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quarta-feira, 18 de julho de 2012

12 Cidades sem urgência


Montijo pode perder urgência e Almada passa a urgência Médico-Cirúrgica

Comissão para a Reavaliação da Rede Nacional de Emergência e Urgência propõe encerramento das urgências do Montijo, Fafe, Macedo de Cavaleiros, Oliveira de Azeméis, Santo Tirso, Valongo, Lagos, Loulé, Montemor-o-Novo, Peniche, Serpa e Tomar.

Ministério da Saúde pode fechar 12 urgências 


O relatório, que data de fevereiro de 2012, foi elaborado por onze peritos e divulgado no site do Ministério da Saúde. Em dois casos, Coruche e Sertã, a comissão propõe que sejam implementadas urgências, como estava previsto num despacho de 2008, mas que nunca avançaram (como aconteceu noutras regiões). Assim, no total, a proposta é a existência de 73 urgências no país, menos dez do que a situação real (83) e menos 16 do que o previsto no despacho de 2008(89).
"Relativamente ao encerramento de alguns SUB [Serviço de Urgência Básico], pensa esta Comissão que ele poderá ser realizado de forma faseada, por exemplo, inicialmente apenas no período noturno, e que só poderá ser realizado após constituição de capacidade de resposta tanto ao nível dos CSP [Cuidados de Saúde Primários], de forma a garantir atendimento rápido de situações agudas não urgentes, como ao nível do SU [Serviço de Urgência] mais próximo, assegurando cuidados para as situações realmente urgentes", lê-se no documento.

Almada e Évora sem urgência polivalente
A proposta, elaborada por onze peritos e divulgada ontem pelo Ministério, aponta também para a desclassificação de oito urgências. Segundo o documento, os hospitais de Gaia, dos Covões (Coimbra), de Almada e de Évora deverão deixar de ter Serviço de Urgência Polivalente (a mais completa) e passar a ter Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica. A Póvoa de Varzim, Mirandela, Figueira da Foz e Torres Vedras ficariam reduzidos a Serviços de Urgência Básica.

Ministério aberto a contributos vários
À Rádio Renascença, o gabinete do ministro Paulo Macedo afirmou que, em última instância, até pode não aplicar qualquer das recomendações do grupo de trabalho. A partir de agora, refere ainda o gabinete do ministro, esta proposta vai ser amplamente discutida, nomeadamente nas administrações regionais de saúde, e o Ministério "está aberto a contributos vários".

Paulo Jorge Oliveira 

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