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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Despedimento em fábrica de Pinhal Novo preocupa PCP

PCP questiona ministério da Economia sobre eventual fecho da Electro-Arco

O PCP questionou o ministério da Economia sobre o eventual encerramento da Electro-Arco, localizada na Venda do Alcaide, Pinhal Novo, detida pela multinacional Lincoln Electric, que no final do ano passado manifestou a intenção de iniciar um processo de despedimento coletivo. Na pergunta enviada na semana passada ao ministério tutelado por Manuel Caldeira Cabral. o PCP começa por referir que em Novembro último a Lincoln Electric, "através de uma carta que dirigiu aos trabalhadores da Electro-Arco, manifestou a intenção de pôr fim ao ciclo de produção" da empresa. Relembre-se que a empresa já anunciou o encerramento da fábrica, previsto para o inicio de Março deste ano e o despedimento de 60 trabalhadores. 
Fábrica de Pinhal Novo quer despedir cerca de 60 trabalhadores 


Nessa carta, dizem os comunistas, "a administração da empresa anunciava o início do processo de despedimento coletivo dos cerca de 60 trabalhadores" e, em 22 de Dezembro, os trabalhadores receberam "nova carta a confirmar a intenção de encerramento da fábrica, previsto para 06 de Março" deste ano e a referir os termos do processo.
A Electro-Arco produz elétrodos para o mercado português e para exportação, "tendo sido em 2016 uma das empresas com maior volume de negócios no distrito de Setúbal" e "é a única unidade fabril" naquele distrito "com este tipo de produção", salienta o PCP.
O Partido Comunista Português (PCP) acrescenta que a administração da empresa justifica a intenção "com a diminuição de encomendas e com a possibilidade de transferir a produção para outras unidades do grupo noutros países, expressando, contudo, o interesse em continuar a ter o monopólio na comercialização deste material" em Portugal.
Como "a defesa da produção nacional e da salvaguarda da atividade industrial do país exige a intervenção direta do Governo, assim como a defesa dos postos de trabalho e dos direitos dos trabalhadores", o PCP questiona o ministério da Economia sobre qual o acompanhamento que está a ser feito relativamente à empresa e que medidas o Executivo vai tomar "para evitar o encerramento e garantir a sua laboração".

Agência de Notícias com Lusa


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