Dá um Gosto ao ADN

Aldeia do Natal abre portas este sábado no Seixal

Pista de gelo, mercado, baloiço de Natal e comboio junto ao rio

A Aldeia Natal está de volta ao núcleo urbano antigo do Seixal, com iluminações, compras, divertimentos e muita escolha para aproveitar a época ao máximo. Já a partir deste sábado, 30 de Novembro, e até ao dia 29 de Dezembro, encontra à beira do Tejo uma Casa do Pai Natal com ateliê mágico dos duendes, um incrível carrossel de Natal parisiense e uma pista de gelo.Pode ainda divertir-se a experimentar o baloiço de Natal e até a viajar no comboio de Natal pela zona ribeirinha. A entrada é livre.
Seixal recebe o Natal este sábado 

A Aldeia Natal está de volta ao núcleo urbano antigo do Seixal, com iluminações e muita diversão, com pequenos e graúdos a unirem-se numa tradição em que não faltam os símbolos da época.
De 30 de Novembro a 29 de Dezembro, todos estão convidados a visitar a casa do Pai Natal e o ateliê mágico dos duendes, a viajar no carrossel de Natal parisiense, a patinar na pista de gelo, a divertir-se no baloiço de Natal e até a viajar no comboio de Natal pela zona ribeirinha. 
Durante estes dias, as famílias poderão assistir a várias iniciativas e a um programa de animação que até incluirá fogo de artifício, mas há mais: um Mercado de Natal com um espaço dedicado à doçaria da época e ideias de presentes.
A Aldeia Natal do Seixal estará aberta de segunda a quinta-feira, das 9h30 às 20 horas, e de sexta-feira a domingo, das 10h30 às 22 horas. No dia 24 de Dezembro, funciona das 9h30 às 16 horas, e no dia de Natal, das 14 às 19 horas. A entrada é livre.
Durante o período da Aldeia Natal do Seixal, a autarquia vai promover passeios em embarcações tradicionais, no varino Amoroso e no bote de fragata Baía do Seixal. O embarque e desembarque acontece no Núcleo de Náutica de Recreio do Seixal.
O acesso é gratuito, mas sujeito a inscrição prévia até 30 minutos antes do embarque, no próprio dia e presencialmente no Posto Municipal de Turismo. Os passeios estão condicionados à lotação máxima de 60 pessoas, no Amoroso, de 30 pessoas, no Baía do Seixal, e às condições climatéricas.
Ao mesmo tempo decorre a 31ª edição dos Concertos de Natal em vários espaços públicos do concelho, com a participação de vários grupos corais locais.
A iniciativa organizada pela Câmara do Seixal em colaboração com as juntas de freguesia do concelho, "promete durante os fins de semana animar os munícipes com música e o verdadeiro espírito do Natal", conta a autarquia. 
Consulte aqui o programa completo da 31ª edição dos Concertos de Natal. 

Concurso de Doçaria de Natal
Integrado na Aldeia Natal do Seixal, vai realizar-se a 3.ª edição do Concurso de Doçaria de Natal, com o objetivo de divulgar e promover a doçaria tradicional da época natalícia.
Podem participar pastelarias e padarias, doceiros particulares e representantes de associações e coletividades. A inscrição é gratuita, com o limite de inscrição de dois doces por concorrente, e deverá ser feita até dia 6 de Dezembro, através do preenchimento da ficha de inscrição que se encontra disponível nos Serviços Online e onde poderá também ter acesso às normas de participação.
Cada concorrente deverá entregar dois exemplares do doce (ou doces) com que concorre, sendo um para apreciação do júri e outro para exposição ao público. Os doces deverão ser entregues, obrigatoriamente, até às 14h30 do dia 15 de dezembro, no salão nobre da Associação Náutica do Seixal (Praça Mártires da Liberdade, Seixal), para que possam ser apreciados pelo júri.
A cerimónia de entrega dos prémios realiza-se a partir das 16h30, no palco colocado no jardim da Praça dos Mártires da Liberdade, mesmo em frente à Associação Náutica do Seixal.
O prémio a atribuir ao vencedor, no montante de 500 euros (em cartão de compras), será oferta do Município do Seixal, sendo atribuído ainda um Prémio Turismo, a cargo da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa. Serão entregues certificados de participação a todos os concorrentes.

Agência de Notícias com Câmara do Seixal
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Em Dezembro, “viva o Natal no concelho de Palmela”

Reúna a família e venha celebrar a época natalícia em Palmela e Pinhal Novo 


Transformar Palmela numa vila Natal, com decoração das montras, janelas e varandas, a partir do próximo dia 1 de Dezembro até 6 de Janeiro, é o convite apresentado pela Câmara Municipal aos residentes e comerciantes do Centro Histórico, no âmbito do concurso “Natal à Janela”. O programa “Viva o Natal em Palmela”, pretende dinamizar o Centro Histórico da vila, através da promoção do comércio local, da valorização do património e da atratividade turística. O Centro Histórico de Palmela irá encher-se de luz, música e animação e, para quem quiser fazer as compras da quadra, pode visitar o Mercado de Natal. No Pinhal Novo, de 14 a 24 de Dezembro, haverá um Mercadinho de Natal. 
Palmela vai ter animação de Natal 

Percorrer as ruas e largos do Centro Histórico de Palmela e “sentir” o espírito da época natalícia é o objetivo desta iniciativa que conta com a participação, e criatividade, de todos "para embelezar Palmela com um cenário digno desta época", diz a autarquia em comunicado. Com uma preocupação ambiental, esta edição do concurso apela à utilização de materiais naturais, reciclados ou reaproveitados.
Até esta sexta-feira, os interessados em participar devem preencher e entregar a ficha de inscrição nos atendimentos da Câmara Municipal, no Posto de Turismo ou enviar via digital através do endereço eletrónico grch@cm-palmela.pt.
No dia 6 de janeiro de 2020 serão entregues os prémios às duas categorias a concurso: janelas/varandas e montras.
O Concurso Natal à Janela é uma das iniciativas do programa Viva o Natal em Palmela que, este ano, contará com a realização do Mercado de Natal e exposição do presépio com figuras etnográficas.
De 1 de Dezembro a 6 de Janeiro de 2020, “Viva o Natal em Palmela”! O espírito natalício vai estar presente por todo o Centro Histórico da vila, com um presépio, o Mercado de Natal e o Concurso Natal à Janela.
O Presépio de Natal, da autoria da escultora Teresa Martins, com figuras em tamanho real, de caráter religioso e também etnográfico, é já um dos grandes atrativos do “Viva o Natal em 
Palmela”.
De 13 a 23 de Dezembro, o Mercado de Natal, este ano no Largo de S. João, será uma oportunidade privilegiada para adquirir produtos regionais de qualidade para oferecer nesta época natalícia.
Animação musical, diversões infantis e a incontornável presença do Pai Natal, com a sua casa e uma charrete que viajará entre o Largo de S. João e os Paços do Concelho, completam o programa, que termina com o tradicional Cantar das Janeiras, a 6 de Janeiro nas ruas do centro histórico da vila.

Mercadinho de Natal no Pinhal Novo 
Até 24 de Dezembro, o Natal no Mercado Municipal de Pinhal Novo proporciona um conjunto de atividades para celebrar esta época em família, com destaque para o Mercadinho de Natal, de 14 a 24 de Dezembro.
Uma Feira do Livro, ateliês para crianças, apontamentos culturais, uma exposição de decorações de Natal ecológicas e, como não podia deixar de ser, a presença do Pai Natal, na véspera de Natal, para alegria dos mais novos, completam o programa. Ao mesmo tempo, no exterior do Mercado, haverá um carrossel e venda de farturas e castanhas assadas.
As atividades são organizadas pela Câmara de Palmela e vários parceiros e vão decorrer durante o horário de funcionamento do Mercado.

Feiras do livro em Pinhal Novo e Palmela
A autarquia, em parceria com o Grupo Porto Editora, organiza duas Feiras do Livro de Natal: Até 1 de Dezembro, no Mercado Municipal de Pinhal Novo, e de 10 a 14 de Dezembro, na Biblioteca Municipal de Palmela.
Nos dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro, a partir das 10 horas, vai decorrer, em simultâneo, um ateliê de atividades manuais para crianças, no Mercado Municipal de Pinhal Novo.
Na Biblioteca de Palmela, a Feira poderá ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10 às 19 horas, e ao sábado, das 14 às 19 horas.
Os visitantes beneficiam de descontos de 10 por cento sobre o preço de capa e 10 por cento das vendas revertem em livros para a Biblioteca. 
"Aproveite esta oportunidade e, nesta quadra natalícia, ofereça livros aos seus familiares e amigos", conclui a autarquia.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela
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Feira de Natal na vila da Moita até 5 de Janeiro

Música, teatro, presépios e gastronomia no Natal ribeirinho

A vila da Moita recebe, até 7 de Janeiro, a sua segunda Feira de Natal. É na Praça da República que vai encontrar a Casa do Pai Natal, os carrosséis infantis, a Árvore de Natal, as “banquinhas” de artesanato, doces e outros artigos natalícios, mas as animações vão acontecer também noutras artérias desta vila ribeirinha. Esta Feira de Natal, que promete muita animação, é organizada pela Comissão Coordenadora das Festas do Município da Moita, movimento associativo local com o apoio da Câmara Municipal e Junta de Freguesia. A festa do Natal chega ainda às localidades de Alhos Vedros, Baixa da Banheira e Vale da Amoreira "numa programação pensada para toda a família", diz a autarquia da Moita. 
Comemorações começam a 1 de Dezembro 

Música, exposições, presépios, teatro, mercados fazem parte do programa comemorativo do Natal em todo o concelho da Moita. Em Dezembro, vários espaços públicos e equipamentos vão acolher iniciativas destinadas a assinalar a época natalícia, promovidas pela Câmara Municipal, juntas de freguesia, Comissão Coordenadora das Festas do Município da Moita, Movimento Associativo e comerciantes.
Após o sucesso do ano anterior, a Praça da República e as principais artérias da vila da Moita vão acolher, de 1 de Dezembro a 5 de Janeiro, a segunda edição da Feira de Natal que inclui, no programa, diversas animações para toda a família.
A abertura da Feira está marcada para dia 1 de Dezembro, pelas 14 horas na Praça da República. No mesmo dia, chega o Pai Natal, com a rena, soldadinhos, duendes, malabaristas, músicos acompanhados pelo Moto Clube da Moita, Grupo de Bombos “Bordoada” e Romeiros da Tradição Moitense. 
Decorre também o espetáculo de luz e som a cargo do DJ André Freitas e é acesa a Iluminação de Natal, na Rua Machado Santos, Rua Miguel Bombarda e Praça da República.

Programação de Natal chega a todo o concelho
Nos dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro, a Praça da República, em Alhos Vedros, acolhe o Mercado de Natal. No mesmo local, está patente, em Dezembro, o Presépio de Natal.
A partir de 7 de Dezembro, até 7 de Janeiro, o Largo Conde Ferreira, na Moita, recebe a Exposição de Árvores de Natal elaboradas pelas escolas e, junto ao Mercado Municipal da Moita, está patente a Exposição Presépio em Tamanho Natural, elaborado por alunos da Escola Básica 2/3 D. Pedro II.
A 7 e 8 de Dezembro, o Pavilhão da União Desportiva e Cultural Banheirense recebe o Mercado de Natal da Associação de Geminação. No Ginásio Atlético Clube vai decorrer, a 14 de Dezembro, a partir das 14h30, a Festa de Natal Comunitária.
A 3ª Edição da Festa de Natal dos Comerciantes e Tradicional Ginjinha, na Rua 1º de Maio, realiza-se a 15 de Dezembro, a partir das 14h30.
Na área cultural, a Câmara da Moita promove, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, a 8 de Dezembro, às 11 horas, a sessão de cinema infantil “Astérix – O Segredo da Poção Mágica” e, a 14 de Dezembro, às 16 e 17h15, o teatro dirigido ao público infantil “Kaô: Embalos do Mundo”.
No dia 14, pelas 15 horas, o Centro de Experimentação Artística acolhe a Festa de Natal dos Tocá Rufar, um momento de convívio entre todos aqueles que compõem a Orquestra, mas aberto também a quem se queira juntar a este momento de partilha cultural.
Na Biblioteca da Baixa da Banheira, os mais novos podem participar, nos dias 19 e 20, a partir das 15h30, na iniciativa “Hora e Meia de Diversão nas Férias de Natal” que visa a construção de elementos decorativas para usarem na ceia de Natal.
Na Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira, de 3 a 20 de Dezembro, e na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, de 17 a 20 de Dezembro, o Hora e Meia de Diversão nas Férias do Natal destina-se a todas as crianças que frequentem a biblioteca, e tem como objetivo a decoração da árvore de Natal para as salas infantojuvenil destas Bibliotecas.
No âmbito do Programa Movimento Sénior, realiza-se também a 16 de Dezembro, pelas 15h30, a Mega-Aula de Natal, no Pavilhão Desportivo da Moita.

Agência de Notícias com Câmara da Moita 
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Natal começa este sábado à tarde no Montijo

Natal com Arte traz música, espetáculos infantis, presépios e mercado

O Natal com Arte está de volta com uma programação diversificada, que traz, ao Montijo, a magia do Natal embrulhada em muita música, animação de rua, dança, teatro, exposições e solidariedade. A partir de sábado, 30 de Novembro, e até 6 de Janeiro há mercado de Natal, concertos, oficinas criativas e, naturalmente, que também o Pai Natal vai cá estar, a partir de 7 de Dezembro, para colocar sorrisos no rosto das crianças. Para além de arte, o Natal é sobretudo “um tempo de fraternidade, de afetos, de amizade e de concórdia entre todos”, como frisou o presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta. A autarquia apela, ainda, às compras natalícias no comércio local para ajudar algumas instituições da cidade.
Cidade já prepara o Natal 

A programação do Natal com Arte arranca dia 30 de Novembro, pelas 16 horas, na Galeria Municipal com a inauguração da exposição “Reencontros: 20 anos: 1999-2019”, composta por obras de alguns dos maiores pintores contemporâneos portugueses: Marcelino Vespeira, Fernando Azevedo, João Vieira, Nikias Skapinakis e Rolando Sá Nogueira.
Da arte na Galeria Municipal, passamos para o brilho das luzes de Natal: a abertura da iluminação de Natal será às 18 horas, na Praça da República, seguindo-se o concerto de Natal pela banda “Christmas Brothers”, formada por quatro elementos: voz, guitarra, baixo e bateria, que irão interpretar temas clássicos da época natalícia. Um espetáculo da United Visionary Arts, com produção e direção geral de Fábio Simões e direção musical de Susana Jordão.
Este ano, na Praça da República, junto à Igreja Matriz do Divino Espírito Santo estará um Presépio de grandes dimensões, que poderá apreciar até ao dia 6 de Janeiro de 2020.
Neste primeiro fim de semana do Natal com Arte, no dia 1 de Dezembro, pelas 11 horas, no Mercado Municipal será inaugurada a 11.ª edição da exposição “A Arte dos Presépios”.
Aponte, também, já na sua agenda a chegada do Pai Natal ao Montijo: será no dia 7 de Dezembro, pelas 15 horas, com partida do Museu Municipal Casa Mora até à Praça da República. Enquanto os mais pequenos pedem os seus desejos na Casinha do Pai Natal, brincam na Oficina dos Brinquedos, na Quinta dos Animais ou na Casa dos Duendes, aproveite para fazer as suas compras no Mercado de Natal, que vai estar na Praça da República, de 7 a 22 de Dezembro.
O Natal com Arte vai espalhar, ainda, a magia desta época do ano um pouco por todas as freguesias, através do ciclo de concertos “Uma Igreja, Um Concerto”.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo
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Palmela baixa IMI para 0,36 por cento em 2020

Autarquia unida aprova descida de impostos municipais 

A Câmara de Palmela aprovou, de forma unânime, uma taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) de 0,36 por cento a aplicar em 2020 aos prédios urbanos, dando continuidade, diz a autarquia, "à redução gradual desta taxa, de forma consistente, coerente e para todos os contribuintes". Mantém-se, ainda, a adoção do IMI familiar, que se traduz numa devolução de 181 mil euros para as famílias com filhos. Arrendamento jovem e prédios urbanos considerados com eficiência energética têm uma redução de 25 por cento do imposto. Em sentido oposto, os prédios urbanos que se encontrem devolutos há mais de um ano e prédios em ruína, o IMI é agravado em 300 por cento. 
IMI desce mas devolutos pagam mais imposto 

No ano passado a taxa situou-se em 0,375, mas face aos resultados, disse o presidente da autarquia, “deve ser dado mérito à CDU que sempre disse que a partir do momento que se consiga o equilíbrio financeiro, tomaríamos outras medidas”. Álvaro Amaro reafirmou a vontade de “chegar sem sobressaltos aos 0,35 no próximo ano”. Para já, em 2020, a taxa fixa-se nos 0,36 por cento, uma das mais baixas da península de Setúbal.
Sem que se vislumbrem indícios de recuperação significativa noutras fontes de receita e sem prejudicar a capacidade de investimento e o equilíbrio financeiro – confirmado pelo Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2018, onde Palmela subiu para o 10.º lugar do ranking global dos municípios de média dimensão - o município tem em conta, na aplicação desta taxa, "um importante conjunto de majorações e minorações, em articulação com as políticas municipais para áreas como a regeneração urbana, o desenvolvimento económico, com a criação de novas áreas de comércio e serviços, e o incentivo ao arrendamento jovem".
 Sai, assim, reforçado "o conjunto de benefícios fiscais já em vigor no âmbito do Programa Municipal de Incentivo para a Reabilitação de Prédios Urbanos no Concelho de Palmela ou das Áreas de Reabilitação Urbana do Centro Histórico de Palmela e de Pinhal Novo", realça a autarquia. 
Entre as novidades para o próximo ano, estão o aumento das rendas consideradas para as minorações no caso de arrendamento jovem, ajustando o intervalo aos atuais valores de mercado, e a redução de 25 porcento da taxa de IMI a aplicar a prédios urbanos considerados com eficiência energética.
Em sentido oposto, os prédios urbanos que se encontrem devolutos há mais de um ano e prédios em ruína, em toda a área do concelho, o IMI é agravado em 300 por cento. 
Para os prédios degradados em toda a área do município, que constituam perigo para a segurança de pessoas e bens, os proprietários pagam mais 30 por cento de IMI.

Oposição "satisfeita" aprova por unanimidade 
O líder da bancada socialista, Raúl Cristóvão, lembrou que “defendemos no nosso compromisso eleitoral a descida para os 0,35 por cento até final do mandato e a taxa agora apresentada aponta para isso”. O autarca destacou também a aplicação do IMI Familiar e “não temos medo de dizer que apoiamos a proposta”.
Paulo Ribeiro, vereador do PSD/CDS-PP, explicou que pela primeira vez não apresentou proposta de taxa porque no último ano já tinha sugerido esse valor. “Sugeri que fosse aplicada a taxa de 0,36 por cento para 2020, o que está a acontecer e irei votar a favor”, afirmou o autarca, satisfeito porque “as famílias com filhos também irão beneficiar com o IMI mais baixo”. 
Assim, segundo a proposta, as famílias com um filho a cargo terá uma redução de 20 euros, enquanto uma com dois filhos terá o dobro (40 euros) e as famílias com 3 ou mais filhos serão beneficiados numa redução de 70 euros.
O vereador do MIM, José Calado, sugeriu que a “diferença devia ser para apoiar famílias carenciadas”.

Micro e pequenas empresas continuam isentas de Derrama
Na mesma reunião, o município aprovou a isenção do pagamento de Derrama para as micro e pequenas empresas do Concelho, concretamente, cujo volume de negócios não ultrapasse os 150 mil euros, num sinal de "incentivo à dinamização e ao desenvolvimento do tecido económico e à concretização de novas ideias de negócio", disse Álvaro Amaro. 
Para as empresas com lucro acima deste valor, o valor da Derrama a pagar mantém-se em 1,5 por cento.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 

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Canha recebe dia 1 a maior prova de BTT do país

Maratona BTT traz o vencedor da Volta a Portugal

João Rodrigues, vencedor da Volta a Portugal em Bicicleta 2019, vai estar entre os cerca de 600 participantes que, no próximo dia 1 de Dezembro, vão pedalar na 15.ª Maratona BTT em Canha, no concelho do Montijo. A competição, com tiro de partida marcado para as 9h30, contará ainda com a habitual participação de Marco Chagas, que venceu por quatro vezes a Volta a Portugal (em 1982, 1983, 1985 e 1986), a quem se junta ainda outro nome bem conhecido do ciclismo português que tem vindo a evidenciar-se no pelotão internacional: o montijense Rúben Guerreiro. A prova de Canha é uma das "maiores" e "mais importantes" do país nesta modalidade.
Prova realiza-se a 1 de Dezembro 


A vila de Canha continua a ser uma referência na modalidade de BTT e, tal como habitualmente, recebe no primeiro domingo de Dezembro mais uma Maratona BTT Canha, uma das maiores do país. Este ano, a décima quinta edição está marcada para o dia 1 de Dezembro, a partir das 9h30.
Na confluência de três províncias, Estremadura, Ribatejo e Alentejo, Canha engloba caraterísticas naturais destas províncias. 
"Podemos dizer que é um paraíso para os desportos de aventura e lazer. Não sendo nada acidentada, esta região tem a sua dificuldade marcada pelas condições climatéricas que, no caso de grandes chuvadas, complicam imenso os percursos", explica a organização do evento.
A Maratona BTT continua a ser um evento turístico e de desporto amador, mas que atrai um número consideravelmente grande de atletas do BTT e do Ciclismo em geral. Marco Chagas, um dos grandes nomes do ciclismo, é um dos habituais participantes e, este ano, será acompanhado por João Rodrigues, vencedor da Volta a Portugal em Bicicleta 2019, e Rúben Guerreiro, ciclista montijense que faz parte do pelotão internacional da modalidade.
Outros atletas profissionais, que encontram em Canha condições ótimas para os seus treinos, também estarão presentes, até porque, apenas para controle próprio dos atletas, existirão meios para a tomada de tempos, tanto do percurso curto como do longo.
“Como habitualmente, os participantes podem optar pela inscrição em três distâncias distintas: a maratona com 60 quilómetros, a meia maratona com 35 quilómetros ou um passeio mais ligeiro com uma extensão de 20 quilómetros”, revela a Câmara Municipal do Montijo, que apoia o evento, considerando-o como “uma das maiores” provas da especialidade disputadas em Portugal
A taxa de inscrição (10 euros) inclui dorsal, tempos, seguro, banhos, abastecimentos líquidos e sólidos, lavagem de bicicletas e lembranças simbólicas para todos os participantes.
Os interessados podem inscrever-se em www.apedalar.pt.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
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Homem preso por agressão a ex-companheira na Amora

Relação manda para a prisão agressor que foi libertado pelo tribunal de Almada

O Tribunal da Relação de Lisboa contrariou a decisão do tribunal de Almada que suspendeu a pena de três anos e nove meses de prisão a um homem de 33 anos por violência doméstica agravada contra a sua companheira, no concelho do Seixal, e ordenou agora que o arguido cumprisse a pena em prisão efetiva. A notícia avançada pelo Jornal de Notícias, conta que os juízes desembargadores decidiram em consonância com o Ministério Público de Almada que, no recurso, apelou à prisão efetiva, apontando para dez condenações anteriores por crimes não relacionados com violência doméstica, uma das quais a prisão efetiva por tráfico de droga, a personalidade violenta do arguido e as suas condições de vida.
Tribunal muda sentença e manda prender agressor  

Refere o jornal, que teve acesso ao acórdão do Tribunal da Relação, pode-se ler  "não sendo possível acreditar que a simples censura do facto e a ameaça de pena de prisão realizem de forma adequada as finalidades da punição, não há fundamento para suspensão da execução da pena de prisão".
Sabe-se que agressor e vítima namoraram entre 2014 e Setembro de 2017. Tiveram um filho, residiram na Amora, Seixal e depois mudaram-se para a Torre da Marinha, no mesmo concelho. Durante a relação e quando viviam juntos, o homem ameaçou a companheira de morte, empurrou-a e atirou-lhe objetos dentro de casa, mas foi depois de a relação terminar que o clima de terror se instalou.
O homem, ainda segundo a decisão do tribunal, não aceitava o fim da relação, tinha ciúmes doentios e ameaçava a ex-companheira de morte através do telemóvel. Quando esta bloqueava os seus números, o agressor comprava telefones descartáveis para prosseguir com as ameaças de morte à companheira e aos supostos namorados.
O tribunal deu como provado, em sentença datada de Maio passado, que o arguido quis "criar permanente medo, perturbação e um clima de terror nocivo à estabilidade emocional da vítima, perturbando-a no seu local de trabalho, na sua casa e na rua".
Numa das situações de violência comprovadas em tribunal ocorrida em 2017, o agressor deslocou-se ao posto de trabalho da ex companheira, no Centro Comercial Colombo, em Lisboa, e ameaçou-a de morte. A mulher recuou para dentro do estabelecimento comercial onde trabalhava e foi mesmo necessário chamar a segurança para o expulsar. Enquanto saía, o arguido ameaçou que colocava uma bomba no posto de trabalho da ex-companheira.
Mais tarde, em 2018, o arguido deslocou-se à casa da ex-companheira e desferiu pontapés na sua porta, ofendendo-a insistentemente. Quando abordado por uma vizinha sobre o motivo de tal comportamento, o arguido afirmou que a ex-companheira não o deixava ver o filho.
Em tribunal, o arguido negou que alguma vez tenha agredido fisicamente ou verbalmente a companheira, já que as injúrias que lhe dirigiu foram sempre ao telefone e já quando não residiam juntos. Assumiu apenas que enviou as mensagens por estar de cabeça perdida pelo facto de a mulher não lhe permitir ver o filho. 
Sobre o ocorrido no posto de trabalho da vítima, o arguido assumiu que se deslocou ao trabalho da vítima no sentido de falar com ela para tentar ver o seu filho, mas negou ter ameaçado ou injuriado qualquer dos seus colegas de trabalho. O tribunal achou o contrário e o homem terá mesmo de cumprir três anos e nove meses de prisão efetiva.

Agência de Notícias
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Mecenas de Palmela consolida parcerias e atrai empresas

Mecenas investem 107 mil euros em projetos para a comunidade 

Promovido pela Câmara de Palmela, o “Encontro Mecenas de Palmela 2019” juntou, na Quinta do Piloto, em Palmela, dezenas de empresários do Concelho que, este ano, apoiaram quer projetos municipais, quer iniciativas promovidas pelo movimento associativo ou pela rede solidária. Num dia de agradecimento, mas também de balanço e visão futura. "Os números apresentados são risonhos e reveladores: o programa Mecenas de Palmela está a crescer e a afirmar-se como uma marca no território", disse Álvaro Amaro, presidente da Câmara de Palmela. Durante este ano, as empresas e empresários apoiaram os projetos municipais com mais de 100 mil euros. 
Número de mecenas aumenta em Palmela 

Com múltiplas vocações, Palmela tem sido território de eleição para empresas de várias dimensões, que encontram no concelho um ambiente favorável para a criação de investimento e ambicionam, também, deixar a sua marca positiva na comunidade local.
Perante a consolidação desta rede de partilha, assente numa lógica de responsabilidade social, o presidente do município de Palmela, Álvaro Amaro, destacou a importância dos agentes locais “investirem de múltiplas formas”, devolvendo à comunidade “valores materiais, ideias, corresponsabilização e partilha no território” consolidando a visão de um ecossistema empreendedor que não se limita ao contexto económico.
Este ano, o Programa Mecenas de Palmela contou com 46 mecenas ativos e foram apoiados 37 projetos, em áreas tão diversificadas e transversais como o Ambiente, Associativismo, Centro Histórico, Património, Cultura, Turismo, Desporto, Juventude, Educação, Intervenção Social e Proteção Civil. Quanto ao valor angariado quase duplicou, face ao ano transato, ascendendo os 107 mil euros.
Sobre esta evolução positiva, Álvaro Amaro realçou também que, pela primeira vez, o município conseguiu “trazer para este ambiente de mecenato e de responsabilidade social dez novas empresas”.
Com a apresentação de um conjunto de propostas para 2020, o Município de Palmela espera continuar a reforçar a colaboração dos mecenas, nas mais variadas áreas de intervenção, com destaque para os "projetos na área do social e do associativismo que, fruto da redução de alguns apoios públicos, necessitam de mais parcerias locais, e para os projetos mais emblemáticos, como o plano de ação Palmela é Música, que traduzem a identidade do concelho", conclui a autarquia.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 
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Recolha porta a porta já começou na Quinta do Conde

Quatro mil munícipes com recolha personalizada de lixo na Boa Água 3 


A Câmara de Sesimbra iniciou nesta terça-feira, na Boa Água 3, freguesia da Quinta do Conde, a recolha de resíduos indiferenciados porta a porta em moradias unifamiliares. O modelo vai alargar-se depois ao Casal do Sapo, Fontainhas e Courelas da Brava. Nesta primeira fase, serão abrangidas 1100 moradias, o que representa cerca de quatro mil munícipes. A intenção é chegar a outras zonas do concelho, com base numa candidatura que está a ser desenvolvida pela autarquia ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos do Portugal 2020.
Recolha porta a porta avança no concelho de Sesimbra 

A implementação do projeto arrancou na Boa Água 3, com a entrega de contentores de 120 litros em cada moradia e disponibilização de informação sobre o projeto, assim como materiais de apoio. Ao mesmo tempo, a Amasrsul, empresa responsável pela recolha seletiva de resíduos na Península de Setúbal, iniciou a recolha porta a porta de plástico e papel, entregando, em simultâneo, contentores semelhantes.
"A recolha de resíduos Porta a Porta é um modelo personalizado que existe em vários municípios do país. É mais cómodo, pois evita deslocações, por vezes extensas, para a deposição dos resíduos. Ao nível da conservação do espaço público também são notórios os benefícios, pois liberta passeios e zonas de estacionamento onde existem contentores para peões e automobilistas", explica a Câmara de Sesimbra em comunicado.
Outro dos aspetos positivos a salientar é a redução de episódios de "abandono de resíduos em espaços públicos e de problemas de salubridade que, por vezes, se verificam junto de pontos de deposição de resíduos". Uma vez que se trata de uma recolha personalizada, com responsabilidades para o produtor, poderá ser "implementado um sistema de benefícios económicos em função do desempenho de cada morador", diz a autarquia.
Este modelo de recolha consiste na atribuição, por parte da autarquia, de um contentor a cada munícipe, que terá de o colocar fora da moradia no dia anterior à recolha. Com recurso a um sistema de georreferenciação, a viatura de recolha passará à porta de cada moradia de madrugada e recolherá os resíduos, voltando a colocar o contentor junto à entrada, para que seja recolhido pelo proprietário de manhã, já vazio e pronto a reutilizar.
O processo não tem quaisquer custos adicionais, no entanto, a lavagem e manutenção do contentor é da responsabilidade de cada morador.
Os resíduos devem ser acondicionados em sacos, tal como acontece até agora, visto que permanecerá alguns dias no contentor, e desta forma minimizam-se odores e lixiviados.
Os moradores das zonas que vão ser abrangidas estão a ser contactados pela Câmara de Sesimbra e pela Amarsul para conhecerem o projeto e a forma de funcionamento do mesmo.
"Serão disponibilizados pelas duas entidades folhetos com todas as informações necessárias e contactos para esclarecimentos adicionais. Também está previsto a possibilidade de contactos por SMS, com informações adicionais ou simplesmente para avisos de agenda", conclui a Câmara de Sesimbra.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra 
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Escola da Amora tida como "um bom exemplo" nacional

É uma das escolas onde todos os dias se fazem "milagres"

Numa escola degradada da Amora, concelho do Seixal, frequentada por alunos de 24 nacionalidades, todos os dias se fazem “milagres” e “ninguém é deixado para trás”, num dos oito casos apresentados como “inspiradores” do relatório do Conselho Nacional de Educação, divulgado nesta terça-feira. A escola é antiga e nasceu paredes-meias com o Bairro da Jamaica, um dos mais problemáticos da área metropolitana de Lisboa. É um dos estabelecimentos de ensino onde os alunos do 9.º ano conseguem ter melhores resultados académicos do que seria esperado, tendo em conta a média nacional para escolas com alunos de contextos socioeconómicos semelhantes. "Um exemplo para o país", diz quem coordena a educação em Portugal. 
Escola tem alunos de 24 países

Ao longo dos anos, a escola Escola Paulo da Gama foi-se transformando à semelhança do que acontecia à sua volta. À medida que o concelho do Seixal ia acolhendo mais imigrantes, a escola ia somando alunos de novas nacionalidades.
Hoje, tem estudantes de 24 países, quase todos moradores do Bairro da Jamaica. “É uma escola onde coabitam diferentes nacionalidades e muitas culturas”, conta Filomena Ramos, assessora técnica do Conselho Nacional da Educação, acrescentando que “estão sempre a chegar novos alunos” durante todo o ano letivo. Filomena fez parte da equipa que durante uma semana passou ali os dias, falando com professores, funcionários, alunos e encarregados de educação.
São conhecidos os casos de conflitos entre alunos quando estão no bairro, mas as discórdias entre diferentes nacionalidades e étnicas ficam do lado de fora dos muros da escola.
De um dia para o outro, mudam de país, de cultura, de clima, de bairro. “A escola tem essa noção e tenta suprir estas carências”, explica a técnica do Conselho Nacional de Educação, recordando as palavras da diretora que defende uma aprendizagem dos afetos em que os alunos sentem que “a escola se interessa por cada um deles”.
Na Escola Básica do 2.º e 3.º ciclos Paulo da Gama, todos são conhecidos pelo nome próprio e em todos é depositada a confiança no sucesso académico. Professores e funcionários “acreditam que todos são capazes” e que a aprendizagem “é um percurso que pode demorar mais ou menos tempo”.
Numa escola onde não é estranho encontrar jovens que deixaram os pais no país de origem para estudar, a “segurança afetiva” é muito importante.
Durante a semana de visita, os técnicos perceberam que os alunos estimavam aquele espaço. “A escola é muito velha, está muito degradada, mas não vemos grafitis, nem papéis, nem lixo no chão. Sente-se que os alunos a estimam”, relata Filomena .

“Todos gostam de dançar"
A equipa do Conselho Nacional da Educação assistiu a uma aula de educação física que considera exemplar. “Era uma aula muito diferente porque era de dança”, recordou, descrevendo que os conflitos que existem no Bairro da Jamaica, entre alunos de diferentes nacionalidades e etnias, desapareceram. “Todos gostam de dançar e a professora conseguiu pôr toda a classe a dançar em conjunto”.
A atitude dos docentes também surpreendeu os técnicos. Sem sala de professores para descansar ou trabalhar, foram vistos a “trabalhar em qualquer canto da escola”, observou.
Uma escola com tão poucos recursos levou o Conselho Nacional da Educação a considerar que ali se “fazem milagres”.
As queixas da falta de condições existem. Filomena Ramos lembra a professora de Física que disse ter “muita pena por não poderem ter um laboratório em condições”. A assessora do Conselho Nacional da Educação reconhece que “o laboratório era uma coisa muito rudimentar”, mas, sublinha que nem por isso encontrou na docente qualquer vontade de baixar os braços.
“Não há desistência da parte dos professores porque não têm condições, nem dos funcionários que vivem, por vezes, situações complicadas com os pais e mães”.
O resultado do trabalho de campo da equipa do Conselho Nacional da Educação está agora disponível no relatório “Estado da Educação 2018”, que pela primeira vez escolheu oito exemplos de boas práticas académicas, desde escolas básicas a universidades seniores e instituições de apoio a crianças problemáticas.
À Lusa, a presidente do Conselho Nacional da Educação, Maria Emília Brederode Santos, considerou que estes são casos "inspiradores" do que se faz no país. “Mudar sozinho é quase impossível. Por isso em todos os casos há uma equipa que procura mudar”, sublinha a presidente do CNE, no prefácio do relatório hoje divulgado, onde lembra que “muitas vezes onde é mais necessário mudar é onde há menos condições para o efeito”.

Agência de Notícias com Lusa 
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União das Freguesias de Pegões celebrou aniversário

"É essencial descentralizar meios e recursos para as freguesias" 

A União das Freguesias de Pegões celebrou o seu sexto aniversário, no polo da junta em Santo Isidro de Pegões, com uma sessão solene que contou com a apresentação do livro “A Colónia Agrícola de Pegões” e com a homenagem aos voluntários da freguesia. Antes destes momentos, houve lugar aos discursos oficiais com o presidente de Junta de Freguesia da União das Freguesias de Pegões, António Miguens, a salientar a importância histórica do Colonato de Pegões, apelando ao presidente da câmara para “que a revisão do Plano Diretor Municipal não permita a descaracterização deste património” e solicitando, também, algumas obras estruturantes para a freguesia como o Centro Escolar de Pegões.
Autarcas festejam aniversário de freguesia 

Nuno Canta, presidente da Câmara do Montijo, assegurou que a autarquia está sempre disponível para “encontrar, em conjunto com os autarcas e a população, soluções para aumentar a qualidade de vida da freguesia".
Nesta lógica, disse o autarca, "tem sido por isso essencial descentralizar meios e recursos para as freguesias e vamos continuar a fazê-lo, por exemplo, com a criação dos Espaços do Cidadão. Assumimos que só assim as autarquias podem responder em proximidade, em diálogo com as pessoas e a favor das pessoas".
Como referido, o evento contou com a apresentação do livro “A Colónia Agrícola de Pegões” de Sara Pereira, professora de história do ensino básico e secundário. A obra é a sua tese de mestrado e, como a própria afirmou, pretende ser “um contributo para contar o que se passou no Colonato de Pegões, onde um conjunto de pessoas, que vieram de todo o país, fizeram uma obra fantástica. Gostava, também, que fosse um contributo para que este local nunca perca a sua identidade”.
Para lá da apresentação do livro, o 6.º aniversário da União das Freguesias de Pegões contou com a homenagem às voluntárias e voluntário que diariamente colaboram com a junta e com a inauguração da exposição de pintura do artista local Armando Padilla, que está patente na sede da Junta da União das Freguesias de Pegões.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
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Passeios mostram Alcácer do Sal sob as luzes de Natal

Autarquia propõe passeios no galeão Pinto Luísa durante quadra natalícia

Há locais que se tornam um presépio natural na época natalícia e Alcácer do Sal é, sem dúvida, um deles. Para se admirar a beleza da cidade iluminada por mil cores, como um postal de Natal real, pelo segundo ano consecutivo o município de Alcácer do Sal irá promover os passeios “Natal no Sado”, a bordo do galeão Pinto Luísa. Com ponto de encontro no cais da margem sul, os passeios terão a duração de cerca de 60 minutos, ao som de músicas de Natal e enquanto o participante se delicia com uma bebida quente e bolachinhas alusivas à época. Ainda nesta época "mágica", a autarquia leva mais de 600 crianças a celebrar Natal no Santuário do Senhor dos Mártires. Oficina dos Sonhos já começou e propõe representação do conto ‘Como Grinch roubou o Natal’. A partir de 30 deste mês há a feira do Livro no Largo Luís de Camões. 
Luzes de Natal vistas a partir do Sado 

Alcácer do Sal encanta todos os dias, mas deslumbra ainda mais na quadra natalícia. Por isso mesmo, o programa turístico do município “Alcácer tem Vida” uniu-se à campanha “O melhor para o seu natal está no comércio local” e, ao longo do mês de Dezembro, convida a passeios de 60 minutos a bordo do galeão Pinto Luísa, onde os participantes vão poder desfrutar de uma paisagem magnífica ao som de música da época e usufruir do enquadramento histórico de Alcácer, saboreando um delicioso chocolate quente.
A iniciativa vai decorrer ao longo do mês de Dezembro, estando previstas as seguintes viagens a 1, 3, 4, 12, 13, 14, 15, 16 e 17, 19, 20, 26 e 27. 
O passeio é pago e a inscrição prévia deve ser realizada junto do Posto de Turismo de Alcácer do Sal, no Largo Luís de Camões ou através dos e-mails turismoalcacer@m-alcacerdosal.pt e postoturismo@m-alcacerdosal.pt
O esclarecimento de dúvidas pode ser feito através dos e-mails indicados ou dos contactos telefónicos 265 009 987 e 911 794 685. 

“Como o Grinch roubou o Natal” até 11 de Dezembro 
Mais de 600 alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo do concelho de Alcácer do Sal vão passar pelo Santuário do Senhor dos Mártires para participarem na animação natalícia. 
A 14.ª edição da Oficina dos Sonhos – que se estenderá até 11 de Dezembro – vai permitir aos jovens visitarem o emblemático santuário da cidade, onde, ao mesmo tempo, serão convidados por técnicos do município a assumirem parte activa na representação de “Como o Grinch roubou o Natal”, revela a autarquia. 
A obra, sublinha a Câmara de Alcácer do Sal, “reflecte sobre o Natal e a sua simbologia, nomeadamente a sua essência que reside não nos presentes ou decorações, mas nos corações das pessoas, baseando-se em importantes valores como o amor, a fraternidade e o convívio”.
Mas o programa preparada pelo município não se ficará por aí. “Em seguida, como recordação para levarem para casa, as crianças construirão enfeites em forma de coração para colocarem na sua árvore de Natal”, adianta a autarquia, reforçando que a iniciativa lúdica, além de celebrar a magia da quadra natalícia “permite transmitir e incutir nos mais novos importantes valores sociais”.
A Oficina dos Sonhos é promovida pela Câmara de Alcácer do Sal através da Oficina da Criança e da Biblioteca Municipal, com o apoio do Alentejo 2020.
O Largo Luís de Camões, na zona ribeirinha de Alcácer do Sal, acolhe, de 30 de Novembro a 22 de Dezembro, a 23ª edição da Feira do Livro de Alcácer. 
"Além da venda de livros a preços simpáticos, que são uma ótima ideia para presentes natalícios, haverá sessões de contos e encontros com autores", diz a autarquia. 
A Feira do Livro de Alcácer do Sal pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 15 às 18h30 e ao fim de semana, das 10 às 18 horas.

Agência de Notícias
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Santiago do Cacém aposta num Natal sustentável

Autarquia reutilizou sacos de plástico para decorações natalícias

Milhares de sacos de plástico foram reutilizados, este ano, na iniciativa "O Natal nas nossas mãos", que desafiou a população de Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal, a criar decorações para enfeitar as ruas do concelho. O projeto comunitário, lançado pela Câmara de Santiago do Cacém, no início deste ano, pretendeu reutilizar sacos de plástico, cujo destino final seria o lixo, transformando-os em milhares de rosetas que vão servir de decoração natalícia e alertar “para as questões da sustentabilidade”.
Árvore de Natal feita de plástico 

"O Natal de 2019 nas ruas do concelho reflete mais do que o espírito natalício. É um alerta para as questões da sustentabilidade e respeito pelo ambiente", realçou o município do litoral alentejano.
Segundo a autarquia, só nas cidades de Santiago do Cacém e Vila Nova de Santo André, foram reutilizados cerca de 25 mil sacos de plástico que deram origem a cinco mil rosetas, construídas nos últimos meses pela população, que se baseou "na técnica tradicional do croché", para decorar as árvores de Natal.
“Na elaboração de cada roseta, que envolveu participantes de todas as gerações”, foram “despendidos cerca de 40 minutos", exemplificou o município.
As árvores de Natal, cobertas de rosetas de plástico, segundo a autarquia, vão embelezar as ruas do concelho durante a época natalícia, espalhando a mensagem da “importância da reciclagem e da reutilização dos sacos de plástico, sem qualquer custo".
Numa altura em que as questões ambientais estão na ordem do dia, o desafio foi lançado igualmente às juntas de freguesia, que, além de recolherem os sacos de plástico, promoveram com a população a elaboração das rosetas e a construção das suas árvores de Natal.

Agência de Notícias com Lusa 
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Mais um obstetra de Setúbal sob suspeita

Três crianças acompanhadas por este médico nasceram com malformações

Um médico obstetra do hospital de Setúbal foi alvo de queixas por não ter detetado malformações nas ecografias de três bebés. Dois dos casos chegaram a tribunal, mas os processos foram arquivados pelo Ministério Público. Um dos casais avançou com processo no tribunal cível. Apesar de o Ministério Público ter considerado que o clínico teve uma "conduta negligente", decidiu arquivar as queixas-crime, justificando com o quadro legal existente. A notícia foi avançada pelo Público. O médico, que reclama inocência nos casos. O Centro Hospitalar de Setúbal diz não ter conhecimento de qualquer queixa contra este seu clínico.
Médico não detetou malformações 

O médico Vítor Gabriel, que acompanhou as grávidas numa clínica em Setúbal, foi alvo de queixas-crime por não ter detetado malformações nas ecografias de três bebés, noticiou o jornal Público este domingo.
A notícia surge na sequência da notícia do nascimento, no início de Outubro, de um bebé que nasceu sem rosto, depois de o médico não ter detetado as malformações nas ecografias.
Num dos casos agora noticiados pelo Público, o bebé nasceu sem um rim, com pé boto e sem algumas vértebras na coluna. O médico apenas detetou uma das malformações - o pé boto -, rejeitando qualquer responsabilidade, justificando ao jornal que "a posição do bebé" dificultou a observação durante o exame e que as anomalias “na coluna, tubo digestivo e aparelho urinário não são detectáveis na ecografia”. O caso passou-se há oito anos.
O processo foi arquivado pelo Ministério Público, mas o casal continua a responsabilizar o médico e avançou com um processo no tribunal cível, exigindo 145 mil euros por danos patrimoniais.
Num outro caso, a bebé nasceu com malformações no braço direito e na mão. O médico explicou que a ecografia foi dificultada pela constituição física da mãe. “Podemos não ver se a grávida for extremamente obesa, nós pomos a sonda e não se vê nada para baixo. Eu disse várias vezes à senhora ‘não consigo ver nada’", explicou o médico ao Público.
O terceiro caso, de um bebé que nasceu sem uma parte do maxilar, não chegou a ir a tribunal.
Apesar de o Ministério Público ter arquivado as duas queixas-crime, o despacho do Departamento Central de Investigação e Acção Penal de Setúbal no caso do bebé que nasceu com pé boto refere que se pode “falar em erro ou negligência profissional”. O documento, citado pelo Público, refere ainda que, “face aos meios empregados em termos de equipamento e à elevada preparação do médico, as malformações não poderiam deixar de ser detetadas”.
Em declarações ao matutino, o clínico lamenta os casos e recorda que faz este tipo de teste há 30 anos, havendo apenas registo de três casos de malformações. “Lamento, é uma infelicidade para os pais. Não fui eu que introduzi as malformações aos bebés”, conclui.
O médico acompanhou as grávidas no Centro Materno-Infantil de Setúbal, que tem convenção com o Serviço Nacional de Saúde.

Hospital não sabia das queixas 
Na Ordem dos Médicos foram arquivados pelo menos dois processos disciplinares a este médico por questões relacionadas com ecografias. Um dos motivos para o arquivamento foi a prescrição do processo, uma vez que a queixa do Departamento de Investigação e Acção Penal de Setúbal só chegou ao Conselho Disciplinar da Ordem mais de três meses depois do nascimento do bebé.
No site da Ordem dos Médicos, Vítor Gabriel aparece na listagem dos médicos da especialidade de ginecologia-obstetrícia.
O Centro Hospitalar de Setúbal disse ao Público que não tem conhecimento de qualquer queixa contra o médico.
No caso do bebé Rodrigo, nascido a 7 de Outubro, o Conselho Disciplinar Regional do Sul  da Ordem dos Médicos suspendeu preventivamente o obstetra que acompanhou a gravidez. O médico não detetou as malformações do feto em diversas ecografias realizadas numa clínica particular, mas que não tem acordo com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
Na altura, o Conselho Disciplinar Regional do Sul  justificou a suspensão com a "gravidade das infrações imputadas ao médico arguido nos vários processos e aos indícios muito fortes de que efetivamente as cometeu" e considerou que a conduta do obstetra Artur Carvalho colocou em causa a confiança na qualidade dos serviços médicos obstétricos prestados em Portugal e desprestigiou a classe médica.
O Ministério Público abriu um inquérito crime para investigar este caso, que se passou na Ecosado (Setúbal), clínica que não tinha convenção com o Estado, informou a Procuradoria-Geral da República.

Agência de Notícias com Lusa 
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Pai Natal já chegou à cidade de Setúbal

“Ho, Ho, Ho! Feliz Natal”... as luzes já se acenderam na cidade 

A chegada do Pai Natal e o espetáculo do acender das luzes da árvore gigante instalada na Avenida Luísa Todi iniciaram, no passado sábado, o programa Setúbal Christmas Fest, a decorrer até aos réis, a 6 de Janeiro. Árvore de Natal gigante, pista de gelo, mercado, uma feira popular no Largo José Afonso que inclui diversões para toda a família e espaços de refeição, um comboio de Natal a "passear" da Casa Baía ao Parque, espetáculos infantis e iluminação por toda a cidade são aliciantes do Natal de Setúbal deste ano, que promete ser o festival natalício de referência no país. “Vão ser dias de muita animação, com um programa recheado de iniciativas”, afirmou a presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira.
Pai Natal desfilou pelo centro da cidade 

Um grupo de crianças agita-se defronte da sede da Capricho Setubalense, no Largo da Misericórdia. Animados, pulam e brincam, perguntando de vez em quando: “Quando é que ele sai?”
Afinal, é dali que vai sair o Pai Natal e ninguém quer perder a oportunidade de pedir um presente ou simplesmente tirar uma fotografia com o habitante mais famoso da Lapónia.
De repente, todos os olhares viram-se para a porta que se abre. Primeiro, sai uma banda a tocar canções de Natal, depois as “fadinhas”, como lhes chamam as crianças, dois bonecos de neve, as renas e o trenó.
“É agora!”, agitam-se os pequenos, que começam a ficar impacientes com a espera e chamam, em uníssono, pelo Pai Natal.
A porta abre-se novamente e uma figura de barbas brancas com um fato vermelho sorri para a multidão de crianças e adultos que o aguardam ansiosamente. “Ho, Ho, Ho! Feliz Natal”.
O Pai Natal sobe para o trenó e dá início a um desfile pelas ruas da Baixa comercial acompanhado por centenas de pessoas, incluindo elementos do Executivo municipal, a apresentadora de televisão Maya, que é a embaixadora do Setúbal Christmas Fest, e o cantor Nélson Rosado, da dupla Anjos,
O cortejo, saudado ao longo do percurso por muitas pessoas que aguardavam à porta das lojas da Baixa, seguiu até à Casa do Pai Natal, no Parque do Bonfim, local onde decorre, até 5 de Janeiro, uma série de atividades, a maioria pensada especialmente para os mais novos, como uma pista de gelo, um circuito de arborismo, uma torre multiatividades, insufláveis, um carrossel, quickjump, air bungee, bem como pinturas faciais.
O Natal no Parque funciona, aos dias de semana, das 14 às 20 horas e, aos fins de semana, entre as 10 e as 20 horas. A 24 e 31 de Dezembro encerra mais cedo, às 18 horas, e está fechado ao público nos dias de Natal e de Ano Novo.
Os preços para patinar na pista de gelo são três euros para crianças até aos 12 anos e quatro para o restante público. Para o arborismo, torre multiatividades, insufláveis, air bungee e quickjump, os valores variam entre os três e os dez euros, conforme o número de utilizações.

“Vão ser dias de muita animação, com um programa recheado”
Após algum tempo a ouvir os desejos natalícios das crianças, a receber beijos e abraços e a tirar fotografias, o Pai Natal regressou à Baixa, novamente em cortejo, para assistir ao espetáculo do acender das luzes da árvore de natal gigante, com 34 metros de altura, instalada na placa central da Avenida Luísa Todi, próximo do coreto.
A árvore sadina, entre outras curiosidades, ostenta 48 mil lâmpadas LED azuis e brancas e 240 metros de luzes néon azul e começou a iluminar a cidade às 18 horas, num momento simbólico antecedido de uma contagem decrescente feita pela apresentadora Maya, acompanhada pela presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira.
“Vão ser dias de muita animação, com um programa recheado de iniciativas”, afirmou a autarca.
“Vemo-nos por aí. Feliz Natal!”, gritou Maya para a multidão, que aplaudia enquanto as luzes azuis e brancas se acendiam.
O momento foi antecedido de uma atuação do Saint Dominics Gospel Choir, que, após o acender das luzes, encerrou o espetáculo com o tema célebre “Oh Happy Day”.
Os festejos concentraram-se, depois, na Praça de Bocage, onde um Mercado de Natal funciona até 24 de Dezembro, diariamente das 10 às 19 horas, com cerca de quatro dezenas de casinhas de comércio de artesanato e produtos de gastronomia da região.
Entre 30 de Novembro e 23 Dezembro, o Mercado de Natal, dinamizado em parceria com a ACTAS – Academia Cultural de Teatro e Artes de Setúbal, reserva, praticamente todos os dias, diversos apontamentos musicais, sempre a partir das 16 horas
Entre os artistas convidados estão Nuno Carpinteiro, que atua a 30 de Novembro, e, já em Dezembro, Zé Zambujo, nos dias 1 e 8, Marco Alonso Group, a 7, Rui do Cabo, a 14, a Banda de Música da Sociedade Musical Capricho Setubalense, a 15 e a 22, e Luís Filipe Martins e São, a 16.
O programa musical do Mercado de Natal reserva, ainda, Quim Gouveia e Rui Rosado, que atuam no dia 17 de dezembro, Deolinda de Jesus, a 18, Diogo Guima, a 19, a dupla Pedro Nobre e Gonçalo Mahú, a 20, Carla Lança, a 21, e o Coral Infantil de Setúbal, a 23.

Baixa cheia de animação
Pelas ruas da Baixa, que acolhe, também, uma Fábrica de Brinquedos, no Largo da Misericórdia, para se visitar, realizam-se várias animações itinerantes a 30 de Novembro e, em Dezembro, a 1, 7 e 8 e entre os dias 14 e 23. As atividades decorrem entre as 15 e as 19 horas.
De terça-feira a domingo, até 31 de Dezembro, um comboio de Natal, novidade na edição deste ano do Setúbal Christmas Fest, com início e fim na Casa da Baía e no Parque do Bonfim, percorre um circuito por onde se podem apreciar algumas das iluminações natalícias da cidade.
As partidas da Casa da Baía rumo ao Parque do Bonfim realizam-se às 13h30 e, entre as 16h30 e as 18h30, com uma cadência de meia em meia hora. As saídas do Bonfim realizam-se de hora a hora, no período compreendido entre as 15 e as 19 horas.
Os bilhetes do comboio turístico custam três euros para crianças dos 5 aos 11 anos. Para o restante público, o valor sobe para os cinco euros.
Outras das novidades do certame é a Feira Popular de Natal, no Largo José Afonso, até 6 de Janeiro, que inclui diversões para toda a família e espaços de refeição.
A Feira Popular abre todos os dias às 14 e encerra à meia-noite, com exceção dos dias 24 e 31 de Dezembro, em que as atividades funcionam das 10 às 18 horas e das 14 às três da madrugada, respetivamente.
Em Dezembro, a programação do Setúbal Christmas Fest prevê ainda um conjunto de concertos tradicionais de Natal em dois espaços culturais e em igrejas.
Nos dias 10 e 11, às 21h30, o Fórum Municipal Luísa Todi recebe “Out Concert”, pelo Coral Luísa Todi. Os bilhetes custam dez euros para a plateia e sete para o balcão.
A sala de espetáculos volta a ser palco de dois concertos natalícios, um a 18, às 18h30, pela Academia de Música e Belas-Artes Luísa Todi, e o outro a 21, pelas 21 horas, com a atuação da Orquestra Académica Metropolitana.
Na Casa da Cultura, dia 20, a formação Angelicus Duo, composta pela voz da soprano Filipa Lopes e pela harpa de Emanuela Nicoli atua a partir das 22 horas
O Duo João Mendonza, o Ensemble Vocal All’Ottava e o Quarteto Opus 28 atuam, respetivamente, a 13, na igreja de São Paulo, a 14, na de São Lourenço, e a 21, na de Nossa Senhora da Anunciada. Todos estes concertos são de entrada gratuita e têm início às 21h30.
Os coros da Academia de Música e Belas-Artes Luísa Todi, do Conservatório Regional de Setúbal e do Município de Setúbal “Afina Setúbal”, o Coral Infantil de Setúbal, o Coro Feminino TuttiEncantus e os grupos corais da Escola Secundária de Bocage e da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense dão música na Igreja de São Sebastião, no dia 15, às 18 horas.
A fechar a programação cultural, o evento natalício aposta, à semelhança de anos anteriores, no Cantar das Janeiras, a 3 de Janeiro, pelas 18 horas, nos Paços do Concelho, com interpretações do Coro do Município de Setúbal “Afina Setúbal” e dos grupos corais alentejanos Os Amigos do Independente e Os Amigos dos Sadinos.
O programa festivo natalício organizado pela autarquia setubalense conta com a parceria da Azimute Radical e da Associação Baía de Setúbal e os apoios do comércio local, do Grupo SKEP, da Transportes Luísa Tody, da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, da Santogal, do Alegro, da Universidade Sénior de Setúbal, da Capricho Setubalense e da ACTAS.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal
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Governo estima que hospital do Seixal abra portas em 2023

Tutela avança com 50 milhões em Orçamento do Estado

O presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, disse que recebeu uma estimativa do Governo de que o futuro hospital do município estará construído em 2023, num investimento total de cerca de 74 milhões de euros. A estimativa foi dada na sexta-feira ao autarca do Seixal, pela ministra da Saúde, Marta Temido, durante uma reunião que decorreu no Ministério da Saúde, em Lisboa. Joaquim Santos, indicou que projeto vai ser inscrito no Orçamento do Estado do próximo ano com uma verba de 50 milhões.
Joaquim Santos anuncia hospital em 2023 

"Do calendário do Governo consta que até 2023 será construído o hospital. Foi-nos transmitido que vai ser inscrito no Orçamento do Estado do próximo ano uma verba de 50 milhões para o hospital do Seixal", adiantou aos jornalistas Joaquim Santos (CDU).
A necessidade de construção de um hospital no Seixal foi um dos temas que a autarquia abordou na reunião com a ministra da Saúde, além dos constrangimentos originados pelo encerramento, em período noturno, da urgência pediátrica do Garcia de Orta.
"O hospital do Seixal será uma linha avançada do Garcia de Orta e ajudará descongestionar o Garcia de Orta. Será determinante para melhorar a qualidade dos cuidados de saúde prestados na região", sublinhou.
O futuro hospital do Seixal, cujo processo se iniciou em 2009 com a assinatura de um acordo estratégico com o Ministério da Saúde, será construído na zona do Fogueteiro, na freguesia da Amora.
Este equipamento de saúde representará um investimento total de 74 milhões de euros e contará também com o apoio financeiro da Câmara do Seixal.
Segundo a autarquia, o futuro hospital do Seixal terá "um modelo assistencial diferenciado, com processos terapêuticos e meios complementares de diagnóstico alternativos ao internamento".
"Estará vocacionado para os cuidados em ambulatório, com serviço de urgência básica 24 horas por dia. Prevê a realização de consultas externas diferenciadas e 60 camas de convalescença, 15 especialidades e unidade de cirurgia em ambulatório", adianta a Câmara do Seixal.
Joaquim Santos entregou ainda à ministra um documento que enumera as necessidades de saúde da população do concelho. Necessidades essas que passam pela construção de um hospital (prometido em 2009) e de novas unidades de saúde, nomeadamente Foros de Amora, Amora e Aldeia de Paio Pires.

Agência de Notícias com Lusa 
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Matilhas de cães alarmam população de Sines

Autarquia avança para a construção de centro de recolha

A população de Sines, no litoral alentejano, está alarmada com o aumento de cães vadios a vaguear pelas ruas da cidade, obrigando o município a criar um centro de recolha para tentar travar o fenómeno “Existem várias matilhas que estão mais ou menos identificadas, algumas com cerca de 30 cães. Como as cadelas não são esterilizadas, de três em três meses surgem entre 20 e 30 cachorros”, explica Alexandra Bento, presidente da 4 Patas, associação de defesa dos animais em Sines. Segundo o presidente da câmara, o centro de recolha, num investimento de 197 mil euros, “será apenas uma zona de passagem” para um grande número destes animais de rua, uma vez que está prevista a construção de um canil intermunicipal para "minimizar este problema", diz Nuno Mascarenhas. 
Há várias matilhas de cães nas zonas urbanas 

Juntamente com alguns voluntários e duas cuidadoras, a responsável dedica parte dos seus dias a tentar ajudar "os cerca de 180 cães de rua" contabilizados pela associação, que todos os anos gasta perto de 10 mil euros em clínicas e medicamentos para auxiliar os animais.
“O nosso dia a dia passa por ajudar estes animais, resgatá-los quando estão feridos e tentar arranjar donos para os bebés. Muitas vezes não é possível, porque, a partir dos três ou quatro meses, já se sabem defender, tornando-se muito difícil o seu resgate”, conta.
Os animais “são alimentados diariamente por cuidadoras”, duas idosas, de 70 anos, que recebem os alimentos fornecidos pela associação para “os cães que se encontram junto a pequenos abrigos”.
Construídos pelas voluntárias, a maioria em cartão e paletes, os abrigos servem “para os proteger da chuva e do frio” e tornam-se em casas permanentes para as matilhas, que reconhecem as cuidadoras e toleram as suas visitas diárias em troca de comida e água.
Mas estes locais podem tornar-se num problema de saúde pública e, por isso, a responsável defende alterações ao nível da legislação para que “seja autorizada a esterilização das cadelas de rua” e para impedir que “as matilhas continuem a crescer”.
Sem um canil, os animais errantes juntam-se em grupos, em torno das grandes superfícies comerciais, em bairros, jardins e arredores da cidade e não passam despercebidos à maioria das pessoas, que temem ataques.

Autarquia investe 197 mil em centro de recolha 
“Há, por vezes, pessoas que são atacadas”, reconhece à Lusa o presidente da Câmara de Sines, Nuno Mascarenhas, alegando ter ‘herdado’ um problema que se arrasta há muitos anos, desde o encerramento do único canil que existia no concelho.
A agência Lusa solicitou junto das autoridades mais informações referentes a possíveis queixas de ataques de cães na via pública, mas sem sucesso.
Só este ano, foram recolhidos um total de 70 cães na cidade de Sines e “grande parte deles foram dados para adoção”, explica o presidente do município, que avançou este ano com a construção de um Centro de Recolha Oficial de Animais com capacidade para 22 'boxes'.
“A câmara tenta recolher os cães e encontrar locais em unidades privadas [hotel canino], pagando para deixar os animais, mas recentemente decidimos avançar com a obra do Centro de Recolha Oficial de Animais, que prevemos estar concluída em 2020 para dar resposta a estas necessidades”, adianta o autarca.
Esta “resposta muito mais rápida” é aplaudida pela associação de defesa dos animais de Sines, mas “não chega” para “comportar o número de cães vadios que existem atualmente na cidade” e que, segundo Alexandra Bento, “tem vindo a agravar-se com o aumento do abandono de cães de companhia”.
“A câmara resgata esses animais, que são os mais perigosos, porque não sabem andar na rua, para umas 'boxes' provisórias, que estão cheias. Por isso, a obra do Centro de Recolha Oficial de Animais é bem-vinda, mas seria essencial não só para Sines como para todo o país que fosse permitido esterilizar as cadelas de rua ou que se avançasse com a construção de 'espaços matilha'", defende a responsável.
Segundo o presidente da câmara, o centro de recolha, num investimento de 197 mil euros, “será apenas uma zona de passagem” para um grande número destes animais de rua, uma vez que está prevista a construção de um canil intermunicipal para "minimizar este problema".
“Os cinco municípios do litoral alentejano (Sines, Santiago do Cacém, Grândola, Alcácer do Sal e Odemira) decidiram construir um canil intermunicipal, em Santiago do Cacém, projeto que está numa fase bastante adiantada e que dará uma resposta suficiente para os problemas que temos tido nesta região”, diz.

Agência de Notícias com Lusa 
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