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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Suspeitos de roubar farmácias em Almada e Setúbal na prisão

Três pessoas são suspeitas de assaltarem à mão armada 22 farmácias 

Um dos três suspeitos de assaltos à mão armada a 22 farmácias em Lisboa, Almada e Setúbal ficou em prisão preventiva. Os dois restantes ficam obrigados a apresentações periódicas. A PSP anunciou que deteve em flagrante delito dois homens e uma mulher, após terem feito um assalto a uma farmácia da Avenida dos Estados Unidos da América, em Lisboa. O grupo realizou os assaltos desde 21 de Novembro de 2019, estando o produto dos crimes calculado em cerca de cinco mil euros.
Grupo era especializado em assaltos a farmácias 

Um dos três detidos pela PSP suspeitos de assaltar à mão armada 22 farmácias em Lisboa, Almada e Setúbal ficou em prisão preventiva, indicou a Policia de Segurança Pública.
Em comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa refere que os três detidos foram presentes no sábado no Tribunal da Comarca de Lisboa e que foi aplicada a um deles prisão preventiva, enquanto os restantes ficaram sujeitos a apresentações bissemanais na polícia.
Numa conferência de imprensa realizada no sábado, a PSP anunciou que deteve em flagrante delito três suspeitos de assaltos à mão armada em 22 farmácias em Lisboa, Almada e Setúbal ao longo de cerca de um mês meio.
Segundo a Polícia de Segurança Pública, a detenção dos dois homens e uma mulher ocorreu na sexta-feira, após terem feito um assalto a uma farmácia da Avenida dos Estados Unidos da América, em Lisboa.
O grupo realizou os assaltos desde 21 de Novembro de 2019, estando o produto dos crimes calculado em cerca de cinco mil euros.
De acordo com a polícia, há registo de farmácias que foram assaltadas mais do que uma vez.
O comandante da segunda esquadra de Investigação Criminal da PSP de Lisboa, João Prisciliano, explicou que o principal suspeito entrava sozinho nas farmácias com uma arma de fogo, pedia o dinheiro que estava na caixa e depois tinha uma logística no exterior que permitia a fuga de carro mais depressa.
João Prisciliano frisou também que os assaltantes, com idades entre os 20 e os 23 anos, aproveitavam o fecho das farmácias para fazerem o roubo, tendo em conta que havia menos gente e a caixa registadora tinha mais dinheiro.

Agência de Notícias com Lusa 
www.adn-agenciadenoticias.com

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