GNR apreendeu droga em Pinhal Novo e deteve um suspeito de violência doméstica em Palmela
Em Pinhal Novo, uma mochila abandonada escondia mais de oito mil doses de droga. Noutro ponto do concelho, uma mulher vivia há semanas sob ameaças constantes depois de terminar uma relação. Em apenas três dias, duas operações distintas da GNR, em Pinhal Novo e nas freguesias rurais de Palmela, travaram dois crimes de natureza diferente - tráfico de droga e violência doméstica -, reforçando a resposta da Guarda na proteção da comunidade e das vítimas mais vulneráveis.
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| Duas operações, dois crimes: GNR atua em força no concelho de Palmela |
Enquanto uma denúncia levou os militares da GNR até uma mochila escondida com mais de quatro quilogramas de canábis resina em Pinhal Novo, uma investigação desenvolvida ao longo de cerca de um mês permitiu pôr termo ao alegado ciclo de ameaças, coação e violência psicológica vivido por uma mulher no concelho de Palmela.
Ameaças após o fim da relação terminaram com uma detenção
Dias antes, o Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de Setúbal deteve um homem de 55 anos, suspeito dos crimes de violência doméstica, gravações e fotografias ilícitas e devassa da vida privada.
A investigação, que decorria há cerca de um mês, permitiu apurar que o suspeito não terá aceitado o fim da relação de namoro, passando alegadamente a ameaçar e a pressionar a ex-companheira de forma continuada.
Segundo a GNR, durante o relacionamento o homem terá captado, sem autorização da vítima, fotografias e vídeos íntimos, recorrendo posteriormente a esses conteúdos para a ameaçar com a sua divulgação nas redes sociais e em plataformas digitais.
"Ao longo da investigação foi possível apurar que o suspeito condicionava a liberdade da vítima, provocando-lhe um permanente sentimento de medo e inquietação", refere a GNR.
No cumprimento de um mandado de detenção e de duas buscas domiciliárias, os militares apreenderam três espingardas caçadeiras, munições de vários tipos, duas câmaras de captação de imagem, cartões de memória e um telemóvel.
O suspeito foi presente ao Tribunal Judicial de Setúbal, tendo ficado sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência.
Em duas operações distintas, realizadas em poucos dias, a Guarda Nacional Republicana voltou a intervir em duas frentes diferentes da criminalidade, reforçando o combate ao tráfico de droga e à violência doméstica no concelho.
Uma mochila suspeita escondia mais de oito mil doses de droga
Tudo começou com uma denúncia que alertava para a existência de uma mochila com conteúdo suspeito no interior de um edifício em Pinhal Novo.
Os militares do Posto Territorial deslocaram-se rapidamente ao local e confirmaram que o alerta tinha fundamento.
No interior da mochila encontravam-se mais de 8 152 doses de canábis resina, uma balança e diverso material habitualmente associado ao tráfico de estupefacientes.
Segundo a GNR, "na sequência de uma denúncia que dava conta da existência de uma mochila com conteúdo suspeito no interior de um edifício, os militares da Guarda deslocaram-se de imediato ao local", tendo posteriormente localizado e apreendido o produto estupefaciente e o restante material relacionado com a atividade de tráfico.
A droga, correspondente a mais de quatro quilogramas de canábis resina, foi apreendida e os factos comunicados ao Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, prosseguindo agora a investigação para identificar os responsáveis.
Tudo começou com uma denúncia que alertava para a existência de uma mochila com conteúdo suspeito no interior de um edifício em Pinhal Novo.
Os militares do Posto Territorial deslocaram-se rapidamente ao local e confirmaram que o alerta tinha fundamento.
No interior da mochila encontravam-se mais de 8 152 doses de canábis resina, uma balança e diverso material habitualmente associado ao tráfico de estupefacientes.
Segundo a GNR, "na sequência de uma denúncia que dava conta da existência de uma mochila com conteúdo suspeito no interior de um edifício, os militares da Guarda deslocaram-se de imediato ao local", tendo posteriormente localizado e apreendido o produto estupefaciente e o restante material relacionado com a atividade de tráfico.
A droga, correspondente a mais de quatro quilogramas de canábis resina, foi apreendida e os factos comunicados ao Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, prosseguindo agora a investigação para identificar os responsáveis.
Ameaças após o fim da relação terminaram com uma detenção
Dias antes, o Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de Setúbal deteve um homem de 55 anos, suspeito dos crimes de violência doméstica, gravações e fotografias ilícitas e devassa da vida privada.
A investigação, que decorria há cerca de um mês, permitiu apurar que o suspeito não terá aceitado o fim da relação de namoro, passando alegadamente a ameaçar e a pressionar a ex-companheira de forma continuada.
Segundo a GNR, durante o relacionamento o homem terá captado, sem autorização da vítima, fotografias e vídeos íntimos, recorrendo posteriormente a esses conteúdos para a ameaçar com a sua divulgação nas redes sociais e em plataformas digitais.
"Ao longo da investigação foi possível apurar que o suspeito condicionava a liberdade da vítima, provocando-lhe um permanente sentimento de medo e inquietação", refere a GNR.
No cumprimento de um mandado de detenção e de duas buscas domiciliárias, os militares apreenderam três espingardas caçadeiras, munições de vários tipos, duas câmaras de captação de imagem, cartões de memória e um telemóvel.
O suspeito foi presente ao Tribunal Judicial de Setúbal, tendo ficado sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência.
"A denúncia pode salvar uma vítima"
A GNR aproveita ainda para recordar que a violência doméstica continua a ser um crime público e apela à denúncia sempre que existam situações de risco.
"A Guarda Nacional Republicana realiza regularmente campanhas de sensibilização sobre violência doméstica" e relembra que qualquer pessoa pode pedir ajuda através do 112, da App MAI112, da aplicação SMS Segurança, do posto da GNR mais próximo ou da plataforma de queixas eletrónicas.
Num espaço de poucos dias, as duas operações ilustram diferentes faces do trabalho diário desenvolvido pela Guarda no concelho de Palmela, por um lado, o combate ao tráfico de droga; por outro, a proteção de vítimas particularmente vulneráveis, procurando retirar da comunidade ameaças que colocam em causa a segurança e a tranquilidade da população.
A GNR aproveita ainda para recordar que a violência doméstica continua a ser um crime público e apela à denúncia sempre que existam situações de risco.
"A Guarda Nacional Republicana realiza regularmente campanhas de sensibilização sobre violência doméstica" e relembra que qualquer pessoa pode pedir ajuda através do 112, da App MAI112, da aplicação SMS Segurança, do posto da GNR mais próximo ou da plataforma de queixas eletrónicas.
Num espaço de poucos dias, as duas operações ilustram diferentes faces do trabalho diário desenvolvido pela Guarda no concelho de Palmela, por um lado, o combate ao tráfico de droga; por outro, a proteção de vítimas particularmente vulneráveis, procurando retirar da comunidade ameaças que colocam em causa a segurança e a tranquilidade da população.

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