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quinta-feira, 22 de março de 2018

Música e surf juntos em festival na Costa de Caparica

Concertos e ondas para todos os gostos e feitios

Os portugueses Valete, HMB, Orelha Negra, Slow J, Dead Combo, Sara Tavares, Bateu Matou e Carlão são alguns dos artistas que compõem o cartaz do Caparica Primavera Surf Fest, que se inicia esta quinta-feira, na Costa de Caparica. “São 24 artistas e DJ em palco, ao longo de seis noites: do Hip-Hop ao Rock, da música Africana ao Soul e DJ de topo a garantir noites e férias inesquecíveis”, num festival que decorre desta quinta-feira, 22, a 31 de Março na Praia do Paraíso, na Costa da Caparica e que, além de concertos, inclui também provas de surf, ‘bodyboard’, ‘longboard’, ‘kitesurf’, ‘skim’ e outras modalidades aquáticas. Os concertos estão marcados para quinta-feira, sexta-feira e sábado e para os dias 29, 30 e 31. Esta quinta-feira, atuam HMB, Enoque e DJ Glue, na sexta-feira Slow J, Mishlawi, Os Quatro E Meia e Bons Rapazes e no sábado Valete, Orelha Negra, e DJ ‘sets’ de Davide Pinheiro e Shaka Lion.
Festival traz à Costa de Caparica milhares de pessoas em Março 

Música para todos os gostos, do hip hop, ao rock, passando por sons africanos e experimentais das mesas de DJ’s e desportos de ondas para todo o tipo praticantes, profissionais e iniciantes, de provas internacionais a nacionais, do surf ao SUP, passando pelo bodyboard ao bodysurf, juntos num só festival. Assim se pode resumir a especificidade do, evento que junta variados decibéis com diversas manobras nas ondas e cuja 4ª edição realiza-se de 22 a 31 de Março na Praia do Paraíso, na Costa de Caparica.
No campo musical, durante seis noites, há espaço para os veteranos nestas andanças como Valete, Sam The Kid & DJ Big, DJ Glue, Sara Tavares e Carlão, projetos consolidados como Dead Combo, Orelha Negra, HMB e Jimmy Pi e novas vozes e sons como Enoque, Bateu Matou e MGDRV, juntando, ao todo, 24 artistas e DJ’s em palco.
Na apresentação que decorreu esta quarta-feira, no Red Dragon Beach Club, António Maria Guimarães, diretor artístico e produção do festival, considerou que serão “seis noites (22 a 25 de Março e 29 a 31 de Março) temáticas, mas não em absoluto, homogéneas em que, ao mesmo tempo, se apresenta sempre alguém novo”, juntando no mesmo programa, por exemplo, “hip hop, soul e música africana”, sublinhou.
“Vamos apresentar o último álbum ("Draive") e novos temas do EP que vamos lançar no primeiro trimestre do ano”, adiantou Pité, do MGDRV numa sala repleta de artistas. Sobre a sua atuação no Caparica Primavera Surf Fest, a 22 de Março, servirá “como uma abertura para a campanha de festivais que dará durante o ano, o primeiro passo e por isso queremos entrar em grande”, garantiu o músico ao site Sapo24.
Já Jimmy Pi (30 de Março) que está “preste a lançar o quarto álbum” e que ultimamente “tem feito músicas novas”, espera ir ao festival com “um novo single”. Subirá ao palco essencialmente para “testar um live novo, um novo concerto e as músicas novas que nunca mostrei ao vivo”, para assim perceber como “reage o público a uma linguagem diferente”, destacou o cantor que, no ano passado, não passou pelo festival que junta ondas e música, atuando, antes, no “Sudoeste e Marés Vivas”.

Mil atletas, 25 competições, 10 desportos durante 10 dias
A música vai aquecer a Corta durante 10 noites 
Se a música anima quem está em terra durante a noite, os desportos de ondas dividem o palco com quem produz sons e o mar agita-se durante 10 dias. “25 provas, 10 modalidades que juntam mais mil atletas”, descreve Miguel Inácio, responsável pela componente desportiva do festival.
Também no mar há espaço para todos e todo o tipo de modalidades praticadas nas ondas. E para todo o tipo de praticantes, dos profissionais aos estreantes.
Há “provas rainhas” organizadas pela World Surl League como a etapa do Circuito Mundial de Qualificação (WQS) de surf, o WSL de Longboard, prova de qualificação mundial e o Europeu de Bodyboard Pro, que “se estreia” na praia do Paraíso, competições nacionais organizadas sob a égide da Federação Portuguesa de Surf (Bodyboard, Longboard e surf Esperanças), Desporto Escolar e demonstrações de Tow Out, Kayak, SUP, Kitesurf e Windsurf.
“São 25 provas de ondas onde não se vende bilhetes. É um investimento na chamada de atenção para a prática desportiva e turismo da Costa de Caparica como uma surf city”, resumiu António Maria Guimarães.

“Costa mantém uma identidade tão própria que deve ser mantida”
Inês Medeiros, presidente da Câmara de Almada, estreia-se este ano como anfitriã do festival que vai na 4ª edição. A autarca destacou que o Caparica Primavera Surf Fest é o “primeiro festival do ano e o segundo no impacto dos media, com uma avaliação de quatro milhões de euros”, numa “extraordinária celebração dos desportos de onda, do mar, da natureza e da música”, disse.
Pondo, na sua intervenção, a tónica no mar destacou as “30 escolas, 12 surf shops, sete fábricas de pranchas, quatro clubes e o único museu de surf” existentes. Para a autarca, eleita pelo Partido Socialista, numa cidade onde se concilia o “surf com as atividades tradicionais (pesca), realçou ainda que a “Costa mantém uma identidade tão própria que deve ser mantida”.

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