Dá um Gosto ao ADN

Feira de Sant'Iago com cartaz forte em Setúbal

Manteigadas em festa de 21 de Julho a 5 de Agosto 

Matias Damásio, Fernando Daniel, Richie Campbel, Mão Morta, The Gift e os D.A.M.A são algumas das atrações musicais da Feira de Santiago, que começa este sábado e decorre até 5 de Agosto, nas Manteigadas, em Setúbal. O cantor angolano Matias Damásio é um dos primeiros a atuar, no domingo, dia 22 de Julho, no Palco Setúbal, por onde também vão passar os T4X1 (ex-Taxi), Fonzie, Emanuel, Gisela João e os The Gift, que encerram a Feira de Santiago no dia 5 de Agosto. Este ano dedicada aos "Vinhos da Península de Setúbal", a Feira de Santiago incluiu uma "wine sunset party" que terá lugar ao final da tarde de sábado, dia 28 de Julho, no Forte de S. Filipe. Trata-se de uma escolha que se insere na estratégia do município setubalense de afirmar o certame como um produto turístico, que já está a promover junto de diversos operadores na área do turismo. A gastronomia da região, artesanato, um espaço dedicado aos divertimentos tão apreciados pelos mais jovens, são outros motivos de interesse da feira que se realiza há mais de quatro séculos na capital do distrito de Setúbal.
Feira de Sant'Iago volta a ter um cartaz de muita qualidade 

“A nossa feira é a soma de muitas coisas”, destacou a presidente da Câmara Municipal Setúbal, Maria das Dores Meira, na sessão de apresentação do evento, “uma das maiores festas populares a sul do país” e que contabiliza“mais de 400 mil visitantes por edição”.A autarca sublinhou que a Feira de Sant’Iago “consegue sempre surpreender pela renovação e inovação que apresenta a quem a visita”, sendo que, em 2018, por exemplo, vai ser permitida a entrada de animais de companhia, mediante as regulamentações impostas por lei, terá uma diversão com um slide de 140 metros, uma roda-gigante com vista para a cidade e um serviço de aluguer de transportes elétricos individuais para deslocações no recinto.
A importância e dimensão que um evento como a Feira de Sant’Iago assume nos serviços da Câmara Municipal levou a que a autarquia, salientou Maria das Dores Meira, dedicasse especial atenção ao planeamento.
“Foi constituída uma equipa afeta à organização da Feira ao longo do ano, entendendo-a como prioritária no calendário de eventos do concelho. Também por isso, este evento está inscrito, a partir de agora, no Plano de Atividades do Gabinete de Turismo, sento entendido como um produto turístico a oferecer aos que nos visitam”.
A atratividade do certame está bem patente no número médio de visitantes a cada ano, mas também na procura da parte de feirantes e expositores.
Com cerca de 40 setores de atividade diferentes presentes no evento, “neste momento regista-se uma taxa de ocupação de cerca de cem por cento dos lugares disponibilizados no concurso, tendo, entretanto, e em face da procura, sido criados mais lugares para comercialização de vários tipos de artigos”.
A presente edição da Feira de Sant’Iago vai dedicar especial atenção ao público infantil, com mais diversões e atividades, como um circuito de arborismo e uma quinta pedagógica.
Tratando-se de um evento com mais de 400 anos de história, a tradição é igualmente enaltecida. Em 2018, Setúbal presta homenagem a uma figura local, o Zé dos Gatos, homem acarinhado pelos setubalenses, já falecido, e que o designer Zé Nova materializou em mascote desta edição, presente na zona da entrada principal do recinto e com a qual os visitantes vão poder tirar várias “zélfies”.
A Feira de Sant’Iago é, também, um Eco Evento Amarsul, que envolve a realização de várias atividades e ações de sensibilização para a proteção do meio ambiente.
A Feira de Santiago 2018 vai ainda contar com uma Roda Gigante, um super slide de 140 metros, uma quinta pedagógica, uma pista de BMX, insufláveis e um picadeiro, onde é possível andar de cavalo ou de pónei.
A inauguração oficial da Feira de Santiago 2018 está marcada para as 20:30 do próximo sábado, no Pavilhão Vinhos de Setúbal, com a presença da presidente do município, Maria das Dores Meira, e com o momento de animação "Era o vinho, meu bem, era o vinho", a cargo do Teatro de Animação de Setúbal.

Feira dedicada à promoção do vinho da região
Em representação da comissão de organização da Feira de Sant’Iago, Ana José Carvalho destacou, na apresentação, que o certame tem “programação diversificada e para todos os públicos e idades”.
A inauguração oficial da Feira de Sant’Iago 2018 está agendada para 21 de Julho, às 20h30, no Pavilhão Vinhos de Setúbal, durante a qual, além de uma intervenção da presidente da Câmara Municipal, há a animação pelo Teatro Animação de Setúbal “Era o vinho, meu bem, era o vinho”.
Em termos de espetáculos, o Palco Setúbal recebe as atuações de artistas de renome nacional e internacional, numa zona do recinto que está apetrechada com o apoio de bares e tasquinhas gastronómicas.
Para a Praça Mundo estão reservadas tasquinhas gastronómicas, dinamizadas pelo movimento associativo de Setúbal, e o Palco Mundo, onde se realizam espetáculos que refletem a riqueza multicultural do concelho.
A Praça do Bares é um espaço de gastronomia, por excelência, mas que também inclui animação musical.
O Palco dos Sentidos recebe as animações correspondentes ao Espaço dos Sentidos, destinado à exposição de atividades dinamizadas pelos serviços de cultura, juventude, desporto, inclusão social, bibliotecas e museus da Câmara Municipal.
No Palco Baco, paredes-meias com o Pavilhão Vinhos de Setúbal, realizam-se vários espetáculos de fado, mas também de cante alentejano.
A nível institucional, o Pavilhão Vinhos de Setúbal é uma criação da Câmara Municipal em colaboração com a Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal e com produtores de vinhos da península.
O espaço apresenta ao longo do certame uma exposição, apontamentos musicais, oficinas de artesanato, experiências interativas, provas de vinho e degustações.
Uma vasta área está reservada para as representações institucionais, onde são divulgados serviços da Câmara Municipal, bem como de empresas e instituições com representatividade local e nacional.
Com objetivo semelhante, os visitantes podem ficar a conhecer os espaços Freguesias de Setúbal, preenchido pelas cinco juntas de freguesia do concelho, Saúde, partilhado por instituições ligadas ao setor da saúde, e Solidariedade, destinado a campanhas de solidariedade e sensibilização por entidades sem fins lucrativos.

TST com carreiras especiais para as Festas 
Um circuito de arborismo, com obstáculos de cordas, uma zona de jogos tradicionais, a Quinta Pedagógica Herdade da Gâmbia – O Lugar do Pernilongos, que divulga atividades típicas do campo, um espaço de adoção de animais de companhia, um picadeiro e a pista de BMX são outros dos muitos atrativos presentes na Feira de Sant’Iago 2018.
O recinto, de entrada livre, está aberto ao público de segunda a quinta-feira das 18 à uma da madrugada  na sexta-feira até às duas da manhã, ao sábado das 16  às duas da madrugada,  encerrando à uma hora da manhã ao domingo.
Além do parqueamento automóvel disponível, os visitantes podem utilizar o serviço de transportes público especificamente adaptado para o certame.
As carreiras 604 e 609 da TST têm o horário alargado durante o período da feira, tendo sido criadas as carreiras 651 e 652 especificamente para deslocações entre a cidade e o recinto.
A carreira 651 liga o evento ao Mercado do Livramento, enquanto a 652 estabelece a ligação com a zona da Varzinha. Estas duas carreiras têm um bilhete de bordo de apenas um euro por viagem.
Pessoas com mobilidade reduzida têm disponível um serviço especial de transporte, devendo os interessados recolher informações ou realizar marcações de veículo para acesso à zona da feira através do número 910 784 090, nos dias úteis, entre as 10 e as 19 horas.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Verão ativo com Ciência Viva começou em Setúbal

Iniciativa vai percorrer todo o país até 4 de Agosto 

O programa Ciência Viva no Verão em Rede 2018, iniciativa com mais de 800 ações em todo o país, foi lançado no dia 18 de Julho, durante um passeio no rio Sado, a bordo da embarcação municipal Maravilha do Sado. “Está oficialmente aberta a Ciência Viva no Verão 2018”, declarou Rosalia Vargas, presidente da Agência Nacional Ciência Vida, promotora da iniciativa que se destina a aumentar a literacia científica da população portuguesa, ao proporcionar, em altura de férias, diversas atividades de comunicação de ciência um pouco por todo o país. A apresentação nacional do programa decorreu em pleno rio Sado, com a Serra da Arrábida como pano de fundo, num evento que contou a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.
Ciência Viva atrai crianças este verão 

“Começar a edição deste ano no estuário do Sado, com a presença de diversos parceiros da Ciência Viva, como a Ocean Alive, profissionais da comunidade piscatória, a Câmara Municipal de Setúbal e o Instituto Politécnico de Setúbal demonstra bem a relevância deste evento”, sublinhou o governante.
Também Rosalia Vargas destaca a importância das parcerias num projeto que já conta com 22 anos, mas que continua a captar as atenções dos portugueses.
“Nos primeiros cinco minutos inscreveram-se 2.500 pessoas em diversas ações. Podemos dizer que há fans do Ciência Viva no Verão que aguardam com entusiasmo a abertura das inscrições, embora haja muitas atividades que não carecem de inscrição”.
Este ano, as atividades são maioritariamente dedicadas aos rios e à água, com o objetivo de “sensibilizar para os cuidados a ter na sua preservação”.
Uma das centenas de ações decorre a 4 de Agosto, numa parceria entre a Câmara de Setúbal e a associação Ocean Alive, a bordo do antigo galeão do sal Maravilha do Sado.
A embarcação, requalificada pela autarquia e transformada em equipamento direcionado para iniciativas pedagógicas e educativas, bem como de valorização de atividades relacionadas com o mar e com a preservação ambiental, recebeu, no último ano letivo, mais de 700 crianças em diversas ações de sensibilização.
“O que acontece a bordo desta embarcação é ciência viva. Queremos proporcionar às crianças a oportunidade de utilizar uma embarcação histórica na relação com o rio”, sublinha o vereador Pedro Pina.
“Há ervas e golfinhos - e que outros tesouros marinhos?” é o título da ação, com inscrições já esgotadas, a decorrer no dia 4, durante um passeio de barco em que os participantes, guiados por dois monitores, uma bióloga e uma pescadora, são convidados a conhecer o mundo submarino dos golfinhos do Sado com foco nas pradarias de ervas marinhas.
A iniciativa Ciência Viva no Verão, aberta a todos, pretende aproximar os cidadãos da ciência sob a forma de uma experiência direta, permitindo uma otimização de recursos e um contacto mais próximo com as populações.
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Festas de Sarilhos Grandes começam sexta-feira

Aldeia de Sarilhos em festa em honra de São Jorge 

As Festas de Sarilhos Grandes, no concelho do Montijo, arrancaram esta sexta-feira. Vão ser cinco dias de muita animação e alegria, com largadas de toiros, bailes, espetáculos de dança e de música, folclore, stand up comedy, o tradicional passeio da charanga Huga Huga pelo arraial e, claro, muitos comes e bebes. Naturalmente, que em destaque estarão as tradições religiosas com a missa solene em honra de São Jorge no dia 22 de Julho, às 10 da manhã e a procissão, no mesmo dia, pelas 18 horas que vai percorrer várias artérias da aldeia. Edna Pimenta, Bruna, a dupla João Neto e Leonardo e Ana Arrebentinha são as "figuras maiores" do cartaz das Festas de Sarilhos Grandes que prolongam até terça-feira, 24 de Julho.
Festas celebraram São Jorge em Sarilhos Grandes 

De 20 a 24 de Julho, a Freguesia de Sarilhos Grandes, no Montijo, festeja São Jorge. Durante os cinco dias de festa, há dezenas de atividades para todos os gostos: procissão, bailes, largadas, espetáculos musicais, dança e o famoso huga-huga.
As Festas em Honra de S. Jorge arrancam no dia 20 de Julho, às 21 horas. Nesse mesmo dia, o destaque é para o 2.ª Mostra de Folclore.
No dia 21 de Julho, a Banda da Academia Musical União e Trabalho de Sarilhos Grandes atua no Coreto, às 18 horas. À noite, às 22 horas, no Palco da Feira decorre o espetáculo Dança Comigo com grupos de dança do Montijo (Dance Fusion, Companhia Al Nawar, Mad G Wine, We Can Dance).
O domingo, dia 22 de Julho, fica marcado pelos momentos religiosos, com a missa solene em honra de São Jorge às 10 da manhã e a procissão às seis da tarde. A procissão em honra de São Jorge, percorre várias artérias da freguesia acompanhada pela Fanfarra dos Bombeiros Voluntários do Montijo, pela Banda Filarmónica da AMUT e por cavaleiros trajados à época de São Jorge.
No Palco da Feira, a noite termina com o espetáculo de Edna Pimenta, às 23 horas.
O penúltimo dia das Festas em honra de São Jorge, 23 de Julho, vai ter stand up comedy com Ana Arrebentinha, às 22h15, no Palco da Feira e no mesmo local, uma hora depois, o concerto com a cantora Bruna.
As Festas em honra de São Jorge vão finalizar no dia 24 de Julho, com o espetáculo de João Neto e Leonardo, às 23 horas, seguindo-se o fogo de artifício.
Nuno Canta, que vai inaugurar as Festas na sexta-feira, às 21 horas, lembra que estas festividades “são organizadas em nome dos sarilhenses e pretendem honrar as nossas tradições e cultura”, refere o presidente da Câmara do Montijo.
De acordo com o autarca do Montijo, as Festas de São Jorge "são um marco da cultura da nossa terra e têm a importância de juntar as pessoas e serem um elemento agregador da nossa maneira de viver e das nossas tradições”, acrescenta Nuno Canta, realçando o trabalho e a dedicação da Comissão de Festas de Sarilhos Grandes.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
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Alcochete avança com investimentos no Passil

Escola básica do 1.º ciclo e do jardim-de-infância vão ser requalificados 

A Câmara de Alcochete vai proceder à requalificação da escola do ensino básico do 1.º ciclo, do jardim-de-infância e do parque infantil na localidade do Passil. Esta informação foi avançada pelo executivo municipal durante a reunião descentralizada, realizada no centro comunitário do Passil. Fernando Pinto, presidente da autarquia, anunciou o inicio das obras. “Vamos desenvolver as nossas primeiras obras no Passil, nomeadamente a requalificação do parque infantil, que vai ser totalmente remodelado” e as obras de“ requalificação da escola básica do 1.º ciclo e do jardim-de-infância do Passil,  o que certamente vai proporcionar condições superiores de estudo e de trabalho às crianças, auxiliares e docentes”, explicou o autarca. As obras nos dois estabelecimentos de ensino deverão estar concluídas no início do próximo ano letivo e inclui a aquisição de novo mobiliário escolar para os alunos.
Autarquia investe na  requalificação de escola 

No período de antes da ordem do dia, o presidente da câmara municipal manifestou o seu orgulho e regozijo por se encontrar de novo no Passil, “um local que durante a campanha eleitoral, despertou muita preocupação face às carências que o espaço tem, às condições de habitabilidade das pessoas e às condições das estruturas adjacentes às respetivas habitações”, preocupações que considerou ser extensivas a todo o povoado envolvente, nomeadamente o Terroal, Monte Laranjo, Rilvas e Barroca d´Alva, sublinhou Fernando Pinto.
“O Passil é um espaço que nos inspira a sermos melhores e a procurarmos o melhor que cada um tem para oferecer à comunidade, proporcionando-lhe um bem-estar diferente daquele que têm tido até aqui”, acrescentou o autarca.
O vereador com o pelouro das Obras Municipais, Pedro Lavrado, salientou que as obras na escola básica do 1.º ciclo e do jardim-de-infância do Passil, “vão trazer mais qualidade e conforto às crianças do Passil”.
Em relação aos estabelecimentos de ensino, o autarca referiu que as obras a realizar são: reparação do telhado da escola, que tem infiltrações, colocação de tecto falso em pladur na sala dos professores, casa-de-banho e corredores, reparação e pintura de portas e janelas, afagamento e envernizamento do chão em tacos de madeira, colocação de estores em pvc nas janelas e reparação dos existentes, remodelação da instalação elétrica com colocação de projetores LED, instalação de um novo sistema de deteção de incêndios, colocação de aparelhos de ar condicionado em todas as salas (incluindo no jardim-de-infância) e a pintura interior e exterior do edifício, incluindo os muros e reparação da vedação.
No exterior da escola será colocado um pavimento tipo pavê na zona frontal à escola para permitir que as crianças possam brincar no espaço atualmente em terra batida, serão reparados todos os equipamentos infantis junto ao jardim-de-infância e será colocado um novo equipamento no recreio, sendo de salientar que em todos os locais onde existem equipamentos lúdicos será colocado pavimento de borracha amortecedor de quedas.
Pedro Lavrado referiu que “depois da conclusão destas obras “será feita a reparação e manutenção do polidesportivo ao ar livre, anexo à escola, com reparação do pavimento, da rede e dos muros e colocação de novas balizas.

Parque infantil renovado 
Em relação ao parque infantil, o vereador explicou que a sua remodelação inclui a aplicação de um pavimento amortecedor de quedas em borracha na zona dos brinquedos, a colocação de alguns bancos de jardim com criação de uma zona de estar com pavimento em pavê, de novos equipamentos e de dois portões e o muro será reparado e pintado.
O vereador das Obras Municipais fez ainda um ponto de situação em relação ao furo de água na Fonte da Senhora, “que tem muita importância e é fundamental para o bem-estar da população do Passil”, salientando que estão a ser desenvolvidos os procedimentos para a sua execução por empreitada, sendo que a construção da estação elevatória será realizada por administração direta.
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Ação 'caça' beatas na Figueirinha em Setúbal

Voluntários tiraram nove litros de beatas da praia 

Perto de nove litros de beatas de cigarros foram recolhidas na manhã de dia 18 de Julho do areal da Praia da Figueirinha, em Setúbal, numa iniciativa de sensibilização ambiental dirigida aos veraneantes, no âmbito do Programa Bandeira Azul 2018. Um grupo de oito voluntários do Centro Jovem Tabor já percorre o areal à procura de beatas que, depois de recolhidas, colocam dentro de uma garrafa de plástico. Habituados a participar em programas de sensibilização ambiental, não precisam de ouvir muitas explicações por parte da coordenadora de atividades de educação ambiental da Associação Portuguesa de Lixo Marinho que dinamiza a 3.ª edição da “Caça às Beatas” em parceria com a Câmara de Setúbal.
Milhares de beatas foram tiradas do areal 

Flávia Silva recorda o objetivo e a importância da ação. “Vamos tentar tirar o máximo de beatas possível da Praia da Figueirinha. As beatas têm vários perigos associados, nomeadamente para as crianças que brincam na areia e para os animais, além de possuírem contaminantes que poluem a água”.
Devido às pequenas dimensões deste tipo de lixo, os equipamentos mecânicos que limpam as praias não conseguem apanhá-lo, pelo que “este tipo de ação é muito importante para sensibilizar os fumadores para não deixarem as beatas na areia”, diz a coordenadora de atividades de educação ambiental da Associação Portuguesa de Lixo Marinho.
Além dos rapazes do Centro Jovem Tabor, a responsável da coordenadora de atividades de educação ambiental da Associação Portuguesa de Lixo Marinho tenta captar voluntários entre os utentes que usufruem da Praia da Figueirinha, sobretudo crianças e jovens provenientes de diversas instituições de ensino.
“Bom dia! Querem participar numa campanha de recolha de beatas na praia?”, pergunta à monitora de um grupo que acaba de chegar.
Após explicar em que consiste a iniciativa, a monitora anui e os pequenos voluntários dividem-se em grupos e pegam numa garrafa e em sacos de plástico.
“Bia, encontrei mais duas!”, grita uma menina em direção à colega que segura a garrafa de plástico onde já se encontra uma boa quantidade de beatas.
O grupo está entusiasmado e compenetrado na tarefa que a pequena Bia lidera atentamente.
Por toda a praia há vários grupos a caçar beatas e um deles está muito adiantado em relação aos restantes. São jovens do Clube de Ténis de Setúbal que chegam com uma garrafa de plástico de 1,5 litros cheia de beatas que colocam no recipiente instalado para o efeito pela coordenadora de atividades de educação ambiental da Associação Portuguesa de Lixo Marinho.
O monitor, Rodrigo, esvazia a garrafa e grita triunfante: “terminámos!”
As crianças, entusiasmas, batem palmas e recebem um jogo didático por terem sido os primeiros a chegar.
“Parabéns! Agora vão todos à água lavar as mãos, está bem?”, indica Flávia.
Outros grupos vão chegando com as garrafas cheias e o recipiente da coordenadora de atividades de educação ambiental da Associação Portuguesa de Lixo Marinho já marca quase quatro litros de beatas recolhidas.

Uma “luta continuada”
No final da ação, a contagem aponta para perto de nove litros de beatas recolhidas, o equivalente a seis garrafas de água de 1,5 litros, enquanto no ano passado os voluntários recolheram um total de 14 litros.
Apesar da redução de beatas recolhidas na Praia da Figueirinha, face à campanha realizada em 2017, o coordenador do Programa Nacional de Vigilância da Bandeira Azul, Paulo Gouveia, sublinha a importância de “insistir neste tipo de ações para passar a mensagem e tentar captar, sobretudo, os jovens, porque eles são o futuro”.
Trata-se de uma “luta continuada”, pois “apesar de as pessoas estarem cada vez mais conscientes, o lixo mantém-se e pode entrar na cadeia alimentar dos homens através do peixe”.
A “Caça às Beatas” integra as iniciativas de educação ambiental do programa da Bandeira Azul, este ano dedicado ao tema “O Mar que Respiramos”, tendo em conta os dados científicos que revelam que 50 por cento do dióxido de carbono lançado na atmosfera é absorvido pelos oceanos e que 70 por cento do oxigénio do planeta é produzido pelo plâncton marinho.
As exposições “Arrábida Lugar Sagrado” e “O Mar que Respiramos”, ambas patentes na Praia da Figueirinha, e o concurso de fotografia “Fotografias que partilhamos”, são outras ações contempladas no programa de sensibilização ambiental Bandeira Azul 2018, em Setúbal.
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Festival Músicas do Mundo começa hoje em Sines

Estado do mundo e fronteiras fechadas não facilitam organização do festival

O “estado do mundo”, com “fronteiras cada vez mais fechadas”, não facilitam a vida aos organizadores do Festival Músicas do Mundo, que regressa a Porto Covo, esta quinta-feira e ruma depois a Sines. “A boa música não escolhe géneros, nem escolhe fronteiras”, acredita Carlos Seixas, programador do festival, que, ao completar 20 edições, apresenta o maior alinhamento de sempre, com 59 concertos de 38 países e regiões, de todos os continentes, entre 19 e 28 de Julho (19 a 22, na aldeia de Porto Covo, e 23 a 28 de Julho, na cidade de Sines). Desengane-se quem pensa que à 20.ª edição tudo é mais fácil. No mundo de hoje, com “as grandes questões ligadas às migrações”, há até “mais dificuldades do que há uns anos”, compara Carlos Seixas.
FMM é um dos maiores festivais do país

“Continua a ser difícil trazer músicos” da Ásia, dos países árabes, de África para apresentar ao Ocidente, reconhece, assinalando a contradição entre vivermos hoje num mundo “mais pequeno, no sentido da informação que nos chega todos os dias”, mas num ambiente global de “fechamento”.
Perante este “estado do mundo”, o Festival Músicas do Mundo (FMM) opta por “abrir um caminho alternativo, viajar por outras latitudes, descobrir o que neste momento se tornou a música, cheia de influências, de transformações”. E fá-lo pela “qualidade” das chamadas músicas do mundo, mas também com a certeza de que “cultura é política”.
Recordando que muitos dos músicos que pisam o palco do FMM “não têm a 'chance' de mostrar aquilo que são e aquilo que fazem noutros festivais” e, mesmo nos seus países, enfrentam “dificuldades e riscos” para o fazer, Carlos Seixas assume que tenta, “cada vez mais”, que os artistas convidados “mostrem não só aquilo que a nível musical criam, mas também a sua própria vontade de mostrar e de sentir a sua identidade”.
A música “é um veículo daquilo que o artista do presente sente, tem sempre uma mensagem, essas mensagens às vezes são incompatíveis com a prática política que se exerce, quer nos seus países, quer também a nível mundial”, reflete.
O alinhamento deste ano “satisfaz” os organizadores, que seguem a filosofia de “mostrar aquilo que de novo se cria” na música. “O alinhamento deste ano, como desde o início, é um espelho dessa vontade, de ter não só uma continuidade, um percurso, mas também uma filiação, (…) mostrar aquilo que de mais brilhante se cria no mundo”, explicita Seixas.

“A diversidade de expressões culturais”
Porto Covo recebe hoje os primeiros espetáculos 
O Festival Músicas do Mundo – orçado em 780 mil euros e totalmente financiado pela Câmara Municipal de Sines, que recorre a apoios – reivindica um “caráter de serviço público”, revelado na gratuitidade de quase dois terços dos concertos.
Existe “uma vontade enorme de promover a cultural popular musical, (…) contribuir para a construção do imaginário futuro”, justifica Carlos Seixas, que atribui uma “identidade única” ao FMM, alheia a mudanças políticas. “Para se preservar a sua identidade, é necessário que o caminho continue livre”, frisa o programador.
“A música ao vivo, que hoje é uma poderosa e lucrativa indústria, tornou-se mais entretenimento do que propriamente um tipo de atividade”, observa Seixas, realçando que a cultura “é condição prévia ao respeito mútuo”.
Satisfeito por ver entrar alguma música do mundo nos festivais mais pop rock, o programador identifica “uma necessidade de que as fronteiras cada vez sejam mais abertas aos outros”.
A música reflete “a diversidade de expressões culturais”, contribui para “a transmissão de valores”, “reforça a integração, a coesão social, e ajuda sobretudo a criar um espaço para o diálogo”.
Entre o primeiro alinhamento e este que aí vem, 20 anos depois, foi só “uma questão de ser resiliente”, porque “a própria comunidade em Sines recebeu o festival com um espírito de pertença”, recorda Carlos Seixas.
“Sempre acreditei que o festival se tornasse num evento incontornável naquilo que se faz ao nível da música ao vivo em Portugal e até também na Europa”, vinca, prometendo que o Festival Músicas do Mundo “está para continuar”, enquanto houver “um mundo da música a descobrir”.

Agência de Notícias com Lusa
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Montijo explica medidas da reabilitação urbana

Autarquia quer trair novos habitantes para o centro da cidade 

No âmbito da sua política de reabilitação urbana, a Câmara do Montijo promoveu, esta quarta-feira, no auditório da Galeria Municipal, uma sessão de divulgação do IFRRU 2020 – Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas, com o objetivo de esclarecer os procedimentos administrativos sobre este instrumento, assim como detalhar a cooperação entre a câmara e os particulares ou empresas que pretendem reabilitar os seus imóveis. Durante o encontro, o presidente da Câmara do Montijo disse que "a estratégia municipal de reabilitação urbana “procura uma articulação entre os proprietários, através da reabilitação dos imóveis particulares, e a autarquia, por meio da requalificação do espaço público", sublinhou Nuno Canta. 
Autarquia quer reabilitar para atrair mais população 


O evento contou com as presenças do presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, diretor de Serviços do Ordenamento do Território da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, Carlos Pina, e da coordenadora da Estrutura de Gestão do IFRRU 2020, Teresa Mouro Ferreira.
O presidente da câmara afirmou a importância e o interesse da reabilitação urbana para “colmatar os vazios da cidade e atrair novos habitantes para o centro”, considerado ser essencial “não desperdiçar o IFRRU 2020, um instrumento que valoriza a política das cidades e apoia a regeneração urbana, procurando responder aos desafios da eficiência energética, da inclusão social e da valorização do património edificado”.
O autarca salientou, ainda, que a estratégia municipal de reabilitação urbana “procura uma articulação entre os proprietários, através da reabilitação dos imóveis particulares, e a autarquia, por meio da requalificação do espaço público.
Teresa Ferreira abordou detalhadamente o IFRRU 2020, instrumento financeiro criado “após se ter verificado uma lacuna no mercado financeiro, que não dispunha de financiamento específico para a reabilitação urbana”. Até 30 de junho, em todo o país, já tinham sido aprovados 18 contratos que representam um financiamento de 91 milhões de euros por parte do IFRRU.
O Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas disponibiliza empréstimos em condições mais favoráveis face às do mercado para a reabilitação integral de edifícios destinados à habitação, atividades económicas e equipamentos de utilização coletiva, mediante a apresentação de um único pedido de financiamento.
É aplicável na Área de Reabilitação Urbana delimitada pelo município e tem como objetivos revitalizar a cidade, apoiar a eficiência energética e revitalizar o espaço dedicado às comunidades desfavorecidas.

As prioridades da reabilitação urbana da cidade  
O município do Montijo delimitou uma Área de Reabilitação Urbana e aprovou uma Operação de Reabilitação Urbana territorialmente coincidente. A Área de Reabilitação Urbana da cidade do Montijo abrange o núcleo antigo da cidade e a expansão desta para nascente, incluindo as áreas de ocupação industrial subsequente à instalação do caminho de ferro, até ao Corredor Verde da Mundet, incorporando os bairros do Areias e do Afonsoeiro.
Para além do IFRRU 2020, os proprietários de imóveis inseridos na Área de Reabilitação Urbana da cidade do Montijo que pretendam proceder à sua reabilitação integral podem, ainda, beneficiar de incentivos fiscais e financeiros, como a isenção de Imposto Municipal sobre Imóveis ou a redução de taxas urbanísticas municipais.
No âmbito da sua estratégia de reabilitação do espaço público inserido na Área de Reabilitação Urbana, a Câmara  do Montijo tem vários projetos, como são exemplos a reabilitação da Ermida de Sto. António (já executada), a requalificação das Piscinas Municipais, a construção do Jardim das Nascentes e da Casa da Música Jorge Peixinho, o prolongamento do Passeio do Cais, a requalificação da Praça 1.º de Maio ou o ou o prolongamento da ciclovia até ao concelho de Palmela (freguesia de Pinhal Novo).

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
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Famílias de Fernão Ferro correm "risco elevado"

Parlamento recomenda criação de grupo de trabalho sobre reconversão urbanística 

O parlamento aprovou esta quarta-feira uma recomendação ao Governo para a criação de um grupo de trabalho no âmbito da reconversão urbanística na área de servidão militar do Depósito de Munições Nato de Lisboa, no Seixal. O texto apresentado pelo grupo parlamentar do PCP recebeu o voto contra do PSD, as abstenções do CDS-PP e do PAN e os votos favoráveis das restantes bancadas. Há dezenas de famílias a viver ilegalmente numa zona de "risco bastante elevado" na área de servidão militar em Fernão Ferro, no Seixal, junto ao Depósito de Munições Nato, segundo a Marinha e a associação de moradores. O diretor do Depósito de Munições Nato de Lisboa, Antunes Pereira, disse à agência Lusa, em Abril, que o manuseamento frequente de explosivos deixa as pessoas numa situação de "risco bastante elevado".
Moradores em "risco elevado" em zona do Depósito da Nato

O projeto de resolução do PCP recomenda ao Governo que crie um grupo de trabalho com vista à viabilização do processo de reconversão urbanística na área abrangida pela servidão militar do Depósito de Munições da NATO de Lisboa, na Quinta da Lobateira e Pinhal das Freiras e no Pinhal da Palmeira, na freguesia de Fernão Ferro, no concelho do Seixal.
De acordo com o texto, o grupo de trabalho deve ser constituído por representantes das associações de moradores e de proprietários, representantes dos órgãos das autarquias locais das áreas envolvidas e representantes do Ministério da Defesa e do Ministério do Ambiente, devendo entrar em funções no prazo de dois meses após a publicação da resolução em Diário da República.
Numa entrevista à agência Lusa, em Abril, o presidente da Associação de Proprietários de Pinhal de Freiras e Quinta da Lobateira explicava que os termos de referência da Unidade Operativa de Planeamento e Gestão obrigam a que a urbanização do espaço liberto da servidão militar faça a cedência de área para alojar as pessoas que vivem na área de servidão militar.
"Acho que realmente tem havido falhas graves na fiscalização. Embora tenha havido algumas demolições pontuais, foi insuficiente. As pessoas continuam a comprar e a construir porque os terrenos estão onerados e são vendidos muito mais baratos. Compram e passadas umas semanas começam a construir muros e paredes, continuam a construir", comentou Bernardino Milheiras, defendendo uma fiscalização militar mais eficaz.
Segundo o presidente da Associação de Proprietários de Pinhal de Freiras e Quinta da Lobateira, a infraestruturação que está a ser feita na zona fora da servidão militar, com a colocação de asfalto e serviços de saneamento básico, contribui para a "promoção imobiliária", apesar de todo o trabalho que é feito para "alertar as pessoas para o risco que correm".
"Ao fazermos a infraestruturação do espaço liberto da servidão militar os promotores imobiliários aproveitam para pôr na sua publicidade que a zona vai ser urbanizada e desta forma, por vezes, as pessoas são enganadas. A associação faz toda a informação possível para alertar as pessoas para que não construam porque estão a colocar em risco as suas próprias vidas", alertou. Atualmente vivem na área de servidão militar dezenas de famílias de forma ilegal, o que, segundo a Marinha Portuguesa, ramo das Forças Armadas responsável pelo Depósito de Munições Nato de Lisboa, as coloca numa situação de "risco elevado" devido ao "frequente manuseamento de explosivos".

Agência de Notícias com Lusa
Foto:  MIGUEL A. LOPES/LUSA
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Barreiro oferece manuais escolares a alunos do concelho

Alunos até aos 12º ano com apoio nos livros escolares 

O presidente da Câmara do Barreiro, Frederico Rosa, assinou um protocolo com os diretores dos agrupamentos de escolas do Concelho do Barreiro que permitirá a atribuição, no ano letivo 2018/2019, de dois manuais escolares a todos os alunos que estudam e residem no Concelho do Barreiro, a frequentar o 3º ciclo (7º ao 9º), ou o ensino secundário (10º ao 12º), nos estabelecimentos de ensino do Concelho. Sara Ferreira, vereadora responsável pela área da educação, apresentou a proposta de atribuição de manuais escolares para o ano lectivo de 2018/2019 e sublinhou a sua especial satisfação quanto a este tema. “Esta proposta é daquelas propostas que me dá especial gosto apresentar. Não só por ter sido uma promessa eleitoral nossa, mas também porque acreditamos que é uma medida que vai apoiar significativamente todas as famílias barreirenses”, disse. A proposta foi aprovada em Junho, em reunião de executivo, foi aprovada com cinco votos a favor, por parte dos eleitos do PS e PSD, e com quatro votos contra, por parte dos eleitos da CDU.

Autarquia assina protocolo para ajudar os alunos 

Frederico Rosa agradeceu a todas as escolas e aos seus diretores pelo “envolvimento nesta medida emblemática e importante”. Estendeu os agradecimentos aos serviços da vereadora Sara Ferreira pela “forma como foi implementada”.
A autarca referiu que esta medida vai ser concretizada "ao nível do ensino público, através de subsídio aos sete agrupamentos de escolas, de acordo com os livros adquiridos, enquanto que no ensino particular os manuais vão ser adquiridos pela autarquia, em livrarias do concelho e entregues nos estabelecimentos", disse Sara Ferreira.
O presidente da Câmara do Barreiro, Frederico Rosa, mostrou-se orgulhoso pelo cumprimento da promessa feita aos barreirenses.
“Tenho muito orgulho em liderar uma equipa que cumpre as promessas feitas e honra os compromissos assumidos. Esta é uma medida que valoriza a aposta na educação das nossas gentes e que terá um impacto muito positivo no orçamento familiar de milhares de barreirenses”, sublinhou o autarca.
Já os eleitos da CDU votaram contra esta proposta, uma vez que consideram que esta deve ser uma obrigação do estado e não da autarquia local.
Por seu lado os diretores presentes agradeceram à autarquia por esta medida, em nome das escolas, dos encarregados de educação e dos alunos que irão beneficiar desta iniciativa.
Estiveram presentes os diretores dos agrupamentos de escolas Augusto Cabrita, Mariana Hortega, de Casquilhos, Luis Rino, de Santo André, Maria Arlete Cruz, e de Álvaro Velho, Luís Latas.
Os diretores das escolas públicas e do Colégio “Minerva” que não estiveram presentes irão assinar o documento à posteriori.
De acordo com o documento “são prioridades do Município do Barreiro, em articulação com as escolas do Concelho e comunidade educativa, entre outras, a igualdade no acesso ao ensino, a promoção do sucesso escolar dos alunos e o reforço da qualidade no sistema de educação, o Município do Barreiro tem como prioridade o apoio às famílias e o combate ao abandono e insucesso escolar”.
De referir que as candidaturas serão realizadas nos agrupamentos das escolas públicas e nas escolas privadas.

Agência de Notícias com Câmara do Barreiro 
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Apanha de bivalves no Tejo preocupa PSD

Social-democratas querem regulamentar esta atividade 

Os deputados do PSD do distrito de Setúbal questionaram o Governo sobre a apanha, transporte e comercialização dos bivalves no Estuário do Tejo, referindo que é necessário regulamentar esta atividade. Os social-democratas manifestaram a sua preocupação sobre um conjunto de problemas associados a esta atividade, com maior expressão nos concelhos de Alcochete, Moita, Montijo e Barreiro. “De acordo com informações oficias, esta zona do estuário do Tejo está classificada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, como classe sanitária C, o que significa que os bivalves só podem ser usados para transformação em unidade industrial, a altas temperaturas, ou destinados a transposição prolongada numa depuradora em meio natural, que não existe em Portugal”, refere o documento enviado à ADN-Agência de Notícias. 

Apanha de bivalves no Tejo cresce dia a dia 

Segundo o PSD, os indicadores revelam que os bivalves “estarão contaminados com índices elevados de E.coli que podem provocar intoxicação diarreica, fora os metais e metaloides tóxicos acumulados (zinco, chumbo, arsénio, mercúrio e níquel) por décadas de exploração industrial que desaguava no estuário”.
O deputado do PSD, Bruno Vitorino, refere que existe a informação de que os bivalves são atualmente “ensacados sem controlo sanitário e vendidos em Espanha”.
“Ganham selo de origem galega e entram legais no circuito comercial e alimentar. Ninguém tem informação sobre aqueles que entram diretamente no circuito comercial e alimentar sem qualquer controlo”, aponta Bruno Vitorino. O deputado do PSD adianta que, para além de todas as questões que põem em causa a saúde pública, existe um conjunto de outros problemas que têm vindo a público e que têm a ver com alegadas redes de exploração laboral e tráfico de pessoas.
“Muitos destes mariscadores são cidadãos estrangeiros e podem, supostamente, estar a ser vítimas destas eventuais redes”, defende. Bruno Vitorino alerta ainda que esta atividade torna as praias “sujas, poluídas e perigosas para quem as frequenta”, devido ao lixo e utensílios de apoio à atividade que ficam nos locais.
“Este é um problema nacional, mas com implicações regionais e locais muito grandes pois todas as questões afetam, e muito, a comunidade local”, sublinha o deputado. Os deputados do PSD querem saber se o Governo tem alguma resposta para estas questões e que medidas pensa tomar para “regulamentar a atividade, garantir o cumprimento da lei e a tranquilidade das populações”.
O Ministério do Mar anunciou em Março que o concurso público para a construção da Unidade de Depósito e Transformação de Bivalves no Barreiro, cujo projeto terá um valor global de 1,4 milhões de euros, já foi aberto. A criação da primeira central para depósito, transformação e valorização de bivalves do país, no Barreiro, tinha sido anunciada em Junho de 2017 por Ana Paula Vitorino.
“É crucial para o estuário do Tejo e para a comunidade de apanhadores, vasta, em que só uma parte tem licenças, e com bivalves com níveis elevados de contaminação. Esta será a primeira unidade em Portugal que pode transformar os bivalves para serem consumidos pelas pessoas e vai permitir também que a comunidade de apanhadores seja alargada”, afirmou na altura a ministra.

Agência de Notícias com Lusa 


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Autarquia aprova tomada de posição pelo hospital no Seixal

Governo deve tratar esta matéria de forma urgente 

A Câmara do Seixal aprovou, entre outros pontos, diversos contratos-programa e comparticipações financeiras e a tomada de posição “O hospital no Seixal tem mesmo de avançar!”. Durante a reunião foram aprovados diversos protocolos, contratos-programa e comparticipações financeiras, no valor total de cerca de 338 mil euros, a coletividades e associações do movimento associativo do concelho, nas diversas áreas de atuação, o que permitirá qualificar os seus equipamentos, potenciando também o desenvolvimento da sua atividade em prol da população. Destaque para a aprovação dos contratos-programa, com a respetiva comparticipação financeira, para apoiar os projetos e programas de continuidade, no ano de 2018, do movimento associativo cultural do concelho.
Seixal quer rapidez na construção do hospital 

Foi ainda deliberada a aprovação da abertura do concurso público para fornecimento de refeições em refeitórios escolares do 1º ciclo e jardins de infância da rede pública do concelho, com um valor base de cerca de  um milhão 696 mil e 500 euros.
Sobre este ponto, Jorge Gonçalves, vice-presidente da Câmara do Seixal, afirmou que “apesar de não ter qualquer apoio do Ministério da Educação, a autarquia assume a comparticipação das refeições dos alunos que frequentam o ensino pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico da rede pública, durante o período de atividades extracurriculares, nos meses de Julho e primeira quinzena de Setembro”.
Durante a reunião de câmara foi aprovada a tomada de posição “O hospital no Seixal tem mesmo de avançar!”
No dia 29 de Junho, foi assinada uma adenda ao Acordo Estratégico de Colaboração para o Lançamento do Hospital no Seixal, entre a Câmara Municipal e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, onde se concluíram todos os procedimentos necessários para a abertura do concurso público internacional para os projetos do futuro hospital.
Não obstante as preocupações da autarquia referentes a este projeto, e tendo em consideração a importância da construção urgente deste equipamento essencial para o reforço dos cuidados de saúde prestados à população, considera o município que a assinatura desta adenda "configura mais um passo no longo caminho de construção do hospital no Seixal e, por isso mesmo, é valorizada. O que não significa que não se continue a lutar para que o hospital no Seixal corresponda aquilo que foi estudado e projetado em 2002, por ser esse o modelo que melhor serve as necessidades das populações do concelho e da península de Setúbal", realça a tomada de posição.
Neste sentido, a autarquia reafirma a "necessidade urgente de construção do hospital no Seixal e exorta o Governo a tratar esta matéria de forma urgente, prioritária e participada, já com uma visão de futuro, de expansão, tendo em conta as necessidades já identificadas".
Sobre este tema, Jorge Gonçalves, vice-presidente da autarquia, “saúda a população e as comissões de utentes pelas constantes ações de luta e de reivindicação no sentido da construção do hospital no Seixal”, reforçando que “vale a pena lutar!”

Agência de Notícias com Câmara do Seixal 
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Sesimbra quer Governo a intervir na Lagoa de Albufeira

Operação de abertura da Lagoa têm sido suportados pela autarquia 

Há vários anos que a Câmara de Sesimbra alerta as entidades competentes (atualmente, a Agência Portuguesa de Ambiente) para a necessidade, urgente, de se proceder a um desassoreamento da chamada "boca da Lagoa".  De acordo com a autarquia, "é reconhecido pelos especialistas que o desassoreamento facilita o processo de abertura e evita que as areias obstruam o canal de ligação ao mar pouco tempo depois de ser aberto. Só dessa forma será possível preservar a biodiversidade única deste lugar". No entanto, explica a Câmara de Sesimbra, "este desassoreamento continua a ser adiado, o que está a prejudicar uma zona ambientalmente sensível e economicamente importante para o concelho e para a região". 
Sesimbra quer  desassoreamento da Lagoa de Albufeira 

É de referir que os "encargos resultantes da operação de abertura da Lagoa têm sido essencialmente suportados pela Câmara Municipal, embora esta operação não seja da sua competência, mas sim da Agência Portuguesa de Ambiente. Aliás, as intervenções nas restantes lagoas do país são garantidas por esta entidade", diz a autarquia chefiada por Francisco de Jesus.
A Câmara de Sesimbra procede à abertura regular na época da Páscoa e tem que deslocar maquinaria para a praia várias vezes durante o verão, para proceder à reabertura sempre que necessário, e conjugado com as condições ideais das marés.
Esta situação traduz-se, diz a autarquia, "em custos elevados para o município e, mais grave, tem impactos ambientais para o ecossistema da Lagoa".
O canal de ligação da Lagoa ao mar encontra-se atualmente aberto, não tendo contudo as últimas marés promovido um galgamento significativo do cordão dunar e a transferência de um volume de água que aumente a cota do espelho de água da Lagoa.
A Câmara de Sesimbra está a acompanhar de perto a situação e "vai continuar a exigir uma intervenção urgente, que contribua para a preservação deste espaço", conclui fonte do município.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra
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EN4 entre Montijo e Pegões já tem novo piso

Trabalhos de requalificação demoraram quase um ano

Eram quase 26 quilómetros feitos aos solavancos, entre buracos, bermas perigosas e piso levantado pelas raízes das árvores centenárias que rodeiam a antiga estrada Real. Agora, 3,6 milhões de euros depois, o percurso inicial da Estrada Nacional 4, entre o Montijo e Pegões – que tem vários pontos negros devido à sinistralidade rodoviária e conta com tráfego intenso de veículos pesados – conta com um piso novo, sinalização nova e mais equipamentos de segurança. A conclusão das obras foi assinalada numa cerimónia oficial na Junta de Freguesia da União das Freguesias de Pegões, em Santo Isidro de Pegões, com a presença de autarcas, governo e responsáveis da Infraestruturas de Portugal.  A obra, que durou quase um ano, envolveu a "repavimentação de todo o troço, a substituição e readequação da sinalização horizontal e vertical e a colocação de novos equipamentos de segurança". 
Novo tapete foi inaugurado esta segunda-feira 

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, inaugurou esta segunda-feira a Estrada Nacional 4, entre a EN118, no Montijo, e a interseção com a EN10, em Pegões, Setúbal, um investimento de "menos de quatro milhões de euros". "Foram mais de vinte quilómetros de obra feita com menos de quatro milhões de euros", disse hoje Pedro Marques, na cerimónia de inauguração, que decorreu nas instalações da União de Freguesias de Pegões.
A intervenção, segundo a Infraestruturas de Portugal, tinha um investimento inicial previsto de 4,5 milhões de euros, mas terminou com apenas 3,6 milhões de euros.
"Uma obra que se concluiu abaixo de custo, pois tem um ligeiro valor abaixo daquilo que foi o valor contratual", explicou o presidente da Infraestruturas de Portugal, António Laranjo.
De acordo com o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, esta foi "uma reabilitação estrutural como não se fazia há décadas na EN4".
O responsável do Governo explicou que se tratou de intervenção prioritária, dadas as condições do pavimento.
"Esta é realmente uma obra importante para cumprir um dos compromissos com o distrito de Setúbal. O pavimento apresentava condições medíocres e era, por isso, uma das prioridades", afirmou Pedro Marques, lembrando que nesta estrada se move "uma grande intensidade de tráfego pesado", o que estava limitado com as "condições muito débeis de circulação".
O estado do piso estava, desta forma, "a afetar toda a economia da região", frisou o ministro.
De acordo com o presidente da Infraestruturas de Portugal, António Laranjo, a obra foi concluída no período estipulado de 332 dias.
"O pavimento estava classificado com o índice de qualidade de 2.4, com a categorização de 'medíocre'", explicou o responsável.
Atualmente, já reabilitado, passou a classificar-se como 4.2 e com estado 'bom'.

Autarcas aprovam a obra 
Segundo António Laranjo, foi feita uma beneficiação do pavimento, a requalificação do sistema de drenagem, a renovação da sinalização vertical, a marcação horizontal e outros trabalhos complementares.
"Tudo tendo em vista a reposição das características estruturais do pavimento", explicou o presidente da Infraestruturas de Portugal, acrescentando que "a última intervenção em termos estruturais, neste pavimento, foi feita há cerca de 30 anos, em 1986".
Desde 2014, que Nuno Canta, presidente da Câmara do Montijo, insistiu fortemente na necessidade da reabilitação da Estrada Nacional 4: “esta empreitada é o resultado da vontade firme do Governo de Portugal, das autarquias, mas sobretudo das populações”, salientou o autarca, acrescentando que a obra assegura “condições para o desenvolvimento sustentável e inclusivo do interior do Montijo, dando um contributo para a modernização do concelho”, sublinhou Nuno Canta. Já o presidente da Junta de Freguesia de Pegões, António Miguens, referiu que atualmente, após a reabilitação, "é notório o tráfego, que praticamente duplicou".
O autarca frisou ainda que a EN4 é "a porta de entrada para a capital, para quem vem ou vai para Espanha, para o Alentejo e até para o novo aeroporto de Lisboa a construir no Montijo".
A obra de requalificação da EN4 entre o Montijo e Pegões começou a 14 de Agosto de 2017.
Segundo a Infraestruturas de Portugal, trata-se de uma intervenção ao longo de 25,5 quilómetros, com o objetivo de melhorar as acessibilidades e segurança rodoviária das populações dos concelhos do Montijo, Alcochete e Palmela, no distrito de Setúbal.
A EN4 serve vários concelhos do distrito de Setúbal, sendo um dos principais elos de ligação com as zonas mais rurais. A EN4 (antiga estrada Real) liga o Montijo à fronteira do Caia (Elvas), numa extensão de 175 quilómetros, atravessando Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Arraiolos, Estremoz, Borba e Elvas.

Agência de Notícias com Lusa

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Festas do Barreiro voltam de 10 a 19 de Agosto

Diogo Piçarra, Carminho, HMB, José Cid e Quim Barreiros confirmados na festa 

Já é conhecido o cartaz completo da programação para as Festas do Barreiro em honra de Nossa Senhora do Rosário, que vão decorrer de 10 a 19 de Agosto. O artista português Diogo Piçarra já está confirmado para o dia 13, a partir das 22 horas, e será um dos artistas mais aguardados destes 10 dias de festa. Quim Barreiros é o artista escolhido para a grande abertura deste evento. O cantor popular português sobe ao Palco das Marés no dia 10. No dia 11 é a vez da fadista Carminho levar o fado a esta festa, enquanto que no dia 14 actua no Palco das Marés a Banda de Soul R&B HMB. Uma noite da PopularFM, o DJ Mastiksoul e José Cid também já foram anunciados. Sara Ferreira, vereadora da Câmara do Barreiro, recordou que as festas do Barreiro "têm uma componente lúdica, popular e religiosa, sendo parte integrante da cultura barreirense".
Festas já mexem na cidade do Barreiro 
 
Na manhã de sábado, 14 de Julho, teve lugar a “Proclamação das Festas do Barreiro”, momento que assinalou o “lançamento” da edição deste ano, que decorre de 10 a 19 de Agosto.
O evento, simbólico, teve concentração no Largo junto ao Mercado 1º de Maio, com atuação da Banda Municipal do Barreiro, seguindo a comitiva até ao Largo da Nossa Senhora do Rosário, onde decorreu a cerimónia do Içar do “Mastro” ou “Painel”.
Trata-se, conforme referiu a vereadora da Câmara do Barreiro,  responsável pela Cultura e, simultaneamente presidente da Comissão de Festas, Sara Ferreira, de um evento, “de cariz popular”, muito importante para o Concelho.
O Padre João Paulo, coadjutor da Reitoria de Nossa Senhora do Rosário, agradeceu a cooperação de todos os envolvidos na Organização do evento.
A encerrar, o presidente da Câmara do Barreiro, elogiou o trabalho afincado da Comissão de Festas e salientou, tal como a Vereadora o havia feito, a simbiose, patente no Programa, entre o lúdico, a cultura e a vertente religiosa.
O içar do “Mastro”, também conhecido por “Painel”, é uma tradição antiga. Era colocado em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário lembrando o passado piscatório e a lenda da chegada da imagem da Santa ao Barreiro. Era colocado um "Mastro" de tartaranha (que estavam à popa e proa da Muleta); mais tarde passaram a ser mastros de fragata ou dos lugres bacalhoeiros. Esta tradição manteve-se até 1972.

Um cartaz de muita qualidade no Palco das Marés 
As Festas do Barreiro 2018 decorrem de 10 a 19 de Agosto. São vários os artistas de nomeada que sobem ao Palco das Marés, o maior dos vários espaços do recinto onde decorrerão espetáculos.
Quim Barreiros é o artista escolhido para a grande abertura deste evento.  No dia 11 é a vez da fadista Carminho levar o fado à festa, enquanto que no dia 12 de Agosto o palco das marés chama pela PopularFM que, pela primeira vez, leva um grande espectáculo de música popular portuguesa à cidade do Barreiro. 
A 13 de Agosto, atua Diogo Piçarra. A 14, atua no Palco das Marés a Banda de Soul R&B HMB, composta por Héber Marques, Fred Martinho, Daniel Lima, Joel Silva e Joel Xavier. 
No feriado nacional, dia 15, o grupo Big Band da Escola de Jazz do Barreiro marca presença neste evento, seguindo-se, a 16, a actuação de Fernando Daniel e, a 17, a do músico Slow J, todos no Palco das Marés.
O DJ Mastiksoul e o músico português José Cid também já foram anunciados para 18 e 19 de Agosto respetivamente, juntando-se à restante programação, da qual fazem parte os habituais divertimentos, religião e fogo-de-artifício.
Divulgado está também o cartaz das Festas do Barreiro, criado pelo ilustrador Nuno Saraiva, onde através de cinco personagens homenageia elementos icónicos do concelho.
A Comissão de Festas é constituída pelo Município do Barreiro, União de Freguesias do Barreiro e Lavradio, Associação de Mulheres de Patologia Mamária, Banda Municipal do Barreiro, Dom Pedro V, Grupo de Dadores de Sangue do Barreiro, Instituto dos Ferroviários, Motoclube do Barreiro, Sociedade de Instrução e Recreio “Os Penicheiros”, Gasoline, Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, SOS Bicharada e Vem Vencer.
Integram ainda a Comissão, a título individual, os cidadãos barreirenses António Sardinha, Fernando Ribeiro e Cristina Ganhão.

Agência de Notícias com Câmara do Barreiro 



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Utentes da Margem Sul querem Fertagus na CP

Autarcas e utentes defendem melhor e mais barato transporte ferroviário
Cerca de 200 personalidades subscreveram um manifesto a exigir o fim da Parceria Público-Privada (PPP) com a Fertagus e a integração na CP da exploração da travessia ferroviária da ponte 25 de Abril. O documento, que será entregue ao Governo e à Assembleia da República esta terça-feira, defende o fim da PPP para o ano de 2019, altura em que termina o contrato de concessão à Fertagus. Em declarações à Lusa, Marco Sargento, membro da Comissão de Utentes dos Transportes da Margem Sul do Tejo e do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, refere o final do contrato como o momento oportuno para a negociação. Os presidentes de câmaras de Palmela, Setúbal, Seixal, Sesimbra, Moita são apenas alguns dos signatários do documento. A estes juntam-se vários outros autarcas, sobretudo eleitos pela CDU, como vereadores e presidentes de junta nos concelhos de Almada, Palmela, Setúbal, Seixal, Sesimbra e Barreiro. O manifesto defende ainda o Metro Sul do Tejo na CP.
Autarcas da CDU subscreveram manifesto  

Mais de duas centenas de personalidades e instituições subscrevem um manifesto que exige o fim da Parceria Público-Privada com a Fertagus e a integração na CP da exploração da travessia ferroviária da ponte 25 de Abril. "Basta de PPP com a Fertagus, queremos o serviço integrado na CP" é o título do documento que deverá ser entregue ao Governo e na Assembleia da República e ao primeiro-ministro, esta terça-feira. Os subscritores defendem o fim daquela Parceria Público-Privada em 2019, data em que termina o contrato de concessão à Fertagus. A travessia da ponte 25 de Abril faz a ligação ferroviária entre as cidades de Lisboa e Setúbal, com passagem pelos concelhos de Almada, Seixal, Barreiro e Palmela.
Álvaro Amaro (Palmela), Maria das Dores Meira (Setúbal), Joaquim Santos (Seixal), Francisco Jesus (Sesimbra), Rui Garcia (Moita) e os presidentes das assembleias municipais Ana Teresa Vicente (Palmela) e Alfredo Monteiro (Seixal) são apenas alguns dos signatários do documento. A estes juntam-se vários outros autarcas, sobretudo eleitos pela CDU, como vereadores e presidentes de junta nos concelhos de Almada, Palmela, Setúbal, Seixal, Sesimbra e Barreiro, por exemplo.
“Basta de PPP com a Fertagus, queremos o serviço integrado na CP!” intitula o manifesto que “defende a reversão das ruinosas parcerias público-privadas nas concessões ferroviárias à Fertagus e Metro Sul do Tejo e reúne as assinaturas de 200 personalidades que afirmam que se deve aproveitar o fim do contrato de concessão à Fertagus, em 2019, para acabar com esta PPP e integrar o serviço na CP”, revela a Comissão de Utentes.
Em comunicado, os utentes lembram que “este é um serviço ferroviário que se efectua com comboios públicos, a circular em linhas públicas e utiliza estações públicas”, mas que “depois é explorado por um operador privado, a Fertagus, que arrecada os lucros”.
No manifesto, os subscritores defendem que “com a integração deste serviço ferroviário na CP, ganha o país que vê reduzido o esbulho de recursos públicos em favor dos grupos privados” e ganham ainda não só “os utentes pois passam a pagar menos, a ter acesso ao passe intermodal e ao estacionamento gratuito junto às estações” como também “os trabalhadores da Fertagus que ao serem integrados na CP e na Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário, melhoram as suas condições de trabalho, rendimentos e direitos”.
O fim da referida PPP e a integração deste serviço na CP “garante um serviço público de qualidade, promove uma maior utilização do transporte público, com a consequente redução do transporte individual, descongestionando a rede viária e a Ponte 25 de Abril, traduzindo-se em enormes benefícios económicos, ambientais e na melhoria da qualidade de vida das populações”, dizem os utentes.
Fertagus cobra três a quatro vezes mais do que a CP 
"Isto começou com uma troca de informação entre algumas pessoas que consideram que o final do contrato de concessão com a Fertagus é o momento oportuno para a integração na CP da exploração comercial da ligação ferroviária entre Lisboa e Setúbal pela Ponte 25 de Abril", disse à agência Lusa Marco Sargento, membro da Comissão de Utentes dos Transportes da Margem Sul do Tejo e do MUSP, Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, entidades que também subscrevem o manifesto.
Segundo Marco Sargento, os signatários apelam também aos trabalhadores e às populações para "que se unam num vasto movimento de opinião pelo fim da Parceria Público-Privada com a Fertagus e defesa da integração do serviço na CP", que consideram ser a melhor solução para a qualidade de vida das populações da Península de Setúbal.
"Isto não é apenas uma questão dos utentes. Está em causa uma Parceria Público-Privada com uma empresa que não aceita o passe social intermodal, que cobra três a quatro vez mais por quilómetro do que a CP em percursos nas áreas suburbanas e que, além do mais, tem sido uma parceria ruinosa para o Estado", disse.
"Uma auditoria do Tribunal de Contas verificou que esta Parceria Público-Privada da Fertagus, juntamente com a do Metro Transportes do Sul, custaram ao estado mais de 202 milhões de euros entre 1999 e 2013", lembrou Marco Sargento, convicto de que, nos próximos dias, haverá muito mais entidades a subscreverem este manifesto pelo fim da concessão à Fertagus da exploração da linha ferroviária Lisboa-Setúbal.

CDS-PP de Almada está contra 
Fertagus faz a ligação entre Lisboa e Setúbal 
Para o CDS-PP de Almada "o transporte e os passageiros não podem ficar reféns nem de intuitos politico-partidários como quer o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda, e muito menos ficar refém dos Sindicatos ou de alguns sindicatos para se ser mais preciso, que apenas pretendem marcar uma agenda bem definida".
Para os centristas é "fundamental por uma questão qualidade da prestação do serviço que o transporte em questão seja efectuado por uma empresa privada mantendo esse mesmo nível".
Os democrata-cristãos defendem "um meio de transporte eficaz, assíduo, confortável e seguro, bem diferente da empresa pública CP, cada vez mais deficitária, tem visto o seu crescimento acentuar-se de há dois anos para cá num aumento de passageiros que escolhem o comboio da ponte como meio das suas deslocações diárias".

Os subscritores do manifesto
O arquiteto Carlos Roxo, responsável geral pelo projeto de arquitetura da linha e autor da estações de Entrecampos e Sete Rios, o arquiteto Santa Barbara, autor da intervenção plástica na estação do Pragal, o engenheiro Francisco Asseiceiro, responsável do projeto de via ferroviária na ligação Lisboa - Setúbal, bem como os antigos futebolistas Diamantino Miranda, Luís Boa Morte e Carlos Manuel, os cantores, Toy e Jorge Palma e a atleta Carla Sacramento são algumas das personalidades que já subscreveram o documento.
O padre setubalense Constantino Alves, o realizador de cinema Pedro Pinho (da Fábrica do Nada), autarcas, dirigentes sindicais, dirigentes e comandantes dos Bombeiros, membros de Comissões de Utentes dos Transportes e dos Serviços Públicos estão também entre a lista de subscritores do manifesto que reclama o fim da Parceria Público-Privada com a Fertagus.

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