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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Sesimbra baixou dívida global o ano passado

Câmara tem dívida de 24,7 milhões de euros 

Em 2015, a Câmara de Sesimbra reduziu a dívida global em 2,8 milhões de euros. No final do ano o valor situou-se nos 24,7 milhões, dos quais 5,2 de curto prazo. "Este é um dado bastante positivo se se tiver em conta, por um lado, as restrições financeiras impostas pelos orçamentos de Estado, que provocaram vários constrangimentos ao funcionamento da autarquia e, por outro, ao elevado volume de investimentos realizado nos últimos anos, sobretudo nas áreas da habitação, educação, cultura, saneamento, reabilitação urbana ou rede viária", explica a Câmara de Sesimbra em comunicado. 
Autarquia abateu 2,8 milhões à dívida global da Câmara  

Face à Lei das Finanças Locais, a margem de endividamento da autarquia sesimbrense é agora de 27 milhões de euros, superior à dívida global em 2,3 milhões.
O desagravamento das contas permitiu, diz a autarquia gerida por Augusto Pólvora, "encerrar o ano com um resultado líquido de 1,6 milhões de euros, o que representa uma evolução positiva na ordem dos 2,5 milhões face ao exercício de 2014. Este resultado deveu-se em grande parte à contenção e diminuição da despesa".
De acordo com as contas da autarquia, "em 2015 verificou-se ainda uma redução do prazo médio de pagamentos, bem como a diminuição das despesas correntes, que se cifraram em 31,1 milhões, e das despesas com pessoal, que atingiram os 17 milhões de euros".
Em relação às receitas correntes foram arrecadadas 86 por cento das verbas previstas, o que totalizou 38,4 milhões de euros, mais um milhão do que em 2014. Refira-se que em virtude do crescimento da receita a autarquia decidiu não aumentar o tarifário dos serviços urbanos.
No que respeita às Grandes Opções do Plano, o grau de execução atingiu os 77 por cento, e o investimento realizado superou os 5,3 milhões de euros.
"Importa ainda salientar as dívidas de terceiros à autarquia, que atingiram perto de 24,5 milhões de euros, e que estão relacionadas sobretudo com as taxas urbanísticas e impostos diretos. Caso esta verba fosse recebida a autarquia ficaria praticamente sem dívida", explica a mesma nota.
As contas foram aprovadas por maioria, com votos a favor da CDU e PSD, e uma abstenção do PS. O documento foi enviado para aprovação da Assembleia Municipal.

Agência de Notícias

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