Dá um Gosto ao ADN

Festival Queijo, Pão e Vinho em Quinta do Anjo

Muito pão, queijo e vinho sobre a mesa a partir de sexta-feira

A localidade de São Gonçalo, na freguesia de Quinta do Anjo, Palmela, recebe a partir de sexta-feira, 4 de Abril,  mais uma edição do Festival Queijo, Pão e Vinho onde, ao longo de três dias, irão estar presentes cerca de meia centena de produtores para dar a conhecer, e a provar, o queijo de Azeitão e outros queijos de ovelha, produzidos na região de Palmela, assim como o pão e os vinhos, acompanhados pela gastronomia e pela doçaria tradicional.


Festival do Queijo, Pão  e Vinho anima Quinta do Anjo 

Entre 4 e 6 de Abril, a localidade de S. Gonçalo, na Freguesia de Quinta do Anjo, concelho de Palmela, recebe a 20ª edição do Festival Queijo, Pão e Vinho, numa organização da ARCOLSA – Associação Regional de Criadores de Ovinos Leiteiros da Serra da Arrábida com a Câmara de Palmela.
O queijo de ovelha – em particular, o afamado Queijo de Azeitão certificado – o pão tradicional e os vinhos regionais são "os reis do certame, sempre bem acompanhados da doçaria, do mel, da gastronomia, dos produtos agrícolas e do artesanato, numa montra privilegiada dos saberes e sabores nascidos nestas encostas da Arrábida, candidata a Património Mundial", diz o gabinete de imprensa da Câmara de Palmela.
Este é, já, anualmente, "um espaço de eleição para milhares de visitantes da Área Metropolitana de Lisboa, que aqui encontram um espaço de lazer e descontração para toda a família, em profunda ligação com o mundo rural", diz a autarquia.
Passeios pedestres, de BTT, a cavalo e em charrete, demonstrações de tosquia, as sempre divertidas corridas de ovelhas no “Ovinódromo” e um vasto leque de atividades equestres pela Quinta Barreiros – aulas, batismos equestres, horseball, gincanas e demonstrações – são algumas das propostas do programa, que decorre em paralelo com a XXIV Qualificativa de Machos Reprodutores de Ovinos “Ille-de-France”. Dentro do recinto do Festival, "os mais novos podem, também, visitar o Museu do Ovelheiro, com o seu espaço infantil, para contactar com os animais e conhecer as memórias dos pastores desta zona e o ciclo de produção do queijo", refere o gabinete de imprensa da Câmara de Palmela.
Para quem prefere a degustação, o Auditório conta com um programa variado de provas de vinhos, laboratórios do gosto e showcookings, em colaboração com os produtores da região. O movimento associativo local proporciona, ainda, muitos momentos de animação, com música, dança e desporto. No domingo, 6 de Abril,  ao meio-dia, a tradição regressa à capela de S. Gonçalo com a missa de campo e a bênção dos rebanhos.
Cerca de meia centena de expositores terão para oferecer o melhor que se faz nesta região, em três dias de festa, a não perder. Orçamentado em 30 mil euros, a entrada diária custa um euro.
Mais informação sobre o festival e a aldeia de Quinta do Anjo pode ser consultada no site do turismo da Câmara de Palmela.

Festival de referência na região 
Para o presidente da Junta de Freguesia de Quinta do Anjo, Valentim Pinto, o Festival do Queijo, Pão e Vinho é uma “excelente oportunidade para os produtores da freguesia e da região mostrarem os produtos de excelência que vão produzindo nos seus espaços”. Segundo o autarca de freguesia, o certame, além do promover os produtos, contribui para que as tradições da freguesia não se percam com o desenrolar dos
anos.
De uma forma geral, Francisco Mancheta, responsável pelo evento,  diz que 20ª edição do Festival Queijo, Pão e Vinho será "muito semelhante ao dos anos anteriores que foram um enorme sucesso". Aquilo que a organização espera é "aproveitar o espaço que temos para lançar, ou melhorar, algumas iniciativas, como é o caso dos espectáculos equestres promovidos pela Quinta dos Barreiros, em Olhos de Água.
Outra das novidades passa, diz Francisco Mancheta, "pela criação de um bar exterior ao pavilhão dos expositores que vai proporcionar a quem nos visita um alargamento do horário do Festival".
Com este bar a organização espera "conseguir colmatar uma lacuna que vínhamos sentido nas edições anteriores. Este ano tentámos, e julgo que estamos a conseguir, criar uma maior proximidade com as colectividades do concelho", conclui o responsável pelo Festival.

Programa do Festival 
4 Abril | Sexta-feira
15h00 Abertura do Festival
18h00 Inauguração oficial do Festival Queijo, Pão e Vinho
19h00 Grupo Coral 1º Maio do Bairro Alentejano
Ensaiador: José Calisto; Coordenador: Joaquim Maria Martins
20h00 Apresentação Quinta dos Barreiros - Picadeiro
Entrada de Charrete "Professor Luís Areia com Violeta"
20h30 Apresentação de GNR a Cavalo no Picadeiro
21h00 Animação musical com Jorge Nice no Espaço Gastronomia
21h00 Batismos Equestres (Professores Luís Areia/ Alexandra Teles)
Passeio de Charrete (Professor Luís Areia) no Picadeiro
00h00 Encerramento. 

5 abril | Sábado
10h00 Abertura do Festival
10h00 Atividades Equestres pela Quinta dos Barreiros no Picadeiro 
10h00 XXIV Qualificativa de machos reprodutores de ovinos “Ille-de-France”
11h00 Show Cooking de “Queijo de Azeitão” | Auditório
Chefes do Restaurante Tavares Rico (Lisboa) criam experiência enogastronómica única com Adega José Maria da Fonseca comentada pelo Engenheiro Domingos Soares Franco
Info./Reservas: Rota de Vinhos da Península de Setúbal | Tel.: 212 334 398
11h00 Espaço Infantil pelo Centro Social da Quinta do Anjo (até às 20h00) no Museu do Ovelheiro
13h00 Entrega de prémios da XXIV Qualificativa
15h00 Orquestra Juvenil da Soc. Filarmónica Palmelense “Loureiros” - Maestro Pedro Almeida no Espaço Gastronomia
16h00 Demonstração de tosquia por Armindo Mendes no Picadeiro
16h30 Especial Provas de Vinhos (até às 19h30) no Auditório
17h00 Apresentação de ginástica pelo Clube Portais da Arrábida no Espaço Gastronomia
17h30 Corrida de Ovelhas no Ovinódromo
21h00 Sevilhanas pela Sociedade Filarmónica Humanitária no Espaço Gastronomia
22h00 Espetáculo Musical Morangotango no Espaço Gastronomia
00h00 Encerramento. 

6 Abril | Domingo09h30 Passeio a cavalo “Por terras do Queijo, do Pão e do Vinho” com Nuno Sobral e Diogo Sebastião. Concentração junto ao Picadeiro do Festival
09h30 Passeio BTT Quintajense Futebol Clube
10h00 Abertura do Festival
10h00 Passeio pedestre “Por terras do Queijo, do Pão e do Vinho” pela SAL – Sistemas de Ar Livre
10h00 Atividades Equestres pela Quinta dos Barreiros (até às 20h00) no Picadeiro
11h00 Especial Laboratórios do Gosto, Provas e Cursos de Vinhos (às 17h30)
11h00 Espaço Infantil pelo Centro Social da Quinta do Anjo (até às 19h00) no Museu do Ovelheiro
12h00 Missa de campo e bênção dos rebanhos na Capela de S. Gonçalo
16h00 Demonstração de Ginástica por Ana Avelino no Espaço Gastronomia
16h30 Demonstração de tosquia por Armindo Mendes no Picadeiro
17h00 Demonstração de Hip Hop por Ana Trindade no Espaço Gastronomia
17h30 Corrida de Ovelhas no Ovinódromo
18h00 Demonstração de Ginástica por Ana Avelino no Espaço Gastronomia
19h00 Coro e Metais da Sociedade Filarmónica União Agrícola no Espaço Gastronomia
21h00 Encerramento do Festival

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Setúbal, Sesimbra e Palmela assinam protocolo

Municípios da Arrábida assinam protocolo de turismo 

Os municípios de Setúbal, Palmela e Sesimbra celebraram um protocolo de cooperação para dar maior visibilidade turística aos castelos e fortes localizados na Arrábida, área candidata a Património Mundial. Os municípios querem  promover a natureza, sol e o mar, o “touring” integra a gastronomia, os vinhos e os produtos locais, matérias-primas “em abundância e qualidade” na zona dos "três castelos". 

Autarcas assinam protocolo para desenvolver o turismo na região 

O acordo, com o objetivo de afirmar a diversidade da oferta turística, a inovação, a qualificação e a complementaridade dos produtos da região, foi celebrado na pousada do Castelo de Palmela entre os presidentes dos três municípios, Maria das Dores Meira, de Setúbal, Álvaro Amaro, de Palmela, e Augusto Pólvora, de Sesimbra, e por um representante da ADREPES – Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal.
“Este é mais um passo no caminho que estes municípios têm vindo a dar para transformar as imensas potencialidades turísticas de que são portadores”, disse a presidente da Câmara de Setúbal.
Maria das Dores Meira ainda disse que o Forte de Setúbal e os castelos de Palmela e Sesimbra são parte da história e da identidade da região e“assumem-se como símbolo perfeito de uma estratégia comum de promoção turística”, para destacar o “touring cultural e paisagístico”, produto considerado prioritário no PENT – Plano Estratégico Nacional do Turismo.
Além da natureza, do sol e do mar, o “touring” integra a gastronomia, os vinhos e os produtos locais, matérias-primas “em abundância e qualidade” na zona dos "três castelos".
As características próprias da região, os produtos diferenciados, as estruturas qualificadas e a mão-de-obra de qualidade foram outros pontos fortes destacados pela autarca de Setúbal como geradores de crescimento e promoção do setor turístico.

Protocolo quer gerar "mais trabalho e mais riqueza" 
“Temos muito para dar e nós, autarcas, podemos orgulhar-nos de termos contribuído bastante para isso nestes quase 40 anos de poder local, uma das grandes conquistas da revolução de Abril”, afirmou a chefe do executivo setubalense, referindo-se ao protocolo de cooperação com os municípios de Palmela e Sesimbra como uma união para “gerar mais desenvolvimento, mais trabalho, mais riqueza”, de forma a atrair mais visitantes e turistas e mostrar o que de melhor têm.
No âmbito do protocolo celebrado no dia 27, as três autarquias comprometem-se a disponibilizar toda a informação sobre os recursos turísticos identificados na região, relativamente ao turismo de natureza, no Parque Natural da Arrábida, ao turismo cultural, destacando castelos, fortalezas e centros históricos, à gastronomia e ao enoturismo.
O envolvimento e incentivo à cooperação de todos os agentes turísticos nas áreas da restauração, alojamento e agências de viagens e animação turística, com o intuito de criar uma rede de parceiros públicos e privados, é outro objetivo do acordo estabelecido.

Agência de Notícias


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Fileira do pinhão em seminário em Alcácer do Sal

"O pinhão é essencial para a estratégia para o desenvolvimento da região"  

A União da Floresta Mediterrânica  apresentou no dia 28 de Março, no Auditório Municipal de Alcácer do Sal, os resultados do“Programa de Valorização da Fileira da Pinha/ Pinhão”, que termina no final do mês de Abril. O programa, que teve o seu início em 2012, procurou encontrar algumas respostas e soluções para o desenvolvimento da produção e industrialização da Pinha e do Pinhão, envolvendo vários estudos científicos para melhorar a qualidade do produto.

Alcácer do Sal quer reforçar produção de pinha e pinhões 

Vários especialistas, produtores, industriais e investigadores de Portugal e de Espanha reuniram no seminário, que contou com a intervenção de Vítor Proença, presidente da Câmara de Alcácer, na sessão de abertura. O autarca sublinhando a importância “que a fileira da Pinha/ Pinhão representa para o desenvolvimento do concelho” e defendeu que, “em conjunto com o arroz, o vinho e o turismo, o pinhão é essencial para uma estratégia de desenvolvimento da região onde se encontra a maior mancha florestal de pinheiro manso e a maior produção de pinha”, disse Vítor Proença.
O presidente já tinha anunciado, a 21 de Março, que transmitiu ao Secretário de Estado das Florestas “o desejo de que seja criado em Alcácer o Centro de Competências do Pinheiro Manso, à semelhança do que existe em Coruche com o Sobreiro”. Ainda de acordo com Vítor Proença, “são necessárias iniciativas deste género e uma convergência de interesses relativamente à pinha e ao pinhão. “A Câmara de Alcácer do Sal está desde a primeira hora empenhada nessa convergência, assim como no apoio ao processo da DOP (Denominação de Origem Protegida) do Pinhão de Alcácer”, concluiu o autarca.

Pinhão e pinha de excelência em Alcácer 
Especialistas discutiram em Alcácer do Sal novas estratégias 
Sobre este assunto, Nuno Calado, da  União da Floresta Mediterrânica (UNAC), adiantou que “a componente técnica e o seu caderno de especificações está concluído. O processo vai agora ser enviado para a Direção Regional de Agricultura do Alentejo que, após análise, o vai remeter para Bruxelas, pelo que se prevê que a DOP do Pinhão de Alcácer demore entre um a dois anos a estar concluída”.
Pedro Silveira, diretor da (UNAC) abordou a importância do Programa de Valorização da Fileira da Pinha /Pinhão, que “resultou num passo em frente para o desenvolvimento e para a identificação dos problemas da fileira, que tem falhas muito grandes”. Ainda segundo Pedro Silveira, “se não forem os portugueses e os espanhóis a trabalhar esta fileira, mais ninguém o faz porque os alcacerenses têm responsabilidades acrescidas, já que são os únicos produtores”.
A UNAC pretende dar continuidade ao projeto e encontrar mais financiamentos que, segundo o vice- presidente da CCDR do Alentejo, Rui Mendes, vão estar acessíveis no próximo Quadro Comunitário de Apoio através de linhas de financiamento.
No seminário, outros temas em destaque foram: o Mercado Mundial do Pinhão, o Plano Estratégico do Setor da Pinha na Andaluzia, as Perspetivas Para o Desenvolvimento da Fileira e foi apresentado um Estudo Sobre a Cadeia de Valor da Fileira da Pinha e do Pinhão. Após a sessão de encerramento, foi dado a conhecer o livro “Receitas com Pinhão”, pelo Provedor da Confraria Gastronómica do Alentejo, seguida de uma sessão de degustação de produtos feitos com pinhão.
O projeto, promovido UNAC - União da Floresta Mediterrânica, éuma iniciativa QREN apoiada no âmbito do INALENTEJO, com um investimento de 113.660 euros e cofinanciamento FEDER de 79.562 euros.

Agência de Notícias


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Negócio do ouro trama inspector da PJ de Setúbal

Inspector da PJ de Setúbal detido por suspeitas de corrupção

A Polícia Judiciária deteve há dois dias sete pessoas no âmbito das investigações sobre negócios de ouro ilícitos. Entre os detidos está um inspetor da Judiciária de Setúbal e o presidente da Associação de Comerciantes de Ourivesaria do Sul, alegado cabecilha da rede, que foram detido por suspeitas de corrupção. O inspector está indiciado por passar informações a comerciante sobre as investigações. A Polícia Judiciária apreendeu cinco carros topo de gama, 70 quilos de ouro, 170 de prata e e mais de um milhão de euros em dinheiro. Em causa estão crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais. O Estado poderá ter sido lesado em 12 milhões de euros nestas operações ilícitas de negócio com ouro. Os detidos estão a ser ouvidos esta tarde no Tribunal de Almada para aplicação das medidas de coacção.

Inspector da PJ de Setúbal é suspeito em negócio de ouro 


Na operação, realizada na quarta-feira nos distritos de Lisboa e Setúbal, a PJ apreendeu ainda cerca de um milhão de euros, várias dezenas de diamantes, cinco automóveis, uma embarcação e duas motos.
Em comunicado, a PJ referiu que os detidos, quatro homens e três mulheres, "estão indiciados pela prática de crimes de fraude fiscal qualificada, corrupção, recetação e branqueamento de capitais".
"A investigação, que decorre há mais de ano, permitiu a desarticulação deste grupo que se vem dedicando ao cometimento destes ilícitos graves e altamente lesivos da economia nacional", salientou a PJ, acrescentando que parte dos materiais apreendidos "será proveniente da prática de crimes contra o património, bem como de transações não declaradas e efetuadas por particulares".
Uma fonte policial adiantado à Lusa que os arguidos já começam a ser inquiridos por um juiz de instrução criminal no Tribunal de Almada, que deverá anunciar as medidas de coação a aplicar ainda esta sexta-feira.
A mesma fonte referiu que a operação, que culminou com as detenções dos arguidos, iniciou-se há cerca de um ano numa ação conjunta da PJ, GNR e Autoridade Tributária (AT) que envolveu 60 investigadores, seis peritos informáticos da PJ e nove da AT.
A operação incluiu ainda, segundo a fonte, mais de 20 buscas, a domicílios, escritórios de contabilidade e a cofres privados de instituições bancárias.
Além do inspector da Judiciária de Setúbal também o presidente da Associação de Comerciantes de Ourivesaria do Sul, Paulo Martinho foi preso. O domo de uma série de lojas no Distrito de Setúbal, Lisboa e Leiria é acusado de ser o "cabecilha da rede". Em 2008, este mesmo dirigente dos ourives do sul, já havia tido problemas com a justiça: matou a tiro um assaltante que entrou na sua casa. Foi ilibado na altura mas agora foi preso pela PJ de Setúbal acusado de ser ele o "homem forte" de todo o esquema do ouro que desviou do estado cerca de 12 milhões de euros. 

Inspector preso pela própria chefe
As forças especiais da GNR foram usadas no assalto a duas moradias no distrito de Setúbal associadas à estrutura criminosa ligada ao negócio de ouro desmantelada dia 26, numa investigação da Polícia Judiciária de Setúbal. Entre os sete detidos, está um inspetor da PJ, indiciado por corrupção, suspeito de colaborar com a estrutura desmantelada, fornecendo-lhe informações e segurança.
O inspetor da PJ detido teria como função informar a rede criminosa das ações das autoridades, mas também assegurava que os transportes de dinheiro resultante dos crimes eram feitos de forma segura, para além de garantir que as casas-fortalezas permaneciam seguras. Poderá ser ainda indiciado por peculato. Foi preso pela própria chefe na manhã de quarta-feira quando chegou ao trabalho, em Setúbal.
Na operação, a PJ apreendeu fortunas: um milhão de euros em dinheiro, 70 quilos de ouro, 170 quilos de prata e dezenas de diamantes ainda não avaliados. Só o ouro vale 2,24 milhões de euros e o valor total da apreensão quase chega aos cinco milhões. Muito do ouro apreendido era resultado de furtos e roubos em residências. Depois de derretido era exportado, sendo o lucro colocado em contas offshore, entretanto descobertas pela PJ de Setúbal.
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PSD do Montijo apresenta queixa ao Tribunal de Contas

Transferência  para freguesias do Montijo com queixa  à Inspecção-Geral de Finanças e ao Tribunal de Contas

A Câmara de Montijo aprovou a 5 de Março a transferência de 446 mil euros para as juntas de freguesia do concelho. Verbas, diz o executivo, estavam aprovadas no Orçamento Municipal para 2014 e que permitem dar cumprimento à delegação de competências. Agora os social-democratas, que votaram contra a proposta na altura, vem dizer que o executivo "violou a lei" e vai apresentar queixa à Inspecção-Geral de Finanças e ao Tribunal de Contas. 

PSD apresenta queixa da Câmara do Montijo por causa das freguesias 

Os eleitos do PSD nos órgãos municipais do Montijo vão apresentar queixa à Inspecção-Geral das Finanças e ao Tribunal de Contas por "entenderem que o executivo municipal da maioria PS/CDU violou a lei, no âmbito dos protocolos de descentralização de competências para as Juntas de Freguesia", diz o gabinete de imprensa do PSD do Montijo. 
Os social-democratas criticam duramente as posições do presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, e dos vereadores do PS e da CDU por considerarem que estas “violam grosseiramente a lei”.
De acordo com o PSD Montijo, "infelizmente assistimos a um noivado entre o PS e a CDU que prejudica os munícipes. Com estas decisões criam-se clivagens entre as populações das várias freguesias uns são filhos e outros enteados”, adiantam os vereadores do PSD na autarquia.
Os eleitos do PSD "exigem que os protocolos assinados com as Juntas de Freguesia sejam rigorosos e transparentes".
Segundo o gabinete de imprensa do partido, "é gritante a violação dos princípios da igualdade e da legalidade, a coligação PS/CDU gasta o dinheiro dos Montijenses a seu belo prazer ”.
Um dos exemplos apontados refere-se à Freguesia de Canha, que chegou a ter nove cantoneiros municipais, mas que atualmente tem apenas dois, sendo uma das Juntas mais penalizadas pela coligação PS/CDU, enquanto que a Junta de Montijo/Afonsoeiro” é seguramente a junta mais afetada pela impreparação e desleixo refletido nos atuais protocolos”, dizem os vereadores social-democratas.
“Como pode o executivo da junta PS/BE aprovar um protocolo onde as escolas da Freguesia recebem 4 vezes menos que as das restantes freguesias? A junta logrará manter e conservar o seu parque escolar com quase menos um milhão de euros? É este o tão apregoado conceito de escola pública do PS?”, questionam.
Os social-democratas garantem que irão fazer “tudo o que estiver ao alcance, para que a legalidade seja reposta”, conclui o comunicado dos vereadores Maria das Mercês Borges e Pedro Vieira. 

Câmara diz que houve acordos com as Juntas 
Na proposta votada em reunião de Câmara no principio deste mês, com os votos favoráveis do PS e da CDU, a Junta da União de Freguesias de Atalaia e Alto Estanqueiro/Jardia: recebeu 147 mil euros;
a Junta de Freguesia de Canha; 30 mil euros; a Junta de Freguesia de Sarilhos Grandes: 41 mil euros; a Junta da União de Freguesias de Pegões: 151 mil euros e a Junta da União de Freguesias de Montijo e Afonsoeiro; 77 mil euros.
Na sua declaração prévia à apresentação da proposta, o presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, defendeu que a discriminação nos acordos de execução dos critérios de distribuição dos meios financeiros, que foi solicitada pelos vereadores da oposição e aceite para viabilização dos acordos, “limita de sobremaneira a autonomia das juntas de freguesia na aplicação das verbas transferidas pelo município, pois traduz, na prática, uma espécie de consignação das verbas”.
A Câmara de Montijo disse ainda que "estes acordos resultam de um processo negocial entre a câmara e todas as juntas de freguesia que possibilitou a elaboração de um documento de trabalho comum que, posteriormente, foi adaptado à realidade específica de cada freguesia, dando cumprimento à aplicação dos princípios da igualdade e da não discriminação e tendo como fundamentos critérios relacionados com a caraterização geográfica, demográfica, económica e social de cada uma das freguesias do concelho", garantiu Nuno Canta.
Os 446 mil euros transferidos para as freguesias destinam-se a serviços e atividades específicas como a conservação dos espaços verdes, a limpeza da via e espaços públicos, a realização de pequenas reparações nos estabelecimentos de ensino pré-escolar e do primeiro ciclo ou a reparação do mobiliário urbano.

Agência de Notícias


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PCP critica horário de 40 horas em Azeitão

PCP quer trabalhadores da Junta de Azeitão a trabalhar 35 horas 

A concelhia do PCP de Setúbal acusa o executivo da Junta de Freguesia de Azeitão, liderado pela Independente, Celestina Neves, de ser a única autarquia do distrito de Setúbal ainda a aplicar as 40 horas semanais. Os comunistas acusam o executivo de ter recusado a assinar o  Acordo Colectivo de Entidade Empregadora Pública com o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local.   

Celestina Neves, ao centro, acusada pelo PCP de não negociar

Em Novembro do ano passado, o Tribunal Constitucional decidiu não declarar a inconstitucionalidade das normas do aumento do horário de trabalho na Função Pública das 35 para as 40 horas semanais. No entanto, o acórdão dos juízes do Palácio Ratton deixa em aberto a possibilidade de as câmaras e juntas de freguesia decidirem manter os horários de 35 horas, através de negociação de acordos coletivos de trabalho com os sindicatos.
O acordo colectivo de trabalho é assim um contrato entre a entidade empregadora pública e os trabalhadores, estes através das respectivas associações sindicais. A sua celebração depende da concordância das partes que, no âmbito da negociação do contrato, se encontram num plano de paridade. Palmela foi um dos primeiros municípios a recorrer a este mecanismo e, aos poucos, todas as autarquias [câmaras e juntas de freguesia de todas as cores políticas] da região chegaram ao mesmo entendimento.
No entanto há uma excepção: a Junta de Freguesia de Azeitão [que resultou na união das freguesias de São Simão e São Lourenço], liderada pela independente Celestina Neves. A denúncia partiu da concelhia do PCP de Setúbal que explica que aquela é "a única autarquia da Península de Setúbal que aplica o horário de 40 horas semanais imposto pelo Governo PSD/CDS, tendo-se recusado a assinar como o sindicato representativo dos trabalhadores, STAL, o Acordo Colectivo de Entidade Empregadora Pública – ACEEP".
40 anos depois do 25 de Abril, dizem os comunistas "os trabalhadores têm de voltar a lutar por um horário que já estava estabelecido representa mais um dos múltiplos aspectos do retrocesso civilizacional a que nos tem conduzido esta política de desastre nacional levada a cabo por um governo que já deixou de ter legitimidade para governar".
O PCP de Setúbal, recorda "que os trabalhadores da administração pública têm visto diminuir desde há 3 anos os seus salários, redução que nalguns casos representa perdas na ordem dos 20 por cento, para além de que o aumento da carga horária sem o respectivo aumento salarial gera ainda mais dificuldades na conciliação da vida familiar e profissional".
Por este conjunto de razões, as Comissões de Freguesia de S. Lourenço e S. Simão do PCP, "condenam o Executivo União de Freguesias de Azeitão a manter-se numa posição que a identifica com os desmandos do Governo PSD/CDS, retirando direitos aos trabalhadores, criando-lhes dificuldades na conciliação das suas vidas sem que isso melhore a produtividade e a prestação de um serviço público de qualidade à população", conclui o comunicado da concelhia do PCP.

Agência de Notícias


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Setúbal dá a mão à floresta na Praça do Bocage

Praça do Bocage recebe evento “Dá a Mão à Floresta”

Uma iniciativa de sensibilização para a defesa do meio ambiente e proteção da floresta, com distribuição de plantas e atividades lúdico-pedagógicas, realiza-se hoje entre as 10 e as 16 horas, na Praça de Bocage, em Setúbal. 

Crianças vão conhecer floresta na Praça do Bocage, em Setúbal 

A quarta edição da iniciativa intitulada “Dá a Mão à Floresta”, ação de âmbito nacional organizada pelo Grupo Portucel Soporcel, conta com a parceria local da Câmara de Setúbal, diz o gabinete de imprensa da autarquia da capital de distrito.
Marcam presença nesta ação o vereador do Ambiente da Câmara de Setúbal, Manuel Pisco, bem como o diretor fabril da fábrica de Setúbal da Portucel, Óscar Arantes.
A distribuição de 650 plantas de espécies florestais e ornamentais características da região onde decorre, como eucalipto, azinheira, pinheiro manso, sobreiro, carvalho alvarinho e cerquinho, alfazema, alecrim e medronheiro.
A iniciativa já teve início no passado dia 21 de Março,  Dia Mundial da Floresta, quando a autarquia promoveu um conjunto de atividades para crianças em idade pré-escolar e a frequentar o 1.º ciclo do ensino básico.
O “Jogo da Floresta”, com dois níveis de dificuldade, desafia com perguntas alusivas à floresta e ao ciclo de vida sustentável do papel, enquanto as “Pinturas Faciais” permitem às crianças personificar elementos da natureza.
Nesta componente do programa, que transmite aos mais novos a importância de preservar o património florestal e os recursos naturais, há ainda workshops de “Origami” e de “Expressão Dramática”.
Além de Setúbal, a iniciativa “Dá a Mão à Floresta” decorre noutras localidades situadas na envolvência de unidades fabris e zonas florestais geridas pelo Grupo Portucel Soporcel, nomeadamente Aveiro, Aljezur, Castelo de Paiva, Ferreira do Zêzere e Figueira da Foz.

Agência de Notícias
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Alcochete reivindica mais acessibilidades para a Região

Câmara quer investimento central no concelho de Alcochete

A Câmara de Alcochete emitiu parecer desfavorável em relação às conclusões do Relatório Final do Grupo de Trabalho para as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado, que se encontra em fase de discussão pública durante o mês de Março, por este não considerar prioritários os investimentos em acessibilidades ao Concelho e na região de Setúbal. 


Câmara de Alcochete quer mais investimento do estado 

Esta decisão foi aprovada por maioria, com a abstenção do vereador do CDS/PP, na reunião de Câmara realizada no dia 19 de Março, em Alcochete.
A tomada de posição decorre do Despacho emanado pelo Gabinete do Secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, que criou um Grupo de Trabalho para elaborar um relatório sobre as prioridades do Governo quanto à construção de infraestruturas rodoviárias, ferroviárias, portuárias, aeroportuárias, entre outras, ao nível do País.
Neste sentido, o executivo  municipal de Alcochete reivindica mais uma vez que sejam contempladas a "construção da Variante da Atalaia, de modo a garantir a continuidade da EN 4 até ao IC 3/ IC 32, no Montijo, e assim aumentar a sua capacidade nos troços saturados e melhorar as conexões à rede local e reduzir a sinistralidade". A Câmara defende ainda "a construção do Nó de Ligação da Variante da Atalaia ao IP 1/ A 12, facilitando a ligação S-N e a conectividade à cidade de Lisboa através da Ponte Vasco da Gama e a Setúbal e Palmela" e "a requalificação do troço da EN 118, situado entre a rotunda do Entroncamento e a ER 5 (no Concelho de Palmela), bem como o corredor do Porto Alto/ Benavente/ Vila Franca de Xira, que faz a ligação ao IC 32, promovendo a ligação aos restantes concelhos do Arco Ribeirinho Sul e da península de Setúbal". 
A autarquia de Alcochete apela ainda ao Governo para a requalificação "da EN 4 que proporciona a ligação mais directa entre o corredor Caia – Madrid, por Évora e Vendas Novas, tanto à ponte Vasco da Gama como ao IC 32, fechando o anel distribuidor da AML a sul do Tejo".

Projecto turístico une Alcochete e Palmela  
O presidente da Câmara de Alcochete lamentou que o referido Grupo de Trabalho não tenha acolhido como prioritárias as reivindicações do Município e deu como exemplos várias situações.
“Temos um parque logístico no Passil que necessita de melhoramentos ao nível das infraestruturas da rede rodoviária e daí a necessidade da requalificação da EN 4 e da construção da Variante à Atalaia. Temos, ainda neste eixo da EN 4, a Academia do Sporting Clube Portugal que, em bom rigor, teve em tempos prevista a execução de um nó de acesso para melhorar as condições de acesso à Academia e não nos podemos esquecer que a Estrada da Malhada de Meias, que serve a Academia do Sporting, vai ser uma via de acesso ao empreendimento turístico da Barroca D´Alva”, lembrou Luís Miguel Franco.
“Não nos podemos esquecer também que há um programa de acção territorial entre a Câmara  de Alcochete e a Câmara de Palmela e que já está em curso um investimento para um projecto de natureza agro - turístico na Herdade de Rio Frio, que abrange os dois concelhos", diz o chefe do executivo da autarquia. 
Em relação ao concelho de Alcochete, diz Luís Miguel Franco, "temos o Porto dos Cacos que queremos transformar num centro de investigação arqueológica de excelência e parte da barragem da Venda Velha está no concelho de Alcochete, o que permite a sua articulação com o Porto dos Cacos”.
O autarca referiu ainda que “também existem áreas de localização empresarial no Montijo que serão servidas por estas infraestruturas viárias” e lembrou que “a Variante da Atalaia já esteve em fase de adjudicação mas não se concretizou”, lembrou o presidente do município de Alcochete.
“Será também com a construção da Variante à Atalaia que a Câmara de Alcochete se mostrará disponível para a desclassificação e recepção, mediante benfeitorias que venham ainda a ser realizadas, do troço rodoviário que vai da rotunda do Passil até à Atalaia, até aos limites do concelho de Alcochete”, disse Luís Miguel Franco.
O autarca referiu ainda que “a pretensão da requalificação da EN 118 até à EN 5 vai permitir criar melhores acessibilidades a empresas que estão em terrenos do Estado, nomeadamente e Maxampor e a IDD, e permitiria a existência de uma rede viária mais adequada que também permitisse ligar de forma rápida a plataforma logística do Poceirão à plataforma logística do Passil”, concluiu o presidente.

Agência de Notícias
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Festival da Caldeirada chega a 50 restaurantes de Setúbal

 Setúbal e a capital da Caldeirada de 29 de Março a 13 de Abril 

O melhor peixe apanhado na costa de Setúbal enriquece as ementas dos cinquenta restaurantes envolvidos no Festival da Caldeirada 2014, a decorrer entre 29 de Março e 13 de Abril, numa organização da Câmara de Setúbal. 

Meia centena de restaurantes aderem ao festival da Caldeirada 

Setúbal recebe, entre 29 de Março e 13 de Abril, mais uma edição do Festival da Caldeirada, evento durante o qual o melhor peixe apanhado na costa setubalense enriquece as ementas de 50 restaurantes locais.
Em comunicado enviado ao ADN, a autarquia, responsável pela organização do certame dedicado a um dos pratos típicos da região, explica que "a caldeirada assume particular importância nos menus".
O festival insere-se no programa desenvolvido pelo município destinado à promoção de quinzenas dedicadas a um prato específico de peixe ou marisco que conta, agora, com um maior número de aderentes e que se destina a "promover os produtos regionais e apoiar a dinamização da restauração local".
De destacar que, no último dia do festival, que conta com o apoio das empresas Lallemand e Makro, pelas 18.30h, na Casa da Baía, vai ter lugar a confeção ao vivo e degustação de uma caldeirada do chef Rui Praxedes, do restaurante Praxedes e conta com a atuação musical do grupo popular setubalense Os Massacotes. 
A participação na sessão de encerramento vai custar 6 euros e "é sujeita a inscrição limitada, feita até 9 de Abril, na Casa da Baía, pelo telefone 265 545 010 ou pelo endereço eletrónico gatur@mun-setubal.pt.

Agência de Notícias

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Centro histórico de Santiago do Cacém vandalizado

Grafittis invadem edifícios e igrejas de Santiago do Cacém 

Grupos de indivíduos cobriram na madrugada de sábado, com as mais variadas inscrições, paredes de edifícios públicos e religiosos, casas particulares, sinais de trânsito e painéis publicitários em Santiago do Cacém. O caso aconteceu um dia depois de uma empresa ter limpo a cidade de grafittis. A população está revoltada, o presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha reconhece que os actos de vandalismo são "recorrentes" e  a GNR admite "não ser fácil descobrir os autores de um crime que é público".

Vândalos atacam centro histórico de Santiago do Cacém com grafittis 

Na madrugada de sábado "andou o diabo à solta" pelas ruas do centro histórico de Santiago do Cacém, ilustrou Sara Fonseca que reside na zona mais antiga da cidade e já perdeu a conta às vezes que os "artistas" do grafitti, concretamente de tags (assinaturas) cobrem as paredes da sua casa com o mais variado tipo de inscrições de cores vivas, escreveu o jornal Público.
"Não podemos continuar assim" desabafa a senhora cansada das "batalhas nocturnas" que indivíduos vindos, não se sabe de onde, travam entre si recorrendo a mensagens de código "que só eles entendem".
A moradora no centro histórico não aceita que alguém queira transformar Santiago do Cacém na "Disneylândia dos graffiters" um problema que se "agudiza"sem que haja da parte das autoridades uma acção preventiva, num local que se tem vindo a degradar por nele residir uma população envelhecida e marcada pelo medo dada a situação de abandono a que está votada.
Uma  funcionária na Igreja Matriz de Santiago do Cacém mostra mais um exemplo: "Na manhã do sábado passado, quando me aproximava do local de trabalho, reparei que inscrições estilo grafitti cobriam portões velhos e paredes de prédios". À medida que caminhava, o cenário surgia cada vez mais "surreal e brutal com letras enormes e de cores vivas (azul, vermelho, entre outras), feitas na parede caiada de branco por baixo da Igreja", disse ao mesmo jornal.
Na realidade, o spray dos graffiters não poupou sequer a bomba de água situada junto da Igreja, assim como a caixa de leitor de electricidade, os painéis informativos da Rota Vicentina e outra sinalética do respectivo percurso. Vários edifícios públicos e privados foram igualmente atingidos por actos de vandalismo. Uma lata vazia de tinta foi deixada junto à Igreja para ser recolhida por militares da GNR que tomaram conta das ocorrências.

GNR sem meios para controlar "prevaricadores" 
No dia anterior, uma empresa tinha dado por terminada mais uma acção de limpeza das inscrições antigas. De nada valeu. A acção dos "artistas" foi muito mais intensa mas, desta vez, o templo mais carismático de Santiago do Cacém foi poupado ao vandalismo. No entanto em seu redor "há um mar de disparates", protesta Sara Fonseca, contando que o ano passado os paroquianos tiveram de realizar uma noite de fados para pagar a recuperação das portas da Igreja Matriz.
O mal-estar não é só para os que residem no local mas também para os estrangeiros que visitam sobretudo a igreja matriz e que são confrontados com percursos repletos de graffitis, quando a Câmara de Santiago do Cacém insiste em apresentar o concelho como o destino de excelência.
A GNR de Santiago do Cacém informa que já foi enviado um auto de notícia para tribunal e que a ocorrência está em fase de inquérito, sem que até ao momento fossem identificados os autores das inscrições.
O presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha reconhece que os actos de vandalismo são "recorrentes" e que a GNR admite "não ser fácil descobrir os autores de um crime que é público".
A falta de meios e efectivos na corporação de Santiago do Cacém "é a questão de fundo" que "dá alento àqueles que queiram prevaricar porque se sentem à vontade para o fazer", conclui o autarca.

Agência de Notícias


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Quinta do Conde abre Universidade Sénior em Abril

Idosos de Quinta do Conde ganham Universidade Sénior 

A Quinta do Conde vai passar a contar com uma Universidade Sénior, que pretende proporcionar um envelhecimento ativo da população com mais de 50 anos. A Universidade Sénior  vai abordar diversas matérias, entre as quais informática, saúde, línguas estrangeiras e artes decorativas. As aulas começam a 7 de Abril. 

Idosos de Quinta do Conde passam a ter Universidade Sénior 

Estão abertas na Junta de Freguesia da Quinta do Conde, em Sesimbra,  as inscrições de alunos para a frequência da Universidade Sénior e o início das aulas está previsto para o próximo dia 7 de Abril.
O projeto da criação de uma Universidade Sénior na Freguesia da Quinta do Conde remonta a 2010 quando a Junta de Freguesia "realizou as primeiras diligências para esse fim, no âmbito do Plano de Ação da Comissão Social de Freguesia da Quinta do Conde, mas alguns constrangimentos, principalmente relacionados com os espaços físicos, fizeram com que o arranque deste projeto fosse sendo adiado, mas não abandonado, como comprova a inscrição da intenção no programa eleitoral da força política maioritária da Freguesia", diz o executivo da Junta de Freguesia de Quinta do Conde em comunicado.
Agora estão reunidas as condições para a implementação da Universidade Sénior da Quinta do Conde, "uma resposta que visa a melhoria da qualidade de vida e promove o envelhecimento ativo na comunidade", diz o comunicado. O projecto é fruto de uma parceria  com a Câmara de Sesimbra, Centro Comunitário da Quinta do Conde, Centro Cultural, Social e Recreativo A Voz do Alentejo e os três Agrupamentos de Escolas da Freguesia (Boa Água, Quinta do Conde e Michel Giacometti).

"O sonho não tem idade" 
Para a formalização das pré-inscrições, os alunos deverão dirigir-se à Junta de Freguesia e preencher o formulário de inscrição e entregar cópia do documento de identificação e duas fotografias tipo-passe.
Os alunos terão posteriormente que pagar uma quantia simbólica relativa ao pagamento do seguro e da inscrição, assim como o pagamento da propina por trimestre. Todas as verbas provenientes das receitas da Universidade serão aplicadas em materiais necessários para o desenvolvimento das aulas.
Numa fase inicial e no período experimental que funcionará de Abril a Junho, as aulas decorrerão nas instalações do CIPA (Centro de Inovação e Participação Associativa) no período da tarde, das 14 às 18 horas.
Estão previstas aulas em áreas como artes decorativas, línguas estrangeiras, história, informática, saúde, entre outras, estando neste momento a Junta de Freguesia a constituir a sua bolsa de professores voluntários.
"O sonho não tem idade" é o lema da Universidade Sénior, que através de uma dinâmica de aprendizagem ao longo da vida e de educação não formal "pretende proporcionar aos cidadãos maiores de 50 anos momentos culturais, educacionais e de convívio", diz fonte da Junta de Quinta do Conde.
Para mais informações dirija-se à Junta de Freguesia da Quinta do Conde ou através do contacto 212108370.

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Presidente do Vitória tomou posse na Câmara de Setúbal

Câmara e Vitória de Setúbal geram consensos para “permanente disponibilidade de apoio" 

A permanente disponibilidade da Câmara de Setúbal para apoiar o Vitória foi destacada no dia 25, à tarde, pela presidente da autarquia, Maria das Dores Meira, na cerimónia de tomada posse da nova direção do Vitória de Setúbal, depois das eleições da última sexta-feira. O presidente do Vitória de Setúbal, Fernando Oliveira, revelou que o clube poderá vender "dois ou três jogadores" até ao fim da época e reafirmou o interesse da direção na continuidade do treinador José Couceiro. 

Fernando Oliveira tomou pose na Câmara de Setúbal 

“O Vitória Futebol Clube, instituição fundamental à vida da cidade e que com ela se confunde, teve, desde sempre, na Câmara Municipal um forte aliado que sabe reconhecer o papel central deste enorme clube”, salientou Maria das Dores Meira na cerimónia, realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
A chefe do executivo setubalense, numa alusão aos vários exemplos de cooperação entre a autarquia e o clube concretizados ao longo dos últimos anos, realçou a “permanente disponibilidade [da Câmara Municipal de Setúbal] para apoiar e dar o necessário conforto ao clube nas situações mais difíceis”.
A presidente afirmou que a aliança sadina construída em torno do Vitória “será sempre mantida com a obrigatória assunção por cada um dos aliados das responsabilidades próprias que lhes cabem”, num espírito de cooperação franca e aberta, no qual a concordância deve prevalecer.
“As naturais discordâncias, quando surgem, devem ser encaradas como método para procurar e criar novas soluções para os problemas. Cá estivemos para o que foi preciso e cá continuaremos para o que for preciso, no contexto das responsabilidades e capacidades de cada um”, vincou Maria das Dores Meira.
Perante uma assistência que lotou o Salão Nobre, a autarca frisou a importância de “valorizar e apoiar o clube, independentemente, do momento, dos humores e resultados”. A Câmara de Setúbal, que “sempre ajudou o Vitória em momentos difíceis”, mantém a “total disponibilidade para dialogar e encontrar soluções para os problemas”, concluiu a autarca.

Manter José Couceiro e vender três jogadores 
Fernando Oliveira quer manter atual treinador no Bonfim 
Fernando Oliveira, de 73 anos, foi eleito presidente do Vitória Futebol para o triénio 2014/2017, com 1156 votos, num escrutínio realizado no dia 21. No empossamento, o dirigente reforçou a necessidade de união para projetar o futuro do clube e sublinhou o objetivo de continuar a apostar na formação de jovens atletas.
“É uma honra ser presidente do Vitória Futebol Clube”, afirmou Fernando Oliveira, antes de lançar o repto. “É necessário contar com o apoio de todos, da Câmara de Setúbal, dos parceiros, dos sócios e dos colegas da direção, para projetarmos o futuro do nosso clube”, garantiu o presidente reeleito.
O presidente do Vitória de Setúbal, Fernando Oliveira, revelou que o clube poderá vender "dois ou três jogadores" até ao fim da época e reafirmou o interesse da direção na continuidade do treinador José Couceiro.
"Falamos com o José Couceiro todos os dias. Estamos a discutir o plantel para a próxima época, a decidir quais são os jogadores que continuam, os jogadores dispensáveis e os jogadores a adquirir", disse Fernando Oliveira. O dirigente sadino garantiu que vai esperar mais um mês pela decisão de José Couceiro e que até já lhe comunicou os termos da proposta para continuar em Setúbal.
"A proposta que fiz ao José Couceiro foi no sentido de o libertar se ele receber um convite de um dos três grandes do futebol português, Sporting, Benfica e Porto, ou de clube estrangeiro que lhe pague muito mais do que o Vitória de Setúbal", disse Fernando Oliveira. O presidente sadino lembrou que "toda a gente quer ganhar dinheiro", pelo que não vai inviabilizar a saída do treinador. "Naturalmente, se o José Couceiro tiver uma boa proposta que lhe permita ganhar muito mais, quem sou eu para lhe dizer para ficar aqui. Mas se receber propostas de clubes da mesma dimensão, espero que nos dê preferência", acrescentou o presidente do Vitória de Setúbal, reeleito para o triénio 2014/2017.
Fernando Oliveira quer manter o treinador José Couceiro, que já garantiu a permanência do clube na Primeira Liga de futebol, mas admite a saída de dois ou três jogadores, que poderão render algum dinheiro para os depauperados cofres do Bonfim. "Está tudo bem encaminhado para vendermos dois ou três jogadores até ao fim da época e isso é que nos vai permitir resolver alguns problemas.
O património do Vitória de Setúbal não são os terrenos, são os jogadores que temos para vender", disse Fernando Oliveira. Questionado sobre a possibilidade de o clube reaver a propriedade plena dos terrenos do Bonfim, que foram cedidos à empresa Pluripar, Fernando Oliveira reconheceu que se trata de um processo complicado. "As pessoas não podem ignorar que o Vitória recebeu seis milhões de euros há dez ou doze anos. E, logicamente, que os investidores, para largarem mão disso, querem o seu dinheiro", disse.
"Nós, paulatinamente, juntamente com a Câmara Municipal, estamos a tentar convencê-los a que façam alguma cedência, ou qualquer coisa do género. Mas as coisas não são fáceis. Mas nós somos pessoas de bem, não queremos rasgar os contratos. É com o diálogo que conseguimos levar a água ao nosso moinho", concluiu Fernando Oliveira.
Fernando Oliveira, candidato da lista A às eleições do V. Setúbal, foi esta sexta-feira reeleito presidente do clube sadino, recolhendo 58,1 por cento dos votos, num total de 1156 votantes. Quanto a Júlio Adrião, ficou com 40,8 por cento, com 812 votos.
De referir que votaram 1989 sócios num universo de 5785, sendo que houve 15 votos em branco e outros 4 nulos.
Na cerimónia, realizada ao final da tarde, marcaram presença, entre diversas individualidades, Frederico Nascimento, presidente da Mesa da Assembleia Geral do Vitória, Afonso Luz, do Conselho Fiscal e Disciplinar, bem como Giovanni Licciardello, do Conselho Vitoriano.
O treinador do Vitória , José Couceiro, assim como os capitães de equipa – Pedro Queirós, Ney Santos e Paulo Tavares – também participaram no momento solene na Câmara de Setúbal.

Agência de Notícias
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Centro de Saúde do Bocage, no Barreiro, vai mesmo fechar

Governo avança mesmo para o fecho do Centro de Saúde do Bocage 

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo confirmou hoje que a Unidade de Saúde do Bocage, no Barreiro, vai ser encerrada depois da conclusão do novo Centro de Saúde de Santo António da Charneca. Utentes já se manifestaram contra esta medida do Governo.



Utentes estão contra o encerramento do centro de Saúde do Bocage 
Em comunicado, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT) refere que a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) do Barreiro integra duas extensões de saúde, da Quinta da Lomba e do Bocage, mas que esta última funciona num prédio sem condições.
"A extensão de saúde do Bocage funciona num prédio de habitação adaptado para a prestação de cuidados de saúde, instalações que não reúnem as condições mínimas. A extensão do Bocage conta com cinco médicos, dois dos quais com pedido de aposentação, 14.174 utilizadores e, destes, 6.256 sem médico de família", salienta o comunicado.
O documento refere ainda que a extensão de saúde do Bocage está "em grande parte desocupada" devido à transferência de profissionais e utentes para Unidades de Saúde Familiar (USF) que têm vindo a ser criadas no concelho do Barreiro.
Segundo o organismo, a decisão de construção do Centro de Saúde de Santo António da Charneca, que está prestes a ser inaugurado, vem dar resposta às necessidades no concelho.
"Resolve as necessidades de mais espaço, pois encontra-se em funcionamento nas instalações da Quinta da Lomba, e a necessidade de solucionar o problema das instalações da extensão de saúde do Bocage e transferência dos profissionais e utentes para as instalações da Quinta da Lomba", diz a nota de imprensa.
A ARS-LVT explica que a transferência para a Quinta da Lomba permitirá juntar todos os profissionais da UCSP Barreiro "facilitando a intersubstituição e atendimento dos utentes sem médico".
"Importa ainda realçar que o edifício do Bocage se situa a cerca de três quilómetros do edifício da Quinta da Lomba, área servida por múltiplos transportes. Por outro lado, um número muito significativo de utentes da extensão de saúde do Bocage, cerca de 40 por cento, são residentes noutras freguesias do concelho do Barreiro e mesmo de outros concelhos", conclui o documento.

Utentes contra fecho do centro de Saúde 
No final da semana passada, algumas centenas de pessoas protestaram contra o encerramento da Unidade de Saúde do Bocage, referindo que é necessário um novo equipamento no local e não a transferência dos utentes.
A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Alto Seixalinho organizou o protesto na altura lembrou que o "encerramento deste centro de saúde vai afetar cerca de 16 mil utentes, que vão ser colocados na Quinta da Lomba. São pessoas com pessoas com dificuldades económicas e de mobilidade e vai ser um drama”.
A comissão reconhece que o Centro de Saúde do Bocage, que funciona num prédio, não tem condições, mas defende que a solução deve passar pelo encerramento quando construírem um novo na freguesia. “Defendemos a construção de um novo centro de saúde aqui na freguesia e que não fechem este até estar feito. Há uns anos que está planeada a construção de um novo centro de saúde de raiz, junto ao Hospital do Barreiro, que tem um terreno cedido pela autarquia. Sabemos que este centro de saúde não tem condições e já falámos com o ministro Paulo Macedo sobre isso, mas antes de fecharem devem construir um novo”, concluiu António Pacheco, responsável pela Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Alto Seixalinho.

Agência de Notícias


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Parlamento de Jovens reuniu no Barreiro

Barreiro acolheu sessões distritais do parlamento jovem

O Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro recebeu, esta semana, as sessões distritais de Setúbal do Programa Parlamento dos Jovens, respeitante às escolas do ensino básico (no dia 24) e do ensino secundário (ontem, 25 de Março). A abertura dos trabalhos, nos dois dias, contou com a participação do Presidente da Câmara do Barreiro, Carlos Humberto, que deu as boas-vindas aos jovens ‘deputados’, divulga o gabinete de imprensa daquela autarquia. O deputado do PSD, Bruno Vitorino, esteve presente na primeira Sessão Distrital do Parlamento dos Jovens, onde procurou sensibilizar os jovens sobre os perigos do consumo de drogas.


Barreiro recebeu durante dois dias o Parlamento jovem distrital 

“Temos de mudar a sociedade e construir um mundo mais solidário, onde as pessoas possam ser mais felizes”, referiu Carlos Humberto na sessão referente ao ensino básico, salientando a importância da participação de todos na resolução dos problemas. “Tenho uma imensa confiança na juventude”, referiu o chefe do executivo do Barreiro, considerando que são pessoas “mais solidárias, com mais conhecimento e formação que gerações anteriores e, por isso, acredito que podem construir um mundo melhor e uma sociedade mais justa”, contou Carlos Humberto aos jovens.
Esta ideia foi também realçada pelo presidente da Câmara na sessão referente ao ensino secundário. Carlos Humberto  afirmou ainda, na sessão de dia 25, que, em democracia, é importante “sabermos construir, em conjunto, ‘pontes’, mesmo partindo de pontos de vista diferentes”. Salientou a importância da participação e intervenção de todos no reforço da democracia e na construção de uma “sociedade mais solidária, em que se esbatam as desigualdades” e deixou aos jovens um apelo: “não deixem de lutar pelos vossos objetivos!”, concluiu o presidente da Câmara do Barreiro.

Deputado do PSD acompanhou primeiro dia de trabalhos 
O deputado do PSD, Bruno Vitorino, esteve  presente na Sessão Distrital do Parlamento dos Jovens de dia 24, onde uma vez mais procurou sensibilizar os jovens sobre os perigos do consumo de drogas.
Na sessão distrital, direcionada para o ensino básico, Bruno Vitorino salientou a importância desta iniciativa que se tem realizado nos últimos anos, que permite discutir de forma concreta e objetiva “problemas atuais, com os quais os jovens têm que lidar no seu dia-a-dia”.
“Este é um fórum de debate de ideias e de promoção da democracia, e que é importante para preparar os jovens para serem cidadãos mais ativos e participarem na vida política do país”, acrescentou o deputado social-democrata na Assembleia da República.
O deputado do PSD afirma que as drogas são um “flagelo que nos deve preocupar a todos”, mas que depende de cada um de nós “saber dizer não”.
“No nosso percurso de vida passamos por situações mais difíceis, mais frustrantes, mais stressantes. Temos que aprender a lidar com isso. E as drogas não vão ajudar em nada. Muito pelo contrário”, disse o social-democrata.
Bruno Vitorino elogiou ainda o trabalho diário feito pelos professores nas escolas, procurando alertar e esclarecer os alunos sobre esta temática.

Ensinar política aos mais jovens 
O Parlamento dos Jovens é uma iniciativa da Assembleia da República, com organização conjunta da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares do Ministério da Educação e Ciência e do Instituto Português do Desporto e Juventude da Secretaria de Estado do Desporto e Juventude.
De acordo com a organização, o Parlamento dos Jovens, no ensino básico, tem como objetivos: "educar para a cidadania, estimulando o gosto pela participação cívica e política; dar a conhecer a Assembleia da República, o significado do mandato parlamentar, as regras do debate parlamentar e o processo de decisão do Parlamento, enquanto órgão representativo de todos os cidadãos portugueses".
Esta iniciativa visa ainda "promover o debate democrático, o respeito pela diversidade de opiniões e pelas regras de formação das decisões" e "incentivar a reflexão e o debate sobre um tema, definido anualmente", bem como "proporcionar a experiência de participação em processos eleitorais".
A iniciativa quer ainda "estimular as capacidades de expressão e argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da formação da vontade da maioria" e "sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afetem o seu presente e o futuro individual e coletivo, fazendo ouvir as suas propostas junto dos órgãos do poder político”.
O Parlamento dos Jovens, referente ao ensino secundário, “tem com objetivo promover a educação para a cidadania e o interesse dos jovens pelo debate de temas da atualidade. Este ano o tema em debate é ‘Crise demográfica (emigração, natalidade, envelhecimento)’".

Agência de Notícias

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Palmela reúne com administração da Simarsul

Reunião para reivindicar conclusão da obra dos Brejos do Assa 

Álvaro Amaro, presidente da Câmara de Palmela, vai reunir com o Conselho de Administração da Simarsul no dia 28 de Março, às 14 horas, para reivindicar a conclusão dos sistemas elevatórios de Brejos do Assa e manifestar o seu repúdio face à calendarização apresentada pela empresa na última reunião da Assembleia Geral, que empurra esta intervenção para 2016.


Álvaro Amaro (à direita) reúne com Simarsul na sexta-feira 

A empreitada, iniciada em 2009 e com término previsto para o final de 2010, foi suspensa nesse mesmo ano, devido à insolvência do empreiteiro, deixando por concluir as estações elevatórias e a rede de emissários de ligação à ETAR. Este facto, diz fonte do gabinete de imprensa da Câmara de Palmela, "impossibilita o funcionamento da rede em baixa, construída pela Câmara, e priva os munícipes de beneficiar desse investimento municipal, no valor de 700 mil euros, sem qualquer comparticipação de programas governamentais ou comunitários".
Para servir as populações, o Município "desenvolveu um estudo técnico para uma ligação alternativa e temporária (até à conclusão da obra), através de uma ETAR compacta", diz a mesma fonte.
O ADN sabe que já este ano, a Simarsul informou que, face à perspetiva de ter de assumir os respetivos custos, considerava que não "se justificava adotar essa solução porque a empreitada de ligação definitiva seria concluída em breve". No entanto, o calendário apresentado na Assembleia Geral aponta a "conclusão da empreitada para 2016" e revela que a intervenção ainda "não está financeiramente autorizada pela tutela", refere o gabinete de imprensa da autarquia.
A Câmara de Palmela lamenta "o incumprimento, por parte do Sistema Multimunicipal, dos compromissos assumidos e continua disponível para trabalhar na solução alternativa que permita servir os cidadãos das áreas afetadas com a maior brevidade possível". 
Um assunto que o presidente da autarquia, Álvaro Amaro, quer ver concluído "brevemente". O presidente reúne com a Simarsul na próxima sexta-feira às duas da tarde.

Agência de Notícias
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