Dá um Gosto ao ADN

Desfiles de moda animam baixa de Setúbal

Cidade dedica dois dias à moda outono e inverno 

As coleções de outono/inverno de roupa e acessórios de lojas da Baixa de Setúbal desfilam esta sexta-feira e sábado num evento em que participam modelos não profissionais selecionados em castings. O Setúbal Fashion Weekend Inverno 2018, organizado pela DerivaStatus Associação e pela Câmara Municipal, com o apoio de comerciantes da Baixa, tem programados desfiles de moda feminina e masculina, a realizar nos dois dias, às 21h30, em frente dos Paços do Concelho, na Praça de Bocage, com animação musical.
Desfiles decorrem hoje e sábado 

Mais de duas dezenas de modelos, femininos e masculinos, dos 16 aos 30 anos, desfilam as mais recentes novidades para jovens e adultos das lojas Do it, MeUSA, Aurum, Sara Secret e C&Mar, no desfile desta noite.
Já no no dia 20 é a vez de se mostrarem as tendências da estação das lojas Zaida Piteira, Classic Man, SMS, Duoversalles e Due Colori/Casa das Manteigas.
No final, o júri elege os dois melhores modelos femininos e os dois melhores masculinos de acordo com critérios de fotogenia, medidas, simpatia e forma como desfilam.
O Setúbal Fashion Weekend das coleções de outono/inverno contempla, igualmente, um desfile de moda infantil no dia 20, às 15h30, no Largo da Ribeira Velha, com cerca de quarenta pequenos modelos, com idades ente os 4 e os 16 anos, a mostrarem as novidades da Puro Mimo, Totinhas, LugdgiKids e Ativo Kids.
"Este evento de moda tem como objetivo divulgar e promover o comércio local através da apresentação de coleções e marcas disponíveis nas lojas aderentes", explica a Câmara de Setúbal, em comunicado.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
[ + ]

Este fim de semana há um festival para ler em Almada

Como levar os jovens, entre os 12 e os 19 anos, a ler mais?

Este é o desafio lançado pelo projeto europeu Read On que no fim de semana de 19 a 21 de Outubro está no Solar dos Zagallos, em Almada, para um festival com muitos convidados, entre os quais Mia Couto, Carlão, Bárbara Bandeira, Danuta Wojciechowska, Joana Mosi, Jorge Serafim, Paulo Fragoso e Ana Margarida Oliveira. Durante todo o fim de semana haverá muito para fazer neste festival incluindo workshops de escrita criativa, banda desenhada, videocasts, podcasts, conversas com autores, música e espetáculos, é ainda possível com os The Inventors e com o FabLab da Fct Nova, espreitar a feira do livro e ouvir contadores de histórias, tudo para ver e experimentar gratuitamente.
Almada dedica festival à leitura 

É já este fim de semana que o Festival Read On desafia os mais jovens para os prazeres da leitura e da escrita. O Solar dos Zagallos, na Sobreda, é o cenário deste encontro, que tem Mia Couto, Carlão e Jorge Serafim, como personagens principais.
"Como levar os jovens, entre os 12 e os 19 anos, a ler mais? É este o grande enredo que o festival Read On quer desvendar", explica a Câmara de Almada, em comunicado.
Para isso, convoca todas as famílias para participar nesta iniciativa, entre 19 e 21 de Outubro, no Solar dos Zagallos, onde se juntarão a escritores, ilustradores, músicos, contadores de histórias…
De sexta a domingo, haverá workshops de escrita criativa, banda desenhada, videocasts, podcasts, conversas com autores, música, espetáculos, feira do livro e muitas histórias para ouvir contar.
Entre os convidados destaca-se Mia Couto (videoconferência), Carlão, Bárbara Bandeira, Danuta Wojciechowska, Joana Mosi, Jorge Serafim, Paulo Fragoso e Ana Margarida Oliveira.
As iniciativas são gratuitas mas algumas requerem inscrição prévia.

O que é o Read On?
O projeto Read On– Reading for Enjoyment, Achievement and Development of yOuNg People – é cofinanciado pelo programa Europa Criativa, da União Europeia.
Em Portugal, o parceiro é o Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté, na Charneca de Caparica, onde os cerca de mil alunos são desafiados a ler durante as aulas, participar em concursos de âmbito europeu, entre muitas outras atividades.

Agência de Notícias com Câmara de Almada
[ + ]

Providência cautelar para travar dragagens em Setúbal

Movimento Cívico SOS Sado tenta travar obra no rio enquanto a política continua 

O Movimento Cívico SOS Sado anunciou esta quinta-feira que "vai intentar uma providência cautelar para suspender projeto de intervenção no porto de Setúbal" que prevê a retirada de 6,5 milhões de metros cúbicos de areia do estuário do Sado. O movimento considera que "a empreitada, promovida pela administração do porto de Setúbal e apoiada pelo Governo, irá causar danos irreversíveis no ecossistema setubalense" e alega que as "repercussões nefastas" das dragagens "não foram devidamente identificadas e aprofundadas em sede de Estudo de Impacte Ambiental, pelo que reclamam a sua suspensão imediata". A providência cautelar do movimento SOS Sado para tentar travar as dragagens no porto de Setúbal é a segunda a dar entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada. O caso já foi discutido este semana na Assembleia da República e em reunião de Câmara, em Setúbal. As preocupações são grandes. 
Golfinhos podem estar em risco no Sado 

No passado dia 14 de Setembro, deu entrada no mesmo tribunal uma primeira providência cautelar para tentar impedir as dragagens, que ainda está por decidir, apesar de já ter sido indeferido o pedido para a suspensão cautelar das obras de alargamento e aprofundamento do canal de navegação do estuário do Sado.
A Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra tem um projeto, já aprovado, para iniciar dragagens no rio Sado, a fim de retirar 6,5 milhões de metros cúbicos de areia.
O objetivo é alargar o canal de navegação do estuário do Sado.
Contudo, associações ambientalistas e muitos setubalenses receiam que as dragagens previstas possam ter graves consequências para o ambiente, designadamente para as pradarias marinhas, que são o `berçário´ de muitas de espécies de peixe e que possam levar ao desassoreamento das praias da Arrábida e ao desaparecimento da já reduzida comunidade de golfinhos-roazes, uma das maiores atrações do estuário do Sado.

Vereador do PSD em Setúbal abre o debate sobre as dragagens 
Esta semana, em reunião de câmara, em Setúbal, o vereador social-democrata, Nuno Carvalho, levou pela segunda vez a debate o tema das dragagens no Porto de Setúbal. A proposta para criar uma "entidade de acompanhamento independente" para a obra, a elaboração de um estudo de impacto económico e audições com interessados na área da pesca, turismo e conservação natural foram recusadas. Mas o PSD promete continuar o caminho na Assembleia da República.
"Independentemente do chumbo da proposta a primeira reação da Administração do Porto de Setúbal e Sesimbra para realizar sessões de esclarecimento é a concretização de um dos objetivos, sendo certo que o caminho que fazemos agora na Assembleia da República com a bancada do PSD também dará frutos para assegurar que não haja danos no setor da pesca e turismo", refere Nuno Carvalho numa nota envida às redações.
A proposta discutida e chumbada com os votos da CDU e do PS pedia "a realização de um estudo de impacto económico em setores fundamentais como a pesca ou o turismo, reconhecendo que é enorme a importância da pesca e do turismo em Setúbal e não está quantificado o alcance de eventuais efeitos negativos nestes setores".
Defendia ainda "a criação de uma entidade de acompanhamento independente para garantir o respeito pelo princípio de prevenção ambiental " e a necessidade de "ouvir as cooperativas de pesca e outras associações cívicas que não foram diretamente consultadas na fase de consulta pública".
A consulta pública aconteceu entre 22 de Março e 19 de Abril de 2017, mas associações ambientalistas e cidadãos presentes na manifestação organizada no passado dia 13, em Setúbal, contra as dragagens acusam a Administração do Porto de Setúbal e o Ministério do Mar, responsáveis pela obra, de a terem ocultado.
"Ainda há tempo de parar com ações que provoquem danos e ouvir para tomar a decisão que sirva melhor os interesses de Setúbal, da região e do país. E nestes interesses contam-se os ambientais, mas também os económicos e sociais", anuncia o vereador no comunicado.

“Verdes” alertam para riscos das dragagens e advogam ponderação
A líder parlamentar de "Os Verdes", Heloísa Apolónia, avisou esta quarta-feira para os perigos das dragagens previstas para o rio Sado, defendendo a sua devida ponderação, em declaração política, no parlamento.
"Para permitir o acesso de navios de maior porte, ao porto de Setúbal, estão previstas dragagens no estuário do Sado. Não é, evidentemente, a primeira vez que se fazem dragagens no Sado, mas estas implicam, agora, uma maior intensidade e volume (3,5 milhões de metros cúbicos numa primeira fase), para permitir a entrada de navios com 12 metros de calado", descreveu.
Segundo a deputada ecologista, "na envolvente à área de intervenção do projeto existem zonas sensíveis, como a Reserva Natural do Estuário do Sado, a Zona de Proteção Especial para aves do estuário, o Sítio Ramsar, também importante para um conjunto de aves, o Parque Marinho Luiz Saldanha, e demais área do Parque Natural da Arrábida".
"O PEV considera que não estão dadas garantias seguras sobre a influência real, ou também sobre a minimização de impactos, em relação aos valores naturais em causa, que são relevantíssimos. E, para quem coloca sempre o ambiente em contraponto com a economia, como se a preservação ambiental fosse um obstáculo à dinâmica da economia, e nada mais do que isso, é preciso sublinhar que estes valores naturais têm também uma importância fulcral na economia da região. Numa região que tem uma das baías mais belas do mundo e que tem recursos únicos que importa valorizar e não fragilizar", disse.

Assembleia da República discutiu intervenção no Sado  
O socialista Ivan Gonçalves garantiu que "o processo tem sido preparado ao longo dos últimos dois anos, com todos os estudos ambientais efetuados, pareceres de associações ambientalistas", recordando que até já existiu "uma providência cautelar para impedir a obra que foi rejeitada pelo tribunal competente".
"Estas obras preveem a dragagem de uma quantidade muito significativa de sedimentos, com consequências especialmente para os golfinhos corvineiros. Importa ponderar estas dragagens e colocar em cima da mesa as consequências e impactos ao nível da biodiversidade e socioeconómicos para a população de Setúbal", afirmou a bloquista Sandra Cunha.
O social-democtata António Costa Silva assegurou que "o PSD, desde a primeira, hora acompanhou este assunto sensível em que está em causa a biodiversidade, mas também a atividade económica" e já pediu a audição do ministro do Ambiente.
A comunista Paula Santos referiu tratar-se de uma matéria que "tem preocupado bastante, em particular, os pescadores de Setúbal e de Sesimbra, pelas implicações na atividade económica tradicional", pois "a biodiversidade, a fauna e a flora do rio Sado é de enorme riqueza".
"Não nos opomos ao desenvolvimento da atividade portuária, mas também tem de ser compatibilizada com a atividade económica tradicional, como a pesca, e com as preocupações ambientais inerentes", defendeu a deputada comunista eleita por Setúbal.
[ + ]

Seixal tem concertos de jazz até ao final do mês

SeixalJazz cruza linguagens musicais improváveis

É assim há 19 anos. O SeixalJazz leva ao Seixal dezenas de concertos de jazz em Outubro. A edição deste ano arrancou esta quinta-feira, e prolonga-se até dia 27. São nomes portugueses e internacionais, emergentes e veteranos, que compõem o cartaz. Este ano estão em destaque as atuações de Carla Bley, Mark Guiliana, José Salgueiro, Aaron Parks, Kuba Więcek, Roots Magic e João Hasselberg com Pedro Branco, entre tantos outros músicos. Os concertos acontecem sempre pelas 22 horas, no Fórum Cultural do Seixal. Os bilhetes diários custam 12 euros e o passe geral para assistir a todos os concertos fica por 70 euros. 
Carla Bley está no Seixal a 27 deste mês

O quarteto do baterista e compositor norte-americano de Mark Guiliana, abriu ontem o 19.º Festival Seixal Jazz, cujo cartaz inclui a pianista e compositora norte-americana Carla Bley, além de Aaron Parks e Kuba Więcek, entre outros músicos.
Os concertos realizam-se no Fórum Cultural do Seixal, num cartaz que a organização define "de novos talentos e respeitados mestres do jazz”, e que se prolonga até 27 de Outubro.
Esta sexta-feira, o baterista português José Salgueiro apresenta o seu mais recente projeto, Transporte Colectivo. Além de Salgueiro, o quinteto é constituído por João Paulo Esteves da Silva, ao piano, Guto Lucena, no saxofone e clarinete baixo, Cícero Lee, no contrabaixo, e Mário Delgado, na guitarra.
O Aaron Parks Trio toca no sábado, sublinhando a organização que “o pianista de Seattle tem estado na linha da frente da exploração das fronteiras do jazz, e chamou a atenção quando fez parte da formação do veterano trompetista Terence Blanchard”.
O trio do saxofonista e compositor Kuba Wiecek, formado por Michal Baranski, no contrabaixo, e Lukasz Zyta, na bateria, toca a 24.
No dia seguinte, toca o quarteto italiano Roots Magic, composto por Alberto Poppolla (clarinetes), Errico De Fabritiis (saxofone alto), Gianfranco Tedeschi (contrabaixo) e Fabrizio Spera (bateria).
No penúltimo dia, em cartaz está o projeto conjunto do contrabaixista João Hasselberg e do guitarrista Pedro Branco, “explorando um universo formado por composições de ambos". Os músicos fazem-se acompanhar de outros três "notáveis do panorama jazz e alternativo da música nacional, Afonso Cabral (voz), Afonso Pais (guitarra) e João Lencastre (bateria)”.
A pianista Carla Bley, que também atua no Jazz ao Centro, com o seu trio, encerra o certame, atuando com Andy Sheppard, no saxofone, e Steve Swallow no contrabaixo.
A organização aponta Bley como “uma das verdadeiras livre pensadoras do jazz”.
A revista Down Beat referiu-se ao seu mais recente álbum, “Andando el Tiempo”, como “uma obra-prima”.
Consulte a programação completa no site do SeixalJazz, que é organizado pela autarquia do Seixal.

Agência de Notícias 
[ + ]

Meeting Desporto reuniu profissionais em Alcochete

Autarcas defendem valorização do desporto escolar 

O mundo do desporto esteve em grande destaque, no fórum cultural de Alcochete, onde se realizou o Meeting Desporto’18, um evento organizado pela One-Link Management e que contou com um painel de oradores de excelência. O presidente da Câmara de Alcochete, Fernando Pinto, integrou a comissão de honra deste evento que, ao longo do dia, contou com a participação de vários profissionais que partilharam reflexões, metodologias e projetos diversificados e que espelharam várias facetas do mundo desportivo. O mentor deste evento, Carlos Paixão, abriu o ciclo de intervenções e não escondeu a sua felicidade por ter conseguido reativar este projeto que acredita que reúne todas as condições para ter continuidade e “espaço no debate desportivo em Portugal”. O encontro contou ainda com a intervenção do presidente da Câmara do Montijo. 
Alcochete discutiu problemas do desporto 

“Que balanço extraordinário podemos fazer desta 3.ª edição do Meeting de Desporto. Este dia enriqueceu-me, (re)vivi experiências e histórias e aprendi muito neste dia com a participação extraordinária de homens e mulheres que deram um contributo fundamental para, em conjunto, pensarmos o desporto”, concluiu o presidente do município sobre este evento.
Muito antes, na sessão de boas-vindas, Fernando Pinto subordinou a sua intervenção à importância do desporto escolar no desenvolvimento de um aluno principalmente quando a temática da obesidade infantil está na ordem do dia no panorama escolar.
“A atividade física e desportiva assume particular destaque na dimensão da saúde, colaborando no incremento de novas práticas e estilos de vida mais saudáveis, hoje com enorme importância face ao problema do excesso de peso e da obesidade nas faixas etárias mais baixas”, salientou o autarca que, neste contexto, não descurou a importância que a Escola, e todos os seus intervenientes, assume na construção e desenvolvimento cívico do público escolar.
“Os estabelecimentos de ensino em muitas circunstâncias serão os berços para muitas das nossas crianças descobrirem a oportunidade que lhes faltava para realizarem e desenvolverem as suas capacidades físicas, relacionais e psicológicas”, referiu Fernando Pinto que acrescentou ainda que a escola é, por isso, “um espaço privilegiado para fomentar não só os hábitos saudáveis, mas também competências sociais e valores morais, de entre os quais se destacam a responsabilidade, a disciplina, a tolerância, o respeito e a perseverança”.

Autarcas de Alcochete e Montijo encerraram Meeting Desporto’18
“Juntos pelo Desporto” foi o painel que encerrou este dia repleto de conhecimento e interação entre agentes e profissionais desportivos e que desafiou os presidentes do município de Alcochete, Fernando Pinto, e do município do Montijo, Nuno Canta, a abordarem questões diversas relacionadas com as políticas desportivas locais.
Com moderação do jornalista Henrique Garcia, os autarcas apresentaram as suas perspetivas e visões quanto ao desporto nos respetivos concelhos.
Nuno Canta enumerou o conjunto de personalidades do Montijo que se têm destacado em várias modalidades desportivas, assim como Fernando Pinto que aproveitou ainda para dar conta aos participantes dos esforços realizados pela câmara municipal para que um dos estabelecimentos de ensino de Alcochete tenha a modalidade de ensino de alto rendimento, permitindo a todos os alunos prosseguir com os seus estudos ao mesmo tempo que praticam desporto de alta competição.
Nuno Canta sublinhou a importância do desporto “enquanto fenómeno de agregação, de coesão e de proximidade entre as pessoas”, afirmando ainda a importância do movimento associativo na dinamização desportiva do concelho do Montijo, com Fernando Pinto a realçar a intervenção municipal no âmbito do desporto escolar.

Um projeto para continuar 
O mentor deste evento, Carlos Paixão, abriu o ciclo de intervenções e não escondeu a sua felicidade por ter conseguido reativar este projeto que acredita que reúne todas as condições para ter continuidade e “espaço no debate desportivo em Portugal”.
“Foi fundamental acreditar no sonho e nunca desistir de lutar pelos valores que sempre defendi. E a prova está aqui, onde uma nova vontade viu a importância deste projeto e desde a primeira hora esteve disponível e totalmente aberta a dar continuidade. Nunca desisti!”, salientou Carlos Paixão que, perante uma plateia jovem deixou ainda o repto: “Obrigado por me deixarem sonhar e espero que percebam algo lindíssimo na vida, qualquer um pode realizar projetos sem qualquer interesse ou contrapartida, basta sonhar e nunca desistir”.
O presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude, Vítor Pataco, encerrou as intervenções de boas-vindas e destacou a interligação que o desporto pode assumir com outras áreas de intervenção tão importantes como a saúde, o turismo, o urbanismo e a inclusão social.
Tendo como apresentadores e moderadores as jornalistas da TVI Cláudia Lopes e Patrícia Matos, o jornalista Henrique Garcia e o diretor do jornal Record, António Magalhães, passaram pelo painel de oradores Alexandre Mestre (advogado de direito desportivo), Juan Andrés (arquiteto de infraestruturas desportivas), Albino da Conceição (ex-Ministro para a Juventude e dos Desportos de Angola), Norberto Rodrigues (subintendente da Polícia de Segurança Pública), António Bessone Basto (ex-atleta olímpico), Carlos Lopes (ex-atleta e campeão olímpico), Paulo Futre (ex-futebolista), Catarina Barosa (diretora conteúdos Tema Central) , Gonçalo Santos (coordenador “Futebol de Rua” – Associação CAIS) e Luís Figueiredo (vice-presidente da Federação Portuguesa de Atletismo).
O Meeting Desporto Alcochete, cuja dinamização contou também com a colaboração dos alunos do Turismo do Agrupamento de Escolas de Alcochete, prolongou-se até ao dia 13 de Outubro, dia em que os participantes puderam conhecer alguns dos atrativos turísticos de Alcochete através de um passeio pedestre nas Salinas do Samouco e de um passeio a bordo do Bote Leão.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete 
[ + ]

18 concelhos de Lisboa e Setúbal com transporte único

Câmaras de Almada e Seixal saúdam criação de empresa única de transportes

O presidente da Área Metropolitana de Lisboa, Fernando Medina, anunciou esta quarta-feira a criação de uma empresa única de transportes em todos os concelhos, com a marca "Carris Metropolitana", que terá passes únicos com o custo máximo de 40 euros. O passe deverá funcionar em todos os meios de transporte da Área Metropolitana de Lisboa. As crianças até aos 12 anos não pagam transporte e, por família, o pagamento total máximo é de 80 euros (dois passes sociais). Dentro do município de Lisboa, os passes vão custar um máximo de 30 euros. A nova empresa vai operar nos 18 concelhos dos distritos de Lisboa e Setúbal e vai centrar a bilhética e o tarifário. Fernando Medina destacou que estas medidas foram aprovadas "por unanimidade e aclamação" pelos 18 presidentes das câmaras da Área Metropolitana de Lisboa foram permitidas pela proposta de Orçamento do Estado para 2019 apresentada na segunda-feira.
Passe passa a custar no máximo 40 euros 

“É uma luta de há muitos anos e é um sentimento de orgulho. Esperamos que passe a estar efetivo em Abril”, disse a presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, em reunião pública. O presidente da Área Metropolitana de Lisboa, Fernando Medina, anunciou esta quarta-feira a criação de uma empresa única de transporte nesta região, associado a um passe único que custará no máximo 40 euros.
As crianças até aos 12 anos não pagam transporte e, por família, o pagamento total máximo será de 80 euros (dois passes sociais).
Para Inês de Medeiros, esta medida será muito importante para as famílias que poderão ver uma redução no seu orçamento “na ordem dos 140 euros por mês”.
A autarca avançou ainda que a medida vai contar “com o investimento do município”, apesar de não adiantar qual o valor.
Também o município do Seixal saudou a criação desta empresa única, revelando um investimento de “cerca de dois milhões de euros anuais”.
“Esta é uma medida muito importante para a população do município e de toda área metropolitana, que já defendemos há, pelo menos, duas décadas”, apontou o presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos.
Segundo o autarca, o investimento é também destinado “ao reforço e alargamento da rede do transporte público rodoviário dentro do concelho”.
Também a vereadora do Bloco de Esquerda da Câmara de Almada, Joana Mortágua, presente na reunião de câmara, saudou a medida, frisando que “terá um impacto brutal” e que trará “satisfação popular”.
Para a responsável, “a inclusão da Fertagus neste passe é determinante para o concelho”.
Segundo Fernando Medina, durante os próximos meses decorrerão as negociações para que o novo sistema abranja operadores como a CP e a Fertagus.
O passe social único estará disponível a partir de Abril do próximo ano e permitirá que, por exemplo, um utente viaje de Sesimbra ou Palmela até Lisboa pelo valor máximo de 40 euros, o mesmo preço que pagará quem se desloque de Vila Franca de Xira, de Setúbal, de Almada ou do Montijo para a capital, eliminando-se os cerca de dois mil tipos de passe que existem atualmente.

Autarquias de Lisboa e Setúbal investem 30 milhões 
A partir do início de 2019, a Área Metropolitana de Lisboa vai abrir concursos em lotes para que os operadores privados possam concorrer a operar em determinadas zonas, mas terão de o fazer sob a marca "Carris Metropolitana".
"As referências dos autocarros são únicas, mas depois as empresas operadoras poderão ser diferentes", explicou Fernando Medina.
Nos próximos meses, segundo Fernando Medina, decorrerão negociações para que o novo sistema abranja operadores como a CP e a Fertagus.
Fernando Medina destacou que estas medidas hoje aprovadas "por unanimidade e aclamação" pelos 18 presidentes das câmaras da Área Metropolitana de Lisboa foram permitidas pela proposta do Orçamento do Estado para 2019, apresentada na segunda-feira.
Na proposta do orçamento de estado, o Governo propõe-se financiar a progressiva redução do preço dos passes dos transportes públicos em todo o país com 83 milhões de euros.
O relatório da proposta de lei do orçamento explica que, desse valor, “será destinado, num mínimo de 60 por cento, a aplicar à redução dos tarifários aplicados, nomeadamente a redução do preço dos passes, a criação de passes família e a gratuitidade do transporte para menores de 12 anos, devendo a parte remanescente ser destinada à melhoria da oferta e à extensão da rede pública”.
Fernando Medina estimou que, para as áreas Metropolitanas (Lisboa e Porto), “a transferência do Governo deve andar na casa dos 50 milhões de euros”.
De acordo com Medina, os concelhos da Área Metropolitana de Lisboa acordaram investir 30 milhões na melhoria do sistema de transportes, distribuídos ponderadamente consoante critérios, como o número de população, a área e as necessidades.
O autarca considerou que as medidas aprovadas são "históricas", "inéditas", e agradeceu ao Governo pela "medida revolucionária" para a mobilidade da Área Metropolitana de Lisboa.
A Área Metropolitana de Lisboa é composta pelos concelhos de Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira.

Agência de Notícias com Lusa
[ + ]

PSP e GNR em ações de sensibilização na Moita

Autarquia quer munícipes a respeitar o ambiente 

No âmbito da Campanha 'Todos Juntos Por Um Melhor Ambiente', a Câmara da Moita tem vindo a desenvolver ações, em conjunto com a PSP da Baixa da Banheira e a GNR da Moita, no sentido de sensibilizar a população para a colocação correta de monos e resíduos de jardim, junto aos contentores de resíduos urbanos do concelho. O vereador com o pelouro do Ambiente, Miguel Canudo, que acompanhou as ações referiu que, apesar dos maus hábitos estarem muito enraizados na sociedade, a Câmara da Moita prosseguirá o seu trabalho de sensibilização. Alguns munícipes já foram identificados para pagarem multa.  
Ainda há munícipes que não cumprem as regras 


Quando lançou a primeira fase da Campanha de Sensibilização Ambiental, dedicada aos Monos e Resíduos de Jardim, com o slogan “No Dia Certo é Que Está Certo”, a autarquia "afixou informação em todos os contentores de resíduos sólidos com o dia e horário em que estes resíduos deveriam ser colocados, para serem rapidamente recolhidos pelos serviços municipais, e enviou também um folheto informativo a todos os munícipes", disse a Câmara da Moita em comunicado enviado à ADN-Agência de Notícias.
De acordo com a autarquia, "em determinadas zonas, há já munícipes a cumprir estas regras, contribuindo para a melhoria do espaço público, mas noutros locais, isso ainda não se verifica. Por isso, a fiscalização municipal, a PSP da Baixa da Banheira e a GNR da Moita têm vindo a visitar alguns locais mais problemáticos", tendo inclusive, explica a Câmara, "identificado munícipes a procederem de forma incorreta à deposição de lixos". 
Os munícipes em causa, além de tomarem conhecimento do Regulamento Municipal do Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos do Município da Moita (disponível para consulta no site oficial da Câmara da Moita), foram também identificados, quer pela fiscalização municipal, quer pelos agentes da autoridade, para levantamento de autos, e os processos irão prosseguir os trâmites legais.

Sensibilizar é preciso diz a autarquia 
O vereador com o pelouro do Ambiente, Miguel Canudo, que acompanhou as ações referiu que, apesar dos maus hábitos estarem muito enraizados na sociedade, a Câmara da Moita prosseguirá o seu trabalho de sensibilização. 
“Não vamos desistir e continuaremos, através da nossa Campanha 'Todos Juntos Por Um Melhor Ambiente', a desenvolver as ações de sensibilização necessárias junto da população, alertando para a importância de depositar os monos e resíduos de jardim nos dias e horários definidos e de colocar os outros resíduos, nos locais corretos, como nas papeleiras, nos contentores e nos ecopontos”, disse o autarca.
De referir que a Campanha 'Todos Juntos Por Um Melhor Ambiente' teve já um primeiro momento, dedicado aos Monos e Resíduos de Jardim – 'No Dia Certo é Que Está Certo', englobando mais três temas ambientais: Limpeza urbana, recolha de óleos alimentares usados e dejetos caninos no espaço público.
"A qualidade do Ambiente em que vivemos não depende só da atuação dos serviços camarários, mas também dos nossos gestos diários. A sua colaboração é essencial para termos um concelho limpo!", conclui Miguel Canudo.

Agência de Notícias com Câmara da Moita


[ + ]

Governo ainda em negociações para o aeroporto do Montijo

"Estamos a negociar as condições financeiras" diz o ministro Pedro Marques 

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas disse esta quarta-feira que o Governo ainda está em negociações relativamente ao novo aeroporto do Montijo e que não sabe quando será assinado o acordo com a ANA -Aeroportos de Portugal. “Estamos a negociar as condições financeiras relativamente à concretização da solução”, explicou Pedro Marques aos jornalistas, em Tondela, no final de uma visita ao Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos do Planalto Beirão. No final de Setembro, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que apenas se aguarda o estudo de impacto ambiental para ser “irreversível” a solução aeroportuária Portela + Montijo, considerando que há consenso nacional sobre este projeto e que não há tempo a perder.
Governo continua em negociações 

“Temos de corrigir hoje o erro que foi cometido há dez anos de a tempo e horas não termos feito o aeroporto de que já então necessitávamos. Há cerca de um ano o Governo assinou com os novos proprietários da ANA um acordo para definir uma opção estratégica fundamental, que está definida: manter a Portela [Aeroporto Humberto Delgado] e crescermos com um novo aeroporto no Montijo”, disse. Nesse dia, António Costa explicou que, com o ritmo de crescimento da procura, “não há outra solução que não seja a do Portela + Montijo e muito brevemente estarão concluídas as negociações com a ANA”.
Na semana passada, o presidente executivo da TAP, Antonoaldo Neves, disse que quer o aeroporto do Montijo pronto “o mais rápido possível” e que, com a sua conclusão, a ANA assegure um novo contrato com revisão de taxas aeroportuárias na Portela.
Dias antes, o presidente executivo da ANA tinha garantido que o novo aeroporto do Montijo não será ‘low cost’ (baixo custo), mas de “qualidade fantástica de serviço” e dirigido a transportadoras com rotas “ponto a ponto”, ou seja, sem correspondências. Thierry Ligonnière recordou que o atual aeroporto, Humberto Delgado, vai manter o seu papel de ‘hub’ (plataforma de ligações aéreas), nomeadamente da TAP, enquanto a estrutura complementar prevista para o Montijo será para “ponto a ponto, para as companhias que o desejarem”.

Marcelo quer rapidez na decisão 
O Presidente da República também já se manifestou "feliz" com o anúncio de que o aeroporto complementar do Montijo poderá vir a ser em breve anunciado, instando a que a sua execução seja célere para recuperar tempo perdido.
Penso que o senhor primeiro-ministro foi muito claro em dizer que faltava apenas um ponto de pormenor no domínio ambiental, de clarificação, para ser apresentada formalmente a decisão do Governo. E, sendo assim, fico feliz", começou por dizer Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, à margem da IV Cimeira do Turismo, que decorreu em Setembro, em Lisboa.
O chefe de Estado disse ficar feliz por ser, "não apenas uma reivindicação de toda a economia portuguesa, em particular do setor do Turismo, mas porque, a concretizar-se, significa que se vai “tentar recuperar tempo perdido”.
Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que, a concretizar-se "essa decisão iminente", o desafio passa a ser outro: "A execução, que tem de ser rápida, para recuperarmos aquele tempo que outros ganharam à nossa custa".

Agência de Notícias com Lusa
[ + ]

Sines reduz taxa de participação no IRS

Autarquia retêm menos IRS e mantêm a taxa de IMI

A Assembleia Municipal de Sines aprovou a proposta da Câmara de Sines para os impostos municipais a aplicar em 2019. A principal novidade dos impostos a cobrar no ano que vem, com base na coleta de 2018, é a redução da taxa de participação no IRS de 4,5 por cento para 4,4 por cento. A taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para prédios urbanos mantém-se nos 0,355 por cento, abaixo do máximo fixado por lei (0,45 por cento).
Autarquia aprovou carga fiscal para 2019

Mantêm-se também as reduções de IMI atendendo ao número de dependentes que compõem o agregado familiar: um dependente (20 euros), dois dependentes (40 euros), três ou mais dependentes (70 euros).
No núcleo diferenciado da zona de indústria ligeira 2, as taxas de IMI são majoradas em 30 por cento para prédios urbanos que se encontrem devolutos, ou seja, cujas benfeitorias se encontrem inacabadas ou ao abandono, e minoradas em 10 por cento para prédios comerciais, industriais ou para serviços.
Será também aplicada uma majoração em 30 por cento da taxa de IMI aos prédios urbanos degradados, considerando-se como tais os que, face ao seu estado de conservação, não cumpram satisfatoriamente a sua função ou façam perigar a segurança de pessoas e bens.
Na derrama, volta a ser fixada uma taxa de 1,5 por cento sobre o lucro tributável sujeito e não isento de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas, com isenção para os sujeitos passivos cujo volume de negócios no ano anterior não ultrapasse os 150 mil euros.
A Taxa Municipal de Direitos de Passagem será de 0,25 por cento.
Os impostos municipais para 2019 foram aprovados por unanimidade na Câmara e na Assembleia Municipal de Sines, com exceção da taxa de participação no IRS, em cujas votações o movimento SIM se absteve.

Agência de Notícias com Câmara de Sines


[ + ]

PAN, BE e PSD contra dragagens no Sado em Setúbal

Partidos querem ouvir ministro do Ambiente na Assembleia da República 


O PAN pediu esta sexta-feira a audição urgente no parlamento do ministro do Ambiente e do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente por causa do projeto de dragagem do rio Sado, que tem sido contestado pela população. O PSD e o Bloco de Esquerda também já pediram igualmente a audição do ministro do Ambiente e do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente. O Bloco de Esquerda solicitou ainda esclarecimentos à Ministra do Mar. À direita, o PSD pediu "com caráter de urgência" a presença no parlamento do ministro do Ambiente e do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente para explicarem o plano de proteção dos golfinhos do estuário do Sado. Também o Clube da Arrábida, que representa centenas de moradores e utentes das praias da Arrábida, e as associações ambientalistas Zero e Quercus, e a cooperativa de pescadores Sesibal, contestam a realização das dragagens de alargamento e aprofundamento do canal de navegação, que dizem ser "o maior atentado ambiental alguma vez cometido no rio Sado".
Obras no porto de Setúbal preocupam partidos 


O PAN (Pessoas-Animais-Natureza) refere em comunicado que "a administração do Porto de Setúbal pretende efetuar dragagens no leito do Estuário da Sado para garantir a entrada de embarcações de grande porte" e que tal "projeto coloca em causa o sistema natural e a fauna local", embora tenha merecido "parecer positivo da Agência Portuguesa do Ambiente".
Nesse sentido, o PAN pretende que sejam prestados esclarecimentos por “uma conduta governativa que parece estar a privilegiar ganhos monetários de curto prazo às custas da sustentabilidade ambiental de longo prazo”, estando em causa o “agravamento” da situação dos golfinhos do Estuário do Sado.
Segundo o PAN, o projeto de dragagem do Rio Sado pode colocar “em causa o sistema natural e a fauna local, nomeadamente os golfinhos”, alertando para o facto do parecer positivo da APA se prender com vantagens económicas.
O deputado do PAN, André Silva, pediu ainda na semana passada, a imediata suspensão do projecto de dragagens no Porto de Setúbal, mas o primeiro-ministro recusou e defendeu que se impõe respeitar o parecer da Agência Portuguesa do Ambiente. Estas posições foram trocadas na parte final do debate quinzenal, na Assembleia da República, depois de André Silva ter alertado para os riscos que a concretização deste projecto terá para os golfinhos. "É sempre o dinheiro. Estas dragagens não estão sustentadas do ponto de vista científico. Estamos perante um problema político", advogou o deputado do PAN, numa curta intervenção em que criticou as lógicas "tecnocráticas" de desenvolvimento.

BE quer explicações da ministra do Mar e da APA
O Bloco de Esquerda vai pedir esclarecimentos à ministra do Mar e ao presidente da Agência Portuguesa do Ambiente sobre as dragagens no canal de navegação no rio Sado, contestadas por vários setores da sociedade civil setubalense, anunciou o partido.
"Entregamos um requerimento a pedir a presença da ministra do Mar e do presidente da APA [Agência Portuguesa do Ambiente] na Assembleia da República, porque não percebemos como é possível que o governo tivesse dado autorização para estas dragagens", disse à agência Lusa Joana Mortágua, deputada do Bloco de Esquerda (BE) eleita por Setúbal.
"A comunidade portuária considera que o canal de navegação garante a sustentabilidade da atividade económica por muitos anos, pelo que não se compreende a realização destas dragagens em nome de um suposto desenvolvimento económico", acrescentou.
Mas, para Joana Mortágua, além de desnecessárias, as dragagens no estuário do Sado também constituem um "crime ambiental" de consequências imprevisíveis.
"Já temos a serra da Arrábida que não foi reconhecida como património da Unesco devido à cimenteira. Se permitirmos que se façam estas dragagens estamos também a colocar em causa o património ambiental do estuário do Sado e qualquer dia não temos nada", frisou.

PSD quer ouvir no parlamento ministro do Ambiente
À direita, o PSD pediu "com caráter de urgência" a presença no parlamento do ministro do Ambiente e do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente para explicarem o plano de proteção dos golfinhos do estuário do Sado.
O requerimento para audição do ministro João Pedro Matos Fernandes e do presidente na Agência Portuguesa do Ambiente na comissão parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação.
Os deputados do PSD justificam a audição com "caráter de urgência" devido "à relevância" do plano de proteção dos golfinhos do estuário do Sado.
O PSD, citando vários órgãos de comunicação social, adianta que o Ministério do Ambiente terá chumbado a proposta apresentada por um conjunto de biólogos contratos pelo Estado e que defendiam uma classificação ecológica para proteger os golfinhos no Sado.
Segundo os sociais-democratas, esta proposta resultado de estudos realizados durante sete anos e defende que quatro zonas fossem classificadas e incluídas na rede ecológica da União Europeia com o objetivo de proteger cetáceos, nomeadamente os golfinhos do Estuário do Sado.
O PSD refere que foi feita uma discussão pública em 2016, mas nunca existiu uma decisão definitiva, avançando-se em Agosto para uma nova discussão pública para delinear os planos de gestão que definem como serão mantidos os valores naturais das zonas, nomeadamente recifes e bancos de areia, os mesmos que agora vão ser, alegadamente, dragados.
No requerimento, os deputados do PSD referem que das quatro zonas inicialmente propostas só duas vão avançar e as propostas para o Estuário do Sado e a costa próxima de Setúbal acabaram por ser chumbadas.

[ + ]

Palmela candidata a Cidade Criativa da Música

Município vai submeter candidatura à Unesco no próximo ano

O Encontro “Palmela é Música”, no Cineteatro S. João, em Palmela, assinalou, publicamente, o início do processo da Candidatura de Palmela a Cidade Criativa da Música da Unesco, a apresentar em 2019. A iniciativa, promovida pela autarquia, reuniu vários agentes culturais e artísticos do concelho, em torno de um processo que se quer participado e de partilha, esperando-se que muitos mais se juntem a este projeto ao longo dos próximos meses. "Esta não será uma candidatura a uma mera certificação. Mais do que isso, queremos que seja um compromisso", sublinha Álvaro Amaro, presidente da Câmara de Palmela. 
Palmela quer ser cidade criativa da música

A Rede das Cidades Criativas da Unesco foi criada em 2004, para promover a cooperação entre as cidades que identificavam a criatividade como um fator estratégico de desenvolvimento sustentável, e integra, atualmente, 180 cidades de 72 países. Em Portugal, são cinco as cidades que fazem parte da rede: Amarante, Braga, Barcelos, Idanha-a-Nova e Óbidos.
A candidatura de Palmela a Cidade Criativa da Unesco, a submeter em 2019, abre a perspetiva de "criar um plano de desenvolvimento da música a longo prazo", explica à ADN-Agência de Notícias, a autarquia de Palmela.
O município e os agentes culturais e artísticos estão já a trabalhar na construção de um plano de ação para os próximos quatro anos (2019-2023), que vai integrar a programação musical de referência que já se realiza no concelho e também um conjunto de outras propostas.
A candidatura tem como objetivos "sublinhar a música como fator de promoção e desenvolvimento local; promover a investigação nas várias áreas musicais; cartografar a música no território; inventariar repertórios e documentos", explica a autarquia. 
A aposta "nas infraestruturas" e "criar acessibilidades", ou "identificar e promover relações entre géneros musicais e entre a música e outras manifestações culturais", são ouros dos objetivos do projeto.  
"Incentivar a interação entre o ensino formal e não formal e projetos musicais; potenciar a educação musical e o gosto pela música, bem como uma programação musical regular e ativar Palmela como destino de experiências em torno da música", também fazem parte do plano original arquitetado pela Câmara de Palmela.  
Para além do município e dos agentes culturais e artísticos, outros parceiros vão colaborar na prossecução destes objetivos, nomeadamente, a Universidade de Aveiro, a Universidade Nova de Lisboa, a Associação da Música Portuguesa a Gostar dela Própria, entre outras instituições e particulares.

"Queremos que a candidatura seja um compromisso"
"Esta não será uma candidatura a uma mera certificação. Mais do que isso, queremos que seja um compromisso", sublinhou o presidente do município, Álvaro Amaro, para quem este projeto representa, sobretudo, a "assunção de uma estratégia partilhada com os agentes culturais e artísticos na promoção da música", com a intenção de "dar maior projeção ao património de Palmela, pelo caminho da música". 
Álvaro Amaro lembrou que "esta não é uma candidatura a um qualquer financiamento", mas acredita que "o património de reconhecimento que gerará tem um valor inestimável".
O Encontro contou também com um espaço de debate e, entre os participantes, foi comum a satisfação de integrar este processo e o reconhecimento da mais-valia que será trabalhar em rede e em partilha.
Os agentes culturais e artísticos podem, até ao final de Novembro, apresentar as suas propostas e contributos para o plano de ação, estando prevista a realização de um novo encontro no início de 2019 e de reuniões setoriais até lá. 
"O objetivo é manter a realização de encontros regulares e, em qualquer momento, outros parceiros podem juntar-se ao processo", concluiu o autarca de Palmela.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela
[ + ]

Alcochete convida operadores turísticos a conhecer vila

Turismo de natureza, cultura e gastronomia para atrair mais turistas 

A Câmara de Alcochete promoveu uma FAM Trip [viagens de familiarização] com o objetivo de promover, junto de operadores turísticos e comunicação social, as potencialidades turísticas locais, assim como as experiências que quem nos visita pode vivenciar. Na receção aos parceiros que decorreu na sala VIP do Freeport o presidente da câmara municipal apresentou Alcochete como uma marca, como um concelho ímpar, que tem uma beleza única, com cultura e tradições únicas que merece uma visita e estadia. “Alcochete tem várias particularidades, temos de olhar para a nossa história, terra de D. Manuel I, o Venturoso, e do Santo Padre Cruz, para a gastronomia de onde se destaca uma boa caldeirada, uma boa doçaria, para uma paisagem natural única com enfoque na Reserva Natural do Estuário do Tejo”, destacou Fernando Pinto.
Alcochete quer atrair mais turistas 

O autarca referiu que o executivo que lidera está orientado para o desenvolvimento sustentado e apostado no incremento do aumento de receita por esta via: “Sentimos que o país está a mudar, não só no aspeto económico, mas na procura de sinergias na área do turismo queremos potencializar as oportunidades temos vindo a encontrar, queremos um crescimento sustentado, para que possamos promover o que de mais belo e genuíno este concelho tem para oferecer, que dista cerca de 20 km em linha reta da capital portuguesa”.
Nuno Oliveira destacou a pertinência da iniciativa promovida pela câmara municipal à qual o Freeport Lisboa Fashion Outlet se associou e que considerou ser do interesse de todos os parceiros com intervenção nesta região. Na sua intervenção o diretor-geral do Freeport fez uma apresentação do VIA Outlets, presente em nove países na Europa, e dos serviços oferecidos pela “empresa que começou no final de 2013 e que este ano é já o segundo maior operador de outlets na Europa”.
Após um tour no mini bus Gray Line pela vila ribeirinha, seguiu-se uma visita à Fundação das Salinas do Samouco orientada pelo técnico e educador ambiental André Batista.
Já a bordo da embarcação tradicional Bote Leão, onde decorreu uma prova de vinhos promovida pela Adega Catapereiro da Companhia das Lezírias, num passeio até à Reserva Natural do Estuário do Tejo, o vereador Vasco Pinto falou da importância desta embarcação, propriedade do município, que nos séculos XIX e XX fez a ligação entre as duas margens no transporte de pessoas e mercadorias, e que atualmente desempenha uma função turística.
“O Bote Leão tem um calendário anual de passeios que pode ser consultado no site da autarquia, e entre os meses de abril a outubro, e condicionado às condições climatéricas está a serviço da população e dos visitantes que o queiram requisitar”, referiu o vereador com o pelouro do turismo.
O autarca salientou que é preciso apostar no turismo porque “entendemos que é a melhor forma de valorizar a marca que é Alcochete, o nosso património cultural e natural mas também valorizar e potenciar o comércio local, as empresas e empreendedores locais”.
“E neste sentido elegemos três eixos muito importantes, o turismo de natureza, a história e a cultura e a gastronomia, mas queremos também associar a estes três eixos estratégicos, porque entendemos que faz parte desta estratégia o desenvolvimento determinados produtos turísticos, o turismo de shopping”, acrescentou Vasco Pinto.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete


[ + ]

Há falta de enfermeiros no Litoral Alentejano

"Grave carência" de enfermeiros nas urgências de Santiago do Cacém 

A Ordem dos Enfermeiros alertou na semana passada para a “grave carência” de enfermeiros no serviço de urgência da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, mas a administração hospitalar garante que “as equipas estão equilibradas”. “Onde deveria existir uma equipa de 63 enfermeiros, 37 para a urgência e 26 para o serviço de observação, existe uma equipa de 47 enfermeiros, sendo que se verifica a existência de quatro ausências prolongadas e um enfermeiro a chefiar”, denuncia a Ordem dos Enfermeiros num ofício enviado ao ministério da Saúde, agora chefiado por Marta Temido que tomou posse como ministra da Saúde, em substituição de Adalberto Campos Fernandes. A Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano assegura que as equipas de enfermagem "estão equilibradas" e que só faltam sete enfermeiros.
Ordem alerta para falta de enfermeiros 

Considerando que faltam 21 profissionais, a Ordem dos Enfermeiros diz que “não é possível garantir a segurança na prestação de cuidados” com uma equipa de 42 enfermeiros no serviço de urgência do Hospital do Litoral Alentejo , em Santiago do Cacém, distrito de Setúbal, que está integrado na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano.
Segundo a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano também “não existe estratégia e organização” quanto ao transporte de doentes críticos do litoral alentejano para unidades de saúde em Lisboa.
“Na sequência de AVC, que vai ter impacto na vida das pessoas, muitas vezes, não se transportam esses doentes [para Lisboa], porque não há enfermeiros, que são obrigados a escolher entre o transporte ou a permanência na urgência”, exemplificou, em declarações à agência Lusa.
Confrontado pela Lusa com as críticas da Ordem dos Enfermeiros, o presidente da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, Luís Matias, assegurou que as equipas de enfermagem "estão equilibradas" e que “não faltam 21 enfermeiros” no serviço de urgência.
“Temos tido dificuldades na contratação de profissionais, mas a situação tem vindo a melhorar desde maio, com a publicação do novo decreto-lei de execução orçamental, e as substituições, que são lentas, melhoraram e as coisas estão equilibradas”, garantiu o responsável.
De acordo com Luís Matias, os cálculos da Ordem dos Enfermeiros são feitos com base na dotação segura, aprovada pela Ordem, que estabelece um máximo de profissionais por serviço e que, no caso da urgência da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, aponta para um total de 21 enfermeiros.
“Atualmente, temos as equipas completamente equilibradas para responder à urgência, embora não esteja a ser cumprida a dotação segura, que a Ordem dos Enfermeiros estabeleceu como limite máximo, mas não está aqui e em nenhum sítio do país”, acrescentou.
Aplicando a fórmula “para cálculo único”, segundo Luís Matias, “faltam efetivamente sete enfermeiros para atingir a dotação segura, aquela que é real e não a deles [Ordem dos Enfermeiros], que fizeram dois cálculos, um para as camas de observações e outro separado para o serviço de urgência” da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano.
“Por lei todos os trabalhadores da administração pública podem fazer 150 horas extraordinárias/ano e isso significa que, dos 43 enfermeiros, se cada um fizer esse número de horas, vão cobrir cinco dos sete enfermeiros que nos faltam”, esclareceu o presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano.

Agência de Notícias com Lusa 
[ + ]

Grupo Pestana apreensivo com obras no Porto de Setúbal

Dragagens podem "afundar" turismo na região 

O Pestana Hotel Group emitiu um comunicado em que manifesta a sua “profunda preocupação” quanto às consequências ambientais que as obras de alargamento e aprofundamento do canal marítimo de acesso ao Porto de Setúbal, poderão ter sobre o Estuário do Sado e a Península de Tróia. Em comunicado, o Grupo aponta o dedo ao Estudo de Impacto Ambiental que sustenta este projecto e que, na sua opinião, “valoriza mais os aspectos económicos e o interesse industrial, relegando para segundo plano consequências como o depósito de sedimentos frente a zonas balneares onde se inserem diversos complexos turísticos, o desassoreamento das praias, a afetação das colónias de golfinhos e a destruição de fundos e reservas de pesca”.
Grupo hoteleiro preocupado com dragagens 


O Pestana Hotel Group vem juntar-se às críticas das organizações ambientalistas que temem os efeitos da retirada de areias do estuário do Sado com o projeto de alargamento do canal de acesso ao Porto de Setúbal. A posição é manifestada em comunicado do grupo que põe em causa as prioridades do estudo de impacto ambiental avaliado, com parecer favorável, pela Agência Portuguesa do Ambiente.
As obras do Porto de Setúbal, iniciadas este mês, prevêem a retirada de mais de mais de seis milhões de metros cúbicos de areia do leito do estuário. A Agência Portuguesa do Ambiente, que deu parecer positivo ao estudo de impacto ambiental das dragagens, admitiu que estas vão “criar desequilíbrios na dinâmica natural do delta do estuário do Sado, gerando impactes negativos, diretos e indiretos”.
Ainda assim, justificou a decisão com os ganhos para a economia. “Considerou-se que o fator determinante nesta avaliação é a socioeconomia, e que a geologia e geomorfologia e a hidrodinâmica, a ecologia, os recursos marinhos, o património e e a paisagem são fatores relevantes”, referia a declaração de avaliação de impacto ambiental emitida pela agência.
Consultado no processo, também o Turismo de Portugal não manifestou oposição, considerando que os efeitos positivos da obra vão suplantar os negativos.
Mas o grupo Pestana discorda. E manifesta “profunda preocupação” com as “possíveis consequências ambientais sobre o estuário do Sado e a península de Tróia”.
“Não se percebe como um projeto com este impacto ambiental está a avançar, tendo em conta que, até à data, todos os projetos turísticos desenvolvidos na região foram submetidos a rigorosas restrições ambientais, em função da sua inserção ou proximidade com a Reserva Ecológica ou Rede Natura 2000”, afirma no comunicado José Roquette, responsável pelos projetos do grupo.
O responsável do Pestana junta ainda que a estes projetos “foram impostas, e aceites, grandes limitações no que respeita ao impacto nesta região tão sensível; isto apesar de, obviamente, não serem geradores de quaisquer fatores de poluição”.
Diz ser agora “incompreensível, e de enorme irresponsabilidade, que se ponha em risco todo o ecossistema do estuário do Sado e da península de Tróia”.


[ + ]

Zbigens deu a palavra à juventude em Sesimbra

Jovens querem mais eventos no concelho 

Um debate com jovens do concelho de Sesimbra, para tentar perceber as dificuldades, constrangimentos e necessidades do seu dia-a-dia, na perspetiva de construir, em conjunto com o Gabinete da Juventude, um grande momento em 2019, que dê a conhecer o trabalho dinamizado por associações juvenis, bem como outros projetos inovadores feitos por jovens, foi o ponto alto de mais um fórum Zbigens, que se realizou no início de Outubro, no Parque Augusto Pólvora. "O encontro serviu também para promover a troca de ideias, a partilha de experiências, reforçar os laços e mostrar o que está a ser feito no plano desportivo, cultural e social", explicou a Câmara de Sesimbra em comunicado enviado à ADN-Agência de Notícias.
Sesimbra tem autocarro original 

Num debate sempre muito participado, os intervenientes sublinharam a "importância de se criarem eventos que vão ao encontro das expetativas das novas gerações", para os envolver mais em "atividades a eles dirigidas", e "enalteceram a criação de vários espaços destinados aos jovens, como o skate parque da Quinta do Conde e, especialmente, o Parque Augusto Pólvora, que oferece um conjunto de equipamentos e espaços que podem ser utilizados durante todo o ano pela comunidade", sublinha a autarquia de Sesimbra.
Um torneio de skate promovido pelo Surf Clube de Sesimbra, que envolveu dezenas de praticantes, um espaço com trikes (veículos de três rodas), que puderam ser experimentados pelos visitantes, um concerto com a banda Espantalho, um showcooking com degustação de sushi, e a pintura ao vivo de um autocarro da Câmara Municipal, com motivos alusivos a Sesimbra, foram outros dos momentos que animaram o segundo Zbigens - Forum Municipal de Juventude de Sesimbra, deste ano, que vai ter novo encontro para recolher mais ideias, desta feita, em Dezembro, na freguesia de Santiago.

O "autocarre" mais "pexite" de Sesimbra
Uma das atividades que despertou maior curiosidade ao longo do fórum foi a decoração de um autocarro da Câmara de Sesimbra pelos primos João Cruz e Maciel Santos. De uma forma descontraída e criativa, os dois artistas recriaram alguns traços da identidade sesimbrense no veículo. A expressão 'Carro da carreira', tão comum entre as gerações mais velhas, imagens de peixes, ou de antigos pescadores sobressaem entre os vários motivos alusivos à identidade “pexita” que, a partir de agora, passam a circular nas estradas da região.
"Foi um desafio engraçado e, ao mesmo tempo, uma brincadeira séria, porque agarrámos no antigo e demos-lhe uma imagem atual, para chegarmos também às gerações mais novas. Ou seja, fomos buscar 'pedaços' da história de Sesimbra, e retratámo-los de uma forma divertida na 'Carreira', não só para vincar que ainda estão bem vivos na nossa comunidade, mas também para não os deixar desaparecer", referem os autores.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra
[ + ]

Semana do Mar com atividades atrativas em Setúbal

Mar é "aposta séria" da autarquia sadina 

A Semana do Mar 2018 atraiu milhares de pessoas à zona ribeirinha de Setúbal, entre os dias 8 e 14, para visitas a navios emblemáticos e passeios de barco, entre outras atividades. O evento, uma organização conjunta da Câmara Municipal, da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, da Aporvela e da Marinha Portuguesa, voltou a captar atenções, sobretudo pela oportunidade de visitar embarcações emblemáticas. O navio-escola Sagres, da Marinha, a caravela Vera Cruz, da Aporvela, e o navio Portugal Mar, do IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera, estiveram abertos para visitas escolares, no dia 12, e públicas, a 13.
Semana do Mar voltou a ser sucesso 

Passeios no Sado a bordo de embarcações tradicionais, veleiros ao luar com street food e música, batismos de mar numa lancha de fiscalização rápida da Marinha Portuguesa e experiências náuticas integraram ainda o programa do evento que, devido à tempestade Leslie, contou com iniciativas canceladas no dia 13 à noite, como um espetáculo de fogo de artifício.
A iniciativa, que “tem sido um enorme sucesso”, centrou atenções na zona ribeirinha, pelo quarto ano consecutivo, numa parceria que a presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, considera decorrer de “forma correta e eficaz” na valorização da crescente relação da cidade com o rio.
A autarca sublinhou, num jantar de boas-vindas a bordo do Sagres, a importância económica do mar para Setúbal, nas suas diversas vertentes.
Maria das Dores Meira apontou as transformações ocorridas na zona ribeirinha de Setúbal, nos últimos anos, em resultado da “séria aposta” que a autarquia tem feito na revitalização e na reabertura da cidade ao mar.
“Em vez de velhos armazéns abandonados que obstruíam o acesso ao rio, em vez de infraestruturas portuárias já inúteis e obsoletas, temos, em resultado da persistência municipal, um espaço aberto onde todos podem passear e praticar desporto. Esta Semana do Mar é um exemplo dessa prática”.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
[ + ]

Cartão de Visita do Facebook

Anúncios

Se quiser anunciar neste site entra em contato com publicidadeadn@gmail.com
 
ADN-Agência de Notícias | por Templates e Acessórios ©2010