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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Hospital do Seixal deve arrancar na atual legislatura

Novo hospital do vai funcionar como “tampão” sobre o Garcia de Orta

O Secretário de Estado da Saúde, afirmou esta quarta-feira em Azeitão, que a construção do novo hospital do Seixal, deverá arrancar durante a atual legislatura. Manuel Delgado inclui unidade do Seixal entre as três prioridades do Governo para novos hospitais – a par do novo hospital de Évora e do Hospital de Todos os Santos, em Lisboa – e explica que hospital do Seixal vai funcionar como “tampão”, para reduzir pressão sobre o Garcia de Orta, em Almada. Manuel Delgado falava aos jornalistas depois de presidir à cerimónia de assinatura de um contrato-programa de camas de Cuidados Continuados Integrados, entre a ARSLVT (Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo) e o Hospital Nossa Senhora da Arrábida, em Azeitão, no concelho de Setúbal.
Novo hospital do Seixal deve ser lançado até 2019 


As obras de construção do novo hospital do Seixal devem arrancar ainda durante a actual legislatura – que termina em 2019 – afirmou na quarta-feira o Secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, em Azeitão.
O governante inclui os hospital do Seixal entre as “três prioridades” do Governo, quanto à construção de novas unidades hospitalares, a par do Hospital de Todos os Santos, em Lisboa – que vai substituir os actuais hospitais de São José, Estefânia, Santa Marta e Capuchos – e do hospital de Évora.
“Não quero arriscar, mas num horizonte temporal de cinco/seis anos, penso que poderemos ter os três hospitais a funcionar. Nunca será uma obra para fazer nesta legislatura, mas é seguramente para arrancar nesta legislatura.”, disse Manuel Delgado.
Segundo o secretário de Estado da Saúde, o futuro hospital do Seixal vai funcionar como “tampão”, para aliviar a pressão sobre os hospitais já existentes.
“A ideia, para o Seixal, não é fazer um hospital para todas as valência e muito complexo. A ideia é funcionar como um hospital tampão, na área do ambulatório, fundamentalmente ambulatório, para evitar a procura excessiva que estamos a sentir nos hospitais da região, designadamente em Almada.”, explicou Manuel Delgado.
“Ou seja, o hospital do Seixal vai funcionar como um hospital âncora para travar a ida aos hospitais mais diferenciados, designadamente na área das consultas, cirurgia de ambulatório e actividades similares”, acrescentou o secretário de estado.
Quanto ao arranque das obras, Manuel Delgado diz que “os três hospitais estão numa grelha de partida muito similar, ou seja, o objectivo é não deixar nenhum para trás e fazer todo este processo em simultâneo, num horizonte temporal de cinco ou seis anos”, e sublinhou que se trata de obras para “arrancar nesta legislatura”.

Hospital Nossa Senhora da Arrábida com mais camas para cuidados continuados 
Mais camas para cuidados continuados em Azeitão 
Manuel Delgado falava aos jornalistas depois de presidir à cerimónia de assinatura de um contrato-programa de camas de Cuidados Continuados Integrados, entre a ARSLVT (Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo) e o Hospital Nossa Senhora da Arrábida, em Azeitão, no concelho de Setúbal.
O secretário de Estado da Saúde disse que os Cuidados Continuados são uma prioridade para o país, até porque permitem uma diminuição da procura da rede hospitalar.
O contrato-programa celebrado entre a ARSLVT e o Hospital Nossa Senhora da Arrábida prevê a disponibilização de mais 17 novas camas de "convalescença e seis de média duração e reabilitação" daquela unidade hospitalar, que passa a ter um total de 65 camas integradas na Rede Nacional de Cuidados Continuados.
A Região de Lisboa e Vale do Tejo dispõe, a partir de agora, de 2063 camas em Unidades de Internamento de Cuidados Continuados Integrados e Paliativos, designadamente 184 camas para Convalescença, 139 para Cuidados Paliativos, 691 para tratamentos de Média Duração e Reabilitação e 1049 para tratamentos de Longa Duração e Manutenção.
O Hospital Nossa Senhora da Arrábida, integrado no Complexo de Saúde e Bem-estar Porto Salus, em Azeitão, que incluiu a unidade hospitalar e residências assistidas, resulta de uma parceria entre o Grupo Visabeira e a Santa Casa da Misericórdia de Azeitão.


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