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terça-feira, 19 de maio de 2015

Casas emparedadas no Vale da Amoreira preocupa autarquia

Câmara da Moita reuniu com  Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana

O Presidente da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia, e a vereadora com o pelouro da Ação Social, Vivina Nunes, reuniram  com o presidente do Conselho Diretivo do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, Vitor Reis, para debater a situação do parque habitacional existente no Município da Moita, propriedade daquele organismo do Estado. O caso não é novo mas têm-se agravado no Vale da Amoreira onde, desde o inicio do ano, começaram a aparecer casas, destinadas a pessoas carenciadas, fechadas e emparedadas. "Um dos principais problemas para dar uma resposta atempada à procura, continua a ser o mau estado de conservação em que algumas habitações são entregues ou a não devolução das casas, cujos inquilinos preferem mante-las, mediante o pagamento de baixas rendas sociais", destacou Rui Garcia. 
Vale da Amoreira é onde existem mais habitações sociais no concelho

Preocupado com as casas devolutas e desocupadas existentes no concelho, em especial na freguesia do Vale da Amoreira, Rui Garcia expressou a necessidade de "uma melhor articulação entre as duas entidades, quanto ao conhecimento das habitações sociais disponíveis, ao seu estado de conservação e ao encaminhamento dos processos".
O presidente  do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) revelou que "existem mais de 500 habitações no Município da Moita, algumas desocupadas e outras a necessitar de obras de recuperação", como é o caso de um prédio no Vale da Amoreira, atualmente emparedado para evitar atos de vandalismo, que tem sido motivo de preocupação para a autarquia.
Perante o número crescente de procura de habitações sociais, e ao contrário do procedimento adotado pela Câmara da Moita que atribuiu as habitações sociais de que é proprietária através de concurso, o IHRU procede à atribuição das habitações através dos processos que lhe são encaminhados pelas várias entidades e instituições locais.
"Um dos principais problemas para dar uma resposta atempada à procura, continua a ser o mau estado de conservação em que algumas habitações são entregues ou a não devolução das casas, cujos inquilinos preferem mante-las, mediante o pagamento de baixas rendas sociais", destacou Rui Garcia.

Casas emparedadas começaram a aparecer no inicio do ano 
O caso não é novo mas têm-se agravado no Vale da Amoreira onde, desde o inicio do ano, começaram a aparecer casas, destinadas a pessoas carenciadas, fechadas e emparedadas. Uma situação que "alarmou" a autarquia e fez com que o executivo pedisse "explicações" ao presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana em Março deste ano. Na altura, o autarca sublinhava que "as casas fazem falta a muitas famílias no concelho, em especial no caso do Vale da Amoreira".
O presidente da Câmara da Moita esclarece que “não existe nenhuma casa do município por atribuir”, explicando que têm “três habitações, que estão a ser alvo de algumas obras”, mas que “já estão atribuídas a pessoas”.
A vereadora com o pelouro dos Assuntos Sociais, Vivina Nunes, admite que a autarquia “não tem uma habitação específica para qualquer caso urgente”, uma vez que“as entidades do estado e as Instituições Particulares de Solidariedade Social  têm essa capacidade”, estando asseguradas as respostas para os casos urgentes que possam aparecer no concelho da Moita.

1 comentários:

Ana Valente disse...

Espero q a autarquia se sinta envergonhada c esta notícia, pois revela apenas desorganização , desinteresse com a reabilitação e realojamento das inumeros indivíduos que aguardam por uma habitacao. Os técnicos de serviço social a quem esta encarregue o controlo e verificação das residências sociais não levam avante certos protocolos. Casas são cedidas temporariamente a certos indivíduos "animais", que n sabem manter o estado da casa ou por sua livre vontade fazer alguns melhoramentos de.forma a n deteriorizar o alojamento.
Rua é o q merecem ou agravamento das rendas sociais com vista a cobrir os.estragos causados n pelo tempo mas sim pelo mau uso.
No entanto compreendo que a.autarquia n tenha fundos pra restaurar as tais casas fechadas mas para isso existem técnicas e.soluções q a.autarquia devia ouvir.
Enfim trata se de uma localidade em deteriorizacao, em q seus cidadãos pouco se interessam ou pouco podem fazer pra melhorar. Ao contrário de outra área de habitação social do concelho que só tem vindo aos poucos a melhorar (fdprata).

Técnica ana valente

21 de maio de 2015 às 03:03

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