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Setúbal vai receber a World Walking Day no domingo

Primeira cidade portuguesa a receber o World Walking Day

A primeira edição portuguesa do Dia da Caminhada acontece dia 2 de Outubro, com partida na Praça do Bocage. São 6,7 quilómetros de caminhada, logo pela manhã, na cidade de Setúbal, com partida na Praça do Bocage e chegada marcada para o Parque de Albarquel. A caminhada faz parte da iniciativa Setúbal 2016 Cidade Europeia do Desporto e no início do passeio será distribuído um flyer aos participantes, com o percurso e breves histórias dos locais de passagem — monumentos, estátuas, igrejas e outros locais de interesse cultural. Promovida pela Tafisa — The Association for International Sport for All, a caminhada setubalense é vista por João Alexandre, representante internacional da mesma, como “um marco histórico".
Setúbal recebe pela primeira vez o Dia da Caminhada 

O World Walking Day vai acontecer em Setúbal, já no próximo domingo,  Dia Mundial da Caminhada. São 6,7 quilómetros de caminhada, com início marcado para as 10 da manhã, com partida na Praça do Bocage e chegada marcada para o Parque Urbano de Albarquel (cerca de duas horas depois).
Esta iniciativa de carácter internacional é promovida pela Tafisa – The Association For International Sport for All [que conta com 162 países, num total de 76 mil associados] e está incluída no programa de Setúbal 2016. É organizada numa parceria entre Câmara de Setúbal, Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal, Corrida Noturna, Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão e Ídolos da Praça, com o apoio da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.
"Queremos dar assim o exemplo também para que nos próximos anos cada vez mais cidades se juntem a este evento que tem lugar a nível mundial”, referiu  João Alexandre durante a conferência de imprensa de apresentação do evento.
Pedro Pina, vereador do desporto da Câmara de Setúbal, destacou as iniciativas de Setúbal Cidade do Desporto, “cujo balanço até agora tem sido muitíssimo positivo, e já temos a confirmação de iniciativas que voltarão a ser realizadas na nossa cidade. No entanto, o principio deste evento é também levar as pessoas a participarem mais nas actividades físicas, e se por um lado temos uma componente do Desporto de Competição, por outro é importante levar todos a participar, e que compreendam que não precisam de estar inscritas num clube ou ginásio para praticar actividade física, porque Setúbal é um enorme equipamento desportivo”.
A atividade visa "estimular as cidades, as comunidades e os cidadãos a serem mais ativos, integrando a atividade física na sua vida quotidiana e usufruírem dos benefícios que o desporto proporciona", diz a organização. Visa ainda "mostrar que a utilização dos espaços públicos – parques, praças, avenidas e ruas –, constituem um ótimo recurso ao alcance de todos para a prática desportiva", sublinha a Tafisa.
No início da caminhada, que passará por cerca de 50 pontos de interesse histórico e cultural no centro de Setúbal, será distribuído um flyer aos participantes, com o percurso e breves histórias dos locais de passagem — monumentos, estátuas, igrejas e outros locais de interesse cultural. Não é necessário fazer inscrição. Basta aparecer na Praça do Bocage, no dia 2.

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Sesimbra divulga a maçã camoesa este fim de semana

Dar a conhecer esta espécie, cultivada na zona do Cabo Espichel e Meco

A Maçã Camoesa ou Férrea da Azoia – Variedade Tradicional da Região de Sesimbra volta a estar no centro das atenções durante este fim de semana. A quarta edição da mostra dedicada a esta espécie decorre como é habitual, na Moagem de Sampaio, símbolo da ruralidade do concelho. "Há cerca de dez anos, o cultivo de Maçã Camoesa era praticamente inexistente. Havia um único produtor", sublinha José Polido, vereador do pelouro das Atividades Económicas da Câmara  de Sesimbra. Este cenário levou a autarquia a fazer um levantamento das variedades locais, na tentativa de acrescentar mais valor à agricultura". Atualmente, a produção anual ronda as 12 toneladas. Para divulgar esta variedade de Sesimbra junto ao público em geral e despertar o interesse de novos agricultores, contribuindo assim para aumentar a sua produção de modo tradicional, a Câmara de Sesimbra, em parceria com a Junta de Freguesia do Castelo convidam-no a vir, até domingo, provar (e descobrir a história) desta "doce" maçã que amadurece nas proximidades do Cabo Espichel e do Meco.
Mostra da Macã Camoesa decorre este fim de semana em Sesimbra

A 4.ª Mostra da Maçã Camoesa ou Férrea Azoia, Sesimbra, arrancou com a realização de um colóquio sobre valorização dos produtos locais, realizado na última segunda-feira, e prossegue esta sexta-feira, prolongando-se até domingo.
“À semelhança dos anos anteriores, a mostra conta com a presença de vários produtores desta maçã, doçaria à base deste fruto, pão, Queijo da Azoia, produtos confeccionados com Figo da Índia, hortofrutícolas, chás, compotas e artesanato”, revela a Câmara de Sesimbra. Dar a conhecer esta espécie, cultivada na zona do Cabo Espichel e Meco, junto do público em geral, e fomentar o contacto directo entre produtores e consumidores, é o objectivo da mostra.
Já esta sexta-feira, a partir das 10h30, na sala de formação do Mercado Municipal de Sesimbra, o certame decorre com a apresentação de um “show coocking”, orientado por Lucília Baioneta. Esta actividade pretende demonstrar que esta espécie de maçã – que se desenvolve com características muito particulares na zona do Cabo Espichel – pode ser confeccionada de várias formas e contribuir para uma alimentação mais saudável.
Os dias 1 e 2 de Outubro, sábado e domingo, estão reservados para uma mostra e venda de variedades de Maçã Camoesa, entre as 9h30 e as 14 horas, na Moagem de Sampaio.
Ainda nestes dois dias, no mesmo local, o programa é preenchido com a actividade “Maçãs Com Arte”, um conjunto de oficinas de construção, pintura e jogos de tabuleiro, dinamizadas pelo Serviço Educativo do Museu Municipal de Sesimbra, que pretendem destacar os benefícios deste fruto para a saúde.
A 4.ª Mostra de Maçã Camoesa ou Férrea Azoia é organizada pela Câmara Municipal de Sesimbra, em parceria com a Junta de Freguesia do Castelo e a Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo.

Colóquio sobre Maçã Camoesa foi muito participado
O reforço do cultivo de espécies autóctones, em especial, da Maçã Camoesa, foi o tema central de um colóquio sobre valorização de produtos locais, que reuniu mais de 50 participantes no Espaço Zambujal, no dia 26 de Setembro.
"Há cerca de dez anos, o cultivo de Maçã Camoesa era praticamente inexistente. Havia um único produtor". Lembrou José Polido, vereador do pelouro das Atividades Económicas da Câmara  de Sesimbra. Este cenário levou a autarquia a fazer um levantamento das variedades locais, na tentativa de acrescentar mais valor à agricultura". Neste momento, a realidade é completamente diferente. "Todos os anos surgem novos produtores, o que nos deixa muito otimistas em relação ao futuro", garante o autarca.
A aposta na promoção dos produtos locais foi destacada por Francisco Jesus, presidente da Junta de Freguesia do Castelo. "A Maçã Camoesa traz consigo um grande património, a identidade das nossas gentes, da nossa região, pelo que as iniciativas que se têm promovido neste âmbito são fundamentais para aumentar a sua produção".
Esta ideia foi partilhada por Manuel Meireles, delegado regional da Direção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, que destacou o trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal. "Quero deixar aqui a minha admiração por tudo o que tem sido feito ao nível da valorização dos produtos locais", referiu, tendo depois lançado o desafio aos produtores para se unirem e levarem a Maçã Camoesa a um universo maior de consumidores.
Durante o encontro, que terminou com um debate, foram apresentados incentivos à agricultura no âmbito do Portugal 2020.

A doce história da maçã 
A maçã camoesa é rica em ferro  
Produzida na região da Azoia, próximo do Cabo Espichel, na freguesia do Castelo, a Maçã Camoesa distingue-se pela mancha avermelhada na face de maior incidência do sol, sobre um fundo amarelo, e pela polpa ácida, de cor branca e consistência firme. Embora seja colhida em Setembro, é comum ficar a amadurecer durante algumas semanas, para ser consumida durante o inverno. Carateriza-se pela consistência da polpa, por ser rica em ferro, e pela acidez, que diminui o seu grau de maturação.
Para além desta particularidade, tem níveis de antioxidantes e polifenóis muito superiores aos das restantes, segundo um estudo realizado pelo professor Agostinho Carvalho, da Universidade Egas Moniz, do Monte da Caparica.
É por isso é recomendada a doentes anémicos e diabéticos. Para divulgar esta variedade de Sesimbra junto do público em geral e despertar o interesse de novos agricultores, contribuindo assim para aumentar a sua produção de modo tradicional, a Câmara de Sesimbra, em parceria com a Junta de Freguesia do Castelo e Direção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, realiza desde 2013, no primeiro fim de semana de Outubro, uma mostra dedicada à Maçã Camoesa.
Em 2012, a Câmara  de Sesimbra passou a deter o direito exclusivo da marca Maçã Camoesa ou Férrea Azoia – Variedade Tradicional da Região de Sesimbra, no âmbito de uma candidatura apresentada pela autarquia ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial.


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Mourisca com ação de limpeza este sábado

Voluntários limpam a Herdade da Mourisca 

A Herdade da Mourisca, um dos principais pontos de atração da Reserva Natural do Estuário do Sado, em Setúbal, é alvo de uma ação de limpeza no dia 1 de Outubro, entre as 9h30 e as 13 horas. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Setúbal e pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, com apoio do Agrupamento 1359 – Sado, do Corpo Nacional de Escutas, assinala os 36 anos da Reserva Natural do Estuário do Sado.
Voluntários vão limpar a herdade da Mourisca, em Setúbal 

A intervenção ambiental, com ponto de encontro às 9h15, junto do armazém do Moinho de Maré da Mourisca, incide nos sapais e zonas envolventes, com o objetivo de recolher lixo acumulado no verão.
A participação, aberta a toda a população, sem necessidade de inscrição prévia, proporciona, além do contributo social para a limpeza do espaço, a oportunidade de conhecer as aves que habitam o estuário.
A Reserva Natural do Estuário do Sado, a par da proteção nacional, tem classificação internacional de Zona de Proteção Especial para Aves, sendo local de passagem e permanência de espécies migratórias.
A zona a intervencionar nesta ação de limpeza é considerada um centro de turismo de natureza, onde está presente o Moinho de Maré da Mourisca, recentemente requalificado.

A história do Moinho de Maré
Situado na Reserva Natural do Estuário do Sado, o Moinho de Maré da Mourisca, possivelmente original do século XVII, localiza-se na Herdade da Mourisca, próximo do Faralhão, numa zona de sapal e salinas, rodeado de terrenos antigamente usados para o cultivo de arroz.
O Moinho de Maré da Mourisca é um dos quatro moinhos de maré conhecidos no estuário do Sado. Trata-se de uma estrutura preparada para o funcionamento simultâneo de oito mós, que operaram até há algumas décadas.
Era originalmente constituído por uma sala de moagem, uma sala de armazenamento e uma casa de apoio ao moleiro. Em ruínas após anos de abandono, o moinho foi adquirido pelo  Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, atual  Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, que, em 1995, iniciou a sua reconstrução.
Em 2012, foi assinado um protocolo de co-gestão entre o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e a Câmara Municipal de Setúbal, ficando estas entidades responsáveis pela dinamização no Moinho de Maré e área envolvente.
Atualmente são promovidas várias atividades no Moinho de Maré da Mourisca e na área envolvente, reconhecida pela sua diversidade biológica.

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Santiago do Cacém isenta “derrama” a empresas

Empresas com faturação inferior a 150 mil euros sem derrama 

A isenção da “derrama”, um imposto municipal que incide sobre o lucro tributável das pessoas coletivas, vai contribuir, já a partir de 2017, para aliviar os gastos das pequenas empresas sediadas no município de Santiago do Cacém, cuja faturação anual não ultrapasse os 150 mil euros, sendo também mais uma medida de incentivo à economia local. A proposta apresentada pelo executivo municipal  foi aprovada, por maioria (com os votos a favor da CDU e do BE, e com as abstenções do PS e do PSD), na Assembleia Municipal deste mês. 
Câmara de Santiago do Cacém isenta empresas da derrama 


“Poder contribuir para ajudar as pequenas e médias empresas, fundamentalmente as pequenas”, é o grande objetivo desta medida, destaca Álvaro Beijinha, presidente da Câmara de Santiago do Cacém. Ao prescindir desta receita da derrama, a Câmara pretende implementar mais uma medida de “ajuda à economia local, que se insere numa política que tem vindo a ser seguida nos últimos anos, espelhada por um conjunto de investimentos que a Câmara tem feito ao longo dos anos em parques empresariais, em que, por exemplo, disponibiliza terrenos às empresas que se queiram fixar no Município a preços bastante reduzidos”, diz Álvaro Beijinha. 
Mas os apoios da Câmara de Santiago do Cacém às empresas não se ficam por aqui. “A outros níveis, através do Gabinete de Apoio ao Empresário, também temos um conjunto de apoios às empresas, que são aplicados há muitos anos. Quem tenha a intenção, por exemplo, de criar um parque empresarial, ou uma zona industrial de cariz privado, está isento de quaisquer taxas urbanísticas, algo que também acontece com investimentos que possam ser reconhecidos como sendo de interesse municipal”, realça o autarca.
Numa altura em que as empresas vivem momentos muito difíceis, em particular as mais pequenas, a isenção da derrama “é mais uma medida que irá tentar contrariar essa tendência, que infelizmente tem acontecido nos últimos anos”. Álvaro Beijinha reforça que este é “mais um sinal que a Câmara está a dar para ajudar a economia local e as empresas locais”.

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Setúbal e Barreiro dão as boas-vindas a caloiros do IPS

Autarcas receberam novos alunos universitários da região 

Perto de mil alunos, entre caloiros e veteranos, do IPS – Instituto Politécnico de Setúbal foram recebidos na manhã de quinta-feira pela Câmara de Setúbal, defronte dos Paços do Concelho. O som de um altifalante confirmou a chegada dos caloiros, pintados e decorados a rigor, com perucas, plumas e enfeites diversos. Baldes de plástico enfiados na cabeça e garrafas de água ajudaram a proteger do calor. “O percurso foi iniciado no IPS e tem como ponto de paragem a Baixa”, explicou Bruno Fragueiro, da Associação Académica do IPS, instituto que integra escolas superiores de Tecnologia, Educação, Saúde e Ciências Empresariais.

Caloiros do IPS foram recebidos ontem na Câmara de Setúbal 

O vereador Carlos Rabaçal deu, em nome da Câmara Municipal de Setúbal, as boas-vindas aos estudantes que iniciam agora um novo ano letivo.“Setúbal oferece a todos cultura, desporto, ambiente e proporciona uma vida alegre, com prazer”.
O autarca, que salientou a recetividade do município em apoiar as diversas iniciativas dos estudantes, fez votos de que, concluída a formação académica,“a cidade também ganhe, com o desenvolvimento de atividades económicas, ambientais, culturais e a criação de novas empresas”.
Depois da receção, a Semana de Acolhimento IPS, uma organização da Associação Académica com o apoio do Instituto Politécnico de Setúbal, prosseguiu no Parque do Bonfim, recentemente requalificado, para um almoço-convívio.
Durante a tarde deu-se o batismo do caloiro, no Parque Urbano de Albarquel. À noite, foi  promovido um arraial, no campus do IPS, com a participação de tunas.
A Semana de Acolhimento IPS 2016, a decorrer desde o dia 26 com o objetivo de promover diversão, convívio e integração dos estudantes, termina esta sexta-feira, com jogos e atividades diversas, no Parque Catarina Eufémia, no Barreiro.

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David Neeleman sugere novo aeroporto no Montijo

Única solução para fazer face ao estrangulamento do aeroporto 

O empresário David Neeleman, um dos donos da TAP, disse ontem que é necessário um aumento do aeroporto de Lisboa, sugerindo a utilização do Montijo, e defendeu que este processo tem de avançar rapidamente porque a TAP não pode esperar mais. "Nós precisamos de mais pistas, mais terminais. Nós temos um aeroporto do lado de lá [do Tejo, a base do Montijo] que tem de ser aberto, porque sem isso não vamos poder crescer ", afirmou o empresário, do consórcio Atlantic Gateway, o acionista privado da TAP. O Governo já disse que está a estudar essa hipótese e avança com um prazo de três anos.   
Líder da TAP quer aeroporto no Montijo 

"Até ao ano que vem temos muitas coisas que queremos fazer, que podíamos fazer, mas não vamos poder fazer", afirmou o responsável, que já à margem defendeu aos jornalistas explicitamente a solução Portela + 1, referindo que no Montijo poderiam ficar companhias low cost, como Easyjet e Ryanair, enquanto a TAP (incluindo TAP Express) ficaria com o usufruto do terminal 2 do aeroporto da Portela.
Neeleman defendeu ainda que assim todas as companhias ganhariam espaço para fazer crescer as suas operações, sobretudo nos horários de pico.
Na conferência, Neeleman afirmou também que desde que a ANA - Aeroportos de Portugal foi privatizada que os custos para a TAP já subiram 20 por cento, mas que ainda não houve investimentos grandes no aeroporto e que é tempo de começarem a fazer.
O empresário disse aos jornalistas que três anos, o tempo que se fala para aumentar o aeroporto, é demasiado para a companhia aérea de que é acionista.
"Nós não temos três anos", concluiu.

Lisboa ultrapassou a barreira dos 20 milhões de passageiros em 2015
O Governo incluiu na proposta das grandes opções do plano para 2017 a decisão sobre o futuro do aeroporto de Lisboa, que pode passar pela sua expansão ou pela existência de uma infraestrutura complementar.
No documento, a que a Lusa teve acesso a semana passada, é referido que "o Governo iniciou, em 2016, os estudos de avaliação da capacidade futura do Aeroporto Humberto Delgado, de modo a que, durante o ano de 2017, sejam tomadas as decisões necessárias sobre esta matéria".
O aeroporto de Lisboa ultrapassou a barreira dos 20 milhões de passageiros em 2015, uma subida de 10,7 por cento face ao ano anterior, segundo dados divulgados pela ANA - Aeroportos de Portugal, em Janeiro.
Na altura, o ministro do Equipamento e Infraestruturas, Pedro Marques, realçou que este número de passageiros coloca novos desafios, acrescentando que uma equipa estava a estudar todos os pormenores relativos à opção do Montijo como solução para responder ao aumento da procura de passageiros.
O presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, também já tinha afirmado publicamente que considera que a Base Aérea do Montijo é a "única solução possível" para fazer face ao estrangulamento do aeroporto de Lisboa.




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Bruno Chainho homenageado na Aldeia de Santo André

Bruno, militar morto em serviço em Pinhal Novo, dá nome a rua em Santo André 

Rua Bruno Chainho dá acesso à escola que o militar frequentou em criança. Homenagem prestada no dia em que completaria 34 anos. O militar que morreu ao serviço da GNR em Novembro de 2013, em Pinhal Novo, vai dar nome a uma rua da sua terra natal, a Aldeia de Santo André, em Santiago do Cacém. "Exemplo de coragem e bravura”, assim é recordado pela população local, de quem partiu a iniciativa de eternizar o nome de Bruno Chainho. Para os pais, trata-se de um reconhecimento merecido, mas “triste. Nada ajuda porque não traz o nosso filho de volta, mas sinto orgulho porque é o reconhecimento do que o Bruno foi e fez”, reagiu a mãe, Alcinda Chainho. Bruno tinha 30 anos quando foi morto a tiro por um imigrante moldavo, de 58 anos, que sequestrou e manteve como reféns os donos de um restaurante no Pinhal Novo. A intervenção do militar permitiu a saída da mulher e da filha do proprietário do estabelecimento O Refúgio, mas acabou por ser fatal para o guarda. 
Militar morto em serviço dá nome a rua junto à escola onde estudou 

No dia em que completaria 34 anos, as qualidades de Bruno Chainho foram recordadas na sua terra natal, numa cerimónia que juntou, além das entidades oficiais, representantes do corpo de fuzileiros, antigos camaradas, amigos e muitos populares que quiseram acompanhar o momento.
“Esta homenagem é mais do que justa. Que fique aqui gravado, na memória de todos nós, este exemplo de altruísmo, bravura, coragem e amor ao próximo”, sublinha Álvaro Beijinha, presidente da Câmara de Santiago do Cacém. “Este é um exemplo para todos nós. Nas nossas vidas, andamos sempre muito atarefados com os nossos problemas e, às vezes, damos valor a coisas que não têm importância nenhuma. Aquilo que é mais importante é a vida, o amor e podermos estar próximos de quem gostamos. Infelizmente, o Bruno Chainho já não pode estar cá para podermos continuar a ter essa proximidade, mas seguramente que continuará sempre no coração de todos nós”, sublinhou o autarca.
“O Bruno deixa-nos orgulhosos”, frisa Jaime Cáceres, presidente da Junta de Freguesia de Santo André, referindo-se “a todos aqueles que pertencem a esta freguesia, por termos gente com esta coragem”. O autarca destacou a necessidade de haver “esperança no futuro” e lembrou que “esta é também uma homenagem àqueles que, todos os dias, pondo em risco a sua própria vida, lutam pela defesa das populações e pela causa pública”.
O major-general Pires da Silva, adjunto do comando operacional da GNR, enalteceu “o merecido reconhecimento pela Câmara de Santiago do Cacém e pela Junta de Freguesia de Santo André dos notáveis serviços prestados pelo nosso cabo Bruno Chainho, primeiro como militar do corpo de fuzileiros, depois como militar da GNR e sobretudo à nação portuguesa”.

“Ele encarava a morte com naturalidade”
Homenagem foi feita no dia em que completava 34 anos 
Madalena Bravo, representante da família de Bruno Chainho – acompanhada pelos pais do homenageado – deixou palavras emotivas na cerimónia. “Quando nos unimos pelo mesmo fim, conseguimos tudo. Na verdade, não existem impossíveis para corações cheios de vontade. Pelo Bruno, mas também pela Dona Alcinda e pelo Senhor Sérgio, estamos todos aqui para deixarmos um bocadinho do nosso amor. Hoje, Bruno, estamos aqui por ti e para ti. Que sejas sempre feliz nesta tua viagem”.
“O Bruno acreditava plenamente na vida para além da morte. Antes de partir preparou tudo, parece que pressentiu. Arrumou no quarto os documentos mais importantes e disse-me que estariam ali caso lhe acontecesse alguma coisa”, recordou Alcinda Chainho, que, desde então, tem tentado cumprir todos os desejos do filho. “Ele encarava a morte com naturalidade”, realçou a mãe. Após o seu falecimento, Bruno Chainho foi promovido a Cabo e, entre outros louvores da GNR e do Governo, recebeu a Medalha de Ouro de Serviços Distintos pelo Presidente da República e a Medalha de Mérito da Freguesia de Santo André.

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‘Os Verdes’ querem médico no Passil, em Alcochete

Localidade do concelho de Alcochete sem médico há um ano 

A extensão de saúde do Passil, em Alcochete, está sem médico há um ano, situação que levou “Os Verdes” a questionarem a tutela sobre o prazo previsto para “a colocação de médico de família” naquela unidade de saúde. Depois do falecimento da médica que assegurava o serviço, os utentes da zona do Passil têm sido obrigados a deslocar-se cerca de 9 Km, em Alcochete, para serem consultados. "Os Verdes" questionam ainda a tutela sobre o prazo previsto para “a colocação de médico de família” na referida extensão de saúde.

Heloísa Apolónia quer  solução para falta de médico no Passil 

No documento entregue na Assembleia da República, o partido ecologista quer saber se o Ministério da Saúde considera “possível manter as condições existentes na extensão de saúde do Passil, no que se refere à ausência de consultas, devido à inexistência de médico, mantendo a população privada de acesso aos cuidados de saúde primários”, por um lado, e, por outro, questionam quais as medidas tomadas pela administração central “desde o final do ano passado” para procurar resolver a situação.
Além disso, no mesmo documento, "os Verdes" questionam ainda a tutela sobre o prazo previsto para “a colocação de médico de família” na referida extensão de saúde.
O pedido de esclarecimentos foi entregue pela deputada Heloísa Apolónia, considerando a actual situação “inaceitável”, já que a ausência de médico obriga os utentes a recorrerem à Unidade de Saúde de Cuidados Personalizados de Alcochete, que “dista 9 Km” da zona do Passil, sendo que a população que não consegue deslocar-se à sede do concelho fica privada de “assistência médica”.
“A localidade do Passil é um pequeno povoamento rural, constituído fundamentalmente por população idosa de baixos recursos, que vive essencialmente da sua parca pensão de reforma”, sublinha Heloísa Apolónia no documento, considerando “profundamente preocupante que, face a estas circunstâncias, na extensão de saúde do Passil, que pertence à Unidade de Saúde de Cuidados Personalizados de Alcochete do ACES Arco Ribeirinho, se tenha deixado de prestar consultas aos utentes, desde Setembro de 2015, devido ao falecimento da única médica”.
“Ora, decorreu um ano e a população continua privada de consultas. Os utentes que conseguem deslocam-se à Unidade de Saúde de Cuidados Personalizados de Alcochete, que dista cerca de 9 Km do Passil, os que não conseguem ficam sem assistência médica. Esta situação é inaceitável e é devida uma resposta urgente a esta população residente no Passil”, realça Heloísa Apolónia.

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Inauguração da Nossa Casinha em Setúbal

Moradores da Bela Vista com sitio para gerar novas dinâmicas 

Um espaço para o desenvolvimento de atividades destinadas essencialmente a crianças, jovens e idosos, num projeto que envolve moradores da Alameda das Palmeiras, Bela Vista, e Câmara de Setúbal, é inaugurado a 2 de Outubro. O projeto Nossa Casinha, desenvolvido no âmbito do programa municipal Nosso Bairro, Nossa Cidade, instalado num rés do chão com quatro divisões, cedido pela Câmara de Setúbal aos moradores da Alameda das Palmeiras, pretende "afirmar-se como um polo de concentração de diferentes valências culturais e sociais, gerador de novas dinâmicas para os residentes daquele bairro da zona da Bela Vista", diz a autarquia em comunicado. 
Moradores ganham "casinha" na Bela Vista 

O imóvel dispõe de uma cozinha para workshops e ateliers de culinária, bem como três salas que funcionam como espaço para apoio escolar e ocupação dos tempos livres das crianças e ateliers de artes plásticas e de costura.
As atividades a realizar com regularidade no equipamento, o qual contempla ainda "uma área de convívio para idosos, ações na área da saúde, espaço para reuniões de moradores e vacinação de canídeos, são da responsabilidade dos moradores", sublinha a autarquia sadina.
O imóvel foi alvo de obras de requalificação, executadas em conjunto pela autarquia e pelos moradores, que o dotaram de condições de conforto para os utilizadores que permitem a realização de uma variedade de iniciativas pedagógicas e lúdicas.
A inauguração da Nossa Casinha, localizada no n.º 33 da Alameda das Palmeiras, está marcada para 2 de Outubro, às 15h30, e conta com um programa de animação.
Apontamentos musicais por grupos tradicionais do bairro, testemunhos de moradores sobre as suas vivências na Alameda das Palmeiras e gastronomia, com pratos tradicionais relacionados com as diferentes culturas do bairro, são os principais ingredientes da festa, que conta com a presença de elementos do executivo municipal.

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Homem esfaqueado em discussão violenta na Moita

Agressões, assaltos, fuga e apreensão de droga em Alhos Vedros 

Um homem foi esta terça-feira esfaqueado em Alhos Vedros, concelho da Moita, na sequência de uma discussão violenta com outro indivíduo, disse fonte da GNR do Montijo. De acordo com a mesma fonte, o alerta para o incidente aconteceu por volta das 10h30 , tendo sido o agressor detido e a vítima encaminhada para o Hospital Garcia de Orta, em Almada. Não é ainda conhecido o estado em que a vítima terá ficado, nem os motivos que originaram tal desentendimento. "Por agora, as autoridades já só está a isolar a cenário do crime", revelou ainda a GNR, no rescaldo do incidente. Ainda durante o dia de ontem, a GNR anunciou a detenção de um homem, de 42 anos, em Alhos Vedros, por suspeita de tráfico de droga e ainda a apreensão de mais de três mil doses de haxixe e diversas armas.
Homem foi apanhado pela GNR perto de Alhos Vedros 

Um homem foi esfaqueado em Alhos Vedros, no concelho da Moita. A agressão aconteceu perto das 10h30 de ontem durante uma discussão violenta entre dois homens. O primeiro acabou por pegar numa faca de grandes dimensões e esfaquear o segundo no pescoço.
A vítima, com cerca de 40 anos, ficou ferida com gravidade e foi transportado para o Hospital do Barreiro e mais tarde para o Garcia de Orta, em Almada. 
O agressor fugiu do local a pé e, uns metros depois, roubou uma carrinha para conseguir escapar. Não conseguiu, no entanto, ir muito longe: tentou atravessar  a linha férrea que liga a Moita a Alhos Vedros e acabou por se despistar muito próximo do local onde tinha roubado o veículo. 
O assaltante voltou a tentar fugir a pé, mas foi capturado pela GNR, alertada para a tentativa de homicídio. O homem, com cerca de 30 anos, encontra-se, agora, detido nas instalações da GNR do Montijo. 
As autoridades estão a recolher vestígios do local do primeiro crime, que se encontra vedado ao público. Os motivos da agressão ainda não foram apurados.

GNR apreende mais de três mil doses de haxixe e diversas armas
A GNR do Montijo anunciou, também ontem, a detenção de um homem, de 42 anos, em Alhos Vedros, concelho da Moita, por suspeita de tráfico de droga e ainda a apreensão de mais de três mil doses de haxixe e diversas armas.
"No âmbito da investigação pelo crime de tráfico de estupefacientes, foram realizadas duas buscas, uma domiciliária e outra não domiciliária, onde foram apreendidas  três mil 248 doses de haxixe, 840,6 gramas de folhas de cannabis, 160 sementes de cannabis, duas plantas de cannabis e duas balanças de precisão", refere a GNR.
Os militares apreenderam ainda duas armas de fogo transformadas para o calibre 9mm, uma arma de fogo dissimulada sob a forma de uma caneta, duas reproduções de armas de fogo, duas espingardas de ar comprimido, uma carabina, 120 euros em dinheiro, dois mil projéteis de vários calibres, 180 munições, um computador e um telemóvel.
"O detido foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência", refere a GNR.
A operação contou com o apoio de militares do Posto Territorial da Moita e da Unidade de Intervenção da GNR.


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Sines promove educação ambiental a mil alunos

"Intervir directamente na construção de um ambiente mais sustentável" 

A Câmara de Sines está a promover um programa de educação ambiental para um total de mais de mil alunos do concelho. Vermicompostagem, hortas verticais e recolha selectiva de resíduos estão entre as actividades incluídas neste programa, que visa “despertar as consciências dos mais jovens para a importância da preservação do meio ambiente e poupança dos recursos”, conta a autarquia, em nota de Imprensa. Isto, através de diferentes actividades desenvolvidas ao longo do ano com os alunos do ensino pré-escolar ao segundo ciclo.
Sines vai ensinar educação ambiental a crianças do concelho 

Em colaboração com os docentes, técnicos da autarquia coordenam as actividades, que incluem a criação de hortas verticais, já no mês de Outubro, e, durante o ano lectivo, a vermicompostagem e a recolha selectiva de resíduos.
A visualização de um filme ambiental, uma visita à Ambilital (empresa que faz a recolha e separação dos resíduos recicláveis nos concelhos da costa alentejana), a iniciativa “Ecoescovinha” e ainda “Oceanos a Preservar” fazem também parte do programa a desenvolver durante o ano lectivo.
O programa prevê ainda "mais actividades dedicadas ao mar, à água, aos minerais e aos animais, bem como visitas ao Monte do Paio, onde está instalado o centro de interpretação da Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha, no concelho vizinho de Santiago do Cacém, ao Fluviário de Mora e à Zona Industrial e Logística de Sines", explica a Câmara de Sines.
Além de ter como principal público os alunos, segundo a autarquia, a iniciativa serve ainda para dotar os docentes e a restante comunidade educativa de “conhecimentos e ferramentas” para “intervir directamente na construção de uma sociedade e de um ambiente mais sustentáveis e perpetuar esses comportamentos nas gerações futuras”.

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Casa Ermelinda Freitas abençoada pelo Papa

“Gostamos de retribuir a sociedade aquilo, que ela nos tem dado”

A Casa Ermelinda Freitas, conhecida produtora de vinhos de Fernando Pó, concelho de Palmela, e a empresa Vinisol, receberam a bênção do Papa Francisco, na semana passada, no Vaticano. Leonor Freitas esteve na Praça de S. Pedro, na quarta-feira passada, e teve oportunidade de oferecer pessoalmente ao Papa algumas lembranças da adega Casa Ermelinda Freitas, com destaque para uma garrafa de vinho.
Leonor Freitas foi  recebida no Vaticano pelo Papa 

Segundo a adega de Fernando Pó, o convite para a deslocação ao Vaticano "foi o resultado do trabalho de várias gerações, e de todo o trabalho social levado a cabo por estas empresas nas respetivas regiões". A Casa Ermelinda Freitas tem vindo "a desenvolver um constante trabalho na área social com os seus projetos ‘A Vida de Um Vinho’ – em que a receita angariada é destinada totalmente para projectos de apoio a idosos, pela Cáritas Diocesana, e a crianças carenciadas da região de Setúbal, pela União Social Sol Crescente da Marateca – e a plantação de uma vinha, no Centro Jovem Tabor, em Setúbal, que serve para fornecer aos jovens oportunidades de melhorarem a sua relação com o mundo do trabalho em particular e a sociedade em geral", explica a Casa Ermelinda Freitas.
Para os responsáveis da adega, a atenção dedicada pelo Papa Francisco constitui “mais um reconhecimento, que serve para revalidar o trabalho levado a cabo pela Casa Ermelinda Freitas, na produção de vinhos de qualidade reconhecida, bem como a sua participação na responsabilidade social”.
Leonor Freitas estende o agradecimento que fez ao Papa a todas as pessoas. “Gostamos de retribuir a sociedade aquilo, que ela nos tem dado”, diz a conhecida empresária.


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TST investiu 345 mil euros para resolver incumprimentos

Problemas nas carreiras leva empresa a investir num plano de contingência


A empresa Transportes Sul do Tejo (TST) assumiu que registou problemas no período de verão para cumprir as carreiras previstas, mas assegurou que investiu 345 mil euros num plano de contingência e que "a situação está regularizada".  A TST registou recentemente "várias queixas devido ao incumprimento de serviços programados": "É um facto - nos últimos meses temos tido alguns atrasos em relação aos serviços programados para este período de verão", disse à agência Lusa António Corrêa de Sampaio, administrador da rodoviária, que opera sobretudo na península de Setúbal.
TST investiu 345 mil euros em plano de contingência

O responsável explicou que, atendendo à zona balnear que a TST serve, há um reforço de carreiras que obriga a um maior número de viaturas para cumprir os serviços programados.
"A nível externo, a margem sul neste período de verão tem um acréscimo significativo do volume de trânsito, o que perturba a possibilidade do cumprimento dos horários das carreiras, tal como algumas obras que ocorrem em certas zonas", referiu.
António Corrêa de Sampaio disse ainda que as elevadas temperaturas registadas também trouxeram problemas de aquecimento aos autocarros.
"Tivemos também um verão bastante quente, dos mais quentes das últimas décadas, o que influenciou também a operação dos nossos autocarros. Tivemos aquecimentos excessivos de alguns motores, que necessitaram de ser reparados. Este fator veio ajudar a um acréscimo da imobilização das viaturas", salientou.
Das quatro mil e 900 ligações que a TST realiza diariamente, 100 não foram concretizadas nos períodos mais complicados, o que representa cerca de dois por cento.
A empresa privada TST, que serve os concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal, com ligações também a Lisboa, avançou então com um plano de contingência.
"Este plano extraordinário, que registou um investimento de cerca de 345 mil euros, consistiu no aluguer de 15 viaturas a outras operadoras para ajudarem à nossa operação e suprirem a falta de viaturas na TST, bem como o recurso, de forma mais significativa que o normal, a reparações de autocarros em entidades externas", disse o administrador.
A empresa reforçou também o trabalho suplementar das equipas de oficina, para a manutenção e reparação de órgãos, tais como motores, radiadores ou correias de distribuição.
"Nesta altura podemos dizer que a situação se encontra regularizada", concluiu o administrador da rodoviária.


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Montijo promove turismo com atividades tradicionais

Promoção do mercado municipal e passeio pelo Tejo a 1 de Outubro 

A Câmara Municipal do Montijo vai celebrar o Dia Mundial do Turismo (27 de setembro) com uma programação que pretende promover e divulgar a oferta turística do concelho nas suas mais diversas vertentes. As comemorações vão iniciar esta terça-feira, com a oferta de gerberas no Posto de Turismo, assinalando-se assim o facto de a região ser a maior produtora de gerberas da península Ibérica. No dia 1 de Outubro, entre as 10 e as 13 horas, a vertente gastronómica do concelho estará em destaque no Mercado Municipal, com duas iniciativas: “O Mercado à Mesa” e o “Compro no Mercado”.
Câmara promove turismo com passeios no Tejo 


Com o Mercado à Mesa, diz a Câmara do Montijo em comunicado, "queremos testar o seu paladar com a degustação de produtos exclusivamente oriundos dos vendedores do Mercado Municipal, que serão confecionados por alunos do curso técnico de Restauração da Escola Profissional do Montijo, sob o olhar atento e as diretrizes do Chefe David Carvalho".
Já com a 3.ª edição do Compro no Mercado, a autarquia quer que conheça melhor os produtos habitualmentevendidos no Mercado Municipal e outros produtos de qualidade existentes no concelho, pois "estarão presentes diversos produtores que contribuirão, assim, para uma maior dinamização e atratividade de consumidores a este equipamento municipal", indica a autsrquia do Montijo.
Para finalizar as comemorações do Dia Mundial do Turismo, no dia 1 de Outubro, a partir das 14 horas, poderá fazer um Passeio no Tejo. Depois da forte adesão aos passeios de barco pelo Tejo realizados entre Maio e Julho, a Câmara Municipal do Montijo promove agora este passeio extra para que possa desfrutar da beleza do Estuário do Tejo, e, simultaneamente, fazer uma viagem pelas tradições e história do Montijo.

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Ministro prometeu obras na Escola de Corroios

Requalificação deve avançar ainda neste ano letivo 

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, garantiu  que o processo de requalificação da Escola Secundária João de Barros, em Corroios, Seixal, está desbloqueado, e mostrou-se convicto de que as obras deverão começar "durante este ano letivo". De acordo com o ministro, "neste momento estamos em condições de dizer que, a breve trecho, a obra se reiniciará para que esta escola possa ter o seu projeto pedagógico potenciado, alavancado, e para que, de certa forma, o desígnio principal da escola pública se possa cumprir nesta escola, como agora se cumpre, não obstante as condições infraestruturais desta escola", disse Tiago Brandão Rodrigues. 
Ministro prometeu  obras na Escola Secundária de Corroios

"Todo o processo está desbloqueado. Está em curso um concurso internacional", acrescentou Tiago Brandão Rodrigues durante uma visita àquele estabelecimento de ensino, convicto de que as obras deverão recomeçar durante o ano letivo em curso.
O ministro da Educação lembrou ainda que os trabalhos de requalificação começaram há seis anos, mas foram interrompidos pouco depois de terem tido início, devido a divergências com a empresa que fazia a obra.
Os professores e alunos esperam que a requalificação da Escola Secundária João de Barros seja prioritária para o ministro da Educação, como disse à Lusa Paula Duarte, professora de português naquele estabelecimento de ensino.
"A degradação começa pelo facto de estarmos há seis anos em contentores, por não termos condições nas salas de aula, nomeadamente condições acústicas e falta de material que poderíamos utilizar. As coisas não funcionam, estão a começar a degradar-se seriamente. Os professores ainda conseguem preparar os alunos, mas esperamos que o problema se torne prioritário e que haja celeridade em relação à requalificação desta escola", disse a professora.
"Também não temos ginásio - os alunos têm de sair da escola -, os laboratórios não estão bem equipados - parecem laboratórios do século passado -, e isso também desmotiva os alunos", concluiu Paula Duarte.

Seis anos de espera
A Escola Secundária João de Barros, localizada na freguesia de Corroios, integrou a terceira fase do programa de modernização da Parque Escolar.
O programa de requalificação da escola iniciou-se em Outubro de 2010 e previa-se que estivesse concluído em Abril de 2012.
Acontece que a Parque Escolar, ainda durante a primeira das quatro fases previstas para a obra, deixou assumir os seus compromissos e encargos, situação que conduziu à diminuição drástica do ritmo dos trabalhos, ainda no decorrer da primeira fase, sendo que, entretanto, uma das empresas que integrava o consórcio adjudicatário entrou em processo de insolvência, o que conduziu à paragem definitiva da obra. Ora, desta situação resultou que este é o sexto ano letivo em que a escola se encontra a funcionar em instalações desadequadas, com condições extremamente precárias, com as atividades letivas a desenvolverem-se em monoblocos, sem instalações desportivas para as aulas de educação física, com consequente degradação das condições de trabalho de toda a comunidade educativa e com claros reflexos negativos no processo de ensino e aprendizagem dos alunos.
De referir ainda que, além do aluguer dos monoblocos, é assumido um pagamento mensal de cerca de cinco mil euros a uma entidade privada, para garantir as aulas de educação física.


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Passeio náutico desceu o Sado no Domingo

Passeio no rio ligou Mourisca ao Parque Urbano de Albarquel 

Um passeio fluvial, ao largo da costa de Setúbal, juntou, no último domingo mais de seis dezenas de participantes numa atividade desportiva e turística entre o Moinho de Maré da Mourisca e o Parque Urbano de Albarquel. O ambiente descontraído e de convívio marcou mais uma edição da Descida do Rio Sado, atividade integrada no calendário de eventos de Setúbal Cidade Europeia do Desporto 2016, na qual marcaram presença perto de meia centena de embarcações, entre canoas e caiaques individuais.
Seis dezenas de pessoas desceram o rio Sado 

A meio da manhã, em plena Reserva Natural do Estuário do Sado, as embarcações fizeram-se à água para um passeio fluvial com cerca de 25 quilómetros, junto da costa setubalense, que aliou a atividade desportiva à vertente turística, com os participantes, entre os quais o vereador do Desporto na Câmara de Setúbal, Pedro Pina, a desfrutarem da paisagem.
“O dia esteve espetacular, com condições ideais para este tipo de passeios”, salientou Ernesto Lima, da organização da iniciativa, que ganha adeptos a cada edição. “Há cada vez mais procura. Muitos participam com as embarcações próprias e outros aproveitam as da organização. E houve lista de espera”, revelou o organizador.
Entre o Moinho de Maré da Mourisca e o Parque Urbano de Albarquel, o passeio dinamizado pela Câmara Municipal de Setúbal em parceria com o Clube de Canoagem de Setúbal, foi realizado ao longo de mais de quatro horas, sempre com guias e com três pontos de descanso para os participantes.
A Descida do Rio Sado, organizada com o apoio de diversas entidades e na qual participaram atletas federados e turistas náuticos, integrou o calendário de Setúbal Cidade Europeia do Desporto 2016, programa organizado pela Câmara Municipal e com eventos a decorrer até Dezembro.



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Montijo e Alcochete valorizam trabalho da Cercima

"É  preciso fazer-se muito mais nesta área no Distrito de Setúbal"

Teve lugar, no Cinema Teatro Joaquim d’Almeida,  no Montijo, o seminário comemorativo dos 40 anos da Cercima – Cooperativa de Educação e Reabilitação do Cidadão Inadaptado do Montijo e Alcochete intitulado “Sou feliz e então?”.  Nuno Canta, presidente da Câmara  do Montijo, manifestou “uma profunda admiração pelo trabalho desenvolvido pelos dirigentes, parceiros, professores, pais e alunos da Cooperativa de Educação e Reabilitação do Cidadão Inadaptado nos últimos 40 anos”. “A Cercoma é uma instituição que muito nos toca e honra, que dignifica a nossa cidade e os dois concelhos e que transporta valores muito caros a todos nós, aos montijenses e aos alcochetanos, como a solidariedade, a igualdade e a fraternidade”, disse o autarca. 

40 anos da Cercima comemorado com seminário 

A cerimónia contou, na sessão de abertura, com a presença de Ana Sofia Antunes, secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, do presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, do presidente da Câmara de Alcochete, Luís Miguel Franco, de Natividade Coelho, diretora do Centro Distrital da Segurança Social de Setúbal, e Julieta Sanchez, presidente da Direção da Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social e Cristina Dias, da Cercima.
Ana Sofia Antunes recordou que “desde Novembro de 2015, conseguimos criar mais de 700 vagas em Centros de Atividade Ocupacionais. Era uma resposta que estava de facto em grande carência e isto implicou um esforço orçamental adicional de cerca de 6 milhões de euros”, acrescentando que já este ano foi realizada “uma atualização no valor dos acordos”.
Num futuro próximo, a secretária de Estado deixou expresso o desejo de concretizar três medidas: a criação da prestação social de pessoas com deficiência, o projeto de criação de centros de apoio à vida independente e um programa de apoio à empregabilidade.
O presidente da Câmara do Montijo manifestou a sua “profunda admiração pelo trabalho desenvolvido pelos emergentes parceiros, professores, pais e alunos da Cercima nos últimos 40 anos.”
Nuno Canta sublinhou que a Câmara do Montijo” tem procurado contribuir para o reforço da coesão, apoiando ações e iniciativas que contribuem para alargar as respostas sociais na plena igualdade de direitos da pessoa humana”. Nesse sentido, disse o presidente “associámo-nos à Cercima na cedência do espaço para a construção de um lar, uma residência autónoma. Um grande desafio que a cooperativa tem pela frente”.

Vivemos numa sociedade “que é potenciadora da exclusão social”
Luís Miguel Franco destacou, na sua intervenção, os fenómenos de exclusão social. “É-se excluído porque se pertence a um lugar que tem uma conotação social menos adequada, por causa da cor da pele, por ser mulher ou imigrante ou refugiado”, disse o autarca de Alcochete, lembrando que vivemos numa sociedade “que é potenciadora da exclusão social”.
Luís Miguel Franco mostrou-se, no entanto, esperançado numa transformação da sociedade e falou da “utopia” como algo alcançável, dando como exemplo o percurso de Nelson Mandela e as suas palavras: “o progresso está ao nosso alcance e recai sobre nós o ónus de atingir as estrelas, com esforço, com muito trabalho e muita integridade”, concluiu o presidente da Câmara de Alcochete.
O seminário prolongou-se ao longo do dia com painéis e palestrantes de diversas áreas que debateram temas relacionados com a inclusão de pessoas com deficiência.
A existência de uma secretaria de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência foi um aspeto valorizado pela diretora do Centro Distrital da Segurança Social de Setúbal, Natividade Coelho, que defendeu que no distrito de Setúbal “é preciso fazer-se muito mais” nesta área.
“A Cercima é um bom exemplo desta expressão solidária que associamos ao crescimento das nossas Cercis e sinto um profundo e sentido orgulho por fazer parte deste grande projeto nacional”, referiu Julieta Sanches, presidente da direção da Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social, que felicitou “todos quantos contribuíram para que possamos festejar os 40 anos de uma organização que tanto e tão bem tem feito pelas pessoas com deficiência neste território”.
A presidente da direção da Cercima, Cristina Dias, recordou o nascimento da cooperativa em 1976 e falou do futuro. “Queremos sem dúvida continuar a manter este nosso caminho, afirmando cada vez mais, de forma distinta, pela qualidade dos nossos serviços e respostas, prosseguindo a nossa missão, sempre trabalhando com uma comunidade, mais inclusiva e mais tolerante”, afirmou a responsável.

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Fotografia: Daro Sulakauri

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