Corridas clandestinas a 235 km/h terminam com apreensões e dezenas de infrações na A12
Velocidades a atingir os 235 km/h, condutores em fuga, inversões de marcha em plena autoestrada e sete viaturas apreendidas. Foi este o cenário encontrado pela Guarda Nacional Republicana (GNR) durante uma operação de combate às corridas ilegais e aos comportamentos de elevado risco para a segurança rodoviária, realizada na A12, entre as portagens do Pinhal Novo e a zona da Mitrena, em Setúbal.![]() |
| Operação da GNR levou à apreensão de sete viaturas na A12 |
Uma operação coordenada pela Unidade Nacional de Trânsito da GNR, com o apoio do Destacamento de Trânsito de Setúbal, permitiu desmantelar uma concentração de veículos preparados para corridas ilegais na Autoestrada n.º 12, no sentido Norte/Sul, numa ação direcionada para o combate a comportamentos considerados de risco extremo para a segurança pública e rodoviária.
Durante a operação de patrulhamento, controlo e fiscalização, os militares detetaram em flagrante vários veículos alinhados em plena autoestrada para a realização de corridas clandestinas. As autoridades registaram velocidades na ordem dos 235 quilómetros por hora, aferidas através de cinemómetro de perseguição.
Após vários quilómetros de acompanhamento, a GNR conseguiu intercetar os veículos, identificar os respetivos condutores e proceder à fiscalização das viaturas envolvidas.
Além dos participantes nas corridas, os militares encontraram ainda diversos veículos estacionados na berma da autoestrada, cujos ocupantes assistiam à realização das provas ilegais.
Risco extremo para a segurança rodoviária
A GNR alerta que este tipo de comportamentos "representa um risco muito elevado para a segurança de todos os utentes da via", sublinhando que a presença de veículos imobilizados na berma "cria obstáculos inesperados, reduz a visibilidade e aumenta significativamente a probabilidade de ocorrência de acidentes graves".
Segundo a Guarda, a intervenção policial levou alguns dos condutores a tentarem fugir à fiscalização através de manobras consideradas extremamente perigosas.
De acordo com a força de segurança, alguns dos intervenientes "efetuaram manobras de inversão do sentido de marcha em plena autoestrada, na tentativa de se furtarem à fiscalização", colocando "gravemente em perigo a sua integridade física e a dos restantes utilizadores da via".
Estas manobras ocorreram em plena A12, agravando significativamente o risco de acidente numa das principais vias de circulação da região de Setúbal.
A GNR alerta que este tipo de comportamentos "representa um risco muito elevado para a segurança de todos os utentes da via", sublinhando que a presença de veículos imobilizados na berma "cria obstáculos inesperados, reduz a visibilidade e aumenta significativamente a probabilidade de ocorrência de acidentes graves".
Segundo a Guarda, a intervenção policial levou alguns dos condutores a tentarem fugir à fiscalização através de manobras consideradas extremamente perigosas.
De acordo com a força de segurança, alguns dos intervenientes "efetuaram manobras de inversão do sentido de marcha em plena autoestrada, na tentativa de se furtarem à fiscalização", colocando "gravemente em perigo a sua integridade física e a dos restantes utilizadores da via".
Estas manobras ocorreram em plena A12, agravando significativamente o risco de acidente numa das principais vias de circulação da região de Setúbal.
Viaturas alteradas para aumentar desempenho
Durante a fiscalização, a GNR verificou ainda que algumas das viaturas apresentavam alterações às características construtivas originais.
A força de segurança revelou que foram detetados veículos com modificações efetuadas através da "remoção de componentes, como bancos e outros equipamentos, com o objetivo de reduzir o peso do veículo e aumentar o respetivo desempenho", alterações que comprometem as condições de segurança exigidas para circulação em via pública.
Da operação resultou a apreensão de sete veículos, que serão agora submetidos a inspeção extraordinária do Tipo B, destinada à verificação técnica das alterações realizadas.
As autoridades levantaram ainda 28 autos de contraordenação, dos quais três por manobras perigosas relacionadas com ultrapassagens, posição de marcha e mudança de direção, dois por utilização de telemóvel durante a condução e os restantes por diversas infrações ao Código da Estrada.
Foi igualmente instaurado um processo-crime por desobediência, relacionado com o incumprimento da obrigação de entrega do título de condução para cumprimento de uma sanção acessória de inibição de conduzir, conforme notificação da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.
Durante a fiscalização, a GNR verificou ainda que algumas das viaturas apresentavam alterações às características construtivas originais.
A força de segurança revelou que foram detetados veículos com modificações efetuadas através da "remoção de componentes, como bancos e outros equipamentos, com o objetivo de reduzir o peso do veículo e aumentar o respetivo desempenho", alterações que comprometem as condições de segurança exigidas para circulação em via pública.
Da operação resultou a apreensão de sete veículos, que serão agora submetidos a inspeção extraordinária do Tipo B, destinada à verificação técnica das alterações realizadas.
As autoridades levantaram ainda 28 autos de contraordenação, dos quais três por manobras perigosas relacionadas com ultrapassagens, posição de marcha e mudança de direção, dois por utilização de telemóvel durante a condução e os restantes por diversas infrações ao Código da Estrada.
Foi igualmente instaurado um processo-crime por desobediência, relacionado com o incumprimento da obrigação de entrega do título de condução para cumprimento de uma sanção acessória de inibição de conduzir, conforme notificação da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.
Operação reforça combate às corridas ilegais
A operação foi coordenada pela Unidade Nacional de Trânsito no âmbito do controlo dinâmico dos fluxos rodoviários na Área Metropolitana de Lisboa, permitindo uma intervenção imediata perante situações consideradas particularmente graves.
A GNR destaca que esta ação possibilitou "uma atuação imediata sobre comportamentos que representam um risco extremo para a segurança rodoviária e para a proteção da vida humana", reforçando o combate às corridas ilegais e às práticas que colocam em perigo condutores, passageiros e restantes utilizadores da via pública.
A operação foi coordenada pela Unidade Nacional de Trânsito no âmbito do controlo dinâmico dos fluxos rodoviários na Área Metropolitana de Lisboa, permitindo uma intervenção imediata perante situações consideradas particularmente graves.
A GNR destaca que esta ação possibilitou "uma atuação imediata sobre comportamentos que representam um risco extremo para a segurança rodoviária e para a proteção da vida humana", reforçando o combate às corridas ilegais e às práticas que colocam em perigo condutores, passageiros e restantes utilizadores da via pública.


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