Novas escolas, requalificações e mais profissionais marcam as prioridades educativas do concelho
Há escolas que precisam de obras, salas que precisam de melhores condições e crianças que merecem encontrar, todos os dias, um espaço onde possam aprender com dignidade. A pensar nesse futuro, a Câmara Municipal de Setúbal prevê investir 91 milhões de euros na transformação do parque escolar do concelho, a que se junta o reforço das equipas com a admissão de 35 assistentes operacionais. Duas frentes de trabalho que colocam no centro uma questão essencial: criar melhores condições para quem aprende e para quem faz a escola acontecer.
| Cidade deu as boas-vindas à comunidade escolar do concelho |
"As boas condições de funcionamento das escolas fazem-se de edifícios qualificados, equipamentos adequados, mas fazem-se sobretudo de pessoas", sublinhou a autarca, ao anunciar a conclusão, durante esta semana, do processo de admissão dos 35 novos trabalhadores.
O reforço das equipas é particularmente importante num contexto em que os assistentes operacionais desempenham um papel que vai muito além das tarefas de apoio. São profissionais presentes nos recreios, nos corredores, nos refeitórios e no acompanhamento diário das crianças, contribuindo para a segurança, o bem-estar e a inclusão no espaço escolar.
Uma transformação de 91 milhões de euros
A melhoria das condições de aprendizagem passa também pela recuperação de edifícios que acumulam décadas de utilização e que precisam de responder às exigências atuais. É nesse contexto que a Câmara Municipal de Setúbal prevê investir 91 milhões de euros na requalificação de escolas e na construção de novos equipamentos educativos.
"Estamos a avançar para uma transformação profunda no nosso parque escolar", afirmou Maria do Carmo Tiago, considerando urgentes as intervenções previstas. O programa abrange as escolas básicas dos 2.º e 3.º ciclos Barbosa du Bocage, Aranguez e Azeitão, a Escola Secundária de Bocage e a construção de uma nova escola com pré-escolar e 1.º ciclo na Quinta da Amizade.
Na Escola Secundária de Bocage, foi aberto o concurso público para a reabilitação e ampliação das instalações. O projeto prevê melhorias nas acessibilidades, nos espaços exteriores, na biblioteca e no auditório, procurando criar condições mais adequadas para alunos, professores e restantes profissionais.
Na Escola Básica de Aranguez, está prevista a construção de um novo bloco, acompanhada pela reabilitação integral dos edifícios existentes. Já na Escola Básica Barbosa du Bocage, o município está a trabalhar na definição de uma solução que permita construir uma nova escola ou assegurar uma requalificação profunda das instalações.
Em Azeitão, a intervenção deverá integrar os ensinos básico e secundário e incluir um pavilhão gimnodesportivo. A aposta procura responder ao crescimento da população e permitir que os jovens possam fazer uma parte mais alargada do seu percurso escolar na própria freguesia.
A melhoria das condições de aprendizagem passa também pela recuperação de edifícios que acumulam décadas de utilização e que precisam de responder às exigências atuais. É nesse contexto que a Câmara Municipal de Setúbal prevê investir 91 milhões de euros na requalificação de escolas e na construção de novos equipamentos educativos.
"Estamos a avançar para uma transformação profunda no nosso parque escolar", afirmou Maria do Carmo Tiago, considerando urgentes as intervenções previstas. O programa abrange as escolas básicas dos 2.º e 3.º ciclos Barbosa du Bocage, Aranguez e Azeitão, a Escola Secundária de Bocage e a construção de uma nova escola com pré-escolar e 1.º ciclo na Quinta da Amizade.
Na Escola Secundária de Bocage, foi aberto o concurso público para a reabilitação e ampliação das instalações. O projeto prevê melhorias nas acessibilidades, nos espaços exteriores, na biblioteca e no auditório, procurando criar condições mais adequadas para alunos, professores e restantes profissionais.
Na Escola Básica de Aranguez, está prevista a construção de um novo bloco, acompanhada pela reabilitação integral dos edifícios existentes. Já na Escola Básica Barbosa du Bocage, o município está a trabalhar na definição de uma solução que permita construir uma nova escola ou assegurar uma requalificação profunda das instalações.
Em Azeitão, a intervenção deverá integrar os ensinos básico e secundário e incluir um pavilhão gimnodesportivo. A aposta procura responder ao crescimento da população e permitir que os jovens possam fazer uma parte mais alargada do seu percurso escolar na própria freguesia.
Uma nova escola para a Quinta da Amizade
Também a Quinta da Amizade está no plano de expansão da rede educativa do concelho. O procedimento de contratação da empreitada avançou este ano para uma escola que deverá contar com oito salas de 1.º ciclo e três salas de pré-escolar, num investimento inicialmente estimado em cerca de 7,8 milhões de euros.
A criação deste equipamento representa mais um passo na resposta às necessidades educativas de uma população em crescimento, com a possibilidade de reforçar a oferta de lugares e aproximar as respostas escolares das famílias.
Também a Quinta da Amizade está no plano de expansão da rede educativa do concelho. O procedimento de contratação da empreitada avançou este ano para uma escola que deverá contar com oito salas de 1.º ciclo e três salas de pré-escolar, num investimento inicialmente estimado em cerca de 7,8 milhões de euros.
A criação deste equipamento representa mais um passo na resposta às necessidades educativas de uma população em crescimento, com a possibilidade de reforçar a oferta de lugares e aproximar as respostas escolares das famílias.
O Centro Escolar Barbosa du Bocage já é uma realidade
Foi precisamente num novo equipamento educativo que a comunidade escolar se reuniu para assinalar o início de mais um ano letivo. O Centro Escolar Barbosa du Bocage, que acolheu a iniciativa, representou um investimento de cerca de 5,36 milhões de euros.
Foi precisamente num novo equipamento educativo que a comunidade escolar se reuniu para assinalar o início de mais um ano letivo. O Centro Escolar Barbosa du Bocage, que acolheu a iniciativa, representou um investimento de cerca de 5,36 milhões de euros.
O edifício dispõe de oito salas de 1.º ciclo, quatro salas de pré-escolar, uma sala sensorial e espaços de apoio à aprendizagem. Mais do que a construção de novas instalações, o equipamento procura responder a diferentes necessidades das crianças, criando condições para uma escola mais inclusiva.
"É uma escola pensada para incluir", destacou Maria do Carmo Tiago. A entrada em funcionamento do centro escolar permitiu ainda eliminar o regime duplo na Escola Básica de Santa Maria, uma mudança com impacto na organização dos horários e na vida das crianças e das respetivas famílias.
"É uma escola pensada para incluir", destacou Maria do Carmo Tiago. A entrada em funcionamento do centro escolar permitiu ainda eliminar o regime duplo na Escola Básica de Santa Maria, uma mudança com impacto na organização dos horários e na vida das crianças e das respetivas famílias.
A educação também se faz com pequenas reparações
Nem todas as melhorias exigem a construção de novos edifícios. Há intervenções menos visíveis, mas fundamentais para que as escolas funcionem em segurança e ofereçam condições adequadas ao longo de todo o ano.
Durante as férias de verão, a Câmara Municipal e as juntas de freguesia realizaram trabalhos de conservação, manutenção e beneficiação em vários estabelecimentos de ensino, intervenções que terão continuidade durante o ano letivo. As obras abrangeram, entre outros espaços, coberturas, cozinhas, salas de aula e equipamentos de recreio, áreas essenciais para o quotidiano de alunos e profissionais.
"A manutenção também é uma política educativa. É uma política de dignidade", afirmou a vice-presidente, associando a conservação dos edifícios à qualidade do ambiente em que crianças e jovens passam uma parte significativa dos seus dias.
A mensagem deixada pela autarca foi também de reconhecimento pelo trabalho de professores, educadores, assistentes operacionais, técnicos, famílias e restantes parceiros educativos, cujo contributo é determinante para o funcionamento das escolas. "Queremos uma Setúbal onde cada criança tenha direito a aprender em boas condições. Onde cada jovem possa encontrar oportunidades. Onde nenhuma criança seja deixada para trás", afirmou Maria do Carmo Tiago.
Num ano em que Setúbal anuncia um investimento de grande dimensão na rede escolar e reforça as equipas que acompanham diariamente os alunos, o desafio será transformar os projetos em melhorias concretas. Porque uma escola melhor não se mede apenas pelos edifícios que se constroem ou pelas obras que se fazem, mas também pelas condições que oferece a cada criança para aprender, crescer e encontrar o seu lugar.
Nem todas as melhorias exigem a construção de novos edifícios. Há intervenções menos visíveis, mas fundamentais para que as escolas funcionem em segurança e ofereçam condições adequadas ao longo de todo o ano.
Durante as férias de verão, a Câmara Municipal e as juntas de freguesia realizaram trabalhos de conservação, manutenção e beneficiação em vários estabelecimentos de ensino, intervenções que terão continuidade durante o ano letivo. As obras abrangeram, entre outros espaços, coberturas, cozinhas, salas de aula e equipamentos de recreio, áreas essenciais para o quotidiano de alunos e profissionais.
"A manutenção também é uma política educativa. É uma política de dignidade", afirmou a vice-presidente, associando a conservação dos edifícios à qualidade do ambiente em que crianças e jovens passam uma parte significativa dos seus dias.
A mensagem deixada pela autarca foi também de reconhecimento pelo trabalho de professores, educadores, assistentes operacionais, técnicos, famílias e restantes parceiros educativos, cujo contributo é determinante para o funcionamento das escolas. "Queremos uma Setúbal onde cada criança tenha direito a aprender em boas condições. Onde cada jovem possa encontrar oportunidades. Onde nenhuma criança seja deixada para trás", afirmou Maria do Carmo Tiago.
Num ano em que Setúbal anuncia um investimento de grande dimensão na rede escolar e reforça as equipas que acompanham diariamente os alunos, o desafio será transformar os projetos em melhorias concretas. Porque uma escola melhor não se mede apenas pelos edifícios que se constroem ou pelas obras que se fazem, mas também pelas condições que oferece a cada criança para aprender, crescer e encontrar o seu lugar.
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