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sexta-feira, 22 de março de 2019

Feto encontrado no centro de tratamento de lixo no Seixal

Cadáver estava dentro de um saco e foi encontrado pelos funcionários do centro 

Um feto, do sexo masculino, foi esta quinta-feira encontrado no centro de tratamento de lixo da Amarsul, em Foros da Amora, no Seixal, que recolhe os resíduos sólidos de alguns municípios da Península de Setúbal. O corpo estava dentro de um saco do lixo e foi descoberto durante a fase de triagem. Há uma possibilidade muito grande de o feto ser fruto de uma interrupção de gravidez, que as autoridades querem saber se foi voluntária ou não. A Polícia Judiciária de Setúbal está a investigar o caso. Para as autoridades é agora importante de onde veio o feto e apurar as circunstâncias do crime. 
Corpo foi encontrado ontem à noite 

De acordo com a CMTV, o saco abriu-se quando a máquina começou a tratar os resíduos. O alerta foi dado pelas 22 horas, tendo sido de imediato mobilizada a PSP, que de seguida chamou ao local a Polícia Judiciária de Setúbal.
O cadáver estava em avançado estado de composição e encontrava-se "despegado", segundo o termo usado pelos inspetores no local. O corpo do feto só foi encontrado pelos funcionários do centro de tratamento de lixo porque o saco se rompeu. 
Esta quinta-feira à noite eram poucos os pormenores relativos a este achado. Desconhecia-se, por exemplo, de que zona do distrito de Setúbal veio o saco com o feto que, segundo as autoridades, não era um recém-nascido. Ou seja, poderá ser fruto de uma interrupção voluntária ou involuntária de gravidez. O feto foi depois posto dentro de um saco, amarrado e deitado num contentor de lixo.   
A Amarsul recebe o chamado ‘lixo comum’ proveniente dos contentores disponibilizados pelas entidades municipais. 
A Polícia Judiciária recolheu vestígios que ajudarão a identificar a origem do feto e a perceber o que aconteceu ao corpo, dado o estado em que este foi encontrado.
O corpo foi transportado à morgue do Hospital Garcia de Orta, em Almada, onde a autópsia será realizada.  Só após a autópsia se poderá encaminhar a investigação, percebendo nomeadamente se o bebé já estava morto ou ainda vivo quando foi atirado ao lixo.
Já em 2015, no mesmo local, um corpo desmembrado de um bebé, que teria um ou dois meses de vida, foi encontrado num aterro. A descoberta foi feita por uma funcionária da Amarsul na linha de separação de lixos urbanos. O corpo estava dentro de um saco e em tão mau-estado que não foi possível sequer determinar se era menino ou menina.

Agência de Notícias 

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