Dá um Gosto ao ADN

Perspetivas por Sandra Tez


Árvores, árvores, árvores…

YEAAHHHHH! Está a chegar dia 1 de Dezembro, data na qual eu, por tradição pessoal, retiro as decorações todas de natal e decoro a casa toda. Desde a sala, cozinha, quartos... Adoro esta época, adoro decorar toda a casa com velinhas, estrelinhas, pais natal, árvores grandes, pequenas e médias...os dourados, vermelhos vivos...as purpurinas...


Enfim, como podem verificar fico super entusiasmada com a época natalícia, pois adoro-a, adora a pré-disposição que as pessoas assumem (infelizmente quase só nesta altura) para visitar a família e amigos, ajudarem o próximo... faz-me sonhar com uma sociedade melhor, mais meiga e amiga do próximo. Menos egoísta com o mendigo da rua, mais calorosa com os ascendentes e descendentes que na rotina do dia-a-dia ficam esquecidos.
Por mim seria natal todos dias, pela beleza das ruas e casa decoradas, pelo cheirinho a doce e lareiras a arder nos lares carinhosos que acolhem famílias inteiras que se juntam para festejar o verdadeiro sentido do Natal.
Para mim, quanto mais melhor, adoro rodear a casa toda de enfeites de todos os tamanhos e feitios para receber os meus familiares e amigos... Adoro esta época e por isso todos os anos procuro que a minha casa seja decorada de forma diferente e original, principalmente as minhas árvores de natal têm de ser únicas e repletas e originalidade e carinho que dispenso com elas. Este ano,  nas minhas mais recentes pesquisas encontrei estas ideias super giras que vou partilhar convosco.



Pai Natal escondido?


De pernas para o ar? Porque não!






Os decals super giros para colar nas paredes. Uma árvore em casa divisão da casa sem ocupar espaço nenhum. ;-) Ideal para pessoas como eu que adoram árvores por todo lado.



Muito original. Colar molduras, estrelinhas e outros adornos na parede e criar uma árvore de natal especial com elementos de toda a família!




Árvores em madeira super económicas se pedirmos aos nossos maridinhos habilidosos para as fazerem ;-)

                         
                          Não faço ideia de como a fazer, nem de onde a comprar mas é super gira.



                    Para os que não têm tempo... qualquer tronco serve, basta a imaginação e originalidade!

Espero ter-vos inspirado e se possível enviem-nos fotos das vossas árvores de natal ou outras decorações   originais. Adoraria partilhar as vossas ideias numa próxima Perspetiva.
Aguardo ;-)




Sandra Tez
Lisboa

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Criança de Almada sem dinheiro para almoçar na escola

Escola de Almada acusada de não servir almoço a uma criança por dívida da mãe

 

Numa altura onde a fome nas escolas é tema de debate nacional ainda há escolas onde se “proíbe” uma criança de nove anos de almoçar, por causa de uma dívida de 4,65 euros de uma família sem posses financeiras para pagar. O caso passou-se na Escola Básica Feliciano Oleiro, em Almada. A mãe, segundo o Correio da Manhã, acusa a escola de não deixar a criança almoçar. A escola responde que "o menor não almoça porque a mãe o proibiu". Entre o deve e o haver… há mais uma criança com fome declarada numa escola pública portuguesa. A situação, segundo o meu jornal, já estará resolvida. 


 

Mãe diz que não tem como pagar almoço na escola
Rui Silva tem nove anos e desde o início do mês que não almoça na escola, devido a uma dívida da família. A denúncia é de Maria José Limpo, mãe do menino, que frequenta o 4º ano na Escola Básica Feliciano Oleiro, em Almada. A mãe garante não ter 73 cêntimos para pagar o almoço diário do filho. A dívida à escola já vai em 4,65 euros. 
A Câmara de Almada (que gere o fornecimento de refeições nas escolas) enviou a Maria Limpo uma carta quando a dívida atingiu 90 cêntimos e a escola enviou uma outra carta, no dia 12, a avisar que a dívida já atingiu 4,65 euros.
A directora do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade (a que pertence a EB Feliciano Oleiro), Maria Lucena, nega que Rui tenha sido impedido de almoçar no refeitório. "O menor não almoça porque a mãe o proibiu", acusa.
Maria José Limpo contesta e diz que passam fome em casa: "Tenho 135 euros do Rendimento Social de Inserção e o Rui recebe cem euros pela morte do pai e mais 35 euros de abono de família." "Retiro 105 euros para a renda da casa, mais 30 para a luz, 20 para a água e 20 para o gás e 30 para os medicamentos, sobram 65 euros para comer. Não dá para pagar o almoço na escola", acrescenta.
"Tentei que o Rui levasse uma marmita de casa, mas foi recusado pela coordenadora da escola, Cristina Ferreira." Na terça, o jantar foi pão com manteiga. No inicio desta semana o aluno recusou ir à escola por "não ter forças".

Escola garante alimentação para todos
A directora do Agrupamento Anselmo de Andrade, Maria Lucena, garante que foi pedido à mãe de Rui Silva um comprovativo de alteração de rendimentos, para que o aluno possa ter isenção do pagamento de refeições. Maria José Limpo diz que só em Janeiro de 2013 é que a Segurança Social emite um novo comprovativo.
A Câmara de Almada – que gere os equipamentos escolares e as refeições – já chamou a mãe do aluno e já terá se comprometido a dar refeições a Rui Silva. A denuncia do caso fez com que muitas pessoas quisessem ajudar o Rui e a mãe.

Empresas dão pequeno-almoço a 13 mil crianças com fome
Em pouco mais de duas semanas o número de crianças com fome sinalizadas pelas escolas por irem para as aulas, de forma continuada, sem terem tomado o pequeno-almoço, subiu de 10.385 para cerca de 13 mil.
Os dois números foram indicados pelo secretário de Estado da Educação, Casanova de Almeida, que em declarações à TSF, esta quinta-feira, acrescentando que, daquelas, aproximadamente 2500 ainda não estão a receber reforço alimentar.
No passado dia 13, quando informou o Parlamento de que à data estavam a receber o pequeno-almoço 51 por cento dos 10.385 alunos com carências alimentares identificadas, Casanova de Almeida frisou que o Ministério da Educação e Ciência se encontrava “a gerir um projecto que nasce da vontade da sociedade civil”. Esta quinta-feira, dia em que divulga quais as empresas que estão a colaborar no projecto, doando alimentos, o secretário de Estado voltou a frisar que este não representa qualquer despesa para o Ministério.

 Agência de Notícias 
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Autoestrada entre a via rápida da Caparica e o Barreiro concluída


745 milhões de euros de investimento em 21 quilómetros 

O presidente da Estradas de Portugal considerou que a A33, entre a via rápida da Caparica e o Barreiro, que ficou ontem concluída “manteve o essencial” da obra original apesar da renegociação do projecto com o concessionário. A nova via atravessa os concelhos de Almada, Seixal e Barreiro e permite ligação directa entre as duas Pontes do Tejo.

A33 já está a funcionar e liga a Costa da Caparica ao Barreiro 

 A A33, a funcionar já em pleno, atravessa os concelhos de Almada, Seixal e Barreiro, e permite a distribuição de todo o tráfego da margem esquerda do Tejo, designadamente os itinerários que utilizam as pontes 25 de Abril e Vasco da Gama.
"Este é o exemplo de um acordo em que foi feita uma renegociação mas em que se procurou preservar o essencial para os clientes. Este nó na Penalva encerra este último percurso de 21 quilómetros”, permitindo criar “uma circular entre a Trafaria e Alcochete, que vai redistribuir o tráfego a nível regional", disse à Lusa António Ramalho, presidente da Estradas de Portugal.
Durante uma visita pela nova estrada, o responsável recordou que o investimento da subconcessão como um todo, em termos globais de pagamento, se situava nos 985 milhões, com pagamentos a 30 anos, tendo sido feita uma redução de 240 milhões com reduções de investimento em duas intervenções.
"Um delas era o acesso à Fonte da Telha, duvidosa do ponto de vista ambiental, e outra era uma requalificação da avenida do Mar, na zona de luxo da Aroeira. Foram reduzidos investimentos que considerávamos supérfluos", explicou.

1,65 euros de portagem
António Ramalho disse que os três lanços entre a Trafaria e o Barreiro estão sujeitos a portagem com recurso ao sistema exclusivamente electrónico, sem possibilidade de pagamento manual no local, sendo o pagamento manual apenas possível em regime de pós-pagamento.
"Pretendemos ter uma portagem para ligeiros a 1,65 euros para os 21 quilómetros, o que dá 6,4 cêntimos por quilometro mais IVA. O sistema que está construído para a receita de portagens é um sistema de pórticos, existindo zonas portajadas e outras não portajadas por razões técnicas", disse.
O responsável explicou que é "justo" que os clientes da nova ligação "paguem uma parte do investimento", pesar de referir que as portagens "nunca são do agrado de ninguém"
Segundo António Ramalho, a nova ligação foi trabalhada para 25 a 28 mil veículos diários em quase todos os troços.
"Estamos a rever e a analisar os números, mas temos bons indicadores dos dois primeiros troços já abertos. Esta ligação também vai ter efeito sazonal, pois beneficia o acesso às praias, mas os números não estão a preocupar", concluiu o presidente das Estradas de Portugal.

Agência de Notícias 
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Histórias do Mundo: A namorada dos seios assassinos


"Tesouro, queria que a tua morte fosse o mais agradável possível"

Um alemão acusa a ex-namorada de o tentar sufocar com os seios. Em julgamento por tentativa de "homicídio armado", a mulher nega e diz que ambos participavam em jogos sexuais de forma consensual. O caso tem dado muito que falar no país da chanceler Angela Merkel. Qual será a sentença do juiz?
Franziska Hansen é acusada de tentativa de homicídio com... os seios 

Tim Scmidt, com cerca de 30 anos, acusa a ex-namorada de o tentar asfixiar entre os seios, copa 38DD, quando faziam sexo. A mulher responde em tribunal por tentativa de homicídio com arma. A arma entenda-se são os seios.
Franziska Hansen nega as acusações e diz que ambos estavam a fazer jogos sexuais de forma consensual, em casa, na cidade alemã de Unna.
"Ela estava sentada em cima de mim, nua, e eu estava a beijar-lhe os seios. De repente, ela agarrou a minha cabeça e apertou-a entre as mamas com toda a força", contou Tim Schmidt, em declarações ao jornal alemão "De Bild".
O caso aconteceu em Maio, mas só agora ficou conhecido, ao chegar a tribunal. "Fiquei sem conseguir respirar. Devo ter ficado roxo. Não me conseguia libertar e pensei que ia morrer", acrescentou.
Tim Schmidt, que pesa cerca de 82 quilos, diz que conseguiu libertar-se, a custo, da pressão da ex-namorada, de 57 quilos, e fugiu, nu, para casa de um vizinho, de onde chamou a polícia.
"Para mim é claro que que ela queria matar-me. Até o admitiu ao telefone. Perguntei-lhe porque tentou asfixiar-me até à morte com as mamas e ela respondeu: "Tesouro, queria que a tua morte fosse o mais agradável possível", contou Tim Schmidt.


Agência de Notícias 
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Bicicletas ao Alto… no Bairro Alto

Incentivar o uso da bicicleta em espaço urbano

O Bairro Alto, em Lisboa, acolhe durante o mês de Dezembro o "Bicicletas ao Alto", iniciativa que inclui uma série de atividades relacionadas com a cultura da bicicleta e com a sua utilização urbana, foi ontem anunciado.

Iniciativa quer por população do Bairro Alto a andar de bicicleta

"Sob o mote 'Bicicletas ao Alto', habitantes e visitantes do Bairro Alto irão poder participar de uma vasta programação que inclui atividades para todos os gostos, idades e formas de viver a bicicleta", refere um comunicado hoje divulgado.
A partir de 3 de Dezembro, o "espaço central" da iniciativa, no n.º 100 da Rua da Barroca, "funcionará como ponto de encontro e parqueamento para ciclistas, desdobrando-se numa programação diversa relacionada com a cultura da bicicleta e com a sua utilização urbana".
A nota hoje divulgada ainda que a programação inclui "exposições, feira de venda e troca de artigos e peças, 'workshops' relacionados com a mecânica e a utilização da bicicleta, passeios guiados pelas ruas do Bairro Alto e ainda alguns desafios para os mais corajosos, como uma corrida 'alley cat'".
"Além de apresentar o Bairro Alto como uma zona ciclável, desmistificando as dificuldades associadas às colinas de Lisboa, Bicicletas ao Alto visa também apelar ao novos utilizadores da bicicleta na cidade, reforçar a consciência ecológica e incentivar o debate em torno da sustentabilidade e dos movimentos sociais, culturais e artísticos em torno da bicicleta", refere o comunicado.
 O espaço, que é inaugurado no dia 3 de Dezembro pelas 19 horas irá funcionar de segunda a sexta-feira entre as 17 e as 21 horas e aos sábados e domingos entre as 11 e as 22 horas.
O "Bicicletas ao Alto" insere-se nas comemorações do 499.º aniversário do Bairro Alto, programadas pela Associação de Comerciantes daquela zona histórica.

Agência de Notícias 
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Montijo aprovou orçamento municipal


Executivo dá prioridade à educação e à solidariedade

A Câmara Municipal do Montijo aprovou na reunião pública – a 28 de Novembro – o Orçamento para 2013, o Plano de Atividades Municipais e o Plano Plurianual de Investimentos 2013-2016, com os votos favoráveis do PS e os votos contra do PSD e da CDU. O orçamento aprovado é de 28 milhões 557 mil euros, menos 20 por cento do que o orçamento deste ano. A prioridade é, de acordo com Maria Amélia Antunes, a educação e a solidariedade onde a autarquia vai investir dois milhões de euros. A remodelação do Mercado Municipal, a construção de um jardim de infância no Alto Estanqueiro e a requalificação da Praça Gomes Freire de Andrade também avançam em 2013. 




Montijo aprovou orçamento em reunião de Câmara 
O valor global do orçamento é de 28.557.571,00 euros, o que representa uma diminuição de 20,32 por cento face ao orçamento de 2012 cujo valor era 35.838.978 euros. Este decréscimo deve-se a não inclusão da venda de bens de investimento/património e de transferências de capital, isto é, a não inclusão de execução em 2013 de projetos financiados pelo QREN no âmbito da candidatura da 2.ª fase da Zona Ribeirinha do Montijo.
Na parte da receita corrente, a Câmara prevê arrecadar 11.898.573 euros através de impostos diretos e 2.396.323 euros de impostos indiretos. Ao nível das transferências correntes provenientes do Estado é previsível uma receita total de 7.808.246 euros, valor que inclui diversas transferências financeiras resultantes de encargos relacionados com a educação e o apoio escolar.
Relativamente à receita de capital, está prevista uma arrecadação de receita através da venda de terrenos, na ordem dos 340 mil euros; bem como uma receita de 639.937 euros de transferências de capital do Estado, o que representa um decréscimo face aos 1.280.723 euros do orçamento de 2012.Ao nível da despesa, o orçamento contempla uma despesa corrente com pessoal de 13.817.763 euros, uma diminuição relativamente ao orçamentado para 2012 (14.616.708 euros). O valor total previsional de despesas com aquisição de bens e serviços é de 8.308.622 euros.
As transferências financeiras para as juntas de freguesias mantêm o valor do ano em curso, num total de 494 mil euros.

As prioridades do executivo Relativamente aos investimentos, o orçamento para 2013 contempla uma verba de 1.055.409 euros (proveniente de empréstimos já contratados e não utilizados) para a execução de três obras: a terceira fase da remodelação do Mercado Municipal, a remodelação de edifício centenário devoluto para construção de jardim de infância no Alto Estanqueiro e a requalificação da Praça Gomes Freire de Andrade.
Para a presidente da Câmara Municipal do Montijo, Maria Amélia Antunes, o Orçamento para 2013 é “consequência da incerteza e dificuldade na obtenção de receitas (…). As despesas correntes sofrem uma forte diminuição na aquisição de bens e serviços e as de capital na aquisição de bens de capital. A prioridade é a educação e a solidariedade, com um montante na ordem dos 2 milhões de euros”.
“A gestão que temos vindo a seguir no Montijo desde 1997 tem sido uma gestão rigorosa e criteriosa, que justifica o facto de, no contexto da maior crise económica e financeira das últimas décadas, o município do Montijo tenha as suas contas em dia”, afirmou Maria Amélia Antunes.
Os vereadores do PSD e da CDU, em minoria, votaram contra o orçamento e criticaram duramente a gestão de Maria Amélia Antunes.

Aprovado orçamento dos SMAS
Na mesma reunião de câmara foi, ainda, aprovado, o Orçamento para 2013, o Plano Plurianual de Investimentos e o Mapa de Pessoal dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento do Montijo (SMAS), com os votos favoráveis do PS, as abstenções dos vereadores do PSD e o voto contra do vereador da CDU.
O Orçamento dos SMAS tem um valor total de 5.862.200 euros, um decréscimo de 119 mil euros relativamente ao orçamentado para 2012. É de salientar que o valor total do orçamento já inclui um encargo previsional de 2.800.000 euros com a SIMARSUL.
Com este orçamento previsional, os SMAS estabelecem como metas uma maior eficiência no controlo da água consumida e na respetiva faturação, sendo objetivo uma diminuição das perdas comerciais; bem como continuar a garantir com qualidade o serviço público de abastecimento de água, de drenagem e de encaminhamento eficiente de águas residuais urbanas até ao sistema em alta.
Relativamente ao Plano Plurianual de Investimentos para 2013, apesar das restrições orçamentais, os SMAS preveem a realização de algumas obras, com destaque para a execução de emissário em Pegões Cruzamento que permitirá a ligação do sistema em baixa ao sistema em alta gerido pela SIMARSUL.

Agência de Notícias 
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Crianças visitam Veterinário em Sesimbra


Autarquia ensina crianças a lidar com cães

Perto de 30 crianças das escolas do ensino básico do 1.º ciclo da Aldeia do Meco e da Azoia, no concelho de Sesimbra, visitaram o Gabinete Médico Veterinário Municipal onde tiveram oportunidade de se familiarizar com o trabalho desenvolvido no serviço. 


Sesimbra ensina crianças a lidarem com animais 
Para além de aprenderem para que servem as vacinas e os chips de identificação eletrónica, aprenderam alguns dos cuidados a ter com os cães e como devem agir na sua presença. 
Para o efeito, estiveram no gabinete três cadelas dóceis, da Associação Bianca, que serviram para exemplificar procedimentos e fomentar a criação de laços com as crianças. 
A veterinária municipal e elementos da associação Bianca têm vindo a explicar aos mais novos os cuidados a ter com os animais. Alimentação, higiene, educação são aspetos essenciais, a que se juntam o uso do saco de dejetos, da trela ou da coleira.
Presente nesta ação, a vereadora Carmen Cruz afirmou que “os objetivos passam por dar a conhecer as funções do Médico Veterinário Municipal e sensibilizar os mais pequenos para a adoção de comportamentos sociais adequados e responsáveis no que respeita aos animais”, disse a responsável da pasta do Gabinete Médico Veterinário Municipal de Sesimbra.
Organizada pela Câmara de Sesimbra, com o apoio da Associação Bianca, esta iniciativa insere-se na comemoração do Dia Mundial do Animal, 4 de Outubro, e integra o Guia de Serviços e Projetos Educativos.
Até final do mês, outros alunos do concelho vão passar pela mesma experiência, garante fonte da Câmara de Sesimbra.


Agência de Notícias 
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Campanha do Banco Alimentar Contra a Fome arranca amanhã


Banco Alimentar distribui alimentos a três por cento da população

Cerca de três por cento da população portuguesa tem, no seu prato, todos os dias, um alimento proveniente de um dos vinte bancos alimentares contra a fome, disse ontem à agência Lusa a presidente da instituição, Isabel Jonet. Ou seja, aumentou, nos últimos quatro anos, em cerca de 50 por cento a ajuda prestada às instituições de solidariedade, o que permitiu abranger mais 128 mil pessoas. Dia 1 e 2 de Dezembro, milhares de voluntários irão dar corpo à campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome, em todo o país.

Ajuda do Banco Alimentar já chega a três por cento da população 

Na véspera de mais uma tradicional campanha de recolha de alimentos, à porta dos supermercados, Isabel Jonet adiantou que o Banco Alimentar Contra a Fome (BACF) apoia diariamente 2.373 instituições de solidariedade social.
São estas instituições que depois repartem os produtos por 373.024 pessoas, através de cabazes de alimentos ou de refeições confeccionadas, servidas nas creches, nos "ateliers" de tempos livres e nos lares de idosos.
A presidente da Federação Portuguesa de Bens Alimentares explicou que a maioria dos produtos doados à instituição “teria como destino provável a destruição”.
“Os produtos que os bancos alimentares entregam vêm destas grandes campanhas de recolha de alimentos [que representam 12 por cento do total de produtos angariados], mas diariamente vêm de excedentes da indústria, da agricultura, das cadeias de distribuição, dos mercados, etc.”, explicou.
Isabel Jonet frisou que são produtos “em bom estado, mas que seriam desperdiçados apenas por uma razão comercial”, como, por exemplo, a imagem da marca ter mudado, os produtos estarem a chegar ao final do prazo de validade ou as latas estarem amolgadas. 
“Há aqui todo um trabalho que permitiu distribuir, no ano passado, mais de 30 mil toneladas de alimentos, ou seja, uma entrega diária de 120 toneladas”.
Nas instalações do Banco Alimentar em Alcântara, em Lisboa, a azáfama já é grande para deixar o armazém preparado para receber os alimentos doados na 42.ª campanha da instituição, que conta com o apoio de 38.500 voluntários.  
Este ano, o BACF teve um número recorde de pessoas inscritas antecipadamente como voluntárias, mas Isabel Jonet disse que, nas campanhas, é mais usual as pessoas aparecerem, porque “sabem que há sempre trabalho para elas”. 
“Uma campanha como a que vai acontecer no próximo fim de semana vai permitir recolher mais de 3.000 toneladas de alimentos e cada um dos bancos alimentares tem de preparar os armazéns para que os produtos sejam pesados à entrada, para saber quantos produtos foram doados, em cada supermercado”, explicou.
Sobre as expectativas em relação à campanha, Isabel Jonet afirmou que, “inevitavelmente, a situação de abrandamento económico pode reflectir-se na quantidade que é doada por cada pessoa”, mas disse estar convicta de que haverá mais pessoas a doar.
"Os portugueses são muito solidários quando confiam, e os portugueses sabem que a pobreza está cada vez mais perto de si”, frisou. 


Agência de Notícias 
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AMRS contra a Reforma da Administração Local


Câmaras ponderam avançar com ações judiciais contra Governo

A Associação de Municípios da Região de Setúbal (AMRS) explica que as várias autarquias do distrito de Setúbal estão preparadas para avançar com processos judiciais contra o Governo, devido à reforma administrativa que pretende reduzir em 27 o número de freguesias no distrito, procedendo à união de algumas.

Região de Setúbal contesta reforma da Administração Local 

Alfredo Monteiro, presidente da AMRS, assume que a proposta da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território da Assembleia da República “não significa o fim da batalha contra a aplicação desta lei que apenas serve para prejudicar a população e retirar voz às autarquias”.
O também presidente da Câmara do Seixal diz que a proposta da Unidade Técnica “não é definitiva nem vai ao encontro daquilo que é importante para a população no contexto financeiro e social em que se encontra”. Alfredo Monteiro culpa ainda o Governo por atentar contra o poder local por não dar importância “a 85 por cento de municípios portugueses que se manifestaram contra a lei da Reforma da Administração Local”. “Se as freguesias propostas desaparecerem, o distrito de Setúbal fica com menos freguesias que o concelho de Barcelos”, que tem actualmente 89 freguesias e onde se prevê cortar 28.

Orçamento de Estado desagrada aos municípios de Setúbal
O Orçamento de Estado para 2013 pressupõe algumas medidas que as câmaras municipais vão ter de passar a cumprir que não são do agrado da Associação de Municípios, como o aumento do 33 por cento do valor da contribuição para a Caixa Geral de Aposentações paga pelos municípios que tenham ao seu serviço pessoal integrado no sistema de proteção social. “Se esta medida contribuísse efetivamente para as futuras reformas dos trabalhadores não seria mal vista mas apenas vai ser desviada para aumentar a receita do Estado que sucessivamente corta nas despesas sem olhar às consequências gravíssimas”, explica Alfredo Monteiro.

Municípios têm feito muitos “sacrifícios”
“As políticas sucessivas adoptadas pelos Governos nos últimos anos têm vindo a asfixiar a população portuguesa e os municípios”, adianta o presidente da AMRS, que prevê maiores dificuldades durante o próximo ano devido à redução de transferências da administração central para o poder local ou à retenção de cinco por cento do Imposto Municipal de Imóveis. “Constitucionalmente, quando há um aumento de impostos efetuado pelo Governo, as transferências para as autarquias devem aumentar mas tal não se verifica há alguns anos e vai ser agravado em 2013”, diz o autarca.
O presidente da AMRS entende que os municípios têm feito muitos “sacrifícios” desde o início dos cortes impostos pela administração, tendo sido inclusive “registado nos últimos dois anos um superavit nas contas públicas”. “Ao invés de haver um investimento em soluções práticas para os problemas sociais por que o país passa, o poder central aplica políticas de cortes e nega a própria vontade da população”, conclui Alfredo Monteiro.

Agência de Notícias 
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Histórias do Mundo: De atriz porno a pastora


Atriz troca cinema para adultos pela arte da pastorícia

Era uma das estrelas maiores da indústria de cinema para adultos. Sandra Romain, uma romena de 37 anos, fartou-se das “cenas de sexo” e trocou os filmes pelo campo, tornando-se pastora de ovelhas. Uma mudança de vida, na Roménia…


Sandra rodou mais de 30 filmes. Agora é pastora   
Era uma das mais conhecidas atrizes do cinema para adultos, na Roménia. Foi protagonista em mais de 300 filmes e rodou milhares de cenas. Fartou-se da carreira e trocou as camas pelos campos, tornando-se pastora.
De acordo com o jornal romeno ‘Adevarul’, Sandra Romain aplicou o dinheiro que ganhou ao longo de anos, numa indústria que gera fortunas, e construiu um rancho, na cidade de Vermes, na Roménia.
Ao bom estilo americano, o rancho tem diferentes animais, destacando-se mais de 500 ovelhas, que Sandra vai tratar. E esta mudança de vida de Sandra Romain é bem vista pelos conhecidos e pelos vizinhos.
Um dos vizinhos da ex-atriz, Ion Cretu, revela ao jornal que Sandra “é muito trabalhadora” e uma “boa mulher”. E 300 filmes são o melhor atestado de que trabalho nunca faltou a esta nova pastora. Espera-se o mesmo empenho na sua nova vida de pastora. 

Agência de Notícias
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Passos Coelho anuncia mais austeridade em 2014


Educação gratuita pode acabar

Em 2013 os portugueses vão ter um “enorme” aumento de impostos e em 2014 o cenário poderá repetir-se. O primeiro-ministro não garantiu ontem em entrevista à TVI que iria reduzir os impostos, apenas assegurou que eles não podem ser “definitivos” porque “não são sustentáveis”. E para equilibrar a balança entre o que os portugueses pagam de impostos e o que o Estado dá, disse que ia fazer cortes permanentes na despesa que podem passar por criar “propinas” na Educação. PS, PCP e BE já criticaram abertamente as medidas propostas pelo primeiro-ministro.

Pedro Passos Coelho anunciou co-pagamento da escola pública 

Pedro Passos Coelho reconheceu ontem, na entrevista à TVI, que haverá mais cortes nas prestações sociais, na Educação e na Saúde, bem como nos salários da Função Pública. O primeiro-ministro assumiu que a reforma do Estado, implica um corte definitivo de quatro mil milhões de euros e deve começar pela Educação, onde há menos entraves na Constituição, permitindo assim que "as despesas sejam mais repartidas". Ou seja, na prática, Passos Coelho anunciou o fim da escola gratuita, com abertura a um sistema de co-pagamento. 
Passos afirmou que 70 por cento das despesas públicas estão "em salários e prestações sociais". O chefe do Governo admitiu mexer ainda nas pensões, que cresceram de 9 por cento para 13 por cento do PIB. "Só 30 por cento deste aumento se deve a factores de envelhecimento", acrescentou.
O corte de quatro mil milhões de euros "é para ficar" e exige também que o Governo não se esqueça das funções de soberania, como a reforma das Forças Armadas que já está em andamento. "As medidas concretas que serão apresentadas em Fevereiro resultarão da comparação de vários índices de desenvolvimento portugueses com outros países europeus da mesma dimensão", garantiu o chefe do Governo. Para este trabalho, o Governo contará com a colaboração da OCDE, do FMI e do Banco Mundial.
Em relação à carga fiscal, Passos não se comprometeu com a descida dos impostos em 2014, mas reconheceu que o nível de carga fiscal já se tornou insuportável para os portugueses.
Passos Coelho defendeu ainda que "a reforma do Estado não termina nos quatro mil milhões", nem termina em Fevereiro, e que um grande debate abrangente deverá ser realizado até ao Verão.

Coligação unida
Confrontado com as críticas de alguns deputados ao orçamento, nomeadamente do porta-voz do CDS, João Almeida, Passos Coelho fez questão de frisar que o Governo não está dividido e que os deputados puseram o incómodo de lado em nome do "interesse nacional". E disse esperar que "todo o Governo acredite no orçamento". Avisando: "Se assim não for, o país está mal." Escusando-se a comentar eventuais incómodos no CDS ou reticências de Portas ao documento, Passos lembrou que este não é o orçamento do ministro das Finanças mas de todo o Governo, porque o Parlamento o aprovou, e voltou a argumentar que as medidas de austeridade se justificam com o objectivo de se evitar um novo programa de ajustamento. Voltando a garantir que não vai "renegociar o memorando".
"Todos gostaríamos de ter um mundo melhor", disse, reagindo à declaração de voto de João Almeida, que faz uma dura crítica às contas do Estado para o próximo ano.
Passos Coelho reconheceu que todas as políticas de austeridade causam "dor social" e fez questão de frisar que, apesar de o Governo estar "empenhado" neste orçamento, "não está em negação" e tem "consciência da realidade". O primeiro-ministro não deixou, contudo, de reconhecer que a "economia privada ajustou mais rapidamente que o Estado", admitindo, assim, que estão a ser um alvo mais sacrificado na austeridade. "Só é possível reduzir o défice a um valor aceitável - 4,5 por cento - da forma que o Governo propôs", disse. Concluindo: "chegamos lá vivos, mas vai custar muito".
"Gostaria muito que tivéssemos hoje já a gerir oportunidades mas não é o Governo que gere o emprego", reagiu o primeiro-ministro quando confrontado com a taxa de desemprego e a emigração de vários portugueses. Sobre os protestos na rua, Passos disse que os portugueses "tem tido compreensão pelo processo de ajustamento", considerando "ordeiras e normais" as manifestações que se têm realizado em Portugal.

BE diz que entrevista foi “discurso fora da realidade”

Ana Drago acusa  Passos de estar "fora da realidade" 
O Bloco de Esquerda criticou o primeiro-ministro por ter revelado um discurso que "nada tem a ver com a situação política do país", ao apontar cortes na segurança social e co-pagamentos acrescidos na saúde e educação. 

"É um primeiro-ministro que faz um discurso que nada tem a ver com a situação política do país", disse a deputada do BE Ana Drago aos jornalistas, no Parlamento.
Para a deputada bloquista, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, esclareceu na entrevista que deu à TVI que "os cortes que vão ser feitos vão ser exatamente no sistema de segurança social, eventualmente nas pensões, a manutenção de uma enorme carga fiscal, ao mesmo tempo que vai introduzir co-pagamentos acrescidos na saúde e na escola pública".
"Vem dizer aos portugueses que depois de pagaram das maiores cargas fiscais também vão fazer mais pagamentos? Propinas para a escolaridade obrigatória, é isso que nós estaremos a discutir? Mais despedimento na Função Pública, num país que já está afundado em desemprego?", questionou a deputada.
"Pedro Passos Coelho chegou ao leme do Estado dizendo que era possível fazer uma reestruturação da despesa pública cortando nos gastos que não podiam ser tidos, nas gorduras do Estado", relembrou Ana Drago.
O Bloco de Esquerda critica que, por outro lado, o primeiro-ministro não se tenha manifestado "interessado em qualquer tipo de renegociação dos juros da dívida", quando "é isso que está a asfixiar o país e a economia".

PS acusa primeiro-ministro de “não apresentar ideias” ao país
António Galamba critica "falta de ideias" de Passos 

O secretário nacional do PS António Galamba acusou o primeiro-ministro de estar "resignado com a realidade" e de não ter apresentado "uma única ideia para o futuro e para tirar o país" da crise. 
"Assistimos a uma entrevista de um primeiro-ministro resignado com a realidade, insensível aos sacrifícios e dificuldades que os portugueses estão a atravessar, ficámos a saber que depois do aumento de impostos brutal que consta deste Orçamento para 2013 vamos assistir, por proposta da maioria, a um brutal corte nas prestações sociais, na saúde e educação públicas", afirmou o dirigente do PS na sede nacional do partido.
Num comentário à entrevista de Pedro Passos Coelho à TVI, o ex-deputado socialista disse ter visto "um primeiro-ministro sem uma única ideia para o futuro e para tirar o país desta situação em que está".
Para António Galamba, a receita que o Governo "está a aplicar" tem resultados "manifestamente muito negativos" no país e precisa de ser invertida.
Questionado pelos jornalistas sobre a questão da reforma do Estado, o antigo governador civil de Lisboa reafirmou que o PS "não está disponível" para "cortar nas funções sociais" mas apenas "para discutir as questões em termos globais".
"Estamos disponíveis para participar num debate sério, que não seja com esta pressão de apresentar propostas até Fevereiro, mas para pensarmos o Estado em termos globais, essa é uma atitude permanente do PS quando esteve no Governo e está disponível para o fazer na oposição", declarou.
O dirigente do PS assinalou ainda que "os cortes" [de quatro mil milhões de euros] anunciados pelo Governo foram definidos "com a 'troika'" e "sem qualquer tipo de envolvimento do PS".

PCP acusa Passos Coelho de "subversão do Estado democrático”

João Oliveira fala em "subversão do Estado" 
O PCP identificou na entrevista do primeiro-ministro a perpetuação do "assalto fiscal" e de "subversão do Estado democrático", considerando que Passos Coelho identificou como "desperdícios" a saúde, a educação e as prestações sociais. 
"A ideia mais clara que resulta desta entrevista é que os portugueses têm a missão histórica de correr com este Governo e com a política de direita da troika, sob pena de terem um futuro pior do que o difícil presente que já têm", disse o deputado do PCP João Oliveira aos jornalistas, no Parlamento.
Para o PCP, o primeiro-ministro deixou, na entrevista à TVI a ideia de "perpetuação do assalto fiscal" e de que não está em curso a "refundação do Estado", mas uma "subversão do Estado democrático que a Constituição prevê".
"Aquilo que o senhor primeiro-ministro disse a propósito dos cortes de 4 mil milhões de euros, identificando para falar de desperdícios dos Estado as áreas da saúde, da educação e das prestações sociais, dá bem a ideia do processo de subversão do Estado democrático que este Governo tem em preparação", argumentou.
"Esta entrevista é clara em alguns aspetos. Por exemplo, ficámos a saber que o desemprego não é um acaso, faz parte da estratégia do Governo. As palavras do primeiro-ministro são 'sem este desemprego nós não chegávamos lá', lá a esse destino de desgraça que o primeiro-ministro e o Governo nos têm a apontar", sustentou igualmente o deputado comunista.
Por outro lado, João Oliveira considerou que "a ideia com que o primeiro-ministro terminou a sua entrevista, dizendo que recusa qualquer renegociação, mas não rejeita ter que a fazer, significa que o Governo já tem em marcha um segundo programa dito de ajustamento, que será um segundo programa de roubo aos portugueses".

Pais não aceitam escola paga
É um novo ataque (e incompreensível) às famílias. É desta forma que o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, encara o eventual fim da gratuitidade do ensino público. "Numa altura em que já há um grande esforço de contribuições, com mais e mais impostos, é no mínimo estranho que quanto mais pagamos, menos serviços públicos vamos tendo", refere o dirigente citado pelo Correio da Manhã. "Este Governo não tem mandato para alterar esta matéria. É um assunto de tal importância e gravidade que deve ser escrutinado. Deve ser colocado em programas eleitorais dos partidos, ser alvo de um alargado debate nacional e os portugueses devem ser chamados a decidir, nas urnas, se devem pagar mais impostos ou se querem pagar propinas para a educação", afirma.
Já Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional de Professores – maior estrutura sindical da Educação –, diz que o fim do ensino gratuito "era expectável". "Privatiza-se o ensino de maior qualidade e transforma-se a escola pública numa grande escola profissional com preços baratos para garantir a escolaridade obrigatória", lamenta.

Paulo Jorge Oliveira 
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Criticas Soltas por Joana T. Oliveira


10 mil alunos chegam às escolas com fome

Distraídos com o significado da palavra refundação, esquecemos por momentos a realidade até sermos abanados com violência por uma denúncia, triste e revoltante. A imagem de uma criança com fome é, em qualquer pedaço de terra dito desenvolvido, o suficiente para mover o Mundo.



Em Portugal vale um conjunto de incertezas. Ao que parece, a bandeira governamental do pequeno-almoço nas escolas rasgou-se com o vento. Se é para mudar isto, refunda-se já o País. Mas, primeiro, decrete-se a emigração imediata de todos aqueles que vivem de muitas promessas e pouca concretização.
O alerta partiu da CNIPE, uma confederação de pais. No Parlamento, as palavras foram proferidas sem rodeios. Há fome nas escolas e da intenção do Governo só mesmo o próprio apresenta uns dados sem grandes certezas: o programa está em curso, em parceria com empresas, mas ainda não segue em velocidade de cruzeiro. Os pais têm outra visão. Sabem que tentaram obter informações a nível nacional e não tiveram eco sobre qualquer plano em execução. Certo é que não há dinheiro para pagar os livros e as crianças não comem em condições. Isto é o senso comum. Isto é a realidade. A realidade diz que houve um miúdo do Barreiro que desmaiou com fome numa sala de aula. A realidade diz que outro miúdo – como contou o ADN – chega todas as segundas-feiras à escola desnutrido e tem de ir ao hospital. Uma realidade onde os ministros, os secretários de estado e os deputados não conhecem ou, melhor, fingem não conhecer para não ficarem mal na fotografia de família. 
Existem mais de 10 mil crianças/jovens com fome nas nossas escolas. A afirmação, assim divulgada, na secura de título, diz tudo. Não, não há fome nas escolas; há é crianças e jovens que entram nas escolas com fome. As escolas ainda vão conseguindo dar respostar, no seu interior, a este problema. A acção social escolar é uma área que funciona bem, que responde às situações de maior carência.
Sempre as escolas atentaram e actuaram no debelar dos casos mais necessitados, não só com a distribuição do almoço, mas também com a atribuição de suplementos alimentares. É sabido, por ser frequentemente divulgado na comunicação social, que é na escola que muitas crianças e jovens têm a única refeição condigna. No entanto, com os “cortes na educação” que se anunciam para o orçamento de 2013, poderá também estar em causa esta capacidade de actuação. E é isso que me preocupa.
Aos governantes exige-se outro tipo de acção: que encontrem as soluções para erradicar o problema, começando por medidas que o debelem no imediato (como se impõe numa qualquer catástrofe) e que não embarquem em soluções paliativas, de fim-de-linha, da sociedade civil. A “caridade” é uma acção que atua a jusante, paliativa, portanto, para colmatar as demissões do Estado. Meritória, porque nascida na solidariedade voluntária, mas nunca poderá ser a solução.
Pedagogicamente, na sabedoria de experiência feita, o povo diz que ao pescador não se deve dar o peixe; deve-se ensiná-lo a pescar. Mas, nos tempos correntes, num ambiente de austeridade sufocante, onde o desemprego é enorme e em contínuo crescimento, já não basta ensiná-lo a pescar: o rio pode estar irremediavelmente contaminado ou até seco. Há muita gente que sabe, mas não encontra um “rio”.
É preciso criar condições para o investimento e para a criação de postos de trabalho. Só assim as crianças e jovens terão em casa o devido sustento e a fome não entrará nas escolas (e assim se dispensaria, de bom grado, a caridade). Políticas de braços caídos, vexadas à inevitabilidade da solidariedade da sociedade civil, não fazem sentido.
Ainda ontem o senhor nosso primeiro referiu, em entrevista a um canal de televisão, que a escola vai começar a ser paga. Mas afinal pagamos cada vez mais impostos para quê? Para termos ainda mais despesas? Se agora existe fome... daqui a alguns anos pura e simplesmente não se estuda porque as famílias não têm dinheiro. Pergunto eu, é assim se resolve o futuro do país? Acho que não!


Joana Teófilo Oliveira
Estudante de Ciências da Educação
Quinta do Anjo 

O homem que não aceita crítica não é verdadeiramente grande. É tão incomum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica. Às vezes é estúpida. Outras irónicas. Tantas vezes desiludida e incompreendida. O leitor que julgue. Acho que quem ofende os outros é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. O tom das Críticas Soltas às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável. Mas é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação perante a vida, a política, a sociedade… o mundo,  por Joana Teófilo Oliveira para o ADN. 

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Palmela investe na sensibilização ambiental


Sacos de pão sensibilizam para deposição de resíduos

Teve início, a 28 de Novembro, a distribuição de sacos de pão nas padarias e outros pontos de venda de pão do concelho de Palmela, no âmbito da campanha “A Nossa Terra é o Espelho de Quem Cá Mora”. No total, serão distribuídos 45 mil sacos em todo o concelho.

Concelho de Palmela investe na sensibilização ambiental 

Estes sacos de papel, especialmente desenhados para o transporte e acondicionamento de pão, apresentam muitas informações úteis sobre a deposição correta dos vários tipos de resíduos e os contatos a utilizar, no concelho, para a marcação prévia de recolha de monstros, verdes (resultantes da limpeza e manutenção de jardins) e entulhos.
A utilização de sacos de pão para o efeito tem, como objetivo, disponibilizar e aproximar, cada vez mais, este tipo de informação do quotidiano dos cidadãos, integrando-a nos seus hábitos diários. Pretende-se, assim, sensibilizar para a necessidade de rotinas mais amigas do ambiente, da imagem urbana das nossas vilas e aldeias e, até, da qualidade da saúde pública.
A campanha “A Nossa Terra é o Espelho de Quem Cá Mora” está em curso desde Junho, numa iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Palmela e da SUMA, a empresa que efetua a recolha de resíduos urbanos, lavagem de contentores e varredura mecânica em algumas zonas do concelho. O aumento da consciência cívica da população, a sua responsabilização pelos resíduos produzidos e a otimização dos recursos são os principais propósitos deste trabalho, que terá continuidade em 2013.
Além de sacos de pão, a campanha de comunicação contou, já, com a distribuição de mono folhas com a fatura da água, a afixação de mupis e a divulgação de anúncios na comunicação social. Durante os meses de Outubro e Novembro, a campanha chegou, também, às escolas do primeiro ciclo, com jogos e ações de sensibilização, que abrangeram cerca de três mil alunos e professores e, através dos materiais informativos distribuídos, vários milhares de familiares.

Agência de Notícias 

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Setúbal realiza Festival Ibérico do Vinho em 2013


Potenciar negócios entre Portugal e Espanha  
 
A primeira edição do Festival Ibérico do Vinho afigura-se como um dos certames mais simbólicos e importantes que o concelho de Setúbal vai receber em 2013, a par da 29ª edição do Festroia, que tem data marcada para 7 a 16 de Junho e o Festival de Música de Setúbal, entre 16 e 19 de Maio. Maria das Dores Meira, presidente da Câmara de Setúbal, espera receber “o melhor que a Península Ibérica tem para oferecer no âmbito do património vínico”.

Setúbal realiza festival Ibérico do Vinho no próximo ano 

“A gastronomia, a cultura, a tradição e o enoturismo dos dois países serão entrelaçados durante os três dias do festival” que se realiza nos dias 25, 26 e 27 de Maio. “A internacionalização dos vinhos está na base do encontro ibérico que marca também o início do calendário oficial internacional de vinhos”, prossegue Maria das Dores Meira, que dá ainda destaque à bolsa de contatos estrangeiros “SpeedWineBusiness”.
 “Vários empresários espanhóis vão estar reunidos com as empresas vínicas da região para explorar potenciais negócios futuros com o setor empresarial local”, diz a autarca, adiantando a intenção de dinamizar vários setores à volta da cultura vitivinícola regional. “O bom vinho, aliado às belas paisagens e à gastronomia conceituada devem ser entendidos como boas condições para se instalarem negócios relacionados com o turismo no concelho”.
O Festival Ibérico do Vinho vai contar com espetáculos musicais e artísticos, mostra e venda de produtos regionais, visitas a adegas da península de Setúbal, um concurso de vinhos ibéricos da casta moscatel e atividades junto do comércio tradicional.
Além deste certame vínico, a câmara municipal assegura ainda a realização da segunda edição do Fim de Ano Azul em parceria com a autarquia de Grândola, que passa pela realização do réveillon festejado entre as duas margens do Sado entre Tróia e Setúbal.

Agência de Notícias 
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BE queria garantir “pequeno-almoço” nas escolas

"Ninguém mais pode desmaiar de fome nas nossas escolas"

A deputada Ana Drago defendeu a proposta do Bloco de Esquerda de garantir o pequeno-almoço às "crianças e jovens que frequentam a educação pré-escolar e a escolaridade obrigatória". A proposta foi “chumbada”pela maioria e, diz o partido, o Governo “passou a negar que haja fome nas escolas portuguesas”.
Ana Drago não quer mais crianças e jovens a passarem fome nas escolas 

No debate na especialidade do Orçamento de Estado para 2013, Ana Drago insistiu na proposta do Bloco de Esquerda para que seja facultado às crianças do pré-escolar e aos alunos da escolaridade obrigatória um pequeno-almoço diário gratuito. Mas a resposta do Governo foi a de negar que o problema sequer exista.
"Nas nossas escolas não há nenhuma criança que inicie o dia com fome", afirmou o secretário de Estado do Ensino Básico. "A verdade é que está lançado um programa que está a responder às necessidades das crianças, mas responde àquelas que efectivamente precisam", prosseguiu João Grancho.
Na resposta, Ana Drago acusou Grancho de acabar de "desmentir o secretário de Estado da Administração Escolar, que diz que há 5.400 crianças sinalizadas que ainda não estão a ser apoiadas". E lembrou o exemplo divulgado na semana passada, de um aluno do 11º ano que desmaiou em plena aula devido à fome. "Ninguém mais pode desmaiar de fome nas escolas portuguesas", afirmou a deputada do Bloco.
Apesar da proposta do Bloco já ter sido apresentada no anterior Orçamento – e chumbada pelo PSD e o CDS – isso não impediu o deputado do PSD Emídio Guerreiro de considerá-la "uma vergonha" e "uma medida demagógica em torno de um caso isolado que apareceu nos jornais".
Por seu lado, o secretário de Estado da Segurança Social Marco António Costa também veio atacar a proposta, citando o ministro Mota Soares que na semana passada "referiu que a questão da existência de crianças com problemas alimentares não se confinava à escola" e que devem ser as escolas e a Confederação de Pais a sinalizarem esses casos, "para que a Segurança Social consiga debelar o problema no âmbito da própria família".


Agência de Notícias 
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PSD critica posição do PCP na gestão das freguesias agregadas

Nova lei não é desculpa para autarquias encerrarem instalações nas freguesias

Os deputados do PSD do Distrito de Setúbal esperam que as autarquias da região não se estejam a preparar para encerrarem instalações e acabarem com os serviços às populações, usando como desculpa a nova lei da agregação das freguesias. E acusa o PCP de “contestação e intoxicação da opinião pública” em relação à agregação de Palmela e Quinta do Anjo. Algo que nunca “esteve em discussão” diz o PSD.

Fusão das freguesias de Quinta do Anjo e Palmela nunca foi discutida

Paulo Ribeiro diz “não querer acreditar” nesse cenário, sublinhando que “este tipo de guerras políticas só vem prejudicar os cidadãos”. O deputado acrescentou que “a lei de agregação das freguesias pretende reforçar os serviços de proximidade prestados pelas freguesias, dando-lhes escala e acrescidas competências”. “A única coisa que esta lei diminui são os cargos políticos e não os serviços às populações”, reforça o deputado.
“As autarquias preferiram a contestação e a intoxicação da opinião pública, ao debate sério e a pronunciarem-se sobre uma eventual solução. Agora só se podem culpar a si próprias”, sublinha o deputado.
Paulo Ribeiro realça ainda que “o PCP insistiu que as freguesias de Quinta do Anjo e Palmela seriam agregadas, algo que os próprios sabiam nunca ter estado em cima da mesa”.
Bruno Vitorino defende que o mais importante é que a qualidade dos serviços prestados às populações não seja afetada, sendo esta uma decisão que depende unicamente dos autarcas.
O deputado social-democrata dá como exemplo Palmela, onde no que respeita às freguesias de Poceirão e Marateca, a sede da freguesia pode estar num local, mantendo o antigo espaço aberto para servir a população. “Os serviços só acabam se os autarcas assim o entenderem”, afirma Paulo Ribeiro.

Agência de Notícias 
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PCP critica falta de especialistas de Oncologia no Barreiro

PCP culpa Governo por falta de médicos no tratamento do cancro


Os comunistas querem saber “para quando está prevista a conclusão do procedimento consursal para a contratação de um médico oncologista” no Hospital do Barreiro e “porque não foi autorizada a contratação dos três especialistas necessários, para manter o bom funcionamento do serviço e os cuidados de saúde adequados e atempados aos doentes oncológicos”. O Hospital,  no entanto,  afirma que um médico especialista já se encontra a trabalhar desde o dia 19 de Novembro. 

Paula Santos (à esquerda)  questiona Governo por falta de especialistas 

Em nota enviada à imprensa, o PCP recorda que “o Governo assumiu a necessidade de contratar mais um especialista”, tendo “já tinha sido publicado em Diário da República o aviso de procedimento concursal para o efeito a 10 de Agosto”. No entanto, refere que, “passados mais de dois meses, as condições de funcionamento do serviço de oncologia do Hospital do Barreiro agravam-se”, não se tendo verificado “o reforço de médicos neste serviço”.
Dizem os comunistas que “segundo declarações públicas do responsável deste serviço são precisos mais três especialistas, muito embora a administração do hospital só tenha autorizado a contratação de um”, dizem ainda no comunicado e apontam que “há largos meses que o serviço de oncologia funciona em situação de pré-ruptura devido à saída de médicos, podendo mesmo colocar em causa a idoneidade formativa deste serviço para a formação dos sete internos”.
“O Hospital do Barreiro fez um grande investimento para dotar o serviço de oncologia de equipamentos e outros meios adequados para o tratamento das doenças oncológicas”, sendo o “único hospital na Península de Setúbal que possui as equipas e a capacidade de garantir o ciclo completo do tratamento do cancro, de assegurar a cobertura aos casos de doenças aguda oncológica, tendo presente um médico oncologista até às 24 horas durante 365 dias e de ministrar ensino pós-graduado de oncologia e de radioterapia”.

Hospital diz que já tem mais um médico a trabalhar
Perante uma situação que dizem criar “dificuldades acrescidas no acesso dos doentes oncológicos - cerca de 5 mil doentes oncológicos - aos tratamentos de que necessitam”. A falta de médicos, dizem os deputados comunistas, está a provocar “atrasos na realização de consultas e exames”.
O PCP critica o rumo que está a ser dado a este serviço. “Como se pode comprovar, é desta forma – desinvestindo e não assegurando as condições de funcionamento deste serviço – que o Governo potencia os investimentos realizados e valoriza o empenho dos profissionais de saúde na criação de um serviço de excelência no Serviço Nacional de Saúde”.
Face a esta posição, os deputados do PCP, Paula Santos, Francisco Lopes e Bruno Dias, perguntaram ao Governo "para quando está prevista a conclusão do procedimento consursal para a contratação de um médico oncologista para o serviço de oncologia do hospital do Barreiro e porque não foi autorizada a contratação dos três especialistas necessários, para manter o bom funcionamento do serviço e os cuidados de saúde adequados e atempados aos doentes oncológicos".
Em resposta, o Conselho de Administração do Centro Hospitalar Barreiro Montijo disse que esse especialista "iniciou funções no [passado] dia 19 de Novembro".

Agência de Notícias 
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