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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Garcia de Orta, em Almada, recebe aumento de capital

Hospital acrescenta 28,5 milhões ao capital social 

O Hospital Garcia de Orta, em Almada, viu aumentado o seu capital social em 28,5 milhões de euros, o que permitirá iniciar o ano de 2015 com fundos próprios tendencialmente nulos ou mesmo positivos, em função do resultado final a apurar no fim do exercício de 2014. Este aumento de capital  irá permitir o aumento dos fundos próprios, a redução do passivo, e o pagamento de dívidas vencidas e contraídas até 30 de Setembro deste ano. A administração espera "alcançar, ainda, uma maior capacidade de negociação junto dos fornecedores e o reforço das medidas que impeçam a acumulação de novos pagamentos em atraso" e reforçar "os atuais níveis de acesso e eficiência" no atendimento às populações.  
Aumento de capital permite pagar dívidas vencidas em Setembro 

No ano de 2014 concretizam-se, assim, explica a direcção do hospital, dois aumentos de capital: "numa primeira fase de 43,9 milhões de euros, para regularização de passivos para com o FASP (Fundo de Apoio ao Sistema de Pagamentos do SNS), sendo também perdoados os juros vencidos e não pagos relativos aos empréstimos concedidos pelo FASP ao Hospital; e o que se concretiza agora, em numerário, perfazendo um total de 72,4 milhões de euros".
Apesar das medidas levadas a cabo pela administração no sentido de melhorar a acessibilidade, aumentar a eficiência e a sustentabilidade, dos esforços para a redução dos custos operacionais e aumentar as taxas de cobrança, em particular, nos últimos quatro anos, e ainda do PERD, levado a cabo pelo Estado, que disponibilizou verbas para pagamento de dívidas a fornecedores do SNS, os "sucessivos resultados líquidos negativos nos últimos oito anos não permitiram alcançar a necessária sustentabilidade financeira e sair da falência técnica em que o hospital se encontrava", diz a administração.
Este aumento de capital do Hospital Garcia de Orta irá permitir o aumento dos fundos próprios, a redução do passivo, e o pagamento de dívidas vencidas e contraídas até 30 de Setembro de 2014.
"Esperamos alcançar, ainda, uma maior capacidade de negociação junto dos fornecedores e o reforço das medidas que impeçam a acumulação de novos pagamentos em atraso, bem como, com os recursos disponíveis, sem perda de qualidade, salvaguardando os atuais níveis de acesso e eficiência, continuar a responder às necessidades de saúde das populações, ao nível da prestação de cuidados", conclui a administração da unidade hospital de Almada.

Agência de Notícias



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