Mortalidade infantil no Barreiro, Montijo e Moita é o dobro da média nacional (2 de fevereiro): Foi reportado que a taxa de mortalidade infantil nestes concelhos é significativamente superior à média nacional, suscitando preocupações nas comunidades locais.
Barreiro: Mais um caso de violência em escola choca a comunidade (31 de janeiro): Um incidente de violência numa escola do Barreiro causou consternação entre os residentes, levantando questões sobre a segurança nas instituições de ensino.
Retiro na Serra da Arrábida promove autocuidado e conexão com a natureza (31 de janeiro): Um evento na Serra da Arrábida incentivou os participantes a praticarem o autocuidado e a fortalecerem a ligação com o ambiente natural.
Tragédia em Sesimbra: Homem mata companheira e enteada antes de se suicidar (30 de janeiro): Uma tragédia familiar ocorreu em Sesimbra, onde um homem tirou a vida da sua companheira e enteada antes de cometer suicídio, abalando a comunidade local.
Setúbal investe um milhão de euros na melhoria da mobilidade urbana (30 de janeiro): A cidade de Setúbal anunciou um investimento significativo destinado a aprimorar a mobilidade urbana, visando beneficiar os seus habitantes.
Trabalhadores da fábrica de Palmela exigem reforma antecipada aos 55 anos (30 de janeiro): Funcionários de uma fábrica em Palmela estão a reivindicar a possibilidade de reforma antecipada aos 55 anos, destacando preocupações laborais.
Reabilitação de passadeiras melhora mobilidade no centro de Setúbal (30 de janeiro): Foram realizadas obras de reabilitação de passadeiras no centro de Setúbal, visando melhorar a mobilidade e segurança dos peões.
Reabilitação da Estrada das Pedreiras vai avançar em Sesimbra (29 de janeiro): Está prevista a reabilitação da Estrada das Pedreiras em Sesimbra, com o objetivo de melhorar as condições de circulação na via.
Jovem de Pinhal Novo premiado pelo combate à corrupção e promoção da democracia (29 de janeiro): Um jovem residente em Pinhal Novo foi reconhecido pelo seu trabalho na luta contra a corrupção e na promoção de valores democráticos.
PO.VOAR levou a vida e a inclusão ao coração de Setúbal (29 de janeiro): O projeto PO.VOAR realizou atividades em Setúbal, focando-se na inclusão social e na celebração da vida comunitária.
"Sardinhas em lata": Autarca do Seixal denuncia condições nos comboios da Fertagus (28 de janeiro): Um autarca do Seixal criticou as condições de superlotação nos comboios da Fertagus, comparando-as a "sardinhas em lata".
GNR apreendeu seis carros em corridas ilegais em Setúbal (28 de janeiro): A GNR apreendeu seis veículos envolvidos em corridas ilegais na região de Setúbal, numa operação de combate a atividades ilícitas.
Aluno autista brutalmente agredido em escola básica da Moita (27 de janeiro): Um aluno com autismo foi violentamente agredido numa escola básica da Moita, gerando indignação na comunidade educativa.
Montijo assina protocolo solidário com a Associação Anjo Animal (27 de janeiro): O município do Montijo firmou um acordo com a Associação Anjo Animal, visando apoiar causas relacionadas com o bem-estar animal.
Cidadãos analisam propostas artísticas e escolhem espetáculos na Baixa da Banheira (27 de janeiro): Residentes da Baixa da Banheira participaram na seleção de propostas artísticas para eventos locais, promovendo a participação comunitária.
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Setúbal prepara-se para aprovar um orçamento de 287 milhões de euros para 2026, com a abstenção do PS a garantir luz verde às contas municipais. Polícia Municipal avança, investimento estrutural cresce, mas o novo tarifário gera polémica com aumentos que prometem pesar nas famílias e empresas. Decisões que marcam o futuro do concelho e prometem aquecer o debate político local.
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O Carnaval não vai sair à rua no Montijo em 2026. A Câmara Municipal decidiu cancelar o evento, invocando falta de tempo para garantir qualidade e segurança, além da necessidade de aplicar os recursos públicos em áreas prioritárias como educação, higiene urbana e manutenção das estradas. A autarquia garante, no entanto, que o compromisso com a cultura se mantém e aponta já à realização de um Carnaval mais forte e sustentável em 2027.
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Introdução: ADN - Cobertura do Queijo, Pão e Vinho 2025
A ADN celebra este ano 14 anos de existência, consolidando-se como um dos principais canais de multimídia da região. Oferecemos um serviço personalizado, onde a criatividade e a atenção aos detalhes se unem para criar narrativas visuais e textuais que capturam a essência única de cada ocasião.Para a cobertura do Queijo, Pão e Vinho, propomos uma cobertura multimédia que combina a imagem com a tradição, criando um conteúdo dinâmico e cativante para o público.
Estratégia de Cobertura e Divulgação
1. Cobertura Multimédia e Digital
Redes Sociais: Utilização ativa do Instagram, Facebook e TikTok, além do nosso site, com notícias, novidades, stories interativos e reels do momentos-chave.
Produção Audiovisual: Resumo em vídeo, entrevistas exclusivas aos produtores presentes. E reels dos momentos mais marcantes.
Rubricas para Dimensão ao Evento
Opinião Popular:
Perguntas rápidas e divertidas para interação do público
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Promoção do cartaz em destaque no site, bem como nas redes sociais
- Orçamento: 100 euros
Conclusão:
Juntos, vamos contar a história do evento de uma forma que inspire, emocione e deixe uma marca duradoura.
ADN - Agência de Notícias: Onde as histórias ganham vida.
Idoso morre no Seixal após quase três horas à espera de socorro
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Atraso no INEM reacende críticas ao novo sistema de triagem
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Chamadas ignoradas e ambulâncias ocupadas marcam desfecho fatal no Seixal
Idoso morre no Seixal após quase três horas à espera de socorro
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Um homem de 78 anos morreu, na terça-feira, no Seixal, depois de aguardar quase três horas pela chegada de meios de emergência do INEM. O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar confirmou o caso e admite que o novo sistema de triagem, em vigor desde o início do ano, possa ter influenciado o desfecho fatal.
Uma cronologia marcada pela demora
De acordo com a chamada fita do tempo do processo, o pedido de ajuda foi feito às 11h20, quando o idoso contactou o INEM a relatar uma queda. Na avaliação inicial, a situação foi classificada como prioridade 3, um nível que prevê o acionamento de meios até 60 minutos.
Três minutos depois, às 11h23, ficou registado que a vítima se encontrava agitada, confusa, sonolenta e prostrada. Apesar do quadro clínico descrito, a resposta demorou a chegar.
Pelas 12h48, mais de uma hora após o primeiro contacto, a fita do tempo indicava que a Cruz Vermelha do Seixal não tinha ambulância disponível e que os meios de Almada e do próprio Seixal estavam ocupados. Às 13h29, foi feita uma segunda chamada para o INEM a questionar a demora no envio de socorro.
Paragem cardiorrespiratória antes da chegada do socorro
Às 14h05, houve um novo contacto telefónico, momento em que foi registado que o homem estava em paragem cardiorrespiratória. Apenas quatro minutos depois, às 14h09, foi finalmente acionada a viatura médica de Almada, que entretanto tinha ficado disponível. O socorro chegou tarde demais.
O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar confirmou a informação e apontou o novo sistema de triagem como um possível fator determinante. O presidente da estrutura sindical, Rui Lázaro, explicou que “provavelmente contribuiu porque, consoante a prioridade que lhe foi atribuída, poderia ser enviado o meio até 60 minutos. Por isso, até aí não me espanta que não tenha havido procura de meios para serem enviados”.
Críticas ao novo modelo de triagem
Segundo Rui Lázaro, se o novo sistema não estivesse em funcionamento, a lógica teria sido diferente. “Assim que a ocorrência foi criada, às 11h20, já se procuraria uma ambulância para ser enviada”, afirmou.
O dirigente sindical considera que este caso confirma “o risco de deixar as pessoas à espera” e revela que, desde a implementação do novo modelo de triagem do INEM, o sindicato tem recebido denúncias diárias de situações em que os tempos previstos por prioridade são ultrapassados sem que qualquer ambulância seja acionada.
“Tem havido muitos casos”, sublinhou, acrescentando que, na segunda-feira, se registaram várias ocorrências no Algarve em que os meios deveriam ter sido enviados em 60 minutos, mas só chegaram duas ou quase três horas depois, com consequências ainda desconhecidas.
Como funciona o novo sistema do INEM
Na sexta-feira, o INEM anunciou oficialmente o início do novo sistema de atendimento das chamadas recebidas nos Centros Operacionais de Doentes Urgentes. O modelo define cinco níveis de prioridade: emergente, muito urgente, urgente, pouco urgente e não urgente, à semelhança do sistema de triagem hospitalar.
A classificação resulta de uma avaliação clínica feita pelos profissionais do CODU, com base na informação recolhida durante a chamada para o 112. As situações emergentes, com risco de vida iminente, implicam resposta imediata. Nos casos muito urgentes, o primeiro meio deve chegar até 18 minutos. As situações urgentes têm um tempo de resposta previsto até 60 minutos, enquanto os casos pouco urgentes admitem a chegada de meios até 120 minutos.
Apesar do enquadramento técnico, o sistema tem sido alvo de críticas, sobretudo por parte dos bombeiros, que alertam para situações em que doentes ficam à espera de ambulância apesar de existirem meios disponíveis.
Uma reportagem da SIC revelou, também na terça-feira, um caso no concelho de Tábua, no distrito de Coimbra, em que um utente foi informado pelo INEM de que a ambulância poderia demorar até duas horas, mesmo havendo meios disponíveis nos bombeiros locais, que acabaram por responder de imediato.
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Ambulância do INEM mobilizada horas depois do primeiro pedido de ajuda
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Caso no Seixal reacende debate sobre tempos de resposta em emergência médica
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