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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Câmara de Almada realoja 90 pessoas em casas sociais

30 habitações entregues pela autarquia a famílias carenciadas

No dia 16 de Dezembro, a Câmara de Almada entregou 30 habitações a famílias carenciadas provenientes de núcleos do Programa Especial de Realojamento, residentes no Raposo de Cima e Gato Bravo, e a 12 famílias em situação de emergência social. Ao todo foram realojadas cerca de 90 pessoas. Desde Dezembro de 2013, a Câmara Municipal já entregou 120 casas de habitação social. Joaquim Judas, chefe do executivo de Almada, realça que ”existe um longo caminho a percorrer até que toda a população tenha um efetivo direito à habitação, seja no âmbito dos contratos Programa Especial de Realojamento ainda em execução, seja no âmbito das necessidades de apoio social, onde cabe particular responsabilidade ao Estado Central”. 
Município realojou este ano cerca de 170 pessoas 

Com estes 30 fogos habitacionais, localizados em bairros sociais municipais no Laranjeiro, no Feijó e no Monte de Caparica, a autarquia atribuiu, desde Dezembro de 2013, 120 habitações no concelho, realojando 360 pessoas.
As rendas mensais a pagar por estas famílias foram calculadas de acordo com os rendimentos de cada agregado familiar. O valor médio mensal ronda os 26,33 euros, sendo que sete destas famílias vão pagar, por mês, uma renda mínima de 5,05 euros.
"O direito à habitação foi conquistado com o 25 de Abril. Na Câmara de Almada procuramos ser fiéis aos princípios do 25 de Abril. Continuaremos a fazer tudo o que está ao nosso alcance para que os nossos munícipes tenham direito a uma habitação condigna", concluiu Joaquim Judas presidente da Câmara Municipal de Almada.

30 casas já tinham sido entregues no verão 
Só este ano a autarquia já realojou cerca de 170 pessoas. Recorde-se quem em Julho foram entregues as chaves de 28 fogos, localizados em bairros sociais municipais. A estes 28 vêm somar-se a duas habitações entretanto entregues por razões de emergência social.
"A Câmara Municipal de Almada valoriza, assim, o reconhecimento do direito à habitação, que se tem vindo a desenvolver no concelho através da atribuição de novos fogos, a par de todo o esforço de manutenção do parque de habitação social da responsabilidade do Município", disse o presidente da Câmara.
Joaquim Judas, realça que ”existe um longo caminho a percorrer até que toda a população tenha um efetivo direito à habitação, seja no âmbito dos contratos Programa Especial de Realojamento ainda em execução, seja no âmbito das necessidades de apoio social, onde cabe particular responsabilidade ao Estado Central”.
A autarquia reafirma a sua disponibilidade para, em conjunto com as várias entidades com responsabilidades no âmbito da habitação social, serem encontradas soluções adequadas para que o direito à habitação seja uma realidade no concelho de Almada.
Agência de Notícias

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