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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Polícia destrói 210 bolas de Berlim na Costa de Caparica

É cada vez mais difícil vender bolas de Berlim nas praias 

A Polícia Marítima apreendeu e destruiu na terça-feira 210 bolas de Berlim nas praias de São João, na Costa de Caparica, em Almada. O vendedor estava a sair do areal, após ter vendido 99 bolas de Berlim, quando foi interceptado pelos agentes. Segundo o comunicado da Polícia Marítima, o vendedor não tinha "autorização ou licenciamento prévio" para vender os bolos. Até ao fim da época balnear deste ano tenha atenção quando chamar para perto de si o senhor das bolas de Berlim, ou quando lhe apetecer fazer uma massagem no areal. A Autoridade Tributária e Aduaneira e a Polícia Marítima juntaram-se para desenvolver a Ação Pé na Areia.
Polícia Marítima aprende Bolas de Berlim na Caparica 

Para além da falta de licença, o vendedor tinha várias caixas com bolas de Berlim numa viatura sem "caixa isotérmica para transporte de alimentos perecíveis, estando os bolos acondicionados em caixas de plástico sem as mínimas condições higieno-sanitárias, sem guia de transporte, nem documento comprovativo do local e hora de fabrico". "Na ação foram empenhados dois agentes e uma viatura TT da Polícia Marítima", lê-se ainda no comunicado.
Este verão, o fisco vai andar atrás dos vendedores nas praias de todo o país  Até ao fim da época balnear deste ano tenha atenção quando chamar para perto de si o senhor das bolas de Berlim, ou quando lhe apetecer fazer uma massagem no areal. A Autoridade Tributária e Aduaneira e a Polícia Marítima juntaram-se para desenvolver a Ação Pé na Areia.
Esta Ação pretende fiscalizar as atividades de apoio balnear, a venda ambulante, as atividades marítimo-turísticas, desportivas e recreativas ou massagens. Elas serão todas controladas e a faturação vai ser verificada no areal.
Na região de Setúbal e do Algarve, os vendedores de gelados, nougat, acessórios ou das apetecíveis bolas de Berlim podem encontrar agentes, que estarão a fazer a fiscalização. O mesmo pode acontecer a quem organiza atividades aquáticas ou tem uma marquesa na praia, para fazer massagens.
Quem está de férias e usufrui destes produtos e serviços deve pedir fatura com o número de contribuinte, em qualquer pagamento.
“Esta é apenas uma de muitas medidas que vêm sendo desenvolvidas, estando em curso e já programadas um conjunto de outras ações. O combate sem tréguas à fraude, à evasão e à economia paralela, continuará a ser desenvolvido pela Autoridade Tributária e Aduaneira, por forma a garantir o cumprimento escrupuloso da lei, o reforço da equidade fiscal e a redução das situações de concorrência desleal”, diz o ministério das Finanças.

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