Dá um Gosto ao ADN

Falta banhistas nas praias da Costa de Caparica

Com lotação verde há mais de um mês, concessionário da Caparica falam em Verão “negro”

O fim de semana foi de calor intenso e, nessa semana, os termómetros ameaçam subir ainda mais e convidar as pessoas a encherem as praias da Costa de Caparica. A realidade, no entanto, anda longe das enchentes de outros verões quentes. A bandeira que indica a lotação ainda não saiu da cor verde nas praias da frente urbana da Costa de Caparica, em Almada, levando os concessionários a falar num verão “negro, com prejuízos enormes”. Devido a este panorama, ows 11 concessionários das praias  mostram-se descontentes pela responsabilidade imposta aos empresários do “pagamento de todos os custos inerentes à praia, neste caso com os nadadores-salvadores”, que representa um encargo anual de cerca de 15 mil euros por concessionário. Outros empresários criticam a Câmara de Almada criticou a falta de ajuda da Câmara de Almada, defendendo que a autarquia deveria “diminuir por não assegurar "dispositivo de nadadores-salvadores na praia" ou por não suspender “as rendas por um determinado tempo”. 
Falta de turistas e banhistas preocupa empresários 

“É muito negativo, muito negro, porque vivemos numa atividade sazonal, vivemos do turismo e, não havendo, o negócio morre”, disse à Lusa o presidente da Associação Apoios de Praia Frente Urbana da Costa de Caparica, Acácio Bernardo.
O responsável falava em frente ao seu estabelecimento, o Paraíso Bar, num dia em que a temperatura não estava muito convidativa à prática balnear e a praia estava quase deserta. No entanto, frisou que a afluência estava como “num dia normal” da nova realidade, marcada pela pandemia de covid-19.
“Infelizmente desde o dia 1 (de Junho) está ali a bandeira verde hasteada, que é a praia disponível”, lamentou.
Segundo Acácio Bernardo, também “não resultou” a regra definida pelo Governo de que os toldos e chapéus só podem ser alugados numa manhã (até às 13h30) ou tarde (a partir das 14 horas).
“Realmente a lei foi feita, mas não resultou porque infelizmente não há necessidade. Estamos aqui e é quase uma da tarde, deveria haver gente a sair para outros entrarem, para haver alguma razoabilidade, mas infelizmente não é necessária porque não temos pessoas”, frisou.
Também Miguel Inácio, proprietário do restaurante Dr. Bernard, relatou à Lusa que as praias da Costa de Caparica “estão claramente com falta de pessoas”, o que era possível constatar nos toldos que estavam vazios.
“Não sei se é igual para o país inteiro, mas nas praias da frente urbana da Costa de Caparica tem-se notado um decréscimo muito grande, como se pode ver. As praias continuam desertas”, frisou.


As criticas ao governo e câmara de Almada por falta de apoio 
Devido a este panorama, o responsável mostrou-se descontente pela responsabilidade imposta aos empresários do “pagamento de todos os custos inerentes à praia, neste caso com os nadadores-salvadores”, que representa um encargo anual de cerca de 15 mil euros por concessionário.
“O salvamento marítimo deveria ser uma obrigação do Estado e não de 11 empresários, porque há tanta gente que desenvolve negócios aqui na Costa de Caparica e que vive essencialmente do turismo. Porque é que são 11 concessionários que suportam toda uma equipa enorme de salvamento?”, questionou.
Já Acácio Bernardo criticou a falta de ajuda da Câmara de Almada, defendendo que a autarquia deveria “diminuir o dispositivo de nadadores-salvadores na praia” ou interromper “as rendas por um determinado tempo”.
“Da parte das entidades que administram o território não está a acontecer rigorosamente nada”, sublinhou.
No dia em que a Lusa visitou a Costa de Caparica, a perspetiva de futuro dos empresários encontrava-se como o tempo, com “uma nuvem muito negra”.
“Vamos aguentar até podermos, mas os prejuízos são enormes. O negócio não anda, não há gente para consumir, não há gente de férias. Há concessionários, inclusive, a quererem fechar e em Outubro não vão abrir de certeza, porque os custos continuam iguais relativamente a anos anteriores, mas aquilo que se poderia fazer não estamos a fazer”, lamentou Acácio Bernardo.
O empresário tinha contratado mais colaboradores, mas já equaciona “começar a reduzir”.
A época balnear vai estender-se até Setembro e o pedido de Miguel Inácio é que “as pessoas voltem” às praias da Caparica.
“Não temos estrangeiros, mas temos aqui uma praia linda, maravilhosa, com muito sol, com segurança, e é o convite que faço às pessoas, venham à Costa de Caparica e apoiem o comércio local”, apelou.

Agência de Notícias com Lusa 
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Alcochete melhora acessibilidade nos edifícios

Investimento quase 160 mil euros nos Paços do Concelho e edifício da rua do Mercado 

Os edifícios municipais, em Alcochete, estão a beneficiar de um conjunto de investimentos com a realização de várias intervenções que totalizam 156 mil 447 euros e que visam a "reabilitação dos edifícios e a criação de melhores condições de trabalho e de acessibilidade aos edifícios", diz a autarquia de Alcochete em comunicado. A obra de reabilitação do edifício dos Paços do Concelho e do edifício situado na rua do Mercado está a decorrer e representa um investimento de quase 70 mil euros. 
Autarquia investe na melhoria dos edifícios 

As obras no edifício dos Paços do Concelho incluem o "tratamento do pavimento interior de madeira no rés-do-chão e primeiro andar (com destaque para a galeria municipal e o salão nobre), o tratamento de cantarias, da cobertura, das fachadas (reparações e pintura), dos gradeamentos metálicos e trabalhos de impermeabilização", sublinha a autarquia.
No que respeita ao edifício da rua do Mercado os trabalhos envolvem a "substituição da cobertura, o tratamento das fachadas, com reparações e pintura, e trabalhos de impermeabilização", refere ainda a mesma nota.
De salientar que em Fevereiro, o município concluiu a instalação de aparelhos de ar condicionado em vários serviços num investimento total 46 mil 361 euros, uma intervenção que teve como "objetivo substituir equipamentos com avarias graves, por forma a permitir a climatização dos espaços e melhorias ao nível dos consumos energéticos, e a instalar aparelhos de ar condicionado onde estes não existiam, como era o caso da galeria municipal e do salão nobre", sublinha a Câmara de Alcochete.
Foram ainda instalados novos equipamentos de ar condicionado nos serviços da Divisão de Administração e Gestão de Recursos, da Divisão de Administração do Território, do Gabinete de Apoio à Vereação, do edifício situado na rua do Mercado e na portaria dos Serviços Operacionais (Lagoa do Láparo).
De referir ainda que no final do ano passado os edifícios dos Paços do Concelho e da rua do Mercado beneficiaram com as substituições de todas as caixilharias das portas e janelas num total de 80 vãos, uma intervenção que teve como "objetivo melhorar as condições térmicas e acústicas dos edifícios e que custou mais de 40 mil euros", refere a nota da autarquia.  
Mais recentemente foi também colocado um elevador na escada de acesso aos serviços de Educação, Ação Social e Saúde que foram transferidos para o primeiro andar do edifício municipal da rua do Mercado.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete 
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Barreiro reforça equipas de intervenção nos bombeiros

Capacidade de atuação das duas corporações do concelho reforçadas 


Já foram assinados, entre a Câmara do Barreiro e as duas Associações de Bombeiros Voluntários do concelho - Corpo de Salvação Pública [voluntários do Barreiro] e Sul e Sueste -, os protocolos de atribuição de subsídio para o funcionamento das equipas de intervenção permanentes de iniciativa municipal. Para Frederico Rosa, presidente da Câmara do Barreiro, “estes protocolos marcam um reforço significativo naquilo que é a atuação dos nossos corpos de Bombeiros no concelho”. Um processo, que segundo recorda Frederico Rosa, teve início, com a reformulação do Serviço Municipal de Proteção Civil, através da duplicação do quadro de pessoal e da aquisição de novas viaturas e com o reforço de verbas e novas equipas de intervenção permanente. 
Equipas com mais bombeiros de prontidão 

Para a autarquia, “estas assinaturas revestem-se de um grande significado para o Barreiro, não só pelos tempos de pandemia que vivemos, mas por aquilo que tem de ser a prestação de socorro no concelho. Esta duplicação das  equipas de intervenção permanentes permite que o socorro, a partir de agora, esteja garantido 24 horas por dia, com equipas profissionais”.
Um processo, que segundo recorda Frederico Rosa, teve início, com a reformulação do Serviço Municipal de Proteção Civil, através da duplicação do quadro de pessoal e da aquisição de novas viaturas e com o reforço de verbas e novas equipas de intervenção permanente. 
“Quando chegámos havia uma equipa de intervenção permanentes, devidamente protocola da com o Estado e uma  equipa de intervenção permanentes de iniciativa municipal. E hoje o que é facto, é que temos quatro equipas, duas nos corpos de Bombeiros, devidamente protocoladas com a entidade máxima, e duas protocoladas com a autarquia, o que é uma mais valia para os barreirenses. Isto garante-nos um maior descanso naquilo que é a prestação do socorro ou a prestação de serviços pré-hospitalar”, realçou o autarca socialista.
Um protocolo importante para o autarca, uma vez que constitui “uma aposta e uma convicção no caminho que estamos a fazer no socorro a todos os Barreirenses. É um passo fundamental que agora se deu, para que o concelho fique ainda mais reforçado na sua capacidade de atuação”, concluiu Frederico Rosa.

Agência de Notícias com Câmara do Barreiro 
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Setúbal estreou nova Companhia de Ópera

Fundada em ano de pandemia a nova companhia quer apresentar duas produções por ano  

A Companhia de Ópera de Setúbal, projeto inaugurado este mês com a ópera "Os Fantasmas de Luísa Todi", nasceu a partir do Coro Setúbal Voz, e promete apresentar ao público duas produções por ano. Com direção artística do maestro e compositor Jorge Salgueiro, desde há cerca de dois anos, o Coro Setúbal Voz foi o primeiro passo de um processo que deu origem à fundação do Ateliê de Ópera de Setúbal, no final do ano passado, e, já este ano, à criação da nova Companhia de Ópera de Setúbal. No futuro, Jorge Salgueiro diz que a Companhia de Ópera de Setúbal pretende apresentar duas produções por ano, a próxima no dia 1 de Novembro. E já tem nome: Ópera, Sexo & Poder. 
Cidade ganha companhia de Ópera 


"Nós tínhamos previsto, a partir do ateliê de ópera, fundar uma companhia, talvez no final deste ano. Mas, com os constrangimentos das salas, o espetáculo [inaugural] do dia 4 de Julho teve a condicionante de não poder ter um coro na sua íntegra e de estarmos limitados a sete pessoas", no elenco, disse à agência Lusa o compositor e líder do projeto, Jorge Salgueiro.
"Essas restrições foram a mola impulsionadora para avançarmos mais cedo para a companhia de ópera, que é a terceira formação resultante da Associação Setúbal Voz e que, naturalmente, é mais restrita em termos do número de membros que dela fazem parte, dado que, neste momento, é constituída pelos professores da associação e alguns elementos que apresentam melhores condições para fazer parte de uma companhia de ópera", acrescentou.
A Companhia de Ópera de Setúbal, que pretende apresentar uma segunda produção ainda este ano, deu início ao seu percurso público com a estreia, há uma semana, da ópera "Os Fantasmas de Luísa Todi", no Fórum Municipal com o nome da cantora lírica setubalense.
"'Os Fantasmas de Luísa Todi' é um espetáculo que nasceu da ideia de termos uma sala inóspita em termos de público. Dadas as condicionantes que temos na ocupação das salas, eu imaginei uma sala vazia e umespetáculo numa casa meio assombrada. E daí surgiu o nome, um bocadinho como nos livros de [José]Saramago: por vezes o título surgia como motor para tudo o resto", disse.
"E do nome surgiu o espetáculo, não o contrário. A dramaturgia de 'Os Fantasmas de Luísa Todi' foi construída a partir dessa ideia, dos momentos que assombraram a vida e a carreira dessa grande cantora, que foi, e continua a ser, uma referência nacional. E que foi também um dos nomes maiores da música do seu tempo", sublinhou Jorge Salgueiro, sobre a cantora lírica de Setúbal, que atuou nas grandes cortes europeias e nos principais palcos de ópera do final do século XVIII, de Lisboa a São Petersburgo, passando por Paris, Viena e Nápoles, entre outras cidades capitais.

Ópera, Sexo & Poder a 1 de Novembro 
No futuro, Jorge Salgueiro diz que a Companhia de Ópera de Setúbal pretende apresentar duas produções por ano, a próxima no dia 1 de Novembro.
"Quando se funda uma companhia de ópera, não é mais do que assumir a continuidade da produção deespetáculos de ópera. Temos para nós que, em condições normais, teremos duas produções de ópera por ano", disse.
"Vamos ver o que é possível fazer neste momento. Temos um espetáculo já criado, que pode vir a ser reposto ['Os Fantasmas de Luísa Todi'], e temos ideia de, no dia 1 de Novembro, estrear um novo espetáculo 'Ópera, Sexo & Poder'. De qualquer modo, em termos futuros e em condições normais, o nosso objetivo é fazer duas produções por ano, com espetáculos originais ou recriações de óperas já existentes", anunciou o fundador da nova Companhia de Ópera de Setúbal.
Jorge Salgueiro, que também faz parte da direção artística do Teatro O Bando, desde há 20 anos, não exclui por isso eventuais parcerias futuras entre a Companhia de Ópera de Setúbal e aquela companhia de teatro de Palmela, com a qual até já trabalhou o Coro Setúbal Voz.
"Por onde tenho passado tenho conseguido realizar parcerias que têm sido muito boas para as várias entidades envolvidas. Uma das parcerias foi precisamente entre o Teatro O Bando e o Coro Setúbal Voz, que é a estrutura base da Companhia de Ópera", disse Jorge Salgueiro, reiterando que "o Ateliê de Ópera é a plataforma intermédia entre o Coro Setúbal Voz e a Companhia de Ópera de Setúbal".
Por Palmela vai passou também o espetáculo do Ateliê de Ópera de Setúbal, "Nessun Dorma", no sábado à tarde, em que o público circulou pela mata do castelo - o Parque Venâncio Ribeiro da Costa -, onde estiveram 36 cantores e 36 instrumentistas, a interpretar 36 árias de ópera, em 36 diferentes locais.
"É um espetáculo em andamento (...) e em que o público, ao mesmo tempo que ouve música e vê um espetáculo, faz uma visita a um parque que é lindíssimo e que fica mesmo no sopé do castelo Palmela. E tanto o castelo como a mata são espaços muito bonitos", concluiu Jorge Salgueiro.

Agência de Notícias com Lusa 
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Alcochete cria programa para apoiar e incentivar restauração

Isenção das licenças, redução do preço da água e alargamento das esplanadas são algumas medidas

A Câmara de Alcochete apresentou esta quinta-feira, o programa 'Reabrir em Segurança', que vai apoiar os empresários da restauração do concelho, com informações e materiais para regressarem à atividade. A iniciativa inclui 10 medidas de apoio por "tantas dificuldades e prejuízos" que a pandemia da covid-19 trouxe aos empresários, em particular ao comércio tradicional e à restauração, informou o presidente do município, Fernando Pinto (PS). Numa nota escrita, o autarca adiantou que o objetivo é "dotar os estabelecimentos comerciais de toda a informação e condições essenciais para o regresso à atividade económica".
Alcochete ajuda restauração do concelho 

Desta forma, os empresários poderão beneficiar da "isenção das licenças de ocupação comercial de espaços públicos até ao final do ano" e da "redução da fatura total da água em 30 por cento para consumos não-domésticos".
Tendo em conta os limites de lotação, a autarquia vai também analisar e implementar "maiores espaços para serviço de esplanada".
Outra vertente será a disponibilização 'online' de toda a informação sobre as regras de segurança que estes negócios devem ter para prevenir o contágio da doença.
Além disso, vai disponibilizar recargas de álcool gel e antissético, sacos para serviço de 'take-away', saquetas para colocação de talheres e um 'kit' de sinalética que tem em conta as normas da Direção-Geral da Saúde.
"Desenvolvemos um conjunto de medidas que culminam com a apresentação de um filme promocional da nossa restauração que visa inspirar confiança a todos aqueles que se habituaram a degustar a nossa gastronomia", mencionou Fernando Pinto.
Segundo o autarca, a ideia para este programa surgiu pelo "conhecimento e importância que este setor representa no concelho", onde a gastronomia "é um dos alicerces elementares na promoção e divulgação".
"Trata-se de uma ação que destaca a esperança e a confiança no futuro e que permita a esta valência da nossa economia uma retoma segura que assente em três pilares fundamentais: reerguer, reinventar e reabrir Alcochete em plena segurança", disse.
De acordo com a nota divulgada, a pandemia levou "muitas empresas a ficarem em 'lay-off' com dificuldades acrescidas por ausência brusca de receitas, que dificultaram visivelmente o cumprimento dos compromissos assumidos".
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 545 mil mortos e infetou mais de 11,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 1.631 pessoas das 44.859 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Agência de Notícias com Lusa 
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Projeto Praia Acessível já arrancou em Sesimbra

Pessoas com mobilidade reduzida podem ir a banhos na praia do Ouro e Moinho de Baixo

A zona de conforto da Praia do Ouro, em Sesimbra, integrada no programa Praia Acessível – Praia para Todos!, vai funcionar diariamente, até 31 de Agosto, das nove às 17h30 horas. "O espaço, destinado a pessoas com mobilidade reduzida, funciona este ano, excecionalmente, com novas regras, com o objetivo de evitar o contágio por covid-19", revela a Câmara de Sesimbra em comunicado. A Praia do Ouro hasteia é Praia Acessível desde 2006 e, em 2017, foi considerada a Praia Mais Acessível de Portugal. Para além do Ouro, a Praia do Moinho de Baixo, no Meco, também hasteia esta bandeira desde 2015.
Praia assistida já arrancou no início do mês 

Assim, para além da redução do número de pessoas na área de conforto, e do cumprimento das normas básicas de proteção individual, como a desinfeção das mãos ou o uso de máscara, a utilização dos equipamentos disponíveis, "nomeadamente, cadeiras, canadianas e andarilhos anfíbios, obedece a reserva prévia através do telefone 21 228 85 40, ou pelo e-mail turismo@cm-sesimbra.pt.", diz a autarquia.
Este ano, de acordo com a Câmara de Sesimbra, "também não haverá serviço de apoio às transferências entre cadeiras e ao banho de mar, devendo estas ser realizadas exclusivamente pelos acompanhantes do utente". 
Nos anos anteriores este serviço era feito por alunos do Instituto Politécnico de Setúbal, no âmbito de um protocolo com a Câmara Municipal, mas na presente época balnear "asseguram apenas o funcionamento e higienização do espaço e a gestão das reservas dos equipamentos", refere a nota de imprensa.
A Praia do Ouro é Praia Acessível desde 2006 e, em 2017, foi considerada a Praia Mais Acessível de Portugal. Para além do Ouro, a Praia do Moinho de Baixo, no Meco, também hasteia esta bandeira desde 2015.
A Bandeira Praia Acessível é atribuída pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, desde 2005, às praias com condições de acessibilidade e serviços que promovam a sua utilização com equidade, dignidade, segurança, conforto, e autonomia possível, por todas as pessoas, independentemente da idade e de dificuldades de locomoção ou outras incapacidades que condicionem a sua mobilidade.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra  
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Mundo árabe atrai em festival em Setúbal este fim de semana

Dança Oriental e as 1001 Noites estão de volta às salas da cidade 

As danças e as músicas do mundo árabe regressam a Setúbal num evento a decorrer este sábado e domingo, em vários locais da cidade, com diversas atividades culturais. A quarta edição de “Dança Oriental e as 1001 Noites”, iniciativa organizada pela Câmara de Setúbal com diversas parcerias, adaptou-se às novas medidas de contingência em virtude da crise sanitária e decorre, este ano, na Casa da Baía, na Casa da Cultura e no espaço Catarina Branco Oriental Studio. O programa arranca no dia 11, às 16 horas, com o workshop “Iniciação à Língua e Alfabeto Árabe” no espaço Catarina Branco Oriental Studio. 
Danças e cultura orientais em destaque em Setúbal 

No mesmo dia, no sábado, às cinco da tarde, a Casa da Baía recebe a palestra “O Legado Árabe na Região de Setúbal”, conduzida por Natália Nunes, a que se segue, às 18h30, um espetáculo de dança oriental com artistas convidados e música ao vivo.
No domingo, às 14h30, no espaço Catarina Branco Oriental Studio decorre um workshop de iniciação à Dança Oriental e, às 16 horas, na Casa da Baía, realiza-se a palestra “Orientalismo: A descoberta do Oriente”, com Maria João Tomás.
O Café das Artes da Casa da Cultura é o terceiro espaço a acolher a edição deste ano de “Dança Oriental e as 1001 Noites”, com um Arabic Lounge, às 17 horas, que inclui música por DJ, chás orientais e pintura Henna, a que se segue, uma performance de dança oriental.
A participação em todas as iniciativas é gratuita, mediante inscrição neste site e sujeita a lotação dos espaços.
"A entrada do público nos eventos é feita mediante apresentação de comprovativo de inscrição. Todas as atuações têm um intervalo de trinta minutos para evitar aglomerações e é obrigatório o uso de máscara de proteção individual", realça a Câmara de Setúbal.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal  
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Bairro Miranda, no Montijo, com Bandeira da Ética

Instituição do Alto Estanqueiro comprometida com a ética no desporto

A Academia Desportiva Infantil e Juvenil Bairro Miranda, no Montijo, recebeu a Bandeira da Ética atribuída pelo Instituto Português do Desporto e Juventude no âmbito do Plano Nacional de Ética no Desporto. A bandeira foi entregue pela diretora regional de Lisboa e Vale do Tejo do Instituto Português do Desporto e Juventude, Eduarda Marques, e certifica, explica a autarquia montijense, "o compromisso da Academia Bairro Miranda que passa, assim, a fazer parte de uma comunidade atualmente restrita de instituições comprometidas com a ética no desporto e reconhecidas pelo trabalho que desenvolvem nesta área". 
Instituição dedica-se ao Futsal 

A Câmara do Montijo associou-se a este momento com a aprovação, na reunião de câmara de 8 de Julho, de um voto de saudação ao clube pela obtenção da Bandeira da Ética e pelo papel que desenvolve no concelho enquanto agente desportivo, em concreto na modalidade de futsal.
Recorda-se que a Academia Desportiva Infantil e Juvenil Bairro Miranda "tem desenvolvido várias iniciativas no quadro da ética no desporto. Na temporada 2018/2019, a equipa de futsal do escalão de Benjamins recebeu, por parte da Associação de Futebol de Setúbal, o Cartão Branco/Fair Play, prémio que incentiva as boas práticas competitivas no âmbito do Troféu de Ética Desportiva do Instituto Português do Desporto e Juventude", sublinha a autarquia.
A Academia Desportiva Infantil e Juvenil Bairro Miranda foi fundada a 13 de Fevereiro de 2003. Está sedeada no Alto Estanqueiro, concelho do Montijo, e tem como principal atividade o futsal.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
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Fogueteiro, Foros de Amora e Corroios com estacionamento

Seixal investe 1,3 milhões em dois mil lugares de estacionamento junto às estações 

A Câmara do Seixal vai disponibilizar dois mil lugares de estacionamento gratuitos junto às estações ferroviárias do Fogueteiro, Foros de Amora e Corroios.  O primeiro parque, com capacidade para 94 viaturas, situado na Praça José Queluz, em Corroios, dá também apoio à estação do Metro Sul do Tejo de Corroios  que entrou em funcionamento no início do mês. Segundo explica a autarquia em comunicado, esta decisão foi tomada perante a “intransigência do Governo e da Fertagus”, que, sublinha a autarquia, "preferem ter parques de estacionamento fechados, do que entregá-los à câmara, para esta os disponibilizar à população". Trata-se de um investimento municipal, de cerca de 1,3 milhões de euros para "dar resposta às dificuldades de estacionamento e acessibilidade nestas áreas habitacionais do Seixal", garante a Câmara do Seixal. 
Autarquia criou mais de dois mil estacionamentos 

“Acrescem os elevados preços praticados pela Fertagus e autorizados pelo Governo para os estacionamentos existentes”, diz a autarquia. Por isso, vai “investir cerca de 1,3 milhões de euros para responder às dificuldades de estacionamento e acessibilidade nestas áreas habitacionais do Seixal”, explica o município.
O primeiro parque, com capacidade para 94 viaturas, situado na Praça José Queluz, em Corroios, já entrou em funcionamento no dia 3 de Julho, e dará também apoio à estação do Metro Sul do Tejo de Corroios.
Os seis parques de estacionamento municipais vão “beneficiar a qualidade de vida dos munícipes que se debatem com o problema do estacionamento abusivo” junto às suas habitações nestas áreas, e os utentes da Fertagus que pagam “preços muito elevados nos parques de estacionamento desta concessão do Estado”, sublinha o executivo do Seixal.
Os novos parques de estacionamento da Câmara do Seixal vão ficar na Praça José Queluz, em Corroios (94 lugares, dois para pessoas com mobilidade reduzida); Mercado de Levante de Corroios (220 lugares); Escola Secundária João de Barros (300 lugares); Envolvente à Estação Ferroviária dos Foros de Amora (mil lugares); Bairro 1.º de Maio, no Casal do Marco (136 lugares); e Envolvente à Estação Ferroviária do Fogueteiro (250 lugares).

Agência de Notícias com Câmara do Seixal
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Maternidade do Hospital de Almada em risco de fechar

Urgência de Obstetrícia do Hospital Garcia de Orta pode fechar à noite

O Sindicato Independente dos Médicos manifestou esta quarta-feira preocupação com a possibilidade de a Urgência de Obstetrícia do Hospital Garcia da Orta, em Almada, encerrar durante a noite, por falta de médicos, e pede que sejam tomadas medidas. Em comunicado, o sindicato expressa "profunda preocupação" por a Maternidade do hospital "estar em contingência nas próximas semanas" e, "em alguns dos próximos dias", correr "o sério risco de encerrar durante a noite", por falta de médicos, numa altura em que outras maternidades de Lisboa e Vale do Tejo "estão nos seus limites". 
Almada pode perder mais uma valência à noite 

O Sindicato Independente dos Médicos acusa o conselho de administração do Hospital Garcia da Orta de "inação" e de ter como "única preocupação" criar "dificuldades ao trabalho do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia, muito desfalcado e pressionado pelas centenas de milhares de pessoas a que tem de responder".
O sindicato dá como exemplo medidas tomadas após o estado de emergência, "sem o conhecimento ou a participação dos elementos do serviço, descredibilizando o seu papel", e "pondo muitas vezes em causa a segurança dos profissionais e dos utentes".
Segundo a estrutura sindical, "está instalada a instabilidade" na Maternidade do Hospital Garcia da Orta, que "se encontra em contingência desde há alguns dias, correndo sérios riscos de fechar o atendimento ao exterior".
"O Sindicato Independente dos Médicos exige que se tomem medidas para evitar a destruição do serviço, tal como ocorreu com a pediatria, encerrada à noite, há um ano", pede o sindicato.


Diretor de Ginecologia e Obstetrícia demitiu-se em Junho 
A 4 de Junho, o Sindicato dos Médicos da Zona Sul tinha acusado o conselho de administração do Hospital Garcia de Orta de gestão autocrática, na sequência da demissão do diretor de Ginecologia e Obstetrícia, "por delito de opinião", e pediu a intervenção do Governo.
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul afirmava que a política do conselho de administração "prejudica o funcionamento do hospital" e põe "em risco a qualidade da medicina praticada, o que impõe o seu imediato afastamento".
Em comunicado emitido dias antes, o conselho de administração do hospital de Almada, referia que "num ato de gestão interna, e na sequência de uma atuação institucionalmente incorreta da exclusiva iniciativa do diretor do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia para com o conselho de administração, que o próprio tornou pública, teve de agir em conformidade, decidindo a cessação da sua comissão de serviço".
Também a Ordem dos Médicos manifestou na ocasião preocupação com a demissão do diretor de Ginecologia e Obstetrícia e pediu explicações à administração, sublinhando as dificuldades sentidas naquele serviço nos últimos anos.

Agência de Notícias com Lusa 
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Incubadora cria mais postos de trabalho no Barreiro

Autarquia reabilita antiga fábrica de refinação de azeite para incubadora de empresas 

Um ano depois da Câmara do Barreiro ter anunciado a intenção de criar uma incubadora de empresas, designada por Startup Barreiro, no edifício da antiga fábrica de refinação de azeite, no parque empresarial da Baía do Tejo, e em virtude de atrasos provocados pelo surgimento da pandemia covid-19, foi recentemente aprovado o contrato de arrendamento que torna possível esta vontade do município e que estará em vigor durante os próximos 20 anos, a partir deste mês. Rui Braga, vereador do Planeamento, Gestão Territorial e Equipamentos, destaca “os 68 locais e postos de trabalho que incluem salas de formação, de reuniões, convívios”, entre outros, permitindo que o Barreiro possa “ter um equipamento ao dispor da cidade” e da “nossa juventude”.
Autarquia recupera património e cria emprego 


Em Junho de 2019, o município do Barreiro anunciava a intenção de criar uma incubadora de empresas no edifício da antiga fábrica de refinação de Azeite, cuja área é de 997 m2, situado nos terrenos da Baía do Tejo. “Uma ideia que não só permite a reabilitação e regeneração deste edificado, como apoia o desenvolvimento económico empresarial, e permite a abertura de um novo território para usufruto dos barreirenses, que até à data se encontra abandonado”, segundo avançou na altura, Rui Braga, vereador do Planeamento, Gestão Territorial e Equipamentos.
O lançamento desta instalação de uma incubadora de empresas, tinha a expetativa de avançar no primeiro trimestre deste ano, mas contingências da pandemia, fizeram com que o contrato de arrendamento entre a Câmara do Barreiro e a Baía do Tejo, para instalação da Startup Barreiro, fosse recentemente aprovado, por unanimidade, em reunião pública de Câmara.
A convergência de vontades, no seguimento de uma política de promoção e apoio ao desenvolvimento de atividades e à realização de eventos relacionados com a atividade económica de interesse municipal, fez com que fosse possível este contrato de arrendamento com início a 1 de Julho de 2020 e termo a 30 de Junho de 2040 (em vigor nos próximos 20 anos).
Segundo explicou Rui Braga, “a adjudicação deste contrato com a Baía do Tejo, é o último passo administrativo para que se possa concluir o processo e iniciar obra, que visa dotar o edifício devoluto, de condições, para que se possam instalar projetos e ideias inovadoras”.

Criação de 68 postos de trabalho para pensar a cidade 
No total, o autarca sublinha os “68 locais e postos de trabalho que incluem salas de formação, de reuniões, convívios, etc. Vamos ter um equipamento ao dispor da cidade que vai permitir manter a nossa juventude no Barreiro, a pensar no nosso concelho”, realçou o autarca. 
“Penso que com este projeto conseguimos fazer algo que nos pode fazer distinguir neste tema das incubadoras de empresas e ser verdadeiramente estruturante”, garante
Para Rui Braga, “a existência do Politécnico na cidade, o apoio do Gabinete de Empreendedorismo da autarquia, liderado pelo vereador Bruno Vitorino, que está neste projeto desde a primeira hora, são mais valias que podem transformar positivamente este projeto”.
Disposta a incorporar o conceito da Startup Barreiro, está também a própria Baía do Tejo, que pretende participar no seu funcionamento, para que a incubadora dê frutos e possa ter futuro no Parque Industrial, de acordo com declarações do vereador.
Em suma, elogiou, “é um projeto cheio de vantagens onde conseguimos ter um circuito com o nosso Politécnico, a incubadora, o parque industrial, onde conseguimos criar emprego, manter os jovens na cidade e ter um produto 'made in Barreiro' com qualidade, ao mesmo tempo que crescemos em território, para dentro do Parque Empresarial, requalificando uma parcela de terreno e um edifício que também estava ao abandono”. 
Investimento esse que fez questão de relembrar, foi tido em consideração no montante das rendas a serem cobradas, ao longo dos próximos 20 anos, ao município.

Agência de Notícias com Câmara do Barreiro 
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Alcácer do Sal abre extensão de Saúde na Palma

Autarquia investe 100 mil euros que irá trazer cuidados de saúde a 300 utentes 

A nova extensão de Saúde de Palma, no concelho de Alcácer do Sal foi inaugurada após um investimento municipal de 100 mil euros, para evitar “o fim dos cuidados primários” a cerca de 300 utentes,  na maioria idosos, mas também pessoas que trabalham e carecem de cuidados de saúde devido à distância do centro de saúde de Alcácer do Sal. “Estava em sério risco o fim das consultas e dos cuidados primários de saúde na aldeia de Palma. Como a primitiva instalação estava numa casa particular e não oferecia condições, adquirimos um espaço para a nova extensão de saúde”, disse o presidente da Câmara da autarquia do distrito de Setúbal, Vítor Proença.
Palma ganha nova unidade de saúde 

Segundo o autarca, a Câmara de Alcácer do Sal decidiu adquirir o edifício, no centro da aldeia de Palma, a cerca de 17 quilómetros da sede do concelho, depois de entender “que do lado do Ministério da Saúde não havia qualquer disponibilidade para a aquisição ou arrendamento de um espaço novo”.
“A Unidade Local de Saúde do Alentejo Litoral dotou [o espaço] de mobiliário, equipamento informático e rede de dados para garantir o seu funcionamento e a Câmara de Alcácer do Sal investiu 100 mil euros para criar condições para os profissionais e utentes com dois gabinetes médicos e espaço climatizado“, frisou.
O equipamento, que vai ser gerido pela Unidade Local de Saúde do Alentejo Litoral, serve uma população de cerca de 300 utentes, “a maioria idosos”, mas também “trabalhadores do setor agrícola, pessoas que trabalham” em Alcácer do Sal e Setúbal “carentes de cuidados primários de saúde porque a distância para o centro de saúde de Alcácer do Sal ainda é significativa”, diz o autarca.
Durante a cerimónia de inauguração, que se realizou ao final do dia desta quarta-feira, foi assinado o contrato de comodato entre o município de Alcácer do Sal e a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, que estabelece uma parceria entre ambas as entidades por forma a garantir a prestação de cuidados de saúde na aldeia de Palma.
“Pretendemos que haja um reforço na regularidade das consultas médicas estando o equipamento dotado de todos os meios para a emissão das receitas”, exemplificou Vítor Proença.
Recorde-se que, com a instalação desta unidade, a "Câmara Municipal substituiu-se ao Ministério da Saúde e do Governo neste dever, de modo a que, com este equipamento fundamental, a população não perdesse o acesso local a consultas médicas, estando o Executivo permanente empenhado em que a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano mantenha as consultas regulares em todos os pontos do concelho", concluiu o autarca de Alcácer do Sal.

Agência de Notícias 

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Detido por ameaçar mulher de morte na Trafaria

Sujeito a vigilância eletrónica fugiu várias vezes para ir ameaçar ex-companheira. Tribunal manda-o para casa 

Um homem foi detido na sequência de um crime de violência doméstica, na Trafaria, concelho de Almada. O suspeito, de 45 anos, não aceitava o fim do relacionamento com a vítima, de 43 anos, a quem fazia várias ameaças de morte, chegando a dirigir-se à sua casa para a agredir fisicamente. Segundo a GNR, o homem tem antecedentes criminais pelo mesmo tipo de crime, tendo cumprido pena de prisão efetiva por várias vezes entre 2004 e 2018. Atualmente, o suspeito encontrava-se sujeito a vigilância eletrónica, sendo que "violou essa medida por diversas vezes", diz a GNR. Agora, o suspeito fica sujeito a apresentações bissemanais e está obrigado a recorrer a um tratamento para desintoxicação por consumo de bebidas alcoólicas e estupefacientes. 
Homem ameaçou ex-companheira de morte 

O Comando Territorial de Setúbal, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas de Almada, no dia 6 de Julho, deteve um homem, de 45 anos, no âmbito de um processo por violência doméstica, em Almada.
Na sequência da investigação pelo crime de violência doméstica, os militares da Guarda apuraram que o suspeito "não aceitava o fim do relacionamento, fazendo várias ameaças de morte à vítima, de 43 anos, chegando a dirigir-se à casa desta, situada na Trafaria, para agredi-la fisicamente".
O suspeito com antecedentes criminais pelo mesmo tipo de crime, cumpriu várias penas de prisão efectiva resultante de crimes de violência doméstica, entre 2004 e 2018, e encontrava-se actualmente, sujeito a vigilância electrónica, medida essa que violou por diversas vezes. Assim foi dado cumprimento a um mandado de detenção, que culminou na detenção do agressor.
O detido foi presente ontem, dia 7 de Julho, ao Tribunal Judicial do Almada, tendo-lhe sido aplicadas as medidas de coação de apresentações bissemanais no posto policial da sua área de residência, proibição de contacto com a vítima, medida de afastamento de 500 metros da residência da vítima, e sujeição a tratamento para desintoxicação do consumo de bebidas alcoólicas e estupefacientes.
Esta acção contou com o apoio da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Agência de Notícias 

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Artes performativas invadem ruas de Setúbal

Performances, encontros ou teatro nas ruas da baixa e centro histórico até sexta-feira

Depois de um fim de semana repleto de diferentes iniciativas, a semana promete dar continuidade ao vasto programa que integra a segunda edição da Mostra de Artes Performativas de Setúbal, iniciativa da Câmara Municipal sadina. Até sexta-feira, a mostra oferece cerca de duas dezenas de espetáculos de diferentes expressões artísticas, em vários locais da cidade, entre a baixa e o centro histórico. O certame é totalmente composto por performances nacionais de múltiplas manifestações artísticas, gratuitas, e dirigidas a vários públicos. Encenação, conversas e uma mostra imersiva também fazem parte do programa que desconfina a arte na capital do distrito. 
Artes andam à solta pelas ruas e lugares da cidade 

Por exemplo, esta terça-feira, dia 7, a mostra apresentou à noite na Gráfica, “EX(AM)”, uma peça teatral de Tiago Bôto e Wagner Borges, que se assume como “uma proposta de exame numa reflexão ficcional e real, em formato de observatório”, indicou a organização.
Esta quarta-feira volta a cena, em A Gráfica, às 21h30, a peça “Poema à Duração”, projeto encenado por Jean Paul Bucchieri, a partir do texto homónimo do austríaco Peter Handke, Prémio Nobel da Literatura em 2019. Com interpretação de João Lagarto e colaboração dramatúrgica de David Antunes, este trabalho, “apresentado em estreia absoluta, assume-se como uma reflexão filosófica sobre o conceito de duração e de tempo”.
Já na quinta-feira, a Praça de Bocage é palco, a partir das 21h30 do espetáculo/encenação, “Asa d’Areia”, da companhia sineense Teatro do Mar, “que funde o vídeo documental e o conceptual com o circo contemporâneo”, nomeadamente a arte do equilíbrio, no arame e na corda bamba, a dança e as formas animadas.
Antes, contudo, pelas 19 horas, o certame proporciona, novamente no espaço A Gráfica, uma conversa em torno do significado “Ser artista emergente na linha do Sado”, dinamizada pela Revista FOmE. Iniciativa que vai contar com a participação de Sérgio Braz D’Almeida, João Bordeira, João Fortuna e Inês Pucarinho, e moderação de Patrícia Paixão.
Até quinta-feira ainda tem a possibilidade de visitar a mostra imersiva “CTRL + ALT + ERROR”, que está patente em A Gráfica, pretendendo colocar o visitante “num estado de profunda reflexão, transportando-o entre colagens analógicas e projeções holográficas, numa narrativa entre passado, presente e futuro, através de um olhar saltitante, das tribos primitivas da Amazónia à indústria do século XXI, entre o lixo e a floresta intocada e entre o sublime e o grotesco”, acrescenta, em comunicado, o município de Setúbal.

"Interação, fruição e valorização do património"

O encerramento do evento acontece, então, na sexta-feira, às sete da tarde, com “Movimento Zebra”. Trata-se de um projeto de formação teatral do Teatro O Bando, que integra “Setúbal, Território Intercultural – Conceção e Implementação do Plano Municipal para a Integração de Migrantes”.
“A liberdade, a igualdade e as questões de género, o consumo, o trabalho e a corporalidade”, são alguns dos principais temas, focados no decorrer desta segunda Mostra de Artes Performativas de Setúbal.
O município pretende estimular a “interação, a fruição e a valorização do património”, através da apresentação de espetáculos.
Depois de um longo período de abstinência cultural, por causa da pandemia, Setúbal “fomenta o acesso às artes”, assegurando “a diversificação, a descentralização e a difusão da criação artística”, e incentivando “a captação de diferentes públicos”, explica, ainda, a nota da organização.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Plenários param ligações entre a margem sul e Lisboa

Cacilhas, Porto Brandão, Seixal e Montijo sem barcos esta tarde. Barreiro sem ligações na manhã de quinta-feira

As ligações fluviais da Transtejo devem parar na tarde de quarta-feira e as da Soflusa na quinta-feira de manhã, devido a dois plenários de trabalhadores convocados pelos sindicatos, anunciou a administração das duas empresas. Num comunicado divulgado na sua página da internet, a Transtejo e Soflusa informou que “prevê a interrupção do serviço regular” nos próximos dois dias “por motivo de realização de plenário geral convocado por estruturas sindicais”. As empresas têm a mesma administração e ambas asseguram as ligações fluviais entre o distrito de Setúbal e Lisboa, mas a Transtejo é responsável pelos terminais do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, que irão parar esta tarde esta tarde. Enquanto a Soflusa faz a travessia entre o Barreiro e o Terreiro do Paço, em Lisboa, não fará ligações na quinta-feira a partir das oito da manhã. A normalização entre as duas margens será resposta a partir das 11h55. 
Viagens condicionadas esta quarta e quinta-feira 

No caso dos terminais de Almada, a empresa estima que as ligações fluviais de Cacilhas fiquem interrompidas esta quarta-feira entre as 14h20 e as 17h35, enquanto as da Trafaria/Porto Brandão devem parar entre as 9h30 e as sete da tarde.
Também nesta quarta-feira, mas no concelho do Seixal, o serviço pode paralisar das 14 às 18h15 e, no Montijo, entre as 13h30 e as 18h30.
Já as ligações fluviais do Cais do Sodré a todos estes terminais devem estar interrompidas entre as 13 e as 18 horas.
Na quinta-feira realiza-se o plenário dos trabalhadores da Soflusa, pelo que o serviço deve parar entre as 8h05 e as 11h25, no terminal do Barreiro, e das 8h30 às 11h55, no Terreiro do Paço.
Segundo a nota divulgada, “em caso de paralisação do serviço regular, os terminais serão encerrados nos períodos indicados, por questões de segurança”.
Em comunicado, a Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações informou que os trabalhadores da Transtejo vão realizar um “plenário com paralisação” na quarta-feira entre as 14h30 e as 17h30, enquanto os da Soflusa irão reunir-se na quinta-feira das nove às 11 horas.
“Irá ser discutido o que fazer face ao bloqueamento da negociação coletiva nestas empresas tuteladas pelo Ministério do Ambiente”, adiantou.

Agência de Notícias
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Governo recusa adiamento do aeroporto do Montijo

Projeto é para manter apesar da pandemia e da falta de acordo com as autarquias do PCP

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, recusa qualquer adiamento do projeto do aeroporto do Montijo, garantindo que a construção se mantém, com o objetivo de reforçar a capacidade aeroportuária da região, ainda que se tenham verificado impactos da crise de saúde pública no setor, avança o Jornal de Negócios. Segundo o responsável, a questão do adiamento "não foi colocada" e apesar de a ANA aeroportos registar "quebras significativas de negócio", impulsionadas pela redução do tráfego aéreo devido à pandemia da covid-19, a empresa "fez muito dinheiro até à pandemia", disse numa entrevista à mesma publicação. Na semana passada, Pedro Nuno Santos, reforçou a importância da obra mas que nada está decidido. “São necessários pareceres dos municípios e há uma parte dos municípios da área afetada pelo aeroporto positiva e negativamente, que ainda não mudaram a sua posição. Temos este bloqueio que falta resolver”, dizia o ministro que se dirigia aos municípios comunistas do distrito de Setúbal [Moita, Seixal, Palmela, Setúbal e Sesimbra] que "prometem" não deixar a obra avançar na Base Aérea 6, no Montijo.  
Apesar da crise na aviação novo aeroporto avança 


"A ANA deu mil milhões de euros acima do melhor cenário na altura da privatização", afirmou Pedro Nuno Santos, referindo que a empresa nem sequer precisou de recorrer ao lay-off. "Há um conjunto de compromissos que a ANA assumiu com o Estado, que está contratualizado, que é para cumprir. Há um contrato que prevê um aeroporto e ele tem de ser construído", garante citado pelo Jornal de Negócios.
Assim que se "ultrapassarem os obstáculos que ainda existem", nomeadamente a discordância dos municípios da Moita e do Seixal, a construção do aeroporto do Montijo vai avançar, segundo o ministro. "Só teremos, efetivamente, concretizado o parecer das autarquias quando a ANA submeter à Autoridade Nacional da Aviação Civil o projecto, que ainda terá de ser fechado connosco, acrescentou.
Há uma semana, o ministro das Infraestruturas disse na Assembleia da República que no dia 4 de Março, após uma “reunião de emergência”, que decorreu em Lisboa, com os autarcas da Moita, Seixal, Barreiro, Alcochete, Montijo e Lisboa, destinada a “encontrar pontos de entendimento” sobre a construção do aeroporto do Montijo. 
Na altura, o primeiro-ministro, António Costa, disse que se deve “respeitar a continuidade contratual” quanto à construção do aeroporto do Montijo.
“Não faz sentido discutir o que já foi discutido antes de 2014”, afirmou o primeiro-ministro, recusando voltar à discussão sobre a localização do novo aeroporto, tema que foi abordado ao longo dos últimos 60 anos, com 17 localizações em estudo.

Autarquias comunistas preferem opção Alcochete 
Sobre o parecer desfavorável de alguns autarcas, António Costa referiu, na ocasião, que a solução passa por “minorar os impactos” da localização Montijo.
Segundo a Declaração de Impacto Ambiental do aeroporto do Montijo, cinco municípios comunistas do distrito de Setúbal emitiram um parecer negativo à construção do aeroporto no Montijo (Moita, Seixal, Sesimbra, Setúbal e Palmela) e quatro autarquias de gestão socialista (Montijo, Alcochete, Barreiro e Almada, no mesmo distrito) deram um parecer positivo.
Uma coisa é certa. A obra só avança se todos os municípios derem parecer positivo à Autoridade Nacional da Aviação Civil.
“Em última instância precisaríamos obviamente do parlamento para repensar a forma como se decide e se condiciona a decisão. […] Até agora, não nos pareceu que houvesse disponibilidade para alterar [a lei que obriga a parecer positivo de todos os municípios afetados], por isso, dependemos do parecer favorável de vários municípios”, acrescentou Pedro Nuno Santos.
 A 8 de Janeiro de 2019, a ANA e o Estado assinaram o acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, com um investimento de 1,15 mil milhões de euros até 2028 para aumentar o atual aeroporto de Lisboa e transformar a base aérea do Montijo num novo aeroporto.

Agência de Notícias

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Almada defende túnel que ligue Trafaria a Algés

Autarquia coloca na agenda esta necessidade e quer negociações com outros municípios e governo
A intenção não é nova. A vontade de se avançar para uma ligação - por ponte ou por túnel - entre a Trafaria, em Almada e Algés, em Oeiras, já faz parte da conversa de autarcas das duas margens do Tejo e de alguns grupos de cidadãos há muito tempo. Depois do autarca de Oeiras ter defendido a construção de uma ponte entre as duas margens do Tejo, surge agora a presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, a reafirmar o apoio à construção de um túnel entre a Trafaria e Algés. No entender da autarca almadense, esta travessia "é fundamental para desenvolver a Área Metropolitana de Lisboa e, particularmente, para Almada".
Autarca de Almada quer ligar duas margens por túnel 

As declarações foram feitas durante uma Assembleia Municipal de Almada. Inês de Medeiros foi questionada por uma deputada do Bloco de Esquerda, Inês Bom, sobre quais projetos para o concelho que estão dependentes de acordos com autarcas da margem norte do Tejo.
Para a presidente da Câmara, citada pelo jornal O Setubalense, em causa está Almada Cidade da Água, a reabilitação do Ginjal, em Cacilhas, ou ainda a intensificação de atividades da Faculdade de Ciência e Tecnologia. Projetos que a a autarca faz depender de uma nova travessia que, na sua opinião “é melhor por túnel do que por ponte”.
Inês Medeiros foi mais longe e afirmou que, de imediato, “o que é preciso é existirem mais barcos a fazer a travessia de passageiros no Tejo”.
Para a autarca, escreve ainda o mesmo jornal,  "nesta fase, aquilo que queremos é colocar na agenda esta necessidade e desencadear negociações com a Área Metropolitana de Lisboa, no sentido de levar a discussão ao Governo. Há muitos estudos que provam a vantagem desta travessia", disse Inês de Medeiros. 
A intenção de construir esta ligação já tem bastantes anos e, tanto na margem sul como na norte já existem estruturas viárias “praticamente prontas” para complementar esta ligação, disse Inês de Medeiros. Trata-se da A33 em Almada e da ligação à CRIL (Circular Regional Interior de Lisboa no lado de Algés.
A autarca já fez saber que já começou a reunir com entidades competentes nesta matéria e já manifestou o interesse do executivo municipal ao ministro das Infraestruturas. Disse ainda que está a ser preparada uma reunião com o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, que também já disse ser a favor desta ligação, mas através de ponte.

Oeiras defende ponte em vez de túnel 
No início de Junho, em declarações à agência Lusa, Isaltino Morais, referiu que esta intenção já foi abordada com as autarquias de Lisboa e de Almada, "existindo "uma posição consensual" dos três autarcas.
"Esta ideia já não é nova. Já tem, pelo menos, 30 anos. Na verdade, a CRIL (Circular Regional Interior de Lisboa) só ficará completa quando ligar a Almada. Para já, temos só meia CRIL", apontou.
O autarca considera que a construção desta travessia, que ligaria as localidades de Algés (Oeiras) à da Trafaria (Almada) "é de extrema importância para toda a Área Metropolitana de Lisboa", quer a nível da mobilidade, quer da "melhor distribuição" do tecido empresarial na região.
"Hoje é a zona norte do Tejo que continua a concentrar as grandes empresas de serviço. O que nós queremos é que haja um ordenamento mais harmonioso e que os municípios da Península de Setúbal possam também beneficiar desse desenvolvimento", argumentou.
No que diz respeito às acessibilidades, Isaltino Morais considera que, no atual contexto, esta travessia seria "fundamental" para descongestionar outras vias estruturantes na Área Metropolitana de Lisboa, como a Ponte 25 de Abril, a Ponte Vasco da Gama, a CRIL, a Cintura Regional Exterior de Lisboa e a Autoestrada 5.
"Nesta fase, aquilo que queremos é colocar na agenda esta necessidade e desencadear negociações com a Área Metropolitana de Lisboa, no sentido de levar a discussão ao Governo. Há muitos estudos que provam a vantagem desta travessia", contou o autarca da margem norte. 
A 5 de Junho, foi formalmente constituído em associação o grupo de cidadão que está a mobilizar a petição pública pela construção do túnel Trafaria – Algés. Segundo Pedro Pereira, um dos fundadores deste grupo, a petição online, na altura, já tinha quase duas mil assinaturas e, em papel, cerca de 2500.

Agência de Notícias
 

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Reciclagem e prevenção vão às praias da Arrábida

Vamos Reciclar à Beira-Mar até 30 de Agosto em várias praias de Setúbal 

Atividades de sensibilização para a importância da reciclagem e das medidas de prevenção no âmbito do plano de desconfinamento da covid-19 compõem uma campanha a decorrer até 30 Agosto nas praias da Figueirinha, do Creiro e de Albarquel. A campanha “Eco Praias – Vamos Reciclar à Beira-Mar!”, dinamizada pela Amarsul com a colaboração da Câmara de Setúbal, visa "disponibilizar uma rede de ecopontos que permitam à população entregar as suas embalagens, desviando resíduos de aterro e dos oceanos", diz a autarquia em comunicado. 
Praias com pegada ecológica neste verão 

No âmbito da segunda edição da Eco Praias, cuja operação de recolha teve início a 6 de Junho, a autarquia colocou contentores com as cores dos ecopontos – amarelo, azul e verde – nas praias da Figueirinha, do Creiro e de Albarquel e faz a recolha dos sacos com resíduos que se encontram em vários pontos dos areais.
Os sacos são depois colocados junto dos ecopontos onde a Amarsul procede, diariamente, à recolha seletiva dos resíduos.
Com o lema “Vamos reciclar à beira-mar!”, o Eco Praias 2020 inclui, igualmente, ações de sensibilização dinamizadas por equipas da Amarsul nas entradas de cada praia, respeitando as regras de distanciamento social, aos fins-de-semana, das 10 às 12 horas e das 15 às 17 horas, até 30 de Agosto.
"Os monitores vão distribuir sacos para colocação de resíduos, motivar os veraneantes para a importância da reciclagem e informar sobre os locais onde estão instalados os ecopontos para que possam depositar os resíduos à saída da praia", diz a autarquia sadina em comunicado.
Este ano, as ações procuram, igualmente, "sensibilizar a população para a necessidade de cumprimento das medidas de higiene e segurança durante a época balnear para prevenir a propagação da covid-19", explica a nota da Câmara de Setúbal.
A primeira ação no âmbito desta campanha realizou no dia 5, na praia de Albarquel, que recebe uma nova ação a 25 de Julho.
A campanha Eco Praias está ainda na Figueirinha no dia 11 e no Creiro a 19.
Em Agosto, são dinamizadas ações nos dias 2 e 22 na Praia da Figueirinha, nos dias 8 e 30 no Creiro e a 16 na Praia de Albarquel.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Moita e Gaio-Rosário com percurso natural no Tejo

Percurso para conhecer a história do património ribeirinho do concelho 

A câmara da Moita concebeu um percurso interpretativo entre a vila da Moita e o Gaio–Rosário onde foram recentemente colocadas seis estruturas informativas que permitem, de forma autónoma, o acesso a um maior conhecimento da história e do património. A Capela do Rosário, o Estaleiro Naval do Gaio, o Moinho de Maré da Quinta do Rosário, a Oficina de Velas e Ferreiro Naval, o Moinho de Vento do Gaio e Sítio Arqueológico do Gaio, o Pátio do Rosário e os Fornos de Cal são apresentados nestas estruturas com informação em português e inglês. Ainda há um itinerário interpretativo do Estaleiro Naval de Sarilhos Pequenos e reabilitação da exposição permanente do Sítio das Marinhas. 
Moita investe no património ribeirinho 

Trata-se de uma iniciativa integrada no "projeto de valorização do património ribeirinho do concelho designado Moita Património do Tejo", explica a autarquia da Moita. 
A colocação das referidas estruturas é a última intervenção da candidatura “Valorização do Património Ribeirinho e promoção do cluster da Náutica de Recreio”, financiada pela União Europeia, no âmbito do Programa Operacional Regional de Lisboa. 
Esta candidatura "incluiu a construção de um novo ancoradouro no cais setecentista da Moita, que possibilita a expansão das atividades náuticas fluviais, o reforço da estrutura do Moinho de Maré da Quinta da Freira, assim como o reforço da rede de percursos pedestres e cicláveis", diz a Câmara da Moita.
O percurso foi ainda enriquecido pela criação de "um itinerário interpretativo do Estaleiro Naval de Sarilhos Pequenos e reabilitação da exposição permanente do Sítio das Marinhas – Centro de Interpretação Ambiental que reabrirá ao público logo que possível", conclui a Câmara da Moita.

Agência de Notícias com Câmara da Moita 
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Área industrial em Santo André vai ser requalificada

Santiago do Cacém adjudicou obra de 2,3 milhões de euros, para valorizar área empresarial

A Câmara de Santiago do Cacém anunciou, recentemente, que já adjudicou a empreitada para a qualificação e valorização da área de acolhimento empresarial de Santo André, orçada em mais de dois milhões de euros. O presidente da autarquia , Álvaro Beijinha, explicou que esta qualificação “vai potenciar, claramente, novos investimentos com a fixação de empresas naquela que é a maior área empresarial do concelho”. O autarca salienta que, estando esta zona empresarial tão próxima da plataforma logística e do porto de Sines, “tem todos os requisitos para ser uma primeira linha de resposta às empresas, muitas em outsourcing das grandes empresas que se querem fixar na região, assegurando que encontrarão na área de acolhimento empresarial de Santo André todas as condições”. 
Área empresarial vai ser requalificada 

Com esta intervenção a Câmara de Santiago do Cacém pretende responder de forma eficaz ao grande desígnio regional de constituição de um sistema regional de logística empresarial, articulado e coerente à escala do Alentejo, onde a área de acolhimento empresarial de Santo André integra a unidade funcional do Parque Empresarial Regional Sines-Santiago do Cacém-Santo André.
Álvaro Beijinha sublinha que com esta requalificação “queremos ultrapassar os problemas existentes e tornar esta zona empresarial bem mais atractiva do que é hoje, para isso está também previsto um plano de dinamização, no sentido de cada vez mais dar visibilidade ao Concelho e, neste caso, à cidade de Vila Nova de Santo André, reforçando a competitividade das pequenas e médias empresas”.
O projeto de qualificação e valorização da área de acolhimento empresarial de Santo André prevê "a construção de novos arruamentos e respectiva infraestruturação, a uniformização de ruas, a requalificação das áreas de circulação pedonal, definição de áreas de estacionamento e acessos a lotes, a repavimentação de áreas degradadas, a restruturação dos espaços verdes e a colocação de mobiliário e equipamento urbano, entre outras acções definidas", diz a autarquia.
A obra será financiada por programas europeus e custar  dois mil 345 mil  euros, uma taxa de cofinanciamento da União Europeia de 85 por cento, o que se traduz numa contribuição comunitária de um milhão 994 mil euros.

Agência de Notícias com Câmara de Santiago do Cacém 
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