Dá um Gosto ao ADN

Autoeuropa contrata mais 400 pessoas do que previsto

T-Roc impulsiona produção em Palmela para mais de 800 veículos por dia


A Autoeuropa, em Palmela, vai contratar mais 400 trabalhadores no próximo ano para continuar a produzir o novo T-Roc. Este novo modelo já está à venda na Alemanha desde o início do mês e chega aos stands portugueses esta sexta-feira. Ao todo, a produção do novo T-Toc vai levar a fábrica de Palmela a criar 2500 novos postos de trabalho, elevando para 5800 o número de funcionários. A Autoeuropa já tinha recrutado 2120 funcionários desde o início deste ano, pelo que as 400 contratações que se avizinham vêm somar-se a essas, avança o Diário de Notícias. Os mais de cinco mil trabalhadores da Autoeuropa vão votar na próxima quarta-feira 29 de Novembro o novo acordo para o horário de trabalho da fábrica. Trabalho ao sábado mas com direito a pagamento extraordinário até Agosto de 2018 e só depois laboração contínua: são estas as regras estabelecidas pelos trabalhadores da Autoeuropa no pré-acordo com a administração.
Autoeuropa reforça trabalhadores para construir o T-Roc

Inicialmente a fábrica portuguesa da Volkswagen previu contratar 1500 novos trabalhadores, conforme avançou a fábrica de Palmela há um ano. Mas este número já foi ultrapassado: as contratações já atingiram os 2100 trabalhadores. E a Autoeuropa admite vir a contratar mais 400 trabalhadores se o pré-acordo laboral for aprovado no referendo que vai ter lugar na quarta-feira, 29 de Novembro.
O objectivo das contratações é produzir um total de 240 mil automóveis em 2018, um novo máximo nos mais de 20 anos de história da fábrica de Palmela. Com as 2.500 novas contratações, a fábrica vai passar a empregar um total de 5.800 trabalhadores.
O novo modelo da Autoeuropa começa a ser vendido em Portugal esta semana. O Volkswagen T-Roc vai chegar aos stands portugueses na sexta-feira, 24 de Novembro.
Os primeiros T-Roc fabricados na Autoeuropa já foram enviados para exportação. Em meados de Outubro seguiram 1800 unidades para a Alemanha, que foi o primeiro mercado mundial a vender o novo modelo da Volkswagen.

Trabalhadores da Autoeuropa garantem pré-acordo para 2018
Os mais de cinco mil  trabalhadores da Autoeuropa vão votar na próxima quarta-feira 29 de Novembro o novo acordo para o horário de trabalho da fábrica. Se o documento for aprovado, a fábrica de Palmela vai passar a funcionar todos os dias a partir de 20 de Agosto, depois das férias. Esta é a resposta da unidade portuguesa do grupo Volkswagen à elevada procura pelo veículo utilitário desportivo T-Roc. A garantia de dois dias de folga consecutivos para os operários é a principal novidade do pré-acordo anunciado na segunda-feira entre a comissão de trabalhadores (CT) e a administração e que será apresentado quinta-feira em plenário.
Os funcionários estarão na fábrica cinco dias na semana, sábados e domingos incluídos. Estes dias serão pagos como um dia de trabalho normal, detalhou o coordenador da CT, Fernando Gonçalves, em declarações ao Dinheiro Vivo. Inicialmente, o vencedor das eleições para a CT pretendia que estes dias fossem pagos como se fosse um dia de trabalho extraordinário. O novo acordo implica também que os operários trabalhem, no limite, três sábados por mês, ao contrário da versão chumbada no final de Julho e que levou à demissão da CT anterior. No documento anterior, só existiam dois dias de descanso consecutivos de três em três semanas.
A Autoeuropa congratulou-se com este pré-acordo, que “espera que defenda a empregabilidade da fábrica e consiga cumprir com o elevado volume de encomendas previstas para o ano”. A fábrica conta produzir 240 mil carros em 2018 e poderá contratar, no próximo ano, mais 400 pessoas do que estava previsto para responder ao aumento do volume de encomendas registado nos últimos meses. Também está previsto o reforço do investimento na área da pintura.
Até Agosto, a Autoeuropa vai montar 860 carros por dia de segunda a sexta-feira, um novo recorde de produção diário. A fábrica também tem funcionado em alguns sábados, que têm sido pagos como dia extraordinário de trabalho, indicou Fernando Gonçalves.
A fábrica de Palmela é a segunda maior exportadora portuguesa, contribuindo com cerca de um por cento do PIB português.
Para o próximo ano, prevê-se o fabrico de um total de 240 mil automóveis na Autoeuropa. Diariamente, saem 860 veículos da fábrica de Palmela, algo inédito em mais 20 anos de laboração.

Agência de Notícias
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Montijo registou 59 hectares de área ardida este ano

Menos fogos mas mais área ardida em 2017 

A Comissão Municipal de Proteção Civil do Montijo reuniu na quinta-feira, dia 23 de Novembro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. Da ordem de trabalhos destaque para a apresentação do balanço do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais. De acordo com os dados do  Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas no que concerne ao concelho do Montijo, o número de ocorrências florestais (superiores a 5 hectares) foi 12 e fogachos 28, num total de 40. A área ardida de povoamentos foi de 20.8 ha e de matos 38.2 ha, totalizando 59 hectares de área ardida. O número de ocorrências foi inferior ao ano anterior, no entanto a área ardida foi superior, devido aos incêndios ocorridos nas freguesias de Canha, Sarilhos Grandes e União de Freguesias de Pegões.
Proteção Civil do Montijo fez balanço da área ardida 

O Comandante da Associação dos Bombeiros Voluntários de Canha, Urbano Emídio, informou também que a sua corporação, para além das ocorrências na área prioritária de atuação, “esteve presente em 20 intervenções no distrito de Santarém e 16 no distrito de Évora, bem como, nos grupos de combate a incêndios florestais em Grândola e em Alcácer. Os Bombeiros de Canha integraram, ainda, o grupo de ataque ampliado do distrito de Setúbal, num total de 20 dias de intervenção nestas ocorrências”.
No que diz respeito aos Bombeiros do Montijo, o 2.º comandante, Luís Silva, informou que a sua corporação esteve presente em “106 ocorrências a nível nacional, com um número de 484 bombeiros, num empenhamento em horas de operacionais de 829 horas em território nacional”.
Recorde-se que são conselheiros da Comissão Municipal de Proteção Civil, a Câmara do Montijo, as Associações Humanitárias de Bombeiros de Montijo e de Canha, a Polícia de Segurança Pública, a Cruz Vermelha, o Destacamento Territorial da GNR de Palmela, Destacamento Territorial GNR de Montijo, a Capitania do Porto de Lisboa, a Administração Regional de Saúde de Lisboa/Aces Arco Ribeirinho, a Base Aérea n.º6, o Instituto de Segurança Social e as Juntas de Freguesia do concelho.
A limpeza de terrenos privados, públicos, assim como a preservação dos corredores verdes foram outros dos temas debatidos pelos conselheiros.

Agência de Notícias com Câmara do Montijo
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Seixal critica demora na construção do hospital

"Demora na construção do hospital é injusta para a população" 

O presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, afirmou que "não é justo para a população do concelho e da região que o processo de construção do Hospital no Seixal se mantenha cativo ano após ano". "Este equipamento tinha dez milhões de euros inscritos no Orçamento de Estado para 2017 e nem um cêntimo avançou", diz Joaquim Santos em comunicado divulgado pela autarquia, na sequência das declarações proferidas pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, sobre o hospital do Seixal.
Câmara do Seixal descontente com o atraso do novo hospital 

O ministro das Finanças, que falava na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, onde foi ouvido sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018), disse que, "até ao final do mês", vai "dar início à primeira fase formal do investimento no Hospital do Seixal", mas reconheceu que o impacto orçamental será "na sua esmagadora maioria" em 2019.
No comunicado divulgado pela Câmara do Seixal, o presidente do município salienta que "a necessidade da construção de um hospital no Seixal é por todos reconhecida" e recorda o acordo assinado em agosto de 2009, entre a Câmara Municipal e o Ministério da Saúde, para a construção do novo hospital, que deveria estar em funcionamento desde 2012.
"A autarquia irá contactar o senhor ministro da Saúde para perceber o que efetivamente se passa e, uma vez mais, continuar a reivindicar o cumprimento do protocolo estabelecido com o Ministério da Saúde que, no nosso entender, é vital para dar resposta às necessidades de saúde da população", refere Joaquim Santos.
O hospital do Seixal, com um investimento previsto de 60 milhões de euros, deverá ser construído em terreno do Estado, no Fogueteiro, na Amora.
A Câmara do Seixal deverá conceder a isenção do pagamento de taxas municipais e assegurar a construção de acessos e infraestruturas, num valor próximo dos dois milhões de euros.

Agência de Notícias com Lusa 
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Transportes Sul do Tejo aderem ao sistema Zapping

Zapping permite viajar com o mesmo título em outros operadores da Área Metropolitana de Lisboa

A empresa Transportes Sul do Tejo (TST) anunciou que vai aderir a partir de sexta-feira ao sistema Zapping, que permite viajar com o mesmo título em outros operadores da Área Metropolitana de Lisboa. "A TST vai disponibilizar o sistema Zapping, a partir do dia 24 de Novembro, nas suas carreiras. Este sistema vai fornecer uma maior mobilidade aos clientes, visto que irá permitir viajar com o mesmo título nas carreiras TST e noutros operadores da Área Metropolitana de Lisboa", refere a empresa em comunicado. A TST, empresa do Grupo Arriva, tem sede no Laranjeiro, Almada,  e desenvolve a sua atividade na Península de Setúbal.
Zapping já pode ser usado na TST

O sistema Zapping baseia-se no carregamento de unidades de viagem e apresenta as mesmas características do atual título pré-comprado da TST, com a diferença de poder ser utilizado noutros operadores da área metropolitana de Lisboa, aderentes ao sistema.
"O modo de carregamento, utilização e validação do Zapping na TST é semelhante ao atual pré-comprado, que deixará de ser vendido, mas que poderá continuar a ser utilizado pelos clientes", esclarece.
A venda do Zapping está disponível na rede dos TST e nas empresas da Área Metropolitana de Lisboa, que disponibilizam este serviço.
"O Zapping pode ser carregado em cartões Lisboa Viva ou Viva Viagem e, para ser validado, basta que os clientes confirmem no validador o módulo que pretendem utilizar e o sistema desconta do cartão as unidades de Zapping necessárias para efetuar o percurso", conclui.
A TST, empresa do Grupo Arriva, tem sede no Laranjeiro e desenvolve a sua atividade na Península de Setúbal.
Serve uma população de cerca de um milhão de habitantes numa área de 1.600 km2, abrangendo os concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal, incluindo ligações a Lisboa.
Com uma operação que envolve uma equipa de cerca de mil profissionais e 190 carreiras, a frota da empresa é composta por 500 viaturas que efetuam serviços de transporte de passageiros, através de carreiras urbanas, suburbanas e rápidas.

Agência de Notícias com Lusa 
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Comunidade portuária debate futuro do porto de Setúbal

“Setúbal tem excelentes condições para vir a ser o grande porto da área de Lisboa”

O futuro do porto de Setúbal é sorridente. Pelo menos, é essa a opinião de Carlos Vasconcelos, que garantiu, esta quarta-feira, numa conferência sobre a possibilidade dessa infraestrutura vir a constituir uma solução para a região lisboeta, que o porto “tem excelentes condições para ser o grande porto da área”. Segundo o administrador da Medway, Setúbal beneficia de um bom estuário e “não tem a pressão urbanística”, que diz estar a condenar a margem norte da capital. Consensual é também a necessidade de o desenvolvimento do porto de Setúbal ser feito em harmonia com a envolvente, incluindo a própria cidade. Maria das Dores Meira destacou que a Câmara de Setúbal está ciente da importância dessa parceria e fez um breve apanhado do trabalho realizado pela autarquia nos últimos anos, o qual, salientou, tem permitido a captação de investimentos para o concelho.
Potencialidades do porto de Setúbal discutidas esta quarta-feira  

“A lógica mais elementar é que nós temos aqui uma estrutura que é excelente e exige um menor investimento [em relação à possível construção de um porto no Barreiro]“, explicou Vasconcelos. O representante da Medway deixou claro que o próximo passo deverá ser, deste modo, pensar em soluções logísticas, nomeadamente no que diz respeito aos acessos ferroviários, que precisam de ser melhorados. Neste ponto, as boas notícias são que “Sines demonstrou que a distância não é um problema”.
No mesmo painel que o administrador, Antoine Velger confessou o mesmo entusiasmo. O presidente da Associação da Indústria da Península de Setúbal sublinhou que “a indústria se guia pela competitividade, não pelos limites administrativos”, logo os ventos são favoráveis ao porto desta cidade. “Hoje, [o porto de Setúbal] é claramente competitivo. É mais barato que Lisboa e em termos de acessos é mais direto”, realçou. Ainda assim, Velger notou que as melhorias na ferrovia são imperativas.
“Não podemos encarar Lisboa vs Setúbal”, ripostou, no mesmo evento, a ministra do Mar. “Nunca haverá uma estratégia baseada no confronto entre Lisboa e Setúbal. Não sob a minha gestão”, reforçou Ana Paula Vitorino, que explicou que o porto desta cidade tem de ser considerado como uma parte fundamental de um plano conjunto.
De acordo com a governante, Mário Lopes, professor no Instituto Superior Técnico, que enfatiza que “a gestão conjunta dos portos de Lisboa e Setúbal é uma opção racional que permite otimizar os recursos“. A mitigar o entusiasmo sentido nesta sessão, António Andrade, da Tersado, alertou, por fim, para que os investimentos não sejam muito antecipados ou ainda se aumenta o risco de ineficiência. “É preciso ter massa crítica”, assinalou, reforçando que o desenvolvimento da estrutura portuária deve acompanhar o aumento da procura.

Porto aponta ao turismo em Setúbal 

O encontro, que decorreu no Fórum Municipal Luísa Todi, organizado pela Comunidade Portuária de Setúbal, contou, na abertura, com as participações do presidente daquela associação, Porfírio Gomes, e das presidentes da Câmara Municipal, Maria das Dores Meira, e da APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sines, Lídia Sequeira.
“O porto de Setúbal tem a vantagem competitiva de se localizar junto do maior centro de consumo do país e um dos maiores da própria Península Ibérica, além de estar próximo de um importante centro industrial. Estas são características de uma riqueza ímpar”, frisou Lídia Sequeira.
Consensual é também a necessidade de o desenvolvimento do porto de Setúbal ser feito em harmonia com a envolvente, incluindo a própria cidade.
Maria das Dores Meira destacou que a Câmara de Setúbal está ciente da importância dessa parceria e fez um breve apanhado do trabalho realizado pela autarquia nos últimos anos, o qual, salientou, tem permitido a captação de investimentos para o concelho.
A regeneração urbana efetuada, de que resulta um aumento de projetos públicos e privados de reabilitação no centro histórico e na frente ribeirinha, foi uma das medidas apontadas.
A autarca destacou ainda o desenvolvimento do plano de pormenor da zona industrial da Mitrena, com benefícios na qualificação das infraestruturas, na potenciação da oferta de novos espaços empresariais e na melhoria da qualidade ambiental da área.
Para que o porto de Setúbal, atualmente em quarto lugar no ranking nacional, dê um salto qualitativo mais acentuado em termos de crescimento de volume de negócios, é também consensual entre os intervenientes a realização de apostas estratégicas noutras áreas de atuação.
“O porto de Setúbal tem capacidade de resposta em todos os segmentos de carga”, mais-valia assinalada por Porfírio Gomes, embora “a capacidade dos terminais esteja com uma baixa taxa de ocupação, tendo sido identificados os acessos ferroviários e outros atualmente existentes como limitativos do seu desenvolvimento”.
Maria das Dores Meira sublinhou que a, apesar de a gestão dos transportes públicos só transitar para os municípios em 2019, a Câmara de Setúbal já está “em vias de iniciar o Plano Operacional de Transportes e o caderno de encargos para a gestão do estacionamento na cidade”.
A autarca recordou, ainda sobre esta temática, que Setúbal tem uma candidatura aprovada para poder “começar em breve” a construir o interface intermodal da Praça do Brasil, com os modos ferroviário e rodoviário.
A presidente da Câmara alertou, em contrapartida, que há setores em que é essencial o trabalho em parceria com várias entidades, caso da atual desclassificação da EN10-4 no Plano Rodoviário Nacional, ainda por integrar na rede municipal, o que significa que nenhuma entidade assume, neste momento, a sua qualificação.
Realçou, igualmente, a importância do apoio da Comunidade Portuária junto da IP – Infraestruturas de Portugal para requalificação do nó das Fontainhas, que serve de entrada na cidade e também como ponto de acesso à zona industrial da Mitrena.
A presidente da Câmara Municipal deixou ainda uma mensagem dirigida ao ministro do Planeamento e das Infraestruturas, “para a necessária visão integrada entre as obras ferroviárias programadas para servir o porto de Setúbal e a coerente e adequada reformulação do viaduto e da passagem de nível existentes”.

Porto de Setúbal mais perto... de Madrid
Uma das obras ferroviárias em causa é a ligação Évora-Caia, que, salientou Lídia Sequeira, está em fase de conclusão e será uma conexão que, “em termos práticos, irá fazer do porto de Setúbal o porto nacional mais perto de Madrid”.
O setor do turismo foi também destacado como um eixo que deve ser considerado essencial para o crescimento do porto de Setúbal, assim como do próprio concelho.
“O lazer e o recreio têm um papel fundamental no desenvolvimento deste porto, pelas características únicas que o Estuário do Sado apresenta”, frisou a responsável da APSS, para quem o porto de Setúbal possui “uma capacidade de expansão que tem de ser explorada”.
A criação de uma marina pode ser uma das chaves que permitirão materializar todo o potencial do porto setubalense, ao retirar proveito da localização geográfica em relação às rotas marítimas internacionais praticadas, das qualidades endógenas, propícias a turismo de natureza, da Serra da Arrábida e do Estuário do Sado, e da própria cidade de Setúbal.
“A Câmara Municipal e a APSS estão a desenvolver o trabalho necessário para a abertura do respetivo concurso de concessão” da futura marina, revelou Maria das Dores Meira.
A autarca adiantou que, no âmbito da recente transferência da gestão das praias da Arrábida para a Câmara Municipal de Setúbal, estão a ser desenvolvidos os respetivos planos de qualificação, bem como um plano de mobilidade, acessibilidade e estacionamento.

Agência de Notícias 
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Bombeiros de Setúbal voltam a despir-se em iniciativa solidária

Heróis voltam a despir-se por uma boa causa 

Os Bombeiros Sapadores de Setúbal despiram a farda pela terceira vez para ilustrarem um calendário para 2018. Por detrás do projeto está uma causa solidária: o calendário vai custar cinco euros e todo o dinheiro amealhado será entregue à Associação Amigos dos Queimados, uma Instituição Particular de Solidariedade Social de alcance nacional e sediada em Coimbra que dá apoio a doentes queimados. Por enquanto, há cinco mil calendários à venda através da página de Facebook dos Bombeiros Sapadores de Setúbal, na Facestore ou diretamente na Companhia dos bombeiros, que está aberta das 10 até às 19 horas. 
Bombeiros despem-se em nome das causas solidárias 

Um grupo dos Bombeiros Sapadores de Setúbal voltou a despir a farda e os preconceitos por uma causa social e voltou a fazer um calendário solidário para ajudar diretamente as vítimas queimadas e alertar para a falta de uma unidade de queimados para crianças.
Sob o lema "Juntos ajudamos quem mais necessita", o calendário de 2018, que tem um custo de cinco euros, pode ser comprado diretamente na companhia ou na loja online e vai ajudar a Associação Amigos dos Queimados, uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de âmbito nacional, que dá apoio a doentes queimados.
Em declarações à TVI24, Tiago Belchior, um dos promotores da iniciativa dos Bombeiros Sapadores de Setúbal, afirmou que apesar de quererem ajudar esta causa, os bombeiros querem "alertar também para a falta de uma unidade de queimados pediátrica".
Neste momento não temos uma Unidade de Queimados para crianças e é importante alertar para essa falha", afirmou.
No Facebook, essa mesma causa é mencionada, alertando que é urgente reverter essa situação. Atualmente, Portugal tem cinco unidades de queimados, mas não tem uma unidade específica para crianças.
"O dinheiro angariado irá reverter directamente na ajuda a vítimas queimadas, sejam pelos últimos incêndios a nível nacional , bem como outros que sofrem este tipo de lesões graves, quer seja em acidentes de trabalho, domésticos, entre outros. Queremos também alertar para um facto incontornável, que é a inexistência de uma unidade pediátrica para crianças queimadas. Gostaríamos, com a ajuda de todos chamar a atenção dos órgãos competentes para que se reverta esta situação urgente. Ao adquirir o seu calendário estará a contribuir directamente para a intervenção na vida destas pessoas", pode ler-se no Facebook.
Naquela rede social são muitos os comentários de apoio à iniciativa e que se mostram interessados em adquirir um exemplar do mesmo.
Esta não é a primeira vez que os bombeiros de Setúbal se juntam numa iniciativa deste género. Quando a mesma surgiu, em 2013, Tiago Silva, o Mês de Agosto daquele ano, disse que a ideia "já estava pensada há alguns anos" e que não foi difícil reunir um grupo de sapadores capazes de se desinibir e posar para a objetiva.

Agência de Notícias 
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Vigília por mais médicos de família para Corroios

Comissão de utentes lembra que há 3800 utentes sem médico 

A Comissão de Utentes da Saúde do Concelho do Seixal realizou esta quarta-feira uma vigília junto ao Centro de Saúde de Corroios contra a “falta de médicos de família” e a “redução do atendimento a utentes sem médico”. No entanto, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo indicou que, na sequência de um concurso lançado este ano, foram contratados novos médicos. De acordo com informação da Comissão de Utentes, em causa está a saída de dois médicos de família do centro de saúde de Corroios que não foram repostos, “deixando a descoberto cerca de mais 3800 utentes, a juntar aos já existentes sem médico de família atribuído”.
Utentes reclamam mais médicos em Corroios 

A situação foi agravada com a decisão de redução do número de horas contratadas para o atendimento de utentes sem médico de família e situações de doença aguda, salientam os utentes, referindo que “o centro de saúde tinha atendimentos diários para estes utentes das oito às 19 horas horas, passando agora apenas para as terças-feiras”.
Os utentes realçam também que o lançamento do concurso público para a construção do novo centro de saúde, cuja conclusão se previa até finais de 2018, “já deveria ter sido lançado, atrasando assim a resolução dos problemas atualmente existentes”.
Em resposta à Agência Lusa, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo lembrou que este ano foi aberto um concurso para dotar de mais 154 médicos de família esta região, que já estão em funções desde Outubro.
Para o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal foram contratados 15 médicos, um dos valores mais elevados de toda a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
Devido à carência de médicos de família irá ser aberto no início do próximo ano um outro concurso, desconhecendo-se ainda quantas serão as vagas a abrir.
A mesma fonte explicou que neste género de concurso são identificadas as vagas existentes, a que se candidatam médicos de família de todo o país, que são colocados nas vagas da sua preferência consoante a sua classificação no concurso.
A ARS informou também que um dos médicos de família que estava em Corroios foi trabalhar para o ACES Arco Ribeirinho e um outro clínico está a trabalhar numa unidade de saúde familiar do ACES Almada-Seixal.
“No entanto, outros oito médicos do agrupamento reorganizaram as suas agendas para dar resposta aos utentes sem médico de família atribuído neste ACES. Ao longo de 2018 vai ser possível reforçar ainda mais os centros de saúde da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo à medida que os novos médicos terminem as suas especialidades, concretamente em Almada-Seixal, onde 21 médicos terminarão a sua formação em Medicina Geral e Familiar, sendo expectável que muitos deles fiquem a trabalhar neste ACES”, acrescenta a entidade.

Agência de Notícias com Lusa 
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Palmela distinguida pelo Observatório das Autarquias

Concelho reconhecido pelas práticas amigas das famílias

Palmela está entre os 61 municípios portugueses distinguidos este ano com a Bandeira Verde do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis pelas práticas amigas das famílias. A distinção visa premiar as autarquias mais familiarmente responsáveis que, através das suas políticas de apoio às famílias, munícipes e trabalhadores municipais, se destacam por mais e melhores práticas adotadas. A adesão ao Observatório constitui, por outro lado, um compromisso para a construção de comunidades sustentáveis e amigas das famílias.
Palmela volta a receber bandeira verde dos municípios 

Aderiram a este projeto 115 dos 308 municípios portugueses, tendo sido distinguidos dois (Palmela e Montijo) no distrito de Setúbal e nove no conjunto dos 18 que integram a Área Metropolitana de Lisboa.
"Palmela distingue-se pelas políticas de apoio à educação, nomeadamente, por ir além do definido legalmente na disponibilização de transportes escolares, na gratuitidade de refeições escolares às crianças cujo agregado familiar se situa no 1.º e 2.º escalão do abono de família, no apoio social e nas políticas integradoras das pessoas idosas - como é exemplo o projeto “Clique sem Idade”, o Cartão Municipal Idade Maior, os programas municipais de atividade física - e os descontos familiares na prática desportiva em equipamentos municipais, bem como no financiamento de pequenas obras de conservação e reabilitação.
No presente mandato, o Município manterá estas medidas e introduzirá novas ações que aprofundarão estas políticas de apoio às famílias", explica a Câmara de Palmela em comunicado.
A cerimónia de entrega das bandeiras verdes do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis decorrerá no dia 29 de Novembro, no Auditório da Fundação CEFA (Centro de Estudos e Formação Autárquica), em Coimbra.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela 

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Câmara de Setúbal apela à união vitoriana

Fernando Oliveira demite-se da direção do Vitória de Setúbal

Fernando Oliveira anunciou, esta terça-feira, numa declaração aos jornalistas, no Estádio do Bonfim, a demissão do cargo de presidente do Vitória de Setúbal. "Não nos deixam trabalhar", alegou o presidente demissionário. "Chegou a altura de dizer basta", sublinhou Fernando Oliveira, apontando o dedo a um "pequeno grupo de oposição organizada que não aceita o resultado das últimas eleições e tem um desejo desmedido pelo poder". Um dia antes, a necessidade de união da família vitoriana foi apontada, pelo vice-presidente da Câmara de Setúbal, Manuel Pisco, no jantar do 107.º aniversário do Vitória Futebol Clube, que decorreu no Pavilhão Antoine Velge. Na cerimónia de confraternização por mais um aniversário do clube sadino, o autarca incentivou à “capacidade de união de todos os vitorianos” e manifestou a posição da Câmara Municipal de Setúbal de “profundo respeito pela autonomia do clube”.
Fernando Oliveira vai abandonar presidência do Vitória 

Fernando Oliveira apresentou esta terça-feira a sua demissão do cargo de presidente do Vitória de Setúbal, interrompendo o mandato 2017-2020 que iniciou em 25 de Março último, após vencer as eleições para a direção do clube. Na origem da decisão está "o clima de guerrilha de uma oposição organizada que tem como objetivo derrubar uma direção democraticamente eleita", disse, em conferência de imprensa realizada no Estádio do Bonfim.
"Tomo a decisão de apresentar a minha demissão. Sim, demito-me, demite-se a minha direção. Creiam que é algo que me custa muito e que queria a todo o custo evitar, mas não posso, não consigo aceitar que um grupo de pessoas que não representam, de todo, o Vitória, continuem reiteradamente a denegrir o Vitória e esta direção", anunciou.
Fernando Oliveira acusou um "pequeno grupo" de estar na origem dos tempos conturbados que o clube vive como resultado do duplo chumbo do relatório e contas de 2015.
"Não nos deixam trabalhar. Chego mesmo a pensar, que não querem que trabalhemos, pois assim fica ainda mais difícil aos Adriões [alusão a Júlio Adrião, candidato por si derrotado nas eleições de 2014] e companhia chegarem ao local para onde os vitorianos em eleições nunca os escolheram", referiu.
O dirigente, que lidera os destinos do clube desde 2008/09, repetiu a ideia transmitida no dia anterior, no discurso do 107.º aniversário do clube, não poupando críticas ao grupo contestatário.
"Têm um comportamento antidemocrático, prepotente e indigno de um pequeno grupo de sócios que se acha dono da verdade absoluta. Tem como objetivo criar o caos para derrubar uma direção democraticamente eleita", considerou.
Fernando Cardoso Ferreira, presidente da Assembleia Geral dos sadinos, vai, no início da próxima semana, agendar eleições para os órgãos sociais do clube. Antes disso, na quinta-feira, o Conselho Vitoriano reúne para debater o atual momento.
No próximo dia 28, os sócios reúnem-se pela terceira vez para discutir e votar o relatório e contas de 2015, documento que foi rejeitado pelos associados nas duas ocasiões anteriores em que foi submetido a votação.

Vitória comemorou 107 anos na segunda-feira  
Vitória de Setúbal comemorou 107 anos na segunda-feira 
A necessidade de união da família vitoriana foi apontada, na noite de dia 20, pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Manuel Pisco, no jantar do 107.º aniversário do Vitória Futebol Clube, que decorreu no Pavilhão Antoine Velge.
Manuel Pisco reiterou a necessidade de “os sócios do Vitória serem capazes de encontrar as melhores soluções para garantir o futuro do clube”, instituição que “faz parte do código genético” da identidade setubalense.
“É aos associados e aos órgãos sociais do clube que compete, a cada momento, decidir sobre o presente e o futuro do clube. À câmara municipal compete, simplesmente, respeitar tais decisões”, afirmou.
Na intervenção, o vice-presidente da autarquia defendeu, igualmente, o compromisso de que a Câmara Municipal de Setúbal será sempre, em qualquer circunstância, uma aliada do Vitória Futebol Clube, pesem embora as conjunturais diferenças de opinião.
“Uma aliança que se traduz no apoio ao Vitória nas mais variadas áreas, seja na vertente institucional, seja na realização de obras nas instalações vitorianas ou na cedência de instalações municipais para as suas atividades”, sublinha o autarca.
Uma relação de décadas entre as duas instituições, traduzida em “vultuosos apoios financeiros e materiais, como, aliás, todos os sócios do clube sabem”, e que “são sempre os possíveis”, nunca regateados pela autarquia, vincou Manuel Pisco.
“É com o Vitória, com o grande clube que é o Vitória, que a câmara se relaciona. É ao Vitória Futebol Clube que a autarquia dá o conforto do seu apoio. O Vitória, esse grande clube de Portugal que leva sempre mais longe o nosso nome”.
Na cerimónia foram entregues os emblemas aos associados, ou respetivos herdeiros, com 75, 50 e 25 anos de filiação e homenageados os atletas, dirigentes e treinadores que mais se destacaram no último ano nas diferentes modalidades.
Os futebolistas que em 2016 se tornaram internacionais, casos de Baba Fernandes (sub-17), André Sousa (sub-20) e Gonçalo Paciência (A), todos por Portugal, e Arnold Issoko (A), pela República Democrática do Congo, foram distinguidos.
A antiga glória do clube José Maria, que representou os vitorianos entre 1962/63 e 1975/76, sendo o jogador com mais partidas (320) e golos (91) no principal escalão do futebol português, também foi homenageado.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal e Lusa 
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Eficiência energética anunciada em Almada

"As questões do clima e da energia são da maior importância para o futuro das nossas cidades" 

O Complexo Municipal de Piscinas, na Caparica, em Almada, foi o local escolhido por Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infraestruturas, para apresentar o novo concurso para a “Eficiência Energética nas Infraestruturas Públicas da Administração Local. O Governo vai disponibilizar 150 milhões de euros para concursos para a eficiência energética na administração local, anunciou o ministro em Almada. Este novo financiamento "é mais um passo" para "fazer face à necessidade de enfrentar as alterações climáticas" e aos objetivos estabelecidos no Acordo de Paris, diz a Câmara de Almada, em comunicado. 
Ministro anunciou programa de eficiência energética em Almada 

"É este tipo de projetos que o Governo pretende ver desenvolvidos, com melhoria nas coberturas e nos revestimentos dos edifícios, melhoria da iluminação pública e gestão dos gastos de energia", explicou Pedro Marques, após a visita às piscinas municipais, na Caparica.
"Este é um edifício, que possui elevados padrões de eficiência energética [classe A+] e que, por isso, constitui um excelente cenário para a apresentação do novo concurso", sublinhou a presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros.
A autarca sublinhou que "as questões do clima e da energia são da maior importância para o futuro das nossas cidades e das suas populações".
No caso de Almada, por exemplo, "a iluminação pública representa cerca de 60 por cento do consumo total de energia de toda a Câmara, o que demonstra inequivocamente a importância da intervenção para a sua redução", adianta a autarca.
No concelho tem-se avançado de forma faseada com "um sistema de telegestão inovador, que possibilita a regulação de fluxo luminoso, economizando 40 a 50 por cento da eletricidade necessária para o seu funcionamento, mantendo o nível e a qualidade do serviço".
"Esperamos poder vir financiar a extensão desta tecnologia, no âmbito deste novo concurso hoje apresentado", exemplificou Inês de Medeiros na cerimónia.

Agência de Notícias com Câmara de Almada 
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Bairros de Setúbal preparam novos projetos

O Nosso Bairro, Nossa Cidade "é um projeto de vida em comunidade e para a comunidade"

Os moradores da zona da Bela Vista, em Setúbal, reúnem-se a 26 de Novembro, na EB+S Ordem de Sant’Iago, para decidir e debater novos projetos a desenvolver no âmbito programa municipal Nosso Bairro, Nossa Cidade. "Decidir, organizar e realizar". O lema dá o mote ao 4.º Encontro de Moradores Nosso Bairro, Nossa Cidade, no qual, a partir das 14h30, as pessoas debatem, avaliam e perspetivam novas medidas e planos de ação para o desenvolvimento de projetos em prol da comunidade para os próximos dois anos. A manutenção da estratégia coletiva e democrática, potenciadora de autonomia e poder de decisão dos moradores, tendo em vista um crescimento estruturado e organizado e que permita a persecução de projetos já consolidados e o lançamento de novas ações, firma o compromisso assumido pelos moradores.
Comunidade discute problemas dos bairros de Setúbal 

O evento, apresentado no dia 20 no Parque Verde da Bela Vista, “ganha particular importância uma vez que é o primeiro encontro da segunda fase do programa e beneficia da experiência acumulada de cinco anos, o que coloca mais desafios”, sublinha o vereador da Câmara Municipal de Setúbal responsável pelo programa, Carlos Rabaçal.
No encontro, dinamizado no espírito de participação cívica, que procura impulsionar a autonomia, o crescimento coletivo e a capacidade de decisão e de realização, os moradores, organizados em grupos, por bairro, fazem o balanço do trabalho já realizado e projetam caminhos para o futuro.
A manutenção da estratégia coletiva e democrática, potenciadora de autonomia e poder de decisão dos moradores, tendo em vista um crescimento estruturado e organizado e que permita a persecução de projetos já consolidados e o lançamento de novas ações, firma o compromisso assumido pelos moradores.
“Esta é a melhor resposta às linhas orientadoras decididas na assembleia de moradores, em Junho deste ano”, frisa o vereador, ao anunciar que no encontro de domingo a Câmara Municipal de Setúbal lança o repto para um debate mais alargado, que pretende ser de âmbito nacional, em torno da habitação pública.
As decisões que resultem do 4.º Encontro de Moradores Nosso Bairro, Nossa Cidade dizem respeito aos próximos dois anos e aos cinco bairros abrangidos pelo programa municipal desenvolvido desde 2012, concretamente Bela Vista, Forte da Bela Vista, Alameda das Palmeiras, Manteigadas e Quinta de Santo António.
Carlos Rabaçal acrescenta que estes encontros anuais, “iniciativas muito bem estruturadas e organizadas por uma comissão de moradores” e que, nesta edição, “atingiram um nível de qualidade muito superior”, reforçam laços de coesão e de proximidade entre os moradores.

Cidadania que promove e integra os cidadãos
Teresa Martinho, residente no Forte da Bela Vista, não tem dúvidas sobre o sucesso do Nosso Bairro, Nossa Cidade. “Se chegámos aqui é porque o programa tem corrido bem. Deu-nos mais força, uniu-nos e pôs-nos a trabalhar juntos. Acreditamos e, por isso, estamos no bom caminho”.
O sentimento é partilhado por Eduarda Fernandes, moradora do Bairro da Bela Vista. “Estou na Bela Vista há 32 anos e esta iniciativa tem-se traduzido num esforço muito grande na melhoria dos bairros. Há mais diálogo com a autarquia e os encontros são importantes para dar continuidade ao trabalho”.
Francisco, ou Tio Chico como é conhecido entre a comunidade da Alameda das Palmeiras, é a figura sénior da comissão organizadora do encontro com elementos dos cinco bairros. “A mim já me resta pouco tempo neste mundo, mas o que fizer agora espero que venha a melhorar a vida dos meus netos e das gerações mais novas.”
Para Elisa Correia, das Manteigadas, o Nosso Bairro, Nossa Cidade “é um projeto de vida em comunidade e para a comunidade, que promove a interculturalidade salutar”. A moradora acrescenta que o programa toca em várias matérias em prol da construção de uma vida com mais qualidade.
A participar pela primeira vez no encontro, Jorge Pina, representante da Quinta de Santo António, vinca que este é um programa que constitui “um fenómeno qualitativo em torno da urbanidade da zona da Bela Vista” e que o encontro é uma oportunidade para implementar mais recursos nos bairros.
Isabel Quadros, em representação da Junta de Freguesia de São Sebastião, destaca, igualmente, a pertinência do programa e do encontro, o qual considera ser “uma mais-valia na resolução de problemas e uma evolução a nível de cidadania que promove e integra os cidadãos” na vida da cidade e dos próprios bairros.
O Nosso Bairro, Nossa Cidade assenta na premissa de que toda a ação deverá ser protagonizada pelos próprios, ou seja, deverá ser geradora de participação das pessoas nas decisões que a elas e à sua comunidade dizem respeito, promovendo a autonomia, a responsabilidade e o crescimento coletivo.
O vereador Carlos Rabaçal afirma que este não é um programa de natureza social. “Essa vertente está incluída. Contudo, este é um programa de participação cidadã e no espírito que move a estratégia do município. Gira em torno das necessidades das pessoas e, no fundo, confere poder às pessoas nas decisões.”

Presidente da Cãmara marca presença 
Moradores reúnem-se a 26 de Novembro 
O 4.º Encontro de Moradores Nosso Bairro, Nossa Cidade começa às 14h30 com a atuação de grupos de dança e música de talentos dos bairros, a que se segue, meia hora depois, uma sessão de abertura com o visionamento de um filme sobre os primeiros cinco anos do programa.
Nesta sessão participam a presidente da Câmara  de Setúbal, Maria das Dores Meira, o vereador Carlos Rabaçal e o presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, Nuno Costa, além de técnicos municipais e de representantes dos cinco bairros abrangidos pelo programa.
O encontro prossegue com um período de trabalho no qual os participantes debatem, em grupos, o lançamento de novas intervenções a dinamizar no território e em prol da comunidade, ideias apresentadas posteriormente em plenário. Segue-se a sessão de encerramento, com uma intervenção da presidente da autarquia, e um jantar-convívio.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Batucando recebeu Bolsas de Mérito no Montijo

Catarina Vilelas, Inês Fernandes e Pedro Pereira ganham bolsas de mérito 

A cerimónia de entrega das Bolsas de Mérito Batucando 2016-2017 decorreu no passado sábado, na sede da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro. O evento contou com a presença do presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, e do presidente da Junta da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, Fernando Caria. As Bolsas de Mérito Batucando, no valor total de 500 euros, são atribuídas pela Junta de Freguesia da União das Freguesias do Montijo e Afonsoeiro aos três jovens do Batucando que, durante o ano letivo, se destacaram não só pelo seu desempenho na Orquestra de Percussão Batucando, mas sobretudo pelo seu mérito escolar. No ano letivo 2016-2017, os vencedores das Bolsas de Mérito foram Catarina Vilelas (1.º lugar), Inês Fernandes (2.º lugar) e Pedro Pereira (3.º lugar).
Alunos da Batucando recebem bolsas de mérito 

O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, fez questão de marcar presença na cerimónia e reafirmou o orgulho que o município tem no Batucando que “tem representado de forma tão brilhante o Montijo e realizado um grande trabalho na formação dos jovens. Desde a primeira hora que a câmara esteve ao lado do Batucando e continuará a apoiar o grupo e todos aqueles que se dedicam à cultura no Montijo”.
Fernando Caria, presidente da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, sublinhou a importância das Bolsas de Mérito como forma de incentivo aos jovens do Batucando, revelando que o valor das bolsas será aumentado para o ano letivo 2017-2018.
A cerimónia contou com vários momentos musicais protagonizados pelos músicos da Orquestra de Percussão Batucando e serviu, igualmente, para o grupo distinguir os elementos que se destacaram ao longo do período 2016-2017.
A Orquestra de Percussão Batucando é um grupo amador, com características escolares, como tal está englobado numa estratégia pedagógica e objetivos específicos. A frequência no Batucando é gratuita e voluntária. A Orquestra de Percussão Batucando está dividida em três naipes principais: caixas, timbalões e bombos e é dirigida pelo professor Luís Virgílio Pereira.
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Luzes realçam Natal na cidade de Setúbal

Época de Natal já chegou à baixa da cidade 

A iluminação natalícia instalada em edifícios e locais emblemáticos da cidade de Setúbal, com tecnologia LED, de baixo consumo de energia, foi ligada a 17 de Novembro, ao início da noite. A Câmara de Setúbal apostou num reforço do embelezamento da Avenida Luísa Todi, que, a juntar às habituais luzes em volta dos troncos das árvores, possui outros elementos decorativos iluminados. A iluminação tradicional da quadra natalícia realça também o coreto da Avenida Luísa Todi, os Paços do Concelho, a Praça de Bocage, com cortinas de luzes nas árvores e na estátua, a Praça de Portugal e os largos da Ribeira Velha, de Santa Maria e dos Combatentes.
Árvores de Natal já brilha na Baixa de Setúbal 

A autarquia instalou igualmente luzes nas palmeiras junto do cais dos ferries, nas palmeiras e noutras árvores na zona envolvente à Doca do Pescador, na Rotunda das Oliveiras e na passagem superior junto do Centro Comercial Alegro Setúbal, na Avenida Antero de Quental.
Já as fachadas dos equipamentos municipais estão ornamentadas com cortinas de luzes, bolas e flocos de neve, nomeadamente o Mercado do Livramento, a Casa da Baía, o Fórum Luísa Todi, a Biblioteca Pública, o Museu do Trabalho Michel Giacometti, as galerias municipais do Banco de Portugal e do 11 e a Casa do Largo – Pousada da Juventude.
A par das iluminações a cargo da Câmara Municipal, foi inaugurada, também no dia 17, na placa central da Avenida Luísa Todi, uma árvore de Natal gigante instalada no âmbito de um projeto particular com o envolvimento de empresas locais, com 23 metros de altura, decorada com 24 mil lâmpadas LED e quase 200 metros de néon azul.
Na inauguração, o vereador Pedro Pina salientou que este projeto desenvolvido com o apoio da autarquia, adiciona às tradicionais iluminações no centro histórico e noutros pontos do concelho uma árvore de Natal gigante, o que contribui para a “valorização da cidade e do seu património”, no âmbito da modernização que a autarquia desencadeou e em que pretende “continuar a apostar”.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Trabalhadores e Autoeuropa chegam a pré-acordo

Guerra dos horários termina com pré-acordo mas falta ser ainda sufragado pelos trabalhadores 

A Comissão de Trabalhadores e a administração da Autoeuropa chegaram esta segunda-feira a um pré-acordo sobre os horários de trabalho, que deverá ser sufragado pelos trabalhadores durante a próxima semana, disse hoje à agência Lusa fonte das negociações. O representante dos trabalhadores explicou que os funcionários vão rodar pelos três turnos (manhã, tarde e noite) semanalmente, em vez de permanecerem várias semanas em cada um destes turnos, conforme pretendia inicialmente a administração da Autoeuropa.

Comissão e empresa chegam a pré-acordo para novos horários 


Segundo avançou à Lusa Fernando Gonçalves, coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, o acordo prevê a implementação de dois tipos de horários distintos: um que irá vigorar de Fevereiro a Julho do próximo ano e outro que já inclui a laboração contínua da fábrica de automóveis de Palmela depois do habitual período de férias dos trabalhadores (em Agosto). Nesta fase, o trabalho prestado aos sábados, domingos e feriados serão pago como sendo extraordinário, sendo facultativo  a decisão de trabalhar nesses dias.  A partir das férias de Agosto, entra em funcionamento mais um turno e o trabalho ao sábado deixa de ser pago como dia extraordinário. 
O representante dos trabalhadores explicou que os funcionários vão rodar pelos três turnos (manhã, tarde e noite) semanalmente, em vez de permanecerem várias semanas em cada um destes turnos, conforme pretendia inicialmente a administração da Autoeuropa.
Fernando Gonçalves disse ainda que o acordo assinado com a Autoeuropa foi subscrito pelos 11 elementos das diferentes listas que concorreram ao último acto eleitoral e que têm representantes na actual Comissão de Trabalhadores.

T-Roc já está a ser exportado de Palmela 
A fábrica de Palmela já produz e exporta o novo modelo T-Rock e esse factor é determinante para o crescimento da produção automóvel em Portugal em Outubro, que esteve em alta em todas as categorias.
Os primeiros modelos T-Roc já começaram a ser exportados pela Autoeuropa. No mês passado foram enviados 1800 carros através do Porto de Setúbal com destino a Emden, Alemanha. Mas a ideia é atingir brevemente os dois milhões de veículos VW movimentados através deste terminal.
E os números são claros: o T-Roc a representar 40 por cento das vendas da marca até 2027. Trata-se de uma das apostas da Volkswagen, com a empresa a destacar a importância económica do segmento dos veículos utilitários desportivos (SUV). Segundo Herbert Deiss, presidente da Volkswagen, está previsto um grande crescimento deste segmento nos próximos anos. Por cá, este SUV produzido a 100 por cento na fábrica de Palmela só começa a ser comercializado a partir de Novembro.
Mas enquanto não surge uma solução que agrade a trabalhadores e administração, a fábrica de Palmela continua a fazer contratações. A ideia é empregar mais dois mil trabalhadores até ao final do ano, dos quais 750 são para implementar um sexto dia semanal de produção. No final deste processo, o total de trabalhadores irá atingir os 4735 - um número que, até aqui, nunca tinha sido atingido. Só em 2000 é que a fábrica de Palmela atingiu os quatro mil colaboradores.

Agência de Notícias



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Governo vai investir na frota da Travessia do Tejo

Falhas nos serviços da Soflusa e Transtejo são “dores de cura” após anos sem investimento

As falhas na prestação dos serviços de transportes públicos em Lisboa, em particular nos barcos que fazem a travessia do Tejo, nos concelhos do Barreiro, Almada, Seixal e Montijo, são “dores de cura”, depois de anos sem investimento em renovação e manutenção, afirmou o ministro do Ambiente. Matos Fernandes, ouvido esta quarta-feira no Parlamento, no quadro da discussão da proposta de Orçamento do Estado, lembra que a frota de barcos tem uma idade média de 22 anos, pelo que terá que ser renovada a curto prazo. O Governo anunciou este ano o reforço do investimento em manutenção nas empresas Transtejo e Soflusa para 10 milhões de euros, com intervenções profundas previstas em quase todos os navios.

Governo avalia  problemas nas ligações fluviais do Tejo 

O secretário de Estado dos Transportes, José Mendes, acrescentou no final do debate, que o Governo pediu um estudo de viabilidade económica e financeira sobre a renovação dos barcos para realizar as travessias do Tejo que deve estar pronto no final do ano. O objetivo é encontrar uma solução que permita uma frota mais homogénea, com folga e melhor do ponto de vista ambiental. Em causa está um investimento de “dezenas de milhões de euros”.
Confrontado com acusações do PSD de que as promessas de investimento e contratação de mais quadros feitas pelo Governo não estão a ser cumpridas, Matos Fernandes respondeu ao deputado Carlos Silva: “Passou-lhe um ano ao lado”. O ministro começa por falar na encomenda de 500 novos autocarros elétricos que foi necessário mandar fazer, e que estão a ser construídos com montagem em Portugal.
E quando chega à manutenção no Metro de Lisboa, cujas principais falhas se devem, diz, ao desgaste dos rodados das composições, avança com números. Nos quatro anos do Governo PSD/CDS foram substituídos 194 rodados, mais ou menos 50 por ano. Desde Janeiro deste ano, foram substituídas 465 rodados. O que está a acontecer, sublinha, é “uma dor de cura”.
Matos Fernandes usa o mesmo argumento para justifica as falhas no serviço com a supressão de barcos nas operações da Soflusa e Transtejo na travessia do Tejo.
Carlos Silva, do PSD, acusou o Governo de nada ter feito, considerando que a demora na obtenção dos certificados de navegação dos navios e a manutenção preventiva, que poderia ter evitado avarias, não podem ser explicadas com faltas de há dois anos.

Ministro confirma problemas nas ligações 
O ministro do Ambiente atribuiu as falhas no final do mês no serviço da Transtejo, nomeadamente na ligação entre Lisboa e Seixal, com uma avaria inesperada num dos barcos que faz o serviço. E reconhece ainda que os problemas nos navios da Soflusa, que fazem a ligação entre Lisboa e Barreiro, enviados para a manutenção eram maiores do que os esperados. Durante uma semana houve perturbações por causa do prolongamento do tempo de intervenção nos navios que estavam na doca - correu mal, reconheceu Matos Fernandes - , o que levou a empresa a apelar aos clientes para evitarem usar os barcos em hora de ponta.
Mas salienta que há uma diferença muito importante. Com o anterior Governo também existiam supressões nos serviços, mas agora essas falhas são anunciadas previamente, em respeito pelos utentes. “Se não tivesse havido um comunicado, se calhar não tinha sido notícia”, acrescenta Matos Fernandes em resposta a Luísa Apolónia dos Verdes.
O Governo anunciou este ano o reforço do investimento em manutenção nas empresas Transtejo e Soflusa para 10 milhões de euros, com intervenções profundas previstas em quase todos os navios.

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Formação reforça sucesso escolar em Setúbal

Estratégias para mais ferramentas pedagógicas 

Estratégias educativas que capacitam professores de mais ferramentas pedagógicas e promotoras de um maior sucesso escolar foram partilhadas no dia 18 em ações de formação dinamizadas na Escola Básica da Azeda. A iniciativa, promovida pela Câmara de Setúbal no âmbito da Receção à Comunidade Educativa, programa a decorrer até Dezembro, materializa um contributo para o desígnio do Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar. “Os pátios escolares como locais de aprendizagem” e “Ciência no pré-escolar e no primeiro ciclo do ensino básico” foram as duas ações dinamizadas, nas quais participaram mais de três dezenas de professores.
Professores estudam novas ferramentas pedagógicas 

As formações, na área das ciências experimentais, ministradas por técnicos do Pavilhão do Conhecimento – Centro de Ciência Viva, permitiram capacitar os professores de ferramentas que aproveitam os recursos escolares disponíveis.
Uma das ações demonstrou a possibilidade de transformar a área de recreio escolar num espaço de aprendizagem complementar à sala de aula e que pode funcionar como uma mais-valia motivacional para a aprendizagem.
Na outra, os docentes foram desafiados a desenvolver competências de conhecimento científico que permitem a aplicação em atividades de exploração do mundo natural e a introdução de conceitos de ciência em níveis iniciais do ensino.
A ação formativa “Os pátios escolares como locais de aprendizagem”, em virtude do elevado número de inscrições, é repetida a 9 de Dezembro, igualmente na Escola Básica da Azeda, entre as 9h30 e as 13h30.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Desporto e turismo crescem juntos em Setúbal

Setúbal tem crescido nos últimos anos enquanto destino turístico de excelência

A relação estratégica entre o desporto e o turismo, potenciadora de um crescimento profícuo, contínuo e sustentado de Setúbal foi destacada pelo vereador da Câmara de Setúbal, Pedro Pina na abertura de um seminário sobre gestão desportiva. A necessidade de continuar a desenvolver e a aprofundar esta relação que tem nos recursos geográficos e naturais do território a grande mais-valia foi sublinhada pelo autarca na abertura do IV Seminário de Gestão do Desporto de Setúbal, com o tema “Desporto e Turismo – Percursos e Perspetivas”, a decorrer ao longo do dia no Fórum Municipal Luísa Todi. “Os números não enganam. Setúbal tem crescido exponencialmente nos últimos anos enquanto destino turístico de excelência, um crescimento contínuo e sustentado que tem no desporto um pilar estratégico”, afirmou  Pedro Pina.
Desporto e turismo andam de lado a lado em Setúbal 

Para isto, vincou o autarca, muito contribuiu o título de Cidade Europeia do Desporto atribuído a Setúbal em 2016. “Uma marca indelével que proporcionou a oportunidade de realizar eventos desportivos de grande dimensão e que catapultou o território para uma plataforma territorial que está para lá da cidade e do país”,  sublinha o responsável pelo desporto.
A este facto Pedro Pina indicou que não é alheio o forte pulsar do movimento associativo. “Setúbal orgulha-se de possuir uma das mais valiosas e variadas estruturas associativas a nível nacional, com mais de duas centenas de associações, entre as quais cerca de noventa dedicadas à vertente do desporto”.
Por isso, reiterou a relevância e pertinência do seminário, um espaço para“troca de experiências e de partilha de conhecimento para o enriquecimento de gestão desportiva que conta com um vasto grupo de agentes desportivos e um painel de preletores de excelência”.
O encontro, destacou, constitui uma “ferramenta de trabalho para o futuro, que permite rever métodos e formas de conjugar dois pontos essenciais da aposta municipal de desenvolvimento para o concelho e trazer para a discussão um tema atual e aliciante, o deporto e o turismo”.
Na sessão de abertura, o presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude, Augusto Baganha, salientou, igualmente, a importância deste encontro sobre desporto e turismo, “duas esferas de intervenção vibrantes e que se traduzem positivamente em grandes impactes na economia”.
O responsável vincou que, atualmente, existem cada vez mais razões para estas duas áreas estarem interligadas, uma “ligação de futuro” para a qual defende a necessidade de “introduzir mais qualidade no desporto, nomeadamente em matérias como segurança e proteção ambiental”.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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