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sexta-feira, 19 de julho de 2019

PS volta a querer uma ponte entre Barreiro e Chelas

Terceira ponte sobre o Tejo volta a estar em cima da mesa

A construção de uma terceira ponte sobre o Tejo no eixo Chelas-Barreiro volta a ser uma prioridade do Partido Socialista para a próxima década, adianta o Jornal de Negócios. O projeto da terceira travessia do Tejo era uma iniciativa do Governo de José Sócrates, em 2009, que foi anulado um ano depois, devido à conjuntura económica do país. A intenção de construir uma terceira travessia é também partilhada pelo Bloco de Esquerda e o PCP, embora com caraterísticas diferentes. Para os comunistas, esta ligação deve ser rodoferroviária, enquanto os bloquistas propõem um plano ferroviário nacional a executar até 2040, pelo que a travessia deve ser exclusivamente ferroviária.
Ponte volta à agenda do Governo 

Os socialistas querem uma terceira travessia sobre o Tejo para a próximo década. Segundo o Jornal de Negócios, a intenção do grupo parlamentar socialista é a construção de uma travessia entre Chelas e o Barreiro, não sendo feita, na proposta, nenhuma referência ao tipo de tráfego a que deve destinar-se a futura infraestrutura.
Uma terceira travessia sobre o Tejo foi um projeto lançado a concurso pelo Governo de José Sócrates em Março de 2009, lembra o jornal, mas foi anulado um ano e meio depois. Na altura, os planos eram de uma infraestrutura apenas ferroviária, fazendo parte do troço de alta velocidade entre Lisboa e Poceirão.
Agora, o grupo parlamentar do PS apresentou mais de 100 projetos, no âmbito do Programa Nacional de Investimentos 2030. Entre as propostas está a nova ponte em Lisboa Chelas-Barreiro, que os socialistas justificam como sendo “integrada numa visão nacional de desenvolvimento harmonioso da área metropolitana de Lisboa, que responda às necessidades das populações e da economia nacional”.
A terceira travessia do Tejo é também uma prioridade para 2030 para o Bloco de Esquerda e para o PCP, apesar de os dois partidos à esquerda do PS discordarem no tipo tráfego.
O PCP defende que a futura ponte deve ser rodoferroviária, enquanto o Bloco de Esquerda defende que a ponte deve ser exclusivamente ferroviária.
Já na proposta do grupo parlamentar do PS não é feita qualquer referência a que tipo de tráfego deve destinar-se a ponte.

Agência de Notícias  
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