, desde que fundamentada. Com isso quero dizer que não somos melhores ou piores que outros. Simplesmente, seremos diferentes. A criatividade e a capacidade de inovar. Vai ser essa a nossa principal diferença.
Seja, então, bem-vindo ao ADN, a sua casa das palavras e das imagens. Entre e desfrute...

Paulo Jorge Oliveira
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Segurança

Mais um detido no caso do homicídio do Barreiro 


O jovem de 17 anos, libertado sexta-feira no âmbito do caso do homicídio de um pasteleiro no Barreiro, foi detido novamente este sábado por um outro processo e ficou em prisão preventiva, confirmou hoje fonte policial.
Assalto a pastelaria do Barreiro ocorreu a 24 de Outubro 
"O jovem em causa foi detido na madrugada de sábado no âmbito de um outro processo de investigação em curso, pois estava referenciado com sendo co-autor de um assalto a umas bombas de gasolina, em Setembro, em Santo António da Charneca", disse à Lusa fonte da Policia Judiciária.
O arguido foi ouvido por um juiz no tribunal do Barreiro na manhã de sábado e acabou por ficar em prisão preventiva, recolhendo ao estabelecimento prisional do Montijo.
O jovem, juntamente com outros dois arguidos que estão em prisão preventiva, já tinha sido ouvido no tribunal do Barreiro na sexta-feira, mas pela suspeita do homicídio do pasteleiro Sebastião Fernandes durante um assalto à pastelaria Ovni, no Barreiro, na segunda-feira, que causou também ferimentos graves no proprietário daquele estabelecimento, que continua internado.
Os outros dois detidos, de 16 e 25 anos, ficaram em prisão preventiva, mas este jovem, natural do Brasil, tinha saído em liberdade, com medida de coação de apresentação às autoridade. 
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Economia

Fornecedores não preocupam Autoeuropa 



A administração da Autoeuropa garantiu esta semana que vai cumprir os objectivos anunciados para este ano e afirmou que vai aumentar 30 por cento a produção, confiante na adaptação dos fornecedores às exigências da fábrica de automóveis de Palmela.
Autoeuropa mantêm metas para este ano 
A Autoeuropa está a fazer uma reprogramação do mix, o número de veículos produzidos por dia de cada um dos quatro modelos fabricados na fábrica de Palmela, de acordo com as encomendas que recebe, mas vai conseguir um aumento de 30 por cento na produção, relativamente ao ano passado”, disse à Lusa porta-voz da empresa.
Esta é uma resposta direccionada para o coordenador da Comissão de Trabalhadores, António Chora, que no passado dia 26 de Outubro tinha admitido a possibilidade de a empresa não atingir os objectivos traçados para este ano, devido aos atrasos na entrega de materiais por parte de alguns fornecedores.
O representante dos trabalhadores afirmou que alguns fornecedores estavam com dificuldade em acompanhar o aumento de produção do grupo Volkswagen - que este ano deverá vender mais dois milhões do que no passado - e que alguns materiais estavam a chegar com algum atraso à fábrica de Palmela. 

Administração quer cumprir...

A administração da Autoeuropa assegura, no entanto, que os fornecedores se estão a adaptar às exigências da empresa e considera que não há razão para equacionar um eventual incumprimento dos objectivos estabelecidos para este ano. 
Continuamos a produzir 620 veículos por dia”, lembrou a porta-voz da Autoeuropa, reafirmando que os fornecedores se estão a adaptar às necessidades da empresa.
De Janeiro a Agosto de 2011 a Autoeuropa produziu um total de 89.351 viaturas (58.304 no mesmo período de 2010), sendo 32.122 Volkswagen Sharan, 10.894 Seat Alhambra, 16.694 Volkswagen Eos e 29.641 Volkswagen Scirocco.


Paulo Jorge Oliveira 
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Cutura - Teatro em Setúbal

 TAS apresenta o Príncipe Sapo 

TAS apresenta 116ª produção 
A 116º produção do TAS – Teatro de Animação de Setúbal – “O Príncipe Sapo”, vai estar em cena aos sábados e domingos, às 11 horas, no Auditório Municipal Charlot (Setúbal), em Novembro, e, nos dias 4, 11 e 18 de Dezembro.
O Príncipe Sapo é uma adaptação teatral do TAS (Teatro de Animação de Setúbal) a partir da fábula, com o mesmo nome, dos irmãos Grimm. Imaginada para os mais pequenos, é dirigida a todos os públicos, pela mensagem de partilha e de promessas cumpridas e pela forma como junta pessoas e bonecos. A partir do conceito das marionetas, o TAS desenvolve um espectáculo em que a forma resulta na conjugação de animação física e vocal de actores com a manipulação de bonecos. Esta peça conta a história de uma princesa obrigada a beijar um sapo, para cumprir a promessa que lhe havia feito, se ele recuperasse a sua bola caída no lago. A partir desse momento o sapo transforma-se em príncipe quebrando-se o encantamento com muitos anos. Para fugir a feitiços e maldições, o príncipe lança-se numa aventura em que animais e humanos se encontram, tornam-se amigos e entre ajudam-se.
Esta é uma história que remonta aos tempos em que os desejos se realizavam, as promessas se cumpriam e cabe dentro de um ovo, que cabe dentro de uma caixa, que cabe dentro de um frasco, que cabe dentro da barriga de um lobo.

Espectáculos:
Sáb. e dom. às 11h no Auditório Municipal Charlot (Setúbal), em Novembro e nos dias 4, 11e 18 de Dezembro

Ficha Técnica

O PRINCIPE SAPO
A partir da fábula com o mesmo nome dos irmãos Grimm

Adaptação/Encenação: Miguel Assis

Interpretação:
Isabel Ganilho
Célia David
Miguel Assis
Susana Brito

Ilustração/ Figurinos: Zé Nova
Grafismo: Filipe Blanquet
Banda Sonora / Fotografia: José Santos
Operação de Luz: José Santos
Construção Cenográfica/Contra-regra: João Carlos
Secretariado: Ângela Rosa
Produção Executiva: Susana Brito
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Poder Local

Povo discute orçamento municipal em Palmela 


Marateca recebe executivo a 8 de Novembro 

Entre 3 e 17 de Novembro, a Câmara de Palmela promove um conjunto de debates públicos em cada uma das freguesias do concelho, no âmbito da preparação do Orçamento e Grandes Opções do Plano 2012.
Inseridos na política de gestão participada defendida pela autarquia, os debates decorrem às 21h00 e têm como principal objectivo informar e debater as prioridades da intervenção municipal, num ano marcado pelo drástico agravamento da crise financeira, económica e social e por medidas governamentais que comprometem a capacidade de trabalho do Poder Local, segundo comunicado da autarquia.

Calendário:

03 de Novembro | 21h00 – Junta de Freguesia de Poceirão

08 de Novembro | 21h00 – Junta de Freguesia de Marateca

10 de Novembro | 21h00 – Biblioteca Municipal de Palmela

16 de Novembro | 21h00 – Junta de Freguesia de Quinta do Anjo

17 de Novembro | 21h00 – Junta de Freguesia de Pinhal Novo

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Cartão de Visita do Facebook

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