Detenção em flagrante pela GNR termina com proibição de contactos durante três meses com a vítima
Um jovem de 20 anos, detido pela GNR no Pinhal Novo por suspeitas de agressão física e psicológica contra a companheira de 18 anos, saiu em liberdade após ser presente ao Tribunal Judicial de Setúbal, ficando apenas sujeito à proibição de contactos com a vítima durante três meses e a tratamento para dependência de álcool.![]() |
| Tribunal aplicou proibição de contactos com a vítima por três meses |
A detenção aconteceu na sequência de uma denúncia por violência doméstica, que levou as autoridades a deslocarem-se rapidamente ao local. Em comunicado, a GNR explica que, após receber o alerta, "os militares deslocaram-se de imediato ao local".
Já no terreno, os militares confirmaram a situação de agressão. Segundo a força de segurança, foi possível apurar que "o suspeito agrediu fisicamente a sua companheira", uma jovem de 18 anos, tendo ainda sido verificado que "o agressor exercia violência psicológica sobre a vítima".
Perante os factos, o jovem foi detido em flagrante delito e posteriormente conduzido ao Tribunal Judicial de Setúbal.
Já no terreno, os militares confirmaram a situação de agressão. Segundo a força de segurança, foi possível apurar que "o suspeito agrediu fisicamente a sua companheira", uma jovem de 18 anos, tendo ainda sido verificado que "o agressor exercia violência psicológica sobre a vítima".
Perante os factos, o jovem foi detido em flagrante delito e posteriormente conduzido ao Tribunal Judicial de Setúbal.
Após a audição judicial, o suspeito saiu em liberdade, ficando sujeito à proibição de contactos com a vítima durante três meses e à obrigação de se submeter a tratamento para dependência de álcool.
Mais um caso que reacende o debate nacional
O caso volta a colocar no centro do debate público a resposta da justiça portuguesa perante crimes de violência doméstica. Apesar da rápida atuação policial, a libertação após a presença em tribunal levanta preocupações junto da sociedade civil.
Crescem as críticas sobre a proteção real das vítimas após decisões judiciais, numa realidade em que muitas continuam a viver com medo, mesmo depois da intervenção das autoridades.
A violência doméstica mantém-se como um dos crimes com maior crescimento em Portugal, reforçando os alertas de especialistas para a necessidade de reforçar medidas de prevenção, acompanhamento e proteção das vítimas.
O caso volta a colocar no centro do debate público a resposta da justiça portuguesa perante crimes de violência doméstica. Apesar da rápida atuação policial, a libertação após a presença em tribunal levanta preocupações junto da sociedade civil.
Crescem as críticas sobre a proteção real das vítimas após decisões judiciais, numa realidade em que muitas continuam a viver com medo, mesmo depois da intervenção das autoridades.
A violência doméstica mantém-se como um dos crimes com maior crescimento em Portugal, reforçando os alertas de especialistas para a necessidade de reforçar medidas de prevenção, acompanhamento e proteção das vítimas.
Agência de Notícias
Fotografia: Design ADN

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