Dá um Gosto ao ADN

BCP colocou à venda o Forum do Barreiro

O objetivo é atrair investidores para dinamizar o espaço e a zona envolvente

O edifício do Forum Barreiro está à venda. Segundo o caderno de imobiliário do jornal “Público”, o Millennium BCP colocou o espaço no mercado. O objetivo passa por atrair novos investidores e tentar dinamizar não só a área comercial, mas também toda a zona envolvente, no centro da cidade. A operação de venda deverá estar concluída até ao final do ano. O centro comercial fica numa antiga zona industrial do Barreiro. O edifício tem ainda um empreendimento habitacional. Por enquanto, não se sabe o que de novo poderá acontecer ao espaço. Certo é que nos últimos anos tem perdido algumas das lojas que ali se encontravam desde o início.
Forum está à venda desde a semana passada 

O BCP colocou à venda o Forum do Barreiro. O espaço foi inaugurado em 2008 e é propriedade exclusiva da Multi 24 – Sociedade Especial de Investimento Imobiliário de Capital Fixo, SICAFI, SA, gerida pela Interfundos – Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário, SA, avançou o caderno Imobiliário do jornal Público.
A cidade é uma das áreas urbanas a Sul de Lisboa que tem comprovado ser uma área natural de extensão da capital com crescimento no número de habitantes e infraestruturas existentes”, disse ao mesmo jornal, Marlene Tavares, da JLL, parceiro do banco na estratégia comercial deste ativo.
“A cidade do Barreiro tem também um forte potencial de desenvolvimento logístico que poderá igualmente criar sinergias e aportar valor ao Forum Barreiro”, concluiu.
Localizado no centro da cidade que conta com uma população de 80 mil residentes, o Forum Barreiro conta com uma área bruta locável de 18.992 metros quadrados, num total de 90 lojas, com três pisos acima do solo e dois pisos abaixo do solo com um estacionamento com capacidade para 700 viaturas.
Com 11 anos de existência o espaço situado na antiga zona industrial, conta também com um empreendimento residencial constituído por quatro blocos habitacionais.
Em termos estruturais, diz o jornal, o Centro Comercial dispõe-se de um telhado de madeira e vidro, de forma a assegurar a entrada de luz natural e a harmonia das cores e materiais do seu interior. É composto por três pisos acima do solo, dois com lojas e um com quatro salas de cinema Castelo-Lopes, bem como de dois pisos abaixo do solo para estacionamento pago e com capacidade para 700 veículos.
A oferta é diversificada, desde lojas de vestuário, acessórios, cultura, lazer, perfumaria, decoração, restauração, entre outras.

Agência de Notícias
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Governo aprova projeto habitacional de Almada

Mais de nove mil pessoas do concelho vão ser realojadas em 2023 

O Conselho de Ministros aprovou e admitiu reconhecer o interesse público no “projeto urbanístico denominado Projeto Habitacional de Almada Poente”, na cidade de Almada. O projeto vai ser implementado “em terrenos do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana”, que fazem parte do Plano Integrado de Almada e pretende disponibilizar a oferta pública de habitação a custos acessíveis. “Estes terrenos têm um potencial de edificabilidade de cerca de 3.500 habitações que permitirão alojar mais de nove mil pessoas”, anuncia o Conselho de Ministros. A construção dos primeiros 1100 fogos, deverá estar concluída em 2023. De acordo com a Câmara de Almada há 450 famílias, sinalizadas pela autarquia, de diversos bairros carenciados do concelho que irão ser os primeiros beneficiários das casas.  “Parte significativa da população que hoje vive em barracas” vai ter casas, diz Inês de Medeiros, presidente da autarquia. 
Governo apresentou projeto em Almada 

O concelho de Almada foi apontado nesta sexta-feira, pelo Governo, como exemplo nacional da nova geração de políticas de habitação, estando prevista a construção ou reabilitação de um total superior a seis mil fogos.
Só o Projecto Habitacional de Almada Poente, um programa de 125 milhões de euros do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana de construção pública para arrendamento, que foi nesta sexta-feira apresentado, prevê a construção de 3500 habitações numa “nova cidade” com vista sobre Lisboa.
Segundo a secretária de Estado da Habitação, a primeira fase deste projecto, num total de 28,5 milhões de euros para a construção de 284 fogos em quatro lotes, vai arrancar já, com os concurso públicos para o projecto de arquitectura e o de empreitada “até ao final do ano”.
O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, afirmo que a aposta do Governo na promoção de habitação pública para arrendamento é uma reforma que visa melhorar a qualidade de vida dos portugueses. 
"Aquilo que estamos a fazer, alargar a oferta pública de habitação, essa sim, é a verdadeira reforma que queremos fazer. Isso é que é fazer reformas. As reformas têm como objetivo melhorar a vida do povo. E é isso que nós estamos a fazer neste momento em Portugal com a política de habitação", disse Pedro Nuno Santos, depois de criticar a ideia de que as reformas passam sempre por uma privatização, liberalização ou desregulamentação.
O governante, que falava em Almada, na apresentação pública do Projeto Habitacional de Almada Poente, um programa de promoção de habitação pública para arrendamento que prevê a construção de 3.500 fogos, defendeu que o povo também "tem direito a viver com dignidade, a viver em boas localizações e em habitação com qualidade".
"Este programa [Projeto Habitacional de Almada Poente] visa isso, porque não está restringido apenas aos setores mais carenciados da população - esses também têm uma resposta da Câmara de Almada, no programa 1.º Direito com a sua Estratégia Local de Habitação - e temos aqui a oportunidade de alargar a oferta pública de fogos para a classe média, que hoje enfrenta, como sabemos, uma grande dificuldade no acesso à habitação", justificou o ministro.
"Esta é uma prioridade muito importante para nós. Esta localização muito privilegiada (com vista para o estuário do Tejo e para Lisboa) não tem de estar apenas sujeita aos mecanismos especulativos do mercado imobiliário, tem de estar também acessível a pessoas como nós", acrescentou Pedro Nuno Santos durante a cerimónia realizada na Biblioteca Pública Maria Lamas, na Caparica, concelho de Almada.

Autarquia dá prioridade a famílias de bairros carenciados 
A secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, revelou que a primeira fase do projeto Almada Poente, a construção dos primeiros 1100 fogos, deverá estar concluída em 2023, adiantando que o processo para a construção de 284 fogos poderá avançar de imediato.
Segundo Ana Pinho, depois de concluída a primeira fase ainda ficam a faltar 2.400 habitações, que estão dependentes de um Plano de Urbanização que deverá ser aprovado no prazo de um ano a um ano e meio.
Ana Pinho lembrou ainda que, ao abrigo de um protocolo de cooperação que foi hoje assinado entre a Câmara de Almada e o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, a atribuição de casas depende de um regulamento de atribuição de habitações que será definido pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, mas em que haverá prioridade para pessoas sinalizadas pela Câmara de Almada.
A presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, que destronou a anterior maioria CDU nas últimas eleições autárquicas, revelou que a Estratégia Local de Habitação de Almada, aprovada em maio deste ano, assume três objetivos estratégicos: "melhorar a coesão social e territorial, aumentar a competitividade e melhorar a qualidade do `habitat´".
Inês de Medeiros referiu ainda que a Câmara  de Almada pretende reabilitar "a dignidade do parque habitacional municipal e realojar uma parte dos agregados que hoje vivem em barracas", designadamente através do 1.º Direito - Programa de Apoio ao Acesso à Habitação.
Segundo a presidente da Câmara de Almada, os beneficiários do 1.º Direito serão 450 famílias residentes em barracas e casas no Torrão, na Trafaria, cerca de 50 agregados familiares das Terras de Lelo e Abreu, nas Terras da Costa, Costa de Caparica e 10 agregados familiares residentes nas traseiras da Escola da Trafaria.

Agência de Notícias com Lusa 
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Aeroporto do Montijo é ameaça ao Estuário do Tejo

Zero e Quercus lamentam pressões ambientais na Reserva Natural do Tejo

Na passada sexta-feira, 19 de Julho, assinalou-se o Dia da Reserva Natural do Estuário do Tejo, criado pelo Estado com o objetivo de iniciar uma gestão racional da área de modo a não comprometer as suas potencialidades biológicas. O aumento da área de proteção, a necessidade de maior fiscalização da pesca e a melhoria da qualidade da água são desafios apontados pelas associações ambientalistas Quercus e Zero na gestão da Reserva Natural do Estuário do Tejo. A grande ameaça actualmente, indica a Zero, é o projeto do aeroporto do Montijo, considerando que a construção pode vir a ter um impacto muito significativo no ecossistema da reserva. A Quercus aponta os problemas ao nível da qualidade da água, além de haver espécies invasoras entre os peixes, bivalves e invertebrados, como principais factores de risco.
Aves do Tejo e perigo com mais aviões 

Em declarações à Lusa, João Branco, membro da direção da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, sublinhou que “a reserva é uma área bastante importante a nível nacional e internacional” devido à dimensão biológica.
Durante o inverno, segundo João Branco, a reserva chega a recebe mais de cem mil aves, resultado da migração da espécie.
Porém, apesar de aclamada pela sua diversidade biológica, a Reserva Natural do Estuário do Tejo enfrenta desafios ambientais – por estar localizada junto a áreas povoadas, por exemplo, acarreta problemas ao nível da qualidade da água, além de haver espécies invasoras entre os peixes, bivalves e invertebrados.
“À medida que essas espécies invasoras se espalham pelo território, as espécies nativas diminuem obrigatoriamente, porque competem pelo mesmo habitat e pelos mesmos recursos”, explicou o membro da direção, apelando à criação de políticas que minimizem este efeito.
A dimensão da reserva é outro dos problemas apontados pela Quercus, que considera necessário um alargamento da sua área terrestre, nomeadamente nas margens do Tejo até Vila Franca de Xira e nas margens de Alverca do Ribatejo.
No entender de João Branco “há uma série de zonas envolventes que merecem uma requalificação” com vista a fazer parte da reserva natural.
A proteção das margens e dos mouchões é outro ponto que João Branco salientou como carecido de políticas protectoras, recordando o rombo ocorrido no Mouchão da Póvoa, que levou parte significativa desta ilha.
O representante criticou o tempo que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) demorou a intervir nesta situação, tendo em conta que era “aquela que tinha competências para autorizar intervenção”
“Todo o estuário e todo o rio têm que ser geridos de forma a conversar os valores naturais e a Reserva Natural do Estuário do Tejo”, apelou, lamentando que a população veja este conjunto de forma isolada.

Aeroporto como maior inimigo
Para a Quercus, o Tejo constitui “um sistema único” e deveria ser protegido na totalidade, não apenas na área da reserva.
Partilhando da opinião em relação à importância desta área, Paulo Lucas, da direção da Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável considerou que a reserva “tem sido um dos marcos da conservação da natureza em Portugal” e admitiu que a reserva tem sido sujeita a muitas pressões, principalmente pelo facto de estar localizada numa área povoada.
A grande ameaça actualmente, indicou, é o projeto do aeroporto do Montijo, considerando que a construção pode vir a ter um impacto muito significativo no ecossistema da reserva.
“A grande preocupação são as aves”, disse Paulo Lucas, revelando que tanto o aeroporto as pode afectar, como podem elas afectar o aeroporto.
“O país tem de ter outro tipo de abordagens”, disse o ambientalista.

Agência de Notícias com Lusa 
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GNR apreende 4 toneladas de sardinha em Sesimbra

Apreensão tem um valor de mercado de 24 mil euros

Quatro toneladas de sardinha, com um valor estimado de 24 mil euros, foram apreendidas na sexta-feira numa embarcação em Sesimbra, anunciou este sábado a Guarda Nacional Republicana (GNR). No âmbito de uma fiscalização dirigida às atividades de pesca, os militares detetaram uma embarcação que transportava quatro toneladas de sardinha, ultrapassando o limite diário de captura admissível para esta espécie, nomeadamente 3,188 toneladas, refere a GNR em comunicado.
Sardinha "presa" no porto de Sesimbra 


Na sequência da operação, foi identificado o mestre da embarcação, um homem de 57 anos, e elaborado o respetivo auto de contraordenação, cuja coima pode atingir 37 mil e 500 euros.
"O pescado excedente apreendido foi entregue em lota, para sujeição ao primeiro regime de venda", refere a GNR, adiantando que a operação foi realizada pela Unidade de Controlo Costeiro, através do Subdestacamento Controlo Costeiro de Setúbal.
A sardinha apreendida "sardina pilchardus" "é um recurso de interesse estratégico para a pesca portuguesa, para a indústria conserveira e para as exportações de produtos da pesca e do mar, assumindo uma particular relevância em termos socioeconómicos em várias comunidades piscatórias", sublinha a guarda.
O seu recurso deve ser explorado de modo "a garantir, a longo prazo, a sustentabilidade ambiental, económica e social da pescaria, dentro de uma abordagem de precaução, definida com base nos dados científicos disponíveis, procurando-se simultaneamente assegurar os rendimentos da pesca aos seus profissionais", acrescenta a GNR.
Esta não foi a primeira vez que aconteceu, em Sesimbra, uma apreensão de sardinha. A Unidade de Controlo Costeiro, através dos Subdestacamentos de Controlo Costeiro de Setúbal e Fonte da Telha, já tinha aprendido a de Junho,  492,5 quilos de sardinha, com o valor estimado de 3447,50 euros.
No âmbito de uma ação de fiscalização no Porto de Pesca de Sesimbra, a GNR detectou sardinha de tamanho T4, que corresponde a um tamanho entre 12 e 15 centímetros, uma tipologia de sardinha cuja descarga se encontra interdita às sextas-feiras, sábados e domingos, medida que tem como objectivo garantir a sustentabilidade da espécie.
Foi identificado na altura o Mestre da embarcação, de 42 anos, e elaborado o respectivo auto de contra-ordenação, com uma coima que pode atingir os 50 mil euros. O pescado apreendido foi doado a instituições de solidariedade social.

Agência de Notícias com Lusa 
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Festas de Sarilhos Grandes começam esta sexta-feira

Aldeia de Sarilhos em festa em honra de São Jorge 

As Festas de Sarilhos Grandes, no concelho do Montijo, arrancam esta sexta-feira. Vão ser cinco dias de muita animação e alegria, com largadas de toiros, bailes, espetáculos de dança e de música, folclore, stand up comedy, o tradicional passeio da charanga Huga Huga pelo arraial e, claro, muitos comes e bebes. Naturalmente, que em destaque estarão as tradições religiosas com a missa solene em honra de São Jorge no dia 21 de Julho, às 10 da manhã e a procissão, no mesmo dia, pelas 18 horas que vai percorrer várias artérias da aldeia. O encontro de bicicletas antigas e trajes da época, no domingo de manhã, é outro dos momentos altos das festividades. Belito Campos, Banda de Tributo aos Queen, Rosinha e a dupla Emanuel Rosa e Serafim são as "figuras maiores" do cartaz das Festas de Sarilhos Grandes que se prolongam até terça-feira, 23 de Julho.
Sarilhos Grandes comemoram São Jorge 

Até terça-feira, a Freguesia de Sarilhos Grandes, no Montijo, festeja São Jorge. Durante os cinco dias de festa, há dezenas de atividades para todos os gostos: procissão, bailes, largadas, espetáculos musicais, dança e o famoso huga-huga.
De 19 a 23 Julho realizam-se as Festas Populares em Honra de São Jorge, na freguesia de Sarilhos Grandes. A festa promete animação com bailes, largadas, espetáculos musicais e a tradicional procissão.
A abertura oficial das Festas em Honra de São Jorge tem lugar esta sexta-feira, às 21 horas. Neste dia, destaque para desfile das Marchas Populares de Sarilhos Grandes e de Montijo bem como o espetáculo de Belito Campos às 23 horas.
No Sábado, dia 20 de Julho, destaque para a dança tradicional de cariz popular Huga-Huga, que consiste numa fila de pessoas que, de mãos dadas, dançam lado a lado, às 21h45, seguindo-se a 2.ª Mostra de Folclore e baile com Fátima Dias.
No dia 21 de Julho, domingo, realiza-se às 9h15 o Encontro de Bicicletas Antigas e Trajes da Época, no Coreto, a que se segue a missa solene em Honra de São Jorge, padroeiro da freguesia. Às 18 horas realiza-se a grandiosa procissão em Honra de São Jorge. Às 22h30 haverá música no palco da feira com Tributo aos Queen.
Na segunda-feira, dia 22 de Julho, a não perder Stand Up Comedy com Emanuel Moura e Serafim, às 22h30, no palco da feira.
No último dia, terça-feira, 23 de Julho, a Rosinha sobe ao palco às 23h15. As festividades terminam com fogo de artifício.
Nuno Canta, que vai inaugurar as Festas nesta sexta-feira à noite, lembra que estas festividades “são organizadas em nome dos sarilhenses e pretendem honrar as nossas tradições e cultura”, refere o presidente da Câmara do Montijo.
De acordo com o autarca do Montijo, as Festas de São Jorge "são um marco da cultura da nossa terra e têm a importância de juntar as pessoas e serem um elemento agregador da nossa maneira de viver e das nossas tradições”, acrescenta Nuno Canta, realçando o trabalho e a dedicação da Comissão de Festas de Sarilhos Grandes.

Agência de Notícias
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Danças e músicas do mundo árabe em Setúbal até domingo

Mil e uma noites no Parque Urbano de Albarquel

O Parque Urbano de Albarquel, em Setúbal, vai ser palco de danças e músicas do mundo árabe. É entre sexta-feira dia 19, sábado e domingo. Para o mesmo espaço, em Setúbal, estão marcadas diversas actividades e será montado um bazar oriental. É o “Dança Oriental e as 1001 Noites”. Um dos principais atractivos será o bazar oriental, onde se pode encontrar à venda artigos de dança do ventre e tatuagens de hena. Funciona no dia 20 entre as 19 e a uma da madrugada e no dia 21 das 16 às 18 horas.
Catarina Branco é uma das bailarinas convidadas 

O programa integra espectáculos e demonstrações de dança, animações com fogo, workshops e tatuagens de hena. Estas são algumas das propostas para os três dias do “Dança Oriental e as 1001 Noites”, iniciativa organizada pela Câmara de Setúbal com diversas parcerias.
O início da programação desta festa da dança e música está marcado para as 19 horas desta sexta-feira e logo com um workshop de preparação de shisha, espécie de cachimbo de água de origem oriental utilizado para fumar tabaco aromatizado. Este será orientado por elementos do bar nocturno setubalense Alibi Arabic Lounge.
Ainda na sexta-feira, pelas 22 horas, decorre uma animação de dança oriental conduzida por Catarina Branco, professora, coreógrafa e bailarina setubalense, que dinamiza no dia seguinte, a 20, das 19 às 20 horas, um workshop de iniciação à dança oriental.
Da programação de “Dança Oriental e as 1001 Noites” para o segundo dia, a 20, também das 19 às 20 horas, faz ainda parte um workshop de língua árabe, limitado a 15 participantes, por Dali Phil, jovem tunisino.
A partir das 21 horas há música ao vivo, com a percussão árabe de Américo Cardoso, Tribal Fusion por Moony, dança com fogo por Kateclip e danças orientais com Sandra Barrocas, Yolanda Rebelo e Catarina Branco.
No domingo e último dia deste encontro de festa será proporcionado um workshop de folclore egípcio, denominado de “Saidi”, com orientação de Catarina Branco.
O espectáculo de encerramento, a partir das 17 horas, junta em palco diversas bailarinas e grupos de dança oriental.

Agência de Notícias
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Palmela vai ter vinhos e jazz no Castelo com Maria João

Palmela recebe um festival de Jazz com vinhos e em Águas de Moura vive-se as noites da fonte

O Castelo de Palmela vai abrir as muralhas à sexta edição do Palmela Wine Jazz, que chega esta sexta-feira (19 de Julho) e se estende até domingo (21 de Julho), com música, vinho e gastronomia. Por lá, vai haver 15 adegas com vinhos da região de Setúbal, que levam descontos e ofertas especiais. O horário da feira de vinhos é das 18 horas à meia-noite, sexta-feira e sábado, e das 16 às 21 horas, no domingo. Ao longo dos três dias, O Bobo da Corte, a Igreja de Santa Maria e o Terraço Sul recebem os concertos de jazz que prometem encher o evento de música. O maior destaque vai para o concerto da cantora Maria João, sábado às 22h30 na Igreja de Santa Maria. Em Águas de Moura há, esta sexta e sábado, as noites da fonte. Animação musical, espetáculos de teatro, marchas populares e gastronomia são algumas das sugestões desta iniciativa que promete animar estas duas noites de verão junto à fonte centenária.
Castelo abre as portas ao Jazz e ao vinho 

O Palmela Wine Jazz dá o mote para, entre as muralhas do castelo daquela vila da Península de Setúbal, contactar durante os dias da festa com alguns dos mais emblemáticos produtores da região. De 19 a 21 de Julho, para além dos concertos de jazz, a iniciativa conta com uma feira de vinhos e com provas de néctares da Península de Setúbal.
O ponto alto será uma atuação da cantora Maria João, que vai apresentar “Ogre” - o seu novo trio musical que é um híbrido entre jazz e música eletrónica  - na Igreja de Santa Maria às 22h30, este sábado. Mas também haverá espetáculos do grupo de música instrumental Loosense (sexta-feira, às 22h30) e do Quarteto Desidério Lázaro (domingo, às 21 horas).
O programa conta com um percurso pedestre pelo centro histórico da vila, “Caminhado para o Jazz”. A partida é na porta do Castelo de Palmela nesta sexta-feira, às 19 horas, e a 20, sábado, às 18 horas.
A caminhada de 4,4 quilómetros tem duas horas e meia de duração e dificuldade baixa. Termina com um concerto de jazz. A participação é gratuita até aos 12 anos. Para os adultos, o valor da inscrição é de 10 euros e inclui guias, copo de prova Palmela Wine Jazz, voucher de três provas e seguros. Já pode inscrever-se online, com a indicação do nome completo, data nascimento, cartão de cidadão, contacto e email.
A entrada no Palmela Wine Jazz é livre e o programa começa todos os dias às 19 horas. Para saber mais informações, consulte a página da Câmara de Palmela.
Uma festa da música e do vinho que conta com ações paralelas e com descontos na aquisição. Para os interessados fica, abaixo, o calendário da festa que, este 2019, conta com a presença dos seguintes produtores: Adega Camolas, Adega de Palmela, Casa Ermelinda Freitas, Cooperativa Agrícola Santo Isidro de Pegões, Damasceno Wines, Fernão Pó Adega, Filipe Palhoça Vinhos, Herdade da Comporta, Herdade de Pegos Claros, Malo Wines, Quinta do Monte Alegre, Quinta do Piloto, Sivipa, Venâncio da Costa Lima, Xavier Santana.

Fonte centenária é pretexto para noites de animação em Águas de Moura
Esta sexta-feira e sábado, há “Noites na fonte” na aldeia de Águas de Moura, freguesia de Marateca. Animação musical, espetáculos de teatro, marchas populares e gastronomia são algumas das sugestões desta iniciativa que promete animar estas duas noites de verão junto à fonte centenária.
Esta sexta-feira,  às 21h30, as honras de abertura da programação estarão a cargo da Marcha Infantil dos Cenourinhas, da União Social Sol Crescente da Marateca, seguindo-se às, 22 horas, “Histórias de En Calhar: os verdadeiros contos” pelo Teatro Estranhamente Louco e Absurdo (TELA) e, às 22h30, o espetáculo com Marco Alonso Group e animação de dança oriental com Tânia Lopes.
Já no dia 20 de Julho, sábado, a Associação de Festas de São Pedro da Marateca abre a noite de animação com a Marcha de São Pedro para, às 22 horas, os ValdevinosTeatro de Marionetas entrarem em cena com um teatro tradicional português Dom Roberto. Às 22h30, é a vez de Ângela Ribeiro apresentar “Deixa Falar a Fonte: a água que corre, a fonte que fala” e, às 23 horas o grupo Raiz Lusa encerra o programa com um espetáculo musical.
Durante os dois dias, o público poderá ainda percorrer as tasquinhas com petiscos que serão asseguradas em permanência pelo Grupo Desportivo de Águas de Moura, conviver num espaço decorado pela Cáritas Diocesana de Setúbal e também visitar os comerciantes da Baixa Comercial de Águas de Moura que, nos dias 19 e 20 de Julho, das nove às 14 horas, dão vida a mais um Mercadinho d’A Moura, este mês dedicado ao verão.
Com o intuito de dinamizar a oferta cultural na freguesia, as “Noites na fonte” são uma organização da Câmara Municipal de Palmela, da União das Freguesias de Poceirão e Marateca, do Teatro Estranhamente Louco e Absurdo, da Associação de Festas de São Pedro da Marateca, da União Social Sol Crescente da Marateca (Os Cenourinhas), da Cáritas Diocesana de Setúbal (Centro Comunitário de São Pedro) e do Grupo Desportivo e Recreativo de Águas de Moura.

Agência de Notícias
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Forum Montijo vai chamar-se Alegro em Setembro

A dona do espaço anuncia ainda que o "novo" Alegro terá novas áreas 

O centro comercial Forum Montijo vai mudar de nome em Setembro, passando a chamar-se Alegro Montijo, anunciou esta quinta-feira a gestora e proprietária, Ceetrus Portugal. O mesmo se passará em Sintra. “O rebranding da marca Alegro vai ser acompanhado pela apresentação de uma nova identidade visual, mas também uma nova assinatura e posicionamento da marca, que perfaz atualmente 12 anos de existência – tendo sido criada exclusivamente para o mercado português com a abertura do Centro Comercial Alegro Alfragide”, explica a Ceetrus em comunicado. A dona do espaço anuncia ainda que o "novo" Alegro Montijo terá uma ciclovia, um parque de estacionamento coberto, novas áreas de estar, uma renovada praça de restauração e um novo balcão de atendimento ao publico.
Forum Montijo vai mudar de nome em Setembro 

Só em Setembro é que os dois centros comerciais vão receber a nova imagem visual da marca Alegro, numa segunda fase da implementação deste rebranding. Até lá, concretiza-se a primeira fase, que compreende o alinhamento dos espaços físicos para este novo posicionamento.
“A primeira [fase], em curso, prevê um alinhamento dos espaços físicos face ao novo posicionamento Alegro e às expectativas dos clientes, depois de uma fase inicial de escuta exaustiva nos novos Alegro Sintra e Alegro Montijo. A segunda fase, agendada para setembro, trará a público a nova imagem visual da marca Alegro, incluindo a atualização das fachadas, bem como a conclusão do leque de intervenções programadas na primeira fase”, revela a Ceetrus Portugal.
“O Alegro Montijo recebe uma ciclovia, um parque de estacionamento coberto, novas ‘sitting areas’ [áreas de estar], playground interior, um ‘food court’ [praça de restauração] renovado e uma aposta em painéis fotovoltaicos e serviços de mobilidade”, revela a empresa proprietária, acrescentando que os dois centros comerciais irão receber também “um novo balcão de informações para receber os clientes, com um leque de serviços alargado a partir da mudança da marca”.
O nascimento quer do Alegro Montijo quer do Alegro Sintra assinala, assim, um ano de propriedade e gestão da Ceetrus nas duas superfícies comerciais.
A Ceetrus – empresa da Auchan Holding detida pela macro-cadeia económica de origem francesa Associação Familiar Mulliez – conta com mais de 40 anos de experiência no sector imobiliário, sendo actualmente uma das principais empresas de imobiliário em centros comerciais.
Está presente em 10 países na Europa e gere, em todo o mundo, cerca de 295 centros comerciais, escritórios e espaços residenciais que representam mais de quatro milhões de metros quadrados (m2) de área bruta locável e cerca de oito mil milhões de euros em activos.
Em Portugal, a empresa está presente em 13 municípios. Gere mais de 200 mil m2 de área bruta locável
distribuídos por mais de 700 lojas e quiosques em centros comerciais. 
São disso exemplo, os centros comerciais Alegro em Setúbal, Alfragide e Castelo Branco, o Forum Montijo, o Forum Sintra e o Sintra Retail Park, além das Galerias Comerciais Jumbo localizadas em Alverca, Canidelo, Cascais, Famalicão, Maia, Santo Tirso e Sintra.

Agência de Notícias 
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PS volta a querer uma ponte entre Barreiro e Chelas

Terceira ponte sobre o Tejo volta a estar em cima da mesa

A construção de uma terceira ponte sobre o Tejo no eixo Chelas-Barreiro volta a ser uma prioridade do Partido Socialista para a próxima década, adianta o Jornal de Negócios. O projeto da terceira travessia do Tejo era uma iniciativa do Governo de José Sócrates, em 2009, que foi anulado um ano depois, devido à conjuntura económica do país. A intenção de construir uma terceira travessia é também partilhada pelo Bloco de Esquerda e o PCP, embora com caraterísticas diferentes. Para os comunistas, esta ligação deve ser rodoferroviária, enquanto os bloquistas propõem um plano ferroviário nacional a executar até 2040, pelo que a travessia deve ser exclusivamente ferroviária.
Ponte volta à agenda do Governo 

Os socialistas querem uma terceira travessia sobre o Tejo para a próximo década. Segundo o Jornal de Negócios, a intenção do grupo parlamentar socialista é a construção de uma travessia entre Chelas e o Barreiro, não sendo feita, na proposta, nenhuma referência ao tipo de tráfego a que deve destinar-se a futura infraestrutura.
Uma terceira travessia sobre o Tejo foi um projeto lançado a concurso pelo Governo de José Sócrates em Março de 2009, lembra o jornal, mas foi anulado um ano e meio depois. Na altura, os planos eram de uma infraestrutura apenas ferroviária, fazendo parte do troço de alta velocidade entre Lisboa e Poceirão.
Agora, o grupo parlamentar do PS apresentou mais de 100 projetos, no âmbito do Programa Nacional de Investimentos 2030. Entre as propostas está a nova ponte em Lisboa Chelas-Barreiro, que os socialistas justificam como sendo “integrada numa visão nacional de desenvolvimento harmonioso da área metropolitana de Lisboa, que responda às necessidades das populações e da economia nacional”.
A terceira travessia do Tejo é também uma prioridade para 2030 para o Bloco de Esquerda e para o PCP, apesar de os dois partidos à esquerda do PS discordarem no tipo tráfego.
O PCP defende que a futura ponte deve ser rodoferroviária, enquanto o Bloco de Esquerda defende que a ponte deve ser exclusivamente ferroviária.
Já na proposta do grupo parlamentar do PS não é feita qualquer referência a que tipo de tráfego deve destinar-se a ponte.

Agência de Notícias  
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Julho é mês de Street Art Fest em Alcochete

Teatro, dança, circo e música nas ruas da vila ribeirinha. No Samouco há um festival dedicado ao Sal 

De 19 a 28 de Julho o núcleo antigo de Alcochete vai ser "invadido" pelo Alcochete Street Art Fest - Festas das Artes Performativas de Rua com uma programação diversificada e muito animada. São muitos espetáculos, animações de rua, representações mais ou menos ousadas, de Portugal, do Brasil e do Chile, que vão garantir muita animação no núcleo antigo de Alcochete. No Samouco, este sábado, realiza-se o FestiSAL que tem no sal o elemento agregador da história e tradição locais e propõe um dia diferente nas Salinas do Samouco, com muitas atividades desde a rapação de sal, animações históricas, mercado de produtos identitários, ateliês, exposições, palestras, passeios pedestres, de charrete, tuk-tuk, e observação de aves.
PIA leva a Alcochete O2 Oxygen

A programação arranca esta sexta-feira,  a 19 de Julho com um espetáculo poético “Sómente” pelo Teatro Só. Num banco do jardim. No vazio de um dia… “Sómente” é um espetáculo poético sobre a solidão na velhice, no qual o carinho, a emoção e a poesia das imagens estão em primeiro plano.
Do Brasil chega-nos “Charme”, no sábado de manhã em Alcochete e à tarde no Samouco,  pela Cia. do Solo com uma atuação muito divertida com malabarismo à mistura e ainda“Rosa e a Semente” pelo Grupo Pedras.
Num salão de beleza, a palhaça Dondoca é a irreverente e alucinada cabeleireira que de uma simples escova faz um número de malabares e de um secador de cabelo faz um número de ilusionismo… O salão abre ao público e convida a uma mudança no visual através do riso.
O Quinteto Impossível vai trazer muita energia para as ruas num registo musical de muita festa. A animação está garantida desde o largo de São João passando pelas principais ruas e largos da vila, numa atuação cheia de energia que combina estilos musicais desde o jazz, ao funk e à fanfarra num registo musical muito próprio e festivo. A festa começa às 22 horas de sábado.
PIA – Projetos de Intervenção Artística voltam a Alcochete com mais uma performance surpreendente, este ano é “O2 – Oxygen”. É no domingo às 18h30, em Alcochete. Através das linguagens do teatro físico e das formas animadas, o espetador é convidado a uma reflexão sobre como poderia sobreviver uma sociedade, onde a tecnologia desvanece as relações humanas e o acesso ao oxigénio se torna um luxo. Com origem na cidade de Macau, onde se registam níveis alarmantes de partículas poluentes, este projeto de arte pública intercultural pretende sensibilizar para a necessidade de se encontrar práticas sustentáveis como forma de superar as adversas alterações ambientais, que são cada vez mais transversais a todos.
“Homem Delírio” aborda o caminho da humanidade para o abismo, numa atuação de Ricardo Mondim e Um Corpo Estranho, na sexta-feira, 26 às 22 horas, no Jardim do Coreto, em Alcochete.
Abelâmio deambula por entre os escombros procurando a sorte. Sonhador e solitário e dotado de uma imaginação incrível, para ele nada é descartável e cada descoberta é uma oportunidade. Com a vulnerabilidade de uma formiga e a sensibilidade do tamanho de um elefante, refugia-se num universo imaginário onde habitam gigantes, músicos, cantores, poetas e seres estranhos.
No sábado de manhã há no Jardim do Rossio há Rosa e a Semente, pelo Grupo das Pedras, do Brasil.
Inspirado no conto popular chinês “O Pote Vazio” esta é a história da menina Rosa que quer participar no concurso promovido pelo mestre da sua terra, que precisa de um aprendiz, e decide fazer um concurso de flores. Rosa não consegue fazer brotar a semente e apresenta ao mestre um pote vazio, enquanto as outras crianças levam lindas flores.
Pelo segundo ano consecutivo Alcochete veste-se de branco numa noite de verão [27 de Julho] que promete agitar o núcleo antigo da vila, com muita animação musical, Dj´s e uma decoração especial do espaço público.
Teatro de marionetas é o que nos traz o Teatro em Caixa em “Ephemeros… e se a vida durasse um só dia?”. Através da música, teatro físico e muito humor, dois estranhos indivíduos que vagueiam pelo mundo carregando um velho piano mostram quão efémera e fantástica pode ser a vida e decidem expor as inúmeras vantagens de uma vida curta. “Ephemeros” é um espetáculo cómico de humor negro, premiado na edição de 2016 do “Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira. É no domingo às 11 da manhã no Jardim do Coreto.
“Tug of War” por Mr Tartuffo do Chile, numa atuação de circo, malabarismo, magia e muita comédia encerra a programação deste ano. O espetáculo de circo que se baseia no improviso e na participação do público, que já viajou por todo o mundo e que chega agora a Alcochete, à Praça do Flamingo, às 18h30, no dia 28 de Julho.

Samouco dedica festival ao Sal este sábado 
O FestiSAL está de volta a 20 de Julho, às Salinas do Samouco, em Alcochete, com muitas atividades inspiradas na tradição salineira, desde a rapação do sal, passeios pedestres, de tuk-tuk e charrete, degustações gastronómicas, exposições e um mercadinho de produtos regionais. Com entrada livre.
O FestiSAL tem a particularidade de se realizar numa área protegida, que não está normalmente acessível ao público em geral, oferecendo, ao longo de todo o dia  de sábado um leque variado de atividades relacionadas com produção de sal artesanal.
Os participantes terão a oportunidade de desvendar a história e a identidade local, calcorreando trilhos de salineiros e provando a cozinha local. Isto, num espaço natural banhado pelo Tejo, que apresenta uma
diversificada comunidade de flora e avifauna.
Além das visitas guiadas pelos trilhos do complexo de salinas, os visitantes podem assistir a duas apresentações durante o período da manhã, uma que aborda “Alcochete e a tradição do Sal” pela Dra. Cíntia Susana Mendes e pela Mafalda Duarte, e outra denominada “Conectando países e continentes: as salinas como áreas de serviço na rota de migração das aves limícolas” pelo Dr. Afonso Rocha, e ainda visitar as exposições: “Biodiversidade – uma ferramenta pedagógica nas Salinas do Samouco” e “Vidas de Sal”.
Os mais novos têm muitos ateliês e jogos para se divertirem: “Ambiente com Boa Energia” com a presença da Eng. Susana Camacho da S.energia, “Histórias Salgadas”, hora do conto e oficina com Joana Maria Ramos e “Pães de Sal” por Helena Amélia.
O Chef. António Sequeira vai assegurar o showcooking com momentos de degustação, protagonizados por ingredientes das salinas, e o Mercadinho vai ser dinamizado por artesãos e produtores locais.
Será com certeza um dia diferente nas Salinas do Samouco que terminará com o SalinaSunset, pelo Dj Boult.
A organização é da Câmara de Alcochete, Fundação das Salinas do Samouco, Lusoponte e da Associação Gil Teatro, com o apoio da Associação do Comércio, Indústria, Serviços e Turismo do Distrito de Setúbal, Maratona Clube de Portugal, Taste of the Sea, Áshrama Alcochete – Centro do Yoga, Automóvel Club de Portugale Grupo 123 – Montijo dos Escoteiros de Portugal.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete 
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Almada instala abrigo para controlar colónias de gatos

Autarquia quer "bem estar animal" e no Parlamento PSD, CDS e PCP impedem a alimentação dos gatos de rua

A Câmara de Almada, instalou uma nova Casa dos Gatos na freguesia da Charneca de Caparica, um abrigo que ajuda a controlar as colónias de felinos errantes, informou a autarquia. A infraestrutura, que permite albergar e alimentar gatos de rua, situa-se na Travessa Rui Furtado e foi inaugurada na segunda-feira, juntando-se a outra já existente no Jardim no Rio, no mesmo concelho. Segundo o vereador dos Espaços Verdes e Ambiente, Nuno Matias, estes abrigos "inserem-se na estratégia de promoção do bem-estar animal do concelho", tendo como principal objetivo o "controlo populacional" das cerca de "duas centenas de colónias" existentes em Almada. Ao mesmo tempo, esta semana, a Assembleia da República discutiu um projeto-lei do PAN para que os municípios acabem com a proibição de alimentar os gatos que vivem nas ruas. A proposta foi chumbada, na Comissão de Agricultura e Mar, com os votos contra do PSD, CDS-PP e PCP. O Partido Animais e Natureza acusa os social-democratas, democratas cristãos e comunistas de "insensibilidade"
Almada continua promover abrigos para gatos 

Contudo, em declarações à Lusa, o autarca reconheceu que o apoio dos cuidadores voluntários e associações, como a Onde Há Gato Não Há Rato, "tem sido fulcral para o desenvolvimento de muitas das estratégias de intervenção e resposta no território".
Aliás, são estes cuidadores que ajudam a determinar onde estão localizadas as colónias, ficando "responsáveis por, em conjunto com a câmara, fazer a gestão, monitorização e manutenção dos espaços", explicou.
Neste sentido, os abrigos ajudam a autarquia e associações a implementar o CED (capturar, esterilizar e devolver), um método que permite controlar as colónias de gatos e tem sido "bastante eficaz", segundo Nuno Matias, apesar de "não chegar a todas as colónias.
"É um trabalho que temos de continuar a desenvolver dando as mãos a todos aqueles voluntários que têm vontade de ajudar, que têm carinho pela causa animal, e para que, dentro das regras que definimos com os centros veterinários, possamos ter outro paradigma que ajude a explicar que a qualidade de vida do espaço público também passa por perceber que a causa animal não é conflituante com o bem-estar das pessoas", sublinhou.
Aliás, tal como está escrito no abrigo para os gatos, "uma colónia saudável permite o controlo de pragas e promove o respeito pela biodiversidade".
O vereador dos Espaços Verdes adiantou também que a Câmara de Almada "vai continuar a promover este tipo de equipamentos", instalando mais abrigos, além de estar a estudar uma opção "mais ligeira" em termos de infraestrutura, para as colónias de menor dimensão.
E porque uma colónia saudável permite o controlo de pragas e promove o respeito pela biodiversidade, é essencial respeitar as seguintes regras: "alimentar os animais com ração seca, não dar restos alimentares, utilizar comedouros e bebedouros adequados,  manter o espaço limpo" e não "abandonar animais no local", realça a Câmara de Almada.

PAN acusa PSD, CDS-PP e PCP de "insensibilidade" 
A Assembleia da República discutiu esta terça-feira um projeto-lei do PAN para que os municípios acabem com a proibição de alimentar os gatos que vivem nas ruas. A proposta foi chumbada, na Comissão de Agricultura e Mar, com os votos contra do PSD, CDS-PP e PCP.
André Silva garante que chegaram ao Partido Animais e Natureza  vários casos de pessoas que foram multadas por alimentarem colónias de gatos. O deputado entende que, em vez de proibirem, as autarquias devem regular a alimentação de animais errantes.
De acordo com o PAN, a lei em vigor já definiu o programa CED (Captura, Esterilização, Devolução) como metodologia preferencial para controlo das populações de colónias de gatos, em defesa da saúde pública.
"Manifestamente contrário ao espírito da Lei, existem regulamentos municipais a proibir a alimentação dos animais submetidos ao programa. É totalmente desprovido de sentido o Estado investir na esterilização e tratamento dos animais, estatuindo simultaneamente que os mesmos devem ser deixados morrer à fome, como defendem PSD, CDS e PCP. Para além de toda a insensibilidade e falta de humanismo demonstrados por estes três partidos, importa referir que remover a alimentação das colónias de gatos significa amputar o programa CED de um dos seus componentes essenciais, é retirar-lhe o sentido e o efeito prático", disse o PAN em nota de imprensa.
Ditam as boas práticas internacionais, um dos passos integrantes do programa CED é a correta alimentação dos animais, em locais designados para o efeito e em respeito pela salubridade pública.
No entanto, segundo o Partido Animais e Natureza, "a motivação para os referidos regulamentos é a de evitar o crescimento populacional dos animais na via pública, impedir a conspurcação do espaço público e proteger a saúde pública. Todos estes objetivos são válidos e fundamentais. O PAN lamenta uma vez mais o que foi uma constante ao longo desta legislatura: a coligação destes três partidos que obstaculizam sempre o avanço da proteção e bem-estar animal no nosso país". A  proposta de texto final do PAN visava determinar a admissibilidade de alimentação de colónias de gatos na via pública, sem colocar em causa a saúde e salubridade públicas e de acordo com regulamentação municipal no que concerne à localização e forma de alimentação.

Agência de Notícias
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Músicas do Mundo começa hoje em Porto Covo

Festival resulta da “necessidade enorme de não adormecer”. Há música de 31 países até 27 de Julho 

O Festival Músicas do Mundo, que volta a Porto Covo, a partir desta quinta-feira, e depois Sines, resulta da “necessidade enorme de não adormecer e de estar sempre alerta”, diz o programador Carlos Seixas. Os concertos arrancarão uma vez mais em Porto Covo (18, 19 e 20 de Julho) com quatro concertos por dia no acolhedor Largo Marquês de Pombal, por entre os quais destacamos as raízes poderosas dos Gaiteiros de Lisboa, a virtuosa e groovy guitarra de Keziah Jones e o funk misterioso dos Vadou Game. O palco Inatel exibirá igualmente actos de origens variadíssimas como Açores, Coreia do Sul ou Líbano. Realce-se que, como é hábito, os concertos em Porto Covo são todos de entrada livre. A festa da música chega a Sines a 21 de Julho por onde reinará até 27 do mesmo mês.  Contas feitas, o Festival Músicas do Mundo 2019 traz-nos 51 concertos originários de 31 países ao longo desta dezena de dias de Julho, que prometem lavar-nos a alma em mais uma ocasião, continuando a alargar horizontes e a desbravar algumas barreiras que ainda teimam em querer aparecer.
Mundo está em Sines durante 10 dias 

Em conversa telefónica com a Lusa, o diretor artístico e de produção do Festival Músicas do Mundo destaca que o ativismo é uma “marca” do evento, que já levou a Porto Covo e Sines artistas de 120 países e regiões.
“Um ativismo enorme, que também é a nossa marca, estar atento a tudo aquilo que neste momento nos preocupa, enquanto pertencentes aos humanos. [...] Africanos, europeus, americanos, asiáticos, ou sei lá o quê… somos todos pessoas, somos todos iguais, queremos é ser felizes, mas com justiça, que é aquilo que cada vez há menos neste mundo”, observa Carlos Seixas.
Esta 21.ª edição, à semelhança das anteriores, resulta, por isso, de uma “necessidade enorme de não adormecer e de estar sempre alerta a todo os graves problemas que nós, enquanto mundo, atravessamos, com cenas lamentáveis em que o Ocidente tenta, de uma maneira pouco honesta e bastante hipócrita, dizer que é […] o dono disto tudo”, constata. “Chamar a atenção de um público jovem, atento, que nos exige que a luta continue”, acrescenta.
O racismo, as fronteiras, as migrações serão, por isso, os temas de fundo de mais uma edição do “mais cosmopolita de todos os festivais portugueses”, qualifica o programador. “Há uma certa singularidade que se mantém no festival de Sines. É um festival que traz uma diversidade enorme de grupos, culturas, sons e géneros. É um pouco uma ‘Meca’ do que se faz por aí, por esse mundo fora”, reflete.
“Estamos sempre atentos àquilo que se passa”, garante Carlos Seixas, realçando que, apesar de haver mais oferta e um acesso facilitado à informação, "mantêm-se alguns buracos negros”, que o Festival Músicas do Mundo tenta “trazer para mostrar que existem”.

Os destaques das Músicas do Mundo 
A 21.ª edição do Festival Músicas do Mundo traz novidades: a passagem por Porto Corvo foi reduzida a três dias (18, 19 e 20) e apostou-se em “mais diversidade e maior cuidado” nas iniciativas paralelas, com o regresso do ciclo de cinema e das conversas célebres do passado com músicos e escritores. Esta edição reforçará ainda a preocupação com o “movimento verde”, adiantou Carlos Seixas.
Quanto aos destaques de programação musical dos primeiros três dias, em Porto Covo, o programador refere o “concerto imperdível” de arranque, da gambiana Sona Jobarteh, “uma mulher no kora”, instrumento tipicamente tocado por homens. No mesmo dia 18, Carlos Seixas faz referência a JP Bimeni, do Burundi, com uma vida marcada pela guerra civil entre hutus e tutsis.
No dia seguinte, 19, o destaque vai para a brasileira Luedji Luna, que “é uma combatente na questão da mulher negra”, e para o nigeriano Keziah Jones, “um homem da luta” também, que se juntam a um invulgar quinteto de mulheres sul-coreanas (The Tune). No sábado, 20, The Wanton Bishops ajudam a desconstruir ideias feitas, tocando blues de Beirute, capital do Líbano.
Entre domingo e terça, acontecem os “dias simples e calmos” de Sines, nos quais Carlos Seixas destaca Tété e Sara Alhinho (dia 22), mãe e filha cabo-verdianas; Flávia Coelho (dia 22), “talvez das brasileiras mais europeias”; o encontro de Bruno Pernadas, Norberto Lobo e Marco Franco, com “um disco lindíssimo” (Montanhas Azuis, dia 23); a “artista emergente” Blu Samu (dia 23), que vive na Bélgica, mas tem raízes portuguesas e cabo-verdianas; e The Venopian Solitude (dia 23), da Malásia, grupo liderado por uma mulher de ‘hijab’ (véu islâmico), que toca música pop – produto de o programador andar “sempre à procura de alguém de um sítio diferente, que nunca tenha vindo”.
Na quarta-feira, que habitualmente marca a enchente crescente do festival, Carlos Seixas destaca, “sem sombra de dúvidas”, a belga Melanie de Biasio (dia 24) e, nas “horas proibitivas”, a banda ganesa Santrofi, que está a fazer a primeira digressão, “com um disco que ainda nem sequer saiu”.

Últimos dias com cartaz forte 
A 25, porque é Dia Nacional da Galiza, a Banda das Crechas abre as hostes no Castelo. Nesse mesmo dia, os britânicos Kokoroko estão a despertar “uma grande curiosidade”, liderados por três mulheres nos metais (ao longo da conversa, Carlos Seixas assinala todas as mulheres que vêm atuar ao Festival Músicas do Mundo: "Gosto muito de dar destaque aos mais fracos”).
A Palestina, de onde Carlos Seixas traz músicos sempre que pode, continua no Festival Músicas do Mundo “de pedra e cal”, com Le Trio Joubran (dia 25).
O dia 26 tem Chico César, que “é lindo, lindo, lindo, os concertos dele são maravilhosos” – e, além disso, “é um lutador” – e, ainda do Brasil, o “rap muito forte, de língua afiada”, de Rincon Sapiência.
Omar Souleyman, “o velho sírio”, que já passou por muitos sítios em Portugal, estará em Sines pela primeira (dia 26) e Carlos Seixas andava “há anos e anos” a tentar trazer ao Festival Músicas do Mundo o coletivo de Brooklyn Antibalas.
Dia 27 será marcado pelo “grupo coral seminal” sul-africano Ladysmith Black Mambazo, que atua “há gerações”, e pela Batida (Angola/Portugal), com o espetáculo Ikoqwe, que vai “encher de ironia, contra o racismo”, o Castelo de Sines. Espera ainda um “concertaço” dos Underground System, uma “multinacional” também com uma mulher na liderança.
Os ‘bad boys’ jamaicanos Inner Circle, que eram para ter vindo no ano passado, são esperados nesta edição, dia 26, mas “a não perder” está, para Carlos Seixas, a marrabenta do moçambicano António Marcos, que veio a Sines nos primeiros anos, integrado num grupo, mas que agora se apresenta em nome próprio (dia 27).

Agência de Notícias com Lusa 
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Recurso a trabalhadores temporários em Palmela

Sindicatos acusam fornecedores da Autoeuropa de promoverem a precariedade do emprego

O Sitesul, Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul, acusou esta quarta-feira várias empresas fornecedoras da Autoeuropa de promoverem a precariedade do emprego devido à utilização abusiva de contratos de trabalho temporário. "No Parque Industrial da Autoeuropa há cerca de 800 trabalhadores com contratos de trabalho temporário, mas muitos deles deviam ser efetivos, porque são necessários para a produção normal das unidades industriais onde trabalham", disse o coordenador da União de Sindicatos de Setúbal, Luís Leitão, durante uma ação de sensibilização do Sitesul junto dos trabalhadores de diversas empresas fornecedoras da Autoeuropa, em Palmela. 
Sindicato acusam empresas de precariedade 

"Na fábrica de automóveis da Autoeuropa já foi dada resposta a este problema e há 200 trabalhadores que mantêm o vínculo, ainda que temporário, durante o período de férias. Mas aqui, no parque industrial, as empresas [fornecedoras da Autoeuropa] ainda não estão a dar reposta a esta situação e estão a lesar todos os portugueses, pelo abuso que fazem do trabalho temporário, que também penaliza a Segurança Social", acrescentou Luís Leitão.
De acordo com o sindicalista, há várias empresas do parque industrial da Autoeuropa que procedem ao despedimento dos trabalhadores temporários no mês de Julho - o que significa que esses trabalhadores perdem o vínculo e os direitos adquiridos nessas empresas -, e depois voltam a contratá-los em Agosto, por vezes com condições inferiores às que tinham anteriormente.
"Há empresas que são condenadas em vários processos judiciais e alguns trabalhadores são reintegrados, mas continuam com a mesma prática porque o crime compensa. Se saírem 100 trabalhadores e só 10 avançarem para tribunal, mesmo que as empresas percam alguns desses processos, ficam a ganhar com aqueles 90 trabalhadores que não fizeram valer os seus direitos", explicou Luís Leitão, defendendo a necessidade de uma intervenção mais eficaz da Autoridade para as Condições do Trabalho.
O dirigente da União de Sindicatos de Setúbal referiu ainda que há várias sentenças do Tribunal de Trabalho favoráveis à efetividade de trabalhadores de empresas como a "Vanpro, Benteler, CMP Autoneum e SN-Seixal" e adiantou que o Sitesul está a preparar processos idênticos de mais de duas dezenas de trabalhadores de diversas empresas do parque Industrial que, na perspetiva sindical, já deveriam ser efetivos, mas têm apenas um vínculo temporário.
Por outro lado, acrescentou Luís Leitão, "é preciso acabar com as empresas de trabalho temporário, que só fazem falta para as grandes multinacionais se aproveitarem dos trabalhadores. Não há nenhuma razão para haver empresas de trabalho temporário, porque há trabalho de substituição, trabalho a tempo incerto, trabalho de obras".
"E, se há contratos para isso tudo, porque é que ainda existe mais uma forma de precariedade como o trabalho temporário", questionou o sindicalista, que advertiu ainda para a provável aprovação de "mais uma lei que penaliza os trabalhadores".
"PS, PSD e CDS-PP prepararam-se para votar uma coisa ainda pior na Assembleia da República, no próximo dia 19 de Julho: a possibilidade de o período experimental poder ir até aos 180 dias (seis meses). Se esta lei for aprovada, um trabalhador que seja contratado em Janeiro e que seja despedido em Julho perde o direito à caducidade do contrato, ou seja, perde os direitos de antiguidade, porque trabalhou apenas durante o período experimental", disse.
Questionado sobre a ação de sensibilização efetuada pelo Sitesul junto ao Parque Industrial da Autoeuropa,  em Palmela, Luís Leitão esclareceu que o objetivo era alertar os trabalhadores para a possibilidade de fazerem valer os seus direitos e não permitirem a utilização abusiva dos contratos de trabalho temporário.

Agência de Notícias com Lusa 
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Feira de Sant’Iago revela sabores de Setúbal

Anselmo Ralph, David Fonseca e Gabriel O Pensador na maior desta da cidade

Anselmo Ralph, Ana Malhoa, David Fonseca, Virgul, Barbara Bandeira, Calema e Gabriel, O Pensador são algumas das atrações musicais da Feira de Sant’Iago 2019, em Setúbal, que decorre de 20 de Julho a 4 de Agosto, este ano dedicada à gastronomia, anunciou esta terça-feira o município. Com a edição deste ano dedicada à gastronomia, o renovado Pátio dos Sabores, antiga Praça do Mundo, vai contar com uma presença reforçada da restauração setubalense em diversas tasquinhas, mas também com a dinamização de showcookings, no âmbito de uma estratégia que pretende aliar a gastronomia à celebração da música popular, com espetáculos diários no Palco Mourisca. “Queremos valorizar o que temos de melhor para oferecer a quem nos visita”, vincou o vice-presidente da Câmara de Setúbal, Manuel Pisco, na apresentação do certame.
Feira arranca já este sábado 

No plano musical, destaca-se também o projeto Um Corpo Estranho, de João Mota e Pedro Franco, que abre a noite de domingo, dia 21 de Julho, a que se segue a atuação de Sérgio Godinho, com início previsto para as 22h30, no palco principal do recinto da feira, no Parque Santiago, na zona das Manteigadas, em Setúbal.
A Grande Filarmónica de Setúbal abre o certame com um espetáculo que terá início às 22h00 de sábado, mas o cartaz da feira deste ano inclui ainda, entre outros artistas,  Deolinda de Jesus, Raquel Tavares, Ricardo Má Sorte e os Diabo na Cruz, João da Ilha e o setubalense Toy.
Segundo a Câmara de Setúbal, a gastronomia também vai estar em destaque na área institucional, na entrada principal, com uma exposição em que o município propõe experiências interativas e apresentações diárias de showcookings, acompanhadas de provas de vinhos.
Exposições, demonstrações de robótica e outras novidades tecnológicas, zonas para gaming e experimentação de drones, um superslide com 140 metros de comprimento, quinta pedagógica, zona de adoção de animais, um picadeiro e uma pista de BMX, além dos tradicionais divertimentos das feiras, são outras atrações do certame.
Para facilitar o acesso ao recinto da feira, nas Manteigadas, a Câmara Municipal diz que está assegurado o alargamento de horários de diversas carreiras urbanas, bem como duas carreiras para deslocações exclusivas entre a cidade e o Parque Santiago, com o custo de um euro.

Feira com quatro séculos de história vai modernizar-se 
Os concertos são apenas um dos ingredientes em destaque no programa do certame composto por uma “oferta diversificada de atividades para todos os públicos”, sublinha a diretora da Feira de Sant’Iago, Ana José Carvalho.
A área institucional, localizada na entrada principal do recinto, com a exposição da Câmara de Setúbal alusiva à temática “Gastronomia”, oferece experiências interativas e apresentações diárias de showcookings, acompanhadas de provas de vinhos.
O objetivo desta zona “muito especial”, na qual se encontram, igualmente, as exposições das juntas de freguesia do concelho, é “apresentar a diversidade gastronómica de Setúbal e a multiculturalidade que a caracteriza”, bem como de algumas cidades nacionais e estrangeiras geminadas com o município sadino.
Apesar de contar com mais de quatro séculos de história, a feira continua a renovar-se, a apresentar novidades e a dar resposta a novas realidades.
A área empresarial e institucional é dotada de melhores condições, no âmbito da aposta na “reaproximação do tecido empresarial e institucional da região ao evento”, e utiliza, pela primeira vez na Feira de Sant’Iago, o Pavilhão Municipal das Manteigadas como núcleo expositivo.
A exposição automóvel surge nesta edição com zonas privilegiadas de apresentação, na principal entrada do certame, e, para os amantes da tecnologia, o Espaço E-Tech oferece exposições, demonstrações de robótica e outras novidades tecnológicas, além de zonas para gaming e experimentação de drones.
A planta de localização dos 40 setores de atividade diferentes presentes no evento, surge com um novo ordenamento e mais lugares disponíveis para a comercialização de diversos tipos de artigos, tendo em conta o aumento da procura, motivo que originou, igualmente, o reforço da área de produtos regionais, além do reforço da iluminação pública em vários pontos de todo o recinto da maior festa do concelho, e uma das maiores do distrito de Setúbal.

Agência de Notícias 
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Super Bock Super Rock está de regresso ao Meco

Festival regressa ao concelho de Sesimbra com atenções focadas na mobilidade e no ambiente

O festival Super Bock Super Rock regressa ao Meco, no concelho de Sesimbra, entre quinta-feira e sábado, com a organização a focar atenções nas questões de mobilidade, para chegar e sair do recinto, e responsabilidade ambiental. Depois de três anos em Lisboa, à 25.ª edição do festival regressa à Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco, mas "o local onde estará instalado o recinto de concertos é um terreno diferente daquele que o público já conhece das edições anteriores, e onde existe um tapete de vegetação tratado para assegurar um piso verde natural, onde estarão instalados os vários palcos", anunciou a organização. No regresso ao Meco, "a mobilidade é um dos principais focos da organização", que aconselha que se dê primazia aos transportes coletivos. Lana Del Rey, Phoenix, Migos e Janelle Monáe estão em destaque.
Festival arranca já esta quarta-feira 

A organização, "de modo a prevenir enchentes e congestionamentos, recomenda o público a chegar ao recinto cedo, a seguir rigorosamente as indicações das autoridades competentes e, sobretudo, a utilizar os transportes públicos reforçados e as várias opções alternativas de mobilidade".
Assim, durante os três dias haverá autocarros da Transportes Sul do Tejo (TST), que irão fazer o percurso entre a Praça de Espanha e o recinto (nesta quarta-feira, entre as 13 e as 19 horas, dia 18, das 10 às 22 horas e, nos dias 19 e 20, entre as 14 e as 19 horas) e a Gare do Oriente e o recinto (dias 17 e 18, entre as 10h30 e as 22 horas e, nos dias 19 e 20, entre as 13 e as 20 horas).
O regresso a Lisboa está assegurado, nas noites de 18 a 20 de Julho, entre as duas e as cinco da manhã (para a Praça de Espanha), e no dia 21, entre as oito e as 13 horas (para a Gare do Oriente).
Além dos TST, haverá "soluções de mobilidade Via Verde" criadas para o festival, como o serviço de 'carsharing' (partilha de carro, em português) DriveNow, o serviço 'ridesharing' Via Verde Boleias ou o serviço especial de comboio, numa parceria com a Fertagus, "que sairá da estação de Coina em direção a Lisboa às 3h30 da manhã, com paragem em todas as estações, depois dos grandes concertos de 19 e 20 de Julho".
A organização salienta que, "além deste serviço especial, manter-se-ão todas as ligações habituais entre Lisboa e Setúbal".
Durante o festival, as plataformas eletrónicas para transporte de passageiros Bolt e Uber terão pontos de recolha no recinto "para facilitar o encontro dos utilizadores com os motoristas e evitar embaraços de trânsito". "Ambas as plataformas poderão ser utilizadas para ir e voltar à Estação de Coina, para quem utilizar os comboios da Fertagus", refere a organização.
Para quem decidir chegar ao festival de carro, haverá estacionamento "com capacidade para corresponder à procura, que terá sinalização, iluminação e equipas para auxílio ao estacionamento".
"Sempre em estreita coordenação com as autoridades competentes, será feita a gestão do trânsito na estrada que liga a Rotunda do Marco do Grilo ao Festival. Por outro lado, há hoje formas alternativas de chegar até à Rotunda do Marco do Grilo, nomeadamente usando a A33, que não existia aquando das últimas edições realizadas no Meco, evitando assim as filas de trânsito na Ponte 25 de Abril e na estrada nacional N378, que passa por Fernão Ferro", aconselha a organização.

Festival com preocupações ambientais 
Além da mobilidade, outra das preocupações da promotora Música no Coração este ano é a responsabilidade ambiental, tendo sido criado um Plano de Suporte Ambiental/Super Bock Super Rock, "de modo a dotar a gestão do evento de uma ferramenta abrangente capaz, a este propósito, de assegurar um desempenho eficaz na sua relação com o espaço onde o Festival se realizará e as suas componentes".
A avaliação de desempenho deste plano "será efetuada até ao final de Novembro de 2019, para que seja preparado o plano a adotar em 2020".
Este ano, haverá no recinto "sanitários secos de compostagem", eliminando assim o uso de químicos e de água.
Além disso, a organização estabeleceu parcerias com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, que, no recinto, "divulgará a importância da defesa da floresta contra incêndios, bem como das áreas protegidas do continente", a associação ambientalista Quercus, "que irá acompanhar e monitorizar o Super Bock Super Rock avaliando os comportamentos dos festivaleiros face às suas práticas ambientais", e a Sociedade Ponto Verde, que, além de estar presente no recinto, terá "dezenas de pontos de recolha seletiva no festival".
Além dos copos reutilizáveis, já usados em edições anteriores, este ano haverá uma "máquina de cerveja a energia solar".
A área para campismo, que abre esta quarta-feira de manhã, fecha no dia 21, às 20 horas, e é gratuita para quem tem passe de três dias. "É a mesma das edições anteriores, debaixo da magnífica sombra dos pinheiros mansos" e tem várias opções: "desde o 'glamping' ao 'car camping', para quem quiser montar a tenda junto ao seu carro, ou o campismo 'exclusive' para quem adquirir o passe 'total exclusive'".
Para os campistas haverá autocarros gratuitos até à praia do Meco, de 18 a 20 de Julho, entre as nove e as 19 horas. 

Lana Del Rey, Phoenix, Migos juntos no Meco 
Lana Del Rey atua logo no primeiro dia 
Entre 18 e 20 de Julho, passam pelos vários palcos do festival bandas e artistas como Lana Del Rey, Marlon Williams, Branko, Conan Osiris, Phoenix, Capitão Fausto, Charlotee Gainsburg, Calexico, Conjunto Corona, Dâm-Funk, Migos, Janelle Monáe, Disclosure, Estraca e Pedro Mafama.
Para quem tiver passe de três dias, a música começa já esta quarta-feira, com um 'warm-up', com curadoria da Discotexas. O palco Warm-Up SBSR vai receber os DJs Moullinex, Xinobi, Vibe, Da Chick, Meera e Oma Nata.
Na quinta-feira, prepara-te para ouvir e saltar ao som de Lana Del Rey, The 1975, Jungle e Cat Power no Super Bock Stage. Metronomy, Marlon Williams, Branko, Dino D’Santiago e Glockenwise no EDP Stage. O Somersby Stage vai receber SebastiAn, Roosevelt Conan Osiris. No LG Stage by Radio SBSR vão estar presentes Sallim, Madrepaz e Grandfather’s House.
Na sexta-feira 18, os artistas de peso são Phoenix, Kaytranada, Christine and the Queens e shame. Pelo EDP Stage vão passar Charlotte Gainsbourg, Capitão Fausto, Calexico and Iron & Wine, FKJ e Conjunto Corona. Por sua vez, DāM-FunK, Ezra Collective e Roméo Elvis vão atuar no Somersby Stage. Ainda no mesmo dia, no Super Bock Stage, vais poder ver as apresentações de Migos, Janelle Monáe, Disclosure e Profjam.
A fechar o festival, no dia 20, vão estar no palco EDP Stage Gorgon City, Masego, Superorganism, The Blinders e Rubel. No Somersby Stage: Booka Shade, Mike El Nite e BaianaSystem. Por fim, Estraca, TNT e Pedro Mafama vão passar pelo LG Stage by Radio SBSR.
A primeira edição do Super Bock Super Rock aconteceu em 1995, na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa. Depois disso, o festival decorreu, entre outros, no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, no Parque Tejo e no Parque das Nações, ambos em Lisboa. Mas é no Meco, na Herdade do Cabeço da Flauta, que o festival "se sente em casa". Os festivaleiros agradecem.

Agência de Notícias com Lusa 
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