Dá um Gosto ao ADN

Novo mandato com grandes projetos em Setúbal

Maria das Dores Meira  modernização do concelho neste mandato 

A presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, garante que o novo mandato prossegue o esforço de aumento da qualidade de vida das populações e de modernização do concelho, com soluções de melhoria do território. A autarca sublinhou na cerimónia de tomada de posse da Câmara e da Assembleia Municipal de Setúbal, realizada no dia 12 ao início da noite, no exterior dos Paços do Concelho, que do programa para o mandato 2017-2021, “largamente aprovado pelos votantes nas últimas eleições autárquicas”, constam grandes projetos. Apontou os exemplos do Parque Urbano da Várzea, do Terminal Intermodal de Setúbal, na Praça do Brasil, do arranjo do Largo de Jesus e da conclusão da reabilitação do Convento de Jesus, a par do prosseguimento da procura dos financiamentos para a nova biblioteca municipal e o Terminal 7, investimentos considerados fundamentais e que já possuem os respetivos projetos.
Maria das Dores Meira já tomou posse 

A reeleita presidente do município assegura que, a partir de 2019, serão possíveis novas soluções de mobilidade por via da abertura de concursos para operadores de transportes públicos, a par de outros projetos, como a continuação da rede de ciclovias.
A rede viária é outra área que se mantém como alvo de investimentos de modernização, com a criação de novas e melhores soluções para a circulação automóvel e o aprofundamento do trabalho de devolução de espaço público aos peões.
A requalificação da zona ribeirinha também é para prosseguir, com a autarquia a insistir na passagem para a gestão municipal dos terrenos sem utilização portuária e a desenvolver todos os esforços com vista à construção de uma marina de recreio que se assuma como “forte fator de promoção do desenvolvimento turístico e económico”.
Uma “significativa alteração na gestão das praias”, quer no que respeita às zonas balneares que já passaram para a tutela para a Câmara Municipal de Setúbal, quer no que se refere aos acessos a estas áreas, matéria a que se dedicará “especial atenção”, foi igualmente sublinhada por Maria das Dores Meira.
No mandato autárquico que se iniciou dia 12, mantém-se a aposta na “contínua melhoria dos serviços que o município presta à população” e será aprofundada a relação com as juntas de freguesia, através dos protocolos de descentralização de competências.
A autarca lembra que os setubalenses reconheceram a validade das propostas apresentadas pela CDU durante a campanha eleitoral e que acreditam no futuro proposto.
“Temos renovadas energias para as longas caminhadas que ainda temos por fazer. Por isso, apelo a todos os que fazem desta a sua terra, tenham ou não aqui nascido, para que façam este caminho connosco. Por uma cidade melhor, mais qualificada, mais humana, mais justa”.
Maria das Dores Meira garante que os próximos quatro anos se caracterizam pela afirmação de um projeto coletivo de trabalho e da visão da cidade que a força que venceu as eleições a 1 de Outubro tem do que deve ser o futuro de Setúbal.
“O futuro que, no presente, estamos a construir vai muito para lá destes quatro anos que se avizinham. Sabemos que somos os protagonistas certos para trilhar este caminho. Sabemos, porque já demos provas disso, que somos os portadores do mais acertado programa de modernização.”
Maria das Dores Meira recordou que este será o último exercício que cumpre como presidente da Câmara Municipal de Setúbal, devido à lei de limitação de mandatos, mas assegurou que continuará “sem quaisquer hesitações” a servir o concelho.
“Aqui e agora, assumo o solene compromisso de, nestes quatro anos que me restam nesta autarquia, tudo fazer para continuar a construir uma cidade melhor, uma terra com mais qualidade e onde todos sintam que vale a pena viver”.
Deixou um “especial agradecimento” a todos os que confiaram que a atual presidente da Câmara tem “as necessárias capacidades e qualidades para fazer mais cidade, mais Setúbal”.

A CDU é a força  que conhece melhor as necessidades das populações

Centenas assistiram a tomada de posse na Praça do Bocage 
Com base no mandato que lhe foi conferido, assegurará que os próximos tempos conduzam à “construção das soluções de futuro” que possam “garantir que o processo de desenvolvimento de Setúbal seja continuado”.
A autarca não tem dúvidas de que a CDU é a força “com o melhor programa” e que conhece melhor as necessidades das populações, nomeadamente por “andar todos os dias na rua a falar com as pessoas, a verificar os problemas que subsistem” e a “promover a efetiva participação popular nos assuntos do município que vá muito para lá de meros simulacros de orçamentos participativos”.
É na rua que a autarquia continuará a estar, seja nos programas Ouvir a População, Construir o Futuro e Nosso Bairro, Nossa Cidade, seja nas reuniões com as populações para debater projetos ou para ouvir opiniões sobre o Plano Estratégico.
“Estarei lá para, cara a cara, ouvir os problemas de todos, para, frente a frente, assumir responsabilidades num exercício da intensa democracia participativa que temos vindo a aperfeiçoar nestas terras sadinas.”
Nas eleições autárquicas de 1 de Outubro, “os setubalenses e todos os que fazem desta terra a sua casa deram mais um passo em direção a um melhor futuro, a mais Setúbal”, onde “as diferenças positivas são amplamente reconhecidas”.
Setúbal, assinalou, “deixou de ser a cidade de que se tinha vergonha para ser a cidade onde se vive com prazer, de onde se tem orgulho de ser”.
A história e a tradição convivem com a renovação e inovação num concelho “onde nascem novos negócios e onde há vontade de investir, de criar trabalho e riqueza”, um espaço urbano global “onde cabem todas as freguesias, todas as aldeias e vilas”, de Azeitão às Praias do Sado ou à Gâmbia e ao Faralhão.
“A forma como governamos e a atenção que damos ao território é sempre igual, seja na Praça de Bocage, seja na Mourisca ou na Aldeia da Piedade. Setúbal, graças a esta forma de governar, passou a ser a cidade que se visita com a alegria de descobrir todo um mundo novo.”
Maria das Dores Meira acentuou, no discurso de tomada de posse, que os eleitores deram à CDU “o seu segundo melhor resultado eleitoral desde 2001” e uma “clara maioria na Câmara e na Assembleia Municipal”, além de um reforço das votações na maioria das assembleias de freguesia.
Este resultado “confirma, inequivocamente, a CDU como grande força do Poder Local Democrático” no concelho de Setúbal.

Abstenção baixa no concelho 
Autarca, eleita por maioria, deixou duras criticas à oposição

A CDU obteve, para a Câmara Municipal, 22 mil 429 votos, o que corresponde a cerca de 50 por cento do total de sufrágios expressos nas urnas e mais 5628 do que os alcançados em 2013, e a eleição de sete vereadores num executivo composto por 11 elementos.
Os números revelam ainda a redução da taxa de abstenção de 61,27 para 56,93 por cento no comparativo com as autárquicas anteriores, o que significa que votaram mais 4834 eleitores, após quatro atos eleitorais em que a abstenção cresceu sempre.
A redução da abstenção, a par dos resultados alcançados, constituem “uma vitória política atribuível à CDU e às suas políticas de promoção da participação popular na gestão dos assuntos do município”. Ainda assim, o nível de abstenção foi o segundo maior do distrito de Setúbal [só a Moita teve mais] e um dos mais elevados do país.
A reeleita presidente da Câmara Municipal de Setúbal abordou a abstenção porque ela tem servido de “arma de arremesso contra a legitimidade política e eleitoral da força que ganha as eleições em Setúbal, num incompreensível exercício demagógico”, quando a percentagem dos que não vão às urnas nas autárquicas é igualmente elevada noutros concelhos.
“Mas, já que falamos de abstenção, creio que se impõe uma séria reflexão de todos os agentes políticos sobre esta questão, em particular daqueles que utilizam, nas campanhas eleitorais, a falsidade e a meia verdade como principais instrumentos de intervenção”, acentuou. “Será a estes que se impõe maior reflexão, pois é aí que residem as mais fluentes fontes de descrédito dos agentes políticos”.
A autarca apontou como exemplo de campanhas eleitorais “baseadas em falsidades” a da petição do IMI que foi aprovada em Assembleia Municipal, mas que, “afinal, não tinha sido bem assim”, documento que continha alguns nomes que “tudo indicam serem falsos”.
É esta “falta de seriedade política” que “afasta as pessoas da participação política e eleitoral”, mas os eleitores setubalenses “souberam penalizar quem fez da demagogia e da meia verdade os principais instrumentos de campanha”, aqueles “que não foram capazes de, nos últimos anos, apresentar uma ideia de cidade, uma visão de futuro”.
Maria das Dores Meira considera que a vitória concedida à CDU, com “uma maioria ainda mais expressiva”, revela, igualmente, uma penalização de “quem não tinha projeto” e acreditou que com “duas ou três causas gastas” se poderia governar Setúbal.
“Assim acontece quando se transforma em alvos principais de campanha eleitoral temas como a Feira de Sant’Iago ou se transforma o IMI numa arma política, utilizando a complexidade da questão como meio para baralhar tudo e todos”.
No entanto, apesar de afirmar que o resultado eleitoral foi “inequívoco em relação a estas matérias”, a autarca garantiu que o Executivo municipal estará sempre disponível para debater estes assuntos, “mas nunca para os transformar no que é mais essencial no debate a fazer sobre a cidade e o concelho”.
A autarca agradeceu a confiança depositada pelos eleitores e saudou todos os que votaram nas eleições autárquicas e “não deixaram nas mãos de outros” as decisões sobre a governação da sua terra.
O Executivo municipal é constituído por Maria das Dores Meira (presidente), Manuel Pisco, Carlos Rabaçal, Carla Guerreiro, Pedro Pina, Ricardo Oliveira e Eugénia Silveira, todos eleitos pela CDU, Fernando Paulino, Paulo Lopes, que não esteve presente na cerimónia de tomada de posse por motivos profissionais, e Sandra Gomes, do PS, e Nuno Carvalho, do PSD.
Os membros da Assembleia Municipal de Setúbal também tomaram posse e, na primeira reunião de funcionamento, realizada de seguida, elegeram a Mesa, presidida por André Martins e com Eusébio Candeias e Yolande Cloetens como 1.º e 2.º secretários.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Utentes do Barreiro pedem demissão na Soflusa

Utentes pagam os seus passes e bilhetes para serem "servidos com dignidade"

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Barreiro considerou que o reforço de embarcações por parte da Soflusa "é insuficiente" e pediu a demissão do conselho de administração da transportadora que "nada fez pelos utentes". A Soflusa garante que a ligação fluvial entre o Barreiro e o Terreiro do Paço regressou à normalidade nas horas de ponta. O pedido da Comissão de Utentes do Barreiro surge na sequência do anúncio pela Soflusa de que estão disponíveis seis navios para assegurar todas as carreiras nas horas de ponta da manhã e da tarde. O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda já endereçou uma pergunta ao Governo questionando a atuação do Conselho de Administração da Soflusa, a falta de oferta de meios alternativos de transporte e o PSD qualifica a anulação de carreiras da Soflusa como “inqualificável” e “vergonhoso” e exige que os utentes recebam o dinheiro do passe de volta.
Milhares de pessoas desesperaram por falta de barcos 

No início da semana, estavam a operar apenas quatro navios, o que causou diversos problemas aos utentes, tendo ocorrido vários desacatos que causaram feridos.
Em declarações à agência Lusa, Antonieta Fortunato, da Comissão de Utentes dos Serviços Públicos, que esteve, na sexta-feira, junto ao terminal do Barreiro para chamar a atenção dos utentes para a situação, pediu a intervenção urgente do Governo e a demissão do conselho de administração da empresa.
"Pedimos a demissão do conselho de administração da Soflusa que nada fez na defesa dos utentes, pedimos também a manutenção da frota que dirige e das condições da mesma. Exigimos que a frota esteja em condições de segurança e navegação e que a sua higiene e limpeza seja uma realidade", sublinhou.
Antonieta Fortunato reclama que o serviço público seja prestado aos utentes que pagam os seus passes e bilhetes para serem "servidos com dignidade".
A Soflusa é a empresa responsável pelas ligações entre o Barreiro e Lisboa, enquanto a Transtejo faz as ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com a capital.
Antonieta Fortunato lembrou à Lusa que no início de Outubro a comissão de utentes teve uma reunião com o ministério do Ambiente e dos Transportes na qual foi dito que o Governo ia tentar resolver a situação o mais rapidamente possível para não ter impacto junto dos utentes.
"Contudo, o que sabemos é que há dois anos tínhamos feito uma tribuna pública contra a venda de algumas embarcações. Na altura, dissemos que a venda de embarcações iria trazer estes constrangimentos de horários que se estão a verificar agora", disse.
De acordo com a Comissão de Utentes, os reforços anunciados agora são "claramente insuficientes" para o número de pessoas que usam aquele transporte fluvial.
"Nós verificámos, durante esta semana, os constrangimentos que isto acarretou. Sabemos que foi posto um barco a circular anteontem e que hoje estão mais dois a funcionar. A nossa questão é: Estes barcos estão operacionais? Estão efetivamente a funcionar? Se não havia na segunda-feira porque é que hoje já há? Se vem do Seixal e do Montijo para o Barreiro, vão os utentes do Seixal e Montijo ficar sem barco?", questionou.
Antonieta Fortunato lamentou os acontecimentos do início da semana, salientando que as pessoas estavam desesperadas.
"De repente, depois dos desacatos, em que as pessoas desmaiaram, em que houve feridos, em que tiveram de pôr a polícia de intervenção e a polícia marítima com cães - parecia que estávamos noutro país -, anunciam o reforço", frisou.
Segundo Antonieta Fortunato, a administração da Soflusa não pode pedir às pessoas que evitem as deslocações entre as oito e as nove da manhã, porque estas precisam de ir trabalhar.

BE quer oferta de meios alternativos de transporte
Durante toda a semana, ficaram ao serviço apenas quatro dos oito navios que fazem esta travessia, estando os restantes em manutenção ou reparação. A situação não é nova, sendo as queixas de atrasos e supressões sem aviso de carreiras uma constante dos últimos meses. Na sexta-feira, mais dois navios "normalizaram" a travessia entre as duas margens.
A indignação e revolta dos passageiros que utilizam diariamente os barcos da Soflusa, tendo muitos, pago antecipadamente esse serviço por via dos passes mensais foi agravada pelo “apelo” do Conselho de Administração da Soflusa/Transtejo “para que as pessoas evitassem deslocações do Barreiro para Lisboa entre as 8 e as 9 horas”. Quem pagou antecipadamente o seu titulo de transporte ou quem o quisesse fazer dentro do seu horário normal de deslocação, esta recomendação soou como um verdadeiro insulto, disse o Bloco de Esquerda, em comunicado enviado à ADN-Agência de Notícias.
"O Conselho de Administração da empresa em vez de cumprir com o contrato que tem com os seus passageiros, ou, pelo menos, proceder ao fretamento de navios para suprir as falhas ou disponibilizar transportes alternativos por forma a garantir que as pessoas com falta de lugar nos barcos, fossem conduzidas ao seu local de destino dentro do horário previsto, exime-se aparentemente de qualquer responsabilidade, tentando transferir essa responsabilidade para as pessoas para que (estas) ajustassem os seus horários”, lamenta o Bloco.
"Na Soflusa esta situação é o reflexo da estratégia da anterior Administração, mandatada pelo Governo do PSD/CDS-PP para privatizar o serviço de transportes, que levou à venda de um navio 'Augusto Gil' – que agora faz falta – e à recusa em realizar investimentos de manutenção nos restantes, nomeadamente garantindo os indispensáveis Certificados de Navegabilidade", explica o BE
Na Transtejo," tal situação pode vir a ocorrer em breve uma vez que o governo anterior vendeu ao desbarato o navio 'Martim Moniz' e também deixou caducar vários certificados de navegabilidade, no âmbito da mesma estratégia de preparação para a privatização", sublinham os bloquistas.
O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda já endereçou uma pergunta ao Governo questionando a atuação do Conselho de Administração da Soflusa, "a falta de oferta de meios alternativos de transporte, a estratégia prevista para evitar a repetição destes casos, tanto na Soflusa como na Transtejo e a disponibilidade do Governo para aprovar um Programa de Modernização e Reforço de Meios para as atuais travessias do Tejo".

PSD qualifica a anulação de carreiras da Soflusa como “inqualificável” e “vergonhoso”
“Todos sabem que é impensável fazer este serviço com apenas quatro navios. É inconcebível que a empresa e o governo deixem chegar a situação a este ponto. Já era mau para os utentes a supressão de carreiras em hora de ponta decididas pela administração, ao que agora se junta este problema”, refere o deputado, eleito por Setúbal, do PSD, Bruno Vitorino.
Para o social-democrata, os utentes deste serviço estão a ser “gravemente prejudicados, tendo em conta que são “supressões atrás de supressões”.
“Neste momento, são muitos os problemas que esta situação causa aos milhares de pessoas que têm que chegar a horas aos seus emprego e às aulas”, acrescenta.
Bruno Vitorino mostra-se ainda incrédulo por a empresa apelar aos utentes que não viajem entre as oito e as nove horas, “como se os trabalhadores ou estudantes pudessem alterar os horários do trabalho ou das aulas”.
“É uma falta de respeito pelas pessoas, ainda para mais quando não são criadas redes de transporte alternativo. O utente paga o passe, sem poder usufruir do serviço”, sublinha
O deputado do PSD diz ainda ser “inaceitável” que o Governo, uma vez que se trata de uma empresa do estado, está “impávido e sereno” a assistir a esta situação sem na prática nada fazer.
“Como já se percebeu, os anúncios de milhões para a reparação de embarcações das Transtejo/Soflusa, feitas três meses antes do ato eleitoral autárquico pelo primeiro-ministro António Costa, não passaram de meras promessas para atirar areias aos olhos da pessoas, como se comprova”, acrescenta.
Bruno Vitorino exige que o governo resolva esta situação o mais rapidamente possível, pois “o tempo passa e os problemas agudizam-se”.

Agência de Notícias 
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Seixal representada no Salão Imobiliário de Lisboa

Salão Imobiliário já está a ser o melhor de sempre desde o pós-crise

O Seixal vai participar no Salão Imobiliário de Lisboa 2017, que decorre na Feira Internacional de Lisboa entre 18 e 22 de Outubro. Trata-se do evento líder do setor imobiliário em Portugal e um ponto de encontro para investidores, empresários, técnicos, organismos públicos e público potencial comprador, permitindo ainda aos expositores participantes explorar oportunidades no mercado nacional e promover a sua internacionalização. Durante os cinco dias do Salão Imobiliário de Lisboa são apresentados debates, conferências, seminários, workshops e eventos premium dedicados à aprendizagem, networking e a grandes negócios.
Feira decorre na FIL, em Lisboa, a partir de quarta-feira 

No quadro do desenvolvimento económico do município, "tendo como objetivo dar a conhecer as suas potencialidades e possibilitar a captação de investimento no concelho, a Câmara Municipal do Seixal vai estar presente nesta feira com um stande conjunto com os Grupo Libertas e Salão Imobiliário de Lisboa, grupos de empresas de imobiliário com projetos no Seixal, promovendo o concelho como território de excelência na Área Metropolitana de Lisboa para investir, residir e visitar", diz a Câmara do Seixal em comunicado enviado à ADN-Agência de  Notícias.
A maior e mais importante feira imobiliária do país está de regresso e promete, mais uma vez, animar o setor.  “Sentimos o otimismo do mercado, com uma adesão ao Salão Imobiliário de Lisboa muito positiva e superior ao ano passado, tanto em número de empresas como em área ocupada”, revela Sandra Fragoso, gestora do evento.
No ano passado, a feira  recebeu cerca 300 empresas, 55 mil visitantes e promoveu negócios na ordem dos 100 milhões de euros. Uma fasquia que deve ser superada na edição deste ano. “Estimamos um incremento de 10 por cento de expositores, mais visitantes e mais negócio”, diz a responsável.
Sandra Fragoso adianta, no entanto, que mais “que o aumento do número de visitantes, o Salão Imobiliário de Lisboa aposta no perfil do mesmo, privilegiando o networking entre investidores internacionais e os expositores”.

E que novidades haverá em relação às edições anteriores? 
A gestora do evento, que mais uma vez se realiza na Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, destaca o Meeting Cocktail SIL 2017, que decorre dia 18, das 16 às 18 horas, no International Meeting Point, e para o qual foram convidados investidores internacionais, expositores, patrocinadores e parceiros: “Trata-se de uma iniciativa inédita que promoverá networking entre profissionais de excelência e investidores internacionais, potenciando ainda mais o papel de plataforma para a internacionalização do setor imobiliário que o certame assume desde sempre”.
Outro ponto alto é a atribuição dos Prémios do Imobiliário, que serão entregues dia 18, às 20 horas, no Pavilhão Multiusos. “Este ano, em virtude do crescimento de setor imobiliário, que se refletiu num número recorde de candidaturas, houve necessidade de criar duas novas subcategorias no âmbito da Reabilitação Urbana, nomeadamente Comércio e Serviço e Escritórios”, explica Sandra Fragoso.
Para a organização, o evento já entrou definitivamente na agenda e é essencial para sentir o pulso do mercado. “Os líderes do setor imobiliário participam ativamente no Salão Imobiliário de Lisboa, desde entidades setoriais aos promotores e mediadores imobiliários, à banca e todas as empresas que prestam serviços no âmbito do setor imobiliário”, conta a responsável.
"O Salão Imobiliário de Lisboa é uma oportunidade única para encontrar no mesmo espaço oferta representativa de habitação, turismo residencial, escritórios e serviços, de Norte a Sul de Portugal e nas diversas tipologias", diz Sandra Fragoso
Também o público tem muito a ganhar ao visitar a feira, tratando-se uma “oportunidade única para encontrar no mesmo espaço oferta representativa de habitação, turismo residencial, escritórios e serviços, de Norte a Sul de Portugal e nas diversas tipologias”, acrescenta.
Tal como sucedeu nas últimas edições, o Salão Imobiliário de Lisboa realiza-se em simultâneo com a Intercasa, com o Lisboa Design Show e com o Vintage Festival. Os bilhetes custam cinco euros – os estudantes, seniores e portadores de Cartão Jovem pagam 2,5 euros –, sendo que no dia 18 é Open day, ou seja, a entrada é gratuita.
O evento realiza-se entre as 14 e a meia-noite nos dias 18, 19 e 22 e entre as 14 e as 22 horas nos dias 20 e 21.

Agência de Notícias 
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Vírus do Nilo identificado em Alcácer do Sal

Autoridade de Saúde deixa recomendações após detecção de vírus do Nilo

A Autoridade de Saúde do Alentejo Litoral recomendou a população a tomar medidas de prevenção contra as picadas dos mosquitos depois de ter sido detetado o vírus do Nilo num cavalo, em Alcácer do Sal. Filomena Araújo, delegada de Saúde do Alentejo, disse à Lusa, que “a situação foi identificada no âmbito das ações de vigilância dos serviços veterinários relativamente aos cavalos” e que até ao "momento não temos informação de haver pessoas infetadas nem de ter mosquitos também identificados", esclareceu. 
No entanto, a entidade recomendou a população a utilizar repelente de insetos, proteger as janelas, carrinhos e berços de bebé com redes mosquiteiras e ainda a utilizar roupa que cubra a maior parte do corpo bem como calçado fechado.
Mosquito com vírus do Nilo foi identificado em Alcácer do Sal 

A deteção de um cavalo infetado com o vírus do Nilo Ocidental, em Alcácer do Sal, levou a Autoridade de Saúde do Alentejo Litoral a recomendar à população medidas de prevenção de picadas de mosquitos.
"A situação [de infeção de um cavalo] foi identificada no âmbito das ações de vigilância dos serviços veterinários relativamente aos cavalos", diss em declarações à agência Lusa a delegada de Saúde do Alentejo, Filomena Araújo, que esclareceu não existir informação de qualquer pessoa infetada até ao momento.
No entanto, para prevenir situações de eventual infeção, a Autoridade de Saúde do Alentejo Litoral emitiu esta semana um comunicado no sentido de "informar a população", bem como de divulgar "recomendações" de "medidas de proteção" em relação aos mosquitos, "que são os transmissores do vírus do Nilo".
Aplicar repelente de insetos, em particular ao amanhecer e entardecer, colocar o repelente após a aplicação do protetor solar, proteger janelas, carrinhos de bebé e berços com redes mosquiteiras, usar calças, camisolas de manga comprida e calçado fechado são as recomendações feitas pela entidade responsável pela Saúde Pública na região.
A Autoridade de Saúde recomenda ainda "eliminar os locais de reprodução de mosquitos, como poças e charcos".
"Neste momento não temos informação de haver pessoas infetadas nem de ter mosquitos também identificados", indicou Filomena Araújo, que esclareceu estar em curso a nível nacional "um programa de vigilância de mosquitos que possam transmitir este tipo de doenças" e que "também funciona na zona de Alcácer do Sal".
"Havendo esta ocorrência, importa-nos alertar as pessoas de modo a saberem como proceder para eventual risco", acrescentou a mesma responsável, que assegurou que a "situação está neste momento sob controlo".

O que é o vírus no Nilo 
O vírus do Nilo Ocidental é transmitido através da picada de mosquito. Ao contrário da maioria das infeções deste tipo, em que há uma ou duas espécies de mosquito envolvidas, aquele pode ser transmitido por mais de 50 espécies diferentes.
O reservatório da infeção é composto por aves, sobretudo migratórias. Os mamíferos (incluindo o homem) são habitualmente hospedeiros acidentais do vírus. Isto quer dizer que aquele se sente mais confortável em aves.
No entanto, na falta delas, haverá uma maior probabilidade de infeção humana. O período de incubação da doença é de três a 14 dias e, em cerca de 80 por cento dos casos, a infeção não apresenta sintomas. Nos restantes 20 por cento, pode haver um quadro febril ligeiro a moderado (febre, dores articulares e musculares, dores de cabeça, por vezes náuseas e vómitos, por exemplo) e que desaparece ao fim de uma semana.
A maioria das pessoas ou não valoriza os sintomas ou pensa que teve uma gripe. Apenas um por cento dos doentes terá os sintomas neurológicos que caracterizam os quadros graves (meningites e encefalites) e cerca de dez por cento acaba por falecer. As características epidemiológicas da febre do Nilo Ocidental mudaram no final dos anos da década de 1990. Embora existissem casos em África, na Ásia e na Europa, os surtos eram limitados e com baixa mortalidade.
No início do séc. XXI, a América do Norte foi atingida pela doença e, em três anos, quase todos os estados dos EUA tiveram casos com uma taxa de mortalidade elevada. Até ao final dos anos da década de 1990, Portugal teve dois casos diagnosticados, outros dois em 2004 e, em 2010, um novo caso. Não existe tratamento antiviral específico para a febre do Nilo Ocidental. As pessoas diagnosticadas com esta infeção são habitualmente tratadas com medicação de suporte, nomeadamente antiálgicos, hidratação e antipiréticos.  
Surtos na Europa
Em 2010, este vírus circulou pela Europa, sobretudo no sul. Os surtos surgem geralmente em função das rotas das aves migratórias e da quantidade de mosquitos existente nos locais de passagem.
A epidemia na Grécia foi, talvez, a mais grave de sempre no Velho Continente. Morreram, até ao final de Agosto de 2010, nove pessoas e foram diagnosticadas mais de 150 com a infeção.
Houve, certamente, dez vezes mais pessoas infetadas, mas que não desenvolveram a doença.

Como prevenir?

Não existe vacina contra este vírus, nem prevenção com medicamentos. Assim, deve evitar as picadas, com a utilização de roupas frescas, leves, mas que cubram o corpo, e de repelentes na pele exposta. Este tipo de medidas, com um carácter protector mais imperioso, apenas se aplica a zonas onde existe transmissão conhecida, com casos de doença humana.
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Soflusa garante normalidade no serviço Barreiro-Lisboa

“Cesário Verde” diminui caos na zona de embarque

A empresa responsável pela travessia fluvial entre Barreiro e Lisboa admitiu, esta quinta-feira, o regresso à normalidade no serviço devido ao reforço da ligação entre as duas margens com o navio "Cesário Verde", que permitiu efetuar mais três carreiras. Nos últimos dois dias, por força da falta de navios e supressão de carreiras fluviais, os utentes aglomeraram-se no terminal do Barreiro. Na terça-feira, houve necessidade de intervenção policial para serenar ânimos e houve mesmo registo de passageiros magoados e danos na estrutura (porta partida). Na quarta-feira, a administração pediu à população que evitasse usar o serviço entre as oito e nove horas. Esta quinta-feira, de acordo com a empresa, "os compassos de espera não se fizeram sentir, permitindo que os passageiros circulassem com normalidade no Terminal Fluvial do Barreiro, não tendo ocorrido quaisquer incidentes".
Ligações "normalizadas"  entre o Barreiro e Lisboa 

"O navio `Damião de Goes` saiu quinta-feira do estaleiro, já se encontrando devidamente certificado e pronto a retomar a operação. O navio entrará ao serviço pelas seis da manhã desta sexta-feira, permitindo à Soflusa repor a normalidade na ligação fluvial do Barreiro/Terreiro do Paço nas horas de ponta", refere a empresa num comunicado enviado à Lusa.
Depois de a empresa ter estado a operar no início da semana com apenas quatro navios, o que causou diversos problemas aos utentes, desde quarta-feira à tarde que estão cinco disponíveis, com a empresa Transtejo a ceder o navio `Cesário Verde`.
"A empresa aguarda ainda, a todo o momento, pela conclusão da inspeção subaquática do navio `Jorge de Sena`, sendo expectável que o navio retome a operação durante o dia de sexta-feira". Acrescenta.
Fonte oficial da empresa explicou que o navio cedido pela Transtejo vai deixar de ser necessário assim que o `Jorge de Sena` esteja disponível para entrar ao serviço.
"Ficará, assim, reposta a operacionalidade da frota, com os seis navios necessários a assegurar a ligação Barreiro/Terreiro do Paço nas horas de ponta. A Soflusa agradece a compreensão dos seus passageiros para as dificuldades vividas durante os últimos dias", concluiu.

Empresa transporta 7,7 milhões de passageiros por ano  
Outros dois navios da frota Soflusa (total de oito navios) - "Fernando Namora" e "Gil Vicente" - serão submetidos a grandes intervenções. O primeiro entra em estaleiro no dia 19 de Outubro e o processo do segundo encontra-se em fase de adjudicação.
O Ministério do Ambiente garantiu um reforço orçamental de dez milhões de euros para a manutenção das frotas, o que permitiu à Transtejo/Soflusa lançar os concursos públicos para a realização das grandes intervenções de manutenção na atual frota, as quais requerem, em média, 2 a 3 meses de trabalho de estaleiro.
A empresa que transportou no primeiro semestre de 2017 quatro milhões de passageiros entre Barreiro e Terreiro do Paço, mais cem mil que no mesmo período de 2016, confirma ainda que está em curso um estudo de viabilidade económico-financeira para a renovação da frota da Transtejo. Em todo o ano de 2016 foram transportados 7,7 milhões de passageiros nesta ligação fluvial.
A Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e Lisboa, enquanto a Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão à capital.

Ministro foi ao Parlamento 
Falta de barcos deixou centenas em terra esta semana 
O grupo parlamentar do PCP solicitou esta quarta-feira a presença do ministro do Ambiente e do Conselho de Administração da Transtejo/Soflusa para uma audição, para discutir a situação nas empresas de transporte fluvial no rio Tejo.
Os trabalhadores e os utentes do transporte público estão a viver uma situação caótica na ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa. Os utentes apresentam-se no Terminal do Barreiro para embarcar e são confrontados com a supressão das carreiras, gerando-se aglomerações com mais de mil pessoas, com situações de enorme tensão e até de elevado risco", refere o PCP em comunicado.
No documento, o grupo parlamentar refere que em todo o serviço de transporte fluvial, não só da Soflusa como também da Transtejo, com as ligações de Lisboa a Cacilhas, Trafaria, Seixal e Montijo, se registam "problemas graves".
A situação que atualmente se verifica exige uma abordagem urgente na Assembleia da República",acrescenta.
O grupo parlamentar de Os Verdes também considerou que a situação é "extremamente grave", ao nível do direito à mobilidade das populações, mas também sob o ponto de vista da segurança.
A deputada Heloísa Apolónia entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo sobre que medidas está a tomar para resolver os "graves constrangimentos" e para quando prevê a implementação do plano de renovação da frota da Transtejo e da Soflusa.
Os Verdes querem ainda saber quando é que será reposta a normalidade nas travessias no rio Tejo.
Os deputados do PSD também questionaram o Governo, perguntando sobre qual tem sido a sua intervenção para resolver o problema e para quando a normalização do serviço.
O ministro do Ambiente, que tutela os transportes urbanos, penitenciou-se esta quarta-feira e reconheceu ser "muito constrangedor" a situação vivida pelos utentes da ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa, que viram a Soflusa suprimir várias carreiras durante as horas de ponta.
"Não tenham a mais pequena dúvida, que se não estivéssemos a fazer este esforço grande de investimento de dez milhões de euros na recuperação da frota dos navios da Transtejo e da Soflusa, os problemas seriam muitíssimo mais graves num tempo mais próximo", frisou o governante.
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Almada dedica dia à Interpretação Ambiental

Uma viagem pela natureza submersa da frente atlântica de Almada


No dia 14 de Outubro, entre as 10 e as 17 horas, venha até à Costa de Caparica conhecer o Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental e participe nas várias atividades disponíveis, com destaque para a visita à exposição Almada Atlântica: Um Mergulho no Oceano. A entrada é livre.

Mostra está parente na Costa de Caparica até Março de 2018 


Neste dia poderá visitar este equipamento municipal dedicado à educação ambiental, onde está patente a exposição multimédia "Almada Atlântica: um mergulho no oceano", uma viagem pela natureza submersa da frente atlântica de Almada, enriquecida com fotografias recolhidas na região por fotógrafos de natureza prestigiados, jogos interativos e esculturas feitas a partir de lixo marinho, assinadas pelo artista Xandi Kreuzeder, do projeto Skeleton Sea. Além de guiar os visitantes pela natureza submersa da frente atlântica de Almada, a iniciativa lança também o apelo à conservação dos habitats e espécies que se escondem do olhar humano ao longo da costa.
A exposição, integrada na Estratégia Local de Educação para a Sustentabilidade, pode ser visitada até Março de 2018, sendo que ao longo desse período serão dinamizados encontros e atividades educativas sobre a temática dos oceanos. A iniciativa conta com o apoio de entidades como a National Geographic Portugal e o Aquário Vasco da Gama, entre outros.
"Será também possível participar nas sessões de Aquário Virtual, uma plataforma interativa que recorre às novas tecnologias para dar a conhecer, de forma lúdica e interativa, a biodiversidade da costa atlântica do concelho", refere a Câmara de Almada.

Conversas sobre o Oceanos

A partir das 15 horas poderá participar nas Conversas sobre o Oceano: Uma solução para “desastres” ambientais, com a Brigada do Mar, a primeira de uma série de tertúlias em que associações e entidades que trabalham o tema dos oceanos partilham com o público os seus conhecimentos nesta área.

Horário 

10h-17h – Visitas livres à Exposição «Almada Atlântica: um mergulho no oceano»
10h-17h – Sessões de Aquário Virtual
15h-17h – Conversas sobre o Oceano, com a Brigada do Mar

Agência de Notícias com Câmara de Almada 
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Mercado põe Setúbal a dançar no Sábado

Auditório José Afonso recebe dia dedicado à dança 

O Auditório José Afonso acolhe no dia 14 de Outubro, das 11 às 19 horas, o Setúbal Dance Market, evento que inclui um mercado de produtos de dança, aulas abertas e demonstrações. O evento, com entrada e participação gratuita, organizado pela Câmara de Setúbal em conjunto com o movimento associativo do concelho, pretende "dar a conhecer o trabalho desenvolvido pelas várias escolas de dança locais", explica a autarquia sadina. Ao longo do dia, professores e alunos das escolas de dança fazem demonstrações de vários estilos e modalidades de dança e convidam todos os participantes a experimentar.
Mercado da Dança chega sábado a Setúbal 

Através de um programa de animação cultural, o Setúbal Dance Market destina-se ainda a estimular a população a frequentar aulas de dança como fator de promoção da prática de atividade física regular e aumento do bem-estar.
Ao longo do dia, professores e alunos das escolas de dança fazem demonstrações de vários estilos e modalidades de dança e convidam todos os participantes a experimentar.
O programa começa às 11 da manhã com uma aula aberta de salsa, promovida pela Escola de Dança Enclave – Cultura em Movimento, e, uma hora depois, a Setubailas convida a uma aula de bachata.
Da parte da tarde, às 15 horas, o Grupo Musical e Desportivo União e Progresso proporciona uma atuação de UP12 CREW e uma aula aberta de hip hop.
A dança desportiva está em destaque a partir das 16 horas com uma apresentação partilhada por Pandora’s e Bâmbis, Natacha Joaquim e Gasa.
Dez minutos depois, a Setubailas dinamiza uma aula aberta de quizomba e, às 17h10, é a vez de o Ginásio Costa Azul promover uma apresentação de step.
A programação da tarde prossegue às 17h15 com uma nova apresentação do grupo UP12 CREW e, cinco minutos depois, há aula aberta de bachata conduzida pela Escola de Dança Enclave – Cultura em Movimento.
Uma apresentação de danças sevilhanas, pela Academia da União Desportiva e Recreativa das Pontes, com início às 18h20, encerra o Setúbal Dance Market.
Em paralelo, decorre uma feira de venda de material alusivo à dança e ao desporto, com as marcas Rumbanita, Reciff e Move Wear.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Homem morre no parque de antenas em Almada

Acidente de trabalho em base da Marinha faz um morto e um ferido grave

Um homem morreu e outro ficou ferido em estado grave, esta quinta-feira, no parque de antenas da Marinha, na fronteira dos concelhos de Almada e Sesimbra, após a queda de uma grua. As vítimas são trabalhadores de uma empresa contratada pela Marinha para realizar a manutenção das antenas. A grua telescópica onde os homens estavam a trabalhar terá caído sobre uma das antenas, provocando a queda das vítimas. No local estiveram os bombeiros, o INEM e a Polícia Judiciária Militar, que por se tratar de instalações da Marinha é quem irá investigar o acidente. O ferido, em estado grave, foi levado para o Hospital Garcia de Orta, em Almada. 
Ferido foi transportado para o hospital de Almada 

Um trabalhador morreu e outro sofreu ferimentos graves num acidente de trabalho esta quinta-feira de manhã numa base da Marinha Portuguesa situada na zona limítrofe dos concelhos de Sesimbra e Almada, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.
Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, o acidente ocorreu pouco antes das 11h30, quando os dois civis procediam à reparação de uma antena de comunicações naquela base militar da Marinha, que está também ao serviço da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
De acordo com o CDOS de Setúbal, o terreno cedeu às sapatas da grua, que acabou por tombar danificando os cabos de suporte da torre da antena e a queda dos dois trabalhadores, um dos quais teve morte imediata.
O outro trabalhador foi assistido no local por uma equipa de emergência médica e transportado, em estado grave, para o Hospital Garcia de Orta, em Almada.
De acordo com os bombeiros, houve mais duas pessoas que ficaram muito transtornadas com o acidente e receberam assistência médica no local, mas que não foram afetadas em termos físicos.
O acidente está a ser investigado pelas autoridades militares, pela empresa e pela ACT, Autoridade para as Condições de Trabalho.

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300 mil euros por morte de militar em Quinta do Conde

Nuno Anes, da GNR, foi morto a tiro em Agosto de 2015

Nuno Anes, guarda da GNR, tinha 25 anos e estava na primeira patrulha a chegar à rua da Quinta do Conde onde Rogério Coelho acabara de assassinar a tiro um vizinho PSP e o filho deste, em Agosto de 2015. O militar tentava ajudar as vítimas quando foi morto à traição, com um tiro pelas costas, na nuca. O ex-construtor civil, de 77 anos, morreu na cadeia antes de ser condenado. Mas a sua família vai ter de indemnizar em 300 mil euros os pais de Nuno Anes, decidiu o Tribunal de Setúbal. Segundo escreve o Correio da Manhã, que ouviu fontes próximas do processo, falharam todas as tentativas de acordo - antes e durante o julgamento - entre os pais de Nuno Anes e os herdeiros do homicida (mulher e filha).
Crime ocorreu no Verão de 2015, em Quinta do Conde 


Os pais do militar exigiram inicialmente 500 mil euros, enquanto o outro lado propôs a entrega da moradia de onde foram efetuados os disparos que resultaram no triplo homicídio. O tribunal decidiu-se pela atribuição de 300 mil euros aos pais do militar, por danos patrimoniais e não patrimoniais. 
Valor que aumenta em juros conforme for sendo adiada a sua liquidação. A sentença não foi alvo de recurso e já transitou em julgado. 
A família de Nuno Anes, escreve ainda o Correio da Manhã, já deu entrada da ação de execução de bens. A família de Rogério Coelho é conhecida na Quinta do Conde - a neta do homicida é Liliana Antunes, concorrente da Casa dos Segredos 5 - e são-lhes conhecidas várias propriedades.
Segundo a família Anes defendeu em tribunal, além da moradia do crime, têm duas vivendas geminadas em Fernão Ferro, no Seixal, alguns terrenos - um deles na Quinta do Conde avaliado em mais de 100 mil euros e já com projeto aprovado para habitação e comércio - e carros.
Há um ano, a família do militar recebeu do Estado português 126 mil 250 euros. A compensação ao guarda Anes seguiu-se a um inquérito feito pela GNR. Após habilitação de herdeiros ordenada pelo comando geral daquela força de segurança, os pais do militar foram declarados seus herdeiros legítimos.

A história de um crime fútil 
Na origem do crime estiveram desavenças entre Rogério Coelho e o vizinho António José Pereira, um PSP de 52 anos, ex-segurança do governo. Fez-lhe uma espera e matou-o e ao filho deste, Diogo, 23 anos. Rogério Coelho, de acordo com os vizinhos, fez fortuna na construção civil. Dizia-se que era o único construtor da Quinta do Conde que trabalhava sem empréstimos bancários. Teria milhões em bancos e deu à filha uma moradia de luxo que está à venda por 650 mil euros.
Nuno Anes era solteiro. O pai, com o mesmo nome, é militar da GNR na reforma. O irmão, Rui, também é guarda da GNR. Era solteiro e quando foi morto, em Agosto de 2015, estava a estrear casa nova. Amigos e família pediram à Câmara de Sesimbra que lhe desse o nome de uma rua. Está por concretizar.

Agência de Notícias 
Fonte: Correio da Manhã 

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Escolas de Setúbal testam resposta a sismo na sexta-feira

Simulacro testa capacidade de resposta perante um cenário de catástrofe

A terra vai tremer, a fingir, a 13 de Outubro, Dia Internacional para a Redução de Catástrofes, num exercício de âmbito nacional de sensibilização para o risco sísmico que, em Setúbal, testa procedimentos e medidas de autoproteção da comunidade escolar. Todos as escolas do 1.º ciclo do ensino básico do concelho realizam, às 10h13, em simultâneo, e também às 15 horas, no caso de estabelecimentos com horário duplo, o simulacro que tem como objetivo medir a capacidade de resposta perante um cenário de catástrofe, com o envolvimento de alunos, docentes e pessoal não docente.

Simulacro decorre em todas as escolas do 1º ciclo do concelho 

O exercício de âmbito nacional, conduzido localmente pelo Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros de Setúbal, consiste no treino, com a duração de um minuto, de três medidas básicas de autoproteção – baixar, proteger e aguardar – e dos procedimentos de evacuação em caso de ocorrência de catástrofe.
Na EB n.º 12 das Amoreiras, o teatro de operações do simulacro, que é acompanhado pelo Executivo municipal e técnicos camarários, inclui uma intervenção por meios externos à escola, neste caso com o destacamento para o local de equipas de bombeiros.
Esta é a quinta edição da iniciativa “A Terra Treme”, organizada pela Autoridade Nacional de Proteção Civil em conjunto com a Direção-Geral de Educação, a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e a Liga dos Bombeiros Portugueses, que visa capacitar a população para saber como agir antes, durante e depois de um sismo.
“A Terra Treme” coincide com o Dia Internacional para a Redução de Catástrofes, efeméride instituída em 1989 pela Organização das Nações Unidas que, este ano, tem como tema central “Home Safe Home: Reducing Exposure, Reducing Displacement”.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Luís Miguel Franco despede-se da Câmara de Alcochete

"Foram 12 anos muito conturbados, muito complicados do ponto de vista financeiro"

A gestão autárquica do concelho de Alcochete, liderado por Luís Miguel Franco nos últimos 12 anos, esteve particularmente em destaque na última sessão da assembleia municipal. O presidente da assembleia municipal, Fernando Leiria, saudou o ainda executivo municipal “pela abertura que sempre demonstrou para com este órgão” e em especial o presidente da câmara. “Registo, para além da sua dedicação, a sua constante disponibilidade, a sua competência e o seu empenho pela causa pública, aliada ao facto de ser um comunicador nato” e ainda “a sua capacidade de trabalho, a sua determinada e competente liderança, homem com visão de futuro, com grande capacidade de decisão e execução”, disse o autarca. O novo executivo da Câmara de Alcochete, agora liderada pelo socialista Fernando Pinto, toma posse a 23 de Outubro, nos Paços do Concelho.  
Luís Miguel Franco liderou a Câmara de Alcochete 12 anos 

“Foram cerca de 70 assembleias municipais e cerca de 300 reuniões de câmara em 12 anos e foram sobretudo muitos dias dedicados a esta causa tão nobre que é dar o melhor de nós pelo serviço público, pelo poder local democrático e pela população que em nós confiou”, destacou o presidente da câmara municipal no início da sua intervenção.
Neste reconhecimento, o autarca agradeceu a colaboração do ex-presidente da assembleia municipal, Miguel Boieiro, lembrando o seu enorme caráter e elevada estatura ética, deixou “um agradecimento muito profundo” ao atual presidente da assembleia municipal e destacou “a aprendizagem” com os presidentes das juntas de freguesia e deputados municipais.
“Foram 12 anos muito conturbados, muito complicados do ponto de vista financeiro, dificuldades que contribuíram para que todos nós adquiríssemos novas competências”, lembrou o autarca.
“Contribui para algumas obras de grande significado para Alcochete e para que pelo menos parte do próximo mandato esteja também formatado com candidaturas a fundos comunitários que acho que são consensuais nos mais variados domínios de atuação da câmara municipal de Alcochete, mas as minhas mais grandiosas obras são o respeito e o afeto que a esmagadora maioria das pessoas me dedica e o único sentimento que me assalta e comove é o de saudade das pessoas”, sublinhou Luís Miguel Franco.
Os eleitos para os órgãos autárquicos do Concelho tomam posse durante a sessão pública que vai decorrer no dia 23 de Outubro, às 21 horas, na galeria do edifício dos Paços do Concelho. O novo executivo será liderado pelo socialista Fernando Pinto. O PS elegeu ainda Maria de Fátima Soares e Pedro Lavrado. A CDU, que perdeu as eleições, elegeu para o executivo, dois vereadores. José Luís Alfélua e Estevâo Boieiro. A coligação CDS-PP/PSD elegeu Vasco Pinto e Pedro Miguel Louro.

Agência de Notícias com Câmara de Alcochete 
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Novos órgãos sociais na SCUPA no Montijo

"Um ponto de viragem na dinâmica desta associação"

Em dia de comemoração da implantação da República, os novos corpos sociais da Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense, no Montijo conhecida por SCUPA, tomaram posse, numa cerimónia que decorreu na sede da instituição e que contou com a presença de dezenas de pessoas. A direção da SCUPA passa a ser presidida por Paulo Coelho, a Assembleia Geral por João Gouveia e o Conselho Fiscal por António Silva. O novo presidente da direção da associação mostrou a sua satisfação e orgulho, salientando que o compromisso “assumido por nós com o programa apresentado visa constituir um ponto de viragem na dinâmica desta associação. Somos uma equipa que acredita no associativismo cooperativo, com muitos elementos jovens e novas ideias para dar um novo rumo à SCUPA”.
Nova direção da SCUPA quer "mais dinâmica" na assiciação


Paulo Coelho saudou, ainda, os corpos sociais que cessaram mandato, “com a certeza que se empenharam no cumprimento das suas funções”, agradecendo a todos aqueles que apoiaram a lista que encabeçou e que saiu vitoriosa da Assembleia Extraordinária Eleitoral realizada a 23 de Setembro.
O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, marcou presença na cerimónia, onde relembrou a importância da SCUPA para a cultura local e para a perpetuação dos valores e das tradições montijenses intrinsecamente ligadas ao rio Tejo, desejando sucesso a todos os dirigentes nas suas novas funções.
Para além de Paulo Coelho, assumem funções na Direção da SCUPA os seguintes elementos: Maria Luís Sousa (tesoureira); Guida Casella (secretária); Diogo Capitão (vogal) e Mara Oliveira (vogal). A mesa da Assembleia Geral conta com João Gouveia (presidente), Paulo Brás (vice-presidente) e Amélia Susana Caria (secretária). No Conselho Fiscal estão António Silva (presidente), Ricardo Moreira (vogal) e Pedro Matos (vogal).
A SCUPA nasceu no dia 2 de Março de 1913. A associação funcionava como uma cooperativa de consumo. Os pescadores descontavam os seus rendimentos para benefício de todos, cada um pagava o que podia formando uma espécie de “mealheiro” dos pescadores com uma função social muito forte. As sucessivas crises do setor e o abandono da arte da pesca obrigaram a SCUPA a uma reconversão, virando a sua atuação para a preservação da memória, da cultura e da identidade da classe piscatória montijense.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 
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Falta de médicos preocupa Câmara de Santiago do Cacém

Autarquia quer reunir com Governo por falta de profissionais no hospital do Litoral Alentejano

A "falta de recursos humanos" no Hospital do Litoral Alentejano "coloca em risco" os cuidados "paliativos" e de "convalescença", alertou o presidente da Câmara de Santiago do Cacém, que quer reunir com o Governo. Álvaro Beijinha, solicitou uma reunião com o secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, para pedir que sejam tomadas "medidas efetivas e urgentes" para resolver a "falta de recursos humanos" no Hospital do Litoral Alentejano, integrado na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano.
 Santiago quer mais médicos no hospital  do Litoral Alentejano

Num comunicado enviado à agência Lusa, o autarca explicou que o pedido de reunião surgiu "na sequência da tomada de conhecimento da existência de graves problemas na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, em particular no Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, nomeadamente por falta de recursos humanos".
Segundo Álvaro Beijinha, a falta de recursos humanos "coloca inclusivamente em risco o funcionamento do serviço de paliativos e mesmo o encerramento do serviço de convalescença".
O autarca afirmou que a situação lhe foi "confirmada pelo presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano., Luís Matias", e quer agora que sejam tomadas "medidas efetivas e urgentes" para resolver a situação.
Já em novembro de 2016, Álvaro Beijinha tinha participado, integrado numa comitiva da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral, numa reunião com o secretário de Estado da Saúde em que manifestou "preocupação" em relação ao "serviço de urgência e tempo de espera dos utentes", causada "principalmente pela falta de médicos".
O presidente do município de Santiago do Cacém alegou ainda, no documento enviado à agência Lusa, que a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano. é "subfinanciada em relação a outras regiões do país", com o "segundo rácio mais baixo de financiamento por habitante" a nível nacional.
A agência Lusa contactou a administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano., que não prestou esclarecimentos sobre a situação até ao momento.

Agência de Notícias com Lusa
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Operadores turísticos europeus visitam Palmela

Operadores da Bélgica, da Holanda e do Luxemburgo vieram conhecer concelho

Um conjunto de dez operadores turísticos independentes da Travel Counsellors, provenientes de países como a Bélgica, a Holanda e Luxemburgo, visitaram Palmela, com paragem na Casa Mãe da Rota de Vinhos da Península de Setúbal para conhecerem um pouco mais sobre o que a região tem para oferecer. O município de Palmela tem vindo a consagrar-se, no seio da Área Metropolitana de Lisboa, como um destino turístico em franco crescimento. Estes números, diz o vereador do Turismo da autarquia, "validam a estratégia de desenvolvimento turístico em curso e estimulam o município e as entidades parceiras nas diversas áreas a fazer cada vez mais e melhor", sublinha Luís Miguel Calha. 
Palmela dá-se a conhecer à Europa 

A visita contemplou a apresentação da Rota e das adegas que a integram, bem como o programa de actividades enoturísticas organizadas ao longo do ano e o conjunto de empresas de alojamento, restauração e animação turística que aderiram, também, à Rota.
Os operadores turísticos tiveram oportunidade de provar os vinhos da região – com destaque para o Moscatel de Setúbal, que está a comemorar os 110 anos da sua Região Demarcada – e de degustar outros produtos locais, com destaque para o Queijo de Azeitão DOP.
A iniciativa integrou o plano de acção da Rota de Vinhos que, anualmente, acolhe várias iniciativas similares, no âmbito da promoção enoturística do território. A organização foi da responsabilidade da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, da qual a Rota de Vinhos da Península de Setúbal é associada desde 2016.

Turismo a crescer em Palmela 
Se 2016 já tinha sido um ano de forte procura face a 2015, o ano de 2017 mantém a trajetória de crescimento, com um aumento de 25 por cento de estrangeiros, só no 1.º semestre (dados da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, de acordo com amostra de 87 por cento da oferta turística do concelho).
O Top das principais nacionalidades estrangeiras que visitaram Palmela neste período conta com Suécia, Espanha, Holanda, Reino Unido e Dinamarca. O mercado nacional mantem-se estável com um número aproximado de 11500 dormidas de portugueses, nos primeiros seis meses do ano.
Estes indicadores são "o resultado de uma estratégia de desenvolvimento turístico que assenta na estruturação de produtos com qualidade, nomeadamente, nos eixos de enoturismo, turismo cultural e turismo desportivo e de natureza, no reforço dos elementos de identidade do território e numa dinâmica crescente de trabalho em parceria, com agentes locais, regionais, nacionais e internacionais", explica a Câmara de Palmela.
A campanha Palmela Conquista continua em ação, favorecendo a articulação e divulgação de uma oferta integrada, que combina "os nossos produtos locais de qualidade – os vinhos, o Queijo de Azeitão DOP, a fruta, o mel, a doçaria, a gastronomia – o património cultural de um território com vestígios de ocupação humana desde a pré-história, e a beleza natural de uma região que partilha a Arrábida (candidata a Reserva da Biosfera da Unesco) e o rio Sado", sublinha Luís Miguel Calha.
O enoturismo, o turismo cultural, desportivo e de natureza continuam, assim, a desenvolver-se, em expressão e qualidade da oferta.
Acresce um calendário de eventos recheado, onde se destacou, este ano, a realização do Festival Queijo, Pão e Vinho, (na Quinta do Anjo), da Mostra de Vinhos de Fernando Pó, (na Marateca), do Mercado Caramelo, (Pinhal Novo), das Festas Populares de Pinhal Novo, do Festival Internacional de Gigantes, (Pinhal Novo), do Palmela Wine Jazz, da Festa das Vindimas, do Ritual Almenara e da Feira Medieval, Festas em Honra de N.ª S.ª da Escudeira, em Palmela, ou as visitas ao Museu da Música Mecânica, em Pinhal Novo, entre outras atividades que marcam a agenda cultural e patrimonial do concelho de Palmela.
"História, natureza e gastronomia são alguns dos fatores de diferenciação do município de Palmela pelo que fica, desde já, um convite para aproveitar o verão e as férias e visitar Palmela", sublinha a autarquia.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 
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Universidade Sénior do Montijo começou ano letivo

Ano letivo arrancou com mais alunos e mais professores 

A Universidade Sénior do Montijo arancou, com uma grande dinâmica de disciplinas este ano, conta com 11 novos professores e 22 caloiros, perfazendo até agora um total de 160 alunos. A sala multiusos da Quinta do Saldanha acolheu, esta segunda-feira, a receção de alunos e professores da Universidade Sénior, que este ano conta com mais de 30 disciplinas à escolha nas mais diversas áreas.
Universidade Sénior inicia 11.º ano letivo

O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta e a vereadora Maria Clara Silva estiveram presentes na cerimónia que contou com um apontamento musical proporcionado pelo grupo de cordas dos jovens do kont’@rte e uma mostra de Mandalas, da autoria da aluna Luísa Tomás. A Florineve brindou todos os presentes com flores.
“A universidade sénior realiza um trabalho de inclusão na sociedade montijense, abraçando causas justas, nomeadamente a solidariedade entre gerações, envelhecimento ativo e a aprendizagem ao longo da vida”, referiu o presidente da Câmara  do Montijo.
Nuno Canta sublinhou que são “os professores e os alunos que fazem este projeto que tanto nos orgulha. Com o seu empenho têm feito com que este seja um espaço vivo, de cooperação e de fraternidade. Esta é chave para que este projeto cresça e se desenvolva cada vez mais”.

Outubro Mês Sénior no Forum Montijo
No Forum Montijo, até 17 de Outubro, terá lugar um leque de iniciativas, no âmbito do programa de atividades que celebra o Mês Sénior, dinamizado pela Câmara Municipal do Montijo, Projeto Junto de Si, Rede Social do Montijo e a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis. através dos projetos de envelhecimento ativo.
Na Praça dos Cinemas, até 17 de outubro, vai estar patente a Exposição de Artes, uma mostra de trabalhos realizados pelos alunos e alunas dos projetos. Nos dias 8, 14 e 15, das 14h30 às 16h30, a exposição vai ganhar vida convidando os visitantes do Forum a testarem a sua criatividade.
Terminando a atividade “Arte Viva” haverá lugar à atuação dos vários grupos musicais dos projetos, sempre às 17 horas, sendo que o Grupo Coral da Academia Sénior da Atalaia, Alto Estanqueiro e Jardia e as Ceifeiras da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Montijo serão os primeiros a atuar, no dia 8 de outubro, seguindo-se a Tuna da Universidade Sénior e o Grupo Coral dos Ateliers de Montijo (14 de Outubro). O Grupo Tempos e Contratempos da Universidade Sénior do Montijo e o Grupo Coral de Pegões atuam no dia 15 de Outubro.
"Estas e outras iniciativas têm como objetivo fomentar a partilha dos afetos, promover o contacto, o convívio e a partilha de saberes entre os seniores, bem como dar a conhecer, à comunidade em geral, as diferentes respostas e serviços existentes dirigidos aos mais idosos", refere a organização.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo 

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