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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Enfermeira atacada à saída de hospital em Almada

Enfermeira violentamente agredida durante a noite no parque de estacionamento 

Na semana passada uma enfermeira do Hospital Garcia de Orta, em Almada, foi violentamente agredida enquanto se dirigia para o carro no parque de estacionamento da unidade, depois de ter terminado o serviço. A informação foi revelada em comunicado pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, que acrescenta que o atacante tinha como intenção violar a mulher. O sindicato dos enfermeiros diz ainda que esta situação “seria evitável, caso existissem medidas de segurança adequadas no perímetro do hospital”, pelo que aponta responsabilidades ao “Conselho de Administração do Hospital Garcia de Orta”, uma vez que “são legalmente responsáveis por garantir a segurança dos seus trabalhadores”. O agressor fugiu mas já foi localizado e levado a tribunal.
Sindicato acusa hospital de falta de segurança 

A intenção do agressor seria a de violar a enfermeira, o que não aconteceu graças à resistência da própria e a intervenção de outra pessoa.
O hospital já fez saber que será criado um grupo de trabalho para avaliar o dispositivo de segurança. "Vai ser criado um grupo de trabalho para voltar a analisar toda a metodologia e equipamentos até agora usados e, caso assim seja considerado, sugerir eventuais melhorias", lê-se no comunicado da administração.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses também já reagiu ao ataque, sublinhando que a enfermeira foi "violentamente agredida” quando se dirigia para o seu carro, após ter estado de serviço.
Para o Sindicato, o “violento episódio seria evitável, caso existissem medidas de segurança adequadas no perímetro do hospital". O sindicato exige assim "o reforço da segurança no Hospital Garcia de Orta, com particular urgência para a zona do parque de estacionamento”.
A administração do hospital garantiu que "a profissional em causa já está a receber o apoio considerado necessário nestes casos", e frisou que existem "medidas de segurança como videovigilância, rondas sistemáticas por câmara existente na central de segurança e rondas efetuadas por pessoal da empresa de segurança que presta serviço a este hospital".
"No caso concreto, foi graças a estes meios que o agressor foi identificado, localizado pelas autoridades policiais e presente a tribunal, no prazo de 48 horas", referiu ainda a administração do hospital.

Agência de Notícias
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