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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Até 2022 há novos navios entre a Margem Sul e Lisboa

Aeroporto no Montijo obrigará a reforçar frota da Transtejo “muito para além” dos 10 navios

O Ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, disse no Parlamento que irá ser lançado até ao final do verão um concurso para a aquisição de 10 novos navios para reforço da frota da Transtejo e da Soflusa, que ligam por rio, a capital portuguesa aos concelhos do Seixal, Almada, Montijo e Barreiro. João Matos Fernandes, ouvido na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, referiu que a aquisição destes dez novos navios, que deverão estar todos disponíveis até 2022, representam um investimento de 50 milhões de euros, dos quais 15 serão financiados com fundos comunitários. O governante apresentou uma calendarização da aquisição destes navios, perspetivando quatro para 2020, três para 2021 e outros três em 2022.O ministro disse ainda que a opção de avançar com novo aeroporto no Montijo obriga “a reforçar, muito para além do apresentado, a sua frota de navios”.
Governo garante mais 10  navios até 2022 

João Matos Fernandes, ouvido na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, referiu que a aquisição destes dez novos navios, que deverão estar todos disponíveis até 2022, representam um investimento de 50 milhões de euros, dos quais 15 serão financiados com fundos comunitários.
O governante apresentou uma calendarização da aquisição destes navios, perspetivando quatro para 2020, três para 2021 e outros três em 2022.
João Pedro Matos Fernandes relatou na comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas que existe "uma enorme falta destes navios" no mercado, não existindo assim possibilidade de os alugar, tendo assim de "ser construídos de raiz".
O ministro sublinhou também que sendo 10 navios iguais "facilita imenso as artes de navegar, sendo as pessoas formadas para aqueles navios, e também para actividades de manutenção".
Matos Fernandes afirmou que "a idade dos navios é o que mais complica a regularidade da operação" e reconheceu que "dores de cura continuarão a existir enquanto tivermos de manter os navios de maneira a que continuem a operar até a nova frota entrar em serviço".
Garantiu ainda que este ano mais cinco navios da Transtejo terão intervenções de fundo e seis da Soflusa, processos que garantiu " estão em curso e programados e vão ser feitos dentro do tempo", mas reconheceu que "a questão só se resolve de quando tivermos uma frota renovada".

Novo aeroporto vai fazer crescer frota de navios no Tejo 
O ministro sublinhou ainda que o futuro aeroporto do Montijo, a ser construídos, "tem nos navios uma possibilidade excepcional de transportar pessoas para centro de Lisboa", considerando que esse será "um grande desafio que estas empresas vão ter de abraçar".
Garantiu, contudo, que a renovação da frota que avançará agora para a Trasntejo/Soflusa "não tem nada a ver com isso", mas frisou que "assim que houver estabilização da decisão e calendário sobre opção do aeroporto não temos dúvida que é da maior importância reforçar, muito para além do apresentado, a sua frota de navios".
Matos Fernandes adiantou que em 2017 o número de passageiros da Transtejo/Soflusa cresceu 4,5 por cento, para mais de 23 milhões de passageiros, e que no primeiro trimestre deste ano o aumento foi de 2,7 por cento.
A Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e Lisboa, enquanto a Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão à capital.

Agência de Notícias

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