Dá um Gosto ao ADN

Festival Músicas do Mundo começa hoje em Sines

Estado do mundo e fronteiras fechadas não facilitam organização do festival

O “estado do mundo”, com “fronteiras cada vez mais fechadas”, não facilitam a vida aos organizadores do Festival Músicas do Mundo, que regressa a Porto Covo, esta quinta-feira e ruma depois a Sines. “A boa música não escolhe géneros, nem escolhe fronteiras”, acredita Carlos Seixas, programador do festival, que, ao completar 20 edições, apresenta o maior alinhamento de sempre, com 59 concertos de 38 países e regiões, de todos os continentes, entre 19 e 28 de Julho (19 a 22, na aldeia de Porto Covo, e 23 a 28 de Julho, na cidade de Sines). Desengane-se quem pensa que à 20.ª edição tudo é mais fácil. No mundo de hoje, com “as grandes questões ligadas às migrações”, há até “mais dificuldades do que há uns anos”, compara Carlos Seixas.
FMM é um dos maiores festivais do país

“Continua a ser difícil trazer músicos” da Ásia, dos países árabes, de África para apresentar ao Ocidente, reconhece, assinalando a contradição entre vivermos hoje num mundo “mais pequeno, no sentido da informação que nos chega todos os dias”, mas num ambiente global de “fechamento”.
Perante este “estado do mundo”, o Festival Músicas do Mundo (FMM) opta por “abrir um caminho alternativo, viajar por outras latitudes, descobrir o que neste momento se tornou a música, cheia de influências, de transformações”. E fá-lo pela “qualidade” das chamadas músicas do mundo, mas também com a certeza de que “cultura é política”.
Recordando que muitos dos músicos que pisam o palco do FMM “não têm a 'chance' de mostrar aquilo que são e aquilo que fazem noutros festivais” e, mesmo nos seus países, enfrentam “dificuldades e riscos” para o fazer, Carlos Seixas assume que tenta, “cada vez mais”, que os artistas convidados “mostrem não só aquilo que a nível musical criam, mas também a sua própria vontade de mostrar e de sentir a sua identidade”.
A música “é um veículo daquilo que o artista do presente sente, tem sempre uma mensagem, essas mensagens às vezes são incompatíveis com a prática política que se exerce, quer nos seus países, quer também a nível mundial”, reflete.
O alinhamento deste ano “satisfaz” os organizadores, que seguem a filosofia de “mostrar aquilo que de novo se cria” na música. “O alinhamento deste ano, como desde o início, é um espelho dessa vontade, de ter não só uma continuidade, um percurso, mas também uma filiação, (…) mostrar aquilo que de mais brilhante se cria no mundo”, explicita Seixas.

“A diversidade de expressões culturais”
Porto Covo recebe hoje os primeiros espetáculos 
O Festival Músicas do Mundo – orçado em 780 mil euros e totalmente financiado pela Câmara Municipal de Sines, que recorre a apoios – reivindica um “caráter de serviço público”, revelado na gratuitidade de quase dois terços dos concertos.
Existe “uma vontade enorme de promover a cultural popular musical, (…) contribuir para a construção do imaginário futuro”, justifica Carlos Seixas, que atribui uma “identidade única” ao FMM, alheia a mudanças políticas. “Para se preservar a sua identidade, é necessário que o caminho continue livre”, frisa o programador.
“A música ao vivo, que hoje é uma poderosa e lucrativa indústria, tornou-se mais entretenimento do que propriamente um tipo de atividade”, observa Seixas, realçando que a cultura “é condição prévia ao respeito mútuo”.
Satisfeito por ver entrar alguma música do mundo nos festivais mais pop rock, o programador identifica “uma necessidade de que as fronteiras cada vez sejam mais abertas aos outros”.
A música reflete “a diversidade de expressões culturais”, contribui para “a transmissão de valores”, “reforça a integração, a coesão social, e ajuda sobretudo a criar um espaço para o diálogo”.
Entre o primeiro alinhamento e este que aí vem, 20 anos depois, foi só “uma questão de ser resiliente”, porque “a própria comunidade em Sines recebeu o festival com um espírito de pertença”, recorda Carlos Seixas.
“Sempre acreditei que o festival se tornasse num evento incontornável naquilo que se faz ao nível da música ao vivo em Portugal e até também na Europa”, vinca, prometendo que o Festival Músicas do Mundo “está para continuar”, enquanto houver “um mundo da música a descobrir”.

Agência de Notícias com Lusa
[ + ]

Montijo explica medidas da reabilitação urbana

Autarquia quer trair novos habitantes para o centro da cidade 

No âmbito da sua política de reabilitação urbana, a Câmara do Montijo promoveu, esta quarta-feira, no auditório da Galeria Municipal, uma sessão de divulgação do IFRRU 2020 – Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas, com o objetivo de esclarecer os procedimentos administrativos sobre este instrumento, assim como detalhar a cooperação entre a câmara e os particulares ou empresas que pretendem reabilitar os seus imóveis. Durante o encontro, o presidente da Câmara do Montijo disse que "a estratégia municipal de reabilitação urbana “procura uma articulação entre os proprietários, através da reabilitação dos imóveis particulares, e a autarquia, por meio da requalificação do espaço público", sublinhou Nuno Canta. 
Autarquia quer reabilitar para atrair mais população 


O evento contou com as presenças do presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, diretor de Serviços do Ordenamento do Território da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, Carlos Pina, e da coordenadora da Estrutura de Gestão do IFRRU 2020, Teresa Mouro Ferreira.
O presidente da câmara afirmou a importância e o interesse da reabilitação urbana para “colmatar os vazios da cidade e atrair novos habitantes para o centro”, considerado ser essencial “não desperdiçar o IFRRU 2020, um instrumento que valoriza a política das cidades e apoia a regeneração urbana, procurando responder aos desafios da eficiência energética, da inclusão social e da valorização do património edificado”.
O autarca salientou, ainda, que a estratégia municipal de reabilitação urbana “procura uma articulação entre os proprietários, através da reabilitação dos imóveis particulares, e a autarquia, por meio da requalificação do espaço público.
Teresa Ferreira abordou detalhadamente o IFRRU 2020, instrumento financeiro criado “após se ter verificado uma lacuna no mercado financeiro, que não dispunha de financiamento específico para a reabilitação urbana”. Até 30 de junho, em todo o país, já tinham sido aprovados 18 contratos que representam um financiamento de 91 milhões de euros por parte do IFRRU.
O Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas disponibiliza empréstimos em condições mais favoráveis face às do mercado para a reabilitação integral de edifícios destinados à habitação, atividades económicas e equipamentos de utilização coletiva, mediante a apresentação de um único pedido de financiamento.
É aplicável na Área de Reabilitação Urbana delimitada pelo município e tem como objetivos revitalizar a cidade, apoiar a eficiência energética e revitalizar o espaço dedicado às comunidades desfavorecidas.

As prioridades da reabilitação urbana da cidade  
O município do Montijo delimitou uma Área de Reabilitação Urbana e aprovou uma Operação de Reabilitação Urbana territorialmente coincidente. A Área de Reabilitação Urbana da cidade do Montijo abrange o núcleo antigo da cidade e a expansão desta para nascente, incluindo as áreas de ocupação industrial subsequente à instalação do caminho de ferro, até ao Corredor Verde da Mundet, incorporando os bairros do Areias e do Afonsoeiro.
Para além do IFRRU 2020, os proprietários de imóveis inseridos na Área de Reabilitação Urbana da cidade do Montijo que pretendam proceder à sua reabilitação integral podem, ainda, beneficiar de incentivos fiscais e financeiros, como a isenção de Imposto Municipal sobre Imóveis ou a redução de taxas urbanísticas municipais.
No âmbito da sua estratégia de reabilitação do espaço público inserido na Área de Reabilitação Urbana, a Câmara  do Montijo tem vários projetos, como são exemplos a reabilitação da Ermida de Sto. António (já executada), a requalificação das Piscinas Municipais, a construção do Jardim das Nascentes e da Casa da Música Jorge Peixinho, o prolongamento do Passeio do Cais, a requalificação da Praça 1.º de Maio ou o ou o prolongamento da ciclovia até ao concelho de Palmela (freguesia de Pinhal Novo).

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
[ + ]

Famílias de Fernão Ferro correm "risco elevado"

Parlamento recomenda criação de grupo de trabalho sobre reconversão urbanística 

O parlamento aprovou esta quarta-feira uma recomendação ao Governo para a criação de um grupo de trabalho no âmbito da reconversão urbanística na área de servidão militar do Depósito de Munições Nato de Lisboa, no Seixal. O texto apresentado pelo grupo parlamentar do PCP recebeu o voto contra do PSD, as abstenções do CDS-PP e do PAN e os votos favoráveis das restantes bancadas. Há dezenas de famílias a viver ilegalmente numa zona de "risco bastante elevado" na área de servidão militar em Fernão Ferro, no Seixal, junto ao Depósito de Munições Nato, segundo a Marinha e a associação de moradores. O diretor do Depósito de Munições Nato de Lisboa, Antunes Pereira, disse à agência Lusa, em Abril, que o manuseamento frequente de explosivos deixa as pessoas numa situação de "risco bastante elevado".
Moradores em "risco elevado" em zona do Depósito da Nato

O projeto de resolução do PCP recomenda ao Governo que crie um grupo de trabalho com vista à viabilização do processo de reconversão urbanística na área abrangida pela servidão militar do Depósito de Munições da NATO de Lisboa, na Quinta da Lobateira e Pinhal das Freiras e no Pinhal da Palmeira, na freguesia de Fernão Ferro, no concelho do Seixal.
De acordo com o texto, o grupo de trabalho deve ser constituído por representantes das associações de moradores e de proprietários, representantes dos órgãos das autarquias locais das áreas envolvidas e representantes do Ministério da Defesa e do Ministério do Ambiente, devendo entrar em funções no prazo de dois meses após a publicação da resolução em Diário da República.
Numa entrevista à agência Lusa, em Abril, o presidente da Associação de Proprietários de Pinhal de Freiras e Quinta da Lobateira explicava que os termos de referência da Unidade Operativa de Planeamento e Gestão obrigam a que a urbanização do espaço liberto da servidão militar faça a cedência de área para alojar as pessoas que vivem na área de servidão militar.
"Acho que realmente tem havido falhas graves na fiscalização. Embora tenha havido algumas demolições pontuais, foi insuficiente. As pessoas continuam a comprar e a construir porque os terrenos estão onerados e são vendidos muito mais baratos. Compram e passadas umas semanas começam a construir muros e paredes, continuam a construir", comentou Bernardino Milheiras, defendendo uma fiscalização militar mais eficaz.
Segundo o presidente da Associação de Proprietários de Pinhal de Freiras e Quinta da Lobateira, a infraestruturação que está a ser feita na zona fora da servidão militar, com a colocação de asfalto e serviços de saneamento básico, contribui para a "promoção imobiliária", apesar de todo o trabalho que é feito para "alertar as pessoas para o risco que correm".
"Ao fazermos a infraestruturação do espaço liberto da servidão militar os promotores imobiliários aproveitam para pôr na sua publicidade que a zona vai ser urbanizada e desta forma, por vezes, as pessoas são enganadas. A associação faz toda a informação possível para alertar as pessoas para que não construam porque estão a colocar em risco as suas próprias vidas", alertou. Atualmente vivem na área de servidão militar dezenas de famílias de forma ilegal, o que, segundo a Marinha Portuguesa, ramo das Forças Armadas responsável pelo Depósito de Munições Nato de Lisboa, as coloca numa situação de "risco elevado" devido ao "frequente manuseamento de explosivos".

Agência de Notícias com Lusa
Foto:  MIGUEL A. LOPES/LUSA
[ + ]

Barreiro oferece manuais escolares a alunos do concelho

Alunos até aos 12º ano com apoio nos livros escolares 

O presidente da Câmara do Barreiro, Frederico Rosa, assinou um protocolo com os diretores dos agrupamentos de escolas do Concelho do Barreiro que permitirá a atribuição, no ano letivo 2018/2019, de dois manuais escolares a todos os alunos que estudam e residem no Concelho do Barreiro, a frequentar o 3º ciclo (7º ao 9º), ou o ensino secundário (10º ao 12º), nos estabelecimentos de ensino do Concelho. Sara Ferreira, vereadora responsável pela área da educação, apresentou a proposta de atribuição de manuais escolares para o ano lectivo de 2018/2019 e sublinhou a sua especial satisfação quanto a este tema. “Esta proposta é daquelas propostas que me dá especial gosto apresentar. Não só por ter sido uma promessa eleitoral nossa, mas também porque acreditamos que é uma medida que vai apoiar significativamente todas as famílias barreirenses”, disse. A proposta foi aprovada em Junho, em reunião de executivo, foi aprovada com cinco votos a favor, por parte dos eleitos do PS e PSD, e com quatro votos contra, por parte dos eleitos da CDU.

Autarquia assina protocolo para ajudar os alunos 

Frederico Rosa agradeceu a todas as escolas e aos seus diretores pelo “envolvimento nesta medida emblemática e importante”. Estendeu os agradecimentos aos serviços da vereadora Sara Ferreira pela “forma como foi implementada”.
A autarca referiu que esta medida vai ser concretizada "ao nível do ensino público, através de subsídio aos sete agrupamentos de escolas, de acordo com os livros adquiridos, enquanto que no ensino particular os manuais vão ser adquiridos pela autarquia, em livrarias do concelho e entregues nos estabelecimentos", disse Sara Ferreira.
O presidente da Câmara do Barreiro, Frederico Rosa, mostrou-se orgulhoso pelo cumprimento da promessa feita aos barreirenses.
“Tenho muito orgulho em liderar uma equipa que cumpre as promessas feitas e honra os compromissos assumidos. Esta é uma medida que valoriza a aposta na educação das nossas gentes e que terá um impacto muito positivo no orçamento familiar de milhares de barreirenses”, sublinhou o autarca.
Já os eleitos da CDU votaram contra esta proposta, uma vez que consideram que esta deve ser uma obrigação do estado e não da autarquia local.
Por seu lado os diretores presentes agradeceram à autarquia por esta medida, em nome das escolas, dos encarregados de educação e dos alunos que irão beneficiar desta iniciativa.
Estiveram presentes os diretores dos agrupamentos de escolas Augusto Cabrita, Mariana Hortega, de Casquilhos, Luis Rino, de Santo André, Maria Arlete Cruz, e de Álvaro Velho, Luís Latas.
Os diretores das escolas públicas e do Colégio “Minerva” que não estiveram presentes irão assinar o documento à posteriori.
De acordo com o documento “são prioridades do Município do Barreiro, em articulação com as escolas do Concelho e comunidade educativa, entre outras, a igualdade no acesso ao ensino, a promoção do sucesso escolar dos alunos e o reforço da qualidade no sistema de educação, o Município do Barreiro tem como prioridade o apoio às famílias e o combate ao abandono e insucesso escolar”.
De referir que as candidaturas serão realizadas nos agrupamentos das escolas públicas e nas escolas privadas.

Agência de Notícias com Câmara do Barreiro 
[ + ]

Apanha de bivalves no Tejo preocupa PSD

Social-democratas querem regulamentar esta atividade 

Os deputados do PSD do distrito de Setúbal questionaram o Governo sobre a apanha, transporte e comercialização dos bivalves no Estuário do Tejo, referindo que é necessário regulamentar esta atividade. Os social-democratas manifestaram a sua preocupação sobre um conjunto de problemas associados a esta atividade, com maior expressão nos concelhos de Alcochete, Moita, Montijo e Barreiro. “De acordo com informações oficias, esta zona do estuário do Tejo está classificada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, como classe sanitária C, o que significa que os bivalves só podem ser usados para transformação em unidade industrial, a altas temperaturas, ou destinados a transposição prolongada numa depuradora em meio natural, que não existe em Portugal”, refere o documento enviado à ADN-Agência de Notícias. 

Apanha de bivalves no Tejo cresce dia a dia 

Segundo o PSD, os indicadores revelam que os bivalves “estarão contaminados com índices elevados de E.coli que podem provocar intoxicação diarreica, fora os metais e metaloides tóxicos acumulados (zinco, chumbo, arsénio, mercúrio e níquel) por décadas de exploração industrial que desaguava no estuário”.
O deputado do PSD, Bruno Vitorino, refere que existe a informação de que os bivalves são atualmente “ensacados sem controlo sanitário e vendidos em Espanha”.
“Ganham selo de origem galega e entram legais no circuito comercial e alimentar. Ninguém tem informação sobre aqueles que entram diretamente no circuito comercial e alimentar sem qualquer controlo”, aponta Bruno Vitorino. O deputado do PSD adianta que, para além de todas as questões que põem em causa a saúde pública, existe um conjunto de outros problemas que têm vindo a público e que têm a ver com alegadas redes de exploração laboral e tráfico de pessoas.
“Muitos destes mariscadores são cidadãos estrangeiros e podem, supostamente, estar a ser vítimas destas eventuais redes”, defende. Bruno Vitorino alerta ainda que esta atividade torna as praias “sujas, poluídas e perigosas para quem as frequenta”, devido ao lixo e utensílios de apoio à atividade que ficam nos locais.
“Este é um problema nacional, mas com implicações regionais e locais muito grandes pois todas as questões afetam, e muito, a comunidade local”, sublinha o deputado. Os deputados do PSD querem saber se o Governo tem alguma resposta para estas questões e que medidas pensa tomar para “regulamentar a atividade, garantir o cumprimento da lei e a tranquilidade das populações”.
O Ministério do Mar anunciou em Março que o concurso público para a construção da Unidade de Depósito e Transformação de Bivalves no Barreiro, cujo projeto terá um valor global de 1,4 milhões de euros, já foi aberto. A criação da primeira central para depósito, transformação e valorização de bivalves do país, no Barreiro, tinha sido anunciada em Junho de 2017 por Ana Paula Vitorino.
“É crucial para o estuário do Tejo e para a comunidade de apanhadores, vasta, em que só uma parte tem licenças, e com bivalves com níveis elevados de contaminação. Esta será a primeira unidade em Portugal que pode transformar os bivalves para serem consumidos pelas pessoas e vai permitir também que a comunidade de apanhadores seja alargada”, afirmou na altura a ministra.

Agência de Notícias com Lusa 


[ + ]

Autarquia aprova tomada de posição pelo hospital no Seixal

Governo deve tratar esta matéria de forma urgente 

A Câmara do Seixal aprovou, entre outros pontos, diversos contratos-programa e comparticipações financeiras e a tomada de posição “O hospital no Seixal tem mesmo de avançar!”. Durante a reunião foram aprovados diversos protocolos, contratos-programa e comparticipações financeiras, no valor total de cerca de 338 mil euros, a coletividades e associações do movimento associativo do concelho, nas diversas áreas de atuação, o que permitirá qualificar os seus equipamentos, potenciando também o desenvolvimento da sua atividade em prol da população. Destaque para a aprovação dos contratos-programa, com a respetiva comparticipação financeira, para apoiar os projetos e programas de continuidade, no ano de 2018, do movimento associativo cultural do concelho.
Seixal quer rapidez na construção do hospital 

Foi ainda deliberada a aprovação da abertura do concurso público para fornecimento de refeições em refeitórios escolares do 1º ciclo e jardins de infância da rede pública do concelho, com um valor base de cerca de  um milhão 696 mil e 500 euros.
Sobre este ponto, Jorge Gonçalves, vice-presidente da Câmara do Seixal, afirmou que “apesar de não ter qualquer apoio do Ministério da Educação, a autarquia assume a comparticipação das refeições dos alunos que frequentam o ensino pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico da rede pública, durante o período de atividades extracurriculares, nos meses de Julho e primeira quinzena de Setembro”.
Durante a reunião de câmara foi aprovada a tomada de posição “O hospital no Seixal tem mesmo de avançar!”
No dia 29 de Junho, foi assinada uma adenda ao Acordo Estratégico de Colaboração para o Lançamento do Hospital no Seixal, entre a Câmara Municipal e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, onde se concluíram todos os procedimentos necessários para a abertura do concurso público internacional para os projetos do futuro hospital.
Não obstante as preocupações da autarquia referentes a este projeto, e tendo em consideração a importância da construção urgente deste equipamento essencial para o reforço dos cuidados de saúde prestados à população, considera o município que a assinatura desta adenda "configura mais um passo no longo caminho de construção do hospital no Seixal e, por isso mesmo, é valorizada. O que não significa que não se continue a lutar para que o hospital no Seixal corresponda aquilo que foi estudado e projetado em 2002, por ser esse o modelo que melhor serve as necessidades das populações do concelho e da península de Setúbal", realça a tomada de posição.
Neste sentido, a autarquia reafirma a "necessidade urgente de construção do hospital no Seixal e exorta o Governo a tratar esta matéria de forma urgente, prioritária e participada, já com uma visão de futuro, de expansão, tendo em conta as necessidades já identificadas".
Sobre este tema, Jorge Gonçalves, vice-presidente da autarquia, “saúda a população e as comissões de utentes pelas constantes ações de luta e de reivindicação no sentido da construção do hospital no Seixal”, reforçando que “vale a pena lutar!”

Agência de Notícias com Câmara do Seixal 
[ + ]

Sesimbra quer Governo a intervir na Lagoa de Albufeira

Operação de abertura da Lagoa têm sido suportados pela autarquia 

Há vários anos que a Câmara de Sesimbra alerta as entidades competentes (atualmente, a Agência Portuguesa de Ambiente) para a necessidade, urgente, de se proceder a um desassoreamento da chamada "boca da Lagoa".  De acordo com a autarquia, "é reconhecido pelos especialistas que o desassoreamento facilita o processo de abertura e evita que as areias obstruam o canal de ligação ao mar pouco tempo depois de ser aberto. Só dessa forma será possível preservar a biodiversidade única deste lugar". No entanto, explica a Câmara de Sesimbra, "este desassoreamento continua a ser adiado, o que está a prejudicar uma zona ambientalmente sensível e economicamente importante para o concelho e para a região". 
Sesimbra quer  desassoreamento da Lagoa de Albufeira 

É de referir que os "encargos resultantes da operação de abertura da Lagoa têm sido essencialmente suportados pela Câmara Municipal, embora esta operação não seja da sua competência, mas sim da Agência Portuguesa de Ambiente. Aliás, as intervenções nas restantes lagoas do país são garantidas por esta entidade", diz a autarquia chefiada por Francisco de Jesus.
A Câmara de Sesimbra procede à abertura regular na época da Páscoa e tem que deslocar maquinaria para a praia várias vezes durante o verão, para proceder à reabertura sempre que necessário, e conjugado com as condições ideais das marés.
Esta situação traduz-se, diz a autarquia, "em custos elevados para o município e, mais grave, tem impactos ambientais para o ecossistema da Lagoa".
O canal de ligação da Lagoa ao mar encontra-se atualmente aberto, não tendo contudo as últimas marés promovido um galgamento significativo do cordão dunar e a transferência de um volume de água que aumente a cota do espelho de água da Lagoa.
A Câmara de Sesimbra está a acompanhar de perto a situação e "vai continuar a exigir uma intervenção urgente, que contribua para a preservação deste espaço", conclui fonte do município.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra
[ + ]

Festas de Sarilhos Grandes começam sexta-feira

Aldeia de Sarilhos em festa em honra de São Jorge 

As Festas de Sarilhos Grandes, no concelho do Montijo, arrancaram esta sexta-feira. Vão ser cinco dias de muita animação e alegria, com largadas de toiros, bailes, espetáculos de dança e de música, folclore, stand up comedy, o tradicional passeio da charanga Huga Huga pelo arraial e, claro, muitos comes e bebes. Naturalmente, que em destaque estarão as tradições religiosas com a missa solene em honra de São Jorge no dia 22 de Julho, às 10 da manhã e a procissão, no mesmo dia, pelas 18 horas que vai percorrer várias artérias da aldeia. Edna Pimenta, Bruna, a dupla João Neto e Leonardo e Ana Arrebentinha são as "figuras maiores" do cartaz das Festas de Sarilhos Grandes que prolongam até terça-feira, 24 de Julho.
Festas celebraram São Jorge em Sarilhos Grandes 

De 20 a 24 de Julho, a Freguesia de Sarilhos Grandes, no Montijo, festeja São Jorge. Durante os cinco dias de festa, há dezenas de atividades para todos os gostos: procissão, bailes, largadas, espetáculos musicais, dança e o famoso huga-huga.
As Festas em Honra de S. Jorge arrancam no dia 20 de Julho, às 21 horas. Nesse mesmo dia, o destaque é para o 2.ª Mostra de Folclore.
No dia 21 de Julho, a Banda da Academia Musical União e Trabalho de Sarilhos Grandes atua no Coreto, às 18 horas. À noite, às 22 horas, no Palco da Feira decorre o espetáculo Dança Comigo com grupos de dança do Montijo (Dance Fusion, Companhia Al Nawar, Mad G Wine, We Can Dance).
O domingo, dia 22 de Julho, fica marcado pelos momentos religiosos, com a missa solene em honra de São Jorge às 10 da manhã e a procissão às seis da tarde. A procissão em honra de São Jorge, percorre várias artérias da freguesia acompanhada pela Fanfarra dos Bombeiros Voluntários do Montijo, pela Banda Filarmónica da AMUT e por cavaleiros trajados à época de São Jorge.
No Palco da Feira, a noite termina com o espetáculo de Edna Pimenta, às 23 horas.
O penúltimo dia das Festas em honra de São Jorge, 23 de Julho, vai ter stand up comedy com Ana Arrebentinha, às 22h15, no Palco da Feira e no mesmo local, uma hora depois, o concerto com a cantora Bruna.
As Festas em honra de São Jorge vão finalizar no dia 24 de Julho, com o espetáculo de João Neto e Leonardo, às 23 horas, seguindo-se o fogo de artifício.
Nuno Canta, que vai inaugurar as Festas na sexta-feira, às 21 horas, lembra que estas festividades “são organizadas em nome dos sarilhenses e pretendem honrar as nossas tradições e cultura”, refere o presidente da Câmara do Montijo.
De acordo com o autarca do Montijo, as Festas de São Jorge "são um marco da cultura da nossa terra e têm a importância de juntar as pessoas e serem um elemento agregador da nossa maneira de viver e das nossas tradições”, acrescenta Nuno Canta, realçando o trabalho e a dedicação da Comissão de Festas de Sarilhos Grandes.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
[ + ]

EN4 entre Montijo e Pegões já tem novo piso

Trabalhos de requalificação demoraram quase um ano

Eram quase 26 quilómetros feitos aos solavancos, entre buracos, bermas perigosas e piso levantado pelas raízes das árvores centenárias que rodeiam a antiga estrada Real. Agora, 3,6 milhões de euros depois, o percurso inicial da Estrada Nacional 4, entre o Montijo e Pegões – que tem vários pontos negros devido à sinistralidade rodoviária e conta com tráfego intenso de veículos pesados – conta com um piso novo, sinalização nova e mais equipamentos de segurança. A conclusão das obras foi assinalada numa cerimónia oficial na Junta de Freguesia da União das Freguesias de Pegões, em Santo Isidro de Pegões, com a presença de autarcas, governo e responsáveis da Infraestruturas de Portugal.  A obra, que durou quase um ano, envolveu a "repavimentação de todo o troço, a substituição e readequação da sinalização horizontal e vertical e a colocação de novos equipamentos de segurança". 
Novo tapete foi inaugurado esta segunda-feira 

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, inaugurou esta segunda-feira a Estrada Nacional 4, entre a EN118, no Montijo, e a interseção com a EN10, em Pegões, Setúbal, um investimento de "menos de quatro milhões de euros". "Foram mais de vinte quilómetros de obra feita com menos de quatro milhões de euros", disse hoje Pedro Marques, na cerimónia de inauguração, que decorreu nas instalações da União de Freguesias de Pegões.
A intervenção, segundo a Infraestruturas de Portugal, tinha um investimento inicial previsto de 4,5 milhões de euros, mas terminou com apenas 3,6 milhões de euros.
"Uma obra que se concluiu abaixo de custo, pois tem um ligeiro valor abaixo daquilo que foi o valor contratual", explicou o presidente da Infraestruturas de Portugal, António Laranjo.
De acordo com o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, esta foi "uma reabilitação estrutural como não se fazia há décadas na EN4".
O responsável do Governo explicou que se tratou de intervenção prioritária, dadas as condições do pavimento.
"Esta é realmente uma obra importante para cumprir um dos compromissos com o distrito de Setúbal. O pavimento apresentava condições medíocres e era, por isso, uma das prioridades", afirmou Pedro Marques, lembrando que nesta estrada se move "uma grande intensidade de tráfego pesado", o que estava limitado com as "condições muito débeis de circulação".
O estado do piso estava, desta forma, "a afetar toda a economia da região", frisou o ministro.
De acordo com o presidente da Infraestruturas de Portugal, António Laranjo, a obra foi concluída no período estipulado de 332 dias.
"O pavimento estava classificado com o índice de qualidade de 2.4, com a categorização de 'medíocre'", explicou o responsável.
Atualmente, já reabilitado, passou a classificar-se como 4.2 e com estado 'bom'.

Autarcas aprovam a obra 
Segundo António Laranjo, foi feita uma beneficiação do pavimento, a requalificação do sistema de drenagem, a renovação da sinalização vertical, a marcação horizontal e outros trabalhos complementares.
"Tudo tendo em vista a reposição das características estruturais do pavimento", explicou o presidente da Infraestruturas de Portugal, acrescentando que "a última intervenção em termos estruturais, neste pavimento, foi feita há cerca de 30 anos, em 1986".
Desde 2014, que Nuno Canta, presidente da Câmara do Montijo, insistiu fortemente na necessidade da reabilitação da Estrada Nacional 4: “esta empreitada é o resultado da vontade firme do Governo de Portugal, das autarquias, mas sobretudo das populações”, salientou o autarca, acrescentando que a obra assegura “condições para o desenvolvimento sustentável e inclusivo do interior do Montijo, dando um contributo para a modernização do concelho”, sublinhou Nuno Canta. Já o presidente da Junta de Freguesia de Pegões, António Miguens, referiu que atualmente, após a reabilitação, "é notório o tráfego, que praticamente duplicou".
O autarca frisou ainda que a EN4 é "a porta de entrada para a capital, para quem vem ou vai para Espanha, para o Alentejo e até para o novo aeroporto de Lisboa a construir no Montijo".
A obra de requalificação da EN4 entre o Montijo e Pegões começou a 14 de Agosto de 2017.
Segundo a Infraestruturas de Portugal, trata-se de uma intervenção ao longo de 25,5 quilómetros, com o objetivo de melhorar as acessibilidades e segurança rodoviária das populações dos concelhos do Montijo, Alcochete e Palmela, no distrito de Setúbal.
A EN4 serve vários concelhos do distrito de Setúbal, sendo um dos principais elos de ligação com as zonas mais rurais. A EN4 (antiga estrada Real) liga o Montijo à fronteira do Caia (Elvas), numa extensão de 175 quilómetros, atravessando Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Arraiolos, Estremoz, Borba e Elvas.

Agência de Notícias com Lusa

[ + ]

Festas do Barreiro voltam de 10 a 19 de Agosto

Diogo Piçarra, Carminho, HMB, José Cid e Quim Barreiros confirmados na festa 

Já é conhecido o cartaz completo da programação para as Festas do Barreiro em honra de Nossa Senhora do Rosário, que vão decorrer de 10 a 19 de Agosto. O artista português Diogo Piçarra já está confirmado para o dia 13, a partir das 22 horas, e será um dos artistas mais aguardados destes 10 dias de festa. Quim Barreiros é o artista escolhido para a grande abertura deste evento. O cantor popular português sobe ao Palco das Marés no dia 10. No dia 11 é a vez da fadista Carminho levar o fado a esta festa, enquanto que no dia 14 actua no Palco das Marés a Banda de Soul R&B HMB. Uma noite da PopularFM, o DJ Mastiksoul e José Cid também já foram anunciados. Sara Ferreira, vereadora da Câmara do Barreiro, recordou que as festas do Barreiro "têm uma componente lúdica, popular e religiosa, sendo parte integrante da cultura barreirense".
Festas já mexem na cidade do Barreiro 
 
Na manhã de sábado, 14 de Julho, teve lugar a “Proclamação das Festas do Barreiro”, momento que assinalou o “lançamento” da edição deste ano, que decorre de 10 a 19 de Agosto.
O evento, simbólico, teve concentração no Largo junto ao Mercado 1º de Maio, com atuação da Banda Municipal do Barreiro, seguindo a comitiva até ao Largo da Nossa Senhora do Rosário, onde decorreu a cerimónia do Içar do “Mastro” ou “Painel”.
Trata-se, conforme referiu a vereadora da Câmara do Barreiro,  responsável pela Cultura e, simultaneamente presidente da Comissão de Festas, Sara Ferreira, de um evento, “de cariz popular”, muito importante para o Concelho.
O Padre João Paulo, coadjutor da Reitoria de Nossa Senhora do Rosário, agradeceu a cooperação de todos os envolvidos na Organização do evento.
A encerrar, o presidente da Câmara do Barreiro, elogiou o trabalho afincado da Comissão de Festas e salientou, tal como a Vereadora o havia feito, a simbiose, patente no Programa, entre o lúdico, a cultura e a vertente religiosa.
O içar do “Mastro”, também conhecido por “Painel”, é uma tradição antiga. Era colocado em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário lembrando o passado piscatório e a lenda da chegada da imagem da Santa ao Barreiro. Era colocado um "Mastro" de tartaranha (que estavam à popa e proa da Muleta); mais tarde passaram a ser mastros de fragata ou dos lugres bacalhoeiros. Esta tradição manteve-se até 1972.

Um cartaz de muita qualidade no Palco das Marés 
As Festas do Barreiro 2018 decorrem de 10 a 19 de Agosto. São vários os artistas de nomeada que sobem ao Palco das Marés, o maior dos vários espaços do recinto onde decorrerão espetáculos.
Quim Barreiros é o artista escolhido para a grande abertura deste evento.  No dia 11 é a vez da fadista Carminho levar o fado à festa, enquanto que no dia 12 de Agosto o palco das marés chama pela PopularFM que, pela primeira vez, leva um grande espectáculo de música popular portuguesa à cidade do Barreiro. 
A 13 de Agosto, atua Diogo Piçarra. A 14, atua no Palco das Marés a Banda de Soul R&B HMB, composta por Héber Marques, Fred Martinho, Daniel Lima, Joel Silva e Joel Xavier. 
No feriado nacional, dia 15, o grupo Big Band da Escola de Jazz do Barreiro marca presença neste evento, seguindo-se, a 16, a actuação de Fernando Daniel e, a 17, a do músico Slow J, todos no Palco das Marés.
O DJ Mastiksoul e o músico português José Cid também já foram anunciados para 18 e 19 de Agosto respetivamente, juntando-se à restante programação, da qual fazem parte os habituais divertimentos, religião e fogo-de-artifício.
Divulgado está também o cartaz das Festas do Barreiro, criado pelo ilustrador Nuno Saraiva, onde através de cinco personagens homenageia elementos icónicos do concelho.
A Comissão de Festas é constituída pelo Município do Barreiro, União de Freguesias do Barreiro e Lavradio, Associação de Mulheres de Patologia Mamária, Banda Municipal do Barreiro, Dom Pedro V, Grupo de Dadores de Sangue do Barreiro, Instituto dos Ferroviários, Motoclube do Barreiro, Sociedade de Instrução e Recreio “Os Penicheiros”, Gasoline, Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, SOS Bicharada e Vem Vencer.
Integram ainda a Comissão, a título individual, os cidadãos barreirenses António Sardinha, Fernando Ribeiro e Cristina Ganhão.

Agência de Notícias com Câmara do Barreiro 



[ + ]

Utentes da Margem Sul querem Fertagus na CP

Autarcas e utentes defendem melhor e mais barato transporte ferroviário
Cerca de 200 personalidades subscreveram um manifesto a exigir o fim da Parceria Público-Privada (PPP) com a Fertagus e a integração na CP da exploração da travessia ferroviária da ponte 25 de Abril. O documento, que será entregue ao Governo e à Assembleia da República esta terça-feira, defende o fim da PPP para o ano de 2019, altura em que termina o contrato de concessão à Fertagus. Em declarações à Lusa, Marco Sargento, membro da Comissão de Utentes dos Transportes da Margem Sul do Tejo e do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, refere o final do contrato como o momento oportuno para a negociação. Os presidentes de câmaras de Palmela, Setúbal, Seixal, Sesimbra, Moita são apenas alguns dos signatários do documento. A estes juntam-se vários outros autarcas, sobretudo eleitos pela CDU, como vereadores e presidentes de junta nos concelhos de Almada, Palmela, Setúbal, Seixal, Sesimbra e Barreiro. O manifesto defende ainda o Metro Sul do Tejo na CP.
Autarcas da CDU subscreveram manifesto  

Mais de duas centenas de personalidades e instituições subscrevem um manifesto que exige o fim da Parceria Público-Privada com a Fertagus e a integração na CP da exploração da travessia ferroviária da ponte 25 de Abril. "Basta de PPP com a Fertagus, queremos o serviço integrado na CP" é o título do documento que deverá ser entregue ao Governo e na Assembleia da República e ao primeiro-ministro, esta terça-feira. Os subscritores defendem o fim daquela Parceria Público-Privada em 2019, data em que termina o contrato de concessão à Fertagus. A travessia da ponte 25 de Abril faz a ligação ferroviária entre as cidades de Lisboa e Setúbal, com passagem pelos concelhos de Almada, Seixal, Barreiro e Palmela.
Álvaro Amaro (Palmela), Maria das Dores Meira (Setúbal), Joaquim Santos (Seixal), Francisco Jesus (Sesimbra), Rui Garcia (Moita) e os presidentes das assembleias municipais Ana Teresa Vicente (Palmela) e Alfredo Monteiro (Seixal) são apenas alguns dos signatários do documento. A estes juntam-se vários outros autarcas, sobretudo eleitos pela CDU, como vereadores e presidentes de junta nos concelhos de Almada, Palmela, Setúbal, Seixal, Sesimbra e Barreiro, por exemplo.
“Basta de PPP com a Fertagus, queremos o serviço integrado na CP!” intitula o manifesto que “defende a reversão das ruinosas parcerias público-privadas nas concessões ferroviárias à Fertagus e Metro Sul do Tejo e reúne as assinaturas de 200 personalidades que afirmam que se deve aproveitar o fim do contrato de concessão à Fertagus, em 2019, para acabar com esta PPP e integrar o serviço na CP”, revela a Comissão de Utentes.
Em comunicado, os utentes lembram que “este é um serviço ferroviário que se efectua com comboios públicos, a circular em linhas públicas e utiliza estações públicas”, mas que “depois é explorado por um operador privado, a Fertagus, que arrecada os lucros”.
No manifesto, os subscritores defendem que “com a integração deste serviço ferroviário na CP, ganha o país que vê reduzido o esbulho de recursos públicos em favor dos grupos privados” e ganham ainda não só “os utentes pois passam a pagar menos, a ter acesso ao passe intermodal e ao estacionamento gratuito junto às estações” como também “os trabalhadores da Fertagus que ao serem integrados na CP e na Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário, melhoram as suas condições de trabalho, rendimentos e direitos”.
O fim da referida PPP e a integração deste serviço na CP “garante um serviço público de qualidade, promove uma maior utilização do transporte público, com a consequente redução do transporte individual, descongestionando a rede viária e a Ponte 25 de Abril, traduzindo-se em enormes benefícios económicos, ambientais e na melhoria da qualidade de vida das populações”, dizem os utentes.
Fertagus cobra três a quatro vezes mais do que a CP 
"Isto começou com uma troca de informação entre algumas pessoas que consideram que o final do contrato de concessão com a Fertagus é o momento oportuno para a integração na CP da exploração comercial da ligação ferroviária entre Lisboa e Setúbal pela Ponte 25 de Abril", disse à agência Lusa Marco Sargento, membro da Comissão de Utentes dos Transportes da Margem Sul do Tejo e do MUSP, Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, entidades que também subscrevem o manifesto.
Segundo Marco Sargento, os signatários apelam também aos trabalhadores e às populações para "que se unam num vasto movimento de opinião pelo fim da Parceria Público-Privada com a Fertagus e defesa da integração do serviço na CP", que consideram ser a melhor solução para a qualidade de vida das populações da Península de Setúbal.
"Isto não é apenas uma questão dos utentes. Está em causa uma Parceria Público-Privada com uma empresa que não aceita o passe social intermodal, que cobra três a quatro vez mais por quilómetro do que a CP em percursos nas áreas suburbanas e que, além do mais, tem sido uma parceria ruinosa para o Estado", disse.
"Uma auditoria do Tribunal de Contas verificou que esta Parceria Público-Privada da Fertagus, juntamente com a do Metro Transportes do Sul, custaram ao estado mais de 202 milhões de euros entre 1999 e 2013", lembrou Marco Sargento, convicto de que, nos próximos dias, haverá muito mais entidades a subscreverem este manifesto pelo fim da concessão à Fertagus da exploração da linha ferroviária Lisboa-Setúbal.

CDS-PP de Almada está contra 
Fertagus faz a ligação entre Lisboa e Setúbal 
Para o CDS-PP de Almada "o transporte e os passageiros não podem ficar reféns nem de intuitos politico-partidários como quer o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda, e muito menos ficar refém dos Sindicatos ou de alguns sindicatos para se ser mais preciso, que apenas pretendem marcar uma agenda bem definida".
Para os centristas é "fundamental por uma questão qualidade da prestação do serviço que o transporte em questão seja efectuado por uma empresa privada mantendo esse mesmo nível".
Os democrata-cristãos defendem "um meio de transporte eficaz, assíduo, confortável e seguro, bem diferente da empresa pública CP, cada vez mais deficitária, tem visto o seu crescimento acentuar-se de há dois anos para cá num aumento de passageiros que escolhem o comboio da ponte como meio das suas deslocações diárias".

Os subscritores do manifesto
O arquiteto Carlos Roxo, responsável geral pelo projeto de arquitetura da linha e autor da estações de Entrecampos e Sete Rios, o arquiteto Santa Barbara, autor da intervenção plástica na estação do Pragal, o engenheiro Francisco Asseiceiro, responsável do projeto de via ferroviária na ligação Lisboa - Setúbal, bem como os antigos futebolistas Diamantino Miranda, Luís Boa Morte e Carlos Manuel, os cantores, Toy e Jorge Palma e a atleta Carla Sacramento são algumas das personalidades que já subscreveram o documento.
O padre setubalense Constantino Alves, o realizador de cinema Pedro Pinho (da Fábrica do Nada), autarcas, dirigentes sindicais, dirigentes e comandantes dos Bombeiros, membros de Comissões de Utentes dos Transportes e dos Serviços Públicos estão também entre a lista de subscritores do manifesto que reclama o fim da Parceria Público-Privada com a Fertagus.

[ + ]

Atividades ocupam férias no bairro em Setúbal

Crianças de Setúbal com um verão diferente

A plantação de árvores em vários canteiros desocupados no Bairro da Bela Vista, em Setúbal,  é uma das iniciativas em destaque no projeto de atividades ocupacionais Férias no Bairro, que conta com a participação de cinco dezenas de crianças. O projeto Férias no Bairro, que consiste na realização de um conjunto de atividades para ocupação das férias escolares, é dinamizado no âmbito do Nosso Bairro, Nossa Cidade, programa impulsionado pela Câmara de Setúbal e desenvolvido por moradores de cinco bairros da zona da Bela Vista. Nestas férias de verão, além de idas à piscina, diversas atividades lúdicas e desportivas, passeios e visitas aos Bombeiros Sapadores de Setúbal e ao Mercado do Livramento, entre outros locais, as crianças plantaram arbustos e árvores em canteiros desocupados nos pátios do Bairro da Bela Vista.
Crianças ocupam férias com programa especial 

Três trabalhadores municipais fazem os preparativos necessários nos canteiros para que os pequenos jardineiros possam iniciar o trabalho.
“Quem quer colocar a vitamina na terra?”, pergunta um dos trabalhadores.
Todos querem, mas é Romilson, 6 anos, quem pega no frasco e coloca, com todo o cuidado, as vitaminas essenciais para o crescimento do arbusto que vai ser colocado na cova já aberta no canteiro localizado num dos pátios da Rua do Monte.
De vassoura na mão Rosana, 6 anos, uma das mais entusiasmadas com a tarefa que lhe é confiada, já se prepara para varrer a areia que a pequena Adriana e os colegas Leandro e Diego já não conseguem tirar com as pás.
Com o trabalho feito, Rosana corre para ajudar noutro canteiro onde, desta vez, é ela quem coloca a água na terra que Romilson, com uma pá, e Diego, com uma vassoura, colocam dentro da cova.
Domingas Rocha, uma das quatro monitoras que acompanha as crianças, quer que o trabalho fique bem feito e dá indicações.
“Meninos, não é só varrer de um lado. Têm de tirar a areia toda que está ao redor”, avisa, entre risos.
Os pequenos seguem o conselho, mas algo desperta a curiosidade de Leandro que admira a espécie que está a ajudar a plantar.
“O que é isto aqui a crescer?”
Lurdes Correia olha para onde o menino está a apontar e alerta: “são bagas, mas não se podem comer”.
Com a cova tapada, falta apenas regar a planta, tarefa que Diego aceita de imediato, apesar da sua pequena estatura.
“Diego, despeja a água, mas não caias para cima da árvore”, brinca Domingas, ao observar a dificuldade do rapaz em pegar num balde cheio de água.
A plantação de canteiros no Bairro da Bela Vista, no âmbito do projeto Férias no Bairro, decorreu em três manhãs, com o envolvimento de perto de cinco dezenas de crianças.
Maria Caetano, 13 anos, foi desafiada pelos primos mais novos a participar na iniciativa e não ficou desiludida.
“Participámos em muitas atividades. Foi divertido. Acho que é uma boa forma de ocupar as férias e vou continuar a participar noutras edições”.
Helena, 12 anos, que também leva boas recordações da iniciativa, observa os mais pequenos a trabalhar.
“Eles gostam muito disto, mas há dias em que não se portam bem”, diz, entre risos.

Um trabalho importante 
As monitoras juntam as crianças. O trabalho nesta zona do bairro está concluído e está na hora de seguir para outros pátios.
Eduarda Fernandes, 57 anos, reformada, dá a mão a alguns pequenos que a rodeiam carinhosamente e garante que ser monitora é uma tarefa que acarreta responsabilidade, mas também é gratificante.
“As crianças precisam de realizar atividades quando estão de férias e aqui proporcionamos duas semanas de ocupação de tempos livres. Se não for assim, eles não têm oportunidade de fazer coisas diferentes”.
A plantação de canteiros desocupados e a pavimentação de zonas em mau estado foram propostas apresentadas pelos moradores do Bairro da Bela Vista, no 4.º Encontro de Moradores do Programa Nosso Bairro, Nossa Cidade.
As propostas foram, posteriormente, apresentadas às monitoras do projeto de ocupação das férias letivas, que desafiaram as crianças a participar na plantação dos canteiros.
O Férias no Bairro é organizado pelo Grupo de Monitores das Férias no Bairro, constituído por moradores envolvidos no programa Nosso Bairro, Nossa Cidade, com apoio da Câmara  de Setúbal e da Junta de Freguesia de São Sebastião.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
[ + ]

Alcácer do Sal serviu cerca de 50 mil refeições escolares

Autarquia reconhece a importância das refeições equilibradas a todas as crianças

O município de Alcácer do Sal serviu, no ano letivo 2017/2018 nos refeitórios escolares da sua responsabilidade, cerca de 50 mil e 100 refeições a 486 alunos do 1º ciclo do ensino básico e do ensino pré-escolar do concelho. “O município tem vindo a assumir um grande esforço financeiro para dotar das condições necessárias de funcionamento os refeitórios escolares do Centro de Educação Pré-Escolar de Alcácer, Escola Básica nº 1 de Alcácer e Escola Básica da Comporta, que têm gestão direta da autarquia e para a qual tal representa uma despesa anual estimada em 325 mil euros”, explica o presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Vítor Proença.
Autarquia investe 325 mil euros em refeições escolares 


De acordo com Vitor Proença, a autarquia reconhece "a importância do fornecimento de refeições equilibradas e racionais a todas as crianças e pretendendo contribuir para que a escola se torne um espaço privilegiado para a educação alimentar e para a promoção da saúde através da alimentação". 
Além de evitar deslocações das crianças a casa para o almoço, os refeitórios escolares são de grande importância inclusive a nível social, pois, e segundo o autarca, “contribuem para uma maior justiça social, motivando alunos de menores recursos a frequentar a escola”, que aqui encontram refeições nutritivas ao seu dispor. Por estes motivos, o município não limita o serviço de refeições ao calendário letivo definido pelo Ministério da Educação: este é alargado às  Atividades de Animação e Apoio à Família, no pré-escolar e às Atividades de Apoio à Família, do 1º ciclo nas interrupções letivas do natal, carnaval, páscoa e, após encerramento da atividade letiva, até final do mês de Julho.
A Câmara de Alcácer assegura a elaboração das ementas e a confeção das refeições através de uma equipa experiente e cumprindo todos os normativos legais, cujo trabalho foi reforçado com a implementação do HACCP (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo) adjudicado a uma empresa externa.

Agência de Notícias com Câmara de Alcácer do Sal 
[ + ]

Turismo quer apressar aeroporto no Montijo

Aeroporto da capital é “pedra no sapato do país”

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal pede urgência na solução do Montijo. Caso contrário, o país arrisca-se a perder turistas e a passar uma imagem negativa para o exterior. Portugal estará a perder um milhão de turistas todos os anos devido à lotação do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. A perspectiva foi traçada pelo presidente da Confederação do Turismo Português em entrevista ao Jornal de Negócios e Antena 1. "Muito provavelmente, à volta de um milhão de turistas por ano. Sabendo o que cada turista gasta e a transversalidade do turismo, imagine-se o impacto que isto tem", afirmou Francisco Calheiros. Por isso, não hesita em classificar o aeroporto de Lisboa como "uma pedra no sapato do país". A solução prevista para o Montijo só deverá chegar no primeiro trimestre de 2022, uma data que deixa o sector do turismo preocupado.
Aeroporto de Lisboa está "entupido" 

Francisco Calheiros lembra que o aeroporto "entupido" está a gerar danos negativos na imagem do país e dá o exemplo das filas criadas no controlo de passaportes. A responsabilidade, diz, é do Governo, a quem pede para não "privilegiar determinados interesses corporativos".
A solução prevista para o Montijo só deverá chegar no primeiro trimestre de 2022, uma data que deixa o sector do turismo preocupado. Francisco Calheiros considera que é urgente tomar uma decisão e fazer avançar o projecto.
Recorde-se que os números do setor têm impressionado. Portugal nunca foi tão procurado por turistas. Por outro lado, também tem aumentado muito o número de pessoas, em todo o mundo, que escolhe o avião como meio de transporte. De acordo com a FlightRadar24, que monitoriza o tráfego aéreo, só no dia 29 de Junho, 202 mil 157 aviões cruzaram os céus. Nunca se tinham registado tantos voos e pode mesmo falar-se de “hora de ponta acima das nuvens”. No pico do dia mais movimentado estiveram no ar mais de 19 mil aviões. Recorde-se que, por norma, Agosto é o mês em que se regista mais tráfego aéreo. Mas nunca tinham sido detetados mais de 20 mil voos em apenas um dia.
Portugal tem atraído cada vez mais turistas. Seja pelo sossego, pela paisagem ou pela segurança, a verdade é que o país está cada vez mais na rota das preferências de quem escolhe o melhor local para passar uns dias de férias. Prova disso tem sido o aumento de voos internacionais que têm cidades portuguesas como destino. Basta uma pesquisa rápida na Internet para constatar o aumento do número de lugares em viagens com destino a cidades portuguesas.
A moda começou a intensificar-se em 2015. O aumento da procura de Portugal como destino já levou o aeroporto de Lisboa ao limite. No início deste mês, por exemplo, chegou a trabalhar com 38 movimentos por hora, entre descolagens e aterragens, o que significa o máximo da atual estrutura. Recorde-se que, no ano passado, o aeroporto da capital recebeu 27 milhões de passageiros e, em Maio deste ano, já tinha passado a barreira dos 11 milhões.

Aeroporto pode vir tarde demais 
De acordo com António Costa, “um novo consenso nacional” de arrependimento por não se ter avançado antes com um novo aeroporto internacional. “Hoje, creio, há um novo consenso nacional, arrependidos de não ter feito a tempo e horas aquilo que hoje já estamos numa luta para tentar recuperar, que é o país ter um novo aeroporto internacional com capacidade de dar resposta àquilo que é a oferta do turismo no nosso país”.
Esta reação surgiu, durante o mês de Maio, numa altura, em que foi revelado que o estudo de impacte ambiental, pedido pela ANA Aeroportos, para o futuro aeroporto do Montijo, estipula que os impactes encontrados são pouco significativos, não colocando em causa a localização do novo aeroporto.
Francisco Calheiros lembra agora que o aeroporto "entupido" está a gerar danos negativos na imagem do país e dá o exemplo das filas criadas no controlo de passaportes. A responsabilidade, diz, é do Governo, a quem pede para não "privilegiar determinados interesses corporativos".
A solução prevista para o Montijo só deverá chegar no primeiro trimestre de 2022, uma data que deixa o sector do turismo preocupado. Francisco Calheiros considera que é urgente tomar uma decisão e fazer avançar o projecto.

Agência de Notícias 
[ + ]

Palmela apoia associações de proteção de animais

Autarquia aprova 3500 euros para três associações do concelho 

A Câmara de Palmela aprovou, por unanimidade em  reunião pública, o  apoio financeiro no valor global de 3500 euros, a três associações de proteção de animais - Associação O Cantinho da Milu, Associação Quintinha ABC e Associação PRAVI (Projeto de Apoio a Vítimas Indefesas). 
Autarquia incentiva a adoção de animais 

Estes apoios serão distribuídos tendo em conta o número de animais existentes em cada associação, o conjunto das atividades que desenvolvem e a disponibilidade para colaborar com a autoridades locais. 
De acordo com a Câmara de Palmela, estes apoios às associações "contribuirão para a manutenção das atividades correntes das associações, nomeadamente, tratamentos médico-veterinários, medicamentos, campanhas de sensibilização, vacinação, colocação dos identificadores e a esterilização dos animais acolhidos". 
O abandono de animais na via pública é um flagelo da nossa sociedade, com o qual convivemos e para o qual as entidades públicas e privadas têm bastante dificuldade em dar resposta, atendendo a dimensão do problema. 
No concelho de Palmela, "tem sido permanente a articulação da autarquia com as entidades oficiais, nomeadamente, SEPNA e Ministério Público, no sentido de dar uma resposta adequada às várias situações de abandono e maus-tratos a animais", diz a autarquia.
Para a prossecução deste desígnio, têm contribuído, em muito, as associações de defesa dos animais do concelho, nomeadamente, “O Cantinho da Milu”, a “Quintinha ABC” e a “PRAVI”.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 
[ + ]

Cartão de Visita do Facebook

Anúncios

Se quiser anunciar neste site entra em contato com publicidadeadn@gmail.com
 
ADN-Agência de Notícias | por Templates e Acessórios ©2010