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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Grândola reduz 40 por cento da dívida total

Gestão dos últimos quatro anos permitiu recuperar capacidade de investimento 

A Câmara de Grândola anunciou que reduziu 40 por cento da dívida total ao longo dos últimos quatro anos de mandato, entre 2013 e 2017. Os números são destacados pela autarquia, que ontem aprovou, por maioria (os vereadores do PS abstiveram-se), o relatório e contas de 2017. A autarquia presidida por António Figueira Mendes adianta que a “rigorosa gestão permitiu recuperar capacidade de investimento e garantiu o acesso ao novo quadro comunitário de apoio para concretização de investimentos estruturantes de mais de 11 milhões de euros, essenciais para o desenvolvimento do concelho e para a melhoria da qualidade de vida da população”.
Boas contas ajudam município a recuperar investimento 


“O documento espelha o trabalho desenvolvido ao longo do mandato autárquico, permitindo reduzir 40% da dívida total, passando de uma dívida de 14 milhões de euros, em 2013, para os 8,8 milhões de euros registados em 2017 – o que representa uma diminuição de 5,2 milhões de euros em quatro anos”, revelou a Câmara em comunicado.
A autarquia presidida por António Figueira Mendes adianta que a “rigorosa gestão permitiu recuperar capacidade de investimento e garantiu o acesso ao novo quadro comunitário de apoio para concretização de investimentos estruturantes de mais de 11 milhões de euros, essenciais para o desenvolvimento do concelho e para a melhoria da qualidade de vida da população”.
No documento, o município destaca a implementação de “uma nova dinâmica em todas as áreas de intervenção”, focando como exemplo “a dinamização da Zona Industrial Ligeira através da captação de novas empresas”, entre as quais a empresa Francesa LAUAK. A autarquia realça ainda a concretização de fortes investimentos no turismo e na agricultura, a conclusão da revisão do Plano Director Municipal, o reforço do sector operacional e consequentemente o aumento da capacidade de intervenção, o reforço da intervenção nas áreas da educação, desenvolvimento social, desporto, cultura e juventude, além da “adopção de uma nova forma de relacionamento com as populações e instituições, potenciando a participação pública, o diálogo e a cooperação”.
O relatório destaca ainda “o reforço de verbas para algumas áreas, comparativamente com o mandato anterior, nomeadamente, aumentos de 15 por cento no desenvolvimento social, 90 por cento no desporto, 20 por cento na Juventude e 65 por cento na Cultura”.

Agência de Notícias com Câmara de Grândola 

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